Archive fevereiro 2018

Startups apresentam inovações a gigante do agronegócio global

Empreendedores de quinze startups voltadas para o agronegócio receberam uma verdadeira oportunidade de ouro para mostrar as novidades que vem desenvolvendo a um público altamente qualificado, ao participarem do Circuito de Startups Nutron realizado no Centro de Inovação da Cargill em Campinas. O encontro foi organizado no dia 15 de fevereiro em parceria com a AgTech Garage, que selecionou as startups convidadas levando em consideração o potencial de sinergia com os negócios da Cargill Nutrição Animal.

Na plateia, cerca de 30 gestores e executivos da Cargill em busca de soluções disruptivas acompanharam as apresentações, concretizando um dos principais objetivos da AgTech Garage: construir pontes entre empreendimentos inovadores e as grandes empresas que concentram suas atenções no agronegócio.

“O Circuito aproxima startups de grandes empresas para estimular a troca de experiências e gerar parcerias, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias para o campo, esse tipo de aproximação é uma tendência que vem ganhando força em diferentes setores da economia e no agronegócio não poderia ser diferente.” explica o diretor e co-fundador da AgTech Garage, José Tomé.

Para o diretor geral da Cargill Nutrição Animal, Celso Mello, o Circuito é uma forma eficaz de encurtar caminhos e chegar mais rápido às inovações: “A marca Nutron é reconhecida por levar soluções inovadores aos produtores brasileiros, mas nos dias de hoje, inovações são desenvolvidas de maneira exponencial. A aproximação com empresas de tecnologia nos possibilita ganhar eficiência e velocidade no nosso objetivo de levar as melhores soluções aos nossos clientes.” comentou.

Segundo Tomé, a maturidade das startups selecionadas nem sempre é o fator determinante. “As principais características avaliadas são a solução tecnológica que cada startup está desenvolvendo e o perfil dos empreendedores envolvidos. Uma vez que a solução tecnológica é boa e o time é bom, a empresa tem mais flexibilidade para estabelecer diferentes tipos de parcerias em função do nível de maturidade das startups,” concluiu.
“Ficamos muito contentes de participar do circuito com a Cargill Nutrição Animal, foi impressionante o nível das startups e das discussões geradas. Iniciativas como essa podem de fato alavancar startups e demonstram que o ambiente de empreendedorismo e inovação no agronegócio está amadurecendo e, portanto, mais favorável para o surgimento e sucesso das startups,” conta Eduardo Figueiredo da Startup MyChicken.

Além da MyChicken, o roteiro do Circuito incluiu as startups Implanta IT, Seedz e EcoTrace, focadas em integração de dados, fidelidade e supply chain; Coopig e Agrisolus, com inovações para a avicultura e a suinocultura; Live Care Brasil, CowMed, BioNexus, SyntechFeeder, JetBov, Agroconforto, BeefPlan, BeefTrade e InterGado, dedicadas à pecuária de corte e leite.

Como impactar mais de 100 milhões de pessoas de forma orgânica mensalmente no Facebook

O Hotel Urbano é referência quando o assunto é redes sociais. Não por acaso, a agência online de viagens possui a maior página em todo o mundo de uma marca no setor de viagens dentro do Facebook com mais de 12 milhões de seguidores, bem como já conquistou diversos reconhecimentos na área. Nos últimos meses, no entanto, a startup realizou um feito talvez ainda mais impressionante ao alcançar mensalmente mais de 100 milhões de pessoas de forma orgânica dentro do Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos.

Líder nacional no mercado online de hospedagem, o Hotel Urbano vive seu melhor momento. Apesar do cenário macroeconômico desafiador, a empresa registrou o melhor primeiro semestre da sua história em 2017, superou o faturamento de 2016 em menos de oito meses e apurou lucro no período, algo extremamente raro entre as empresas pontocom brasileiras. “Ao contrário de outras companhias que procuram “empurrar” vendas e produtos pelo Facebook nossa estratégia é encantar e inspirar pessoas com um conteúdo bacana”, afirma João Ricardo Mendes, fundador e CEO do Hotel Urbano.

