Archive março 2017

Startup ajuda na busca por passagens mais baratas e de última hora

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (ABEAR), em 2016, os voos internacionais saíram em média com 16% dos assentos ociosos. Essa porcentagem para os voos nacionais sobe para quase 20%, o que significa perda de receita para as companhias.

Por outro lado, muitos viajantes que pensam em viajar de última hora, acabam optando por ônibus ou carro, ou até mesmo desistem da viagem, pelo alto preço das passagens aéreas. É o caso, principalmente, de pessoas que não residem na sua cidade natal e de mochileiros que buscam novos destinos.

Nesse cenário, os empreendedores Maria Alice Maia, Aline Delouya e Lucas Motta criaram a startup NaHora.com, cujo objetivo é oferecer passagens aéreas com até 50% de desconto para viagens com menos de 15 dias de antecedência.

A tentativa inicial de Alice (CEO e fundadora) ocorreu em 2010, ganhando inclusive o Prêmio Santander de Empreendedorismo. No entanto, a realidade do mercado naquele momento não possibilitava a viabilidade do negócio. A ideia foi retomada após Alice, Aline e Lucas se encontrarem e descobrirem que todos compartilhavam da mesma paixão por viagens. O projeto foi o vencedor do Demo Day do 18º Programa de Aceleração da Startup Farm, em 2016 e do Prêmio Tech em Sampa Mulher Empreendedora em janeiro de 2017.

A empresa começou a operar em novembro passado e acumulou um crescimento de 2000 no “boca a boca”. Atualmente, o número de usuários dobra a cada semana e isso acontece pela transparência no processo de compra: após solicitar um orçamento através do site, o usuário recebe um e-mail com os horários disponíveis e preços, com todas as taxas já incluídas, dessa maneira, não existe surpresa na hora de pagar a reserva. “Importante dizer, que a ideia não é concorrer com as companhias aéreas, por isso, a marca da empresa só é revelada após a confirmação da compra” afirma Maria Alice Maia.

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5 razões para não temer a migração para nuvem – Por Lisandro Sciutto

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Nuvem, big data e internet das coisas. O que essas tecnologias têm em comum? A raiz na conectividade. Juntas, elas têm o potencial de permitir que a transformação digital na indústria se torne uma realidade. Mas, para isso, a tecnologia precisa ser compreendida como o motor de toda essa transformação. E, para que a indústria se torne inteligente e, as fábricas se beneficiem da agilidade, é preciso perder o medo da nuvem.

Hoje, a complexidade dos processos na indústria impedem que os gestores tenham a visão completa do todo, mas a nuvem e suas aplicações podem mudar essa realidade. No entanto, é preciso confiar na tecnologia e entendê-la como parte da história. Assim como a invenção da energia elétrica, semicondutores, micro processadores e da própria internet, a nuvem chegou para ficar. E, da mesma forma que o conceito de cabear cidades com energia elétrica demorou, mas se popularizou na maioria das cidades, a computação em nuvem também terá o seu momento. Afinal, a demanda por agilidade pode fazer até os mais céticos acreditarem na sua relevância.

Uma pesquisa da IDC afirma que a nuvem, mobilidade e big data alavancarão os investimentos em TI nas áreas de finanças e manufatura. E de acordo com a consultoria, a estimativa é que em menos de quatro anos os investimentos em nuvem alcancem a marca de US$ 2,7 trilhões. Por isso, o setor industrial deve estar atento aos mais recentes desenvolvimentos em nuvem, pois a adoção destas tecnologias já está mudando o dia a dia dos negócios, aumentando a produtividade, e minimizando erros – principalmente no setor de manufatura.

Veja as cinco principais razões para perder o medo da nuvem:

– Estratégia digital: ao iniciar uma jornada digital, as soluções em nuvem se tornam necessárias, pois são capazes de fazer análises preditivas, rastrear dados, conectar coisas por meio de sensores e da própria internet. Além da capacidade de armazenamento, flexibilidade na arquitetura e tempo rápido de implementação.

– Visibibilidade do Supply Chain: para se manter competitivo no mercado global, o segmento industrial precisará olhar para além das suas paredes. A nuvem é estratégica ao ajudar empresas do setor a criar uma rede inteligente de suprimentos e integrá-las com fornecedores, parceiros e empreendedores, e a visibilidade dessa cadeia se torna prática e fácil de gerenciar.

– Experiência de uso: as soluções em nuvem são continuamente atualizadas, e a experiência do usuário é, na maioria das vezes, levada em consideração pelo provedor.

– Baixo custo: em modelo de assinatura, a nuvem tem baixo custo total de propriedade, e se torna atrativa para empresas que querem migrar e modernizar investindo pouco.

– Habilidades: os fabricantes de hoje esbarram no recrutamento e retenção de profissionais com habilidades técnicas de TI. Mas ao deixar um provedor de cloud gerir hardware, back ups, servidores e atualizações, a equipe de tecnologia pode para focar em processos mais críticos e estratégicos.

Lisandro Sciutto, diretor de produtos da Infor LATAM, fornecedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem.

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Produto de startup brasileira desperta o desejo por ambientes inteligentes

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Os ambientes conectados estão ganhando cada vez mais espaço no mundo. Um estudo publicado pela Accenture, intitulado The Connected Home, indicou uma participação do setor de $285 bilhões na economia mundial em 2015. É crescente o número de consumidores nos Estados Unidos, líder do segmento, mas no contexto brasileiro a grande barreira ainda são os valores das soluções, a maioria delas importadas. A partir do conceito de internet das coisas, a Beyond Domotics, uma premiada startup brasileira, desenvolveu produtos e patentes que tornam essa tecnologia mais acessível e descomplicada.

Geralmente, as soluções para automação residencial são oriundas da automação industrial, exigindo grandes reformas, mão-de-obra especializada e muito tempo para a conclusão. O resultado acaba sendo um preço elevado e não compatível com a realidade brasileira. Com o objetivo de desenvolver uma solução para resolver esses problemas de forma prática, simples e acessível, em 2014 um grupo de amigos e ex-colegas de faculdade se uniram para iniciar o negócio.

A Beyond Domotics desenvolveu interruptores inteligentes que, após se conectarem na rede Wi-Fi, disponibilizam o acesso aos seus comandos em uma nuvem de dados online. O usuário controla pelo aplicativo todos os ambientes em que os produtos estão instalados. “Ter um smartphone com acesso à internet é o que o usuário necessita para tornar sua casa mais inteligente através da nossa tecnologia”, comenta Felipe Delvan, engenheiro eletricista e sócio fundador da empresa. Os produtos substituem os interruptores e tomadas convencionais, sem necessitar de uma central eletrônica, para seu funcionamento, pois possuem uma rede própria de comunicação sem fio, o que possibilita seu funcionamento mesmo durante as instabilidades do serviço de internet. A partir de um dispositivo, sem quebrar paredes, torna-se possível controlar a iluminação e os equipamentos eletrônicos, comandados por controle remoto, no ambiente. Esse tipo de instalação é inovador e um dos grandes diferenciais da solução, sendo o mais rápido disponível no mercado.

O lançamento dos produtos aconteceu no segundo semestre de 2016, durante a Construsul, segunda maior feira brasileira de negócios no segmento da construção civil, a qual foi realizada na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Segundo o empresário, o grande desafio é alcançar os segmentos de públicos que ainda não pensam em adquirir a tecnologia: “As pessoas ainda pensam em automação como algo futurístico, que só existe no cinema, ou que não possuem condições financeiras para ter a tecnologia, por isso nós viemos para mudar essa realidade”.

No início deste ano, a empresa ampliou a oferta de produtos para plataforma online. Já disponíveis por revendas autorizadas desde o lançamento, a venda está sendo realizada também por e-commerce, em loja virtual própria. O objetivo é facilitar o acesso à tecnologia, que atualmente é comercializada somente por integradores e empresas que realizam projetos customizados para a casa toda.

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O conceito de Digital Workplace pode levar a uma jornada de trabalho mais curta?

