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190 redes varejistas confirmam presença na 14ª Eletrolar Show

Considerada a maior feira B2B de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, eletroportáteis, utilidades domésticas, celulares, TI e UD, a Eletrolar Show 2019 promoverá maior aproximação entre os expositores e os compradores em mais uma iniciativa para incrementar as vendas. A exposição apresentará com exclusividade as inovações, tendências e lançamentos de produtos para o varejo nacional e latino-americano de 29 de julho a 01 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

A 14ª edição conta com cerca de 10 mil produtos de 700 marcas, que serão apresentados para 26 mil visitantes da indústria e do varejo que terão a oportunidade de fechar grandes negócios, fazer networking com os executivos mais qualificados do setor e conhecer os lançamentos das grandes marcas expositoras. Participam também atacadistas, distribuidores, lojas de departamento, home centers, representantes do e-commerce, importadores e mercado corporativo.

Compradores de mais de 190 redes de lojas regionais já estão confirmados, com suas passagens emitidas, os quais possuem poder em mais de 30 mil pontos de venda, entre eles Grupo Gazin, Rede Novo Mundo, Armazém Paraíba, Casa & Vídeo, Lojas Americanas, Grupo Martins, A. Angeloni, Rede Muffato, Lojas Koerich, Sipolatti, Zenir, Fujioka, Lebes, Quero Quero, Havan, Colombo, Berlanda, Romera, Taqui, Schumann e Tim Brazil. Além da presença de grandes redes centralizadas em São Paulo, como Magazine Luiza, Lojas Cem, Casas Bahia, Ponto Frio, Fast Shop, Amazon, Leroy Merlin, Carrefour, Extra, Telhanorte, Tok & Stok, entre outras.

Os resultados positivos do evento anual levaram o Grupo Eletrolar a expandir a sua atuação. Em agosto, realiza a segunda Electronics Home, na Argentina, e em maio de 2020 a Electronics Home & Mobile Latin American Edition, em Miami.

Confira alguns expositores da Eletrolar Show 2019: LG, Positivo Tecnologia, SEMP TCL, Mondial Multilaser, Panasonic, Xiaomi, Mueller Eletrodomésticos, Atlas Eletrodomésticos, Elgin, Golden Distribuidora/ DJI, Caloi, Geonav, Track & Bikes, Brinox, Ventisol, Bedin Sat, Meridional, Elsys entre outras.

ELETROLAR SHOW 2019
Data: 29 de julho a 01 de agosto de 2019
Horário: das 13h às 21h
Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387

Para mais informações, acesse: www.eletrolarshow.com.br

Após “bug”, aplicativo do Magazine Luiza é o mais baixado do Brasil

Na madrugada de quinta-feira, um “bug” liberou um desconto de R$ 1 mil para qualquer compra no e-commerce do Magazine Luiza. O Magalu virou o assunto mais comentado do Twitter, com os clientes que conseguiram fazer compras comemorando e aqueles que perderam a oportunidade lamentando. O “#BugDaLu” chamou a atenção dos brasileiros que, definitivamente, decidiram não perder mais oportunidades. Nesta quinta, o aplicativo do Magazine Luiza foi o mais baixado da Apple Store – ficando à frente de Instagram, Whatsapp, Facebook e afins.

Nas redes sociais, mesmo após a personagem e influenciadora virtual da marca, Lu, se posicionar, o assunto foi destaque durante todo o dia. Foi a ação que resultou no maior tempo consecutivo da marca entre os assuntos mais comentados do Twitter. O #BugDaLu teve 1,8 milhão de visualizações nas redes, com 11,5 mil curtidas e 1,5 mil comentários. Ontem, o Magalu viu o número de seguidores aumentar em um ritmo quatro vezes maior que o normal.

Muitos produtos foram entregues já no mesmo dia da compra. Do total de clientes que adquiriram produtos na ação, 71% fizeram sua primeira compra na rede. O marketing do Magalu é reconhecido por ações de marketing ousadas nessa linha, como o Black Post. Agora, o #BugDaLu será incluído no roadmap de eventos da empresa, e poderá se repetir no futuro.

5 Fintechs com vagas abertas

O mercado de fintechs está em plena expansão. Os altos investimentos em bancos digitais estão focados em oferecer serviços e atendimentos menos burocráticos à população. As instituições financeiras tradicionais ainda são muito concentradas e uma pesquisa realizada pela iProspect entre a população adulta da América Latina, revelou que 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não tradicional nesta área. Os esforços das fintechs para avançarem no mercado resultam em um cenário próspero e para manter essa crescente, diversas estão contratando pessoas para atuarem em suas equipes. Conheça abaixo algumas fintechs brasileiras que estão contratando e quais são as vagas:

Celcoin

O Celcoin, aplicativo que transforma o celular de microempreendedores em uma máquina de recargas e pagamentos, recebeu recentemente um aporte de R$6 milhões da Vox Capital – principal fundo de investimento de impacto social e está em plena expansão de sua operação. Recentemente foi reconhecido pelo prêmio “100 startups to Watch”, além de um prêmio global de inclusão financeira como a única fintech brasileira a integrar a lista do “The Inclusive Fintech 50”. Atualmente está contratando 15 pessoas para compor o time com 37 funcionários. O escritório da empresa está situado em Alphaville – São Paulo. As vagas são para diversas áreas, como tecnologia, financeiro, atendimento e marketing. Os currículos devem ser enviados para o e-mail: rh.cv@celcoin.com.br. Entre elas estão: Desenvolvedor Fullstack Pleno, Analista de Sistemas Pleno, Analista de planejamento financeiro, Gerente de desenvolvimento de negócios, Atendimento de cliente, Data Scientist em marketing digital.

