Archive abril 2015

Porto Digital abre edital para aceleradora Jump Brasil

A primeira turma terá cinco empresas de base tecnológica e economia criativa, que receberão R$ 40 mil para impulsionar negócios

O parque tecnológico Porto Digital, reconhecido como um dos melhores habitats de inovação do Brasil, divulgou edital para seleção de cinco empresas para sua aceleradora. A Jump Brasil é uma parceria entre o hub recifense, o Instituto Talento Brasil e a Jereissati Participações.

As startups selecionadas passarão por um processo de aceleração realizado em cinco meses. Nesse período, as empresas receberão aporte financeiro de R$ 40 mil para a estruturação de modelo de negócios. Também é parte do programa sessões de capacitação, mentoria, consultoria empresarial, conexão com investidores e seminários. “Durante o processo, os empreendedores passarão pelas etapas de descoberta, validação e aquisição de clientes, culminando com a realização de um ‘investorsday’, quando as startups serão apresentadas aos investidores”, explica Pedro Souza, gerente de aceleração da Jump Brasil.

Para participar, as empresas devem submeter, até dia 29 de maio, o formulário disponível no site da Jump Brasil (www.jumpbrasil.com), assim como anexar um vídeo de dois minutos com apresentação e justificativa de inscrição. Os selecionados nessa etapa passarão por entrevista presencial, na sede da aceleradora. Os finalistas assinarão contratos de participação societária. “Trata-se de uma contrapartida aos recursos investidos, infraestrutura e serviços aportados. A sociedade será de 6% a 12%, a depender do estágio de desenvolvimento do negócio”, justifica Souza.

“O Porto Digital possui uma estratégia de desenvolvimento do empreendedorismo e inovação suportada por incubadoras e aceleradoras. O público-alvo da Jump Brasil são as empresas que já apresentam maturidade no seu modelo de negócios e perspectivas de atender às demandas do mercado”, comenta Francisco Saboya, presidente do parque tecnológico.

Ao todo, serão investidos R$ 20 milhões por um período de cinco anos para estruturação de startups, promoção de eventos, reforma e manutenção da estrutura física da Jump. Os recursos são oriundos do Grupo Jereissati Participações.
Desenvolvendo a Cidade

Ademais de acelerar o crescimento de startups, a Jump Brasil se propõe a contribuir para o desenvolvimento de soluções urbanas voltadas para o bem-estar social. Na chamada atual, uma das vagas será oferecida a empresa que tiver projeto dentro dos seguintes temas: mobilidade urbana, energia, poluição, sustentabilidade e segurança.

Ambiente de coworking e interação

A sede da Jump, não só oferece suporte físico para as empresas aceleradas, mas também é um ambiente de coworking, composto por 24 estações de trabalho, espaços de convivência, food service e área de exibição para 70 pessoas. A intenção é possibilitar interação entre os empreendedores, permitir que possam receber clientes, participar e realizar eventos e exibições, criar conexões e se inspirarem para desenvolver atividades em colaboração.

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Gartner anuncia Conferência sobre Business Intelligence, Analytics & Information Management

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Neste evento discutiremos estratégias que promovem habilidades profissionais e estimulam novas ideias para os profissionais de TI e CIOs. Entre outros assuntos, apresentaremos fundamentos de um programa de BI (Business Intelligence) e as abordagens de negociação com fornecedores, além de discutir como organizar uma equipe de BI que adote as melhores práticas de Business Analytics”, diz João Tapadinhas, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

O evento irá abordar a “fronteira analítica” que separa empresas que consideram o Analytics como uma ferramenta fundamental de outras que continuam presas à gestão de relatórios. Para atravessar essa barreira, as organizações precisam renovar e adquirir habilidades (preditiva, prescritiva e diagnóstica), aplicando soluções de BI em seus modelos de negócios para abrir as portas para novas oportunidades empresariais.

A discussão vai ao encontro da tendência de descentralização da gestão de BI, considerada competência da área de TI. Departamentos, grupos de trabalho e indivíduos demandam mais autonomia para criarem conteúdo analítico, e as empresas precisam saber como propiciar essa independência sem sacrificar sua governança e a consistência das informações conforme seus interesses e necessidades.

Para orientar as empresas nessas questões, o evento contará com a presença de analistas brasileiros e internacionais em sessões dividas nas seguintes vertentes: modelos organizacionais que entregam valor ao negócio, adoção de BI para promover a otimização, modernização para reforçar os investimentos de BI e o gerenciamento de ativos de informações para aumentar o rendimento das informações.

O summit apresentará os mais recentes Quadrantes Mágicos, além de oferecer sessões de Perguntas e Respostas, sessões interativas com pesquisas em tempo real, estudos de casos, reuniões one-on-one com analistas de renome mundial e workshops.

Até o dia 15 de maio, as inscrições estão com desconto de R$ 475,00. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: http://www.gartner.com/br/bi.

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Estudo da Oracle destaca a importância dos aplicativos móveis para os “millennials”

Pesquisa revela que as pessoas nascidas entre 1980 e 2000 são menos propensas a usar produtos ou serviços de uma empresa após experiência ruim com um aplicativo

Uma recente pesquisa realizada pela Oracle revela que quase 55% dos millennials – pessoas nascidas entre 1980 e 2000 – disseram que ficariam menos propensos a usar os produtos de uma empresa após uma experiência insatisfatória com um aplicativo móvel. De acordo com o relatório Millennials and Mobility: how businesses can tap into the app generation, 39% desses entrevistados também não recomendariam os produtos ou serviços de uma empresa após uma experiência ruim com o app e 27% admitiram que poderiam, inclusive, dar uma opinião negativa dos produtos e serviços da empresa.

Essas descobertas reforçam que quando as empresas não conseguem proporcionar uma experiência interessante com seus aplicativos móveis para clientes efetivos e potenciais, essa deficiência se reflete nos valores da marca, levando a empresa a correr o risco de desagradar a geração millennial e perder os consumidores para a concorrência, caso essa última tenha uma oferta de um app mais convincente.

Suhas Uliyar, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos e Estratégia Móvel da Oracle, afirma que “uma experiência interessante e personalizada para o usuário tornou-se a nova arma na batalha para atrair e reter os clientes da geração millennial. As empresas que não conseguem agregar valor aos clientes com uma experiência móvel conveniente, funcional e relevante, têm pouca chance de alcançar a liderança”.

O relatório também mostra que os millennials não se interessam por comunicações e contatos não solicitados na forma de avisos por push que não sejam relevantes às suas necessidades específicas, mas gostam de receber suporte com valor agregado.

