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GetNinjas abre vagas de emprego e estágio na área de TI

O GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina, está com vagas abertas de emprego e estágio na área de Tecnologia da Informação. Confira abaixo quais são as oportunidades:

Agile Master

Business Intelligence/ Data Analyst Pleno

Desenvolvedor(a)/ Front-End Sênior/Especialista

Engenheiro (a) de Software

Estagiário de BI/ Data Analyst

Estagiário de Marketing de Performance (Engenharias e Exatas)

Estagiário de Marketing de Performance (Publicitário e Humanas)

Estagiário de User Research

Estágio em Product Management

Mobile Developer

Sócia da KPMG é reconhecida por guia internacional de mulheres líderes

O guia Women in Business Law 2019 acaba de reconhecer a sócia-líder de Tax Transformation da KPMG no Brasil, Marienne Coutinho, como profissional de destaque na área de Tax. A publicação é produzida anualmente e apresenta um levantamento geral com profissionais em mais de 90 jurisdições convidadas, que indicam os principais nomes para cada área.

“Esse reconhecimento é especialmente importante para que as jovens profissionais acreditem que também podem chegar aqui e alcançar voos mais altos. É indispensável confiar no seu potencial”, afirma Marienne Coutinho.

Com 25 anos de experiência em consultoria tributária internacional, Marienne Coutinho atua também nas áreas de economia digital e transformação digital, inovação e tecnologia para Tax e é co-chair da WCD (WomenCorporateDirectors) no Brasil.

O guia é preparado pela Legal Media Group, da Euromoney, desde 1994, que após a validação e classificação dos candidatos elegíveis, a equipe conduziu entrevistas com conselheiros para que fosse feita a nomeação final.

GDSolar amplia sua participação no mercado de distribuição de energia solar e anuncia a holding Grupo GDSolar

Consolidada como líder no mercado de geração distribuída de energia solar no Brasil e com a inovação e o pioneirismo implantados em seu DNA, a GDSolar expande a sua atuação para outros mercados inseridos no setor energético. A empresa anuncia um movimento na sua estrutura e a criação de outras duas novas linhas de negócios, tornando-se a maior holding de geração de energia solar fotovoltaica em B2B do país. Com isso, o grupo passa a atuar em três diferentes áreas: geração distribuída de energia, mobilidade elétrica urbana e comercialização de energia. Hoje a empresa está presente em vários estados brasileiros, conta com 27 usinas fotovoltaicas entre instaladas, em fase de construção ou de conexão. Prevê ter mais de 100MWp instalados até o final de 2019 e evitar a emissão de 1,6 toneladas de CO2 por mês.

“Desde o início da GDSolar, em 2015, nosso planejamento era de começar atuando no setor de geração distribuída e depois partir para cargas maiores, com clientes com potencial para consumos superiores em mercado livre. O produto pelo qual a gente começou em GD, já está atendido quase que em sua totalidade e o mercado livre, com energia renovável se mostra um universo de oportunidades que queremos explorar”, explica Ricardo Costa, presidente do Grupo GDSolar.

“Entendemos que o conceito de geração distribuída é o que vai prevalecer e que vai trazer muitos benefícios ao setor, do ponto de vista de equalização do sistema, menor perda de energia. Com a abertura de novas frentes de negócios, nossa expectativa é de pelo menos triplicar o tamanho da empresa, focando no segmento de autoprodução”, completa Alexandre Gomes, CEO da GDSolar Energia.

Com a mudança a estrutura do Grupo GDSolar passa a ser dividida da seguinte forma:

GDSolar Energia – Primeira unidade de negócio do grupo GDSolar, responsável pelo desenvolvimento de projetos no modelo de geração distribuída remota, conforme regulamentação do setor, para consumidores de diferentes portes. Possui equipe multidisciplinar in house, estruturada verticalmente em quatro pilares fundamentais para o negócio, o que a possibilita construir e operar usinas fotovoltaicas.

GDSolar Mobilidade Elétrica – Solução para o abastecimento e locação de veículos elétricos, únicos ou para frotas completas, com o fornecimento de energia solar. “É uma das grandes apostas da empresa. A solução é voltada ao público que depende de um veículo para fazer entrega, transporte urbano ou coleta de lixo. O modelo de negócio prevê a locação desses veículos, com toda a responsabilidade operacional sendo da GDSolar Mobilidade. Tudo isso em um ciclo sustentável, com veículo elétrico, abastecido com energia solar”, diz Costa.