Agibank

O Agibank, banco inovador que oferece soluções para melhorar o dia a dia e facilitar a vida financeira das pessoas, está com 113 oportunidades de trabalho disponíveis. As vagas estão distribuídas nas diversas áreas da instituição, como tecnologia, comercial, corporativo e central de atendimento, em várias cidades do Brasil. Além do pacote de benefícios, grande parte das vagas atuais disponíveis prevê remuneração variável, mais um dos diferenciais da instituição, que em 2018 apresentou lucro líquido recorrente de R$ 159,8 milhões. e foi eleita, pela segunda vez consecutiva, uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, segundo ranking da Você S/A. Para conferir as vagas disponíveis e cadastrar-se para a seleção basta acessar www.agibank.com.br/trabalhe-conosco

Creditoo

A Creditoo, primeira e única plataforma 100% online que oferece empréstimo consignado como benefício para funcionários de empresas privadas, está buscando novos talentos para compor o time em São Paulo. A empresa conta com mais de 20 oportunidades disponíveis nas áreas de Tecnologia (UX pleno ou sênior, Product Owner júnior ou pleno, DevOps júnior ou pleno, Front pleno ou sênior e Backend Java pleno e sênior), Negócios (estagiário, analista financeiro júnior, Biz Dev, especialista de formalização e analista de BI), Marketing (analista de performance e analista de conteúdo), Customer Success (coordenador e analista pleno e sênior), Comercial (executivo de vendas pleno, SRD júnior ou pleno, coordenador de vendas e executivo de vendas sênior) e Customer Experience (analista). Os currículos devem ser enviados para vagas@creditoo.com.br, com a área de interesse no assunto do e-mail.

Movile Pay

A Movile Pay, fintech do Grupo Movile focada em soluções financeiras, como o pagamento por QR Code, tem 23 vagas abertas, em São Paulo e Campinas, nas áreas de tecnologia, mídias digitais, design, entre outras. A empresa atua também com pagamentos offline, por meio de terminais POS do próprio iFood. A ideia é democratizar o serviço e oferecer um jeito fácil e rápido de interagir com o dinheiro. Em expansão constante, a Movile Pay nasceu com apenas 2 colaboradores e, em apenas 6 meses, já passa dos 50. As inscrições podem ser feitas pelo site movile.com/#/careers.

REBEL

A REBEL, plataforma online de crédito pessoal, também está com vagas abertas nas áreas de TI (Desenvolvedor de Sistemas), Design Jr e Especialista de Marketing. Os candidatos podem enviar os currículos para o e-mail vagas@rebel.com.br . A REBEL está entre as 100 startups de destaque, lista divulgada em maio deste ano, e se diferencia no mercado por Machine Learning e Big Data para oferecer propostas de crédito personalizadas, que levam em consideração mais de 2 mil variáveis para calcular taxas e parcelas de acordo com o perfil de cliente.

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Empresas devem acertar contas com a Receita Federal até o dia 31 de julho

As empresas que não optaram pelo Simples Nacional têm até o dia 31 de julho para entregar a Escrituração Contábil Financeira (ECF), que substituiu a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). Para que seja transmitida, o contador que efetuará a entrega deve assinar a ECF eletronicamente, utilizando para isso um certificado digital modelo e-CNPJ.

“O uso dessa tecnologia torna a remessa de entregas fiscais como a ECF mais ágil e segura. Além disso, o certificado digital confere validade jurídica a todos os arquivos enviados eletronicamente à Receita Federal”, explica o diretor comercial da Certisign, Leonardo Gonçalves.

O executivo alerta, também, para que os contribuintes e contadores fiquem atentos à validade de seu dispositivo. Certificados que expiraram não podem ser utilizados.

Quem deve declarar

A ECF deve ser enviada por todas as empresas tributadas no regime de lucro real, lucro presumido, isentas ou imunes. Não estão obrigados a declarar microempreendedores individuais, órgãos públicos e pessoas jurídicas inativas.

Segundo a Receita, são consideradas empresas inativas todas aquelas que não realizaram nenhuma atividade operacional, patrimonial, não operacional ou financeira, incluindo aplicações no mercado financeiro e de capitais no ano-base de 2018.

Prosegur lança fundo de 30 milhões de euros para investir em tecnologia aplicada à segurança

A Prosegur criou um fundo de investimento, na modalidade Corporate Venture Capital, com um capital inicial de 30 milhões de euros. Esta iniciativa faz parte do projeto de transformação global em que a Prosegur embarcou. A empresa busca, em colaboração com suas coligadas, aprimorar sua oferta de serviços tanto em segurança física quanto lógica e continuar gerando valor para o grupo a longo prazo.

Desde a sua constituição, a Prosegur Tech Ventures recebeu mais de 400 propostas de investimento, das quais aproximadamente 150 foram analisadas minuciosamente, para finalizar cinco investimentos até o momento e com a expectativa de fechar outras operações antes do final do ano. Com a aquisição de ações dessas empresas, a Prosegur, além de conseguir ganhos financeiros, pretende incentivar o desenvolvimento de novas tendências e tecnologias que impactam de forma disruptiva no âmbito da segurança. A empresa quer liderar a transformação do setor de segurança por meio da incorporação de soluções baseadas em tecnologia para área de serviços. Além disso, a Prosegur está fortalecendo e diferenciando a posição de suas três unidades de negócios que devem operar em ambientes cada vez mais competitivos.

A Prosegur Tech Ventures possui uma equipe dedicada que colabora de maneira muito criteriosa na busca e identificação de oportunidades relevantes para cada unidade de negócio: Prosegur Alarmas, Prosegur Cash e Prosegur Security – que no Brasil atua com a marca Segurpro, em tecnologia e em cibersegurança, atua com a marca Cipher. Dentro do plano de trabalho que foi projetado, cada empresa deve apoiar as propostas de investimento que são posteriormente aprovadas por um comitê de investimento, formado por especialistas da empresa e por profissionais externos. Dessa forma, a Prosegur está criando uma carteira de investimentos minoritários em start-ups que estão relacionados às atividades do grupo no sentido mais amplo. Com isso, a empresa aporta seu valor agregado e a experiência de mais de 40 anos como uma das líderes mundiais no setor de segurança, levando as melhores práticas das empresas de Venture Capital com objetivo financeiro.