Entre os entrevistados, 73% afirmam que gostam de adquirir produtos ou serviços de uma empresa usando um aplicativo móvel. Do mesmo modo, 71% gostam de gerenciar o faturamento de serviços e 65% apreciam a capacidade de sinalizar problemas ou reclamações para uma empresa usando um aplicativo móvel. Mais da metade (56%) prefere não receber avisos por push e a mesma porcentagem raramente age motivada por esse tipo de aviso, embora quase 50% admitam que essas notificações sejam personalizadas.

“A capacidade de gerenciar faturas ou sinalizar problemas com serviços para uma empresa usando um aplicativo móvel implica em uma relação de consentimento entre o cliente e a marca ou o fornecedor do serviço. A história é completamente diferente no caso dos avisos por push. As organizações terão de prover serviços com base em aplicativos que distingam a fronteira entre a eficiência e a invasão se quiserem explorar a afinidade dos jovens no uso de aplicativos móveis e tablets sem desagradá-los”, ressalta Suhas Uliyar.

A pesquisa da Oracle revelou também que, embora os jovens usem tablets em uma escala considerável, os smartphones continuam sendo o dispositivo preferido para acessar os aplicativos móveis. Por exemplo, 61% dos millennials fizeram upload de conteúdo de mídia usando um aplicativo para smartphones — quase o dobro dos que fizeram a mesma operação usando um tablet (35%). Quando se trata de transferir dinheiro para um amigo, 48% usaram um aplicativo para smartphones, enquanto 22% recorreram a aplicativos pelo tablet para fazer o mesmo tipo de transação.

“Fica claro que há muito espaço para inovação quando se trata de aplicativos para tablets e smartphones de formatos maiores, e as empresas que atenderem esse apelo estarão bem posicionadas para aproveitarem oportunidades em um mercado ainda em amadurecimento. Entretanto, os aplicativos para smartphones e tablets não devem ser desenvolvidos de modo independente um do outro. Muitos millennials possuem vários dispositivos conectados e as empresas terão de fornecer uma experiência consistente e de alta qualidade no aplicativo em todos esses dispositivos se quiserem agregar valor aos clientes”, conclui o vice-presidente da Oracle.

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Grupo Locaweb tem novo diretor de tecnologia

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O Grupo Locaweb, líder isolado em hosting no Brasil, anuncia seu novo CTO. Alexandre Cadaval já exercia o cargo de gerente executivo de projetos corporativos no Grupo há quase dois anos, e trouxe na bagagem a experiência do trabalho realizado na DHC Outsourcing (atual UOLDIVEO), como diretor de operações e produtos, além de ter sido sócio em uma integradora
de sistemas.

“Essa promoção faz parte da estratégia do Grupo para aproveitar bem todos os seus talentos internos. Somado isso ao ótimo desempenho do Cadaval e à sua vasta experiência no mercado de tecnologia, acreditamos que a Locaweb trilhará um caminho com ainda mais excelência e conquistas”, afirma Flávio Jansen, presidente do Grupo.

Formado em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da USP, atua a mais de 25 anos no mercado de TI, com experiência emgerenciamento de projetos complexos, gestão de equipes e arquitetura de computadores e redes.

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Número de acessos em banda larga alcançou marca de 200 milhões em fevereiro

O Brasil alcançou a marca de 200 milhões de acessos em banda larga. Segundo balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o número total de acessos chegou a 203 milhões no mês de fevereiro, o que representa um crescimento de 44% nos últimos 12 meses. Mais que conectar 200 milhões de brasileiros, número equivalente à população do País, a banda larga tem trazido desenvolvimento, competitividade econômica e inclusão social.

Hoje, o brasileiro passa grande parte do seu dia usando as telecomunicações, seja para pagar uma conta, consultar o saldo bancário, ver a programação do cinema ou para encontrar o endereço do posto de saúde mais próximo, da farmácia popular, do restaurante da moda. É usada também na educação, para telemedicina e nos negócios de empresas de todos portes e ramos de atividade. E para isso, o brasileiro usa a banda larga de casa, do trabalho, ou o celular. Nos últimos 12 meses 62 milhões de novos acessos foram ativados, a um ritmo de ativação de duas novas conexões por segundo.

A facilidade de ter a internet sempre à mão permitida pela banda larga móvel tem impulsionado boa parte dessa expansão. Do total de acessos, 178,4 milhões são pelas redes móveis de 3G e 4G. Nessa modalidade, o crescimento foi de 50% em relação a fevereiro do ano passado. A banda larga pela tecnologia de quarta geração, que permite velocidade de conexão à internet até dez vezes mais rápida que a 3G, fechou fevereiro com 8,4 milhões de acessos.

Na banda larga fixa, os acessos somaram 24,5 milhões em fevereiro. Desse total, 2,1 milhões de conexões foram ativadas no período de doze meses, com crescimento de 9%. A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros. É por meio dessas redes que as concessionárias atendem com banda larga gratuita a mais de 66 mil instituições públicas de ensino fundamental e médio, pelo programa Banda Larga nas Escolas.

A expansão também se verificado na cobertura das redes de banda larga móvel, ativada em 429 novos municípios, no período de doze meses. Ao todo, as redes de terceira geração estão instaladas em 3.930 municípios, onde moram 93% dos brasileiros. O 4G já chega a 147 cidades, que concentram 42% da população brasileira. Essa cobertura supera em muito a meta prevista, de atendimento de 45 cidades com mais de 500 mil habitantes.

Nos últimos cinco anos, o número de acessos no Brasil, cresceu cinco vezes, passando de 37 milhões em 2010 para 192 milhões em 2014. Além desse extraordinário crescimento, o que se verificou foi um aumento considerável no ritmo anual de ativação. Em 2010, foram ativados 15 milhões de novos acessos. Esse volume subiu para 24 milhões em 2011, 26 milhões em 2012, 48 milhões em 2013 e 58 milhões em 2014. Isso quer dizer que há cinco anos o ritmo de ativação era de dois acessos a cada quatro segundos e em 2014 chegou a dois acessos por segundo.

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Para se ter uma ideia dessa velocidade de expansão da banda larga, o Brasil levou 23 anos para chegar a 50 milhões de acessos e apenas 20 meses para chegar a 100 milhões. Daí, o prazo para atingir 150 milhões foi reduzido para 12 meses e o País chegou a 200 milhões em 10 meses.

A Telebrasil entende como essencial a definição de políticas públicas que incentivem ainda mais a expansão, criando condições para que a banda larga e as facilidades que ela proporciona cheguem a um número cada vez maior de brasileiros e de empresas, contribuindo fundamentalmente para um Brasil inovador e competitivo.

