Archive abril 2018

Transformação digital, agenda do CIO e internacionalização na pauta do Export Day 2018

Enquanto nos principais mercados mundiais os investimentos programados pelos CIOs para este ano estão direcionados ao crescimento e ao aumento de market share – cliente, no Brasil o foco principal é a transformação digital, às vezes confundida com a informatização da empresa. Esses dados, apresentados por William Hoffert, diretor de desenvolvimento de negócios do Gartner na palestra de abertura do Export Day 2018, fazem parte do estudo “A agenda do CIO para 2018”. Realizado pela consultoria, ele ouviu 3.160 executivos de 98 países responsáveis pela administração de um budget total de US$ 277 bilhões para investimentos em TI.

“Há tempos os CIOs brasileiros são pressionados a fazer mais com menos. Anos de contenção retardaram o avanço da TI no país, principalmente nas grandes empresas, mas a transformação digital tornou-se um imperativo comercial e é preciso tirar esses anos de atraso de alguma forma” disse William Hoffert.

O Export Day, promovido na semana passada em São Paulo pela Softex e pela Apex-Brasil, reuniu mais de 150 pessoas interessadas em levar seus negócios para além das fronteiras nacionais. Este ano, o encontro analisou de que forma o cliente pode colaborar para a expansão global das empresas de TI brasileiras.

No espaço da programação dedicado à apresentação de casos de sucesso de internacionalização nos segmentos de telecom, saúde, varejo e fintech foram abordados os cases da BRQ, Icaro Tech, MV, Navita e Propz. Para dialogar com eles, o painel CIOs trouxe representantes da Ericsson, SulAmérica, PepsiCo e Bradesco que, com intermediação da TGT Consult, debateram as possibilidades de inovação aberta junto a fornecedores de porte médio e startups.

Entretanto, a, expansão global demanda capital para investimento e por isso o Export Day reservou um painel especial para explicar como e quando captar recursos junto a fundos de investimento e instituições financeiras. Ele contou com as participações de Thiago Ferreira, gerente de Comércio Exterior da BNDES; João Pirola, diretor de investimentos da Inseed; Paulo Caputo, sócio-fundador da Oria Capital; e Marcelo Vitali, sócio-diretor da ORBIZ, parceira da Imprimatur Capital baseada em Londres.

Outro aspecto relevante para o sucesso global de uma organização é a inovação e a criação parcerias adequadas que podem impulsionar o sucesso de uma organização no mercado externo, mas a sua sobrevivência no ambiente local. Foi o que abordou Mauricio Costa, diretor do HUB55, que representa a Universidade de Yale no Brasil e o programa Innovation Boost.

“O Export Day surgiu para ser um dia dedicado à discussão de estratégias de internacionalização. Nesta edição, entretanto, decidimos fazer isso focando na agendado CIO, com uma visão da demanda local face às tendências globais de headquarters de grandes corporações. Essa trilha será seguida ao longo de todo este ano”, destacou Guilherme Amorim, gestor do Projeto Setorial Softex.

A 5ª edição do Export Day marcou ainda o kick-off do International Way, uma boutique de soluções de baixo custo e atalhos construídos pela Softex para auxiliar o processo de internacionalização de forma mais ágil, enxuta e eficiente.

Segundo dados da Softex, as empresas de software e serviços de TI exportaram cerca de R$ 3,7 bilhões no ano passado e as 300 integrantes do Projeto Setorial Brasil IT+ colaboraram com a expressiva quantia de R$ 1,5 bilhão para a balança comercial do país.

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NCR mantém 1º lugar como fornecedor de software multivendor para ATM

O software para ATM da NCR é responsável por 32% do mercado mundial de software multivendor, 12 pontos percentuais a mais do que qualquer outro fornecedor de software para terminais de autoatendimento.

A companhia vem mantendo a primeira posição em cinco relatórios consecutivos da RBR. “As instituições financeiras estão assumindo projetos cada vez mais omnichannel, conectando terminais de autoatendimento a sistemas de mobile banking e CRM, e nós da NCR ficamos satisfeitos que a nossa estratégia focada em software continue a repercutir no mercado”, afirma Frank Gauld, vice-presidente e gerente geral de serviços financeiros da NCR.

“As instituições financeiras estão mudando rapidamente nesta nova era das expectativas do consumidor, e por isso continuamos a alavancar nossa posição de liderança para melhor servir nossa base global de clientes”, completa.

O relatório ATM Software 2018 da RBR aponta que mais de 1,3 milhão de terminais de autoatendimento estão equipados com software multivendor no mundo, o que significa um aumento de aproximadamente 14% desde o relatório divulgado em 2016.

