Archive agosto 2017

E-Commerce sofre com cibercrimes, mas soluções prometem diminuir riscos

Artigo publicado na semana passada na Stores Magazine, revista da National Retail Federation, maior associação de comércio varejista do mundo, traz dados sobre os cibercrimes que vem impactando fortemente o e-commerce: os bad bots representam cerca de 20% de todo o tráfego da internet e os cibercriminosos estão usando cada vez mais a deep web e a dark web para comprar e vender gift cards fraudulentos. Mas o mesmo comportamento de tráfego nocivo pode ser observado em lojas que não oferecem gift cards. Ou seja: todo o e-commerce deve ficar atento às fraudes.

O primeiro dado é da Distil Networks, empresa líder global na detecção de bots e mitigação de riscos, especializada em parar ataques automatizados para tornar a web mais segura. Os bad bots são capazes de dezenas de ameaças automáticas e, dependendo do negócio, podem impactar fatores como taxas de conversão e índice de satisfação do cliente, por exemplo. Já o segundo dado vem de pesquisas de rastreamento da Flashpoint, empresa também especializada em Business Risk Intelligence, que afirma que o crime envolvendo os gift carfs tem crescido substancialmente nos últimos anos porque traz recompensa financeira significativa x risco relativamente baixo para os cibercriminosos.

No Brasil, o estudo “Cenário do E-Commerce no Brasil” realizado pela Netrica, plataforma de digital analytics da Netquest, encomendado pela Braspag, com dados de junho de 2017 também aponta que as fraudes no e-commerce (envolvendo diferentes tipos de meio de pagamento) impactam negativamente nos resultados finais das vendas efetivas. Hoje, das 1,77 bilhão de visitas por mês aos sites de compras no país, apenas 1,61% (28,5 milhões) são vendas efetuadas nos carrinhos de compras nas lojas virtuais, ainda faltando a etapa de pagamento.â?¯Parte desta baixa efetivação vem das fraudes e as soluções antifraude aparecem como uma proteção que devem contribuir para o aumento da segurança e das taxas de conversão.¯

A Flashpoint, por exemplo, recomenda que os comerciantes apostem no sistema CAPTCHA para todas as compras on-line feitas com gift cards. O sistema protege os sites contra os bots, gerando e avaliando os testes que os seres humanos podem passar, mas os programas de computador atuais não podem. Porém, a ferramenta gera mais uma etapa durante a navegação no processo da compra, o que pode levar a uma perda na conversão.

Soluções transparentes e que atuam de forma “invisível” na filtragem de boas transações tendem a ser mais eficientes para o lojista, sem que o consumidor sofra o desgaste de mais uma fase no processo. A solução Velocity Check da Braspag é um exemplo disso. Integrada ao Pagador Braspag – gateway de pagamento que recebe da loja virtual os dados da transação em um único padrão e interliga os mais relevantes meios de pagamento eletrônicos disponíveis no mercado – a Velocity Check identifica procedimentos que se caracterizam como suspeitas de fraude, por meio de um padrão estabelecido, com o objetivo de evitá-las. Testes em diversos segmentos do comércio eletrônico constataram um incremento médio de 5% na conversão de vendas, podendo chegar a patamares maiores dependendo do tipo de ataque, uma vez que a sua eficiência e antecipação evita a chegada da compra na adquirente.

“Estamos sempre investindo em novas opções de segurança para nossos clientes”, destaca Gastão Mattos, CEO da Braspag. “Há muitas opções de solução antifraude no mercado e o lojista deve optar pela que se encaixe melhor em seu caso. O que não dá é ficar sem se precaver”, afirma Mattos.

Machine learning é trunfo estratégico para inovar

Por André Scatolini, Vice-Presidente de Infra Technologies & Solutions da Resource

Vivemos, nós profissionais, em constante pressão para nos superarmos a cada dia na área de tecnologia da informação (TI), que foi provocada de maneira irreversível e contundente pela movimentação implacável da transformação digital. O desafio é mais do que criar soluções inovadoras. É preciso desenvolvê-las em velocidade tal que se antecipem às expectativas dos clientes digitais.

Essa meta instigante fica um pouco mais clara diante da definição de transformação digital, da qual me aproprio da realizada pela consultoria global IDC: “É o processo contínuo pelo qual as organizações se adaptam a mudanças disruptivas ou as criam no seu ecossistema externo por meio de competências digitais. Seu objetivo é inovar com modelos de negócios, produtos e serviços que integram o digital e o físico de maneira transparente e ainda com experiências, de negócios e de clientes, que geram melhorias na eficiência operacional e organizacional”.

Assim, para ganharmos e, ao mesmo tempo, provermos aos clientes competências digitais é vital refinar nosso perfil, que necessita ter como valor agregado o conhecimento profundo das tecnologias emergentes para entender como elas podem transformar os negócios de empresas dos variados setores da economia. Mas o segredo, acredite, mora na certeza de que tecnologia hoje é um facilitador da visão que podemos ter e oferecer ao negócio do usuário – uma alavanca para a disrupção.

E na construção da minha visão de negócios, pegando carona, certamente, em casos de sucesso, estudos e troca de informações estratégicas, elegi machine learning (aprendizado de máquina) como trunfo estratégico para inovar. Isso porque os fatores que colocam em ebulição o crescimento de machine learning são a sua aplicação diversificada e a capacidade de aprender e resolver problemas da vida real a partir de dados.

Esse algoritmo machine learning é uma parte da Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês), que concede aos computadores a capacidade de aprender sem a necessidade de programação e de encontrar as ideias ocultas sem ser explicitamente programado para onde procurar.

Entender a linguagem, reconhecer padrões e aprender com a informação podem ajudar as empresas a enfrentarem desafios significativos e complexos. Esse recurso possibilita “ler” um texto, “ver” as imagens e “ouvir” o discurso natural. E sei que a evolução do machine learning com inteligência artificial não vai parar por aí. Não vou me surpreender, portanto, se, no futuro (talvez breve), a computação cognitiva seja capaz de aprender também a sentir, a tocar e a provar o gosto das coisas.

Aditivo para os negócios

A vantagem que machine learning proporciona às empresas é a capacidade de oferecer novos produtos, serviços diferenciados e personalizados, além de aumentar a eficácia e diminuir o custo dos produtos e serviços existentes. Permite ainda que a organização reinvente processos de negócios, de ponta a ponta, com inteligência digital.

O potencial é realmente significativo. Fabricantes de tecnologia estão investindo fortemente na adição da tecnologia em suas aplicações existentes e na criação de outras. Esse é o “caminho expresso” da inovação. Isso porque proporciona às empresas a vantagem de descobrir padrões e tendências de conjuntos de dados e automatizar análises realizadas tradicionalmente por pessoas, para aprender com as interações relacionadas a negócios e fornecer respostas baseadas em evidências.