GDSolar Comercializadora – Comercialização de energia sustentável, renovável e limpa. Suporte completo para atendimento das necessidades e condições específicas do mercado livre de energia. “O papel da Comercializadora é alavancar negócios em solar, mas substancialmente entender e atender as necessidades dos nossos clientes, deixando-os seguros e satisfeitos com as decisões que tome e permitindo que tenham um bom balanço energético das suas fontes”, fala o executivo.

“Nosso propósito é colaborar com a sociedade para termos um mundo melhor e entendemos que tendo esses três segmentos de negócios, já temos uma gama de produtos que vai atender os clientes em sua totalidade”, conclui Costa.

Pesquisa revela pluralidade de mercado e destaca FH como um dos poucos players qualificados no mercado de implementação de SAP S/4HANA

Uma das mais conceituadas pesquisas do mercado de tecnologia lançada em agosto deste ano aponta as fraquezas e fortalezas do SAP S/4HANA e SAP Leonardo. O relatório, realizado pela ISG, revela que muitas empresas já adquiriram a licença de uso da tecnologia, mas ainda não há previsão de instalação. No entanto, o relatório também traz as tendências de investimentos em automação – IoT e Indústria 4.0, migração para nuvem – soluções Cloud – e em esforços de redução de 30 a 40% dos custos de infraestrutura.

O mercado SAP movimenta US$ 2,3 bilhões no Brasil, sendo a 13ª maior unidade do grupo mundial. A área de outsourcing gera anualmente US$ 994 milhões. Apesar de contar com 165 empresas homologadas, 43% dos negócios são realizados por apenas 36 parceiros SAP. A FH é um deles e ocupa posição de liderança.

“A nossa pesquisa estudou o topo dos 36 parceiros que tinham capacitação, certificações SAP S/4HANA, com casos reais de implementação e nível de parceria gold, ou seja, os top players SAP. Então, o simples fato da empresa ser considerada nesse estudo já é um fator determinante de competitividade. Significa que tem o melhor desempenho e qualificações para projetos SAP, além disso conta com um espaço grande de crescimento em outsourcing”, afirma Pedro Maschio, analista e um dos autores do estudo, que coletou opiniões e números fornecidos pelos 3.600 clientes globais da marca alemã.

A pesquisa destacou o posicionamento de liderança da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software que, desde 1999, constrói uma trajetória que acumula o fornecimento de mais de 2.500 projetos em mais de 30 países da Europa, Américas do Norte e do Sul e Ásia.

A companhia é uma das poucas parceiras genuinamente brasileiras com qualificação para atender projetos complexos em grandes e médias empresas, que buscam parceiros com soluções para a aceleração da inovação. “Nós acompanhamos a evolução da FH desde antes do projeto ISG. Percebemos que, mesmo em momentos de crise, eles continuaram crescendo. A pesquisa só confirma essa interessante evolução”, complementa Maschio.

A empresa aparece entre as líderes de mercado nos quadrantes SAP S/4HANA & Business Suite on HANA Transformation e, também, no universo de soluções para a sustentação de projetos como o SAP S/4HANA & Business Suite on HANA Managed Services.

“Esta é uma pesquisa muito importante para o nosso setor, pois dá uma visão objetiva sobre a nossa capacidade e nossas fortalezas. Estou satisfeito com o nosso posicionamento. Nos mercados que já trabalhamos há tempos aparecemos como líderes e naqueles que começamos a apostar em 2018, já marcamos presença”, analisa Martin Strempfer, Chief Operating Officer da FH.

Mesmo em serviços de business warehouse, em que a provedora começou a atuar em 2018, onde estão as soluções BW/4 HANA e BW on HANA, a FH já é citada como um player que vem crescendo e se estabelecendo.

GTM Holdings abre Programa de Trainee

A GTM Holdings, um dos maiores fundos de private equity do mundo, inicia seu programa de trainee. As inscrições vão até 13 de setembro com processo seletivo conduzido pela Page Talent (www.pagetalent.com.br), unidade de negócios da Page Outsourcing, dedicada à execução de projetos exclusivos de RPO, programas de talentos (estágio e trainee) e à contratação de profissionais em alto volume, parte do PageGroup no Brasil. São sete vagas ofertadas pelo programa, com oportunidades em São Paulo e Guarulhos, além de posições no México, Colômbia, Peru, Costa Rica e Guatemala.

