Archive março 2017

Startup ajuda na busca por passagens mais baratas e de última hora

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (ABEAR), em 2016, os voos internacionais saíram em média com 16% dos assentos ociosos. Essa porcentagem para os voos nacionais sobe para quase 20%, o que significa perda de receita para as companhias.

Por outro lado, muitos viajantes que pensam em viajar de última hora, acabam optando por ônibus ou carro, ou até mesmo desistem da viagem, pelo alto preço das passagens aéreas. É o caso, principalmente, de pessoas que não residem na sua cidade natal e de mochileiros que buscam novos destinos.

Nesse cenário, os empreendedores Maria Alice Maia, Aline Delouya e Lucas Motta criaram a startup NaHora.com, cujo objetivo é oferecer passagens aéreas com até 50% de desconto para viagens com menos de 15 dias de antecedência.

A tentativa inicial de Alice (CEO e fundadora) ocorreu em 2010, ganhando inclusive o Prêmio Santander de Empreendedorismo. No entanto, a realidade do mercado naquele momento não possibilitava a viabilidade do negócio. A ideia foi retomada após Alice, Aline e Lucas se encontrarem e descobrirem que todos compartilhavam da mesma paixão por viagens. O projeto foi o vencedor do Demo Day do 18º Programa de Aceleração da Startup Farm, em 2016 e do Prêmio Tech em Sampa Mulher Empreendedora em janeiro de 2017.

A empresa começou a operar em novembro passado e acumulou um crescimento de 2000 no “boca a boca”. Atualmente, o número de usuários dobra a cada semana e isso acontece pela transparência no processo de compra: após solicitar um orçamento através do site, o usuário recebe um e-mail com os horários disponíveis e preços, com todas as taxas já incluídas, dessa maneira, não existe surpresa na hora de pagar a reserva. “Importante dizer, que a ideia não é concorrer com as companhias aéreas, por isso, a marca da empresa só é revelada após a confirmação da compra” afirma Maria Alice Maia.

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5 razões para não temer a migração para nuvem – Por Lisandro Sciutto

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Nuvem, big data e internet das coisas. O que essas tecnologias têm em comum? A raiz na conectividade. Juntas, elas têm o potencial de permitir que a transformação digital na indústria se torne uma realidade. Mas, para isso, a tecnologia precisa ser compreendida como o motor de toda essa transformação. E, para que a indústria se torne inteligente e, as fábricas se beneficiem da agilidade, é preciso perder o medo da nuvem.

Hoje, a complexidade dos processos na indústria impedem que os gestores tenham a visão completa do todo, mas a nuvem e suas aplicações podem mudar essa realidade. No entanto, é preciso confiar na tecnologia e entendê-la como parte da história. Assim como a invenção da energia elétrica, semicondutores, micro processadores e da própria internet, a nuvem chegou para ficar. E, da mesma forma que o conceito de cabear cidades com energia elétrica demorou, mas se popularizou na maioria das cidades, a computação em nuvem também terá o seu momento. Afinal, a demanda por agilidade pode fazer até os mais céticos acreditarem na sua relevância.

Uma pesquisa da IDC afirma que a nuvem, mobilidade e big data alavancarão os investimentos em TI nas áreas de finanças e manufatura. E de acordo com a consultoria, a estimativa é que em menos de quatro anos os investimentos em nuvem alcancem a marca de US$ 2,7 trilhões. Por isso, o setor industrial deve estar atento aos mais recentes desenvolvimentos em nuvem, pois a adoção destas tecnologias já está mudando o dia a dia dos negócios, aumentando a produtividade, e minimizando erros – principalmente no setor de manufatura.

Veja as cinco principais razões para perder o medo da nuvem:

– Estratégia digital: ao iniciar uma jornada digital, as soluções em nuvem se tornam necessárias, pois são capazes de fazer análises preditivas, rastrear dados, conectar coisas por meio de sensores e da própria internet. Além da capacidade de armazenamento, flexibilidade na arquitetura e tempo rápido de implementação.

– Visibibilidade do Supply Chain: para se manter competitivo no mercado global, o segmento industrial precisará olhar para além das suas paredes. A nuvem é estratégica ao ajudar empresas do setor a criar uma rede inteligente de suprimentos e integrá-las com fornecedores, parceiros e empreendedores, e a visibilidade dessa cadeia se torna prática e fácil de gerenciar.

– Experiência de uso: as soluções em nuvem são continuamente atualizadas, e a experiência do usuário é, na maioria das vezes, levada em consideração pelo provedor.

– Baixo custo: em modelo de assinatura, a nuvem tem baixo custo total de propriedade, e se torna atrativa para empresas que querem migrar e modernizar investindo pouco.

– Habilidades: os fabricantes de hoje esbarram no recrutamento e retenção de profissionais com habilidades técnicas de TI. Mas ao deixar um provedor de cloud gerir hardware, back ups, servidores e atualizações, a equipe de tecnologia pode para focar em processos mais críticos e estratégicos.

Lisandro Sciutto, diretor de produtos da Infor LATAM, fornecedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem.

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Produto de startup brasileira desperta o desejo por ambientes inteligentes

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Os ambientes conectados estão ganhando cada vez mais espaço no mundo. Um estudo publicado pela Accenture, intitulado The Connected Home, indicou uma participação do setor de $285 bilhões na economia mundial em 2015. É crescente o número de consumidores nos Estados Unidos, líder do segmento, mas no contexto brasileiro a grande barreira ainda são os valores das soluções, a maioria delas importadas. A partir do conceito de internet das coisas, a Beyond Domotics, uma premiada startup brasileira, desenvolveu produtos e patentes que tornam essa tecnologia mais acessível e descomplicada.

