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Lab abre inscrições para ideias inovadoras de investimentos sustentáveis no Brasil

Estão abertas as inscrições de ideias inovadoras para o ciclo de aceleração de 2022 do Laboratório Global de Inovação em Finanças Climáticas (Global Innovation Lab for Climate Finance – o Lab). O programa global, que conta com um capítulo brasileiro, busca propostas que ofereçam soluções para gargalos financeiros relacionados a questões climáticas em países em desenvolvimento como o Brasil.

As inscrições podem ser feitas a partir de hoje até às 22h (de Brasília) do dia 22 de dezembro no site do Lab . As ideias selecionadas serão anunciadas em março de 2022. Não há restrição do perfil de proponentes, sendo aceitas ideias desde empresas com metas ESG, ONGs, entidades, instituições financeiras, etc.

No dia 18 de novembro, o Lab realiza um webinar em português para explicar os detalhes do programa e tirar dúvidas sobre o processo de inscrição e seleção

Em 2022, o Lab vai acelerar seis ideias de instrumentos financeiros. Dois com foco setorial: um em sistemas sustentáveis de produção de alimentos e outro em adaptação climática. Três vagas são para os programas regionais do Brasil, da Índia e da África Austral (que inclui Angola e Moçambique). A sexta vaga é para a melhor ideia independente do setor ou da geografia.

As propostas são selecionadas com base em quatro critérios: capacidade de ação, inovação, potencial catalisador e sustentabilidade financeira. Essas ideias recebem sete meses de consultoria para desenvolvimento, design e análise de mercado. Além disso, contam com o apoio da rede de líderes de instituições públicas e privadas e também dos especialistas do Climate Policy Initiative.

Em 2021, das seis ideias globais, duas das escolhidas foram do Brasil: o Guarantee Fund for Biogas (GFB) , primeiro fundo de garantia ambiental do país, proposto pela Associação Brasileira de Biogás (ABiogás) e o Amazônia Sustainable Supply Chains Mechanism (AMSSC), fundo de crédito para fornecedores de insumos com práticas sustentáveis na Amazônia, proposto por Natura e Mauá Capital. Juntas, as iniciativas estimam destravar inicialmente cerca de US﹩ 100 milhões em investimentos sustentáveis.

O Lab é uma iniciativa de mais de 70 investidores que acelera soluções de investimentos para apoiar o desenvolvimento sustentável em mercados emergentes. Desde 2014, já lançou 55 instrumentos, comemorando esse ano a marca de mais de US﹩ 2,5 bilhões em recursos mobilizados. O Brasil tem sido estratégico para o Lab, com dez instrumentos acelerados no país.

A maioria das empresas ainda está distante da transformação digital

A pandemia acelerou o processo de digitalização das empresas. No entanto, a maioria (56,2%) se encontra ainda nos níveis iniciais de sua transformação. Somente 10,8% chegaram ao grau de desenvolvimento mais alto, de acordo com o primeiro relatório Deep Digital Journey publicado pela LLYC. Para realizar este estudo, que se enquadra no lançamento da nova unidade de Deep Digital Business da companhia, foram consultados mais de 200 executivos de marketing e comunicação de grandes empresas pertencentes a 16 setores e 12 países da Europa e América.

O documento trata de descobrir em que etapa se encontram as empresas dentro da viagem que supõe a transformação digital, que vai além da digitalização já que implica uma mudança cultural. Para isto, se estabelecem quatro fases, desde a atividade mínima da marca no entorno digital até a evolução máxima que uma empresa pode alcançar na automatização de seus processos. Apesar de que 41% dos pesquisados têm uma percepção própria como avançado ou especialista, o relatório lança as seguintes conclusões:

•34% das empresas desenvolvem práticas próprias do estado mais inicial da transformação digital (Digital Being).
•22,2% se localizam no segundo nível (Digital Optimization), afinando ferramentas e processos digitais.
•33% consideram que estão em um estado avançado (Digital Data Driven), no qual se adaptam ao entorno digital as atividades de suas diferentes áreas de negócio, bem como processos ou plataformas.
•10,8% alcançam o grau mais alto (Deep Digital) e operam já com uma visão de planificação e execução completamente digital.

Quer dizer, a maioria das empresas não chegou ainda à metade de seu processo de transformação digital.
Por setores há grandes diferenças. Turismo e Lazer (linhas aéreas, plataformas de viagem ou empresas de entretenimento) é o mais bem posicionado. 30% das empresas pesquisadas desse segmento estão na fase mais alta. Lhe seguem Tecnologia e Telecomunicações e Consultoria e serviços legais, com quase 20%. Por outro lado, o setor público aparece como o mais retrasado, com 70% das empresas no estado mais inicial da transformação digital.

Outras conclusões


Do relatório se podem extrair outros dados:

•57% das empresas focam mais nelas mesmas do que nas pessoas (clientes, funcionários ou stakeholders), quando são os protagonistas de seu negócio e a base de seu sucesso. A maioria não tem uma estratégia people centered.
•As empresas com um maior grau de transformação digital geram mais negócio através de seus canais digitais: mais de 70% das empresas que se encontram na fase de Deep Digital já gera mais de 20% dos ingressos por essa via.
•Apesar de que seu papel é chave, 73% das equipes de marketing e comunicação não utilizam modelos de IA (Inteligência Artificial) em suas comunicações ou campanhas.

O estudo conclui que as empresas e instituições necessitam deslocar o foco de atenção delas mesmas na direção das pessoas para conectar com elas. Além disso, deveriam intensificar sua viagem na direção de um autêntico processo cultural de transformação digital que significa o Deep Digital Journey para crescer na geração de seu negócio digital. Somente as empresas que avançam nessa direção estarão preparadas para este momentum digital e para antecipar-se a seu entorno.

Adolfo Corujo, Chief Strategy and Innovation Officer da LLYC, afirma: “A verdadeira transformação digital que implica o Deep Digital Journey está ligada a processos complexos de transformação cultural e não somente a avanços tecnológicos ou à digitalização de certas práticas. As empresas estão fazendo um enorme esforço para evolucionar e adaptar-se à disrupção digital, mas no caminho se encontram com resistências lógicas de uma mudança que é mais profunda e radical do que parece”.

Por sua parte, Ibo Sanz, Global Tech & Digital Strategy da LLYC, destaca: “Os departamentos de marketing e comunicação têm um papel fundamental no fenômeno da transformação digital e nos avanços nos processos de digitalização. Seu trabalho como responsáveis da interação entre as marcas e as pessoas que lhes importam os situam no centro da exposição da disrupção provocada pelas tecnologias exponenciais”.

inovabra habitat anuncia parceria inédita com hub do Centro-Oeste

Localizado em Goiás, o hub é a primeira instituição da região que reúne diferentes empresas focadas em tecnologia e inovação
Com o objetivo de estimular novos negócios entre os ecossistemas de inovação do Sudeste e do Centro-Oeste, o inovabra habitat e o Hub Gyntec anunciam parceria a partir de setembro. Essa aliança marca a presença do ambiente de coinovação do Bradesco em Goiás e região.

O acordo com o Gyntec vai viabilizar a troca de experiências em inovação aberta, divulgação de oportunidades para startups do inovabra habitat e oportunidades junto ao Bradesco para startups do hub goiano, o uso dos espaços de coinovação pelas startups dos dois hubs, além de conexão com o ecossistema de inovação acadêmico do Centro-Oeste.

Inaugurado em 2016, o Gyntec é a primeira instituição do Centro-Oeste que reúne diferentes empresas focadas totalmente na solução de tecnologia e inovação. O hub é o principal responsável por estimular investimentos voltados para a inovação no agro, na saúde e na educação, que são os três principais setores de influência na economia de Goiás. O hub está por trás de muitas iniciativas nesse sentido, seja com financiamento, pesquisas e colaboração. Atualmente, o Gyntec conta com um portfólio de quase 60 startups, incluindo sete que estão localizadas em Israel.