Os investimentos da Prosegur Tech Ventures não têm uma limitação geográfica, embora seja flexível ao analisar cada investimento, o valor varia de 300 mil euros de investimento mínimo até o máximo de três milhões de euros. Até o momento, os investimentos realizados correspondem a duas empresas israelenses de cibersegurança, uma que opera sob a plataforma “command & control” e outra que aplica técnicas de tecnologia cognitiva com foco especial no Regulamento Geral de Proteção de Dados – RGPD. Além disso, a Prosegur Tech Ventures investiu em uma FinTech brasileira especializada em conciliação financeira dedicada ao setor varejista, com capacidade de processar mais de 18 milhões de transações por mês, em uma empresa espanhola da AdTech (tecnologia aplicada ao marketing) especialista, através da incorporação de inteligência artificial, na otimização de leads para a geração de vendas (L2RM). E, finalmente, uma empresa alemã que desenvolve soluções baseadas em realidade aumentada de aplicação industrial.

Currículo não está em desuso: 75% dos recrutadores afirmam que o documento ainda é fundamental

O “currículo vitae”, que em tradução literal significa trajetória de vida, ganhou diversas modificações ao longo dos anos. Do papel às plataformas digitais, o documento se mantém atual e sua usabilidade é imprescindível durante os processos seletivos. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Catho, que identificou que 75% dos recrutadores consideram o documento “muito importante”, enquanto 24% o julgam apenas como “importante”.

A pesquisa, realizada com mais de 400 recrutadores ainda identificou os pontos mais relevantes do documento. Segundo os dados: 58% observam as experiências do candidato, 19% objetivos profissionais, enquanto 8% olham primeiro a formação acadêmica.

Os critérios ainda são os mesmo, mas a verdade é que o currículo se adequou às necessidades tecnológicas, expandindo-se também para a internet, como por exemplo, plataformas de recrutamento online, disponíveis em formato desktop e mobile. Desta forma, fica a critério do profissional recorrer a essas outras ferramentas, o que evidencia um candidato atualizado e engajado.

Para a profissional Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, ainda que com tantas opções, o profissional precisa ficar atento ao que é esperado pelos recrutadores da sua área de atuação: presença nas redes sociais, currículo personalizado ou artístico, portfólio recolhendo os principais trabalhos. Independentemente do formato o objetivo se mantém, apresentar uma história profissional.

“Áreas como design gráfico avaliam as habilidades ferramentais do candidato, logo, é comum que o envio do currículo seja mais artístico e visual, bem diferente do tradicional documento Word. E isso se mantém em outros segmentos também. A personalização do documento é algo esperado pelo recrutador. Por meio dos aspectos visuais, já é possível selecionar aqueles que se diferenciam”, afirma Laurino.

Além de customização do documento, há a presença digital, onde o profissional leva as informações do papel para uma plataforma. Neste ambiente virtual o preenchimento correto de cada lacuna é indispensável e quanto mais informação mais rico o material fica.

Para orientar profissionais sobre o mundo do trabalho, o Portal Carreira & Sucesso disponibiliza dicas de criação de um bom currículo, além de oferecer modelos pré-prontos de acordo com o segmento e área de atuação.

TICNOVA 2019 já tem datas confirmadas e contará com um circuito em várias instituições de Maringá

Vem aí a 7ª edição do TICNOVA, o maior evento de tecnologia e inovação do sul do país, promovido pela Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups. O evento acontecerá entre os dias 20 e 24 de agosto. São esperados mais de 2 mil participantes nos cinco dias de programação.

Para abrir o evento com chave de ouro, Allan Costa, diretor-presidente da Celepar, Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, fará uma palestra magna no dia 20/08 às 19 horas, no Teatro Calil Hadad. Já estão previstas outras participações para a abertura, que serão comunicadas em breve.

A sede principal do evento nos dias 21 e 22 será o campus Maringá da UniCEsumar.

Já nos dias 23 e 24 o Circuito TICNOVA acontecerá em diversas instituições da cidade, onde acontecerão trilhas simultâneas em locais como como a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a sede TecnoSpeed, conhecida como a Casa do Desenvolvedor, que organizará hackatons (maratonas de programação) e ideations (desafios de inovação a partir do pensamento coletivo), entre outros. Outras “embaixadas TICNOVA” espalhadas pela cidade também farão parte do circuito TICNOVA 2019 e serão anunciadas assim que confirmadas.

A inspiração do TICNOVA 2019 é inovação como chave para melhorar a vida das pessoas e potencializar a criação de novos negócios são os temas principais do evento. A principal vocação do TICNOVA é articular e fomentar o ecossistema de TI de Maringá e região, além de trazer as principais tendência de mercado, promovendo a integração entre empresas, universidades, poder público e sociedade civil organizada.

Outro tema relevante a ser abordado durante o TICNOVA 2019 é o Parque de TI de Maringá, que contará com 179 mil m2 e abrigará empresas do setor e instituições de ensino, centros de pesquisas e inovação, ambientes de co-working voltados para o desenvolvimento de startups, espaços de criação como FabLab, áreas comuns de alimentação e estacionamento, creches, locais para reuniões, debates e treinamentos. O novo Parque Tecnológico promoverá ainda mais integração entre as empresas e o setor ficará ainda mais fortalecido. O evento também abordará os encaminhamentos do Masterplan, que define objetivos para 2047, quando Maringá completa 100 anos.

Em breve serão divulgadas mais informações do evento como as trilhas com conteúdos customizados para os técnicos de desenvolvimento de software, temas acadêmicos, empreendedorismo e startups e conteúdos voltados para empresários do setor, entre outros. Também participarão do TICNOVA 2019 palestrantes que são referência em suas áreas de atuação para compartilhar seu conhecimento e levar um pouco das experiências de Maringá.

