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Novas ferramentas de análises de dados visam ajudar a fornecer pacotes mais rápidos, um melhor atendimento aos pacientes e muito mais

Por Chris Stetkiewicz

Quando a Microsoft revelou o Azure Synapse Analytics há um ano, a empresa prometeu colocar dados e o poder da análise na ponta dos dedos das pessoas – em qualquer lugar de uma organização – enquanto liberava trabalhadores especializados em tecnologia para se concentrar em tarefas de maior valor do que gerenciar a infraestrutura de dados.

“Começamos com a hipótese de que é muito difícil para muitas organizações usar seus próprios dados e implantar a IA, e não há engenheiros de software suficientes no planeta para atender a necessidade de todas as análises que precisarão ser feitas”, disse John Macintyre, Diretor de Produtos de Azure Synapse e Plataforma de Análises da Microsoft. “Sabíamos que poderíamos tornar isso tremendamente mais simples.”

Com o Azure Synapse, a Microsoft oferece armazenamento de dados e análises ilimitados, conectando e simplificando múltiplas fontes de dados para que qualquer organização possa obter mais benefícios a partir de suas próprias informações.

Na quinta-feira, a Microsoft anunciou que a versão mais recente do Azure Synapse está em disponibilidade geral, e a empresa também revelou uma nova solução de governança de dados, o Azure Purview.

Nesse ano, desde que o Azure Synapse foi anunciado, a Microsoft diz que o número de clientes do Azure executando cargas de trabalho em escala de petabytes – ou o equivalente a 500 bilhões de páginas de texto impresso padrão – aumentou cinco vezes.

Isso inclui a gigante global de entregas FedEx. A empresa está colaborando com a Microsoft para construir o FedEx Surround, uma nova plataforma que usa produtos do ecossistema Azure, incluindo o Azure Synapse, que ajudará seus clientes a digitalizar suas cadeias de suprimentos e usar dados para gerenciar e rastrear o inventário em tempo real.

A FedEx verifica cada um dos 16 milhões de pacotes que fornece todos os dias mais de uma dúzia de vezes antes de chegar aos seus destinos. Isso gera enormes quantidades de inteligência logística útil. Esses dados são combinados com informações sobre tráfego e clima e armazenados no Azure Data Lake, um serviço de armazenamento e análise de dados escalável. Usando o Azure Synapse e o FedEx Surround, a empresa extrairá insights que poderão permitir entregas mais rápidas e eficientes.

“A capacidade de responder aos sinais digitais e ajustar a cadeia de suprimentos em benefício de nossos clientes e seus clientes é um diferencial fundamental para nós. Esse é o valor de próxima geração que queremos trazer aos clientes, e não poderá ser feito sem aproveitarmos o poder dos dados”, disse Sriram Krishnasamy, Vice-presidente Sênior de Programas Estratégicos da FedEx Services.

Nos próximos meses, a empresa planeja implantar o FedEx Surround para apoiar a distribuição de vacinas de COVID-19, o que exigirá uma orquestração cuidadosa para mantê-las preservadas na faixa de temperatura necessária enquanto se deslocar pela rede da empresa.

“Os insights que ganhamos com a análise contínua nos ajudam a otimizar nossa rede. Assim, à medida que a FedEx move remessas críticas de alto valor em todo o mundo, muitas vezes podemos prever se essa entrega será interrompida pelo tempo ou pelo tráfego e remediar essa interrupção, encaminhando a entrega para outro local”, disse Krishnasamy.

Usando dados para atender melhor os pacientes

Ser capaz de prever e planejar mudanças – imediatas e a longo prazo – pode fazer a diferença em praticamente qualquer negócio. Para Wolters Kluwer, provedor global de informações profissionais, software e serviços, os dados desempenham um papel fundamental em suas operações estratégicas, notadamente em sua divisão de saúde.

Por exemplo, a Wolters Kluwer construiu uma plataforma de engajamento do paciente que ajuda os profissionais de saúde a prever quando as condições médicas podem exigir acompanhamento do tratamento ou uma intervenção rápida após os pacientes saírem de um hospital. Além disso, seus sistemas de vigilância clínica extraem dados em tempo real a partir de prontuários eletrônicos de saúde para gerar alertas sobre condições clínicas críticas usando modelos predictivos.

“Nossos clientes estão tentando normalizar e criar sentido a partir de grandes quantidades de dados. Com nossas soluções Health Language, temos a capacidade de limpar e padronizar dados e terminologias médicas para permitir análises em cima disso”, disse Jean-Claude Saghbini, Diretor de Tecnologia da Wolters Kluwer para Saúde.

Antes de adotar o Azure Synapse, a Wolters Kluwer consolidou todos os seus dados de saúde de vários locais no Azure Data Lake, eliminando os “silos de dados” que impediam os funcionários de acessar e trabalhar com múltiplas fontes de dados. O Azure Synapse forneceu as robustas operações de machine learning (MLOps) necessárias para criação de um data lake entre produtos e fontes de dados, bem como pipelines de dados para suportar análises e IA avançada.

“Isso trouxe todos os nossos ativos de dados para um só lugar, para que as pessoas possam usá-los e processá-los, e usar o Azure Synapse para processar todos os dados é um dos grandes facilitadores dessa estratégia”, comentou Saghbini.

Em outro exemplo do valor de um gerenciamento de dados otimizado, a Wolters Kluwer foi capaz de customizar seu conteúdo aos dois milhões de médicos que usam sua plataforma de suporte clínico UpToDate todos os dias. Os dados anônimos de pesquisas clínicas da empresa têm sido usados por pesquisadores para identificar tendências locais ou globais de saúde. Por exemplo, um estudo mostrou que um aumento nas pesquisas relacionadas ao COVID-19 no UpToDate poderia sinalizar um aumento nas mortes relacionadas ao COVID por mês no futuro.

Uma solução caseira para catalogar dados

Enquanto os clientes estavam usando o preview do Azure Synapse no último ano, os engenheiros da Microsoft estavam ocupados desenvolvendo um novo serviço de governança de dados para automatizar a descoberta e catalogação de todos os dados, seja a partir de ambientes on-premises, multi-nuvem ou Software como um Serviço (SaaS). O Azure Purview, agora disponível em preview público, inicialmente permitirá que os clientes entendam exatamente quais dados eles têm, gerenciem sua conformidade com as regulamentações de privacidade e obtenham insights valiosos mais rapidamente.

O Azure Purview começou como um esforço interno de vários anos para ajudar nos esforços de transformação digital e conformidade de privacidade dentro da própria Microsoft. Mike Flasko, Diretor de Produtos do Azure Purview, lidera a equipe que trabalha com os principais executivos de dados, privacidade e segurança da companhia para criar produtos de análises e gerenciar os próprios volumes de dados da empresa, e os sistemas complicados que a Microsoft implanta para gerenciá-los.

Como muitas empresas, os engenheiros de dados, cientistas de dados e analistas de negócios da Microsoft precisam processar e entender esses grandes e intrincados fluxos de dados.

“À medida que modernizamos e trabalhamos buscando atender nossas próprias necessidades, aprendemos muito sobre o que é preciso para transformar digitalmente a Microsoft e gerenciar a privacidade de dados”, citou Flasko. “Cada vez mais clientes estavam nos dizendo que precisavam entender onde estavam todos os seus dados, como eles se movem e como poderiam acessá-los. Seus desafios eram semelhantes ao que estávamos experimentando dentro da Microsoft.”

Assim como o Azure Synapse representou a evolução do data warehouse tradicional, o Azure Purview é a próxima geração do catálogo de dados, diz a Microsoft. Ele se baseia nos recursos de pesquisa de dados existentes, adicionando aprimoramentos para cumprir as leis de manipulação de dados e incorporar controles de segurança.

“O Azure Purview foi projetado para ajudar os clientes a maximizar o uso compatível de seus dados”, disse Flasko. “Ele garante que você tenha uma compreensão abrangente de seus dados, como eles se movem e com quem você compartilhou os mesmos, o que é fundamental para o uso e governança eficazes dos dados.”

O serviço inclui três componentes principais:

  • Detecção, classificação e mapeamento de dados: O Azure Purview encontra automaticamente todos os dados de uma organização no local ou na nuvem, e avalia as características e sensibilidade dos dados. A partir de fevereiro, também será possível fazer o mesmo com dados gerenciados por outros provedores de armazenamento.
  • Catálogo de dados: O Azure Purview permite que todos os usuários pesquisem dados confiáveis usando uma experiência simples baseada na Web. Os gráficos visuais permitem que os usuários vejam rapidamente se os dados de interesse são de uma fonte confiável.
  • Governança de dados: O Azure Purview fornece uma visão panorâmica do cenário de dados de uma companhia, permitindo que os executivos de dados governem eficientemente seu uso. Isso permite insights fundamentais, como a distribuição de dados entre os ambientes, sobre como os dados estão se movendo e onde os dados confidenciais são armazenados.

