Archive 2022

Microsoft lança programa de mentoria para capacitar mulheres em Power Platform

A Microsoft abre hoje as inscrições para a primeira edição do #GirlsPower, programa de mentoria da Microsoft com objetivo de capacitar mulheres em fundamentos de programação low code/no code (baixo ou pouco código) com Power Platform. A iniciativa é gratuita e oferecerá 200 vagas para mulheres de todo o Brasil participarem de mentorias técnicas focadas em tecnologia e na certificação PL-900: Microsoft Power Platform Fundamentals. O projeto, idealizado e liderado pelo grupo de colaboradoras da Microsoft e voluntários dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft), tem como principal objetivo aumentar a participação de mulheres no segmento de tecnologia e ampliar as chances de empregabilidade delas neste setor. 

Para participar, as interessadas deverão fazer o cadastro no site oficial do #GirlsPower e realizar o treinamento “Conceitos básicos do Microsoft Power Platform”, por meio do Cloud Skills Challenge, disponível pelo Microsoft Learn, até o dia 6 de fevereiro. Além disso, as candidatas precisam se identificar como mulher cisgênero ou transgênero, ter no mínimo 18 anos e ensino médio completo. As inscrições ficam abertas até dia 04 de fevereiro, às 18:00 (horário de Brasília), e as aulas acontecerão de forma on-line, via Microsoft Teams, entre 10 de fevereiro e 25 de março.  

Além das aulas sobre Power Platform, as selecionadas também poderão participar de mentorias sobre desenvolvimento de carreira na área de tecnologia. Todo o conteúdo será ministrado por profissionais da Microsoft que são voluntários no projeto e, ao final do curso, todas as formandas serão convidadas a participar de um desafio final para concorrer a 50 vouchers de certificação da PL-900: Microsoft Power Platform Fundamentals Após a formatura, elas também poderão participar da uma feira de empregabilidade promovida pela Microsoft, que conectará as profissionais às empresas parceiras da companhia com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho.   

O #GirlsPower faz parte de uma série de iniciativas da Microsoft Brasil para ampliar a diversidade no mercado de tecnologia e apoiar a entrada de mulheres nesta área. Em 2021, a companhia lançou iniciativas como o #ElasnaIA, programa focado na capacitação de mulheres em fundamentos de Inteligência Artificial e nuvem que em sua última edição formou 40 mulheres; MaisMulheres.Tech, que, em parceria com a ONG WoMakersCode, capacitou mulheres em todo Brasil tendo totalizado 33 mil mulheres inscritas no programa até o final de dezembro; Black Women in Tech, iniciativa voltada à capacitação de mulheres negras para o mercado de tecnologia, que está em sua terceira edição e, nas duas primeiras, registrou 61 mulheres formadas pelo programa; e o Bootcamp Data Women Engineers, direcionado ao aprendizado de tratamento e análise de dados. 

Investimentos em startups via plataformas cresce 224% no Brasil

O mercado de Venture Capital está em alta no Brasil chegando a movimentar US$9,4 bilhões em 2021. Dentro deste cenário, o investimento coletivo em startups via plataformas, que atuam regulamentadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) desde 2017, também está em ascensão. No ano passado este setor registrou um aumento de 224,29%, passando de R$38.358.850,98 levantados em 2020 para R$124.397.565,88 captados em 2021. 

Este crescimento é apontado pelo Relatório de Evolução nos Investimentos em Startups via Plataformas 2020/2021, elaborado pela CapTable, maior hub de investimentos em startups do Brasil. Para elaborar o documento, foram levadas em conta todas as captações públicas realizadas pelas 10 plataformas especializadas em investimentos em startups no Brasil devidamente registradas pela autarquia que regulamenta o setor.  

Conforme o relatório, a CapTable lidera o ranking em volume captado e rodadas concluídas com sucesso, sendo responsável por captar R$49.569.030,00 para 29 startups brasileiras, o que representa 39,84% do total levantado por todas as plataformas. 

“Em 2021 a CapTable foi responsável por mais de ⅓ do total de investimentos captados via plataformas para as startups em todo o Brasil. Sinal claro de como a confiança no mercado de investimentos em startups está crescendo e de como a CapTable vem ajudando a fortalecer todo o ecossistema de inovação brasileiro”, explica Guilherme Enck, cofundador da CapTable. 

Para se ter ideia da diferença do montante captado pela CapTable, o hub de investimentos em startups sozinho captou R$2.890.494,12 a mais do o volume total captado por EqSeed, Kria, Beegin.invest, Organismo Brasil, Whishe, Clearbook, Efund Investimentos e Cluster 21. As oito plataformas juntas totalizaram R$46.678.535,88 em investimentos captados. 

Sobre o Relatório

O Relatório de Evolução nos Investimentos em Startups via Plataformas 2020/2021, elaborado pela CapTable, foi construído a partir das informações públicas disponibilizadas pelas 10 plataformas especializadas em investimentos em startups no país: CapTable, SMU, EqSeed, Kria, Beegin.invest, Organismo Brasil, Whishe, Efund Investimentos, Cluster 21 e Clearbook.

Outro dado apresentado pelo relatório que chama atenção é que as dez plataformas promoveram 75 captações de janeiro a dezembro do ano passado. Este número  representa um crescimento de 127,27% quando comparado com as 33 rodadas realizadas em 2020. 

“O ano de 2021 foi muito positivo para todo o ecossistema de inovação no Brasil. E relatórios como este elaborado pela CapTable são extremamente importantes para mensurar o crescimento do mercado de investimentos via plataforma no país. Este aumento de capital investido, e também de startups buscando investimentos via plataforma, mostra ao mercado que as startups brasileiras querem continuar crescendo e inovando. É perceptível que os empreendedores estão enxergando no investimento coletivo via plataforma a melhor saída para levantar aporte para seu negócio. São demonstrativos claros de um mercado aquecido e que tende a continuar se expandindo em 2022”, finaliza Enck.  

Ranking Captação de Investimentos Para Startups Via Plataforma em 2021:

  • CapTable: 29 Rodadas

Total levantando: R$ 49.569.030,00

  • SMU Investimentos: 15 Rodadas

Total levantando: R$ 28.150.000,00

  • EqSeed: 16 Rodadas 

Total levantando: R$ 24.220.000,00

  • Kria: 4 Rodadas 

Total levantando: R$ 8.530.000,00

  • Beegin.invest: 3 Rodadas 

Total levantando: R$ 7.997.888,88

  • Organismo Brasil: 2 Rodadas 

Total levantando: R$ 2.431.400,00

  • Wishe: 3 Rodadas  

Total levantando: R$ 1.579.200,00

  • Efund Investimentos: 1 Rodada 

Total levantando: R$ 1.200.000,00

  • Cluster 21: 1 Rodada

Total levantado: R$ 470.047,00

  • Clearbook: 1 Rodada 

Total levantado: R$ 250.000,00

Maiores captações:

  • Zletric (via CapTable) – R$ 5.000.000,00
  • Grana Capital (via SMU) – R$ 5.000.000,00
  • Fluke (via Kria) – R$ 5.000.000,00 
  • EqSeed (via EqSeed) – R$ 5.000.000,00
  • Pink Farms (via SMU) – R$ 4.800.000,00
  • Beeva Brazil (via CapTable) – R$ R$ 4.564.000,00 

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Rentbrella recebe aporte US$ 5 milhões e avança para Nova York

Em Dezembro, a Rentbrella, empresa de mobilidade urbana e mídia OOH, instalou e distribuiu dezenas de máquinas de compartilhamento de guarda-chuvas, feitas com tecnologia 100% própria, nos principais prédios de Manhattan. Com 24 horas de uso sempre gratuitas, as estações da organização facilitam a relação das pessoas com o clima e a cidade. Em paralelo, os espaços do app, guarda-chuvas, telas e laterais das máquinas, são disponibilizados para que marcas estampem o serviço.

