Archive março 2013

Praticagem milionária

As operações de manobra de entrada e saída dos navios em portos, serviço conhecido como praticagem, apresentam, no Brasil, custos extremamente elevados.

A taxa, que já está se tornando uma limitadora para a vinda de Cruzeiros Marítimos ao Brasil, deverá agora ser monitorada pela Comissão Nacional de Praticagem. A medida faz parte das mudanças que o governo pretende fazer no setor portuário e visa acabar com o monopólio e redefinir o preço do serviço prestado de acordo com uma metodologia clara quanto ao tamanho do navio, tipo de carga e questões meteorológicas.

Um levantamento da ABREMAR (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos) mostra a diferença de valores cobrados nos principais portos do mundo. Entre os mais caros estão os portos de Salvador, Santos, Ilhabela e Rio de Janeiro, que chegam a custar, respectivamente, 2789%, 1080%, 892% e 521% a mais que o porto de Barcelona, na Espanha. Os valores foram considerados para as duas manobras de escala (entrada e saída) para navios com 137 mil toneladas – veja tabela completa abaixo.

A praticagem, na maior parte dos portos mundiais, é tarifada e regulada por órgãos do governo, e não há variação de cobrança entre companhias, mesmo com navios de mesmo tamanho e manobras similares – o que acontece no Brasil.

Com tudo isso, o país acaba perdendo competitividade para regiões da América do Sul que operam taxas mais atrativas, como Valparaíso (Chile) e Montevidéu (Uruguai). Além disso, também perde navios e turistas para mercados emergentes no setor de Cruzeiros Marítimos, como Pequim (China) e Sidney (Austrália).

Este último, além de apresentar taxas extremamente mais atrativas que as brasileiras, ainda possui clima similar ao nosso e extenso litoral, tomando conta de um lugar, no verão do Hemisfério Sul, que já foi do Brasil.

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Novos direitos das domésticas devem aumentar demanda em lavanderias

Mercado acredita que o consumidor deve readaptar os serviços domésticos, buscando alternativas como as lavanderias. O Grupo Acerte Franchising, por exemplo, prevê crescimento da demanda, principalmente, no modelo “serviços express”
As novas regras para contratação de empregados domésticos, aprovadas pelo Senado, podem causar impacto no bolso das famílias, gerando demandas para alguns setores. Segundo especialistas, os novos direitos determinados pela proposta PEC 66, devem aumentar o custo de manutenção do empregado, principalmente, com horas extras. Este impacto econômico, aliado a escassez de mão de obra qualificada, poderá fazer com que o consumidor busque alternativas para os serviços domésticos e consequentemente, criar novas oportunidades no mercado como, por exemplo, no segmento de lavanderias.

José Ventura, gerente de expansão do Grupo Acerte Franchising, responsável pelas marcas Quality Lavanderia, Linha & Bainha e Prima Clean Lavanderia, acredita que “a maioria das famílias brasileiras terá dificuldade em assumir as atividades em casa, ou por conta de trabalhar fora o dia todo ou pelo custo imposto pela nova lei. Com isso, acredita que a demanda no segmento de lavanderias deve aumentar expressivamente, em torno de 30%”.

Segundo o gerente, as lavanderias podem ser uma opção mais em conta para as famílias. “Contratar uma pessoa para lavar e passar perante a nova lei, somado aos custos de produto de limpeza e manutenção da lavadora pode sair muito mais caro, que usar os serviços de uma lavanderia. Além disso, com o uso de lavanderias especializadas há também a redução do consumo de água, já que as máquinas profissionais utilizadas na lavanderia são 40% mais econômicas que as lavadoras domésticas. Ou seja, para o consumidor é mais econômico usar o serviço de lavanderia – cerca de 50% – que encontrar e manter um empregado para fazer o serviço de limpeza de roupas”.

Como exemplo desta demanda que vem crescendo, Ventura cita o modelo de serviços da Prima Clean, a lavanderia mais versátil para roupa do dia-a-dia, que oferece o serviço de lavar e secar com duração média de sessenta minutos, com custo muito acessível. “Um cesto de roupa com até 21 peças custa em torno de R$12,00 para lavar e R$12,00 para secar”, explica. Direcionada para a classe média, a Prima Clean é uma franquia de lavanderia com “serviços express”, que utiliza o modelo self-service mundialmente conhecidas pelo nome genérico de “coin laundrys” – lavanderias nas quais os clientes compras fichas e executam os próprios serviços, realizando o processo de lavagem e secagem por cesto, por valores mais econômicos.

