Archive fevereiro 2017

SAP anuncia nova geração de solução de gestão de negócios

A SAP anuncia a nova geração de sua solução de gestão de negócios em nuvem, o SAP S/4HANA® Cloud. Com uma nova arquitetura de tecnologia em memória, combinada com análise contextual e assistente digital, aprendizado de máquina, o SAP S/4HANA Cloud permitirá aos usuários ajustar e adotar instantaneamente processos e modelos de negócios, além de atuarem baseados em recomendações e insights em tempo real.

A solução de gestão (ou ERP) da SAP oferece funcionalidades para negócios digitais para empresas de diversos setores de mercado e suas áreas de negócios. Agora, a solução pode ser implantada de forma mais rápida. A consultoria IDC prevê que o mercado de aplicações de negócios do tipo SaaS (Software-como-serviço) crescerá 17% anualmente, atingindo $103,9 bilhões em 2020 a partir do patamar de $47,4 bilhões em 2015.

“A SAP inventou, há décadas, a primeira geração de ERP, tornando-se líder desse mercado. Depois, fomos um dos primeiros a desenvolver a primeira geração de ERP na nuvem, ao lado de outros provedores de soluções cloud”, recorda Darren Roos, presidente da área de SAP S/4HANA Cloud. “Mas, ao contrário de muitos que permaneceram na arquitetura inicialmente utilizada, a SAP continuou investindo para inovar e criar uma nova geração de ERP na nuvem. O SAP S/4HANA Cloud reúne a mais recente arquitetura, inovações tecnológicas e a comprovada experiência da SAP em gestão de negócios em uma geração de ERP na nuvem verdadeiramente nova e mais inteligente”.

Graças à plataforma SAP HANA, a SAP pode ajudar as empresas a ter uma visão em tempo real de seus negócios, oferecendo ótima integração com todo o portfólio da SAP, incluindo soluções SAP SuccessFactors para gestão de capital humano, SAP Ariba para compras, SAP Hybris para engajamento com clientes e comércio eletrônico, Concur para gestão de viagens e despesas e SAP Fieldglass para contratação de serviços e administração de força de trabalho de terceiros.

As diferentes soluções do novo pacote SAP ERP cloud incluem:

SAP S/4HANA Professional Services Cloud, para gestão completa de projetos;

SAP S/4HANA Finance Cloud, solução financeira moderna e fácil de usar que inclui compras e outros recursos para gestão de pedidos, capaz de trabalhar com grandes companhias e subsidiárias;

SAP S/4HANA Enterprise Management Cloud, que combina serviços profissionais e ferramentas financeiras para gerir negócios em tempo real.

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Kassab apresentará eixos do Plano Nacional de Internet das Coisas

O ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, trocou a folia no Brasil por uma missão em Barcelona: apresentar durante o Mobile World Congress, maior congresso de inovações do mundo, na segunda-feira de Carnaval, os eixos de transformação que vão nortear o Plano Nacional de Internet das Coisas. Kassab ainda lançará no exterior o IoT Bytes, plataforma de interação digital que ajudará a criar o mapa de iniciativas em IoT no Brasil – o ministério vai colher a opinião de experts de todo o mundo por meio de uma consulta pública on-line.

Em setembro, consórcio formado pela McKinsey, CPQD e Pereira Neto Advogados vai entregar ao governo estudo que traça os caminhos para o desenvolvimento de IoT no país. O material, encomendado pelo BNDES, servirá de base para o plano. O Brasil é hoje um dos únicos países que estuda IoT com vistas a elaborar uma estratégia nacional de desenvolvimento. O governo terá acesso ao estudo sem custo e o acordo prevê ainda que o consórcio auxilie o governo a colocar em prática as metas traçadas.

Com base no estudo, o governo poderá elaborar uma política pública de curto e médio prazo para IoT no país. Pesquisa do McKinsey Global Institute (MGI) estima que a Internet das Coisas pode gerar até 11 trilhões de dólares para a economia global até 2025 – 38% nos países emergentes.

O plano, a ser executado em nove meses, prevê as seguintes entregas: diagnóstico do potencial impacto da Internet das Coisas no Brasil, diagnóstico das competências que o país já possui e a criação do Plano de Ação 2017-2022. Atualmente, o estudo está na primeira fase. Após a conclusão das três fases, o consórcio ficará dedicado, nos seis meses subsequentes, a apoiar os agentes públicos e privados em iniciativas de implantação das ações propostas.

Em Barcelona, Kassab apresentará os sete eixos de transformação que devem ser endereçados para que o Brasil atinja completamente seu potencial em IoT: sistema regulatório de telecomunicações, investimento e financiamento de projetos de inovação, expansão internacional, infraestrutura e conectividade, impacto na sociedade e capacitação de mão de obra.

