Archive setembro 2018

Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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Centro Universitário FEI abre nova graduação em Engenharia de Robôs

Atenta às novas tendências do mercado e preocupada em capacitar seus alunos para atuarem como protagonistas das futuras transformações sociais, o Centro Universitário FEI contará a partir de 2019 com o novo curso de graduação em Engenharia de Robôs. Os interessados podem se inscrever até 21 de novembro no vestibular da Instituição, que acontece em 1º de dezembro de 2018, às 8h30.

O curso, inédito no país, tem como objetivo capacitar profissionais para planejar, construir, controlar e manter robôs de diversos tipos. A grade é planejada para que exista um equilíbrio entre quatro áreas de conhecimento: Mecânica, Eletrônica, Programação e Automação. Além disso, durante a graduação o aluno é preparado para integrar tecnologia e robótica em diferentes campos de atuação.

Por se tratar de uma grande tendência, a FEI vem estimulando, há anos, seus alunos (independentemente da graduação escolhida) a interagirem com a área da robótica por meio de projetos interdisciplinares e extracurriculares. O “RoboFEI”, por exemplo, estimula os estudantes a criarem robôs autônomos e a participarem de grandes competições, como a RoboCup, um dos maiores torneios de robótica do mundo.

“A robótica será a tecnologia dominante do futuro; e o Centro Universitário FEI é uma Instituição vista como um centro de excelência e referência na área, seja pelo investimento em robôs inteligentes ou pelo esforço em incentivar a robótica em todo o País. Portanto, quando novos cursos focados no desenvolvimento de robôs surgirem no país nos próximos anos, será pela nossa iniciativa”, afirma Flavio Tonidandel, autor do curso de graduação em Engenharia de Robôs do Centro Universitário FEI.

Vestibular 2019

Inscrições: Até 21/11

Taxa: R$ 90 pela internet e R$ 110 presencial

Cursos: Administração, Ciência da Computação, Engenharia Civil, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia Têxtil e Engenharia de Robôs

Data da prova: 1º/12

Endereços:

– Campus São Bernardo do Campo -Av. Humberto de Alencar Castelo Branco, 3.972-B – Assunção, São Bernardo do Campo – SP.

– Campus São Paulo – Rua Tamandaré, 688 – Liberdade, São Paulo – SP

Site: www.fei.edu.br

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Brasil é o país da América Latina que mais utiliza e investe em cloud, mas ainda precisa avançar na maturidade digital

O estudo Como vamos na América Latina, encomendado pela Citrix, empresa norte-americana de tecnologia, mostrou que dentre os países da região, o Brasil está à frente dos demais quando o assunto é nuvem, com 57% de empresas adeptas desta tecnologia. No entanto, algumas contradições nos resultados mostram que existe um longo caminho para aumentar a maturidade digital das empresas.

Embora 73% das entrevistadas manifestem desejo em investir em nuvem, 43% afirmaram não fazer uso da tecnologia. E os motivos são: infraestrutura suficiente (38%), não enxergam valor (19%), questões de segurança (14%), falta de orçamento (14%) e não sabem como fazê-lo (12%).

Outro fator interessante registrado na pesquisa foi em relação a falta de estratégia no uso desta tecnologia. As empresas que usam a nuvem estão mantendo o foco no armazenamento de informações: 24% responderam que armazenam informações gerais, 18% registram e-mail, 11% guardam informações sensíveis do negócio, 11% registram dados do fornecedor, 7% aplicativos não tão sensíveis e 12% todas as anteriores.

“A computação em nuvem significa mais do que apenas armazenar documentos. Ela permite a empresas de todos os tamanhos ações mais rápidas, ágeis e flexíveis, redução nos custos de investimento em hardware e acesso igualitário à tecnologia de ponta, só para citar alguns. Em regiões com mais maturidade digital, empresas focam em ativos mais estratégicos (aplicações críticas para o negócio e aplicações legadas) se beneficiando assim da elasticidade e alta disponibilidade de cloud”, explica Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

Produtividade

Outro aspecto sobre a adoção dos serviços em nuvem é implementação de formas de trabalho flexível, por exemplo o home office e o teletrabal­ho. A partir das informações coletadas, constatou-se que 62% das empresas brasileiras com tipos de trabalho flexíveis os implementaram a pedido dos funcionários, principalmente por motivos de gestão do tempo (13%), maior produtividade (8%), conforto (6%) e qualidade de vida (6%).