Não por acaso, a IDC projeta que, até 2018, mais de 50% das equipes de desenvolvimento vão incorporar serviços cognitivos em seus aplicativos, gerando até 2020 uma economia de mais de US$ 60 bilhões. Ainda segundo projeções da consultoria, a adoção de sistemas cognitivos e inteligência artificial em diversas indústrias deverá gerar receita anual de US$ 47 bilhões em 2020.

As tecnologias cognitivas tornaram-se tão penetrantes que a maioria de nós a utilizamos sem perceber. Se você está navegando pela web, consultando relatórios meteorológicos para programar uma viagem, dirigindo um carro conectado e acessando informações, usando reconhecimento de fala em um smartphone, provavelmente está utilizando machine learning.

O aprendizado de máquina, portanto, é excelente solução para uma série entraves no desenvolvimento de produtos e serviços que antes eram inimagináveis. O recurso é capaz de viabilizar e tornar precisos e confiáveis projetos em que abordagens tradicionais apresentem falhas.

Alexander Linden, vice-presidente de Pesquisas do Gartner, disse: “Há dez anos, lutávamos para encontrar dez aplicativos de negócios baseados em machine learning. Agora, nos esforçamos para encontrar dez que não usam esse recurso”. Esse resultado é mais do que uma evolução ou inovação, é uma questão de visão de negócios despertada e possibilitada pela tecnologia.

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Varejo físico e online precisam andar de mãos dadas

Por Luis Pelizon

Os varejistas convencionais brasileiros já entenderam que não há escapatória: modernizar seu modelo de negócio e acompanhar a revolução tecnológica para atender seu cliente de uma maneira omnichannel é um pré-requisito para que a operação seja bem-sucedida.

Muito falado na teoria e pouco colocado em prática no Brasil, o conceito de omnichannel rege que o consumidor seja entendido de maneira igual ecomplementar em todos os canais. Diferente da multicanalidade, que é o simples fato de a empresa vender em vários canais, o omnichannel se caracteriza pela padronização da comunicação e sintonia entre todas as formas de atendimento: central telefônica, e-mail, site no desktop, site no mobile e loja física.

As varejistas que conseguiram estabelecer um atendimento igualmente satisfatório em todos os canais disponíveis já perceberam o quanto isso faz diferença no processo de fidelização do cliente. É essencial que as empresas armazenem e unifiquem seus dados de vendas e de atendimentos anteriores para mostrar ao consumidor que sua empresa sabe quem ele é.

Acredito que estes sejam alguns dos indicadores de como é essencial o varejo físico se apropriar das melhores práticas do varejo online e vice-versa. Nesta parceria de contribuição recíproca, o e-commerce acaba sendo o lado com maior potencial para agregar inovação. O controle holístico de dados favorecido pelo ambiente virtual propicia uma luz a um dos grandes desafios do varejo, que é justamente esta compreensão do comportamento de compra de cada cliente.

Basta notar o que acontece quando um varejista físico expande sua operação para o e-commerce. Em menos de um ano, a ausência de restrição geográfica faz com que a loja virtual se torne uma das dez lojas mais bem-sucedidas de toda a rede. Sempre haverá uma parcela da clientela do e-commerce resultante de uma migração de consumidores da loja física, mas o maior porcentual será sempre de novos clientes. Pense nesse fator somado ao baixo investimento inicial exigido por um endereço virtual e ao significativo reforço da sua marca gerado pela exposição online.

No entanto, concordo também que algumas características do varejo físico são incomparáveis. Nada substitui o relacionamento interpessoal entre cliente evendedor e o vínculo criado entre os dois durante a jornada de compra. Ou mesmo o hábito de atrelar a compra a um passeio prazeroso: sair de casa com a família para “dar uma volta” no shopping ou visitar uma nova loja no centro da cidade.

Este tipo de hábito está enraizado para boa parte do público e não há nada de errado com isso. A palavra de ordem para quem atua no varejo físico e também no online é complementaridade. Sua empresa precisa estar bem posicionada em todos os canais.

O e-commerce tem uma maior possibilidade de mensurar resultados através de big data. O chamado Business Intelligence pode (e deve) influenciar as estratégias de negócios das empresas. No entanto, no mundo físico, também já existem métodos disponíveis para monitorar o caminho que o cliente faz dentro da loja com capacidade até de identificar detalhes da experiência, como, por exemplo, se ele tirou determinada peça de roupa da arara e não comprou.

Embora existam casos de empresas que surgiram no meio online e expandiram para o offline, os altos custosenvolvendo sedes físicas (aluguel de um ponto comercial, reformas e manutenção da estrutura) fazem com que o e-commerce seja formado, predominantemente, por marcas que surgiram no mundo físico eexpandiram para o digital.

Neste caso, contar com a expertise de uma empresa especialista no setor é essencial.O ideal é procurar uma solução completa, que fornecerá a plataforma para rodar a loja virtual, irá personalizá-la de acordo com as necessidades da marca e torná-la escalável, além de oferecer segurança e suporte para que a operação seja bem-sucedida. As maiores empresas fornecedoras de tecnologia para e-commerces dispõem ainda deconsultoria para melhorar a performance de vendas, soluções em logística e meios de pagamento.

Luis Pelizon é Diretor Comercial da Rakuten Digital Commerce

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SONDA anuncia estratégia de computação cognitiva para Utilities

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia a sua estratégia para o uso da computação cognitiva no setor de utilities. Focada inicialmente em empresas ligadas à distribuição de energia, a iniciativa é voltada para a automação do processo de atendimento ao cliente, como também para aprimorar as soluções já tradicionais destinadas a este mercado.

A proposta visa aplicar os conceitos da computação cognitiva em serviços mais recorrentes de atendimento ao público, tais como emissão de segunda via de boleto, pedido de ligação, medição de tensão, religação e alteração de data de vencimento. “São demandas mais latentes e que utilizam algo que está um pouco mais maduro na cognição, que é a conversação ou linguagem natural, como alguns fabricantes chamam”, explica Richard Natal, diretor responsável pelas iniciativas de cognição para Utilities da SONDA.

Além de apoiar o mercado de Utilities rumo à evolução digital, a SONDA quer promover os benefícios trazidos pela inteligência artificial sob a perspectiva de redução de custos, de diminuição de erros e de previsibilidade de resultados. “As concessionárias estão de olho em soluções que incentivam a economia financeira no setor de atendimento por conta dos altos custos gerados nesta área”, completa Natal.

Para se ter ideia, segundo o relatório do Information Services Group (IS), a RPA Robótica de Processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de cinco a dez vezes mais rápidos, utilizando 37% a menos os recursos, em média. Este impacto positivo impulsiona o setor e a estimativa é que até 2050, 80% das atividades realizadas por humanos sejam automatizadas. A SONDA ressalta que a sua iniciativa não subsistiu totalmente a mão de obra humana nos processos, mas isenta as pessoas de realizarem trabalhos repetitivos, além de criar novas necessidades na relação homem-máquina e, consequentemente, novos postos e funções de trabalho.