Geralmente, as soluções para automação residencial são oriundas da automação industrial, exigindo grandes reformas, mão-de-obra especializada e muito tempo para a conclusão. O resultado acaba sendo um preço elevado e não compatível com a realidade brasileira. Com o objetivo de desenvolver uma solução para resolver esses problemas de forma prática, simples e acessível, em 2014 um grupo de amigos e ex-colegas de faculdade se uniram para iniciar o negócio.

A Beyond Domotics desenvolveu interruptores inteligentes que, após se conectarem na rede Wi-Fi, disponibilizam o acesso aos seus comandos em uma nuvem de dados online. O usuário controla pelo aplicativo todos os ambientes em que os produtos estão instalados. “Ter um smartphone com acesso à internet é o que o usuário necessita para tornar sua casa mais inteligente através da nossa tecnologia”, comenta Felipe Delvan, engenheiro eletricista e sócio fundador da empresa. Os produtos substituem os interruptores e tomadas convencionais, sem necessitar de uma central eletrônica, para seu funcionamento, pois possuem uma rede própria de comunicação sem fio, o que possibilita seu funcionamento mesmo durante as instabilidades do serviço de internet. A partir de um dispositivo, sem quebrar paredes, torna-se possível controlar a iluminação e os equipamentos eletrônicos, comandados por controle remoto, no ambiente. Esse tipo de instalação é inovador e um dos grandes diferenciais da solução, sendo o mais rápido disponível no mercado.

O lançamento dos produtos aconteceu no segundo semestre de 2016, durante a Construsul, segunda maior feira brasileira de negócios no segmento da construção civil, a qual foi realizada na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Segundo o empresário, o grande desafio é alcançar os segmentos de públicos que ainda não pensam em adquirir a tecnologia: “As pessoas ainda pensam em automação como algo futurístico, que só existe no cinema, ou que não possuem condições financeiras para ter a tecnologia, por isso nós viemos para mudar essa realidade”.

No início deste ano, a empresa ampliou a oferta de produtos para plataforma online. Já disponíveis por revendas autorizadas desde o lançamento, a venda está sendo realizada também por e-commerce, em loja virtual própria. O objetivo é facilitar o acesso à tecnologia, que atualmente é comercializada somente por integradores e empresas que realizam projetos customizados para a casa toda.

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O conceito de Digital Workplace pode levar a uma jornada de trabalho mais curta?

Dias de trabalho mais curtos dificilmente acontecem na rotina corporativa. Pelo contrário: é comum que o dia a dia das empresas se transforme em um modelo de “sempre disponível”, em que seus funcionários ficam “de plantão”, podendo ser contatados a qualquer momento por meio de smartphones e laptops, independentemente do horário de trabalho oficial. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup feita em 2014 nos Estados Unidos, a média semanal é de 47 horas trabalhadas. Ainda assim, um alto número de horas trabalhadas não está relacionado à alta produtividade. Na verdade, percebeu-se um claro declínio de produtividade à medida que aumentou o número de horas trabalhadas.

Então, um dia de trabalho mais curto seria uma inovação na vida empresarial. Mas será que um número menor de horas trabalhadas poderia manter os negócios tão produtivos quanto as 40 ou mais horas semanais padrão? Isso poderia levar a uma inovação nos modelos de negócio? E será que esta inovação não pode ser alavancada pelo conceito de digital workplace, ou seja, uma maior mobilidade e trabalhos realizados remotamente? E será que estes smartphones e laptops pessoais, até então responsáveis por colaboradores ligados 24 horas em seus trabalhos, não permitiriam justamente uma jornada de trabalho mais curta?

Fomentando a inovação para otimizar a produtividade

A BroadSoft acredita que sim. A companhia é líder mundial em serviços de comunicações unificadas na nuvem, tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo e acredita na expansão da comunicação unificada mundialmente e no território nacional. Esta ‘comunicação unificada’ representa perfeitamente o conceito de digital workplace, mobilidade e trabalhos remotos.

A empresa oferece soluções de Comunicações Unificadas na Nuvem (UCaaS) para o segmento corporativo. Por meio de um único aplicativo instalado no PC e no celular, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e vídeo conferencia, compartilhamento de arquivos e de tela etc).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho “tocando” no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e vídeo conferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Colaboradores no Brasil da BroadSoft, cuja sede fica em Washington, DC (EUA) trabalham em sistema remoto, comprovando a eficácia da solução.

E como anda o Digital Workplace no Brasil?

A adesão das empresas aqui no Brasil à prática do home office está progredindo. É o que mostrou uma pesquisa divulgada neste ano, realizada pela SAP Consultoria RH. O estudo ouviu mais de 300 companhias de diferentes segmentos, entre setembro de 2015 e março deste ano e apontou que 37% das corporações do país já permitem que os funcionários trabalhem de casa. O número é maior do que o registrado em 2014, quando a primeira edição do levantamento foi realizada.

A pesquisa apresentou três movimentos distintos de crescimento da prática em comparação ao estudo de 2014:

50% de aumento no número de empresas que estão implantando a prática;

15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação da prática;

28% de aumento na formalização da prática.

Basicamente, o digital workplace permite maior economia para a empresa e menos desgaste ao colaborador, que não precisará se preocupar com deslocamentos de trânsito – problema das grandes metrópoles mundiais. Paralelamente, por meio da inovação, pode propiciar maior produtividade à companhia e encurtar a jornada de trabalho do colaborador.

