Archive abril 2013

Dinheiro do futuro já é aceito no Brasil

Bitcoin é o nome de uma moeda virtual que chegou a valer cinco vezes mais que o ouro em abril e tem a ambição de se transformar no dinheiro do futuro. Ela já pode ser usada para pagar produtos e serviços no Brasil e no mundo (como a pousada Kyrios, de Maresias/SP). Entre os que acreditam no seu potencial estão os gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss, que ficaram famosos ao processar Mark Zuckerberg, acusando-o de plagiar sua ideia para criar o Facebook. O analista de sistemas Thiago Mantins, de São Paulo, perdeu o equivalente a R$ 1 milhão ao investir seus bitcoins em um fundo que foi invadido por criminosos virtuais. As informações são da revista INFO de maio, que chega às bancas dia 2.

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Luís Mário Luchetta preside interinamente o ICI

O diretor-presidente do ICI, Renato Rodrigues, entregou o cargo nesta segunda-feira (29), em caráter irrevogável, em reunião do Conselho de Administração do Instituto. Assume o cargo interinamente, por 60 dias, no dia 2 (quinta-feira), o conselheiro Luís Mário Luchetta, presidente nacional da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), biênio 2013-1014.
Na interinidade de Luís Mário Luchetta, o Conselho de Administração do ICI examinará nomes indicados pela Prefeitura de Curitiba para a presidência do Instituto. Entre os dez conselheiros do ICI, quatro são indicados pela Prefeitura e os outros seis, por entidades privadas do setor de tecnologia da informação. Assim, nos próximos dois meses, os conselheiros buscarão um consenso para que não haja mais atritos na relação do ICI com a Prefeitura de Curitiba.
Luís Mário Luchetta é formado em Ciências Contábeis pela FAE, onde fez pós-graduação em Planejamento Empresarial, e possui pós-graduação também em Marketing Empresarial, pela UFPR. É especialista em governança corporativa e integra o banco de conselheiros do IBGC.

Fonte: ICI

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FecomercioSP: Problema da CLT não é ser velha, mas não ter sido atualizada

Às vésperas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) completar sete décadas de existência, no dia 1º, sem ter passado por atualização, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizaram, nesta manhã, o seminário “70 anos da CLT – 101 propostas para a sua modernização”, em São Paulo, na sede da Federação. O público foi composto por lideranças sindicais, representantes de classe, advogados trabalhistas e empresários.

“O problema da CLT não é o fato de ela ser velha, mas não ter passado por uma atualização. Hoje há novas relações de trabalho, como uma pessoa que trabalha por projeto. Não dá mais para se pensar apenas em termos de vínculo empregatício como previsto na CLT, e é preciso fazer valer negociações coletivas”, disse o presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da FecomercioSP, José Pastore, ao apresentar um panorama 1943-2013 da lei. “Quando a CLT foi criada, o Estado era a única fonte de proteção do trabalhador, considerado hipossuficiente (carente). Isso mudou.”

A gerente executiva de Relações do Trabalho da CNI, Sylvia Lorena, apresentou o estudo “101 Propostas para a Modernização Trabalhista”, levantamento recente da confederação com temas importantes para a indústria e o setor de comércio e serviços – como gargalos da Legislação que aumentam custos das empresas e reduzem competitividade e produtividade. “As propostas não implicam em perda de direitos. O que se quer é adequação a novas formas de trabalho e um ambiente favorável à negociação. A desatualização da CLT só fomenta o conflito judicial”, comentou Sylvia, ao pontuar que há três milhões de demandas trabalhistas por ano na Justiça.

A proposta 19 do estudo da CNI, por exemplo, sobre serviços terceirizados, tem o objetivo de garantir direitos aos trabalhadores contratados dessa forma. “A terceirização é necessária, tanto que é um fenômeno na sociedade. Mas, pela cultura do brasileiro, virou sinônimo de trabalho precário”, criticou o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Guilherme Augusto Caputo Bastos, que participou dos debates.

Súmulas
A questão da jurisprudência gerada por centenas de súmulas judiciais do TST também foi tema do seminário. Nesse sentido, o pesquisador da Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Portela, compartilhou o estudo em andamento, encomendado pela FecomercioSP, a respeito dos impactos diretos e indiretos dessas súmulas sobre os custos trabalhistas para empresas e, consequentemente, para a sociedade.

