Archive agosto 2013

Custos portuários aumentaram mais de 27% em dólar nos últimos 4 anos, no Brasil

Com a finalidade de verificar o real impacto dos custos portuários no comercio exterior brasileiro, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT realizou o mais completo estudo sobre o setor, identificando cada um dos itens que compõem o denominado custo portuário brasileiro, utilizando como base de dados o período de janeiro de 2009 a junho de 2013.

O estudo ganha maior importância pelo fato de que 81% de todas as importações e exportações realizadas no País ocorrem por via marítima, e conhecer os custos incidentes sobre essas operações é imprescindível para a melhoria da infraestrutra brasileira.
O estudo revela que os custos portuários tiveram crescimento em dólar de 27,26% no período de 2009 a 2012 no Brasil. Em 2009 esses custos totalizaram US$ 7,51 bilhões, passando para US$ 9,55 bilhões em 2012; e já no primeiro semestre de 2013 atingindo o valor de US$ 4,86 bilhões.

De janeiro de 2009 a junho de 2013 o comércio exterior brasileiro movimentou por via marítima 2.766.723.808 (2,77 trilhões) de toneladas de produtos, ao valor US$ FOB de 1.456.457.924.216 (US$ 1,46 trilhão), a um valor médio por tonelada de US$ 526,42.
Ainda no tocante ao comércio exterior brasileiro, comparando-se 2012 em relação ao ano de 2008, houve crescimento de 28,22% do valor em dólar, crescimento de 17,15% do peso líquido em toneladas e crescimento de 13,22% do valor em dólar por tonelada.

Apesar do crescimento em dólar do setor, houve uma redução do número de manobras de navios (atracação, fundeio e desatracação) da ordem de 1,74%, no período de 2009 a 2012, em razão do aumento do tamanho dos navios que trafegam, e que oferecem hoje maiores condições para acomodar grandes volumes de cargas.

“Os custos portuários podem ser divididos em diretos ou indiretos. Entre os valores que recaem diretamente nos preços dos custos marítimos estão as utilizações dos equipamentos e instalações portuárias terrestres ou marítimas, embarque e desembarque de cargas, despachos aduaneiros, taxas, impostos e demurrage. Os custos indiretos compreendem aqueles relacionados à contratação dos serviços de praticagem, rebocadores, agências marítimas, atracação e desatracação, faróis, vigias, transporte de tripulação”, explica Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior e coordenador de Estudos do IBPT.

Segundo o especialista, a movimentação e armazenagem de carga em terminais portuários e retroportuários correspondem a 54,44% do valor do custo portuário ; a demurrage e o despacho aduaneiro são responsáveis, respectivamente, por 18,56% e17,84% dos custos; a rebocagem por 2,97% e a praticagem por 2,48% do valor total do transporte por via marítima; e por último, os serviços de agenciamento marítimo, aluguel de lanchas para transporte da tripulação e outros, que equivalem cada um a 1% do custo total.
Metodologia:

A metodologia de estudo basea-se em dados contidos nas ferramentas tecnológicas do IBPT, o Impostômetro, o Empresômetro e o Gastômetro, bem como em informações obtidas junto aos órgãos públicos em cumprimento à lei de acesso à informação (Lei nº 12.527/2011).

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Assespro-PR: ações e workshop para tratar de enquadramento no Simples Nacional

Para garantir segurançae apoio aos associados, a Assespro-PR lançou um projeto chamado “TI é Simples” para tratar do desenquadramento das atividades de suporte técnico no Simples Nacional em recente posicionamento da Receita Federal.

O projeto tem três ações definidas:

Articulação política para apoio a projeto de lei que garanta segurança jurídica para que toda a atividade de TIC seja passível de tributação pelo Simples Nacional;

Fomento à adoção do Planejamento Tributário, para que o empresário de TIC possa, de forma segura, adotar o atual regime do Simples Nacional;

Impetração de Mandado de Segurança Coletivo Preventivo, visando obter medida judicial que impeça a autuação arbitrária por parte da Receita Federal.

A Assespro-PR também promoveu, nesta semana, na sede da entidade, o Workshop Planejamento Tributário Inteligente. No Parque de Software de Curitiba, especialistas apresentaram cenários em que vale a pena estar no Simples e casos em que até o regime de lucro real pode ser vantajoso. Agora, as empresas interessadas também vão poder contratar consultoria especializada nesse tipo de planejamento.

