Uso de carteiras digitais para pagamentos cresce 142% no 2º trimestre de 2022

Uso de carteiras digitais para pagamentos cresce 142% no 2º trimestre de 2022

O uso das soluções de pagamentos digitais ganha cada vez mais protagonismo entre os consumidores brasileiros, especialmente pela praticidade e segurança que proporcionam. No 2º trimestre deste ano, o valor transacionado nas wallets — carteiras digitais para pagamento por aproximação com o celular — teve incremento de 136% na comparação com o mesmo período do ano anterior, e de 142% na quantidade de transações. A geração Z lidera a adoção, com salto de 725% no número operações usando a modalidade.

Os dados são do relatório Análise do Comportamento de Consumo, que traz um panorama dos gastos dos brasileiros no 2º trimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2021 — uma análise feita com base nas compras com cartões do Itaú Unibanco e nas vendas realizadas nos sistemas da Rede, empresa de meios de pagamentos do banco.

Outra modalidade em alta é o cartão virtual: as compras utilizando a tecnologia aumentaram mais de três vezes, com crescimento de 312% na quantidade de operações e aumento de 193% no valor transacionado. Aplicando o recorte por idade, a geração Y ainda é a mais representativa, com 53% do total de transações com cartões virtuais — seguida da geração X, com 24%. Mas os Zennials têm um avanço considerável, e nesta faixa etária, o uso da tecnologia subiu 855% em relação ao 2º trimestre do ano passado. Crescimento também bastante relevante entre as outras gerações: +538% na geração Y, +361% na geração X e +256% entre os babyboomers.

O Pix também avança na representatividade entre os meios de pagamento, com uma evolução de 124% no valor transacionado e 305% na quantidade de operações — considerando transações realizadas de pessoa física (CPF) para pessoa jurídica (CNPJ). No período, o Pix representou 12% dos pagamentos; cartões de crédito representam 76%; e cartões de débito, 12% (no 1º trimestre deste ano, o Pix correspondeu a 11% das movimentações, cartões de crédito a 62% e cartões de débito, 27%).

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