A orientação jurisprudencial 342, sobre intervalo intrajornada, torna inválidos acordos e convenções que reduzem o intervalo de almoço. Em alguns casos, essa redução pode trazer benefícios tanto para trabalhadores quanto para empregadores. A empresa diminui custos e o funcionário pode sair mais cedo. “Ou seja, há espaço de barganha”, avaliou o pesquisador. O estudo da FGV, que será finalizado ao longo deste ano, vai mensurar cenários e custos efetivos em situações como essa em alguns setores.
Já o deputado federal Guilherme Campos (PSD-SP), relator do Projeto de Lei 950/11, que cria o Simples Trabalhista, apresentou os principais pontos do PL. “Sou favorável à negociação. O Brasil é muito grande, plural e diverso”.

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Pesquisa de satisfação com Teles não reflete realidade

A PROTESTE Associação de Consumidores enviou ofício à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) solicitando esclarecimentos sobre a metodologia utilizada na pesquisa de avaliação dos serviços de telecomunicações pelos usuários. A dúvida é como pode ter avaliação positiva um setor campeão de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, principalmente pela má qualidade na prestação dos serviços.

A Associação questiona como mais da metade dos usuários de telefone celular pós- pago se mostrou indiferente (nem satisfeito nem insatisfeito) em relação aos serviços; assim como 42% dos usuários da banda larga e 40% na telefonia fixa. Foram avaliados diversos níveis de percepção dos consumidores sobre os serviços de telefonia fixa, celular e TV por assinatura, e a banda larga associada a estes serviços. Metade de usuários de telefonia fixa considera o serviço regular ou ruim.

A avaliação que refletiu melhor a realidade foi em relação aos telefones públicos, os orelhões, cujas entrevistas foram feitas pessoalmente. As demais foram por telefone. Apenas 1,1% consideram o serviço satisfatório. Cerca de 45% estão insatisfeitos com os orelhões. E 5,2% estão totalmente insatisfeitos com o serviço no país, enquanto 48,7% consideram regular.

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Parque Tecnológico Virtual do Paraná agora é real

Está criado oficialmente o Parque Tecnológico Virtual do Paraná. O decreto de criação, de número 7959, foi assinado pelo governador Beto Richa na última sexta-feira e nesta quarta-feira (24/04), no evento que foi denominado Ateliê Projeto do Parque Tecnológico Virtual do Paraná, toda a estrutura do modelo operacional foi apresentada, com a presença de representantes de todos os setores envolvidos e de todas as sete regiões do Estado onde seus polos serão instalados.
O PTV passa a existir de fato com a adesão das primeiras empresas, das universidades estaduais e setores do governo envolvidos com o desenvolvimento tecnológico e de inovação do Estado.
“É importante ressaltarmos a importância da constituição conjunta desse dispositivo. Esse instrumento poderá contribuir para mudar o perfil de desenvolvimento das diversas regiões do Estado, com a participação das empresas locais, que agregam cada vez mais valor ao todo” – comenta Júlio C. Felix, diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), empresa vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que é responsável pela implantação do Parque.
O Parque Tecnológico Virtual é um modelo de plataforma na qual os agentes interagem em um ambiente comum de gestão e inteligência competitiva. Podem participar instituições de pesquisa, parques, universidades, centros de promoção de empreendedorismo, incubadoras de qualquer município do Paraná. O parque pretende atrair e trabalhar no desenvolvimento e na fixação de empresas de base tecnológica, também de todo território paranaense.
As empresas que aderirem à plataforma se beneficiam do uso de serviços tecnológicos credenciados e são acompanhadas de perto por um parque tecnológico, uma incubadora ou um núcleo de inovação, denominadas instituições âncora. LEIA REPORTAGEM COMPLETA.

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Quatro escritórios de coworking são abertos por dia no mundo

Mais que uma tendência ou modismo, o coworking já é uma realidade nos grandes centros urbanos de todo o mundo. Segundo o portal Deskmag (www.deskmag.com) são abertos quatro escritórios compartilhados por dia. E os números são ainda mais animadores. De acordo com o levantamento, 110 mil pessoas utilizam os espaços compartilhados, os chamados coworkers, e a ideia já está presente em 81 países.

Para Paula Camanho, da CWK Coworking, os números refletem a realidade das grandes cidades. “Com a conectividade do mundo moderno, os pequenos e micro empresários não precisam mais alugar um escritório, mesmo que um com uma única sala. No coworking, ele tem secretária para atender as ligações, boa conexão de internet, um espaço organizado e limpo. E o melhor, o custo benefício é muito mais interessante”, argumenta.