A percepção de uma carência no mercado por players que possibilitam ações de mídia OOH, com foco em experiência e relacionamento, aliada à falta de soluções inteligentes para proteção contra o clima em grandes centros comerciais, é uma das principais motivações para a implementação do ecossistema Rentbrella na América.

“Com o decorrer dos anos, os consumidores passaram a observar as atitudes das marcas, com o objetivo de entender com quais empresas se identificam e quais delas merecem sua fidelidade de compra. É por isso que nosso plano de negócio tem base em um espaço de mídia que resolve reais problemas de rotina. Ao usufruir do serviço, nossos usuários se protegem da chuva ou sol e permitem que o produto participe de seu cotidiano, tudo de forma gratuita. Isso cria credibilidade, por meio de atitudes, e essa reputação é direcionada diretamente às marcas que anunciam conosco.”, disse Freddy, co-fundador da Rentbrella.

Consciente de seu papel na priorização de medidas que tenham impacto positivo ao meio ambiente, a empresa se esforça para empregar o desenvolvimento sustentável em toda sua cadeia produtiva. Todos os guarda-chuvas implementados em Manhattan, além de desenvolvidos especialmente para o clima de New York, possuem o tecido feito a partir de garrafas pet recicladas e, ao fim do ciclo de utilização, são reaproveitados em novos produtos, que também carregam a identidade das marcas patrocinadoras.

Com base nesses valores e desejos de agregação de valor, a primeira praça a receber as soluções Rentbrella, foi São Paulo. Foram instaladas mais de 350 estações na cidade, que potencializam a disponibilização de 40 mil guarda-chuvas às pessoas. Hoje, esses pontos são capazes de impactar mais de 400 mil pessoas (em um dia) e mais de 6 milhões por mês. Ao longo dessa jornada, a Unimed (um dos principais players da saúde privada brasileira), patrocinou toda a operação São Paulo, com estampas nos guarda-chuvas, estações e aplicativos. Essa parceria resultou na criação de uma consciência de marca significativa com os usuários, que se sentem mais próximos da marca e incontáveis vezes expressam sua gratidão pelo serviço nas redes sociais e plataformas de tecnologia como Google Play e Apple App Store.

CESAR tem mais de 50 vagas em aberto para as áreas de tecnologia, design, processos e negócios

O CESAR, centro de inovação que forma pessoas e impulsiona organizações, tem mais de 50 vagas em aberto para a área de tecnologia. O centro atua com um time diverso e multidisciplinar de mais de 1.000 pessoas colaboradoras, resolvendo problemas complexos e desafiadores em uma cultura descontraída, descentralizada e com diversos benefícios para os colaboradores – que atuam como protagonistas, interagindo diretamente com clientes de escala global.

Além dos benefícios tradicionais, como auxílio home office, plano de saúde, vale alimentação e Gympass, o CESAR oferece apoio psicológico em parceria com a Moodar, auxílio idiomas, auxílio creche e descontos em cursos da CESAR School. Os colaboradores também têm acesso aos treinamentos das academias CESAR, programa de educação corporativa criado como instrumento de desenvolvimento e formação de pessoas. O programa é dividido em 4 pilares de atuação: Integra (focado no acolhimento de novas pessoas colaboradoras), Lidera (oferece formação para desenvolver habilidades comportamentais para a liderança), Acelera (programa que desenvolve profissionais no nível pleno para que assumam posições em cargos seniores) e Conecta, hub de aprendizagem que será lançado nos próximos meses para que as pessoas colaboradoras compartilhem conhecimento através de diferentes formatos de conteúdo.

Seguindo a sua política de inclusão, o CESAR destaca que todas as vagas em aberto são também para PCDS (Pessoa com Deficiência). A maior parte das oportunidades são para trabalho remoto e que independe de onde o candidato more, seja no Brasil ou fora dele. Algumas das vagas, porém, requerem que a pessoa resida em determinadas regiões, como em Recife (Pernambuco) ou Manaus (Amazonas), porque há funções que exigem a presença do colaborador. As vagas podem ser acessadas clicando aqui.

As vagas disponíveis são para pessoas desenvolvedoras, engenheiras de software, dados e testes, cientistas de dados e da computação, e designers.

Maurício Taumaturgo é gerente de projetos no CESAR e destaca que trabalhar no centro de inovação é vivenciar na prática a frase: toda boa empresa é uma boa escola. “Estou no CESAR desde 2011 e constantemente vivencio novas oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento, tanto por conta dos projetos em que atuo, quanto pela preocupação das lideranças em promover o crescimento de cada um dos colaboradores. Aqui encontro condições e recursos para transformar a vida das pessoas e das organizações”, afirma.

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VERISURE oferece 140 vagas para a área comercial em fevereiro

A Verisure – líder europeia em soluções de alarmes monitorados – abre 140 novas oportunidades para a área comercial no mês de fevereiro. Ao completar uma década no Brasil, a empresa contabiliza 150 mil clientes e quase 2 mil colaboradores distribuídos em nove estados e no Distrito Federal. A empresa pretende, até 2025, atingir a meta de 300 mil clientes e 3 mil colaboradores.

A empresa não exige experiência na área de vendas, desde que o candidato tenha interesse com a atuação de venda externa.

Os requisitos são:

  • Perfil básico: Ensino Médio Completo, CNH Ativa, Veículo próprio, Postura Ativa
  • Competências: Dinamismo e Pró atividade, Comunicação e Influência, Resiliência, Capacidade de Negociação, Foco em Resultado, Trabalho em Equipe

Os interessados podem se candidatar por meio pelo link: https://vagas.verisure.com.br/ ou enviar um e-mail para cvcomercial@verisure.com.br.

Sobre o Plano de Carreira Verisure

A Verisure possui um plano de carreira baseado na meritocracia e desenhado para que haja a valorização interna para que os colaboradores cresçam internamente para cargos de gestão e sejam os próximos líderes da companhia, o mesmo modelo utilizado pelos outros 16 países em que a empresa atua.

Ao iniciar na Verisure, o especialista participa de uma semana de treinamento. No segundo e terceiro mês, o profissional volta à sala de treinamento para receber novos conteúdos e aperfeiçoamento para o cargo.

O primeiro degrau a ser conquistado ocorre no quarto mês de empresa, em que a escada para o sucesso interno continua. Prova disso é que todos os Gestores Territoriais de Vendas que a empresa tem no momento iniciaram suas carreiras com o cargo de Especialista de Segurança.

Prova disso é o corpo diretivo da empresa atual, que é formado por diretores que iniciaram suas carreiras com o cargo de Especialista de Segurança.

Banco BS2 tem 24 oportunidades de trabalho em São Paulo e Belo Horizonte

Certificada como uma das melhores empresas para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, o Banco BS2 busca profissionais de diversas áreas para fazer parte do seu time. São 24 vagas distribuídas entre São Paulo e Belo Horizonte, nos modelos de contratação híbrido ou presencial. As oportunidades são nas áreas: Administrativa, Operações, Câmbio, Comercial e RH.
 