“A chegada da Gyntec está alinhada à expansão da nossa atuação para fora de São Paulo, ampliando as trocas e as conexões com outras regiões do Brasil. A diversidade é fundamental quando se trata de inovação aberta. Além disso, com o Gyntec vamos ampliar o acesso a soluções com o uso de tecnologias como o IOT e o 5G, o que é uma excelente oportunidade para fomentar inovações no agronegócio”, explica a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

O agro vem experimentando muitas transformações por meio das novas tecnologias e o espaço de coinovação do Bradesco conta com habitantes que oferecem diversas respostas para os desafios do setor, como as startups Agrosmart, Agrisolus, The AI Academy, Everynet, Khomp, Austin Data Labs e Dominus Soli.

“Essa troca com o inovabra habitat nos deixou muito entusiasmados, afinal, além de expandir o nosso portfólio, construir novas parcerias e expandir o nosso acesso, é uma oportunidade de projetar para o Brasil o trabalho inovador que estamos desenvolvendo em Goiânia”, comenta Marcos Alberto Bernardo, cofundador e CEO do Gyntec.

Em 2021, o ambiente de coinovação do Bradesco estabeleceu parceria com outros quatro hubs: Artemísia, Hospital de Amor, Hotmilk e Nexus. Essas entidades e o Gyntec se juntam à Acate e ao Porto Digital, que são parceiros do ambiente desde 2019.

Novos habitantes
Além da chegada no Gyntec, o inovabra habitat recebeu mais 21 novos habitantes, sendo cinco corporações e 16 startups de diferentes setores e localidades, incluindo outros países. São eles:

Corporações
Solvay
Gazin
Lopes
REMESP
AIG

Startups
Revex
Coodesh
HoffSoluções
QExpert
Clara
Hubbie
CashForce
Shapp
Proa.AI
Human Robotics
GoSharp
Plataforma Verde
BossaBox
iGanhei
Fast4Sign
Elleve

PageGroup lista 7 cargos em alta no setor industrial

Especialista em pesquisa e desenvolvimento e supervisor de produção industrial estão entre as posições mais procuradas

A recuperação gradual da indústria em meio à pandemia está refletindo na alta procura por talentos no mercado de trabalho. Segundo levantamento do PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, a demanda por profissionais do setor industrial apresentou aumento de 54% de janeiro a setembro deste ano frente ao mesmo período de 2020. Entre as posições mais procuradas para contratações estão a de especialista em pesquisa e desenvolvimento e supervisor de produção industrial.

“Notamos que o perfil do profissional requisitado atualmente pelo setor industrial passa por habilidades multifuncionais, desde a liderança de projetos de pesquisa de novos produtos até o processo de produção”, analisa Luiz Seixlack, sócio da Page Executive.

Para chegar a essa lista, o PageGroup consulta permanentemente empresas de todos os portes (pequena, média e grande) em 14 setores de todo o Brasil. A partir dessa conversa e da consolidação dos processos de contratação em todos os níveis hierárquicos, os consultores analisam essas informações e as transformam em indicadores de desempenho para entenderem as demandas e necessidades do mercado.

Veja abaixo quais são os profissionais do setor industrial mais demandados até o momento.

Confira a lista dos cargos em alta divididos por regiões:

São Paulo

Cargo: Especialista / Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento

O que faz: é responsável por liderar todos os projetos de pesquisa de novos produtos e o desenvolvimento e melhoria contínua dos produtos existentes no portfólio. Além disso, é quem lidera o laboratório e trabalha com toda a parte de formulações.
Perfil da vaga: deve liderar projetos de pesquisa de novos produtos ou formulações e deverá aperfeiçoar os produtos existentes por meio de busca de novas matérias primas e novos aditivos. Além disso, é responsável pelos laboratórios, análises químicas, análises de estabilidade e de vida útil dos produtos. Muitas vezes, é o responsável por fazer a intermediação entre laboratório e times de produção.
Motivo para a alta: indústrias químicas, alimentícias e agronegócios cresceram muito nos últimos 12 meses no Brasil, principalmente puxados pela exportação. Isso faz com que a busca por novos produtos seja uma demanda latente das empresas para atender às necessidades da sociedade e propor algo diferente, entregando maior valor agregado aos seus produtos. Por esse motivo, as cadeiras de especialista ou coordenação de Pesquisa e Desenvolvimento têm crescido muito nos últimos meses.
Média salarial: R$ 9 mil a R$ 15 mil

Cargo: Gerente Nacional de Vendas B2B

O que faz: é responsável por difundir planos e metas definidos pela alta gestão da organização. Possui como principais interfaces o departamento de marketing e a alta diretoria. Quando olhamos para a indústria, identificamos profissionais com amplo conhecimento técnico do produto, além de boa capacidade de relacionamento e carreira sólida em vendas.
Perfil da vaga: será o grande elo entre a alta gestão e temperatura de mercado. Com o objetivo de atingir os resultados almejados pela organização, este profissional deverá não apenas motivar e acompanhar o time de gerentes regionais, vendedores e representantes, mas muitas vezes ser um dos principais interlocutores junto a grandes clientes e contratos. Possuirá também como principais atividades a gestão de lucros e perdas, acompanhamento do funil de vendas e planejamento estratégico comercial.
Motivo para a alta: com o momento de retomada da indústria, enxergamos o setor se reestruturando novamente em busca de posições de gestão. Para acompanhar o crescimento da demanda de mercado é preciso trazer de volta o pilar de ligação entre diretoria e times regionais. Desta forma se faz possível o acompanhamento próximo, possibilitando o ganho em capilaridade e como consequência aumento de faturamento.
Média salarial: R$ 17 mil a R$ 22 mil + pacote de comissão

Cargo: Gerente de RH

O que faz: é responsável pelo capital humano das organizações, que vão de atividades desde a gestão de folha de pagamentos, relações sindicais, trabalhistas, gestão da área de segurança do trabalho até funções mais estratégicas ligadas ao desenvolvimento organizacional, treinamento, recrutamento, definição de plano de sucessão e liderança.
Perfil da vaga: perfil bem híbrido que consiga transitar bem dentro da indústria, em níveis operacionais e no chão de fábrica e ao mesmo tempo que circule bem em esferas mais estratégicas. O perfil de parceiro de negócio ainda é bem demandado, com interfaces com áreas especificas como vendas, marketing, finanças e operações. Possuir uma visão do negócio e trabalhar alinhado com a estratégia da organização é fundamental e mandatório nessas cadeiras.
Motivo para a alta: assim como para as demais cadeiras, o RH teve um papel fundamental no gerenciamento da pandemia dentro das organizações, desde redefinição de processos, políticas e até a mudança no formato de trabalho. A preocupação com a saúde mental, burnout, equilibro entre qualidade de vida e trabalho é um ponto em alta nas discussões. Com a recuperação da indústria, como atrair os melhores talentos passa a ser um desafio para essa cadeira.
Média salarial: R$ 20 mil a R$ 25 mil

Região Sul


Cargo: Coordenador de Produção e Processos

O que faz: gestão das atividades da área de produção, de forma a garantir a execução de acordo com volume, prazos e qualidade estabelecidos; análise do desempenho dos processos, identificando riscos/desvios operacionais e oportunidades de melhoria.
Perfil da vaga: profissional em crescente de carreira, normalmente já com alguma vivência em gestão de pessoas. Formação em engenharias, principalmente mecânica e de produção, ou curso técnico/administração, com formações posteriores em melhoria de processos e certificações relacionadas, principalmente em Lean. Perfil de liderança e influência, com habilidades analíticas e de resolução de problemas.
Motivo para a alta: a indústria teve uma retomada em termos de produção, mas ainda em um cenário desafiador para muitos segmentos, considerando fatores como a crise de suprimentos. Margens mais apertadas significam um olhar mais atento para a cadeia e processo produtivo, e com isso aumenta a demanda por profissionais experientes na produção e com ferramentas de melhoria de processos.
Média salarial: R$ 7 mil a R$ 11 mil