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Como Machine Learning vem otimizando processos no atendimento interno das companhias

Por Alexandre Winetzki

Aos poucos os executivos C-Level estão mais conscientes da importância de promover a Transformação Digital e o papel que a Inteligência Artificial (AI) vêm tomando dentro das organizações para otimizar processos no atendimento interno. Segundo previsões da International Data Corporation (IDC), os gastos globais com sistemas de Inteligência Artificial e cognitivos sustentarão um caminho com crescimento exponencial. Em 2022, os investimentos chegarão a US$ 77,6, mais que o triplo dos US$ 24 bilhões previstos para 2018.

É a tecnologia Machine Learning, vem amparando os executivos nesse processo. O termo que significa “aprendizagem das máquinas” e um campo da ciência da computação que permite a existência da Inteligência Artificial. A metodologia utiliza algoritmos para organizar e construir dados para desenvolver padrões e promover com que máquinas/robôs realizem tarefas e aprendam com elas. Assim, gerando conexões capazes de aprender e executar determinadas tarefas sem a ajuda humana e de forma inteligente.

Na prática, a tecnologia auxilia na composição de um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar o desempenho das máquinas que interagem com o público interno, seja por meio de voz ou texto, entregando o melhor resultado preditivo com menos chance de erro e provocando insights relevantes para os negócios das companhias.

De acordo com um estudo do Research and Markets, em 2025 a Inteligência Artificial deve gerar US$ 23,4 bilhões em novos produtos. Acredito que essa tecnologia revolucionária a maneira de fazer negócios em um futuro muito próximo. O levantamento, que se baseou em tendências de mercado, e dados das principais empresas de cada setor, com destaque para 23 países, Brasil, EUA, Canadá, México, Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, China, Arábia Saudita e África do Sul.

Mesmo que as empresas não tenham um budget específico para aplicar Machine Learning, certamente a tecnologia será uma das prioridades dos executivos, que desejam investir em soluções diferenciadas que coloquem o usuário no centro do processo. No Brasil, já temos cases expostos, no início do ano, por exemplo, a líder brasileira em aços planos, anunciou a implementação de uma plataforma cognitiva para oferecer aos seus colaboradores e clientes um atendente virtual. O moderno parceiro virtual está na intranet, garantindo mais agilidade e dinamismo na busca de informações dos funcionários. O assistente virtual também está disponível no site da siderúrgica para orientar ou esclarecer as dúvidas de quem visita as plataformas.

Tenho certeza de que poderemos avançar muito mais na área de inteligência cognitiva e na forma de atender as demandas do público interno e o mercado tem amadurecido para as possibilidades das ferramentas cognitivas, que estão apenas no início da sua evolução. Ao longo dos próximos anos, veremos mais e mais operações sendo realizadas por sistemas inteligentes.

Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini

Conhecimento e experiência já não bastam no mercado de trabalho: entraram em cena as soft skills

Por Taís Rocha de Souza

O mercado de trabalho nunca mudou tanto e tão rapidamente como nos últimos anos. Todos os dias surge uma nova tendência, exigindo adaptação não só dos profissionais da área de Recursos Humanos, mas também de quem está buscando uma recolocação ou promoção na carreira.

Quando falamos em tendências, não é possível deixar de abordar as soft skills. Muito tem se falado sobre o assunto, mas você sabe exatamente o que são elas? Soft skills são as competências comportamentais relacionadas à inteligência emocional, e as principais são autoestima, empatia, capacidade de se relacionar com o outro, afetividade, adaptabilidade e automotivação. E essas competências são cada vez mais procuradas por empresas modernas e inovadoras.

Apesar de as soft skills terem valor para qualquer tipo de cargo ou função, algumas são mais relevantes para determinadas posições. As mais requisitadas por empresas que já entenderam sua importância são aquelas direcionadas ao relacionamento, como a empatia e a capacidade de escuta, que trazem muitos ganhos ao ambiente corporativo.

Um ponto interessante de destacar é que as soft skills, ao contrário do que muitos pensam, também podem ser cultivadas. Com minha experiência em gestão de pessoas, sei que isso é possível, basta que o profissional tenha interesse em se desenvolver. Porém, como estamos falando de comportamentos diversos, que mudam de pessoa para pessoa, não é possível dar uma “receita de bolo” para o aprimoramento dessas competências.

O caminho está no momento em que estamos, repleto de informações, que nos permite desenvolver qualquer habilidade. Atualmente existem diversos conteúdos na internet, cursos, coachs e até ferramentas que medem as competências comportamentais das pessoas. Portanto, se você quer se aprimorar, existem formas de fazer isso. É preciso se dedicar, mas certamente vale a pena, pois suas chances de crescer profissionalmente ou se recolocar no mercado de trabalho vão aumentar.

Ter essas competências não apenas aumenta a empregabilidade de uma pessoa como também é um diferencial muito importante para sua evolução na carreira. Vivemos em um mundo ágil e volátil, em que ter empatia e capacidade para entender o ponto de vista do outro, considerar os sentimentos alheios – se colocando no lugar do outro – ou apoiar um colega em situações complexas fazem a diferença. Um profissional empático, além de entender as dificuldades do outro, ajuda propondo alternativas de resolução, sempre com o objetivo de, juntos, encontrarem o caminho para alcançar os melhores resultados.

Para identificar esses profissionais existem diversas ferramentas, e uma importante é o Questionário de Traços de Inteligência Emocional (TEIQue). Esta avaliação revela até que ponto uma pessoa entende e gerencia as próprias emoções, como interpreta e administra as emoções alheias e como usa esse conhecimento para melhorar seus relacionamentos.

Cada vez mais as empresas têm buscado contratar profissionais com comportamentos ajustados às suas realidades e culturas organizacionais, e a avaliação TEIQue mostra os pontos fortes e fracos das pessoas, como elas reagem à pressão, até que ponto são capazes de criar novos relacionamentos e quão motivadas e adaptáveis elas são. Esses insights também permitem adotar planos de ação para o desenvolvimento de líderes, para os quais as soft skills são indispensáveis.

Uma frase que ouvimos muito na área de RH e que procuramos ajudar os clientes a evitar é aquela que diz que as companhias contratam pelo currículo e demitem pelo comportamento. Entender as competências emocionais de cada profissional desde o recrutamento e gerenciá-las, apoiando seu desenvolvimento ao longo de sua evolução na empresa, é a chave para evitar essa situação e, principalmente, obter muitos ganhos.