O acordo prevê um financiamento de R$ 17,4 milhões para a elaboração de um estudo técnico independente. O BNDES vai disponibilizar R$ 9,8 milhões, e o consórcio arcará com outros R$ 7,6 milhões. O consórcio foi selecionado pelo MCTIC e BNDES por meio de chamada pública, em dezembro. O desenvolvimento de IoT no país pode aumentar a produtividade, levar à criação de novos mercados e incentivar a inovação.

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Confira passo a passo para abrir loja virtual sem estoque

A quantidade de produtos necessária para dar início às vendas pela internet está entre as principais dúvidas de quem está planejando abrir um e-commerce. Muitos acreditam que é preciso ter um grande estoque e uma ampla variedade de itens para colocar o negócio para funcionar, mas, segundo especialistas, isso não é verdade.

“Ao contrário da loja física, em que é preciso oferecer variedade para atender os clientes, no e-commerce é melhor investir em mais itens de um mesmo produto, ou até mesmo em um único tipo de produto. É possível, sim, iniciar com pouco ou nenhum estoque”, explica Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.

Ele ensina passos para começar sem estoque e ser bem-sucedido:

Aposte em um nicho com logística simples: A logística é um dos principais gargalos para o e-commerce no Brasil. “Se já costuma ser uma dificuldade para as lojas virtuais com estoque, para os que começam sem estoque torna-se um problema maior ainda”, explica Oliveira. Por isso, nesses casos o melhor é investir em nichos com logística mais simples, onde a fabricação e reposição dos produtos seja rápida. “Para alguns itens mais elaborados, os prazos de fabricação e entrega são maiores, o que pode atrasar os envios e prejudicar a operação como um todo”, comenta.

Escolha bem seus fornecedores: Encontrar os parceiros ideais é sempre importante, mas para os que iniciam sem estoque torna-se ainda mais fundamental. “O primeiro passo é listar os distribuidores e atacadistas que trabalham com a linha de produtos que se pretende vender. É preciso pesquisar bastante e avaliar o modelo de trabalho de cada um”, ensina Oliveira. Para isso, segundo ele, o ideal é visitar cada uma das empresas pessoalmente. “Com essa visita, será possível verificar aspectos como a qualidade dos produtos, política de preços, organização e cumprimento de prazos”.

Utilize o estoque do seu fornecedor: Para quem decide começar sem estoque, existem alternativas para “terceirizar” o estoque, como a chamada “just in time”, lógica de vendas que permite trabalhar com o estoque do fornecedor. “Dentro dessa lógica, tudo deve ser comprado somente quando for necessário. Quando uma venda for feita, o lojista virtual procura o seu fornecedor, faz a compra e envia o produto para o seu cliente. Dessa forma, ele consegue economizar um capital de giro que poderá ser investido em outros segmentos do negócio”, avalia. Por outro lado, segundo Oliveira, esse modelo irá gerar custo adicional em relação ao deslocamento. “O lojista precisará ir muitas vezes até o fornecedor, embora preserve o capital de giro e não precise comprar todo o estoque de uma vez. É preciso calcular bem o quanto irá economizar e o quanto irá gastar, para fazer valer a pena”, comenta.

Negocie a prazo: A negociação a prazo é outra estratégia interessante para um e-commerce sem estoque, de acordo com o especialista. “Nesse modelo, o lojista adquire certa quantidade de produtos e só paga o fornecedor depois de um certo tempo. Assim, ele ‘trabalha’ com o dinheiro do parceiro, e ganha tempo para vender os itens que foram comprados e pagar pelos produtos só dali a 30 ou 40 dias”, diz.

Abrir sem estoque é um bom negócio?

Mas afinal, vale ou não vale a pena abrir um e-commerce sem estoque?

Para Oliveira, esse modelo pode sim ser a solução, mas a curto ou médio prazo. “Se o empreendedor tem recursos limitados, montar uma loja virtual sem estoque pode ajudar bastante a dar aquele primeiro impulso. Porém, deve ser seguido por um período de tempo determinado, para levantar recursos. “De acordo com o volume de vendas, o ideal é, desde o princípio, já começar a utilizar parte dos lucros do negócio para montar um estoque próprio. Quanto maior a saída de determinado produto, mais ele poderá investir na montagem”, diz.

Segundo ele, isso fará com que as entregas sejam mais rápidas, e com que os custos com deslocamentos até os fornecedores sejam reduzidos. “O melhor é controlar com eficiência a saída e entrada de produtos, e apostar nos mais vendidos para montar o estoque inicial”.

Bruno de Oliveira- Empreendedor há mais de 15 anos, é especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.