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Livelo tem Netshoes como novo parceiro

A Livelo, programa de fidelidade criado por Bradesco e Banco do Brasil, segue expandindo seu portfólio de recompensas, e anuncia hoje uma parceria estratégica com o Grupo Netshoes. Entre os benefícios, clientes Livelo poderão trocar seus pontos por itens esportivos e de moda por meio de um dos maiores e-commerces do setor, que contempla mais de 300 marcas esportivas de todo o mundo, além de mais de 80 mil produtos de diversas marcas nacionais e internacionais.

“O brasileiro tem bastante interesse por atividades esportivas. A possibilidade de uso dos pontos Livelo para a aquisição desse tipo de produto é, sem dúvida, algo valioso para nossos clientes, que atualmente contam com uma plataforma completa, com ampla variedade de produtos e serviços”, destaca Alexandre Moshe, diretor-executivo da Livelo.

Para a Netshoes, a parceria mostra semelhanças entre as empresas e entrega um benefício importante para clientes da Livelo. “Para nós, do Grupo Netshoes, firmar essa parceria e ampliar os benefícios exclusivos oferecidos aos clientes Livelo, que agora passam a contar com milhares de opções de artigos esportivos, vai ao encontro com o nosso propósito. Essa ação reflete o cuidado da Livelo com seus clientes, que é também muito similar ao cuidado com o nosso consumidor: oferecer as melhores soluções para todos os momentos do dia e incentivar a prática do esporte”, afirma Marcelo Chammas, diretor de B2B do Grupo Netshoes.

Com mais este segmento de atuação, a Livelo oferece a seus clientes, um catálogo cada vez mais completo e abrangente, com mais de 500 mil opções de resgate entre produtos e serviços. Dentro da Livelo, o cliente tem a liberdade de escolha suas recompensas: são pacotes completos de viagem, com reserva de hotéis e aluguel de carro utilizando pontos, passagens aéreas nacionais e internacionais por mais de 750 companhias de todo o mundo, além da possibilidade de transferência de pontos para os principais programas de fidelidade do Brasil.

Na Livelo, os clientes ainda contam com o Clube Livelo, que oferece aos assinantes promoções diferenciadas, maiores descontos e acúmulo de pontos que não expiram.

Como utilizar

Para trocar pontos por recompensas na plataforma Livelo, os participantes dos programas Bradesco Fidelidade e/ou Ponto pra Você, do Banco do Brasil, devem acessar o site: www.livelo.com.br.

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IBGC reelege Emilio Carazzai como presidente do conselho de administração

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) anunciou hoje a reeleição de Emilio Carazzai, por mais um ano, como presidente de seu conselho de administração. A escolha do chairman foi feita pelo colegiado, logo após a Assembleia Geral Ordinária.

Na Assembleia, foram escolhidos três novos nomes para o conselho, que hoje é formado por nove integrantes. São elas: Vicky Bloch (consultora e colunista do Valor Econômico), Doris Wilhelm (consultora de governança corporativa do Fernandes, Figueiredo, Françoso e Petros Advogados) e Monika Conrads (presidente do conselho de administração da Duas Rodas). Doris foi reeleita hoje para mais um mandato como conselheira do IBGC.

A abertura do evento contou com a presença do embaixador Rubens Antonio Barbosa, consultor de negócios, presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior e da Associação Brasileira da Indústria de Trigo. Foi também embaixador do Brasil em Washington e Londres. Durante sua palestra, ele afirmou que “o Brasil não é uma ilha. Os brasileiros têm que encontrar seu lugar no mundo.”

A cada ano, por meio da Assembleia Geral Ordinária, o conselho de administração do IBGC renova um terço de seus membros – cujo mandato é de até três anos -, e que, por sua vez, é responsável pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do Instituto. O objetivo é dar mais estabilidade à manutenção de conhecimento dentro do órgão, bem como promover a renovação constante e paulatina dos membros.

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GAD cria B3 – Brasil Bolsa Balcão

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“Simplificar para potencializar”. Este é o conceito da nova marca criada pelo GAD, uma das mais importantes consultorias de Branding e Design do País, para a nova companhia, resultante da fusão entre BM&FBOVESPA e Cetip, depois da aprovação dos órgãos regulatórios, na semana passada.

A marca B3 – Brasil, Bolsa, Balcão representa graficamente a nova companhia, a partir do entendimento de que potencializar o Brasil e potencializar o mercado, através da Bolsa (um expoente da economia), e dos negócios de Balcão (expertise da Cetip), é o seu maior valor.

A letra B, de Brasil, de Bolsa e de Balcão, entre colchetes e elevada à terceira potência é a síntese do conceito de simplificação e entendimento visual.

O conceito de Naming da companhia é uma proposta ousada e a simplificação foi radical: reduziu o que seria uma sequência de nomes de empresas a uma letra, trabalhada como uma fórmula.

“Esta marca é uma equação. Ela já nasce com um símbolo que as pessoas entendem. Desenvolvemos o conceito de que o maior valor desta companhia ou deste negócio é potencializar o mercado”, diz Luciano Deos, presidente do GAD.

A cor escolhida para a nova marca foi o azul, uma cor sólida, mais confiável e que denota estabilidade. É uma cor bastante corporativa e representa o Brasil, que tem uma associação natural com o tom.

Também foi criado um “manifesto” para marca, instrumento usado pelo GAD para desenvolver a estratégia e o posicionamento da nova empresa. O texto é como uma autodeclaração emocional, da marca falando dela mesma, do segmento em que atua e da visão deste mercado.

