Archive julho 2012

Empresas devem seguir novas regras para contratar aprendizes

As empresas que contratarem aprendizes, a partir de hoje, dia 31 de julho de 2012, deverão seguir novas regras. Todos os estabelecimentos, independente do ramo em que atuam, são obrigados a contratar e matricular os aprendizes nos cursos de aprendizagem, no percentual mínimo de 5% e máximo de 15% das funções que exigem formação profissional.

Além disso, são obrigadas a contratar aprendizes as empresas que tenham, pelo menos, sete empregados nas funções que demandam formação profissional. “Estão dispensadas da cota de aprendizagem as micro e pequenas empresas optantes ou não do Simples Nacional e as entidades sem fins lucrativos que tenham por objetivo a educação profissional”, informa a advogada da IOB Folhamatic, Milena Sanches. “As microempresas e empresas de pequeno porte que contratarem aprendizes devem observar o limite máximo de 15%, estabelecido no artigo 429 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)”.

De acordo com Milena, o contrato de trabalho de aprendizagem representa o compromisso de o empregador assegurar as pessoas que têm entre 14 e 24 anos, inscritas em programa de aprendizagem e com devida formação técnica-profissional, e o acordo do aprendiz de executar com diligência e zelo as tarefas necessárias. “Para a validade deste contrato, o qual tem prazo determinado de, no máximo, dois anos, devem constar as seguintes informações: registro e anotação da Carteira de Trabalho e Previdência Social; matrícula e frequência do aprendiz à escola, caso não tenha concluído do ensino médio e inscrição do aprendiz em programas de aprendizagem”, pontua Milena.

A advogada da IOB Folhamatic esclarece ainda que as empresas que não cumprirem as novas normas, publicadas hoje no Diário Oficial da União, por meio da Instrução Normativa da Secretaria de Inspeção do Trabalho nº 97, terão o contrato de trabalho anulado. “É importante ressaltar que a idade máxima de 24 anos é a condição de extinção automática do contrato de aprendizagem. Contudo, esse critério não se aplica às pessoas com deficiência. Nesse caso, a contratação é possível mesmo após essa idade e o vínculo não precisa ser de dois anos”.

O contrato de trabalho também pode ser extinto nas seguintes hipóteses: a pedido do aprendiz; desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz, que devem ser comprovados mediante laudo de avaliação elaborado pela entidade executora da aprendizagem; ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento; negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço; condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena; desídia no desempenho das respectivas funções; embriaguez habitual ou em serviç ;o; violação de segredo da empresa; ato de indisciplina ou de insubordinação; abandono de emprego; ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem; ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem; prática constante de jogos de azar; ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo, comprovada por meio de declaração do estabelecimento de ensino; e fechamento da empresa em virtude de falência, encerramento das atividades da empresa e morte do empregador constituído em empresa individual.

A duração da jornada de trabalho do aprendiz não pode exceder seis horas diárias, durante a qual poderão ser desenvolvidas atividades teóricas e práticas ou apenas uma delas. “A jornada de até oito horas diárias é permitida para os aprendizes que completaram o ensino fundamental, desde que nela sejam incluídas atividades teóricas, na proporção prevista no contrato e no programa de aprendizagem. Ao aprendiz são vedadas, em qualquer caso, a prorrogação e a compensação da jornada de trabalho”, pontua Milena Sanches.

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EBS Sistemas está no ranking das Melhores Empresas para se Trabalhar