Além da comodidade e economia, principalmente, com a redução de serviços que encarecem o negócio como limpeza e telefonia, no coworking o novo empreendedor consegue ampliar sua networking, conquistando prospects e também novos fornecedores. “Numa mesma sala, por exemplo, o dono de uma pequena agência de design pode conseguir um novo cliente, contratar o serviço de um redator e revisor e até de um design. É um mundo de possibilidade”, acrescenta Paula.

O Brasil, segundo dados de comunidades de coworking espalhadas pela internet, já tem mais de 100 escritórios compartilhados espalhados por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e outros locais. Em 2010, quando os primeiros coworkings começaram a funcionar no País, poucos profissionais sabiam o que significava e ainda existia muita apreensão em relação a dividir um espaço. As pessoas reclamavam do barulho e de outros problemas. “Hoje, a realidade é bem diferente. Muitos pequenos negócios conseguiram prosperar graças a isso”, explica Paula.

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Funil de vendas: Uma ferramenta de dupla utilização

Por Mário Rodrigues

Um dos grandes desafios para os gestores de vendas é buscar por alternativas que ajudem seus profissionais a conquistarem novos clientes e ainda serem administradores de seus próprios resultados. Para isso, o primeiro passo é tentar alcançar um ponto de equilíbrio, onde exista uma ferramenta capaz de beneficiar a todos, que funcione como uma via de mão dupla. É importante que este indicador aponte como estão os números do mês, permita acompanhar a evolução da equipe e também ajude o vendedor a estabelecer uma rotina diária.

Um das soluções para isso é o “Funil de Vendas”, que, além de gerar relatórios, permite ao vendedor acompanhar seu desempenho e perceber o quanto de esforço será necessário para alcançar seus objetivos. A ideia é que esta ferramenta não se restrinja a mostrar caminhos para que a meta da empresa seja atingida, mas exponha também o quanto será necessário ele ganhar por mês para conseguir realizar os seus projetos pessoais.

Quando utilizado como um gerenciador pessoal, o profissional consegue analisar o ticket médio de suas negociações e analisar quantas visitas e propostas serão necessárias para fechar o número ideal de contratos. Por exemplo, um profissional identifica que precisa de cinco vendas mensais para atingir a sua meta e que para cada uma terá que fazer ao menos três propostas, ou seja, serão necessárias 15 ao longo de um mês. Com isso, chegaremos ao número de 45 visitas ou contatos mensais para atingir o objetivo.

Vale lembrar que cada vendedor possui um grau de assertividade, por isso os números podem variar. O importante é enxergar o Funil como uma ferramenta que auxilia a estabelecer uma rotina e ajuda a fazer uma análise diária do trabalho. Com esse pensamento, o profissional tem condições de avaliar questões importantes, como o gerenciamento de tempo por exemplo. A partir daí, pode analisar pontos como: quais meios ajudarão a melhorar a assertividade e de que maneira é possível adequar a rotina para fechar negócios com maior valor agregado e menor número de visitas?

A gestão do conhecimento também possui papel fundamental nessa área. Contar com diferenciais, como suas habilidades técnicas, que permitem conhecer melhor o cliente, e entender o produto a ser comercializado tornam a abordagem mais assertiva e a possibilidade de concluir uma venda maior.

Busca por problemas
O vendedor profissional é um verdadeiro especialista em caçar problemas, pois ele sabe que, onde tem uma dificuldade, existe alguém em busca de solução. Diferentemente do vendedor amador, que costuma evitar esse tipo de situação por não possuir conhecimento para mostrar ao cliente como o produto poderá ajudar. Além disso, o mais habilidoso sabe que a venda só será concluída pelo tomador de decisão, por isso ele cria meios para chegar diretamente nele, sem ser agressivo, gaguejar ou ficar amedrontado.

O conhecimento técnico é o grande diferencial do profissional de vendas. Não basta chegar até um possível cliente e falar apenas do produto. É essencial entender a necessidade de cada um e direcionar os argumentos. Todo vendedor precisa ter a consciência de que compradores gostam de satisfazer seus desejos através de produtos e que já possuem soluções ideais em mente, por isso a importância de investir em estratégias que façam a pessoa enxergar que sua dificuldade pode ser conectada ao produto.

Uma recomendação para quem quer alcançar o sucesso na carreira é pensar da seguinte forma: ‘quem não tem cabeça, tem pernas’. Ou seja, aquele que não consegue conduzir uma negociação de forma assertiva, tem que correr para fazer mais visitas. Já a pessoa que tem condições de aprimorar suas habilidades pode andar menos em busca de resultados. Ao identificar os gaps do Funil de Vendas, o profissional foca no trabalho e encontra com mais facilidade compradores em potencial.