A companhia vai recrutar jovens com formação de dezembro de 2017 a julho de 2019. É necessário domínio avançado dos idiomas inglês e espanhol e do pacote Office. As vagas são para os cursos de Administração de Empresas; Ciências Contábeis; Economia; Engenharias.

O programa de trainee terá duração de dois anos e pretende formar um time capacitado para assumir desafios. Nesse sentido, foi estruturado um amplo projeto de desenvolvimento técnico e comportamental, contemplando treinamentos, job rotation em todas as áreas da empresa e vivência real do negócio.

A companhia procura jovens potenciais com foco em resultados e senso de urgência, capacidade estratégica, comunicativos e com aptidão para trabalhar em equipe numa rotina cheia de desafios e feita por pessoas felizes e comprometidas com um serviço de excelência. A empresa oferece assistências médica e odontológica e remuneração compatível com o mercado.

Mais detalhes em: www.pagetalent.com.br/Vagas/Details/307

Afinal, empresas com salários sob demanda retém mais os colaboradores?

Por Nicholas Reise

Reter talentos e principalmente atrair bons profissionais são os maiores desafios das empresas no mercado atual. Devido a grande concorrência, cativar os colaboradores passou a ser algo necessário. Toda empresa precisa oferecer um algo a mais: o clima, flexibilidade horário, home office ou até o salário sob demanda.

Uma pesquisa da Insper mostrou que 90% dos profissionais acreditam que os benefícios trabalhistas são o que realmente os mantém em uma empresa. Por isso, muitas vêm apostando em benesses corporativas, que de alguma forma, sejam um complemento ao salário que vem apenas uma vez por mês.

No mercado existem inúmeras tendências, como o salário sob demanda. A ideia é que o profissional não precise esperar a data protocolar para receber o seu salário. Trabalhando um dia que seja, ele já tem o direito de receber uma parte proporcional. Segundo a startup britânica Wagestream, esse tipo de benefício reduz em 41% o turnover das empresas. A mesma pesquisa apontou que 73% dos colaboradores ouvidos afirmaram estar mais motivados com a flexibilidade de salário.

Dessa forma, o trabalhador pode se sentir mais valorizado, pois a empresa demonstra sua preocupação com o lado humano dos colaboradores, resolvendo problemas financeiros emergenciais, que poderiam resultar na utilização do cheque especial e empréstimos em casos de emergência, já que segundo o Serasa Consumidor, mais de 41 milhões de brasileiros aceitariam fazer algum tipo de empréstimo para cobrir algum custo inesperado. Com essa liberdade a empresa demonstra sua preocupação não só com a vida profissional do colaborador, mas também pessoal.

Entender relação entre oferecer benefícios e o impacto disso para os funcionários pode ajudar o RH a desenvolver estratégias que irão motivar mais os colaboradores e evitarão saídas em curto prazo. Dentro de uma organização existem benefícios obrigatórios, previstos nas leis trabalhistas, como FGTS, vale transporte e vale refeição. Agora, se a empresa pensa além e na valorização dos seus colaboradores, os opcionais se destacam.

Vale lembrar que, de acordo com um estudo feito pela Universidade da Califórnia, funcionários felizes são, em média, 31% mais produtivos, três vezes mais criativos e vendem 37% mais, especialmente quando não há pressão financeira. Em resumo, pensar nos benefícios opcionais para seus colaboradores pode agregar aspectos valiosos para a sua marca, como retenção de talentos, aumento de atração de candidaturas às novas vagas, mais fidelidade e gratidão dos colaboradores.

Nicholas Reise, CEO da Xerpa.

Parceria entre Banco Original e Serasa Experian para prospecção inteligente de clientes prevê triplicar contas digitais da instituição ainda em 2019

O Banco Original, primeiro banco no Brasil a proporcionar abertura de conta corrente 100% digital, e a Serasa Experian firmaram parceria para aplicar o uso da inteligência de dados na estratégia de prospecção de clientes para a instituição. A solução adotada foi o Polis, plataforma de insights da Serasa Experian, que permitiu que o banco identificasse de forma mais precisa o seu público-alvo e direcionasse seus esforços em campanhas de mídias digitais. O objetivo do projeto é ajudar o Banco Original a atingir a meta de 2,5 milhões de contas abertas até o final de 2019.