Pelo 4º ano consecutivo, a empresa paranaense EBS Sistemas está entre as Melhores Empresas para se Trabalhar em TI & Telecom, de acordo com a pesquisa organizada pelo Instituto Great Place to Work e realizada com os colaboradores da empresa. Este ano, em que a EBS Sistemas completou 25 anos de história, estar entre as melhores tem um valor especial. Desde o início de sua trajetória, a EBS Sistemas baseia suas ações em princípios e valores como integridade e respeito às pessoas, à sociedade e ao meio ambiente. Seus produtos e serviços refletem sua essência e a dedicação de seus colaboradores.
Com 217 colaboradores, a empresa de médio porte entrou na disputa competindo com multinacionais que atuam em Tecnologia da Informação e Telecom, um mercado altamente competitivo e quem têm apresentado crescimento nos últimos três anos. “Benefícios e bons salários não bastam para atrair bons profissionais, o que mantém estes talentos é a oportunidade de crescimento e valorização. Priorizamos ter com o nosso colaborador uma conversa linear, com menor rigidez hierárquica, isso faz com que o funcionário sinta que ele é parte da empresa e não mais um lá dentro”, declara Gilmar Pertile, CEO da EBS Sistemas. A EBS participa da pesquisa desde 2009.
“Este prêmio é o reconhecimento da qualidade e eficácia dos processos de gestão e valorização do capital humano. Agora, temos mais um incentivo para aprimorar as nossas práticas. Na edição de 2011, foram inscritas 923 empresas e a EBS Sistemas ficou em 70º posição, este ano alcançamos a 66º posição entre quase mil inscritas”, diz André Nascimento, Gerente de Recursos Humanos.
Investir em qualidade de vida:
A EBS Sistemas investe seus recursos para oferecer aos seus colaboradores um ambiente de trabalho saudável, promovendo práticas sustentáveis e destacando valores humanos. Lançada no início deste ano, a campanha interna ‘Orgulho de Ser EBS’ despertou o espírito de equipe, evidenciando valores corporativos. “Foram realizados diversos eventos que proporcionaram uma maior interatividade entre os funcionários e gestores, essa proximidade resultou em um maior índice de satisfação dos nossos colaboradores”, comenta Juliana Blumenthal, Gerente de Marketing.
Elaine Mazzon Ruginski trabalha na empresa há 11 anos e conta que esteve envolvida no processo do GPTW desde o primeiro ano. Uma curiosidade é que a EBS Sistemas não buscou a participação no prêmio, e sim foi motivada por um dos colaboradores que leu um artigo em uma revista e sugeriu a participação, obviamente julgando que a EBS Sistemas teria condições de estar entre as melhores. “Participamos e fomos classificados já no primeiro ano. Essa conquista nos deixou muito orgulhosos e nos motivou a continuar participando ano a ano, sendo este o 4º ano consecutivo que a EBS Sistemas é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar”, comenta a Gerente de Qualidade que começou na empresa como atendente.

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CINQ entre as 50 Melhores Empresas Para Trabalhar em TI & Telecom no Brasil

A CINQ Technologies, empresa curitibana especializada em desenvolvimento de software e fábrica de testes foi uma das empresas eleitas como uma das Melhores Empresas Para se Trabalhar em TI & Telecom no Brasil em 2012. Presente em mais de 45 países, o Instituto Great Place to Work auxilia empresas através de pesquisas que representam mais de 10 milhões de colaboradores de seis continentes, formando o mais respeitado estudo em ambientes de trabalho. O Instituto avalia empresas de vários segmentos, entre eles o de TI & Telecom. A partir de avaliações que os próprios colaboradores fazem em diversas empresas do setor, o Instituto faz o ranking das empresas que contam com os melhores ambientes de trabalho do país. De acordo com Aldir Brandão Jr., diretor de Operações de Desenvolvimento da CINQ, “o reconhecimento do mercado à nossa cultura organizacional é de grande importância não só para a empresa, mas para todo o time que aqui trabalha e que faz as coisas acontecerem”. Com uma cultura organizacional que reconhece a importância do bem-estar de cada colaborador, a CINQ foi eleita pelo segundo ano consecutivo, subindo 22 posições no ranking. Confira o ranking completo: http://www.greatplacetowork.com.br/melhores-empresas/melhores-empresas-ti-a-telecom/699-2012

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APL de Software e Cenetic reúnem 200 pessoas em comemoração de conquistas