A nova frente contempla parte do plano de investimento da SONDA para seu crescimento orgânico, que representa US$ 280 milhões dos US$ 790 milhões anunciados para o biênio de 2016 a 2018.

Somente o núcleo de Utilities da Sonda compreende o atendimento de mais de 12 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 48 milhões de habitantes, um número que a habilita desenvolver produtos aderentes às necessidades de mercado em virtude de seu amplo conhecimento do setor.

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LatAm Edge 2017 anuncia os seis finalistas

4 startups são brasileiras e irão para Londres disputar a final

Seis startups, 4 do Brasil e 2 do México, foram selecionadas para a fase final do Prêmio LatAm Edge 2017. As finalistas estarão em Londres no dia 11 de outubro para apresentar seus modelos de negócios aos jurados ingleses na sede do WeWork em Moorgate, que hoje é o maior WeWork do mundo.

Os finalistas são:

Brasil:

Round Pegs

DP6

Strider Agro

OMINIC

México:

ERN Resilios

Softtek

O prêmio de mais de £ 100.000 é composto por duas posições gratuitas em um espaço de co-trabalho do WeWork por um ano, serviços de contabilidade da Blick Rothenberg, marketing e PR pelo GrupoCASAUK, suporte legal pelo escritório jurídico Joelson, desenvolvimento de negócios no Reino Unido da Trade Horizons, campanhas digitais pela Eydos Digital, coaching por Sapovalova Coaching e pesquisa de mercado pela Talent Capital. Tudo isso gratuitamente durante um ano.

“Foi muito difícil decidir. Na minha opinião, se pudéssemos, teríamos escolhido pelo menos 9 para ir a Londres, mas o prêmio é muito seletivo. Então, os que estão nessa fase final já podem se considerar vencedores”, diz Sandra Sinicco, CEO do GrupoCASA e uma dos criadoras do prêmio. “É muito interessante ver que este ano temos setores como agricultura, Business Intelligence, Software, marketplaces e Inteligência Estratégica de Marketing bem diferente do ano passado quando contamos com soluções para Fintech, RH, Meio Ambiente e Organização Empresarial”.

Alguns números sobre os inscritos deste ano

Concorreram ao LatAm Edge Award deste ano, 60 empresas com mais de US$ 1 milhão de faturamento ou investimento.

Brasil, México, Chile e Peru tiveram o maior número de empresas registradas. As semi finalistas foram do Brasil, Chile e México.

Algumas empresas do Reino Unido, Moldávia, Israel e EUA também tentaram entrar na competição, mas foram desqualificadas por não terem operações na América Latina.

A maioria das empresas inscritas não está buscando funding e sim expansão internacional com os próprios recursos.

Entre os apoiadores do Prêmio estão o DIT, Departamento de Comércio Internacional do Governo do Reino Unido, a Blick Rothenberg, uma das maiores empresas de consultoria em contabilidade e aquisições de fusões da Inglaterra, British Airways, F6s, uma das plataformas mais avançadas de monitoramento e dados sobre empresas startups do mundo, a Talent Capital, uma empresa especializada em pesquisa de informações estratégicas para expansão comercial e contatos.

O vencedor terá à sua disposição a consultoria da Sapovalova Consulting liderada por Tamara Medina. Nascida no México e morando em Londres há 17 anos, Tamara conhece bem as duas culturas. “O meu desafio será preparar a empresa para chegar ao Reino Unido mediando as características, os riscos e as vantagens do mercado. Esta preparação é um passo decisivo para o sucesso do desenvolvimento nessa região “, comenta Tamara. Já a Eydos Digital ficará responsável pelas campanhas de marketing digital do vencedor e a Talent Capital com as pesquisas de mercado para fundamentar as estratégias de desenvolvimento de negócios elaboradas pela Trade Horizons.

O prêmio conta com o apoio do governo britânico, da Câmara de Comércio do Brasil na Grã-Bretanha, da Tech London Advocates, , da Start-Up Chile, das Câmaras de Comércio no Reino Unido do México, Colômbia, Chile, Brasil e Argentina e também a divulgação nos vários países latino-americanas feita pela rede LatamPR de agências latino-americanas de relações públicas. Entre as apoiadoras estão a BMR do Chile, Consulting de Comunicação da Guatemala, Innovarte da Colômbia, Smartcom (Venezuela e Panamá) e Percepción & Image do México.

Data da final: 11 de outubro de 2017
Local: WeWork Moorgate
Horário: 18:30 horas

A vencedora será anunciada após os pitches que durarão 5 minutos cada com direito a perguntas por parte da audiência. Teremos cerca de 20 jurados especialistas ingleses no evento.
Antes do evento as finalistas contarão com o apoio de mentores para preparar suas apresentações.

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Mobile & Maslow: Como o mobile supre as necessidades dos consumidores no digital?

A comScore, Inc. apresentou, no Expo Fórum de Marketing Digital, evento idealizado e promovido pelo Digitalks, um estudo global sobre tendências de consumo mobile, chamado “Mobile & Maslow: Como o mobile supre as necessidades dos consumidores no digital?”. Este novo relatório traça a evolução global dos smartphones e tablets até se tornarem a principal ferramenta digital de boa parte dos internautas, revelando comportamentos específicos pelos quais essas plataformas se tornaram importantes no cotidiano dos consumidores. O relatório considera dados do mobile e de múltiplas plataformas de nove mercados (EUA, Canadá, Reino Unido, Espanha, Itália, Brasil, México, China e Indonésia) para demonstrar tendências de audiência e consumo, além das diferen& ccedil;as regionais. Para baixar uma cópia do relatório, clique aqui.

“O tempo digital investido no mobile destaca a necessidade de uma medição que captura todas as formas de atividades nesses dispositivos,” disse Luciana Burger, Managing Director da comScore Brasil, durante sua apresentação. “Esse estudo ressalta a importância dos dados demográficos, da análise sobre o consumo dos aplicativos e das tendências comportamentais específicas de cada país de que os veículos, anunciantes e agências precisam para avaliar com eficiência as audiências mobile em um mundo cross-platform. Estamos animados com a ampliação dessa medição precisa do mobile para mais mercados nos próximos meses.”

O relatório, baseado em dados do conjunto de soluções da comScore que mensura as atividades no mobile e em múltiplas plataformas, abrange tendências importantes do mobile, incluindo o uso de aplicativos, targets demográficos e o acesso de múltiplas plataformas nas categorias como Mídias Sociais, Relacionamento Pessoal, Varejo, Serviços Bancários e Viagens, entre outras.

Os principais insights do estudo são:

– Os dispositivos móveis são responsáveis por mais de 60% dos minutos digitais nos nove mercados e por 91% na Indonésia.

– Os aplicativos dominam o tempo gasto nos smartphones e tablets, representando mais de 80% dos minutos do mobile em todos os mercados analisados.