* Mário Rodrigues atua como Vendedor Profissional, Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) e Treinador de Vendas. O principal diferencial dos seus treinamentos é ensinar de negociação, vendas e liderança, como quem vivencia isso diariamente.
Possui formação em Comunicação Social, é pós-graduado em Administração pela FGV-SP (CEAG) e frequentou o curso MBA em Marketing na ESPM-SP. Além de professor universitário, trabalha há mais de 15 anos com vendas lidando diariamente com o processo comercial, em companhias nacionais e multinacionais, como Xerox, Brasil Telecom e Oi, Oracle e Cisco. www.ibvendas.com.br

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Setor de TI alinha ações com Fecomércio PR

Fonte: Cenetic

Representantes da Cenetic, da Assespro-PR, do APL de Software de Curitiba e do Curitiba Offshore Center participaram de um encontro com Dieter Lengning, diretor de Planejamento e Gestão da Fecomércio-PR na sede da entidade. O presidente do conselho da Cenetic Oscar Monteiro apresentou a Central de Negócios de Tecnologia da Informação de Curitiba e falou sobre o trabalho das entidades ligadas `as empresas de TI do Paraná. A Federação do Comércio demonstra interesse em identificar as necessidades das empresas de tecnologia para buscar soluções que atendam o setor e vai trabalhar no sentido de aproximar o segmento de TI dos sindicatos filiados `a Fecomércio PR. Também deve utilizar meios de comunicação próprios, como a Revista Fecomércio, para divulgar produtos e serviços de TI que podem melhorar a gestão de empresas do comércio, de serviços e de turismo. Dieter Lengning destacou a importância da automação comercial e da utilização de ferramentas de tecnologia para alavancar o crescimento das empresas paranaenses.

Maurício Sebastiany (Cenetic), Izoulet Cortes (Curitiba Offshore Center), Oscar Monteiro (Cenetic), Dieter Lengning (Fecomércio PR) e Fernando Mazon (APL de Software de Curitiba)

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A criação de novos TRFs

Por Amadeu Garrido de Paula

A criação de quatro novos tribunais regionais federais, em Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Manaus, prevista por PEC em tramitação, é absolutamente necessária. Em décadas de advocacia, sempre vimos a Justiça Federal arrastar-se como tartaruga. A parte cuja pretensão é forrada de amparo jurídico e não consegue tutelá-la por medida liminar, deve dispor a esperar anos, é dizer, esquecer.

Esse fenômeno estava presente em nosso judiciário federal antes de as ações previdenciárias inundarem aquele ramo de nosso aparato, justificativa demagógica que muitos dão para sua inércia crônica e originária. Segundo essa versão, os tribunais não funcionariam a contento porque estão inundados de ações de caráter social – previdenciárias. Portanto, é uma enorme e legítima demanda popular que o emperra. E o povo há de ser atendido. Nada mais falso. Além disso, essas ações de revisão dos valores ínfimos dos benefícios da previdência têm uma tonalidade kakfiana: qual a razão de a Previdência não calcular corretamente os benefícios devidos aos trabalhad ores, agindo como um empregador de botequim que a todo o momento está a visitar as salas da Justiça do Trabalho e assoberbando a Justiça Federal?

Simplesmente se esquece do número estonteante de execuções fiscais, obviamente decorrentes de um sistema jurídico-fiscal cuja reforma é reclamada há décadas, sem governo que tenha a coragem de enfrentá-la, com receio de perder as receitas que os alimentam, de maneira sadia ou predatória.

Os tribunais federais atuais são instituições paquidermes e imóveis. O Tribunal Regional Federal da Primeira Região, que tem jurisdição no distrito federal – e esta bastaria, por razões óbvias – e em vários outros estados do norte, nordeste, centro-oeste e sudeste, julga uma simples apelação entre dez e quinze anos. E um agravo de instrumento, que veio, entre outras finalidades, para substituir os mandados de segurança impetrados contra atos de juízes, que a lei determina sejam distribuídos incontinenti e levados à pauta em trinta dias, não raro superam a marca insuportável de cinco anos de tramitação.

Em reunião com o Presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, os presidentes dos tribunais atuais, em coro com o Ministro, se posicionaram contra a criação desses novos tribunais. O argumento é patriótico – poupar o erário público – e a verdadeira razão é corporativa: manter o poder sobre largas extensões do território nacional. Autoridades, com a devida vênia, que não seguem a sábia lição de Bandeira de Mello, segundo o qual o exercício do poder só tem sentido se for para viabilizar o cumprimento do dever.