Cargo: Engenheiro de Projetos

O que faz: gestão da despesa do capital da indústria; alinhamento entre as áreas internas, principalmente produção, processos e manutenção para a elaboração e condução de projetos.
Perfil da vaga: profissionais com formação técnica, normalmente em Engenharias, e pós-graduação em gerenciamento de projetos. Esse profissional tem um perfil de liderança e influência, já que lidará com diversos stakeholders, mas não necessariamente a gestão formal de pessoas é um pré-requisito. Também são importantes habilidades de organização, visão de negócios e constante atualização em práticas ou inovações do mercado.
Motivo para a alta: muitos dos segmentos que estiveram em alta nos últimos meses já vinham operando em sua capacidade máxima, e tiveram oportunidades de investimento e expansão de linhas de produção. Diversas empresas também têm automatizado cada vez mais suas operações, com iniciativas em indústria 4.0, o que torna essa área especialmente aquecida.
Média salarial: R$ 9 mil a R$ 13 mil

Região Nordeste


Cargo: Supervisor de Produção Industrial

O que faz: responsável por uma ou várias áreas de produção industrial, atua com gestão de pessoas e processos. É responsável por garantir o processo de fabricação e manutenção corretiva do seu turno, respeitando o plano de produção, alinhado com o cumprimento das metas de segurança e qualidade. É responsável por desenvolver e engajar a equipe, planejar e controlar indicadores da área, além de atuar com foco em melhoria contínua.
Perfil da vaga: um supervisor de produção precisa ter experiência em gestão de processos industriais e melhoria contínua. Além disso, é um perfil com alta liderança, dinâmico e resiliente, com um forte viés para entrega de resultados e senso de urgência, precisa possuir bagagem em gestão de times e conseguir engajar e influenciar equipes. Experiência com metodologias de melhoria contínua são necessárias e possuir certificação em Lean Six Sigma é um diferencial. As empresas buscam, principalmente, por profissionais que consigam alinhar bem as competências comportamentais e técnicas.
Motivo para a alta: mesmo com a pandemia, o segmento industrial continuou em crescimento e com uma projeção positiva em 2021. O setor de produção é sempre muito demandado, pois as indústrias precisam ter um time de alto desempenho para atender as demandas de mercado. As empresas buscam profissionais com forte senso de liderança para conseguir lidar bem com os desafios diários.
Média salarial: R$ 6 mil a R$ 9 mil

Rio de Janeiro

Cargo: Coordenador de Suprimentos CAPEX


O que faz: é responsável pela aquisição de equipamentos, materiais e serviços voltados a projetos de investimento. O profissional possui como principal interface o setor técnico e jurídico. É um profissional sênior, analítico, tem contato constante com o departamento corporativo da companhia e forte habilidade em negociação de contratos nacionais e internacionais de alto orçamento.
Perfil da vaga: será responsável pela negociação com fornecedores, elaboração e controle dos contratos/aditivos visando a garantir o desempenho e cumprimento das normas da sua área de atuação. Possui como principal responsabilidade garantir as melhores condições na contratação de serviços, materiais e aquisição de equipamentos, considerando 3 principais vertentes: preço, qualidade e prazo (prazo de entrega e prazo de pagamento). Será responsável pela análise e implementação de indicadores da sua área, além de assegurar se o andamento dos projetos está de acordo com o contrato.
Motivo para a alta: as indústrias pesadas, a exemplo da mineração, siderurgia, cimenteiras, vem surfando um momento positivo da economia e de investimentos na área. Estes setores, por sua vez, apresentam contratos robustos, que representam projetos de longo prazo e enxergam a importância de ter profissionais com uma visão mais estratégica do negócio na área de suprimentos. Se fez fundamental ter profissionais que pensem o negócio, que saibam entender os impactos de suas ações no dia a dia da área para os resultados estratégicos da companhia.
Média salarial: R$ 9 mil a R$ 17 mil

Cargo: Supervisor de Produção e Manutenção


O que faz: são responsáveis pela manutenção e controle da produção da indústria. Engenheiros e técnicos de manutenção elétrica, mecânica, metalúrgica e afins. São responsáveis por assegurar a promoção do foco no cliente na organização, garantindo que os processos internos da companhia entreguem as saídas pretendidas. Possui foco nos processos de produção, análise e tratamento de não-conformidades por meio da implementação de ações corretivas e preventivas, com o objetivo principal de manter seus processos produtivos em funcionamento.
Perfil da vaga: atuação na operação de uma ou mais linhas de produção, sendo responsável pelo nível de produtividade das linhas e qualidade dos produtos entregues por meio do monitoramento de planilhas, gráficos e mapas de produção, atuando corretivamente nos desvios. É responsável pela supervisão e treinamento de grandes times industriais. Possui como escopo principal controlar fluxo de produção em função da programação de produção e manutenção.
Motivo para a alta: o setor industrial, especialmente em momentos de crise, notou a importância de ter profissionais multitarefas. Para cadeira são exigidas atribuições que reúnem a visão de indicadores de produtividade, qualidade de processos, materiais e equipamentos e gestão de risco. Para ter sucesso como supervisor de produção, é necessário que o profissional possua orientação a implementação e acompanhamento de processos, conhecimento e gestão de ferramentas de qualidade e que consiga trabalhar sob pressão, com várias demandas simultâneas.
Média salarial: R$ 6 mil a R$ 12 mil

7 dicas para profissionais de TI que querem se destacar no mercado de trabalho

Segundo a série “Explosão Digital S/A” da CNN, a pandemia adiantou o mercado de TI em 10 anos e, com o seu aquecimento, aumentou ainda mais a demanda por profissionais capacitados para a área de TI. Só no Brasil, a busca por profissionais do setor aumentou 310%, segundo levantamento feito pela GeekHunter.

Apesar do mercado aquecido para essa turma no Brasil e no mundo, com atitudes simples do dia a dia, os colaboradores da área têm a oportunidade de se destacarem ainda mais. Pensando nisso, Júlio Xavier, CEO da KTECH, vertical da Kainos &Co dedicada a tecnologia, fez um compilado de sete dicas para que profissionais de TI consigam se destacar no mercado de trabalho. Confira:

1. Visão holística do negócio
O profissional de TI precisa se capacitar para entender as demandas da empresa, conversar com profissionais de outras áreas e entender as necessidades gerais da companhia. Dessa forma, ele conseguirá se destacar e fará uma entrega mais assertiva, por isso se dedique para conhecer mais sobre as particularidades da empresa, acumulando insumos para obter uma visão holística sobre o negócio;

2. Saber se comunicar
Os profissionais de TI são conhecidos por sua introspecção. Mas asseguro que quando você desenvolve a habilidade de se comunicar mais abertamente com as pessoas de sua equipe, participando de reuniões, fazendo perguntas sem medo de errar e conversando com todos, terá a oportunidade de sugerir projetos com muito mais propriedade;

3. Capacidade de escuta
Se o profissional sabe se comunicar, ele também deve ouvir. Acredito que apenas escutando com atenção o que outras pessoas ensinam e querendo aprender com elas que você conseguirá fazer as perguntas certa e colaborar para a construção do negócio;

4. Fazer o básico muito bem-feito
Antes de entregar projetos extraordinários, você precisa fazer o básico muito bem feito. Primeiro faça a entrega essencial, e depois dela, você pode fazer mais. Contudo, reforço que um plano muito bem executado e entregue com perfeição é primordial.

5. Cursos extracurriculares na área de negócios
Além dos cursos inerentes à área técnica, eu recomendo que profissionais de TI complementem seu currículo com cursos relacionados ao mundo de negócios. A formação extracurricular ou especialização como em marketing, vendas e finanças, por exemplo, são grandes diferenciais. Essas áreas te darão uma visão mais ampla sobre o negócio. Além disso, quando você faz um projeto, precisa conhecer uma série de cálculos para entrega de relatórios e ROI (retorno sobre o investimento), a formação nessas áreas vai te ajudar com essas demandas;

6. Ser curioso
Para mim, a curiosidade é imprescindível para qualquer profissional. Essa característica mostra interesse pelos negócios que a empresa atua. Profissionais que são naturalmente mais curiosos, conhecem mais processos do que os outros e se beneficiam da visibilidade que ela traz. Além disso, acredito que a curiosidade faz o colaborador ser mais criativo, pois o saber que adquire faz você sair da zona de conhecimento comum e se destacar;

7. Inglês
O inglês certamente é um diferencial para qualquer profissional do mercado. Se você deseja ingressar em uma multinacional ou trilhar carreira internacional, a fluência nesse principalmente, ou em outro idioma, com certeza é um conhecimento chave para dar start.

