Archive outubro 2017

Black Friday: pesquisa mostra que 78% das lojas virtuais fazem planos específicos para a data

Dos 20 maiores e-commerces do país, 17 anunciam com a rede de afiliação Awin. Além destes, a empresa atende mais 300 lojas virtuais relevantes, as conectando aos milhares de afiliados da plataforma no Brasil. Uma pesquisa da Awin com seus anunciantes mostra que a esmagadora maioria (78%) das lojas virtuais já se prepara com antecedência e faz planos específicos para a Black Friday (que, neste ano, acontece no dia 24 de novembro), indicando que o feriado de compras, importado dos Estados Unidos em 2010, já se tornou uma realidade para o e-commerce nacional.

Na edição do ano passado da Black Friday, o e-commerce nacional registrou R$ 1,9 bilhão em vendas, aumento de 17% em relação a 2015. Números são do Ebit, que divulgou que durante o dia de descontos, os consumidores brasileiros fizeram 2,23 milhões de pedidos, uma alta de 5% na comparação com o ano anterior. No entanto, resultados ficaram abaixo da previsão da própria empresa, que projetava pelo menos R$ 2,1 bilhões em vendas.

Ao contrário do resultado geral do e-commerce nacional, abaixo do esperado, os anunciantes que são clientes da Awin apresentaram números impactantes. Ao todo, essas empresas faturaram R$ 65,7 milhões em vendas no Brasil, em mais de 150 mil vendas. Para se ter uma ideia, a plataforma da empresa registrou um pico de vendas logo na primeira hora, período em que um só varejista conseguiu concluir 1,1 mil vendas. Em todo o mundo, a Awin apresentou crescimento de 51% na receita de vendas, atingindo 117 milhões de euros no total.

Anunciantes

De uma forma geral, os grandes varejistas online lideraram em volume de vendas. Entre os grandes do varejo que são parceiros da Awin, o faturamento foi incrementado em 30 vezes, na comparação com um dia normal. Segmento relevante em vendas no e-commerce nacional, o setor de moda foi outro destaque da edição 2016. Os clientes da Awin que comercializam produtos de moda e esportes registraram um faturamento 14 vezes maior do que em dias normais. Outro setor que apresentou variação positiva foi o de beleza e cosmética, cujas lojas virtuais venderam 12 vezes mais.

Um setor que prometia apresentar um bom resultado e que de fato o fez foi o de drogarias, que faturou 18 vezes mais. Já o de viagens, apresentou crescimento mais tímido, sendo quatro vezes superior ao faturamento do setor em dias normais. Mais da metade dos anunciantes da Awin no Brasil são lojas de departamento, com 56% das vendas sendo feitas por elas. Em segundo lugar no ranking de quem mais vende, estão as varejistas de produtos eletrônicos, com 15% de todas as vendas, seguidos das lojas que comercializam roupas, com 6% do total.

Afiliados

Do ponto de vista dos afiliados, o modelo mais usado para alavancar as vendas dos anunciantes foram os códigos de desconto, responsáveis por 34% de todas as vendas, seguido pelo cashback (reembolso), com 24%, e pelo retargeting (modelo que busca impactar o usuário baseando-se nos cookies de navegação), com 12%. O marketing de conteúdo vem logo atrás, sendo responsável por 7,1% das conversões via afiliados entre os clientes da Awin.

Entre os afiliados que apresentaram resultados expressivos, vale destaque para o Manual Homem Moderno, que apresentou promoções em tempo real no Facebook, atingindo 15 mil cliques e 40 vendas. Outro parceiro cujo resultado salta aos olhos foi a Méliuz que, por meio do modelo de supercashback, propiciou aos consumidores descontos de até 85%.

Cyber Monday 2016

Outra data que já caiu no gosto dos brasileiros é a Cyber Monday, que é como ficou conhecida a segunda-feira pós-Black Friday, criada para liquidar os produtos restantes e ampliar ainda mais as vendas. Entre os afiliados da Awin, o código de desconto continuou sendo o maior atrativo para os consumidores, estando presente em 32% de todas as compras da segunda-feira. A exemplo do que aconteceu durante a Black Friday, o segundo e terceiro lugar entre os modelos mais usados nas compras provocadas pelos afiliados da Awin foram cashback e retargeting, com 17% e 15%, respectivamente.

Entretanto, na comparação da Cyber Monday com a Black Friday, entre os anunciantes, foi registrada uma alteração na segunda e terceira posição do ranking de qual categoria mais vendeu durante a data: o setor de viagens aéreas ficou em segundo, com 10% das vendas, e as lojas de produtos eletrônicos, em terceiro, com 8,6%.

Fazendo um balanço geral, a Black Friday 2016 foi responsável por alavancar consideravelmente as operações dos anunciantes e afiliados da Awin. A receita foi incrementada 37,32% em relação ao ano anterior. Já o tíquete médio, saltou de R$ 599, na edição de 2015, para R$ 1,1 mil no ano passado.

Com atuação em 180 países do mundo e US$ 13 bilhões em receitas gerados apenas nos últimos doze meses, a Awin desenvolve, anualmente um relatório global, no qual apresenta perfis de mercado destacando características regionais, expõe insights inovadores levantados através da experiência da empresa em todo o mundo, abre discussões e atualiza os temas mais relevantes referentes ao marketing de afiliação.

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Marcação de consulta inteligente atrai novos consumidores digitais e aprimora a experiência dos usuários

Por Wilson Menezes

A crescente competitividade do mercado brasileiro de saúde e odontologia acrescida às pressões com custos, riscos e efeitos regulatórios, são desafios a serem enfrentados pelos competidores deste setor. Neste contexto, um ponto crítico para o sucesso das empresas é o atendimento ao cliente, fator preponderante na escolha do provedor de serviços. Uma pesquisa recente realizada pela Microsoft revelou que 97% dos consumidores no mundo dizem que o atendimento ao cliente é importante para sua escolha de uma marca ou serviço. Em um ambiente marcado pela transformação digital e com consumidores cada vez mais exigentes em relação à qualidade do serviço prestado, a tecnologia emerge como grande aliada para ajudar a atrair novos consumidores digitais, aprimorar a experiência dos clientes e aumentar a lucratividade.

Por isso, alguns recursos tecnológicos tornaram-se indispensáveis para as empresas e instituições adequarem-se à era digital. A marcação de consulta inteligente, por exemplo, tem por objetivo facilitar a interação entre o prestador de serviço e o paciente beneficiário e seus dependentes quanto à disponibilidade e marcação de uma consulta, independente do tipo de procedimento, sem a necessidade de ligação telefônica ou presença física, por meio de aplicativos nos dispositivos móveis e na internet. Uma solução que garante um serviço de melhor qualidade, além de otimizar processos e ainda reduzir os custos.

