Archive fevereiro 2016

Bovinocultura: Startup lança aplicativo gratuito que permite estimar o peso dos animais sem o uso de balança

aplicativo 1- divulgação

A anotação em planilhas, tabulação de dados e sistemas complicados são rotinas do passado para os produtores rurais, especialmente para quem atua na pecuária. Hoje o uso de tecnologias está cada vez mais presente no campo e por meio de celulares ou tablets é possível acessar informações que são relevantes para o negócio e acompanhar todos os indicadores de produtividade e rentabilidade. E esses recursos, que antes eram quase uma exclusividade de grandes produtores, chegam às pequenas propriedades com baixo custo – pois dispensam pagamento de licença e investimento em instalação – e facilidade de utilização.

Entre as vantagens desses sistemas é que algumas vezes o pecuarista não precisa nem de acesso à internet, uma dificuldade muito comum quando se trata de comunicação em áreas rurais. Tendo tudo isso em mente, a JetBov – startup com sede em Joinville (SC) -desenvolveu um aplicativo, muito semelhante ao WhatsApp, para auxiliar na coleta e na comunicação de dados a respeito do rebanho.

Segundo o diretor executivo da empresa, Xisto Alves, o aplicativo funciona como um ‘caderno de campo’, onde é possível fazer as anotações sobre o animal e os dados são sincronizados de forma automática ao software JetBov na nuvem, assim que o aparelho estiver conectado. Com isso é possível estimar o peso do animal mesmo sem o uso de balança, que é uma realidade comum em pequenas propriedades. “Com o uso de uma fita métrica o pecuarista pode fazer a medição do animal e, em seguida, jogar os dados no aplicativo que faz a conversão da estimativa de peso”, explica.

O aplicativo também permite utilizar leitores de brincos eletrônicos. Por meio de um sensor via Bluetooth™, a comunicação é feita direto do chip para o sistema, o que representará um ganho de até 30% no tempo do manejo. “A automação no campo é uma tendência, e representa um ganho de tempo e de confiabilidade na coleta dos dados para o produtor, permitindo armazenar e gerar informações que são essenciais para aumentar a eficiência e a produtividade” afirma Alves.

O aplicativo da JetBov está disponível para os aparelhos da versão Android e podem ser acessados sem nenhum no custo pelo https://play.google.com/store/apps/details?id=com.jetbov.jetbovdecampo .

Diferenciais

A JetBov é considerada pioneira no Brasil por desenvolver um sistema especializado em bovinocultura de corte, empregando tecnologias cloud computing ou computação em nuvem, que disponibiliza a informação a qualquer momento e lugar, bastando para isso ter o acesso à internet. Outro diferencial em relação aos sistemas tradicionais é que ele não exige pagamento de licença e manutenção, sendo ainda de fácil utilização. Entre as principais vantagens do sistema é que ele trabalha em todas às etapas da produção de carne: como cria, recria e engorda. Como isso, permite ao produtor gerenciar toda a atividade da fazenda, acompanhando dados que são relevantes para o negócio, desde o ganho de peso do animal, vacinas, gestão do rebanho, todos os custos associados à produção e o resultado financeiro.

O sistema pode ser testado gratuitamente. Basta acessar www.jetbov.com .

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Pesquisa: 82% dos conselhos estão preocupados com a cibersegurança. Apenas um em cada sete diretores de segurança reporte-se a diretores executivos

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A cibersegurança é hoje um tema de destaque na pauta dos conselhos das organizações, mas a maioria dos diretores de segurança da informação (chief information security officers, CISOs) ainda não conquistou um lugar à mesa de discussões. De acordo com um estudo conduzido pela ISACA e a RSA Conference, 82% dos profissionais de cibersegurança e segurança da informação pesquisados informaram que seus conselhos de administração estão preocupados ou muito preocupados com a cibersegurança, mas somente um em cada sete (14%) dos CISOs reporta-se ao diretor executivo.

Essa distância entre crença e ação nos mais elevados níveis de gestão ocorre em um cenário em que 74% dos profissionais de segurança esperam um ciberataque em 2016 e 30% presenciam ataques de phishing diariamente, segundo o estudo “O estado da cibersegurança” da ISACA/RSA Conference.

“Embora existam sinais de que os executivos em nível de diretoria compreendam cada vez mais a importância da cibersegurança, ainda há espaço para melhorias”, comentou Jennifer Lawinski, editora-chefe da RSA Conference. “A maioria dos CISOs ainda se reporta a diretores de informação, o que demonstra que a cibersegurança é vista como um aspecto técnico, e não uma questão de negócios. A pesquisa destaca essa discrepância com o objetivo de proporcionar uma oportunidade de crescimento para a comunidade de segurança da informação no futuro.”

A deficiência de habilidades em cibersegurança representa, em si, uma ameaça à manutenção da segurança empresarial. O ano passado viu uma queda de doze pontos no percentual de profissionais de segurança que confiam na capacidade de suas equipes para detectar e reagir a incidentes, caindo de 87% em 2014 para 75% em 2015. Entre esses 75%, seis em cada dez não acreditam que suas equipes possam lidar com algo mais grave do que um simples incidente de cibersegurança. Além disso, a quantidade de pesquisados que informam que um número inferior à metade dos candidatos a emprego foi considerado “qualificado após a contratação” subiu de 50% para 59% no período de um ano. 27% precisam de seis meses para preencher uma vaga em cibersegurança, uma taxa três pontos superior na comparação com 2014.