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Brasil tem 10,4 milhões de PCs com mais de quatro anos de uso

Um levantamento feito pela Intel Brasil em 2013 mostrou que, de um total de 118 milhões de máquinas sendo utilizadas no país – entre desktops e notebooks – 10,4 milhões, ou 9% do total, possuem mais de quatro anos de uso. As máquinas com tecnologias defasadas causam gastos extras com energia elétrica e manutenção, além de prejudicarem a produtividade e a eficiência dos usuários domésticos e empresariais.

“A tecnologia da informação se desenvolve a passos largos e rápidos, e os ganhos de economia e produtividade de um ano para o outro são altamente expressivos”, comentou Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil. “O Brasil está entre os maiores mercados de PC do mundo, mas ainda temos uma boa parcela da população utilizando tecnologias ultrapassadas e que não entregam a experiência e a produtividade que se espera de um computador nos dias de hoje”.

O alto número de máquinas defasadas no país contrasta com a tendência de queda de preços dos equipamentos – de acordo com dados do IBGE, os computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos – e também com a onda de inovação que tomou conta do mercado de PCs em anos recentes, com a chegada de interfaces baseadas em toques, um aumento drástico na eficiência energética e na vida de bateria de computadores móveis, e a chegada de formatos ultraportáteis e também de modelos conversíveis, que unem características de tablet e notebook.

Computadores antigos causam ansiedade nos usuários

O uso de máquinas com mais de quatro anos pode trazer prejuízos aos consumidores – tanto no gasto com energia elétrica e com manutenção – como também criar experiências desagradáveis e diminuir a produtividade do indivíduo. O estresse dos usuários com computadores extremamente lentos e que não produzem a contento foi batizado pela Intel como “Síndrome da Ampulheta”. Pesquisas da Intel apontam que pelo menos metade das pessoas afetadas pelo estresse tecnológico já reagiu de maneira inapropriada enquanto esperavam, seja gritando com o computador (62%), bater no mouse (29%) ou golpear a tela ou teclado (24%).

A ansiedade não é o único problema causado pelos computadores defasados – com a proliferação de serviços pela internet, como compra de ingressos para shows e cinemas, netbanking, promoções-relâmpago em sites de e-commerce e compra de passagens e check-in online em aeroportos, os usuários de máquinas antigas correm o risco de perder oportunidades e dinheiro por conta de um sistema que não responde à tempo ou que não consegue finalizar uma determinada tarefa.

“O computador nunca foi tão acessível no Brasil. O preço tem caído consistentemente, enquanto o número de modelos disponíveis nas lojas só aumenta. O consumidor que possui um computador com mais de cinco anos de uso está efetivamente perdendo tempo e dinheiro continuando com uma máquina antiga”, comentou Fernando Martins. “O computador deve ser um aliado na nossa vida cotidiana, e não uma fonte de estresse e gastos desnecessários”.

Mercado corporativo

As empresas também sofrem com problemas semelhantes aos usuários domésticos quando não atualizam seus parques de máquinas. A defasagem dos computadores diminui a produtividade dos funcionários, sobrecarrega os departamentos de TI e inflam os gastos com infraestrutura.

“No caso das empresas, a situação fica mais crítica quanto maior o número de máquinas instaladas na empresa, pois os problemas se multiplicam”, disse Martins. “Até mesmo uma empresa de pequeno porte, com dez ou vinte computadores, pode sentir um grande impacto na lucratividade quando descuida do parque de máquinas”.

A Intel calcula que as pequenas e médias empresas com computadores com mais de quatro anos podem perder até R$ 1.364,00 por ano por computador com gastos extras de reparos e manutenção (48% a mais do que um PC novo), até 31% a mais com custos anuais de atualizações e perder até 2x mais produtividade com máquinas excessivamente lentas e sistemas que não respondem na velocidade necessária.