FGV abre feira virtual com expectativa de mais de mil vagas de estágio e emprego

A Fundação Getulio Vargas (FGV) promove, em parceria com a Vero Solutions, entre os dias 2 e 11 de maio, a terceira edição da feira virtual de Estágio e Emprego – a FGV Talentos 2018. Devido ao sucesso da iniciativa nos anos anteriores, este ano a instituição ampliou parcerias com empresas de diferentes segmentos e conta com o patrocínio da Amil, Enel, Mattos Filho Advogados, Vivo e White Martins. O evento é gratuito e direcionado a estudantes de todo o Brasil que estejam cursando ensino superior ou pós-graduação e aos que concluíram o curso universitário nos últimos anos.

Dentro de um ambiente virtual (plataforma online em 3D), as empresas participantes devem divulgar mais de mil oportunidades de estágios, programas de trainee e vagas efetivas, além de selecionar virtualmente candidatos e divulgar conteúdo sobre carreiras e mercado de trabalho. Os participantes podem acessar informações e oportunidades de vagas em aberto nos estandes virtuais, assistir palestras, interagir com representantes das empresas, através de fóruns e chats online, e ainda participar de jogos sobre processos seletivos.

“Nosso objetivo é divulgar as oportunidades de estágio, programas de trainee e vagas de trabalho numa plataforma em que as empresas terão estandes virtuais e poderão selecionar os candidatos a partir da análise dos currículos, aplicação de testes e entrevistas, tudo isso online”, informam as organizadoras Beralda Lima, coordenadora de Estágio e Desenvolvimento de Carreiras da FGV no Rio de Janeiro, e Márcia Barroso, supervisora de Estágio da FGV Direito Rio. Nas duas primeiras edições, foram cerca de 80 mil visitas aos estandes virtuais e 32 mil candidaturas às duas mil vagas disponibilizadas.

As coordenadoras do evento avaliam a iniciativa como uma ação ecologicamente sustentável e com forte impacto social na orientação e inserção de jovens no mercado de trabalho. “O evento alinha-se com a missão da FGV, que é a de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país, e a proposta de ser virtual atende o perfil das novas gerações, por se tratar de um meio de comunicação que a eles é mais familiar”, explicam Beralda e Márcia.

As empresas participantes são: Amil, Brasil Júnior, Brookfield Energia, Centro de Integração Empresa Escola – CIEE/Rio, Cervejaria Ambev, Coca-Cola Brasil, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Dow, Enel, Fundação Estudar, KPMG, Lojas Americanas, Mattos Filho Advogados, OLX, Procter & Gamble, Seja Trainee, Siemens, Souza Cruz, Veirano Advogados, Vero Solutions, Vivo, WallJobs, White Martins, FGV e Vero Solutions.

Para conhecer as empresas participantes, fazer inscrição ou obter mais informações sobre a FGV Talentos 2018, visite o site www.fgv.br/fgvtalentos.

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Empresas e entidades setoriais de tecnologia lançam a Coalizão Rio Digital

Foi lançada no Rio de Janeiro a Coalizão Rio Digital, uma mobilização da iniciativa privada com Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e entidades setoriais para o empoderamento digital. Mais de 20 empresas, entidades de classe e instituições fazem parte do movimento para melhorar as perspectivas de futuro de jovens moradores de comunidades cariocas, capacitando-os tecnologicamente para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo. A expectativa é que 8 mil jovens, entre 15 e 29 anos, sejam impactados diretamente no primeiro ano de operação.

A iniciativa busca mobilizar o setor privado, especialmente o de TI, para a oferta de cursos gratuitos de tecnologia com certificação reconhecida pelo mercado em regiões prioritárias do Rio de Janeiro. “A Microsoft entendeu a Coalizão Rio Digital como um chamado. Nós acreditamos que tecnologia é um motor de desenvolvimento econômico e social e nos colocamos como um dos atores que quer fazer a diferença dentro desse projeto”, comentou a presidente da Microsoft, Paula Bellizia.

Durante a cerimônia de lançamento, o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, lembrou que o Rio precisa criar oportunidades para os jovens e que, curiosamente, a cidade acabou se tornando um exportador de mão de obra no setor de TI nos últimos anos. “Queremos ver nos jovens a possibilidade de almejarem um futuro melhor para suas vidas e suas famílias. Aproveitando essa que é a maior onda de oportunidades que se vê pela frente, que é a onda da transformação digital, ou também chamada de quarta revolução industrial”, disse Gallindo.