Esse tipo de tecnologia direcionada ao paciente contempla funcionalidades para atender diferentes tipos de solicitação de agendamento, como pedido de agendamento ao prestador, marcação em tempo real de uma agenda disponível do prestador e agendamento reverso – quando o cliente envia para vários prestadores o pedido de agendamento, sendo concluído o agendamento no aceite do primeiro prestador a responder. Estes aplicativos inteligentes de marcação de consulta permitem que o paciente não só acompanhe, mas também altere e cancele seu agendamento. Uma ferramenta prática e eficiente, uma vez que promove ao paciente um horário com seu prestador sem que precise perder horas ao telefone em busca de um atendimento próximo e com data disponível.

Ao oferecer maior disponibilidade de agenda e facilitar o processo de marcação de consulta, as instituições de saúde garantem um diferencial e ampliam sua base de pacientes, que são atraídos pelo perfil online da instituição. Além disso, toda a gestão interna e o atendimento tornam-se mais ágeis, simples e precisos, já que as consultas marcadas online já chegam com os dados do paciente, facilitando a elaboração das fichas e desafogando o telefone. O paciente é tratado com mais atenção em todas as etapas de sua jornada de atendimento.

Trata-se de uma quebra de paradigmas para todos os envolvidos. A aplicação da tecnologia a favor dos segurados e dos parceiros de negócios garante melhor qualidade nos serviços prestados. A exemplo de modelos de negócios disruptivos como Uber, as plataformas de agendamento online empoderam o usuário/cliente/paciente, tornando-o um tomador de decisão. Isto tudo, além de elevar a confiança do consumidor/paciente, que passa a sentir-se mais tranquilo em relação ao atendimento, alinha as instituições ao patamar de serviços da era digital, promovendo a almejada experiência única, personalizada e com maior valor agregado.

Wilson Jesus Menezes é Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

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Transformação Digital: o futuro da Gestão de Pessoas começou

“O futuro começou ontem”. É desta maneira que o CEO da Ahgora Sistemas, Lázaro Malta, faz referência ao momento atual do departamento de Recursos Humanos. Para o executivo, a tecnologia faz parte da vida das pessoas e facilita as atividades profissionais e humaniza o ambiente de trabalho. No RH a tecnologia automatiza rotinas e processos manuais, aumenta a produtividade e fornece informações na palma da mão para tomada precisa de decisão. O profissional de RH sai da “administrivialidade” e foca na gestão das pessoas, fazendo uma administração estratégica na empresa.

Este movimento recebe o nome de Transformação Digital – um movimento onde as pessoas induzem as mudanças no ambiente corporativo a partir da utilização da tecnologia como recurso-chave para melhorar o desempenho, fazer uma gestão estratégica e potencializar os resultados. As pessoas são quem definem e transformam a forma de trabalhar, a estrutura dos departamentos e das organizações.

O acesso à informação descentraliza a gestão e permite o empoderamento dos líderes para gerir as pessoas, proporcionando acesso fácil a dados que auxiliam nas tomadas de decisões. A transformação digital no RH empodera os profissionais por meio das informações vivas e eficazes. Dessa maneira eles conseguem ser mais inovadores, estratégicos e eficazes.

A maior parte dos RHs ainda é operacional e utiliza planilhas ou ferramentas limitadas para fazer a gestão do dia a dia, o que leva a uma morosidade na extração de informações, tornando-os reativos. Hoje alguns profissionais de RH estão mudando este cenário, rompendo com padrões de comportamento e experimentando novas perspectivas apoiados pela tecnologia. Dessa forma, os RHs se tornam mais estratégicos e assertivos para as corporações.

“É preciso ter tempo para estar próximo das equipes e contribuir para o desenvolvimento de cada profissional dentro das empresas. A tecnologia apoia o profissional de RH para fazer uma gestão de pessoas de modo eficiente e a entender e agir assertivamente junto aos colaboradores, retendo talentos, capacitando os profissionais, entregando benefícios interessantes.”, fala Lázaro Malta, CEO da Ahgora Sistemas.

De acordo com um estudo da Deloitte Global Human Capital Trends que aponta as tendências para o futuro na área de gestão de pessoas, 73% dos entrevistados estão com atenção voltada à Transformação Digital. Se o foco antes estava em processos, agora, o objetivo é melhorar a produtividade, o engajamento e o trabalho em equipe. O RH tem que ser mais INOVADOR”, destaca o executivo..

Malta defende que a tecnologia não é uma ameaça. Para o executivo, ela veio para facilitar, integrar e proporcionar às pessoas uma vida equilibrada e justa. As novas tecnologias aproximam o RH do seu papel estratégico. “Muitas empresas entregam relatórios, a Ahgora entrega informação atual e assertiva. Ao ter informações atualizadas as empresas podem tomar decisões mais assertivas”, reforça.

Uma outra vantagem que a Ahgora Sistemas proporciona por meio da tecnologia é a transparência na relação entre líder e liderado, pois as informações referentes a dias trabalhados, folgas, férias, e outros dados, podem ser consultados pelos colaboradores, o que gera mais confiança e proximidade. “Transformação Digital não significa apenas automatizar processos e estar presente nas redes sociais. Trata-se de uma mudança cultural e gerencial que poucos profissionais estão preparados para executar”, alerta Malta. “Os RHs estão mudando o olhar e percebendo na tecnologia um grande aliado para fazer uma gestão de pessoas mais assertiva e eficiente. Afinal, o futuro já começou”, conclui o executivo.

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Omni Soluções Financeiras desburocratiza processo para concessão de crédito de veículos com plataforma mobile desenvolvida pela DB1 Global Software

Com a esperada recuperação na venda veículos que vem sendo registrada nos últimos meses, a ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) estima que deverão ser liberados R$ 90,6 bilhões para o financiamento de veículos. Com o segmento em ebulição, a Omni Soluções Financeiras revolucionou todo o processo de análise de crédito e anuncia a plataforma mobile e desktop Omni+, desenvolvida pela DB1 Global Software, que deverá beneficiar mais de 222 mil pessoas na cadeia, entre lojistas, agentes de crédito e consumidores.

O APP Omni+ realiza a análise do crédito e simula as condições de financiamento de um veículo em poucos minutos, a partir do preenchimento de uma ficha de dados na tela de um smartphone, tablet ou computador. Também é possível ajustar as condições da compra às possibilidades do cliente em tempo real, com simples toques na tela.

O Omni +, primeira plataforma mobile e desktop da Omni Soluções Financeiras, proporciona agilidade ao vendedor, que informa as condições do financiamento ao mesmo tempo em que mostra o produto, sem correr o risco de perder a venda por causa da burocracia. E proporciona facilidade e segurança ao comprador, que fica sabendo na hora quanto e como vai pagar. Além disso, todo o processo pode ser acompanhado por uma timeline com comunicação direta com a mesa de crédito.

