Category startup

Furnas, Senai – RJ e Energy Future abrem inscrições para o Desafio Furnas Conecta – Startups

A Eletrobrás Furnas, em parceria com o Senai-RJ e a Energy Future, plataforma de inovação para o setor elétrico, acaba de abrir inscrições para o desafio Furnas Conecta – Startups, cujo objetivo é encontrar empresas capazes de propor e desenvolver soluções inovadoras e efetivas envolvendo energia elétrica.

O desafio é realizado por meio do Programa de P&D ANEEL, voltado para a construção de parcerias com startups que enxergam a inovação como força motriz para o desenvolvimento econômico e social.
São elegíveis startups e demais empresas de base tecnológica que tenham CNPJ ativo, sendo obrigatório o CNAE 7210-0 Pesquisa e Desenvolvimento das Ciências Físicas e Naturais e que possuam, em suas atribuições, atividades de Pesquisa e Desenvolvimento em seu estatuto ou contrato social.

Preenchidos esses pré-requisitos, as empresas podem atuar a partir de três temas: confiabilidade energética, com soluções que visem novas tecnologias ou ferramentas de monitoramento, remoto e tempo real, de condições que possam afetar a disponibilidade das linhas de transmissão; preços de energia, com soluções de inteligência artificial para predição do preço de energia no mês seguinte, com base em informações de mercado associadas aos mapas de previsão meteorológica; e hidrogênio verde, com soluções e ferramentas relacionadas à operação e manutenção de uma planta de hidrogênio verde – o que inclui diversas aplicações energéticas e não energéticas do hidrogênio.

Os projetos selecionados terão o apoio da equipe técnica de FURNAS e do Instituto SENAI/RJ de Inovação e Tecnologia, que compartilharão conjuntamente as obrigações e riscos do projeto.

As aplicações de propostas devem ser feitas pelo site https://desafiofurnas.energyfuture.com.br/, até o dia 23 de dezembro. A divulgação dos projetos selecionados deve ser feita em 15 de março de 2022.

Tags

CapTable atinge marca de 5.000 investidores que aportaram mais de R$53 mi em startups

Plataforma de investimentos em startups se consolida como a maior do setor no Brasil

A CapTable, maior hub de investimentos em startups do Brasil, acaba de superar a marca  dos 5 mil investidores. Ao todo, a plataforma registra mais de 10 mil depósitos de seus 5.250 investidores. Em operação desde julho de 2019, a CapTable já soma mais de R$53 milhões de investimentos captados para 38 startups brasileiras. 

Somente neste ano, o hub de investimentos já captou mais de R$40 milhões. Este montante assegura a liderança do mercado de investimentos coletivos em startups em 2021. Com mais de 50 mil investidores em seu banco de dados, a CapTable também ultrapassou, em setembro de 2021, a marca de mil investimentos em um único mês.

Os números da CapTable reforçam o cenário que todo o ecossistema de startups está vivendo em 2021. Segundo a Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP), de janeiro a setembro deste ano as startups brasileiras captaram R$33,5 bilhões, 300% a mais do volume investido no mesmo período de 2020.

“O mercado não para de crescer e os números, seja os da CapTable ou os da ABVCAP, comprovam essa realidade. Quando olhamos o total de investidores, em 2020 eram cerca de 2.500. Em novembro de 2021 já são mais de 5.200, ou seja, a CapTable conseguiu mais que dobrar de tamanho em apenas 10 meses neste ano, registrando um crescimento de 110%”, explica Guilherme Enck, cofundador da CapTable.

Todos os tipos de investidores

Além de aumentar a gama de participações de investimentos para os grandes players – como grupos de anjos, corporate venture e family offices – a CapTable proporciona uma desburocratização do mundo dos investimentos em startups para as pessoas físicas. 

Conforme a plataforma, atualmente os investidores pessoa física têm uma média de idade de 40 anos e são responsáveis por mais de 90% dos aportes na CapTable, registrando um ticket médio de R$4.800 por investimento.

“O brasileiro passou a ser cada vez mais inserido e antenado ao mercado financeiro e de investimentos. Isso reflete diretamente nos investimentos em startups. Cada vez mais investidores qualificados, que são muito comuns na B3, estão aderindo aos investimentos em startups”, detalha o cofundador.

Corporate Venture

Além do investimento coletivo, que é um dos braços da CapTable, o hub de investimentos também proporciona ao mercado facilidades para grandes empresas que desejam investir em startups, prática que é conhecida como Corporate Venture Capital (CVC), algo já consolidado nos Estados Unidos e Europa. 

Entretanto, no Brasil o CVC ainda encontra-se nos seus primeiros passos por meio de companhias que notaram que a conexão com o que há de novo no mercado é uma forma muito mais eficiente de se inovar. Para ajudar nesse processo, a CapTable oferece consultoria a essas grandes companhias.

“Muitas empresas notaram que a forma mais eficiente de inovar é buscando parcerias com startups. Mas por ser algo muito novo em nosso país, muitas vezes elas ainda não sabem por onde começar. Por isso, aproveitando toda conexão com o ecossistema de inovação, a CapTable criou o produto de Corporate Venture Capital visando atender a essa necessidade existente no mercado”, finaliza Enck.

Tags

Startup de tecnologia mira em brasileiros para trabalho remoto em multinacionais americanas de TI

Desenvolvedores e engenheiros de softwares brasileiros estão sendo visados por uma Startup americana para posições de trabalho remoto nas empresas mais cobiçadas pelos profissionais da área. O trabalho é feito 100% de casa e os trabalhadores ainda têm acesso a dezenas de comunidades online onde podem trocar experiência e fazer network com pessoas do setor de desenvolvimento de softwares.

Presente em quase todo o mundo, e agora com foco no Brasil, a Turing.com, atua como uma plataforma de trabalho remoto, fornecendo empregos de alta qualidade nos EUA para desenvolvedores com o mesmo ‘calibre’ daqueles que já atuam no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A empresa planeja expandir exponencialmente seu leque de profissionais brasileiros e, para isso, está oferecendo acesso a oportunidades globais 100% remotas. Para tornar suas ofertas de trabalho mais atrativas aos desenvolvedores brasileiros e latino-americanos, a Turing anunciou que está expandindo sua equipe e operações no território.

Como diferencial, além de proporcionar oportunidades remotas e de longo prazo, a organização também oferece aos desenvolvedores uma remuneração melhor do que a média do mercado, uma equipe de recursos humanos disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, e suporte à comunidade, orientação profissional e aprimoramento de habilidades personalizados.

O conceito ‘remote-first’ é resultado de um mundo pós-pandemia e deve crescer ainda mais nos próximos anos ao promover uma cultura organizacional baseada no trabalho remoto. Neste cenário, organizações em todo o mundo competem para encontrar os melhores desenvolvedores de software trabalhando neste formato, já que o desafio da área é vê-los se destacando em um pool global de engenheiros altamente qualificados e muito concorridos.

Por meio da nuvem chamada Turing Intelligent Talent Cloud, a empresa usa IA para avaliar, combinar e gerenciar desenvolvedores em todo o mundo com o máximo de velocidade, eficiência e precisão. Projetado por ex-líderes de engenharia do Google, Facebook e Microsoft, a ferramenta constrói um perfil detalhado e dinâmico para cada desenvolvedor, para fornecer a eles as oportunidades de carreira que merecem. Em outras palavras, ela oferece aos desenvolvedores brasileiros e latino-americanos as carreiras dos sonhos, e não apenas trabalho por produtividade.

“O Brasil tem um potencial fenomenal quando se trata de talento em software devido ao grande número de desenvolvedores do calibre do Vale do Silício dispostos a trabalhar em casa no mesmo fuso horário que as principais empresas dos Estados Unidos. Nossa visão é ser o ponto focal para desenvolvedores em todo o mundo, quando se trata de empregos de TI. Na Turing, estamos trabalhando para construir a empresa mais centrada no desenvolvedor de software em todo o mundo, que permite o seu crescimento de fato”, diz Akshay Thakor, vice-presidente sênior de operações da Turing.

Recentemente, a Turing foi classificada em primeiro lugar na lista das 50 startups mais promissoras do website americano de tecnologia The Information. Ela também foi nomeada na lista da Forbes dos melhores empregadores de startups da América e na lista de empresas mais inovadoras em local de trabalho da Fast Company de 2021

Com sede em Palo Alto (EUA), a empresa tem como objetivo liberar o potencial humano inexplorado no mundo e acredita firmemente que o Brasil tem um papel significativo para alcançar isso. Mais de um milhão de desenvolvedores de mais de 140 países já se inscreveram na plataforma para garantir a carreira dos sonhos na engenharia. A Turing pretende causar um grande impacto no pool de talentos de engenharia de software da América Latina com seu profundo mergulho no Brasil.