Os resultados, de acordo com os gestores em TI do país, foram positivos considerando que acessar dados e aplicações de qualquer lugar ou dispositivo torna a equipe mais produ­tiva (88%). Outro fato notável é que 65% das empresas disseram que redesenharam o ambiente para se adaptar às novas formas de trabalho flexíveis, especificamente para buscar maior produtividade e melhor gestão do tempo pelo funcionário.

Paradoxalmente, 73% dos entrevistados acham que os funcionários são mais produtivos trabalhando no escritório do que de onde se sentem mais confortáveis e inspirados. E isso se deve, principalmente, à falta de confiança por parte dos diretores (80%).

“Com o avanço da tecnologia, hoje podemos contar com ferramentas que estão mudando a forma que trabalhamos, possibilitando o trabalho flexível, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo. A valorização precisa estar focada na entrega e não no tempo que o funcionário passa no escritório”, destaca o diretor geral.

Segurança

A segurança é um fator de grande preocupação para as empresas e 58% das entrevistadas declaram desejo de investir mais em proteção dos dados até o final deste ano. Porém, alguns comportamentos destacam brechas que podem comprometer seriamente os dados das companhias. Dos executivos consultados, 49% afirmaram que permitem que funcionários salvem informações em pen-drive e encaminhem informações para o e-mail pessoal (52%).

Reflexo disso é que 35% das vulnerabilidades sofridas pelas empresas foram vazamento de dados e 32% ataques externos direcionados às informações da empresa.

“Temendo a segurança de seus dados, muitas empresas acabam blindando os funcionários de maneira imobilizadora. Estão seguros, mas extremamente restritos. E não precisa ser assim. É possível trabalhar de forma protegida sem limitar ações”, conclui Banhara.

A pesquisa teve como objetivos principais avaliar a percepção e o conhecimento que os gestores de TI têm sobre dinâmica, benefícios e desvantagens, ou seja, o panorama de serviços na nuvem, segurança de dados e novos estilos de trabalho. E ainda identificar as atitudes, percepções e a impor­tância que os especialistas em TI atribuem às novas tecnologias em suas empresas. Fez parte do estudo entrevistas com 550 gestores de TI, durante os meses de abril a maio, na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México.

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WeWork inaugura segunda unidade na Avenida Paulista

Na próxima segunda-feira (1 de outubro), a WeWork, maior rede de espaços de trabalho do mundo, inaugura mais um prédio no Brasil. Já são nove em São Paulo e 11 em todo o país. A unidade, localizada na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, marca um capítulo importante da WeWork na cidade. Além de já contar com os escritórios das startups Amaro e QuintoAndar, o edifício será a sede da WeWork em São Paulo.

A empresa inaugura nesta fase os últimos dos seus 10 andares no prédio e contará, em sua capacidade total, com 1,5 mil posições de trabalho. Para marcar a inauguração, a WeWork recebe o público a partir das 18h, com uma programação que inclui coquetel e um bate-papo sobre inovação na forma de fazer negócios, com Andre Penha, CTO do QuintoAndar, Lodovico Brioschi, COO e CFO da Amaro, e Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork.

“A Avenida Paulista, além de um dos principais marcos geográficos e turísticos da cidade, é muito simbólica para a WeWork, já que foi onde onde instalamos nossa primeira unidade quando chegamos ao Brasil e agora passa a ser também o endereço da nossa sede no país. Já há algum tempo vínhamos buscando oportunidades de expandir nossa presença nessa região tão estratégica para a cidade, por onde circulam mais de 1,5 milhão de pessoas diariamente e que, além disso, tão bem representa a diversidade cultural de São Paulo”, explica Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

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Problemas do varejo que a Indústria 4.0 já está resolvendo

Por Ronaldo Oliveira

À medida que a Indústria 4.0 acelera o crescimento da manufatura inteligente e avançada, muitos mercados estão sendo transformados por tecnologias que ajudam a otimizar ainda mais as operações comerciais. Quando pensamos em varejo e fast fashion, imagens de lojas, glamour, estilos modernos e influenciadores de redes sociais podem ser lembradas. Mas nos bastidores, os fabricantes estão montando coleções que os designers criam utilizando materiais provenientes de uma rede global de fornecedores, dentro de prazos cada vez mais apertados e preferências do consumidor em constante evolução. Por mais complexo que possa parecer, várias tecnologias emergentes estão prestes a gerar um impacto significativo no setor de varejo e na forma como os produtos são projetados e desenvolvidos.