“Com o desenvolvimento do Omni+, buscamos desburocratizar os processos para a concessão de crédito para dar mais dinamismo ao processo. Realizamos um trabalho de UX para desenvolver esse aplicativo e outras soluções, com preocupação real no usuário final e colocando o benefício aos clientes no centro do processo”, comenta Murilo Silvério, diretor de operações da Omni Soluções Financeiras. “Antes tínhamos um processo de 18 campos no simulador (desktop apenas), para se obter o valor a ser pago por prestação, sem qualquer garantia de aprovação do cliente. Hoje com apenas 6 campos já realizamos um primeiro disparo, que realiza uma série de validações que acabam por pré-aprovar as condições do financiamento ou refinanciamento, dependendo, apenas, da confirmação dos dados informados pelo cliente”, complementa Silvério.

Desenvolvimento da Omni+

A DB1 IT Services foi responsável por desenvolver a plataforma mobile com base em processos que asseguram a entrega no prazo e com baixo índice de retrabalho. Dez especialistas foram selecionados e levaram um pouco mais de dois meses para desenvolver o Omni +, com quase 300 entregáveis gerados.

Mais que um cliente, nos sentimos parte do time da empresa e esperamos que esse seja o primeiro passo para que a Omni Soluções Financeiras continue sua trajetória de crescimento no Brasil”, comenta David Santos, Diretor Executivo e CEO da IT Services.

A DB1 Global Software faz parte de um seleto grupo de empresas que possuem certificação CMMI-3, que atesta a aderência ao padrão internacional de qualidade de software, é a única empresa de tecnologia do Brasil com certificação MPSBR nível A, e possui de 94% de índice de satisfação de clientes, sendo que oito a cada dez clientes dão nota máxima a empresa.

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ABStartups reuniu mais de 7.300 participantes durante 4ª edição do CASE 2017

Pelo quarto ano consecutivo, a ABStartups, entidade que representa o ecossistema, realizou durante os dias 26 e 27 de outubro, no Centro de Eventos PRO MAGNO em São Paulo, o CASE, maior evento latino-americano voltado para startups e reuniu 7.392 mil pessoas. Os participantes contaram com palestras nacionais e internacionais de alta qualidade e ainda tiveram a oportunidade de fazer networking qualificado.

O evento teve aproximadamente 45 palestras sobre os mais variados temas relacionados a startups e empreendedorismo, divididas entre o palco principal e a plenária. Além disso, os participantes puderam participar de três trilhas separadas por área de conhecimento: hipsters, que reuniram criativos e designers; os hackers, responsáveis pelo desenvolvimento de soluções tecnologias; e por fim, os hustlers, com os especialistas em marketing e vendas.

Após a abertura oficial, o espaço da plenária foi palco de uma série de palestras nacionais e internacionais, com grandes nomes, como Adeo Ressi, CEO do Founder Institute, que falou sobre como será o futuro já que estamos vivendo na era da disrupção completa. Logo em seguida, Marcio Kumruian, CEO da Netshoes, contou sobre os seus erros, acertos e os aprendizados durante a sua jornada empreendedora na internet No final do dia, os participantes puderam conhecer as startups selecionadas pelo Pitch Gov.SP, projeto realizado entre ABStartups e o Governo do Estado. Os ganhadores foram MGov, Matific, Estante Mágica , Mira Educação, Dom Rock, Nextcode, Pris, Kitado,Smart Sindico, Colab, Portal Telemedicina, Legalbot, Saútil, Cittamobi e Safety Mobility .

Enquanto isso, na Arena Hustler, Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, e Tallis Gomes, Fundador da Singu, abordaram o tema Always be Closing (ABC). Já Rosi Rodrigues, CGO da Iugu, mostrou como aplicar Growth Hacking em startups.

No espaço Hipster, os participantes puderam contar com as palestras de Marco Tulio, Head of Enterprise Accounts na Zendesk, que comentou sobre o futuro do Customer Engagement, que vai desde o atendimento à experiência do cliente. No palco Hacker, o destaque foi para Cynthia Zanoni, Program Manager Latam da Microsoft, que explicou um pouco sobre os desafios de performance na web.

No último dia do CASE, o palco principal contou com a presença e os ensinamentos do Paul Walsh, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Plataforma Visa que abordou sobre o futuro dos meios de pagamentos, e Geoff Ralson, sócio da YCombinator, que mostrou a visão global sobre startups, capital de risco, novidades e tendências desse mercado para o futuro.

Essa edição do CASE também contou com o lançamento da Radiografia do Ecossistema de Startups, que contou com a participação de mais de 1 mil startups ativas em todos os estados do Brasil, e a fase de coleta de dados trouxe ainda as primeiras conclusões. Foi concluído, por exemplo, que o ecossistema ainda é predominantemente composto por empreendedores masculinos, cerca de 40% das empresas respondentes são formadas exclusivamente por homens, e segundo as próprias startups, as pessoas formam o pilar mais importante para seu sucesso. A radiografia mostrou também que quase três quartos dos respondentes avaliam as políticas públicas como uma das principais deficiências do ecossistema brasileiro.

Enquanto isso, no palco Hustler os presentes puderam conhecer toda a história empreendedora de Alfredo Soares e ver quais estratégias ele usou para tornar a Xtech uma empresa bem sucedida. Já os conteúdos apresentados na arena Hipster foram voltados para melhorar a experiência do cliente e mostrar como isso pode ser determinante para o crescimento das startups.

O CASE foi encerrado com o anúncio dos ganhadores do Startup Awards, que elegeu as melhores startups, empresas e profissionais do ecossistema em 11 categorias. Os vencedores desse ano foram: João Kepler (Investidor-anjo), Monique Fernandes (Profissional de Imprensa), UFMG (Universidade), Cubo (Coworking), Startup Farm (Aceleradora), Mete a Colher (Impacto), Edson Mackenzie (Mentor), Itaú (Corporate), Michel Porcino (Herói/Heroina), MaxMilhas (Startup do Ano), Comunidade de Startups de São Paulo (Comunidade)

“Pelo quarto ano consecutivo, o CASE foi um sucesso. O evento foi muito rico em conteúdo e espero que os temas que foram discutidos possam ter ajudado os empreendedores a tirarem as suas ideias do papel e colocá-las em prática. Além disso, esse resultado mostra que estamos no caminho certo para fomentar o ecossistema de startups”, finaliza Amure Pinho, Presidente da ABStartups.

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Verity anuncia a compra da JUST e cria ecossistema para transformação digital de ponta a ponta

Tecnologia, processos, jornada do cliente e novos modelos de negócio são pautas constantes da transformação digital, realidade que bate à porta do mercado corporativo e pede urgência. Para construir um ecossistema capaz de auxiliar as organizações com uma oferta end-to-end, a Verity – www.verity.com.br –, empresa de tecnologia especializada em consultoria e desenvolvimento de plataformas, anuncia a aquisição da JUST, consultoria focada no design de serviços e produtos digitais com olhar para a experiência do cliente.