Já sabemos que conhecimento técnico e experiência já não são mais suficientes no cenário atual. As habilidades comportamentais dos profissionais vieram a se somar a esses atributos e estão se mostrando decisivas para que as empresas criem equipes vencedoras, que as levem a alcançar seus mais ousados objetivos de crescimento.

Taís Rocha de Souza, Diretora de Operações do Grupo Soulan

Programa Aprendiz da Embraer abre 30 vagas para Desenvolvimento de Sistemas em São José dos Campos

O Programa Aprendiz da Embraer abriu hoje 30 vagas para jovens entre 16 e 22 anos, residentes em São José dos Campos. O curso de formação técnica na área de Desenvolvimento de Sistemas terá início no mês de agosto.

O programa tem duração de um ano e meio (20 horas de ensino por semana) e será ministrado em parceria com o SENAI. As aulas irão abordar disciplinas sobre Sistemas Operacionais, Hardware e Redes, Banco de Dados, Programação e Interfaces para Dispositivos Móveis, Modelagem de Software, entre outros temas. Ao concluir o curso, os aprendizes também terão direito ao diploma de nível técnico em Desenvolvimento de Sistemas do SENAI.

Os candidatos precisam ter disponibilidade de estudar no período da tarde, ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio, e não ter registro na carteira de trabalho vigente. O Programa Aprendiz da Embraer oferece remuneração CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) compatível com o mercado durante toda a realização do curso, entre outros benefícios.

A inscrição pode ser feita até 19 de julho por meio do link https://embraer.gupy.io/jobs/56501 e não há restrição de idade para candidatos com deficiência (PcDs). Os candidatos pré-selecionados pela Embraer passarão por testes online, entrevista e dinâmica presencial.

Sebrae e BNDES levam atendimento exclusivo para participantes do We Are Omie

No dia 8 de agosto, empreendedores de todas as áreas que participarem do festival We Are Omie 2019 contarão com unidades exclusivas de atendimento do Sebrae e do BNDES. A Omie, plataforma de gestão em nuvem para PMEs que promove o evento, fechou parceria com as duas organizações para levar ferramentas que apoiem o desenvolvimento do pequeno e médio empresário. Durante o festival, os participantes têm a oportunidade de conferir um dia repleto de palestras que incluem nomes como Shane Snow, Gustavo Cerbasi, Kiko Loureiro e Claudia Raia, entre diversos outros.

A iniciativa tem o objetivo de aproximar o pequeno e médio empreendedor de iniciativas públicas que têm demonstrado foco no desenvolvimento do ecossistema empreendedor. “Como o WeAreOmie se propõe a ser um dia de conexões que gerem negócios e tragam soluções práticas para alavancar as vendas das PMEs, ter estas instituições disponíveis para atendimento e esclarecimento ao público participante é também nossa forma de tangibilizar para o participante a ideia de que é, sim, possível empreender e prosperar no Brasil” comenta Marcelo Lombardo, CEO da Omie.

No primeiro semestre, a Omie já havia firmado uma parceria com o banco federal, que viu na plataforma de gestão uma solução robusta mas acessível para organizar as finanças das PMEs, o que ajuda a reforçar sua credibilidade financeira e pode contribuir para análise de crédito, feita pelo Banco.

Agora, para seguir cumprindo com o propósito de promover a prosperidade do ecossistema de PMEs brasileiro, a startup paulistana – que recentemente recebeu aporte de R$ 80 milhões do fundo americano Riverwood Capital para investir em sua expansão – leva ao seu evento proprietário We Are Omie consultorias do Sebrae e do BNDES para entregar ferramentas práticas aos empreendedores e ajudá-los a viverem todo seu potencial.

A parceria com o Sebrae visa a ampliar a percepção da oferta de serviços que a entidade possui para empresários de pequeno e médio porte, que atuam de forma preventiva e podem contribuir com o aumento da longevidade da PME. Na unidade móvel da entidade, os participantes terão acesso a informações sobre planejamento empresarial para PMEs, dicas sobre como colocar ideias de negócio em prática, traçar análises de mercado e concorrência e implementar ideias inovadoras em empresas de pequeno e médio porte.

Já no espaço do BNDES, os donos de MPMEs que estiverem no We Are Omie interagem com atendentes que esclarecem dúvidas e providenciam informações com relação à tomada de crédito. A partir daí, os participantes podem solicitar empréstimos com base nas orientações recebidas.

Indústria automotiva será totalmente transformada por consumidores e executivos, diz KPMG

A ampla maioria (91%) dos executivos da indústria automotiva do Brasil acredita que o atual modelo de negócios do setor, baseado em produzir e vender veículos, vai mudar radicalmente nos próximos dez anos. Além disso, a maioria (72%) concorda que as montadoras passarão a gerar mais receitas com a prestação de serviços na próxima década. Para aqueles que estão de acordo com esta questão, 94% concordam plenamente que avaliar a participação no mercado com base em vendas unitárias é um método que será revisto nos próximos anos.

Essas são algumas das conclusões da Pesquisa Executiva Automotiva Global (GAES), Capítulo Brasileiro (Global Automotive Executive Survey, Brazilian Chapter, em inglês), conduzida pela KPMG em parceria com a AutoData, com a participação de 256 executivos e 1.004 consumidores de todas as regiões do País.

“Realizada há vinte anos em âmbito global, estamos inaugurando a primeira edição dessa pesquisa com foco total no mercado brasileiro. O objetivo é apurar tendências, desafios e oportunidades no processo de construção do futuro ecossistema de mobilidade brasileiro, destacando quais caminhos devem ser trilhados considerando nossa realidade nacional, nossas dimensões continentais, particularidades educacionais, científicas e logísticas, e diversidades culturais, sociais e econômicas”, afirma Ricardo Bacellar, Líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil.

