Spectra Investments atinge R$1 bilhão em desinvestimentos

Spectra Investments atinge R$1 bilhão em desinvestimentos

A Spectra Investments, gestora especializada em ativos alternativos e líder no segmento de investimentos secundários na América Latina, atingiu a marca de R$1 bilhão em desinvestimentos, o maior volume até o momento, o que equivale a 50% do total investido nos cinco fundos da casa.

O primeiro desinvestimento dos fundos da Spectra ocorreu em 2015 e ao longo dos últimos 10 anos, a gestora investiu um total de R$ 2 bilhões, o que significa que cerca da metade do capital investido já retornou aos fundos, sendo parte dele reinvestido e parte devolvido aos investidores. “Essa é a comprovação da nossa tese. Investir bem é difícil, mas é mais difícil devolver esse volume de capital com retorno para o investidor, como nós conseguimos fazer. É por isso que faz sentido investir na economia real no Brasil. Acreditamos muito nisso”, reforçou Renato Abissamra, sócio da Spectra.

Com R$5 bilhões em ativos sob gestão, a Spectra possui investimentos em mais de 450 empresas, sendo que 69 ativos já foram desinvestidos, entre desinvestimentos totais, parciais e write-offs, e 16 empresas do portfólio já fizeram IPO no Brasil e no exterior. “Olhando o retorno apenas desta parcela de ativos desinvestidos, apresentamos uma taxa interna de retorno de 70% ao ano e esse dinheiro se multiplicou por 3,6x, no que se refere ao Múltiplo do Capital Investido (MOIC). O resultado tem superado as expectativas com retornos quase um ano antes do que previmos”, explicou Abissamra.

Entre os desinvestimentos, destacam-se participações em companhias como Orizon, 3R e Nubank, este último cuja posição era indireta, através de um investimento primário em um fundo de venture capital, e que resultou no IPO de um unicórnio, com retorno esperado de 146% ao ano e rendimento de 4,8x (MOIC) após o término do lock-up das ações.

Os fundos mais antigos da casa, Spectra I e II, (safras 2012 e 2014, respectivamente), já ultrapassaram a marca de devolução de 100% do capital comprometido pelos investidores e estão na fase de devolução do lucro. Já o terceiro fundo, Spectra III (safra 2016) está na marca de 80% de devolução do capital e até mesmo os fundos mais recentes, como o Spectra IV (safra 2018) e Spectra V (safra 2020), que ainda estão no período de investimento, já tiveram desinvestimentos e amortização de capital para seus clientes, no caso do Spectra IV.

A gestora já projeta o início de uma nova captação para o fundo Spectra VI até o final desse ano e espera atingir, até o final de 2023, o total de R$ 2,5 bilhões em desinvestimentos.

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