– A porcentagem de consumidores que abandonaram totalmente o desktop varia drasticamente de acordo com a geografia – de apenas 7% no Reino Unido para 70% na Indonésia.

– O comportamento nas Mídias Sociais mudou em relação ao conteúdo. Na Espanha, o compartilhamento de conteúdos cresceu 11% em 2016, em relação a uma queda de -3% nas postagens de status pessoal.

– A conveniência do mobile fez com que as audiências de categorias como Serviços Bancários e Viagens, superassem as preocupações com segurança e ultrapassassem o desktop em muitos mercados.

– Os aplicativos mais utilizados são dominados por grandes players internacionais, mas as diferenças regionais causam impacto. Os aplicativos de troca de mensagens, como WhatsApp, Facebook Messenger, WeChat, QQ Instant Messenger e Line, são responsáveis por quase um dentre sete minutos em alguns mercados fora dos EUA, o que levou a uma queda na troca de mensagens via SMS.

Para baixar o relatório “Mobile & Maslow: Como o mobile supre as necessidades dos consumidores no digital?”, acesse www.comscore.com/por/mobile_maslow. Para saber mais sobre como a comScore pode ajudar você a ter sucesso em um mundo onde o mobile está em primeiro lugar, entre em contato em www.comscore.com/contact ou acesse http://www.comscore.com/por/Produtos/Analise-de-Audiencia/Mobile-Metrix.

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Foi dada a largada para o Programa Global Scholars da Cargill

A 5ª edição do Programa Global Scholars, desenvolvido pela Cargill, teve início entre os dias 21 a 24 de agosto, em evento que marca o primeiro encontro dos estudantes selecionados e seus mentores. O encontro contou com uma cerimônia de premiação dos alunos de nove universidades brasileiras que demonstraram excelente desempenho acadêmico e potencial de liderança e receberão apoio financeiro e mentoria pelos próximos dois anos.

Além do valor de 2,5 mil dólares para auxiliar com quaisquer despesas relacionadas à vida acadêmica, os estudantes terão a oportunidade de vivenciar a experiência de liderança por meio de seminários, eventos de networking e um programa de mentoria com executivos da Cargill. Para participar, os alunos matriculados entre o segundo e sexto semestre letivo apresentaram uma média global acima de 7,5 e proficiência na língua inglesa.

João Marco Barros, aluno da Universidade de São Paulo (USP), foi um dos estudantes que tinha esse perfil e agora está participando do Programa Global Scholars. “Posso dizer que os seminários e a convivência com os outros nove estudantes têm agregado muito para minha vida. Entendi que ser líder é encontrar o equilíbrio entre se preocupar com o próximo e ao mesmo tempo atingir objetivos e metas. Certamente sairei dessa experiência muito mais preparado para enfrentar qualquer tipo de desafio”, afirma.

Do mesmo modo, a mentoria também é um dos grandes diferenciais na preparação para o mercado de trabalho. Essa foi uma das inspirações da Luana Rosa de Souza, da Universidade Federal do Paraná, “Quero me tornar uma embaixadora de tudo o que eu aprender aqui e espalhar o conhecimento que adquirir. O acesso a esse tipo de preparação e orientação com executivos de tanta qualidade me diferencia desde já”.

De acordo com Letícia Souza, gerente industrial da unidade de Rio Verde da Cargill, essa troca de experiências de crescimento pessoal e profissional é importante tanto para o aluno quanto para os mentores da Cargill. “No início ser uma mentora parece uma tarefa complicada, já que o conflito de gerações é evidente. Eles são ansiosos, inquietos, querem respostas rápidas e tem muita sede de aprendizado. Com o tempo você vai percebendo que são essas características que os tornam diferentes dos demais e é muito bom poder contribuir com quem tem esse perfil”, finaliza.

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Três tecnologias e treinamentos que garantem a integridade de dados virtuais

Ameaças virtuais se fazem cada vez mais presentes no cotidiano corporativo. Segundo levantamento realizado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), ao longo do ano passado o número de incidentes virtuais cresceu 274% no Brasil. Além disso, 39% das empresas apontam perdas financeiras em acidentes cibernéticos e 46% relatam impactos relacionados aos registros de seus clientes.

Com o aumento das ameaças, o investimento em segurança digital torna-se imprescindível. “Em meio ao cenário de tensão e medo que tem se espalhado pela rede, o tema da cibersegurança voltou com força total, expondo os desafios para tornar a internet um ambiente mais seguro para empresas e usuários. Profissionais graduados em Sistemas de Informação, com MBA de Gestão e Tecnologia em Redes de Computadores ou pós-graduação em Cyber Security são cada vez mais visados por grandes corporações”, afirma Prof. Rodolfo Avelino, Coordenador da Graduação em Redes de Computadores da Faculdade Impacta, instituição de ensino superior voltada para as áreas de Gestão, Design, Tecnologia da Informação e Mercado Digital.

Para André Iwase, gerente de TI da Access, segunda maior empresa do mundo no segmento de gestão de documentos e informações, além de funcionários capacitados, existem diretrizes que devem ser seguidas. “Para garantir a segurança dos dados, é preciso que algumas ações tornem-se parte da rotina das companhias. Adotar ferramentas de prevenção, para antecipar-se aos riscos, e investir em uma governança corporativa com foco na segurança com treinamentos regulares são algumas das ações que devem ser tomadas.”

Investimentos

“A segurança depende de um conjunto de fatores, que incluem aumento da frequência e detalhamento das auditorias internas e políticas empresariais com foco na prevenção. Para contribuir em todas as esferas, direcionar as iniciativas para a proteção e a manutenção dos sistemas é fundamental. Esse cenário nos levou a direcionamos 80% dos investimentos para a segurança da informação no último ano”, explica Iwase.

Soluções complementares

Utilizar ferramentas para complementar as plataformas da empresa pode ser uma saída para acrescentar camadas de segurança. No caso da Nimbi, startup que oferece soluções de tecnologia para supply chain, a escolha foi por uma solução do Google. “Atualizamos o sistema de segurança em nossos processos com o Google Authenticator, que ajuda a mitigar fraudes ao confirmar a identidade dos usuários por meio do envio de um token. Além de utilizarmos internamente, também disponibilizamos essa solução para nossos clientes”, comenta Rui David, diretor de TI da Nimbi.
Para o executivo, é preciso elaborar diretrizes de boas práticas internas, como o bloqueio automático das máquinas e o não compartilhamento de informações sigilosas por e-mail.

Migração para Cloud Computing

“Atualmente, utilizar soluções em cloud pode representar a diferença na blindagem das informações. Por isso, tivemos o cuidado de desenvolver nossa solução de ERP, como uma plataforma 100% na nuvem. Dessa forma, garantimos segurança das informações que transitam na ferramenta e facilidade para nossos clientes”, afirma Lauro Freire, sócio-diretor da BgmRodotec, fornecedor de tecnologia para transportadoras de cargas e passageiros.