Segundo dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, entre 2013 e 2018 (até fevereiro), o mercado de trabalho de software e serviços no município do Rio de Janeiro recuou 17,9%, não acompanhando a trajetória de recuperação do mesmo mercado em escala nacional que avançou 2,2%. Até fevereiro de 2018, foram gerados 13 mil postos de trabalho em software e serviços no Brasil, enquanto no município do Rio de Janeiro foram perdidos 9 mil. Se em 2013 o município do Rio de Janeiro concentrava 8,4% dos empregos de software e serviços do Brasil, em 2018 essa concentração recuou para 6,8%.

Rodrigo Baggio, presidente da ONG Recode (antigo Comitê para Democratização da Informática), enfatiza que as principais organizações sociais do mundo já percebem que não é possível mudar o mundo em que vivemos se cada ONG, empresa ou governo faça a sua parte isoladamente. “Só por meio de coalizões e trabalhos colaborativos é que se pode gerar grandes transformações na sociedade”, afirmou.

A ideia da Coalizão Rio Digital é estimular o voluntariado de colaboradores das empresas participantes para mentoria aos jovens, além da criação de um banco de currículos para facilitar a oferta de vagas em posições iniciais nas empresas participantes e outras que venham a ter interesse.

Como primeira ação, a Coalizão Rio Digital trabalha no mapeamento de regiões prioritárias do Grande Rio e de organizações sociais localizadas em comunidades. A trilha formativa deve priorizar o uso consciente e cidadão da tecnologia, reforçando suas possibilidades para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. A média de formação deverá ser de 100 horas.

Outro resultado esperado pela Coalizão Rio Digital é o desenvolvimento de um case para democracia e cidadania digital, reunindo a experiência e as soluções tecnológicas das organizações participantes em iniciativa para gerar maior transparência, engajamento e eficiência na gestão pública.

A IBM, Microsoft, Cisco, Embratel, Salesforce, Stefanini, TOTVS, Resource, Capgemini, Equinix, BRQ, Dataprev, Schneider Electric, Abes Software, Assespro RJ, Brasscom, Fenainfo, Rio Soft, TI Rio, Unesco, ONG Recode, Lide Rio de Janeiro, Instituto Coca-Cola, Instituto Federal do Rio de Janeiro, Observatório das Favelas, Fundação Roberto Marinho, entre outros, já integram o projeto.

Sobre a Coalizão Rio Digital

A Coalizão Rio Digital é um movimento da sociedade civil e do setor privado, especialmente das empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, que propõe ações concretas para melhorar as perspectivas de futuro dos jovens de 15 a 29 anos moradores de comunidades cariocas em situação de vulnerabilidade.

O movimento, que congrega mais de 20 empresas e entidades, acredita que a ação coletiva dos setores mais inovadores e criativos da indústria pode contribuir para acelerar o empoderamento digital desses jovens e facilitar oportunidades e novos caminhos para a geração de renda, reduzindo as inseguranças hoje vividas no Estado do Rio, e contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da sociedade.

E-mail: contato@coalizaoriodigital.org.br

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A personalização da experiência de compra no topo das tendências para 2018

Por Rodrigo Genoveze

Durante nosso evento anual, o Awin Day 2018, tivemos alguns insights que gostaria de compartilhar com a comunidade dos profissionais de marketing. O evento foi voltado para anunciantes, afiliados e experts de diversas indústrias e verticais, que enxergam no marketing digital um caminho para alavancar seus negócios. Foram discutidas as principais tendências e oportunidades de crescimento do futuro. Foi um dia de palestras, sessões interativas e insights.

A maioria deles envolve, de uma maneira ou de outra, a personalização da experiência de compra. Colocar isso em prática beneficia as duas pontas do marketing de afiliação: os anunciantes ganham por terem consumidores cada vez mais fiéis e apaixonados pela marca e, os afiliados por terem a oportunidade de fazer uma comunicação muito mais assertiva e aumentar sua conversão.

Maria Fernanda Antunes Junqueira, cofundadora do Global Savings Group, foi uma das primeiras a palestrar e falou da mudança da estratégia da empresa e do crescimento ao logo dos anos, explicou que eles têm trabalhado com marketing de conteúdo unido à performance e também mostrou um produto recém-lançado pela marca: os dynamic coupons, ou cupons dinâmicos. A ferramenta dá ao anunciante o controle de qual conteúdo especifico de cupons ele pretende mostrar para qual consumidor, de acordo com seu carrinho de compras, além de auxiliar anunciantes a baterem suas metas. É possível segmentar o cliente ao qual se pretende focar utilizando diversas variáveis, como por exemplo, o horário, a cidade, se o consumidor já comprou ou não na loja, o valor e categoria de produtos que colocou no carrinho de compras, sistema operacional no qual está navegando, dentre outros. Desta forma, é possível que o anunciante bate diversas metas que pode ter como up-selling, cross-selling, aquisição de novos clientes sou retenção de clientes antigos.