Tags

160 startups apresentarão suas soluções a investidores no InovAtiva Experience 2021.2

Os ciclos de aceleração e conexão dos programas do InovAtiva, política pública de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil, estão chegando na reta final e se encerram com o InovAtiva Experience. O evento, que começa no dia 27 de novembro e segue nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, conta com um número recorde de startups comparado à edição anterior do InovAtiva Experience, com 180 participantes, que terão a oportunidade de apresentar suas soluções a diferentes bancas de investidores, divididas entre os seus setores de atuação. O InovAtiva Experience é o resultado da união de todos os players do ecossistema de inovação, promovido com o objetivo de conectar as startups participantes do programa a investidores, mentores e grandes nomes do empreendedorismo inovador.

“Muito mais do que oferecer uma oportunidade única de alavancagem de negócios para muitos empreendedores, os programas do InovAtiva, por meio de eventos como o InovAtiva Experience, estão se consagrando como um marco para a evolução do ecossistema de inovação do país. O InovAtiva Experience vem crescendo e se transformando a cada edição, impulsionando a força empreendedora do nosso país”, disse Bruno Portela, Secretário Especial Adjunto de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (SEPEC/ME).

Inteiramente realizado no formato online, essa edição do InovAtiva Experience será uma experiência valiosa de conexão entre startups e stakeholders do ecossistema de empreendedorismo inovador do país, proporcionando oportunidades de networking e alto nível de capacitação em empreendedorismo, além de visibilidade para as startups participantes, já que, ao final do InovAtiva Experience, serão definidas as startups destaques dos programas InovAtiva.

Parte da programação do InovAtiva Experience será aberta ao público, com a realização de diversos painéis, com renomados profissionais do empreendedorismo de inovação no Brasil, além de conteúdo exclusivo aos empreendedores dos programas InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental. Na atual edição do evento, a programação ao público externo foi ampliada em mais um dia. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 3 de dezembro. Confira a seguir a programação do evento.

“Além de todas as capacitações e mentorias que receberam durante o programa, essa última etapa se consagra como o momento ideal para conexões e surgimento de a oportunidades, já que será aqui onde terão contato com o mercado, investidores, potenciais clientes e parceiros”, afirma o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Programação

27.11 – Demolation | 9h às 18h10

Atividade exclusiva aos empreendedores participantes dos ciclos InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental, o Demolation é um treinamento de pitch onde ocorre uma simulação das apresentações das soluções das startups aos investidores, em que os mentores ocupam o lugar dos investidores nas bancas avaliadoras. com a participação de mentores para que os empreendedores possam receber feedbacks sobre suas apresentações.

04.12 – Programação aberta | 14h às 18h15

14h00 | Abertura – Inovação aberta: as dores da empresa e as dores da startup. Apresentado por Marcos Medeiros (Ambev), Paulo Tenorio (CEO e fundador TRAKTO) e Felipe Massami (Diretor de Operações Ideia Gov).

15h00 | Painel – Papo de startup: Aplicando ESG na minha startup. Apresentado por Ezequiel Vedana da Rosa (CEO e Fundador Piipee) abordando diretamente as demandas e tendências da área.

16h15 | Painel de Growth. Parte I – Data driven: Como usar dados para tomadas de decisão. Apresentado por Michel Avila (Neoway) e Joni Hoppen (Aquarela), que abordarão estratégias e ações assertivas, levando em consideração padrões e tendências de análise de dados à estratégia dos negócios.

17h15 | Painel de Growth. Parte II – Preparando para escalar: as dores do crescimento. André Krummenauer (Co-founder and CEO | Involves) e Junior Borneli (CEO e Founder da StartSe) apresentarão o painel, explicando sobre as preparações necessárias antes do crescimento da startup, evitando que ela se desestruture no processo.

05.12 – Programação aberta | 9h às 13h

9h00 | Painel 1 – Tecnologias Emergentes: Dados, IoT, 5G, Blockchain. Apresentado por Fabiano Nagamatsu (Mentor e Alumni do Inovativa Brasil), Florêncio Cabral (Co-Fundador e CEO da Virtus Automation & AI.), Caroline Nunes (CEO/Founder da InspireIP) e Reinaldo Washington Moraes (Pesquisador N2 NASA. Pesquisador SpaceX).

10h00 | Painel 2 – Como usar o LinkedIn para alavancar resultados. Apresentado por Ana Letícia Rico (Innoscience Consultoria) e Anderson Diehl, Mentor InovAtiva.

11h00 | Painel 3 – Startups que apostaram na diversidade e geraram riquezas.

12h00 | Painel 4 – Workshop de Investimentos.

06.12 – Demoday e encerramento | 9h às 20h

O Demoday é o momento mais esperado pelos empreendedores participantes dos ciclos InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental: uma atividade exclusiva para as selecionadas do ciclo, onde apresentam suas soluções para bancas de investidores. Serão cinco salas simultâneas, segmentadas em três blocos, entre 9h e 18h10.

Após um breve intervalo, a programação de encerramento iniciará às 18h30. Ela será aberta ao público com uma série de agradecimentos de membros da organização dos programas, o reconhecimento de membros da Comunidade InovAtiva e a divulgação das startups destaque de cada categoria. Em seguida, serão feitas entrevistas com os vencedores.

Tags

Abstartups lança estudo sobre cleantechs

Em busca de compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que, promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a EDP , empresa que distribui energia elétrica nos estados de São Paulo e Espírito Santo, lançou o Mapeamento Cleantech 2021 – Estudo das cleantechs no Brasil.

O recente estudo veio para atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as cleantechs do país enfrentam neste momento. Com todo o contexto social da importância de maiores cuidados com o meio ambiente, é um momento de destaque para as startups de tecnologia limpa – isso é o que aponta Felipe Matos, Presidente da Abstartups. “Com uma maior conscientização sobre temas voltados para a preservação do meio ambiente, é um momento crucial para que as cleantechs possam crescer e colaborar com um desenvolvimento da sociedade voltada para a sustentabilidade”, aponta Felipe.

O mapeamento classifica as cleantechs em oito categorias: Transporte, Indústria Limpa, Energia Limpa, Eficiência, Água, Ar e Meio Ambiente, Agricultura, e Armazenamento de Energia. Sendo que apenas as categorias Ar e Meio Ambiente e Energia Limpa são responsáveis por mais de 65% das cleantechs do país.

Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo, ressalta a necessidade de investimentos nos segmentos, já que apenas 33% das startups receberam investimentos: “As cleantechs são bastante promissoras e o mercado sabe disso, mas ainda não há investimentos significativos. É preciso entender que o cuidado com o meio ambiente é um pacto global e investir em cleantechs é uma das maneiras de participar desse pacto” finaliza.

Principais insights do Mapeamento de Cleantechs 2021:

– Foram mapeadas pela Abstartups, 102 cleantechs ativas em todo Brasil

– 44% das cleantechs mapeadas estão em fase de tração e escala

– 39% das cleantechs atuam no segmento de ar e meio ambiente, ou seja, tecnologias que mitigam o impacto de substâncias poluentes ao meio ambiente.

– 33% das cleantechs mapeadas já receberam investimentos

– 54% atuam no mercado B2B, ou seja, vendem produtos ou prestam serviços para outras empresas

– 72% do setor é majoritariamente composto por empreendedores homens

Para ter acesso ao estudo completo, clique aqui

Tags,

ABBC divulga os 10 finalistas da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) acaba de divulgar os dez finalistas da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC. São eles: ACERTPIX; BITSHOPP; FIRGUN; LINA INFRATECH; NETLEX; OPENB; QUANTO; QUASAR SEGURANÇA E TELECOMUNICAÇÕES; ROIT BANK e WEVO. A seleção foi feita pelo Núcleo de Inovação ABBC e pela Curadoria ACE – tricampeã como melhor aceleradora na América Latina.

Participaram do prêmio as startups e fintechs com cases de soluções voltadas para: Automação Financeira, Cibersegurança, Open Banking e PIX. As três vencedoras ganharão troféu, mentorias e encontros para apresentarem as suas soluções ao Conselho de Administração e à Diretoria da Associação Brasileira de Bancos. Elas serão anunciadas em transmissão no dia 2 de dezembro, no canal da ABBC no Youtube. Os interessados em assistir devem fazer a inscrição neste link.

