Archive outubro 2012

Fórum Empreendedorismo e Inovação 2012

O estímulo à criatividade é um dos focos do segundo Fórum Empreendedorismo e Inovação, organizado pela REPE – Rede Educacional Pró-empreendedorismo e Inovação, Coordenado pela Agência de Inovação UFPR.
O evento faz parte da programação oficial da Semana Global de Empreendedorismo, iniciativa mundial que promove a discussão da temática em diversos países. Este ano será discutido a Educação Empreendedora e reunirá palestrantes renomados e casos de sucesso.
Compõem o público-alvo do fórum, empresários, empreendedores, estudantes, professores e gestores interessados na temática.

Data: 6 de novembro de 2012
Horário: 18h30 às 22h00
Local: Anfiteatro da Reitoria da UFPR

Veja programação em www.inovacao.ufpr.br/noticias/fórum-empreendedorismo-e-inovação-2012

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O que pensam os CEOs do Brasil?

Entender como pensam CEOs (do inglês, Chief Executive Officer) brasileiros renomados e o que líderes com tal importância podem oferecer de aprendizado é a proposta do CEO Series, série de vídeos lançado pela Robert Half, líder mundial em recrutamento especializado. No total serão 12 episódios em que os entrevistados discutem diferentes temas do mercado de trabalho como liderança, carreira, ambiente de trabalho e retenção. “O objetivo do projeto é lançar luz sobre questões desafiadoras por meio de olhares de executivos que já passaram pelas mais diferentes experiências e obstáculos até o sucesso, oferecendo informações únicas”, revela Alexandre Arima, Gerente de Marketing da Robert Half para a América Latina.

O primeiro episódio tem participação dos CEOs Lizete Giuzio (Ferrolease), Paulo Antunes (Grupo Fasano) e Ruy Shiozawa (Great Place to Work) e o tema é Perfil do CEO de sucesso. Os executivos abordam as características necessárias para chegar ao ponto máximo de uma empresa.
Confira na íntegra o primeiro episódio no link: www.roberthalf.com.br/ceo-series

Abaixo os destaques do primeiro episódio:
• “Eu acredito que a característica mais importante de um CEO de sucesso é a determinação.” Lizete Giuzio – Ferrolease

• “No início da trajetória de qualquer executivo é necessário buscar mais desafio, mais trabalho, independentemente do ganho e da posição.” Paulo Antunes – Grupo Fasano

• “Grandes gestores sabem contratar muito bem. Contratam as pessoas não apenas com base nas competências técnicas, mas principalmente com base nos seus valores.” Ruy Shiozawa – Great Place to Work

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Os 'quases' da vida: Quais são os seus?

Por Eduardo Shinyashiki

Sua vida é do jeito que sonhou ou planejou? Muitas pessoas tendem a determinar sua felicidade baseada na definição e nos ideais dos outros, e não de si mesmo. Elas criam empecilhos para tomar as rédeas da vida e realizar sonhos: seja por medo, pela famosa rotina ou pela comodidade de não buscar transformações. E assim que acabam vivendo no “quase”: quase conseguindo uma promoção, quase abrindo seu próprio negócio, quase emagrecendo, quase encontrando o amor de suas vidas, quase sendo felizes.

Para incentivar as pessoas a correrem atrás do que realmente desejam e saírem dessa “quase” vida, escrevi o livro “Transforme seus sonhos em vida – Construa o futuro que você merece”, lançado pela Editora Gente, em que falo mais sobre o que é preciso para viver efetivamente a felicidade com que se sonha. As pessoas tendem a se basear nos conceitos impostos pela sociedade. O viver no “quase” pode ocorrer por medo do fracasso, por se colocarem na posição de vítima ou por criarem filtros negativos criados a partir de vivências limitantes, em vez de visualizarem as experiências anteriores por outra perspectiva.

Portanto, é muito importante viver o presente e criar agora as raízes que consolidarão o futuro planejado a partir de seus sonhos. Mas para se chegar ao objetivo, existem sete fases de expansão do poder pessoal:

1. Ouvir sua voz interior

– evitar nossos diálogos internos, que mostram a autocrítica, e ficar em silêncio para conseguir perceber esse chamado e nossos desejos;

2. Reconhecer seus sonhos e objetivos

– descobrir o que se quer e focar nessa conquista, sem subestimar ou superestimar os obstáculos do caminho;

3. Ter foco, atenção e concentração

– não deixar que os desvios necessários para o caminho o tirem de seu objetivo principal;

4. Exercitar a mente

– visualizar seu objetivo para que fique fixado na mente, porém sempre se abrindo a novas maneiras de atingi-lo, que podem ser mais eficientes;

5. Visão em ação

– saber avaliar tudo que precisa ser feito para se chegar ao objetivo proposto;

6. Comprometer-se com a mudança

– utilizar seu próprio poder pessoal para realizar mudanças e transformações na sua vida;

7. Redecidir

– sempre que necessário verificar a rota e, se necessário, retomar o caminho anterior, ou mesmo criar um novo para seu objetivo.