Duzentos executivos de empresas de tecnologia da informação participaram do jantar de comemoração pelas conquistas alcançadas pelo Arranjo Produtivo Local de Software. O setor conseguiu ter os benefícios do programa Tecnoparque ampliados para toda a extensão da capital do Paraná. Entre várias vantagens, está a redução do ISS de 5% para 2%. O evento aconteceu em um grande restaurante do bairro gastronômico de Santa Felicidade. A promoção foi da Cenetic – Central de Negócios de TI e Comunicações- criada neste ano pelo APL para unir empresas em compras coletivas e venda de produtos e serviços em grupo.
O coordenador do APL de Software Leonardo Matt destacou o poder de mobilização dos empresários no sentido de reivindicar a liberação da instalação das empresas do Tecnoparque em qualquer área da cidade e não mais, apenas, nos quatro setores delimitados pelo início do projeto. E também apontou como outra grande conquista a criação da Central de Negócios.
Oscar Monteiro, presidente do Conselho da Cenetic, apresentou as primeiras negociações fechadas pela central em contratos de vale refeição/alimentação e planos de saúde. Ele convidou o empresariado a participar dessa inciativa que já conta com mais de vinte empresas de tecnologia da informação. Oscar Monteiro agradeceu o apoio da Assespro Paraná , que divide com a Cenetic as taxas de associados e comum. E também enalteceu o trabalho do Sebrae Paraná, que desenvolveu e aplicou a metodologia para criação da central.
Gilberto José de Camargo, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento , agradeceu o reconhecimento do APL e da Cenetic pelo trabalho da agência em prol do crescimento do setor de tecnologia. Ele também ressaltou que o fato de o Tecnoparque estar aberto para toda a extensão territorial da cidade já surte resultados com a procura de empresas de outras cidades, estados e países por espaços para se instalar em Curitiba. Para ele, o aumento do número de empresas de tecnologia na cidade não só compensa, mas também aumenta a arrecadação do município.
O prefeito de Curitiba Luciano Ducci também participou do jantar. Ele destacou a importância do setor de tecnologia para o crescimento da atividade econômica da cidade como um todo. Citou o fato de Curitiba ter recebido, recentemente, o prêmio de cidade mais digital do Brasil, com a melhor infraestrutura de internet. E mostrou que o imposto sobre serviços já começa a superar a arrecadação com IPTU, o que confirma a aposta em atrair cada vez mais empreendimentos voltados para prestação de serviços como TI e Comunicações.
O jantar promovido pelo APL de Software e a Cenetic teve apoio do Sebrae-PR, da Assespro-PR e do Parque de Software de Curitiba. As empresas que patrocinaram o evento foram Acom , Cesar , Cinq, Cits, Equiplano, Esat, Fbits, Horus, Mannesoft, Onda, OSM, Pelissari, Positivo, Premier IT, QLA, Sigma, Solusoft, Voxel e Wise.

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Programa já recuperou R$ 2,65 bilhões em dívidas tributárias no Paraná

O balanço parcial do Programa de Recuperação Fiscal (Refis), incluindo o pagamento de débitos tributários à vista com desconto e parcelamento em até 120 meses, divulgado nesta quarta-feira (25) pela Secretaria da Fazenda, mostra a recuperação de R$ 2,65 bilhões em impostos estaduais em atraso. Do valor total, R$ 150 milhões foram recolhidos à vista e o restante foi parcelado.

O prazo para o pagamento dos débitos à vista se encerra no próximo dia 31 de julho. Quem aderir terá desconto de 95% no valor das multas e 80% dos juros. As negociações estão sendo conduzidas pela Receita Estadual. O parcelamento foi encerrado no último dia 9, e 4,5 mil contribuintes, incluindo pessoas físicas e jurídicas, optaram por essa modalidade.

Para o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, os resultados do programa são muito positivos. Ele lembra que o estoque de débitos tributários em dívida ativa é de R$ 15,2 bilhões, dos quais R$ 3,4 bilhões são devidos por empresas ativas – valor que inclui juros e multas. “Conseguimos recuperar um volume expressivo de créditos. Isso é bom para o governo, que consegue reaver o que lhe é devido em impostos – um dinheiro que é do povo –, e também para o contribuinte que recupera a credibilidade no mercado”, afirmou o secretário. Leia mais…

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Região canadense de Waterloo mostra interesse em parceria com empresas de Curitiba

O vice-presidente do Canada’s Technology Triangle visitou a capital do Paraná para conhecer o setor de tecnologia local e apresentar oportunidades para empresas brasileiras em território canadense. Bill Elliot acredita que as região de Waterloo e Curitiba têm muito em comum e podem construir parcerias importantes. Acompanhe a reportagem em vídeo.