“Este é um novo modelo do Grupo Acerte que visa atender regiões que possuam maior índice de classe média. Desta forma, passamos a atender melhor a este público, crescente no Brasil e também nas lojas, já que a marca Quality Lavanderia, por exemplo, atende a classe AB. Essa decisão foi baseada não somente no crescimento deste público como no reflexo das mudanças de hábito que a sociedade vem passando na busca pela praticidade e comodidade, aliado à diminuição a escassez de empregados qualificados. Além disso, com a mulher inserida no mercado de trabalho, esse passou a ser mais um serviço doméstico que pode ser terceirizado na lavanderia, a custos que valem a pena, para gerar mais conforto na terceira jornada delas”, descreve.

Grupo prevê crescimento de 25% em 2013

O Grupo Acerte Franchising, responsável pelas marcas Quality Lavanderia, Linha& Bainha e Prima Clean, pretende aumentar em 25% o número de franquias no Brasil em 2013. No ano passado, o Grupo faturou cerca de R$ 65 milhões e seu crescimento anual tem sido de 20% ao ano em faturamento. Números que devem subir já que o segmento tem demonstrado grande potencial, como mostram os números de 2012 divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising). Os dados revelam que uma das áreas que mais cresceram em faturamento no ano passado foi justamente de Limpeza e Conservação com aumento 44,5%, ficando em segundo lugar depois de Hotelaria e Turismo.

Uma de suas operações, a QUALITY LAVANDERIA, funciona desde 1998 e já é uma das maiores do setor no Brasil. A marca é uma lavanderia de limpeza de roupas de uso pessoal a seco e com água, que atende a todo tipo de roupas e públicos, além de serviços para limpeza da casa – edredons, cortinas, tapetes. A marca possui ainda mais de 300 lojas no mundo – Venezuela, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, México e Argentina. No Brasil está presente em 17 estados, exceto Roraima, Rondônia, Acre, Piauí e Paraíba.

A marca veio se consolidando no mercado como uma lavanderia que inovou em serviços diferenciados no segmento de lavanderia, não engessando sua operação e sempre buscando serviços convergentes com as necessidades dos clientes. Com isso, foi a pioneira na implantação dos serviços de delivery, limpeza de roupas comuns por meio de quilo e não peças, assim como limpezas especiais – couro, tênis, bichos de pelúcia, carrinho de bebê. Outro fato relevante da marca Quality Lavanderia é o reconhecimento do segmento do franchising por meio do prêmio Selo de Excelencia em Franchising. Este premio é realizado anualmente através de pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Franchising (ABF) e a Quality Lavanderia o recebeu consecutivamente, de 2008 até 2012.

Já a marca LINHA& BAINHA é uma franquia de reforma e personalização de roupas, que possibilita que o cliente “esteja sempre na moda” e atualizado. A franquia surgiu através da procura do serviço de consertos e ajustes de roupas dentro das lavanderias da Quality. O cliente procurava o serviço, pois queria realizar tudo em um único local. Soma-se a isso o fato de naquele momento não existia este tipo de serviço de forma estruturada e organizada. Assim, o modelo foi criado para ser uma store-in-store dentro das unidades de lavanderias da Prima Clean e Quality Lavanderia, mas pode ser adquirida também como um negócio independente quando montada em loja separada.

A PRIMA CLEAN é uma lavanderia express que tem a limpeza realizada por cesto de roupas. O próprio cliente pode executar o serviço, como nos padrões americanos de uso de lavanderia, ou deixar os serviços para que as atendentes da lavanderia o executem – uma adaptação à cultura brasileira de uso do serviço. Dessa forma o custo é muito baixo para o cliente e a lavanderia é bem versátil, já que ele escolhe o que quer fazer.

O Grupo Acerte Franchising estudou características que estavam acontecendo não só no segmento, mas no mercado em geral, tais como o aumento de franquias de serviço, a interiorização das marcas e o crescimento da classe C no mercado brasileiro. Dessa forma desenhou o modelo tanto para atender o público consumidor emergente, como os empresários que queriam um negócio como um “plano B” para seu plano de carreira. Assim, a Prima Clean foi idealizada para atender a classe C e as cidades do interior onde há demanda para o serviço de lavanderia, porém necessitam de um modelo com investimento menor. Soma-se a isso a estruturação de um modelo de negócio compacto ao investidor, com baixos custos operacionais e ao consumidor, taxas fixas, investimentos menores e menor dificuldade operacional.