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Vendas despencam em todos os setores e regiões paulistas em fevereiro, informa Associação Comercial de SP

Pesquisa ACVarejo, da Associação Comercial de SP, mostra que segmentos mais atingidos foram concessionárias de veículos (-26,2%), autopeças/acessórios (-24,5%) e lojas de material de construção (-21,2%); os que perderam menos foram farmácias/perfumarias (-7,5%) e supermercados (-7,5%)

São Paulo, 28 de abril de 2015. A pesquisa ACVarejo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), revela que o mês de fevereiro de 2015 foi marcado por fortes quedas nos volumes de vendas no varejo em todos os setores econômicos ante igual período de 2014. O mais atingido foi o de concessionárias de veículos (-26,2%), seguido por autopeças/acessórios (-24,5%) e lojas de material de construção (-21,2%). Os três segmentos também estiveram entre os que apresentaram os piores desempenhos nos últimos 12 meses.

As informações são do Boletim nº 10 da pesquisa ACVarejo, elaborada pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal/ACSP com base em informações de faturamento do varejo enviadas pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

Os setores que perderam menos em fevereiro de 2015, no que se refere às vendas físicas, foram farmácias/perfumarias (-7,5%) e supermercados (-7,5%). Esses mesmos segmentos foram, inclusive, os poucos que tiveram saldos positivos em janeiro e que se saíram melhor quando se analisam os últimos 12 meses (ver tabela anexa, com desempenho de cada setor).

“Os resultados foram bastante influenciados pelo menor número de dias úteis em fevereiro de 2015, devido ao feriado de Carnaval, que em 2014 caiu em março”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

“Os dados acumulados em 12 meses, já livres da influência do ‘efeito- Carnaval`, indicam que continua a tendência à desaceleração das vendas do varejo, mais fortemente notada nos bens mais caros e dependentes do crédito, que são automóveis, eletroeletrônicos e material de construção – este último sofre inclusive os efeitos do arrefecimento da demanda por imóveis”, aponta Burti. Ele complementa que o menor crescimento da renda, a maior inflação, o aumento de tarifas e o arrefecimento do emprego e do crédito reduziram a confiança e, portanto, a intenção de compra dos brasileiros. “O consumidor passou a privilegiar as compras de itens imprescindíveis como medicamentos e alimentos”, completa Burti.

Estado e capital

O Boletim nº 10 da pesquisa ACVarejo também informa que, em fevereiro, os resultados dos volumes de vendas no varejo ampliado (que inclui automóveis e lojas de material de construção) no Estado e na capital ficaram no vermelho sobre o mesmo período de 2014, com quedas de 14,9% e de 17,6%, respectivamente.

Vendas Varejo Ampliado Regiões

Nenhuma região paulista apresentou saldo positivo no volume de vendas. A região que mais sofreu foi a de Araçatuba (-19,6%), seguida por Marília (-19,2%) e litoral (-18,1%). Já as regiões que registraram as quedas menos acentuadas foram Alto Tietê (-0,8%), Jundiaí (-7,4%) e Vale do Paraíba (-9,4%).

Faturamento Varejo Ampliado Regiões

O faturamento do varejo ampliado só foi positivo em duas regiões: Alto Tietê (+6,9%) e Jundiaí (+0,3%). As maiores perdas foram: Araçatuba (-11,9%), Marília (-11,5%) e Litoral (-10,4%).

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Aplicativo do IBPT para celular revela o perfil das empresas brasileiras

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT está lançando o IBPT Prospect, aplicativo desenvolvido para facilitar a vida de quem quer buscar novos clientes, empreender e ampliar vendas usando seu smartphone ou outros dispositivos móveis.

A versão mobile do IBPT Prospect é compatível com Android, podendo ser baixada gratuitamente no Google Play, e permite buscar empresas por localização, atividade econômica, natureza jurídica, regime de tributação, entre outras especificações. Com uma simples consulta ao banco de dados, composto por milhões de CNPJs de empresas e entidades públicas e privadas de todo o País, é possível saber quantos empreendimentos há no bairro, região, município ou estado. Em segundos, as informações aparecem na tela, com a possibilidade de visualização das empresas em listas ou mapas.

“Ao ter em mãos o perfil das empresas existentes numa determinada localidade, o empresário pode elaborar estratégias de mercado mais eficientes, fundamentais para a prospecção de novos clientes e para o crescimento do seu negócio de forma assertiva”, afirma o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

O aplicativo está disponível em uma versão gratuita e duas modalidades de versões pagas em custos extremamente acessíveis a quaisquer empresas. Na versão gratuita, o usuário poderá realizar pesquisas em sua cidade, sendo os resultados limitados a cinco empresas. Nas versões pagas, as pesquisas podem ser realizadas em um ou três estados do Brasil, à sua escolha, através do planos Basic e Advanced, respectivamente.

As informações utilizadas no IBPT Prospect são públicas, obtidas através de captura eletrônica, de acordo com a Lei de Acesso à Informação. “O aplicativo é uma ferramenta que garante ao usuário total segurança e confiabilidade nas informações, bem como a agilidade necessária para identificar novas oportunidades de negócios”, finaliza Amaral.

O IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, fundado em 1992, atua na área de inteligência tributária e realiza auditorias, consultorias e implementa sistemas de governança tributária. No âmbito de mercado, o Instituto orienta estratégias de negócios a partir da análise de informações econômicas e fiscais.

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Grupo Sage lança serviço de avaliação de práticas contábeis

As companhias que estão na Obrigatoriedade da Escrituração Contábil Digital, acabam de ganhar um aliado na elaboração de suas demonstrações contábeis. A IOB Sage lança, esta semana, o “IOB Análise e Avaliação de Riscos ECD”. O novo serviço consiste na avaliação da prestação de contas da empresa pela Sage levantando se o negócio está alinhado com as práticas contábeis dispostas no IFRS e CPCs, bem como os tratamentos previstos na Lei nº 12.973 e a Instrução Normativa nº 1.515, como por exemplo, AVP (Ajuste a Valor Presente), AVJ (Ajuste a Valor Justo), Impairment, depreciação de bens com base na vida útil e Cut off (Receita/Custo).

“Com a ajuda dos nossos consultores, a empresa terá um diagnóstico sobre a conformidade de sua contabilidade para a geração consistente do arquivo da ECD (Sped Contábil) que servirá de base para a geração do arquivo digital da ECF (Escrituração Contábil Fiscal)”, diz o Adilson Benedito.

A ECD é entregue até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira à escrituração contábil. Em caso de não entrega, os contribuintes estarão sujeitos a multas de R$ 500,00 por mês-calendário ou fração relativo às pessoas jurídicas que tenham apurado lucro presumido na última declaração apresentada, ou R$ R$ 1.500,00 por mês-calendário ou fração referente às pessoas jurídicas que tenham apurado lucro real ou tenham optado pelo auto arbitramento na última declaração apresentada.