A Microsoft diz que essas melhorias ajudarão a quebrar as barreiras internas que tradicionalmente complicavam e retardavam a governança de dados.

“Queríamos tornar o mais fácil possível para que nossos aplicativos, e os aplicativos de nossos clientes, interagissem entre si. Fizemos isso integrando e automatizando os sistemas de dados e ensinando-os a conversar com o Azure Purview. Isso permite que os engenheiros de dados sejam apenas engenheiros de dados, e os cientistas de dados possam ser apenas cientistas de dados”, finaliza Flasko.

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E-Commerce brasileiro cresce 87% no mês de outubro, segundo Mastercard SpendingPulse

De acordo com o levantamento Spending Pulse, da Mastercard, índice que rastreia as vendas gerais de varejo em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, que indicam que as vendas do e-commerce* brasileiro, em outubro, houve uma expansão de 87%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A média dos últimos três meses (agosto-outubro), foi de 84,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, acima do registrado no terceiro trimestre com 81,5%.

“O comportamento do consumidor nessa pandemia mudou, agora o comércio online faz parte do dia a dia e da vida do cliente. Por isso, por mais que a confiança do consumidor tenha caído no mês conseguimos analisar um crescimento nos dois canais – no varejo tradicional e o no online, que está sendo impulsionado pela redução do isolamento social e pelos benefícios sociais”, afirma Cesar Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

Vendas Totais

O comparativo registrou que no mês de outubro, o volume de vendas totais (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) teve expansão de 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média dos últimos três meses registrou crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, acima do que foi observado no terceiro trimestre com crescimento de 3,3%.

No varejo, quatro setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: supermercado, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e artigos de uso pessoal e doméstico. Os setores de vestuários, combustíveis teve desempenho abaixo do varejo total.

Nas regiões brasileiras: a região Norte (18,8%), Nordeste (12,3%) e Sul (11,4%) tiveram crescimento acima da média, enquanto Sudeste (8,9%) e Centro Oeste (4,2%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

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IBM Cloud oferece criptografia quântica segura e serviços criptográficos de alta proteção para ajudar a proteger os dados na era híbrida

A IBM (NYSE: IBM) anunciou hoje uma série de serviços e tecnologias em nuvem construídos para ajudar os clientes a manter o nível mais alto de proteção de encriptação por chave criptográfica disponível, para ajudar a proteger os dados existentes na nuvem e se preparar para futuras ameaças que podem evoluir junto com os avanços da computação quântica. Introduzido por cientistas de IBM Research, a empresa agora passa a oferecer suporte de criptografia quântica segura para transações de aplicativos e gerenciamento de chaves em IBM Cloud, se tornando a abordagem de criptografia de segurança quântica mais holística disponível hoje no mercado para proteção de dados.

Os novos recursos incluem:

• Suporte para criptografia de segurança quântica (Quantum Safe Cryptography Support): Usando padrões abertos e tecnologia de código aberto, este serviço melhora os padrões usados ​​para transmitir dados entre a empresa e a nuvem, ajudando a proteger os dados por meio do uso de um algoritmo de segurança quântica.

• Extensão dos serviços de IBM Cloud Hyper Protect Crypto: Novos recursos estão disponíveis para aumentar a privacidade dos dados em aplicativos em nuvem, onde as informações enviadas pela rede para aplicativos em nuvem e dados confidenciais, como números de cartão de crédito, são armazenados em um banco de dados que pode ser criptografado no nível da aplicação, apoiado pelo mais alto nível de proteção de encriptação de chave criptográfica do mercado, com a capacidade de ‘manter sua própria chave’ (KYOK – ‘Keep Your Own Key’).

“Conforme nossa dependência de dados cresce na era da nuvem híbrida e os recursos de computação quântica avançam, a necessidade de privacidade de dados se torna ainda mais crítica. A IBM agora oferece a abordagem de segurança quântica mais holística para proteção de dados disponível atualmente, para ajudar as empresas a proteger os dados existentes e se proteger contra ameaças futuras”, disse Hillery Hunter, vice-presidente e diretora de tecnologia da IBM Cloud. “A segurança e a conformidade continuam a ser um foco e uma prioridade chave para IBM Cloud à medida que continuamos a investir em computação confidencial e nossos recursos de criptografia líderes para ajudar empresas de todos os tipos, especialmente aquelas em setores altamente regulamentados, a manter os dados seguros.”

Preparando-se para futuras ameaças com Quantum-Safe Cryptography Support

Enquanto a computação quântica visa resolver problemas complexos que nem mesmo os supercomputadores mais poderosos do mundo conseguem resolver, os futuros computadores quânticos tolerantes a falhas podem apresentar riscos potenciais, como a capacidade de quebrar rapidamente algoritmos de criptografia e acessar dados confidenciais. Para mitigar esses riscos, a IBM desenvolveu uma agenda estratégica clara para ajudar a proteger a segurança de longo prazo de nossas plataformas e serviços. Essa agenda inclui a pesquisa, o desenvolvimento e a padronização de algoritmos básicos de criptografia quântica segura como ferramentas de código aberto, como CRYSTALS e OpenQuantumSafe. Inclui também governança, ferramentas e tecnologia para ajudar nossos clientes a embarcar nessa jornada para um futuro mais seguro.

Hoje, como o próximo passo dessa agenda, a IBM está disponibilizando seus recursos de criptografia líderes do mercado criados por criptógrafos de IBM Research, para ajudar os clientes com uma abordagem de criptografia quântica segura para seus dados em trânsito em IBM Cloud. Os recursos foram criados para ajudar as empresas a se prepararem para ameaças futuras e podem ser úteis contra ataques nos quais agentes mal-intencionados coletam dados criptografados hoje com a intenção de depois decifrá-los, conforme a computação quântica avança.

IBM Key Protect, um serviço baseado na nuvem que fornece gerenciamento do ciclo de vida de chaves de criptografia que são usadas em serviços em IBM Cloud ou em aplicações criadas pelo cliente, agora possui a capacidade de usar uma conexão Transport Layer Security (TLS) habilitada para criptografia quântica segura, ajudando a proteger os dados durante o gerenciamento do ciclo de vida da chave.

Além disso, IBM Cloud também está introduzindo recursos de suporte de criptografia quântica segura para permitir transações de aplicações. Quando as aplicações em contêiner nativas na nuvem são executadas em Red Hat® OpenShift® em IBM Cloud ou IBM Cloud Kubernetes Services, as conexões seguras TLS podem ajudar a realizar transações de aplicações com suporte para criptografia quântica segura durante o transporte de dados e proteger contra possíveis brechas.

Protegendo dados confidenciais com IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services

As empresas também precisam reduzir os riscos de ameaças externas e internas, bem como atender à conformidade regulamentar.

Hoje, IBM Cloud também está disponibilizando novos recursos para ajudar a proteger dados confidenciais e transações de aplicações usando IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services, que fornecem o nível mais alto de proteção de criptografia de chave criptográfica do mercado, oferecendo aos clientes a capacidade de manter sua própria chave (KYOK – ‘Keep Your Own Key’). Construídos em hardware certificado FIPS-140-2 Nível 4, o mais alto nível de segurança oferecido por qualquer provedor de nuvem do mercado para módulos criptográficos, esses serviços permitem que os clientes tenham controle exclusivo de chave e, portanto, autoridade sobre dados e cargas de trabalho protegidos pelas chaves.

Desenvolvido para transações de aplicações onde há uma necessidade mais profunda de criptografia mais avançada, os clientes de IBM Cloud podem manter suas chaves privadas seguras dentro do módulo de segurança de hardware na nuvem enquanto descarregam o TLS para IBM Cloud Hyper Protect Crypto Services para ajudar a estabelecer uma conexão segura com o servidor web. Eles também podem obter criptografia de dados confidenciais (como um número de cartão de crédito) no nível da aplicação, antes de serem armazenados em um sistema de banco de dados.

Continuando a atender às demandas de segurança de clientes e setores altamente regulamentados

A IBM tem investido em tecnologias de computação confidencial por mais de uma década e hoje oferece computação confidencial pronta para produção para ajudar os clientes a proteger dados, aplicações e processos.

Para reforçar seu compromisso com a segurança e conformidade, a IBM continua a colaborar com seus pares no mercado para progredir ainda mais nas iniciativas de padronização. Por exemplo, as melhores práticas de segurança em IBM Cloud agora estão disponíveis como um benchmark Center for Internet Security (CIS) Foundations para IBM Cloud, e os criptógrafos de IBM Research são contribuidores importantes para os algoritmos QSC que estão listados no National Institute of Standards and Technology (NIST).