“A falta de confiança nos níveis atuais de aptidão em cibersegurança demonstra que as abordagens convencionais de treinamento já não são suficientes”, afirmou Ron Hale, diretor de conhecimento da ISACA. “O treinamento prático e baseado em aptidões é fundamental para suprir a lacuna de habilidades em cibersegurança e desenvolver de forma eficaz uma força de trabalho vigorosa nessa área.”

Consciência situacional

A pesquisa destacou também uma notável falta de consciência situacional entre profissionais que consideram a cibersegurança ou a segurança da informação sua função principal:

– 24% não sabiam se alguma credencial de usuário havia sido roubada em 2015.

– 24% não sabiam quais agentes de ameaça exploraram suas organizações.

– 23% não sabiam se sua organização havia sofrido algum ataque de ameaça persistente avançada (advanced persistent threat, APT).

– 20% não sabiam se algum ativo corporativo havia sido sequestrado para uso de botnet.

Apesar do fato de a maioria dos CISOs reportar-se a uma função de tecnologia na organização, o estudo deste ano mostra sinais encorajadores de que a cibersegurança merece respeito. Entre os pesquisados, 61% esperam que seus orçamentos de cibersegurança aumentem em 2016, e 75% informam que a estratégia de cibersegurança de suas organizações é hoje condizente com os objetivos empresariais.

Lawinski e Hale apresentarão essas conclusões e suas implicações na RSA Conference na quinta-feira, 3 de março. A pesquisa é a segunda edição anual do estudo “O estado da cibersegurança” do Cybersecurity Nexus (CSX), pertencente à RSA Conference e à ISACA. Os resultados podem ser consultados na íntegra no endereço www.isaca.org/state-of-cybersecurity-2016.

A ISACA criou o CSX para ajudar a enfrentar uma crescente crise de aptidões em cibersegurança no mundo todo. O CSX é um local central dedicado a pesquisa, orientação, certificações, capacitação, tutoria e comunidade sobre cibersegurança. A ISACA introduziu recentemente um treinamento baseado em habilidades com avaliações de desempenho e Certificações CSX.

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Landor revela as 10 marcas ágeis brasileiras de maior sucesso

Agência global analisou as marcas com melhor desempenho nos últimos anos e descobriu que agilidade era um fator comum entre elas; lista envolve Skol, Itaú, Ipiranga, Bohemia, O Boticário, Bauducco, Guaraná, Porto Seguro, Riachuelo e Brastemp

Marcas líderes, com desempenho superior às concorrentes e que encontram oportunidades na crise para crescer (enquanto as outras veem dificuldades). Marcas que se adaptam às mudanças de mercado e permanecem fiéis à própria essência apesar das transformações nos negócios. Marcas de sucesso e que, de acordo com uma análise da Landor, demonstram um fator em comum: a agilidade em suas ações e na maneira que são gerenciadas, por isso, são consideradas marcas ágeis!

Ao longo dos anos elas demonstraram seis comportamentos (ou parte deles) que, segundo o estudo da Landor, são a base para construir uma marca ágil: focada em princípios, adaptável, aberta, multicanal, responsável e global.

Com base nisso, a Landor, agência global de branding, acaba de lançar um estudo com as dez marcas ágeis brasileiras. Fazem parte da lista Skol, Itaú, Ipiranga, Bohemia, O Boticário, Bauducco, Guaraná, Porto Seguro, Riachuelo e Brastemp. Elas foram as que mais apresentaram os conceitos de agilidade em um grupo de 50 marcas brasileiras.

O trabalho é uma adaptação nacional de um estudo global realizado pela Landor, que identificou as 10 marcas mais ágeis do mundo. Na ocasião, a pesquisa foi realizada em quatro etapas e contou com a participação de 80 mil consumidores, entrevista com Millennials, análise de 5.200 marcas e de mais de 4 mil posts nas redes sociais. Entraram na lista Samsung, Android, Wikipedia, Google, Dyson, Apple, YouTube, Microsoft, Ikea e Disney.

Para chegar ao top 10 no Brasil, a Landor avaliou o reconhecimento das marcas com base no BrandAsset®Valuator Brazil (BAV), banco de dados de propriedade da agência, e na pesquisa BrandZ Millward Brown 2014, que mede o valor da marca de acordo com o desempenho de negócios e realiza entrevistas com mais de 2 milhões de consumidores em todo mundo.

Em seguida, a Landor selecionou as marcas que apresentaram crescimento financeiro e de mercado nos últimos anos e verificou aquelas com um ou mais dos seis comportamentos das marcas ágeis em suas iniciativas de comunicação e relacionamento com seus públicos.

“As dez marcas selecionadas são líderes ou referências em seus segmentos, e desenvolveram agilidade ao longo dos anos para crescer, inovar nos negócios e em seus mercados”, afirma Fernando Leira, General Manager da Landor.

6 comportamentos que definem uma marca ágil

Os seis conceitos abaixo podem ser aplicados em qualquer marca e adaptados para o próprio negócio, mercado e categoria.

1. Adaptável: marcas ágeis estão dispostas a mudar e a fazer isso rapidamente. Elas entendem que o sucesso exige ser ágil ao risco e à oportunidade. A Ipiranga evoluiu de um posto de gasolina para um grande centro de serviços e de conveniência nos pontos físicos ou digitais. Hoje ambos já representam cerca de 10% da receita dos postos.