A pesquisa também revelou, em relação a veículos elétricos, que surpreendentes 90% dos consumidores gostariam de ter automóveis desse tipo à disposição para compra no Brasil. Contudo, apenas 46% dos executivos concordam parcialmente que há viabilidade desta oferta no Brasil e somente 42% concordam parcialmente que há viabilidade de produção local.

Os executivos também foram questionados se é imperativo repensar o papel da rede de concessionárias na construção do futuro ecossistema de negócios da indústria. Para quase a totalidade (98%) dos respondentes, a resposta é afirmativa, mesma opinião de 72% dos representantes de concessionárias.

“As questões mais desafiadoras estão associadas com a necessidade de reinventar, repensar, reconstruir e reorganizar as estruturas existentes, inclusive identificando novos fluxos de receita para os varejistas”, afirma Bacellar.

A pesquisa da KPMG também ouviu consumidores, com 96% deles concordando que chegam às concessionárias com a decisão de compra praticamente tomada com base em informações obtidas na Internet. Por outro lado, 93% desse público concorda que, após pesquisar na Internet, preferem fechar negócio em uma concessionária para verificarem detalhes do veículo e negociarem preço e condições de pagamento.

Em relação à decisão de compra do próximo veículo, 50% dos consumidores objetivam um carro novo e 36% desejam um usado. Dessa amostra, quase metade (45%) pretende fazê-lo nos próximos dois anos.

“O consumidor está cada vez mais empoderado e esclarecido por conta do farto acesso ao conteúdo proporcionado em tempo real pelas mídias sociais. Ele não é mais agente passivo das inovações determinadas pela indústria e assumiu o protagonismo dos movimentos do mercado”, afirma Bacellar.

A pesquisa também reúne conclusões sobre demandas atuais, como as tecnologias de transformação, o aperfeiçoamento da eficiência energética de motores à combustão, a adequação ao Programa Rota 2030, a adoção de tecnologias de redução de custos e as tecnologias na gestão e integração de fornecedores. Além disso, estão contemplados na pesquisa aspectos sobre os veículos elétricos, as tecnologias nas redes de concessionárias, as parcerias com startups, os serviços de marketplace nos veículos e os serviços próprios de gestão de frotas e locação de veículos.

Sobre a pesquisa

Entre os meses de fevereiro e março de 2019, 256 executivos e 1.004 consumidores residentes em todas as regiões do Brasil responderam aos questionários disponibilizados na Internet.

Mais da metade dos executivos entrevistados (53%) ocupam cargos de alta gestão (Conselho de Administração, Presidência, Vice-Presidência e Diretoria). Quanto ao nicho de atuação, sobressaiu a participação das montadoras (37%), seguidas pelos sistemistas (19%), concessionárias (11%) e fornecedoras tiers 2, 3 e 4 (10%). Em relação aos resultados financeiros, mais da metade (53%) dos respondentes atuam em companhias com receita anual superior a R$ 1 bilhão.

Sobre os consumidores entrevistados, a grande maioria deles (70%) mora na região Sudeste, 61% têm renda média em comparação com pessoas do seu entorno e 96% têm grau de formação superior ou pós-graduação. Em relação à faixa etária, a maioria tem entre 25 e 40 anos (60%). O conteúdo está disponível na íntegra no link – assets.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2019/06/gaes-br-2019.pdf.

Automação e tecnologia de ponta: o presente e o futuro das empresas no Brasil

Por Wirandé Campos, diretor de Operações da Printi

Não é de hoje que o investimento em tecnologia para melhorar processos e aumentar resultados vem sendo discutido por diversas empresas de diferentes setores no mercado brasileiro. Em linhas gerais, a inovação nunca foi um assunto tão prioritário como tem sido nos últimos anos por aqui. Entretanto, ainda há muito espaço para o tema.

De acordo com a GS1, Associação Brasileira de Automação, o índice de automação do mercado nacional atingiu 0,22 em 2017. Considerando que o máximo dessa escala é 1, é possível concluir que as oportunidades são grandes. Segundo o mesmo levantamento, a indústria sai na frente do comércio, com 0,26 contra 0,19.

De fato, a produção nacional tem bons exemplos de como a automação aprimora a operação das empresas. No setor gráfico, por exemplo, já é possível coletar a demanda de um usuário pela internet e automaticamente acionar a fábrica para preparar o pedido, seja qual for o material, a tiragem ou a distância do consumidor.

E, dentro do parque gráfico, a automação impera. Investindo em tecnologia de ponta, uma empresa pode reduzir o número de máquinas, aumentar significativamente a produtividade, reduzir o tempo de produção e, por isso, receber mais demandas, faturar mais e satisfazer ainda mais clientes.

Um caso de sucesso da automação envolvendo tanto indústria quanto comércio é o controle de logística. Graças a um sistema que integre vendas ao estoque e, consequentemente, à expedição, a precisão da jornada de um produto até a chegada a um determinado consumidor aumentou bastante.

Neste contexto, até o passageiro que viaja de avião se beneficia com a automação. Isso porque algumas companhias aéreas adotaram o RFID, um recurso de radiofrequência que ajuda essas empresas a rastrearem as bagagens e destiná-las para os voos corretos por meio de uma simples etiqueta de identificação.

Uma pesquisa realizada pela Avanade afirma que empresas que digitalizam processos podem ter receitas até 70% maiores do que organizações que não investem em tecnologia. Neste sentido, a Fundação Getúlio Vargas aponta que os gastos com TI representam uma média de 7,7% do faturamento das companhias. Mais uma vez, tem espaço para crescer.

Muito se fala da preocupação em relação às pessoas. Dizem por aí que a tecnologia substituirá o capital humano. Na verdade, ela faz com que surjam novas profissões e leva as empresas a se preocuparem com novas qualificações aos seus funcionários. De acordo com dados do Panorama de Treinamento no Brasil, as organizações investiram uma média de R$ 2,21 milhões em qualificação interna no ano passado.

Já ficou mais que provado que a automação traz rapidez, melhora a experiência dos consumidores, diminui erros, reduz custos e proporciona uma série de outros benefícios, além de capacitar pessoas. É um caminho sem volta: a tecnologia veio para ficar.