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Como manter o engajamento dos colaboradores em empresas investigadas – Por Alexandre Slivnik

Cada vez mais, notícias sobre o envolvimento de empresas em escândalos financeiros tomam contam dos veículos de comunicação. Gestores, lideres ou cargos de alta gestão, quando implicado nesses processos, afetam de forma significativa a imagem e a cultura da instituição ao qual fazem parte.

A crise pode afastar os investidores, dificultar o acesso ao crédito comprometendo toda a cadeia de produção, o desempenho e o engajamento da equipe.

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, explica que estar envolvido em uma investigação de um possível escândalo não necessariamente é a comprovação de um crime. Entretanto, pode gerar uma grande instabilidade. “ O líder precisa dar o suporte necessário aos seus colaboradores e ser sempre verdadeiro. Por isso, eledeve assumir a responsabilidade do engajamento da sua equipe e criar um ambiente onde a comunicação possa fluir de maneira natural”, destaca.

Normalmente, pessoas que erram gravemente e participam de atos criminosos são demitidos ou até mesmo, em alguns casos, presos. Isso pode criar uma situação constrangedora, fazendo com que algumas pessoas, que têm valores mais sólidos, não queiram mais trabalhar.

Alguns colaboradores que já estão com a cultura da empresa incorporada ao seu dia a dia, podem pedir o desligamento imediato acarretando em uma perda de talentos significativa, sendo necessário investir novamente em treinamento, busca e adaptação. “Muitas vezes, as empresas envolvidas são grandes e, por isso, possuem processos minuciosos de desenvolvimento e normalmente contratam bons profissionais e que não gostariam de ter a sua imagem ligada a uma crise deste tipo”, avalia Alexandre.

Para evitar que essa situação ocorra, o gestor deve se antecipar ao problema e sempre procurar o seu time para conversar e explicar detalhadamente os passos a serem adotados. “A empresa e os líderes devem ser verdadeiros. Caso fique comprovado que alguém errou, é preciso reconhecer o erro, punir os envolvidos e criar uma nova cultura. E, para isso, os líderes precisarão criar um ambiente de mudança que deve partir dos próprios colaboradores”, avalia Slivnik.

Esse cuidado é fundamental para que a empresa possa evitar que alguns talentos ou alguns colaboradores que já estão com a cultura da empresa incorporada ao seu dia a dia, peçam desligamento. Segundo Alexandre, isso sobrecarregaria ainda mais a empresa, sendo necessário treinamento, busca, e adaptação de novos funcionários. “Para evitar que isso aconteça, os líderes (ou novos líderes) devem criar um ambiente de mudança, envolvendo seus colaboradores na construção de uma nova empresa.

Para resgatar a imagem e a credibilidade da empresa de forma mais rápida, assim que for comprovada alguma ação ilícita, Alexandre recomenda reconhecer o erro, punir o os envolvidos, mudar a liderança e resgatar a confiança. “ O primeiro passo é um pedido de desculpas efetivo. Além disso, para seguir em frente, é preciso promover mudanças estruturais, criar uma cultura totalmente nova e com valores mais conectados entre as pessoas e a empresa”, destaca.

Alexandre Slivnik é autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA), sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

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Dimension Data lança serviços de nuvem gerenciada para Microsoft

A Dimension Data, multinacional focada em serviços de tecnologia da informação e provedora de soluções de planejamento, anuncia o lançamento dos Serviços de Nuvem Gerenciada para Microsoft. A nova oferta oferece às organizações um serviço gerenciado baseado na nuvem para Microsoft Exchange, SharePoint, Skype para Negócios e Office 365, implementados na nuvem pública, on-premise, em uma nuvem privada ou como modelo híbrido. Combinado com seus serviços de planejamento e implementação, a Dimension Data agora provê aos seus clientes um serviço gerenciado completo fim a fim, com os benefícios adicionais de atender às necessidades específicas de segurança e de compliance dos clientes.

Com base em estatísticas apresentadas durante a conferência dos resultados do Q3 de 2016 da Microsoft, há mais de 70 milhões de usuários ativos mensais do Microsoft Office 365. Além disso, o *Microsoft Office 365 é uma das soluções de tecnologia com crescimento mais rápido no setor corporativo atualmente.

De acordo com Tony Walt, Executivo da área de Computação para Usuário Final da Dimension Data, para essas soluções de produtividade serem eficazes em um ambiente empresarial, elas precisam ser gerenciadas e suportadas. Entretanto, gerenciar a complexidade administrativa e extrair o valor total de cada uma das aplicações ao mesmo tempo é um desafio para os CIOs e para as empresas hoje em dia.