Dias de trabalho mais curtos dificilmente acontecem na rotina corporativa. Pelo contrário: é comum que o dia a dia das empresas se transforme em um modelo de “sempre disponível”, em que seus funcionários ficam “de plantão”, podendo ser contatados a qualquer momento por meio de smartphones e laptops, independentemente do horário de trabalho oficial. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup feita em 2014 nos Estados Unidos, a média semanal é de 47 horas trabalhadas. Ainda assim, um alto número de horas trabalhadas não está relacionado à alta produtividade. Na verdade, percebeu-se um claro declínio de produtividade à medida que aumentou o número de horas trabalhadas.

Então, um dia de trabalho mais curto seria uma inovação na vida empresarial. Mas será que um número menor de horas trabalhadas poderia manter os negócios tão produtivos quanto as 40 ou mais horas semanais padrão? Isso poderia levar a uma inovação nos modelos de negócio? E será que esta inovação não pode ser alavancada pelo conceito de digital workplace, ou seja, uma maior mobilidade e trabalhos realizados remotamente? E será que estes smartphones e laptops pessoais, até então responsáveis por colaboradores ligados 24 horas em seus trabalhos, não permitiriam justamente uma jornada de trabalho mais curta?

Fomentando a inovação para otimizar a produtividade

A BroadSoft acredita que sim. A companhia é líder mundial em serviços de comunicações unificadas na nuvem, tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo e acredita na expansão da comunicação unificada mundialmente e no território nacional. Esta ‘comunicação unificada’ representa perfeitamente o conceito de digital workplace, mobilidade e trabalhos remotos.

A empresa oferece soluções de Comunicações Unificadas na Nuvem (UCaaS) para o segmento corporativo. Por meio de um único aplicativo instalado no PC e no celular, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e vídeo conferencia, compartilhamento de arquivos e de tela etc).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho “tocando” no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e vídeo conferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Colaboradores no Brasil da BroadSoft, cuja sede fica em Washington, DC (EUA) trabalham em sistema remoto, comprovando a eficácia da solução.

E como anda o Digital Workplace no Brasil?

A adesão das empresas aqui no Brasil à prática do home office está progredindo. É o que mostrou uma pesquisa divulgada neste ano, realizada pela SAP Consultoria RH. O estudo ouviu mais de 300 companhias de diferentes segmentos, entre setembro de 2015 e março deste ano e apontou que 37% das corporações do país já permitem que os funcionários trabalhem de casa. O número é maior do que o registrado em 2014, quando a primeira edição do levantamento foi realizada.

A pesquisa apresentou três movimentos distintos de crescimento da prática em comparação ao estudo de 2014:

50% de aumento no número de empresas que estão implantando a prática;

15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação da prática;

28% de aumento na formalização da prática.

Basicamente, o digital workplace permite maior economia para a empresa e menos desgaste ao colaborador, que não precisará se preocupar com deslocamentos de trânsito – problema das grandes metrópoles mundiais. Paralelamente, por meio da inovação, pode propiciar maior produtividade à companhia e encurtar a jornada de trabalho do colaborador.

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Livelo tem Netshoes como novo parceiro

A Livelo, programa de fidelidade criado por Bradesco e Banco do Brasil, segue expandindo seu portfólio de recompensas, e anuncia hoje uma parceria estratégica com o Grupo Netshoes. Entre os benefícios, clientes Livelo poderão trocar seus pontos por itens esportivos e de moda por meio de um dos maiores e-commerces do setor, que contempla mais de 300 marcas esportivas de todo o mundo, além de mais de 80 mil produtos de diversas marcas nacionais e internacionais.

“O brasileiro tem bastante interesse por atividades esportivas. A possibilidade de uso dos pontos Livelo para a aquisição desse tipo de produto é, sem dúvida, algo valioso para nossos clientes, que atualmente contam com uma plataforma completa, com ampla variedade de produtos e serviços”, destaca Alexandre Moshe, diretor-executivo da Livelo.

Para a Netshoes, a parceria mostra semelhanças entre as empresas e entrega um benefício importante para clientes da Livelo. “Para nós, do Grupo Netshoes, firmar essa parceria e ampliar os benefícios exclusivos oferecidos aos clientes Livelo, que agora passam a contar com milhares de opções de artigos esportivos, vai ao encontro com o nosso propósito. Essa ação reflete o cuidado da Livelo com seus clientes, que é também muito similar ao cuidado com o nosso consumidor: oferecer as melhores soluções para todos os momentos do dia e incentivar a prática do esporte”, afirma Marcelo Chammas, diretor de B2B do Grupo Netshoes.

Com mais este segmento de atuação, a Livelo oferece a seus clientes, um catálogo cada vez mais completo e abrangente, com mais de 500 mil opções de resgate entre produtos e serviços. Dentro da Livelo, o cliente tem a liberdade de escolha suas recompensas: são pacotes completos de viagem, com reserva de hotéis e aluguel de carro utilizando pontos, passagens aéreas nacionais e internacionais por mais de 750 companhias de todo o mundo, além da possibilidade de transferência de pontos para os principais programas de fidelidade do Brasil.

Na Livelo, os clientes ainda contam com o Clube Livelo, que oferece aos assinantes promoções diferenciadas, maiores descontos e acúmulo de pontos que não expiram.

Como utilizar

Para trocar pontos por recompensas na plataforma Livelo, os participantes dos programas Bradesco Fidelidade e/ou Ponto pra Você, do Banco do Brasil, devem acessar o site: www.livelo.com.br.

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IBGC reelege Emilio Carazzai como presidente do conselho de administração

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) anunciou hoje a reeleição de Emilio Carazzai, por mais um ano, como presidente de seu conselho de administração. A escolha do chairman foi feita pelo colegiado, logo após a Assembleia Geral Ordinária.

Na Assembleia, foram escolhidos três novos nomes para o conselho, que hoje é formado por nove integrantes. São elas: Vicky Bloch (consultora e colunista do Valor Econômico), Doris Wilhelm (consultora de governança corporativa do Fernandes, Figueiredo, Françoso e Petros Advogados) e Monika Conrads (presidente do conselho de administração da Duas Rodas). Doris foi reeleita hoje para mais um mandato como conselheira do IBGC.

A abertura do evento contou com a presença do embaixador Rubens Antonio Barbosa, consultor de negócios, presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior e da Associação Brasileira da Indústria de Trigo. Foi também embaixador do Brasil em Washington e Londres. Durante sua palestra, ele afirmou que “o Brasil não é uma ilha. Os brasileiros têm que encontrar seu lugar no mundo.”

A cada ano, por meio da Assembleia Geral Ordinária, o conselho de administração do IBGC renova um terço de seus membros – cujo mandato é de até três anos -, e que, por sua vez, é responsável pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do Instituto. O objetivo é dar mais estabilidade à manutenção de conhecimento dentro do órgão, bem como promover a renovação constante e paulatina dos membros.

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GAD cria B3 – Brasil Bolsa Balcão

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“Simplificar para potencializar”. Este é o conceito da nova marca criada pelo GAD, uma das mais importantes consultorias de Branding e Design do País, para a nova companhia, resultante da fusão entre BM&FBOVESPA e Cetip, depois da aprovação dos órgãos regulatórios, na semana passada.

A marca B3 – Brasil, Bolsa, Balcão representa graficamente a nova companhia, a partir do entendimento de que potencializar o Brasil e potencializar o mercado, através da Bolsa (um expoente da economia), e dos negócios de Balcão (expertise da Cetip), é o seu maior valor.

A letra B, de Brasil, de Bolsa e de Balcão, entre colchetes e elevada à terceira potência é a síntese do conceito de simplificação e entendimento visual.

O conceito de Naming da companhia é uma proposta ousada e a simplificação foi radical: reduziu o que seria uma sequência de nomes de empresas a uma letra, trabalhada como uma fórmula.

“Esta marca é uma equação. Ela já nasce com um símbolo que as pessoas entendem. Desenvolvemos o conceito de que o maior valor desta companhia ou deste negócio é potencializar o mercado”, diz Luciano Deos, presidente do GAD.