O GAD, que além do Branding, compreendendo Estratégia, Naming e Identidade, também é responsável por todo Roll-out de implantação e pelas campanhas de lançamento, interna (para funcionários) e externa, desenvolveu o projeto a quatro mãos com a equipe de comunicação da B3, envolvendo várias equipes multidisciplinares, ao longo dos últimos 10 meses.

“Penso que temos aqui uma evolução, ou, quem sabe, uma inovação na abordagem e no desenvolvimento deste projeto, pois tradicionalmente o mesmo seria feito por uma consultoria de branding e por uma agência de propaganda. Vemos isto como uma evolução do mercado e dos clientes, talvez numa busca por maior consistência e coerência com o tema das marcas. E também como afirmação da nossa crença e modelo de negócio, que é de trabalhar as marcas em todas as suas dimensões, da estratégia à ativação”, reforça Luciano Deos.

Campanha de lançamento

O conceito da nova campanha está estruturado em cima de “Combinações”. Os filmes para TV, com 30’ e 60’, reforçam a estratégia de fusão das duas empresas, destacando outras “combinações importantes”, como o de duas pessoas para gerar uma nova vida, do oxigênio e hidrogênio para criar água, entre outras.

Também para enfatizar o conceito de combinação das duas empresas, uma ação diferenciada e inédita foi desenvolvida para o dia 30 de março. Os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo foram entregues juntos, para os assinantes de ambos (cerca de 170 mil), dentro de um envelope azul com logotipo da marca B3 e a frase ”Dois jornais juntos potencializam ainda mais a informação. Duas empresas também”.

“Toda a potência do mercado” é o posicionamento da marca, usado como assinatura de comunicação. O slogan está em todas as peças que compõem um plano de mídia robusto, que contempla os cem primeiros dias do lançamento, com foco nas duas primeiras semanas.

São dois momentos da campanha: o primeiro faz a apresentação da marca; na sequência, a comunicação destacará os benefícios da combinação das duas empresas.

A ação de comunicação deve se concentrar em veículos especializados em Economia e Negócios, com inserções também na mídia geral, além de TV por assinatura, rádio, digital, mídia exterior, impressa (jornal e revista) e Elemedia (telas nos elevadores). O plano de mídia tem cobertura nacional, mas com concentração maior em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

No dia de apresentação da marca, 30 de março, também serão veiculados anúncios nos principais veículos de negócios do mundo, como o The New York Times, Financial Times, The Economist e Wall Street Journal.

Também foi planejado uma intervenção nas imediações dos principais prédios da nova companhia, com 6 tótens tridimensionais gigantes. Estas intervenções urbanas representam a letra B entre colchetes elevada à terceira potência e permitem a interação com o público. No Centro de São Paulo, vão destacar a importância do prédio da Bolsa, um patrimônio histórico da década de 1940, tombado e símbolo da cidade.

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Cinco detalhes para conferir na hora de migrar para um coworking

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Os coworkings, ambientes de trabalho colaborativos, têm atraído profissionais das mais diversas áreas – de consultores e marqueteiros a advogados e educadores. Esses espaços, que costumam alojar startups e outras empresas, atraem pelo custo-benefício e pelas possibilidades de networking.

Uma pesquisa feita pelo Movebla e Ekonomio, em parceria com a Coworking Brasil, mostrou que, em comparação com 2015, as posições de trabalho em espaços compartilhados cresceram 54%. Além disso, as salas de reunião aumentaram 147%. No mesmo período, as salas privativas cresceram 588%.

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Fonte: Infográfico Movebla e Ekonomio 2016

Apesar de o desenvolvimento dos coworkings no mundo todo mostrar que essa é uma tendência que “veio para ficar”, existem alguns cuidados importantes que devem ser observados antes de decidir migrar para um escritório desse gênero.

“A primeira diferença entre o escritório próprio e um coworking é a privacidade”, explica Bruna Lofego, especialista e criadora do método Como Criar um Coworking de Sucesso. “Esse ponto é muito importante: saber que vai dividir o espaço e conviver com outras pessoas.” Além disso, ela enumera cinco aspectos que merecem atenção, principalmente em relação à estrutura de trabalho:

1. Colaboradores

A estrutura operacional de um coworking é coletiva e está, normalmente, pronta. Quando essa tendência chegou ao Brasil, o serviço oferecido tinha como benefícios apenas uma estação de trabalho com mesa, cadeira e telefone. Nos dias de hoje, está prática é obsoleta. “ Dependendo do espaço, é possível contar com serviços extras de profissionais que auxiliam nas áreas de secretária, limpeza, copa, atendimento virtual, manutenção, entre outros”, elenca Bruna.

2. Linhas telefônicas

Descubra qual é o tamanho do tronco de ramais do espaço de coworking –o mínimo é trinta. Assim,todos terão DDRs, os ramais virtuais, para usar sem se preocupar com a telefonia. Outra dica é pesquisar lugares que ofereçam chip de celular, para baratear o custo de ligações de celular para celular.

Para aqueles que acham que é realmente necessário ter uma linha individual em um espaço de coworking, a especialista alerta para algo que possa ser prejudicial no futuro. “Ao imaginar que em um espaço de escritório compartilhado exista no mínimo 45 espaços disponíveis, raramente será possível que uma secretária dê conta em fazer o atendimento de todas as linhas individuais, podendo deixar passar alguma ligação importante”.

3. Internet

Tal como as linhas telefônicas, o serviço de internet também deve ser analisado minuciosamente. “O tamanho da banda precisa estar de acordo com o trabalho que será exercido. Um profissional que atua com vídeos, por exemplo, necessita de uma taxa de transferência maior do que outro que usa planilhas e textos”, explica.