Nesse artigo cito apenas três tecnologias, que já estão impactando o varejo mundial:

Internet das coisas (IoT)

Desde a otimização do layout de lojas inteligentes e conectadas até a melhor prevenção contra roubo usando tags RFID, há um número crescente de casos de uso da IoT no varejo. A facilidade na administração dos níveis de estoque se torna muito mais simples quando a tarefa de verificar o estoque é automatizada pela computação da IoT. Um sistema de alertas pode ser configurado para garantir que os itens de vendas mais quentes sejam reabastecidos adequadamente, e a conectividade com os sistemas de PLM (product lifecycle management) significa mais rapidez para avaliar a orquestração das cadeias de suprimentos.

Ou seja, a análise preditiva com base em IoT pode fornecer aos varejistas informações úteis para orientar suas decisões de negócios, conectando e visualizando dados rapidamente em vários sistemas. A aplicação do aprendizado de máquina aos dados da IoT permite que os varejistas detectem tendências e respondam de maneira proativa, proporcionando-lhes uma vantagem competitiva baseada em dados e um melhor entendimento de seus clientes.

Impressão 3D

Uma das tecnologias da Industry 4.0 que pode ser a mais potencialmente disruptiva para o mercado de varejo é a impressão 3D. Em vez de adivinhar quais estilos serão mais bem-sucedidos e produzir um número definido de roupas e vestuário para estocar na loja física e online, a impressão 3D permite ao varejista selecionar determinados designs ou criar os próprios designs e, em seguida, ter seus itens feitos para o cliente após a venda. Esse conceito de comprar o produto antes de ser criado pode virar o processo de fabricação de cabeça para baixo, eliminando os problemas de desperdício e de estoque excessivo. Grandes redes de varejo já estão experimentando este modelo: investir primeiro na tecnologia, e no inventário em segundo lugar.

Robótica

Os robôs também podem ajudar a melhorar os níveis de estoque nas lojas, e muitos varejistas de grandes volumes já estão usando a robótica para automatizar processos de armazenamento, como embalagem e manuseio de itens. À medida que o uso da robótica se torna mais convencional, os compradores esperam ver e interagir com os robôs como parte da experiência de compra física. Eles podem atender a uma série de funções, desde ajudar compradores a localizar itens e auxiliar com checkouts, até monitorar prateleiras de estoque.

Assim como os dispositivos inteligentes e conectados e as máquinas de impressão 3D, o uso da robótica no varejo gerará uma grande quantidade de dados que podem ser usados ​​para entender melhor as preferências do cliente e ajudar os varejistas a oferecer uma experiência mais envolvente. A chave é aproveitar esses dados e transformá-los em uma visão prática que ofereça uma vantagem única.

Ronaldo Oliveira, Diretor Regional Latam Sul da PTC, empresa de tecnologia fornecedora de soluções de Internet das Coisas, realidade aumentada e PLM (Product Lifecycle Management).

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Comércio móvel: em três anos dobra a proporção de brasileiros que compram pelo smartphone

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Comércio Móvel descobriu que, em três anos, entre setembro de 2015 e setembro de 2018, praticamente dobrou a proporção de internautas brasileiros que já experimentaram comprar produtos físicos através de aplicativos ou sites em seus smartphones: de 41% para 80%.

Cerca de 71% dos consumidores ouvidos pela pesquisa são considerados usuários ativos mensais (MAUs) de m-commerce, ou seja, realizaram pelo menos uma compra pelo smartphone nos últimos 30 dias. Além disso, 78% afirmam que realizam hoje mais compras pelo smartphone do que seis meses atrás.

O avanço nesses três anos está diretamente relacionado à popularização dos smartphones no País, junto com a evolução dos apps de m-commerce, tanto aqueles de grandes varejistas quanto aqueles de novos serviços online to offline. A simplificação do cadastramento de cartões de crédito com a câmera do celular; a personalização da experiência com base no histórico de compras do usuário; a otimização do checkout em apenas um clique; a adição de novos meios de pagamento, como carteiras digitais; a oferta de condições especiais para o m-commerce, como promoções, navegação gratuita e frete grátis: estas são algumas das ações tomadas por varejistas que contribuíram para melhorar a experiência do brasileiro com comércio móvel.

Por conta disso tudo, 69% dos consumidores móveis afirmam que preferem comprar pelo smartphone do que pelo computador. Na edição anterior, em abril deste ano, eram 63%. Ao mesmo tempo, cresce a satisfação dos brasileiros em relação à experiência com m-commerce. Em seis meses, subiu de 83% para 88% a proporção que se declara satisfeita ou muito satisfeita com esses serviços, informa a pesquisa.