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Trabalho e família: como alcançar um equilíbrio ?

Em uma entrevista ao programa de tv Valor Agregado, a psicoterapeuta Suely Kardosh fala sobre as dificuldades que profissionais encontram para equilibar trabalho e ambiente familiar. E o que fazer quando a família toda trabalha na mesma empresa ? Acompanhe em vídeo.

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Advogado alerta para riscos na hora de renegociar contratos

Em uma entrevista ao programa de tv Valor Agregado, o advogado Airton Sávio Vargas explica que algumas empresas prometem muito mais do que podem cumprir na renegociação de contratos de empréstimos ou serviços. Acompanhe em vídeo:

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Mídias Sociais: Liberar ou Proibir?

Por Marcos Assi

Bom, hoje vou acabar revelando minha idade, pois sou da época da máquina de escrever. Você lembra, ou fez curso de datilografia? Do tempo do Telex, do Fax já é mais moderno, mas o quero dizer com isso?

Então, vamos por partes, uma coisa muito importante é entender a tecnologia que avança muito diariamente. Com isso, todos nós de auditoria, controladoria, compliance, controles internos e riscos, devemos buscar entender o que está acontecendo, além de buscar melhorias para a organização. Mas, como podemos fazer isso?

Há pouco tempo, a TI das empresas bloqueava acessos a e-mails particulares, sites ou até páginas de internet que não faziam jus ao trabalho exercido pelos colaboradores. Porém, com o advento dos smartphones, iphones, ipads, tablets, redes sem fio, mobilidade digital, sejam qual for nome, vem à pergunta: Como posso bloquear os acessos remotos? Na verdade, não posso.

Uma das maneiras para solucionar esta questão, é apelar pela cultura e educação dos colaboradores, já que as redes sociais possuem um atrativo, que podem causar até dependência. Pode ser que você seja uma dessas pessoas e se identifique, pois vai ao banheiro com o aparelho, em reuniões profissionais e de família; na sala de casa, não conversa mais, pois manda SMS para a esposa na cozinha; pede para o filho enviar o boletim por e-mail, usa o aparelho no metrô, no ônibus, no carro, já que não podemos mais perder tempo. Será?

Mas, fica a indagação de como podemos mudar esta cultura do acesso à novidade, e também a certas “bobagens” dentro da empresa? Como não podemos viver sem informações, uma boa estratégia é educar e cobrar resultados, pois estas atividades acabam distraindo profissionais no ambiente de trabalho. Ou seja, a solução é disciplina! Para isso, buscar a melhoria do convívio entre trabalho e a informação deve ser mais bem ajustado nas organizações.

Vejamos o que as empresas têm feito para combater ao tabagismo. Por exemplo, se um colaborador fumar um maço de cigarro por dia, e a cada descida para fumar, entre idas e vindas, demorar 10 minutos. Quanto tempo de trabalho se perde no dia? E na semana? Com a rede social também pode ocorrer a mesma coisa. Portanto, devemos orientar e monitorar resultados, pois acredito que a questão é meta x tarefas x resultados x recompensa. Dessa forma, podemos criar uma cultura organizacional diferente e sem grandes atritos internos, pois aquele profissional que não faz parte deste grupo, pode vir a sentir-se desmotivado ou acreditar que este seja o modelo ideal. Pense nisso!

Marcos Assi é diretor e consultor da Daryus Consultoria e Treinamentos, professor da Saint Paul Escola de Negócios, da FIA (Labfin) e do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, autor dos livros “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” e “Gestão de Riscos com Controles Internos – Ferramentas, certificações e métodos para garantir a eficiência dos negócios” pela (Saint Paul Editora) e consultor de finanças do programa A Grande Idéia do SBT.