A cor escolhida para a nova marca foi o azul, uma cor sólida, mais confiável e que denota estabilidade. É uma cor bastante corporativa e representa o Brasil, que tem uma associação natural com o tom.

Também foi criado um “manifesto” para marca, instrumento usado pelo GAD para desenvolver a estratégia e o posicionamento da nova empresa. O texto é como uma autodeclaração emocional, da marca falando dela mesma, do segmento em que atua e da visão deste mercado.

O GAD, que além do Branding, compreendendo Estratégia, Naming e Identidade, também é responsável por todo Roll-out de implantação e pelas campanhas de lançamento, interna (para funcionários) e externa, desenvolveu o projeto a quatro mãos com a equipe de comunicação da B3, envolvendo várias equipes multidisciplinares, ao longo dos últimos 10 meses.

“Penso que temos aqui uma evolução, ou, quem sabe, uma inovação na abordagem e no desenvolvimento deste projeto, pois tradicionalmente o mesmo seria feito por uma consultoria de branding e por uma agência de propaganda. Vemos isto como uma evolução do mercado e dos clientes, talvez numa busca por maior consistência e coerência com o tema das marcas. E também como afirmação da nossa crença e modelo de negócio, que é de trabalhar as marcas em todas as suas dimensões, da estratégia à ativação”, reforça Luciano Deos.

Campanha de lançamento

O conceito da nova campanha está estruturado em cima de “Combinações”. Os filmes para TV, com 30’ e 60’, reforçam a estratégia de fusão das duas empresas, destacando outras “combinações importantes”, como o de duas pessoas para gerar uma nova vida, do oxigênio e hidrogênio para criar água, entre outras.

Também para enfatizar o conceito de combinação das duas empresas, uma ação diferenciada e inédita foi desenvolvida para o dia 30 de março. Os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo foram entregues juntos, para os assinantes de ambos (cerca de 170 mil), dentro de um envelope azul com logotipo da marca B3 e a frase ”Dois jornais juntos potencializam ainda mais a informação. Duas empresas também”.

“Toda a potência do mercado” é o posicionamento da marca, usado como assinatura de comunicação. O slogan está em todas as peças que compõem um plano de mídia robusto, que contempla os cem primeiros dias do lançamento, com foco nas duas primeiras semanas.

São dois momentos da campanha: o primeiro faz a apresentação da marca; na sequência, a comunicação destacará os benefícios da combinação das duas empresas.

A ação de comunicação deve se concentrar em veículos especializados em Economia e Negócios, com inserções também na mídia geral, além de TV por assinatura, rádio, digital, mídia exterior, impressa (jornal e revista) e Elemedia (telas nos elevadores). O plano de mídia tem cobertura nacional, mas com concentração maior em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

No dia de apresentação da marca, 30 de março, também serão veiculados anúncios nos principais veículos de negócios do mundo, como o The New York Times, Financial Times, The Economist e Wall Street Journal.

Também foi planejado uma intervenção nas imediações dos principais prédios da nova companhia, com 6 tótens tridimensionais gigantes. Estas intervenções urbanas representam a letra B entre colchetes elevada à terceira potência e permitem a interação com o público. No Centro de São Paulo, vão destacar a importância do prédio da Bolsa, um patrimônio histórico da década de 1940, tombado e símbolo da cidade.

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Cinco detalhes para conferir na hora de migrar para um coworking

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Os coworkings, ambientes de trabalho colaborativos, têm atraído profissionais das mais diversas áreas – de consultores e marqueteiros a advogados e educadores. Esses espaços, que costumam alojar startups e outras empresas, atraem pelo custo-benefício e pelas possibilidades de networking.

Uma pesquisa feita pelo Movebla e Ekonomio, em parceria com a Coworking Brasil, mostrou que, em comparação com 2015, as posições de trabalho em espaços compartilhados cresceram 54%. Além disso, as salas de reunião aumentaram 147%. No mesmo período, as salas privativas cresceram 588%.

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Fonte: Infográfico Movebla e Ekonomio 2016

Apesar de o desenvolvimento dos coworkings no mundo todo mostrar que essa é uma tendência que “veio para ficar”, existem alguns cuidados importantes que devem ser observados antes de decidir migrar para um escritório desse gênero.

“A primeira diferença entre o escritório próprio e um coworking é a privacidade”, explica Bruna Lofego, especialista e criadora do método Como Criar um Coworking de Sucesso. “Esse ponto é muito importante: saber que vai dividir o espaço e conviver com outras pessoas.” Além disso, ela enumera cinco aspectos que merecem atenção, principalmente em relação à estrutura de trabalho:

1. Colaboradores

A estrutura operacional de um coworking é coletiva e está, normalmente, pronta. Quando essa tendência chegou ao Brasil, o serviço oferecido tinha como benefícios apenas uma estação de trabalho com mesa, cadeira e telefone. Nos dias de hoje, está prática é obsoleta. “ Dependendo do espaço, é possível contar com serviços extras de profissionais que auxiliam nas áreas de secretária, limpeza, copa, atendimento virtual, manutenção, entre outros”, elenca Bruna.

2. Linhas telefônicas

Descubra qual é o tamanho do tronco de ramais do espaço de coworking –o mínimo é trinta. Assim,todos terão DDRs, os ramais virtuais, para usar sem se preocupar com a telefonia. Outra dica é pesquisar lugares que ofereçam chip de celular, para baratear o custo de ligações de celular para celular.

Para aqueles que acham que é realmente necessário ter uma linha individual em um espaço de coworking, a especialista alerta para algo que possa ser prejudicial no futuro. “Ao imaginar que em um espaço de escritório compartilhado exista no mínimo 45 espaços disponíveis, raramente será possível que uma secretária dê conta em fazer o atendimento de todas as linhas individuais, podendo deixar passar alguma ligação importante”.

3. Internet

Tal como as linhas telefônicas, o serviço de internet também deve ser analisado minuciosamente. “O tamanho da banda precisa estar de acordo com o trabalho que será exercido. Um profissional que atua com vídeos, por exemplo, necessita de uma taxa de transferência maior do que outro que usa planilhas e textos”, explica.

O serviço de Wi-Fi é muito importante, principalmente em tempos em que usamos o smartphone o tempo todo. Uma dica: quando for visitar um espaço de coworking, peça a senha e fique de olho na conexão para saber se é realmente adequada para você.

4. Localização

Trabalhar perto de casa faz toda a diferença em qualidade de vida. Dê preferência a escritórios que sejam fáceis de chegar por meio transportes públicos ou próximo a área que reside. “Evite locais de difícil acesso. Além da qualidade de vida e do tempo que você irá ganhar, gastará menos com gasolina e manutenção do carro. De repente, dá até para ir de bicicleta”, sugere.

5. Privacidade compartilhada

Esta é uma dúvida frequente: será que eu consigo me concentrar ao dividir meu espaço? “Escolha aquele coworking que tenha mais relação com você, e evite levar itens que tiram o seu foco para o trabalho” , aconselha a especialista.

Antes de escolher o escritório, observe como são divididas as estações. Muitos lugares oferecem espaços nos quais é perfeitamente viável ter privacidade e criar um hábito. “A rotina favorece o foco no trabalho”, diz ela.

Outra opção são as salas privativas, que aumentaram muito e já são consideradas tendência. “Há empresas que preferem alojar uma equipe de quatro ou cinco pessoas em uma mesma sala, para que tenham um espaço mais privativo. As salas são uma boa alternativa nesse caso”.

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Os meios de pagamento tradicionais estão próximos do fim? – Por Gastão Mattos

Muito se fala da chegada de novos meios de pagamento e da possível extinção dos sistemas tradicionais para este fim. Isso ocorre, principalmente, devido às novas necessidades dos usuários, cada vez mais exigentes, requerendo melhores experiências e mais facilidade nos processos de compra.