O serviço de Wi-Fi é muito importante, principalmente em tempos em que usamos o smartphone o tempo todo. Uma dica: quando for visitar um espaço de coworking, peça a senha e fique de olho na conexão para saber se é realmente adequada para você.

4. Localização

Trabalhar perto de casa faz toda a diferença em qualidade de vida. Dê preferência a escritórios que sejam fáceis de chegar por meio transportes públicos ou próximo a área que reside. “Evite locais de difícil acesso. Além da qualidade de vida e do tempo que você irá ganhar, gastará menos com gasolina e manutenção do carro. De repente, dá até para ir de bicicleta”, sugere.

5. Privacidade compartilhada

Esta é uma dúvida frequente: será que eu consigo me concentrar ao dividir meu espaço? “Escolha aquele coworking que tenha mais relação com você, e evite levar itens que tiram o seu foco para o trabalho” , aconselha a especialista.

Antes de escolher o escritório, observe como são divididas as estações. Muitos lugares oferecem espaços nos quais é perfeitamente viável ter privacidade e criar um hábito. “A rotina favorece o foco no trabalho”, diz ela.

Outra opção são as salas privativas, que aumentaram muito e já são consideradas tendência. “Há empresas que preferem alojar uma equipe de quatro ou cinco pessoas em uma mesma sala, para que tenham um espaço mais privativo. As salas são uma boa alternativa nesse caso”.

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Os meios de pagamento tradicionais estão próximos do fim? – Por Gastão Mattos

Muito se fala da chegada de novos meios de pagamento e da possível extinção dos sistemas tradicionais para este fim. Isso ocorre, principalmente, devido às novas necessidades dos usuários, cada vez mais exigentes, requerendo melhores experiências e mais facilidade nos processos de compra.

Recentemente, estive em uma drogaria moderna em um bairro nobre da capital paulista. A loja oferecia opções bastante objetivas para selecionar os produtos desejados, com boa iluminação, prateleiras bem distribuídas, ótimo atendimento e funcionamento 24 horas. Entretanto, na hora de pagar, este caráter ágil se perdia: fila única, três pessoas na frente e cinco minutos de espera que pareceram meia hora. Quando finalmente sou atendido no caixa, preciso informar o número do CPF, dizer se desejo Nota Fiscal Paulista, se tenho programa de fidelidade do estabelecimento ou convênio médico e esperar mais um tempo para que, então, possa inserir o cartão de crédito no terminal de vendas. E ainda preciso aguardar a indicação para digitar a senha para finalmente a compra ser aprovada, para depois esperar a impressão da nota fiscal e do comprovante de pagamento do cartão para finalizar a transação.

Em uma outra situação, durante o check-in na World Disney Resorts, em Orlando, eu e minha família recebemos uma Magic Band (pulseira Disney) personalizada para cada um, a partir da qual poderíamos pagar qualquer produto ou serviços nos parques e resorts Disney. A plataforma Disney associa o cartão de crédito usado na reserva, como meio de pagamento virtual para todas as compras da família. Por segurança, uma senha de 4 dígitos é definida para todos. Na hora das compras, basta aproximar a pulseira em um dispositivo situado em todos os caixas para que a pessoa seja identificada. Para concluir a transação, basta digitar a senha pré-cadastrada e o valor é lançado na conta para ser debitada no cartão já salvo no sistema. A facilidade seria melhor percebida se o consumo no parque não contasse com filas enormes para a compra de qualquer produto ou serviço. Mesmo estando em um momento de descontração em família, a impressão foi que a experiência na drogaria em São Paulo sem a ‘Magic Band’ foi rápida.

A forma de vender evoluiu muito, mas em velocidade muito aquém do que a tecnologia poderia agregar com novos elementos e funcionalidades. O consumidor tem uma altíssima expectativa nesta vivência e grande parte deste nível de exigência é derivado do alto padrão tecnológico das compras online, no qual com “1 clique” é possível ultrapassar com sucesso o check-out de pagamento o que não ocorre no mundo físico. Embora, neste universo seja possível agregar tecnologias embarcadas em soluções integradas, que tornariam a usabilidade do pagamento mais rápida e agradável, como no caso do pagamento virtualizado. Entretanto, esta solução pode e deve ser mais explorada no ambiente físico, agregando outras funcionalidades que tornem a experiência de compras mais próxima do ambiente digital, reduzindo também a espera com a aquisição de serviços e produtos, fazendo com que a compra se torne mais ágil, agradável e simples.

Talvez pareça tanto apocalíptico, principalmente no Brasil, determinar que o uso do cartão de crédito comum, por exemplo, esteja com os dias contados, como outras tantas tecnologias que evoluíram ou foram substituídas por sucessores mais eficientes, mas modernizar a experiência de pagamentos é uma necessidade que pode implicar na continuidade ou não de um negócio. Tomemos o exemplo de um restaurante fast food, que normalmente é localizado em centros de grande aglomeração, como shoppings centers. Na hora do almoço, “chovem” consumidores buscando opções para sua refeição. Se a fila for muito longa, sempre haverá um concorrente oferecendo algo equivalente e, então, a decisão de compra, passa a ser influenciada menos pelo produto e mais pela comodidade.

Uma pesquisa realizada pela Salesforce, intitulada 2016 Connected Shoppers Report aponta que 77% dos consumidores evitaram lojas físicas nas compras de fim de ano, preferindo o uso do comércio eletrônico. Dos aproximadamente 4 mil consumidores entrevistados, 58% afirmaram que o motivo era o grande número de pessoas nas lojas. 33% desejavam evitar congestionamentos e 29% optaram pelas compras online devido à conveniência.