“Ao se analisar os dados demográficos, percebe-se que o comércio móvel foi mais experimentado pelos brasileiros das classes A e B (86%), do que entre aqueles das classes C, D e E (78%). A proporção de MAUs é maior também entre os primeiros (75%) que entre os últimos (70%). Porém, na pergunta sobre a preferência entre comprar pelo celular ou pelo computador nota-se que o dispositivo móvel tem uma importância maior nas classes menos favorecidas, o que decorre, provavelmente, do menor acesso a computadores nessa camada da população”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

“Enquanto que 57% dos consumidores móveis das classes A e B declaram preferir comprar pelo celular, a proporção sobe para 73% nas classes C, D e E. Neste aspecto percebe-se também uma diferença significativa de gênero: mulheres (73%) gostam mais de comprar pelo celular em vez do computador do que homens (65%)”, destaca ele.

A pesquisa também elaborou um ranking com os apps mais frequentemente usados no m-commerce nacional e monitorou o uso do smartphone para a compra/contratação dos seguintes produtos/serviços: corrida de táxi/carro particular; delivery de comida; reserva de hospedagem; compra de ingresso de eventos; serviços de beleza. Confira alguns dos resultados no infográfico abaixo.

Foram entrevistados em agosto 2.069 internautas brasileiros que possuem smartphone. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%. O relatório completo da pesquisa pode ser obtido em www.panoramamobile.com.br

Thomson Reuters traz ao Brasil especialistas internacionais em Inteligência Artificial aplicada ao Direito

O FLIC, (Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters), recebe amanhã, sexta-feira, 28 de setembro, às 10 horas, em São Paulo, o primeiro Innovation Summit, evento que vai apresentar os conceitos e eficiência do uso da Inteligência Artificial nas rotinas do segmento jurídico. O encontro terá a presença dos especialistas internacionais Bart Verheij, Kevin D. Ashley, Roland Vogl e Ricardo Fernandes. A participação é restrita a convidados.

Voltado aos profissionais, empresas e estudantes que se interessam pelas inovações em tecnologia aplicadas no setor jurídico, esse encontro terá como destaque a participação de Roland Vogl, Diretor Executivo do CodeX (centro de inovação da Faculdade de Direito da Universidade de Stanford) e professor visitante da Universidade de Viena. Além dele, estarão presentes; o especialista em inteligência artificial Bart Verheij, que é de representante da Universidade de Groningen e do Instituto de Bernoulli de Matemática; Kevin Ashley, professor da Universidade de Pittsburgh e membro da Associação Internacional de Inteligência Artificial; e Ricardo Fernandes, Sócio-Fundador da Legal Labs.

“O Innovation Summit é mais um passo na criação de um ecossistema para incentivar e potencializar a inovação no País, sobretudo para o mercado de Direito, que impacta a economia e a sociedade como um todo. Essa interação com grandes especialistas internacionais será muito proveitosa para profissionais e estudantes que, como nós, enxergam na tecnologia a melhor ferramenta para que tenhamos um Direito mais eficiente e em sintonia com as necessidades do país”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Com o objetivo de proporcionar ao público uma experiência única sobre o mais avançado conteúdo global sobre tecnologia no Direito, além da participação dos especialistas internacionais, a primeira edição do Innovation Summit também contará com as presenças dos executivos da Thomson Reuters e influenciadores de mercado.

O FLIC é o primeiro centro de inovação mantido pela Thomson Reuters na América Latina. O Brasil foi escolhido devido à relevância do mercado local, potencial criativo e complexidade regulatório. Por aqui, a empresa já desenvolve eventos e programas de aceleração de startups para os segmentos jurídico, de comércio exterior e de gerenciamento de risco. Nos Estados Unidos, a companhia é mantenedora do CodeX Stanford Center for Legal Informatics, centro de inovação para o direito na Universidade Stanford, na região do Vale do Silício.

Saiba mais sobre o FLIC e sua programação no site: http://futurelaw.com.br/the-flic/.

Serviços: FLIC recebe a 1ª edição do Thomson Reuters Innovation Summit

Data: sexta-feira, 28 de setembro, sexta-feira, das 10h às 12h
Local: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327, 2º andar
Entrada: restrita para convidados

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Pesquisa da IBM revela qual o perfil das empresas que serão mais disruptivas nos próximos anos

Pesquisa realizada pela divisão de Consultoria de Negócios da IBM revela que as grandes companhias já estabelecidas no mercado, as chamadas Incumbentes, têm maior capacidade de serem disruptivas em seus mercados nos próximos anos.O levantamento feito pelo IBM Global C-suite Study, feito com executivos C-level em todo o mundo, inclusive do Brasil, aponta que 72% dos entrevistados acreditam queas empresas tradicionais e consolidadas serão líderes em ruptura, inovação e competitividade.