Podemos concluir que é possível, sim, viver a integração corpo-mente, equilibrar amor e razão, emoção e planejamento da própria vida, para ter foco nos sonhos e atitudes para realizá-los.

* Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Colabora periodicamente com artigos para revistas e jornais. Autor dos livros: Viva como Você Quer Viver e A Vida é Um Milagre, Editora Gente, disponíveis em AudioLivro pela Editora Nossa Cultura. Para mais informações, acesse www.edushin.com.br.

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Subsidiar remédio para funcionários é estratégia que ganha impulso no Brasil

Embora ainda não seja tão comum quanto o ticket-refeição ou o plano de assistência médica e odontológica, o PBM (Programa de Benefício em Medicamentos) já é oferecido a muitos funcionários de grandes empresas brasileiras. Hoje, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (PBMA), cerca de 2 milhões de pessoas já recebem este benefício das empresas onde trabalham. “Fora do Brasil, em países mais desenvolvidos, os empregados já estão acostumados a isso. Aqui, as empresas estão começando a compreender as vantagens de aderir ao PBM e a população a reconhecer sua importância”, diz Luiz Monteiro, presidente da PBMA.

Ele acredita que, em muitos casos, o funcionário consegue um bom atendimento médico, realiza os exames necessários e obtém o diagnóstico e a prescrição para o tratamento medicamentoso, mas deixa de fazê-lo por falta de recursos financeiros. Com o subsídio que o benefício oferece (em algumas empresas, pode chegar a 100% do valor dos remédios), os funcionários têm mais chances de seguir corretamente o tratamento, reduzindo o nível de absenteísmo e aumentando a produtividade da empresa. “O funcionário saudável rende mais e falta menos. Por outro lado, a empresa diminui os índices de sinistralidade e também os custos com saúde”, defende Monteiro.

A empresa que adota o PBM pode oferecê-lo de duas maneiras aos seus funcionários: Desconto em Folha (o crédito oferecido pela empresa para a compra do remédio é deduzido do salário do funcionário); ou Subsídio de Medicamentos (a empresa participa financeiramente sobre o valor dos medicamentos). Atualmente, a primeira opção é a mais utilizada pelas empresas. De acordo com a PBMA, cerca de 80% das empresas do país preferem descontar o benefício do holerite dos empregados. Porém, é crescente o número de empresas que co-participam do custeio das receitas médicas, aderindo nesses casos a formas mais modernas de gestão e controles possibilitados pelas PBMs.

“Acreditamos que dentro de 5 anos teremos um número muito maior de empresas que oferecem PBM aos seus funcionários, aumentando a população de beneficiados para 20 milhões em todo o país”, diz Monteiro. Para o presidente da PBMA, um dos fatores que pode contribuir ainda mais para esse crescimento é a criação pelo governo de incentivos fiscais para os empregadores, a exemplo do PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador. “Dentro deste possível cenário, subiria consideravelmente o número de empresas interessadas em oferecer PBM aos seus funcionários, apontam pesquisas realizadas por empresas do setor”, conclui Monteiro.

Sobre a PBMA – A Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM foi criada em 2011 pelas quatro maiores empresas do setor: ePharma, Funcional, Orizon e Vidalink. Aqui no Brasil, o PBM (Programa de Benefício em Medicamentos) passou a ser difundido há, aproximadamente, 12 anos. Mas o conceito surgiu na década de 1980, nos Estados Unidos, onde já existem 200 milhões de beneficiários, atualmente. Originalmente, PBM é a sigla para Pharmacy Benefit Management.

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Métricas e Indicadores em Tecnologia da Informação

Apresentação: Neste Workshop apresentaremos como elaborar um Modelo de Gestão por Indicadores que contenha definição de objetivos, metas, indicadores e métricas que são as mais adequadas e relevantes para medir os resultados – aqueles que melhor traduzam a contribuição de TI para o negócio. Este modelo ajudará a mensurar o desempenho dos processos, dos serviços, equipes e fornecedores. Auxiliará na implementação do ciclo de melhoria contínua e facilitará na tomada de decisão.