Lambda3 abre 25 vagas para profissionais da área de T.I.

Oportunidades abertas para atuar remotamente ou em regime híbrido nos times de Desenvolvimento, Dados, Agilidade e UX

Reconhecida pelo prêmio GPTW como a 5ª melhor empresa de T.I. para se trabalhar no Brasil, a Lambda3 – referência no setor tecnológico, com foco em soluções digitais – está com 25 vagas abertas para profissionais de T.I. que atuam com desenvolvimento de software, agilidade, infraestrutura para segurança de dados, análise de BI, designer de produto (UX e UI), data science e engenharia de dados. O processo seletivo será realizado via conferência on-line. Algumas das posições oferecem trabalho 100% remoto e outras em regime híbrido – home office e presencial, quando necessário. 

“Além de excelência técnica, entregar valor para os clientes que trabalham conosco é um esforço que exige constante sinergia entre toda a equipe. Buscamos novos desafios técnicos e, por isso, recrutamos pessoas que estejam dispostas a aprender em todos os momentos, sair das respectivas zonas de conforto e contribuir com times autogerenciáveis”, explica Victor Hugo Germano, CEO da Lambda3. 

Vale ressaltar que a Lambda3 tem o compromisso de atrelar tecnologia à diversidade. “As vagas são para todas as pessoas que se identificarem com nossas oportunidades, independentemente de gênero ou região demográfica. Buscamos a presença do respeito e da diversidade em nosso dia a dia, para conquistarmos um ambiente tão diverso e plural quanto a sociedade, com autonomia e responsabilidade acima de regras rígidas e políticas internas”, contextualiza Victor Cavalcante, CSO da empresa. 

A companhia é definida como uma comunidade multidisciplinar e inclusiva, que trabalha com várias linguagens e frameworks ao redor de metodologias ágeis, com flexibilidade e autonomia sobre as rotinas individuais e dos times. As pessoas selecionadas terão a oportunidade de atuar desde a ideação e concepção de produtos e serviços, até sua entrega e sustentação; fazer escolhas e participar de discussões sobre as tecnologias empregadas em projetos; e trabalhar com metodologias ágeis e integração contínua, entre outras áreas. 

“Nos orgulhamos em ser uma empresa referência em serviços e produtos de ponta-a-ponta [da proposta, passando por todo ciclo de vida, à entrega]. Por isso, procuramos profissionais que contribuirão com a evolução dos nossos projetos, sendo parte de um time de alta performance, que atua diretamente com companhias de relevância nacional e internacional”, conclui Germano. 

Os interessados em participar do processo seletivo podem se candidatar por meio do site: vagas.lambda3.com.br.  

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Como o Customer Experience (CX) pode ajudar a alavancar os negócios?

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Por Roberto Ameriot Jr, Chief Sales Officer da Digisystem

É evidente que a Experiência do Cliente ou Customer Experience (CX) tornou-se mandatória para o sucesso de qualquer operação, especialmente após a irrupção da pandemia. Segundo pesquisa de mercado, tanto clientes quanto empresas afirmam que a Experiência do Cliente tornou-se mais importante no último ano, uma vez que saltou para o primeiro lugar na estratégia de negócios das companhias. A pesquisa aponta ainda que 75% dos clientes estão dispostos a gastar mais para comprar de empresas que proporcionam uma boa experiência. Mas de que maneira o Customer Experience (CX) pode ajudar a alavancar os negócios?

Atualmente, existem diferentes tecnologias disponíveis que podem aprimorar a Experiência do Cliente levando em consideração a sua jornada de atendimento. Nesta jornada, as organizações podem estreitar o relacionamento com seu consumidor por meio da multicanalidade, utilizando meios como atendimento telefônico, WhatsApp e ainda canais automatizados, através de chats e mensagens. Além disso, recursos tecnológicos como Chatbot, RPA e Analytics têm sido cada vez mais utilizados no mercado. Este último, por exemplo, auxilia as empresas a qualificarem o perfil de seus clientes (sempre seguindo as diretrizes da LGPD), permitindo visualizar dados como solicitações, período do chamado, região em que o cliente se encontra, entre outras informações que permitem qualificá-lo, e personifica-lo, para assim, oferecer soluções diferenciadas, tanto no aspecto de consumo do serviço, quanto na área de atendimento. A partir do momento em que as empresas conseguem entender melhor a necessidade do cliente, é possível prover uma solução customizada e flexível.

Como implementar tecnologias de Customer Experience nas empresas?

O primeiro passo é conhecer o cliente. Após conhecê-lo, é necessário ter em mente algumas perguntas: Como abordar esse tipo de cliente? De que maneira podemos melhorar a experiência desse cliente por meio dos produtos e serviços? Depois de mapear essas respostas, é hora de escolher a tecnologia necessária para aprimorar a jornada deste usuário.

Já o Chatbot é uma tecnologia que pode ser implementada de maneira rápida nas empresas. Geralmente, todo o processo tem duração de apenas um mês. Desta forma, este recurso está sempre evoluindo com a ajuda de uma curadoria que analisa os dados para mapear os gaps e trabalhar para implantar soluções que auxiliam na evolução do atendimento. É importante ressaltar que a tecnologia serve de apoio ao atendimento, que deve ser sempre humanizado.

Por isso, o Chatbot consegue repassar a demanda para o atendimento humano quando não conseguir solucionar algum problema. Em suma, o Chatbot consegue traduzir o que o usuário está tentando dizer e encaminhar essa demanda para um fluxo de solução. No entanto, quando se trata de RPA, o processo de implantação é um pouco mais longo, e leva entre dois a três meses, uma vez que envolve o levantamento de todos os processos ofensores, ou seja, tudo aquilo que está ofendendo a operação, seja de negócio ou de TI. Só após este mapeamento, o processo é automatizado.

Em quais segmentos é possível implementar essas tecnologias? 

Vale ressaltar que os segmentos são variados para implementação dessas soluções, uma vez que envolve custos, jornada, tempo e depende da preparação das empresas, e, especialmente a validação da alta direção. Contudo, com a chegada da pandemia, o varejo teve uma necessidade iminente de se transformar em um curto período, por isso, foi um dos setores que mais adotou tecnologias e aprimorou os serviços digitais.

A aceleração digital era necessária para as empresas tornarem-se competitivas no mercado muito antes da Covid-19. As empresas que seguiram essa orientação anteriormente, não tiveram dores com as transformações resultantes da pandemia. Assim como as empresas que já tinham adotado o conceito da Sociedade 5.0, uma vez que o conceito tem como objetivo inserir o ser humano no centro de tudo, verificando as suas necessidades e implementando soluções para resolver essas dores. Desta forma, o futuro do mundo está ligado à personificação e entrega de experiências customizadas. A grande tendência é manter o ser humano como foco, o entendimento das suas necessidades e, consequentemente, o uso correto das tecnologias emergentes para garantir uma experiência positiva.

Estudo da GfK mostra que 79% dos consumidores pretendem fazer compras no período da Black Friday

Estudo feito pela GfK, consultoria mundial que utiliza big data e inteligência artificial para trazer novas estratégias para seus clientes, apresenta que a Black Friday 2021 será melhor que a do ano passado para o setor de eletroeletrônicos. Esse resultado positivo será alcançado por conta do aumento dos preços e não pela quantidade de itens vendidos.

Em 2020, as oito semanas sazonais representaram 21% das vendas do ano, somando mais de R﹩23 bilhões. Neste total, a semana da Black Friday foi a que mais se destacou, gerando aproximadamente 7% do faturamento do ano, 3,4X mais que a média semanal.

