PROTESTE aconselha consumidor a não gastar ainda com o 4G

A PROTESTE Associação de Consumidores e a Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET) enviaram nesta segunda-feira (29), à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um ofício por meio do qual questionam os primeiros passos da internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G) no Brasil e pedem esclarecimentos.

Para a entidade, a Anatel não deveria permitir a comercialização de planos que se dizem 4G, mas cuja cobertura ainda é restrita. Tem aparelho sendo vendido que sequer opera na banda de 2,5GHz, que é adequada ao 4G, pois tem grande capacidade para tráfego de dados, mas tem pouca abrangência.

De acordo com a PROTESTE, o lançamento do 4G pode ser caracterizado como propaganda enganosa porque aparelhos e planos mais caros acabarão por ser operados em frequências destinadas ao 3G. “Ou seja, depois de assinar o contrato de fidelidade com a operadora e se dar conta da limitação, o consumidor que precisa transmitir e receber grande quantidade de dados se sentirá enganado”, observa Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE.

A frequência com mais abrangência é a do 700 MHz, cujas regras para operação ainda estão em discussão por meio de consulta pública. Ou seja, o aparelho que não operar no 2,5 GHz, irá funcionar na rede 3G, até que a rede dos 700 MHz esteja implantada.

Como há equipamentos sendo vendidos como 4G que não operam na frequência de 700MHz, quando esta frequência estiver sendo utilizada pelas teles, o consumidor vai ter que trocar de aparelho, sendo que já pagou caro pelo que comprar agora. Não é aconselhável o consumidor investir em uma tecnologia ainda cara, compatível com poucos celulares e disponível ainda em poucas regiões de algumas cidades.

Há dúvidas sobre em quais faixas de frequência funcionará o serviço, que começou a ser oferecido semana passada pelas operadoras, de olho nas vendas para o Dia das Mães. Inicialmente o 4G funcionará na frequência de 2.5 Ghz, com baixo desempenho para locais fechados, o que implicará na necessidade de utilização de outras faixas de frequência relativas ao 3G e 3G Plus para se obter as velocidades prometidas.

As associações também pedem no Ofício para a Anatel informar em quais cidades e sites estão instaladas as antenas capazes de servir de infraestrutura para suporte do 4G. Pelo cronograma definido pela Agência, as operadoras têm até amanhã para por em operação as redes de 4G nas seis cidades que vão sediar a Copa das Confederações entre 15 e 30 de junho.

A PROTESTE constatou que foram homologados pela Anatel 11 modelos de aparelhos que operam na frequência de 700 Mhz, que seria adequada para o 4G. As operadoras e fabricantes estão oferecendo modelos de aparelhos, a preços superiores a R$ 1.800,00, como compatíveis com a nova tecnologia, mas que ou não operam na frequência 2.5GHz, ou não operam na frequência dos 700 MHz.

A Associação alerta a Agência para a necessidade de se orientar os consumidores a respeito dos aparelhos e suas características quanto à adequação às diferentes frequências e ao risco de adquirirem equipamentos caros que deverão ser trocados num curto espaço de tempo, uma vez que há aparelhos vendidos atualmente, configurados para as faixas já leiloadas – de 2,5 giga-hertz (GHz) – que não poderão ser usados na frequência de 700 mega-hertz (MHz), com previsão de ser leiloada no ano que vem.

Sequer foi encerrado o processo de regulamentação dos termos de uso das radiofrequências na faixa de 698 MHz a 806 MHz (Consulta Pública 12, com prazo de contribuições que se estende até dia 5 de maio). Isto significa que ainda será preciso aguardar a edição da norma pela Anatel, o período de consulta pública para o edital de licitação destas radiofrequências e, posteriormente, a licitação em si. Só então as operadoras vencedoras começarão a operar.

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Conheça as 35 melhores empresas para jovem começar carreira

A Embraer foi eleita a Empresa do Ano na premiação do Guia Você S/A – As Melhores Empresas para Começar Carreira. A Embraer disputou com 35 empresas classificadas no ranking do guia (veja lista abaixo), também eleitas como as melhores para os jovens brasileiros iniciarem suas carreiras.

A Embraer teve as notas mais altas em todas as categorias da pesquisa realizada para se chegar ao resultado. Além de um programa de incentivo à inovação que premiou autores de mais de 7211 ideias, a empresa investiu 9 milhões de reais em treinamento. Há ainda um programa para incentivar os funcionários a se tornarem instrutores internos. Hoje, são mais de 700 voluntários. Na campeã do ano, eles têm real oportunidade de aprender com os mais renomados profissionais do setor.

Quem recebeu o prêmio foi o vice-presidente executivo de pessoas, relações institucionais e sustentabilidade, Jackson Schneider,e a diretora de RH, Daniela Sena Bettini.

Vagas para trainee cresceram 56%
Juntas, as 35 empresas que entraram no Guia este ano somam 405 mil empregados — dos quais, 96,8 mil são jovens entre 18 e 26 anos. Quase 10 mil deles responderam aos questionários da Você S/A. Os resultados indicam que as empresas nunca contrataram tantos jovens com agora. O número de vagas para trainee cresceu 56% de 2011 para 2012. Da mesma forma cresceu a oferta para estagiários: as vagas dobraram no último ano. Essa movimentação das empresas em busca de talentos que ainda estão na universidade ou que acabaram de deixar os bancos escolares é uma necessidade em tempos de pleno emprego e maior competição por mão de obra qualificada.

Trinta por cento dos profissionais que responderam à pesquisa este ano gostariam de passar mais de dez anos no emprego atual. Outros 21% gostariam de permanecer entre cinco a dez anos na mesma empresa. Ou seja, cinco em cada dez respondentes da pesquisa pretendem investir em um ciclo longo de aprendizado.

Pesquisa é a única voltada para jovens funcionários
A pesquisa é feita em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) e a Cia de Talentos. O levantamento é o único desse tipo no mundo voltado exclusivamente ao público jovem, de 18 a 26 anos, e que avalia tanto o ambiente de trabalho quanto as práticas e políticas de gestão de pessoas das empresas para estes profissionais.

O estudo aponta que os homens ainda são maioria no quadro de funcionários jovens das empresas – eles representam 56% do total. A remuneração vai de R$ 610 a R$ 8.160. O salário geral médio dos jovens é de R$ 2.463, contra R$ 4.373 da média geral. A maioria (60%) ocupa cargo técnico operacional.

Destaques
Também foram premiadas as empresas que se destacaram em seis categorias: Carreira e Reconhecimento, Desenvolvimento Profissional, Identidade, Qualidade de Vida, Liderança e Inovação em RH.