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Reino Unido quer ser base internacional de empresas de TI do Paraná

Empresários do setor de tecnologia da informação de Curitiba estiveram no Parque de Software para conhecer as oportunidades apresentadas pelo departamento de negócios e investimentos do Reino Unido. O roadshow britânico visita as principais capitais brasileiras em busca de interessados em internacionalizar negócios utilizando o polo de TI do Reino Unido como base. Saiba mais na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Gerentes de Projetos estão em alta no mercado de trabalho

Um profissional certificado que entrega projetos com qualidade, dentro do prazo, escopo e custos definidos, é uma peça rara no mercado de trabalho mundial. Segundo o Project Management Institute (PMI), associação que reúne e certifica profissionais do setor, serão criados 13 milhões de novos postos para gerente de projetos globalmente até 2020. “A demanda está cada vez mais farta. Os profissionais que vão bem nessa área são disputados acirradamente pelo mercado”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil – empresa que oferece treinamentos de aprimoramento e certificação, bem como realiza eventos na área de Gerenciamento de Projetos, Processos e Qualidade.

Responsável por garantir a entrega das diversas obras em andamento nas empresas, o gerente de projetos é o profissional que tem vaga em praticamente todos os mercados. Com a Copa do Mundo, reservas de petróleo no pré-sal a serem exploradas, obras de infraestrutura a todo vapor, softwares, empreendimentos civis, novos produtos em um mercado competitivo e diversas outras justificativas, o Brasil ostenta uma coleção de projetos a serem entregues.

Diante da escassez de profissionais e alta demanda, a recompensa também aumenta. O salário médio de um gerente de projetos no Brasil, segundo levantamento do PMI, é de 12 mil reais mensais.

Porém, para que o profissional seja reconhecido e respeitado no mercado, deve aprimorar seus conhecimentos, obter certificações e estar sempre alinhado às tendências mundiais. “A certificação é de extrema importância, pois atesta que o profissional possui os conhecimentos e experiências que comprovam sua atividade como Gerente de Projetos”, comenta Bergamo, que conta hoje com quase 10 mil associados na empresa. “Nós, da Six Sigma Brasil, buscamos oferecer o conhecimento necessário e experimentos práticos para o dia a dia das empresas e dos profissionais, agregando valores e aprendizado. Essa é a nossa missão, a nossa razão de existir”, finaliza ele.
Para saber mais sobre os cursos, eventos da Six Sigma Brasil e associação (gratuita), acesse: www.leansixsigma.com.br.
Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega quase 10 mil associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.
Fornece à área de Gestão as certificações mais procuradas, que são: Gestão de Projetos do PMI – CAPM (para membros e iniciantes em equipe de projeto) ou PMP (líder de projeto), Prince2 – Foundation (módulo básico) e Practitioners (avançado). Já na área de melhoria contínua, os eleitos são: Yellow Belt, Green Belt e Black Belt.

Seja qual for a certificação conquistada, o sucesso é garantido se os métodos forem aplicados no dia a dia. “O medo de enfrentar as provas é recompensado pelo retorno. Devemos encarar a prova como um desafio pessoal. Se não conseguirmos em um primeiro momento, tentamos novamente. A dica é não ter medo, para isso existem os cursos de capacitação e os preparatórios. É fundamental ser persistente, sempre”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil.

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"Economia Verde" abre primeiro dia da Conferência Greenbuilding Brasil

“Se você estiver construindo um prédio nos Estados Unidos, de alto padrão mas sem certificação LEED, tente ir ao banco conseguir um financiamento. Vão te dizer não. Disseram para mim”. A história de Paul Hawken causou risos na plateia de congressistas da Greenbuilding Brasil 2013 – Conferência Internacional e Expo, e serviu para explicar como o selo criado pelo Green Building Council criou um novo padrão para a construção sustentável.

A palestra do ambientalista, autor e empreendedor norte-americano foi um dos pontos altos da abertura do evento. Aos participantes, ele deixou algumas de suas principais mensagens, muitas inclusas em seu livro Carbono – o Negócio da Vida. “Pequenas coisas podem fazer uma grande diferença. Como? Vocês são projetistas. E é isso o que têm feito até agora”. As imagens exibidas eram fotos de rios poluídos em São Paulo, incêndios próximos a Los Angeles e a destruição causada pelo furacão Sandy, em Nova York. “Este não é o futuro. Ao mesmo tempo, fala-se sobre mudanças climáticas como se essas fossem o fim do mundo, na esperança de que esse medo neutralizasse a ação. Não acho que esteja funcionando. “Hell doesn’t sell”. Quem quer comprar inferno? Ninguém. Mas é mais fácil imaginar o fim do mundo do que um mundo transformado”.