Quem deve participar deste workshop:
Gestores, Gerentes, Consultores, Supervisores, Coordenadores e Lideres que atuam na TI e que são responsáveis pelo desempenho da TI.

Resultados Esperados: Ao final deste Workshop os participantes irão:
– Aprender como desenvolver e manter um Modelo de Gestão por Indicadores para gerenciar o desempenho de TI
– Saber como mensurar de forma objetiva a contribuição de TI ao negócio, construindo painel de indicadores que permita alinhar a ação de TI a estratégia e aos resultados organizacionais.

Metodologia:
Formação com 50% do conteúdo teórico e 50% prático (exemplos dirigidos, exercícios e um Estudo de Caso Completo)
– Exposição dialogada e condução do Workshop de forma participativa
– Utilização de exercícios práticos com o objetivo de fixar o entendimento
– Discussão sobre as questões práticas relacionadas ao dia a dia

Investimento:* R$ 910,00
Inscrições: educacao@cits.br com Maria José ou Izoulet (41) 3025-9659
Local: CITS – Rua do Semeador, 150 – CIC
Obs. O participante deverá levar seu notebook

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Empresa incubada na UTFPR Curitiba apresenta proposta para Pappe Sebrae Paraná

A empresa Neshy Energias Renováveis, incubada da UTFPR Câmpus Curitiba, Sede Ecoville, apresentou a proposta H2 Flame-Gerador de Hidrogênio para soldagem e basagem com tocha para a chamada pública Pappe Sebrae Paraná. Entre todas as empresas incubadas pela UTFPR, a Neshy foi a única contemplada.
Este projeto da Sebrae oferece recursos para o apoio financeiro a entidades sem fins lucrativos relacionados a projetos de ciência, inovação e tecnologia, destinadas à execução de projetos que criem novos produtos ou produtos significativamente melhorados com inovação tecnológica para micro e pequenas empresas do Estado do Paraná e que demonstrem impacto mercadológico.

Mais informações sobre o Programa de Empreendedorismo e Inovação (PROEM) e Divisão de Empreendedorismo e Inovação (DIEMI), acessando:
http://www.utfpr.edu.br/curitiba/estrutura-universitaria/diretorias/direc/empreendedorismo

Fonte: UTFPR

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GTMA: oportunidades para empresas brasileiras de TI no Canadá

Gerald Psarzowski é vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Greater Toronto Marketing Alliance. Ele visitou o Parque de Software de Curitiba para apresentar oportunidades de investimentos na região econômica mais importante do Canadá. O setor de tecnologia da informação é um dos pontos de maior interesse da GTMA no Brasil. O encontro com empresários do Paraná abre um caminho para que empresas de TI tenham a possibilidade de entrar no mercado norte-americano de tecnologia via Canadá.
Acompanhe depoimentos em vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=gCea3x3pMC8

http://www.youtube.com/watch?v=MdpOKUtsTeE

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Seed Forum Cietec: Startups brasileiras demandam R$ 75 milhões em investimento

Vinte e três startups de sete estados brasileiros participaram do Seed Forum Cietec, realizado no último dia 16 de outubro, durante o Expocietec. No evento, os empresários tiveram a oportunidade de se apresentar a potenciais investidores com pedidos que variavam de R$ 400 mil a 20 milhões, valores necessários para gerar ganho de escala em alguns desses empreendimentos. No total, a demanda somada é de R$ 75 milhões em investimentos. A predominância era de startups da área de Tecnologia da Informação (TI), mas também estavam presentes empresas de biotecnologia, química e óleo e gás.

“Esse modelo de evento tem se disseminado no Brasil e atraído investidores porque há um trabalho prévio de seleção e preparação de empresas com perfil para serem investidas”, explica Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec. Segundo ele, as selecionadas possuem projetos altamente inovadores, planos de negócios embasados e cálculos realistas de investimento para que esses empreendimentos ganhem escala ou alcancem maior lucratividade.

No evento, cada empresário teve 10 minutos para apresentação de seu pitch, totalizando quatro horas de apresentações, acompanhadas por aproximadamente de 200 pessoas, entre empresários, gestores de fundos de venture capital, administradores de fundos de investimento e investidores-anjo.

Os valores demandados pelas empresas são embasados em consultorias prestadas pelas incubadoras as quais elas estão associadas, de maneira que o empresário consiga, dentro das perspectivas dos potenciais parceiros, alcançar resultados efetivos para fortalecer os negócios.