Dentro dessa proposta, a empresa tem inovado com diversas transmissões ao vivo dentro da rede social. Recentemente, o Hotel Urbano transmitiu ao vivo diversas festas de Réveillon ao redor do mundo, como Honolulu, no Havaí, Rio de Janeiro, no Brasil, e Lisboa, em Portugal. Em outro caso anterior, transmitiu também ao vivo trechos dos shows do Viva Mais Música, projeto da Som Livre em parceria com o Hotel Urbano, que leva alguns dos principais nomes da música nacional como Victor & Leo, Alexandre Pires, Sorriso Maroto, César Menotti & Fabiano, Wanessa Camargo e Tiago Iorc para apresentações nos principais resorts e hotéis de todo o País.

“É como se conversássemos com metade da internet brasileira todos os meses, essa “conversa” tem como consequência um estreitamento no relacionamento. E é assim que vemos o Facebook, como um canal que podemos encantar e estreitar o relacionamento com atuais e potenciais viajantes”, afirma João Ricardo. Em outro exemplo a startup transmitiu também ao vivo a aterrissagem de um voo da cia aérea Gol no Rio de Janeiro, que tinha partido de Belém, no Pará. A transmissão impactou mais de 1 milhão de pessoas e chegou a ser acompanhada por cerca de 200 mil pessoas via Facebook. O vídeo recebeu, na ocasião, mais de 4,7 mil curtidas e 1,7 mil comentários.

Dentro do Hotel Urbano as redes sociais são vistas como uma oportunidade de comunicação com o cliente. Elas se diferem de um canal de mídia tradicional, pois o consumidor também tem voz. E a página do Hotel Urbano no Facebook é aberta para que qualquer usuário possa fazer comentários. E a startup dispõem de uma equipe que interage com os seguidores, respondendo os comentários, passando para outras áreas alguma sugestão e, no caso de uma eventual reclamação, o objetivo é garantir que o Viajante HU fique 100% satisfeito. O comércio propriamente, ou seja, a venda dos produtos e pacotes é uma consequência natural desse relacionamento.

Em 2014, por exemplo, o Hotel Urbano foi reconhecido pelo prêmio Skifties como a “Melhor empresa jovem de turismo em Mídias Sociais”. O evento premiou as empresas do segmento de turismo pela excelência no uso das redes sociais, a relevância do conteúdo publicado, como o mesmo engaja a comunidade e de que forma a presença das marcas nas redes inspira e converte seguidores a clientes. “Nosso alcance orgânico é alto porque o algoritmo do Facebook vai sempre considerar o engajamento das pessoas com a página. Esse alcance se traduz em um melhor resultado nos canais de performance, mas sobretudo em um aumento do tráfego direto a longo prazo”, afirma João Ricardo.

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A bola da vez no mercado financeiro mundial

Por Maria Teresa Fornea

Recentemente participei do Paris Fintech Forum, um dos maiores eventos de fintehs da Europa, onde tive a oportunidade de acompanhar as principais tendências que vão transformar o mercado financeiro nos próximos anos. Após ouvir CEOs de diversas fintechs, grandes bancos e players de mercado de capitais de todo o mundo sobre as mais diferentes inovações, acredito que os conceitos que se perpetuarão fortemente no mercado de agora em diante são customização, integração e foco no core business.

Dando um passo a frente, a Europa já aprovou o regulamento PSD2 (diretiva revisada sobre os serviços de pagamento), tendência que mudará globalmente o setor bancário da forma como conhecemos hoje. Agora, os clientes dos bancos, tanto consumidores como empresas, poderão contratar outros fornecedores para administrarem suas finanças, o que abre novas oportunidades para os clientes.

Com a diretiva, os bancos europeus serão obrigados a fornecer as informações bancárias de seus clientes via APIs para terceiros. No Brasil, essa inovação do open banking ainda não acontece, principalmente porque os bancos ainda tentam proteger o atual oligopólio, dificultando essa divisão de dados e a integração de outras soluções financeiras na conta do consumidor. Todavia, acredito que nesse sentido o ponto não é se essa mudança regulatória ocorrerá por aqui, mas quando ocorrerá.

Fato é que a forma como as pessoas consomem serviços financeiros está mudando, e tanto bancos quanto empresas terão que se adaptar. Agora, quem decide como quer realizar a contratação de seus diversos produtos financeiros são os próprios clientes e é aí que entra o conceito de customização. O consumidor dessa nova era digital poderá optar por ter conta corrente em um banco, cartão de crédito de outro, pegar empréstimo em uma fintech, e fazer um investimento em outra, e assim por diante, utilizando serviços das mais diferentes empresas de acordo com o que deseja.