Recentemente, estive em uma drogaria moderna em um bairro nobre da capital paulista. A loja oferecia opções bastante objetivas para selecionar os produtos desejados, com boa iluminação, prateleiras bem distribuídas, ótimo atendimento e funcionamento 24 horas. Entretanto, na hora de pagar, este caráter ágil se perdia: fila única, três pessoas na frente e cinco minutos de espera que pareceram meia hora. Quando finalmente sou atendido no caixa, preciso informar o número do CPF, dizer se desejo Nota Fiscal Paulista, se tenho programa de fidelidade do estabelecimento ou convênio médico e esperar mais um tempo para que, então, possa inserir o cartão de crédito no terminal de vendas. E ainda preciso aguardar a indicação para digitar a senha para finalmente a compra ser aprovada, para depois esperar a impressão da nota fiscal e do comprovante de pagamento do cartão para finalizar a transação.

Em uma outra situação, durante o check-in na World Disney Resorts, em Orlando, eu e minha família recebemos uma Magic Band (pulseira Disney) personalizada para cada um, a partir da qual poderíamos pagar qualquer produto ou serviços nos parques e resorts Disney. A plataforma Disney associa o cartão de crédito usado na reserva, como meio de pagamento virtual para todas as compras da família. Por segurança, uma senha de 4 dígitos é definida para todos. Na hora das compras, basta aproximar a pulseira em um dispositivo situado em todos os caixas para que a pessoa seja identificada. Para concluir a transação, basta digitar a senha pré-cadastrada e o valor é lançado na conta para ser debitada no cartão já salvo no sistema. A facilidade seria melhor percebida se o consumo no parque não contasse com filas enormes para a compra de qualquer produto ou serviço. Mesmo estando em um momento de descontração em família, a impressão foi que a experiência na drogaria em São Paulo sem a ‘Magic Band’ foi rápida.

A forma de vender evoluiu muito, mas em velocidade muito aquém do que a tecnologia poderia agregar com novos elementos e funcionalidades. O consumidor tem uma altíssima expectativa nesta vivência e grande parte deste nível de exigência é derivado do alto padrão tecnológico das compras online, no qual com “1 clique” é possível ultrapassar com sucesso o check-out de pagamento o que não ocorre no mundo físico. Embora, neste universo seja possível agregar tecnologias embarcadas em soluções integradas, que tornariam a usabilidade do pagamento mais rápida e agradável, como no caso do pagamento virtualizado. Entretanto, esta solução pode e deve ser mais explorada no ambiente físico, agregando outras funcionalidades que tornem a experiência de compras mais próxima do ambiente digital, reduzindo também a espera com a aquisição de serviços e produtos, fazendo com que a compra se torne mais ágil, agradável e simples.

Talvez pareça tanto apocalíptico, principalmente no Brasil, determinar que o uso do cartão de crédito comum, por exemplo, esteja com os dias contados, como outras tantas tecnologias que evoluíram ou foram substituídas por sucessores mais eficientes, mas modernizar a experiência de pagamentos é uma necessidade que pode implicar na continuidade ou não de um negócio. Tomemos o exemplo de um restaurante fast food, que normalmente é localizado em centros de grande aglomeração, como shoppings centers. Na hora do almoço, “chovem” consumidores buscando opções para sua refeição. Se a fila for muito longa, sempre haverá um concorrente oferecendo algo equivalente e, então, a decisão de compra, passa a ser influenciada menos pelo produto e mais pela comodidade.

Uma pesquisa realizada pela Salesforce, intitulada 2016 Connected Shoppers Report aponta que 77% dos consumidores evitaram lojas físicas nas compras de fim de ano, preferindo o uso do comércio eletrônico. Dos aproximadamente 4 mil consumidores entrevistados, 58% afirmaram que o motivo era o grande número de pessoas nas lojas. 33% desejavam evitar congestionamentos e 29% optaram pelas compras online devido à conveniência.

Em pouco mais de 20 anos da história do comércio eletrônico, tecnologias e conhecimento foram desenvolvidos e acumulados, tornando sua aplicação uma fonte e vertente para as compras no ambiente físico. As implicações são muitas, desde a unificação da gestão tecnológica entre canais on e off, como o domínio das expertises e técnicas online sobre o offline.

A chamada “Virtualização de Pagamentos” vira premissa no comércio em geral, e aquilo que já se tornara recorrente no comércio eletrônico passa a ser uma demanda essencial para toda e qualquer transação comercial.

Seria o fim dos meios de pagamentos tradicionais? Talvez não, de fato. Contudo, é imperativa uma transformação acelerada, nas quais novos protagonistas podem aparecer e ameaçar antigas referências, satisfazendo com mais eficácia as necessidades dos consumidores, independentemente de seu posicionamento na cadeia do varejo. Mais facilidades criam novas necessidades e é fundamental estar atento a este movimento a fim de acompanhar a evolução do mercado, trazendo inovações que modernizem todo o processo de compras, seja no mundo virtual ou físico.

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo

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ClickSoftware realiza pesquisa sobre a Uberização do Serviço

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O consumidor moderno tem uma nova perspectiva sobre o serviço prestado ao cliente e, independente do segmento ou do negócio, espera e exige um nível melhor de visibilidade e comunicação em tempo real. Também, o advento de novas tecnologias como wearables, IoT, realidade aumentada e inteligência artificial, trouxeram inúmeras oportunidades para as empresas transformarem a prestação de serviços. Com isso em mente, a ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para organizações de serviços em campo, encomendou uma pesquisa global para entender a evolução das expectativas dos consumidores no que se refere aos serviços que estão sendo entregues em suas casas, analisando também como os fornecedores da indústria entendem e, principalmente, atendem essas novas expectativas.

Intitulada “Uberização do Serviço – a visão do cliente e do fornecedor”, a pesquisa, que contemplou 2500 consumidores e 650 empresas distribuídas em sete países (EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Austrália) consegue identificar as diferenças nas expectativas dos clientes versus a realidade ofertada pelos fornecedores, pontos críticos em uma época em que as empresas não podem mais esperar que os clientes aceitem velhas maneiras de operar. O estudo revelou uma principal discrepância: enquanto os fornecedores estão focados na entrega de novas tecnologias, os clientes valorizam coisas muito simples, como comunicação em tempo real e transparência na prestação de serviços, sendo estes os diferenciais que eles realmente apreciam.

O ponto de vista do consumidor

Significativamente, os consumidores dos sete países indicaram que o maior benefício de receber uma comunicação em tempo real do seu fornecedor de serviços em campo é o fato de não “perder tempo esperando o técnico chegar”. Com mais pessoas trabalhando hoje do que nunca, isso demonstra por que a eficiência do tempo é a chave para a mensuração do serviço.

De um modo geral, as respostas dos consumidores entrevistados de todos os países apontaram que pontos como facilidade de agendamento de visita, tempo de espera de visita e preferência de escolha do intervalo de tempo, tem alta classificação entre os desejos e as expectativas dos consumidores.

Em todos os países, mais de 60% dos consumidores indicaram que um longo tempo de espera entre o agendamento do serviço e sua resolução resulta em uma má experiência para o cliente. Entre os entrevistados franceses, ter que esperar em casa por um longo tempo para receber um técnico foi apontado como a maior frustração de serviço ao cliente. Já os consumidores do Reino Unido tendem a experimentar os tempos de espera mais longos.

O ponto de vista dos fornecedores

Como esperado, “atender as crescentes expectativas dos clientes” foi o motivo apontado por todos os respondentes como o principal motor de comunicação com os clientes sobre o estado de suas reservas de serviços em campo. De fato, na Austrália, Europa e Reino Unido, esse condutor ficou muito acima de todas as outras razões e, apenas nos EUA, que o ponto “reduzir reclamações” foi classificado de forma semelhante.

Da mesma forma que os canais de comunicação dos consumidores variam de uma região para outra – EUA, Espanha, Itália e Alemanha, o método mais propício é a comunicação telefônica, embora os consumidores franceses estejam mais propensos a receber e-mail -, isso também acontece na maneira como os fornecedores se comunicam com seus clientes. Segundo a pesquisa, na Austrália e nos EUA, os fornecedores estão mais propensos a manter contato com os clientes via telefone, enquanto que no Reino Unido e na Europa, a comunicação por e-mail é mais utilizada.