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Setor produtivo paranaense entrega à ministra Gleisi sugestões para MP dos Portos

Sérgio Souza, Gleisi, Campagnolo e Koslovski, durante encontro no gabinete da ministra (Foto: Paulo H. Carvalho/Casa Civil PR)

Os presidentes da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, e do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Sistema Ocepar), João Paulo Koslovski, – representando o G7, grupo das principais entidades do setor produtivo paranaense –, reuniram-se nesta quarta-feira (27), em Brasília, com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Eles entregaram à ministra uma lista de sugestões relativas à Medida Provisória 595, a chamada MP dos Portos, que trata da nova regulamentação e investimentos no setor portuário brasileiro. O senador Sérgio Souza, que tem apoiado o setor produtivo com uma atuação forte nas questões ligadas à infraestrutura do Estado, também acompanhou a reunião.
Campagnolo e Koslovski afirmaram à ministra que a MP 595, ainda em tramitação no Congresso Nacional, é um grande avanço nas políticas de infraestrutura no país. “A iniciativa privada entende que esta medida traz uma importante mudança de paradigma na gestão dos portos brasileiros, que certamente vai ajudar a acabar com os gargalos que o setor produtivo enfrenta nos terminais”, disse o presidente da Fiep.
Segundo ele, esta é mais uma prova de que o governo federal tem plena consciência dos prejuízos que as deficiências na infraestrutura causam ao setor produtivo nacional. “A centralização das políticas ligadas a este tema na Casa Civil, uma pasta estratégica e muito próxima à presidente Dilma Rousseff, mostra que o governo realmente está disposto a buscar soluções para nossa infraestrutura”, acrescentou Campagnolo.
No encontro em Brasília, os representantes do setor produtivo paranaense apresentaram algumas sugestões para aprimorar a MP dos Portos. Um dos pedidos foi a prorrogação dos contratos de concessão a operadores portuários privados cujos prazos estão recém-vencidos ou próximos a vencer. Isso para reduzir a insegurança jurídica para esses operadores até que a nova regulamentação entre em vigor. Koslovski explica que essa é uma preocupação de muitas cooperativas, que operam áreas junto aos portos paranaenses e podem ter suas operações comprometidas caso os contratos não sejam prorrogados.
Além disso, também foi solicitado à ministra Gleisi agilidade nos processos tanto para a execução de dragagens nos portos brasileiros quanto nas licitações que permitirão novos investimentos – inclusive privados – nos terminais. “Esses investimentos são essenciais para o desenvolvimento dos nossos portos e é preciso garantir que as licitações sejam feitas o mais rapidamente possível”, disse Campagnolo.
Koslovski acrescentou que a melhoria nas estruturas dos portos é fundamental para garantir o escoamento da safra agrícola paranaense, que este ano novamente deve bater recordes de produção. “Para este ano nossas cooperativas vão investir R$ 2,1 bilhões em suas estruturas e é importante que o poder público também faça sua parte para atender ao aumento da demanda”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar.

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APADi lança Guia de e-Commerce em parceria com Sebrae-SP Publicação traz passo a passo para abrir um e-commerce profissional

A Associação Paulista das Agências Digitais (APADi) lança, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP), o Guia de e-Commerce, uma publicação gratuita para orientar o empreendedor a entrar em um negócio eletrônico de maneira profissional. Criado a partir da experiência de um comitê formado por alguns dos principais especialistas do Brasil, especialistas que juntos já desenvolveram mais de 400 lojas virtuais, o Guia apresenta de maneira integrada e num único local um passo a passo didático de como montar o negócio, explicando ao empreendedor por onde começar e a que prestar atenção em cada momento do projeto: planejamento, plataforma e tecnologia, integrações, comunicação visual, gestão de conteúdo, operações e logística, serviços financeiros e marketing digital.

“Pela primeira vez temos um conteúdo baseado na experiência prática de profissionais de alto nível, que fizeram um trabalho voluntário durante sete meses. A proposta deste comitê é contribuir para a redução da taxa de mortalidade no e-commerce. Atualmente, a grande dificuldade de inclusão digital empresarial é gerada pela deficiência de know-how tecnológico e falta de conhecimento das especificidades do negócio eletrônico. Isto faz com que muitos e-commerces não passem do primeiro ano de vida”, declara Cláudio Coelho, presidente da APADi. “Esperamos desmistificar alguns conceito erroneos que circulam entre o público geral. Por exemplo, a maioria das pessoas imagina que para um e-commerce funcionar bem basta o investimento em plataforma. Na prática, para um projeto de sucesso, o custo da plataforma deve ser de 15% a 20% do capital total, o restante deve ser investido nas outras áreas, principalmente em divulgação”, enfatiza.