2. Focada em princípios: significa procurar novas maneiras de entregar valor e garantir relevância. A Bauducco é uma marca tradicional, apoiada nos princípios da família, artesanal, aconchego, emoção e história. No entanto, se reinventou, ampliou o portfólio e as formas de interação com mercado, deixando de ser apenas sinônimo de panetone, mas também um nome forte de alimentos forneados.

3. Aberta: marcas ágeis estão abertas a conversas e a novas ideias. Elas abrem as portas para a comunicação com clientes, funcionários, parceiros e sociedade para que tenham um relacionamento direto e ativo com o mercado. A Skol cria constantemente novas formas de se relacionar com consumidor em diversos tipos de plataformas, como o PitStop Skol; promoções que despertam atratividade, por exemplo, o Skol Summer House e Skol Vegas; a campanha Motorista da Rodada; serviços como GPS e Rádio Skol.

4. Responsável: no sentido de respeitar comunidades, meio ambiente, clientes e funcionários. Ações responsáveis solidificam conexões entre marca e consumidor. O Itaú investe de forma relevante e consistente em ações para a sociedade por meio de da cultura, do esporte, da mobilidade urbana e da educação (Leia para uma criança, Copa Mundo, Instituto Itaú Cultural, Espaço Itaú Cinema, Bikes Itaú, Rock in Rio).

5. Global: todo negócio é um negócio global, independentemente do número de países em que uma marca atua vendendo seus serviços/produtos. Marcas ágeis devem estar aptas a aprender com o mercado global e garantir que sejam relevantes às necessidades locais. O Guaraná iniciou localmente e hoje é comercializada em mais de 20 países, uma das marcas mais reconhecidas internacionalmente.

6. Multicanal: marcas ágeis trabalham em todas as plataformas. O Boticário proporciona experiências inovadoras aos públicos: consultoras, venda online, experiências exclusivas para consumidoras fiéis (espaço SPFW), Espaço Olfato no Museu Catavento, (ambiente interativo e lúdico) e Caminhão Viva Linda (loja itinerante com venda produtos, dicas, técnicas, experimentação).

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Universitários do Brasil e exterior participam de competição de robótica no Inatel

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A Competição de Robótica da IWCA (Inatel Week of Control and Automation) que integra a 4º Semana de Controle e Automação do Inatel promete movimentar o Instituto. Cerca de 150 participantes de 16 universidades do Brasil e exterior estarão competindo entre os dias 1 e 2 de março.

A competição envolverá diferentes áreas da robótica e será dividida em 5 categorias: Futebol 2D que consiste em um jogo de futebol virtual de dois times rivais que através de uma programação específica realizam as tarefas do jogo, assim como em um jogo real. Já na categoria Futebol VS há a presença de 3 robôs, por time, que jogam o futebol real entre si. Os robôs são autônomos, empregando qualquer método de controle, desde que esteja completamente contido no robô e que não haja interação com um sistema de controle externo (humano ou máquina).

As categorias mini Sumô e Sumô LEGO possuem regras iguais e gerais a todas as lutas de robô sumô. O que diferencia as categorias é o tamanho e material em que os robôs são construídos. O Sumô LEGO é arquitetado através de um kit LEGO onde o robô não pode ultrapassar 1 kg. No mini Sumô ele poderá ser construído de qualquer material e forma, desde que não ultrapasse ½ kg. Os aparelhos devem ser completamente autônomos e não podem sofrem interferência de controle externo.

A última categoria Follow Line (Seguidor de linha) é composta por carros autônomos pré-programados que devem realizar um percurso completo no menor tempo possível.

O coordenador da IWCA e da equipe Robotbulls, que irá representar o Inatel nas competições, professor Alexandre Baratella Lugli, falou sobre a expectativa para a competição. “Essa será a segunda competição desse nível realizada no sul de Minas. Nossa equipe de Robótica, a Robotbulls, competirá em todas as categorias e temos a expectativa de obter excelentes resultados”, afirma.
Participarão das competições além do Inatel, a USP – São Carlos, USP – São Paulo, Universidade Federal do Paraná, Federal de Goiás, Federal de Campina Grande, Federal de Santa Catarina, Federal do Rio de Janeiro, PUC São Paulo, Unicamp, Unifei, Cefet- BH e UFLA. Remotamente estarão participantes do Irã e USA.

Todas as competições serão transmitidas ao vivo na internet e também na área de convivência do Inatel.

A IWCA

A Inatel Week of Control and Automation acontece entre os dias 29 de fevereiro e 2 de março e contará com palestras discutindo as aplicabilidades, necessidades e benefícios da automação nos diferentes setores das empresas e indústrias. Assim como dez minicursos com diferentes temas.

Durante a semana também serão realizadas demonstrações de equipamentos ligados à automação com apoio de empresas parceiras como a apresentação de robôs da ABB e demonstração dos painéis de pneumática e Demovan da empresa SMC.
Mais informações e a programação completa da Semana de Controle e automação no http://www.inatel.br/iwca

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O Mobile World Congress 2016 da GSMA supera recorde de 100.000 visitantes

O número de visitantes da edição 2016 do Mobile World Congress ultrapassou a marca de 100.000 pela primeira vez na história do evento, com cerca de 101.000 participantes, anunciou hoje a GSMA, o que representa um aumento de mais de 6% em relação ao último ano. Além disso, quase 4000 pessoas participaram da ESL Expo Barcelona, que ocorreu no final de semana anterior ao Mobile World Congress.