¹As chaves de criptografia e as operações criptográficas são protegidas com o certificado HSM de mais alto nível-com os serviços Hyper Protect Crypto: FIPS 140-2 Nível 4.
²Com base no IBM Hyper Protect Crypto Service, o único serviço do mercado desenvolvido com hardware certificado FIPS 140-2 Nível 4. O FIPS 140-2 Security Level4 fornece o mais alto nível de segurança definido neste padrão. Nesse nível de segurança, os mecanismos de segurança física fornecem proteção abrangente ao redor do módulo criptográfico com a intenção de detectar e responder a todas as tentativas de acesso físico não autorizado.

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Magalu mais que duplica as vendas em novembro e ganha 10 pontos percentuais de participação de mercado no e-commerce

O Magalu fez a maior Black Friday de sua história. Em novembro, mês que contou com promoções diárias nas lojas físicas e nos canais digitais, a empresa mais do que dobrou suas vendas, na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com as consultorias Nielsen e E-bit, durante os quatro dias do evento da Black Friday, o e-commerce do Magalu ganhou dez pontos percentuais de participação de mercado. Foi a Black Friday do #TemNoMagalu. Além de suas categorias tradicionais, como tecnologia e eletrodomésticos-, foram vendidas mais de 5 milhões de fraldas, 90 000 latas de milho e 30 000 pneus. A Black Friday acompanhou, assim, o ritmo forte de crescimento de vendas de novembro.

A categoria Mercado foi um dos destaques do quatro dias de Black Friday. Mais de um milhão de itens — entre produtos de higiene e limpeza, alimentos e bebidas — foram comercializados entre quinta-feira e domingo. O marketplace também teve crescimento expressivo. O número de sellers que participaram desta Black Friday cresceu 152% em relação a 2019.

Mesmo com o crescimento exponencial das vendas, o Magalu manteve a qualidade do serviço ao cliente: as reclamações durante o evento representaram apenas 0,02% dos pedidos e foram 15% menores do que a média dos últimos seis meses, na análise do site Reclame Aqui.

Show da Black das Blacks Magalu


O Magalu começou a Black Friday deste ano com o megashow Black das Blacks Magalu, na virada de quinta pra sexta-feira. O evento ficou em primeiro lugar no Twitter brasileiro, com 37 000 menções da #BlackdasBlacksMagalu. Um dos pontos altos da noite foi a presença da Lu, em holograma, no palco. A influenciadora digital virtual interagiu com a audiência e até dançou ao som do forró dos Barões da Pisadinha.

A segunda edição do show Black das Blacks foi um evento de compras, uma data de festa e entretenimento. O conceito, conhecido como shopstreaming ou live shopping, foi criado na China, para a celebração do Dia dos Solteiros. “Nosso show foi um enorme sucesso — de vendas e de audiência”, diz Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Magalu. “Fizemos uma virada histórica.”

Com direção de Boninho, a Black das Blacks Magalu foi comandada pelo apresentador Luciano Huck e contou com shows dos principais artistas e influenciadores do país – nomes como a cantora Anitta, que comemorou seus 10 anos de carreira com um medley de seus principais sucessos, a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, o pagodeiro Dilsinho e os Barões da Pisadinha, além de uma dezena de outras estrelas da música e do humor.

A Black das Blacks trouxe para o palco alguns dos principais marcos do Magalu ao longo de 2020. Os sellers do Parceiro Magalu, plataforma criada para ajudar os pequenos varejistas analógicos que precisaram fechar suas lojas durante o auge da pandemia, apareceram no telão do show para trazer suas histórias – e, claro, oferecer seus produtos. Os vendedores da empresa, por meio da venda remota, interagiram com o comediante Paulo Vieira, ao vivo.

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Como foi 2020 para as startups brasileiras?

Por José Muritiba

O ano de 2020 não poderia ter começado com expectativas melhores para o nosso ecossistema. O ano, aclamado como “o poderoso ano das startups”, ganhou este título depois da ebulição do segmento em 2019, digno de cinco novos unicórnios brasileiros, grandes investimentos na área de inovação pela América Latina e o reconhecimento das grandes corporações.

Mas nem o mais pessimista dos cenários, poderia prever para este ano, uma pandemia mundial. Entretanto, mesmo com as adversidades, será que 2020 foi um bom ano para as startups? Em alguns aspectos, foi sim! E vou te contar porque.

O ano começou agitado já em seu segundo dia, com o anúncio de mais um unicórnio: a Loft, startup que compra apartamentos usados, faz reforma e revende, ganhou o título após receber um investimento de US$175 milhões de fundos internacionais. E apenas quatro dias depois, a fintech Nubank divulgou sua primeira aquisição na história. Tudo caminhava bem, até tomarmos consciência da pandemia.

A partir daí, a palavra de ordem do ano, foi: transformação. Mesmo nosso setor, acostumado as disrupções, ambientes de incerteza e que sabe a hora de pivotar, teve muito a aprender nos primeiros meses do ano. Foi preciso readequar o planejamento, sentar em cima do caixa, ser criativo e pensar como se preparar para o novo cenário. E em um segundo momento, avaliar as oportunidades.

Com certeza foi um ano desafiador, mas com startups se mantendo como tendência. Alguns segmentos que dependiam mais do offline, como eventos, shows, esportes e restaurantes, por exemplo, foram mais afetados e possivelmente os que terão mudanças mais profundas nos próximos anos. Em contrapartida, outros segmentos foram muito demandados e cresceram neste período: como o caso do EAD (ensino a distância) que fomentou as edtechs, delivery, e-commerce, health techs (startups de saúde e bem estar) e logística.

Resultados do Mapeamento de Startups 2020 que a Abstartups acaba de lançar, indicam que 38,1% das startups brasileiras abriram processos seletivos este ano e apenas 15,4% realizaram desligamentos. Outro dado interessante é que mais de 50% das startups residentes do CUBO, maior Hub de Inovação da América Latina, cresceram em 2020.

Em relação a acesso a capital, 2020 foi um ano atípico de investimentos, com registro de crescimento, especialmente em rodadas de investimentos. Se em 2019 as rodadas de SEED eram em torno de R$ 1,6 milhão, este ano, a média registrada foi para R$ 2,4 milhões. Além disso, em setembro tivemos o anúncio de mais uma startup unicórnio – A VTex, startup de e-commerce ganhou seu título após aporte de US$ 225 milhões do Softbank.

Além disso tudo, outras pautas importantes marcaram o setor: como a assinatura do Marco Legal das Startups pela Secretaria Geral da Presidência da República. O documento é um passo importante, que trará mais reconhecimento e personalidade jurídica para o setor, assim como as discussões sobre diversidade, que surgiram com muita força no ecossistema, que ainda se mostra com um “gap” gigante a ser melhorado.

Agora, nos resta aguardar como serão os novos caminhos para 2021. Precisamos, a acima de tudo, entender como serão os cenários com uma possível vacina e reabertura, quais os novos desafios e readequação de rotina de trabalho, modelos de gestão e novas tendências de consumo. Mas independente de qualquer coisa, continuamos positivos no fomento ao desenvolvimento do ecossistema!

José Muritiba, diretor executivo da Associação Brasileira de Startups

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A nuvem híbrida, a infraestrutura do futuro

Por Ana Zamper, vice-presidente de infraestrutura de TI da IBM para a América Latina

De acordo com o IDC, entre 2020 e 2023, o investimento direto global das organizações em transformação digital aumentará a uma taxa anual de 15,5%. Essa transformação se acelerou, em decorrência da pandemia, para atender às demandas do mercado e dos próprios cidadãos e consumidores.

Hoje, as empresas precisam de uma infraestrutura resiliente, flexível e segura para gerenciar suas operações e transações, ao mesmo tempo que entregam valor e novas experiências aos clientes. E é aqui que a nuvem híbrida desempenha um papel fundamental em ajudar empresas de todos os setores e portes a conseguir a reinvenção de seus negócios, levando em consideração 3 pilares:

1. Experiência digital. O uso de inteligência artificial baseada em nuvem no fluxo de trabalho do negócio, como atendimento ao cliente, detecção de fraude, consultoria, vendas online, entre outros, proporcionará valor agregado aos clientes, no formato digital, e ajudará a trazer a experiência da loja física para a loja online.

2. Migração de cargas de trabalho de missão crítica. Anteriormente, o foco da nuvem estava nos aplicativos do usuário; por exemplo, o uso do smartphone para verificar o saldo bancário. Porém, essas cargas de trabalho representam apenas 20% das cargas totais. Neste novo capítulo, veremos a migração dos 80% restantes das cargas para a nuvem híbrida, em um ambiente multicloud. Cargas úteis de missão crítica nas quais os clientes dependem para administrar seus negócios e que são muito ricas em dados – dados de negócios – irão para a nuvem híbrida ou precisarão se conectar à nuvem de alguma forma. Isso irá acelerar novos modelos de negócios, bem como aumentar a produtividade.