Por isso, a questão do compartilhamento de dados bancários é muito importante, pois é essa inovação que vai continuar evoluindo o setor. Até porque, no fim das contas, esses dados não são dos bancos, e sim dos clientes, que podem fazer uso deles da forma como lhe convir, escolhendo o melhor serviço para seu objetivo.

Interligado a esse conceito de customização, vem a outra tendência para o mercado financeiro, que é a de integração. Com os clientes buscando cada vez mais serviços personalizados, as empresas também têm que se ajustar a esse novo cenário, e integrar é a palavra-chave para continuar acompanhando a velocidade com que o mercado está evoluindo.

Para maximizar o valor do serviço entregue ao cliente, as empresas terão que concentrar seus esforços no core business (e aqui chegamos a terceira grande tendência do mercado financeiro), e se integrarem com outros negócios para ganharem expertise e capilaridade em áreas que não são seu foco original. Com isso, as plataformas de serviços financeiros passarão a funcionar como um “LEGO”. Ou seja, os consumidores não vão mais apenas dizer “sou cliente de tal banco”, mas sim “eu utilizo um produto de determinado banco”. Assim, todas essas plataformas financeiras vão se conectar, em um novo universo mais aberto e cooperativo, e o cliente poderá orquestrar a estrutura do seu LEGO de finanças da maneira como desejar.

Na Bcredi, por exemplo, trabalhamos com crédito imobiliário e oferecemos um produto de ciclo longo, que vai desde a originação até a gestão da carteira do crédito. Dentro disso, é difícil desenhar todo o serviço de ponta a ponta, por isso também precisamos integrar para ganhar mais expertise. Então a ideia é focar nos diferenciais, que ninguém mais oferece no mercado, e buscar o conhecimento de outras soluções para englobar na nossa plataforma com o objetivo de sempre entregar o melhor serviço.

Com essa movimentação constante do mercado, daqui para frente o diferencial das fintechs também se dará através do processo criativo. Isso porque, na era da inteligência artificial, qualquer processo repetitivo que possa ser aprendido por um robô, será substituído por um robô. Com isso, o capital humano intelectual de pessoas que pensam “fora da caixa” será cada vez mais fundamental.

Diante de todo esse cenário, a conclusão que fica é que a coleta de dados para entender o comportamento e as necessidades do cliente ao longo de toda a cadeia é a grande inovação para os próximos anos. O mercado está se transformando e o avanço da tecnologia será o principal fator para, no final do dia, entregarmos a melhor experiência para o cliente.

Maria Teresa Fornea é cofundadora da Bcredi, fintech que oferece crédito imobiliário de forma rápida e descomplicada em um processo 100% online.

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MundiPagg anuncia integração com Shopify e nova modalidade de checkout

Responsável pelas transações de 40% do varejo online brasileiro, a MundiPagg apresentou recentemente duas novidades para facilitar a conversão das lojas virtuais. Uma delas é o plugin de integração com a Shopify, plataforma de e-commerce na nuvem referência no mercado. A outra é o Checkout Lightbox, que permite que o cliente permaneça dentro do ambiente da loja virtual na hora de finalizar a compra.

A Shopify é uma plataforma de e-commerce na nuvem, na qual o lojista não precisa ter uma hospedagem para o site, além de não demandar a necessidade de criação de ambientes ou qualquer infraestrutura para utilizá-la. O plugin é disponibilizado gratuitamente para os assinantes dos dois serviços e tem fácil integração. Através dele, o e-commerce passa a aceitar cartões de crédito e boleto, em transações com diferentes adquirentes e bandeiras, com direito a configurações de parcelamento e suas taxas.

Com a MundiPagg, o cliente Shopify ganha outros recursos que aumentam a conversão, como o Checkout Personalizado, que é uma página pronta e otimizada para facilitar o pagamento, que pode ser configurada de acordo com a identidade da loja, com a logo e as cores do site. A segurança dos dados fica por conta da MundiPagg, que possui certificação PCI para garantir o tráfego de informações. Outras funcionalidades são a Retentativa, que recupera por meio de um processo invisível as cobranças que não foram autorizadas pela adquirente, além do boleto registrado e a conciliação.

