Archive julho 2016

América Latina e China se complementam quando o assunto é desenvolvimento de aplicativos

Por Rafael Lauand

Recentemente, tive a oportunidade de conhecer melhor o mercado de internet chinês, durante o evento World O2O Expo, em Pequim, na China. O que mais ouvi por lá foram questionamentos sobre as diferenças dos aplicativos chineses em relação aos latinos.

Do meu ponto de vista, a diferença entre os dois mercados é relativamente simples: os apps latinos são mais focados na usabilidade e na interface, enquanto os chineses se concentram em funcionalidades. O que isso significa? Significa que por aqui criamos aplicativos específicos para cada tipo de serviço: um para chamar táxi, outro para pedir comida, outro para mapas e geolocalização, para jogos, e assim por diante. Também temos muita preocupação com a interface. Ela deve ser simples e objetiva. Quanto mais fácil de usar, melhor. Já os chineses se preocupam mais com inovação e, como já dito, as funcionalidades dos apps. É comum eles terem uma espécie de marketplace de serviços dentro do aplicativo. Para ilustrar essas diferenças, vou usar os exemplos de dois apps de mensagens: o americano WhatsApp e o chinês WeChat.

Atualmente com 1 bilhão de usuários, o WhatsApp é um aplicativo que permite enviar e receber mensagens de texto, imagens, vídeos, documentos em PDF, Word, Excel e PowerPoint, além de fazer ligações grátis por meio de uma conexão com a internet. E segue a característica latina de possuir uma interface simples.

O WeChat, com aproximadamente 800 milhões de usuários, vai mais longe. Além de integrar diferentes meios de comunicação, como seu concorrente WhatsApp, ele possui dois diferenciais bem relevantes. Um é o sistema de localização junto ao recurso que deixa o usuário descobrir e conversar com quem está por perto, na mesma rua, quadra ou a poucos metros, o que pode aproximar as pessoas, em vez de enquadrá-las apenas no universo da amizade virtual. Podemos dizer que o WeChat é uma combinação de WhatsApp, Tinder, PayPal e diversos outros.

E, acredite, essas diferenças estão atreladas ao perfil daqueles que colocam dinheiro para o negócio funcionar. Os investidores de venture capital latinos frequentemente pressionam as startups para terem um fluxo de caixa positivo o mais rápido possível, por isso, elas são focadas em melhorar constantemente a interface e a usabilidade para conseguir se estabelecer em um mercado específico e alcançar esse tão almejado fluxo de caixa positivo. Por outro lado, os investidores chineses são bastante centrados no crescimento da base de usuários, pois acreditam que é ela que dará o retorno financeiro desejado ao negócio, o que faz muito sentido no gigante mercado chinês. Outra vantagem do mercado chinês em detrimento ao latino é que o país tem dinheiro e o acesso ao capital para empreender é muito mais fácil e menos burocrático.

Com tudo isso, eu diria que as oportunidades no mercado de internet latino são imensas, principalmente se considerarmos que, no primeiro trimestre de 2016, contamos com apenas 1% (algo em torno de US$ 300M) do investimento de venture capital global, contra 25% na Ásia, sendo sua maioria na China. Fazemos muito com pouco. Também somos criativos e isso atrai a atenção dos chineses para as nossas ideias. Da nossa parte, podemos importar deles a possibilidade de incorporar mais funcionalidades aos apps e aproveitar melhor o investimento de risco que envolve as startups. Sem dúvida, são mercados que se complementam no que diz respeito ao desenvolvimento de aplicativos e merece atenção a troca dessas expertises. Se temos muito a aprender com os chineses, também temos muito a ensinar.

Rafael Lauand é CEO da Vá de Táxi, empresa de chamada de táxi da Porto Seguro.

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Verint lança solução “Robotic Process Automation” para impulsionar produtividade, reduzir custos e auxiliar no cumprimento de regulamentações

A Verint® Systems Inc. (Nasdaq: VRNT), uma das mais importantes empresas de software do mundo, anuncia sua nova solução Verint Robotic Process Automation™, um conjunto de recursos avançados de software robotizado para automatizar, administrar e executar altos volumes de processos trabalhosos do cotidiano das empresas. Ao potencializar o uso do software, as companhias podem reduzir de forma significativa a necessidade de processamento manual de tarefas diárias ou de processos com múltiplas etapas para melhorar a qualidade e a consistência das operações. As corporações também ganham em eficiência operacional, produtividade e qualidade, além da redução de custos, enquanto mantêm a segurança de informações confidenciais e garantem o cumprimento das regulamentações de compliance.