Para o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, o Guia chegou em um momento extremamente importante. “A internet tem sido uma opção muito procurada pelos empreendedores. Não basta só vontade, é preciso planejamento como todo e qualquer negócio. Para quem acha que é só fazer uma página e colocar no ar, já está começando errado”, explica Bruno Caetano. “Os primeiros anos de abertura de uma empresa são delicados para os pequenos e micro empreendedores, com alta taxa de mortalidade. O Sebrae-SP e a APADi reuniram especialistas capazes de mapear erros e oportunidades do e-commerce, dicas que ajudarão o proprietário do site a buscar sempre a melhores soluções. ”

Thiago Sarraf, líder do comitê que desenvolveu o Guia de e-Commerce APADi, explica que é fundamental que o empreendedor do mundo virtual aprenda a lidar com parcerias e processos de atendimento ao cliente. “A equipe tem que ser qualificada, entender de marketing digital e da tecnologia do e-commerce, precisa ser orientada ao sucesso do negócio e ao bom atendimento ao cliente. Um dos pontos críticos de um sucesso do e-commerce são as parcerias estabelecidas, principalmente na logística de distribuição dos produtos. É preciso trabalhar muito alinhado ao parceiro para evitar devoluções, danos ao produto e reclamações do consumidor”.

O Guia de e-Commerce APADi inclui modelos de referência para o empreendedor: um roteiro de planejamento digital, planilhas de controle de estoque e fluxograma de pedidos. Além disso, ensina como calcular o retorno sobre o investimento, dá dicas financeiras que ajudam a evitar fraudes, esclarece os termos técnicos e jargões do meio e apresenta todos tipos de plataformas oferecidas pelo mercado e quais suas vantagens e desvantagens.
O Guia de e-Commerce da APADi é uma publicação gratuita e pode ser baixada no site www.apadi.com.br.

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Gartner:42% dos líderes de TI planejam investir em Big Data em um ano

De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, o ano de 2013 será marcado pela adoção em larga escala das tecnologias de Big Data, após um período de experiências e sucessos das organizações pioneiras na implantação. Uma pesquisa global com líderes de TI mostrou que 42% dos participantes planejam investir nestas tecnologias dentro de um ano. Na Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center, que acontece nos dias 9 e 10 de abril, será apresentada uma sessão sobre Big Data e sua influência nos Data Centers, além dos requisitos para que os gerentes de TI analisem como poderão gerenciar dados no futuro.

“Agora, as organizações têm mais conhecimento do que é o Big Data e como ele pode transformar o negócio de novas formas. As questões chave mudaram para ‘quais são as estratégias e as habilidades necessárias’ e ‘como podemos medir e ter certeza do retorno do investimento?’. Muitas empresas ainda estão nos estágios iniciais e poucas têm pensado em uma abordagem empresarial ou, ainda, percebido o profundo impacto que Big Data terá em suas infraestruturas, organizações e indústrias”, afirma Donald Feinberg, vice-presidente e analista do Gartner, que vai conduzir a palestra “Redução do Big Data no Data Center – Que Barulho é Esse?”, durante o evento.

As empresas estão realizando suas ações de Big Data em uma paisagem tecnológica em rápida mudança, com forças que produzem e demandam novos tipos de dados e de processamento da informação. Eles se voltam ao Big Data por duas razões: necessidade e convicção. As organizações estão conscientes de que essas iniciativas são críticas, pois identificaram oportunidades de negócio óbvias e potenciais, que não podem ser atingidas com as fontes de dados, tecnologias e práticas tradicionais.

“Isto faz com que os líderes de TI e negócio se interessem em estar à frente dos concorrentes, no que se refere ao lançamento das iniciativas de Big Data. Não há com o que se preocupar: ideias e oportunidades, neste momento, são ilimitadas e algumas das maiores vêm da adoção e adaptação de ideias de outras indústrias”, diz Donald. Desta forma, será desafiador deixar de lado o hype ao avaliar tecnologias, abordagens e alternativas de projeto de Big Data.

Apesar destes desafios, o Gartner prevê que, em 2015, 20% das 1000 maiores empresas terão estabelecido um foco estratégico em infraestrutura de informação, equivalente à de gerenciamento de aplicações.

Na expectativa de oportunidades de Big Data, organizações de todos os setores estão coletando e armazenando, provisoriamente, uma quantidade crescente de dados operacionais, públicos, comerciais e sociais. No entanto, na maioria dos setores – especialmente no governo, indústria e educação – combinar estas fontes com “dados obscuros” existentes e subutilizados, como e-mails, multimídia e outros conteúdos corporativos, representa a oportunidade mais imediata de transformar empresas.

O Gartner afirma que, por meio da integração e análise de variadas fontes de dados, não apenas individualmente, as empresas conseguem atingir os mais extraordinários insights de negócios, otimização de processos e tomadas de decisão. Embora a maior parte do hype do Big Data seja sobre como lidar com o tamanho e a velocidade dos dados disponíveis, a pesquisa mostra que os ganhos serão obtidos por aqueles que percebem o sentido de ampliar a gama de fontes de dados.