As informações demográficas, financeiras e comportamentais acessada por meio do Polis foram utilizadas de modo combinado para segmentar, qualificar e criar audiências para direcionar anúncios online. A utilização das Audiências Digitais disponibilizadas pela Serasa Experian permitiu o direcionamento de mensagens ainda mais aderentes para cada tipo de cliente. De imediato, essas ações já geraram uma redução de 50% no valor do Custo Por Mil (CPM) investido e um aumento de 30% no volume de leads qualificados.

“A solução da Serasa Experian otimizou a assertividade dos nossos esforços em campanhas de marketing, trazendo assim clientes qualificados para nossa base”, explica Luciano Formozo, Head de UX, XRM e Gestão de Marca do Banco Original.

Após a definição do plano para a expansão da carteira de clientes, o Banco Original sentiu necessidade de traçar uma estratégia conjunta para as áreas de Aquisição e Crédito, com o propósito de qualificar seu público-alvo desde o primeiro estágio do ciclo de negócios.

“O poder dos dados e segmentações disponibilizados no Polis foi importante para que o Banco Original otimizasse suas estratégias de marketing com mais conhecimento sobre o público-alvo, aprimorando a etapa de qualificação para suas campanhas digitais”, diz Eduardo Castro, Diretor de Soluções de Marketing da Serasa Experian.

Em junho deste ano, este caso foi premiado pela ABEMD, Associação Brasileira de Marketing de Dados, na categoria CRM Loyalty – com campanha de comunicação B2C.

Interbrand divulga ranking ‘Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2019’

A Interbrand, consultoria global de marcas, anuncia o ranking das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas em 2019. A divulgação oficial ocorreu na noite de ontem (28), durante evento no Insper, na capital paulista.

As cinco primeiras posições são Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil. Este ano, duas novas marcas integram o ranking: SulAmérica, ocupando a 21ª posição, com um valor de marca de R$ 554 milhões, e a varejista Atacadão, com R$ 529 milhões, ocupando a 23ª posição.

Dezenove marcas da lista apresentaram uma variação positiva em 2019 e quatro tiveram crescimento percentuais relevantes em seus valores de marca em comparação com 2018: Magalu, com 46%, apresentando o salto mais expressivo do ranking, CVC e Localiza, ambos com 21%, e Assaí, que mesmo entrando na classificação somente há um ano, apresentou um incremento de 20%.

O valor total do portfólio das 25 marcas que compõem a edição deste ano do ranking cresceu 7,65%, ultrapassando os R$ 129 bilhões. De todas as marcas ranqueadas, somente quatro perderam valor – Antarctica, Cielo, BTG Pactual e Casas Bahia –, comparadas a 2018, ano em que nove marcas registraram desvalorização.

Segundo Beto Almeida, CEO da Interbrand no Brasil, a análise do ranking de 2019 revela o sucesso das marcas que tiveram a habilidade de conectar experiências relevantes com propósitos inspiradores para seus consumidores.

“Analisamos que as marcas que apresentaram os maiores percentuais de crescimento foram aquelas que efetivamente conectaram experiências de marca relevantes, a fim de aprimorar a experiência do consumidor e fornecer consistência, o que cria valor a curto prazo. Ao mesmo tempo, as marcas que articularam mensagens poderosas e autênticas para construir um posicionamento enraizado com seu propósito, obtiveram as maiores notas em força de marca. Não por acaso, isso fortalece a reputação e garante a lealdade a longo prazo”, explica Almeida.

Essas duas estratégias combinadas foram as responsáveis pelo bom desempenho tanto do Itaú quanto da Magalu no ranking deste ano. “A marca de maior crescimento e a marca mais valiosa do ano são dois excelentes exemplos da boa coordenação de gerar relevância e causa, o que leva a um nirvana da marca no engajamento, defesa e valor sustentável”, afirma o CEO da Interbrand no Brasil.

Metodologia

Determinado a partir de uma metodologia exclusiva e certificada de Brand Valuation, desenvolvida em 1988 em parceria com a London Business School, o ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas existe desde 2001, sendo resultado de estudos que analisam e inter-relacionam performance financeira, percepção e influência das marcas junto aos consumidores.

Em parceria com a Provokers, foi realizada uma pesquisa em todo o Brasil, que reuniu mais de mil entrevistados que avaliaram cerca de cem marcas, resultando em um amplo panorama do cenário atual e impressões positivas e negativas de diferentes marcas em diversos segmentos.