“Existe a expectativa de que um tratado internacional possa resolver os problemas do mundo, como Kyoto. Isso não vai acontecer. Não é uma questão em escala internacional. As cidades é que são a chave para unir as pessoas, são a unidade básica onde a civilização acontece. No entanto, elas precisam ser entendidas como tecnologia, e não somente pontos geográficos. Elas podem ser projetadas para capturar nutrientes, não desperdiçar, não gerar tanto barulho. Alguns pensam que a urbanização é uma das principais causas do aumento demográfico, mas é exatamente o contrário. Nas cidades crianças não são força de trabalho. No campo, sim. Então, a chave para mudarmos o mundo é o design de cidades e a reimaginação de nossas vidas. Eu tenho uma boa notícia, o mundo velho está morrendo, e não estamos mais enxergando prédios como objetos”.

“As cartas estão na mesa, e não há salvação individual. Esquecemos de que nós mesmos somos vida. Então pergunto a vocês: seu produto aumenta vida ou diminui vida? A mudança climática está acontecendo em você ou por você? A mudança climática pode ser o elemento que nos fará pensar diferente, e a fonte dessa mudança será o carbono. O carbono é o elemento químico que dá as mãos e colabora, é nosso aliado, e não o inimigo. É hora de mudarmos conceitos sobre arquitetura, e não fala apenas de prédios verdes, mas cidades. E precisamos amar a vida, pois a solução reside na natureza. Este é o começo, e não o final”, finaliza o ambientalista.

GREENBUILDING BRASIL COMEMORA CRESCIMENTO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL & EXPO E PREVÊ EVENTO MUNDIAL DO GBC EM 2014

“Nosso evento cresce porque nossas empresas têm orgulho em exibir o que possuem”, declarou Felipe Faria, Diretor Gerente do Green Building Council Brasil, que realiza a 4ª edição do Greenbuilding Brasil, com organização da Reed Exhibitions Alcantara Machado. “Os números mostram sucesso. Hoje somos um dos principais eventos de sustentabilidade no mundo, e estamos com a presença de 29 países aqui. Ano que vem, faremos no Brasil o World Greenbuilding, e esperamos reunir 97 países”. Paulo Octávio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhbitions Alcantara Machado, promotora e organizadora do evento, levou aos presentes outros números positivos. “Esperamos 8 mil pessoas na feira, que nesta edição tem 113 marcas de 30 setores da economia. Em nossa pesquisa, descobrimos que os maiores fatores de visitação da feira e conferência são a busca por conhecimento, novidades e networking. Em três dias de evento, serão 120 palestras”.

ESPECIALISTAS EM REDUÇÃO DE CO2 E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DISCUTEM SOBRE ECONOMIA VERDE NO GBC 2013

A solenidade de abertura do Greenbuilding Brasil 2013 foi seguida de palestra de Ricardo Neuding, da ATA/Sinduscon-SP que apresentou o Guia Metodológico para Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa na Construção Civil. Para ele, é necessário “integrar o setor da construção civil num esforço de gerenciamento dos gases do efeito estufa”. Entre os pontos importantes está a uniformização dos critérios. Por isso, o guia reuniu normas do GHG Protocol, ABNT e ISO 14064. “No canteiro de obras a emissão de CO2 é baixa, não passa de 5% do total. O grande impacto está na fabricação dos materiais de construção. Cimento e aço são os maiores emissores (90%). Por essa razão, o guia recomenda incluir o escopo 3 (fabricação de materiais) no processo de seleção da construtora. Tanto o produto quanto sua quantidade”.

Francisco Dantas, diretor da Interplan, apresentou o painel “Rumo às Edificações Sustentáveis e Energeticamente Eficientes”. Em uma apresentação bastante técnica, o especialista exemplificou medidas para a máxima utilização da energia produzida por equipamentos como climatizadores e recuperadores de energia. A manhã fria que fazia em São Paulo serviu de exemplo. “Poderíamos utilizar o ar frio que já está pronto lá fora. Em todo projeto que entro, analiso em primeiro lugar o respeito pelo meio-ambiente e a qualidade do ambiente para as pessoas envolvidas na atividade”. Dantas esteve envolvido na construção do Salvador Shopping, Salvador Norte Shopping e o Riomar Recife. Entre as tecnologias utilizadas estavam o piso frio radiante e as vigas frias, medidas que reduziram consideravelmente o gasto energético.

A Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, é realizada pelo Green Building Council Brasil (GBC Brasil) e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, no Expo Center Norte, em São Paulo, de 27 a 29 de agosto. A entrada para a exposição é gratuita para os visitantes quem realizarem o pré-credenciamento através do site.

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Incubadora de Curitiba abre novas quatro vagas

A Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), órgão do Governo do Estado, está com quatro vagas disponíveis para empreendedores com ideias inovadoras, que tenham potencial de mercado e que necessitem de apoio para desenvolver seu negócio. O próximo período de seleção das empresas será em novembro, mas os interessados já podem agendar a entrevista inicial.

O edital de chamada é contínuo e pode ser consultado no site www.tecpar.br/intec. A entrevista pode ser agendada pelo telefone 3316-3188. São realizados quatro processos seletivos ao ano.

A gerente da Intec, Rosi Mouro, disse que as vagas são abertas a empresas de base tecnológica que, durante o período de incubação, recebem assessoria de marketing e de gestão, capacitação dos empresários com apoio de recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas (Sebrae), mais toda a estrutura que envolve laboratórios do Tecpar, extensão tecnológica, refeitório, estacionamento e sala de reuniões.

Atualmente, as áreas de maior procura são de saúde (equipamentos) e software. “São empresas mais voltadas a atender planos do governo estadual e chamadas da Finep, que dão incentivo às áreas tecnológica, de saúde, energias renováveis e meio ambiente”, explica Rosi. O período de incubação é variável, determinado pelo desenvolvimento do produto e pela maturidade da empresa.

O empreendedor interessado em ingressar na Intec passa por uma entrevista inicial, sobre suas ideias e o produto a ser desenvolvido. Depois deve apresentar um plano de negócios, com planilha financeira, que será analisado por uma banca, formada por especialistas em marketing, área financeira, investidor (convidado) e um técnico. A decisão final é da gerência da Incubadora, com base nas informações da banca e na documentação.

PIONEIRA – Primeira incubadora de base tecnológica do Estado, a Intec é vinculada ao Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Iniciou suas atividades em 1990, com a empresa Bematech. Já abrigou 44 empresas, entre as quais a Biomec, Daiken, Identech, Invisys e Pumatronix.

Hoje mantém seis empresas residentes e duas não residentes. As atuais vagas foram abertas com a saída das empresas Pase – em vias de se graduar – e Hitech, que abriu um escritório externo.

A Incubadora deve concluir, ainda em 2013, o projeto executivo de revitalização que visa ampliar e modernizar seu ambiente, para atrair mais empresas.

Um dos espaços previstos é o de ‘coworking’, que poderá abrigar várias empresas no mesmo espaço, permitindo mais economia, flexibilidade e interação entre elas. “Será uma experiência nova, que já é uma tendência hoje em escritórios de advocacia e de informática, por exemplo, e que pode gerar novas ideias e produtos”, diz Rosi.

Outra mudança prevista é a união do laboratório de prototipagem com o espaço de “coworking”, além de sua ampliação, que vai permitir uma relação mais direta com o início do processo de criação de novos produtos pelas incubadas. O objetivo é criar estações de trabalho para desenvolvimento das peças.

O laboratório, funcionando há quase um ano, conta com uma máquina impressora 3D e uma de circuito impresso e montagem eletrônica para agilizar o desenvolvimento dos produtos. Equipamentos complementares, como software para projeto de peças em 3D, devem ser adquiridos a partir da reforma prevista. A prestação destes serviços é aberta à comunidade, com garantia de total sigilo de informações.

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Empresa de call center com missão social mantém baixa rotatividade entre colaboradores

O mercado de teleatendimento tem apontado crescimento importante na contratação de profissionais. Levantamento feito pela E-Consulting Corp, revelou que o setor de call center deve crescer 14,13% esse ano, gerando faturamento aproximado em R$ 40,4 bilhões. Esse cenário é ainda mais expressivo quando relacionado à empregabilidade de pessoas com deficiência, afinal, as habilidades exigidas para a função podem ser facilmente compatibilizadas com a realidade de profissionais com este perfil, a partir da adoção, por parte do empregador, de tecnologias de inclusão, metodologias de capacitação e adaptação de ambientes e equipamentos.
A Avape Net Contact Center, empreendimento mantido pela Avape – Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência, com apoio do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, tem mostrado eficiência na retenção de talentos e na geração de novas oportunidades de trabalho neste segmento. A empresa social, que emprega prioritariamente pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade, incluiu cerca de 700 pessoas no setor no último ano.