Com a negociação de valor não revelado, a JUST passa a fazer parte do portfólio de empresas da Verity que já controla a QA360, um spin off de consultoria de testes que atua na área Quality Assurance para grandes empresas, oferecendo consultoria de qualidade para melhor desempenho de aplicações. Já a isyBuy, empresa de meios de pagamento e automação de processos comerciais, que integra consumidor e comerciantes, trazendo tecnologias do mundo digital para estabelecimentos tradicionais, é parte de um movimento do grupo que visa além de acelerar startups também fazer um trabalho de curadoria e aproximação dessas startups com grandes empresas atendidas pelo grupo.

“Vivemos um momento em que as empresas devem ser cada vez mais rápidas na ambidestria, reconhecendo que o mundo digital é um caminho sem volta, porém o mundo tradicional e transacional sempre apoiou e ainda apoia o crescimento das grandes corporações. Nossa proposta é justamente não ignorar estes dois mundos existentes e ser o parceiro ideal nesta jornada de transformação, entregando uma oferta end-to-end para que as empresas possam conviver e transitar bem entre os dois mundos até que se tornem empresas 100% digitalizadas.” afirma Alexandro Barsi, sócio-fundador e CEO da Verity. “Existem diversas empresas especializadas em design experiência do cliente, mas poucas entendem de TI como a JUST, que foi escolhida por contar com um perfil muito parecido com o nosso”, completa.

Para Rafael Cichini, CEO e fundador da JUST, a criação deste ecossistema de empresas cobre um gap no mercado que ainda conta com poucas consultorias de tecnologia capazes de navegar muito bem entre processos e tecnologias mais tradicionais e o boom do digital. “Sabemos que a digitalização é um caminho natural e irreversível, mas não conseguiremos promover transformação se ignorarmos tudo o que já foi construído dentro das corporações.” A visão da Verity e do Alexandro Barsi foram muito importantes para que isso acontecesse, pois tenho certeza que os planos que temos para o futuro estão perfeitamente alinhados.”

Expectativas

A Verity já conta com grandes clientes, como Riachuelo, AXA, Cardif, Banco Carrefour, Sul América, Atacadão, Sephora, entre outras organizações, que proporcionaram um crescimento médio de 28% ao ano. Atualmente, com 160 colaboradores, encerrou 2016 com um crescimento de 30%. Com a aquisição da JUST, o ecossistema de empresas do grupo chega a 200 colaboradores e soma novos clientes no portfólio como Natura, ESPM, Odontoprev, Wizard, Wiz, Alpargatas, Iguatemi, entre outros, e espera fechar o ano com faturamento acima de R$ 35 milhões em 2017.

Para o futuro próximo o grupo espera concluir novas aquisições e trazer outras startups para o programa de aceleração, que tenham conexão com o universo de clientes atendidos pelo grupo, além de investir pesado na estruturação de uma oferta completa end-to-end para os clientes, criando novas unidades de negócio.

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Retail Pro escolhe a PA Latinoamericana para distribuir suas novas soluções no Brasil

A Retail Pro International (RPI), líder em soluções flexíveis de PDV (ponto de venda) e plataformas de gestão de varejo, estabelece um novo plano de crescimento estratégico para o mercado brasileiro e escolhe a PA Latinoamericana como sua distribuidora regional para as soluções mais recentes da Retail Pro.

Através desta nova parceria, a RPI fornecerá ao mercado brasileiro soluções modernas e robustas para otimizar as operações de varejo e a experiência do cliente. Adotada por varejistas em 128 países, a plataforma Retail Pro capacita as marcas globais para que elas gerenciem de forma centralizada cada marca, canal, subsidiária e a cadeia de suprimento, permitindo uma administração global eficiente do omnichannel e do planejamento das operações.

“Como o novo distribuidor Retail Pro para o Brasil, a PA Latinoamericana fornecerá todas as soluções mais recentes desenvolvidas pela RPI. Vamos investir nossos esforços no desenvolvimento de alianças e localizações dos produtos para adaptar o Retail Pro Prism e outras novas ofertas de software para a legislação do varejo de cada estado brasileiro, apoiar clientes globais localmente e, obviamente, garantir a satisfação dos clientes atuais e futuros”, explica Allan Pires, CEO da PA Latinoamericana.

De acordo com o executivo, o objetivo é se concentrar no aumento de marketshare. “Até 2019, pretendemos conquistar mais de 100 novas empresas para as novas soluções Retail Pro, para ajudar os varejistas a melhorar os resultados de seus negócios e aumentar sua competitividade dentro do segmento”, diz Pires.

“Acreditamos que esta parceria com a PA Latinoamericana trará muitas oportunidades de crescimento para o mercado nacional de varejo. Substituir as tecnologias não integradas pelas soluções Retail Pro ajudará os varejistas a unificar os esforços de gerenciamento de varejo e melhorar a eficiência operacional, além de adotar uma abordagem mais moderna para a experiência em loja com PDV móvel”, disse Kerry Lemos, CEO da Retail Pro International. “Estamos ansiosos para investir no potencial desta parceria para capacitar os clientes atuais no uso contínuo das novas soluções, bem como expandir nossa penetração no mercado brasileiro”.

Hoje, a Retail Pro International possui um grande portfólio de clientes de varejo globais, incluindo Samsonite, Puma, Oakley, Adidas, Diesel e Under Armour. “Marcas como estas precisam de uma plataforma de gerenciamento de varejo global para unificar as análises de dados do negócio. Vamos apoiar as empresas globais na implementação bem sucedida do Retail Pro adequadamente adaptado à realidade do mercado brasileiro”, reforça Pires.

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Startup lança plataforma gratuita que ajuda a reduzir em até 35% a conta de energia

A conta de luz não para de subir e é um dos maiores vilões do orçamento doméstico e de pequenas empresas. Ajudar brasileiros a reduzir seus gastos com energia elétrica por meio de uma consultoria gratuita e personalizada sobre os equipamentos utilizados é a proposta do recém-lançado EnGuia (enguia.eco.br/) – uma consultoria em eficiência energética on-line capaz de analisar a conta de luz e equipamentos instalados nos imóveis, e gerar – sem custos – um Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) – aplicável em residências e pequenas e médias empresas com economias de até 35%.

“Existe muita desinformação sobre o consumo de energia e alguns mitos também. A nova moda, por exemplo, é trocar as lâmpadas por LED, mas tem muita gente comprando lâmpada errada e gastando mais no final do mês”, explica Rodrigo Thedim, um dos fundadores do EnGuia e responsável pelo Marketing da empresa. “A plataforma irá fornecer gratuitamente um diagnóstico detalhado e personalizado sobre o consumo de energia, para consumidores que não podem arcar com os custos de uma consultoria presencial em eficiência energética ou não sabem como colocar os projetos em prática. O EnGuia irá ajudar a priorizar os investimentos em eficiência energética”, explica Rosana Correa, fundadora e CEO da empresa.