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O ano dos marketplaces: shoppings virtuais impulsam crescimento do e-commerce

O mercado bilionário dos marketplaces cresce a cada dia e já é responsável por 25% do faturamento de todo e-commerce no Brasil, segundo Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Além do Mercado Livre – que cresceu 60% em apenas um ano no país -, outros grandes varejistas entraram na “briga” do setor, como a Magazine Luiza, Netshoes e Via Varejo. Recentemente a Amazon também anunciou o lançamento de um marketplace de livros no país.

Só o Mercado Livre transaciona mais de R$ 10 bilhões por ano no Brasil, o que mostra a importância e bom momento do segmento. “Mesmo com a recessão, o marketplace é o setor que mais cresce dentro do comércio eletrônico e em 2016 foi responsável por impulsionar as vendas online”, explica Frederico Flores, especialista em marketplaces e CEO da Becommerce – maior plataforma de gestão para marketplaces do Brasil com mais de 2.500 clientes que transacionam juntos R$ 2,5 bi ao ano.

Mercado Livre Experience

Durante o Mercado Livre Experience – maior evento de marketplaces da América Latina – que ocorre dia 02 de setembro, no São Paulo Expo, será possível conhecer inovações que ajudam no crescimento do setor, como a Becommerce (www.becommerce.com.br) – sistema criado exclusivamente para facilitar a vida de quem vende nos chamados shoppings virtuais.

Uma das ferramentas disponíveis na plataforma permite responder todas as dúvidas dos clientes 24 horas por dia – sem intervenção humana. Além disso, o sistema monitora o preço da concorrência e diminui o valor dos seus produtos automaticamente, caso outra loja faça uma oferta. De acordo com levantamento feito este ano, o crescimento médio de vendas dos clientes que passam a usar a solução é de 30% já no primeiro ano.

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Game of Thrones e as ameaças reais – Por Daniel Junqueira

Na série mais popular da HBO, “Game of Thrones”, diversas famílias seguem a busca pelo poder de governar os Sete Reinos. Da mesma forma que o personagem Daenerys Targaryen lidera seu exército (e seus dragões) e se prepara para a batalha, e que Cersei Lanniester reivindica o Trono de Ferro, por ser a única rainha verdadeira, vazamentos de informação ameaçam seus destinos.

Em um exemplo de vida imitando a arte, hackers roubaram recentemente 1,5 terabyte de dados da HBO, incluindo episódios completos de séries populares, como “Ballers” e pelo menos um script dos próximos episódios de “Game of Thrones”. Os ladrões também roubaram documentos internos da empresa e informações dos funcionários da HBO. Alguns desses dados já foram compartilhados online.

Mas a HBO não foi a única vítima. As manchetes estão cheias de companhias que tiveram dados e informações roubadas, incluindo dados dos clientes, de funcionários, sobre produtos confidenciais, entre uma lista infindável de violações.

Para saber como se prevenir de roubo de dados, como o ataque à HBO, é importante primeiro entender as diferentes formas de roubos. A violação de dados pode ser física ou digital. O vazamento físico acontece quando alguém (funcionário ou não) transfere os dados corporativos para um USB e sai da empresa com as informações, ou quando alguém transfere arquivos através de uma rede não autorizada.

Uma invasão ‘sobre os fios’ ou over the wire aos dados de uma empresa pode ocorrer em vários graus de complexidade, duração e esforço. Exploits que dão acesso a conteúdos empresariais roubados podem ser tão simples quanto tirar proveito de medidas de segurança fracas.

Outros métodos usados para roubar dados incluem spear-phishing ou profundo acesso à rede da corporação ou à conexão de subsidiadas ou de parceiros. Se o principal ataque acontece através de um intermediário ou um sistema comprometido, há um fator delicado que o invasor pode considerar ao definir o nível de extração de dados. Quanto mais longa for a invasão, maior é chance de ser descoberto ou perder acesso sem aviso devido a atualizações do sistema comprometido. De qualquer maneira, se o invasor enviar uma grande quantidade de dados muito rápido pode levantar suspeitas e gerar alertas em soluções de segurança.

Então como as companhias podem evitar que estes tipos de violações aconteçam?

Quando se trata de prevenir violações e vazamento de informações, análises e clareza são fundamentais e podem ajudar a detectar a extração de dados. Soluções de telemetria detalhada e com boas análises são a chave para o monitoramento de tráfego de dados que estão saindo da rede e também podem detectar fluxos/comportamentos fora do padrão. A partir daí, eles alertam sobre o que está acontecendo e agem para interromper as atividades maliciosas.

Quando acontece uma extração rápida dos dados de uma rede, o administrador de TI pode utilizar soluções de segurança que estabelecem regras que interrompem o tráfego em situações extremas ou estabelecer preventivamente políticas que limitam o fluxo de dados. Além disso, sistemas com Prevenção de Perda de Dados (DLP) que utilizam Protocolo de Adaptação de Conteúdo (ICAP) para conectar à rede também contribuem para prevenir a extração de dados não-autorizados.

Portanto, procure por ferramentas que possam analisar a rede em tempo real, mesmo o tráfego criptografado, porque como diz Cersei “quando você está no jogo dos tronos, ou você ganha ou morre”.

Daniel Junqueira é gerente de Engenharia de Sistemas da América Latina para A10 Networks, empresa de Serviços de Aplicações Seguras.

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As quatro iniciativas que mais importam para o desenvolvimento de lideranças

O mundo corporativo sempre precisou de líderes que conseguissem visualizar, com antecedência, desafios emergentes e tomassem as decisões organizacionais necessárias e no tempo adequado. Esta necessidade, nos últimos anos, aumentou significativamente ante o quadro em que disrupção e digitalização estão remodelando a economia global. Contudo, as empresas ainda enfrentam desafios na preparação de seus líderes.

A última pesquisa da McKinsey sobre este tema – McKinsey Leadership-Development Survey, 2016 – mostrou que somente 11% dos mais de 500 executivos entrevistados em todo o mundo concordaram ‘fortemente’ com a afirmação de que suas intervenções pró-desenvolvimento de lideranças alcançavam os resultados almejados. Quando questionados sobre em que circunstâncias estes programas seriam ou não efetivos, a conclusão deles é que não existe uma “bala de prata” que sozinha faça a diferença entre sucesso e fracasso. Na verdade, os executivos apontaram que mais de 40 ações tiveram de ser tomadas para aumentar as chances de sucesso deste tipo de programa para 80%.

A McKinsey detectou que quatro conjuntos de iniciativas são os que contam mais para o desenvolvimento de líderes – e devem, portanto, ter a atenção dos CEOS. Como pano de fundo para sua implementação, há o papel central que a tecnologia tem desempenhado como instrumento facilitador deste processo.