Atualmente, as empresas precisam realizar milhares de processos longos e cansativos todos os dias. Ao utilizar a solução Verint Robotic Process Automation, elas podem automatizar funções como alteração de endereço de clientes, processamento de reclamações, inscrições, gerenciamento de políticas, assim como outras operações e tarefas de alto volume. Isso ajuda a eliminar os erros que geralmente ocorrem em caso de inserção manual de dados. Ao automatizar essa rotina, também é possível que os funcionários tenham mais tempo para focar em funções de maior valor agregado e com foco no cliente, o que influencia positivamente no engajamento e tem um maior impacto no negócio.

Utilizando a Verint Robotic Process Automation, as empresas podem:

• Aumentar a produtividade ao automatizar altos volumes de processos de call center e back-office durante os períodos de pico e concluir mais atividades em menos tempo.

• Elevar o nível de qualidade e eliminar erros humanos ao descartar trabalhos entediantes e suscetíveis a erros quando os dados são inseridos manualmente em diversos sistemas.

• Tratar as necessidades de compliance para auxiliar a automação de processos em conformidade com regulamentações ou outros requisitos, ajudando na gestão de riscos.

• Adaptar à demanda ao responder rapidamente em períodos de pico ou de aumento inesperado de volume de trabalho ao utilizar robôs on-line para agilizar a entrega.

• Diminuir os custos operacionais ao fazer com que os funcionários gastem menos tempo ocupados com tarefas repetitivas e banais, além de reduzir as despesas relacionadas à mão de obra interna ou terceirizada.

• Maximizar o tempo e os recursos ao utilizar as capacidades robóticas para gerir processos sem valor agregado.

• Manter um ambiente seguro ao utilizar robôs em vez de funcionários para processar tarefas delicadas ou lidar com informações confidenciais.

Utilizando tecnologias patenteadas de reconhecimento visual que não exigem integração ou programação para que operem com outras aplicações, a solução Verint Robotic Process Automation pode fazer os processos comerciais funcionarem por múltiplas aplicações e é capaz de registrar cada etapa com alguns cliques por meio da navegação dentro das interfaces de usuário existentes. Como resultado, as empresas podem facilmente gravar scripts para que os robôs executem-os no front-end. O administrador de usuários ou o administrador central também pode gerenciar e monitorar a produtividade dos robôs utilizando o dashboard baseado na web da solução.

Além disso, a mesma tecnologia pode ser implementada para operar em lado a lado com os funcionários, oferecendo a função “mostre-me” para orientá-los em procedimentos novos ou raramente utilizados, ou para auxiliar no treinamento de novos funcionários durante a integração. Ao adotar a nova solução Verint Process Assistant™, o mesmo web studio e dashboard para registro de tarefas e monitoramento de uso podem ser implementados ao utilizar scripts criados para automatizar parte das tarefas do desktop que os funcionários selecionam e concluem.

“Para acompanhar as demandas de um mercado global tão competitivo como o atual, é necessário que as empresas façam mais em menos tempo. É nessa hora que programas como os nossos Robotic Process Automation e Process Assistant podem ajudar”, afirma Kristyn Emenecker, Vice-Presidente Global do Grupo de Estratégias de Produtos da Verint Enterprise Intelligence Solutions™. “Essas soluções são desenvolvidas para auxiliar as companhias na simplificação de processos e tarefas de rotina, com o objetivo de aumentar a produtividade e reduzir erros, para elevar a qualidade e diminuir os impactos aos clientes, além de garantir a segurança de dados confidenciais e auxiliar no cumprimento de conformidades regulatórias.”

“Ao automatizar e executar essas tarefas, os robôs permitem que os funcionários foquem em processos com maior valor agregado e em tarefas com foco no cliente. Isso significa maior habilidade para aperfeiçoar a eficiência e a automação de atividades, bem como o compromisso dos funcionários ao criar tarefas mais interessantes e menos repetitivas”, diz Emenecker.

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Nuctech finaliza medidas de segurança para a Olimpíada Rio 2016 antes da inspeção dos locais

Nuctech Scanners

Mais de 250 scanners de segurança da Nuctech foram instalados até o final desta semana para os Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos que acontecem em breve no Rio de Janeiro, Brasil. Os scanners serão responsáveis por 90 por cento das inspeções de segurança dos Jogos do Rio e o teste de aceitação pelo Poder Judiciário do Brasil vai começar em preparação para mais de 1 milhão de inspeções de segurança em todos os eventos.