Vencedores por Categoria
Carreira e reconhecimento – Itaú Unibanco
Desenvolvimento Profissional – Laboratório Sabin
Identidade – Ticket
Inovação em RH – MAN LatinAmerica
Liderança – Accenture
Qualidade de vida – Instituto de Pesquisas Eldorado
Melhor Empresa para começar a Carreira 2013 – Embraer

Lista completa das 35 premiadas
Embraer
Laboratório Sabin
Ticket
Man LatinAmerica
Dow Brasil s.a.
Accenture
Telefônica vivo
Accor
Cielo
Promon
Kimberly-clarkbrasil
Inec
Alcoa
Dupont
Itaú Unibanco
Ecorodovias
Instituto de Pesquisas Eldorado
Lojas Renner
Banco Bradesco
Suzano Papel e Celulose
Coca-Cola Guararapes
Grupo Boticário
Ipiranga
HSBC
Deloitte
Glaxosmithkline
Anglo American – unidade de negócio Níquel
Central nacional unimed
3m
Sanofi-aventisfarmaceuticaltda
Ambev
Aes Sul
Basf
Banco Santander
Ale Combustíveis

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Soluções tecnológicas podem elevar vendas em 50%, aponta pesquisa da Motorola Solutions

Segundo pesquisa de comportamento de consumo na América Latina da Motorola Solutions, Inc. (NYSE: MSI), 65% das vendas não realizadas poderiam ser evitadas se o vendedor contasse com alguma solução tecnológica que permitisse pedir o item desejado a outra filial ou oferecer a entrega no domicílio do consumidor. Desse modo, o estudo revelou que as lojas poderiam aumentar os lucros ao proporcionar melhor serviço, visto que 39% dos pesquisados indicaram que gastariam até 50% a mais nas lojas com um melhor atendimento, enquanto 21% estariam dispostos a gastar 10% a mais.

Como reforço disso, os resultados demonstram que 23% dos consumidores que entram numa loja saem sem completar a compra em sua totalidade. Dessas vendas não concretizadas, apenas 38% dos compradores realizam sua compra na mesma loja, enquanto 47% vão para a concorrência. Esses resultados fazem com que cada vez seja mais notória a necessidade dos varejistas de adotar tecnologias para aumentar a produtividade e eficiência de seus negócios.

A pesquisa de comportamento de consumo da Motorola Solutions para a América Latina (Holiday Shopper Survey) foi desenvolvida para revelar as experiências e atitudes no que diz respeito à utilização de determinadas tecnologias dentro da loja, com o intuito de melhorar a experiência de compra dos clientes. O estudo, realizado pelo segundo ano consecutivo, foi feito no México e no Brasil em dezembro de 2012. As pesquisas, efetuadas pela Research Now, incluíram mais de 430 consumidores e 115 supervisores de lojas.

Pontos importantes

• Os consumidores que não concretizaram suas compras em uma loja deixaram de gastar aproximadamente US$ 108 no México e US$ 162 no Brasil.
• Do total de consumidores que não concretizaram suas vendas, 62% não regressam à loja original.
• Quase três quartos dos consumidores pesquisados acreditam que os postos de informações ajudam os vendedores a oferecer um melhor serviço aos clientes.

“A experiência de compra dos consumidores pode ser aprimorada significativamente com a incorporação de soluções tecnológicas, pois elas permitem ao vendedor contar com informações em tempo real e realizar a venda de maneira mais efetiva. O estudo realizado para a Motorola Solutions demonstra claramente que o serviço de atendimento ao cliente tem relação direta com a decisão de compra. Por isso, os vendedores devem contar com todas as ferramentas necessárias para oferecer a melhor qualidade de serviço possível e garantir que as vendas sejam concretizadas”, diz Miguel Martinez Noguerol, vice-presidente Corporativo de Vendas e Operações, América Latina e Caribe
Sobre a Motorola Solutions A Motorola Solutions é provedora líder mundial em soluções e serviços de comunicação de missão crítica para governos e empresas. Com suas inovações e tecnologia de comunicação, ajuda seus clientes a fazerem o seu melhor, nos momentos que realmente importam. A Motorola Solutions opera na Bolsa de Valores de Nova York como “MSI”. Para mais informações, acesse: www.motorolasolutions.com.

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Pesquisa da Intel revela o papel do computador na vida das mães brasileiras

Uma pesquisa realizada pela Intel no Brasil levantou dados sobre o papel do computador e demais itens de computação na vida da mulher brasileira em diversos estados de sua vida. Os dados demonstram a capacidade dos computadores assumirem um papel crítico na vida das mães durante a criação dos filhos e o manejo da dinâmica familiar.
O estudo qualitativo acompanhou o dia-a-dia de famílias brasileiras em São Paulo e Recife para traçar um perfil de como essas famílias se relacionam com a tecnologia. Foram acompanhadas famílias em vários estágios da vida: sem filhos, com filhos pequenos, com filhos adolescentes e com filhos adultos. Os dados demonstraram que as mães consideram o computador um item fundamental em todas as etapas do desenvolvimento familiar, funcionando hora como ferramenta de suporte à renda familiar, hora como elo de comunicação entre a família.

Figura 1 – Papel do computador na vida das mães nos diferentes estágios da vida familiar

Acesso a computadores e Internet é fundamental

“A família brasileira já está plenamente inserida na vida digital. Mesmo nas casas onde ainda não temos um computador, o acesso à internet em LAN Houses, telecentros, empregos ou casas de amigos e familiares já transformou o computador em uma ferramenta indispensável para auxiliar as mães durante a vida.” afirma Maô Guimarães, Gerente de Pesquisa da Intel. “Entretanto, o papel do computador muda radicalmente durante a vida dessa família, fazendo o papel de ferramenta de trabalho, de lazer, e principalmente de educação dos filhos.”

Para as mães, o computador funciona como uma central de informação sobre a criação dos filhos, ferramenta para troca de experiências e conhecimento com outras mães na família ou no círculo de amigos, e também como ferramenta de educação e socialização dos filhos pequenos. Os filhos adolescentes tornam-se o foco da preocupação das mães, que acreditam que ter um computador disponível no lar dará aos pais maior controle sobre o que os filhos fazem na Internet. O computador também funciona como uma ferramenta de lazer simples, de fácil acesso e barato, realizando hoje um papel que em décadas passadas cabia à TV.