Fernando Baialuna, diretor de Negócios e Varejo da GfK, analisa que a Black Friday é uma data que o consumidor se prepara para as compras e tem os eletroeletrônicos como o grande foco. “Os consumidores veem na Black Friday uma oportunidade para comprar um item de desejo ou fazer a troca de um aparelho mais antigo por um moderno. Esse ano, com a alta dos preços, haverá uma cautela na escolha dos modelos, mesmo assim, 87% das pessoas pretendem gastar o mesmo ou até mais do que no ano passado.”

Os varejistas devem pensar na jornada do consumidor, que mesmo tendo migrado para o online, as vendas na modalidade figital – fusão das vendas no ambiente físico e digital – devem ser levadas ainda mais em conta.

“De acordo com a categoria que está sendo procurada, o cliente tem uma preferência para efetivar a compra. Itens como smartphones, TV e linha branca ainda são muito fortes no comércio tradicional, já que o consumidor tem a necessidade de vivenciar a experiência com o produto”, explica Baialuna.

Os dados do estudo da GfK também mostram que Black Friday deve durar mais tempo, com ações promocionais durante todo o mês de novembro. Essa estratégia de pulverizar os descontos acontece há alguns anos e isso traz confiança para o cliente, que terá melhores ofertas por um período maior.

Thoughtworks abre 140 vagas de tecnologia em diversas áreas

A Thoughtworks, consultoria global de tecnologia que integra estratégia, design e engenharia para alavancar a inovação digital, acaba de anunciar 140 vagas nas áreas de Data, Customer Experience, User Experience, Dev, Quality Assurance, Business Analytics, entre outras. As vagas são na modalidade de trabalho remoto, permitindo que candidatos de todo o país possam se candidatar.

“Nosso processo de entrevistas tem foco em avaliar o potencial de cada uma de nossas candidatas, desta forma, olhamos para as individualidades de cada pessoa, além de habilidades, potencial e alinhamento à cultura Thoughtworks. Somos intencionais em buscar pessoas de grupos sub-representados, este é um dos principais norteadores em nosso processo de recrutamento” explica Carla Catelan, Diretora de Recrutamento da Thoughtworks. “O processo tradicional de entrevistas pode ser um obstáculo para encontrar pessoas talentosas e diversas, por isso não nos limitamos a olhar experiências, mas também para habilidades que nossas candidatas possam desenvolver com o nosso suporte.”, acrescenta.

A busca por talentos também é influenciada pelas mudanças que estão acontecendo no mundo digital, com novas tendências e abordagens impactando o perfil de especialistas que buscamos. “Data Mesh, um conceito que nasceu dentro da Thoughtworks, é uma das inovações recentes na área de dados, e representa uma transformação significativa em como abordamos a construção e escala de plataforma de dados”, explica Wigor Correia, Diretor de Dados e Inteligência Artificial na consultoria. “A Thoughtworks tem a reputação em conectar a visão de negócio com a execução. É uma oportunidade para quem busca novas tendências em dados e inteligência artificial, por exemplo, fazer parte de uma organização orientada por excelência técnica, práticas ágeis e engenharia de dados avançada, como adotar boas práticas de governança de dados com base nos princípios do data mesh”, ressalta.

Diversidade e inclusão na tecnologia


Em 2021, a Thoughtworks figurou novamente entre as dez melhores empresas de médio porte para as mulheres trabalharem pelo prêmio GPTW (Great Places to Work). Seus números comprovam a efetividades das iniciativas da empresa em fomentar times diversos, sendo que dos 20 cargos de liderança, 10 são ocupados por mulheres. Outro destaque na Thoughtworks também é o crescimento do número de funcionários negros: em 2017 eram 13%, e em 2020 o percentual aumentou para 34%.

Para visualizar e aplicar às vagas clique aqui: https://www.thoughtworks.com/pt/careers/jobs

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81% dos brasileiros têm contas em mais de uma instituição financeira; automação de serviços é baixa

Principal motivação para diversificação de provedores de serviços é a busca por melhores ofertas, segundo a pesquisa do PayPal “Terceira Onda de Inovação Fintech”

Oito em cada dez brasileiros têm conta em mais de uma instituição financeira, ou seja, controla suas finanças de força desagregada. É o que aponta a pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech”, realizada pelo PayPal, líder mundial em pagamentos eletrônicos. O principal motivo para tanto é a busca pela melhor oferta, segundo 41% dos entrevistados no levantamento; a preferência por diversificação de provedores de serviços é importante para 31%; seguida pela qualidade no atendimento ao cliente (30%).

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” foi realizada pela equipe de Política Pública e Pesquisa do PayPal e envolveu um público de 4.000 pessoas em quatro mercados – EUA, China, Brasil e Alemanha. O levantamento buscou entender melhor como os consumidores estão acessando serviços financeiros; como a evolução das tecnologias pode melhorar o acesso financeiro e a saúde financeira; e as condições e requisitos para inovação responsável e equitativa no setor de fintech.

“Ao olharmos em retrospectiva a evolução do PayPal, como primeira fintech mundo, e dos serviços financeiros, podemos dizer que grandes mudanças ocorreram com a combinação de três fatores: crises socioeconômicas, mudanças no ambiente regulatório e novas tecnologias. Sendo assim, nosso estudo visa mapear quais seriam os próximos passos dessa evolução fintech”, explica Leonardo Sertã, Head de Desenvolvimento de Mercados do PayPal para a América Latina.

Participação de serviços financeiros agregados e desagregados entre entrevistados

Motivos para optar por serviços financeiros desagregados

 USBrazilChinaGermany
Look for the best deal32%41%28%29%
Better customer service for certain service lines27%30%37%25%
Different companies specialize in different product and service offerings39%25%29%23%
Prefer diversifying service providers27%31%43%15%
One of my financial products is with a different financial institution so I opened an account with them20%20%26%22%
Greater privacy enhancement by avoiding concentration of data with one entity17%15%36%16%
Don’t have the interest to look at other options15%13%12%22%
Don’t have the time to look at other options10%9%13%13%
Other3%1%0%2%

Os dados mostram que o grande volume de consumidores que detém serviços financeiros desagregados, ou seja, com vários provedores diferentes, destoa da preferência declarada. A Fig. 1 mostra uma porcentagem semelhante entre as pessoas que preferem ter todo o seu dinheiro em uma instituição financeira e as que preferem ter seu dinheiro distribuído em várias instituições nos EUA, Brasil e Alemanha. Paralelamente, no Brasil, 29% dos entrevistados indicaram ter problemas para manter o controle de todas as contas financeiras.

Já a análise geracional desse universo de consumidores revela que, nos Estados Unidos, no Brasil e na China, uma porcentagem menor da Geração Z* prefere ter seus serviços financeiros em diversas instituições, em comparação com as gerações Y* (Millennials) e X* (Fig. 3). Isso implica que, à medida que mais indivíduos da Geração Z entrarem em estágio de maturidade financeira, irão potencialmente empurrar a preferência geral do consumidor para serviços financeiros agrupados em uma única instituição. Mas claro que suas preferências podem evoluir conforme suas necessidades financeiras mudam.

*Geração Z: nascidos entre 1995 e 2010; Geração Y/Millenials: nascidos entre 1980 e 1995; Geração X: nascidos entre 1960 e 1980.

Os entrevistados que agruparam serviços financeiros têm muito pouco desejo de desagregar – menos de 10% em todos os mercados que pesquisamos –, enquanto que uma parcela significativa dos entrevistados – por exemplo, 31% no Brasil – que atualmente usam serviços financeiros desagregados preferem agrupar seus provedores de serviços financeiros (Fig. 4).

“No decorrer dos últimos 15 anos, os bancos deixaram de ser a única opção para pagamentos, empréstimos, crédito, finanças pessoais, gestão de investimentos, seguros, transferência de dinheiro e outros. A conveniência do balcão único deu lugar à novidade, à sofisticação e à especialização de vários aplicativos e canais”, avalia Sertã. “A diversificação dos provedores de serviços pode ser motivada pelo desejo de aumentar a privacidade e evitar a concentração de dados em uma entidade. Também influencia a proposta de valor de cada provedor, aí incluímos ofertas e conveniência, como poder resolver tudo por meio de um aplicativo. O consumidor está sendo atraído por quem oferece mais com melhor custo e menor esforço, e acompanhamos uma competição positiva por essa preferência. Podemos dizer que a diferença entre as preferências declaradas e o comportamento do consumidor cria um cenário complexo, então as empresas devem estas antenadas para oferecerem os serviços que satisfaçam um consumidor cada vez mais exigente”, conclui.