Num país que tem 40 ministérios e uma boa parte desnecessária, argumentar com a economia pública com o efeito de denegar justiça aos cidadãos brasileiros, muitos dos quais vêm a morrer antes de verem suas lides solucionadas, é simplesmente hipócrita, se não fosse canhestra: aos operadores do direito cumpre defender, sempre, o melhoramento da justiça; óbices financeiros são alegáveis por autoridades fazendárias. Nessa circunstância, não há como deixar de ficar-se atônito ante os reais propósitos pessoais do Ministro Joaquim Barbosa, ao chutar contra suas próprias redes com um argumento de natureza política, na pobre dimensão em que a política se exerce em nosso país.

Juízes comprometidos com seus ideais, promotores e procuradores de justiça e, sobretudo, os advogados e suas Ordens, têm a obrigação de desmistificar essa justificativa completamente divorciada da realidade dos fatos – a de que os jurisdicionados não necessitam de novos tribunais federais para atender a demanda represada e oriunda dos rincões deste país continental, em apoio dessa PEC justa e absolutamente necessária.

* Amadeu Garrido de Paula é advogado.

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Ministro pede agilidade para execução de obras para a Copa nas cidades-sede

O ministro do Turismo, Gastão Vieira, fez um apelo à Câmara dos Deputados,pela celeridade das obras de infraestrutura turística nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Em reunião na Comissão de Turismo e Desporto, ele lembrou que o MTur tem R$ 116 milhões à disposição das prefeituras para projetos de sinalização turística, centros de atendimento ao turista (CATs) e de acessibilidade.

“Muitas obras estão atrasadas e peço aos deputados que incentivem os prefeitos a apressarem a solicitação dos recursos, que estão disponíveis desde julho de 2012 na Caixa Econômica Federal”, disse o ministro, alertando sobre o curto prazo para execução das obras necessárias ao atendimento aos turistas nos grandes eventos. Segundo ele, a pasta terá, em 2013, mais R$ 84 milhões para intervenções nas cidades-sede, dentro do escopo da matriz de responsabilidades da Copa.

O convite ao ministro para falar do planejamento do MTur para este ano partiu do presidente do comissão, deputado Romário (PSB/RJ). Em sua exposição, Vieira apresentou dados do turismo global, da execução orçamentária no ministério, dos planos de expansão do turismo doméstico e internacional e do grande objetivo de posicionar o Brasil entre as três maiores economias turísticas do mundo até 2022 – hoje, o país é o sexto PIB do turismo.

O estímulo ao aumento das viagens internas tem como medidas de curto prazo a criação de programas de incentivos para idosos, trabalhadores e jovens. A definição de novos mercados, com reforço da promoção do Brasil nos demais países dos Brics (Rússia, India, China e África do Sul) é uma das estratégias apontadas pelo ministro para aumentar o fluxo de estrangeiros para os destinos nacionais.

DESONERAÇÃO – Vieira convocou o secretário executivo do MTur, Valdir Simão, para falar das articulações da pasta para ampliar os benefícios da desoneração como forma de aumentar a competitividade do setor produtivo. “Temos mais de 30 pleitos que estão sendo tratados no ambiente econômico do governo dos quais dois terços são questões relacionadas à tributação”, disse o secretário.

A flexibilização das regras de contratação de mão-de-obra, redução da tarifa de energia elétrica e a desoneração da folha de pagamento das agências de viagens, parques temáticos e do setor de alimentação estão entre os assuntos da agenda de competitividade do MTur.

INFRAESTRUTURA – Ao apresentar a execução orçamentária do Ministério do Turismo, Gastão Vieira reforçou a importância das obras de infraestrutura para o desenvolvimento do Turismo. Revelou que de 2003 a 2011 foram investidos mais de R$ 10 bilhões em 3,4 mil municípios brasileiros e que, nos últimos anos, houve a preocupação de aumentar as despesas com investimentos, reduzindo gastos com custeio da máquina administrativa.

“Política de turismo se faz com obras de infraestrutura. Alcançamos o objetivo perseguido e em 2012 direcionamos 75% do orçamento para investimento, percentual que em 2010 era de 68%”, disse Vieira. Ele apontou também o mérito de o Ministério ter regularizado, no ano passado, os pagamentos relativos aos contratos de repasse firmados com estados e municípios.

O secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Fábio Mota, reforçou a fala do ministro, mostrando o desempenho do Prodetur, que já investiu mais de R$ 300 milhões em obras nos diversos estados. “Temos bons exemplos da atuação do ministério nos municípios. Entre eles, podemos destacar a pavimentação da rodovia Bonito/Bodoquena, no Mato Grosso do Sul, e do centro de eventos de Teresina (PI).

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Gartner anuncia a primeira Conferência sobre BI e Gestão da Informação no Brasil

O Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia a Conferência Business Intelligence e Gestão da Informação, que acontece nos dias 4 e 5 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. É a primeira vez em que BI e gestão da informação terão um evento dedicado no Brasil. Esses temas são uma tendência mundial e foram apontados no estudo do Gartner “The 2013 CIO Agenda” como a prioridade número um para os CIOs, tanto em nível global, quanto na América Latina.

Nos dois dias de evento, os analistas do Gartner apresentarão as preocupações do mundo real, fornecendo insights relevantes e acionáveis para ajudá-lo a ter mais sucesso em seu ambiente específico. Entre os assuntos estão: Big Data, BI, Mídias Sociais, ferramentas de análise de dados, Master Data Management (MDM), computação In-Memory, análises preditivas e gestão da informação. Além das palestras, os participantes terão acesso aos workshops, mesas redondas, clínicas, networking e sessões one-on-one com os analistas do Gartner ou fornecedores de preferência.

As inscrições para o evento podem ser feitas pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelo site www.gartner.com/br/bi ou pelo telefone (11) 5632-3109. Até o dia 3 de maio é possível obter desconto de R$ 775,00.

Anote em sua agenda – Conferência Gartner BI e Gestão da Informação
Site: www.gartner.com/br/bi
Datas: 4 e 5 de junho (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551
Horário: a partir das 8h

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Brasileiro é o que mais está disposto a pagar por conteúdo de vídeo pela Internet

Uma pesquisa recente da Accenture em seis países e mais de 3,5 mil entrevistados mostrou que 32% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais de US$ 15 por mês para ter conteúdo sob demanda no PC, TV e Tablet. O Brasil é seguido por Itália e Espanha, empatados com apenas 5% de consumidores que aceitariam pagar mais de US$ 15 por mês. Em 2012, o indíce de brasileiros que aceitariam pagar mais de US$ 15 por mês era de 16%.

O estudo mostrou que os espectadores estão dispostos a pagar por novos serviços de vídeo on line para receber um conteúdo premium. No Brasil, por exemplo, 68% dos entrevistados pagariam uma mensalidade para ter um canal com conteúdo exclusivo no YouTube. Em segundo lugar, novamente, empatados estão Itália e Espanha com 58%, seguidos pelos Estados Unidos com 46%. A média entre todos os países é de 52%.

Uma boa notícia para as emissoras de TV é que quando questionados sobre em quem confiariam mais para oferecer um serviço de vídeo pela Internet na TV, a grande maioria dos consumidores de todos os países (que estão dispostos a pagar pelo conteúdo) classificaram na primeira menção a própria emissora. Em 2013, no Brasil, o índice – que era de 20% no último ano – saltou para 50%.

A pesquisa também mostrou que a utilização de diversos dispositivos enquanto assistem ao conteúdo da TV é uma variável crescente entre os consumidores. Os Tablets foram responsáveis pelo maior crescimento. Em 2012, apenas 9% utilizavam o aparelho ao mesmo tempo em que assistiam ao conteúdo da TV. Em 2013, o número é de 34%.

Os brasileiros são os que mais acessam conteúdos de vídeo a partir de qualquer device conectado à internet. Com 96% de respostas positivas, o Brasil lidera o ranking, seguido por Espanha (95%), Itália (94%), França (91%), Estados Unidos (86%) e Inglaterra (85%). O Brasil saltou uma posição em relação à pesquisa de 2012.

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Segmentação de audiência online no Brasil deve movimentar R$ 100 milhões em 2013

O mercado de segmentação de audiência online (targeting audience) no Brasil deve movimentar em 2013 aproximadamente R$ 100 milhões, um crescimento de 50% em relação ao ano anterior. Esta é a projeção da empresa TailTarget, especializada em segmentação de audiência digital e a primeira a oferecer uma plataforma de segmentação para campanhas online no País baseada em clusters (perfis de internautas monitorados em tempo real). A empresa chegou a esta conclusão ao cruzar seus dados com referências projetadas pelo IAB-Brasil (Interactive Advertising Bureau) e informações do site E-Marketer, especializado no acompanhamento do mercado digital.