Quando os filhos estão adultos, o computador torna-se uma das principais ferramentas de contatos entre a mãe e os filhos, em especial quando estes estão estudando/trabalhando em outra cidade. O computador se transforma no centro da vida social e também do lazer de muitas mães, ajudando a diminuir a sensação de solidão e abandono familiar. Neste estágio, as mães estão retomando sonhos antigos e veem no computador uma ferramenta poderosa de realização pessoal. “Neste estágio, a mãe considera cumprida a sua missão de educar e preparar os filhos, e ela finalmente pode usar o seu computador em benefício próprio: buscando novos e velhos amigos nas redes sociais, descobrindo novos caminhos para a vida e sentindo-se muito mais conectada e informada sobre o mundo” complementa Maô.

Computador como ferramenta de educação para toda a família

As mães fazem a associação entre o computador, a educação e o emprego em todas as etapas da vida. O acesso à internet e à ferramentas de computação possui um papel que vai muito além da educação apenas dos filhos: é uma fonte de informação, emprego e estudo também para as próprias mulheres. As mulheres com filhos pequenos ou adolescentes entendem que o computador é uma ferramenta indispensável para a educação dos filhos, tanto como ajuda nos trabalhos escolares como ferramenta para pesquisas e busca do conhecimento por conta própria, sob a orientação dos pais.

Se durante a criação dos filhos a mãe está disposta a realizar sacrifícios em prol da educação da nova geração, a mulher sem filhos ou com filhos adultos ainda vê o computador como item essencial para a sua própria educação, preparação profissional e eventual fonte de renda adicional.

Realização pessoal das mulheres

Educação, trabalho, cultura e autonomia pessoal são os valores que as mulheres esperam conseguir quando adquirem um computador para a família. O dispositivo é altamente reconhecido como um meio para que a mulher alcance a realização pessoal e profissional, melhorando a autoestima, e transformando-se em uma fonte de felicidade e realização.

computadores são fontes de felicidade e realização para as mulheres
“Com a posse de um computador, muitas mães esperam ter maior acesso à educação, às oportunidades de trabalho, ao lazer e aos serviços e facilidades que a sociedade oferece. Muitas mulheres acreditam que a compra de um computador é como uma transição para um novo patamar de vida, agora mais inseridas e participativas socialmente”, afirma Maô Guimarães.

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Algar Telecom homenageia mães com vídeo case na web

A Algar Telecom, empresa detentora da marca CTBC, investiu no apelo emocional do mês dedicado às mães para destacar a nova oferta do plano pós-pago, reforçando os atributos de proximidade da empresa. A companhia escolheu dez clientes para participarem da gravação de um vídeo case, exclusivo para a web, em que os filhos fazem uma surpresa às mães.

No filme, feito em parceria com a agência Sic e a Produtora Imaginare, os filhos prepararam uma surpresa em um cinema cheio de cúmplices. Durante o filme, todos no cinema começam a falar ao celular. Quando a mãe se irrita com a situação, entra o lettering na tela do cinema: “Sabe por que só você não está falando ao celular? É porque você ainda não tem um Pós-Pago da CTBC. Mas calma que o seu filho tem uma coisa pra te falar.” Nesse momento, entra o depoimento do filho. Ao fim do vídeo, ele presenteia a mãe com um smartphone Algar Telecom.

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OlhóSEO reúne especialistas em tecnologia em Florianópolis

Começa nesta sexta-feira, às 14h, a terceira edição do OlhóSEO Show & Conference, no Hotel Majestic, Centro de Florianópolis. O evento reunirá especialistas em marketing digital, redes sociais, SEO (otimização de sites para ferramentas de busca) e Front End (uso de ferramentas que tornam mais amigável a interface e a navegação em softwares e sites) em uma série de conferências. Para o primeiro dia de evento, estão programadas oito conferências. Em paralelo, empreendedores, prestadores de serviço e investidores se encontrarão em uma feira criada para estimular o fechamento de negócios e o empreendedorismo.

Entre os conferencistas de marketing digital estão Katia Militello, Luciana Manfroi e Mari Bleyer, que juntas apresentarão o painel Mídia e Tecnologia. Katia é jornalista e diretora de redação da revista INFO, especializada em tecnologia e internet. Luciana Manfroi é pesquisadora, consultora de conteúdo para mídias digitais e coordenadora da Pós-Graduação em Mídias Digitais do Centro Universitário Estácio de Sá e Mari Bleyer, co-fundadora da Página Beverly Hills Catarinense. Também falarão sobre mídias sociais no primeiro dia de conferências os especialistas Estêvão Soares, Martin Balerio e Ruy Carneiro.

Desenvolvimento de Front End é outro tema que guia as discussões no OlhóSEO. Eduardo Shiota, Front End engineer e designer na Baby.com.br, abre a programação com a palestra Front-end para Ecommerce. Sérgio Lopes, Diego Eis e Almir Filho conversam com o público no mesmo dia. A programação completa das conferências pode ser vista no site www.olhoseo.com.br.

Feira de oportunidades

Em paralelo às conferências, haverá uma feira aberta ao público. Entre os participantes estarão a Endeavor, organização que atua no apoio a start ups, a Redirection, empresa especializada no planejamento e implementação de projetos para o crescimento ou a reestruturação de negócios, e diversas empresas da área de tecnologia, além de investidores.

O OlhóSEO segue até sábado, 4 de maio. O evento é realizado pela Jimmy, pela Octa Social Press e pela Pixelart, com patrocínio da UOL Host, CPA Brasil, Adeptsys – Brandviewer, Smartmob, Kapitalize, All Press Comunicação e BlackBerry.
Serviço

OlhóSEO Show & Conference

Quando: 3/5, a partir das 14h; 4/5, a partir das 9h

Onde: Majestic Palace Hotel, av. Beira Mar Norte, 2746, Centro, Florianópolis. Tel.: (48) 3231-8000

Saiba mais no http://www.olhoseo.com.br

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Volume de fusões e aquisições nos setores de telecomunicações e mídia é o maior registrado desde a bolha da web em 2000

O primeiro trimestre de 2013 registrou o maior volume mundial de fusões e aqusições nos setores de telecomunicçaões, mídia e tecnologia (TMT, sigla em inglês) desde a bolha da internet, em 2000. O dado faz parte do estudo Cenário para Planejamento de Mídia e Telecom da Atos Consulting, que aponta como a indústria está avançando para uma integração radical da cadeia de valor e para a economia de escala.

Aliado a isso, o crescimento explosivo no número de usuários de redes sociais que compartilham seus dados para acessar determinados serviços sinaliza a aceitação dos consumidores em abrir dados pessoais para uso comercial. Esse cenário pode desenvolver empresas com volumes massivos de informação, conhecidas como media hubs, fazendo com que a indústria de telecom dedique seus esforços em processar altos volumes de dados e sua comercalização.