Recentemente, o BS2 anunciou mudança de estratégia para focar em clientes PJs. As contratações são parte do processo de expansão do banco que, mesmo durante a pandemia, admitiu 200 profissionais em 2021.
 

Só para operador de negócios são seis vagas para candidatos cursando o ensino superior e com experiência em vendas ou na área comercial, preferencialmente em produtos e serviços bancários.
 

As outras oportunidades disponíveis são:

  • Analista Administrativo
  • Analista de Desenvolvimento Humano (Pessoas & Cultura)
  • Analista de Operações PL
  • Analista de Risco Operacional Sr
  • Analista de Riscos de Crédito Sênior
  • Analista de Risco de Crédito — Sênior
  • Analista Trader de Câmbio Jr
  • Assessor de Negócios – Farmer (4 vagas)
  • Assessor de Novos Negócios (3 vagas)
  • Especialista Comercial Trade Finance
  • Estagiário Melhoria Contínua – Customer Centric
  • Estagiário Societário
  • Gestor de Parcerias Estratégicas
  • Operador de Negócios (6 vagas)

Entre os benefícios oferecidos estão plano de saúde e odontológico (estendido ao cônjuge e filhos), vale refeição e alimentação, auxílio creche, convênio com o Gympass, Day off aos aniversariantes, 40 horas semanais de trabalho, previdência privada, plataforma de educação corporativa, orientação psicológica, financeira e jurídica, além de taxas diferenciadas para investimentos, entre outros.
 

Para se candidatar a alguma das vagas basta se inscrever no site do BS2.

Prudential vai investir em startups no Brasil e na América Latina

Erick Kluft, diretor de estratégias e riscos da Prudential Financial no Brasil.

A Prudential quer investir em startups no Brasil e na América Latina por meio da PruVen Capital, gestora de fundos de investimento criada pela companhia no final de 2020 para promover a inovação e fazer parcerias com empresas de tecnologia. A seguradora tem o objetivo de acelerar projetos inovadores dentro da própria companhia, além de apoiar a consolidação de novos negócios tecnológicos no mercado, especialmente nas áreas de seguros, gestão de ativos, saúde, imobiliário, serviços financeiros e tecnologias corporativas.

A gestora prevê aportes entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões por empresa. A ideia é ter uma participação de até 30% nos negócios. Em outubro de 2021, a PruVen Capital aplicou US$ 5 milhões na Pismo, multinacional brasileira de tecnologia para serviços financeiros, ao lado de outros investidores. Atualmente, a gestora está em negociação com três startups da região.

“Buscamos startups que criem e adicionem valor para a Prudential, seus clientes e parceiros, gerando valor financeiro e estratégico; tenham produtos e serviços validados pelos clientes e pelo mercado; tenham grande potencial de crescimento e capacidade de serem empresas líderes ou icônicas em seu segmento”, afirma Erick Kluft, diretor de estratégias e riscos da Prudential Financial no Brasil.

Diante dos recentes casos de sucesso de empreendedorismo digital no Brasil, Ramneek Gupta, sócio-fundador da PruVen Capital, acredita que esse tipo de negócio tende a crescer cada vez mais no país.

“Existem oportunidades em automação e entrega digital de soluções, como declaração de impostos, contabilidade, gerenciamento de benefícios e folha de pagamento, acesso a capital para crescimento, gerenciamento da força de trabalho e cadastro de clientes”, avalia o executivo.

A Prudential Financial é uma das maiores e mais antigas instituições de serviços financeiros do mundo. Opera em 40 países, tem 146 anos de atuação, com aproximadamente US$ 4 trilhões de capital segurado no mundo em seguro de vida e mais de US$ 1,7 trilhão de ativos sob sua gestão.

Em território nacional, a Prudential do Brasil atua há mais de duas décadas, oferecendo soluções personalizadas de seguros de vida individual e em grupo. Atualmente, é a maior seguradora independente no segmento de pessoas, protege mais de 3,1 milhões de vidas e já retornou para sociedade mais de R$ 1,9 bilhão em benefícios pagos.

Estudo mostra como aumentar a atratividade de carreiras em Tecnologia

A indústria das tecnologias de informação e comunicação (TIC) tem sido uma das principais geradoras de emprego no país nos últimos anos. Neste cenário, uma nova pesquisa realizada pela consultoria Morning Consult, com apoio da Salesforce, no Brasil e na Argentina em novembro de 2021 revelou que apenas 40% dos brasileiros se sentem atraídos por carreiras nesta área. Este indicador cresce significativamente, para 67%, quando os participantes são informados das vantagens que estas vagas oferecem, como capacitação, salários que superam a inflação e emprego em tempo integral com ampla variedade de benefícios.
 

O relatório, que ouviu uma amostra de 1 mil pessoas no país, descobriu que há muitos mitos e desinformação relacionados às habilidades e tempo de treinamento necessários para empregos em TIC no Brasil. Metade dos entrevistados acham que é preciso anos de treinamento para se qualificar para uma vaga na indústria, enquanto 45% acreditam que o valor dos cursos para trabalhar no setor são muito elevados. Estas percepções errôneas, junto de outras como não saber onde encontrar treinamento adequado e achar que as vagas de trabalho estão disponíveis apenas para pessoas com diploma universitário, tornam o setor menos atrativo para os brasileiros.
 

Para os respondentes brasileiros, a possibilidade de receber treinamento gratuito com duração de 3 a 18 meses e aumentar significativamente suas chances de conseguir um trabalho em período integral em uma empresa imediatamente depois de terminado o curso, fez subir de 19% para 46% o número de pessoas que consideram “bastante atraente” a possibilidade de encontrar um emprego ou fazer uma transição de carreira para a indústria de TIC.
 

Este aumento no interesse em vagas no setor foi substancial em todos os subgrupos da pesquisa, mas cresceu principalmente entre aposentados, desempregados, e donos e donas de casa. Apesar da pesquisa notar este aumento de interesse das gerações mais antigas na indústria, ela também descobriu que apenas 10% dos GenZ, aqueles nascidos entre 1997 e 2012, inicialmente consideraram a ideia de uma carreira na área “bastante atraente”.
 

“Os resultados deste estudo nos mostram que temos que dar visibilidade exponencial às oportunidades de trabalho oferecidas pelo setor, para que muito mais pessoas sejam estimuladas a sonhar com um futuro em tecnologia. A quarta revolução industrial está transformando todas as organizações em empresas de tecnologia e gerou e gerará milhões de novos empregos”, disse Alejandro Anderlic, diretor de Assuntos Governamentais para a América Latina da Salesforce. “O grande desafio é fazer com que o setor privado, o público, a academia, a sociedade civil e outras partes interessadas trabalhem juntos para conectar os cidadãos a oportunidades de treinamento e emprego em escala. Temos que resolver o futuro do trabalho hoje. Vamos parar de falar sobre o futuro e começar a agir juntos agora”, concluiu o executivo.
 

Segundo o Banco Nacional de Empregos (BNE), por conta do mercado da tecnologia continuar em pleno crescimento, esta indústria deve criar mais de 44 mil vagas de emprego em 2022. Apesar do número de postos de trabalho disponíveis, uma análise da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) prevê que mais de 66% das vagas em tecnologia geradas no Brasil não serão ocupadas.
 