Os executivos de TI e negócios regularmente dizem que a informação é um dos maiores ativos de suas empresas. E elas têm gerenciado e implantado a informação de maneira mais efetiva, mas, certamente, não com a mesma disciplina afiada da gestão que é aplicada a seus ativos materiais, financeiros ou outros intangíveis. A aplicação de modelos de avaliação à informação formal permitirá à TI e aos líderes de gestão de informação e negócios tomarem decisões mais distintas sobre a gestão da informação, enriquecimento, segurança, riscos, compras, coleta, uso, troca e venda.

As inscrições para a Conferência do Gartner podem ser feitas pelo e-mail latin.america@gartner.com, pelo site www.gartner.com/br/datacenter ou pelos telefones (11) 3074-9724 / 3073-0625. Até o dia 5 de abril, é possível obter desconto de R$ 350,00.

Nova diretoria do IBEF PR toma posse no dia 4 de abril

nova diretoria do IBEF PR (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças no Paraná) para a gestão 2013-2015 toma posse no dia 4 de abril no Estação Business School. Na ocasião, assume o comando da entidade o executivo Clécio Chiamulera, diretor de Operações da Ibema.

Formado em Administração e Engenharia, Chiamulera reúne experiência profissional nas áreas administrativa, financeira e comercial em empresas multinacionais e nacionais de grande porte, tais como Cônsul, Brastemp, Embraco, Electrolux, Unimed Curitiba, Datasul e Totvs.

Segundo ele, a nova diretoria pretende valorizar o profissional executivo e promover networking em eventos, palestras e diversos encontros promovidos por seus 11 comitês. “Somos uma entidade que completa 27 anos de existência e congrega os formadores de opinião da área financeira do Paraná, força motriz da economia do Estado e também como gerador de emprego e renda. Assim, uma de nossas metas é reforçar nossa representatividade junto ao poder público para vir a somar nas decisões que trazem impacto a todo o setor produtivo”, assinala.

IBEF PR possui 11 comitês de trabalho

Para isso, a nova composição do IBEF PR traz nomes de peso para compor os comitês da entidade e que atuam em organizações como Thá, Grupo Marista, Fiep, Electrolux, Sumitomo, entre outras.
Para marcar a posse, o evento contará com o palestrante Clovis Tavares, autor de sete livros de gestão e liderança, entre eles “A mágica do marketing”, “Super Dicas para inovar, criar oportunidades e virar o jogo”, entre outros.

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IDC: Mercado de tablets no Brasil foi o que mais cresceu em 2012

De acordo com estudo realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, o tablet é o dispositivo que apresenta maiores taxas de crescimento no mercado brasileiro. Durante o ano de 2012 foram vendidos 3,1 milhões de unidades, ou seja, 171% mais do que em 2011, quando o País havia comercializado 1,1 milhão de equipamentos. Somente no quarto trimestre foi de 1,1 milhão.

Ainda segundo o estudo da IDC, do total de tablets vendidos, 77% têm o sistema operacional Android e quase 50% dos dispositivos custaram menos de R$ 500. “A entrada de equipamentos com esta faixa de preço foi o principal fator para o aumento significativo de vendas de tablets em 2012. Em 2010 e 2011, os valores ainda eram considerados altos e o leque de opções não era tão extenso. No ano passado, algumas empresas que até então fabricavam GPS passaram a produzir tablets e os preços ficaram mais convidativos. Além disso, a maioria dos fabricantes de computadores que atua no mercado brasileiro está incluindo o tablet em seus portfólios de produtos”, declara Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil.

Dos 3,1 milhões de tablets vendidos em 2012, 88% foram para usuários domésticos e 12% para o mercado corporativo. Na comparação com 2011, o segmento doméstico cresceu 159% e o corporativo 303%. “Desde que os tablets foram lançados, é um mercado que sempre aponta para números crescentes, ou seja, em nenhum trimestre houve queda. Com certeza é um dispositivo que colabora para a inclusão digital já que é boa alternativa para quem precisa consumir conteúdo e não produzir muita informação”, completa Hagge.

O analista da IDC Brasil conclui também que a chegada do tablet aumentou o tempo de vida de um computador, fazendo com que o consumidor demore mais tempo para renovar seus desktops ou notebooks. “Embora o usuário esteja comprando menos computadores, entendemos que os dispositivos têm funções bem distintas e que o tablet não é, de forma alguma, um substituto”, finaliza Hagge.

Quando comparado com o mercado de computadores no Brasil o que se vê é que foram vendidos, em 2012, um tablet para cada cinco computadores. Em 2011 era um tablet para cada 14 computadores. Nos Estados Unidos, vendeu-se, em 2012, praticamente um tablet para cada notebook. Já na China foi um tablet para cada oito computadores. No ranking mundial do mercado de tablets, o Brasil ocupa a décima posição. O país havia fechado 2011 na décima segunda posição.
Para o ano de 2013, a IDC espera que sejam vendidos 5,8 milhões de tablets, número que é 89,5% maior do que o apresentado no ano passado. O mês de janeiro de 2013, segundo o estudo mensal da IDC, apresentou vendas de 350 mil peças, apenas 15% mais baixo quando comparado com o mês de dezembro de 2012, considerado o mais representativo desde o início das vendas de tablets no Brasil.