O setor de telecomunicações está em rápida transformação, com uma mudança do controle do poder a partir da chegada dos parceiros de serviços “over the top” (OTT) que substituem o atual cenário de remuneração do setor. Inovações tecnológicas demandam processos ainda mais rápidos para a comercialização, em um ambiente com regulamentações ainda mais severas e consumidores exigentes. Em seu estudo, a Atos Consulting apresenta diferentes cenários que servem como diretriz para a estruturação de negócios dos próximos anos no setor de mídia, telecomunicações e tecnologia (TMT).

Mais de 60 analistas da empresa apresentam a sua visão sobre o setor e traçam quatro cenários distintos baseados em dois princípios chave – o grau de integração na cadeia de valor e o grau de controle e utilização de dados pessoais.

Cenário I: “Uma batalha de titãs”
A globalização incita as partes a colaborar com base numa integração vertical dentro da cadeia, ao mesmo tempo em que os governos protegem a privacidade de consumidores por meio de legislação, dificultando a inovação e o crescimento da economia de dados. As barreiras entre telecomunicações, mídia e mercado de software e hardware já não existem, resultando num mercado internacional único e inclusivo para a oferta de conteúdos e serviços na área do entretenimento.

A verticalização da cadeia facilita a oferta de serviços ponto-a-ponto aos clientes. Simultaneamente, os clientes ainda estão relutantes quanto ao compartilhamento, processamento e análise dos seus dados pessoais para a oferta de serviços personalizados. Para as empresas, ganhar a confiança do cliente deve vir da soma de uma marca forte e da percepção de que é uma parceira confiável e o tamanho das corporações é o fator determinante na batalha entre grandes fornecedores internacionais.

Cenário II: Moeda digital
Os dados são a nova moeda vigente em um mundo amplamente digitalizado e globalizado. O acesso livre, baseados em mineração e análise de dados, aliado a uma maior integração de mercado apresenta um enorme potencial de negócios para as “media hubs”, empresas com conhecimento abrangente de clientes que forencem serviços de mídia e comunicação fim-a-fim customizados. Essa indústria integra verticalmente e o resultado é um cenário competitivo com serviços focados em conteúdos, telecomunicações e hardware/software. Não somente o número de pessoas ligadas a redes digitais aumenta como também o número de dispositivos.

Os cidadãos ainda não se preocupam com quem gera, controla e usa os seus dados pessoais e não pessoais – que abre as portas de um mundo digital mais rico e baseado em realidade aumentada, no qual se pode pesquisar e obter o perfil detalhado de uma pessoa. Os fornecedores distinguem-se por meio da criação de uma experiência única para o cliente com o objetivo de melhorar o valor da sua marca. E isso exige conhecimento profundo e em tempo real de suas necessidades. As pessoas são “embaixadores de dados” e aceitam que a comercialização de seus dados é o preço a pagar por usar um serviço “gratuito”, pois estão pouco preocupados sobre quem gerencia, controla e usa os seus dados. E assim, abre-se uma porta para o desenvolvimento de um ambiente digital mais rico, baseado em realidade aumentada, onde é possível obter um perfil detalhado de uma pessoa. Os provedores vão se diferenciar entre si ao criar uma experiencia especial ao consumidor que irá aumentar seu valor de marca, e isso requer um conhecimento profundo e em tempo real dos desejos dos consumidores.

Cenário III: Muralhas da China
Players de nichos especializados começam a operar em partes epecíficas da cadeia de valor. Nesse cenário há, ainda, um controle governamental intenso e uma legislação rigorosa. E a localização física dos dados se torna importante devido a diferenças em legislações locais. O uso comercial de dados individuais faz com que os clientes fiquem relutantes em armazenar e partilhar os seus dados. Segurança, confiabilidade e qualidade são aspectos fundamentais de diferenciação das empresas. A cadeia de valor está amplamente fragmentada, o que resulta num cenário competitivo no qual cada empresa se torna especialista para atuar em um segmento de mercado particular e específico.

Cenário IV: O mundo dos intermediários
O fragmentado mercado internacional aliado ao uso potencial de dados permite o surgimento de novos intermediários responsáveis por agregar e distruibuir o conteúdo. A sua força está baseada na variedade de serviços e produtos diferenciados que englobam toda a cadeia de valor. Tudo isso combinado em uma plataforma e oferrtado aos consumidores finais a partir de um único ponto de contato. A ampla fragmentação torna difícil para os consumidores escolher entre as muitas opções, o que abre espaço para empresas que querem combinar os serviços e simplificar a escolha dos consumidores.

Eles se posicionam no mercado como intermediários (brokers) especializados em explorar o uso de dados pessoais, e usam essa informação para restringir a complexidade em um ambiente em que tantos provedores diferentes operam e fornecem serviços em uma forma inteligente. Para ser bem suceddido nesse cenário, os provedores tradicionais de telecom devem se focar em conhecer os consumidores a partir do processamento e análise dados pessoais e ao desenvolver um bom gerenciamento de fornecedores para a aquisição flexivel e rápida dos serviços necessários.

O setor de telecomunicações está pronto para as mudanças?
O setor de telecomunicações precisa entender se o uso comercial de dados foi ou não amplamente aceito. Será o uso de dados regulamentado e as pessoas e administração pública colocam a prividade em primeiro lugar? As pessoas estão preparadas para compartilhar e com isso gerar em um comércio ativo de dados? Ao mesmo tempo, há uma integração vertical na cadeia de valor: do conteúdo, passando por distribuição e dispositivos. Para se obter sucesso, o setor de telecomunicações tradicional tem que se voltar para o processamento de grandes quantidades de dados, estruturados e não estruturados (big data). E o desafio consiste em usá-los como a base para o desenvolvimento de novos modelos de geração de receita.

“A grande questão é se o mercado irá se integrar ainda mais ou irá se fragmentar na medida em que os players se especializam. Estamos assistindo a uma movimentação em direção a uma maior integração. Como exemplos: a Amazon vende tablets bem como conteúdo, o Google desenvolve uma rede de fibra e a Apple se aproxima dos consumidores diretamente por meio do dispositivo Apple TV. A questão que se segue é como será o comportamento de consumidores e governos frente ao uso comercial de dados pessoais”, afirma Michel van Buitenen, Gerente de Parcerias da Atos Consulting. “Uma coisa é certa: os dados são cada vez mais essenciais para os novos modelos de negócios. As organizações já entenderam o potencial do uso inteligente de dados. E isso é demonstrado pelo aumento de fornecedores de software de análise em tempo real. Todavia, a questão está em saber se os serviços mais tradicionais do setor de telecomunicações estão atualizados e prontos para este desenvolvimento”, conclui van Buitenen.

