Tech sob demanda em 2025: áreas e habilidades em alta

Compartilhar

Segurança da Informação, Infraestrutura, Suporte de TI, Análise de Dados e Redes são as áreas funcionais que lideram as contratações

O IBGE acaba de divulgar os dados mais recentes da PNAD (último trimestre de 2024). O estudo apontou uma taxa de desemprego de 6,2% para a população geral, enquanto o índice para profissionais qualificados (25 anos ou mais e com formação superior) foi de apenas 3% no mesmo período.

Abaixo, alguns insights de headhunters especializados em Tecnologia da Robert Half:

Áreas funcionais com mais demanda de contratação no primeiro semestre de 2025: Segurança da Informação; Infraestrutura; Serviço e Suporte de TI; Análise de Dados; Redes;

– Habilidades técnicas mais demandadas:
 IA/Automação/Machine Learning*; Linguagem de programação/Desenvolvimento; Nuvem; Tecnologia Imersiva; BI e relatórios;
 
– Competências técnicas mais difíceis de encontrar: 
IA/Automação/Machine Learning; Blockchain; Tecnologia Imersiva; DevOps e DevSecOps; Linguagem de programação/Desenvolvimento;

*Especialidades em Inteligência Artificial com mais demanda no primeiro semestre de 2025: RPA/IPA; Machine Learning; Natural Language Processing/Large Language Modelling;

– Habilidades comportamentais mais demandadas: Liderança; Inteligência emocional; Pensamento criativo; Pensamento crítico; Resolução de problemas;

– Competências comportamentais mais difíceis de encontrar: Inteligência emocional; Pensamento criativo; Resolução de problemas; Liderança; Pensamento crítico;

“Nos últimos cinco anos, o mercado tem dado mais atenção à proteção de dados, tanto internos quanto externos (clientes e consumidores). Por isso, observamos a segurança da informação superando IA em termos de demanda por profissionais, porque não adianta lançar um software de IA sem uma segurança robusta. No entanto, é um grande desafio, já que há mais talentos com habilidades em cibersegurança do que em IA, mas, ainda assim, especialistas em segurança são disputados a todo custo pelas empresas”, comenta Elisa Jardim, gerente da divisão de Tecnologia na Robert Half.