Conheça um pouco mais sobre cada finalista: ACERTPIX − análise de documentos de identificação (RG e CNH), de forma automática através de visão computacional; BITSHOPP − fintech focada em infraestrutura tecnológica e blockchain; FIRGUN − desenvolvimento de tecnologias e serviços de microcrédito para organizações terceiras; LINA INFRATECH − implementar soluções brasileiras de conformidade regulatória e gestão de consentimento para o compartilhamento e consumo seguros de dados e transações no Open Finance Brasil; NETLEX − automatiza a elaboração de documentos e cria workflows inteligentes que aceleram todo o ciclo de vida dos documentos, desde a elaboração até a gestão, passando por revisão, negociação, aprovação, assinatura e inteligência; OPENB − plataforma que explora os dados abertos, opendata, do Open Finance; QUANTO – é a plataforma que facilita a conexão de pessoas e empresas com o Open Banking; QUASAR SEGURANÇA E TELECOMUNICAÇÕES − soluções integradas de controle de acesso por meio de reconhecimento facial; ROIT BANK − desenvolve soluções para contabilidade, gestão fiscal e financeira de médias e grandes empresas, oferecendo contabilização, auditoria fiscal de entradas em tempo real e pagamentos na própria plataforma; e WEVO − plataforma em nuvem para integração de dados entre APIs e sistemas como ERP, CRM, BI, Chat, E-commerce etc.

Tags

inovabra e 100 Open Startups reconhecem as 10 startups que se destacaram por suas práticas ESG em 2021

O inovabra e a 100 Open Startups reconhecem 10 startups brasileiras que se destacaram quanto às suas contribuições em iniciativas e soluções focadas no meio ambiente, em responsabilidade social e boas práticas de governança corporativa. O Reconhecimento inovabra ESG foi divulgado na Open Innovation Week | Oiweek ESG inovabra, principal encontro de inovação aberta do Brasil, promovido pela plataforma 100 Open Startups para a troca de conhecimento, cocriação de soluções e geração de negócios em inovação.

Foram reconhecidas as empresas Cerensa, CUBi Energia, GreenPlat, Horus, Kidopi, Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação, Um Grau e Meio, Prosas | Grantmaking Platform, Trashin e VGR Gestão de Resíduos Online. Essas startups receberão o convite para se tornarem membros do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, e ter acesso aos desafios de negócios lançados pelas corporações, além de participar dos eventos de conexão físicos ou remotos.

Entre os critérios do Reconhecimento inovabra ESG, estão a elegibilidade para o Ranking 100 Open Startups (quantidade e intensidade de relações de inovação aberta desenvolvidas com corporações) e a elegibilidade inovabra habitat (maturidade da solução e aplicação ao mundo B2B e B2C com foco em digital). Além disso, foi realizada uma análise com critérios de sustentabilidade, levando em consideração o alinhamento da missão e o potencial de produtos ou soluções na geração de impacto positivo direto na agenda ESG, análise do produto ou solução considerando seu potencial no atingimento de metas dos ODS e análise de cases de sucesso como evidência do impacto ESG e ODS.

“Essa é uma oportunidade para unirmos inovação e sustentabilidade, fomentarmos boas práticas ESG, que, mesmo alcançando visibilidade nos últimos tempos, ainda requerem investimentos e um olhar cuidadoso na quantificação dos resultados”, pontua Fernando Freitas, superintendente executivo do Departamento de Pesquisa e Inovação do Bradesco.

De acordo com o executivo, o inovabra, em seu propósito de promover a inovação e gerar novos negócios, em parceria com a área de Sustentabilidade do Bradesco, estão atuando estrategicamente para o engajamento e atuação das startups em prol dessa agenda de impacto positivo. Hoje, 42 habitantes oferecem serviços e produtos focados em ESG e outras 148 contam com soluções com potencial de aplicação nesse sentido. “As startups, com a sua visão inovadora e tecnológica, são muito importantes para desenvolver soluções para os dilemas que a sociedade e o mercado enfrentam dentro dos pilares de ESG e, por isso, reconhecer esses 10 nomes é tão importante para estimular esse movimento. Essa é uma posição em linha com o que o Bradesco vem fazendo, potencializando o seu propósito e protagonismo em prol do Desenvolvimento Sustentável”.

Para Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, os modelos atuais de desenvolvimento colocam o país em risco, e as empresas já percebem o impacto no dia a dia dos seus negócios. Contudo, as corporações também reconhecem o seu poder de transformação da sociedade. “A prática de open innovation com startups vem auxiliando as corporações para se tornarem mais competitivas e, somada à pauta do ESG, a prática da inovação em colaboração com startups – como essas que estão sendo reconhecidas nessa premiação – eleva o impacto a uma dimensão acima, de não apenas transformar as corporações, mas de transformar a própria sociedade”, destaca.

Além do Reconhecimento e da Oiweek, o inovabra e a 100 Open Startups firmaram parceria com o propósito de escalar o número de conexões entre empresas e startups, fomentar e estimular o acesso de novos players à inovação aberta e potencializar a geração de negócios sustentáveis no ecossistema. Por meio do acordo, o ecossistema de inovação do Bradesco se tornou o patrocinador oficial e parceiro estratégico da principal categoria do Ranking 100 Open Startups, a TOP 100 Open Startups.

Sobre as startups reconhecidas:

Cerensa
Plataforma Integrada de Governança em Sustentabilidade. Automatiza as demandas ESG, centralizando a gestão e integrando com outros sistemas.

• CUBi Energia
A CUBi torna a energia elétrica visível ao gestor da indústria ao oferecer uma solução completa de gestão e otimização do consumo de energia.

GreenPlat
A startup desenvolveu uma arquitetura SaaS ESG baseada em Blockchain, que gerencia KPIs ambientais, faz a completa gestão de resíduos, incluindo controle de licenças ambientais e outros documentos, trazendo benefícios financeiros, eficiência, aterro zero, e aumento da reciclagem.

• Horus
Desenvolve soluções inovadoras para acelerar e empoderar a tomada de decisão das empresas, utilizando drones, softwares, robôs, imagens de satélite e inteligência artificial.

• Kidopi
Jornadas centradas no paciente exige personalização e estratégias omni-channel. O CleverCare, ferramenta da Kidopi, permite essa ação de maneira fácil e direta.

• Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação
Sistemas inteligentes de gestão pública que auxiliam no processo de transformação digital das cidades brasileiras.

• Prosas | Grantmaking Platform
Prosas é uma plataforma para seleção e monitoramento de projetos utilizada por grandes investidores sociais privados e organizações públicas.

• Um Grau e Meio
Inteligência a serviço da redução das emissões de CO2 originadas por incêndios florestais.

• Trashin
A startup simplifica o processo de gestão de resíduos e logística reversa, da coleta à destinação adequada, realizando a logística, valorizando o resíduo e gerando renda através da economia circular.

• VGR Gestão de Resíduos Online
Oferece soluções para otimizar o processo de gestão das empresas que geram resíduos, promovendo a destinação correta, facilitando o entendimento da legislação ambiental e acelerando o desenvolvimento sustentável.

Tags

KPMG lista as startups Emerging Giants no Brasil

A KPMG anuncia o lançamento das primeiras turmas do Programa Emerging Giants no Brasil, iniciativa criada com o objetivo de apoiar empreendedores de startups com destaque em suas jornadas de crescimento. O Programa é destinado a startups convidadas e contemplará as seguintes frentes de atuação: mentoria com profissionais da KPMG de diferentes especialidades e setores com uma trilha de conteúdos exclusivos; conexão com outras Emerging Giants e com a KPMG para fomentar parcerias e negócios; participação em eventos exclusivos; prestação de serviços customizados sob demanda.

“Emerging Giant é o nome dado a uma startup que possui destaque não apenas no setor em que atua, como também participaram de rodadas relevantes de investimento e têm se consolidado no mercado. As que estão nesse nível geram receitas mais robustas e com elevado potencial de crescimento. Além disso, entendemos que as startups são muito mais que boas oportunidades de investimento, são empresas com o propósito de resolver problemas reais e o sucesso não depende somente do capital”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor e líder do Programa Emerging Giants da KPMG no Brasil.