Visitantes de 204 países participaram do principal evento do setor de tecnologia móvel nos locais Fira Gran Via e Fira Montjuïc em Barcelona. O Mobile World Congress 2016 contou com mais de 2200 empresas expositoras, apresentando produtos e serviços inovadores nos 110.000 metros quadrados de espaço expositivo e de hospitalidade. Mais de 3600 analistas internacionais da mídia e da indústria participaram do evento para informar sobre os anúncios mais significativos do setor feitos no Congresso.

“O Mobile World Congress atingiu um marco significativo em 2016, já que os visitantes do evento superaram a marca de 100.000 pela primeira vez”, disse John Hoffman, diretor executivo da GSMA Ltd. “O Mobile World Congress deste ano incorporou eventos variados, abrangendo vários setores e interesses, que refletem o papel em expansão da tecnologia móvel no mundo inteiro. Mais uma vez, desfrutamos de um evento tremendamente estimulante, que apresentou uma escalação de oradores de nível internacional e lançamentos de uma série de produtos de vanguarda que irão definir o tom para o setor móvel para o resto do ano e além.”

A conferência e exibição de quatro dias atraíram executivos das maiores e mais influentes operadoras do mundo, empresas de software, fornecedores de equipamentos, empresas de Internet e empresas de setores da indústria, como o automotivo, financeiro e saúde, assim como representantes de governos do mundo inteiro. Mais de 55% dos participantes do Mobile World Congress deste ano ocupam cargos de diretoria de diversas áreas, incluindo mais de 5000 diretores executivos. Vinte e um por cento dos participantes do evento de 2016 foram mulheres. Análises econômicas preliminares e independentes indicam que o 2016 Mobile World Congress contribuiu com mais de 460 milhões de euros e cerca de 13.000 trabalhos de meio período.

Líderes da indústria tomam conta do palco em Barcelona

O programa de conferências de 2016 apresentou 12 sessões com temas centrais e 48 sessões de acompanhamento mais detalhadas durante os quatro dias. Entre os destaques da conferência estavam os temas centrais com diretores executivos e principais executivos de empresas, incluindo ARM, AT&T, BT Group, BuzzFeed, China Mobile, Cisco, Digital Legends, Ericsson, ESL, Facebook, Ford Motor Company, GE Digital, Getty Images, Huawei, Intel Corporation, Jukedeck, Jukin Media, MasterCard, MERCEDES AMG Petronas Formula One team, Morpho (Safran), PayPal, Publicis Groupe, Qualcomm Incorporated, Roshan, Royal Caribbean Cruises Ltd., See.Sense, Stripe, SwiftKey, Telefónica, Telegram, Telenor, Turkcell, UNICEF, University of Manchester, Vodafone e WPP.

Recorde de público para o Programa Ministerial da GSMA

Paralelamente ao principal evento estava o Programa Ministerial da GSMA, que também teve recorde de público, com delegações representando 137 países e 31 empresas internacionais. O Programa Ministerial reúne governos, reguladores e líderes do setor para discutir questões específicas de regulamentação relacionadas com o desenvolvimento da tecnologia móvel no mundo inteiro. A Intel foi o patrocinador oficial do Programa Ministerial da GSMA e do Mobile World Summit.

Innovation City apresenta o que é viver conectado

Estima-se que 28.000 participantes visitaram a Innovation City da GSMA, que mostrou o impacto de produtos e serviços móveis conectados aos consumidores e empresas, com demonstrações dos parceiros AT&T, GMA, Jasper, KT Corporation e Sierra Wireless. Com uma área de 2000 metros quadrados, este espaço único acolheu numerosas demonstrações interativas inovadoras, abrangendo uma grande variedade de setores, incluindo a indústria, transportes, saúde, casa e varejo, entre muitos outros. Os destaques incluíram uma experiência de realidade virtual a bordo do avião de passageiros Innovation City, um salto de esqui virtual e demonstrações de como a conectividade móvel está ajudando a rastrear animais de estimação e manter ciclistas seguros.

4 Years From Now na Fira Montjuïc

Agora em seu terceiro ano, o evento 4 Years From Now (4YFN) atraiu mais de 12.500 participantes e contou com 500 startups e grandes empresas no Mercado de Inovação.Um programa internacional apresentado pela Barcelona Mobile World Capital e GSMA, o evento 4YFN reúne as melhores startups e empresários de tecnologia móvel com investidores, aceleradores, incubadoras e empresas do ecossistema móvel. Realizado entre 22 e 24 de fevereiro, o programa 4YFN foi palco de palestras inspiradoras, workshops interativos, exibições de vanguarda, competições entre startups e oportunidades exclusivas de networking para o setor da tecnologia empresarial.

ESL Expo Barcelona oferece competição inovadora no setor de jogos

A GSMA acolheu a ESL Expo Barcelona na Fira Montjuïc, entre 19 e 21 de fevereiro, em parceria com a ESL, a maior empresa esportiva do mundo. O evento contou com o torneio “Barcelona CounterStrike Invitational”, ganho pela “Fnatic”, a equipe número uno do mundo, vencendo a número dois, “Astralis”, nas finais. A ESL Expo Barcelona também contou com competição inaugural “ESL Masters – Spanish National Championship for League of Legends”. Cerca de 4000 entusiastas de jogos por dia visitaram o torneio de três dias para assistir este evento ao vivo, enquanto as equipes competiam pelo prêmio em dinheiro de mais de 80.000 euros. Enquanto isso, mais de 2 milhões de espectadores se conectaram para assistir as competições em linha, com mais de 175.000 espectadores simultâneos em linha para as finais de domingo.