Em pouco mais de 20 anos da história do comércio eletrônico, tecnologias e conhecimento foram desenvolvidos e acumulados, tornando sua aplicação uma fonte e vertente para as compras no ambiente físico. As implicações são muitas, desde a unificação da gestão tecnológica entre canais on e off, como o domínio das expertises e técnicas online sobre o offline.

A chamada “Virtualização de Pagamentos” vira premissa no comércio em geral, e aquilo que já se tornara recorrente no comércio eletrônico passa a ser uma demanda essencial para toda e qualquer transação comercial.

Seria o fim dos meios de pagamentos tradicionais? Talvez não, de fato. Contudo, é imperativa uma transformação acelerada, nas quais novos protagonistas podem aparecer e ameaçar antigas referências, satisfazendo com mais eficácia as necessidades dos consumidores, independentemente de seu posicionamento na cadeia do varejo. Mais facilidades criam novas necessidades e é fundamental estar atento a este movimento a fim de acompanhar a evolução do mercado, trazendo inovações que modernizem todo o processo de compras, seja no mundo virtual ou físico.

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo

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ClickSoftware realiza pesquisa sobre a Uberização do Serviço

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O consumidor moderno tem uma nova perspectiva sobre o serviço prestado ao cliente e, independente do segmento ou do negócio, espera e exige um nível melhor de visibilidade e comunicação em tempo real. Também, o advento de novas tecnologias como wearables, IoT, realidade aumentada e inteligência artificial, trouxeram inúmeras oportunidades para as empresas transformarem a prestação de serviços. Com isso em mente, a ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para organizações de serviços em campo, encomendou uma pesquisa global para entender a evolução das expectativas dos consumidores no que se refere aos serviços que estão sendo entregues em suas casas, analisando também como os fornecedores da indústria entendem e, principalmente, atendem essas novas expectativas.

Intitulada “Uberização do Serviço – a visão do cliente e do fornecedor”, a pesquisa, que contemplou 2500 consumidores e 650 empresas distribuídas em sete países (EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Austrália) consegue identificar as diferenças nas expectativas dos clientes versus a realidade ofertada pelos fornecedores, pontos críticos em uma época em que as empresas não podem mais esperar que os clientes aceitem velhas maneiras de operar. O estudo revelou uma principal discrepância: enquanto os fornecedores estão focados na entrega de novas tecnologias, os clientes valorizam coisas muito simples, como comunicação em tempo real e transparência na prestação de serviços, sendo estes os diferenciais que eles realmente apreciam.

O ponto de vista do consumidor

Significativamente, os consumidores dos sete países indicaram que o maior benefício de receber uma comunicação em tempo real do seu fornecedor de serviços em campo é o fato de não “perder tempo esperando o técnico chegar”. Com mais pessoas trabalhando hoje do que nunca, isso demonstra por que a eficiência do tempo é a chave para a mensuração do serviço.

De um modo geral, as respostas dos consumidores entrevistados de todos os países apontaram que pontos como facilidade de agendamento de visita, tempo de espera de visita e preferência de escolha do intervalo de tempo, tem alta classificação entre os desejos e as expectativas dos consumidores.

Em todos os países, mais de 60% dos consumidores indicaram que um longo tempo de espera entre o agendamento do serviço e sua resolução resulta em uma má experiência para o cliente. Entre os entrevistados franceses, ter que esperar em casa por um longo tempo para receber um técnico foi apontado como a maior frustração de serviço ao cliente. Já os consumidores do Reino Unido tendem a experimentar os tempos de espera mais longos.

O ponto de vista dos fornecedores

Como esperado, “atender as crescentes expectativas dos clientes” foi o motivo apontado por todos os respondentes como o principal motor de comunicação com os clientes sobre o estado de suas reservas de serviços em campo. De fato, na Austrália, Europa e Reino Unido, esse condutor ficou muito acima de todas as outras razões e, apenas nos EUA, que o ponto “reduzir reclamações” foi classificado de forma semelhante.

Da mesma forma que os canais de comunicação dos consumidores variam de uma região para outra – EUA, Espanha, Itália e Alemanha, o método mais propício é a comunicação telefônica, embora os consumidores franceses estejam mais propensos a receber e-mail -, isso também acontece na maneira como os fornecedores se comunicam com seus clientes. Segundo a pesquisa, na Austrália e nos EUA, os fornecedores estão mais propensos a manter contato com os clientes via telefone, enquanto que no Reino Unido e na Europa, a comunicação por e-mail é mais utilizada.

Curiosamente, os indicadores de sucesso utilizados para medir o desempenho do serviço em campo diferiram entre as regiões de língua inglesa e as que não falam inglês. Os entrevistados nos EUA, Reino Unido e Austrália escolheram “tempo para concluir um trabalho” como a medida mais importante. No entanto, na França, Itália, Alemanha e Espanha, o “número de dias em um trabalho” foi considerado uma medida igualmente susceptível. Uma tendência semelhante revelou que a “satisfação do cliente / feedback” também foi classificada como um critério frequentemente utilizada para medir o sucesso nos EUA, Reino Unido e Austrália, embora menos por fornecedores com sede em países da Europa Continental.

Os principais problemas que os fornecedores enfrentam em relação à agenda de horários de seus profissionais de serviços são variados, mas incluem o equilíbrio e a otimização dos horários. Nos EUA, Reino Unido e Austrália, “o equilíbrio entre as agendas dos serviços em campo para melhor atender às demandas dos negócios e dos clientes” foi destacado como ponto-chave, mas na Europa Continental, a “otimização da agenda da equipe de serviço em campo” foi citada como o maior desafio.