Segmentação se torna diferencial das PMEs do setor de contact center

Por Stan Braz

Em um mercado tão competitivo como o de contact center, em que as grandes empresas detêm a maior fatia do segmento, o setor busca cada vez mais novas formas de se reinventar para agregar valor aos serviços oferecidos. Necessidade latente também pela diminuição da rentabilidade que vem sendo registrada nos últimos anos. Por conta disso, as pequenas e médias empresas estão encontrando um caminho importante para expansão dos negócios: a segmentação.

Esse movimento mercadológico está alinhado ao crescimento de consumo da classe C, que deverá chegar a 118 milhões de pessoas até 2014, segundo estimativa da Fundação Getulio Vargas. Com isso, é preciso aproveitar este momento aquecido, mas deve-se prever que o aumento da utilização dos serviços de atendimento ao cliente será considerável e exigirá das empresas infraestrutura para suportar essa demanda e um olhar renovado e criativo para se relacionar com esses novos consumidores.

Com base nesse conceito e para criar um atendimento cada vez mais especializado e que compreenda a real necessidade do cliente, muitas companhias estão optando por contratar pequenas e médias centrais de contact center. Dessa forma, a expectativa é que elas integrem projetos de relacionamento com o consumidor que tenham características especialistas sintonizadas com seus perfis de trabalho, como alguns serviços das áreas financeira e de tecnologia, entre outros.

Mas, não será somente a classe C que se beneficiará desse formato de trabalho, já que muitas empresas optam por contratar um call center com um perfil diferenciado para atender, por exemplo, clientes do mercado de luxo, private banking, farmacêutico, que buscam solucionar dúvidas específicas e que exigem um atendente com formação diferenciada e, muitas vezes, bilíngue.

Esta é uma excelente iniciativa promovida pelas pequenas e médias empresas do setor que deverá gerar, nos próximos anos, ainda mais empregos, qualificação profissional, investimentos em tecnologia, competitividade e, assim, estimular o crescimento do mercado e encantar as empresas atendidas com a conquista e fidelização de clientes, o que é a alma de qualquer negócio.

*Stan Braz é diretor presidente executivo do Sintelmark (Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos).

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Como as empresas podem aderir ao Social Business

Por Sidney Sossai

Muitas organizações estão mergulhando no social business de cabeça sem antes mesmo levar em consideração questões crusciais para a implementação do conceito em suas empresas. Existe uma ideia errônea de que a transformação social de uma companhia é simplesmente levar as ferramentas das redes sociais para dentro da empresa e deixar que os funcionários a explorem.

As corporações já perceberam que a maneira mais rápida e simples de se conectarem a clientes, parceiros e funcionários hoje em dia é por meio do uso das ferramentas sociais.

Segundo um estudo recém-divulgado pela IBM denominado “The business of Social Business”, no qual a empresa entrevistou mais de 1.100 profissionais de negócios e tecnologia, cerca de 62% dos entrevistados planejam aumentar seus investimentos em Social Business ao longo dos próximos três anos, mas apenas 22% acreditam que os seus gerentes estão prontos para tornar essas tecnologias e investimentos parte de suas rotinas diárias.

Ainda existe uma grande lacuna de conhecimento acerca dos impactos que a tecnologia social pode trazer para os negócios. Além disso, quase 75% se sente despreparado para as mudanças culturais que a adoção das tecnologias requer.

Enquanto algumas empresas aceleram seus investimentos em Social Business, muitas ainda enfrentam dificuldades com sua implementação, devido a questões culturais e organizacionais, bem como com a integração dessas inovações no modo como conduzem seus negócios.

Além disso, as organizações estão aprendendo que simplesmente implementar essas tecnologias não é suficiente. Os negócios sociais são realmente transformadores e, assim como aconteceu com outras tecnologias transformadoras, como a internet ou os computadores pessoais, o social business forçará empresas a repensar seus modelos de negócios habituais, reconsiderar normas culturais e remodelar as abordagens básicas de gerenciamento para extrair o máximo valor da tecnologia.

É um campo muito rico de aprendizado para um grupo de empresas pioneiras que já têm feito investimentos em tecnologias sociais, seja no uso de hubs de colaboração, implantação de redes sociais privativas ou atividades sociais baseadas em analytics.
Entre as abordagens que esses líderes têm utilizado podemos destacar três frentes de ação: encorajar a experimentação de tecnologias sociais por seus funcionários e colaboradores; criar uma cultura de colaboração; e pensar de forma criativa sobre dados sociais, pois muitas empresas pesquisadas quantificam resultados, mas já sabem que medir a eficácia de abordagens sociais em termos de economia de custo não é suficiente.