Evento premiou as emissões neutras em carbono com o Guinness World Record

O 2015 Mobile World Congress foi recentemente premiado com um Guinness World Record, confirmando sua posição como a maior exposição com emissões neutras em carbono do mundo. O Mobile World Congress foi certificado em julho de 2015 como neutro para emissões em carbono pelo BSI (British Standards Institution), confirmando que a GSMA concluiu satisfatoriamente o processo de certificação segundo a norma internacional PAS 2060 e que o Mobile World Congress alcançou emissões neutras em carbono. Para 2016, a GSMA concentrou-se em reduzir ainda mais o impacto ambiental e as emissões de carbono do evento, compensando eventuais emissões em circulação, como necessário, e continuará em busca da certificação de carbono neutro no próximo Mobile World Congress de 2016.

“Agradecemos a todos os nossos participantes, expositores, patrocinadores e parceiros que nos ajudaram a tornar a edição de 2016 do Mobile World Congress a maior e melhor feira na história do evento. Também estendemos nossa gratidão ao Ministério da Indústria, Energia e Turismo, à Generalitat de Catalunya, à cidade de Barcelona, à cidade de Hospitalet, ao Turisme de Barcelona, à Fira de Barcelona, à Fundação Barcelona Mobile World Capital e a todos os nossos parceiros de Barcelona por seu apoio contínuo”, concluiu Hoffman.

Mobile World Congress 2017

O Mobile World Congress 2017 acontecerá de 27 de fevereiro a 2 de março de 2017 na Fira Gran Via.

O Mobile World Congress é a base da Mobile World Capital, que será realizado em Barcelona até 2023. O Mobile World Capital abrange programas e atividades que se estendem por todo o ano e que vai beneficiar não só os cidadãos de Barcelona, Catalunha e Espanha, mas também o setor de tecnologia móvel no mundo inteiro. Para mais informações sobre o Mobile World Capital, acesse www.mobileworldcapital.com.

Para mais informações sobre o 2016 Mobile World Congress, acesse www.mobileworldcongress.com.

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Operações de home equity fecham mais um ano com elevação

Segundo dados da Barigui Companhia Hipotecária, o incremento nas operações de home equity foram de cerca de 44% em relação ao ano passado

O home equity, empréstimo com garantia de imóvel, não é a primeira opção que vem a cabeça de quem pretende contratar um empréstimo por ser pouco divulgado e por envolver o uso do imóvel para alavancar o crédito, operação que ainda tem uma barreira na cultura dos brasileiros. Mesmo assim, o home equity vem ganhando cada vez mais espaço na Barigui Companhia Hipotecária, que fechou o ano de 2015 com uma carteira de crédito imobiliária de R$ 161 milhões, incremento de 44% em relação ao ano anterior.

Desde que iniciou as suas operações com a modalidade, em 2009, a Barigui Companhia Hipotecária só contabilizou crescimento com o home equity. “A operação é uma alternativa interessante para o tomador de empréstimo por possuir prazos mais longos e juros baixos”, explica Maria Teresa Fornea, diretora da Barigui Companhia Hipotacária.

A executiva lembra que o home equity ainda enfrenta a barreira de usar o imóvel para levantar capital, algo que é bem utilizado em países como os Estados Unidos. “Ainda há esta insegurança em colocar o imóvel como garantia e o tomador do empréstimo acaba optando por uma operação com juros bem maiores, que o faz pagar diversas vezes o valor inicial só com os juros da dívida. Já no home equity, as taxas de juros giram em torno de 18,02% ao ano mais indexador, porcentagem bem inferior a outros produtos do mercado, portanto, o tomador do empréstimo consegue ter uma dívida que não comprometa tanto a sua renda”, finaliza Maria Teresa.

De acordo com o Banco Central, a linha de home equity está em R$ 15 bi. A operação é uma modalidade de crédito com uso livre, com o empréstimo podendo ser usado em qualquer finalidade. Enquanto o home equity tem taxas de juros de 18,02% ao ano mais indexador, as taxas médias do mercado para capital de giro estão em 34,17% a.a.; Crédito Pessoal, 132,91% a.a.; Cheque Especial, 226,39% a.a.; e Cartão de Crédito, 368,27% a.a.

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Huawei lança estudo sobre tendências para Small Cells em 2020

A Huawei divulgou o seu estudo “Cinco tendências para Small Cells em 2020”, durante o Mobile World Congress 2016 (MWC 2016). A pesquisa mostra, para os parceiros da Huawei, a visão da empresa sobre o desenvolvimento da tecnologia Small Cell – que permite ampliar o sinal da rede de celular – para que juntos, contribuam para a construção de um mundo conectado.

O número de usuário globais da banda larga móvel (MBB) deverá alcançar 6.7 bilhões até 2020. A Internet das Coisas celular deverá registrar 1 bilhão de conexões em todo o mundo. O crescimento da popularidade da VoLTE, vídeo 4K, realidade virtual, dispositivos vestíveis inteligentes e implantáveis, o tráfego móvel diário de um único usuário deverá ultrapassar 5GB. Este nível de tráfego fará com que a rede não cumpra as crescentes expectativas quanto à experiência do serviço.