Ao abordar questões de comunicação, as respostas dos entrevistados no Reino Unido diferiam das opiniões dadas pelos respondentes de outros países. “A comunicação com os clientes em tempo real” foi identificada como a maior questão por parte dos pesquisados no Reino Unido, embora “permitir que os clientes encontrem rapidamente e facilmente o status de sua ocorrência” foi classificada como a maior questão em toda a Europa (excluindo o Reino Unido), Austrália e EUA.

Razões para reclamações de clientes após uma visita de um técnico também variou por região. No Reino Unido, EUA e Austrália, a maioria dos entrevistados apontou “técnico está atrasado para uma visita ou não chegará” como a principal razão para a insatisfação do cliente, o que ecoou os sentimentos dos consumidores sobre o que torna uma visita domiciliar em uma experiência ruim.

Quando perguntados sobre as novas tecnologias, ‘comunicação automática entre máquinas e fornecedores utilizando Internet das Coisas (IoT)’ foram classificadas como a tendência mais provável de serviço em campo pelos fornecedores da Austrália, Reino Unido e EUA. Entre os fornecedores europeus, entretanto, o uso de tecnologias como “wearables e business intelligence (BI) para ajudar no planejamento/previsão dos negócios” foi considerada mais provável.

Principais Descobertas

Em contraste com a crescente demanda pelo serviço “Uberizado”, menos de 5% dos consumidores entrevistados relataram receber comunicações de um fornecedor de serviços em campo via canais “uberizados”, como mídias sociais, monitoramento de localização em tempo real no dispositivo móvel, reconhecimento de voz interativo (IVR) ou através do site dos fornecedores.

Em vez disso, a comunicação telefônica com um engenheiro de serviços de campo foi o método de comunicação de fato mais utilizado com os consumidores, 25% a 40% de todos os respondentes indicaram esta modalidade. Os consumidores na Itália (44%) e Alemanha (40%) eram mais susceptíveis a receber comunicações por telefone diretamente do seu técnico de serviço. Enquanto telefonemas da empresa fornecedora (através de um call center) foram a segunda forma mais comum de comunicação de serviço em campo, seguido de perto pelo e-mail.

Essas descobertas revelam que o serviço em campo realmente Uberizado ainda não está sendo fornecido pelos fornecedores em nenhum dos sete países pesquisados. Em vez disso, as organizações de serviços em campo continuam confiando em ferramentas tradicionais de comunicação.

A pesquisa realizada com os consumidores apontou ainda que a “facilidade de agendamento” foi o ponto mais valorizado por todos os respondentes, sendo mais evidente na Austrália (46%) e Itália (41%), e menos na Espanha (29%) e Reino Unido (28%). Já a “rapidez no agendamento” foi a segunda opção mais valorizada, especialmente na Espanha (27%), nos EUA (25%) e no Reino Unido (23%).

Em terceiro lugar, ficou a “escolha do horário das visitas”, que foi particularmente apreciada pelos respondentes da Espanha (23%) e Reino Unido (21%). Curiosamente, este tópico foi muito menos valorizado nos EUA (14%) e Austrália (12%).

A pesquisa analisou ainda como os fornecedores medem um serviço em campo bem sucedido em seus negócios, em um esforço para avaliar se isto está alinhado com o que os consumidores realmente valorizam em uma boa experiência de serviço prestado.

A maioria das empresas fornecedoras (61%) respondeu que a “satisfação do cliente” era a principal forma de medir o sucesso. Apesar disso, uma média de apenas 3% dos entrevistados indicaram que o “tempo de resposta” ou a “otimização da prestação de serviços” eram os critérios mais importantes. Isso mostra que, embora a satisfação do cliente seja um ponto importante no planejamento dos fornecedores de serviços em campo, as empresas estão ficando aquém quando se trata de entender como os critérios específicos do serviço relacionam-se com o que os clientes desejam e precisam está afetando a satisfação do cliente.

Questionados sobre as três principais tendências de serviço em campo que os consumidores esperam ver nos próximos cinco anos, a “comunicação direta e em tempo real” foi avaliada pela primeira vez por mais de um quarto dos consumidores em todos os países e, em geral, classificada como a expectativa número um. Em outras regiões, os respondentes dos EUA e do Reino Unido (35% e 37%, respectivamente) esperam que o “monitoramento em tempo real” dos técnicos proporcionaria a maior disruptura da indústria. Claramente, os clientes querem uma melhor visibilidade do seu serviço e das visitas de suporte, especialmente com a tecnologia agora existente para atender essa demanda.

De todas as novas tecnologias disponíveis, os wearables figuram nas três primeiras expectativas dos consumidores, em níveis mais elevados nos países europeus, como Alemanha (31%) e Itália (27%). Já os entrevistados nos EUA e Reino Unido preveem que esta seria a terceira tendência mais provável – correspondendo a 14% em cada um dos dois países.

Em comparação, os fornecedores indicam que a Internet das Coisas (IoT) será fundamental na próxima onda da tecnologia atribuída ao serviço em campo. A “comunicação automática entre máquinas/dispositivos e a utilização de IoT pelas empresas” foram classificadas como a tendência mais provável pelos fornecedores de três das quatro regiões.

Mais de metade dos pesquisados da Austrália (55%) e ligeiramente menos no Reino Unido (51%) e nos EUA (51%) esperam que a IoT seja utilizada no setor de serviços em campo nos próximos cinco anos.

Contudo, os fornecedores de toda a Europa Continental (42%) estavam menos seguros. Para as empresas europeias, a utilização de “wearables” (47%) é igualmente provável, assim como a “utilização de tecnologias de BI para ajudar no planejamento/previsão dos negócios” (43%).