Ao todo, foram mapeadas 105 startups brasileiras, em relatório produzido pelo Distrito, plataforma de inovação aberta, e já foram convidadas as seguintes para as primeiras turmas do Programa, indicadas por ordem alfabética:

99jobs
Agendor
Agrosmart
Amaro
Ambar
Apptite
Arquivei
Asaas
Auvo
Bcredi (Creditas)
Biz Capital
BomPraCrédito
bxblue
Cargobr
Clicksign
Enotas
Escale
Exact Sales
FinanZero
Getninjas
HeroSpark
idwall
Incognia
Intelipost
Involves
JetBov
Kenoby
Kovi
Linker
LogComex
market4u
MOL – Mediação On Line
Movidesk
Nexoos
Niduu (Gupy)
Open & Co
Propz
Quero Quitar
Ramper
Recargapay
RunRun .it
Sanar
Solinftec
Squid (Locaweb)
Truckpad
Unico IDTech
Warren
Wellbe
Zenvia

Entre o total das 105 Emerging Giants no Brasil mapeadas pela KPMG, as FinTechs são a maioria, representando 27,6% do total de empresas com esse perfil. A vice-liderança é das AdTechs (12,4%), seguida por RetailTechs (10,5%), HealthTechs (5,7%), EdTechs (5,7%) e HRTechs (4,8%). No final da lista, estão AgTechs (2,9%), InsurTechs (1%), GovTechs (1%), ConstruTechs (1%) e AutoTechs (1%). A região Sudeste do Brasil concentra 78,1% das Emerging Giants, seguida das regiões Sul (18,1%), Nordeste (1,9%) e Centro-Oeste (1,9%).

“Vemos o ecossistema de startups como um excelente motor de desenvolvimento da cultura de inovação e empreendedorismo no Brasil. As Emerging Giants, em geral, são empresas jovens, que utilizam muita tecnologia e estão em crescimento acelerado. Entre as principais características delas, há fundadores que criam negócios inovadores e disruptivos, produtos adequados às necessidades do mercado, tração e atração de investimentos de risco”, afirma Jubran Coelho, líder da prática de Private Enterprise na KPMG do Brasil e na América do Sul.

De acordo com a apuração, o boom dessas 105 startups é visível de 2012 a 2016, sendo que, em média, elas operam há 7 anos. O período de fundação das Emerging Giants mapeadas é o seguinte: 2000 a 2010 (16,2%), 2011 a 2015 (62,9%), e 2016 a 2018 (21%).

“O Distrito desenvolveu uma metodologia inédita baseada em dados para gerar indicadores que possibilitaram ao corpo executivo da KPMG tomar as melhores decisões para o Programa Emerging Giants no Brasil. Utilizamos algoritmos de inteligência artificial a partir de nossa base de dados proprietária, com mais de 10 milhões de data points. Além disso, integramos aproximadamente 180 variáveis ao longo dos últimos 24 meses, de cada uma das mais de 15 mil startups nacionais monitoradas em tempo real. Sabemos a importância da inteligência de dados para decisões estratégicas, como essa da KPMG”, afirma Gustavo Araujo, CEO do Distrito.

Juntas, elas já empregam mais de 15 mil pessoas. Mais de 40% têm entre 100 e 200 funcionários. Quase metade dos fundadores têm pós-graduação e/ou tiveram experiência acadêmica fora do Brasil e 47% têm ao menos um fundador que já empreendeu antes. Em média, cada startup com esse perfil recebeu 2,4 investimentos e, desde 2011, mais de US$ 1,3 bilhão já foi investido nas Emerging Giants com operação no Brasil.

A iniciativa não vai parar nesta turma em si. O ecossistema pós-covid provavelmente será muito diferente e as próximas turmas devem sofrer influências neste sentido. Além disso, há muitas startups com altíssima qualidade, mas que, por um motivo ou outro, não foram contempladas nesta edição.

Mais informações sobre as iniciativas da KPMG direcionadas para as Emerging Giants e Startups estão disponíveis neste link .

Tags,

Whatslly recebe aporte de US$ 11 milhões e expande negócio com foco no Brasil e Latam

Deborah Wanzo e Yanir Calisar – Créditos: Cristiano Pinheiro Soares

A Whatslly, startup israelense pioneira na integração com foco em relacionamento entre WhatsApp e CRM, recebe aporte seed de 11 milhões de dólares – mais de 50 milhões de reais – em rodada inicial de investimentos com a liderança do fundo de venture capital Zeev Ventures, que levou quase uma dúzia de empresas ao status de unicórnio e com a participação de nomes de influência, como Sérgio Fogel, co-fundador do unicórnio dLocal, GTMfunds e Base Partners. Esta última, uma gestora brasileira que investe globalmente em empresas de tecnologia como Zoom, Stripe e Nubank.

Diante do crescimento e popularidade das mensagens instantâneas, impulsionados pelo distanciamento social, a startup identifica no segmento a falta de visibilidade e distanciamento das interações entre empresas e seus clientes. Sendo assim, de maneira visionária, a tecnologia da Whatslly incorpora ao WhatsApp o serviço de CRM da Salesforce de forma a diminuir esta brecha entre as ferramentas principais do dia a dia dos times.

“Nossa solução permite acessar e gerir as informações de seus clientes em tempo real, pelo WhatsApp, permitindo com isso beneficiar os três principais públicos: o usuário com ganhos de produtividade, relacionamento e efetividade; o cliente na personalização das tratativas e da melhoria da experiência como um todo e o gestor, possibilitando visualizar, entender e atuar com mais transparência e com recursos de inteligência artificial as etapas do seu ciclo de vendas”, comenta Deborah Wanzo, brasileira co-fundadora da Whatslly.

Curiosamente, a startup nasce em um ambiente digital a distância, uma vez que Deborah, residindo no Brasil, e Yanir Calisar, de Israel, sedimentaram o negócio por mensagem de texto, sem antes terem se conhecido presencialmente. Hoje, o principal foco da Whatslly é resolver o ponto crítico para diversas empresas em todo o mundo, principalmente no Brasil, onde 80% dos usuários utilizam o serviço do WhatsApp para se comunicar com as companhias e 57% já utilizam a plataforma para compra de produtos e serviços.

“Mesmo com ambições globais, o Brasil tem se destacado como a principal oportunidade para a Whatslly no mundo – uma vez que o País é o segundo maior mercado para o WhatsApp e este tem se consolidado como o canal de comunicação e vendas preferido entre consumidores e empresas. O crescimento expressivo da Whatslly é uma comprovação de que a solução que criaram com a startup deixa esta relação ainda mais forte e eficiente”, afirma Eduardo Latache, general partner de Base Partners.

De olho no mercado nacional e latino-americano, a startup pensa em expandir o negócio em todas as frentes e em outros canais, além de criar centenas de empregos até o próximo ano. Desde a implementação de sua tecnologia, a empresa já detém mais de 70 clientes, como XP Investimentos, Telefônica (Vivo), Hotmart, Edenred (dona da Ticket), Volkswagen, Empiricus (do Grupo BTG), além de milhares de usuários em 35 países.

Simplicidade por meio da junção de serviços

A Whatslly é uma parceira oficial do AppExchange da Salesforce que conecta o WhatsApp (tanto comum quanto o Business) no Salesforce. A falta dessa integração proposta pela Whatslly, até então, exigia que representantes comerciais inserissem (no melhor dos casos) manualmente as informações importantes no CRM – plataforma de gerenciamento do relacionamento com clientes – ocasionando a perda de um tempo precioso na hora de fechar negócios. “A solução se diferencia das populares plataformas de chatbots e de envios massivos, já que é focada no relacionamento. A junção da plataforma da Salesforce com o WhatsApp otimiza o futuro da gestão das companhias do País, ressignificando a maneira de interagir e engajar com os clientes, de forma simples, rápida e confiável”, comenta Calisar, CEO e co-fundador da Whatslly.

Tags

Como tornar uma startup atraente para investidores

Uma pesquisa realizada em setembro pela plataforma de inovação Distrito estima que o ecossistema de startups pode fechar o ano de 2021 com investimentos que variam de US$ 8 a US$ 10 bilhões. Em agosto, o mercado atingiu a soma de US$ 6,6 bilhões, registrando um crescimento de 86% em relação ao mesmo período de 2020, o que torna esse cenário extremamente promissor para as empresas que estão em busca de captação. 

De acordo com Daniel Abbud, sócio-fundador e CEO da 7Stars Ventures, holding de investimentos, o primeiro passo para uma startup alcançar um aporte é ter em mente o momento ideal de procurar investidores. “Apesar de existirem empresários que prefiram olhar para negócios que estejam em estágios mais iniciais, como os investidores-anjo, de maneira geral, a hora em que a marca está preparada é a fase do product market fit”, explica. 

Nesta etapa, o empreendedor já tem uma validação mínima do produto a ser comercializado perante o público-alvo. Dentre os itens que devem estar em alinhamento com os consumidores de interesse da startup estão o projeto concretizado, a proposta de valor e a precificação. “Aqui, não é necessário que a empresa tenha uma venda escalável, mas é preciso ter o mínimo de tração’’, diz Abbud. 