Checkout Lightbox

Disponível para os clientes Mundipagg, a outra novidade é o Checkout Lightbox, que permite concluir a compra sem alterar a URL no navegador nem redirecionar o cliente, tornando o processo de finalização da compra mais intuito e confiável. Ou seja, ao clicar em fechar o carrinho, o consumidor não sai da página, e surge um pop-up lightbox para preenchimento dos dados de pagamento. O Checkout Lightbox possibilita ainda a customização através da configuração de cores e a inserção de logo, itens que deixam o pagamento alinhado com a identidade do restante da loja, deixando o cliente mais confortável para finalizar a compra.

“Trabalhamos continuamente para oferecer mais alternativas para os nossos clientes, com recursos e meios de pagamentos que ampliam a experiência de pagamento do consumidor e, consequentemente, a taxa de conversão dos lojistas”, afirma João Barcellos, CEO da MundiPagg.

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Fintech usa tecnologia blockchain para remessas internacionais

A BeeTech, startup brasileira provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais, é a primeira fintech brasileira a entrar para a RippleNet – a principal rede de blockchain da Ripple, que permite às instituições financeiras realizarem remessas internacionais de forma rápida e com baixo custo. As transações chegam a ser 50% mais baratas e os pagamentos podem ser realizados em apenas segundos – até então, o tempo médio era de dois dias úteis.

Com a parceria, a BeeTech alcançará um novo passo para atender as necessidades dos clientes, reduzindo os custos e liquidando as remessas no mesmo dia. “A parceria da BeeTech com a Ripple nos dá um vislumbre do futuro que vem sendo desenhado para as transferências internacionais. Com o uso de tecnologias como o blockchain e a conexão de players do mundo todo com filosofias semelhantes, as fronteiras para uma vida global estão cada vez menores. A rede da Ripple proporciona uma solução escalável, segura e de alta velocidade para movimentação de valores, algo que vem se tornando fundamental para facilitar a vida de empresas e pessoas a nível global. Acreditamos que essa parceria nos deixa mais próximos de alcançar a nossa missão de criar um mundo sem fronteiras financeiras”, diz Fernando Pavani, CEO da fintech.

A Ripple fornece uma experiência sem atrito para envio de dinheiro internacional. Ao se juntar a crescente rede global, as instituições financeiras podem processar os pagamentos de seus clientes em qualquer lugar do mundo com a segurança da tecnologia blockchain, que garante o registro total de todas as transações, utilizada pelo novo parceiro da BeeTech. Além disso, os bancos e provedores de pagamentos podem usar a ferramenta digital XRP para, futuramente, reduzir seus custos e alcançar novos mercados.

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Livro explica como profissional de humanas vai participar da economia digital

Em O fuzzy e o techie – Por que as ciências humanas vão dominar o mundo digital, livro de estreia de Scott Hartley que chega ao Brasil pela BEI Editora, o debate sobre o valor das ciências humanas em um mundo dominado pela ciência e tecnologia é reformulado sob um ponto de vista contrário à clássica oposição entre os profissionais dos dois campos, aos quais o autor chama, retomando uma tradição universitária norte-americana, fuzzies (“humanistas”) e techies (“tecnicistas”).

À medida que avançamos em direção a um mundo cada vez mais tecnológico, o senso comum enxerga uma desvalorização da formação em ciências humanas. Scott Hartley nos revela exatamente o contrário: os fuzzies estão tomando um papel fundamental no desenvolvimento das ideias de sucesso mais criativas do mundo dos negócios, e sua colaboração com os techies é a chave para a dinâmica profissional do futuro.

Hartley argumenta que “à medida que desenvolvemos nossa tecnologia para torná-la cada vez mais acessível e democrática, e à medida que se ela torna cada vez mais onipresente, as questões atemporais das ciências humanas e seus insights sobre as necessidades e os desejos humanos se tornam requisitos essenciais no desenvolvimento de nosso instrumental tecnológico”. Para provar essa convicção, o livro reúne diversos exemplos de colaboração entre os conhecimentos da área de humanidades e as habilidades técnicas e científicas no desenvolvimento de soluções criativas e inovadoras, como é o caso de alguns dos mais bem-sucedidos profissionais e de algumas das maiores companhias ao redor do mundo.