Os scanners da Nuctech irão fazer inspeções de segurança nos quatro principais locais de jogos: Barra, Deodoro, Maracanã, Copacabana e também na vila olímpica, com mais de 2.000 funcionários locais treinados em segurança trabalhando na operação. Acredita-se que 100.000 espectadores irão lotar o estádio do Maracanã apenas para as cerimônias de abertura e encerramento.

A Nuctech traz dois modelos importantes para a Olimpíada do Rio, o scanner de raios X CX6040BI para pertences pessoais e o scanner de raios X CX100100T para inspeções de cargas. Estes dois modelos usam uma sistema de imagens de raios X de baixa radiação com gerador de raios X atualizado, enquanto um detector moderno é capaz de digitalizar em resolução mais alta com um algoritmo correto de imagem.

Um alarme será acionado automaticamente se for detectado itens explosivos, câmeras escondidas ou itens que não podem ser penetrados pelos raios X. O sistema é capaz de identificar e colorir, coordenando eficazmente itens orgânicos e inorgânicos. Para garantir um ambiente seguro para os Jogos, os equipamentos e uma equipe de técnicos nos locais irão funcionar 24 horas por dia.

“Como uma fornecedora de serviços e produtos de segurança de alta tecnologia, a visão e o objetivo final da Nuctech é ‘criar um mundo mais seguro’,” disse Zhiqiang Chen, CEO da Nuctech.

“Com a imensa atenção e participação de atletas e público de todo o mundo, a Nuctech sente-se honrada e mais do que disposta a oferecer nossos melhores serviços de segurança para um evento de tamanho prestígio internacional”.

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e-Safer participa da Defcon 2016 nos Estados Unidos

A e-Safer, integradora da área de Segurança da Informação e desenvolvedora de soluções para Certificação Digital, estará presente na Defcon 2016, uma das maiores feiras de hackers do mundo, que acontecerá entre os dias 4 e 7 de agosto, no Hotel Paria Balles, em Las Vegas (EUA).

Esta é uma conferência anual organizada por hackers bem intencionados, desde 1993 e que tem como objetivo promover palestras e apresentar pesquisas sobre vulnerabilidades de seguranças relacionadas a diversas tecnologias utilizadas pelo mercado.

A finalidade é apresentar ao público os riscos inerentes da utilização de diversas tecnologias que passam por softwares diversos e sistemas operacionais e podem chegar a famosa internet das coisas e contribui na preparação dos profissionais de Segurança para lidar com ataques de black hats, também conhecidos como “hackers do mal”.

Segundo Fernando Indech, consultor de Segurança da Informação da E-Safer, é o evento referência no segmento da Segurança da Informação, pois contribui com diversos conceitos e novidades de mercado da segurança que possam vir acontecer no futuro, servindo como alerta para mais de 15 mil pessoas durante a feira.

Eder Souza, diretor de Tecnologia e Inovação da e-Safer, destaca que é de suma importância participar de um evento dessa magnitude e estar perto dos principais estudiosos da área de Segurança. “A Defcon tem a capacidade de nos mostrar para onde caminha o mercado da segurança, sempre tendo em vista a preocupação com os ataques cibernéticos e a maneira que isso acontece. Isso é uma das prioridades da E-safer”, finaliza o executivo.

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Empresas de gestão patrimonial devem amadurecer digitalmente para evitar redução no lucro, revela relatório

Para que as empresas de gestão patrimonial obtenham sucesso duradouro, elas precisam colaborar e trabalhar em parceira com as startups focadas em serviços financeiros (FinTechs), além de atingir uma maior maturidade digital, revela o 20° Relatório sobre a Riqueza Mundial (World Wealth Report, em inglês), publicado pela Capgemini. As empresas de gestão patrimonial estão errando o alvo ao tentarem implantar funcionalidades digitais, arriscando-se a gerar menos lucro e a perder clientes e funcionários. O lucro líquido de até 56% dessas empresas pode estar em risco devido à desgastes com os clientes, por não oferecerem funcionalidades digitais. O relatório também constatou que mais da metade (55%) dos gerentes patrimoniais não estão totalmente satisfeitos com as funcionalidades digitais de suas empresas e, como consequência, mais de um terço (39%) pensa em mudar de empresa.[1]

“Como as empresas de gestão patrimonial e seus gerentes enfrentam atualmente várias mudanças no mercado, inclusive a crescente concorrência das chamadas FinTechs, eles precisam aprimorar todos os aspectos de suas funcionalidades digitais para garantir sua relevância para os clientes, que podem ser atraídos por suas concorrentes com tecnologias mais avançadas”, comenta o líder global do setor bancário e de mercados de capital da divisão de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “As revelações do último Relatório sobre a Riqueza Mundial enfatizam que as empresas precisam se adaptar para atender às crescentes expectativas dos clientes e gerentes e que um alto nível de maturidade digital será necessário para enfrentar as concorrentes que já nasceram digitais”.