Para contribuir na redução desta disparidade, a Salesforce disponibiliza uma plataforma online e gratuita de aprendizado chamada Trailhead, que oferece cursos em disciplinas como desenvolvimento de software, marketing, vendas e gerenciamento de projetos. Além do Trailhead, a Salesforce também promove iniciativas como o ciclo de discussões com líderes regionais Trailblazers Latinoamericanos e seu fórum Construindo Talentos para o Futuro para impulsionar a liderança colaborativa de forma que cada vez mais pessoas possam se capacitar e conseguir um emprego na indústria de TIC.
 

A Salesforce é uma das companhias pioneiras da indústria das tecnologias de informação e comunicação, e sua influência no futuro do trabalho é reconhecida pelo mercado. Segundo um estudo da empresa de consultoria IDC sobre o impacto econômico da Salesforce, a empresa e seu ecossistema de tecnologias e parceiros deve gerar 1,2 milhão de empregos e mais US$ 64 bilhões em receitas com novos negócios no Brasil até 2026.

Governo da Austrália cria novo programa para atrair estudantes brasileiros e de toda a América Latina

O governo australiano acaba de lançar uma nova plataforma de educação especialmente focada nos estudantes brasileiros e de outros países da América Latina, já que a maior ilha do mundo abriu fronteiras para estudantes internacionais com o sonho de estudar em um dos melhores sistemas educacionais do mundo.

A Study Australia Experience, é a plataforma oficial do Governo da Austrália desenvolvida especialmente para informar e incentivar os estudantes de toda a América Latina a considerarem a Austrália como seu destino acadêmico, agora que os alunos totalmente vacinados podem viajar para lá. 

A plataforma contará com eventos  virtuais e atividades promocionais especificamente desenvolvidos para os estudantes latino-americanose ministrados por algumas das instituições mais prestigiadas da Austrália, aproximando os estudantes desta parte do mundo do sistema de ensino superior australiano e suas qualidades. É a primeira vez que uma plataforma do gênero é lançada para países  de língua portuguesa e espanhola na América Latina.

Além disso, a plataforma também possui uma extensa lista de conteúdo interativo atualizado semanalmente e que estará disponível até 30 de junho de 2022, incluindo vídeos publicados diariamente, webinars, masterclasses, feiras virtuais de estudantes e muito mais, incentivando futuros alunos de toda a América Latina a considerarem a Austrália como seu destino acadêmico de escolha, já que com o avanço da vacinação, as medidas restritivas de entrada no país ficam menos rígidas.

Os estudantes interessados, ainda poderão contar com informações sobre os benefícios de estudar na Austrália, incluindo dicas sobre o país, cidades, instituições de ensino, custo de vida, mensalidades, estilo de vida, empregos, bolsas de estudo, vistos, requisitos de entrada e muito mais.

Craig Ford, Comissário de Trade & Investimento e co-líder da Equipe de Educação para a América Latina da Austrade, afirma que as universidades e faculdades na Austrália estão muito animadas para voltarem a receber os estudantes da América Latina: “O mundo enfrentou desafios significativos nos últimos dois anos e é incrível poder novamente receber com segurança estudantes internacionais. A Austrália está de portas e braços abertos para os estudantes internacionais. Temos um dos melhores sistemas de ensino superior, incluindo seis das 100 melhores universidades do mundo. Nos últimos anos, um número crescente de estudantes de ensino superior da América Latina escolheu a Austrália e esperamos receber muitos mais em 2022. 

Além de possuir seis das 100 melhores universidades do mundo, de acordo com a Universitas 21, sete grandes cidades australianas – Melbourne, Sydney, Brisbane, Canberra, Adelaide, Perth e Gold Coast – estão incluídas no top 100 global do QS Best Student Cities, o que demonstra a qualidade dos cursos, a experiência positiva do aluno e a possibilidade de trabalho nestas cidades.

Como parte de uma população estudantil diversificada, 2,5 milhões de estudantes internacionais se formaram em instituições de ensino superior australianas nos últimos 50 anos. Entre esses estudantes internacionais estão um número crescente de bolsas de estudo internacionais. A Austrália ofereceu em 2019 mais de 3.000 bolsas e cursos de curta duração no Australia Awards para estudantes de mais de 55 países.

Estudantes da América Latina são convidados a visitar o site studyaustraliaexperience.com para descobrir mais sobre os cursos, instituições de ensino e qualificações disponíveis, vida estudantil e oportunidades de carreira de longo prazo.

Bossanova lança programa de investimento com SEBRAE e Raja Valley

Abertura foi dia 18 de janeiro de 2022 e o prazo final será dia 14 de fevereiro e startups poderão receber aportes de até R$600 mil

A Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio de pré-seed em todo o país, anuncia uma parceria que promete engajar ainda mais todo o ecossistema de inovação no Brasil. Juntos, Bossanova, SEBRAE e Raja Valley abrem as inscrições para o Programa INOVA, que pode contar com até R$ 20 milhões para investimentos. As inscrições abriram dia 18 de janeiro e vão até 14 de fevereiro. O programa investirá preferencialmente em startups que sigam a seguinte tese:

– Ser B2B, ou B2B2C

– Ter mais de 1 ano de fundação

– Já terem encontrado o PSF (problem-solution-fit), por meio de produtos/ serviços que já estejam validados, operacionais e faturando (no mínimo R$ 10 mil mensais) e próximas ao break-even (ou com visão clara para chegar nele).

– Negócios com modelo SaaS, que sejam sinérgicos ao portfólio.

– Não serão investidos negócios cujas soluções sejam destinadas exclusivamente ao governo, a lojas de e-commerce (que vendam produtos), ou que necessitem de investimento em hardware.

Esse programa pioneiro alia o investimento a uma trilha completa de desenvolvimento das startups. Ao longo de 6 meses as startups vão passar por mentorias on-line e uma aceleração presencial para apoiar a expansão da startup conforme ela recebe o investimento.

“Nós tivemos uma experiência parecida no passado em que trouxemos esse modelo de investimento acompanhado a grandes mentores em uma trilha de tração para acompanhar a startup e em 4 meses vimos aumentar em média 58% o faturamento das empresas. O Inova é uma grande oportunidade para as startups que querem além do capital também ter um apoio de tração no crescimento do negócio”, comenta João Kepler, CEO da Bossanova.

Ainda sobre as regras, vale destacar que os recursos do Sebrae/SC serão obrigatoriamente aplicados em startups com sede ou filial em SC. Já os demais recursos não têm limitação geográfica e startups de todo Brasil podem aplicar.

“É um passo muito importante para o Sebrae/SCC ter firmado essa parceria para investir nas startups de Santa Catarina. Nós já somos o 4º maior polo de tecnologia do país e conseguir trazer mais investimento para a região vai acelerar o desenvolvimento de novas iniciativas”, comenta Marcos Regueira, Assessor de Projetos Especiais Sebrae Santa Catarina.

Outro ponto importante é que o programa contempla três fases, sendo a primeira quando as startups receberão uma rodada de investimento e um mês de aceleração online. Na segunda as startups receberão uma segunda rodada de investimento e quatro meses de aceleração presencial e online. E, por fim, na terceira as startups receberão uma terceira rodada de investimento e um mês de acompanhamento com especialistas. O valor total aportado por startup será de até R$ 600 mil.

“Esse programa reúne dois aspectos fundamentais para as startups, que é o capital aliado a inteligência de mercado. Quando unimos essas duas coisas conseguimos pegar bons negócios e dar a escala que eles precisam”, João Paulo Zica Fialho CEO do Raja Valley.