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Dinheiro do futuro já é aceito no Brasil

Bitcoin é o nome de uma moeda virtual que chegou a valer cinco vezes mais que o ouro em abril e tem a ambição de se transformar no dinheiro do futuro. Ela já pode ser usada para pagar produtos e serviços no Brasil e no mundo (como a pousada Kyrios, de Maresias/SP). Entre os que acreditam no seu potencial estão os gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss, que ficaram famosos ao processar Mark Zuckerberg, acusando-o de plagiar sua ideia para criar o Facebook. O analista de sistemas Thiago Mantins, de São Paulo, perdeu o equivalente a R$ 1 milhão ao investir seus bitcoins em um fundo que foi invadido por criminosos virtuais. As informações são da revista INFO de maio, que chega às bancas dia 2.

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FecomercioSP: Problema da CLT não é ser velha, mas não ter sido atualizada

Às vésperas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) completar sete décadas de existência, no dia 1º, sem ter passado por atualização, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizaram, nesta manhã, o seminário “70 anos da CLT – 101 propostas para a sua modernização”, em São Paulo, na sede da Federação. O público foi composto por lideranças sindicais, representantes de classe, advogados trabalhistas e empresários.

“O problema da CLT não é o fato de ela ser velha, mas não ter passado por uma atualização. Hoje há novas relações de trabalho, como uma pessoa que trabalha por projeto. Não dá mais para se pensar apenas em termos de vínculo empregatício como previsto na CLT, e é preciso fazer valer negociações coletivas”, disse o presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da FecomercioSP, José Pastore, ao apresentar um panorama 1943-2013 da lei. “Quando a CLT foi criada, o Estado era a única fonte de proteção do trabalhador, considerado hipossuficiente (carente). Isso mudou.”

A gerente executiva de Relações do Trabalho da CNI, Sylvia Lorena, apresentou o estudo “101 Propostas para a Modernização Trabalhista”, levantamento recente da confederação com temas importantes para a indústria e o setor de comércio e serviços – como gargalos da Legislação que aumentam custos das empresas e reduzem competitividade e produtividade. “As propostas não implicam em perda de direitos. O que se quer é adequação a novas formas de trabalho e um ambiente favorável à negociação. A desatualização da CLT só fomenta o conflito judicial”, comentou Sylvia, ao pontuar que há três milhões de demandas trabalhistas por ano na Justiça.

A proposta 19 do estudo da CNI, por exemplo, sobre serviços terceirizados, tem o objetivo de garantir direitos aos trabalhadores contratados dessa forma. “A terceirização é necessária, tanto que é um fenômeno na sociedade. Mas, pela cultura do brasileiro, virou sinônimo de trabalho precário”, criticou o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Guilherme Augusto Caputo Bastos, que participou dos debates.

Súmulas
A questão da jurisprudência gerada por centenas de súmulas judiciais do TST também foi tema do seminário. Nesse sentido, o pesquisador da Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Portela, compartilhou o estudo em andamento, encomendado pela FecomercioSP, a respeito dos impactos diretos e indiretos dessas súmulas sobre os custos trabalhistas para empresas e, consequentemente, para a sociedade.

A orientação jurisprudencial 342, sobre intervalo intrajornada, torna inválidos acordos e convenções que reduzem o intervalo de almoço. Em alguns casos, essa redução pode trazer benefícios tanto para trabalhadores quanto para empregadores. A empresa diminui custos e o funcionário pode sair mais cedo. “Ou seja, há espaço de barganha”, avaliou o pesquisador. O estudo da FGV, que será finalizado ao longo deste ano, vai mensurar cenários e custos efetivos em situações como essa em alguns setores.
Já o deputado federal Guilherme Campos (PSD-SP), relator do Projeto de Lei 950/11, que cria o Simples Trabalhista, apresentou os principais pontos do PL. “Sou favorável à negociação. O Brasil é muito grande, plural e diverso”.

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Pesquisa de satisfação com Teles não reflete realidade

A PROTESTE Associação de Consumidores enviou ofício à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) solicitando esclarecimentos sobre a metodologia utilizada na pesquisa de avaliação dos serviços de telecomunicações pelos usuários. A dúvida é como pode ter avaliação positiva um setor campeão de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, principalmente pela má qualidade na prestação dos serviços.

A Associação questiona como mais da metade dos usuários de telefone celular pós- pago se mostrou indiferente (nem satisfeito nem insatisfeito) em relação aos serviços; assim como 42% dos usuários da banda larga e 40% na telefonia fixa. Foram avaliados diversos níveis de percepção dos consumidores sobre os serviços de telefonia fixa, celular e TV por assinatura, e a banda larga associada a estes serviços. Metade de usuários de telefonia fixa considera o serviço regular ou ruim.

A avaliação que refletiu melhor a realidade foi em relação aos telefones públicos, os orelhões, cujas entrevistas foram feitas pessoalmente. As demais foram por telefone. Apenas 1,1% consideram o serviço satisfatório. Cerca de 45% estão insatisfeitos com os orelhões. E 5,2% estão totalmente insatisfeitos com o serviço no país, enquanto 48,7% consideram regular.

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Quatro escritórios de coworking são abertos por dia no mundo

Mais que uma tendência ou modismo, o coworking já é uma realidade nos grandes centros urbanos de todo o mundo. Segundo o portal Deskmag (www.deskmag.com) são abertos quatro escritórios compartilhados por dia. E os números são ainda mais animadores. De acordo com o levantamento, 110 mil pessoas utilizam os espaços compartilhados, os chamados coworkers, e a ideia já está presente em 81 países.

Para Paula Camanho, da CWK Coworking, os números refletem a realidade das grandes cidades. “Com a conectividade do mundo moderno, os pequenos e micro empresários não precisam mais alugar um escritório, mesmo que um com uma única sala. No coworking, ele tem secretária para atender as ligações, boa conexão de internet, um espaço organizado e limpo. E o melhor, o custo benefício é muito mais interessante”, argumenta.

Além da comodidade e economia, principalmente, com a redução de serviços que encarecem o negócio como limpeza e telefonia, no coworking o novo empreendedor consegue ampliar sua networking, conquistando prospects e também novos fornecedores. “Numa mesma sala, por exemplo, o dono de uma pequena agência de design pode conseguir um novo cliente, contratar o serviço de um redator e revisor e até de um design. É um mundo de possibilidade”, acrescenta Paula.