A informação adquirida ao longo de décadas de conhecimento específico de setor se tornou o ativo mais importante e é o principal fator que leva a essa conclusão. Segundo o estudo, tecnologias como Cloud, Inteligência Artificial, Blockchain e Internet das Coisas propiciarão às grandes empresas as ferramentas necessárias para acessar e utilizar com eficácia esses dados.

Reinvenção Digital

O Global C-suite Study também identificou três estágios de Reinvenção Digitalnas empresas, classificados como Reinventores, Praticantes e Aspirantes, com base no foco na experiência do cliente, implantação de tecnologias digitais, estratégia competitiva e agilidade na organização.

No topo da lista, os Reinventores (27%) estão à frente na inovação e também são superiores em crescimento de receita e lucratividade nos últimos três anos. Suas estratégias de TI e negócios estão muito alinhadas. No entanto, o principal fator que posiciona este grupo à frente dos outros estágios é a eficácia na utilização de dados para identificar necessidades de clientes indefinidas e não atendidas.

Os Praticantes (37%) ainda não desenvolveram as capacidades correspondentes às suas ambições, mas planejam lançar um novo modelo de negócios nos próximos anos. Já para as organizações Aspirantes (36%), o maior desafio é obter a visão, estratégia e as capacidades de execução adequadas, principalmente em relação a funcionários e parceiros.

Adoção de Plataformas

Os Reinventores também estão atualmente liderando a adoção de modelos de plataforma de negócios, seguidos de perto pelos Praticantes. Entretanto, o primeiro grupo se destaca em todos os elementos avaliados pelo, incluindo a escolha deuma abordagem colaborativa, a capitalização de dados e o compromisso com a inovação.

O estudo constatou que cerca de 57% das empresas com uma estratégia de disrupção são arquitetos ou proprietários de um modelo de plataforma de negócios. Criando interações diretas entre consumidores e produtores, além de reunir muitos dados ao longo do caminho, essas organizações estão dominando seus segmentos de mercado e entrando em novos com facilidade.

Aproximadamente 28% dos entrevistados afirmaram que estão realocando parte de seu capital para criar plataformas, movimentação que deve se requerer um investimento estimado em US$ 1,2 trilhão nos próximos anos, um aumento de 174% em relação aos cerca de US$ 420 bilhões já investidos. O estudo aponta que os setores realizando os maiores investimentos em plataformas são: produtos industriais (+25%), eletrônicos (+22%) automobilístico (+20%) e varejo (+17%).

A importância da cultura

Em todas as suas edições, o Global C-suite Study questiona os executivos a respeito de quais serão os fatores de maior impacto nos próximos anos para os negócios. O estudo de 2018 constatou que fatores de mercado (69%), incluindo concorrência e mudanças nas preferências dos clientes, retornaram à posição de liderança, seguidos por tecnologia (63%) e people skills(61%), comprovando o aumento do valor dos ativos intangíveis, como o talento e as ideias.

Neste cenário, os Reinventores são mais eficazes que seus pares na construção de culturas em torno do feedback ativo, empoderamento, co-criação e compartilhamento de conhecimento. Aproximadamente 70% deste grupo respondeu que solicita ativamente a participação de funcionários para desenvolver novos projetos,promove a colaboração e o compartilhamento de conhecimento, investe nas habilidades dos colaboradores e apresenta uma rede adequada de parceiros, fornecedores e distribuidores.

IBM Global C-suite Study

O IBM Global C-suite Study foi realizado por meio de entrevistas com 12.854 executivos de 112 países, incluindo o Brasil, de posições como Chief Executive Officer (CEO), Chief Financial Officer (CFO), Chief Human Resources Officer (CHRO), Chief Information Officer (CIO), Chief Marketing Officer (CMO) e Chief Operations Officer (COO), abrangendo 20 setores da indústria.

As respostas foram analisadas utilizando o IBM Watson Natural Language Classifier, que verifica o contexto, temas e prioridades dos entrevistados.

A versão completa do IBM Global C-suite Study está disponível no link.

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Até 2025, máquinas serão clientes e farão compras sozinhas

A Bain & Company entrevistou executivos de 700 empresas em todo o mundo acerca de 20 ferramentas para melhorar a experiência do cliente, em quatro categorias: detecção, decisão, atuação e gerenciamento.