3. Integração dos sistemas tradicionais com novos sistemas. Segundo o IDC, na América Latina, a tendência é que, após o COVID-19, 59% das empresas invistam em nuvem híbrida, principalmente para cargas de trabalho de missão crítica, enquanto 25% invistam na nuvem privada e 16% na nuvem pública. Nem tudo é público, nem tudo é local, porque existe uma solução adequada para cada necessidade de negócios; a nuvem híbrida tem 2,5 vezes mais valor para as empresas do que uma estratégia de nuvem tradicional.

A estratégia de nuvem híbrida permite inovação mais rápida, entregar uma experiência melhor aos clientes, entrar em novos modelos de negócios e fazer a transição para novas tecnologias, como Inteligência Artificial, para obter maiores insights dos clientes e do negócio.

Uma pesquisa conduzida no Brasil pela IDC, a pedido da IBM, apontou que, atualmente, 33% das empresas já integram ambientes de nuvem de distintos tipos e provedores, em uma abordagem de nuvem híbrida. Outras 17% apontam que planejam fazer isso nos próximos 12 meses, com grande foco em aprimorar a modernização e mobilidade de aplicações.

É por esse motivo que as empresas exigem uma nova geração de hardware e software que seja mais inteligente, mais seguro e projetado especificamente desde o início para alimentar cargas de trabalho avançadas em ambientes híbridos, como IA, Blockchain e IoT para acelerar a inovação.

A base dessa inovação continua sendo sua infraestrutura de TI – servidores escalonáveis e seguros, bem como armazenamento corporativo em contêineres – que, por meio da nuvem híbrida, permitirá que as empresas sejam mais inteligentes na forma como operam, mais resilientes para responder às mudanças no ambiente e mais flexíveis para otimizar a produtividade.

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Feninfra: sucesso do 5G no Brasil depende da China e de outros países

Por Vivien Mello Suruagy

Estamos ingressando em nova era de desenvolvimento, com o advento do 5G. Mais pessoas poderão estar conectadas ao mesmo tempo, com maior velocidade de navegação em dispositivos móveis, como tablets e celulares.

Cidades e eletrodomésticos inteligentes, entregas de encomendas por drones, carros autônomos, identificação facial de criminosos por meio de sensores em postes, cirurgias a distância, automatização do agronegócio e vídeos-chamadas em 3D são alguns dos avanços proporcionados pela nova tecnologia. Porém, as vantagens são mais amplas. A navegação na Web será até 100 vezes mais rápida do nos sistemas sem fio atuais. Poderemos baixar filmes em nossos celulares em menos de três segundos. O consumo de energia será menor e as baterias durarão muito mais, algo congruente com o conceito “mais por menos” e os preceitos da economia sustentável.

O 5G, que representará um salto em direção à inteligência artificial e à internet das coisas, deverá gerar negócios de 11 trilhões de dólares em 2025, conforme estimativas da consultoria Mckinsey & Company. Estamos falando de aumento significativo de produtividade, redução de custos e surgimento de novas soluções.

Contudo, para contarmos com esse fantástico futuro, inimaginável há poucos anos, alguns obstáculos precisam ser vencidos. A tecnologia é cara e a infraestrutura dispendiosa. Tudo se torna mais crítico quando falamos da necessidade de manutenção da saúde das empresas, abaladas pela crise provocada pela pandemia da Covid-19. Em todo o mundo, os distintos mercados enfrentam complexas turbulências.

Nesse cenário, torna-se premente reduzir despesas para transformar o capital, que anda escasso, em investimentos e geração de empregos, ampliando a conectividade brasileira. Tal desafio traduz-se, dentre outros requisitos, em não termos um leilão arrecadatório e restritivo, nem limitação de determinados fornecedores e tecnologias.

Há um debate sobre a proibição de produtos chineses, devido à segurança nacional. Tal preocupação, contudo, deve estar sempre presente e se aplica a produtos, equipamentos advindos de quaisquer nações. Todos os fornecedores, independentemente da origem, têm comprovado até o momento serem fiéis ao lema soberania e segurança nacionais. Proibição numa economia de mercado não são princípios do comércio global, e certamente significaria aumento nos custos, afetando toda a economia, num danoso efeito em cascata, considerando a importância vital da internet e das telecomunicações para todos os setores de atividade.

Muito mais importante e prudente do que restringir a competição é zelar pela qualidade do sistema e boas práticas e exigir equipamentos importados legalmente e certificados pela Anatel. Também são fundamentais a qualidade da mão de obra e a garantia da segurança das redes. O Brasil necessita, sim, de empresas sérias, que continuem resguardando e respeitando a segurança e soberania brasileira e contribuam para a digitalização dos processos.

Tais avanços são decisivos para incluir nosso país entre os protagonistas na Indústria 4.0, robótica e inteligência artificial, ao lado das nações mais desenvolvidas.

Vivien Mello Suruagy, presidente da Feninfra (Federação Nacional de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e Informática)

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FEBRABAN orienta como evitar golpes na Black Friday

A Black Friday está chegando. A mega liquidação, realizada tradicionalmente nos Estados Unidos na última sexta-feira de novembro, um dia depois do feriado de Ação de Graças, caiu no gosto dos brasileiros.

No entanto, aquela oportunidade para adiantar as compras de Natal gastando menos pode esconder alguns perigos. Criminosos aproveitam o momento de entusiasmo com o elevado volume de ofertas para intensificar suas ações e aplicar golpes que causam grande prejuízo. Eles usam, especialmente, a tática da engenharia social – técnica usada por bandidos que induz o usuário a fornecer informações confidenciais.

Com a entrada em operação do Pix, em 16 de novembro, as quadrilhas podem se aproveitar da baixa familiaridade das pessoas com a nova tecnologia para induzir a realização de transações em favor dos golpistas. Especialmente por meio de ofertas relâmpago com pagamento feito por meio da nova ferramenta.

Trata-se da utilização da engenharia social para enganar os clientes e não de uma falha de segurança. “O Pix é um meio de transferência de recursos tão seguro quanto qualquer outro, como TED e DOC. No entanto, os golpistas podem aproveitar a temporada mais intensa de compras para se passar por lojas e marcas e levar os clientes a fazerem pagamentos em favor das quadrilhas”, explica o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

Segundo Isaac, para evitar ser vítima dessas artimanhas, a principal dica é só realizar pagamentos via Pix para empresas conhecidas e conferir todos os dados do beneficiário antes de concluir as transações. “Se houver alguma divergência ou dado estranho, não realize o pagamento e entre em contato com um canal oficial de atendimento ao consumidor para esclarecer a situação.”

Outros golpes muito comuns nessa época do ano são:


• Boletos de pagamentos falsos;
• Páginas falsas que simulam e-commerce;
• E-mails, SMS e Mensagens Instantâneas com promoções falsas;
• Ofertas muito vantajosas nas redes sociais com valores muito abaixo de outros lugares; e
• Perfis falsos que investem em mídia pra aparecer nos stories.

Em algumas dessas páginas falsas, os consumidores precisam preencher um formulário com dados pessoais para ter acesso às promoções. Em outras, ao clicar no anúncio, o cliente já é direcionado para uma área de compra e convidado a digitar os dados do cartão de crédito.

A forma mais eficaz de não cair nesse tipo de golpe é realizar as compras por meio do site oficial das lojas, em vez de usar páginas promocionais e anúncios publicados no Google ou em redes sociais. “Se você, consumidor, se interessou por uma oferta que apareceu no seu e-mail ou rede social, não clique”, recomenda Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN. “Digite a URL do site no seu navegador de internet e confira se a mesma promoção está mesmo no site oficial da loja.”

As quadrilhas têm se especializado nesse tipo de ação baseado na captura de dados pessoais, após conquistar a confiança de clientes desavisados. “Hoje, 70% dos golpes feitos no mundo digital estão relacionados a engenharia social”, alerta Volpini.

Seguem mais algumas dicas para se proteger das quadrilhas que costumam agir no ambiente virtual:

• Ao receber um e-mail não solicitado, ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se o remetente é, de fato, uma empresa idônea. Não clique em links. Digite os dados no navegador para acessar;

• Ao utilizar sites de busca, verifique cuidadosamente o endereço (URL) para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores utilizam-se de “links patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas;

• Dê preferência a sites conhecidos e verifique a reputação de sites não conhecidos, lendo comentários de clientes que já utilizaram as plataformas;

• Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou inscrever seus dados bancários;

• Sempre utilize, em seu computador ou smartphone, softwares e aplicativos originais e mantenha sempre um antivírus atualizado;

• Caso seu celular seja roubado, entre em contato com a central de atendimento de seu banco para comunicar a ocorrência e bloquear as operações que podem ser feitas via smartphone;

• Não repasse nenhum código fornecido por SMS e nem qualquer outra informação, sem confirmação com o setor responsável das empresas através dos canais de atendimento; e

• Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com o cliente por meio de de aplicativos de mensagens, portanto sempre desconfie.