Iniciativa da Casa do Futuro, empresa de tecnologia e sustentabilidade na construção civil, certificada B (http://sistemab.org/), e com 11 anos de história, o EnGuia já coleciona prêmios e reconhecimentos: foi selecionada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da China para participar do International Technology Transfer and Innovation Collaboration Session, além de ser finalista em premiações como o “Smart City Business”, em Curitiba e terceira colocada no “Connected Smart Cities”, em São Paulo.

Como funciona?

Funciona da seguinte forma: o usuário realiza um rápido cadastro no site (http://enguia.eco.br) e, em poucos cliques, a plataforma já consegue informar o cliente sobre seus dados de consumo de energia. Entre ar-condicionado, iluminação, chuveiro elétrico, equipamentos, eletrodomésticos e outros, ele poderá saber onde gasta cada quilowatt consumido e quais ambientes de sua casa ou escritórios consomem mais energia.

Em seguida a plataforma já demonstra seu Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC), sob medida para cada imóvel, negócio ou família. Este plano pode ser personalizado e atualizado imediatamente, desta forma cada um pode priorizar os gastos e saber a economia e o retorno sobre cada investimento.

Primeiro marketplace de energia limpa do Brasil

A rede criada através do PPRC ajudará o EnGuia a formar um banco de dados que impulsionará melhorias no mercado e dará origem ao primeiro marketplace de energia limpa do Brasil. “A ideia é conectar pessoas, produtores de energia e concessionárias para vender e trocar energia limpa. Para o sistema dar certo, no entanto, é importantíssimo que o uso de energia esteja eficiente entre os usuários. O Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) é essencial para este projeto”, explica Rosana. O Plano também ajudará a coletar dados do setor para projetos de inteligência.

Outra evolução do EnGuia será o recurso que vai gerenciar o consumo de energia residencial, usando internet das coisas (IoT) para fazer o uso inteligente de equipamentos e iluminação, o EnGuia Home. Antes mesmo do lançamento, a startup já atendeu mais de 130 clientes e pretende alcançar até 10 mil usuários até o final do ano em todo o Brasil.

Além destes, estão no Plano de Negócios da empresa, o EnGuia Cidades e o EnGuia Social. Aplicações voltadas à gestão energética urbana e em comunidades carentes.

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Atividade do Airbnb foi responsável por quase R$ 1 bi no PIB da cidade do Rio de Janeiro em 2016, aponta Fipe

A atividade do Airbnb na cidade do Rio de Janeiro em 2016 respondeu por R$ 956 milhões do PIB do município, segundo estudo inédito da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sobre impacto socioeconômico local da plataforma. Esse valor equivale a 29,5 mil novos empregos na cidade.

A pesquisa leva em conta o incremento da renda das famílias que alugaram seus quartos ou imóveis pela plataforma e todos os efeitos diretos, indiretos e induzidos na economia do município. Para o cálculo do número de empregos é considerado o salário médio de um trabalhador em cada setor da economia afetado no Rio. A pesquisa também mostrou que:

– Cada R$1 gasto com aluguel de quartos e imóveis do Airbnb no Rio acrescentou R$3,05 ao PIB da cidade no ano passado.

– Os principais setores beneficiados foram alimentação, comércio varejista, atividades artísticas, criativas e de espetáculos e o setor de transportes.

– Os viajantes do Airbnb contribuíram com R$ 100 milhões a mais no PIB do Rio de Janeiro do que se tivessem se hospedado em hotéis, flats, resorts ou pousadas da cidade.

– O dado reflete o perfil de usuários do Airbnb, que vivenciam os destinos visitados como um morador e acabam consumindo nos comércios do bairro onde ficam, em vez de concentrarem o consumo dentro dos próprios estabelecimentos comerciais onde se hospedam.

O Airbnb é uma atividade legal e regulamentado pela Lei do Inquilinato, que dispõe sobre aluguel de temporada. Qualquer pessoa interessada em obter uma renda extra alugando um quarto ou imóvel inteiro pode se cadastrar na plataforma e 97% do valor anunciado fica diretamente com o anfitrião.

É a primeira vez que a Fipe analisa o impacto socioeconômico do Airbnb no Brasil, com base em dados da empresa sobre as operações no País, levantamentos anteriores do instituto sobre o turismo brasileiro e números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Núcleo de Economia Regional e Urbana da USP (Nereus/ USP).

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Comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,5 bilhões na Black Friday, estima ABComm

Uma das datas mais esperada pelo varejo, a Black Friday deve movimentar neste ano R$ 2,506 bilhões. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, o evento, que acontece no dia 24 de novembro, deve ter um crescimento de 18% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam mais de 10 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 246. As categorias mais buscadas devem ser Informática, Celulares, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Casa e Decoração. A previsão leva em conta as compras realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. O período demanda promoções e condições especiais, tornando-se muito atrativo para os consumidores, principalmente nesse momento de retomada da economia nacional”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O aumento de 18% nas vendas nesse período é maior do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é o número de promoções oferecidas ao consumidor, em conjunto com o recebimento da primeira parcela do 13º salário, o que injeta uma boa quantia no cenário econômico.

“O e-commerce tem muito o que comemorar, as pessoas estão comprando cada vez mais pela internet. A segurança do usuário tende a aumentar conforme datas representativas são bem-sucedidas e oferecem boas condições”, finaliza ele.

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HUB Conecta liga empresas e startups na Finit 2017 em Belo Horizonte

Destaque na programação da Arena de Negócios na FINIT 2017, o HUB conecta vai ligar empresas e startups de diversos segmentos e locais. O evento será dividido em três momentos com diferentes enfoques e acontecerá nos dias 02 e 03 de novembro no palco que leva o seu nome, no Expominas, em Belo Horizonte. São esperadas mais de mil pessoas por dia, dentre estudantes, empresários, startups e profissionais das áreas de tecnologia, inovação e ensino que tenham interesse em formar parcerias, expandir e internacionalizar os negócios. A programação é gratuita mediante inscrição no site http://finitmg.com.br/inscreva-se/inscricao-arena-de-negocios/.

A partir das 09h30 do dia 02 de novembro, o HUB Conecta Talentos promete gerar muitos negócios. Uma parceria com a Gama Academy, a ação é voltada para contratações, de forma a conectar startups e potenciais talentos no mercado de trabalho. No mesmo dia, às 14h, acontece o HUB Conecta Mercado, que visa identificar desafios enfrentados pelas empresas em geral, conectando-as com startups que possam prover soluções esses desafios. Dentro da programação, ainda terá o HUB Conecta Governo, exclusivo para convidados. O evento tem o propósito de conectar startups com os órgãos do Governo do Estado de Minas Gerais, de modo a promover uma sinergia entre os ecossistemas e, por intermédio da Prodemge, que as startups possam ofertar e implantar soluções inovadoras para a gestão pública do estado.