O Brasil, segundo dados de comunidades de coworking espalhadas pela internet, já tem mais de 100 escritórios compartilhados espalhados por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e outros locais. Em 2010, quando os primeiros coworkings começaram a funcionar no País, poucos profissionais sabiam o que significava e ainda existia muita apreensão em relação a dividir um espaço. As pessoas reclamavam do barulho e de outros problemas. “Hoje, a realidade é bem diferente. Muitos pequenos negócios conseguiram prosperar graças a isso”, explica Paula.

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Funil de vendas: Uma ferramenta de dupla utilização

Por Mário Rodrigues

Um dos grandes desafios para os gestores de vendas é buscar por alternativas que ajudem seus profissionais a conquistarem novos clientes e ainda serem administradores de seus próprios resultados. Para isso, o primeiro passo é tentar alcançar um ponto de equilíbrio, onde exista uma ferramenta capaz de beneficiar a todos, que funcione como uma via de mão dupla. É importante que este indicador aponte como estão os números do mês, permita acompanhar a evolução da equipe e também ajude o vendedor a estabelecer uma rotina diária.

Um das soluções para isso é o “Funil de Vendas”, que, além de gerar relatórios, permite ao vendedor acompanhar seu desempenho e perceber o quanto de esforço será necessário para alcançar seus objetivos. A ideia é que esta ferramenta não se restrinja a mostrar caminhos para que a meta da empresa seja atingida, mas exponha também o quanto será necessário ele ganhar por mês para conseguir realizar os seus projetos pessoais.

Quando utilizado como um gerenciador pessoal, o profissional consegue analisar o ticket médio de suas negociações e analisar quantas visitas e propostas serão necessárias para fechar o número ideal de contratos. Por exemplo, um profissional identifica que precisa de cinco vendas mensais para atingir a sua meta e que para cada uma terá que fazer ao menos três propostas, ou seja, serão necessárias 15 ao longo de um mês. Com isso, chegaremos ao número de 45 visitas ou contatos mensais para atingir o objetivo.

Vale lembrar que cada vendedor possui um grau de assertividade, por isso os números podem variar. O importante é enxergar o Funil como uma ferramenta que auxilia a estabelecer uma rotina e ajuda a fazer uma análise diária do trabalho. Com esse pensamento, o profissional tem condições de avaliar questões importantes, como o gerenciamento de tempo por exemplo. A partir daí, pode analisar pontos como: quais meios ajudarão a melhorar a assertividade e de que maneira é possível adequar a rotina para fechar negócios com maior valor agregado e menor número de visitas?

A gestão do conhecimento também possui papel fundamental nessa área. Contar com diferenciais, como suas habilidades técnicas, que permitem conhecer melhor o cliente, e entender o produto a ser comercializado tornam a abordagem mais assertiva e a possibilidade de concluir uma venda maior.

Busca por problemas
O vendedor profissional é um verdadeiro especialista em caçar problemas, pois ele sabe que, onde tem uma dificuldade, existe alguém em busca de solução. Diferentemente do vendedor amador, que costuma evitar esse tipo de situação por não possuir conhecimento para mostrar ao cliente como o produto poderá ajudar. Além disso, o mais habilidoso sabe que a venda só será concluída pelo tomador de decisão, por isso ele cria meios para chegar diretamente nele, sem ser agressivo, gaguejar ou ficar amedrontado.

O conhecimento técnico é o grande diferencial do profissional de vendas. Não basta chegar até um possível cliente e falar apenas do produto. É essencial entender a necessidade de cada um e direcionar os argumentos. Todo vendedor precisa ter a consciência de que compradores gostam de satisfazer seus desejos através de produtos e que já possuem soluções ideais em mente, por isso a importância de investir em estratégias que façam a pessoa enxergar que sua dificuldade pode ser conectada ao produto.

Uma recomendação para quem quer alcançar o sucesso na carreira é pensar da seguinte forma: ‘quem não tem cabeça, tem pernas’. Ou seja, aquele que não consegue conduzir uma negociação de forma assertiva, tem que correr para fazer mais visitas. Já a pessoa que tem condições de aprimorar suas habilidades pode andar menos em busca de resultados. Ao identificar os gaps do Funil de Vendas, o profissional foca no trabalho e encontra com mais facilidade compradores em potencial.

* Mário Rodrigues atua como Vendedor Profissional, Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) e Treinador de Vendas. O principal diferencial dos seus treinamentos é ensinar de negociação, vendas e liderança, como quem vivencia isso diariamente.
Possui formação em Comunicação Social, é pós-graduado em Administração pela FGV-SP (CEAG) e frequentou o curso MBA em Marketing na ESPM-SP. Além de professor universitário, trabalha há mais de 15 anos com vendas lidando diariamente com o processo comercial, em companhias nacionais e multinacionais, como Xerox, Brasil Telecom e Oi, Oracle e Cisco. www.ibvendas.com.br

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A criação de novos TRFs

Por Amadeu Garrido de Paula

A criação de quatro novos tribunais regionais federais, em Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Manaus, prevista por PEC em tramitação, é absolutamente necessária. Em décadas de advocacia, sempre vimos a Justiça Federal arrastar-se como tartaruga. A parte cuja pretensão é forrada de amparo jurídico e não consegue tutelá-la por medida liminar, deve dispor a esperar anos, é dizer, esquecer.

Esse fenômeno estava presente em nosso judiciário federal antes de as ações previdenciárias inundarem aquele ramo de nosso aparato, justificativa demagógica que muitos dão para sua inércia crônica e originária. Segundo essa versão, os tribunais não funcionariam a contento porque estão inundados de ações de caráter social – previdenciárias. Portanto, é uma enorme e legítima demanda popular que o emperra. E o povo há de ser atendido. Nada mais falso. Além disso, essas ações de revisão dos valores ínfimos dos benefícios da previdência têm uma tonalidade kakfiana: qual a razão de a Previdência não calcular corretamente os benefícios devidos aos trabalhad ores, agindo como um empregador de botequim que a todo o momento está a visitar as salas da Justiça do Trabalho e assoberbando a Justiça Federal?

Simplesmente se esquece do número estonteante de execuções fiscais, obviamente decorrentes de um sistema jurídico-fiscal cuja reforma é reclamada há décadas, sem governo que tenha a coragem de enfrentá-la, com receio de perder as receitas que os alimentam, de maneira sadia ou predatória.

Os tribunais federais atuais são instituições paquidermes e imóveis. O Tribunal Regional Federal da Primeira Região, que tem jurisdição no distrito federal – e esta bastaria, por razões óbvias – e em vários outros estados do norte, nordeste, centro-oeste e sudeste, julga uma simples apelação entre dez e quinze anos. E um agravo de instrumento, que veio, entre outras finalidades, para substituir os mandados de segurança impetrados contra atos de juízes, que a lei determina sejam distribuídos incontinenti e levados à pauta em trinta dias, não raro superam a marca insuportável de cinco anos de tramitação.

