Efund Investimentos fecha parceria com a FCJ Venture Builder para fomentar mercado de startups

Efund Investimentos fecha parceria com a FCJ Venture Builder para fomentar mercado de startups

A Efund Investimentos, plataforma especializada em unir startups que buscam investimentos Seed a investidores qualificados que também atuam como mentores, e a FCJ Venture Builder anunciaram o fechamento de uma parceria com o intuito de fomentar o mercado de investimentos em startups. O acordo possibilitará a troca de startups sob avaliação, conforme a tese de investimento de cada uma, e também o co-investimento em casos de novas empresas que se encaixem nas teses de investimentos tanto da Efund quanto da FCJ.

As tratativas começaram há cerca de 15 dias e avançaram rapidamente porque os dois lados perceberam haver muita sinergia na proposta. No conjunto de startups avaliadas pela Efund, há aquelas que se encaixam melhor na linha de atuação da FCJ. O mesmo acontece com a FCJ, que conta com oportunidades mais adequadas à linha da Efund.

“Ambas empresas fazem captação, mas nem sempre os investidores se sentem atraídos pelo “deal” da rodada. Então, podemos dividir a tarefa, otimizando o processo de captação para que a startup não fique sem recursos e continue crescendo no mercado. Sabemos que aparecerão startups interessantes para nós e para eles e nesse caso, podemos investir conjuntamente”, explica Igor Romeiro, um dos fundadores da Efund.

O CEO da FCJ Angels Network, Daniel Góes, também avalia que a parceria trará ótimas oportunidades a eles e às startups. “Essa parceria oferece às startups e aos investidores inúmeras novas oportunidades. Mais do que isso, o mercado de equity crowdfunding está crescendo no Brasil e nós estamos criando possibilidades para que esse ecossistema se torne ainda mais robusto. É um caminho que dá mais acesso a esses agentes do ecossistema”, afirma.

A ideia é fortalecer o ecossistema de investimento em startups e ajudá-las, através dos mentores, a atingir novos patamares de crescimento e obter retorno apenas no momento em que as startups forem vendidas, o conhecido “Exit”. “É um mercado muito novo onde não podemos considerar outros players como concorrentes, e sim parceiros de negócios, pois os beneficiados serão os investidores e as startups”, conclui Romeiro.

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