Por exemplo, no caso de o lojista ter a intenção de liquidar um determinado estoque, como as peças de uma coleção de verão, já que a estação está terminando, este sistema poderia ser configurado para gerar automaticamente um cupom específico condicional à adição de peças de verão no carrinho de compras de usuários que tenham colocado roupas de inverno no carrinho de compras: é o chamado cross selling. Essa ferramenta permite que lojas virtuais não disponibilizem determinados descontos a usuários que já iriam fazer determinada compra, mas possibilita estimular um consumidor a comprar mais ou a comprar novos produtos, ou mesmo a experimentar comprar nesta loja pela primeira vez, Muitas vezes, as marcas não querem, necessariamente, dar um cupom para aquele usuário que já iria gastar R$ 400 no site, de qualquer forma. É mais vantajoso dar o cupom para o cliente que iria gastar R$ 300, mas que, com o cupom, influenciá-lo a mudar de ideia, a decidir gastar mais, elevando o ticket médio da loja.

Outra palestra que indica como a automação e transparência no relacionamento entre as duas partes do marketing de afiliação foi Patrick Nogueira, CEO do Baixou, que criou produtos para auxiliar influenciadores que não estavam conseguindo ganhar dinheiro com seus vídeos e demais conteúdos. Ele percebeu que o core do influenciador é produzir conteúdo, e, não é ficar comparando preço, trocando e trackeando link, entre outros. Eles acabavam desanimando, pois faziam vídeos que tinham um grande número de cliques, mas que não convertiam em vendas. Então, a empresa desenvolveu um tracking automático. Com este script, o influenciador simplesmente insere o link em seu site, e, todas as vendas que forem feitas através dele, automaticamente, atribuídas a ele.

O evento foi concluído pelo arquiteto de soluções do Grupo BMC Digital, Leandro Toledo, que mostrou como impulsionar a conversão via e-mail marketing com tecnologia. Eles estão entendendo cada vez mais o interesse do usuário para poder fazer indicações pertinentes ao seu interesse. O Grupo registra este interesse através de uma tag instalada no site do lojista. É uma tag segura porque envia para a BMC apenas a informação que está na documentação da variável. A partir destas informações captadas da navegação do usuário, são gerados e-mails únicos e exclusivos para cada pessoa. Isto é essencial para aumentar as chances de conversão.

Estes três cases de sucesso em marketing digital estão aí para mostrar a importância da personalização da jornada de compra. Todo consumidor quer se sentir único. Fazer isso acontecer na prática é uma boa receita para se obter o sucesso no e-commerce.

* Rodrigo Genoveze é Country Manager da Awin no Brasil

Kärcher incentiva participação de colaboradores em projetos da companhia

A Kärcher, líder mundial em soluções de limpeza, sabe da importância do capital humano e acredita na participação colaborativa para melhoria de processos, produtos e ambiente de trabalho. Pensando nisso, a fábrica da companhia no Brasil reformulou seu programa Banco de Ideiais de modo a aumentar a participação dos colaboradores e mensurar o impacto da iniciativa para os negócios da empresa.

O Banco de Ideias tem como objetivo ser um canal para que funcionários, temporários, estagiários, menores aprendizes, terceiros e parceiros tragam sugestões de melhoria para as atividades da subsidiária. As ideias podem ser novas ou não e relacionadas a diferentes tópicos como avanços nos processos ou produtos, inovação, redução de custos, satisfação de clientes, funcionários ou parceiros, bem como a sustentabilidade e melhoria do bem-estar.

Implementado há mais de 15 anos, o Banco de Ideias foi sistematizado e repaginado de modo a melhorar os índices de interação e participação das equipes. Desde a reformulação, iniciada em junho de 2017 até o mês de fevereiro, a Kärcher Brasil reduziu o custo geral em R$ 63 mil, pagou R$ 9.400 mil em prêmios para as ideias de destaque e o número de propostas em relação ao mesmo período de anos anteriores cresceu mais de 100%. Além disso, a participação dos colaboradores aumentou em 67% e dos avaliadores em 82%.

Para viabilizar o processo, a companhia instituiu uma equipe de suporte e canais diretos entre avaliadores e proponentes de ideias – que são classificadas em diferentes categorias: viável mensurável, viável, ideia replicada, inviável e não aplicável. A primeira avaliação é feita por um especialista e as consideradas viáveis são implementadas na empresa após a avaliação de um comitê analisando o grau de inovação, o impacto econômico e a qualidade.