No dia 03, a FINIT receberá, a partir das 10h, o HUB Conecta: Conexão Minas Mundo. Idealizado pela AC Minas e pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), o evento visa estreitar parcerias internacionais e apresentar cases de relações já estabelecidas por empresas mineiras com outros países. Este será o momento ideal para conhecer a cultura de negócios de outras nacionalidades, sendo uma excelente oportunidade para que os parceiros brasileiros possam aprender ainda mais sobre como negociar com suas nações de interesse, além de ficarem por dentro das expertises de cada um e das possibilidades de parceria. Já estão confirmados países como Israel, Uruguai, Canadá, França, dentre outros.

HUB MINAS DIGITAL
Um projeto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), o Hub Minas Digital tem sede no prédio Rainha da Sucata, no Circuito Liberdade. Com obras em fase de conclusão, ele será um ponto de referência para a disseminação da cultura empreendedora, da ciência e da inovação no estado. Os 1.460 metros quadrados de área construída serão palco de muitos projetos, descobertas, eventos, aprendizado e amadurecimento de ideias, abrigando em seus três andares empresas de base tecnológica com soluções para diversos segmentos.

SOBRE A FINIT
Depois do grande sucesso de sua primeira edição em 2016, a FINIT (Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia) retorna este ano ao Expominas, em Belo Horizonte, ainda maior e com mais conteúdo. A Feira vai reunir, em um só lugar, grandes e consolidados eventos e palestrantes nacionais e internacionais, além de um público bem diverso, composto por startups, empresas, estudantes, pesquisadores, empreendedores, profissionais da área de tecnologia e demais interessados. A FINIT abrigará, na edição de 2017, a segunda Campus Party Minas Gerais; aArena de Negócios, que promete conectar grandes empresas e startups; a Arena Experience, que vai promover uma série de atividades de divulgação científica por parte de centenas de instituições nacionais; e a Arena Criativa, um ambiente dedicado à criatividade e a inovação. A FINIT é uma iniciativa pioneira realizada pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes).

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Workshop discute panorama das fintechs no Brasil

O cenário atual de grandes transformações digitais está, cada vez mais, fortalecendo o crescimento das fintechs – startups do setor de finanças que aliam seus serviços à tecnologia. Levando em conta como esse movimento está mudando a maneira de consumir crédito, o Workshop ‘Fintechs: Uma força transformadora para o financiamento das empresas brasileiras?’, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), propõe debater as novas possibilidades e os desafios desse modelo inovador de negócio, que busca oferecer alternativas de financiamento mais práticas e com custos menores.

O evento acontece no dia 1 de novembro, em Brasília (DF), e abre os debates com o Painel ‘Qual o potencial das Fintechs no mercado de crédito brasileiro?’, que tem como palestrante convidado Dan Cohen, CEO da fintech F(x) – leia-se FdeX –, que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento. A apresentação também vai contar com a participação de José Prado Villela dos Reis, fundador do Conexão Fintech e diretor executivo da Associação Brasileira de Fintechs, e Ciro Magalhães M. Jorge, gerente de relacionamento institucional do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), entre outros.

“É um imenso prazer poder fazer parte deste evento e debater um assunto tão importante para a economia brasileira. Hoje, vivemos um momento de transformação, com as pessoas buscando novas formas de consumo que facilitem o seu dia a dia e tragam mais benefícios com menos burocracia. E é exatamente isso que as fintechs são capazes de oferecer”, comenta o CEO da F(x) sobre o grande potencial de crescimento dessas startups.

Serviço:

Painel I – Qual o potencial das Fintechs no mercado de crédito brasileiro?

Data: 1 de novembro de 2017
Horário: das 10h às 11h

Workshop Fintechs: Uma força transformadora para o financiamento das empresas brasileiras?

Data: 1 de novembro de 2017
Horário: das 8h30 às 12h30
Local: Sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria) – Edifício Roberto Simonsen – SBN Quadra 1, Bloco C – Salão de eventos, S2 – Brasília (DF)
Mais informações: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/eventos/

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Salesforce investe US$ 50 milhões para incentivar empresas a gerarem mudanças sociais positivas

A Salesforce, líder global em CRM, acaba de lançar o Fundo de Impacto da Salesforce Ventures (grupo de investimentos corporativos da empresa). O novo fundo vai acelerar o crescimento de empresas que usam tecnologia Salesforce para enfrentar desafios relacionados ao desenvolvimento da força de trabalho, igualdade, sustentabilidade e setor social.

Fundo de Impacto da Salesforce vai impulsionar empresas e gerar mudanças positivas

A Salesforce acredita que as empresas podem ser plataformas poderosas para mudanças e está comprometida com os interesses de clientes, parceiros, funcionários, investidores, comunidades e, também, com o meio ambiente. “Na Salesforce, o compromisso de fazer o bem é parte do nosso modelo de negócios desde que criamos o pioneiro modelo 1/1/1. Com o Fundo de Impacto da Salesforce, apoiamos uma nova geração de startups focadas em mudanças sociais positivas”, finaliza Suzanne DiBianca, vice-presidente executiva de relações corporativas e Chief Philantropy Officer da Salesforce.

A Salesforce Ventures encontra-se em uma excelente posição para catalisar o crescimento de organizações cujos produtos e soluções beneficiam a sociedade em quatro áreas principais:

●Desenvolvimento da força de trabalho: empresas que possibilitam acesso igualitário à educação para preparar alunos e a força de trabalho para os empregos do futuro.

●Igualdade: empresas que desenvolvem ferramentas para promover oportunidades iguais e empoderamento econômico a mulheres e outras minorias.

●Sustentabilidade: empresas que criam melhor acesso a energia limpa, aumentam a eficiência de recursos e aprimoram o desempenho da cadeia de fornecimento.

●Setor social: empresas que ampliam o impacto de organizações não governamentais e sem fins lucrativos por meio da tecnologia, aumentando a eficiência e a transparência.

O Fundo de Impacto da Salesforce se baseia em investimentos anteriores de empresas que geraram mudanças sociais positivas, e se alinha com o estatuto da Salesforce Ventures de investir estrategicamente em organizações que usam a Salesforce Platform, entregando recursos exclusivos para seus clientes.

Entre as primeiras beneficiadas do fundo estão:

●Angaza: plataforma líder em SaaS (Software-as-a-Service, software como serviço) que permite a fabricantes e distribuidores desenvolver produtos com energia limpa de forma econômica para um bilhão de clientes sem acesso à rede de distribuição.

●Ellevest: plataforma de investimento desenvolvida para mulheres que querem acabar com a diferença entre os sexos nos investimentos.

●Hustle: plataforma peer-to-peer de mensagens de texto que permite a ONGs, instituições educacionais e grupos de interesse se conectarem com doadores e eleitores em escala.