Em reunião com o Presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, os presidentes dos tribunais atuais, em coro com o Ministro, se posicionaram contra a criação desses novos tribunais. O argumento é patriótico – poupar o erário público – e a verdadeira razão é corporativa: manter o poder sobre largas extensões do território nacional. Autoridades, com a devida vênia, que não seguem a sábia lição de Bandeira de Mello, segundo o qual o exercício do poder só tem sentido se for para viabilizar o cumprimento do dever.

Num país que tem 40 ministérios e uma boa parte desnecessária, argumentar com a economia pública com o efeito de denegar justiça aos cidadãos brasileiros, muitos dos quais vêm a morrer antes de verem suas lides solucionadas, é simplesmente hipócrita, se não fosse canhestra: aos operadores do direito cumpre defender, sempre, o melhoramento da justiça; óbices financeiros são alegáveis por autoridades fazendárias. Nessa circunstância, não há como deixar de ficar-se atônito ante os reais propósitos pessoais do Ministro Joaquim Barbosa, ao chutar contra suas próprias redes com um argumento de natureza política, na pobre dimensão em que a política se exerce em nosso país.

Juízes comprometidos com seus ideais, promotores e procuradores de justiça e, sobretudo, os advogados e suas Ordens, têm a obrigação de desmistificar essa justificativa completamente divorciada da realidade dos fatos – a de que os jurisdicionados não necessitam de novos tribunais federais para atender a demanda represada e oriunda dos rincões deste país continental, em apoio dessa PEC justa e absolutamente necessária.

* Amadeu Garrido de Paula é advogado.

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Ministro pede agilidade para execução de obras para a Copa nas cidades-sede

O ministro do Turismo, Gastão Vieira, fez um apelo à Câmara dos Deputados,pela celeridade das obras de infraestrutura turística nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Em reunião na Comissão de Turismo e Desporto, ele lembrou que o MTur tem R$ 116 milhões à disposição das prefeituras para projetos de sinalização turística, centros de atendimento ao turista (CATs) e de acessibilidade.

“Muitas obras estão atrasadas e peço aos deputados que incentivem os prefeitos a apressarem a solicitação dos recursos, que estão disponíveis desde julho de 2012 na Caixa Econômica Federal”, disse o ministro, alertando sobre o curto prazo para execução das obras necessárias ao atendimento aos turistas nos grandes eventos. Segundo ele, a pasta terá, em 2013, mais R$ 84 milhões para intervenções nas cidades-sede, dentro do escopo da matriz de responsabilidades da Copa.

O convite ao ministro para falar do planejamento do MTur para este ano partiu do presidente do comissão, deputado Romário (PSB/RJ). Em sua exposição, Vieira apresentou dados do turismo global, da execução orçamentária no ministério, dos planos de expansão do turismo doméstico e internacional e do grande objetivo de posicionar o Brasil entre as três maiores economias turísticas do mundo até 2022 – hoje, o país é o sexto PIB do turismo.

O estímulo ao aumento das viagens internas tem como medidas de curto prazo a criação de programas de incentivos para idosos, trabalhadores e jovens. A definição de novos mercados, com reforço da promoção do Brasil nos demais países dos Brics (Rússia, India, China e África do Sul) é uma das estratégias apontadas pelo ministro para aumentar o fluxo de estrangeiros para os destinos nacionais.

DESONERAÇÃO – Vieira convocou o secretário executivo do MTur, Valdir Simão, para falar das articulações da pasta para ampliar os benefícios da desoneração como forma de aumentar a competitividade do setor produtivo. “Temos mais de 30 pleitos que estão sendo tratados no ambiente econômico do governo dos quais dois terços são questões relacionadas à tributação”, disse o secretário.

A flexibilização das regras de contratação de mão-de-obra, redução da tarifa de energia elétrica e a desoneração da folha de pagamento das agências de viagens, parques temáticos e do setor de alimentação estão entre os assuntos da agenda de competitividade do MTur.

INFRAESTRUTURA – Ao apresentar a execução orçamentária do Ministério do Turismo, Gastão Vieira reforçou a importância das obras de infraestrutura para o desenvolvimento do Turismo. Revelou que de 2003 a 2011 foram investidos mais de R$ 10 bilhões em 3,4 mil municípios brasileiros e que, nos últimos anos, houve a preocupação de aumentar as despesas com investimentos, reduzindo gastos com custeio da máquina administrativa.

“Política de turismo se faz com obras de infraestrutura. Alcançamos o objetivo perseguido e em 2012 direcionamos 75% do orçamento para investimento, percentual que em 2010 era de 68%”, disse Vieira. Ele apontou também o mérito de o Ministério ter regularizado, no ano passado, os pagamentos relativos aos contratos de repasse firmados com estados e municípios.

O secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Fábio Mota, reforçou a fala do ministro, mostrando o desempenho do Prodetur, que já investiu mais de R$ 300 milhões em obras nos diversos estados. “Temos bons exemplos da atuação do ministério nos municípios. Entre eles, podemos destacar a pavimentação da rodovia Bonito/Bodoquena, no Mato Grosso do Sul, e do centro de eventos de Teresina (PI).

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Brasileiro é o que mais está disposto a pagar por conteúdo de vídeo pela Internet

Uma pesquisa recente da Accenture em seis países e mais de 3,5 mil entrevistados mostrou que 32% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais de US$ 15 por mês para ter conteúdo sob demanda no PC, TV e Tablet. O Brasil é seguido por Itália e Espanha, empatados com apenas 5% de consumidores que aceitariam pagar mais de US$ 15 por mês. Em 2012, o indíce de brasileiros que aceitariam pagar mais de US$ 15 por mês era de 16%.

O estudo mostrou que os espectadores estão dispostos a pagar por novos serviços de vídeo on line para receber um conteúdo premium. No Brasil, por exemplo, 68% dos entrevistados pagariam uma mensalidade para ter um canal com conteúdo exclusivo no YouTube. Em segundo lugar, novamente, empatados estão Itália e Espanha com 58%, seguidos pelos Estados Unidos com 46%. A média entre todos os países é de 52%.

Uma boa notícia para as emissoras de TV é que quando questionados sobre em quem confiariam mais para oferecer um serviço de vídeo pela Internet na TV, a grande maioria dos consumidores de todos os países (que estão dispostos a pagar pelo conteúdo) classificaram na primeira menção a própria emissora. Em 2013, no Brasil, o índice – que era de 20% no último ano – saltou para 50%.