Maturidade digital limitada, apesar da maior demanda dos clientes de alto patrimônio e da ameaça das FinTechs

A demanda das pessoas com alto patrimônio (HNWI, em inglês) por serviços digitais continua crescendo nas áreas onde as FinTechs predominam, como plataformas de assessoria digital, comunidades abertas de investimento e plug-ins de funcionalidades de terceiros; por isso as empresas de gestão patrimonial não podem falhar em nenhum aspecto de sua estratégia digital. Segundo o levantamento, somente no ano passado, a demanda por serviços de assessoria automatizada cresceu quase 20 pontos percentuais, indo de 49% em 2015 para 67% em 2016. Além disso, 47% das pessoas com alto patrimônio afirmam que utilizam plataformas peer-to-peer pelo menos uma vez por semana para obter recomendações de investimento.[2]

Estima-se que a correlação entre maturidade digital e aquisição e retenção de ativos para gestão aumentará nos próximos anos. Para 73% das pessoas com alto patrimônio, a maturidade digital é um fator importante ou muito importante em sua decisão de confiar mais ativos à sua empresa de gestão patrimonial nos próximos 24 meses. Esse percentual sobe para 86% quando consideramos pessoas com menos de 40 anos.

Demanda por funcionalidades digitais está em alta, mas a satisfação entre os gerentes de patrimônio continua em baixa

Gerentes se juntaram aos seus clientes com alto patrimônio para exigir ferramentas digitais com mais funcionalidades. Essa tendência se confirmou em todas as regiões e todas as faixas etárias, ficando em 81%. Mas, mesmo com a alta demanda dos gerentes de patrimônio por ferramentas digitais, a maior parte das empresas ainda não as oferece. Menos da metade desses profissionais está satisfeita com a capacidade digital de seus empregadores, mas acredita que as ferramentas digitais sejam valiosas para viabilizar várias atividades, entre elas uma maior colaboração com os clientes (86%), capacidade de usar os dados dos clientes para identificar oportunidades de crescimento (82%) e economia de tempo com a redução da burocracia (82%).

Gerentes patrimoniais de todas as idades afirmam sentir falta, principalmente, de ferramentas de mídia social e móvel, pois consideram a prospecção de clientes por meio das redes sociais uma importante função digital (60%) – e essa é uma área com a qual tendem a estar menos satisfeitos.

Empresas de gestão patrimonial precisam se tornar líderes digitais para obter sucesso

Conforme aumenta o papel desempenhado pelas empresas de gestão patrimonial, a obtenção de sucesso duradouro para elas depende de colocarem os gerentes de patrimônio no centro da disrupção digital e de estarem dispostas a explorar novas iniciativas de colaboração e parceria com as FinTechs. Envolver os gerentes de patrimônio será importante, uma vez que mais de 3/4 (79%) deles dizem que gostariam de utilizar novas ferramentas digitais e mais da metade (53%) já pressionam suas empresas para que melhorem sua capacidade digital. Um número surpreendente (42%) até mesmo investiu seu próprio dinheiro na compra de software disponível no mercado numa tentativa de eliminar as lacunas nas ofertas de suas empresas. Várias das maiores empresas do mundo estão explorando programas de aceleradores desenvolvidos para atrair startups interessadas em trabalhar em parceria. Outras empresas estão investindo na aquisição de FinTechs para tentar impulsionar suas competências digitais, principalmente nas áreas de serviços automatizados de assessoria e gestão de investimentos.

O relatório enfatiza que terão mais sucesso as empresas que ousarem para superar a resistência à mudança e aderirem a um mundo que valoriza cada vez mais as interações digitais.

1 O Relatório sobre a Riqueza Mundial determina a maturidade digital com base no Modelo de Maturidade Digiwealth, da Capgemini.

2 As pessoas com alto patrimônio possuem acima de US$ 1 milhão em ativos para investir, excluindo-se a residência principal;

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Lava Jato e Lei Anticorrupção impulsionaram programas de compliance em 60% das empresas, aponta pesquisa Amcham

A Câmara Americana de Comércio entrevistou cerca de 180 executivos ontem (27/7) , durante o III
Seminário de Compliance e Gestão de Risco em SP

A operação Lava Jato e a Lei Anticorrupção acelerou a implementação de programas de Compliance e gestão de risco nas empresas brasileiras, aponta pesquisa da Câmara Americana de Comércio/AMCHAM, realizada na manhã desta quarta-feira (27/7). A Amcham ouviu 180 gestores de companhias de todos os portes e segmentos durante o III Seminário de Compliance promovido pela entidade na manhã desta quarta-feira (27/7), em São Paulo.