É interessante observar o baixo índice de rotatividade entre os colaboradores da Avape Net, situado na faixa de 4%, segundo estatísticas internas, enquanto índices do mercado mostram que o turn over deste setor está no patamar de 10%, de acordo com pesquisa realizada pelo Guia Call Center.

Para o gerente de relacionamento da Avape Net, Mário Jorge, o modelo de empreendimento criado favorece a diminuição da rotatividade dos colaboradores, uma vez que a empresa foi projetada segundo as melhores práticas de planejamento, implantação e operação de negócios, buscando atuar de forma competitiva e diferenciada no mercado em termos de tecnologia, soluções, processos e especialmente recursos humanos. “Por meio da definição de salários e benefícios adequados, asseguramos um turn over abaixo da média entre nossos funcionários e, consequentemente, aumentamos a satisfação interna e a qualidade dos serviços prestados”, explica Jorge.

Vale pontuar que a Avape Net oferece as mais modernas ferramentas de gestão disponíveis no mercado, entre elas um mecanismo de CRM (relacionamento com o cliente) que permite à empresa parceira acompanhar e controlar online os atendimentos, o que facilita ajustes, tomadas de decisões, relatórios e informações gerenciais para subsidiar ações estratégicas de marketing de nossos clientes.

A seleção de pessoas para atuarem na empresa envolve etapas na busca dos perfis profissionais, considerando, além dos requerimentos do serviço, aspectos técnicos, psicológicos, comportamentais, formação e experiência. Os profissionais passam ainda por um processo de capacitação bastante abrangente, envolvendo primeiramente o treinamento comportamental sob a ótica social, ética, missão, visão, valores e políticas de RH. Em seguida, é realizado o treinamento técnico envolvendo os recursos tecnológicos, políticas de qualidade, segurança e outros.

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Para executivos de finanças, dólar continua em alta e PIB cresce até 2%

A comunidade financeira acredita que a tendência de alta do dólar – que vem demandando ampla atenção dos mercados – deve prosseguir e espera-se um crescimento menor da economia brasileira em 2013. É o que mostram os principais resultados apurados na nova pesquisa aplicada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF SP – junto aos líderes de 50 das maiores empresas do Brasil, que também fazem parte da diretoria vogal da entidade.

A consulta é relativa às projeções econômicas para o último quadrimestre do ano. Para 58,3% dos executivos de finanças ouvidos, o câmbio deve chegar ao final de 2013 com a cotação do dólar superior a R$ 2,30. Em abril deste mesmo ano, na pesquisa realizada pelo IBEF SP, a maioria dos respondentes – 54,3% – acreditava que a moeda americana encerraria o ano na casa dos R$ 2,01 a R$ 2,05.
Os executivos também reduziram sua expectativa quanto ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A comunidade financeira agora projeta uma evolução de 1% a 2% para a economia brasileira em 2013. Essa é a opinião de 75% dos participantes da pesquisa. Em abril, os líderes consultados pelo IBEF SP estimavam um PIB de 2% a 3% (60% do total de respostas, àquela ocasião).

Quanto à taxa básica de juros, 37,3% dos executivos de finanças acreditam que a Selic chegará a dezembro em 9,50%aa. Na última pesquisa realizada pelo Instituto, a projeção era de juros superiores a 7,75%aa (28,6% das respostas dadas em abril).

Os membros da diretoria vogal do IBEF SP também fazem estimativas acerca da inflação, que deve ficar entre 6,0% e 6,5% em 2013. Assim, apontam metade dos executivos de finanças que responderam à pesquisa. No levantamento do primeiro semestre, 42,9% dos participantes projetaram a inflação do ano entre 5,5% e 6%.

Mais indicadores

Os executivos de finanças também opinam sobre o desempenho de diversos indicadores para o último quadrimestre de 2013, comparados ao comportamento desses mesmos indicadores nos quatro meses anteriores.

De acordo com os diretores consultados, o cenário predominante deve ser de estabilidade. Assim devem-se manter: a Produção (65,2% do total de respostas), as Vendas Internas (47,6%) e Externas (44,4%), os Investimentos (47,8%), o Emprego (69,6%), os Estoques (65,2%) e a Inadimplência (68,7%).