Em seguida, é fundamental entender o modelo de investimento que irá se encaixar melhor no negócio, visto que essa associação depende do estágio em que a startup se encontra. Em uma fase inicial, é imprescindível que a empresa possa contar com um apoio além do capital. Quando o empreendedor ainda precisa validar o produto no mercado, o capital intelectual e o acesso a uma rede de relacionamentos apresentam a mesma importância que o recurso financeiro. No entanto, se o foco da marca é continuar a escalar as vendas, apenas o aporte financeiro será o suficiente. 

Já em relação a apresentar a marca para os investidores, Abbud destaca que o empreendedor deve ter as respostas para as seguintes perguntas básicas: qual é o problema a ser resolvido e qual é a minha solução? Esses questionamentos, para o executivo, são um ótimo norte durante um pitch. “Para respondê-los, é importante trazer um contexto de mercado, concorrência, diferenciais do produto e serviço a serem oferecidos ao público-alvo, o direcionamento que o aporte terá e um histórico de execução da equipe’, explica o sócio-fundador. 

Outro ponto de atenção que o executivo ressalta nesta fase, é o domínio de fala do empreendedor. “Não é de bom tom ir até o investidor somente com uma ideia que vai exigir um grande investimento para acontecer. Ao conhecer a proposta da startup, os investidores querem ver a capacidade de execução e a criatividade da equipe para entender a habilidade da empresa em materializar a ideia inicial. É fundamental saber esclarecer o projeto e como ele será executado”, afirma Abbud.

Por fim, o sócio-fundador conta que a conquista de um aporte é um grande passo para uma startup, mas ainda sim é necessário estar atento ao investidor que o empreendedor irá se relacionar. “Quando se cria uma sociedade, gera-se um convívio no dia a dia do negócio. Ou seja, é necessário que seja com alguém que se tenha afinidade, parceria e know-how’’, pontua o executivo.

Tags

StartSe compra fábrica de software Gempe para acelerar a construção de sua plataforma tecnológica

A StartSe, plataforma de transformação para a Nova Economia, acaba de anunciar a aquisição integral da fábrica de software paranaense Gempe por um montante de R$ 6 milhões. Em um movimento conhecido como acqui-hiring, o time da empresa adquirida passará a ser incorporado à estrutura da StartSe. Rafael Ribeiro e Fernanda de Araújo, sócios da Gempre, passam a ter participação na empresa, onde assumem as áreas de Gestão de Projetos de Tecnologia e Tech Recruitment, respectivamente.

“Entendemos que provocar transformações em líderes e empresas, nossa ambição número um, passa pela construção de uma plataforma digital que integre, em um mesmo ambiente, educação, networking e serviços. Com a chegada da Gempe, estamos triplicando nosso time de tecnologia e acelerando a construção dessa infraestrutura”, afirma Junior Borneli, CEO e fundador da StartSe. Atualmente, a empresa possui mais de 30 profissionais, hoje dedicados ao planejamento e desenvolvimento de um aplicativo próprio, que deve reunir atuações múltiplas. “Já nos posicionamos como uma plataforma de transformação e isso vai se tornar cada vez mais claro a partir de agora, na medida que agregarmos serviços complementares à plataforma”, reforça.

Fundada em 2015, a Gempe surgiu com foco no desenvolvimento sob medida de produtos digitais – softwares e aplicativos, em especial -, tomando-os como soluções para empresas dos mais diversos segmentos, entre os quais o financeiro, o agro, o de saúde e o de educação.

“Nosso grande propósito sempre foi o de impactar a vida das pessoas por meio da tecnologia. Passar a fazer parte do time da StartSe nos possibilita ampliar ainda mais esse impacto. Ao longo do último ano, temos trabalhado em parceria e, juntos, criamos a base do que será a plataforma da StartSe logo em breve. Queremos ajudar na construção de uma plataforma digital fluida, capaz de acelerar a transformação das empresas”, diz Fernanda de Araújo, sócia da Gempe.

A aquisição da empresa de software é a segunda realizada pela StartSe desde que recebeu, no início de novembro, um aporte de R$ 75 milhões realizado pelo fundo do Pátria Investimentos, que passou a ter uma participação minoritária do grupo. Na última semana, a StartSe anunciou ainda o investimento na Snaq, startup de dados que atuará como um braço de inteligência dentro de sua plataforma, fornecendo ao mercado e às corporações parceiras análises profundas sobre o ecossistema de inovação, a partir de mapeamentos diversos, das startups em si e também das tendências em voga.

Tags

Fábrica de Startups e MIT REAP abrem inscrições para EnergInn, programa de empreendedores com foco em energia sustentável

Assim como a internet revolucionou o modo como vivemos e trabalhamos, as energias renováveis devem transformar a relação de consumo entre clientes e empresas. Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que a matriz energética brasileira atingiu 45% de fontes renováveis e 54% de fósseis. Os números mostram que o país se destaca diante do Brics, bloco econômico que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Aceitando o desafio de transformar o Rio de Janeiro no “Vale do Silício da Energia e Sustentabilidade”, a Fábrica de Startups, empresa de fomento à inovação, se uniu a outras organizações do ecossistema e passou a integrar o MIT Reap Rio, o mais completo programa de formação de empreendedores. Com objetivo de levar para o mercado soluções limpas e sustentáveis no setor de energia, os envolvidos vão auxiliar na seleção, criação de startups e no desenvolvimento de provas conceitos que serão apresentadas a empresas já consolidadas no ramo.

“Queremos fazer parte da transformação e da inovação no Brasil, fazer parte de iniciativas como o MIT REAP é muito gratificante para nós. Acreditamos que o é o caminho para acelerarmos projetos de empreendedores e pesquisadores e nada melhor do que começarmos com o setor de energia limpa, sustentável e renovável”, comenta Hector Gusmão, CEO da Fábrica de Startups.

Uma das empreitadas do time é o EnergiINN, programa que está com inscrições abertas, é direcionado a cientistas, pesquisadores, empreendedores ou intraempreendedores que possuam projetos ou pesquisas científicas sobre energia limpa, verde ou sustentável na área de energia. Ele acontecerá virtualmente e será composto por quatro etapas seguidas e com rodadas eliminatórias.

A primeira fase é de inscrições, os interessados podem preencher o formulário no site EnergInn até 06/12/2021, após serem selecionados os participantes passaram pela segunda etapa que é o curso básico de hard techs. Na terceira fase acontece mais uma seleção na qual somente 105 equipes vão de fato fazer parte do projeto. Após serem selecionados, os participantes vão iniciar a rodada de aceleração com objetivo de gerar protótipos e iniciar o relacionamento com grandes indústrias do setor, com possibilidade de conquistarem investimento para os projetos. Os profissionais que mais se destacarem vão participar da banca de avaliação no mês de dezembro.

O MIT REAP é uma iniciativa do Massachusetts Institute of Technology (MIT), que selecionou o Rio de Janeiro para participar do Regional Entrepreneurship Acceleration Program (REAP), um programa de aceleração de startups. O objetivo é desenvolver uma metodologia para estruturação e governança do primeiro ecossistema de inovação em energia e sustentabilidade do mundo.

Os envolvidos são representantes de cinco áreas: governo, universidade, corporações, startups e investidores de risco. Juntos, garantem a capacitação, elaboração e implementação, do ecossistema no Rio de Janeiro, que poderá ter sua metodologia expandida para desenvolver potencialidades de outras regiões nas regiões em etapas posteriores.

“Convidamos todas as pessoas que têm um projeto na área para se inscreverem. É o momento de trazer essas soluções para o mercado e mostrarmos que é possível produzir energia limpa”, finaliza o CEO.

Tags,

Desafio Like a Woman amplia oportunidade para mulheres líderes de startups que entregam inovação para o esporte

As mulheres ainda representam uma parcela muito pequena em posições de liderança em todos os cenários econômicos. Segundo a ONU Mulheres, apenas 7,4% das empresas na lista de empresas Fortune 500 em 2020, são dirigidas por mulheres. O estudo também identificou que elas têm menos probabilidade de serem empresárias e enfrentam mais desvantagens ao iniciar negócios.

No esporte, essa realidade é ainda mais perceptível. No futebol mundial há uma predominância de homens em cargos de gestão e representam mais de 88%. No mercado brasileiro não é muito diferente, eles são mais de 80% em posições de liderança. Já nos jogos olímpicos do Japão, houve um aumento significativo de atletas mulheres, batendo a marca de 49%, o maior da história.