Os quatro conjuntos de iniciativas são os seguintes:

1. Concentre-se nas mudanças que importam
Os esforços de desenvolvimento de liderança devem estar calcados nos imperativos estratégicos das empresas. É preciso traduzi-los ainda em prioridades de desenvolvimento para cada gerente e deve haver empatia da empresa ante o grau de mudança exigido.

2. Faça com que o desenvolvimento de líderes se transforme em uma jornada organizacional
Os esforços de desenvolvimento de liderança devem alcançar toda a organização, e não ficarem restritos a um conjunto de pessoas. Programas curtos, esporádicos e fragmentados são menos efetivos.

3. Desenhe novos modelos de formação
Fuja do tradicional modelo “professor e sala de aula” até hoje tão em voga. Com o uso da tecnologia, é possível maximizar o impacto de tudo o que é ensinado e aprendido – ampliando a disseminação do conhecimento.

4. Acolha as mudanças em seu dia-a-dia
Os esforços de desenvolvimento de liderança sempre falham quando seus participantes aprendem coisas novas e promissoras, mas se deparam depois com uma empresa rígida e resistente a mudanças. As corporações precisam se preparar para adaptar sistemas, processos e cultura interna para acolher uma liderança transformadora.

Para obter mais informações sobre o assunto, acesse o link: http://www.mckinsey.com/brazil/our-insights/whats-missing-in-leadership-development/pt-br

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O futuro da economia digital é, realmente, digital?

O futuro da economia digital, também chamado de Nova Economia, terá impacto em toda a economia mundial. Renato Osato, vice-presidente da Amdocs para a América Latina e Caribe, apresentou esse tema, recentemente, em um evento para o mercado de telecomunicações na República Dominicana, onde levantou a seguinte questão: o futuro da economia digital é realmente digital?

Em sua apresentação, Osato observou que o mercado de comunicações é moldado por três pilares principais: economia, tecnologia e clientes digitais. Essas tecnologias, abertas e escaláveis, possuem capacidade de facilitar a transformação dos negócios e dos clientes. Estatísticas mostram que, atualmente, metade dos novos serviços digitais das Provedoras de Serviços de Comunicação (Communication Service Providers/ CSPs) são provenientes de parcerias e investimentos e, para que as empresas possam sobreviver, é necessário que esse cliente digital receba serviços personalizados especificamente para eles que são, essencialmente, mais complexos que antes.

Dados mostram que, até 2020, os clientes gerenciarão 85% de suas relações com empresas sem qualquer interação com um ser humano e a pessoa média terá mais conversas com “bots” do que com seus cônjuges.

Por isso, as CSPs estão buscando, de maneira agressiva, sua transformação em provedoras de serviços digitais e seu foco em conteúdo indica que elas entenderam que para atingir esse patamar, precisam se tornar players nesse novo momento de economia digital. Isso significa que essas empresas precisam entregar serviços que são vendidos e consumidos digitalmente – e um desses serviços é exatamente: conteúdo.

Este movimento, no entanto, está apenas começando em nossa região. Aqui, 52% das CSPs dizem que estão iniciando a implementação dessas soluções e que ainda estão nos estágios iniciais desse processo. Além disso, o executivo também ressalta que alguns desafios estão dificultando a verdadeira transformação digital, como a explosão de novos serviços e a complexidade dos novos processos envolvidos.

Ainda assim, Osato acredita que seguir esse movimento na direção certa vai ajudar as CSPs a reterem a lealdade de seus clientes e vai permitir que as companhias consigam um Net Promoter Score mais alto.

Para acessar a apresentação completa de Renato Osato durante o evento, clique aqui.

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Atos forma aliança com Dell para revenda mundial dos servidores Bullion

A Atos, líder mundial em transformação digital, fortalece o seu relacionamento com a Dell EMC por meio de um novo acordo de distribuição, segundo o qual a EMC revenderá os servidores de ponta x86 de 8 a 16 processadores da linha Bullion da Atos. Esse novo acordo se alinha com o objetivo de ambas as empresas de acompanhar seus clientes em sua transformação digital e apoiar a massiva “datatização” de seus negócios.

Os servidores Bullion são certificados pela SAP e pela Oracle e completam o portfólio de servidores PowerEdge avançados da Dell EMC. Ambas as empresas trabalharão em estreita colaboração nas atividades de vendas e marketing para fornecer soluções de alto desempenho nas áreas de Big Data, Internet das Coisas, desenvolvimento de nuvens privadas e soluções SAP HANA. O acordo de distribuição do Bullion é um novo passo na colaboração contínua entre as duas empresas.

“A Atos mostra o seu compromisso ao trabalhar com os melhores parceiros tecnológicos do mundo para oferecer tecnologia de ponta a seus clientes. O acordo de distribuição do Bullion é um novo passo adiante no relacionamento entre a Dell EMC e a Atos”, explica o vice-presidente executivo e Chefe de Operações Globais da Atos, Eric Grall. “O objetivo dessa parceria é apoiar nossos clientes em sua transformação digital com soluções de alta qualidade, inovadoras e líderes de mercado”, diz.

“Nos últimos anos, a Dell EMC e a Atos têm trabalhado juntas, combinando os servidores Bullion e as soluções de armazenamento unificado da Dell EMC, para fornecer aos nossos clientes uma solução líder para a implantação de projetos SAP HANA de missão crítica. A inclusão do Bullion complementa o portfólio da Dell de servidores PowerEdge líderes da indústria para hospedar as cargas de trabalho mais críticas com alto desempenho, confiabilidade e escalabilidade”, finaliza Ravi Pendekanti, Vice-Presidente Sênior da Divisão de Soluções de Servidores da Dell EMC.

Mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo

A linha de servidores Bullion foi amplamente adotada por empresas e governos, principalmente na Europa, América do Norte, África e Brasil. Devido às suas características únicas, o Bullion apoia a transformação digital de muitos clientes e oferece:

• Capacidade de memória excepcional de até 24 terabytes, para aplicações de Big Data, em memória e em tempo real.

• Superior escalabilidade, disponibilidade e operacionalidade, que o tornam a plataforma de expansão ideal para aplicativos empresariais e bancos de dados em memória muito grandes.

• Redução do Custo Total de Propriedade (TCO) de até 35% para grandes Data Lakes e clusters virtualizados em projetos de consolidação de bancos de dados,

• Certificação oficial SAP e Oracle,

• Alternativa tecnológica com menor custo de software em Sparc e HP-UX.

O Bullion faz parte das infraestruturas de suporte de dados intensivos e tempo real do Atos Codex, um conjunto completo de soluções e recursos para o projeto, desenvolvimento, operação e proteção de dados inteligentes e serviços empresariais cognitivos, plataformas de dados e Internet das Coisas.

Disponibilidade

A Atos é uma das poucas empresas do mundo a oferecer uma plataforma de mais de 8 terabytes totalmente certificada pela SAP e pela Oracle. Os servidores Bullion estão definindo um novo padrão da indústria para a computação empresarial de ponta, oferecendo valor em tempo real nos volumes de dados em rápido crescimento. Os servidores Bullion já estão disponíveis na Dell EMC. Para mais informações sobre o Bullion, acesse aqui.