“Com a suíte de aplicações de produtividade na nuvem cheia de recursos tornando-se a base para as organizações migrarem para os negócios digitais, os Serviços de Nuvem Gerenciada da Dimension Data para Microsoft e a plataforma de gerenciamento de Software como um Serviço Cloud Control são um divisor de águas. Eles estão revolucionando a automação e o gerenciamento das mensagens e da colaboração corporativa da Microsoft. Os Serviços de Nuvem Gerenciada para Microsoft fornecem a tecnologia e os recursos necessários para planejar, implementar e gerir a suíte de mensagens e colaboração Microsoft, garantindo que a complexidade inerente a um ambiente integrado seja tratada perfeitamente, ao mesmo tempo que a flexibilidade para crescer e se adaptar à migração para a nuvem seja garantida”, disse Walt.

Os Serviços de Nuvem Gerenciada para Microsoft são uma solução que gerencia a automação e a gestão das aplicações de mensagens e de colaboração da Microsoft. Cloud Control?, a plataforma administrativa da Dimension Data, possibilita que representantes de help desk realizem tarefas para resolver problemas que normalmente exigiriam a escalação de administradores de segundo ou terceiro nível, entregando custos reduzidos e garantindo a satisfação do cliente.

Os Serviços de Nuvem Gerenciada para Microsoft baseiam-se na expertise da Dimension Data nas soluções de produtividade da Microsoft. A empresa implementou mais de 1 milhão de assinaturas do Office 365 globalmente, mais de 1,5 milhão de assinaturas Exchange on-premise e 2 milhões de assinaturas Exchange baseadas na nuvem. A Dimension Data também completou mais de 400 projetos de SharePoint e mais de 500 projetos de Skype para Negócios mundialmente.

“Nós combinamos mais de 25 anos de experiência na entrega de soluções e serviços gerenciados Microsoft com nossas próprias ferramentas de gestão e propriedade intelectual”, disse Phil Aldrich, Diretor da área de Computação para Usuário Final da Dimension Data. “Os Serviços de Nuvem Gerenciada para Microsoft fornecem aos nossos clientes o melhor dos dois mundos; entregando desempenho e gerenciamento corporativo para cargas de trabalho Microsoft com a flexibilidade e escalabilidade da nuvem.”

O serviço está sendo lançado globalmente para atender às necessidades da base mundial de clientes da Dimension Data. Clique aqui para mais informações.

*O “Office 365” da Microsoft refere-se a planos de assinatura que incluem acesso a aplicações Office, além de outros serviços de produtividade que são possibiltados pela internet (serviços de nuvem).

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GFT promove mudanças globais com foco em inovação para Fintechs e Startups

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, acaba de promover duas mudanças em suas estruturas globais para atuar como uma ponte de inovação entre fintechs e instituições financeiras.

A primeira trata-se da inauguração do recentemente ampliado e totalmente renovado Digital Innovation Lab, localizado em Sant Cugat del Vallès, na Espanha, que foi reformulado para incentivar a inovação por meio da co-criação, oferecendo um espaço aberto a organizações bancárias e startups, principalmente as fintechs. Juntos, eles poderão projetar de forma colaborativa o futuro digital dos serviços financeiros.

No Brasil, o conceito já é desenvolvido no LAB localizado no escritório de Alphaville, em São Paulo, que também se beneficiará da nova investida, uma vez que as equipes brasileira e espanhola promoverão ainda mais o intercâmbio das melhores práticas.

Os modelos desenvolvidos nos GFT Innovation Labs são baseados em conceitos inovadores ou disruptivos, como aplicações revolucionárias de pagamento móvel ou soluções personalizadas de gerenciamento de contas com base nos perfis individuais e necessidades dos clientes.

Além disso, o Digital Innovation Lab dispõe de instalações que simulam situações reais da vida cotidiana, nas quais a tecnologia já está mudando a forma de interação entre as pessoas, como por exemplo, uma loja com opções de compras on-line para combinar a experiência digital omnichannel com cenários de compras físicas ou um espaço que simula uma casa, onde é possível criar uma série de cenários de interação entre bancos e clientes que usam dispositivos móveis, como smartphones ou através de canais mais convencionais.

“Com a evolução do LAB de Barcelona, todo o Grupo tem a ganhar. A capacidade de demonstrar soluções disruptivas com foco no cliente para diversos segmentos está muito aumentada agora: mais fintechs poderão expor suas soluções e, desse modo, complementarão as jornadas desenhadas e mais tecnologias inovadoras poderão ser testadas. Como esse trabalho é compartilhado entre os Lab’s, todos terão acesso aos ganhos proporcionados”, pontua o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

O segundo investimento trata-se da expansão do campus de inovação CODE_n, que funciona como um hotspot para a comunidade pioneira digital em Stuttgart, na Alemanha, mesmo local onde a companhia mantém sua sede.

Quatorze novos espaços, que poderão ser utilizados como salas ou escritórios por startups selecionadas, serão instalados. O CODE_n SPACES fornece um espaço para startups digitais, equipes de inovação de empresas internacionais e gestores com experiência prévia em empreendedorismo.