“No universo das startups, apenas 9,8% das que integram o ecossistema de inovação brasileiro têm mulheres como fundadoras. Destas, 4,7% foram criadas exclusivamente por elas, enquanto 5,1% possuem fundadores de ambos os gêneros. Esse número, no entanto, representa um avanço de apenas 1,9% na última década”, explica Fernando Patara, Head de Inovação e mentor de startups do Arena Hub.

Para contribuir para a transformação deste cenário e incentivar negócios com lideranças femininas, o Arena Hub , com o apoio da EY e do Sebrae, anuncia o Desafio Like a Woman. A iniciativa é direcionada a startups que têm mulheres como fundadoras, CEOs ou outras posições de gestão e liderança. O objetivo é potencializar a indústria esportiva, ampliar a visibilidade de negócios comandados por mulheres e gerar novas oportunidades. Com isso, será possível conhecer novas ideias que solucionem problemas da indústria do esporte e entretenimento, além de incentivar novos negócios entre o ecossistema.

As inscrições são gratuitas até 10 de janeiro de 2022 e três startups serão ganhadoras de um conjunto de prêmios importantes para impulsionar seus projetos. Os detalhes do edital podem ser conferidos no site do challenge .

“É importante ter mais empreendimentos dirigidos pelas mulheres, principalmente no esporte, que é visto como um universo majoritariamente masculino. Com essa iniciativa, junto a um time feminino importante para incentivar as participantes ainda mais, a potência da força feminina terá maior visibilidade e pode incentivar empreendedoras que possam entrar na indústria esportiva e contribuir com sua visão estratégica e vamos contar”, afirma Fernando Patara.

Ao participarem, as executivas terão apoio de profissionais de empreendedorismo, inovação, tecnologia e esportes que fazem parte dos times do Arena Hub, da EY e do Sebrae, que irão desenvolver e impulsionar a troca de conhecimento com mentorias, meetups e outras iniciativas para fortalecer ideias e amadurecer projetos.

O Arena Hub é o maior centro de inovação e fomento aos negócios esportivos da América Latina e vai operar o desafio com o objetivo de gerar insights de inovação, conexões e negócios entre startups, sportechs, entidades e federações esportivas. A EY, idealizadora do Arena Hub, terá uma importante participação durante o processo tanto na banca examinadora como também com o acesso à executivas e mentoras de alto escalão que participam do programa EY Entrepreneurial Winning Women Brazil. O Sebrae já esteve com o Arena Hub no desafio Like a Player, realizado em 2020. Agora, também dará apoio com olhar de empreendedorismo inovador, além de compartilhar conhecimento e incentivar o empreendedorismo feminino, uma vez que sempre busca oportunizar negócios brasileiros.

Para a sócia da EY Private e líder dos programas Empreendedor do Ano e Winning Women Brazil, Raquel Teixeira, o apoio da EY é fundamental para o desenvolvimento das lideranças femininas no ambiente de negócios, mesmo na área esportiva. “Acreditamos na necessidade de transformação deste cenário no País. Ao apoiarmos esta iniciativa, que está diretamente relacionada ao nosso propósito de construir um mundo de negócios melhor, aumentamos a visibilidade das mulheres em cargos estratégicos no ambiente esportivo. Por meio de mentorias de inovação, tecnologia e empreendedorismo, esperamos fornecer o suporte necessário para que essas líderes possam crescer e amadurecer seus negócios, contribuindo para o ecossistema de empreendedorismo feminino no Brasil.”

As possibilidades de inovação esportiva são muitas e o desafio Like a Woman é direcionado às startups e empresas que apresentem quaisquer soluções que possam ser adaptadas para solucionar necessidades da indústria esportiva:

• SportsTechs
• HealthTechs
• FinTechs
• EdTechs
• MediaTechs
• FoodTechs
• AgriTechs
• EnergyTechs
• LegalTechs
• ImobiTechs
• ConstruTechs
• InsurTechs
• SocialTechs
• GovTechs

Premiação

O prêmio para as três primeiras colocadas será um conjunto de prêmios muito importantes para as empreendedoras que estejam em qualquer fase com suas ideias e projetos, seja ideação, operação ou escala. A participação é gratuita e Equity Free e conta com:

• 3 meses gratuitos de uma posição dentro do Arena Hub, sediado no Allianz Park, SP;
• Mentoria individual em modelagem, validação, estratégia produto, marketing, vendas, finanças e gestão com especialistas em startups;
• Networking com a rede de associados e entidades esportivas do Arena Hub e entre os participantes do programa para facilitar criação de parcerias e o processo de validação da startup;
• Acesso a uma rede de Mentoras do Programa EY Entrepreneurial Winning Women Brazil, realizado pela EY;
• Apresentação da startup para empresas parceiras da EY e do Arena Hub.

Como participar do Like a Woman

As startups interessadas em participar do desafio Like a Woman devem se inscrever gratuitamente entre os dias 11 de novembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022, no site do Arena Hub e apresentar suas ideias e perspectivas de negócio. As startups selecionadas serão divulgadas no dia 17 de janeiro e passarão por mentorias de pitch e modelos de negócios entre os dias 19 e 25 de janeiro. Entre 26 e 28 de janeiro será feita a apresentação e avaliação dos projetos. No dia 31 de janeiro de 2022 serão divulgadas as 03 startups vencedoras.

• Até 10/01/2022 – Inscrições pelo site do Arena Hub
• 17/01/2022: Divulgação das Startups Selecionadas
• 19 a 25/01/2022: Mentorias de Pitch e Modelos de Negócio
• 26 a 28/01/2022: Apresentação dos Pitchs para a banca examinadora
• 31/01/2022: Divulgação das 03 startups vencedoras

Tags

Quod abre mais de 20 vagas que podem ser preenchidas por pessoas com deficiência e acima dos 50 anos

A Quod, uma das maiores empresas de análise de dados do Brasil e uma das gestoras do Cadastro Positivo, está ampliando sua equipe de colaboradores. São mais de 20 vagas, efetivas e de estágio, para profissionais das áreas de tecnologia, comercial e de produtos, entre outras. Pessoas com deficiência (PCDs) e candidatos com 50 anos podem se candidatar a todas as posições.

Estão sendo recrutados, por exemplo, desenvolvedores de software, Java, Netsuite e especialistas em qualidade, infraestrutura, pré-vendas, produtos e dados, além de analistas de contabilidade,  modelagem, planejamento, processos e de sistemas ECL.

Para quem busca ingressar no mercado de trabalho, a Quod oferece oportunidade de estágio nas áreas comercial, de análise de dados, produtos e direito.

Já para os profissionais com 50 anos ou mais em transição de carreira ou em busca de recolocação, a Quod tem um programa especial de recrutamento válido para todas as áreas, porém com foco maior nas vagas de TI (principalmente analistas de sistemas). Esse perfil é especialmente desejado não apenas pela experiência, mas, também, por sua estabilidade.

Todas as posições são para modelo híbrido, que combina trabalho remoto e  presencial no estado de São Paulo, no escritório em Alphaville, em proporções a serem acertadas  mediante contrato. Os detalhes sobre os requisitos necessários podem ser encontrados na página de vagas da empresa no link https://vempraquod.gupy.io/.

A Quod oferece um pacote completo de benefícios, como horário flexível, participação nos lucros, planos de saúde e odontológico, vale alimentação, refeição, transporte, clube de descontos, educação e mobilidade, além de seguro de vida e Gympass.

Os interessados devem se inscrever por meio da página de carreira no site da empresa ou enviar o currículo para gestão.de.pessoas@quod.com.br

Tags

StartOut Brasil seleciona até 40 negócios inovadores para ciclo de internacionalização em Santiago

O StartOut Brasil abre suas inscrições para o Ciclo Santiago 2022. Os empreendedores interessados podem se inscrever gratuitamente, no site do programa, entre os dias 22 de novembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022. Até 40 startups brasileiras serão selecionadas pelo programa de internacionalização de negócios inovadores do Governo Federal. As startups selecionadas pelo programa serão anunciadas em 7 de fevereiro de 2022.

O StartOut Brasil é voltado para empresas inovadoras de base tecnológica interessadas em internacionalizar seus negócios. Podem participar startups que já estejam faturando, preferencialmente acima dos R﹩ 500 mil, ou que tenham recebido algum tipo de investimento.

Os projetos serão analisados em quatro dimensões: grau de inovação, mapeamento do mercado de destino, maturidade para inserção internacional e equipe.