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Raízen investe na Tupinambá Energia, startup com soluções de recarga elétrica veicular

Comprometida com o propósito de redefinir o futuro da energia, a Raízen realiza um importante movimento no mercado liderando a rodada de investimento de R$10 milhões na startup Tupinambá Energia. Criada em 2019, a startup é pioneira no desenvolvimento de soluções de recarga elétrica veicular, operando a infraestrutura de eletro-abastecimento de ponta a ponta, do aplicativo ao carro carregado. A rodada contou também com a participação da empresa de investimentos Plataforma Capital.
 

A Tupinambá possui uma plataforma digital integrada a uma rede de pontos de recarga, possibilitando que diferentes empreendimentos comerciais ofereçam serviço de recarga para veículos elétricos de seus consumidores. O aplicativo Tupinambá oferece uma experiência única, reunindo hoje mais de mil pontos de recarga mapeados o que facilita a jornada dos motoristas ao consolidar a malha de infraestrutura de carregadores elétricos presentes no País. A empresa também gera receita ao disponibilizar painéis publicitários em estações de recarga junto a shoppings e centros comerciais, promovendo experiência diversificada no ecossistema da mobilidade elétrica.
 

“Em meio a uma forte e necessária discussão sobre inovação e tecnologia, a chave do sucesso da Tupinambá é focar nossa solução na experiência do dono de carro elétrico. Para isso, não medimos esforços e atendemos no modelo ponta-a-ponta ajudando o parceiro em todas as etapas do processo de adoção de Mobilidade Elétrica. A parceria com a Raízen e a Plataforma Capital vem justamente para avançarmos ainda mais na construção de uma experiencia única para os nossos clientes”, aponta Davi Bertoncello, CEO da Tupinambá.
 

O Investimento tem o intuito de acelerar o desenvolvimento da rede de recarga no país, fortalecendo ainda mais o software e aplicativo criados pela Tupinambá e criando uma parceria complementar entre Raízen e a Startup, as quais passarão a oferecer soluções em conjunto ao mercado. Como parte da estratégia há a possibilidade da gigante converter seu investimento em participação societária da empresa.
 

Buscando valorizar o impacto do uso de energia renovável para descarbonização do setor automotivo, a parceria com a Tupinambá acelera a estratégia de crescimento em renováveis da Raízen, agregando novas soluções para atender diferentes desafios e necessidades com eficiência e sustentabilidade, além de sustentar a expansão da rede de recarga elétrica no Brasil através de uma experiencia única.
 

“Com a agenda ESG aquecida, as empresas brasileiras estão buscando formas de se tornarem mais verdes, não só no discurso mas, principalmente, na atuação prática. A Tupinambá é a parceira ideal para ajudá-las nesse desafio ao facilitar o investimento na Mobilidade Elétrica” – sinaliza Pedro De Conti, co-fundador da Tupinambá.
 

A parceria também irá complementar e integrar o portfólio da Raízen em Mobilidade Elétrica, que inclui o fornecimento de energia renovável e soluções de abastecimento elétrico para frotas de empresas, e o desenvolvimento de uma ampla rede de recarga rápida através do programa Shell Recharge, anunciado em no final de 2021. Com estas recentes movimentações no mercado, a Raízen fortalece sua estratégia de se tornar um one stop shop de soluções em energia, com produtos e soluções em geração distribuída e comercialização de energia no mercado livre, eficiência energética, certificados de energia renovável e mobilidade elétrica, pautados pela sustentabilidade de fontes limpas e renováveis.
 

“Acreditamos muito no crescimento e na plataforma da Tupinambá, especialmente pelo foco na usabilidade e experiência do cliente ao oferecer soluções mais limpas de energia. A sinergia dos nossos negócios contará com nosso know-how e o suporte das nossas Unidades de Negócio, para que possam crescer de maneira sustentável e escalar rapidamente, transformando a mobilidade elétrica no Brasil”, destaca Frederico Saliba, Vice-Presidente de Energia e Renováveis da Raízen.
 

A aceleração de startups não é novidade para a Raízen. Há quatro anos, a companhia criou o Pulse, um dos grandes hubs incentivadores de inovação aberta do Brasil e importante engrenagem que viabiliza a oxigenação de novas ideias e práticas que enriquecem os diferentes modelos de negócio da companhia. Atualmente, o Pulse colabora diretamente com o desenvolvimento de mais de 50 startups associadas e, nos últimos anos, possibilitou que mais de 70 projetos-piloto fossem ou estejam sendo testados dentro da companhia. A Raízen possui participação societária em startups do setor de Energia (Tyr, Diel e Holu) a partir do acordo de formação de joint venture com o Grupo Gera, que atua com projetos de geração distribuída no Brasil, comercialização e soluções de tecnologia escaláveis.

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Roca Group lança fundo de corporate venture de 25 milhões de euros para investir em startups

Imagem do Roca Barcelona Gallery, Espanha | Foto: divulgação

Por meio desse fundo, denominado Roca Group Ventures, a empresa planeja destinar entre 500 mil a 2 milhões de euros para cada projeto, sem influenciar nas outras formas de investimento que envolvem participação em empresas e aporte de recursos adicionais que financiam outras iniciativas com maior potencial. O Roca Group estima que, no prazo de cinco anos, o portfólio de investimentos será composto por 10 a 15 empresas com foco global.

Para o lançamento do Roca Group Ventures, o Roca Group contará com a Alantra, assessoria financeira global e gestão de ativos, que assessorará o fundo no processo de geração de oportunidades de investimento e na futura gestão do portfólio de participações, contribuindo com sua vasta experiência nesse tipo de projeto. O Roca Group Ventures também concretizará parte do compromisso do Roca Group com a sustentabilidade, uma vez que, por meio desse fundo, a empresa priorizará as startups que tenham foco em práticas que respeitem o meio ambiente. Dessa forma, estenderá sua estratégia verde a todos os projetos com os quais trabalhe.

Quatro áreas de desenvolvimento e inovação

O Roca Group, dedicado ao design, produção e comercialização de produtos para o espaço do banheiro, definiu quatro áreas de negócio que interessarão na busca de oportunidades: wellness smart bathrooms; novos negócios e materiais; eficiência energética e racionalização do consumo de água; e, finalmente, excelência operacional em seus processos industriais.

Em relação à wellness e smart bathrooms, a empresa buscará recursos tecnológicos que, por meio de Inteligência Artificial (AI) e conectividade, melhorem a usabilidade dos dispositivos, contribuam para o desenvolvimento de produtos eco-friendly e para o desenvolvimento de produtos que gerem espaços de relaxamento.

Em termos de novos negócios e novos materiais, o Roca Group Ventures se concentrará em soluções inovadoras baseadas em tecnologia com uma ampla margem de crescimento, além de novos materiais, tanto para a construção, quanto para a fabricação de novos produtos.

No que se refere à área da eficiência energética e racionalização do consumo de água, o grupo identificará e desenvolverá produtos e serviços que contribuam para a geração de casas conectadas e sustentáveis, com foco especial na redução do consumo de água.

Finalmente, e com a finalidade de aumentar a excelência operacional, tecnologias como AI, impressão 3D, Internet das Coisas (IoT), blockchain ou plataformas integrais também serão um foco de interesse para o fundo.

Albert Magrans, CEO da Roca Group, explicou que o Roca Group Ventures busca “gerar um modelo de empreendimento de caráter híbrido, que combine as vantagens de uma grande empresa (recursos, escala, conhecimento, experiência, comercialização), com a inovação, tecnologia, motivação, agilidade e talento de uma startup”.