O conceito bem-sucedido irá incluir um lounge relaxante e uma área comum totalmente equipada e modernas salas. “Ainda há uma forte demanda por ambientes e locais de trabalho adaptáveis e dinâmicos – não apenas para startups, mas também para equipes de inovação de empresas já estabelecidas”, afirma Ulrich Dietz, CEO da GFT e iniciador da CODE_n.

À medida que os processos de negócios rumam cada vez mais em direção à tecnologia digital, as empresas veem que não têm escolha a não ser repensar a forma como trabalham seus modelos de negócio. “Isso fica mais fácil de alcançar em um ambiente inspirador, que preze pelo espírito empreendedor – fora de sede da empresa com suas estruturas rígidas. Pensando a longo prazo, os empresários também precisam da infraestrutura certa para tornar o crescimento dinâmico possível”, afirma sênior manager & head of digital transformation da GFT no Brasil, Ricardo Zanini.

As instalações do CODE_n fornecem um local de partida de atividades criativas e desafiadoras, e que catalisem a inspiração que leva a algo novo. As startups também encontram amplas oportunidades de networking e acesso a um valioso know-how. Startups de qualquer setor da indústria podem se candidatar on-line a qualquer momento. O principal requisito é ser um modelo de negócio convincente e bem encaminhado, e de preferência baseado nas tecnologias mais recentes.

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Sonda contrata diretor comercial de finanças

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, acaba de contratar Antonio Eduardo Bruno para liderar a frente comercial da vertical de finanças.

Bruno, que está há mais de 30 anos no segmento financeiro, tendo passado por empresas como IBM, Pitney Bowes, Certisign e Stefanini, chega à companhia no momento em que a empresa busca expandir sua atuação neste nicho, dado aos altos índices de investimento em inovação e transformação digital.

“Além das ofertas atuais, o foco é ampliar nosso portfólio para contribuir com o aumento de eficiência operacional e com a redução de custos das empresas deste setor”, revela o diretor. Para isso, a integradora promoverá a adequação de suas soluções com as de parceiros de negócios especializados.

A companhia também está investindo na capacitação do time de vendas com foco em um perfil mais consultivo e com habilidades no mercado financeiro para o entendimento das demandas e sistemas que fazem parte do business deste setor.

A nova proposição de negócios, ofertando soluções e condições de comercialização diferenciadas, seja por aquisição, financiamento, aluguel da solução ou na modalidade serviços, sendo esta uma forte tendência e direcionamento do mercado, dará condições à SONDA de se tornar uma referência no segmento financeiro.

“Vemos neste setor um grande potencial de trabalho, apesar de ter sofrido várias fusões e aquisições, como vários outros mercados. Proveremos soluções de ponta a ponta adicionando valor ao negócio de nossos clientes, o que nos torna um player competitivo no mercado e nos dá condições de acompanhar a evolução deste setor que envolve uma opção B2B2C, ou seja, temos que atender à mudança de perfil dos clientes de nossos clientes”, finaliza o vice-presidente de vendas da SONDA no Brasil, Jorge Toda.

Formado em administração de empresas com especialização em Marketing e Finanças pela Fundação Armando Álvares Penteado e pós-graduação em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, Bruno é presidente do Comitê Estratégico de Diretores Comerciais na AMCHAM (Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos).

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Cisco acelera transformação da rede digital com novas tecnologias de virtualização e segurança

A Cisco anuncia o lançamento de novas tecnologias que permitem a virtualização das redes com segurança para acelerar a jornada da transformação digital. As redes atuais foram projetadas apenas para fornecer conectividade rápida e confiável. Porém, para acompanhar o cenário atual de mobilidade, uso de dispositivos de IoT e aplicações na nuvem, estão lutando para combater ameaças virtuais mais sofisticadas. Este é um dos motivos que as organizações em todo o mundo deverão triplicar a adoção de redes modernas e automatizadas nos próximos dois anos, como afirma o estudo recente da IDC, encomendado pela Cisco.

E para atender essa demanda, a Cisco apresenta uma nova abordagem a partir do Digital Network Architecture, trazendo uma nova plataforma de hardware e serviços de rede virtual que podem ser utilizados até nas filiais. A Cisco oferece uma solução que possibilita às empresas virtualizarem seu perímetro de rede. Outra inovação exclusiva do DNA é o fornecimento segmentado e definido por software em toda a rede – do endpoint a nuvem -, com total visibilidade dos aplicativos.

“Por meio do DNA as empresas podem trilhar o caminho da virtualização de uma forma confiável e segura fazendo com que a rede seja a primeira camada de segurança, pertimindo automação e o gerenciamento de toda a infraestrutura fim a fim, elementos fundamentais da solução”, destaca Marco Sena, diretor de vendas para Redes e Cloud da Cisco América Latina.