Quando os serviços financeiros entrarão no piloto automático?

Avanços em big data e inteligência artificial resultaram em automação em escala de diversas indústrias. A automação em serviços financeiros pode ser tão trivial quanto usar o débito automático em conta para pagar a fatura do cartão de crédito, como futurista, ao receber um aconselhamento financeiro de um robô (“robo-advising”). Na esteira da digitalização acelerada durante a pandemia COVID-19, podemos esperar muitos serviços financeiros sendo realizados por robôs, mas o quadro completo é mais complicado.

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” também investigou o tema, e todos os entrevistados nos EUA, Brasil, China e Alemanha indicaram baixos níveis de adesão à automação (Fig. 1). Por exemplo, na maioria dos mercados, apenas 1 em cada 5 consumidores está automatizando o pagamento de dívidas, com a maior taxa sendo registrada na China (30%) e o Brasil ficando com 22% dos entrevistados. Praticamente todos os serviços pesquisados que poderiam ser automatizados têm baixa adesão no Brasil, incluindo depósito automático de salário em conta (21%), aplicação financeira para aposentadoria (11%), aplicação financeira para emergências (23%), decisões de investimento (13%), entre outros. O serviço financeiro mais automatizado no Brasil é o pagamento de contas recorrentes, com 31% de penetração (índice na Alemanha é de 50%).

O patamar surpreendentemente baixo de adoção de serviços financeiros automatizados é ainda mais aparente quando os entrevistados foram questionados sobre seu nível de interesse em migrar para o automático (Fig. 2). Mais abertura foi registrada na China e no Brasil, onde quase 1 em cada 5 entrevistados expressou interesse em automatizar o pagamento de contas recorrentes e o aconselhamento no pagamento de dívidas.

Embora os consumidores não tenham entusiasmo em automatizar os serviços financeiros, muitos deles desfrutaram da conveniência da automação por meio de serviços financeiros incorporados em outras plataformas. Um exemplo simples é o sistema de pagamento do Uber, que dispensa cartão, senha e outras etapas. Onde a transação financeira está embutida, os consumidores não precisam mais perder tempo explorando ativamente e adquirindo produtos financeiros. Em vez disso, ofertas financeiras personalizadas estão disponíveis no ponto de venda por meio da plataforma de atendimento não financeiro, como é o caso do parcelamento de compras em um e-commerce, por exemplo.

A aparente contradição entre a hesitação em automatizar encontrada pela pesquisa e a adoção anedótica de finanças embutidas em outros serviços pode estar revelando o desafio central da automação: o poder de escolha como chave para um equilíbrio entre conveniência e controle.

Então, o que pode dar aos consumidores uma sensação de controle? A resposta dos entrevistados a outra pergunta pode fornecer uma pista (Fig. 3). Surpreendentemente, 71% dos entrevistados no Brasil indicou que precisam de mais educação sobre pagamentos digitais. Além disso, 36% dos entrevistados relataram não se sentir confortáveis o suficiente com o smartphone para transações financeiras.

“A digitalização acelerou de maneiras sem precedentes durante a pandemia de COVID-19, mas a adoção adicional da automação pelo usuário só será alcançada se os consumidores se sentirem mais confortáveis com a tecnologia e tiverem maior nível de conhecimento percebido e compreensão sobre como esses serviços funcionam”, adiciona Sertã.

Criada por fundadores de iFood e Zé Delivery, Mercê do Bairro levanta R$ 53 milhões em Series A

Transformar o Brasil a partir dos empreendedores. Esse é o objetivo de Diego Libanio e Guilherme Bonifácio, que cofundaram o Zé Delivery e o iFood, respectivamente, e se juntaram para criar a Mercê do Bairro em 2019. Trata-se de um marketplace para pequenos mercados que permite a empreendedores comprar barato e receber rapidamente de inúmeros fornecedores. A startup acaba de levantar R$ 53 milhões em um Series A liderado por Flourish e GFC, com participação de MAYA, SV Latam, Quartz, Picus, Domo, Alexia Ventures e Prana, entre outros.

O modelo da Mercê é conhecido como varejo integrado e já é largamente utilizado em outros países, como na China, onde foi responsável por transformar o setor ao conectar toda a cadeia com uso de tecnologia. No Brasil, a Mercê está substituindo a tradicional prancheta por um aplicativo que conecta o mercadinho do bairro a fornecedores e auxilia em toda a gestão de compras e vendas.

O varejo alimentar no Brasil é um mercado de mais de R$ 550 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados. Os mais de 400 mil mercadinhos do país, que têm de um a quatro caixas, representam 35% desse total. “Estamos falando de um público enorme e hoje muito mal atendido. Esses empreendedores não têm acesso a ferramentas de gestão, vendas e crédito, e não contam com poder de barganha para negociar preços e serviços. Além de não terem capital de giro, nem todo fornecedor vende para eles, pois muitos são informais ou não compram as quantidades mínimas exigidas pelos distribuidores”, explica Diego. “Queremos que os mercados de bairro possam usufruir dos mesmos benefícios daqueles que fazem parte de grandes redes, tornando-os, assim, mais competitivos.​”

“Hoje oferecemos uma ferramenta simples e atraente, pois o empreendedor não tem o que perder. Oferecemos comprar de maneira mais prática, barata e ele só paga depois que recebe”, completa Guilherme. “Nossa visão de longo prazo é criar uma revolução no mercado de proximidade, permitindo que o mercado opere melhor, com mais tecnologia em todas as suas frentes, dando uma melhor experiência para o cliente final.”

Na prática, com a Mercê, o dono do mercadinho lista os produtos de que necessita no aplicativo da empresa, que funciona 24/7. A startup se responsabiliza por fazer as compras no atacado e entregar na porta do estabelecimento em até um dia útil. A Mercê também pluga outros parceiros de abastecimento, distribuidores e fabricantes que têm logística de entrega, monitora preços, para que o empreendedor tenha acesso às melhores ofertas, além de auxiliá-lo no acesso a crédito.

Acesso a crédito e expansão

O aplicativo é simples de usar, não requer treinamentos, nem exige muito tempo para adaptação. Segundo os sócios, o maior impacto provocado até agora para os empreendedores tem sido a economia de tempo nesse processo, que chega a 70% com o uso do app.

Já o crédito é oferecido aos proprietários de duas formas. Em uma delas, é dado um prazo que vai de 7 a 28 dias para o mercadinho pagar suas compras; em outra, a Mercê ajuda na obtenção de empréstimos, conectando os mercadinhos a parceiros que oferecem o serviço. O empreendedor consegue, assim, ter acesso a um capital que não teria de outra forma.

“Mercê tem o potencial de transformar o varejo informal no Brasil. A plataforma fácil de usar e a logística que oferece eliminam as fricções em termos de abastecimento, gerenciamento e otimização de inventário, permitindo assim ao pequeno empreendedor focar em atender sua clientela”, diz Arjuna Costa, Managing Partner da Flourish Ventures. “Ainda, ao adicionar produtos financeiros como crédito e pagamento em sua solução vertical, Mercê amplifica o impacto que tem no sucesso financeiro dos comerciantes.”

O faturamento da startup é obtido sobre uma comissão cobrada dos fornecedores parceiros, que pagam uma porcentagem em cima das vendas realizadas. Ainda assim, o valor final das transações é menor do que outras alternativas, de forma que é reduzido o custo tanto do fornecedor, quanto do mercado.

Hoje, a Mercê opera nas regiões oeste, sul e leste da cidade de São Paulo, sobretudo em bairros periféricos. Com o aporte, a empresa irá expandir sua atuação, em um primeiro momento, para as áreas metropolitanas do Sudeste, em particular São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No futuro, a startup pretende ajudar a escalar mercados de bairro em todo o país. Além disso, com o valor, os sócios devem investir no desenvolvimento do marketplace e reforçar o time, especialmente nas áreas de tecnologia e produto.