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Boletim Cenetic: Marcelo Woiciechovski da empresa M Work fala sobre vantagens de participar da Central de Negócios

A M Work atua no desenvolvimento de software para automação comercial. Acompanhe depoimento de Marcelo Woiciechovski sobre a empresa e a importância de participar de iniciativas como a Central de Negócios do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba.

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Encontro com Canada TechTriangle

CITS, APS e Curitiba Offshore convidam para um encontro com Representantes do Tech Triangle – Agência de Promoções de Negócios sediada no Canadá.
O Canada Technology Triangle é uma parceria público-privada para o desenvolvimento econômico regional, promovendo a Região de Waterloo e as cidades de Cambridge, Kitchner e Waterloo para o mundo. Atua como uma agência de desenvolvimento e promoção, fazendo interface internacional entre empresas e entidades da região com aquelas do resto do mundo.Data: 23/07/2012
Local: CITS – Rua do Semeador, 702 – CIC – Curitiba

Agenda:
09:00 – 09:10: Welcome;
09:10 – 09:50: Apresentação Canada’s Technology Triangle;
09:50 – 10:20 Apresentação CITS;
10:20 – 10:45: Curitiba Offshore;
10:45 – 11:20: Perguntas e debate;
11:20 – 12:30: Visita ao CITS e laboratórios;
12:30 – 13:30: Intervalo para almoço;
13:30 – 17:30: Reuniões individuais;
17:30 Fim da Programação.

Presenças de:
Bill Elliot, Vice – Presidente do TechTriangle
Rui Lopes – Xalles Limited – The Business Navigation Specialists

Público alvo:
Pessoas interessadas em fazer Negócios com o Canadá;
Instituições e Entidades interessadas em projetos de cooperação com o Canadá;
Empresas interessadas em projetos de cooperação e em fazer negócios com o Canada

Inscrições com: Maria José Passos Maria.passos@cits.br (41) 3025-9659 ou José Caparros Jose@parquedesoftware.com.br (41) 3337-1015

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Brasil comercializa aproximadamente 4 milhões de computadores no primeiro trimestre deste ano, revela estudo da IDC

O mercado brasileiro de PCs continua aquecido. Apenas no primeiro trimestre de 2012 foram vendidos aproximadamente 4 milhões de computadores no país, segundo dados do estudo Brazil Quarterly PC Tracker, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. O número é 4% maior do que o apresentado no mesmo período de 2011, quando foram comercializados 3,6 milhões de equipamentos.

“Nosso país se consolidou na terceira posição do ranking mundial em termos de consumo e concentra quase 50% do total de vendas de computadores na América Latina. A expectativa é de que neste ano o mercado brasileiro cresça 13% em relação ao ano de 2011, quando atingimos a marca de 15,4 milhões de computadores”, conta Camila Santos, analista senior do mercado de computadores da IDC Brasil.

Do total de máquinas vendidas no primeiro trimestre de 2012, 54% são notebooks e netbooks e 46% são desktops. Ainda de acordo com o estudo da IDC, 67% foram destinadas ao segmento doméstico, 27% para segmento corporativo e 6% para Governo e educação. “Como observado em outros trimestres, os desktops vêm sofrendo quedas, porém ainda têm bastante representatividade no mercado corporativo, que possui uma grande base instalada de PCs. Já os portáteis continuam crescendo e concentraram grande volume nesse primeiro trimestre”, completa a analista da IDC Brasil.

O primeiro trimestre de 2012 demonstrou recuo de 9% em vendas quando comparado ao trimestre anterior. Tal movimento foi ocasionado, principalmente por conta das flutuações das taxas do dólar, que levaram grandes empresas ao conservadorismo; dos impactos causados pela diminuição de fornecimento de HDDs; e do período do ano ser tradicionalmente mais fraco em vendas. Porém, a previsão é de que até o meio do segundo semestre essa cadeia esteja totalmente recuperada.
Em relação aos ultrabooks, a IDC acredita que ainda se trata de um mercado imaturo, mas que em médio ou longo prazo pode vir a ganhar participação se os preços aplicados forem ao encontro da disposição de compra e necessidade dos usuários finais.
Acompanhe a IDC no Twitter: http://twitter.com/idcbrasil

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