Os requisitos para uma marca estar na lista das mais valiosas do Brasil são: ter origem nacional e divulgar suas informações financeiras. Abaixo, confira na íntegra o ranking das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2019 (valores em R$ milhões) ou acesse também: www.interbrand.com/br/best-brands/best-brazilian-brands/2019/

Venture capital: uma saída para a crise do Brasil

Por Pierre Schurmann

A inovação floresce em cenários de recessão econômica onde o empreendedorismo representa uma alternativa para reinventar modelos de negócios tradicionais. No caso do Brasil isso não é diferente. A crise política e financeira que enfrentamos impulsionou o surgimento de soluções para reduzir custos, aumentar eficiência e, consequentemente, a produtividade das empresas. Com doses de tecnologia, inovação e criatividade, as startups se aproveitam dos gaps do mercado para crescer ofertando serviços para problemas que até então não tinham sido resolvidos.

Se por um lado a crise assola grande parte dos empresários, por outro o mercado de venture capital, ou seja, investimentos com capital de risco, segue aquecido e despertando cada vez mais o interesse de investidores brasileiros e estrangeiros. Isso porque o Brasil é um celeiro de startups promissoras e algumas delas já alcançaram o tão sonhado valuation (valor de mercado) de R$ 1 bi. Chamadas de unicórnios, as startups que escalaram seus modelos de negócios são uma verdadeira inspiração para todos que estejam trilhando o caminho do empreendedorismo.

A entrada de novos investidores e o surgimento de venture capitals são a prova de que esse mercado pode ajudar o País a superar a crise. Isso porque, em economias mais maduras como nos Estados Unidos, no passado foi possível observar o quanto o capital de risco gerou um efeito multiplicador muito maior que qualquer outra categoria de investimento ou políticas públicas de fomento. Vale lembrar que apostar em novos modelos de negócios significa apoiar as soluções que essas empresas propõem para problemas que assolam diversos setores da sociedade como é o caso das fintechs, edutechs, etc.

O Brasil está começando a entender o potencial desses investimentos ao passo que a régua para os investidores também aumenta. É necessário que empreendedores aprimorem sua capacidade de escalar seus negócios e que as venture capitals sejam transparentes em sua relação com os investidores. Há 15 anos atrás não era comum que fundos de investimento divulgassem seus números e informações de maneira aberta. Hoje a comunicação se tornou mais dinâmica e franca. Além da confiança no fundo, os investidores podem ter acesso às informações sobre as empresas escolhidas para os aportes.

Em suma, considero o venture capital uma classe de ativos onde o maior desafio é conseguir alocar os recursos de maneira inteligente e visionária. Por isso a importância dos fundos e empresas especializadas nesta categoria para aumentar as chances de rentabilidade no futuro. Acredito que o amadurecimento do mercado depende da conscientização sobre o papel do investidor e da democratização do acesso ao capital, já que muitos empreendedores não conseguem atrair investimentos qualificados que os permitam alavancar seus negócios para crescerem de maneira sustentável. E nesta relação entre founders e investidores todos podem ganhar, inclusive o País.

Pierre Schurmann, CEO da Bossa Nova Investimentos.

Brasil poupa mais de 2 milhões de árvores com emissão da nota fiscal eletrônica

Em um momento em que o mundo discute os níveis de desmatamento no Brasil, um dado muito relevante em favor da certificação digital deve ser observado. Neste ano, a infraestrutura completa 18 anos, mas desde que foi implantada a nota fiscal eletrônica, graças à certificação digital, em 2006, foram emitidas 22,221 bilhões de notas. Isso significa a economia, no período, de 88,884 bilhões de folhas de papel, levando em conta que cada nota fiscal requeria 4 vias de papel.

A nota fiscal eletrônica (NF-e) produziu uma transformação digital nas empresas, com ganhos sem precedentes para o meio ambiente, esclarece Maurício Balassiano, diretor de Certificação Digital da Serasa Experian. “Essa informação deve sempre ser ressaltada e acompanhada. É sem dúvida um dos maiores benefícios que a certificação digital trouxe. Além desse lado sustentável, houve queda acentuada de fraudes na emissão e a arrecadação, por consequência, aumentou e as empresas não precisaram mais manter a guarda física de notas, ganhando espaço, reduzindo custos e ampliando a segurança dos sistemas”, comenta Balassiano.