Os consultores da IOB Sage realizarão uma análise do plano de contas atual da empresa para verificar a necessidade de adequação ao novo plano de contas referencial instituído pela Receita Federal. Além disso, eles também auxiliarão na elaboração do “DE/PARA”, com objetivo de evitar que sejam transmitidos dados inconsistentes ao Fisco. “Este trabalho irá assegurar que a empresa utilize contas contábeis vigentes e consistentes e centros de custos em conformidade com as respectivas contas para a correta geração dos arquivos digitais”, explica Adilson Benedito.

Outro benefício do IOB Análise e Avaliação de Riscos ECD é a certificação do conteúdo do arquivo digital da ECD gerado pela empresa por meio da aplicação de técnicas próprias de auditoria destinadas à validação e identificação de inconsistências. Nesse processo serão avaliadas as informações contábeis em confronto com os controles e relatórios internos elaborados pela companhia e também será feito um cruzamento macro com o arquivo da ECF. Além disso, serão avaliadas as informações econômicas apresentadas no arquivo digital, dispostas nos registros X e Y. “Certificações como essa garantem maior segurança, qualidade e confiabilidade das informações prestadas ao Fisco pela empresa”, explica Adilson Benedito.

Mais informações sobre o IOB Análise e Avaliação de Riscos ECD estão disponíveis no link www.iob.com.br/analiseeavaliacaoderiscos/

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Os desafios do CIO do futuro

Por Ana Claudia S. Reis*

A área de TI está se transformando. Podemos observar esse movimento em pequenas realidades do nosso dia a dia e, também, nas ações que as empresas realizam para potencializar seus resultados. A economia digital está mudando as organizações de maneira contínua, criando um ambiente hiperconectado no qual o negócio principal gira em torno das responsabilidades da área de TI e impactam diretamente no desempenho dos atuais gestores. Diante desse cenário, pode-se notar a alteração acelerada na agenda e nas atribuições do CIO (Chief Information Officer). O profissional é, agora, o principal responsável por administrar essa constante atualização.

Pensar digital e compreender a redefinição do seu papel dentro das empresas, que deve ser muito mais estratégico, estão entre os desafios do novo CIO. Ele precisa focar na identificação de novas oportunidades de negócios, que explorem a tecnologia digital como força principal. É responsabilidade desse profissional, portanto, assumir uma postura de liderança digital, que traga aos novos projetos um resultado sólido. Dessa maneira, o diretor irá convencer as demais áreas da empresa de que inovação é, sim, uma função da área de TI e vital para longevidade das companhias.

Como vivemos na “Era da Transformação Tecnológica”, uma das principais dificuldades enfrentadas por esse profissional é ser hábil na administração dessas mudanças. Compreender pioneiramente as tecnologias que surgem é um ponto de total atenção, uma vez que os modelos de negócio e gestão que levam em consideração a evolução da tecnologia passarão a se alterar com maior frequência. Isso requer do executivo, além de conhecimento, um planejamento eficaz que reflita esse olhar sempre à frente do seu tempo.

Com perfil inovador, o CIO do futuro irá atuar em conjunto com outras lideranças como o Chief Digital Officer e o Chief Information Security Officer. Este último, vale notar, será o principal parceiro do CIO, pois seu foco assertivo em cibersecurity e na proteção de dados e propriedade intelectual da empresa, ciente de todos os riscos operacionais, o torna essencial na tomada de decisões.

Ter uma visão clara de mudança de abordagem da área de TI torna-se necessário ao CIO. Em certos casos, por exemplo, é mais seguro e estratégico terceirizar algumas atividades de menor valor agregado, reduzindo o envolvimento do profissional nas questões operacionais, do que incorporar os procedimentos no departamento. Dessa forma, tempo e energia do executivo são liberados e o permitem interagir com outros gestores que pilotam o negócio, solidificando uma visão integral das atividades – e isso será cada vez mais exigido deles. O resultado são processos operacionais mais simples e mais tempo para o CIO inserir novos conceitos tecnológicos, algo vital para seus projetos.

E por que não correr riscos? Sair da zona do backoffice e ir para a linha de frente, dessa vez com postura mais empreendedora, garante além de eficiência, uma empresa mais inteligente, com um board mais ativo, comprometido a criar e sem medo de errar. A natureza desse profissional deve ser de atuar em cenários desafiadores e ele deve conseguir manter os sistemas que já estão em vigor funcionando plenamente ao mesmo tempo em que se dedica a criar novas soluções.

O CIO desejado pelas empresas irá desenvolver e utilizar plataformas digitais que convergem com todas as funções na empresa, potencializando as entregas e resultados. Ele também irá fornecer soluções de tecnologia que atendem as necessidades de diferentes geografias e demografias, já que ele idealmente vivenciou operações globais e entende de diferentes culturas, estando apto a fazer planejamentos direcionados – aproveitando-se do fato de que ele atualmente é o principal direcionador das ações digitais das companhias, coordenando todas as iniciativas online: de e-Commerce até as mídias sociais.

Por fim, entendemos o quão desafiador é o cenário do CIO do futuro. Ao mesmo tempo em que as novas tecnologias alavancam os ambientes corporativos, trazem para esse profissional a missão de se recriar e não ficar para trás. Gerenciar a área de TI como um negócio paralelo é um meio de transformar os processos e auxilia na criação de iniciativas transformadoras, que geram resultados em prazos consideráveis. Particularmente, acredito que o futuro desse profissional reserva surpresas e muitas experiências inovadoras, que irão reafirmar a sua importância no mercado e, é claro, em toda a área de TI.

*Ana Claudia S. Reis é sócia da CTPartners, uma das maiores empresas de recrutamento executivo do mundo (Executive Search).

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Lenovo inaugura novo Centro de Soluções Corporativas nos Estados Unidos

A Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo, anuncia a inauguração do seu Centro Soluções Corporativas na América do Norte, um espaço recém-criado com o qual os clientes terão acesso a um portfólio completo de produtos, inovações e serviços corporativos da companhia.

Localizado no campus do Research Triangle Park da Lenovo e projetado em parceria com a The Brand Experience, uma premiada empresa de design experimental, o novo Centro Soluções Corporativas é um espaço dedicado de 1.022 metros quadrados, com equipamentos em exibição para demonstração e interação com os clientes. O centro disponibilizará diversos tipos de apresentações (incluindo encontros voltados à discussão de soluções gerais e demonstrações temáticas focadas em dificuldades e desafios específicos) destinadas a proporcionar aos clientes um ponto único e consolidado de acesso onde poderão discutir, testar e experimentar as mais avançadas inovações corporativas da Lenovo.