“Consideramos a participação das pessoas fundamental para a sustentabilidade de nosso negócio. São elas que também nos estimulam na busca pela excelência em produtos e na melhoria nos processos e ambiente de trabalho”, afirma Abilio Cepêra, presidente da Kärcher Brasil.

Por que a segurança de dados deveria ser uma prioridade – e o que podemos aprender com as outras empresas

Por Ricardo Rodrigues, CEO da Social Miner

Não teve como fugir das manchetes: você com certeza ouviu falar sobre o escândalo envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica – organização especializada na extração e análise de dados, aplicada a estratégias de comunicação em processos eleitorais. Mais de 87 milhões de usuários da rede social tiveram suas informações pessoais coletadas e identificadas pela empresa de consultoria política.

O acontecimento tomou grandes proporções, especialmente pelos indícios de que esse material teria sido usado para manipular o processo eleitoral americano de 2016 e garantir a vitória do empresário e atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Além disso, as atividades da Cambridge Analytica teriam influenciado também a polêmica saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit).

Isso acontece não é de hoje

Por mais que esses acontecimentos sejam graves e as notícias de quebra de privacidade ganhem as manchetes dos grandes jornais pelo mundo, esta não é a primeira e, provavelmente, não será a última vez que incidentes como esse acontecem. Tome os exemplos da Uber, Equifax, Yahoo. O que eles têm em comum? Bilhões de usuários desses serviços tiveram seus dados pessoais vazados e, em alguns casos até vendidos, na internet.

Muitos desses casos só vêm à tona porque a justiça americana obriga que as empresas tragam os vazamentos a público. O Congresso dos Estados Unidos, aliás, discute uma possível lei federal que proteja os cidadãos contra esses incidentes. Já no Brasil ainda não existe uma lei que exija essa transparência. Ainda assim, veículos de comunicação e autoridades têm se manifestado e estudado formas para prevenir incidentes como esses.

A raiz do problema

Há quem diga que falta rigidez nas regulamentações que garantam a privacidade dos usuários na internet. E, se num cenário mundial esse quadro já é precário, aqui no Brasil não é diferente. Uma pesquisa da PSafe aponta que o país está em segundo lugar no ranking de ataques e vazamentos de dados na deepweb, atrás apenas dos EUA.

No entanto, o problema vai muito além das regulamentações. O caso é que hoje as empresas, em geral, têm dificuldade de acompanhar a ‘criatividade’ e rapidez com que novos mecanismos de invasão são desenvolvidos. Ou seja, a fragilidade é operacional. As equipes de tecnologia não têm tempo ou recursos para investir em estratégias mais eficientes para prevenção de vazamento de dados e passam muito tempo corrigindo e gerindo falhas de segurança.

Quebra de confiança

Quando falamos da relação entre as empresas de tecnologia e seus clientes, não são apenas as implicações legais que saltam aos olhos das empresas, mas também a saúde das relações entre organizações e pessoas. Quando usuários escolhem confiar seus dados a uma companhia, existe um contrato de confiança entre as duas partes, e a parte mais frágil é sempre o cliente.

Isso nos leva a um segundo ponto de atenção: muito da sobrevivência e sucesso dessas empresas que operam nos ambientes virtuais depende da confiança desses usuários. Uma quebra nessa relação de confiança pode, inclusive, custar muito caro para as empresas. Quer um exemplo? Depois de levar a público o vazamento de dados dos seus usuários, a gigante da internet Yahoo perdeu 350 milhões de dólares na venda para Verizon. Mais um motivo para que a segurança dos dados seja uma prioridade dentro das companhias.

O futuro da segurança dos dados

Hoje, nenhum país pode dizer que está 100% seguro contra o risco de vazamentos de dados e as consequências ressoam mundialmente: nações aceleraram a implementação de medidas e tentam acalmar a população, enquanto gerem os escândalos. A União Europeia (UE), por exemplo, se viu nessa situação recentemente diante do caso da britânica Cambridge Analytica.

A resposta? A implementação de novas regras para coleta e troca de dados entre empresas que operem nos países do grupo, a fim de proteger seus cidadãos. Chamada de GDPR – General Data Protection Regulation (ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, em tradução livre), a medida deve entrar em vigor em 25 de maio e exige que as empresas protejam as informações pessoais e a privacidade dos cidadãos da UE para transações que ocorram dentro do grupo.

E no Brasil?

Por aqui, a resposta para esses inúmeros escândalos também veio na forma de novas leis e decretos. O Ministério da Justiça, por exemplo, discute aplicar penas administrativas e obrigar empresas a trazer a público casos de vazamentos e já corre no Congresso a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. No entanto, hoje o Brasil já conta com cerca de 30 leis que tratam do tema direta ou indiretamente. Ainda assim, o resultado é pouco eficiente.