●Viridis Learning: plataforma SaaS para capital humano que usa aprendizagem automática e lógica analítica preditiva para facilitar a descoberta da carreira, criando trajetórias profissionais e alinhando o ensino às necessidades da força de trabalho atual.

A Salesforce Ventures está entre os principais grupos de capital de risco do mundo

A Salesforce Ventures, grupo de investimento corporativo da Salesforce, investe na última geração de tecnologia corporativa para ampliar o alcance da Plataforma Inteligente de Sucesso do Cliente da Salesforce e conectar as empresas aos seus usuários de forma inovadora. Focada no desenvolvimento do principal ecossistema de computação em nuvem, ela é a investidora mais ativa da lista Forbes Cloud 100. Ela também está entre as quatro investidoras de capital de risco mais ativas da CBInsights há quatro anos.

As empresas do portfólio recebem financiamento e acesso ao maior ecossistema de nuvem do mundo, além da orientação dos executivos e profissionais inovadores da Salesforce. Com a Salesforce Ventures, as empresas do portfólio têm acesso à experiência da Salesforce com filantropia corporativa. Elas podem se juntar à Pledge 1% e agregar a prática de retribuir aos seus modelos de negócios. A Salesforce Ventures já investiu em mais de 250 startups de nuvem corporativa em 14 países desde 2009.

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Toronto sediará hub global de inovação urbana da Alphabet

A SideWalk Labs, empresa do grupo Alphabet e que atua na promoção de cidades mais inteligentes, eficientes e adequadas para os cidadãos, junto a Google e outras corporações que estão na vanguarda da revolução tecnológica no mundo, acaba de firmar parceria inédita com o Waterfront Toronto, organização responsável pela administração e revitalização da zona portuária da principal cidade da província de Ontário, no Canadá.

O projeto, chamado “SideWalk Toronto”, se propõe a pensar e implementar na região dos portos ao leste da cidade tecnologias que apoiem um desenvolvimento urbano sustentável, conectado e focado nas pessoas. A SideWalk Labs se comprometeu a investir US$ 50 milhões na região, que conta com 350 hectares. A Waterfront Toronto, por sua vez, recebeu C$ 1,25 bilhão em investimentos dos governos municipal, provincial e federal, destinados a melhoria de infraestrutura da comunidade.

A partir do próximo ano tem início o planejamento e processo de consulta pública que debaterá as inovações a serem implantadas em áreas como mobilidade, moradia, economia e governança local, lazer, destinação de resíduos, energia e segurança, entre outros temas.

Esse é um importante passo para testar novas tecnologias e pensar em um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, que servirá como exemplo para ser reproduzido em larga escala globalmente.
Saiba mais em: Sidewalk Toronto

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GFT implementa estratégia Digital do Banco Sabadell

A aliança cobre uma ampla gama de serviços dentro da estratégia de transformação digital do banco. “O Banco Sabadell e a GFT desfrutaram de uma história de sucesso conjunta com base na confiança mútua desde 2001. Além disso, a nossa expertise aliada ao entendimento do negócio do segmento financeiro nos dá condições de oferecer exatamente o que nossos clientes precisam”, afirma Marika Lulay, CEO da GFT.

“Há 16 anos a GFT tem sido uma parceira de TI de confiança para nós. Somado a isso, a equipe da companhia demonstrou o conhecimento e compromisso necessários para nos apoiar em um projeto altamente complexo, que foi a integração do TSB Bank ao nosso Grupo. Agora, confiamos novamente na GFT para nos apoiar na implementação da nossa estratégia digital em todo o Grupo”, afirma Miguel Montes, managing director do Banco Sabadell.

A confiança demonstrada pelo banco, segundo Marika, encoraja a companhia a acompanhar os bancos internacionais em suas iniciativas de transformação digital. “Nosso objetivo é desenvolver soluções que estão na vanguarda do mercado, oferecendo a mais alta qualidade e confiabilidade”, explica ela.

A colaboração entre o grupo Banco Sabadell e GFT ocorre desde 2001. Um dos projetos mais recentes foi a integração do TSB Bank Group. Em março de 2015, o Banco Sabadell anunciou a aquisição desse grupo britânico e a integração de TI foi um elemento estratégico. Com um orçamento de 450 milhões de libras, mais de 1,4 mil especialistas em TI trabalham neste projeto até dezembro de 2017. Como um parceiro de TI de longa data, a GFT também se qualificou para várias áreas do projeto TSB, como Mobile App, Gestão de Hipotecas e Empréstimos, Gerenciamento de Dados do Cliente e Arquitetura Front-end. Cerca de 300 especialistas da GFT de diferentes locais no Brasil, Espanha, Polônia e Reino Unido estão envolvidos nesse projeto, trabalhado em paralelo com dez tecnologias diferentes e aplicações altamente complexas.

Segundo o managing director Latam da GFT, Marco Santos, o acordo de colaboração traz novas oportunidades para projetos de longo prazo relacionados à transformação digital e, para uma companhia com cultura global como a GFT, estas oportunidades também se abrem ao grupo. “Hoje, por exemplo, temos cerca de 40 profissionais trabalhando em projetos do Sabadell a partir do Brasil. Além disso, a GFT planeja contratar 50 profissionais brasileiros para atuar na Espanha até o final do ano para atender à crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais”, finaliza Santos.

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45% das empresas brasileiras possuem alto grau de exposição à riscos de corrupção, aponta pesquisa da Protiviti

Após três anos da promulgação da Lei Anticorrupção, que pune empresas por manobras ilícitas, a maioria das companhias brasileiras ainda apresentam baixo movimento para implementar controles rígidos de combate à corrupção e fraudes. A constatação é da última pesquisa realizada pela consultoria global Protiviti com 1417 participações. Segundo o levantamento, apenas 4% das organizações realizam um programa de compliance efetivo seguindo as principais diretrizes nacionais e internacionais, enquanto 45% destas organizações ainda estão com o nível de compliance baixo, em extrema situação de exposição a riscos de corrupção.

Dentre as razões da baixa aderência apontadas pelas empresas estão fatores como o desconhecimento de metodologias aplicáveis de compliance, a falta de conhecimento interno para garantir o cumprimento das leis que envolvem governança corporativa e a limitação orçamentária.

O cenário é preocupante, segundo a consultoria, porque somente 34% das instituições analisadas já mapearam os riscos de exposição depois da regulamentação da Lei Anticorrupção no País, enquanto apenas 36% adotaram processos de análise de terceiros (due dilligence) para identificar os eventuais riscos vindos de prestadores de serviços ou parceiros de negócios externos. Já 38% das empresas ouvidas para a pesquisa disseram que promoveram no último ano práticas de compliance somente por meio de treinamentos ou comunicados gerais.