Missão Virtual, Missão de Imersão e Missão Follow-up

O Ciclo Santiago 2022 será dividido em três etapas: Missão Virtual, Missão de Imersão e Missão Follow-up. Os participantes da primeira etapa, a Missão Virtual, terão acesso a mentorias coletivas; treinamento de pitch (como é chamada a apresentação das soluções propostas por startups aos investidores); webinars com players do mercado; apoio de consultoria de matchmaker, para fomentar oportunidades de negócios em Santiago; entre outras atividades. Durante esta etapa, que ocorre entre 08 de fevereiro a 27 de março de 2022, todas as ações serão realizadas de forma online.

Após o término da primeira etapa, serão selecionadas até 15 startups para a Missão de Imersão, que se encerra com uma viagem a Santiago no período de 19 a 24 de junho de 2022. Esta etapa inclui mentoria com especialistas no ecossistema chileno, consultoria para internacionalização e missão presencial dos empreendedores ao Chile, com agenda voltada à prospecção de clientes e investidores e à conexão a ambientes de inovação, como aceleradoras, incubadoras e empresas de Santiago.

“Este segundo ciclo do StartOut Brasil a Santiago será uma nova oportunidade de expansão dos negócios inovadores brasileiros para a capital chilena, destino estratégico para a posterior inserção dessas empresas em toda a América Latina. Os empreendedores poderão estabelecer parcerias importantes e conquistar novos mercados, reforçando o reconhecimento internacional do Brasil como polo de inovação. É menos burocracia e mais produtividade”, afirma Carlos Da Costa, Secretário Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME).

Ao final da Missão de Imersão, até cinco startups seguem para a Missão Follow-up, a terceira e última etapa do ciclo. Nesta, será oferecido apoio do programa para as empresas habilitadas retornarem ao mercado chileno para aprofundarem os contatos e oportunidades de negócios prospectados durante a Missão de Imersão. A Missão Follow-up está prevista para ocorrer entre 25 de junho de 2022 e 21 de novembro de 2022.

Santiago

Esta é a segunda vez que o StartOut Brasil leva empreendedores brasileiros para facilitar a concretização de negócios em Santiago, devido ao alto potencial da capital chilena de absorver negócios inovadores.

O Chile foi apontado como o melhor país da América Latina para fazer negócios, pelo Índice Global de Empreendedorismo 2019, do Instituto Global de Empreendedorismo e Desenvolvimento. O país está na 19a posição no ranking total, que considera uma série de fatores para avaliar o ecossistema empreendedor, como infraestrutura, recursos e iniciativas, públicas e privadas que fomentam negócios inovadores.Serviço

Inscrições: Site do StartOut Brasil

Período de inscrições: 22/11/2021 a 10/01/2022

Divulgação das selecionadas para a etapa Missão Virtual (até 40 startups): 07/02/2022

Datas das etapas:

Missão Virtual – 08/02/22 a 27/04/22
Missão de Imersão (até 15 startups) – 27/04/22 a 24/06/22
Missão Follow-up (5 startups) – 25/06/22 s 21/11/22

Tags

Grupo Iberdrola abre desafio em busca de startups para reduzir perdas não técnicas do sistema elétrico

O grupo Iberdrola – um dos maiores do setor elétrico mundial – se uniu à empresa global de inovação corporativa The Bakery para buscar startups com soluções inovadoras que permitam reduzir as perdas não técnicas da rede de distribuição. O desafio vai ao encontro de uma problemática que tem atingido todo o setor elétrico, sobretudo no Brasil, onde atua sua subsidiária Neoenergia.

Um dos diferenciais do Start-up Challenge é que o vencedor tem a possibilidade de realizar testes e implementar a solução em qualquer uma das empresas da Iberdrola, com a oportunidade de receber investimento pelo Programa Internacional de Start-ups (PERSEO), veículo de Corporate Venture Capital do grupo. Há ainda a possibilidade de ser incluído diretamente no processo de adesão ao novo centro de inovação em redes inteligentes, o Global Smart Grids Innovation Hub, localizado na Espanha. 

“Estamos em constante aproximação com startups e empresas de base tecnológica que possam trazer soluções aos negócios da Iberdrola e da Neoenergia. Com o Start-up Challenge, facilitamos a validação de novas tecnologias de forma ágil, contribuindo com a inovação no setor elétrico”, afirma o gerente de Inovação da Neoenergia, Bruno Melchior.

Parceria com a The Bakery

Considerada a primeira consultoria de inovação corporativa do mundo e com atuação em mais de 30 países, a The Bakery foi fundada em Londres em 2012 e, desde 2017, auxilia grandes companhias no Brasil, como Vale, Santander e iFood. A empresa irá atuar no projeto através da ampla ativação do seu ecossistema de inovação, eliminando, inclusive, barreiras geográficas, embora o desafio esteja mais focado em testes no âmbito nacional.

“A equipe da The Bakery irá mapear centenas de soluções globais para endereçar pontos específicos do desafio. A ativação da nossa rede global é muito importante porque, apesar do grande conhecimento que já se tem acerca da empresa envolvida, é preciso ir além, excluindo limitações de acesso de toda ordem e fazendo com que as soluções mais promissoras cheguem até nós”, explica Felipe Novaes, cofundador da The Bakery.

Inscrições e premiação

As inscrições podem ser submetidas até o dia 24 de novembro, no site do desafio. O anúncio do(s) vencedor(es) será em dezembro.

O prêmio será a assinatura de um acordo de colaboração e teste com o programa PERSEO ou qualquer outra empresa do grupo Iberdrola, que oferecerá o pagamento de despesas e suporte técnico, além de facilitar um ambiente e dados reais para testar a solução, com acesso a equipamentos, equipes, infraestruturas, locais de alta tecnologia e áreas de trabalho conjunto.

Tags

2ª edição do programa de aceleração de startups da Sodexo abre inscrições

Desde 2019, com o lançamento do programa Sodexo Accelerator no Brasil, a Sodexo On-site, líder mundial em serviços de alimentação e facilities que proporcionam qualidade de vida e bem-estar para milhões de pessoas todos os dias, tem intensificado seus investimentos no ecossistema de startups brasileiro com o objetivo de apoiar iniciativas inovadoras que desejam fazer história mundo afora.

Após o sucesso da primeira edição, na qual a empresa recebeu mais de 190 inscrições, sendo sete startups selecionadas para participar do programa, o Sodexo Accelerator abre inscrições para sua 2ª edição até o dia 05 de dezembro. O programa, que terá duração de quatro meses, selecionará startups para a próxima mentoria com executivos da empresa e especialistas da aceleradora corporativa Liga Ventures. O objetivo principal da iniciativa é fazer conexões entre as startups participantes e as áreas de negócio da Sodexo On-site Brasil, gerando interações e oportunidades para os jovens empreendedores, além de buscar soluções para os desafios enfrentados no dia a dia da empresa e clientes. Para isso, o programa busca startups com sinergia com a temática de soluções em Facilities Management.

“A continuidade desse programa é muito importante tanto para promover novos negócios e trazer ainda mais inovação para a companhia, como para incentivar o empreendedorismo e a inovação de startups brasileiras e assim trazer mais e melhores soluções para o mercado. Além disso, acreditamos que esse tipo de iniciativa proporciona oportunidades para novos talentos e contribui para o crescimento, visibilidade e expansão de novas ideias e projetos”, afirma Tomaz Peeters, Diretor de Marketing, Estratégia e Relacionamento com Clientes de Serviços Corporativos da Sodexo On-site.

Ainda segundo o executivo, a iniciativa reforça o compromisso que a companhia tem em investir no desenvolvimento de soluções que contribuem na geração de ganhos de eficiência e geração de valor nas atividades non-core de clientes e em fortalecer sua presença no mercado brasileiro. “Essa conexão nos permite maior agilidade nos processos ao mesmo tempo em que as startups têm a oportunidade de testarem e validarem suas soluções dentro da cultura de uma empresa multinacional”, conclui Tomaz.

É o que aconteceu com Alfred Delivery, uma das startups participantes da 1ª edição. Fundada em 2017, na cidade do interior paulista Ribeirão Preto, pelo engenheiro eletricista Myrko Micali, a ideia da startup nasceu após uma necessidade pessoal de uma alimentação balanceada também no delivery, que tradicionalmente tem mais ofertas de comidas fast food, principalmente em cidades menores. A plataforma oferece delivery de supermercado, farmácia, restaurantes, e com a ferramenta “peça o que quiser” o cliente consegue escolher o que precisa e a entrega é realizada em até uma hora. Além disso, tem a opção de delivery para as empresas “Alfred Empresarial”.