“A inauguração do Centro Soluções Corporativas do Research Triangle Park representa um investimento milionário em nosso negócio corporativo e confirma o compromisso da Lenovo de tornar-se a empresa número um no mercado global de servidores”, afirmou Jay Parker, vice-presidente sênior do Grupo de Negócios Corporativos (Enterprise Business Group). “A combinação de nosso centro de HPC (High Performance Computing) de inovação em Stuttgart, Alemanha; com nossos planos a curto prazo direcionados aos Centro Soluções Corporativas em Stuggart e Pequim; e a inauguração deste centro nos permite melhor atender e nos conectarmos com clientes de todo o mundo, proporcionando-lhes uma experiência em primeira mão usando tecnologia corporativa do futuro.”

O Centro Soluções Corporativas do Research Triangle Park, desenvolvido em colaboração com grandes parceiros do setor, irá explorar o conhecimento e as habilidades específicas da Intel, da Samsung Semiconductor, da QLogic e da Emerson, entre outras empresas, ampliando ainda mais os recursos e oferecendo aos clientes soluções holísticas capazes de melhor suprir cada uma das suas necessidades comerciais. Além disso, os visitantes terão a oportunidade de se engajar com engenheiros e especialistas em produtos da empresa, bem como acessar uma ampla variedade de sistemas, opções e tecnologias de infraestrutura de data center, tendo uma compreensão mais profunda do hardware, software e serviços disponíveis.

“A melhor forma de compreender os benefícios revolucionários das nossas tecnologias de data center é vê-las em ação”, explica C.J. Bruno, vice-presidente e gerente geral da Intel nas Américas. “Com o Centro de Soluções Corporativas da Lenovo, os clientes obtêm maior exposição graças ao exclusivo valor combinado das soluções empresariais da Lenovo e das últimas novidades em processadores Intel® Xeon®, das unidade de estado sólido (SSD) Intel e das tecnologias Intel Ethernet.”

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Bematech adota Oracle Service Cloud e reduz em 90% as despesas com manutenção de soluções anteriores

A Bematech – provedora de tecnologia para o varejo, food service e hospitality – adotou as soluções Oracle Service Cloud para aprimorar o atendimento aos clientes. O projeto nasceu após uma série de aquisições de empresas de software realizadas pela companhia, o que gerou um desafio de integrar e padronizar diferentes sistemas e processos de relacionamento com clientes.

Graças ao uso da solução Oracle Rightnow Cloud Service – que faz parte da linha Oracle Service Cloud –, a Bematech reduziu em 90% as despesas de manutenção dos sistemas utilizados anteriormente para atendimento ao cliente. Além disso, teve uma queda de mais de 20% no volume de ligações e e-mails recebidos pela área de atendimento, graças a uma melhor gestão da operação.

O processo de escolha da solução Oracle aconteceu após um longo processo de alinhamento das necessidades de diversas áreas da Bematech em relação ao atendimento ao cliente. Após definir as especificações do projeto, a empresa fez um mapeamento de quais os fornecedores de mercado tinham as melhores soluções de nas áreas de CRM e Service Desk. Ao todo, 15 provedores participaram da concorrência.

“A escolha da solução Oracle Service Cloud se deu basicamente pelo nível de aderência ao negócio da Bematech, por ser uma solução em cloud que demandaria menos esforço e mais flexibilidade na implementação e, principalmente, pelo foco da solução na gestão e visão do cliente”, afirma Alexandre Parreiras, gerente de operações da Bematech.

Na prática, graças à nova plataforma de atendimento fornecida pela Oracle no modelo de cloud computing, a Bematech criou novos canais de atendimento por chat, e-mail e portal, bem como ampliou a automação dos processos e das interações entre os diferentes níveis de suporte, backoffice e equipes de desenvolvimento de software.

Atualmente, toda a base de clientes das verticais Varejo, Food Service e Hospitality da Bematech é atendida dentro da nova plataforma e pode escolher o canal que melhor se adequa às suas necessidades, para o registro e acompanhamento de solicitações e incidentes. As solicitações passaram a percorrer fluxos pré-definidos entre os diferentes níveis de atendimento e interagem com outras soluções quando relacionadas a alguma necessidade específica de correção ou evolução do software.

Na Bematech, a plataforma Oracle Service Cloud também é utilizada para automação de processos internos, como gestão de solicitações de documentação fiscal. E, animada com os resultados, a empresa já planeja um novo projeto com tecnologia Oracle, voltado a consolidar todas as operações de suporte da empresa ao longo deste ano.

“Esse projeto da Bematech reforça a qualidade e a eficiência das soluções Oracle Service Cloud, que ajudam as empresas a oferecerem o melhor atendimento aos clientes, ao integrar experiências na web, redes sociais e contact center em uma plataforma na nuvem, o que dá flexibilidade e agilidade às organizações, ao mesmo tempo em que reduz custos”, ressalta Alan Dias, diretor de Desenvolvimento de Negócios de CRM da Oracle. “Nossa plataforma oferece confiabilidade, segurança e liberdade para a experiência do cliente de missão crítica”, acrescenta.

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Comitê do Rio 2016 fecha patrocínio com a Microsoft para criação de portal

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A Microsoft anunciou acordo de patrocínio com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O acerto prevê apoio à entidade na criação dos portais oficiais dos eventos. Todas as informações sobre agenda, resultados das competições e informações estatísticas disponíveis no site deverão ser armazenadas na plataforma em nuvem Azure.

O projeto faz parte da solução integrada de tecnologia desenvolvida e gerenciada pela empresa de TI Atos. A expectativa dos organizadores é que as plataformas desenvolvidas atinjam milhões de pageviews por dia e sejam as mais acessadas na história dos Jogos Olímpicos.

A escolha pela Microsoft como fornecedora do projeto se deu após análise que considerou aspectos técnicos – como capacidade de processamento e distribuição geográfica compatíveis com o porte do evento –, escalabilidade e integração entre diferentes dispositivos de navegação.

“Estamos falando de um evento com níveis elevados de audiência em todo o mundo. Portanto, é fundamental que cada usuário tenha acesso às informações da maneira mais conveniente e instantânea possível. Temos certeza de que o projeto que a Microsoft está desenvolvendo irá atender a essas expectativas”, explica o diretor executivo comercial do Comitê Organizador Rio 2016, Renato Ciuchini.

O plano criativo do site é composto por um modelo de arquitetura inteligente, que possibilita o máximo de eficiência na interação do visitante. Ao reconhecer o tipo de dispositivo – smartphone, tablet, PC – e a região de onde está sendo acessada, a plataforma selecionará automaticamente o idioma e o modelo de tela mais adequado para a melhor experiência.

Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, cerca de 40% de todo o acesso ao conteúdo relacionado ao evento foi feito por meio de smartphones e tablets. A expectativa para os jogos de 2016 é que esse fluxo chegue a 60%.

O Azure permitirá que o usuário tenha experiência mais agradável de navegação, com menor tempo de resposta no acesso ao conteúdo. De acordo com o diretor de serviços da Microsoft, Luís Azeredo, esse modelo de projeto foi desenvolvido tendo em vista o nível de complexidade da operação.