O único indicador a registrar tendência de queda para os próximos quatro meses, de acordo com 43,5% dos respondentes, são as importações

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Empresas da Cenetic ampliam relacionamento com a Microsoft

Rogério Cordeiro, evangelista da Microsoft, visitou uma reunião mensal da Cenetic – Central de Negócios de TI de Curitiba para falar sobre oportunidades no relacionamento de empresas de tecnologia locais com a gigante do setor.

Os empresários puderam saber mais sobre o programa de parcerias em relacionamentos comerciais com a Microsoft , condições especiais para aquisição e instalação de soluções  em projetos para clientes e trabalhos especiais que podem ser desenvolvidos em capacitação e certificações.
O especialista em desenvolvimento de software apresentou uma rápida visão da Microsoft sobre tendências marcantes como Computação em Nuvem, Mobile, Social Media e Big Data.

Rogério Cordeiro também forneceu respostas técnicas a questionamentos feitos pelos participantes do Road Show da Microsoft , que aconteceu em maio no Sebrae-PR.

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Em almoço-debate, Guido Mantega diz que Brasil está preparado para enfrentar atual crise econômica mundial

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que o Brasil está mais preparado que os outros países emergentes para enfrentar as turbulências que chamou de “minicrise econômica mundial”. Segundo o ministro, diferentemente de outros países, o Brasil não apresenta queda nas reservas nem no fluxo de capitais estrangeiros. “Temos um mercado com maior liquidez e mais segurança”, sustentou, durante Almoço-Debate promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, liderado pelo empresário João Doria Jr., que aconteceu no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, e contou com a presença de 330 empresários.

Mantega disse que não acredita numa desvalorização permanente das moedas dos países emergentes e que o governo vai continuar utilizando instrumentos, como leilões cambiais, para impedir o excesso de valorização do dólar. Ele afirmou que, em 2012, o governo precisou intervir para segurar a valorização do real, que melhorou a competitividade das empresas brasileiras, mas trouxe um pouco de pressão inflacionária. “O que é difícil é quando o dólar dá um sobressalto como agora”, afirmou. “Usaremos todos os nossos recursos, que não são poucos, para impedir que o dólar ultrapasse a valorização normal que teria.”

Durante o evento, o ministro apresentou indicadores e estimativas sobre crescimento econômico em vários países. “Talvez tenhamos deixado para trás o pior da crise, o que é bom para todo mundo”, disse. Ele admitiu que o primeiro semestre “não foi grande coisa para ninguém”, mas mostrou-se confiante na recuperação. “Todo mundo está crescendo menos do que deveria em 2013, mas o Brasil, felizmente, está entre os países que podem crescer um pouco mais.” A previsão é de que o país apresente crescimento entre 0,7% e 0,8% no segundo trimestre (a informação oficial será divulgada até o fim desta semana).

Mantega observou que os indicadores do primeiro trimestre demonstram que a produção industrial está crescendo, a agricultura terá safra recorde e o desemprego manterá um patamar favorável. “A confiança do consumidor também começa a melhorar em agosto”, disse o ministro, que espera uma melhora dos indicadores do comércio.

Ele ressaltou a importância da continuidade aos investimentos, por meio de parcerias entre os setores públicos e privados. Entre eles, o programa de concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos. “Estamos caprichando nas condições e na rentabilidade, pois queremos que dê certo e com isso, poderemos ter um grande impulso nos investimentos do País.”

Reforma tributária e desoneração

Indagado pelos empresários sobre a reforma tributária, Mantega informou que o governo está promovendo a reforma do ICMS, que já está em tramitação no Congresso. Ele lembrou, entretanto, que esta reforma esbarra em conflitos entre os Estados. “Continuaremos a trajetória de desonerar mais a indústria e os investimentos”, acrescentou.

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Tecnologia desenvolvida pelo ICI facilita uso do Cartão Qualidade de Curitiba

Com quase 50 mil usuários, o Cartão Qualidade da Prefeitura de Curitiba é utilizado em diversas atividades ligados aos poder público municipal e ainda serve como instrumento de crédito consignado. O smart card desenvolvido pelo Instituto Curitiba de Informática tem mais de 15 anos de história e passa constantemente por inovações. Veja mais detalhes em uma reportagem em vídeo do programa de tv Valor Agregado.

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