Um foco profundo no aprimoramento da experiência do cliente se enraizou em muitos mercados emergentes, que estão bem à frente de seus concorrentes de mercados mais desenvolvidos na Europa e na América do Norte. Especificamente, a análise preditiva, os sensores em produtos e a experiência personalizada por inteligência artificial e advanced analytics tornaram-se as ferramentas mais amplamente utilizadas nos mercados B2C e B2B. “Com tantas opções, as organizações têm de ter muita clareza sobre onde querem chegar, quais os objetivos de negócios que querem alcançar com essas ferramentas”, avalia Sílvio Marote, sócio da Bain. “Esse deve ser o ponto de partida, e não o modismo”, completa Marote.

Percentual de líderes (por região) que acreditam que a tendência ocorra até 2025:

– O sentimento do cliente será captado pelo uso de sensores biológicos (ex.: retina, temperatura do corpo, batimentos cardíacos) para detectar suas emoções. Na América Latina, 52%; Europa, 48%; América do Norte, 34%; e Ásia-Pacífico, 66%.

– Biotecnologias em escala nano (ex.: dispositivos e sensores embutidos no corpo) ajudarão a prevenir 70% das fatalidades e melhorarão o tratamento de doenças crônicas. Na América Latina, 52%; Europa, 39%; América do Norte, 34%; e Ásia-Pacífico, 60%.

– Máquinas se tornarão clientes, à medida que as pessoas passarem a delegar decisões a seus bots. Na América Latina, 40%; Europa, 41%; América do Norte, 31%; e Ásia-Pacífico, 54%.

Percentual de líderes (recorte global) que acreditam que as tendências abaixo vão ocorrer até 2025:

– 74% – Dispositivos de geolocalização vão avisar o varejista quando um comprador chegar à loja, para que este possa ser mais bem atendido.

– 73% – Os varejistas saberão quando um cliente ficar sem um produto e o entregarão automaticamente.

– 72% – transações em dinheiro encolherão em 80%, graças ao aumento dos pagamentos biométricos e por celular.

Percentual de líderes (recorte global) que acreditam no seguinte crescimento do uso de ferramentas de personalização nos próximos três anos:

– Vendas e marketing one-to-one: de 20%, hoje, para 63%.

– Experiências personalizadas: de 30%, hoje, para 70%.

– Mecanismos de decisão automatizados: de 15%, hoje, para 57%.

Três temas aparecem como prioritários pelos líderes: otimização de custo e previsão das necessidades do cliente, experiência personalizada e aprimoramento de privacidade e segurança.

Para isso, líderes pretendem adotar as ferramentas abaixo, nos seguintes percentuais:

– Para otimização de custos e previsão das necessidades do cliente: analytics preditiva, 76%; e inteligência artificial, 72%

– Geração de experiências personalizadas: 71%.

– Para privacidade e segurança: ferramentas biométricas, 68%; e gerenciamento de privacidade, 68%.

Segundo a Bain & Company, a pesquisa revela uma forte correlação entre a quantidade de esforço de uma empresa em adotar a ferramenta e sua satisfação com ela. Há evidências claras de que os melhores resultados decorrem de um grande esforço e investimento em poucas escolhas, e não apostar em uma ampla gama de opções. “As empresas devem ter, no máximo, cinco ou seis prioridades. Com mais do que isso, perde-se o foco”, afirma Marote. Segundo ele, muitas tecnologias servem para diferentes propósitos. Um exemplo é a análise preditiva, que pode ser usada em call centers e na previsão de estoques em lojas espalhadas pelo País. “São diferentes fins para a mesma tecnologia”, completa o sócio da Bain.

O mix de ferramentas usado pelos líderes varia um pouco do resto do pacote. Eles estão investindo diferentemente em soluções que produzem três resultados: otimização de custo e previsão das necessidades do cliente; experiência personalizada; e aprimoramento de privacidade e segurança. Mas a ferramenta mais eficaz, relatam, é o gerenciamento de episódios, e o menos eficaz é a automação da força de vendas.

As empresas que obtêm os maiores benefícios de uma ferramenta a incorporam em suas operações e formas de trabalho, em vez de implementá-la como um projeto separado ou por meio de uma equipe separada. Essa é a única maneira de mudar o comportamento nas organizações.