“O serviço de Azure existe exatamente para esse tipo de cenário, pois conseguimos ampliar o volume de processamento e garantir a melhor performance e experiência do usuário em qualquer país do mundo”, conclui Azeredo.

Fonte: Portal Comunique-se

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Segurança de compra online ainda preocupa consumidor na América Latina, diz estudo da Worldpay

Segurança é o item mais importante para o público latino-americano quando se trata de compras ou agenciamento de viagens online, segundo a Wordpay, líder global em pagamentos. Para o seu estudo Online Payments Journey, a Wordpay entrevistou 1.500 compradores online e realizou uma pesquisa com os 150 maiores portais de varejo e reservas de viagens no Brasil, Chile e México.

A pesquisa destaca que a maioria dos compradores latino-americanos considera um site mais seguro se a autenticação de pagamento e os logos de certificação digital são exibidos com destaque na sua página inicial. Na região, 60% dos compradores de varejo online se sentem assim (71% no Brasil, 59% no Chile e 47% no México). Em dois dos três países pesquisados (Brasil e México), os varejistas não exibem essa informação na sua página inicial.

Além disso, os clientes de varejo da América Latina se sentem mais seguros comprando em um site cuja página inicial indique claramente quais tipos de pagamentos suporta. Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados dizem que ver o logo do seu tipo de pagamento preferido na página inicial de um site os deixaria mais propensos a ir adiante com a compra (47% no Brasil, 52% no Chile e 54% no México).

Maria Prados, vice-presidente de Global Retail da Worldpay, afirma: “Uma dúvida persistente sobre segurança pode impedir que os compradores cliquem em “comprar”, mesmo que eles realmente queiram um produto. Comerciantes online precisam abordar essas questões de forma proativa, garantindo que os clientes estejam em boas mãos a partir do primeiro segundo em que eles começam a visitar um site, e deixem claro que a segurança é uma prioridade para eles em todas as fases do processo de pagamento”.

Garantir a segurança de forma proativa é particularmente importante nos casos em que os clientes são redirecionados para uma página de terceiros para completar o seu pagamento. Quando se trata de reserva de viagens, cerca de um em cada sete clientes latino-americanos ficariam tão preocupados se levados a um site de terceiros sem aviso prévio que não completariam o pagamento (14% no Brasil, 14% no Chile e 15% no México).

Clientes latino-americanos também valorizam uma experiência consistente e não querem nenhuma surpresa. Sessenta e um por cento dos compradores de viagens online desistiriam de uma transação prematuramente se o seu método de pagamento preferido estivesse em destaque na página inicial de um site de viagens, mas não disponível no momento da compra (60% no Brasil, 66% no Chile e 58% no México).

Thomas Helldorff, VP de Viagens da Worldpay, conclui: “Se há uma coisa que realmente se destaca a partir desses resultados é que a jornada do pagamento online está indissoluvelmente ligada à experiência do usuário. Os comerciantes online devem pôr-se no lugar dos seus clientes e garantir que o processo de pagamento seja rápido, fácil e seguro em cada etapa do caminho. Se não puderem cumprir essas expectativas, essas empresas correm o risco de ver os seus clientes em outros lugares para suas compras online”.

Suporte no pagamento e a forma de lidar com erros também podem ser decisivos para os consumidores. Especificamente, os resultados do estudo revelam que as equipes de suporte na América Latina devem estar preparadas para lidar com as reclamações dos compradores diretamente via chat ao vivo ou telefone. Cinquenta e sete por cento dos compradores de viagens querem ter a sua pergunta relacionada a pagamentos resolvida imediatamente pelo telefone (47% no Brasil, 62% no Chile e 62% no México), enquanto 53% querem suporte em tempo real via chat ao vivo (62% no Brasil, 42% no Chile e 56% no México).

Quando se trata de erros de pagamento, os consumidores na América Latina são muito desestimulados por terem que reinserir seus dados de pagamento. Quase metade (45%) dos consumidores abandonaria sua compra por completo, se tivesse que reinserir seus dados após um erro de pagamento (34% no Brasil, 48% no Chile, 52% no México), o que indica que os comerciantes precisam fornecer o máximo de informação possível quando isso acontece.

“Forrester previu recentemente que o mercado de comércio eletrônico nas principais economias da América Latina vai quase dobrar até 2019 e, como nossa pesquisa revela, sem dúvida, o impulso mais importante por trás desse boom de vendas online é a conveniência. No entanto, isso não começa e termina com um site, e comerciantes online devem garantir que todas as etapas do pagamento contribuam para uma experiência mais perfeita e segura possível”, afirma Prados.

A pesquisa latino-americana foi concluída como parte de um estudo global em parceria com KAE Marketing Intelligence Limited, que analisou 700 dos principais sites de varejo e de viagem e entrevistou 7.000 compradores online em 14 países em toda a América do Norte, América do Sul, Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Oceania.

Para acessar os relatórios individuais da América Latina ou de outras regiões, acesse: http://onlinepaymentjourney.worldpay.com/?ref=PRG

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Estudo da Salesforce mensura o impacto dos wearables no desempenho dos negócios

O relatório inédito produzido pela Salesforce Research mostra que o sucesso com o uso dos wearables motiva 86% de seus adotantes e aumentar o gasto com esses dispositivos no ambiente corporativo

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), lançou hoje um novo relatório, sobre a pesquisa “Colocando Wearables para trabalhar: Insights sobre a Tecnologia dos Wearables em Negócios”, o qual confirma que, como um dos segmentos mais inovadores da tecnologia, os wearables, também conhecidos como dispositivos vestíveis, são vistos como uma plataforma estratégica para melhorar o desempenho dos negócios, e são uma área em expansão de investimento. O estudo realizado pela Salesforce Research demonstra como os profissionais que adotam os wearables estão planejando incorporar esses dispositivos em processos de negócios do dia-a-dia, para melhorar a produtividade e conectividade entre os funcionários e os clientes.

O estudo revela informações-chave a partir de cinco áreas pesquisadas: significado estratégico, áreas projetadas de crescimento, tendências de evolução dos dispositivos, o impacto dos insights de dado e a importância de um ecossistema de aplicativos em expansão. Conclusões específicas incluem:

Os wearables nas empresas são estratégicos para o sucesso empresarial

– Setenta e nove por cento dos adotantes desses dispositivos concordam que os wearables são ou serão estratégicos para o sucesso futuro da empresa.

– Setenta e seis por cento relatam melhorias no desempenho nos negócios desde a implantação dos wearables em suas empresas.

– Oitenta e seis por cento dos adotantes planejam aumentar seus gastos com wearables nos próximos 12 meses.