Sede no “Espai Roca”

O Roca Group Ventures estará diretamente vinculado ao futuro “Espai Roca”, um hub de inovação sobre construção sustentável e economia circular, entre outras áreas, que estará localizado na atual fábrica que o grupo possui nos municípios de Gavá e Viladecans (Espanha). A empresa planeja construir, nessas instalações, um dos mais importantes parques empresariais da Europa, onde o fundo terá sua sede.

O Roca Group nomeará um executivo da organização que atuará como Ventures Head coordenando a colaboração com diferentes especialistas e managers da empresa, aceleradoras, incubadoras e outros partners que facilitem a identificação e o desenvolvimento dos projetos.

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Startup Bettaself cria rede social de educação com o apoio do Microsoft for Startups

A startup Bettaself criou uma rede social com foco em educação social com marketplace integrado para a disponibilização de serviços de ensino, na qual os usuários podem aprender e transmitir seus conhecimentos. A empresa, apoiada pelo programa Microsoft for Startups, conseguiu utilizar a nuvem Microsoft Azure para habilitar a plataforma. Apenas no dia do seu lançamento, a Bettaself obteve mais de 100 mil acessos e, atualmente, possui cerca de 10 mil usuários cadastrados e ativos. 

De acordo com os executivos, a inspiração para a criação da plataforma surgiu da Link School of Business, a primeira faculdade de empreendedorismo do Brasil, criada com o intuito de fazer um diferencial na educação e permitir que as pessoas possam praticar aquilo que querem exercer profissionalmente. O objetivo da instituição não se limita à transmissão de conhecimento, uma vez que também se encarrega de fazer a aplicação, provocação, mentoria e aceleração de empresas nascidas dentro de seu ambiente acadêmico. Além disso, a Bettaself também foi inspirada em uma conta do Instagram chamada “Além da Facul”, criada por Álvaro Schocair, fundador da Link School of Business e da Bettaself que virou um negócio a partir da venda de cursos digitais sobre empreendedorismo e desenvolvimento pessoal.    

“Existe um elo a ser feito entre as pessoas que tem algo para ensinar e aquelas que querem aprender alguma coisa. Se você quer aprender alguma coisa, basta fazer uma pesquisa na internet, que será apresentada uma série de artigos e vídeos. Mas também há uma possibilidade mais sofisticada, que seria se matricular em uma faculdade para fazer um curso de médio a longo prazo. Entre esses dois extremos, existe uma diversidade de opções muito grande, dado que, cada vez menos, as pessoas estão buscando cursos de grande extensão para extrair o conhecimento que elas precisam naquele exato momento. Isso é bastante perceptível, por exemplo, quando analisamos de perto o crescimento notório das mentorias on-line, em que uma pessoa irá te ensinar aquilo que você está buscando de uma maneira mais imediata”, comenta Álvaro Schocair. 

Com a rede social, as pessoas podem postar conteúdos de temas que possuem domínio, dando-lhes a oportunidade de oferecer serviços de ensino ou para quem quer aprender encontrar   conteúdos diversos compartilhados por outros usuários. A Bettaself, então, surge da prerrogativa de que todo mundo tem algo para ensinar ou aprender, unindo ambas as partes, independentemente da distância e situação econômica.  

Alessandra Ferrari, co-fundadora e CEO da Bettaself, explica que “a Bettaself funciona como uma rede social com marketplace disponível  em aplicativo e em breve na versão web. Isso permite que as pessoas acessem o conteúdo quando e onde quiserem”. 

Por meio do Microsoft for Startups, a Bettaself recebeu apoio da companhia com benefícios como créditos em nuvem, capacitação, apoio de especialistas e acesso a diversos softwares. Além disso, também foi fornecida toda a infraestrutura para que o time de desenvolvedores pudesse construir uma aplicação nativa em nuvem com o Azure. Tudo isso foi feito em cinco semanas, utilizando também o Azure Devops, além de soluções de contêineres e microsserviços.   

“Por meio desse programa, a Microsoft consegue orientar startups a crescer no mercado e incentivar o empreendedorismo brasileiro a alcançar um próximo nível. Ao apoiar plataformas como a Bettaself, estamos não só auxiliando a inovação no País, como a educação a partir da troca de conhecimento e experiências”, declara Vera Cabral, diretora de educação da Microsoft.  

Logo após o seu lançamento, a Bettaself recebeu pedidos de outros lugares do mundo, como EUA, Israel, e diversos países europeus para a implementação da tecnologia de forma local. Por fim, dentre os planos da companhia que hoje atua no segmento B2C, está a disponibilização do serviço para empresas de forma personalizada.   

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Vagas: Digio tem oportunidades em diversas áreas

O Digio, plataforma de serviços financeiros, está recrutando profissionais de diversas frentes, como: marketing tecnologia, infraestrutura, gestão de dados, operações e outras. No total, são 35 vagas em posições de estagiário, analista, especialista, coordenador e gerente. As oportunidades são resultado da evolução do banco digital que teve crescimento sustentável e acelerado nos últimos anos.
 

“Queremos talentos que nos ajudem com a nossa principal missão: transformar a vida financeira de milhares de brasileiros de um jeito descomplicado por meio de produtos, serviços e experiências. Compartilhamos uma cultura de excelência que une o desempenho do setor de bancário com a inovação, agilidade e o ambiente descontraído de uma fintech”, diz Beatriz Nóbrega, Superintendente de Gente, Gestão e CX.
 

A bantech foi considerada novamente neste ano como uma das 20 melhores empresas brasileiras para se trabalhar na região de Barueri, na categoria Empresas de Médio Porte, pela consultoria Great Place to Work (GPTW).
 

“Esse resultado é reflexo de uma cultura construída pela colaboração, do apoio da liderança para que todos tenham uma carreira de aprendizado e crescimento contínuos. Temos promovido uma cultura de confiança, incentivando o senso de propriedade e orgulho por um trabalho de excelência” completa Nóbrega.
 

O Digio oferece benefícios como assistência médica e odontológica com ortodontia, seguro de vida, auxílio creche, vale-alimentação, vale-refeição, cesta de Natal, previdência privada, Gympass, Licença Paternidade estendida, auxílio psicológico e nutricional por telemedicina, auxílio-mobilidade e PPR (Programa de Participação nos Resultados). No momento atual, o trabalho é realizado remotamente.
 

Na sede, os colaboradores contam com ambulatório, cafeteria com lanchinhos, ambiente descontraído que permite trabalhar de qualquer lugar ou mesa. A empresa também oferece facilidades como reembolso de pedágio, estacionamento, fretado e auxílio combustível (para cargos a partir de especialistas).
 

Todo o processo seletivo é realizado virtualmente. Os interessados devem realizar as inscrições pelo do site aqui.