O fuzzy e o techie traz, portanto, um ponto de vista extremamente atual e indispensável para a discussão sobre a economia do amanhã, voltado tanto para estudantes em seus primeiros passos na construção de seu futuro quanto para educadores, políticos e empresários, ou qualquer pessoa que deseje encontrar novas soluções para as transformações que vivemos hoje.

Livro – O fuzzy e o techie – BEI Editora

ISBN: 978-85-7850-120-4

244 páginas

15,5 x 23 cm

R$ 64,00

SOBRE SCOTT HARTLEY

Scott Hartley é capitalista de risco e consultor de startups. É formado pela Universidade de Stanford e tem dois mestrados pela Universidade de Columbia. Atuou em parceria com as empresas Mohr Davidow Ventures e Metamorphic Ventures, em Nova York. Atuou como Presidential Innovation Fellow, na Casa Branca, e trabalhou nas empresas Google, Facebook e arvard’s Berkman Center for Internet & Society. Escreveu artigos para a Forbes, The Financial Times, Foreign Policy e Boston Review, entre outros. Atualmente, é membro do Conselho de Relações Exteriores e vive no Brooklyn, em Nova York.

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Ingresso Rápido abre mais de 15 vagas para profissionais de tecnologia

A Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets de entretenimento ao vivo da América Latina, anuncia a abertura de mais de 15 vagas na área de tecnologia para profissionais de Campinas. A empresa busca talentos para os cargos de Front-end Developer Pl e Sr, Back-end Developer Pl e Sr, entre outros.

Com 253 funcionários, a empresa tem como objetivo encontrar e conquistar talentos na área de tecnologia, e que mais do que experiência profissional, também acreditem na essência da empresa. “A ingresso Rápido tem como característica ser uma empresa desenvolve e investe em tecnologia para disponibilizar ao consumidor toda uma experiência de compra para eventos em todo o Brasil. Por isso, queremos ter no nosso time pessoas com espírito inquieto e em busca da mudança que queremos concretizar no mercado”, explica Bruno DeMarco, Head de Gente da Ingresso Rápido.

Para se inscrever, os interessados devem se cadastrar pelo site ou Linkedin. A lista completa das vagas está disponível no site oficial da Ingresso Rápido.

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Tamboro recebe novo aporte e soma R$ 6 milhões em investimentos

A Tamboro, startup brasileira de inovação em educação, anuncia aporte de seu novo investidor, o empresário Paulo Ferraz. O montante será direcionado para desenvolvimento de novos cursos, e também para aprimorar as áreas de Comunicação, de Marketing e Comercial da empresa. Junto com os montantes recebidos do Leblon Equities e da Vox Capital, grupo que investe em empresas de impacto social, a empresa soma R$ 6 milhões em investimentos.

Com sólida carreira no mercado financeiro à frente de companhias como o banco Bozano, Simonsen, Paulo Ferraz é um investidor estratégico para a startup. Segundo Samara Werner, sócia e co-fundadora da Tamboro, a experiência em gestão e desenvolvimento do empresário – ex-conselheiro da agência de promoção de investimentos do Rio de Janeiro, a RioNegócios – contribui de forma relevante ao momento atual da empresa, que busca alavancar a nova unidade de negócios voltada para empresas e jovens que estão entrando no mercado de trabalho.

“Nosso primeiro encontro com o Paulo Ferraz ocorreu em 2010, mas, ao longo de todos estes anos, sempre mantivemos contato, pois temos esse interesse em comum de desenvolver uma educação de qualidade para todos”, comenta Samara. “Seu entusiasmo em temas que estão relacionados com a proposta da Tamboro fez com que ele acompanhasse de perto nossa trajetória, que culminou na consolidação de nossa parceria.” Desde 2011, a startup trabalha com soluções on-line que colaboram para um melhor desempenho de jovens, seja no ambiente escolar, seja no mercado de trabalho, por meio do desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para atuar no mundo contemporâneo.

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Pesquisa revela que o SMS é o meio mais utilizado para comunicação com os clientes

De acordo com pesquisa realizada pela Mobile Time e a Opinion Box, com o patrocínio da Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, o SMS ainda é o meio mais utilizado para o envio de mensagens de marcas e empresas, mais do que para troca de mensagens pessoais.