Um outro dado bastante curioso é que uma árvore padrão permite a produção de 20 resmas de papel, ou 10 mil folhas. Desde 2006, portanto, na média foram poupadas 2,222 milhões de árvores. A emissão da nota fiscal eletrônica só se tornou possível graças à Certificação Digital, explica. “Após a regulamentação da Certificação Digital, com a Medida Provisória 2200-2, que instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas dos Brasil (ICP-Brasil), começaram a surgir as primeiras empresas do segmento. “A Serasa foi a pioneira do segmento e desde então mantém-se entre as maiores no setor”.

De acordo com Balassiano, hoje também muitas empresas estão aproveitando outras aplicações que a certificação digital permite e eliminando o papel no dia a dia de suas atividades. “Essa é uma tendência. Temos vários cases nesse sentido, de empresas que passam a adotar a assinatura digital e a realizar suas operações apenas no universo virtual, com toda a segurança e garantia quanto à validade jurídica, a partir da tecnologia do Certificado Digital e com a chancela de uma empresa com a reputação da Serasa Experian”.

Esse conjunto de atitudes sustentáveis representa um ganho para o meio ambiente, até porque são necessários muitos caminhões para o transporte de papel, que consomem combustíveis e queima de oxigênio. “É possível, a partir desses exemplos, imaginar a quantidade de árvores que foram poupadas, sem contar a economia de eletricidade, espaços físicos para a guarda de talões e documentos e as vantagens fiscais por conta da melhora na arrecadação de impostos. Ou seja, a Certificação Digital, além de toda a segurança que proporciona para as empresas e pessoas físicas, mostra-se sustentável e age em favor da natureza e da sociedade”.

ESPM Tech chega a Florianópolis, um dos maiores ecossistemas de startups de tecnologia do país

A capital de Santa Catarina é hoje um dos principais polos de startups de tecnologia do Brasil, com mais de 900 empresas com graus diferentes de maturidade e que geram, segundo dados da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), uma receita total anual de 5,4 bilhões de reais. Há, atualmente, cerca de 2 500 profissionais empregados na área para cada 100 000 habitantes.

Ecossistemas de startups de tecnologia como Florianópolis dependem de uma estrutura de ensino superior que forme, de maneira consistente, um grande número de profissionais especializados. Foi essa demanda que levou a ESPM, escola de negócios referência nas área da economia criativa, a inaugurar em agosto sua unidade TECH na cidade. A ESPM Tech Florianópolis está com as inscrições abertas para os cursos de pós-graduação em Marketing Digital, Big Data em parceria com a IBM, e Empreendedorismo Digital.

“A ESPM chega a Florianópolis com o objetivo de oferecer cursos diferenciados e de vanguarda para a gestão e empreendedorismo de negócios da economia criativa”, diz Genaro Galli, diretor de Pós-Graduação e Educação Continuada da ESPM SUL. “Queremos fazer parte da história de inovação que vem sendo construída na cidade.”

Na ESPM TECH Florianópolis serão aplicadas novas metodologias de ensino e aprendizagem ativa em todas as salas, integrando tecnologias digitais à visão empreendedora. Os espaços foram desenvolvidos para propiciar a troca e a colaboração entre alunos e professores.

O novo campus está localizado na SC-401, Térreo da Cassol Centerlar, ao lado da ACE, empresa de investimento em startups e inovação corporativa — parceira da ESPM na Pós-Graduação em Empreendedorismo Digital — e outras organizações ligadas à inovação digital como Mercado Livre, Acate, Peixe Urbano, Softplan e Sapiens Parque.

As matrículas podem ser realizadas pelo site www.espm.br/pos-graduacao/florianopolis

Direct One recebe aporte de R$ 15 milhões do InovaBra Ventures

A‌ ‌‌Direct‌ ‌One‌ ‌anuncia‌ ‌o‌ ‌levantamento‌ ‌de‌ ‌‌R$‌ ‌15 milhões‌ ‌em‌ ‌uma‌ ‌rodada‌ ‌de‌ ‌investimentos‌ ‌‌Série‌ ‌A, ‌coordenado‌ ‌pelo‌ ‌‌InovaBra‌ ‌Ventures‌‌.‌ ‌A‌ ‌empresa desenvolveu‌ ‌uma‌ ‌tecnologia‌ ‌capaz‌ ‌de‌ ‌melhorar‌ ‌e‌ ‌orquestrar‌ ‌jornadas omnichannel‌ ‌de‌ ‌comunicação‌ ‌entre‌ ‌empresas‌ ‌e‌ ‌clientes,‌ ‌por‌ ‌meio‌ ‌da Inteligência‌ ‌Artificial,‌ ‌para‌ ‌personalização‌ ‌e‌ ‌ampliação‌ ‌do‌ ‌engajamento,‌ ‌o‌ ‌que tem‌ ‌sido‌ ‌chamado‌ ‌em‌ ‌outros‌ ‌países‌ ‌de‌ ‌‌Customer‌ ‌Experience‌ ‌Management (CEM).‌ ‌ ‌