Veja as oportunidades:

  • Analista CRM Analytics
  • Analista de Automação e Gestão de dados – Python
  • Analista de Gestão de Dados – Arrecadação
  • Analista de Infraestrutura – DBA Sênior
  • Analista de Infraestrutura Devops
  • Analista de Infraestrutura e Cloud Services (Devops) – Sênior
  • Analista de Infraestrutura e Cloud Services – Sênior
  • Analista de Operações JR – (Área contábil)
  • Analista de Operações PL
  • Analista de Operações SR
  • Analista de Product Marketing PL
  • Analista de Produtos Pl – Ciclo de Vida
  • Analista de Produtos SR – Cartão
  • Analista de Sustentação Sênior – Cyber
  • Analista de Sustentação Sênior – Função
  • Analista de Sustentação Senior – Matera
  • Arquiteto(a) de Soluções Digitais
  • Arquiteto(a) de Soluções Digitais Sênior
  • Cloud Security Engineer (Sênior)
  • Coordenador(a) de Infraestrutura (Devops)
  • Desenvolvedor Backend Sênior (Java)
  • Especialista de Desenvolvimento (Back End)
  • Especialista de Infra & Cloud Services – Devops
  • Especialista de Infra & Cloud Services – SRE
  • Especialista de Infraestrutura e Cloud Services
  • Especialista de Infraestrutura e Cloud Services (SRE)
  • Especialista em Infraestrutura e Cloud Services (DevOps)
  • Estagiário de Produtos e Empréstimos
  • Estagiário em Operações
  • Estágio em Remuneração e Performance
  • Gerente de CRM / Growth
  • Gerente de Marketing de Performance
  • Pessoa Desenvolvedora Backend – Especialista
  • QA – Analista de Teste Sr – Dados
  • Tech Lead – Backend

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Inventa anuncia nova rodada de R$115 milhões antes de completar primeiro ano de operação

A Inventa, plataforma digital que oferece aos pequenos e médios empreendedores e varejistas uma maneira simples e rápida de descobrir e comprar novos estoques por meio do uso de tecnologia, dados e crédito, anuncia que arrecadou R$ 115 milhões em uma rodada de investimentos Series A liderada por Andreessen Horowitz e Monashees. A rodada inclui outros nomes como Founders Fund, Greenoaks, Greylock, Tiger Global e os anjos Hans Tung e Carlos Gracia da Kavak. Investidores existentes como Pear VC, NXTP, ONEVC, MAYA Capital e Alter Global também participaram. A empresa levantou uma rodada SEED de R$ 30 milhões em outubro de 2021.


O investimento será direcionado, principalmente, para reforçar os times de tecnologia e marketing, além de sustentar os planos de expansão e internacionalização da empresa. Fundada em março de 2021 e crescendo mais de 100% mês a mês; A Inventa usa a tecnologia para fornecer um processo de compra mais inteligente e simples para pequenas empresas. A plataforma online da Inventa recomenda produtos, com base em dados reais de transações e fornece crédito para ajudar os retalhistas a serem mais rentáveis. Em operação há apenas nove meses, a empresa já alcançou números robustos como: 6 mil produtos no catálogo, 20 mil lojistas cadastrados, 250 mil produtos enviados pelo Brasil, e 400 fornecedores, como Davene, Lovme e Ruby Rose na categoria de cosméticos, e Mais Pura, de mercearia.

As oportunidades no mercado brasileiro são imensas. Segundo o IBGE, o país conta atualmente com quase 5 milhões de pequenos e médios varejistas. Com a nova rodada de investimentos, os executivos da Inventa pretendem aumentar substancialmente a equipe e crescer tanto o número de marcas fornecedoras, quanto o de de lojistas que constroem seus estoques e descobrem novos produtos usando a plataforma.


Fundada por Marcos Salama, MBA Stanford, ex-executivo da Rappi responsável pela unidade de Supermercados, Fernando Carrasco, Data Science Expert da McKinsey com MBA pela Columbia, e Laura Camargo, ex-investidora da General Atlantic e então VP de Finanças da Gympass; A Inventa tem uma missão: Capacitar pequenos varejistas no Brasil revolucionando a forma de fazer negócios através do uso de tecnologia, dados e crédito.


Segundo o CEO Marcos Salama, “O mercado criou ferramentas para que marcas que atendem ao B2C possam chegar ao cliente na forma de consumo online, Rappi, iFood, Magalu, Amazon são grandes exemplos disso. Quando você olha para as pequenas empresas, no entanto, a maioria das compras ainda é feita da mesma forma que era há 30 anos – representantes de vendas visitando varejistas e realizando transações offline. Acreditamos que hoje em dia as pequenas empresas são obrigadas a vender online, elas também farão a progressão para comprar online. Queremos liderar essa mudança para capacitar varejistas independentes”.


O otimismo é compartilhado pelos investidores. “Para pequenos varejistas e empresários no Brasil, todo o processo de descoberta de novos produtos, compra e acesso a crédito é bastante complexo. A Inventa tem um potencial incrível de ajudá-los a serem mais competitivos e bem sucedidos, facilitando toda essa dinâmica e agregando muito valor a estes negócios. Marcos e seu time estão apenas no início de sua jornada, e não poderíamos estar mais animados com a nossa parceria”, afirma Carlo Dapuzzo, de Monashees.

Market share

Mais do que aumentar a base de clientes, a startup está focada no aumento da sua participação no mercado. De acordo com os levantamentos feitos pela Inventa, hoje os lojistas utilizam a plataforma para compor, em média, de 5 a 10% de seus estoques; alguns chegam a comprar 50% dos produtos ofertados aos clientes finais com a startup. “Existe espaço para o aumento do market share dentro da base de lojistas que já construímos e nós vamos trabalhar forte para”, explica Salama. As principais categorias de produtos ofertados no momento são beleza e cosméticos, casa e decoração, mercearia e alimentação saudável.

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E-commerce brasileiro fecha o ano de 2021 com alta de 48,41% no faturamento, revela o índice MCC-ENET

O faturamento do comércio eletrônico teve um resultado expressivo no ano de 2021 com alta de 48,41%. Seguindo essa tendência, considerando o mesmo período, as vendas também expandiram: 35,36%. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

“O forte crescimento das vendas online em 2021 revela um novo hábito do consumo, com migração de compras para a internet. No ano passado, não tivemos períodos críticos de confinamento e quarentena como em 2020, e, mesmo assim, os consumidores adotaram em maior proporção as compras remotas. Em novembro de 2021, o e-commerce representou 17,9% das vendas varejistas, um recorde no histórico observado desde janeiro de 2018, quando a penetração era de apenas 4,7%”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online

Na análise das vendas praticadas pela internet, referente à comparação entre dezembro de 2021 com o mesmo mês do ano anterior, houve expansão de 15,15%. Por sua vez, quando a avaliação é entre os meses de dezembro e novembro, teve queda de (−27,48%).

Considerando os dados por região, dezembro de 2021 ante o mesmo período de 2020, os resultados foram: Norte (32,70%); Centro-Oeste (26,55%); Nordeste (23,69%); Sul (15,24%); e Sudeste (11,99%).

Já no acumulado dos últimos 12 meses, o desempenho foi: Norte (56,16%); Centro-Oeste (52,58%); Nordeste (48,43%); Sul (38,98%); e Sudeste (30,30%).

Faturamento

A métrica de faturamento, quando o período comparado foram os meses de dezembro (2021 e 2020), teve alta de 16,52%. Mas, em contrapartida, ao validar entre dezembro e novembro, teve queda de (−39,50%).

Os resultados por região, usando a base de comparação entre os meses de dezembro (2021 e 2020), foram Centro-Oeste (27,68%); Norte (25%); Sul (21,87%); Nordeste (20,03%); Sudeste (12,82%).

No acumulado dos últimos 12 meses, a configuração ficou da seguinte forma: Centro-Oeste (67,73%); Norte (61,13%); Sul (57,97%); Nordeste (56,91%); e Sudeste (41,65%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em novembro de 2021, o e-commerce representou 17,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 12%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 14 de janeiro.

Categorias

Em novembro de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,4%); móveis e eletrodomésticos (28%); e tecidos, vestuário e calçados (10,2%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (6,9%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,6%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,8%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de outubro a dezembro de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online.