Pier oferece seguro digital contra roubo e furto de celular

Em um mundo em que boa parte dos celulares ultrapassa a casa dos 2 mil reais, a preocupação com furto e roubo é grande. Entretanto, o brasileiro ainda resiste em contratar um seguro para esses aparelhos por ser um processo burocrático e, normalmente, não cobrir furto simples. Com o objetivo de mudar a relação das pessoas com a indústria de seguros, os empreendedores Igor Mascarenhas, Lucas Prado e Rafael Oliveira criaram a Pier, insurtech que oferece proteção digital diferente da convencional.

“Já ouvimos várias experiências negativas dos consumidores, por isso resolvemos criar uma solução descomplicada, que pudesse ser contratada de acordo com a necessidade do cliente e que cobrisse furto simples, já que o mercado não costuma fazer isso. A pessoa contrata e acaba tendo uma surpresa quando mais precisa!”, explica Mascarenhas, sócio da Pier.

Um grande diferencial da insurtech é o modelo de contratação, realizado online e no qual o usuário pode contratar o plano pelo período que quiser, além de escolher o tipo de cobertura desejada. “Se o cliente quiser contratar apenas para o período de férias, por exemplo, é possível fazer. Além disso, deixamos ele escolher a porcentagem de cobertura, que varia de 100% a 80% do valor de um aparelho semi-novo”, explica o empreendedor.

Se comparado com os seguros tradicionais, o processo é menos burocrático, pois é possível contratar ou cancelar o serviço pelo próprio aplicativo; não há carência e o reembolso costuma acontecer rapidamente. “Já chegamos a reembolsar em menos de 5 minutos”, conta Lucas Prado, sócio da Pier. O valor da mensalidade muda de acordo com o aparelho e plano escolhido, mas atualmente começa em R$ 6,30 mensais.

“Se o cliente for roubado ou furtado, o processo para receber o reembolso é simples. Basta apresentar o boletim de ocorrência e bloquear o IMEI do celular. Não há necessidade de apresentar nota fiscal e também protegemos aparelhos comprados no exterior”, explica ele.

Modelo de negócio

A Pier se coloca como uma empresa de tecnologia que oferece um seguro digital baseado no conceito de comunidade com foco na experiência do cliente. “Isso significa que quem quiser adquirir o produto precisa pedir um convite e ter sua entrada aprovada na comunidade”, explica Lucas Prado. “O processo de avaliação de convites foi construído para entender cada pedido de maneira única, indo além das informações sócio-econômicas.”, complementa.

O modelo de negócios funciona da seguinte forma: A Pier recebe até 20% do valor das mensalidades pela representação e administração da comunidade, e outros 20% são destinados à Too Seguros, companhia parceira que garante que os membros que pagaram suas mensalidades e estiverem de acordo com a política de reembolso da Pier sempre serão indenizados em caso de roubo ou furto de um aparelho, mesmo se o índice de perda for superior a 60%.

MedRoom utiliza realidade virtual e gamificação no treinamento de estudantes de medicina

Ao colocar os óculos de realidade virtual, futuros médicos podem entrar no corpo de Lucy, uma paciente virtual criada pela MedRoom, startup que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina. Por meio da tecnologia, esses estudantes podem analisar profundamente a anatomia e a fisiologia do corpo humano, visualizando cada órgão com fidelidade anatômica atestada pelo Hospital Albert Einsten.

Hoje, a empresa conta com um time de 26 pessoas e a intenção é aumentar o faturamento de 1 para R$5 milhões até o final de 2019. Com o laboratório virtual já instalado na universidade do Hospital Albert Einstein, na Faculdade Pernambucana de Saúde, na Faminas e na Unifaminas, o objetivo da startup é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2020.

Com a tecnologia da MedRoom, os estudantes podem ver a estrutura anatômica do paciente de forma realista. Além disso, eles têm a facilidade de interagir com órgãos e sistemas, facilitando o aprendizado.

“Nosso objetivo é ajudar o aluno a consolidar o conhecimento teórico para chegar à prática melhor preparado. Não viemos para substituir o uso de cadáveres, mas sim para somar em uma etapa anterior a isso. É muito mais fácil navegar e aprender no ambiente controlado, em uma jornada guiada e gamificada dentro do VR”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Pensando no futuro, o executivo conta que a startup pretende desenvolver simulações de casos clínicos. “Os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-lo, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

Segundo Vinícius, o potencial de exploração das experiências são infinitas. “Nas faculdades, onde nossa ferramenta já foi implementada, o feedback do corpo docente é muito animador. Os professores estão utilizando-a de diferentes formas, desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos, imagens e até criar um Quiz para validar o conhecimento do aluno em assuntos específicos”, explica Sandro Nhaia, CTO da startup.

Como a tecnologia ajuda um escritório de advocacia a crescer?

No final do mês de junho, a City of London Corporation (CLC) – o órgão que representa o centro financeiro global – anunciou que pretende ajudar os escritórios de advocacia e as equipes jurídicas com o que consideram um “desencontro” entre o que está sendo produzido pelas empresas de tecnologia e o que os advogados querem ou estão prontos para usar.Para isso, a CLC formou o ‘LawTech Sounding Board’ para reunir opiniões sobre como aumentar a adoção de tecnologia legal no setor de serviços financeiros e profissionais.

Com o auxílio de novas tecnologias, o direito está conseguindo alcançar novos espaços, modernizando os escritórios para oferecer soluções rápidas e práticas aos clientes. Softwares jurídicos, como o Data Lawyer, ajudam em questões gerenciais e administrativas dentro do seu negócio, auxiliando em tarefas rotineiras e ajudando no controle da atividade jurídica em si.

Mais do que uma plataforma de gestão jurídica, o Data Lawyer acredita em uma advocacia orientada a dados e nasceu para ser um hub de tecnologia e soluções jurídicas inteligentes. “O setor de advocacia ainda é analógico, burocrático, lento e ineficiente. Nosso objetivo é levar mais inovação para esse mercado que é conservador e necessita de mais informações e automações para poder ser mais célere”, afirma Caio Santos, fundador e CEO da startup.

