Harvard Angels do Brasil, Poli Angels e investidores individuais realizam aporte para clube de assinaturas de flores

Harvard Angels do Brasil, Poli Angels e investidores individuais realizam aporte para clube de assinaturas de flores

Felipe Oliveira e Victor Campos, fundadores da Flower Club.

A Harvard Angels do Brasil, Poli Angels e investidores individuais realizaram um aporte na Flower Club, clube de assinaturas de flores. A startup oferece planos com opções para receber buquês mensais, semanais ou quinzenais. A equipe prepara arranjos com flores e folhagens da estação fornecidos por cooperativas e pequenos produtores e selecionados por floristas. Com o crescimento cinco vezes maior que o ano anterior, a Flower Club, que atua apenas na Grande São Paulo, quer expandir o negócio para grandes metrópoles em nível nacional e entregar 30 mil buquês em 2022. Além da expansão, com o aporte, a startup investirá em tecnologia, gestão de pessoas e desenvolvimento da cadeia de fornecimento. 

O número de assinantes da Flower Club cresceu 500% em 2021 e, atualmente, a companhia realiza a entrega de aproximadamente 1,5 mil buquês mensais. Os valores dos pacotes mensais variam de R$ 99 (entregas a cada 30 dias), R$ 180 (quinzenal) e R$ 320 (semanal). 

De acordo com o cofundador e diretor executivo da startup, Victor Campos, a empresa tem como principal objetivo democratizar o hábito de conviver com flores e plantas. “Queremos tornar o consumo acessível, conveniente e responsável. Fazer com que as flores façam parte do cotidiano das pessoas. A ideia é que os assinantes possam conhecer novos tipos e espécies e ter acesso a outras combinações”, explica. 

Dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor) informam que o mercado de flores e plantas do país fatura mais de R$ 10 bilhões ao ano e emprega mais de 200 mil pessoas. Mesmo com os obstáculos causados pela pandemia, o setor alcançou a marca de crescimento, passando de R$ 9,6 bilhões de faturamento no final de 2020 a R$ 10,9 em 2021. 

Segundo Campos, a principal justificativa para esse aumento de consumo foi o confinamento e a realização de entrega a domicílio. “As pessoas precisaram transformar o ambiente em que residem. Muitos se reinventaram para trabalhar remotamente e utilizaram flores e plantas para montar um local mais leve e agradável. Também realizamos entregas duas vezes por semana. Pensando sempre em oferecer praticidade e agilidade para o cliente”, avalia. 

Originalidade e curadoria não faltam. Em datas especiais, é hora de trazer uma recomendação diferenciada. “Não seguimos apenas a moda do período. Sugerimos opções que não são facilmente encontradas e investimos na qualidade, variedade, garantindo frescor e design”, completa. 

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