“Estamos muito otimistas com a Mercê. O mercado é enorme e fiquei particularmente animado com o impacto que a startup tem provocado nos bairros em que opera. É notável a sensação de empoderamento nos empreendedores que trabalham com a Mercê”, conclui Alex Anton, da GFC.

ABBC lança plataforma de cadastro de currículos para o mercado financeiro

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) lança o ABBC Jobs, uma plataforma rápida e efetiva, com o objetivo de conectar os talentos do mercado financeiro com as instituições do setor. Tanto as empresas quanto os profissionais podem acessar pelo site: https://www.reachr.com.br/abbc/#/ .

São mais de 100 instituições financeiras entre bancos, financeiras, cooperativas e fintechs. Os candidatos às vagas podem inscrever seus currículos de forma gratuita, contarão com os feedbacks das entrevistas, e as notificações serão por e-mail. Já as empresas, poderão ter acesso aos candidatos de forma consolidada e comparar os currículos do mesmo segmento em um só lugar.

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Quase 60% dos negócios brasileiros passaram a investir na presença digital durante a pandemia

Pesquisa da multinacional HostGator mostra que 42% das empresas tiveram aumento de acessos e que 64% pretende aumentar ainda mais os investimentos no ambiente online

Não é novidade para ninguém que o comportamento das pessoas está cada dia mais digital e que ferramentas tecnológicas são cada vez mais utilizadas, principalmente após o início da pandemia, que acelerou ainda mais esse processo. Hoje, a digitalização dos serviços é essencial para manter vivas micro, pequenas e médias empresas — e elas já perceberam isso. É o que revela a pesquisa Presença Digital da HostGator, multinacional de hospedagem de sites e provedora de serviços online: dentre mais de 5 mil respondentes, 58% passou a investir mais no digital durante a pandemia e, dentre esses, 64% percebeu consequente aumento nas vendas por esse formato.

A pesquisa foi realizada por meio da própria plataforma de hospedagem de sites da HostGator e teve como objetivo entender a percepção do ambiente digital para geração de negócios pelas empresas brasileiras. O levantamento abordou quatro dimensões: Impacto da Pandemia, Investimento, Planos de Investimento e Realidade do Negócio (pré e pós Covid).

Os resultados mostraram que, hoje, em relação ao modelo de negócio, 97% das empresas têm presença no ambiente online, com 65% descrevendo sua atuação como totalmente digital e 32% declarando estar presente tanto fisicamente como de forma online. A pandemia foi a responsável por migrar todo ou parte do negócio para o digital para 28% dos respondentes. “A expectativa para o mercado é que as compras pela internet aumentem cada vez mais. Hoje, uma pessoa pode ir buscar informações sobre um produto, ver o catálogo e portfólio da marca e depois ir comprar na loja — integrando o ambiente digital ao físico. Já tendência pros próximos anos é que a compra ou contratação de serviços inteira e direta pelo meio online só cresça”, explica Ricardo Melo, vice-presidente de Marketing da HostGator Américas.

Essa mudança no pensamento e no comportamento do consumidor também já está sendo percebida pelos comerciantes: 64% disseram que pretendem aumentar os investimentos no online mesmo após o fim do distanciamento social, enquanto apenas 7% planeja diminuir. Por outro lado, os dados também mostram que os brasileiros ainda empreendem por necessidade e não por oportunidade — 34% das pessoas indicaram ter iniciado a empresa durante o período de pandemia.

Para Melo, esses dados evidenciam o quanto a migração para o digital tem um papel democrático e se tornou mais palpável após as medidas restritivas impostas pela pandemia. “A presença digital permite que as empresas possam garantir cada vez mais clientes, com uma abrangência muito maior e com menos despesas em materiais ou deslocamento de pessoas. No Brasil, ainda temos um longo caminho para digitalização, mas percebe-se que a realidade do último ano agiu como um catalisador dessa transformação”, completa.

Melo destaca que, dentre as principais maneiras de garantir uma boa presença online, estão a construção de site e blog informativo da empresa, cadastro no Google Meu Negócio, presença nas principais redes sociais (Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter), elaboração de campanhas digitais e uso de e-mail marketing. “Garantir uma presença omnichannel será cada vez mais importante, porque o consumidor já passou por uma mudança de pensamento. Não é à toa que o faturamento do e-commerce cresceu 41% em 2020, atingindo a maior alta percentual desde 2007, segundo a Webshoppers”, detalha.

Investimento em startups triplicou no 1º semestre deste ano, diz KPMG

Corporações brasileiras investiram mais de US$ 622 milhões no período

O investimento em startups realizado por corporações, o chamado corporate venture capital (CVC), vem crescendo no Brasil e alcançando números recordes. Entre janeiro e junho deste ano, as novatas de base tecnológica receberam mais de US$ 622 milhões de grandes empresas, distribuídos em 22 transações. O volume investido representa mais do que o triplo do aportado em todo o ano passado, que acumulou US$ 199 milhões, em 27 negociações dessa natureza.

Essas são as principais conclusões do levantamento “Corporate Venture Capital Report 2021″, realizado pela KPMG em parceira com a Distrito. O estudo traz uma análise histórica do setor, com o mapeamento das transações realizadas ao longo dos últimos 20 anos. Desde os anos 2000, o país acumula 212 rodadas de investimentos de corporações junto a startups, das quais 162 tiveram os volumes negociados revelados, totalizando US$ 1,3 bilhão.

“A exemplo do que ocorre com o mercado tradicional de venture capital, as empresas líderes estão investindo pesado nas startups em busca de novos modelos de negócio e ganhar mercado. Nesse cenário, quem não buscar inovação aberta e transformação digital pode ficar para trás em pouco tempo”, afirma o sócio-líder da área de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul, Jubran Coelho.

O levantamento indica que cerca de 70% dos investimentos mapeados estão concentrados nos estágios iniciais, o que comprova como, historicamente, o CVC no país tem como alvo prioritário as companhias ainda iniciantes. “Isso consolida o entendimento de que esses investimentos são uma prioridade estratégica, visto que o retorno financeiro de startups ainda muito pequenas é incerto, mas os ganhos potenciais associados às soluções tecnológicas que elas apresentam ao mercado são muito mais factíveis”, destaca o líder do programa Emerging Giants da KPMG, Diogo Garcia.

De acordo com o estudo, entre as corporações que mais apostaram em veículos de investimentos em startups estão as das indústrias financeira (16), varejista (15) e de tecnologia (14). Por outro lado, os setores que mais receberam recursos foram os da área financeira (fintechs) – com 24 aportes, totalizando mais de US$ 249 milhões – e o mercado imobiliário e de construção (real estate) que superaram os US$ 379 milhões em apenas quatro transações.

As startups do segmento varejista (retailtechs) também chamam atenção no documento e receberam 17 aportes, no valor total de US$ 206 milhões. Já as novatas que trazem soluções para a área de marketing e publicidade (martechs) somam US$ 28 milhões captados.

O estudo traz ainda um uma contextualização do CVC no âmbito global. Os valores investidos em startups por corporações do mundo inteiro já se aproximam dos US$ 80 bilhões, distribuídos em 2.099 rodadas somente nos primeiros seis meses deste ano. O volume é pouco maior do que o investido no ano passado inteiro (US$ 74,2 bilhões), porém mais do que o dobro do registrado apenas no primeiro semestre de 2020 (US$ 33,8 bilhões).

Carrefour inaugura sua primeira loja com conceito de construção modular

Alinhado aos pilares de transformação digital e expansão, o Grupo Carrefour Brasil anuncia a sua primeira loja autônoma no conceito de construção modular com 15m², localizada no condomínio residencial Interclube Gama e Delta, na cidade de São Paulo. A construção modular é similar a um container, mas é um modelo sustentável, pois os materiais podem ser reutilizados. Essa construção é feita com painéis que permitem uma montagem mais fácil, se tornando um processo rápido e com custo mais acessível.