O uso de wearables nas empresas deverá triplicar nos próximos dois anos

– Quatro das cinco principais áreas de crescimento estão ao redor da melhora da experiência do consumidor. Os quatro casos de uso dos wearables que ajudam a melhorar a experiência do consumidor incluem: acesso em tempo real a dados de clientes, instrução ou diretrizes para trabalho de campo hands free, analytics a alertas corporativos e treinamento remoto do consumidor.

– O uso de wearables pelos consumidores está sendo liderado pela integração com dispositivos móveis e programas de fidelidade, aplicações de ponto de venda e experiências imersivas dos consumidores.

Os smartwatches estão vencendo corrida da tecnologia de wearables corporativos

– Para as pessoas que participaram da pesquisa, os smartwatches terão o maior impacto e a taxa de adoção mais rápida nas empresas. De fato, 62 por cento estão usando, pilotando ou planejando usar smartwatches no ambiente corporativo nos próximos dois anos. Casos de uso de smartwatches incluem:

Inteligência aumentada de vendas: para uma equipe de vendas que trabalha remotamente ou on-the-go, os representantes de vendas podem usar inputs de recursos de fala em sua língua para enviar informações diretamente do smartwatch a um sistema de CRM.

Oferecer uma experiência VIP ao consumidor: representantes de serviço ao consumidor usando um smartwatch em um ambiente de varejo, por exemplo, pode ser alertados sobre as preferências dos consumidores-chave, permitindo que eles propiciem uma experiência high-touch altamente personalizada.

– Cordões digitais e óculos inteligentes ocupam o segundo e terceiro lugares por seu impacto esperado sobre empresas.

Propicie experiências integradas on-site: crachás e cordões RFID podem ser implantados em um resort para transacionar pagamentos e gerenciar o acesso a quartos ou áreas VIP. Os dispositivos também geram dados, os quais podem ser analisados para a obtenção de insights sobre o melhor fluxo de tráfego dentro de um local de um evento ou em determinados momentos do dia.
Minimize o tempo de inatividade para o serviço de campo: os óculos inteligentes podem fornecer suporte imediato aos representantes de serviços de campo remotos. Por exemplo, um técnico em uma plataforma de petróleo pode se conectar a diagramas técnicos pelos óculos inteligentes, que mostram os passos necessários para um reparo.

Os dados gerados pelos wearables serão um game-changer para uma empresa

– Hoje, somente oito por cento dos adotantes de wearables afirmam que estão completamente prontos para obter insights para ações a partir do volume de dados de funcionários e consumidores gerados pelos wearables. Quando o uso desses dispositivos nas empresas acelerar, o afluxo de dados gerados pelos wearables irá ajudar as empresas a tomar decisões informadas em tempo real.

Uma expansão do ecossistema de aplicativos corporativos vai estimular a adoção da tecnologia dos wearables

– Trinta por cento dos adotantes citam a falta de aplicações de negócios como um desafio primário na implantação de wearables.

– Quando o ecossistema de aplicativos crescer e novo hardware permitir cenários de negócios mais complexos, o número de empresas que adotam os wearables irá aumentar dramaticamente.

“Os wearables são a próxima fase da revolução dos mobiles. Como os smartphones antes deles, a chave do sucesso para os wearables nas empresas está totalmente relacionada com aplicativos corporativos matadores”, diz Lindsey Irvine, Diretora Global de Parcerias Estratégicas da Salesforce. “Esta pesquisa demonstra a enorme oportunidade para os casos de uso de wearables para impulsionar negócios de valor significativo”.

O relatório também destacou a forma como as empresas podem tornar-se mais bem preparadas para incorporar os wearables em seus negócios, como a adoção de políticas que apoiam o Bring-Your-Own-Wearables (BYOB). Enquanto 54% das empresas já têm uma política de BYOB, mais 40% das empresas estão planejando implantar uma política de BYOW no futuro.

O estudo, realizado pela Salesforce Research e conduzido entre 27 fevereiro e 1 março de 2015, centrou-se em mais de 500 profissionais que adotaram a tecnologia dos wearable em empresas de vários portes, que disseram que estavam usando, guiando ou planejando implantar a tecnologia wearable nos negócios dentro dos próximos dois anos.

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Pesquisa do Gartner indica que Data Centers precisam ser modernizados

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que a estrutura e a função dos Data Centers terão que ser alteradas, ou a agilidade dos negócios e a força competitiva empresarial será comprometida. Isto ocorre devido ao surgimento de um novo mundo digital a partir do duplo impacto do Nexus das Forças e da Internet das Coisas.

“Por mais de 40 anos, os Data Centers têm sido praticamente um protagonista do ecossistema de TI”, diz Rakesh Kumar, Vice-Presidente Executivo do Gartner. “Apesar das mudanças na tecnologia de energia e refrigeração, e também no projeto e construção destas estruturas, as funções e os requisitos básicos dos Data Centers têm, de modo geral, permanecido constantes. Eles são centrados em altos níveis de disponibilidade e redundância, processos bem documentados para gerir a mudança, estruturas tradicionais de fornecimento e estruturas organizacionais segmentadas. Essa abordagem, no entanto, já não é apropriada para o mundo digital.”

Diante dessa realidade, o Gartner destaca cinco razões pelas quais as organizações precisam desenvolver uma estratégia de Data Center mais adequada e moderna:

1. Faça o Data Center se comportar como uma fábrica e um laboratório;

2. Gerencie a pressão sobre o Data Center para torná-lo ágil e inovador;

3. Gerencie diferentes tipos de risco;

4. Torne o Data Center parte de uma topologia híbrida e ampla;

5. Abrace as novas tecnologias de uma maneira diferente.

Para conferir mais informações sobre a pesquisa do Gartner, acesse: http://www.gartner.com/newsroom/id/3029231.

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BlackBerry adquire WatchDox para reforçar a segurança de conteúdo móvel e a colaboração corporativa

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB) empresa líder global em comunicações e mobilidade, anunciou hoje o fechamento de um acordo definitivo pela aquisição da WatchDox Ltd. A transação permitirá que a BlackBerry continue aprimorando sua segurança móvel insuperável e ofereça às empresas controle incomparável sobre seus arquivos, mesmo se os dados estiverem fora da rede corporativa. A tecnologia da WatchDox será oferecida como serviço de valor agregado complementar ao portfólio de gerenciamento de mobilidade empresarial (EMM) da BlackBerry Enterprise e estará disponível com o BES12, uma solução de EMM para múltiplos sistemas operacionais.

Os detalhes da transação não foram divulgados. A conclusão da transação está sujeita a condições habituais de fechamento.