O objetivo da pesquisa é apontar as mudanças no comportamento dos usuários em relação ao uso da mensageria e entender como as tendências desse mercado impactarão nas estratégias de comunicação das marcas.

Segundo dados coletados, grandes companhias, como bancos e seguradoras, utilizam esse canal para o envio de notificações automáticas a seus clientes. A pesquisa aponta que 51% dos internautas brasileiros recebem SMS todo dia ou quase todo dia. Por outro lado, apenas 24% dos entrevistados enviam SMS todo dia ou quase todo dia. Essa disparidade comprova a afirmação de que, hoje, o SMS é um canal para recebimento de notificações, mais unidirecional que bidirecional.

“Essa pesquisa é fundamental para traçarmos o perfil da mobilidade no Brasil. Com esse tipo de dados em mãos é possível repensar toda a estratégia de comunicação com o cliente, para obter ainda mais resultados. As empresas precisam ter ciência que, hoje, apenas um canal de comunicação não é suficiente para alcançar, atrair, se relacionar e fidelizar os clientes. É preciso saber suas preferências em comunicação e utilizar todas, sendo elas e-mail, SMS, notificações push, voz e OTT -, da maneira correta e no timing certo do ciclo de compras”, afirma Yuri Fiaschi, Diretor de Vendas Latam da Infobip.

Queda no uso do WhatsApp voz

Outra descoberta feita pela pesquisa é que a frequência de uso do WhatsApp para chamadas de voz está caindo. Na pesquisa anterior, realizada em julho de 2017, 57% dos usuários de chamadas de voz no WhatsApp afirmavam utilizar esse serviço todo dia ou quase todo dia. Agora essa proporção diminuiu para 47%, uma queda de dez pontos percentuais. Os que afirmaram que quase nunca usam subiram de 3% para 7%. Além disso, na pesquisa anterior, 52% os usuários de chamadas de voz pelo WhatsApp diziam que falavam mais pelo app do que pelo plano de minutos de sua operadora. Desta vez, a proporção se inverteu: 53% disseram que usam mais o serviço tradicional de chamada das operadoras do que ligações pelo WhatsApp. Uma explicação para essa transição está no lançamento de planos de voz ilimitados para pós-pagos e pré-pagos em várias operadoras ao longo dos últimos 12 meses.

Além de um panorama sobre o uso de SMS e dos dados sobre a queda no uso do WhatsApp voz, a pesquisa mostra que o brasileiro participa de 5,3 grupos de WhatsApp, em média. Foi considerada como participação ativa a leitura ou o envio de mensagens pelo menos uma vez por semana no grupo. O hábito é mais comum entre homens (5,6 grupos) que entre mulheres (4,9 grupos). E é mais popular entre pessoas com maior renda, como aquelas das classes A e B (6,4 grupos), que entre as classes C, D e E (4,9 grupos). A idade também faz diferença: usuários com 50 anos ou mais participam, em média, de quatro grupos.

Ainda falando de tendências relacionadas ao WhatsApp, 70% dos usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) do WhatsApp disseram que parariam de usá-lo se o serviço se tornasse pago. E 40% o abandonariam se começassem a receber spam. O aspecto social também é importante: 38% largariam o WhatsApp se seus melhores amigos e familiares mudassem para outro app. Entretanto, 14% afirmaram que não abandonariam o aplicativo por nenhuma dessas três razões.

Para essa pesquisa foram entrevistados em janeiro 2.007 internautas brasileiros que possuem telefone celular. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Confira a pesquisa completa: http://panoramamobiletime.com.br/

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Seja “dono” da empresa – Por Carlos Titton

Por muitos anos, o modelo de funcionário ideal era exercido por pessoas que se dedicavam com unhas e dentes ao seu trabalho. Dentro das funções pré-designadas pelo cargo, esse autêntico exemplo de profissional não media esforços para desempenhar da melhor maneira as suas funções.

O tempo passou e algumas coisas mudaram. É claro que qualquer líder deseja um colaborador-exemplo de dedicação na sua equipe, mas hoje em dia as exigências vão um pouco além. A competitividade das empresas vem demandando dos profissionais um senso mais abrangente de responsabilidade, que não se limite às atribuições formais do cargo. Estou falando de gente que pensa na empresa como se fosse sua. A essa mentalidade chamamos de “senso de dono”.