Para 60% dos empresários, as ações anticorrupção em curso no País trouxeram impacto direto no investimento em programas integridade da organização. A mesma porcentagem de empresários (61%) avaliou que a entrada em vigor da Lei Anticorrupção mudou a conscientização sobre as questões referentes ao tema.

Na pesquisa realizada pela Amcham, 73% das empresas informaram já possuir um programa formal de Compliance. Apesar de já implementado, 69% deles enxergam ainda fragilidades internas, com necessidade de avanços no programa e maior pulverização de ações anticorrupção nos demais processos da organização. Uma parcela de menor de 31% dos empresários consideram maduros seus programas e culturalmente implementando em toda a organização.

Regulamentação do lobby e programa de integridade

Outro ponto com necessidade de avanço identificado pela pesquisa Amcham diz respeito ao programa de Integridade gerenciado pelo Ministério da Transparência. Um percentual de 50% dos empresários informou ainda conhecer pouco desta ação do Governo Federal.
A pesquisa da Amcham identificou também necessidades de avanços na regulamentação do Lobby no Brasil. A maioria dos empresários (61%) consideram como prioritário dentro da escalada do país prol anticorrupção.

A Amcham ouviu 180 empresários e executivos de empresas dos mais variados portes e segmentos durante o III Seminário de Compliance e Gestão de Risco promovido pela entidade, em São Paulo, com plateia de mais 330 empresários.

Missão Internacional de Compliance

Diante desta maior pressão empresarial, a AMCHAM, sai na frente, e promove de 10 a 16 de setembro, a 1ª missão empresarial brasileira de Compliance nos EUA. Com visitas programadas a importantes players de Washington D.C. e Nova York, a Câmara Americana comandará time de empresários brasileiros em intercâmbio exclusivo com grandes empresas, universidades e instituições referências globalmente no tema.

A programação da missão contará ainda com reuniões de levantamento de melhores práticas na AES Corporation, Siemens e Pfizer; encontros de tendências e inovação na Deloitte e LRN; e no instituto de capacitação Investment Adviser Association.

A delegação também passará pelo campus da New York University, onde será recebida por pesquisadores e professores da instituição que está entre as cinco universidades de direito mais renomadas do mundo, segundo a Revista Exame, e pelos escritórios multinacionais Debevoise & Plimpton e White & Case.

A Embaixada do Brasil em Washington é apoiadora institucional desta agenda empresarial liderada pela Amcham, junto aos Institutos ARC, ETCO e ETHOS. Ao todo, serão 5 dias com a previsão de envolver mais de 25 executivos, na sua maioria, executivos das áreas financeiras, RH e jurídica das organizações. Informações e inscrições no missoes@amchambrasil.com.br

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Gartner divulga tendências de segurança na Era dos Negócios Digitais

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, divulga tendências de segurança na Era dos Negócios Digitais. Segundo analistas, a explosão digital vem remodelando a gestão de riscos e segurança organizacional. Redes móveis, Nuvem, redes sociais e a Internet das Coisas são apenas alguns fatores geradores dessa transformação. As principais tendências em segurança serão abordadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, nos dias 2 e 3 de agosto, em São Paulo.

As empresas que forem capazes de aproveitar os benefícios das plataformas e ferramentas digitais terão uma vantagem competitiva permanente com o passar do tempo, enquanto aquelas que não estão habilitadas para seguir essa tendência vivenciarão uma queda entre a concorrência já em 2017.

“Essa realidade desafia o atual cenário de segurança da informação e gestão de riscos. Muitos padrões e tecnologias nas quais as práticas de risco e segurança foram baseadas não são adequados a essa nova realidade. Líderes de segurança da informação e gerenciamento de riscos de TI devem avaliar e transformar seus programas para que impulsionem os negócios digitais em vez de serem obstáculos para a inovação. As organizações que conseguirem estabelecer um ecossistema que equilibre proteção e crescimento do negócio permanecerão competitivas e serão capazes de resolver as ameaças cibernéticas”, afirma Tom Scholtz, Vice-Presidente e Fellow do Gartner.