Implantando Serviços em minutos

Ao longo da última década, as equipes de TI mudaram a forma de projetar e implantar data centers para ajudar as organizações a se beneficiarem com a virtualização e computação em nuvem. Agora, as redes corporativas estão passando por mudanças semelhantes. Com o Cisco DNA, as organizações podem ampliar os serviços de rede, como roteamento ou segurança e um conjunto diversificado de plataformas nas filiais, campus, colocation centers e na nuvem pública.

Ao separar o hardware do software, o Cisco DNA permite a ampliação de velocidade e flexibilidade e ainda forma um amplo conjunto de soluções de virtualização de rede com inovações em duas áreas-chave:

· Enterprise Network Functions Virtualization (NFV) Platform é uma tecnologia emergente que aumenta a flexibilidade e agilidade para locais remotos virtualizando redes de filiais. A Cisco está trazendo uma nova plataforma construída para filiais, o Cisco Enterprise Network Computer System (ENCS 5400 Series), que ajuda o mercado corporativo a acelerar as implantações do Enterprise NFV; e o ENCS permite que os clientes ampliem roteamento, segurança, otimização de WAN e outros serviços de rede para seus ambientes de filiais e,

· Virtualização do perímetro de rede é o gateway de uma organização para a Internet. Enquanto os perímetros tradicionais de rede estática estão lutando com a realidade da era digital, a solução Cisco Secure Agile Exchange virtualiza o perímetro da rede e o estende até os colocation centers. Isso permite que as organizações conectem seus clientes, funcionários e parceiros de forma dinâmica usando serviços de rede virtualizados on-demand.

Aumentando a visibilidade e a aplicação da ameaça:

A rede pode favorecer a visibilidade no tráfego de rede e inteligência de ameaças. Com Cisco DNA a rede pode ser usada para detectar rapidamente as ameaças de segurança cibernética e, rapidamente tomar as medidas para detê-las.

Novos recursos de segurança introduzidos hoje incluem:

· Visibilidade e controle: O Cisco Identity Services Engine (ISE) fornece a visibilidade e controle de usuários e dispositivos de rede. ISE 2.2 possibilita uma visibilidade ainda mais profunda incluindo a detecção de comportamento irregular. Além disso, também oferece controle com capacidade de definir os conjuntos de políticas “DEFCON” que permitem aos clientes escalar suas respostas e ameaças e,

· Segmentação definida por software:Cisco TrustSec possibilita a segmentação pelo software para isolar ataques e restringir movimentos de ameaças de rede. Essa segmentação dinâmica faz com que as mudanças de política de segurança sejam 98% mais rápidas do que os métodos tradicionais, com redução de 80% dos esforços operacionais. TrustSec 6.1 já está disponível em todo o portfólio de redes corporativas da Cisco e se integra ao Cisco ACI. Com esse avanço, o TrustSec permite a segmentação dinâmica em qualquer lugar da rede, desde o centro de dados até a nuvem.

Destaques do estudo IDC

O estudo global encomendado pela Cisco, e realizado pelo IDC, revela aumento na adoção de redes digitais. A pesquisa foi realizada com mais de 2.000 organizações globais de médio e grande porte em 10 países: Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Japão, México, Reino Unido e Estados Unidos.

Outros dados do estudo

– As organizações reconhecem claramente a necessidade de desenvolver suas redes: nos próximos dois anos, 45% dos clientes esperam que suas redes estejam preparadas para a era digital. Isso representa três vezes as taxas de adoção atuais;

– As redes modernas estão proporcionando benefícios reais e tangíveis: as empresas que investiram em recursos de rede modernos estão com crescimento de receita de 2-3 vezes, além de resultados como retenção de clientes e lucro. Eles também implantaram o dobro de iniciativas de transformação digital em comparação com as redes utilizadas;

– Taxas de adoção comparáveis entre o tamanho da empresa e vertical de indústria: verifica-se que os níveis de maturidade da rede são comparáveis entre os segmentos de mercado, com variação mínima entre empresas de médio porte (500-999 funcionários) e grandes organizações (+1000) e,

– Países emergentes podem superar as nações desenvolvidas: a variação real ocorre quando se comparam os países. A América do Norte atualmente tem o maior nível de maturidade da rede, enquanto a Ásia-Pacífico e a América Latina possuem o menor nível de maturidade. Os países mais maduros são Reino Unido, EUA e Austrália. No entanto, espera-se que o salto mais significativo em relação à maturidade digital ocorra em economias em desenvolvimento como Índia, China e México;

Para ajudar os clientes a prepararem suas redes para a completa transformação digital, a Cisco traz ao mercado uma série de novas ferramentas e serviços. O Network Assessment Tools ajudam os clientes a entenderem onde eles estão nessa jornada e a traçar um roteiro e os benefícios do negócio de continuar em seu caminho para a maturidade da rede digital. A Cisco também está introduzindo novos serviços de consultoria de DNA, o DNA Advisory Services, que oferecerão consultoria em profundidade para ajudar as empresas a formular uma estratégia única que mapeia diretamente suas aspirações digitais.