Curiosamente, os indicadores de sucesso utilizados para medir o desempenho do serviço em campo diferiram entre as regiões de língua inglesa e as que não falam inglês. Os entrevistados nos EUA, Reino Unido e Austrália escolheram “tempo para concluir um trabalho” como a medida mais importante. No entanto, na França, Itália, Alemanha e Espanha, o “número de dias em um trabalho” foi considerado uma medida igualmente susceptível. Uma tendência semelhante revelou que a “satisfação do cliente / feedback” também foi classificada como um critério frequentemente utilizada para medir o sucesso nos EUA, Reino Unido e Austrália, embora menos por fornecedores com sede em países da Europa Continental.

Os principais problemas que os fornecedores enfrentam em relação à agenda de horários de seus profissionais de serviços são variados, mas incluem o equilíbrio e a otimização dos horários. Nos EUA, Reino Unido e Austrália, “o equilíbrio entre as agendas dos serviços em campo para melhor atender às demandas dos negócios e dos clientes” foi destacado como ponto-chave, mas na Europa Continental, a “otimização da agenda da equipe de serviço em campo” foi citada como o maior desafio.

Ao abordar questões de comunicação, as respostas dos entrevistados no Reino Unido diferiam das opiniões dadas pelos respondentes de outros países. “A comunicação com os clientes em tempo real” foi identificada como a maior questão por parte dos pesquisados no Reino Unido, embora “permitir que os clientes encontrem rapidamente e facilmente o status de sua ocorrência” foi classificada como a maior questão em toda a Europa (excluindo o Reino Unido), Austrália e EUA.

Razões para reclamações de clientes após uma visita de um técnico também variou por região. No Reino Unido, EUA e Austrália, a maioria dos entrevistados apontou “técnico está atrasado para uma visita ou não chegará” como a principal razão para a insatisfação do cliente, o que ecoou os sentimentos dos consumidores sobre o que torna uma visita domiciliar em uma experiência ruim.

Quando perguntados sobre as novas tecnologias, ‘comunicação automática entre máquinas e fornecedores utilizando Internet das Coisas (IoT)’ foram classificadas como a tendência mais provável de serviço em campo pelos fornecedores da Austrália, Reino Unido e EUA. Entre os fornecedores europeus, entretanto, o uso de tecnologias como “wearables e business intelligence (BI) para ajudar no planejamento/previsão dos negócios” foi considerada mais provável.

Principais Descobertas

Em contraste com a crescente demanda pelo serviço “Uberizado”, menos de 5% dos consumidores entrevistados relataram receber comunicações de um fornecedor de serviços em campo via canais “uberizados”, como mídias sociais, monitoramento de localização em tempo real no dispositivo móvel, reconhecimento de voz interativo (IVR) ou através do site dos fornecedores.

Em vez disso, a comunicação telefônica com um engenheiro de serviços de campo foi o método de comunicação de fato mais utilizado com os consumidores, 25% a 40% de todos os respondentes indicaram esta modalidade. Os consumidores na Itália (44%) e Alemanha (40%) eram mais susceptíveis a receber comunicações por telefone diretamente do seu técnico de serviço. Enquanto telefonemas da empresa fornecedora (através de um call center) foram a segunda forma mais comum de comunicação de serviço em campo, seguido de perto pelo e-mail.

Essas descobertas revelam que o serviço em campo realmente Uberizado ainda não está sendo fornecido pelos fornecedores em nenhum dos sete países pesquisados. Em vez disso, as organizações de serviços em campo continuam confiando em ferramentas tradicionais de comunicação.

A pesquisa realizada com os consumidores apontou ainda que a “facilidade de agendamento” foi o ponto mais valorizado por todos os respondentes, sendo mais evidente na Austrália (46%) e Itália (41%), e menos na Espanha (29%) e Reino Unido (28%). Já a “rapidez no agendamento” foi a segunda opção mais valorizada, especialmente na Espanha (27%), nos EUA (25%) e no Reino Unido (23%).

Em terceiro lugar, ficou a “escolha do horário das visitas”, que foi particularmente apreciada pelos respondentes da Espanha (23%) e Reino Unido (21%). Curiosamente, este tópico foi muito menos valorizado nos EUA (14%) e Austrália (12%).

A pesquisa analisou ainda como os fornecedores medem um serviço em campo bem sucedido em seus negócios, em um esforço para avaliar se isto está alinhado com o que os consumidores realmente valorizam em uma boa experiência de serviço prestado.

A maioria das empresas fornecedoras (61%) respondeu que a “satisfação do cliente” era a principal forma de medir o sucesso. Apesar disso, uma média de apenas 3% dos entrevistados indicaram que o “tempo de resposta” ou a “otimização da prestação de serviços” eram os critérios mais importantes. Isso mostra que, embora a satisfação do cliente seja um ponto importante no planejamento dos fornecedores de serviços em campo, as empresas estão ficando aquém quando se trata de entender como os critérios específicos do serviço relacionam-se com o que os clientes desejam e precisam está afetando a satisfação do cliente.

Questionados sobre as três principais tendências de serviço em campo que os consumidores esperam ver nos próximos cinco anos, a “comunicação direta e em tempo real” foi avaliada pela primeira vez por mais de um quarto dos consumidores em todos os países e, em geral, classificada como a expectativa número um. Em outras regiões, os respondentes dos EUA e do Reino Unido (35% e 37%, respectivamente) esperam que o “monitoramento em tempo real” dos técnicos proporcionaria a maior disruptura da indústria. Claramente, os clientes querem uma melhor visibilidade do seu serviço e das visitas de suporte, especialmente com a tecnologia agora existente para atender essa demanda.

De todas as novas tecnologias disponíveis, os wearables figuram nas três primeiras expectativas dos consumidores, em níveis mais elevados nos países europeus, como Alemanha (31%) e Itália (27%). Já os entrevistados nos EUA e Reino Unido preveem que esta seria a terceira tendência mais provável – correspondendo a 14% em cada um dos dois países.

Em comparação, os fornecedores indicam que a Internet das Coisas (IoT) será fundamental na próxima onda da tecnologia atribuída ao serviço em campo. A “comunicação automática entre máquinas/dispositivos e a utilização de IoT pelas empresas” foram classificadas como a tendência mais provável pelos fornecedores de três das quatro regiões.

Mais de metade dos pesquisados da Austrália (55%) e ligeiramente menos no Reino Unido (51%) e nos EUA (51%) esperam que a IoT seja utilizada no setor de serviços em campo nos próximos cinco anos.

Contudo, os fornecedores de toda a Europa Continental (42%) estavam menos seguros. Para as empresas europeias, a utilização de “wearables” (47%) é igualmente provável, assim como a “utilização de tecnologias de BI para ajudar no planejamento/previsão dos negócios” (43%).

É interessante notar que os fornecedores da Austrália (44%) estavam mais convencidos de que o “uso da inteligência artificial para melhorar a tomada de decisão no serviço em campo” será implementado dentro de cinco anos, do que os do Reino Unido (32%) ou dos EUA (34%).

Nos EUA, a segunda previsão mais alta para a adoção dos fornecedores de serviços em campo foi a “tecnologia de business intelligence (BI)” (40%), seguida de perto pelos wearables (49%). Em contrapartida, os fornecedores do Reino Unido sentem que a segunda maior adoção de tecnologia virá tanto do uso de dispositivos móveis (44%) quanto de dispositivos portáteis/inteligentes (44%).

Os fornecedores em geral não antecipam que a mídia social se tornará uma plataforma-chave a partir da qual eles se comunicarão diretamente com seus clientes, e esta foi, de fato, a seleção de menor classificação por todos os respondentes.

Destaques

– A “Uberização do Serviço” está impulsionando as expectativas dos clientes, mas as organizações de serviços em campo estão lutando para acompanhar a crescente demanda e ainda não conseguem cumprir este objetivo.

– As empresas de serviços em campo não podem mais esperar que os consumidores adaptem-se aos seus processos operacionais desatualizados – o jogo virou.