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CASE Startup Summit 2020 libera 450 horas de conteúdo em vídeo

O maior evento online de empreendedorismo e tecnologia da América Latina, o CASE Startup Summit 2020, liberou todo o conteúdo exibido durante o encontro, realizado em outubro. Por cinco dias, 24h por dia, os participantes puderam assistir a palestras, talks e exposição de produtos e serviços. A fim de disseminar as informações de qualidade compartilhadas na ocasião, os organizadores abriram os materiais em vídeo, disponível gratuitamente no site do evento: https://www.casestartupsummit.com.br.

Nomes conhecidos do ecossistema de inovação e empreendedorismo nacionais e internacionais expõem suas experiências nas palestras. São pessoas como Fabrício Bloisi, presidente do Ifood; Eric Santos, cofundador e CEO da Resultados Digitais; Gina Gotthilf, ex-vice presidente de marketing e growth do Duolingo; e Brad Feld, empresário, autor e investidor americano.

Mais de 25 mil pessoas participaram da edição de 2020 na plataforma virtual do evento, realizado pela Abstartups (Associação Brasileira de Startups), pelo Sebrae e Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE).

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PIX: a digitalização das finanças

Por Denis Piovezan, vice-presidente da Linx Pay Hub

À medida que evoluímos tecnologicamente, tudo à nossa volta tende a seguir a mesma direção. Em todo o Brasil, o Pix, plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central, tem dominado as conversas. Seja dos consumidores que começam a conhecer um novo jeito de pagar e transferir. Seja do varejo que começa a preparar suas soluções para aceitar a nova modalidade.

A verdade é que o Pix estimula uma experiência inovadora e abrangente para os usuários e faz parte da evolução da indústria de pagamentos – algo que empresas já investem há alguns anos. Mas, para o varejo, além da segurança e agilidade nas operações, existem outras vantagens como: conveniência, disponibilidade e informações agregadas.

Isso representa uma redução expressiva nos custos financeiros, com impacto positivo no consumo e no crédito. O capital de giro do varejista também será acompanhado mais de perto, já que não será necessário aguardar compensações financeiras nos dias posteriores – alívio para o fluxo de caixa!

Para que tudo isso funcione, será utilizada a chave Pix (número de telefone celular, e-mail, CPF ou CNPJ), QR Code ou tecnologia de troca de informações por aproximação. O melhor de tudo é que muitas empresas que fornecem tecnologia, produtos e serviços para o varejo já se adaptaram a essa nova demanda e criaram opções. É imprescindível, por exemplo, seguir oferecendo soluções de QR, mas incrementá-las, provendo serviços para iniciação de pagamento e conta transacional de forma integrada à automação dos clientes desde a captura, liquidação e conciliação.

Em outros países, como Reino Unido e Índia, que adotaram sistemas análogos, o movimento observado primordialmente foi o de substituição às transferências bancárias DOC e TED, sendo o varejo impactado apenas na segunda onda. No Brasil, ainda não é possível prever qual parcela do mercado será atingida primeiro, mas sabe-se que, com os cartões de crédito e pagamento por QR Code bem estabelecidos, a substituição ao dinheiro físico pode ser acelerada. Por isso, o varejista que não estiver preparado poderá perder essa janela de oportunidade.

O processo de ressignificação do setor representa um grande passo para o sistema financeiro nacional. É certo que um país de proporções continentais como o Brasil, com espectros sociais e financeiros distintos, poderá passar por etapas espaçadas para atingir uma implementação homogênea – basta lembrar que existe uma enorme parcela da população desbancarizada ainda. Porém, é certo que um novo mercado já começará a surgir desta movimentação, e apenas quem for resiliente, acompanhar e investir em soluções de ponta, usufruirá dos benefícios. Caberá às empresas envolvidas o movimento rápido e preciso para disputar a liderança e conquistar destaque e confiança perante os clientes.

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Black Friday com segurança nas compras on-line

Este ano, devido à Covid-19, as compras pela internet relativas à Black Friday, que acontece no dia 27 de novembro, deverão ser bem mais intensas. Para evitar dissabores e aproveitar com tranquilidade as promoções, Oscar Zuccarelli, Gerente de Segurança da Informação da Certisign, recomenda alguns cuidados importantes.

O primeiro deles é checar se a loja virtual é verdadeira. “Em épocas de alta no comércio, como a Black Friday, os ataques de Phishing crescem exponencialmente. Criminosos produzem páginas semelhantes às verdadeiras para roubar dados pessoais e financeiros. Para levarem as vítimas até esses sites, usam mensagens instantâneas, e-mails e SMS com ofertas espetaculares estimulando o clique”.

Segundo Zuccarelli, os e-commerces verdadeiros são protegidos por um Certificado Digital SSL, que garante uma navegação segura e a autenticidade do site. Para checar a presença deste protocolo de segurança é preciso conferir se o HTTP tem um S, portanto HTTPS, e depois clicar no cadeado na barra do navegador para ver se o SSL foi, de fato, emitido para a página em que você está navegando.

“Ao clicar no cadeado aparecerão as informações do domínio para qual o SSL foi emitido. A verificação é fundamental porque alguns criminosos protegem seus sites falsos com o SSL para confundir ainda mais o internauta. Se, por exemplo, você estiver na página lojaabc.com.br e o SSL foi emitido para cbaloja.com, melhor desistir da compra. A página é falsa”.

Outra dica é: ao receber uma oferta por meio de um link, não clique nele. Acesse a loja virtual diretamente do seu navegador para validar se as promoções são verdadeiras.

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Startups do inovabra habitat estão no Top 10 do Ranking 100 Open Startups 2020

O Ranking 100 Open Startups, publicação anual que destaca as startups mais atraentes para o mercado corporativo, anunciou durante o Whow! Festival de Inovação as empresas que mais se destacaram em 2020. Entre elas estão 10 habitantes do inovabra habitat – ambiente de coinovação do Bradesco, com atuação física e digital. As startups CoBlue, GETMORE, Smarkets, CleanCloud, Implanta IT, Digitalk, Guiando, Oficina de Valor, SVA Tech e Jobecam concorreram com mais de 13 mil inscritos e ficaram no Top 10 de oito categorias diferentes.

A Oficina de Valor, empresa focada em Data & Analytics que usa machine learning para ajudar as empresas a colocar os dados no dia a dia dos negócios, ficou em 1° lugar no ranking BigData; a Guiando, empresa especialista em desenvolvimento de tecnologias inteligentes para T.E.M. (Telecom Expense Management) e contas a pagar, também ficou em 1° lugar no ranking Fintech, a GETMORE, que atua no design e implementação de ações de gamificação, cashback e engajamento, ficou em 2° lugar no ranking Fintech; a Digitalk, que oferece SaaS para a transformação das centrais de atendimento, possibilitando um CRM omnichannel, ficou em 3° lugar no ranking Customer Service, a Implanta IT, startup especialista em inteligência de dados, que integra indústrias com seus canais de distribuição, ficou em 5° lugar no ranking de Agritechs.

A Smarkets, que consolida a demanda de diversos segmentos e possibilita a comercialização em alta escala de serviços e produtos, também ficou em 5° lugar no ranking Marketplace; a CoBlue, plataforma de gestão de desempenho & OKRs, ficou em 6° lugar no ranking New Trends; a SVA Tech, que desenvolve soluções de vídeo analítico baseadas em inteligência artificial e deep Learning, ficou em 6° lugar no ranking Indtechs; a CleanCloud, que oferece produtos para reduzir custos e melhorar conformidade com LGPD em nuvem AWS e Azure, ficou em 8° lugar no ranking NewTrends, a Jobecam, plataforma de empregos com vídeo recrutamento, inteligência artificial e entrevista às cegas por vídeo, ficou em 9° lugar no ranking Inteligência Artificial.

“Ficamos muito felizes em saber que as startups do inovabra habitat estão entre as mais atraentes para o mercado corporativo. Nosso objetivo é justamente conectar as melhores empresas e suas soluções aos desafios do Bradesco e das corporates do inovabra habitat. Vê-las no Top 10 em diferentes segmentos mostra que estamos no caminho certo. Queremos ampliar ainda mais as oportunidades de negócios conectando startups do Brasil inteiro, por meio do novo modelo digital do inovabra habitat”, destaca Renata Petrovic, head do inovabra habitat.

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Tentativas de ataques de hackers ao sistema do TSE não afetaram resultados das Eleições, afirma Barroso

As tentativas de ataques cibernéticos sofridas pelo sistema de totalização de votos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo (15) não foram capazes de interferir no resultado que as urnas apresentaram ao final do dia de ontem. A afirmação foi feita pelo presidente do Tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, durante coletiva à imprensa, em que fez um balanço do primeiro turno das Eleições Municipais de 2020.

Depois de uma apuração complexa, a equipe de especialistas da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE identificou 486 mil conexões por segundo para tentar derrubar, sem sucesso, o sistema de totalização de votos. “Houve um ataque massivo proveniente dos Estados Unidos, da Nova Zelândia e do próprio Brasil para tentar ultrapassar as barreiras de segurança de Tecnologia da Informação do TSE, mas que não obteve nenhum êxito”, garantiu Barroso.