Ao mesmo tempo, a aceleração da urbanização criará ainda mais hotspots em áreas urbanas, tornando o tráfego de dados distribuído de forma mais desigual. “A ‘Gbps’ fornece aos usuários serviços entregues instantaneamente. “A ‘Experiência 4.0’ torna os áudios e vídeos 4K acessíveis em qualquer lugar; e a ‘Conexão+’ abrirá um novo mundo de conectividade ubíqua”, disse Ryan Ding, diretor executivo e presidente de soluções e serviços da Huawei.

“As Small Cells desempenham um papel importante para as redes de banda larga móvel. Esta tecnologia pode construir vias expressas digitais em áreas de hotspots a fim de eliminar problemas de cobertura e melhorar a experiência do usuário, o que é fundamental para transformar em realidade as conexões entre pessoas e coisa”, apontou Peter Zhou, presidente da linha de produtos de Small Cells da Huawei, durante o MWC 2016.

Para atender as necessidades de desenvolvimento da banda larga móvel, as Small Cells facilitarão as cinco tendências:

1. Small Cells para criar novos modelos de negócios e ecossistemas industriais: a tecnologia será implantada mais perto dos usuários finais, o que permite o fornecimento de serviços com valor ampliado, ao mesmo tempo em que cria novos modelos de negócios e contribui para a construção de um novo ecossistema da indústria.

2. Digitalização interna para estimular a atualização da MBB: Uma mudança rumo a soluções digitais facilitará a transmissão de sistemas de cobertura internos a fim de acomodar serviços de voz e vídeo de alta definição para manter e melhorar ainda mais o crescimento da indústria MBB.

3. Small Cells multímodo, multibanda e com backhaul integrado ao ar livre para se adequar aos recursos de diversas instalações: As Small Cells atingem maior integração, permitindo a implantação multímodo e multibanda para aproveitar os recursos da instalação. As Small Cells são capazes de fornecer um backhaul wireless, o que permite a melhor mistura com o entorno ao mesmo tempo em que facilita a implantação local.

4. Convergência de espectros licenciados e não licenciados para melhorar a eficiência espectral: O suporte para a licensed-assisted access (LAA) e LTE + Wi-Fi link aggregation (LWA) permite a implantação combinada de espectros licenciados e não licenciados a fim de maximizar a eficiência espectral e melhorar rapidamente a experiência do usuário.

5. Small Cells ubíqua para estimular a evolução da arquitetura de rede: os controladores da rede de Small Cells serão construídos em uma nova arquitetura e permitirão que um grande número de Small Cells seja provido nas redes existentes com TCOs reduzidos para fornecer serviços adicionais.
Mais de 80% do tráfego móvel é gerado em ambientes fechados, especialmente em locais públicos. Sistemas de antenas distribuídas (DAS) são incapazes de fornecer capacidade de rede suficiente e atender as demandas de desenvolvimento de banda larga móvel. Nesse contexto, as Small Cells desempenharão um papel fundamental para prover hotspots em áreas abertas da cidade. No futuro, Small Cells externas permitirão novos modelos de negócios e grande largura de banda.

Soluções para espectros não licenciados melhoram a experiência do usuário ao custo do amplo uso da largura de banda, o que prejudica o desenvolvimento MBB em longo prazo. A combinação de espectros licenciados e não licenciados usando tecnologias como a licensed-assisted access (LAA) para melhorar a eficiência espectral é inevitável. Esta combinação espectral também pode ajudar a transformar em realidade a coexistência com as redes Wi-Fi para melhorar a experiência do usuário. Devido às restrições de consumo do espectro não licenciado, a combinação de espectros licenciados e não licenciados é aplicada principalmente em células pequenas internas. A solução one-box da Huawei permite que um único dispositivo use simultaneamente espectros licenciados e não licenciados e suporta a evolução da rede baseada na SDR a fim de reduzir o TCO das redes celulares.

O Service Anchor da Huawei é uma plataforma de abertura da capacidade da Small Cells que liga as redes de Small Cells e serviços de valor agregado com os assinantes finais. Esta plataforma permite que as operadoras, proprietários e desenvolvedores e integradores de serviços se beneficiem mutuamente e ajudem a construir um ecossistema favorável para o desenvolvimento das Small Cells.

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Minas Gerais receberá final nacional da Imagine Cup 2016

A final brasileira da Imagine Cup 2016, que deverá ser realizada entre 26 e 28 de abril, já tem local definido: será realizada em Minas Gerais. A Microsoft e a Sectes (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) assinaram, em 22 de fevereiro, um acordo de cooperação que levará a final nacional da competição para o estado. Para o Governo de Minas Gerais, essa realização “reafirma a vocação que o Estado tem para ser espaço de inovação e desenvolvimento do empreendedorismo”.

A Imagine Cup, conhecida como Copa do Mundo da Computação, incentiva o empreendedorismo entre estudantes de todo o mundo. Já foram realizadas 13 edições do evento, que contou com a participação de mais de 1.8 milhão de estudantes de 190 países. O Brasil possui uma participação importante, sendo campeão em diferentes categorias em nove edições. Em 2015, a equipe brasileira vencedora recebeu um prêmio de US$ 50 mil e a mentoria de Satya Nadella, CEO da Microsoft.