Explico. Imagine uma grande indústria onde alguém do departamento de vendas é considerado craque em sua área de atuação, mas que costuma ficar uma arara com o departamento de logística quando descobre que determinado produto não foi entregue dentro do prazo. Dois andares acima, na logística, chovem reclamações contra o setor de vendas, dizendo que os prazos acordados com os clientes são inviáveis.

Esse tipo de imbróglio é péssimo para os atores envolvidos e, é claro, para a empresa como um todo. Ninguém sai ganhando, muito pelo contrário.

Agora voltemos ao exemplo do ás das vendas. Se ele tivesse um senso de dono, ou seja, se pensasse como alguém que deseja que o negócio flua, em vez de apenas ficar bravo, se aproximaria dos times de logística para entender seu funcionamento. Assim, ao invés de ficar bravo com tudo, poderia propor prazos mais factíveis junto aos clientes ou talvez esclarecer melhor ao time as necessidades dos clientes buscando um consenso. Não precisa se tornar expert em uma área que não é sua. Basta abrir o diálogo, entender situações básicas para que possa buscar soluções que permitam o bom desenrolar dos andamentos do trabalho.

Como visto, é preciso ter a dor do dono, a dor de ver que o negócio não está fluindo, que a empresa está sendo prejudicada e de que é necessário buscar entendimentos para que o problema seja corrigido.

Eu gosto de usar o seguinte exemplo: imagine que acionistas estão assistindo de camarote o festival de reclamações de ambos os departamentos envolvidos em conflitos. O que essas pessoas diriam diante das brigas ao notar que ninguém está tentando resolver a questão?

Então, faça o seguinte exercício: em casos como esse, feche os olhos e imagine que o dono, ou um acionista, está ao seu lado. O que você acha que ele sugeriria. Melhor ainda: se você estivesse no lugar do dono, que ação você tomaria para resolver os conflitos em prol do bem da empresa?

Viu só? Você acabou de dar um passo para desenvolver o senso de dono.

É preciso ter claro que essa habilidade não é algo inato, podendo muito bem ser desenvolvida por meio de treinamentos. Nas minhas palestras, costumo trabalhar os participantes colocando-os em situações fora de sua zona de conforto, trazendo visões de diversos ângulos dos conflitos corporativos. Tratam-se de reflexões sobre o que está ocorrendo, de modo que o participante possa buscar soluções e se tornar um profissional mais completo.

O mercado agradece.

Carlos Titton é professor nos cursos de MBA e Pós-Graduação da FAAP, Saint Paul e FIA/SP. Em sua trajetória profissional foi executivo de empresas como Mercedes-Benz, DuPont, Rhodia, entre outras, e teve atuação internacional em países como EUA, Canadá, Alemanha, Suíça, Áustria, África do Sul e países da América Latina.

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Open Innovation Week chega à 10ª edição e prevê realizar 10.000 reuniões de negócios

O maior evento internacional de open innovation chega à sua 10a edição com números recordes. Realizada de 18 a 20 de março, no Golden Hall WTC, em São Paulo, a Oiweek X reunirá startups, cientistas, investidores e executivos de grandes empresas com o objetivo de compartilhar conhecimento, gerar negócios entre os envolvidos e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

Com a expectativa de receber um público diário de 3.000 pessoas, o ambiente projetado para o evento prevê um espaço de 4.000m2, organizado para facilitar novas conexões e suportado pelas tecnologias mais avançadas de matchmaking. “Nesta edição, aplicaremos soluções para que as conexões sejam pelo menos 10 vezes mais efetivas que em um evento convencional”, comenta Bruno Rondani, chairman da Oiweek X.

A Oiweek encerra um ciclo de atividades promovidas ao longo de um ano de atividades. Para chegar neste momento, foram realizados mais de 80 eventos preliminares, em 26 cidades do mundo, para identificar e avaliar os projetos de startups e cientistas mais atraentes e promissores para o mercado. Ao todo, cerca de 6.000 executivos e investidores da América Latina analisaram mais de 4.500 projetos vindo de todo o mundo.