O ministro explicou ainda que os dados administrativos vazados de funcionários e ex-ministros do Tribunal referiam-se aos anos de 2001 a 2010 e que foram divulgados neste domingo para causar impacto e a sensação de fragilidade do sistema. “São milícias digitais e grupos extremistas, inclusive já investigados pelo Supremo Tribunal Federal, que entraram em ação. Já pedi a instauração, pela Polícia Federal, de uma investigação sobre o assunto”, afirmou.

A respeito do atraso na totalização dos votos, o ministro Luís Roberto Barroso explicou que um supercomputador foi fornecido pela empresa Oracle para computar, de forma centralizada, os dados provenientes das urnas eletrônicas de todo o país. Ele ressaltou que a centralização, no TSE, da totalização dos votos foi adotada a partir de uma recomendação da Polícia Federal para reduzir a quantidade de superfícies de ataque.

O secretário de Tecnologia da Informação, Giuseppe Janino, disse que os peritos da Polícia Federal trataram a totalização da distribuição, no âmbito dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) como uma tática chamada de redução de superfície de ataque.

“Quando se têm 27 pontos, em tese, você teria o mesmo número de chances de pontos para atacar. Mas quando você concentra em um ponto e, nesse ponto, se concentram vários requisitos de segurança, como uma sala cofre de segurança, além de vários softwares, gestão e um serviço de vigilância 24 horas por sete dias na semana, se tem uma possibilidade menor de ataques. E como vimos, foram apontadas mais de 480 mil conexões por segundo ao sistema durante a eleição (mais do que o dobro registrado em 2016). Então, foi essa a estratégia e recomendação da PF que possibilitou seguir com o sistema atual”, explicou.

Efetividade

O ministro Barroso ainda reforçou que as eleições e o sistema digital das eleições funcionaram com efetividade. Segundo ele, o novo sistema é seguro e está respaldado por protocolos de segurança já conhecidos. “Não pretendemos voltar a um sistema anterior; não há nenhuma intenção de ruptura deste modelo, apenas continuidade com aperfeiçoamento do atual”, destacou.

No entanto, em razão da pandemia de Covid-19, o equipamento não pode ser entregue na data prevista e os testes prévios com os ambientes simulados da eleição não foram realizados. “A inteligência artificial demorou a processar os dados no volume desejado. Além disso, houve uma falha em um dos núcleos do equipamento”, destacou o presidente do TSE. De acordo com ele, o único impacto decorrente desse problema foi um atraso na divulgação do resultado de pouco mais de duas horas.

E-Título

Em relação à pane apresentada pelo e-Título ao longo do primeiro turno do pleito, o ministro explicou ainda que a origem da falha ainda está sendo estudada pela equipe de TI do Tribunal, que trabalha com duas possibilidades: um erro na concepção do app ou problemas de suporte devido ao grande volume de acessos que ocorreram na manhã de domingo (15).

Segundo informou, somente no dia do pleito, foram recebidas mais de 12 milhões de solicitações de emissão do e-Título, fato que gerou uma fila de atendimento no sistema. Ainda de acordo com o ministro, a expectativa é de que as falhas sejam detectadas e corrigidas até o segundo turno das Eleições Municipais 2020.

O presidente do TSE garantiu, porém, que quem baixar o app fora do horário de pico conseguirá acessar o serviço sem qualquer dificuldade.

Balanço das eleições

Durante a coletiva, o ministro Barroso apresentou um panorama do primeiro turno das Eleições 2020 que ocorreram em 5.567 municípios. Cinquenta e sete cidades brasileiras conhecerão o chefe do Poder Executivo Municipal no segundo turno, marcado para o dia 29 de novembro, sendo 18 capitais.

Dos 147,9 milhões de eleitores aptos a votar, 113,3 milhões (76,86%) compareceram às urnas, o que significa uma abstenção de 23,14% (34,5 milhões). Em anos anteriores, a abstenção ficou em torno de 20% (2018) e 17% (2016). Os estados que tiveram o menor percentual de abstenções foram Piauí (15,42%), Paraíba (15,78%) e Ceará (16,93%).

Quase quatro milhões de eleitores votaram em branco para prefeito e 4,4 milhões para vereador. Já os votos nulos totalizaram 2,4 milhões para prefeitos e 937 mil para vereador.

O percentual de mulheres eleitas para o cargo de chefes do Poder Executivo local aumentou, em relação ao pleito de 2016. Passou de 11,57% para 12,2%.

Já a quantidade de candidatos que se autodeclararam negros ou pardos que foram eleitos prefeitos aumentou de 29%, em 2016, para 32% este ano. O número de prefeitos de origem indígena eleitos também cresceu de dois (2016) para oito (2020).

A respeito do e-Título, até o dia das eleições (15/11) foram feitos mais de 13 milhões de downloads do aplicativo, sendo 3 milhões feitos apenas da última sexta para o sábado anterior ao pleito.

Mais de 600 mil justificativas de ausência às seções eleitorais foram feitas pelo aplicativo, no domingo, e houve ainda 3 milhões de visualizações de consultas ao local de votação.

Nesta segunda-feira (16), foram registrados mais de 700 mil downloads do e-Título, e 460 mil justificativas foram feitas pelo aplicativo. Quem não compareceu à seção eleitoral para votar pode justificar por meio do aplicativo, em um cartório eleitoral ou pelo site Justifica (www.justifica.tse.jus.br), em até 60 dias após o pleito.

Confira a apresentação dos resultados do 1º turno das Eleições 2020.

Acesse a tabela de comparecimento e abstenção por unidade da Federação.

Fonte: TSE

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Black Friday 2020: Novo comportamento dos consumidores exigem mudanças no varejo

Por Elói Assis, diretor de varejo e distribuição da TOTVS

Está chegando um dos momentos mais esperados para os varejistas: a Black Friday, que em 2020 acontecerá em 27 de novembro. Neste ano, no entanto, o varejo está navegando em território desconhecido, devido às mudanças e incertezas na economia global causadas pela pandemia do Covid-19 e o fato de que esse período de isolamento encadeou uma série de mudanças no comportamento do consumidor, que vão da forma como ele se relaciona com a marca, aos critérios que ele considera para fazer uma compra e passando por um aumento significativo da participação da Internet nas vendas. Online virou a bola da vez e é a grande aposta do momento. E para quem ainda não se adaptou, a hora é agora.

Mas afinal, o que mudou? Com as lojas físicas fechadas é natural que as compras tenham migrado para o varejo online. Mesmo os consumidores que não estavam acostumados com compras pela internet, tiveram que adaptar seus hábitos e começaram a comprar por e-commerces e marketplaces, inclusive produtos essenciais. Costumo dar como exemplo a minha mãe, que começou a fazer compras de supermercado pela categoria “compre e retire” e ficou encantada pela facilidade. Ela não pretende voltar atrás, mesmo após o fim da pandemia. Segundo a revista Forbes, a penetração do varejo online foi acelerada em 4 a 6 anos devido a pandemia.

Dados do índice MCC-ENET – desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em parceria com o Movimento Compre & Confie – mostram que as vendas do setor mais que dobraram em junho de 2020. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 110,52%.

Ainda de acordo com o estudo, a expectativa é de um aumento de 80% das vendas durante a Black Friday de 2020, em comparação a 2019. A grande questão é como preparar a sua operação para dar vazão a esse evento e aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios.

Quando o assunto é abastecimento, é importante tratar seu estoque de forma verdadeiramente omnichannel, considerando o que está disponível nos ambientes físicos e digitais. Essa prática garante a disponibilidade dos produtos independente do canal escolhido pelo cliente, além de trazer o benefício de poder utilizar estoques mais próximos do cliente final. É o fim dos prazos longos de entrega, já que cada loja passa a ser considerada um centro de distribuição.

Já no âmbito da tecnologia, avalie muito bem a infraestrutura disponível. Caso você gerencie seus próprios ambientes on premise, certifique-se que tem capacidade para suportar um fluxo tão mais alto, além de ter alternativas para crescer rapidamente, caso a previsão de demanda se mostre subdimensionada. Considere as plataformas de SaaS (Software como Serviço), disponíveis em nuvens públicas, que nessas horas podem fazer toda a diferença entre assegurar a disponibilidade sem altos investimentos iniciais.

Com relação às ofertas, pode parecer clichê, mas não tente maquiar a estratégia “leve pela metade do dobro”, subindo os preços para depois dar descontos falsos. Os consumidores estão cada vez mais antenados e valorizam empresas que trabalham com transparência. Portanto, não comece esse relacionamento com mentiras, pois a confiança é algo que é fácil de perder e muito difícil de recuperar. É muito melhor pensar em estratégias factíveis, como frete grátis, brindes e agregação de serviços, do que dar um desconto enganoso e arriscar perder a credibilidade daquele cliente.