E então, o que fazer para oferecer um ambiente seguro hoje

Do ponto de vista corporativo, empresas que prezam a proteção dos dados dos seus consumidores se destacam no mercado e ganham a confiança do público. Portanto, é essencial acompanhar e estar de acordo com as regulamentações de privacidade e utilizar a tecnologia a seu favor, aplicando recursos de criptografia, dupla autenticação – que usa mais de um canal e código para login – entre outros.

Outra alternativa é aplicar metodologias de diagnóstico de segurança do seu site, como a Privacy Impact Assessments (PIA). A partir desses resultados, é possível implementar programas de privacidade que atendam e tratem os pontos que oferecem risco. Desse modo fica mais fácil cuidar da manutenção do site e garantir a segurança da sua empresa.

Mas é possível – e muito recomendável – que as organizações vão além e sigam alguns protocolos de segurança mais sofisticados, a fim de garantir um ambiente seguro de navegação para seus visitantes. Um exemplo? Se sua empresa trabalha com outros parceiros de tecnologia, que instalam ferramentas através de scripts no seu site, é bom ficar atento. Sem dúvida eles vão extrair dados dos seus usuários e, até aqui, isso não é um problema.

O importante é saber exatamente o que essas empresas vão fazer com as informações. Existe o risco de que esses parceiros vendam ou compartilhem os dados dos seus clientes com outras companhias? O compartilhamento de bases, sem autorização específica dos usuários cadastrados, é chamada de cookie pool. Um artifício infelizmente ainda muito comum, que fere a confiança dos visitantes do seu site que escolhem compartilhar com a sua empresa – e somente com a sua empresa – informações de grau pessoal.

Você compartilha os dados dos seus visitantes com outras empresas? Ou, pior, você compra base de dados de terceiros? Práticas como estas pouco se diferem do que foi feito pela própria Cambridge Analytica, que acessou e explorou informações sensíveis de usuários do Facebook, sem a autorização dessas pessoas. Por isso, é muito importante se assegurar de que as empresas parceiras sejam confiáveis, ter documentado tudo o que as ferramentas poderão extrair e saber exatamente como pretendem usar esses dados.

Na Social Miner, por exemplo, cada um dos nossos clientes cria sua própria base de usuários – pessoas que deram permissão de acesso aos dados por um canal opt-in – e nenhuma dessas informações é compartilhada entre eles. Dessa forma, garantimos a segurança e a qualidade da experiência online dos consumidores. Afinal, se você se cadastrou em um site de ofertas de passagem, qual é a chance de gostar de receber mil e uma promoções de carros, por exemplo? Se você se interessou pelo tema, nós listamos uma série de boas práticas para seleção e instalação de scripts parceiros no nosso blog. Vale a leitura.

Ricardo Rodrigues, 31 anos, é engenheiro de computação com mestrado em inteligência artificial pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Trabalhou em centros de pesquisa no Brasil e França, foi professor universitário e data scientist no Peixe Urbano e selecionado para o programa Techmission no Silicon Valley (EUA) em 2014 como empreendedor de alto potencial. Hoje é cofundador e CEO da Social Miner, startup de tecnologia que usa inteligência artificial para humanizar a automação de marketing.

Qualificação profissional pode aumentar o salário em até 53%, revela pesquisa da Catho Educação

A 54ª edição da Pesquisa Salarial, conduzida pela Catho Educação com mais de dois milhões de profissionais, apontou que o investimento em cursos de qualificação, como graduação e pós-graduação, podem impactar diretamente o salário do profissional brasileiro, em diferentes níveis hierárquicos. Profissionais com cargo de coordenação que possuem Pós-Graduação ou Mestrado/Doutorado podem aumentar seus salários em até 53,7% e 47,4%, respectivamente. Já no nível de analista, por exemplo, a existência de um mestrado ou doutorado pode aumentar o salário em 118%.

De acordo com a pesquisa, realizada em janeiro de 2018, em cargos de diretoria, por exemplo, a diferença salarial entre executivos, que possuem Pós-Graduação ou MBA em comparação aos que não possuem essa formação é de 47,2%. No nível operacional ou de assistente, quem possui graduação pode ganhar até 25% a mais do que quem não tem curso superior.

“As organizações estão em busca de profissionais cada vez mais completos, por isso, investir em educação é o primeiro passo para atingir os objetivos de carreira. É o que confirma essa pesquisa: o mercado sempre reconhece os profissionais mais bem qualificados”, explica o gerente da Catho Educação, Fernando Gaiofatto.