Os‌ ‌recursos‌ ‌levantados‌ ‌na‌ ‌rodada‌ ‌serão‌ ‌utilizados‌ ‌para‌ ‌escalar‌ ‌as‌ ‌operações da‌ ‌Direct One.‌ ‌Entre‌ ‌elas,‌ ‌estão‌ ‌inovações‌ ‌em‌ ‌sistemas‌ ‌de‌ ‌‌Serverless Computing‌ ‌baseada‌ ‌em‌ ‌FaaS‌ ‌(‌Functions‌ ‌as‌ ‌a‌ ‌Service‌),‌ ‌desenvolvimento‌ ‌de uma‌ ‌nova‌ ‌plataforma‌ ‌de‌ conversação‌ ‌multicanal,‌ ‌evolução‌ ‌da‌ ‌plataforma‌ ‌de dados‌ ‌(‌Actionable‌ ‌Customer‌ ‌Data‌ ‌Platform‌ ‌-‌ ‌‌ACDP)‌ ‌por‌ ‌meio‌ ‌de‌ ‌‌Machine Learning‌,‌ ‌além‌ ‌do‌ ‌aprimoramento‌ ‌das‌ ‌jornadas‌ ‌com‌ ‌validade‌ ‌jurídica‌ ‌utilizando Blockchain‌ ‌para‌ ‌adequação‌ ‌completa‌ ‌da‌ solução‌ ‌à‌ ‌Lei‌ ‌Geral‌ ‌de‌ ‌Proteção‌ ‌de Dados‌ ‌(LGPD),‌ ‌que‌ ‌entrará‌ ‌em‌ ‌vigência‌ ‌a‌ ‌partir‌ ‌de‌ ‌2020.‌ ‌ ‌

Para‌ ‌o‌ ‌fundador‌ ‌e‌ ‌CEO‌ ‌da‌ ‌Direct One,‌ ‌‌Fernando‌ ‌Wosniak‌ ‌Steler‌,‌ ‌este‌ ‌é‌ ‌o momento‌ ‌crítico‌ ‌para‌ ‌as‌ ‌empresas‌ ‌adotarem‌ ‌estratégias‌ ‌de‌ ‌‌Customer Experience‌ ‌Management‌ ‌(CEM)‌,‌ ‌serviço‌ ‌ofertado‌ ‌pela‌ ‌plataforma.‌ ‌”As‌ ‌grandes empresas‌ ‌precisam‌ ‌engajar‌ ‌milhões‌ ‌de‌ ‌clientes‌ ‌que‌ ‌geram‌ ‌bilhões‌ ‌de interações‌ ‌com‌ ‌sinais‌ ‌claros‌ ‌de‌ ‌satisfação.‌ ‌Gerenciar‌ ‌os‌ ‌pontos‌ ‌de‌ ‌contato pelos‌ ‌múltiplos‌ ‌canais‌ ‌em‌ ‌cada‌ ‌jornada,‌ ‌de‌ ‌cada‌ ‌cliente‌ ‌e‌ ‌de‌ ‌forma personalizada,‌ ‌tende‌ ‌a‌ ‌ficar‌ ‌cada‌ ‌dia‌ ‌mais‌ ‌complexo.‌ ‌Pretendemos‌ ‌preencher‌ ‌essa‌ ‌lacuna‌ ‌no‌ ‌mercado,‌ ‌entregando‌ ‌uma‌ ‌plataforma que‌ ‌cria‌ ‌facilidade‌ ‌para‌ ‌que‌ ‌as‌ ‌empresas‌ ‌construam‌ ‌e‌ ‌executem‌ ‌as‌ ‌melhores jornadas‌ ‌para‌ ‌os‌ ‌seus‌ ‌clientes.‌ ‌No‌ ‌final‌ ‌do‌ ‌dia,‌ ‌o‌ ‌que‌ ‌importa‌ ‌para‌ ‌as‌ ‌grandes corporações‌ ‌é‌ ‌o‌ ‌controle‌ ‌do‌ ‌engajamento‌ ‌e‌ ‌a‌ ‌alta‌ ‌pontuação‌ ‌no‌ ‌‌Net‌ ‌Promoter Score‌ ‌‌(NPS),‌ ‌que‌ ‌é‌ ‌a‌ ‌principal‌ ‌métrica‌ ‌utilizada‌ ‌para‌ ‌medir‌ ‌o‌ ‌índice‌ ‌de satisfação‌ ‌do‌ ‌cliente‌ ‌para‌ ‌com‌ ‌a‌ ‌marca”,‌ ‌sinaliza.‌ ‌ ‌