A Imagine Cup é apenas uma das iniciativas implementadas pela Microsoft para acompanhar a jornada empreendedora, com o objetivo estimular a criação de ideias inovadoras e a geração e desenvolvimento de startups.

Fonte: Blog da Microsoft Brasil

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Electric Vehicles To Be 35% Of Global New Car Sales By 2040

The electric vehicle revolution could turn out to be more dramatic than governments and oil companies have yet realized. New research by Bloomberg New Energy Finance suggests that further, big reductions in battery prices lie ahead, and that during the 2020s EVs will become a more economic option than gasoline or diesel cars in most countries.

The study, published today, forecasts that sales of electric vehicles will hit 41 million by 2040, representing 35% of new light duty vehicle sales. This would be almost 90 times the equivalent figure for 2015, when EV sales are estimated to have been 462,000, some 60% up on 2014.

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This projected change between now and 2040 will have implications beyond the car market. The research estimates that the growth of EVs will mean they represent a quarter of the cars on the road by that date, displacing 13 million barrels per day of crude oil but using 1,900TWh of electricity. This would be equivalent to nearly 8% of global electricity demand in 2015.

Colin McKerracher, lead advanced transportation analyst at Bloomberg New Energy Finance, said: “At the core of this forecast is the work we have done on EV battery prices. Lithium-ion battery costs have already dropped by 65% since 2010, reaching $350 per kWh last year. We expect EV battery costs to be well below $120 per kWh by 2030, and to fall further after that as new chemistries come in.”

Salim Morsy, senior analyst and author of the study, commented: “Our central forecast is based on the crude oil price recovering to $50, and then trending back up to $70-a-barrel or higher by 2040.1 Interestingly, if the oil price were to fall to $20 and stick there, this would only delay mass adoption of EVs to the early 2030s.”

The electric vehicle market at present is heavily dependent on “early adopters” keen to try out new technology or reduce their emissions, and on government incentives offered in markets such as China, Netherlands and Norway. Although some 1.3 million EVs have now been sold worldwide and 2015 saw strong growth, they still represented less than 1% of light duty vehicle sales last year.

EVs come in two categories – battery electric vehicles, or BEVs, that rely entirely on their batteries to provide power; and plug-in hybrid electric vehicles, or PHEVs, that have batteries that can be recharged but have conventional engines as back-up. The best-selling BEV over the last six years has been the Nissan Leaf, and the best-selling PHEV the Chevrolet Volt.

The study’s calculations on total cost of ownership show BEVs becoming cheaper on an unsubsidised basis than internal combustion engine cars by the mid-2020s, even if the latter continue to improve their average mileage per gallon by 3.5% per year. It assumes that a BEV with a 60kWh battery will travel 200 miles between charges. The first generation of these long-range, mid-priced BEVs is set to hit the market in the next 18 months with the launch of the Chevy Bolt and Tesla Model 3.

Morsy said: “In the next few years, the total-cost-of-ownership advantage will continue to lie with conventional cars, and we therefore do not expect EVs to exceed 5% of light duty vehicle sales in most markets – except where subsidies make up the difference. However, that cost comparison is set to change radically in the 2020s.”

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“A tecnologia impacta positivamente nos resultados dos negócios” afirma Ney Santos, CIO da BRF, durante Seminário LIDE

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Segundo o CIO (Chief Information Officer) da BRF, Ney Santos, incluir o mundo digital nos negócios é o caminho para inovar e resolver antigos desafios, além de capturar novas oportunidades. “O impacto direto desta ação é o aumento nos resultados e na produtividade, criando novos negócios e gerando novas receitas”, declarou Santos, durante o SEMINÁRIO LIDE TECNOLOGIA promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, ontem, 24 de fevereiro, no Auditório da Gocil, em São Paulo.

“A tecnologia é viabilizadora de grandes ideias, por isso é necessário unir criativos e empreendedores para fazer acontecer. Se a Internet das coisas (do termo em inglês: Internet of Things), estiver assimilada por toda a equipe de executivos da empresa, com certeza projetos inovadores surgirão. Empresas e pessoas passam a trabalhar de forma integrada, gerando economia de tempo e dinheiro”, destacou o palestrante.

“É importante que a TI deixe de ser operada como retaguarda, mas como linha de frente junto a outras áreas como Logística, Supply Chain, Comercial. E assuma a responsabilidade de aumentar receitas e produtividade. Isso força uma nova governança”, afirmou o CIO. “A TI passa a ser um consultor interno de oportunidades junto aos negócios e as ideias vem de todos os lugares. Vira um agente integrador, além de garantir a segurança e integridade da informação”, reforçou o convidado.

“O alto impacto somente será alcançado com a empresa pensando de forma diferente, pensando em como revolucionar com as novas tecnologias”, destacou o expositor. A inovação não virá de uma pessoa ou de uma área, mas de uma cultura em busca da transformação. A arquitetura e integração de tecnologias diferentes serão grandes desafios para as áreas de TI, assim como o cyber security que será uma preocupação cada vez maior.

Ney Santos usou cases de sucesso como exemplo da importância da tecnologia para atingir bons resultados. “O Uber, 99 Taxi, Ipod, entre outros, não inventaram tecnologia nenhuma, apenas usaram a que já existia e criaram um novo negócio de sucesso”, concluiu o expositor.