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Ruben Delgado é reeleito presidente da Softex

Em reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro realizada na última quinta-feira (24), na sala dos conselhos do MCTIC, Ruben Delgado e Diônes Lima foram reeleitos como presidente e vice-presidente da entidade para o período 2017/2018.

“Os últimos dois anos foram marcados por uma crise e recessão em âmbito nacional que afetou toda a Rede Softex, contudo conseguimos com todo o apoio dos parceiros e conselheiros manter as atividades relevantes para o Setor e participar de discussões decisivas para o futuro do país, tais como a desoneração da folha, a regulamentação do investimento anjo, a defesa da Ciência e tecnologia junto ao congresso. São ações que beneficiam o ecossistema nacional de TI como um todo e que terão continuidade ao longo dos próximos anos. Vamos seguir trabalhando, mas de forma ainda mais colaborativa e sustentável junto com a Rede Softex, no sentido de gerar ainda mais valor para esse segmento tão estratégico para a economia do país”, destaca Ruben Delgado, Presidente – Softex.

O vice-presidente executivo, Diônes Lima, continuará a conduzir a execução de projetos e operações da Softex. “Foram 2 anos de muita discussão junto ao poder público e sociedade civil para a manutenção de projetos relevantes para o País, como o Brasil Mais TI que tem como foco a atração de jovens para as carreiras de TI e o Startup Brasil que tivemos um importante papel de defender junto a várias instâncias do poder público o retorno do projeto. Nesta gestão seguiremos com fortes parcerias, como a expansão da ações da Softex em regiões que ainda não possuem atividade dos agentes Softex, bem como um importante projeto que logo será anunciado com o foco na aproximação entre Empresas, ICTs e Startups.”, destaca.

Para os próximos dois anos, o plano de trabalho da diretoria inclui ainda atuação em projetos de P,D&I que estimulem a competitividade das empresas brasileiras frente aos novos desafios tecnológicos, o aumento do número de empresas atendidas pela Rede Softex, um trabalho de aproximação da indústria tradicional com o setor de TI e especificamente startups; estímulo à internacionalização de novos negócios utilizando a experiência de 20 anos de exportação da Rede Softex; a retomada das discussões sobre modelos estruturados para a competitividade do setor e fomento ao desenvolvimento do setor de TI com foco nas tendências tecnológicas.

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Ticket é a primeira empresa de benefícios que permite pagamento via aplicativo Samsung Pay

A Ticket, empresa pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação, sai na frente mais uma vez e adere a uma das tendências de mercado, o pagamento via smartphone, que dispensa o uso de cartões físicos. A empresa fechou parceria com uma das mais modernas plataformas de meios de pagamentos móveis do País, o Samsung Pay. A nova solução será válida para os colaboradores que utilizem os cartões: Ticket Restaurante, Ticket Restaurante RH, Ticket Alimentação, Ticket Alimentação RH, Ticket Alimentação Natal, Ticket Cultura, e que tenham aparelhos compatíveis da Samsung: Galaxy S8/S8+, S7/S7 Edge, S6 Edge Plus, Note 5, A9, A7 (2016/1017) e A5 (2016/1017) e o Relógio Gear S3.

O sistema funcionará da seguinte forma: o colaborador cadastra os seus cartões Ticket no aplicativo Samsung Pay e no momento do pagamento, libera o uso com a biometria e aproxima o celular da máquina de cartão para validar a transação. O Samsung Pay para a Ticket funcionará com transmissão magnética segura (MST, na sigla em inglês), que é um dos sistemas mais seguros para esse tipo de transação financeira. Essa tecnologia permite o pagamento em todos os pontos de venda (POS, em inglês) credenciados Ticket.

A solução de pagamento móvel é impulsionada por duas tecnologias de ponta da Gemalto, parceira da Ticket e da Samsung Pay nesta iniciativa. Uma aplicação de pagamento móvel (PURE), que oferece os benefícios do cartão EMV para qualquer emissor de marca própria (Private Label) e uma infraestrutura já conectada, globalmente, ao Samsung Pay, viabilizando a digitalização dos cartões da Ticket.

O comerciante será beneficiado com o Samsung Pay pela agilidade e segurança nas transações que o aplicativo gera. Não será necessário o uso de aparelhos ou recursos adicionais. O cliente continuará com o mesmo processo de digitar a senha na máquina de cartão e a receber os comprovantes de pagamentos. A transação é feita pela rede da operadora, que transfere os valores ao comerciante.

A novidade promete facilitar o dia a dia dos usuários Ticket. “Simplificar e facilitar a vida dos empregados, dos comerciantes e das empresas é a base do nosso trabalho. Com o pagamento móvel, a Ticket sai na frente e confirma, mais uma vez, ser uma empresa dinâmica, atenta às novidades do mercado, oferecendo mais rapidez, agilidade e segurança no pagamento, além de tornar esse processo mais sustentável”, afirma Marília Rocca, Diretora-Geral da Ticket.

“A infraestrutura da Gemalto permitirá o uso dos cartões Ticket no Samsung Pay através de pagamento móvel MST, possibilitando que os usuários se conectem com a crescente base de cerca de 2,5 milhões de terminais POS habilitados com esta tecnologia no Brasil”, conclui Diego Schpilberg, Vice-Presidente, Bancos e Pagamentos, América Latina, Gemalto.

Sobre a Ticket

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Magic Software anuncia plataforma de integração de APIs para Fintechs e IoT

A Magic Software, fornecedora de plataformas de desenvolvimento e integração de aplicações empresarias, anunciou a liberação das funcionalidades da sua plataforma Magic xpi para a integração entre APIs (Application Programming Interface). Projetos de Internet das Coisas e Fintechs são beneficiados pela criação de ambientes de gestão e de comunicação entre APIs, criadas para entregar serviços via dispositivos e serviços conectados, além da ferramenta oferecer ambiente de desenvolvimento, customização e atualização contínua.

O anúncio da Magic Software acompanha a evolução do número de projetos IoT e Fintechs no mercado e é acompanhado de um conjunto de serviços de apoio aos projetos locais, facilitando o trabalho das empresas brasileiras que pretendem colocar em prática suas novas ideias no ambiente de negócios. A plataforma Magic xpi permite conectar as informações entre as APIs, sensores, equipamentos e também com os sistemas de negócios ERP, CRMs, aplicações MES (Manufacturing Execution System), Supply Chain, ente outras, facilitando aos gestores dos projetos o acesso aos dados em tempo real.