“Para nós foi um divisor de águas participar do Sodexo Accelerator. A experiência nos conectou com uma grande empresa do setor de food, no qual estamos inseridos, que nos abriu portas de processos e expertises de áreas que nem imaginávamos principalmente na questão de saber a maturação de uma empresa como a nossa. Foi um casamento de expectativas muito bom”, afirma Myrko Micali, CEO da Alfred Delivery.

E a mentoria virou uma parceria que rendeu frutos para ambos. Atualmente a empresa, que está presente nas 5 regiões do Brasil com crescimento mensal médio de mais de 40%, mantém-se conectada à Sodexo em projeto piloto.

Tags

BR Angels chega aos 200 investidores-anjos e R$ 65 milhões para aportes em startups

Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels

Com o objetivo de atrair novos investidores-anjo interessados em apoiar startups com alto potencial de crescimento, o BR Angels Smart Network acaba de estruturar seu 4º Batch. Com 50 novas posições preenchidas, a rede nacional de investimento-anjo, composta por empreendedores e executivos de grandes empresas, atinge o número de 200 associados. 

Recentemente, o modelo de investimento do BR Angels, que combina capital financeiro com capital intelectual, foi comprovado com seu primeiro exit a partir da venda de uma startup do seu portfólio, a adtech Chiligum, para VidMob, empresa líder mundial em soluções tecnológicas para marcas.

Os novos anjos agregam um potencial de mais de R$ 20 milhões ao BR Angels, que passa a concentrar um soft commit de R$ 65 milhões para aplicar em novos negócios. A rede irá buscar principalmente startups dos segmentos de fintech, edtech, insurtech, hrtech, healthtech, SaaS e marketplaces em geral, que poderão contar com um ticket para co-investimento anjo de até R$ 5 milhões. A expectativa é fechar o ano com o dobro de startups no portfólio em relação a 2020.

Segundo Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels, a rede acompanhou o momento do ecossistema de empreendedorismo brasileiro, que conseguiu driblar a crise econômica mundial, superar os desafios impostos pela pandemia do coronavírus e, com isso, atingiu níveis históricos em 2021. 

“Para o próximo ano, a expectativa é que o setor esteja mais aquecido do que nunca, com a plena retomada das atividades presenciais pós vacinação. Por isso, estruturamos o 4º Batch e fortalecemos a nossa rede, que possui 80% dos associados em cargos C-Level ou como Board Members de grandes companhias nacionais, além de 20% como founders e partners de negócios de sucesso. Nós queremos apostar cada vez mais em startups porque acreditamos que elas têm o poder de modernizar o mercado e movimentar a economia do país. Vale ressaltar que novos associados só entram no BR Angels por indicação, uma forma de manter o alto nível de qualidade”, comenta Cintra. 

Para serem beneficiadas pelo BR Angels, as startups passam por um minucioso processo de seleção, em que devem apresentar seus pitches em Pitch Days e ser validadas por dois terços dos associados envolvidos. O grupo oferece duas chances de seleção e garante duas indicações para a rede de mais de 70 parceiros estratégicos, dentre hubs de inovação, venture capital e diversas empresas, mesmo para as startups que não forem escolhidas para receber os aportes. 

Portfólio diversificado

Desde o ano de sua formação, em 2019, o BR Angels já aportou mais de R$ 15 milhões em quatorze startups, são elas: Chiligum, MindMiners, Nvoip, Home Agent, VUXX, iRancho, Dialog, CustomerX, Autoforce, LandApp, Cignifi, Musii, Motorista PX e Circular Brain.

Fundada pela Forbes Under 30 Deborah Folloni, a Chiligum é uma plataforma de automação criativa que aumenta a produtividade de equipes de marketing. A adtech recebeu um aporte de R$ 2 milhões do BR Angels e um co-investidor em junho de 2020 e acaba de realizar um exit com a aquisição pela empresa líder mundial em soluções tecnológicas para marcas VidMob. Para a fundadora, a interação com o BR Angels foi fundamental para este grande passo da startup. 

“Nós somos muito gratos por ter atraído capital qualificado e não apenas como commodity, pois quando o BR Angels fala em SMART, é realmente isso que ele propõe. O grupo é muito ativo, sempre fez questionamentos, orientou e fez questão de estar por perto para ajudar. Foram as provocações, as pessoas e as introduções certas e isso fez toda a diferença pra gente construir a tecnologia que a gente construiu e concluir essa transação”, declara Deborah Folloni.

A Autoforce participou de uma rodada de investimento pela primeira vez no meio deste ano e chamou a atenção do BR Angels, além de um co-investidor, com o desenvolvimento de tecnologias e soluções de marketing digital para o setor automotivo. Para Tiago Cavalcanti, CEO da startup, o aporte de R$ 2,3 milhões representou uma mudança de estágio para o negócio. 

“Esse investimento foi uma validação do nosso negócio, estrutura e produto diante do mercado. Ele validou também aspectos da nossa cultura e da nossa visão do setor. Para nós, foi extremamente positivo pois, desde o pré-investimento, a rede se mostrou muito dedicada, o que nos cativou e inspirou confiança”, diz Cavalcanti.

Logo em seguida, o BR Angels realizou um co-investimento na LandApp, plataforma de logística de materiais e resíduos sólidos da construção civil que vem se destacando no mercado. Mayara Protti, co-fundadora e Head de Negócios da LandApp, afirma que o suporte do BR Angels foi muito além do dinheiro, já que todo o processo permitiu que a startup evoluísse o plano de negócio e os objetivos a longo prazo. 

“Nós temos reuniões mensais com o Board Advisor do BR Angels responsável pela nossa operação, que nos ajudam a revisar os resultados com direcionamentos e oportunidades de melhoria. A abertura de portas em novos clientes e as mentorias para cada área da empresa também são grandes benefícios, já que podemos aprender e trocar boas práticas com os membros e com outras startups do portfólio, que têm diferentes timings e experiências”, conta a empreendedora.

Foco no desenvolvimento intelectual

O BR Angels aposta no Smart Money como seu principal diferencial. Dessa forma, não investe apenas capital financeiro, mas principalmente capital intelectual, por meio de mentorias. Para isso, os anjos são divididos em nove áreas de conhecimento, nos chamados grupos SMART, que cobrem desde Planejamento Estratégico & Gestão até Financeiro & Backoffice, Customer Success e ESG (Environmental, Social and Governance). 

De acordo com a política do grupo, os investidores-anjo devem dedicar, no mínimo, quatro horas por mês às investidas do portfólio, o que totaliza mais de 100 horas de mentorias mensais de cada grupo SMART. Para Cintra, essa é a forma de garantir que o Smart Money não fique apenas no discurso e efetivamente beneficie as startups.

“Nós estruturamos essa forma de atuação para que todas as investidas recebam a devida atenção dos nossos associados, de acordo com a especialidade de cada um. Assim, elas conseguem receber conselhos valiosos de quem tem vasta experiência de mercado e ter insights para desenvolver os aspectos necessários do negócio. Essa é a interação que consideramos mais importante e que supera, inclusive, as quantias aportadas”, explica o CEO do BR Angels.

Dentre os 50 novos investidores que chegam à associação estão Celso Luis Lara Macedo, Vice Presidente LATAM da Farmers Edge, Georgia Rivellino, Gerente de Marketing da Simpress e Marcos Cruz, Diretor do Grupo Canopus. Outra personalidade é Camila Simão, Head de CX, Research and Product Marketing da Dock, empresa de tecnologia para meios de pagamento e Banking as a Service de destaque na América Latina. Para ela, integrar o 4º Bath do BR Angels é uma oportunidade de contribuir com startups com capital e tempo. 

“Eu entrei em contato com o universo das startups há dois anos e me encantei. Fiz um treinamento de Board de empresas digitais e busquei alternativas para participar mais ativamente – foi aí que encontrei o BR Angels e decidi me juntar ao grupo. Considero que minha carreira e visão de grandes corporações mais estruturadas, além da vivência em startups e amplitude de atuação em diferentes áreas, me possibilitam fazer uma leitura ampla dos novos negócios e agregar valor em frentes diversas”, declara a executiva.

Já Vittorio Danesi, CEO da Simpress, empresa especialista em outsourcing de equipamentos e soluções de TI, participou de todos os batches do BR Angels até o momento e afirma que sua motivação é estar inserido na nova economia.

“Além do aprendizado mútuo entre os associados e os empreendedores, a chance de obter um bom retorno sobre o investimento também é um atrativo, já que as startups são validados por um grupo seleto de profissionais experientes e isso maximiza as chances de sucesso. Com o 4º Batch, atingimos um patamar cada vez maior e mais maduro de avaliação e investimento em novos negócios”, finaliza o empresário.

Tags,