A crescente inovação na área do Direito tem sido muito positiva para os escritórios de advocacia. Em uma pesquisa da revista Análise DNA de 2018, quando indagados sobre a importância de alguns investimentos relevantes para os escritórios de advocacia, a tecnologia também foi citada: 45% consideram muito importante o investimento em tecnologia e ferramentas de gestão.

Santos afirma que, ainda que incipiente, a relação entre direito e tecnologia está cada vez mais próxima. “O conjunto dos dois fatores aumenta a efetividade do negócio, assim como aumenta o valor dos profissionais que entendem a importância de usar novas ferramentas para crescer. Escritórios que usam a tecnologia para otimizar processos unem o melhor dos dois mundos: o conhecimento técnico dos advogados e a automatização das atividades burocráticas e menos importantes”, finaliza.

Dell Technologies lidera mercado brasileiro de soluções hiperconvergentes

A Dell Technologies liderou o mercado brasileiro de soluções hiperconvergentes, com 45% da receita registrada pelo segmento em 2018. Na comparação ano a ano, o crescimento do mercado nacional de soluções hiperconvergentes é de 93,2%. Os dados fazem parte do relatório IDC Latin America Converged Systems Tracker-19Q1, da IDC, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“A Dell Technologies tem uma oferta completa que suporta os nossos clientes na Transformação da TI, incluindo as soluções hiperconvergentes. Além disso, contamos com a produção local dessas soluções, o que nos dá um diferencial competitivo muito importante no cenário brasileiro”, pontua Luis Gonçalves, vice-presidente sênior e gerente geral da Dell Technologies no Brasil. “Esses resultados atestam a assertividade da visão estratégica da companhia, que entende a tecnologia como uma das forças motoras para o desenvolvimento das empresas no País”.

O diferencial da Dell Technologies no mercado de soluções hiperconvergentes são aplicações, como o Dell EMC VxRail Appliance, que está disponível no mercado nacional, que integra em um único dispositivo todas os principais componentes da TI convencional. O portfólio inclui também uma família de appliances pré-configurados e pré-testados, preparados com software e desenvolvidos em parceria com os engenheiros da VMware.

“O resultado positivo reflete nossa estratégia de impulsionar a difusão das soluções de infraestrutura hiperconvergentes para modernizar o data center das empresas brasileiras e suportá-las rumo à transformação digital”, explica Christiano Lucena, vice-presidente de data center da Dell Technologies na América Latina. “A combinação de servidor, armazenamento, rede, virtualização e gerenciamento em uma plataforma única, entrega ganhos significativos em desempenho, escalabilidade e gestão da tecnologia”.

De acordo com o relatório global da IDC, no último trimestre de 2018, a receita do portfólio de soluções hiperconvergentes da Dell Technologies, incluindo Appliances VxRail, Sistemas VxRack e Série XC, superou o crescimento do mercado total de Infraestrutura Hiperconvergente – um dos mais rápidos crescimentos do setor de TI — e representou 28,6% dos sistemas hiperconvergentes vendidos globalmente no período.

89% das empresas afirmam que a distância entre as equipes é o principal desafio para implantar o DevOps

A Trend Micro, líder global em soluções de cibersegurança, anunciou os resultados de uma pesquisa recente que mostra que, apesar dos benefícios conquistados na adoção de uma cultura DevOps, a maioria dos líderes de TI entrevistados acreditam que a comunicação entre segurança de TI e desenvolvimento de software precisa melhorar muito para que se consiga sucesso.

Liderada pelo pesquisador Vanson Bourne, a companhia analisou as práticas de 1.310 tomadores de decisão de TI – tanto de grandes empresas, quanto de PMEs – ao redor do mundo em relação ao DevOps. Os entrevistados estão em estágios diversos da implementação da cultura DevOps enquanto integram os times, o desenvolvimento de aplicações, as operações de tecnologia da informação e a segurança, tudo isso a fim de ganhar em agilidade.

Embora 3/4 (74%) tenham afirmado que essas iniciativas se tornaram mais importantes no último ano, uma porcentagem ainda maior disse que a comunicação no departamento de TI precisava melhorar. 89% dos entrevistados afirma que os times de desenvolvimento de software e segurança de TI precisavam ter contato mais próximo, enquanto 77% afirmou o mesmo sobre desenvolvedores, segurança e operações. Um terço (34%) disse ainda que esses silos dificultam a criação de uma cultura DevOps na organização.

“A história do desenvolvimento de software mostra que os maiores e melhores progressos nos processos nunca acontecem rapidamente devido à variável mais valiosa, as pessoas, que têm padrões de comportamento e componentes culturais já existentes”, conta Steve Quane, vice-presidente executivo de defesa de rede e segurança para nuvem híbrida na Trend Micro. “Organizações implementando uma estrutura DevOps precisarão de forte direcionamento, mas a segurança não pode ser esquecida durante essa transição.”

Como fazer?

Os entrevistados indicaram as melhores maneiras de impulsionar essa mudança cultural: criar uma maior integração entre os times (61%), estabelecer objetivos comuns (58%) e compartilhar experiências de aprendizado entre as equipes (50%). Entretanto, 78% dos tomadores de decisão de TI acreditam que é preciso melhorias nessas áreas.

Apenas um terço (33%) dos entrevistados disse que DevOps é uma responsabilidade compartilhada entre desenvolvimento de software e operações de TI, o que é outra indicação do atual problema de comunicação entre os times. Parece que cada departamento acredita que tem a responsabilidade ou o direito de liderar esses projetos.

Apesar do entusiasmo para o DevOps – que já viu 81% das organizações implementarem ou atualmente trabalham em projetos – quase metade dos entrevistados (46%) desenvolveu apenas parcialmente sua estratégia de DevOps. Além disso, líderes de TI confirmaram que melhorar a segurança (46%) em TI é a principal prioridade no DevOps.