Os jovens empresários sabem que o primeiro obstáculo da busca por investimento é atrair a atenção de investidores. “Nesse sentido, o Seed Fórum já é um resultado positivo para os 23 empresários que se apresentaram no evento”, explica Risola.
Essa é a segunda edição do Seed Forum Cietec, o primeiro foi realizado em parceria com a FINEP, ABVCAP e Instituto Educacional IMF/Bovespa. Experiências anteriores mostram que esse tipo de evento gerará reflexos em curto, médio e longo prazo. “Algumas empresas já estão sendo abordadas, mas sabemos que entre o primeiro contato e a assinatura de um contrato existe uma longa jornada”, comenta Risola, ressaltando que o boca a boca gerado pós-evento está acontecendo de maneira acima das expectativas.

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Como mandar no seu chefe

Muitas vezes convivemos com pessoas complicadas para trabalhar, difíceis de “decifrar”, ou brilhantes, mas inacessíveis. Como mandar no seu chefe, publicado no Brasil pela Editora Saraiva, mostra como enfrentar um chefe problemático por meio de classificações dos diversos tipos de chefes e ainda dá dicas para tornar sua vida profissional mais satisfatória e produtiva.

Todos os tipos de chefes podem nos trazer experiências inestimáveis que nos farão progredir na carreira, e esse livro nos capacitará, com técnicas e astúcia, a lidar com qualquer tipo de chefe e a se sobressair na empresa.

Conheça os diferentes tipos de chefes:
• O Intimidador – É um tipo agressivo, que dá ordens e controla tudo. Pode produzir ótimos resultados, mas também pode se tornar uma pessoa difícil em ambiente de trabalho;
• O Bonzinho – É consistente, calmo, comunicativo, mas tem problemas com riscos ou com qualquer outra coisa que estrague seus planos;
• O Caleidoscópio – Personalidade concentrada em acumular e consolidar o poder. Extremamente brilhante e sagaz, possui facilidade em deixar ressentidas as personalidades controladoras;
• O Estrela – Cheio de energia, dramático e voltado à ação, não tolera burocracia ou qualquer outra coisa que exija paciência. Sua impulsividade pode causar problemas ao grupo;
• O Cientista – Altamente lógico e aberto ao feedback, também pode agarrar-se teimosamente a uma teoria nada racional, podendo ficar distraído e com difícil comunicação nesse estado;
• O Umbigo – Tem um grande ego que precisa ser alimentado e, com isso, pode levar o grupo a decidir e executar com velocidade e capacidade, mas também pode perturbar o ânimo das pessoas, já que esse chefe faz tudo girar ao seu redor.

Sobre o Autor:
Gonzague Dufour é executivo de recursos humanos e trabalhou em empresas como Bacardi e Phillip Morris. Trabalhou em diversos lugares, tais como Europa Oriental, Oriente Médio, África, França e Estados Unidos. Atuou na área de fusões, aquisições, liderança e troca de administração. Trabalha na Bacardi desde 2009.

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EuroIT lança serviço de envio de mensagens SMS para clientes das Locadoras

Sobre a busca por diferenciais que pode oferecer às Locadoras, a respeito de excelência no atendimento aos seus clientes, a EuroIT lança uma ferramenta que permite o envio de mensagens SMS para locatários podendo, por exemplo, parabeniza-los por seu aniversário, ou ainda, informa-los a respeito de promoções.

Essa ferramenta é um serviço gratuito, sendo necessário, somente, cadastro em conta de um provedor de envio de mensagens homologado pela EuroIT.

Mais informações: www.euroit.com.br ou vendas@euroit.com.br

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Solução da Acom Sistemas facilita planejamento, execução e controle de projetos

A Intercompany é uma empresa especializada em soluções de infraestrutura em tecnologia da informação. Com mais de uma década de entrega de projetos e serviços ( geralmente de grande porte e complexos), concluiu ser imprescindível utilizar uma ferramenta para acompanhamento dos projetos conduzidos. Precisava monitorar horas previstas versus realizadas, lançamento das horas e despesas via web e, principalmente, acompanhar a rentabilidade. Alcançou os resultados desejados ao utilizar o iplanner da Acom Sistemas, solução totalmente desenvolvida em plataforma web, para auxiliar no planejamento, na execução e no controle de projetos.