Utilizando‌ ‌Inteligência‌ ‌Artificial‌ ‌para‌ ‌personalização‌ ‌das‌ ‌comunicações‌ ‌com clientes,‌ ‌a‌ ‌plataforma‌ ‌em‌ ‌nuvem‌ ‌da‌ ‌Direct One,‌ ‌que,‌ ‌desde‌ ‌2015,‌ ‌faz‌ ‌parte‌ ‌da Rede‌ ‌Endeavor,‌ ‌já‌ ‌está‌ ‌presente‌ ‌em‌ ‌corporações‌ ‌líderes‌ ‌de‌ ‌seus‌ ‌segmentos, como‌ ‌bancos,‌ ‌serviços‌ ‌financeiros,‌ ‌seguradoras,‌ ‌varejistas‌ ‌e‌ ‌empresas‌ ‌na‌ ‌área da‌ ‌saúde.‌ ‌Atualmente,‌ ‌a‌ ‌Direct One processa‌ ‌mais‌ ‌de‌ ‌1‌ ‌bilhão‌ ‌de‌ ‌eventos serverless‌ ‌mensalmente‌ ‌na‌ ‌nuvem‌ ‌da‌ ‌Microsoft‌ ‌Azure,‌ ‌e‌, ‌projeta‌ ‌no‌ ‌curto‌ ‌prazo,‌ ‌multiplicar‌ ‌por‌ ‌10‌ ‌vezes‌ ‌esse‌ ‌volume,‌ ‌além‌ ‌de‌ ‌iniciar‌ ‌o‌ ‌projeto‌ ‌de expansão‌ ‌para‌ ‌a‌ ‌América‌ ‌Latina‌ ‌até‌ ‌2020.‌ ‌ ‌

Neste‌ ‌sentido, ‌a‌ ‌expectativa‌ ‌de‌ ‌crescimento‌ ‌da‌ ‌empresa‌ ‌está‌ ‌ancorada‌ ‌a‌ ‌um movimento‌ ‌global.‌ ‌Segundo‌ ‌dados‌ ‌da‌ ‌‌Grand‌ ‌View‌ ‌Research‌,‌ ‌o‌ ‌mercado‌ ‌de software‌ ‌para‌ ‌‌Customer‌ ‌Experience‌ ‌Management‌ ‌‌(CEM)‌ ‌valerá‌ ‌USD‌ ‌32,49 bilhões‌ ‌até‌ ‌2025,‌ ‌com‌ ‌um‌ ‌crescimento‌ ‌anual‌ ‌de‌ ‌dois‌ ‌dígitos,‌ ‌chegando‌ ‌a‌ ‌22,9%.‌ ‌ ‌

‌De‌ ‌acordo‌ ‌com‌ Rafael Padilha‌,‌ Diretor do Bradesco Private Equity e Inovabra Ventures, ‌existe uma‌ ‌nova‌ ‌percepção‌ interna ‌sobre‌ ‌o‌ ‌potencial‌ ‌das‌ ‌‌startups‌. “Entendemos‌ ‌que‌ ‌o‌ ‌ecossistema‌ ‌de‌ ‌‌startups‌ ‌‌respira‌ ‌co-inovação‌ ‌e‌ ‌co-investimento.‌ ‌Fazemos‌ ‌aportes‌ ‌minoritários‌ ‌e‌ ‌com‌ ‌pouca‌ ‌influência‌ ‌na‌ ‌gestão, no formato de venture capital tradicional. ‌‌O‌ ‌objetivo‌ ‌é investir‌ ‌em‌ ‌times inovadores‌ ‌‌e‌ ‌que‌ ‌tenham‌ ‌potencial‌ ‌de‌ ‌se‌ ‌tornarem‌ ‌líderes‌ ‌globais e‌ as ‌ajudar nas suas estratégias de crescimento”, ‌explica. ‌