Nesta décima edição, a expectativa é realizar 10 mil reuniões de negócios para discutir parcerias, investimentos, contratos e formas de implementar soluções inovadoras em conjunto. Em 2017, foram realizadas 2.400 reuniões, que geraram 693 negociações entre os participantes, o dobro do que foi registrado em 2016. Para que isso ocorra, foram selecionadas 300 startups e 100 projetos científicos oriundos da academia para se apresentarem para um público esperado de 2.000 executivos de grandes empresas e investidores. A expectativa é que pelo menos 1.000 negócios sejam efetivados como resultado dessas conexões.

As reuniões serão realizadas no estilo speed-dating e aquelas que obtiverem melhor performance concorrerão ao Ranking Top 100 Open Startups 2018, que classifica as mais atraentes na opinião do mercado brasileiro para fazer negócios. Das 4,5 mil startups ativas do programa 100 Open Startups, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, firmaram contratos com grandes empresas. No mesmo período foram gerados mais de 700 contratos entre as iniciantes e as grandes companhias.

Entre as organizações patrocinadoras do programa e que já confirmaram presença na Oiweek, estão: Johnson&Johnson, Cemig, Vale, Atlas-Schindler, Dow, Bosch, BRF, Votorantim, Algar, Air Liquide, Accenture, Roche, Whirlpool, Natura, Microsoft, Givaudan, Edenred, Smartfit, Eletropaulo, CSU, Solvay, Faber-Castell, Suzano, Oi, Furukawa, Novozymes, Softplan, Grupo Oncoclínicas, Matera, ilegra, Pieracciani, ABDI e Fibria. Muitas delas participarão dos Open Talks, abordando os desafios do mercado e apontando para as startups e comunidade científica onde estão as melhores oportunidades. A organização espera receber mais de 3 mil participantes do Brasil, América Latina e demais países.

A Oiweek é uma comunidade formada por executivos de mais de 500 companhias líderes, distribuídas em mais de 20 grandes desafios globais, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Desde 2008, executivos, investidores, startups e organizações se juntaram e criaram essa comunidade que já ultrapassa 30 mil pessoas.

Área de Conhecimento
Temas que envolvem o universo de todo o ecossistema de inovação terão destaque na Oiweek X. O objetivo é trazer uma ampla discussão sobre assuntos ligados a esse universo e o quanto esse movimento irá mudar o futuro das companhias e sociedade. As palestras serão conduzidas por empresas-referência nas áreas em discussão.

Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa
A 6ª edição do Encontro Acadêmico sobre Inovação Colaborativa reunirá pesquisadores, professores e estudantes de doutorado em pesquisas atuais sobre redes empresariais corporativas e de inovação. Os participantes terão acesso ao Observatório de Startups, iniciativa que compila e divulga dados sobre inovação e empreendedorismo para fins de pesquisa acadêmica.

Oiweek X (10ª Open Innovation Week)
Dias: 18/03, das 19h às 22h – 19/03, das 8h30 às 19h – 20/03, das 8h30 às 20h
Local: WTC Golden Hall – Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Paulista – São Paulo, SP

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Open Banking é alvo de fintechs nacionais

Com a revolução das fintechs à pleno vapor no Brasil, o movimento do open banking – a abertura pelos bancos de seus sistemas para conexão direta por terceiros – chega para acelerar ainda mais o potencial para cooperação entre fintechs e bancos. Neste cenário o open banking é tratado como uma das principais tendências de impacto no mercado bancário.

Com isso, algumas fintechs tem mirado e desenvolvido suas soluções diretamente para este setor, como é o caso da Quanto. Trazendo uma solução plug-and-play de open banking para bancos e fintechs, a empresa possui uma plataforma na qual, entre outras funcionalidades, é possível movimentar contas em vários bancos por meio de um único Internet Banking ou até mesmo contratar um financiamento imobiliário em poucos cliques.

A empresa surgiu em outubro de 2015, após a aprovação na Europa de uma lei—a Payment Services Directive 2 (PSD2)—que obriga bancos a abrirem suas APIs para terceiros. “A lei está provocando um terremoto na competitividade do setor bancário europeu. Já no Brasil, com um mercado bancário muito mais concentrado sabíamos que, mesmo sem a lei, quando a tendência chegasse aqui seu impacto poderia ser exponencialmente maior. Foi um longo período de gestação da tecnologia para o Brasil sem comprometer a segurança e privacidade do usuário final”, afirma Ricardo Taveira, CEO da fintech.