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Abertas as inscrições para o Prêmio Tela Viva Móvel 2017

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Tela Viva Móvel 2017, organizado por Mobile Time e que vai escolher as melhores soluções do mercado brasileiro de conteúdo móvel. A premiação chega à sua nona edição com sete categorias: Chatbots; Entretenimento; Internet das Coisas; Mobile Marketing; Realidade Virtual; Utilidade Pública/Inclusão Social; Utilitários. Duas delas são novas e foram criadas para atender novas frentes de conteúdo móvel que ganharam força em 2016: Chatbots e Realidade Virtual.

A inscrição dos cases é gratuita e deve ser feita pelo site da 16ª edição do Tela Viva Móvel (https://telavivamovel.com.br) até o dia 24 de março. Podem concorrer somente cases lançados comercialmente no Brasil em 2016 e cada empresa pode inscrever até três cases inscritos em até três categorias.

O júri de avaliação é formado por jornalistas de tecnologia e representantes de associações do setor e selecionará os competidores levando em conta três critérios: criatividade/inovação; relevância para o mercado brasileiro; e execução/resultados. Serão escolhidos de dois a quatro finalistas para cada categoria (o número de finalistas varia de acordo com a quantidade de inscritos, conforme determinado pelo regulamento). Os vencedores sairão de uma votação popular na Internet no site do Tela Viva Móvel 2017.

Serão entregues dois troféus para cada categoria: um para o case mais bem votado pelo público e outro para aquele mais bem avaliado pelo júri. Haverá ainda um troféu especial para o case do ano pelo voto popular (para aquele com maior quantidade de votos entre os finalistas de todas as categorias) e o outro para o Case do Ano pela avaliação do júri (para aquele mais bem avaliado pelo júri dentre todas as categorias).

Os vencedores serão conhecidos em uma cerimônia de premiação na noite de 16 de maio no auditório do WTC, em São Paulo, após o encerramento do Tela Viva Móvel 2017.

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Cyber Threat Alliance expande, nomeia presidente e se torna uma entidade sem fins lucrativos

A Cyber Threat Alliance (CTA) nomeou Michael Daniel como primeiro presidente da organização e anunciou sua integração formal como uma entidade sem fins lucrativos. Antes de assumir a nova posição, Michael Daniel foi assistente especial do Presidente e do Coordenador de Cibersegurança da Casa Branca.

Além disso, os membros fundadores formados pela Palo Alto Networks, Fortinet, Intel Security, e Symantec anunciaram a incorporação da tecnologia da Check Point e da Cisco à aliança. Juntos, os seis fundadores contribuíram para o desenvolvimento de uma nova plataforma compartilhada de inteligência de ameaça automatizada para trocar informações confiáveis sobre ameaças, fortalecendo a missão da CTA contra os ciberataques sofisticados.

O primeiro projeto da CTA como entidade autônoma é o desenvolvimento e o lançamento de uma nova plataforma automatizada de compartilhamento de inteligência de ameaças que permite que os membros integrem inteligência em seus produtos em tempo real para proteger melhor os clientes no mundo todo.

Além de aumentar os membros fundadores, a CTA adicionou novos membros afiliados que incluem IntSights, Rapid7 e RSA, que se juntam à Eleven Paths e ReversingLabs.

“Nós da Palo Alto Networks, na Cyber Threat Alliance desde 2014, estamos honrados em fazer parte desta melhora coletiva na defesa da indústria contra ataques avançados. A nossa missão é manter a confiança no atual mundo digital e a inteligência coletiva do ecossistema da CTA promove nossa capacidade de permitir aos nossos clientes impedir os ataques com sucesso”, afirma Mark McLaughlin, administrador e CEO na Palo Alto Networks.

Ao reunir concorrentes da indústria que trazem suas percepções únicas em relação às ameaças, a CTA constrói uma visão global das mais importantes ciberameaças. Com uma compreensão enriquecida e uma proteção otimizada contra os ataques globais, os membros podem proteger seus clientes em tempo real e priorizar recursos baseados no conhecimento coletivo.

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Unify é reconhecida como líder em Colaboração Móvel pela Aragon Research

Unify, empresa de software e serviços de comunicação do grupo Atos, foi reconhecida como Líder em Colaboração Móvel no relatório Tech Spectrum, da empresa de pesquisa e consultoria Aragon Research, que avalia o desempenho e estratégia de fornecedores de soluções de colaboração móvel.