Modal conclui aquisição de infratech e impulsiona o Modal as a Service

O Modal concluiu nesta sexta-feira a aquisição de 100% da infratech LiveOn. Divulgada em outubro de 2021, a operação foi aprovada pelo Banco Central e representa um marco importante para a inovadora estratégia Modal as a Service, que oferece soluções e produtos customizados sob medida de banking, seguros, investimentos e crédito, dentre outras diversas facilidades.
 

Na esteira do open finance, o Modal as a Service é um modelo inédito no mercado e chega em um momento em que empresas adicionam inteligência de fintech aos seus negócios.
 

“A aprovação foi fundamental para a consolidação da nossa estratégia Modal as a Service. Colocamos à disposição dos nossos parceiros um ecossistema financeiro com diversos produtos e soluções que geram valor aos seus negócios e ao relacionamento com os clientes”, explica André Lauzana, CFO do Modal.
 

Com o Modal as a Service, os parceiros têm acesso a uma solução completamente customizada e modular, que inclui as ofertas de produtos e serviços, desde PIX, cartões, cobrança, crédito, consórcio, seguros e programa de cashback.
 

“Nosso objetivo é ampliar o acesso ao nosso ecossistema de bem-estar financeiro, trazendo ao cliente final uma experiência mais fluida e hiperpersonalizada, onde quer que ele esteja.”, diz Cristiano Ayres, CEO do Modal.

Google abrirá 200 novas vagas de Engenharia no Brasil até o fim de 2023

O Google anunciou nesta segunda-feira, 24, planos para dobrar sua força de Engenharia no Brasil, passando dos atuais cerca de 200 engenheiros para 400 até o fim de 2023. Hoje, a empresa possui um Centro de Engenharia em Belo Horizonte (MG) e, ao longo dos próximos dois anos, irá aumentar o número de profissionais atuando na capital mineira e investirá no desenvolvimento de uma força de Engenharia na cidade de São Paulo (SP).

As novas contratações são um passo importante para manter o protagonismo do Brasil na pesquisa e desenvolvimento de produtos Google, que são usados no mundo inteiro. Algumas dessas novas vagas já estão abertas e atendem áreas consideradas essenciais pela empresa, como privacidade e segurança de dados, entre outras. Além disso, como parte do esforço de contratação e do compromisso do Google em aumentar a representatividade de sua força de trabalho, serão oferecidos canais dedicados para incentivar inscrições de pessoas negras.

“A expansão da força de Engenharia e a iniciativa de canais voltados à inscrição de pessoas negras são exemplos concretos do nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento do país. Hoje, o Brasil é um dos mercados mais importantes para nós, aparecendo entre os ‘top 5’ na lista dos nove produtos da empresa com mais de um bilhão de usuários. Investir em talento local nos ajuda a ter um ‘olhar brasileiro’ para esses produtos e, ao mesmo tempo, mostra para o mundo a capacidade inovadora dos nossos profissionais, já que estamos falando de soluções usadas globalmente”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.

Vagas em BH, SP com modelos híbrido e remoto

As candidaturas para as novas vagas poderão ser feitas no site do Google Carreiras, com opções para atuar nas cidades de São Paulo (SP)Belo Horizonte (MG) e também para trabalho 100% remoto. As posições presenciais adotarão o modelo híbrido, o que significa que grande parte dos Googlers vai trabalhar três dias no escritório e dois dias remotamente. A quantidade de dias pode variar conforme a área de negócio ou necessidades da função, com a possibilidade de o funcionário aplicar para trabalho 100% remoto. Por enquanto, devido à pandemia, a ida dos funcionários ao escritório é voluntária.

Para conhecer as vagas abertas, basta clicar na aba “Jobs” localizada na parte superior da página inicial do site Google Carreiras. Pelo canto esquerdo da tela, é possível aplicar filtros como habilidades e qualificações, nível de experiência e título da vaga, assim como pesquisar por palavras-chave, como “Software Engineering” (Engenharia de Software, na tradução livre). A candidatura deverá ser feita na própria página, clicando no título da vaga e, em seguida, no botão “Apply” (Aplicar, na tradução livre). Neste momento, estão abertas vagas para profissionais de engenharia da computação em diferentes níveis.

Oportunidades em engenharia para a comunidade negra

Entre as novas posições na área de engenharia, há iniciativas voltadas para a comunidade negra. Desde o fim do ano passado, pessoas candidatas que se auto identificam como negras têm um canal dedicado de inscrições criado pelo Google no Brasil. É importante mencionar que todas as posições da empresa estão abertas para todas as pessoas, porém, há o entendimento da importância de meios que incentivem a participação de grupos historicamente sub-representados na indústria de tecnologia.

“Temos o compromisso global de tornar o Google uma empresa cada vez mais representativa e diversa. Por isso, seguiremos com nossos esforços de contratação de pessoas da comunidade negra, disponibilizando canais dedicados de inscrição nas áreas de engenharia e de negócios”, afirma Daniel Borges, líder de Recrutamento do Google para América Latina. “Acreditamos que o investimento em equidade racial e em inclusão no mercado de trabalho é urgente e deve ser responsabilidade de todas as organizações. Além disso, temos certeza que a representatividade de nossa força de trabalho permite criar produtos mais úteis para todas as pessoas.”

Para se candidatar a estas vagas, o processo é o mesmo: basta visitar a página de Carreiras da empresa e buscar por vagas identificadas com o complemento “Black Community Inclusion” (Inclusão da Comunidade Negra, na tradução livre). A iniciativa começou a ser testada no fim do ano passado com posições na área de Engenharia de Software. Ao longo de 2022, mais oportunidades focadas em pessoas negras serão abertas gradualmente nas áreas de tecnologia e de negócios.

Tecnologias desenvolvidas no Brasil impactam bilhões de pessoas no mundo

O Brasil é uma potência para talentos em Engenharia e uma parte fundamental do ecossistema de inovação global do Google. O trabalho feito pelos profissionais brasileiros nos últimos anos vêm impactando bilhões de pessoas que usam os produtos da empresa em todo o mundo. Para se ter uma ideia, de cada dez resultados mostrados na Busca hoje, pelo menos um foi impactado pelo trabalho do Centro de Engenharia em Belo Horizonte. Os engenheiros brasileiros também estiveram envolvidos na criação de produtos como a Busca por Sintomas, o Family Link para ajudar pais e responsáveis no gerenciamento da vida digital de crianças e adolescentes, o painel da Busca com resultados de partidas esportivas e muitas outras iniciativas.

“Durante este momento desafiador que enfrentamos com a pandemia, nossos times foram fundamentais para a criação do painel informativo da Busca sobre a COVID-19, que é usado no mundo todo com dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades locais de saúde”, explica Berthier Ribeiro-Neto, diretor de Engenharia do Google para a América Latina. Recentemente, o time de Belo Horizonte também teve um papel central em tornar a experiência de Busca mais natural e intuitiva com a aplicação de inteligência artificial em recursos como o ‘Things to know’, ou ‘Coisas para saber’, na tradução livre, que exibe tópicos diversos relacionados com a consulta, permitindo às pessoas explorar aqueles tópicos de maior interesse usando somente cliques.

“Sempre acreditei no potencial da engenharia brasileira, na criatividade e na qualidade técnica dos profissionais que formamos. Este investimento no país é um reflexo do impacto produzido pelas soluções Google ‘made in Brazil’, impacto este que só aumentará com a chegada dos novos talentos”, complementa o executivo.

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