Epson anuncia novos executivos no Brasil

A Epson, líder em impressão digital e projeção, anuncia seus novos executivos para três posições da sede da empresa no Brasil. Glauco Ferreira é o novo diretor de vendas no Canal de Distribuição, enquanto Claudio Galante assume a gerência de Negócios. Ambos se reportam diretamente a Fernando Stinchi, o presidente da empresa no país. Já Denise Franciscato é a nova Head de Recursos Humanos Brasil, e reporta-se a Antonio Ferreira, Diretor Regional de Recursos Humanos.

Glauco Ferreira assume as áreas de Distribuição de Vendas da Epson, com a missão de fortalecer as parcerias estratégicas do canal, ampliar a atuação da empresa no mercado e trazer os resultados esperados pela companhia. Com mais de 20 anos de experiência profissional, Glauco já atuou nas áreas de Exportação, Marketing, Vendas e Treinamento em empresas nacionais e multinacionais como Solutia, Pneuac e Pirelli. É formado em Comércio Exterior pela Faculdade Metodista, em São Paulo. Também possui MBA em Gestão de Negócios pela FGV – SP e é professor da pós-graduação da Fundação.

Já o novo gerente de Negócios, Claudio Galante, assume a área de Produtos de Consumo e terá como objetivo desenvolver planos de negócios e marketing para as linhas de impressoras EcoTank e vídeo projetores. Formado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo, com MBA Gerenciamento Estratégico pela FGV – SP e pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo (USP). Galante possui mais de 20 anos de carreira e já atuou nas áreas de Operações, Novos Negócios, Desenvolvimento de Produtos e Startups. Em experiências anteriores à Epson, trabalhou em empresas como Microtec, Acer, Philips, Airis e Biosfera.

Denise Franciscato, por sua vez, irá gerenciar a área de Recursos Humanos com foco nas estratégias de negócio da Epson. É graduada em Serviço Social pela UNISAL em São Paulo e possui MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV – SP). Com mais de 15 anos de experiência, Denise atuou em empresas como Toyota, FEMSA, IBM, NCR e Gemalto, sendo responsável pela implantação de projetos, políticas e processos para Treinamento e Desenvolvimento, Remuneração e Benefícios além de Recrutamento e Seleção entre outras atribuições.

Grandes nomes do urbanismo abordam desenvolvimento inteligente das cidades no 8º Complan

A 8ª edição do COMPLAN – Seminário sobre Comunidades Planejadas, Loteamentos e Desenvolvimento Urbano – promovido pela ADIT Brasil (Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil), acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro, em Fortaleza, no Ceará.

Neste ano, o evento homenageará o fundador da Alphaville, Renato Albuquerque, por sua contribuição no mercado com o painel “Legado ADIT: Uma vida que valeu a pena ser vivida”, que contará com Felipe Cavalcante e Sérgio Villas Bôas, presidente e vice-presidente da ADIT Brasil, respectivamente, além de Paulo Toledo, da CIA Inteligência Imobiliária.

Mais uma vez, o encontro reunirá os players do desenvolvimento das cidades, como arquitetos e urbanistas, agentes públicos, construtoras, incorporadoras, loteadoras, escritórios jurídicos, instituições financeiras, redes hoteleiras, investidores, proprietários de terrenos, entre outros, para discutir inovação, sustentabilidade, novas tecnologias, regulamentação e demais temas de interesse da área.

O evento promoverá diálogo e atualização sobre como o setor imobiliário pode auxiliar na qualidade de vida da população ao exercer as melhores práticas do urbanismo nas cidades. “Projetos previamente finalizados foram transformados completamente após o conhecimento das melhores práticas e tendências mundiais apresentadas no evento”, comenta Felipe Cavalcante.

Programação

Entre os palestrantes, destaca-se a presença do fundador do escritório Zedfactory, Bill Dunster, que é considerado um dos maiores expoentes mundiais em desenvolvimento sustentável e, graças ao seu trabalho, foi homenageado pela Coroa Britânica como Oficial da Ordem do Império Britânico (OBE).

Na palestra do britânico, que tem como tema “ZEDlife Urban System”, os participantes irão entender como planejar a transição de cidades poluídas, congestionadas, barulhentas e dependentes de combustíveis fósseis em comunidades urbanas de maior valor, projetadas em torno de uma economia circular.

Já o arquiteto e urbanista Maurício Duarte, que atua em um dos mais importantes escritórios de arquitetura e urbanismo do mundo, o Gehl Architects, apresentará os melhores métodos utilizados no escritório dinamarquês aplicados em bairros planejados.

O fundador e editor do site Caos Planejado, Anthony Ling, é outro nome confirmado para esta edição. Conhecido por pensar em práticas urbanísticas de forma inovadora, Anthony apresentará o conceito “Comunidade planejada como uma startup urbana” durante o Complan.