Nesse processo de transformações as organizações de ponta que estão aderindo ao Social Business aproveitam suas ferramentas sociais externas e as integram em seus processos de negócio. Além disso, usam abordagens sociais não apenas para se comunicar melhor com seus clientes, mas também para compartilhar conhecimentos com seus fornecedores, parceiros de negócios e funcionários. O conceito de empresa social chegou para ficar e vai transformar corporações assim como está transformando a sociedade.

Sidney Sossai é gerente de soluções de colaboração da IBM Brasil.

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Como as empresas podem aderir ao Social Business

Por Sidney Sossai

Muitas organizações estão mergulhando no social business de cabeça sem antes mesmo levar em consideração questões crusciais para a implementação do conceito em suas empresas. Existe uma ideia errônea de que a transformação social de uma companhia é simplesmente levar as ferramentas das redes sociais para dentro da empresa e deixar que os funcionários a explorem.

As corporações já perceberam que a maneira mais rápida e simples de se conectarem a clientes, parceiros e funcionários hoje em dia é por meio do uso das ferramentas sociais.

Segundo um estudo recém-divulgado pela IBM denominado “The business of Social Business”, no qual a empresa entrevistou mais de 1.100 profissionais de negócios e tecnologia, cerca de 62% dos entrevistados planejam aumentar seus investimentos em Social Business ao longo dos próximos três anos, mas apenas 22% acreditam que os seus gerentes estão prontos para tornar essas tecnologias e investimentos parte de suas rotinas diárias.

Ainda existe uma grande lacuna de conhecimento acerca dos impactos que a tecnologia social pode trazer para os negócios. Além disso, quase 75% se sente despreparado para as mudanças culturais que a adoção das tecnologias requer.

Enquanto algumas empresas aceleram seus investimentos em Social Business, muitas ainda enfrentam dificuldades com sua implementação, devido a questões culturais e organizacionais, bem como com a integração dessas inovações no modo como conduzem seus negócios.

Além disso, as organizações estão aprendendo que simplesmente implementar essas tecnologias não é suficiente. Os negócios sociais são realmente transformadores e, assim como aconteceu com outras tecnologias transformadoras, como a internet ou os computadores pessoais, o social business forçará empresas a repensar seus modelos de negócios habituais, reconsiderar normas culturais e remodelar as abordagens básicas de gerenciamento para extrair o máximo valor da tecnologia.

É um campo muito rico de aprendizado para um grupo de empresas pioneiras que já têm feito investimentos em tecnologias sociais, seja no uso de hubs de colaboração, implantação de redes sociais privativas ou atividades sociais baseadas em analytics.

Entre as abordagens que esses líderes têm utilizado podemos destacar três frentes de ação: encorajar a experimentação de tecnologias sociais por seus funcionários e colaboradores; criar uma cultura de colaboração; e pensar de forma criativa sobre dados sociais, pois muitas empresas pesquisadas quantificam resultados, mas já sabem que medir a eficácia de abordagens sociais em termos de economia de custo não é suficiente.

Nesse processo de transformações as organizações de ponta que estão aderindo ao Social Business aproveitam suas ferramentas sociais externas e as integram em seus processos de negócio. Além disso, usam abordagens sociais não apenas para se comunicar melhor com seus clientes, mas também para compartilhar conhecimentos com seus fornecedores, parceiros de negócios e funcionários. O conceito de empresa social chegou para ficar e vai transformar corporações assim como está transformando a sociedade.

Sidney Sossai é gerente de soluções de colaboração da IBM Brasil.

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Empresas podem se inscrever no Start-Up Brasil e se candidatar às aceleradoras da Microsoft Participações

A Microsoft Participações, empresa de investimentos de capital 100% nacional e parte do grupo Microsoft, criada no final de 2012, participa do programa Start-Up Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Com o apoio do Governo Federal, a empresa gerenciará uma rede de aceleradoras de start-ups em conjunto com a OAS Investimentos, NEC Latina America, grupo Capital Criativo, Anjos Cariocas e AgeRio. Ao todo, até 45 jovens empresas de tecnologia localizadas no Rio de Janeiro, Natal e Porto Alegre (em média, 15 por cidade) serão beneficiadas pela rede, recebendo aportes financeiros e acompanhamento para acelerar seu desenvolvimento.