Por fim, lembre-se da análise de fraude, pois é algo que nessa época aumenta muito. Quando a compra é online, sem ter o cartão fisicamente presente na maquininha, quem fica com o prejuízo caso o dono do cartão não reconheça uma venda (o famigerado chargeback) é do varejista, que termina sem o produto e sem o dinheiro.

Costumo dizer que a missão do varejista só acaba quando o produto chega na casa do cliente e ele está totalmente satisfeito com aquela compra. Seja no ambiente online ou físico, uma venda de sucesso passa por diversos processos, do backoffice ao carrinho de compra ou PDV, então garanta que não fique nenhuma ponta solta e aproveite para surfar nessa onda positiva que esperamos para essa Black Friday 2020, que será como nenhuma outra até então.

Fonte da Forbes:

KOESTIER, John. COVID-19 Accelerated E-Commerce Growth ‘4 To 6 Years’. FORBES. Disponível em Acessado em: 31 ago. 2020

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Estudo IBM: 40% dos líderes de Recursos Humanos não estão preparados para serem os parceiros estratégicos de suas organizações

Um novo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), “Acelerando a Jornada para o HR 3.0”, revela que menos de 40% dos CHROs entrevistados possuem as habilidades necessárias para ajudar a empresa em sua estratégia de negócios. O estudo foi conduzido em parceria com o analista independente global Josh Bersin, da Josh Bersin Academy, com mais de 1.500 executivos de RH globais entrevistados em 20 países, incluindo o Brasil, de 15 setores.

Esse dado reforça uma outra pesquisa da IBM feita em 2018 que estima que 120 milhões de profissionais nas 12 maiores economias do mundo podem precisar passar por reskilling nos próximos três anos, devido à IA e automação. Esse desafio foi intensificado pela COVID-19, pois, conforme a transformação digital é acelerada, habilidades inadequadas revelam-se como um dos maiores obstáculos ao progresso.

Em paralelo, segundo um estudo feito com consumidores, as expectativas dos funcionários pesquisados em relação aos seus empregadores mudaram significativamente durante a pandemia. 74% dos líderes C- Level acreditam que suas organizações os ajudaram a aprender as habilidades necessárias para se adaptar e trabalhar de uma nova maneira, em comparação com apenas 38% dos funcionários pesquisados. Já 80% dos executivos que participaram da pesquisa dizem que sua empresa está apoiando a saúde física e emocional de seus funcionários, mas apenas 46% dos funcionários pesquisados concordam com esta avaliação.

“É fundamental que o RH se reinvente para acompanhar as novas necessidades de suas organizações e promover uma nova era de recursos humanos, na qual a experiência do funcionário seja central para a tomada de decisões. A visão de HR 3.0 exige que as organizações construam engajamento com funcionários remotos, passem a trabalhar de forma ágil e, ao fazer isso, impulsionem a produtividade com equipes versus indivíduos, promovam confiança em tempos incertos e cultivem forças de trabalho resilientes”, comenta Kelly Ribeiro, líder de Talent and Transformation para IBM Services na América Latina.

Outros destaques do estudo incluem:

• Quase seis em cada dez empresas de alto desempenho pesquisadas relataram usar inteligência artificial e análises de dados para tomar melhores decisões sobre seus talentos, como programas de treinamento e decisões de remuneração. 41% estão aproveitando a IA para identificar as habilidades que precisarão no futuro, em comparação a 8% nas outras empresas.

• 65% das empresas de alta rentabilidade pesquisadas recorrem à inteligência artificial para identificar habilidades comportamentais, como mentalidade de crescimento e criatividade para construir equipes diversificadas e adaptáveis, em comparação a 16% de seus pares.

• Mais de dois terços de todos os entrevistados disseram que as práticas ágeis são essenciais para o futuro do RH. No entanto, menos da metade das unidades de RH nas organizações participantes tem capacidades de design thinking e práticas ágeis.

• 71% das empresas de alto desempenho pesquisadas relataram que estão implementando amplamente uma arquitetura de tecnologia de RH consistente, em comparação com apenas 11% das demais.

“Para atingir o alinhamento de negócios de longo prazo entre líderes e funcionários, este momento exige que o RH opere como um consultor estratégico, uma nova função para muitas organizações de RH”, disse Josh Bersin, analista global independente e reitor da Josh Bersin Academy. “Muitos departamentos de RH estão buscando tecnologia, como nuvem e análise de dados, para oferecer suporte a uma abordagem mais consistente e de autoatendimento às responsabilidades tradicionais de RH. Oferecer capacitação aos funcionários por meio de suporte abrangente pode gerar mudanças estratégicas mais amplas para os negócios em geral.”

Os resultados do relatório sugerem três recomendações chave para promover uma mudança duradoura

De acordo com o relatório, os executivos de RH pesquisados em empresas de alto desempenho tinham oito vezes mais probabilidade do que seus pares pesquisados de impulsionar a transformação em suas organizações. Entre essas empresas, as seguintes ações são prioritárias:

• Acelerar o ritmo de aprendizado e feedback contínuos.
• Cultivar uma liderança empática para apoiar o bem-estar holístico dos funcionários.
• Reinventar sua função de RH e arquitetura de tecnologia para tomar decisões com base em dados em tempo real.

O Burger King Brasil é um exemplo de empresa que respondeu rapidamente às expectativas e necessidades dos novos funcionários que se apresentam neste momento. O Burger King Brasil trabalhou com a IBM para criar um novo assistente virtual baseado no IBM Watson Assistant, que ajudou durante a pandemia a fornecer suporte de autoatendimento à sua força de trabalho, bem como comunicações e conexões mais transparentes entre si e com a liderança da companhia. A solução dá suporte a seus 16 mil funcionários e, em média, respondeu a 1.100 perguntas por dia somente em abril.

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500 Startups e AMBEV promovem 4 Bootcamps virtuais

Uma das maiores dores que as startups encontram ao iniciar sua operação está na criação de seu product market fit e na busca por investimentos. Desde 2011, a‌ ‌‌500‌ ‌Startups, ‌fundo‌ ‌de‌ ‌capital‌ ‌semente‌ ‌mais‌ ‌ativo‌ ‌do‌ ‌mundo‌ ‌e‌ ‌com‌ ‌maior‌ número‌ ‌de‌ ‌saídas‌ ‌nos‌ ‌Estados‌ ‌Unidos‌ ‌e‌ ‌globalmente,‌ ‌segundo‌ ‌o‌ ‌‌Pitchbook‌ ‌2019, tem olhado atentamente para o ecossistema brasileiro de startups. E, após investir em mais de 40 negócios, está criando ações para ajudar esses empreendedores a escalarem.

Pensando em fortalecer ainda mais sua atuação no Brasil, o Fundo de Venture Capital escolheu a AMBEV como sua primeira parceira para criar ações de desenvolvimento para o ecossistema e irá promover bootcamps exclusivos para founders. Entre os dias 30 de novembro e 03 de dezembro, as empresas irão promover 4 bootcamps virtuais exclusivos para empreendedores que estão com suas startups em estágio inicial. Serão selecionados 10o negócios, até o dia 27 de novembro, e os 10 que melhor performarem, contarão com uma mentoria exclusiva com o time da 500 Startups.

“Nossa metodologia nasceu no Vale do Silício, mas acreditamos no acesso democratizado do conteúdo e da nossa rede de mentores para os empreendedores do mundo todo. Encontramos um alinhamento muito forte com a AMBEV para trabalharmos em conjunto e contribuir para o ecossistema brasileiro. Por isso, decidimos investir em um conteúdo digital, com o objetivo de atrair negócios de diferentes regiões do país e em diversas verticais. Será uma excelente oportunidade , principalmente durante essa fase de pandemia, de se conectar com founders e mentores ao redor do Brasil”, comenta Bedy Yang, sócia da 500 Startups.

Durante a parceria, a AMBEV ativará sua comunidade nacional, líderes de ecossistemas de startups e parceiros de inovação para garantir que a oportunidade seja visível em todo o país. Já o fundo de Venture Capital, irá compartilhar seu manual global de product market fit e abordará temas como fundraising e criação de pitch. Além disso, os mentores compartilharão atividades práticas, que ajudarão esses fundadores no desenvolvimento de seus negócios.

“Desbloquear o potencial dos fundadores em estágio inicial é peça chave para o desenvolvimento do ecossistema. Sabemos que a construção de startups bem fundamentadas pode aumentar as chances de sobrevivência durante o chamado vale da morte, no qual esses negócios já iniciaram as operações, mas ainda não obteve lucro. Por isso, queremos trazer um conteúdo rico e fechar novas parcerias para ajudar esses negócios crescerem”, reforça Flávio Dias, sócio da 500 Startups no Brasil.