Para o Gartner, os negócios digitais estão levando o ambiente de proteção de dados e infraestrutura para o mundo físico, incorporando funções focadas em dados e informações àquelas que conduzem mudanças reais nas pessoas e no ambiente ao seu redor. A maioria das iniciativas de segurança convencionais sempre focou em técnicas de bloqueio e prevenção (como antivírus), bem como em controles baseados em normas (firewalls etc.) para bloquear ameaças. “Apenas proteger as informações não é o suficiente. Não basta garantir o sigilo, integridade e disponibilidade dos dados. Líderes de riscos e segurança cibernética devem assumir a responsabilidade de proporcionar segurança para as pessoas e o ambiente ao seu redor”, explica Scholtz.

No entanto, uma defesa infalível é impossível. Ataques sofisticados e direcionados estão passando tranquilamente pelos mecanismos de prevenção baseados em assinaturas e firewalls. Todas as organizações devem agora assumir que estão em uma posição de comprometimento contínuo. Entretanto, elas podem acreditar erroneamente que uma prevenção 100% eficaz é possível e passar a depender excessivamente de mecanismos baseados em assinaturas ou bloqueios para garantir sua proteção. Como resultado, muitas empresas passam a ter capacidade limitada de detectar e reagir aos ataques quando eles inevitavelmente ocorrem, gerando maior tempo de espera e piores danos.

Para viabilizar uma arquitetura de proteção de segurança adaptável e abrangente, o Gartner aponta quatro vertentes com 12 habilidades específicas fundamentais para aumentar a capacidade de bloquear, evitar, detectar e reagir aos ataques:

– Prever: Análise Proativa de Exposição, Prever Ataques, Sistemas de Base;
– Prevenir: Sistemas Isolados e Consolidados, Distrair os Invasores, Prevenir Incidentes;
– Detectar: Detectar Incidentes, Confirmar e Priorizar Riscos, Conter os Incidentes;
– Responder: Remediar/Conduzir Mudanças, Mudança de design/modelo, Investigar/perícia.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Site: Gartner.com/br/security.

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Estudo da IDC Brasil aponta vendas de 10.3 milhões de celulares no primeiro trimestre

De janeiro a março foram comercializados 1 milhão de feature phones e 9,3 milhões de smartphones; Número é 32,9% menor do que apresentado no mesmo período de 2015.

Dos smartphones, 93% têm sistema operacional Android; Aparelhos com tecnologia 4G representam 60% do mercado.

Entre os meses de janeiro e março de 2016 foram comercializados 10.3 milhões de celulares no Brasil, sendo 9.3 (89,8%) smartphones e 1 milhão (10.2%) feature phones. Os dados fazem parte do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q1, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Quando comparados com o mesmo período do ano passado, os números representam, em unidades, queda de 32,9% no mercado total, 34,4% em smartphones e 15,7% em feature phones. Em receita, os smartphones movimentaram R$ 9.2 bilhões, ou seja, 6,1% a menos do que no primeiro trimestre de 2015.

De acordo com Diego Silva, analista de pesquisas da IDC Brasil, desde 2015 o mercado de celulares passa por diversas transformações, mas duas delas se destacam: “a maioria dos usuários já está na segunda ou terceira compra. Isso faz com que os fabricantes alterem seus portfólios e passem a oferecer celulares com especificações técnicas superiores. Outro ponto é a oscilação do dólar, que obriga o fabricante a repassar os preços mais altos aos consumidores finais”, conta.

O estudo da IDC mostra também que o ticket médio dos smartphones no primeiro trimestre de 2016 subiu para R$ 1139,23, enquanto no mesmo período do ano passado era de R$ 790,52. “Duas faixas de preços tiveram crescimento. A de valores entre R$ 1 mil a R$ 1299 cresceu 321,9%, e a acima de R$ 3 mil teve um aumento de 110,6%. Há um ano, por exemplo, os aparelhos com valores entre R$1 mil e R$ 1299 representavam 4,4% do total do mercado. Hoje, representam 28,4%”, completa o analista da IDC.

No segmento de feature phones, as vendas de 1 milhão de aparelhos no primeiro trimestre de 2016 acompanha o movimento de queda observado em 2015, quando, no ano todo, foram comercializadas 4,2 milhões de unidades. Segundo Silva, isso reflete também na operação dos fabricantes de celulares. Existe uma concentração de players no mercado de feature phones. Em 2013 tínhamos dez grandes fabricantes. Hoje, temos quatro, que representam 95% do total de aparelhos vendidos”.