– As principais frustrações do consumidor referem-se à falta de comodidade e comunicação ineficaz, especialmente no que diz respeito a esperar muito tempo pela chegada do técnico após agendar uma visita e não saber quando o técnico vai chegar.

– A pressão está em fechar a lacuna entre as crescentes expectativas do consumidor e a incapacidade dos fornecedores de promover experiências consistentemente boas.

– Espera-se que o desenvolvimento tecnológico desempenhe o papel mais importante na melhoria da agilidade e da capacidade de resposta dos fornecedores nos próximos cinco anos.

– Apesar dos pedidos dos consumidores pelo rastreamento da localização dos técnicos em tempo real, os fornecedores em todo o mundo parecem ter dificuldade em driblar a resistência sindical e restrição legislativa de uma nova maneira que empresas como a Uber não tem.

Metodologia e Dados Demográficos

No final de 2016, a ClickSoftware contratou a agência de pesquisa, 3GEM, para conduzir suas pesquisas online independentes – uma focada nos clientes que utilizam serviços de engenharia em campo e outra direcionada aos fornecedores de serviços em campo.

O serviço em campo refere-se à prestação de serviços aos clientes em suas próprias instalações, como por exemplo, em casa, no local de trabalho ou em um local específico. As empresas provedoras de serviço em campo geralmente o entregam por meio de engenheiros de serviço treinados e técnicos que gerenciam a instalação, o serviço ou os reparos de sistemas ou equipamentos. Em alguns casos, isso também pode envolver a prestação de serviços especializados para as pessoas, como no segmento de serviços de saúde em casa.

Ambas as pesquisas foram realizadas por meio de dois questionários online independentes. Os entrevistados de sete países – Reino Unido, EUA, Austrália, França, Alemanha, Itália e Espanha – foram consultados para ambas as pesquisas, com uma amostra total de 2.100 respondentes para o inquérito ao consumidor e 600 respondentes para a investigação do fornecedor.

A amostra de consumidores incluía qualquer pessoa que alguma vez tivesse recebido uma visita de serviço em campo e, para a pesquisa do fornecedor, todos os entrevistados estavam atualmente empregados por uma empresa que presta serviços de visitas em campo. Os tamanhos das amostras por região foram os seguintes:

Para saber mais sobre os resultados da pesquisa da ClickSoftware, acesse o relatório completo aqui.

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Twitter tira nome de usuário de limite de caracteres em respostas

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Como parte das atualizações recentes para dar mais flexibilidade às conversas na plataforma, o Twitter anuncia nesta quinta-feira (30) que os nomes de perfis citados em Tweets de resposta deixarão de ser computados no limite de 140 caracteres por Tweet. Em vez de aparecer dentro do Tweet, o @nomedousuário que recebe a resposta agora virá acima do texto do Tweet.

A mudança atende a uma demanda dos próprios usuários do Twitter e foi baseada em pesquisas e testes feitos na plataforma, que apontaram um maior envolvimento das pessoas nas conversas com o novo recurso em funcionamento.

A novidade vale para a versão web do Twitter e os aplicativos para os sistemas Android e iOS. Para utilizar os novos recursos, é necessário ter a versão mais atualizada do app. Mais informações sobre Tweets de resposta aqui.

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Diretor da SulAmérica é eleito o executivo de TI do ano em seguros

O diretor de conteúdo e produtos da IT Mídia, Vitor Cavalcanti, e o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri

O diretor de conteúdo e produtos da IT Mídia, Vitor Cavalcanti, e o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri

O diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, foi eleito o executivo de TI de maior destaque em 2016 no mercado de seguros. Promovida pelo Grupo IT Mídia, em parceria com a consultoria Korn Ferry, a premiação tem como objetivo homenagear líderes da área de Tecnologia da Informação que tenham desenvolvido no ano anterior estratégias inovadoras nas empresas em que atuam. A cerimônia de entrega dos prêmios foi realizada na última terça-feira (28), em São Paulo.

“A SulAmérica tem investido continuamente em tecnologia para desenvolver serviços e formas de interação inovadores, sempre com foco em oferecer a melhor experiência aos nossos clientes e parceiros. É uma grande honra receber este reconhecimento pelo trabalho consistente que temos realizado”, comemora o executivo.

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MiX Telematics lança soluções inovadoras para o segmento de transporte urbano no Brasil

Com foco em empresas de transporte público em todo o país, a MiX Telematics (www.mixtelematics.com.br), líder global no fornecimento de informações de gestão de frotas, segurança do motorista e de soluções de rastreamento de veículos, mais uma vez inova e traz duas soluções para o mercado nacional.

Uma delas é o Sinótico Cittati, solução destinada a empresas de transporte urbano de passageiros. Após uma inovadora parceria com integração de dados, por meio das informações enviadas pela telemetria da MiX Telematics à Cittati, a solução calcula os tempos de viagem do veículo no cumprimento da linha, bem como o desempenho de condução do motorista, com a possibilidade inclusive de análise de média e redução de custos operacionais.

Assim, as empresas podem fazer a gestão das viagens realizadas pelos veículos de acordo com as tabelas de horários fornecidas pelos órgãos gestores locais, além de acompanhar a utilização da frota nos itinerários.

“A telemetria associada a um software de sinótico potencializa a gestão da frota de ônibus, pois o empresário terá controle da operação dos ônibus nas linhas, irá gerenciar o perfil de condução do motorista, para que a viagem seja realizada de forma que atenda o órgão gestor; seja segura para o usuário e economicamente viável do ponto de vista de consumo de combustível e conservação do patrimônio”, explica Bruno Santos, especialista em telemetria e gerente de vendas e marketing da MiX Telematics no Brasil.

MiX Monotriip

Outra novidade é o MiX Monotriip, voltado para empresas de transporte rodoviário de passageiros e fretamentos. Em conjunto com a solução de telemetria Premium, da MiX Telematics, os dados do veículo são captados, permitindo que todo o processo de leitura de bilhetes de embarque seja realizado via leitor de código de barras, bem como a leitura de RFID para ônibus fretados.

A solução foi desenvolvida para o ambiente automotivo, ou seja, com robustez, qualidade de coleta de dados e garantia de alta performance durante a utilização. Atende na totalidade os requisitos solicitados pela ANTT, proporciona ao empresário controlar a jornada de trabalho do motorista, paradas, monitoramento da condução e o consumo de combustível.

Como benefício, o empresário garante que a viagem seja segura para o usuário e economicamente viável do ponto de vista de consumo de combustível e conservação do patrimônio.

“Quando pensamos no empresário de ônibus, imaginamos seu alto custo para oferecer o serviço. Por isso, o nosso objetivo é levar a ele uma solução unificada, que possa atender às demandas da contratante e fazer com que a empresa de ônibus cumpra seus objetivos com o menor custo possível”, finaliza Bruno.

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O Brasil que nós queremos: unidos pelo fim do contrabando

A Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em conjunto com mais de 70 entidades empresariais e organizações da sociedade civil afetadas pelas práticas ilegais do contrabando, lançam a campanha nacional “O Brasil que nós queremos”, em parceria com o Governo Federal.

Para celebrar a união de forças na construção de um novo país, com mais empregos, renda, arrecadação e, focado no combate ao mercado ilegal, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, assinou protocolo de intenções inédito com as principais medidas e ações que de fato fiscalizem e coíbam o contrabando, incentivando nossas indústrias a voltar a produzir e o comércio a vender.

Em 2016, essa atividade criminosa gerou perdas para o país da ordem de R$ 130 bilhões, valor somado às perdas de setores produtivos – tabaco, vestuário, combustíveis, cosméticos, medicamentos, entre outros – e sonegação de impostos, segundo levantamento do FNCP. O contrabando de armas, drogas e cigarros ilegais tem fomentado o crescimento das atividades criminosas e a violência em todo território nacional.

O aumento do contrabando tem acontecido por uma combinação de fatores: aumento de impostos, crise econômica e fragilidade das fronteiras. Atacar o contrabando é uma medida extremamente efetiva para a recuperação econômica e colabora duramente para o fim do tráfico e do crime nas cidades.