É interessante notar que os fornecedores da Austrália (44%) estavam mais convencidos de que o “uso da inteligência artificial para melhorar a tomada de decisão no serviço em campo” será implementado dentro de cinco anos, do que os do Reino Unido (32%) ou dos EUA (34%).

Nos EUA, a segunda previsão mais alta para a adoção dos fornecedores de serviços em campo foi a “tecnologia de business intelligence (BI)” (40%), seguida de perto pelos wearables (49%). Em contrapartida, os fornecedores do Reino Unido sentem que a segunda maior adoção de tecnologia virá tanto do uso de dispositivos móveis (44%) quanto de dispositivos portáteis/inteligentes (44%).

Os fornecedores em geral não antecipam que a mídia social se tornará uma plataforma-chave a partir da qual eles se comunicarão diretamente com seus clientes, e esta foi, de fato, a seleção de menor classificação por todos os respondentes.

Destaques

– A “Uberização do Serviço” está impulsionando as expectativas dos clientes, mas as organizações de serviços em campo estão lutando para acompanhar a crescente demanda e ainda não conseguem cumprir este objetivo.

– As empresas de serviços em campo não podem mais esperar que os consumidores adaptem-se aos seus processos operacionais desatualizados – o jogo virou.

– As principais frustrações do consumidor referem-se à falta de comodidade e comunicação ineficaz, especialmente no que diz respeito a esperar muito tempo pela chegada do técnico após agendar uma visita e não saber quando o técnico vai chegar.

– A pressão está em fechar a lacuna entre as crescentes expectativas do consumidor e a incapacidade dos fornecedores de promover experiências consistentemente boas.

– Espera-se que o desenvolvimento tecnológico desempenhe o papel mais importante na melhoria da agilidade e da capacidade de resposta dos fornecedores nos próximos cinco anos.

– Apesar dos pedidos dos consumidores pelo rastreamento da localização dos técnicos em tempo real, os fornecedores em todo o mundo parecem ter dificuldade em driblar a resistência sindical e restrição legislativa de uma nova maneira que empresas como a Uber não tem.

Metodologia e Dados Demográficos

No final de 2016, a ClickSoftware contratou a agência de pesquisa, 3GEM, para conduzir suas pesquisas online independentes – uma focada nos clientes que utilizam serviços de engenharia em campo e outra direcionada aos fornecedores de serviços em campo.

O serviço em campo refere-se à prestação de serviços aos clientes em suas próprias instalações, como por exemplo, em casa, no local de trabalho ou em um local específico. As empresas provedoras de serviço em campo geralmente o entregam por meio de engenheiros de serviço treinados e técnicos que gerenciam a instalação, o serviço ou os reparos de sistemas ou equipamentos. Em alguns casos, isso também pode envolver a prestação de serviços especializados para as pessoas, como no segmento de serviços de saúde em casa.

Ambas as pesquisas foram realizadas por meio de dois questionários online independentes. Os entrevistados de sete países – Reino Unido, EUA, Austrália, França, Alemanha, Itália e Espanha – foram consultados para ambas as pesquisas, com uma amostra total de 2.100 respondentes para o inquérito ao consumidor e 600 respondentes para a investigação do fornecedor.

A amostra de consumidores incluía qualquer pessoa que alguma vez tivesse recebido uma visita de serviço em campo e, para a pesquisa do fornecedor, todos os entrevistados estavam atualmente empregados por uma empresa que presta serviços de visitas em campo. Os tamanhos das amostras por região foram os seguintes:

Para saber mais sobre os resultados da pesquisa da ClickSoftware, acesse o relatório completo aqui.

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Twitter tira nome de usuário de limite de caracteres em respostas

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Como parte das atualizações recentes para dar mais flexibilidade às conversas na plataforma, o Twitter anuncia nesta quinta-feira (30) que os nomes de perfis citados em Tweets de resposta deixarão de ser computados no limite de 140 caracteres por Tweet. Em vez de aparecer dentro do Tweet, o @nomedousuário que recebe a resposta agora virá acima do texto do Tweet.

A mudança atende a uma demanda dos próprios usuários do Twitter e foi baseada em pesquisas e testes feitos na plataforma, que apontaram um maior envolvimento das pessoas nas conversas com o novo recurso em funcionamento.

A novidade vale para a versão web do Twitter e os aplicativos para os sistemas Android e iOS. Para utilizar os novos recursos, é necessário ter a versão mais atualizada do app. Mais informações sobre Tweets de resposta aqui.

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Diretor da SulAmérica é eleito o executivo de TI do ano em seguros

O diretor de conteúdo e produtos da IT Mídia, Vitor Cavalcanti, e o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri

O diretor de conteúdo e produtos da IT Mídia, Vitor Cavalcanti, e o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri

O diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, foi eleito o executivo de TI de maior destaque em 2016 no mercado de seguros. Promovida pelo Grupo IT Mídia, em parceria com a consultoria Korn Ferry, a premiação tem como objetivo homenagear líderes da área de Tecnologia da Informação que tenham desenvolvido no ano anterior estratégias inovadoras nas empresas em que atuam. A cerimônia de entrega dos prêmios foi realizada na última terça-feira (28), em São Paulo.

“A SulAmérica tem investido continuamente em tecnologia para desenvolver serviços e formas de interação inovadores, sempre com foco em oferecer a melhor experiência aos nossos clientes e parceiros. É uma grande honra receber este reconhecimento pelo trabalho consistente que temos realizado”, comemora o executivo.

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