A Aragon apontou o Circuit, solução de colaboração e comunicação móvel da Unify e peça-chave da estratégia de Digital Workplace da Atos, como destaque por seus recursos inovadores e escalabilidade confiável de nível empresarial, opções de implementação em nuvem e integrações com telefonia e aplicativos empresariais.

O Circuit reúne recursos de alta qualidade, incluindo voz, vídeo, chat, edição e gerenciamento de documentos em tempo real, e compartilhamento de arquivos em uma tela única, para acesso de toda uma equipe.

Em particular, a Aragon destacou a contínua inovação da plataforma Circuit pela Unify, incluindo recursos como o Universal Telephony Connector e o aplicativo de desktop, que conferem ao Circuit maior flexibilidade e facilitam a integração com os serviços de comunicação unificada já existentes.

Além disso, a Aragon enalteceu a entrega global totalmente em nuvem do Circuit e o modelo de Plataforma como Serviço, que, para a consultoria, tornam o Circuit ideal para implantações globais.

“A Unify foi uma das pioneiras no espaço de colaboração móvel com o Circuit, e continuou a impulsionar a inovação com novas funcionalidades”, declarou Jim Lundy, fundador e CEO da Aragon Research. “A Colaboração Móvel está preparada para desafiar o e-mail como uma das principais formas de as pessoas colaborarem umas com as outras, e com este Tech Spectrum, a Aragon pretende ajudar as empresas a identificar aqueles fornecedores que podem ajudá-las a alcançar seus objetivos de colaboração.”

Os recursos mais recentes do Circuit, como o Circuit Meeting Room, podem ser vistos no próximo Mobile World Congress em Barcelona, na Espanha, no estande 5131 do grupo Atos, no Pavilhão 5.

Para mais informações, acesse Circuit.com.

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Liga Ventures e Intel anunciam programa para startups ligadas a Internet das Coisas

A Liga Ventures, aceleradora de startups especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações, oficializou, nesta quinta-feira (23), a criação da Liga IoT, uma plataforma de inovação aberta que vai prospectar, selecionar e acelerar startups ligadas à Internet das Coisas. As inscrições para o primeiro ciclo de aceleração já estão abertas. A vertical temática contará com grandes parceiros corporativos e o primeiro a aderir ao programa é a Intel.

O principal objetivo da plataforma é conectar grandes empresas a startups do setor para que explorem oportunidades de negócio ou testem novas tecnologias em conjunto. A Liga IoT cria um ecossistema que foca em compreender e antecipar a revolução que a Internet das Coisas está trazendo para diversos setores como agricultura, varejo, indústria, automação de casas e edifícios e cidades inteligentes.

A Intel está engajada na iniciativa que irá abrir portas para que startups possam testar novas soluções e explorar oportunidades de negócios com seus clientes e parceiros. “Acreditamos no trabalho de startups como uma maneira de acelerar a chegada da Internet das Coisas no Brasil. Como se trata de um mercado novo e de alto potencial, há um enorme espaço para tomar à frente da inovação e gerar produtos e serviços de alto valor agregado”, comenta Maurício Ruiz, diretor geral da Intel Brasil. “A Intel desenvolve soluções de hardware e software para Internet das Coisas que são referência mundial. Através da Liga IoT, podemos utilizar esses recursos para apoiar os empreendedores que irão fazer a diferença no futuro.”

A iniciativa se soma a outros programas que a Liga Ventures possui com empresas como Porto Seguro, AES Brasil, EMBRAER e Mercedes-Benz. “Para nós, é muito importante ter a Intel como grande parceira na Liga IoT. Estamos seguros de que juntos ofereceremos muitas oportunidades para os empreendedores que participarem do programa” é o que diz Rogério Tamassia, Sócio-diretor da Liga Ventures.

A plataforma Liga IoT

Serão selecionadas 5 startups de hardware ou software com soluções em Internet das Coisas em temas como agricultura, varejo, indústria, veículos conectados, automação de casas e edifícios, cidades inteligentes e outros.

As startups passarão por um programa de aceleração de quatro meses em São Paulo. Durante esse período, vão ter acesso a tecnologias e executivos da Intel, com quem podem explorar sinergias e oportunidades de negócio, além da rede de mentores da Liga Ventures e a amplo networking com potenciais parceiros e investidores.

Os principais objetivos são desenvolver o ecossistema de IoT no Brasil e explorar novas oportunidades de negócio. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups.

As inscrições para o 1° ciclo de aceleração da Liga IoT já estão abertas e vão até o dia 03 de abril. Startups e grandes empresas que queiram saber as novidades dessa iniciativa podem acessar o site http://liga.ventures/iot.

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