“Vamos trabalhar junto com o Governo Federal para combater o contrabando de produtos e serviços que tanto afeta e traz prejuízos para todo país. A violência que está na rua e que nos amedronta é financiada por esses crimes. Lutar contra isso é lutar a favor da vida e da dignidade do cidadão brasileiro, da concretização de uma realidade almejada por todos, de respeito aos direitos e do combate às ações criminosas”, afirma Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e coordenador do Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro.

“O Brasil que nos queremos é o país da ordem e do progresso, que gera riquezas, empregos e desenvolvimento para todos os brasileiros. Chegou a hora de unir forças em busca de soluções para desenharmos um novo país, onde a decência, a paz, a garra e a realização sejam protagonistas”, pontua o deputado Efraim Filho, presidente da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação

Também como parte das atividades, o Movimento e a Frente Parlamentar apresentam, pela primeira vez em Brasília, a miniexposição denominada de ‘Cidade do Contrabando’, que simula todas as benfeitorias possíveis se o contrabando e o comércio de produtos ilegais fossem extintos e o dinheiro investido para a construção do Brasil que nós queremos. Com o montante de R$ 130 bilhões seria possível construir mais de mil hospitais, ou 65 mil creches, ou 1,36 milhão de casa populares ou ainda 25 mil escolas públicas. A “Cidade do Contrabando” ficará exposta no Congresso Nacional até o dia 31 de março.

Mobilização nacional – Além disso, está sendo realizado um mutirão de destruição de produtos contrabandeados apreendidos pela Receita Federal, que trazem graves riscos para a saúde e segurança dos brasileiros, em São Paulo e em Foz do Iguaçu. Mais de 12 toneladas de cigarros devem ser destruídas ao longo do dia.

Segundo levantamento da Receita Federal, mais de 65% das mercadorias contrabandeadas que entram no país são cigarros. Em 2016, o volume de cigarros ilegais atingiu 31,521 bilhões de unidades. Além do abandono das fronteiras, a disparidade tributária entre o Brasil e o Paraguai é um dos principais estímulos ao contrabando.

A capital paulista também recebeu a exposição de uma pilha gigante com produtos contrabandeados, mostrando o quanto as mercadorias ilegais entram livremente pelas fronteiras brasileiras. “Atualmente, mais de 55% dos pontos de venda formais estão contaminados com cigarros ilegais e 72% dos estabelecimentos vendem o produto abaixo do preço mínimo estabelecido por lei”, pontua Rodolpho Ramazzini, presidente da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF).

Ainda em Foz do Iguaçu, o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), entidade membro do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, antecipou dados do estudo que comprova que o combate ao contrabando de cigarros, setor mais afetado pelo problema, pode aumentar a arrecadação de IPI. “Dados preliminares do estudo já nos mostram que se o governo federal combater o mercado ilegal de cigarros é possível aumentar a arrecadação em até 35%, o que permitiria mais de R$ 2 bilhões de incremento na arrecadação anual”, afirma Luciano Barros, presidente do Idesf.

Protocolo de cooperação – Entre os objetivos prioritários contidos no termo assinado, destacam-se:

– Dar apoio técnico e operacional à execução do Plano Nacional de Fronteiras, com especial atenção às ações econômico-sociais e de fiscalização da fronteira entre Brasil e Paraguai;

– Implementar continuamente ações de inteligência e repressão no combate ao contrabando/ descaminho;

– Identificar recursos financeiros (orçamentários e/ou de fundos) para investimento em recursos humanos e tecnológicos;

– Promover a discussão no campo legislativo de medidas que possam facilitar a execução do Plano Nacional de Fronteiras, fornecendo condições para a atuação das entidades responsáveis e combate à criminalidade;

– Criar grupos de trabalho integrando a sociedade civil, Parlamento, Executivo e Judiciário com suporte técnico-acadêmico para sugestão de medidas que gerem resultados efetivos;

– Fomentar o debate com países vizinhos e construir uma agenda positiva para redução imediata da ilegalidade;

– Sensibilizar a sociedade sobre os impactos da ilegalidade com o objetivo de gerar mudança de comportamento em prol do desenvolvimento do país.

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Lollapalooza, choque de gerações e transformação digital

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No final de semana, vi de perto como um mundo novo transforma hábitos, gostos musicais e, principalmente, o consumo baseado em tecnologia nos dois dias do Lollapalooza em São Paulo.

Primeiro, este pai, quase beirando os 50, foi apresentado pela filha adolescente para aquilo que costumo chamar de música de mano, batidas repetidas da febre eletrônica e também fenômenos do palco como o canadense The Weeknd.

Durante os dois dias de shows no Autódromo de Interlagos, convivi com a impressão de que eu e a maioria dos presentes não vínhamos do mesmo planeta(ou, pelo menos, não seguíamos a moda de um mesmo universo).

Mas o que agradou a todos e motivou este artigo, independente de idade e estilo, foi o bom uso da tecnologia no evento. A edição deste ano contou com a Lolla Cashless, uma pulseira com tecnologia RFID, que serviu para identificação e ingresso do público e que também podia ser carregada com dinheiro para consumo de comida e bebida. Os créditos podiam ser colocados nos caixas do evento, ou previamente, pela internet, com autorização de faturamento pelo cartão de crédito. Funcionou muito bem. Bastava aproximar a pulseira dos dispositivos de pagamento para efetuar as transações, com direito a avisos sobre os gastos via e-mail e possibilidade de bloqueio via internet. A novidade ajudou muito e foi usada com tanta naturalidade que nem parecia algo inédito.

O Lollapalooza me pareceu um evento muito bem organizado. Sabe agradar o público alvo, mas também os jurássicos pais e eternos fãs de boa música, que honraram nossa geração lotando o show do sempre bom rock pesado do Metallica.

Mas faltou algo importante: internet de qualidade. O sinal das operadoras capengava o tempo todo e não teve wi-fi para os quase 200 mil presentes nos dois dias de Lollapalooza. Foi como fazer uma viagem em uma nave moderna rumo a um passado em que você não conseguia se conectar com todos a todo momento. Foge da realidade dos mais novos e dos mais velhos também.

Boa música para todos os gostos e tecnologia de ponta sempre vão ser ingredientes certos para o sucesso de um grande evento. Fora isso, como bem cantou James Hetfield, “nothing else matters”.

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Tecnologia de reconhecimento facial da NEC ficou em primeiro lugar em teste de vídeo do NIST

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A tecnologia de reconhecimento facial da NEC obteve a mais alta avaliação de desempenho no recente teste de avaliação de face em vídeo (Face in Video Evaluation – FIVE, * 1), realizado pelo NIST (* 2) (U.S. National Institute of Standards and Technology). Os resultados foram divulgados por meio do relatório do NIST “Interagency Report 8173: Face In Video Evaluation (FIVE) Face Recognition of Non-Cooperative Subjects”.

A tecnologia de reconhecimento facial da NEC obteve o primeiro lugar pela quarta vez consecutiva: Incialmente no Grande Desafio Biométrico Múltiplo em 2009 (MBGC 2009); Avaliação de Biometria Múltipla 2010-2011 (MBE 2010-2011) e, finalmente, o Teste de Fornecedor de Reconhecimento de Face (FRVT 2013).

A tecnologia de reconhecimento facial em vídeo identifica os rostos em movimento, em tempo real, enquanto andam naturalmente, sem parar na frente de uma câmera. Os benefícios da análise de vídeo de alta velocidade permitida por esta tecnologia incluem a prevenção de possíveis incidentes, por meio da detecção de pessoas suspeitas e o reconhecimento de indivíduos nos portões de instalações críticas.

O uso de imagens de vídeo de câmeras padrão para reconhecimento facial requer técnicas altamente avançadas em comparação com as utilizadas para imagens estáticas. Isso ocorre porque as imagens são muito influenciadas pelas condições ambientais, como a localização da câmera, a qualidade da imagem, a iluminação e o tamanho do objeto, além do comportamento de um sujeito, incluindo a velocidade de caminhada, a direção do rosto e a linha de visão.