Enquanto Caio Esteves, fundador da primeira agência brasileira dedicada à construção e fortalecimento de marcas-lugar, a Places for us, mostrará na palestra “Place Branding e Placemaking”, como potencializar um lugar (cidade, bairro, estado, entre outros espaços urbanos), por meio do diálogo com os principais stakeholders, explorando a vocação e identidade do espaço, entendendo o que só aquela localidade tem de única.

E para falar sobre vendas no segmento imobiliário, a ADIT contará com o diretor da empresa de consultoria Suahouse e do Grupo Zap Viva Real, Marcelo Dadian. Com ampla experiência em marketing e inovação, Dadian apresentará o tema “Como a tecnologia pode ajudar a vender mais e controlar seus leads”, abordando as vantagens de gerenciar as informações de potenciais clientes e as formas de usá-las e ter mais chances de gerar vendas.

A programação completa está disponível em adit.com.br/complan/programacao-complan-2018/
Inovação

Este ano acontece ainda o COMPLAN Tech, chamada pública para selecionar empresas de tecnologia com soluções para problemas de desenvolvimento urbano, mobilidade, gestão de espaços públicos e comunidades. Uma comissão selecionará quatro finalistas, que terão a chance de apresentar seus projetos inovadores para empresários e gestores públicos presentes no seminário, gerando novos negócios.

No encerramento do Seminário serão realizadas visitas técnicas para Eusébio, Porto das Dunas ou Pecém, de acordo com a opção do congressista, onde serão conhecidos empreendimentos com soluções inovadoras.

COMPLAN 2018

Data: 22 e 23 de outubro

Local: Fortaleza (CE)

Horário: das 8h30 às 20h30

Site do evento – www.adit.com.br/complan/

Mais Informações – (82) 3327-346

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Augmented Banking: uma experiência financeira imersiva e hiperpersonalizada

Por Renato Gritti é diretor executivo da GFT Brasil

A Realidade Aumentada já é realidade há alguns anos para alguns segmentos como cinema e games, vide o sucesso do Pokemon Go. Agora, o mercado financeiro também começa a incorporá-la dentro do ambiente das tecnologias exponenciais, apresentando o conceito de Augmented banking, para entregar serviços e soluções que proporcionem uma experiência bancária totalmente imersiva, oferecendo serviços hiperpersonalizados e com novas formas de interação integradas à vida digital do usuário.

O Augmented Banking envolve o aproveitamento de tecnologias exponenciais – como realidade virtual, aumentada e mista, visualização de dados, visão computacional, inteligência artificial e biometria – para melhorar o relacionamento entre o banco e seus clientes. Oferece uma experiência mais rica por meio de novos serviços ou formas de interação com os serviços tradicionais. Um exemplo simples de Augmented banking é quando usamos gestos para interagir com um aplicativo bancário ou quando fazemos pagamentos digitais.

Algumas soluções no mercado financeiro existem há mais de uma década, com o lançamento de canais e arquiteturas digitais, que impulsionaram as oportunidades oferecidas pela internet e pelos dispositivos móveis. Ao longo desses anos, elas evoluíram com a chegada de soluções suportadas por um ecossistema móvel estendido, incluindo wearables, TVs inteligentes e outros dispositivos conectados, empregando novas tecnologias, como bluetooth, NFC e biometria.

No Brasil, a maturidade para Augmented Banking está muito direcionada para os canais digitais (Mobile, Web) e momentos transacionais trazendo conveniência nos pagamentos e suas consequências na arquitetura bancária. Algumas iniciativas, ainda como provas de conceito, têm sido criadas para reinvenção das agências, porém ainda com escala muito pequena. Temos trabalhado, por exemplo, com os grandes players do mercado financeiro para o próximo passo do Augmented Banking: união dos mundos Físico e Digital, AR, PFM e novos meios de pagamento trazendo jornadas de financeiras “embutidas” em jornadas de consumo.

Com o Augmented Banking, a capacidade para a criação de experiências bancárias imersivas e hiperpersonalizadas vai muito além dessas interações digitais atuais. A partir da combinação com elementos de outros pilares bancários exponenciais – como APIs abertas, inteligência artificial e automação de processos robóticos (RPA) – pode ser possível entender e até mesmo antecipar as necessidades financeiras de cada cliente individual. Isso permite que os bancos reforcem seu papel como parceiros realmente confiáveis, ajudando os clientes a tomar as decisões financeiras que melhor se adaptem ao seu estilo de vida.

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