Para 2016, a IDC Brasil prevê queda de 17% no mercado total de celulares e de 16% apenas no segmento de smartphones. “Muitos fabricantes estão passando por dificuldades no país e não investirão em lançamentos. Isso impacta agressivamente o mercado, mas por outro lado abre espaço para players menores atuem com mais força. Não podemos esquecer que 35% da população ainda vai adquirir o primeiro smartphone”, finaliza Diego Silva.

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Principais desafios das operações de serviço em campo é tema de livro lançado pela ClickSoftware

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Disponibilizar um material original e que trouxesse valor imediato para as empresas e profissionais em suas operações de serviço em campo. Este foi o estímulo que levou os especialistas da ClickSoftware Mike Karlskind, Alec Berry e Stephen Smith a idealizar o projeto, focado principalmente nos desafios mais prementes encontrados na gestão dos serviços em campo. Intitulado “Service is Hard”, trata-se de um manual de como lidar com as dificuldades que surgem no dia a dia, analisando as causas e os riscos inerentes, bem como as diferentes abordagens para resolvê-los. Cada capítulo é embasado na expertise dos autores e, por meio de suas percepções e orientações, a ideia é transformar a maneira como o leitor vê a prestação de serviços hoje. Enxergando os desafios comuns na prestação de serviços em campo como oportunidades para o engajamento dos clientes.

O livro “Service is hard” foi inspirado em um blog de mesmo nome que Mike Karlskind, um profissional com mais de 20 anos de experiência no gerenciamento de serviços em campo mantém na ClickSoftware e onde o tema continuará a ser exaustivamente estudado. Os autores também pesquisaram conteúdo junto à experts e expoentes deste mercado, o que inclui uma comunidade de mais de 300 clientes/empresas. Examinar os oito desafios mais difíceis para a conquista de um serviço consistente e com excelência é a proposta do livro, o que inclui aspectos tão variados como tecnologia, processos, até as características inerentes ao próprio negócio prestação de serviços em campo.

A ClickSoftware é líder global no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo. A companhia tem se mantido fiel ao seu principal foco: fortalecer os prestadores de serviços para otimizar o valor de cada uma de suas interações com o cliente. Ao incrementar ambas, a efetividade e eficiência de todos os envolvidos nesta cadeia, a empresa acredita estar ajudando a promover uma importante evolução, que trará como resultado uma mudança de visão da prestação de serviço como algo meramente reativo para a prestação de serviço preditivo. O que fortalecerá o valor do negócio como um todo.

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Honeywell anuncia oferta de produtos para automação comercial com financiamento do BNDES

A Honeywell (NYSE:HON) acaba de anunciar o credenciamento de uma linha de produtos para captura de dados que terá a opção de financiamento pelo Cartão BNDES. Voltada para micro, pequenas e médias empresas, essa modalidade de financiamento oferece crédito pré-aprovado de até R$ 1 milhão de reais para a aquisição de produtos credenciados, com pagamento em até 48 prestações fixas e mensais.

Inicialmente serão oferecidos três produtos com o financiamento – que eram importados e passaram a ser fabricados pela empresa no Brasil, em sua unidade de Itajubá, Minas Gerais.

“A produção local e a adequação dos equipamentos à nossa realidade reforçam o comprometimento da Honeywell com o mercado brasileiro, garantindo empregos, preços competitivos e facilitando a oferta de serviços associados aos equipamentos”, destaca Luiz Eng, General Manager da divisão Sensing & Productivity Solutions da Honeywell.

Ao produzir localmente, a Honeywell consegue oferecer facilidades como maior agilidade no suporte ao cliente, sem a necessidade, por exemplo, de envio do equipamento para o exterior, em caso de reparo, além de menor custo nesse processo, com os valores de serviço cotados em moeda local.

Entre os produtos que passam a ser oferecidos com o financiamento do BNDES, estão:

Leitor de código de barras Voyager 1450g – Equipamento omnidirecional que permite a leitura de praticamente todos os códigos de barras lineares e grande parte dos códigos 2D, além de trabalhar com cupons, bilhetes móveis e carteiras digitais obtidos a partir das telas de dispositivos móveis.

Leitor RFID IF1 – Linha que oferece opções econômicas e flexíveis para aplicações de coleta eletrônica para registro de veículos, ideal para o uso com uma ou duas antenas na automatização de processos.

Tag RFID iB66 – Dispositivo com bateria própria que permite maximizar a operação de reconhecimento de veículos à distância de até 30 metros e com velocidades de até 160 km/h. Oferece identificação anônima e autenticação criptográfica e opera com leitores UHF RFID Gen2/6C.