A pesquisa também mostrou que a utilização de diversos dispositivos enquanto assistem ao conteúdo da TV é uma variável crescente entre os consumidores. Os Tablets foram responsáveis pelo maior crescimento. Em 2012, apenas 9% utilizavam o aparelho ao mesmo tempo em que assistiam ao conteúdo da TV. Em 2013, o número é de 34%.

Os brasileiros são os que mais acessam conteúdos de vídeo a partir de qualquer device conectado à internet. Com 96% de respostas positivas, o Brasil lidera o ranking, seguido por Espanha (95%), Itália (94%), França (91%), Estados Unidos (86%) e Inglaterra (85%). O Brasil saltou uma posição em relação à pesquisa de 2012.

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Segmentação de audiência online no Brasil deve movimentar R$ 100 milhões em 2013

O mercado de segmentação de audiência online (targeting audience) no Brasil deve movimentar em 2013 aproximadamente R$ 100 milhões, um crescimento de 50% em relação ao ano anterior. Esta é a projeção da empresa TailTarget, especializada em segmentação de audiência digital e a primeira a oferecer uma plataforma de segmentação para campanhas online no País baseada em clusters (perfis de internautas monitorados em tempo real). A empresa chegou a esta conclusão ao cruzar seus dados com referências projetadas pelo IAB-Brasil (Interactive Advertising Bureau) e informações do site E-Marketer, especializado no acompanhamento do mercado digital.

Ainda recente no mercado brasileiro, a segmentação de audiência online já é realidade nos EUA. Em 2012, apenas os serviços de “targeting audience” para publicidade online movimentaram R$ 5,1 bilhões no mercado norte-americano, superior ao total movimentado em mídia digital no Brasil, que foi de R$ 4,64 bilhões – este dado leva em conta a soma da mídia display (banners de todos os tipos) mais a de search (links patrocinados em formato de texto).

“Em 2014, um em cada cinco dólares gasto no mercado de publicidade online americano utilizará recurso de segmentação de audiência”, informa Cristiano Nobrega, sócio-fundador da TailTarget, ao ressaltar o ritmo acelerado de crescimento da demanda pelos serviços de target audience.

Potencial Brasileiro

A expectativa de crescimento do mercado neste ano não é o único fator que anima a TailTarget. De acordo com a empresa, a segmentação de audiência online tem muito espaço para crescimento no Brasil, com possibilidade de triplicar os montantes movimentados em menos de dois anos.

“Em 2013, estimamos que o mercado brasileiro de publicidade online display (banners), com o recurso de segmentação de audiência, seja de aproximadamente R$ 100 milhões, representando cerca de 5% do total do mercado de mídia display online no País. Em 2015, a projeção é que a segmentação de audiência seja de pelo menos 10% do mercado de mídia display, movimentando algo em torno de R$ 370 milhões”, informa Nobrega.

Desempenho em 2012

Em relação ao desempenho em 2012, primeiro ano da TailTarget no mercado brasileiro, Nobrega afirma que o objetivo foi alcançado. A empresa fez o lançamento efetivo da plataforma de gerenciamento de dados capaz de identificar perfis de audiência com base em padrões de comportamento em ambiente digital, e igualmente capaz de veicular campanhas exclusivamente para o perfil de audiência desejado. “Um serviço inédito no mercado brasileiro pelo qual conseguimos mapear uma audiência total superior a 20 milhões de usuários de internet”, salienta.

Nobrega também afirma que a aceitação do mercado para o novo serviço provido pela TailTarget foi excepcional. De acordo com ele, o mercado estava carente de informações qualitativas para avaliar adequadamente a eficiência de uma campanha online. “As agências e anunciantes só podiam recorrer à segmentação por conteúdo, cuja eficiência é limitada em razão do desconhecimento de que perfil está exatamente sendo impactado naquele determinado instante. A TailTarget veio para aperfeiçoar esta avaliação, e o mercado têm se mostrado ávido pela nossa solução, aprendendo rapidamente a utilizar nossa plataforma e a entender todas as vantagens de sua utilização”, finaliza.

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Sites de e-commerce registram primeira deflação do ano em março

Em março, o índice e-Flation registrou deflação de 0,4% nos preços apresentados nos sites de e-commerce, representando uma queda de 0,9 p.p. em relação ao mês anterior, quando se observou inflação de 0,5% e aumento de 1,1 p.p. em relação a março de 2012, quando se observou -1,5%.

Desenvolvido pelo Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados e com a Íconna Monitoramento de Preços no E-commerce, o indicador tem como proposta monitorar as variações dos preços de produtos ofertados on line, acompanhando as tendências no mercado de consumo pela Internet.

Três categorias influenciaram o resultado de queda registrada em março: “Informática” (-0,77%); “Eletrodomésticos” (-0,43%); e “CDs e DVDS” (-0,06%). Duas não apresentaram variação do nível de preços. São elas: “Cine e fotos” e “Medicamentos”, ambas com 0,0%. Já nas outras 5 categorias restantes verificou-se leve inflação: “Livros” (+0,48%); “Perfumes e cosméticos” (+0,25%); “Brinquedos” (+0,06%); “Eletroeletrônicos” (+0,05%); e “Telefonia & celulares” (+0,05%).

Esta é a primeira queda do ano, que acumula nestes três primeiros meses inflação de 3,11%. Já na somatória dos últimos 12 meses, o índice apura deflação de -2,51%.

“O índice mantém-se dentro da variação histórica da série, não sinalizando tendência de queda ou elevação, isso reflete a competitividade acirrada da internet”, comenta Claudio Felisoni, presidente do conselho do PROVAR/FIA.

O e-Flation é avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, resultam no que se chama de “campeões de vendas”.

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Impostômetro marca MEIO TRILHÃO amanhã (16), e mostra que a arrecadação não parou de crescer no Brasil

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrará a marca de R$ 500 bilhões de reais, pagos por todos os brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais amanhã (16), por volta das 19h15 . Em 2012, esse valor só foi alcançado no dia 02/05, ou seja, 17 dias mais tarde na comparação entre os dois períodos.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, alerta que a arrecadação tributária no Brasil permanece desenfreada. “A soma do montante de impostos arrecadados no País desde o lançamento do painel, de 2005 até agora, é assustadora. Mais de R$ 9 TRILHÕES arrecadados em oito anos e ainda não sabemos para onde vai nosso dinheiro. Acreditamos que a união das Associações Comercias vai expandir essa informação e fazer com que cada um se sinta responsável por cobrar mais segurança, mais escolas, transporte e saúde de qualidade.”

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