 

Nível Hierárquico

% Graduação aumenta salário em:

% Pós | MBA aumenta salário em:

% Mestrado | Doutorado aumenta salário em:

Diretor | Gerente

47,2%

2,8%

Coordenador | Supervisor

53,7%

47,4%

Profissionais Graduados (Ex: Médico, Engenheiro…)

47,5%

3,6%

Analistas (Ex: analista de marketing, analista financeiro…)

14,7%

118,0%

Profissionais Técnicos (ex: técnico em enfermagem…)

12,4%

10,0%

Assistentes | Auxiliares

25,2%

Operacional

25,3%

* Percentual salarial de quanto ganham a mais os profissionais conforme suas formações acadêmica

 

O quadro a seguir aponta as médias salariais nos diferentes níveis hierárquicos, de acordo com o grau de qualificação educacional, conforme o cargo.

 

Nível Hierárquico

Ensino Médio

Ensino Superior

MBA | Pós-Graduação

Mestrado | Doutorado

Diretor | Gerente

R$8.034,47

R$11.826,77

R$12.162,97

Coordenador | Supervisor

R$4.521,74

R$6.949,17

R$10.245,06

Profissionais Graduados (Ex: Médico, Engenheiro…)

R$4.442,18

R$6.550,43

R$6.784,46

Analistas (Ex: analista de marketing, analista financeiro…)

R$3.648,79

R$4.185,33

R$9.125,64

Profissionais Técnicos (ex: técnico em enfermagem…)

R$3.029,47

R$3.404,20

R$3.743,48

Assistentes | Auxiliares

R$1.602,60

R$2.006,62

Operacional

R$1.974,88

R$2.475,40

 

Pesquisa Salarial

A pesquisa salarial é realizada a cada seis meses. A 54º edição, de janeiro de 2018, conta com 2 milhões respondentes de mais de 25 mil empresas em 4.063 cidades de todo país.

 

KPMG: com baixa maturidade, executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

O relatório “Guardiões da confiança” (Guardians of Trust, em inglês) apontou que poucos executivos brasileiros (15%) não confiam nos recursos de análises de dados utilizados. Os dados são mais relevantes se comparados com Estados Unidos e Reino Unido, que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

“Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital de cada país. Empresas nos EUA e UK estão mais orientadas a utilizar dados em decisões estratégicas com algoritmos avançados de redes neurais. Considerando a baixa maturidade digital da maioria das empresas brasileiras, a confiança é maior nos dados”, analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Para 62% dos entrevistados as áreas de tecnologia, e não executivos da diretoria ou setores funcionais, são responsáveis quando há falhas em máquinas ou algoritmos. “Existe uma tendência de isentar o negócio principal de decisões relacionadas a máquinas devido ao legado da tecnologia ser considerado suporte e aos especialistas técnicos”, completa Santana.

Essa incerteza gera questionamentos sobre o tipo de governança necessária para garantir o uso de análise de dados. Com a pesquisa, as recomendações são: desenvolver normas visando políticas e procedimentos eficazes; aprimorar e adaptar regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; reforçar mecanismos de asseguração que identifiquem áreas deficientes.

“Quando análise de dados e inteligência artificial forem onipresentes será extremamente necessário e difícil gerenciar níveis de confiança. Com a retomada da análise preditiva, devemos estabelecer a governança apropriada nesse ambiente sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve ser o elemento central das organizações para casar o poder e o risco de D&A para usá-los da forma certa”, finaliza Santana.

Entenda como vai funcionar a nova regulamentação para fintechs de crédito

O Banco Central (BC) aprovou hoje (26) a regulação de fintechs de crédito, que estabelece dois novos tipos de instituições financeiras: Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP), correspondente ao modelo Peer to Peer Lending (P2P), ou empréstimo coletivo, no qual sites conectam pessoas (ou empresas) que estão buscando empréstimos a investidores buscando retornos acima da média; e Sociedade de Crédito Direto (SCD), onde empresas emprestam seu próprio capital para pessoas físicas.

Com a regulamentação, as fintechs que trabalham com crédito digital, poderão entrar com pedido de abertura de instituição financeira nas novas modalidades SEP ou SCD, o que as torna independentes e mais competitivas em relação aos bancos tradicionais. É o caso da Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores.