“As APIs viabilizam a comunicação entre serviços a partir de ambientes tecnológicos distintos e quando necessitamos conectar uma API à outra, em geral, existe um esforço de desenvolvimento significativo para realizar esta comunicação. O Magic xpi reduz drasticamente o tempo de criação desta interface, oferece capacidades de orquestração e automatização de processos, inserindo lógica de negócios nessa comunicação, além de oferecer um ambiente de monitoramento, fundamental para a operação. Com isso, ganha-se maior eficiência, qualidade e velocidade na entrega dos projetos de integração”, afirma Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil.

Segundo o executivo, a integração entre diversos sistemas para a troca de informações por meio das APIs já vem ocorrendo em larga escala em diversos setores e os recursos da plataforma Magic xpi tem elevado a capacidade de execução e diminuído o risco de projetos de integração por parte de seus parceiros e clientes. “A proposta do Magic xpi é reduzir significativamente a complexidade deste trabalho”, enfatiza o executivo.

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Automação agrícola para todos é o desafio – Por Daniel Zacher

Detentor de parque tecnológico fantástico, o Brasil precisa ser reconhecido como referência mundial em mecanização agrícola para regiões tropicais e subtropicais. A indústria já possui uma série de legados no desenvolvimento de tecnologias, como a revolução do plantio direto, que exigiu grande esforço brasileiro entre os anos 1970 e 1980 para a obtenção de enormes ganhos de produtividade.

Observa-se agora outra revolução: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Trata-se de avançado sistema de cultivo, que integra diversas atividades com o objetivo de manter a propriedade rural ativa durante o ano inteiro. Muitos produtores rurais, que antes se dedicavam somente à pecuária, já começaram a agregar outras áreas. Assim, eles mantêm atividade agrícola intensa e obtêm grande incremento de renda.

Claro que não é possível dissociar os ganhos sucessivos de produtividade no desenvolvimento da agricultura tropical de todo o investimento empenhado em biotecnologia, afinal a mecanização e a biotecnologia sempre caminham em paralelo. Assim como surgem variedades de vegetais, adaptadas principalmente ao estresse hídrico como também às pragas características da região, as máquinas agrícolas precisam receber inovações.

Diferentemente da agricultura de países temperados, onde o inverno faz o controle natural de doenças, pragas e plantas daninhas, a agricultura tropical demanda intensiva quantidade de pulverização em função do clima quente, condição que provoca a rápida evolução de pragas e doenças. Dessa forma, o desenvolvimento de tecnologias para a pulverização é uma competência do País, que faz investimentos pesados para tornar a atividade cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável.

Outra técnica da agricultura tropical é o plantio direto. Nele a cobertura de palha é mantida no solo para proteção contra eventos danosos, tais como a erosão, de forma que as sementes são inseridas no solo sem que seja previamente revolto, por meio de manipulação mecanizada. Esta forma de plantio só foi possível com o desenvolvimento de máquinas específicas para esta condição, o que exigiu enorme esforço brasileiro porque o solo em condições extremas de compactação e umidade e com pesada cobertura de palha demanda equipamentos robustos, de características estruturais e funcionais próprias.

Mas ainda não se esgotaram os ganhos de eficiência na área de plantio direto. As novas plantadeiras precisam atender diversos requisitos, como demandar cada vez menor potência dos tratores, operar em alta velocidade e apresentar maior eficiência no depósito de adubo e semente no solo, para que seja realizado de forma cada vez mais precisa em aspectos como espaçamento e profundidade do plantio.

O Brasil, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, possui papel proeminente na difusão de tecnologias de plantio e colheita de cana-de-açúcar. Hoje praticamente todas as atividades são mecanizadas muito em função do desenvolvimento acelerado, ocorrido nos últimos 10 anos. O desafio agora é que a automação, já utilizada em grande escala junto aos grandes produtores, também evolua para os pequenos.

Com milhares de pesquisadores envolvidos, a história brasileira demonstra a vocação da nossa indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, que podem ser exportadas para outros mercados como América do Sul, África e Ásia. Essa presença no Exterior tem potencial de se acentuar mediante maior divulgação do capital intelectual brasileiro empenhado no desenvolvimento deste parque tecnológico.

Uma contribuição neste sentido é 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas, que debaterá a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e ao desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura tropical e subtropical. Quem tiver interesse em debater o assunto está convidado para o encontro, dia 31 de agosto, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre.

Daniel Zacher é diretor-geral da Tryber Tecnologia e chairperson do 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas

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Reforma Trabalhista – como fica o home office

Uma das grandes novidades em relação a Reforma Trabalhista é a instituição nas leis do trabalho da possibilidade do home office (ou teletrabalho como também é conhecido). Não existia na CLT esse modelo de trabalho e a mudança incorpora esse novo método de prestação de serviços no qual o trabalhador pode trabalhar de casa ou outro ponto que seja adequado.

“Essa pode ser considera uma das principais modernizações da mudança que passará a ter validade em novembro desse ano. Ocorre que na criação da CLT não se tinha nenhuma perspectiva para esse modelo de trabalho, mas a modernidade e tecnologias possibilitam esta evolução, sendo primordial a legislação se adequar”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Importante observar que a legislação exclui a necessidade de controle de jornada de trabalho (8 horas diárias, 44 semanais e 220 mensais). Mas, mesmo com a regulamentação são muitas as dúvidas e a Confirp preparou um material que aborda os principais pontos:

• A prestação serviço será feita preponderantemente fora das instalações do empregador;

• Ser executado com a utilização de tecnologia e de comunicação que não se constituam como trabalho externo;

• A realização de atividades especificas que exijam a presença do empregado nas instalações do empregador não descaracterizará o regime de home office;

• Esse regime de trabalho deverá ser formalizado em contrato individual de trabalho, especificando as atividades que serão realizadas;

• Poderá ser realizado alteração do regime presencial para home office desde que haja mutuo acordo entre as partes, registrado em aditivo contratual;

• Poderá ser realizado alteração do regime de home office presencial por determinação do empregador, porém deverá ser o empregado comunicado com prévio aviso de 15 dias e aditamento do contrato de trabalho;

• As disposições referentes a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento de equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada, bem como reembolso de despesas arcadas pelo empregado serão previstas em contrato escrito. Sendo certo que tais reembolsos, quando houverem, não integrarão na remuneração do empregado;

• O empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes.

“O home office já era praticado em todo o Brasil, já existindo uma resolução sobre este tipo de atividade. Entretanto, houve então um avanço na legislação. Contudo existe uma grande preocupação com a proteção do trabalhador que não se encontra de forma direta sob a supervisão do empregador”, explica Domingos.

Essa, mudança proporcionará uma segurança muito maior para empresas e trabalhadores, sendo que muitos já buscavam esse modelo de serviço, mas esbarravam no medo das empresas em não estarem de acordo com a lei.

“Será um benefício para os trabalhadores, que poderão perder menor tempo de deslocamento, principalmente em grandes metrópoles e para as empresas que poderão também minimizar os custos. Esse com certeza é um dos pontos da lei que tem tudo para ser um sucesso”, finaliza Domingos

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