A AMBEV interage com mais de 300 startups anualmente no Brasil e ouve as dores de desenvolvimento de suas equipes. Os esforços da companhia para construir uma comunidade de inovação forte levaram a corporação a conquistar o Startup Awards 2020 como a melhor empresa para se fazer negócios. “Essa parceria com a 500 Startups reforça nosso objetivo de ajudar o ecossistema de inovação como um todo. Queremos democratizar cada vez mais nosso ecossistema. Temos certeza de que podemos fazer diferença na comunidade de empreendedores do país”, ressalta Bruno Stefani, Diretor de Inovação Global da AMBEV.

Para se inscrever na série de bootcamps acesse: brasil.500.co/bootcamp

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A evolução do RH em meio a pandemia e a transformação digital

Por Ana Paula Prado, Country Manager do InfoJobs


A transformação digital é uma realidade dentro das organizações. Para as empresas, além das questões financeiras, a pandemia trouxe um novo desafio, principalmente, para os negócios mais tradicionais que exigem presença física: a revolução digital.

Empresas que ainda não estavam 100% adequadas às transformações digitais tiveram que fazer essas mudanças repentinamente. Atualmente, diversos processadores e recursos promovem a transformação digital nas empresas, desde os softwares mais simples de armazenamento e processamento de dados, a ferramentas que digitalizam processos, mensuram resultados de forma automática, detectam erros e evitam desperdício de tempo durante a execução de atividades.

Cada vez mais, as soluções digitais são consideradas recursos estratégicos para alcançar as metas e tornar o dia a dia mais eficiente e prático. Com essas tecnologias auxiliando o trabalho dos colaboradores é possível oferecer um serviço de maior qualidade, atendendo as demandas do mercado, além de aumentar a produtividade, por facilitar a rotina e diminuir os custos com um trabalho mais eficaz.

Na área de RH especificamente, os recrutamentos digitais promovem economia de tempo e custos, permitem que a área possa focar em outras atividades, pensar em contratações estratégicas para desenvolver equipes de alto desempenho, além de traçar planejamentos para marca empregadora. A implantação de tecnologia em RH proporciona economia de recursos, fluxos mais rápidos, foco na gestão de pessoas, aumento na produtividade e contratação melhor e mais rápida.

Com as ferramentas digitais é possível encontrar candidatos mais aderentes às vagas. No processo manual, os currículos são triados e analisados um a um, entretanto, com os avanços tecnológicos é possível coletar e selecionar os candidatos por meio de filtros específicos para cada vaga.

Os testes e avaliações digitais decantam também o perfil de cada profissional, e as suas competências técnicas que podem suprir as necessidades de cada equipe, compondo setores mais qualificados. Ao identificar o perfil comportamental de cada candidato é possível fazer contratações mais alinhadas às demandas internas.

Nesse cenário de mudanças dentro das corporações cabe também ao setor de recursos humanos ser um ponto de apoio aos colaboradores, entender os seus anseios e dificuldades, além de trabalhar intensamente na comunicação e capacitação de gestores e funcionários para implementar as novas ferramentas e modelos de trabalho.

Essas adequações de emergência, quando executadas de forma consciente e eficiente, são vantajosas para todos, com consequências a longo prazo. Pensar no cenário após a crise irá ajudar a sua empresa a entender que essas transformações são permanentes, e outras mudanças também podem acontecer.

É interessante destacar que as novas adaptações da companhia estão sendo acompanhadas por todos os stakeholders, profissionais, fornecedores, acionistas, candidatos e clientes, o que causa impacto direto na reputação da sua marca empregadora.

Os processos da sua empresa levarão todos os aprendizados para o pós-crise! Será o momento de avaliar as mudanças que devem permanecer no seu planejamento, e as relações que estabelece com colaboradores, candidatos, clientes e fornecedores. A pandemia é temporária, a transformação digital não!
Sobre a porta-voz:

Ana Paula Prado, Country Manager do InfoJobs

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SAP Brasil e Intel apresentam módulo CoWorking One para automação de escritórios

Em parceria com Intel, a SAP Brasil apresentou uma solução inovadora para automação de escritórios em consonância com as recomendações necessárias para o enfrentamento da Covid-19. Batizado de CoWorking One, os módulos foram desenvolvidos pelas empresas ManyMinds, Skill e Ativy, sendo esta última a vencedora do hackathon promovido pela divisão SAP Business One em parceria com a empresa de coworking Eureka e apoio da Intel. Foram duas semanas com a participação de 11 parceiros SAP Business One para resolver uma demanda diretamente relacionada à crise do novo coronavírus.

A solução foi desenvolvida em SAP Cloud Platform e integra tecnologias inteligentes, como IoT, Machine Learning, chatbot, Blockchain, sensores de presença e câmeras inteligentes para garantir que os espaços sejam ocupados com segurança – o CoWorking One é capaz de monitorar a temperatura dos usuários e o cumprimento do distanciamento social; se estão todos de máscara; e mostrar pontos de concentração de calor.

Para isso, a Intel, através dos parceiros Alice Wonders e Pluginbot, participaram do projeto levando uma série de  ferramentas que permitem desde o agendamento de reserva – seja em coworkings ou em escritórios de empresas – até a liberação de acesso mediante mediação de temperatura, controle de impressoras comunitárias e de máquinas de café sem necessidade de contato manual, apenas ativando comandos na tela do computador ou do celular, já que a ferramenta também está disponível no formato mobile. O módulo funciona integrado aos ERPs SAP Business One HANA Cloud ou SAP S/4HANA Cloud.

A Diretora Geral da Intel Brasil, Gisselle Ruiz Lanza, conta que a parceria da Intel com a SAP Brasil visa oferecer soluções mais direcionadas e completas, utilizando da expertise de cada uma das empresas para sanar as necessidades dos parceiros. “A Intel e a SAP procuram constantemente gerar valor para a área de negócio dos clientes SAP. A SAP como líder de soluções para negócios e a INTEL com o conhecimento de IOT e inovação em Tecnologia se completam na oferta de soluções inovadoras e disponibilizam para os parceiros SAP ferramentas para que eles possam criar soluções completas e disruptivas em conjunto com os clientes.”

“O hackathon com parceiros e a participação de um cliente comprometido com o resultado da iniciativa trouxe muita troca de conhecimento sob um novo olhar para trazer maior segurança, gestão de crise e inovação para os ambientes corporativos, em especial os que são compartilhados. Contamos com o nosso ecossistema de parceiros para desenvolver uma solução integrada para coworking e que trará muito mais segurança e capacidade de gestão de ambientes. Muitas empresas estão diante do desafio de retomar gradualmente suas atividades nos escritórios e contar com uma solução como o módulo CoWorking One trazendo maior tranquilidade para esse retorno, tanto para as áreas de facilities e de patrimônio como para os colaboradores, explica Daniel Cabrera, diretor da divisão de Business One na SAP Brasil.

A Eureka, empresa que oferece espaços compartilhados ou projetados sob medidas para empresas no Brasil e no exterior, é a primeira usuária da solução para gestão de seus espaços de coworking, valorizando a segurança física e mental de seu público e em consonância com as novas regras sanitárias nos espaços corporativos. Além dos espaços de coworking, a empresa faz a gestão de escritórios corporativos para dezenas de companhias. Para assegurar a conformidade de seus espaços, a empresa criou o selo Safe Place to Work. O sistema permite reserva de espaço e acesso sem necessidade de contato manual com as instalações de uso comum; gestão da ocupação máxima dos espaços; recusa automática da entrada/check-in nas instalações em caso de ocupação máxima e/ou quando for excedido o limite contratual.

“O desafio Intelligent Coworking foi fundamental para a Eureka. Trabalhamos em conjunto com grandes desenvolvedores que souberam traduzir, em software,  as necessidades que temos nesta nova realidade. Junto com a SAP conseguiremos atingir e ajudar um número grande de co-workings e empresas, pra guia-los nesta retomada. Sem falar sobre a Safe Place to Work, que pretende ser uma referência em boas práticas nesta vertical”, explica Daniel Moral, fundador da Eureka Coworkings.

O CoWorking One já está integrado ao portfólio da SAP e disponível para contratação como módulo adicional dos sistemas de gestão SAP Business One e SAP S/4HANA, ambos na opção cloud by SAP. Cada empresa poderá definir as regras de acesso de acordo com suas políticas internas.  

Alberto Oppenheimer, Vice-Presidente da área Customer Advisory Office para SAP América Latina, explica que o desenvolvimento em duas semanas de uma solução completa para atender uma necessidade específica demonstra o potencial da SAP Cloud Platform para agregar inovação e customizar as soluções da SAP para demandas específicas do negócio. “Além de atender uma demanda do mercado de “Coworking” com agilidade, conseguimos envolver nosso ecossistema de parceiros, que agora poderá oferecer a solução para a nossa base de clientes de SAP Business One e SAP S/4 HANA no Brasil e em outros países”, completa.

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