Para as fintechs pertencentes à SEP, houve uma mudança importante no limite máximo de risco que o investidor pode tomar, comparando com o edital de consulta público lançado em Agosto de 2018. No primeiro edital este limite era de R$ 50 mil por investidor, considerando todas as suas operações na nova modalidade. Na nova proposta, o Banco Central regulamentou um limite de R$ 15 mil por operação, mas sem limitar a quantidade de operações. “Esta mudança representa um grande avanço para o setor, pois viabiliza o modelo de negócio e incentiva a diversificação”, afirma Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

A regulamentação permite ainda que as fintechs ofereçam serviços de análise de crédito, atuar como corretor de seguros e, ainda, emitir moeda eletrônica. Atualmente as fintechs trabalham como correspondentes bancários de instituições financeiras parceira para poder oferecer empréstimos. “A regulação proposta é muito positiva, pois vai trazer mais competição e eficiência ao mercado, e, portanto, tem potencial de reduzir a taxa de juros. Quem ganha é o consumidor final”, comenta Gomes. A regulamentação também estimula o surgimento de novas fintechs, além de possibilitar o crescimento das fintechs que já atuam no mercado.

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Regulação das Fintechs de crédito traz confiança ao mercado, declara ABFintechs

O Conselho Monetário Nacional (CMN) acaba de anunciar a regulamentação das fintechs (empresas de tecnologia financeira) do segmento de crédito. Para a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) – que formou um grupo de trabalho específico para responder a Consulta Pública do Banco Central do Brasil para a criação das resoluções nº 4.656, 4.657 e 4.658 – a regulamentação tende a dar maior segurança e credibilidade às operações das fintechs de crédito. “O processo de co-criação da legislação adotado pelo Banco Central é muito bem visto pelas fintechs. Enxergamos a legislação como um apoio e reconhecimento à inovação das fintechs e ao seu poder de auxiliar a população a acessar serviços financeiros de qualidade e a custos mais acessíveis”, afirma Mathias Fischer, Diretor de Regulação da ABFintechs.

Nos últimos meses, a Associação realizou mais de seis reuniões, por meio de seu grupo de trabalho, e contou com a participação de 32 fintechs e a assessoria do Escritório Mattos Filho Advogados. “Nosso diálogo com o Banco Central tem sido positivo desde o princípio, portanto acreditamos que a regulação, de forma geral, gere maior respaldo aos negócios das fintechs de crédito, fomentando uma competição mais saudável no mercado. Apesar das fintechs atuarem legalmente, as regras existentes até então não haviam sido criadas especificamente para elas. Agora será possível operar de maneira regulada e sob a supervisão do Banco Central, o que gera maior confiança a todos os envolvidos no negócio”, complementa Fischer.

A Associação também está formando um novo grupo de trabalho para discussão das obrigações que estas empresas passarão a ter. “Com a nova regulação as fintechs de crédito passarão a ser enquadradas como instituições financeiras, com isto haverá necessidade de divulgação de dados para o Banco Central, o que é importante para a manutenção da solidez de nosso sistema, mas pode trazer custos adicionais para as fintechs”, afirma o Diretor de Regulação da ABFintechs.

A Associação irá conduzir análise detalhada da aceitação de suas sugestões irá se posicionar caso entenda que haja necessidade de ajustes na norma.

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ABRH-Brasil faz parceria com Bachmann & Associados para desenvolvimento de Indicadores de RH

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil) em parceria com consultoria Bachmann & Associados estão desenvolvendo a 10ª edição do Benchmarking de Indicadores de Recursos Humanos. O estudo, que é realizado há nove anos no Paraná, será feito pela primeira vez em nível nacional.

O objetivo é oferecer às organizações uma referência sobre indicadores como rotatividade, retenção, absenteísmo, percentual de mulheres, entre outros.

“Com os estudos realizados no Paraná já foi possível levantar doze métricas que nos permitem fazer uma comparação de como as áreas de recursos humanos atuam e incentivar a busca de melhores resultados”, diz Dórian L. Bachmann.

O intuito é fazer com que as empresas que participarem do levantamento utilizem os resultados para conhecer o ambiente competitivo, identificar processos que podem ser melhorados, estimular e motivar suas equipes e estabelecer metas.

“Diferentemente da maioria das pesquisas, em que são colhidos dados para atender a um cliente específico, no Benchmarking os clientes são os próprios participantes do levantamento. O principal benefício é ter acesso aos resultados de empresas do mesmo segmento, de forma segura, que podem servir de referência para diagnóstico e para orientar a gestão e identificar oportunidades de melhoria”, explica Bachmann.

Para participar, o usuário deve acessar o site www.indicadoresrh.com.br e inserir os dados referentes a sua empresa. Feito isso, imediatamente será possível gerar relatórios com os resultados comparativos com outras empresas do setor.

“É importante ressaltar que todos os dados são anônimos e que os resultados são obtidos por meio de cálculos padronizados, permitindo a efetiva comparação”, finaliza Dórian L. Bachmann.