Laercio Albuquerque, presidente da CA Technologies, que também participou dos debates, afirmou que em todos os segmentos, alguém já é um líder digital máster, “por isso é importante estar atento a este universo digital e não desperdiçar oportunidades”, destacou. Na avaliação de Mario Anseloni, presidente do LIDE MÁSTER e Silvio Genesini, presidente do LIDE TECNOLOGIA, o grande desafio é fazer com que as grandes empresas atuem com start ups. Mesma opinião de Gustavo Ene, CEO do LIDE que reforçou ainda o quanto o tema é instigante e importante para todo o setor empresarial.

A primeira edição do SEMINÁRIO LIDE TECNOLOGIA conta com o patrocínio da CA TECHNOLOGIES, STEELCASE, SPRING MOBILE e VERIZON, com o apoio da GOCIL. Como fornecedores oficiais estão ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN e PR NEWSWIRE. AMÉRICA ECONOMIA, DCI, as rádios BAND e BANDNEWS, MADE, revista e TV LIDE são mídias partners do evento.

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iProspect avalia impacto de mudanças na busca do Google

Nesta segunda-feira (22), o Google, uma das empresas mais valiosas do mundo, detentora da esmagadora fatia do mercado brasileiro, mudou a forma como apresenta sua página de resultados de pesquisa em computadores, notebooks e tablets.

Antes das modificações, o SERP (Search Engine Results Page), sistema de busca da empresa, exibia onze anúncios, sendo três no topo e o restante dividido entre a lateral direita e o rodapé da página. Agora, o sistema passou a exibir quatro anúncios no topo da página e três no rodapé, suprimindo os anúncios em texto na lateral, que fica reservada ao Google Shopping e ao Gráfico de Conhecimento (box que mostra informações e curiosidades sobre o tema buscado).

Oferendo menos espaço publicitário, o Google aumenta a competição entre as empresas interessadas em links patrocinados e inflaciona o CPC (custo por clique). “Com isso, a tendência é que as pequenas e médias empresas não consigam competir com os grandes anunciantes”, avalia Gustavo Macedo, Diretor de BI e SEO da iProspect. “Nesse cenário, o SEO (Search Engine Optimization) ganha ainda mais importância, já que a primeira tela de carregamento trará apenas um resultado orgânico, fazendo com que somente os sites melhor otimizados concorram por esse espaço, principalmente no que tange a palavras-chave genéricas”, finaliza o executivo.

A iProspect, marca global de performance da Dentsu Aegis Network, analisou os impactos das mudanças no Google e produziu um estudo que pode ser acessado no blog da empresa: http://www.iprospect.com/pt/br/our-blog/google-altera-o-layout-da-busca/

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Lean IT: decisão estratégica para a TI lidar com a crise

Por Douglas Braga

O que causa a crise?

Nos últimos meses tenho me perguntado sobre o que de fato causa uma crise e quais os efeitos colaterais mais perigosos gerados por uma crise.

Sobre o efeito colateral, ocorre que em algum momento, alguém olhou para a situação do país e concluiu que uma crise estaria por vir, então, o “controle emocional” ou a falta
dele, começou a gerar um certo tipo de medo, nas pessoas.

Então as pessoas começaram a deixar de comprar, as empresas pararam de investir e, consequentemente, demissões estão ocorrendo por falta de demanda.

Mas onde as áreas de TI entram nesta história?

Hoje em dia, a Tecnologia da Informação está deixando de ser uma simples commodity para se tornar parte da estratégia da organização, independente do tamanho e segmento de atuação.

Qualquer projeto importante, de uma forma ou de outra, irá exigir da Tecnologia implementações sistêmicas ou arquitetônicas que suportem a empresa. O Lean IT é uma poderosa metodologia para isso, porque permitirá fazer mais com menos, por meio da inovação, tornando as equipe mais eficientes e com alto rendimento.

Assim, os projetos de Tecnologia deixam de representar grandes desafios nas organizações. Fato que, hoje em dia, gera insegurança no corpo executivo que tende guardar na “gaveta” os novos projetos.

A utilização do Lean IT, como metodologia para uma TI mais eficiente, é estratégico porque quando você enxuga a TI consegue:

1 – Agregar maior valor ao negócio e ao cliente final e diminui a insegurança e o medo do investimento. Quanto melhor a experiência do cliente interno e final, mais a TI contribui para o aumento de receita da organização;

2 – Contribuir para o Time to Market. Sobreviverá quem for mais rápido e a TI que ajudar o negócio a ser mais rápido irá prevalecer;

3 – Aumentar a disponibilidade dos serviços críticos de TI. O negócio depende dos serviços de TI para vender, operar, comprar, etc … Quanto mais tempo no ar, quanto menor a quantidade de incidentes e problemas, mais sua empresa terá resultado.

Ter uma TI enxuta, significa diminuir a insegurança ou “medo de investir” e aquele que pensar nisso irá contribuir para o bem estar da organização e de todos que depende dela.

O medo é importante, pois gera cautela. Mas é importante saber controlá-lo e não deixar que ele controle nossas vidas. Lean IT é uma metodologia testada e comprovada, que te ajudará nessa jornada empresarial, principalmente em tempos de crise!

Boa sorte nos negócios

Douglas Braga
Responsável pela nova área de Eficiência e Inovação da Global TI

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