A WatchDox é uma empresa de segurança de dados que oferece as soluções mais seguras de sincronização e compartilhamento de arquivos corporativos, permitindo que os usuários protejam, compartilhem e trabalhem com seus arquivos em qualquer dispositivo(1). A segurança da WatchDox acompanha os arquivos compartilhados tanto em dispositivos móveis como em desktops, garantindo às empresas total visibilidade e controle sobre a edição, cópia, impressão ou encaminhamento dos arquivos. A solução também permite que os usuários finais revoguem o acesso ou excluam arquivos remotamente e proporciona produtividade móvel segura tanto para repositórios locais como na nuvem, além de oferecer aos administradores a capacidade de bloquear ou remover o acesso a arquivos comprometidos em caso de violação de dados.

A incorporação da WatchDox amplia o compromisso da BlackBerry de garantir a comunicação empresarial segura entre funcionários, bem como o acesso a informações corporativas em todas as plataformas, sejam móveis ou de desktop. O BES12 é a base para o amplo portfólio de serviços de segurança, produtividade, comunicação e colaboração empresarial da BlackBerry.

“A BlackBerry amplia constantemente o potencial da segurança de dados para permitir maior colaboração e compartilhamento, em vez de criar limitações”, afirma John Chen, presidente executivo e CEO da BlackBerry. “Essa aquisição representa outro passo fundamental na transformação da BlackBerry na melhor plataforma para software e aplicativos de comunicações móveis seguras, compatível com todos os dispositivos e sistemas operacionais. Aliada à aquisição da Secusmart no ano passado, à parceria com a Samsung e aos nossos esforços internos pelo desenvolvimento, a aquisição da WatchDox nos proporciona os recursos para garantir a segurança das comunicações de ponta a ponta, desde serviços de voz, texto, envio de mensagens e dados até a sincronização e compartilhamento de arquivos empresariais”.

Com sede em Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos, e unidades de pesquisa e desenvolvimento em Petah Tikva, Israel, a WatchDox atende a organizações líderes de vários setores que necessitam de segurança para colaboração e mobilidade, incluindo governos, saúde, produção, mídia e serviços financeiros e legais.

“As empresas precisam de soluções móveis seguras que garantam maior facilidade à colaboração entre usuários e aumentem sua produtividade. A WatchDox atende a essa demanda aliando a segurança centrada em dados com uma experiência fácil de usar e altamente valorizada pelos nossos clientes”, comenta Moti Rafalin, fundador e CEO da WatchDox. “A combinação da segurança líder e portfólio de EMM da BlackBerry com a tecnologia da WatchDox oferecerá a solução de mobilidade mais produtiva e colaborativa a empresas que precisam de formas inovadoras, seguras e eficientes de conduzir seus negócios”.

“Compartilhar dados além dos limites corporativos pode aumentar a produtividade dos funcionários, mas também pode expor a empresa a sérios riscos financeiros e reputacionais se não houver o controle adequado”, afirma Maribel Lopez, diretora e fundadora da Lopez Research. “A WatchDox proporciona esse controle e realmente se concentra em segurança centrada em dados. Sua tecnologia de sincronização e compartilhamento de arquivos corporativos representará um importante aprimoramento ao portfólio de EMM multiplataforma da BlackBerry, uma vez que oferece novos recursos e garante o nível de segurança que as empresas já esperam da BlackBerry”.

A aquisição da WatchDox formará a base de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em segurança da BlackBerry, em Israel. A aquisição da WatchDox pela BlackBerry está em consonância com a compra no ano passado da Secusmart, líder em criptografia de alta segurança para voz e dados, e demonstra novamente o compromisso da empresa de ser uma referência em segurança móvel empresarial. Esse compromisso é a razão pela qual a BlackBerry conta com clientes como todos os governos do G7, 16 dos governos do G20, 10 de cada 10 principais bancos e escritórios de advocacia globais e as cinco maiores empresas nos setores de saúde, serviços de investimento, petróleo e gás. A BlackBerry também tem mais certificações de segurança que qualquer outro fornecedor e o BlackBerry 10 é a única solução de mobilidade que recebeu a certificação “Full Operational Capability” (FOC) para funcionar nas redes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

[1] “Critical Capabilities for Enterprise File Synchronization and Sharing,” 13 de agosto de 2014, Gartner

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Scopus investe em segurança da Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) deverá trazer inovações disruptivas e incrementais para a indústria de seguros e financeira, contribuindo para a maior eficiência de custos de processos e o aumento de receitas, em função da precisão de ofertas. Um carro conectado, por exemplo, poderá fornecer informações preciosas à central de apoio de uma empresa de seguros, que permitiriam detectar, em tempo real, um possível acidente automobilístico (a partir de dados como variações bruscas de aceleração e giro).

A previsão é que bilhões de dispositivos móveis, sensores e wearables devices (dispositivos vestíveis) estejam integrados à Internet das Coisas nos próximos anos, conectando o corpo humano, o carro, a casa, as lojas, restaurantes e corredores de shoppings, entre outros, aos grandes sistemas. Contudo, essa integração requer segurança em tempo real, para lidar com as vulnerabilidades existentes no universo da internet – e da comunicação de dados -, reduzindo riscos de erros ou fraudes.

É nessa linha que a Scopus vem atuando, por intermédio de suas equipes especializadas e professores-pesquisadores. “Estamos investindo na aplicação em IoT da nossa experiência diferenciada em segurança da informação”, afirma Reginaldo Arakaki, gestor da área de Consultoria e Inovação da Scopus. “O objetivo é contribuir com o desenvolvimento de padrões e boas práticas que aprimorem a confiança e a robustez das integrações entre clientes, dispositivos móveis e outros atuadores das ‘coisas’”, acrescenta.

Segundo Arakaki, essa linha de pesquisa envolve a integração de dois mundos tecnologicamente distintos: de um lado, servidores elásticos e de alto desempenho organizados em nuvens privadas ou públicas e, de outro, dispositivos com sérias limitações de desempenho, de capacidade de armazenamento e com baixa autonomia de energia. A expectativa é que o trabalho desenvolvido pela Scopus, em conjunto com o Laboratório de Redes de Computadores da Escola Politécnica da USP (Larc-Poli), resulte em protocolos de segurança leves, estudos de autonomia de energia dos dispositivos de IoT, adequação de capacidades de processamento e armazenamento, experimentos para simulação e medição em aplicações reais, entre outros. Com isso, o objetivo é dar mais segurança à comunicação no cenário de Internet das Coisas.

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Cafetec em Curitiba: Sebrae detalha Programa de TI e Senai apresenta ofertas para certificações mps.br

Aconteceu no Sebrae, em Curitiba, o primeiro Cafetec voltado para empresas do Arranjo Produtivo Local de Software. O evento é uma das novidades do Programa de TI da instituição para o desenvolvimento do setor na capital e região metropolitana. Em um café da manhã voltado para networking e apresentação de conteúdo e oportunidades para o setor, os empresários conheceram o trabalho do Senai Paraná em certificações importantes para empresas de software como o mps.br. Veja reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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