Para a obtenção de um reconhecimento facial confiável a partir de uma imagem de vídeo, a NEC desenvolveu uma tecnologia de extração de pontos que permite o reconhecimento de faces ao ponto de um indivíduo poder ser identificado com alta precisão dentro de um grupo, mesmo que seu rosto esteja parcialmente escondido ou as imagens tenham sido tomadas de ângulos diferentes. A tecnologia de reconhecimento facial da NEC também utiliza tecnologias de deep learning (aprendizagem profunda) para identificação de faces, a fim de aumentar a precisão ao ponto de um indivíduo poder ser identificado por uma imagem de baixa resolução capturada por uma câmera distante.

“É uma grande honra que a nossa tecnologia de reconhecimento facial tenha sido reconhecida pelo NIST, pela quarta vez consecutiva, em primeiro lugar no mercado”, diz Masakazu Yamashina, vice-presidente sênior da NEC Corporation. “Vamos expandir o negócio global, oferecendo soluções biométricas inovadoras, como o sistema de reconhecimento facial em vídeo, em uma ampla gama de campos, incluindo segurança, transporte, finanças e varejo”, afirma.

Exemplos de avaliação do teste NIST FIVE:

• Gestão de entradas e saídas de passageiros em portões de aeroportos

Os testes foram conduzidos para reconhecer um indivíduo que esteja andando, sem parar, em uma área onde não sabe que existe uma câmera. A tecnologia de reconhecimento facial da NEC ganhou o primeiro lugar com uma precisão correspondente a 99,2%. O percentual de erro de 0,8% é inferior a um quarto do verificado do segundo lugar.

• Detecção de pessoas suspeitas em um estádio coberto

Os testes foram conduzidos a partir das imagens de uma pessoa situada longe da câmara, cujo rosto muda de direção com frequência. A tecnologia de reconhecimento facial da NEC ganhou o primeiro lugar, tendo apresentado uma taxa de erro que representa a metade da registrada pelo segundo lugar.

Durante quase 30 anos, a NEC vem desenvolvendo tecnologia de reconhecimento facial, definindo-a como uma das tecnologias-chave para ajudar a alcançar uma sociedade mais segura. A ferramenta já foi implementada em mais de 100 sistemas, em 40 países em todo o mundo. A NEC continuará a desenvolver soluções que alavanquem o sistema de reconhecimento facial como parte de seu portfólio de tecnologias de Inteligência Artificial (IA) “NEC the Wise” (* 3), e oferecer soluções para uma ampla variedade de campos, incluindo infraestrutura social e instalações do setor privado.

(* 1) https://www.nist.gov/programs-projects/face-video-evaluation-five
(* 2) Os resultados mostrados pelo Face In Video Evaluation (FIVE), o Multiple Biometric Grand Challenge (MBGC), a Multiple Biometric Evaluation (MBE) e o Face Recognition Vendor Test (FRVT) não constituem endosso de nenhum produto específico pelo governo dos EUA.
(* 3) http://www.nec.com/en/global/rd/crl/ai/index.html

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Assistentes virtuais alavancam vendas em campanhas mobile para PMEs

Ferramenta vai otimizar tempo de retorno ao cliente a preço acessível; estima-se que 73% dos clientes preferem entrar em contato com uma empresa por meio de um chat inteligente

O atendimento automatizado já é tendência no mundo digital e não para de crescer. Estima-se que 390 milhões de pessoas se relacionam todos os dias com robôs e assistentes virtuais, de acordo com levantamento da consultoria americana Tractica. A tecnologia tem ajudado também os empreendedores a vender mais e a fidelizar seu público. Estima-se que 73% dos clientes preferem entrar em contato com uma empresa por meio de um chat inteligente, segundo pesquisa da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Criado pela Louyt (www.louyt.com) – empresa europeia que disponibiliza tecnologia de soluções em mobile marketing para mais de 24 países – os assistentes virtuais personalizados chegarão ao Brasil como uma das soluções para os empreendedores alavancarem suas vendas via smartphones.

Mais conhecido como chatbot – sistema computadorizado que simula o jeito humano nas conversações – a ferramenta possibilitará também novos fluxos de trabalho, eficiência operacional, melhora no atendimento, bem como otimização de tempo de retorno ao cliente.

A inteligência artificial contará com um banco ilimitado de respostas e poderá se adaptar a identidade visual da marca do cliente, trazendo assim um atendimento personalizado e, consequentemente, um ganho no número de vendas das empresas. “Nosso chatbot poderá ser acessado de maneira simples, rápida e fácil por meio da nossa plataforma ADA. Ele terá reconhecimento de voz masculina ou feminina, e será acessível para as pequenas e médias empresas – investimento que não era possível até então devido ao alto custo”, explica Alessandro Ribas, CEO da marca. Ainda segundo Ribas, outra vantagem de se usar assistentes virtuais é poder diminuir os custos de atendimento, sem depender de pessoas online 24 horas por dia.

Plataforma ADA

A Plataforma ADA é um conjunto completo de produtos de mobile marketing integrados para gerar o engajamento do cliente final. Ela foi projetada para que o usuário tenha um relacionamento forte e duradouro com seus clientes, permitindo que haja maior criatividade em seu manuseio e rapidez em suas publicações. Com ADA é possível criar, distribuir e mensurar soluções mobile para qualquer tipo de negócio. O chatbot estará disponível na ferramenta com valores a partir de R$ 800,00 por mês.

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Mondelez International desenvolve estratégia global de eCommerce

Presença em diversos canais de venda. Este é um dos objetivos da Mondelez International, detentora de marcas como Lacta, Trident e Oreo. Para tanto, são necessários constantes estudos de mercado e das novidades em tecnologia e distribuição. Neste sentido, a companhia identificou que o ambiente digital é um dos canais pouco explorados por seu segmento, porém, de grande relevância e alcance. Com a proposta de vender seus produtos em todos os lugares em que as pessoas compram e se tornar líder global no eCommerce de snacks até 2020, definiu-se uma estratégia para expandir sua presença, aumentar o ticket médio e faturar, globalmente, ao menos um bilhão de dólares nos próximos três anos pelo canal.

No Brasil, a população já prefere, por exemplo, comprar eletroeletrônicos e roupas pela internet. No caso de alimentos, a demanda ainda é baixa, porém a procura aumenta a cada dia. Desde 2015, a Mondelez Brasil atua em parceria com varejistas para potencializar sua presença no eCommerce. Este ano, porém, a companhia decidiu investir também em seu próprio canal e, pela primeira vez, irá vender diretamente para o consumidor por meio da Loja Lacta Oficial no período de Páscoa. Além de oferecer mais um canal de compras dos ovos, o consumidor poderá adquirir kits com descontos ou mesmo montar suas próprias combinações.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen ano passado, 62% das pessoas verificam alimentos na loja física e depois buscam na Internet a opção mais barata. Dentre os muitos desafios, a companhia tem como principal o de levar a experiência do consumidor no ponto de venda, para o ambiente digital. “Precisamos estar onde o consumidor prefere comprar e, hoje, o ambiente digital é um deles. Além disso, já estruturamos o canal para mobile, uma vez que grande parte da população realiza suas compras pelo celular” explica Maria Clara Batalha – Gerente de eCommerce da Mondelez Brasil.

A Mondelez International tem realizado diversas pesquisas e cruzado informações do desempenho dos seus produtos em lojas físicas, com dados adquiridos pelas redes sociais e de varejistas online. Com isto, é possível definir a dinâmica, o layout e os produtos a serem oferecidos no eCommerce. Os profissionais envolvidos no projeto utilizaram toda a expertise que a companhia possui em posicionar, adequadamente, os itens nas gôndolas nos pontos físicos e levaram para o universo online. “A loja online irá conter todas as informações para que o consumidor encontre o que busca de maneira rápida e fácil. Através da criação de hero images, descrições completas e posicionamento dos produtos nas categorias adequadas, o consumidor terá a experiência de compra próxima a de uma loja física”, acrescenta Maria Clara.

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