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Expedição pelo Brasil encontra novos e curiosos varejistas driblando a crise

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Venda de ‘Bosta em Lata’ é produto inusitado

O especialista em varejo e consumo, Fred Rocha, acaba de finalizar sua expedição pelo Brasil acompanhado pelo pai Mauro Rocha e o especialista em vendas, Leandro Branquinho, em um Motor Home Empreendedor. Foram mais de 13 mil km, em 55 dias, conhecendo pequenos comerciantes do Oiapoque ao Chuí. “Fiz uma expedição na costa dos EUA e percorri mais 3 mil km, já era hora de saber como são os comerciantes daqui do Brasil também, principalmente em tempos difíceis”, explica Rocha.

Em sua expedição, o apaixonado por varejo, conheceu e registrou os diversos tipos de varejistas, cada qual com sua notoriedade, curiosidade, criatividade e seu marketing pessoal para atrair consumidores. Um dos exemplos é o comerciante Leonardo, que comercializa esterco. Ele criou o produto chamado “Bosta em Lata” e vende para lojas de jardinagem e para a cidade de Holambra.

O pequeno empreendedor tem que mostrar maior criatividade para atingir o público que deseja. “Nesta época de crise, é preciso se reinventar neste novo cenário. Os consumidores não estão só em busca de preço, mas também de praticidade, inventividade e comodidade”, diz Fred.

Entre tantas histórias ricas de personagens e curiosidades em produtos estão:

– um garçom que ganhou 600 euros de gorjeta e uma moto zero de um hóspede, simplesmente pelo fato de ter sido atencioso com a família;

– uma Corredora de Motocross que revendia as peças que não usava em sua moto e, por isso, criou um e-commerce;

– um lojista que é especializado em objetos, móveis, eletrodomésticos antigos;

– uma senhora de 60 anos que é personal organizer, e tinha dificuldades em achar os produtos para organizar e passou a fabricar os próprios produtos para usar em sua profissão (que começou na terceira idade).

No total, a expedição conheceu mais de 100 empresários e comerciantes pelo Brasil e conseguiu destacar mais de 30 histórias interessantes, curiosas e de sucesso em mais de 1 Terabyte de gravação, que farão parte de um documentário produzido pelo próprio Fred Rocha.

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Mercado de aceleração de startups se consolida no Brasil, com cerca de 40 aceleradoras e mais de 1.100 startups aceleradas, indica estudo inédito da FGV/EAESP

O professor Newton Campos e o pesquisador Paulo Abreu, ambos da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), apresentaram hoje dados de um estudo inédito que traça o cenário e o perfil das aceleradoras brasileiras de startups.

O estudo “O Panorama das Aceleradoras de Startups no Brasil” (clique aqui para baixar o estudo) é um dos primeiros a coletar, com profundidade, informações com as aceleradoras brasileiras, que são um fenômeno relativamente novo. Nos Estados Unidos, para termos comparativos, as primeiras iniciativas do gênero surgiram em 2005.

O estudo da FGV/EAESP serve para entender como as aceleradoras brasileiras funcionam e auxilia, ao mesmo tempo, as empresas que têm interesse em desenvolver negócios inovadores, investir ou entrar nesse segmento de identificação e apoio a novos negócios.

O levantamento mostra que o mercado de aceleradoras está consolidado — com 40 empresas no Brasil –, predominando as que se originaram na região Sudeste, seguida pelo Nordeste, Sul e Norte, mas com negócios que são desenvolvidos em todo o país nas áreas de TI, Educação, e Comércio e Serviços principalmente.

Com tempo de vida que varia em torno de três anos e meio, as aceleradoras desenvolveram em seus programas de aceleração uma média de 28 startups, totalizando 865 startups, com valores de investimento que variam de R$ 45 mil a R$ 255 mil. Uma única aceleradora é a recordista e já desenvolveu 191 startups até agora, sendo uma das mais ativas da América do Sul.

Outro dado que chama atenção são as ferramentas utilizadas pelas aceleradoras na seleção de startups e empreendedores que desejam acelerar. Nenhuma delas exige o tradicional Plano de Negócio – documento pedido por grandes empresas, mas cerca de 26% das aceleradoras exigem o Business Model Canvas – ferramenta mais recente no campo do empreendedorismo – e a maioria desenvolveu uma metodologia própria, aponta o estudo. Em contraposição, as startups são recusadas por terem equipe inadequada, demanda ineficaz e falta de escalabilidade. Ou seja, não é tanto o perfil do negócio em si, mas sim a qualidade e a capacidade da equipe fundadora que contam na avaliação.

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