A diretora da Acom Ana Rita Oliveira e o gerente de projetos Sérgio Braga Pirez trabalharam no plano para adequar as práticas da equipe da Intercompany ao padrão e melhores práticas indicados pelo PMI (Project Management Institute ). Entre os resultados obtidos , houve redução de ocorrências de retrabalho, melhoria da comunicação com a equipe e com o cliente e redução de conflitos na entrega de itens , garantindo satisfação do cliente e aumento de rentabilidade.

Roberto Britto, diretor da Intercompany, destaca os avanços alcançados : ” O resultado permitiu termos todos os pontos em questão atendidos, alem de um completo set de funcionalidades relacionadas ao gerenciamento dos Projetos. Durante o processo de implantação do iplanner, percebemos a necessidade de revisar alguns processos internos e conseguimos o apoio necessário da Acom Sistemas através da contratação de uma consultoria de um Gerente de Projeto PMP. Esta consultoria foi de extrema importância para o resultado final desejado e nos consideramos bastante satisfeitos com as contratacoes realizadas: produto e consultoria “

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Brasil é o 30º no índice Global de Dinamismo 2012 entre 50 economias do mundo

O Índice Global de Dinamismo da Grant Thornton International, um novo índice criado pela Economist Intelligence Unit rankeando 50 economias com 22 indicadores de dinamismo, colocou o Brasil na 30º posição (55.1 pontos). Foram analisadas cinco áreas consideradas chave para analisar o dinamismo econômico de um País após a crise de 2008-09 e com perspectivas para garantir o crescimento futuro, através das opiniões de 406 altos diretivos globais: ambiente operacional dos negócios (leis de comércio, regulação legal e política, etc), ciência e tecnologia, trabalho e capital humano, economia e crescimento e o ambiente financeiro.

Cingapura (72.1 pontos) emergiu como a economia mais dinâmica do mundo. O pequeno país de economia aberta que se industrializou rapidamente nos anos 70 e 80 aparece para agir como uma porta de entrada para negócios dinâmicos de mercados maduros procurando maiores retornos nos países com grande crescimento na Ásia. Cingapura ficou com a primeira posição em ambiente de financiamento e ficou sempre entre os 10 melhores nas cinco categorias.

Finlândia, Suécia Israel e Austria (70.5, 69.6, 69.3 e 66.1 pontos, respectivamente) completam os top 5. A crise da zona do euro claramente afetou as econômias escandinavas, mas o índice da Grant Thornton sugere que os fundamentos de crescimento no long prazo são robustos. As duas economias escandinavas que aparecem no topo da lista ficaram entre as três melhores nas categorias operacional dos negócios e ciência e tecnologia.

“Planos ambiciosos de crescimento são fundamentais para empresas dinâmicas, mas precisam de financiamento para se tornarem reais e terem impacto na lucratividade e no desenvolvimento economico dos países. A crise de 2008 mostrou claramente que uma redução grande da liquidez resultaria em uma retração da produção e da competitividade. Os bilhões de euros fornecidos pelo Banco Central Europeu aos bancos regionais até agora, que no mínimo atrasaram colapsos locais, não estão melhorando as linhas de crédito para empresas nas principais economias do mundo”, diz Ed Nusbaum, CEO global da Grant Thornton.

O posicionamento do Brasil nas categorias avaliadas foi semelhante. O país ficou em 36º lugar no quesito ambiente operacional dos negócios, em 32º na avaliação de ciência e tecnologia, em 38º na avaliação do ambiente de trabalho e capital humano, em 24º no item economia e crescimento e em 20º quando se trata de ambiente financeiro.

“Dinamismo não é só crescimento economico e o índice é um reflexo fiel do quão adequado é o ambiente para empresas dinâmicas. Este ambiente operacional que não oferece segurança e salvaguardas, representa um alto risco para investimentos, portanto, prejudicial ao crescimento.Para os países alcançarem esta colocação são anos de construção, e não é à toa que as dez primeiras colocações foram alcançadas por países desenvolvidos”, comenta Paulo Sérgio Dortas, Líder de Auditoria, Tax e Advisory da Grant Thornton Brasil.

Os executivos pesquisados identificaram o comércio exterior e os regimes de câmbio como os aspectos mais importantes nessa categoria. A estabilidade política foi considerada como o ponto de menor relevância.

No GDI, os Estados Unidos ficaram com a 10ª posição e a China com a 20ª. O Chile foi destaque entre os páises da Amércia Latina na 12ª colocação. Os piores colocados no índice foram Venezuela (37.4), Nigéria (40.2), Grécia (40.2) e Egito (41.2).

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