A rede, denominada Acelera Brasil, tem por objetivo expandir sua operação e abranger cidades de norte a sul do País nos próximos anos, colaborando para o aumento da competitividade nacional, sobretudo no que concerce à inovação. De acordo com Franklin Luzes Jr., diretor de operações da Microsoft Participações, “dependendo do plano de negócios, projeto, escopo e necessidade, as start-ups poderão receber da Acelera Brasil até R$ 1 milhão em dois anos”.

Somado a esse investimento, o programa Start-Up Brasil fornecerá para cada empresa selecionada até R$ 200 mil na forma de bolsas para pesquisa, desenvolvimento e inovação, a serem concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).

Além do investimento em capital, a Acelera Brasil ajudará as empresas nascentes que fizerem parte de suas aceleradoras, a desenvolverem mecanismos de gestão maduros, para que sejam atraentes tanto ao mercado de fundos de capital de risco quanto à grandes empresas. Para isso, as aceleradoras oferecerão mentoria para elaboração e cumprimento dos planos de negócios; suporte operacional oferecido pelos investidores anjos e mentores; suporte tecnológico, por meio do qual todos os participantes terão acesso aos softwares da Microsoft, treinamentos, capacitação e suporte técnico; espaço físico para que cada startup desfrute de um escritório individual e tenha à disposição salas de reunião para receber seus clientes e parceiros; e business networking para que as startups sejam colocadas em contato com parceiros e possíveis investidores.

“A Microsoft Participações trabalha em sintonia com o Governo Federal para construir e desenvolver o ecossistema de inovação e empreendedorismo, estabelecendo parcerias com os setores público, privado e a academia”, afirma Luzes Jr. Para a Microsoft, o Brasil é um mercado-chave e abriga uma das dez maiores operações da empresa no mundo. No país há mais de 20 anos, a Microsoft acompanha de perto a evolução do cenário econômico, especialmente no que diz respeito às relações entre renda, emprego e competitividade. Com o propósito de colaborar para que a tecnologia possa ter impacto socioeconômico relevante e positivo, melhorando assim a qualidade de vida dos brasileiros, a Microsoft Brasil investiu, nos últimos dez anos, mais de R$ 167 milhões em programas que visam ao fomento da competitividade nacional.

Para mais informações sobre o Acelera Brasil, acesse: http://www.microsoft.com/brasil/acelera/

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Chamada pública define empresas nascentes para apoio do Start-up Brasil

Até 100 empresas nascentes de base tecnológica serão apoiadas por chamada pública do programa Start-up Brasil. O edital será lançado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, nesta quinta-feira (21), no Rio de Janeiro.

As startups escolhidas receberão recursos públicos e privados e terão o apoio de aceleradoras de empresas, que irão abriga-las durante seis meses a um ano. O período tem como objetivo o amadurecimento rápido dos projetos para sua adequada inserção no mercado.

A cerimônia no Rio terá palestra do fundador do Startup Weekend, Andrew Hyde. Participam do anúncio o prefeito do Rio, Eduardo Paes; o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Maurício Borges; o secretário de Política de Informática do ministério, Virgilio Almeida; o COO do Start-up Brasil, Felipe Matos.

O coordenador do programa, Rafael Moreira, mediará um painel com representantes das nove aceleradoras selecionadas em edital anterior. As nove aceleradoras selecionadas na primeira etapa do programa Start-up Brasil foram anunciadas pelo secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgilio Almeida, em São Paulo, no dia 28 de fevereiro. Foram habilitadas as empresas 21212, Aceleratech, Microsoft, Papaya, Pipa, Wayra, Acelera MG, Outsource Brasil e Start You Up.

Após a cerimônia, as 11h30, os jornalistas presentes estarão convidados a participar da coletiva de imprensa.

O Start-up Brasil

O programa tem o objetivo de fortalecer o ecossistema de startups no país para ampliar a competitividade do Brasil e estimular o desenvolvimento econômico. Foi criado pelo MCTI como parte do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação, o TI Maior, que se baseia em cinco pilares: Desenvolvimento Econômico e Social; Posicionamento Internacional; Inovação e Empreendedorismo; Produção Científica, Tecnológica e de Inovação; e Competitividade.

Apoio

O apoio oferecido às startups se destina a empresas nacionais (75% do total) e internacionais (25%), com até três anos de constituição, que desenvolvam produtos ou serviços inovadores, usando ferramentas de software e serviços de TI como parte da solução proposta.

Cada startup escolhida contará com R$ 200 mil na forma de bolsas para pesquisa, desenvolvimento e inovação e concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Além disso, a aceleradora poderá investir recursos adicionais, que variam de R$ 20 mil a R$ 1 milhão, no projeto.
A aceleração é o processo, muito rápido, de desenvolvimento de um produto ou serviço direcionado ao mercado, envolvendo o suporte de mentores, investidores de risco e pesquisadores universitários, entre outros recursos.

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