Essa é a terceira loja autônoma Carrefour Express, somada as duas primeiras lojas que foram lançadas no início do ano – uma localizada no coworking CoW, no Brooklin e a outra também em um condomínio residencial, em São Bernardo do Campo.

O lançamento dessa terceira loja mostra maturidade e evolução nos aprendizados de expansão do Carrefour. “Temos um maior conhecimento do hábito de compra do cliente e, consequentemente, conseguimos proporcionar a melhor oferta de produtos, além do aprimoramento e estabilização do uso da tecnologia”, explica João Gravata, diretor de Proximidade do Carrefour.

As lojas autônomas evidenciam a estratégia do Carrefour em completar a oferta para o cliente com diferentes modelos de loja, sendo esse focado na conveniência e solução completa com diversos itens à disposição, desde mercearia, bebidas, perecíveis, padaria e carnes, até frutas, verduras e legumes.

Para dar início a jornada de consumo nas lojas autônomas Carrefour Express, é importante que o cliente tenha instalado em seu celular o aplicativo Meu Carrefour e utilize a tecnologia Scan & Go para acessar às lojas, consultar os preços dos produtos, inserir os itens em seu carrinho virtual, apenas aproximando o QR Code. Após o pagamento das compras realizado com o cartão de crédito cadastrado no aplicativo Meu Carrefour, o cliente consegue sair da loja escaneando o QR code na porta.

Tendo em vista as diretrizes de saúde e segurança impostas pela pandemia de Covid-19, o Carrefour utiliza a tecnologia em prol do bem-estar de seus clientes, proporcionando comodidade, agilidade e autonomia, evitando o contato com dinheiro em espécie e espera em filas.

HubDigital movimenta mais de R$ 5,5 bilhões integrando físico e digital

O HubDigital, criado pela TecBan para acelerar a integração de fintechs, bancos digitais e sociais ao Banco24Horas, acaba de completar dois anos de lançamento. No período, a plataforma registrou mais de 18,5 milhões de transações, das quais 4,6 milhões foram saques que movimentaram mais de R﹩ 5,5 bilhões. As demais operações – cerca de três em cada quatro – vieram por meio dos demais serviços disponibilizados no Banco24Horas, o que mostra que os clientes destas instituições procuram no caixa eletrônico outros serviços além do acesso ao dinheiro em espécie.

O estado do Rio de Janeiro é o campeão no número de transações, com 22% das operações realizadas nestes dois anos. São Paulo vem em segundo lugar, com 19% e o Ceará ocupa a terceira posição, com 17%.

Por meio do HubDigital TecBan, as instituições ganham capilaridade nacional para atender seus clientes em mais de 24 mil Banco24horas distribuídos por todo o Brasil, oferecendo serviços financeiros como o saque com cartão (débito, crédito, pré-pago e múltiplo lado débito e/ou crédito), consulta de saldo, extrato, depósito em dinheiro e o Saque Digital, que pode ser feito via QR Code ou utilizando um código token, sem a necessidade de cartão.

Para Tiago Aguiar, Head de Novas Plataformas da TecBan, o sucesso do HubDigital TecBan revela uma tendência cada vez maior das pessoas buscarem soluções híbridas capazes de atendê-las tanto no físico quanto no digital, para que possam aproveitar o maior potencial de cada formato conforme seus interesses e conveniência. “A grande adesão ao HubDigital TecBan é o reflexo da praticidade, capilaridade e comodidade que a solução proporciona às instituições, que, por meio dela, podem levar muito mais autonomia para que seus clientes usem seus recursos financeiros da forma que preferirem “, afirma o executivo.

Nestes dois anos, o HubDigital TecBan incluiu 41 instituições no ecossistema do Banco24Horas, entre elas Crefisa, Somapay, BS2, Digimais, Claro Pay e Neon, que são referências em seus segmentos de atuação. Ao comparar o segundo ano de operação com o primeiro, o total de transações aumentou mais de 288%, cerca de 10,3 milhões de operações.

“Há tempos percebemos que algumas instituições já estabelecidas precisavam aumentar sua presença de atendimento físico pelo Brasil e que até mesmo as fintechs, que nascem essencialmente digitais, precisavam de estrutura física para atender seus clientes. Observando essa oportunidade, criamos um modelo de negócio que torna essas empresas ainda mais competitivas, oferecendo uma infraestrutura que promove a inclusão de cada vez mais participantes às nossas soluções”, conclui.

3M reabre Centro de Inovação com robô host interativo

A 3M do Brasil reabre este mês seu Centro de Inovação em Sumaré, Interior de São Paulo, que funcionará como um showroom de novas ideias e encantamento. Em uma área de mais de 4.000 mil metros quadrados, os visitantes poderão conhecer as inovadoras soluções para indústria 4.0 guiados por um robô de 1,20 metro de altura, que terá como função fazer um tour interativo para mostrar todas as soluções da 3M para a indústria 4.0.

Logo na entrada do novo Centro de Inovação, a exibição contará com o suporte de um outro robô no laboratório de abrasivos, responsável pela replicação do processo de abrasão, cujo objetivo será ensinar clientes a utilizar o produto em seus próprios maquinários. “O robô simula o processo de automação para dar suporte aos nossos clientes”, explica Renata Decourt, gerente de inovação da 3M.

O Novo Centro de Inovação da 3M renova o antigo centro técnico da empresa, inaugurado em 2005. Com a reforma, que contou com investimento de US﹩1,5 milhão, a unidade tornou-se o maior entre os sete centros de inovação da empresa na América Latina, com 14 laboratórios, que representam as várias divisões da 3M, e demonstração de tecnologias com automação robótica que podem ser testadas pelos clientes. No total, são 118 funcionários entre engenheiros e pesquisadores. A unidade será reaberta no dia 22 de outubro no evento Tech&Innovation, summit virtual de inovação e tecnologia que pretende levar a prática das soluções 3M para o mercado e que acontecerá anualmente a partir de agora.

“Estamos felizes de poder reabrir nosso centro de inovação e podermos contribuir para que o mercado avance no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria 4.0”, disse Paulo Gandolfi, diretor de Inovações da 3M para a América Latina. “A 3M sempre busca aproximar o público da ciência, e nosso novo centro de inovação cumpre esse objetivo ao mostrar todas as nossas soluções de forma totalmente interativa”, completa.

Vendas nos shoppings crescem 25,9% no Dia das Crianças e superam expectativas

As vendas no Dia das Crianças cresceram 25,9% nos shopping centers de todo o Brasil no período de 6 a 12 de outubro de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). O resultado superou a expectativa inicial do setor, que previa um aumento de 18%. No período, o comércio nos shoppings movimentou R$ 3,9 bilhões, já descontada a inflação. Em relação ao período equivalente de 2019, a queda é de 14%.

O aumento não se limitou ao volume de vendas, já que o setor contabilizou um incremento no ticket médio, que atingiu R$ 214 neste ano, superando em 13,8% os R$ 188 do ano passado e acima da expectativa de R$ 200 para a data comemorativa.

O avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil aliado à segurança sanitária dos shoppings têm sido fundamentais para a recuperação das vendas do setor. “Neste ano, os consumidores foram seguros às compras e aos poucos retomam o hábito de frequentar shopping centers, com cada vez mais pessoas vacinadas o que garante maior tranquilidade e confiança a todos”, destaca Glauco Humai, presidente da Abrasce.

DO LADO DE FORA

No varejo de rua, o valor médio gasto em compras foi de R$ 124,00, uma queda de 0,8% frente aos R$ 125 registrados em 2019. Por fim, ao comparar o ticket médio das lojas de shoppings com as lojas de rua, a diferença foi de 72,6% em 2021.

PROTOCOLO DE NATAL

A ABRASCE já oferece aos seus associados um protocolo sanitário para o Natal 2021. O documento foi criado em parceria com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês para dar continuidade às diversas regras de segurança já seguidas pelos empreendimentos e recomenda evitar aglomerações, manutenção constante da higienização de espaços e a fiscalização no uso de máscaras com o objetivo de garantir a tranquilidade no período de compras.