Ainda recente no mercado brasileiro, a segmentação de audiência online já é realidade nos EUA. Em 2012, apenas os serviços de “targeting audience” para publicidade online movimentaram R$ 5,1 bilhões no mercado norte-americano, superior ao total movimentado em mídia digital no Brasil, que foi de R$ 4,64 bilhões – este dado leva em conta a soma da mídia display (banners de todos os tipos) mais a de search (links patrocinados em formato de texto).

“Em 2014, um em cada cinco dólares gasto no mercado de publicidade online americano utilizará recurso de segmentação de audiência”, informa Cristiano Nobrega, sócio-fundador da TailTarget, ao ressaltar o ritmo acelerado de crescimento da demanda pelos serviços de target audience.

Potencial Brasileiro

A expectativa de crescimento do mercado neste ano não é o único fator que anima a TailTarget. De acordo com a empresa, a segmentação de audiência online tem muito espaço para crescimento no Brasil, com possibilidade de triplicar os montantes movimentados em menos de dois anos.

“Em 2013, estimamos que o mercado brasileiro de publicidade online display (banners), com o recurso de segmentação de audiência, seja de aproximadamente R$ 100 milhões, representando cerca de 5% do total do mercado de mídia display online no País. Em 2015, a projeção é que a segmentação de audiência seja de pelo menos 10% do mercado de mídia display, movimentando algo em torno de R$ 370 milhões”, informa Nobrega.

Desempenho em 2012

Em relação ao desempenho em 2012, primeiro ano da TailTarget no mercado brasileiro, Nobrega afirma que o objetivo foi alcançado. A empresa fez o lançamento efetivo da plataforma de gerenciamento de dados capaz de identificar perfis de audiência com base em padrões de comportamento em ambiente digital, e igualmente capaz de veicular campanhas exclusivamente para o perfil de audiência desejado. “Um serviço inédito no mercado brasileiro pelo qual conseguimos mapear uma audiência total superior a 20 milhões de usuários de internet”, salienta.

Nobrega também afirma que a aceitação do mercado para o novo serviço provido pela TailTarget foi excepcional. De acordo com ele, o mercado estava carente de informações qualitativas para avaliar adequadamente a eficiência de uma campanha online. “As agências e anunciantes só podiam recorrer à segmentação por conteúdo, cuja eficiência é limitada em razão do desconhecimento de que perfil está exatamente sendo impactado naquele determinado instante. A TailTarget veio para aperfeiçoar esta avaliação, e o mercado têm se mostrado ávido pela nossa solução, aprendendo rapidamente a utilizar nossa plataforma e a entender todas as vantagens de sua utilização”, finaliza.

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Sites de e-commerce registram primeira deflação do ano em março

Em março, o índice e-Flation registrou deflação de 0,4% nos preços apresentados nos sites de e-commerce, representando uma queda de 0,9 p.p. em relação ao mês anterior, quando se observou inflação de 0,5% e aumento de 1,1 p.p. em relação a março de 2012, quando se observou -1,5%.

Desenvolvido pelo Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados e com a Íconna Monitoramento de Preços no E-commerce, o indicador tem como proposta monitorar as variações dos preços de produtos ofertados on line, acompanhando as tendências no mercado de consumo pela Internet.

Três categorias influenciaram o resultado de queda registrada em março: “Informática” (-0,77%); “Eletrodomésticos” (-0,43%); e “CDs e DVDS” (-0,06%). Duas não apresentaram variação do nível de preços. São elas: “Cine e fotos” e “Medicamentos”, ambas com 0,0%. Já nas outras 5 categorias restantes verificou-se leve inflação: “Livros” (+0,48%); “Perfumes e cosméticos” (+0,25%); “Brinquedos” (+0,06%); “Eletroeletrônicos” (+0,05%); e “Telefonia & celulares” (+0,05%).

Esta é a primeira queda do ano, que acumula nestes três primeiros meses inflação de 3,11%. Já na somatória dos últimos 12 meses, o índice apura deflação de -2,51%.

“O índice mantém-se dentro da variação histórica da série, não sinalizando tendência de queda ou elevação, isso reflete a competitividade acirrada da internet”, comenta Claudio Felisoni, presidente do conselho do PROVAR/FIA.

O e-Flation é avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, resultam no que se chama de “campeões de vendas”.