Para Yaniv Chor, líder da Prática de Riscos & Compliance da Protiviti, apesar de haver um aumento de 81% pelo interesse no tema compliance em relação ao levantamento de 2016, os números da pesquisa sinalizam que a situação ainda é preocupante devido à necessidade de melhorar a qualidade dos elementos de compliance existentes nas organizações. “Muitas ações são realizadas de forma desordenada ou difusa nas empresas, sem uma estrutura adequada para consolidar ações e garantir a efetividade do programa”, completa o especialista.

Quanto às medidas de compliance mais usadas pelas empresas atualmente, a análise detectou que 66% das companhias disponibilizam um canal de denúncia como ponto de interação para os colaboradores relatarem atos ilícitos dentro da companhia. “Apesar de ser um elemento presente, 26% das empresas que possuem um canal de denúncia não possuem um processo formal de isenção na apuração, tratamento e registro das informações, o que torna o serviço ineficiente”, explica Chor.

Os outros dois elementos de combate à corrupção mais presentes nas empresas são o código de conduta, usado por 65% das instituições, uma vez que diversas empresas já possuíam este elemento, em decorrência de movimentos anteriores como por exemplo a Lei SOX, governança corporativa, gestão da ética, etc, e o manual de políticas e procedimentos internos próprios, implementado por 64% das companhias – no entanto, destas empresas, 49% afirmaram não possuir uma política específica sobre o tema “anticorrupção”.

Os dados da pesquisa “Nível de maturidade de compliance das organizações brasileiras” são originados do Portal de Compliance, um website no qual a Protiviti oferece às companhias a possibilidade de avaliarem gratuitamente seu nível de maturidade em Compliance e de aderência às melhores práticas de um programa de integridade, além de explicar, de forma pragmática, como desenvolver os 8 passos para um programa efetivo de Compliance. Todas as empresas interessadas em avaliar sua situação em relação à exposição a riscos e seu grau de maturidade em compliance podem acessar o website www.portaldecompliance.com.br.

O infográfico com os principais destaques do estudo pode ser acessado através do link www.protiviti.com/BR-por/risk-compliance/nivelmaturidade

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Esqueça o HD! 4K chega para dominar – Por Samir Vani

Estamos apenas no começo da época em que as televisões em Full HD (1080p) estão se tornando tradicionais nas casas de milhões de brasileiros e, no entanto, já podemos falar de um salto enorme para a resolução 4k em telefones, tablets, televisores, Blu-ray e consoles de videogames, entre outros.

Para quem não está familiarizado com a evolução no mundo das telas, vale explicar que todo monitor ou televisor tem uma quantidade de pixels ou pontos que, em conjunto com a iluminação, criam uma imagem de certo tamanho. Quanto maior a resolução e pixels, mais nítidos serão os detalhes da imagem em tamanho maior.

Se compararmos a resolução 4k e 1080p (Full HD) em uma tela que fisicamente tenha a mesma medida existe quase o dobro de pixels concentrados em um mesmo espaço. Logicamente, isso se traduz em melhor qualidade de imagem. E cada vez mais está ao nosso alcance, dispositivos com câmeras que permitem capturar vídeos e imagens em 4K.

Atualmente existem vários desafios em relação a essa tecnologia, como a oferta de conteúdo e distribuição desse material. Sites como YouTube ou Vimeo já oferecem reprodução em 4K, mas muitas das conexões caseiras não têm a largura e banda suficiente para que a reprodução seja sem interrupções e mantenha a qualidade.

Pensado no futuro

Fabricantes que têm foco em equipamentos eletrônicos já investem no desenvolvimento de soluções 4K, tanto para televisores como para smartphones e tablets.

Além desses poderosos chipsets, já é possível encontrar tecnologias como a Imagiq, desenvolvida pela MediaTek, que traz grandes avanços nessa área, tanto para câmeras de alto desempenho quanto para telefones de menor preço.

Estas melhorias são aproveitadas por usuários que cada vez mais veem a necessidade de capturar momentos com melhor qualidade. Nas reuniões familiares todos buscam o melhor dispositivo para tirar a melhor fotografia, entre amigos sempre se procura o que “tenha o melhor telefone para que logo compartilhe a recordação em um grupo de WhatsApp, com isto a indústria sofre uma grande pressão para fornecer o melhor do melhor nos seus equipamentos.

No caso da resolução 4K, o fato de já existirem chipsets integrados que oferecem suporte e podem levar estas resoluções a telefone, monitores ou televisores, abre as portas para que o desenvolvimento desta tecnologia esteja disponível de forma ampla.

E, junto com resolução, também chegam oportunidades como a realidade virtual e realidade aumentada (que precisam de telas e câmeras que permitam a imersão das pessoas) e a evolução das câmeras para acompanhar o 4k.

Nos smartphones já é possível encontrar o “True 4K” (verdadeiro 4K), bem como outros avanços como a estabilização eletrônica de fotografias, as câmeras com duas lentes (dual camera), a redução do ruído e movimento em vários chipsets. Com isso, espera-se que, em breve, todos possamos ter maior acesso a esta tecnologia.

Afinal, conforme os dispositivos de VR, as câmeras com suporte para 4k e a distribuição de conteúdo melhorem, esta tecnologia irá se transformar cada vez mais em um padrão e, possivelmente, como o que ocorreu com o Full HD, se torne comum na vida de todos.

O mundo ainda está se preparando, mas como em tudo o que está relacionado à tecnologia, trata-se de uma evolução inevitável.

Samir Vani é country manager no Brasil da MediaTek, empresa multinacional que produz processadores para equipamentos como smartphones, TVs e dispositivos de Internet das Coisas

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Neurociência e TI podem ser tornar os novos aliados dos empresários

No último Comitê de Tecnologia da Informação da Amcham Goiânia, CEO da Talkz abordará o tema

Em um mundo cada vez mais conectado, global e instantâneo, ter conhecimento das mais recentes abordagens em tecnologia da Informação é fundamental. Marcado para o dia 31 de outubro às 8h30, a Amcham Goiânia convida Marcos Félix, CEO da Talkz para falar sobre os novos aliados dos empreendedores: A Neurociência e a Tecnologia da Informação.

“A era em que vivemos está sendo marcada por grandes avanços tecnológicos e científicos, além de muitas mudanças nos padrões de consumo. Conforme muda a percepção do consumidor também mudam as abordagens de empresas e empreendedores com foco na geração de resultado e valor. A neurociência juntamente com o TI vem como aliados para ajudar na geração de valor através da comunicação digital”, afirma Anderson Schemberg, Coordenador Regional da Amcham Goiânia.

O evento exclusivo para sócios acontecerá no Amcham Business Center, na sede da Amcham Goiânia, localizada no Edifício New World, no Setor Bueno.

Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicações
Data: 31 de outubro
Horário: 8h30 as 10h30
Local: Amcham Goiânia – Av. T-63, 1296 – St. Bueno, Goiânia – GO Ed. New World

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