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Impostômetro marca MEIO TRILHÃO amanhã (16), e mostra que a arrecadação não parou de crescer no Brasil

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrará a marca de R$ 500 bilhões de reais, pagos por todos os brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais amanhã (16), por volta das 19h15 . Em 2012, esse valor só foi alcançado no dia 02/05, ou seja, 17 dias mais tarde na comparação entre os dois períodos.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, alerta que a arrecadação tributária no Brasil permanece desenfreada. “A soma do montante de impostos arrecadados no País desde o lançamento do painel, de 2005 até agora, é assustadora. Mais de R$ 9 TRILHÕES arrecadados em oito anos e ainda não sabemos para onde vai nosso dinheiro. Acreditamos que a união das Associações Comercias vai expandir essa informação e fazer com que cada um se sinta responsável por cobrar mais segurança, mais escolas, transporte e saúde de qualidade.”

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Participe do 1 º Seminário Paranaense de Qualidade de Software

Participe do evento que vai ser realizado pela Prime Control e a Microsoft em Curitiba.

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Setor logístico necessita de investimento para impulsionar economia brasileira

Um dos grandes entraves para o desenvolvimento da economia brasileira é a deficiência no setor logístico, marcada pela baixa integração entre os diferentes modais e pelo baixo investimento. Para reaquecer sua economia, o Brasil precisa encontrar novas fórmulas buscando soluções que contribuam para desatar o “nó logístico” do setor de transportes.

Esse é um dos painéis que será discutido no 8º Encontro de Logística e Transporte, promovido pela Fiesp, nos dias 6 e 7 de maio, no Hotel Unique. A ideia é debater quais são os desafios e perspectivas para o setor nesse sentido. Infraestrutura e logística são itens essenciais para competitividade e o País necessita de investimentos para suprir as deficiências que apresenta nessa área. A Sunrise – maior trading chinesa de soja -, por exemplo, cancelou compra de 2 milhões de toneladas de soja do Brasil em razão de atrasos nos embarques, fato que atinge diretamente a economia no Brasil de maneira depreciativa.

Para tornar o País mais competitivo, o Programa de Investimento e Logística anunciado pelo governo é um passo de mudança e reconhecimento de que, ou o Brasil investe pesadamente em infraestrutura ou encontrará pontos de constrangimento e restrição ao seu crescimento econômico. “A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está de acordo com as medidas, e acredita que a decisão de não utilizar as concessões como instrumento de arrecadação do Estado vai ao encontro da necessidade de reduzir o custo logístico para a indústria e de reestabelecer a competitividade da economia brasileira”, afirma Carlos Cavalcanti, Diretor do Departamento de Infraestrutura da Fiesp.

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Qualityware adquire Duet Tech e projeta crescer 50% em 2013

A Qualityware finalizou o processo de fusão / aquisição com a Duet Tech e aumentou seu portfólio de produtos e serviços, equipe técnica e pretender crescer 50% até dezembro de 2013.

A ideia de juntar as operações iniciou-se no ano passado quando as empresas começaram a atuar juntas em um projeto comum onde cada empresa era responsável por uma parte. A interação das equipes e a satisfação do cliente foram tão grandes que chamou a atenção da direção das duas empresas. Daí para iniciar o processo de fusão / aquisição foi um passo rápido e conduzido por um grupo multidisciplinar que envolveu profissionais das duas empresas e de todas as áreas com a missão de minimizar impacto cultural e atrasos nos projetos.

O objetivo principal da fusão / aquisição é apresentar para o mercado uma empresa mais completa e com todas as áreas do conhecimento de TI:
• Desenvolvimento de Software – Desenvolvimento SharePoint.
• Produtos – comercializando produtos como HP, Microsoft, Symantec e etc.
• Infraestrutura – cabeamento estruturado e projetos de data center.
• IT Services – Segurança de Rede, NOC / SOC, Suporte, IDM e Projetos de TI.

A fusão criou uma empresa com um dos maiores portfólios do mercado que vai do cabeamento estruturado, projetos de data center, vendas de equipamentos, licenciamento de softwares até serviços de BPO, NOC, projetos de segurança de rede, comunicação unificada e chegando ao desenvolvimento SharePoint afirma Bruno Perboni – Presidente da Qualityware.

Atuando desde janeiro como Diretor de Vendas e Marketing, Marcelo Piuma afirma que as metas são agressivas e projetamos para esse ano crescer 50% tanto no mercado público quanto no privado. Uma nova equipe comercial foi montada e também passamos a contar com um sistema de CRM bem mais robusto que os anteriores.

A área técnica também está passando por mudanças e crescimento com contratações quase que semanais.
A possibilidade de novas fusões / aquisições não está descartada, assim como associações com grandes players do mercado de TI, afirma Bruno Perboni.

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