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Interesse de mulheres em vagas de TI cresce 22% em 2021

De janeiro a maio deste ano, foram registradas 12.716 candidaturas contra 10.375 no mesmo período do ano passado

As mulheres estão cada vez mais em busca de vagas na área de tecnologia da informação. É o que aponta uma pesquisa do Banco Nacional de Empregos – BNE, realizada entre janeiro e maio deste ano. Nos primeiros cinco meses deste ano, 12.716 mulheres se candidataram para vagas no setor contra 10.375 no mesmo período do ano passado. Apenas no mês de janeiro, foram 4.316 candidatas contra 1.989, o que representa um crescimento de 116%.

Para Marcelo de Abreu, CEO do BNE, o mercado e os profissionais também estão em transformação, contribuindo para o aumento da presença de mulheres em tecnologia a cada ano. “Vemos mais mulheres se interessando pela área na medida em que se ampliam as contratações de profissionais de TI. De 2019 para 2020, houve 36% de crescimento e esperamos um número ainda maior neste ano”, conta Abreu.

É o caso de Aline Rosa, desenvolvedora de Front End da Nexcore Tecnologia, que está no setor de TI há cerca de três anos. Aline explica que as empresas estão sendo mais receptivas do que alguns anos atrás. “As mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no setor de TI, e as empresas estão mais receptivas. Como as mulheres na maioria das vezes são mais detalhistas e atenciosas, essas características auxiliam no desenvolvimento de projetos na área”, afirma.

“Na Nexcore, temos mais homens trabalhando na parte de TI, mas não fazemos distinção no momento da contratação, pois não é um fator relevante. A personalidade da pessoa e suas habilidades contam mais para a execução do trabalho”, explica Aline. Ela acredita que as empresas precisam criar um ambiente de trabalho mais equilibrado, sendo cobrado apenas o desempenho do colaborador e não seu gênero.

A projeção é que a área de TI continue em expansão, principalmente depois da aceleração da transformação digital. “Com a pandemia, muitas profissões foram afetadas negativamente. Porém, outras tiveram grande crescimento de oportunidades, como é o caso da área de TI, que espelha a mudança comportamental do empreendedor e do consumidor após os efeitos da Covid-19 no país”, comenta Abreu.

Durante a pandemia, muitos profissionais se reinventaram e buscaram uma segunda opção para se empregar. “Quem está atento às tendências do mercado, pode buscar cursos de especialização para ocupar este espaço”, ressalta o CEO do BNE.

Vivo é a melhor operadora em ESG do Brasil

A Vivo é a melhor empresa de telecomunicações em ESG no Brasil, de acordo com o Ranking Merco de Responsabilidade e Governança Corporativa 2020, que está em sua 7ª Edição. No ranking geral, composto por 100 empresas, a companhia avançou 23 posições em relação ao ano anterior e ocupa a 16ª posição. A avaliação traz ainda uma análise das “30 Empresas com Maior Compromisso e Responsabilidade Social Durante a Pandemia” que aponta a Vivo na 11ª colocação. A avaliação anual da Merco é realizada com base em pesquisa multistakeholder, que inclui diretores de empresas, analistas financeiros, associações de consumidores, governos e público em geral.

“A sustentabilidade é um dos pilares estratégicos da Vivo. Desde 2019, somos Carbono Neutro e temos 100% de nossa energia renovável, além de uma jornada robusta em diversidade e do apoio na formação de educadores e alunos nas escolas públicas em todos os Estados brasileiros . O reconhecimento da sociedade neste importante ranking de reputação em ESG nos estimula a continuar avançando” afirma o vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Vivo, Renato Gasparetto. Em apenas dois anos, a empresa avançou 62 posições no ranking geral, uma evolução sem precedentes no setor.

Em 2020, a Fundação Telefônica Vivo destinou R$36,6 milhões para a compra de equipamentos hospitalares e alimentação de famílias mais afetadas durante a pandemia e adicionou serviços e opções de parcelamento aos clientes. Para ajudar as empresas, expandiu sua plataforma de relacionamento Vivo Valoriza para os pequenos e médios negócios e realizou o pagamento de cerca de R$ 2 bilhões para os pequenos e médios fornecedores. Também fortaleceu suas iniciativas pela diversidade e inclusão e impulsionou temas ambientais. Por meio do programa Recicle com a Vivo, lançou um movimento para mobilizar a sociedade para o descarte adequado do lixo eletrônico, viabilizando a reciclagem de 7,6 toneladas de resíduos eletrônicos. O programa está disponível nas mais de 1,6 mil lojas Vivo em todo o Brasil.

Mais informações sobre o ranking em:
https://www.merco.info/br/actualidad/as-100-empresas-com-melhor-responsabilidade-e-governanca-corporativa-no-brasil

Dados pessoais, identificáveis, sensíveis e anonimizados: entenda as principais diferenças dessas informações

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709, de 14/08/2018) que entrou em vigor em 16 de agosto de 2020, trouxe diretrizes importantes e obrigatórias para o tratamento de dados, tanto no meio físico, quanto no digital. Por ser uma lei, é natural que a regulação exija o conhecimento de termos específicos, já que há um vocabulário com terminologias próprias. Pensando nisso, o Grupo DARYUS, empresa referência em consultoria empresarial e educação nas áreas de tecnologia e gestão, desvenda os diversos tipos de dados e apresenta exemplos para cada termo. 

“Para começar, precisamos entender que dado é um conjunto de informação. É tudo que pode ser mensurado, coletado e analisado, sendo representado por caracteres numéricos ou palavras”, comenta Daniela Dantas, consultora em Privacidade e Proteção de Dados do grupo Daryus.

Segundo a especialista, os dados são classificados em dois tipos:

  • Estruturados: que são dados formatados e seguem um padrão fixo, são organizados, como linhas e colunas, sendo facilmente processados, tendo como exemplos: nomes, datas, endereços, tabela do Excel etc.
  • Não estruturados: que possuem uma formatação específica e são mais fáceis de serem processados, como por exemplo: e-mail, imagens, vídeos, áudios, mensagem de rede social.

E podem ser denominados como:

  • Dados pessoais: segundo a LGPD, dado pessoal é toda e qualquer informação que identifique ou possa identificar uma pessoa natural, ou seja, um sujeito provido de direitos e obrigações a partir do seu nascimento com vida.
    • Nome, sobrenome, nome familiar;
    • Endereço residencial;
    • Data de Nascimento;
    • CPF;
    • RG;
    • CNH;
    • PIS;
    • E-mail;
    • Telefone (fixo, móvel).
  • Dados identificáveis: são informações que, sozinhas, não identificam ninguém, porém, no momento que são agrupadas com outros dados, permitem identificar uma pessoaUm bom exemplo para entender o que é um dado identificável é um quebra cabeça, pois somente fará sentido juntando algumas peças, assim funcionam os dados identificáveis. Ou seja, quanto mais informações combinadas de uma pessoa, mais fácil de ser identificado e maior risco associado à proteção de dados:
    • Número de cartão de crédito;
    • IP do computador;
    • Nome da empresa em que você trabalha;
    • Placa de Carro;
    • Cookies

Exemploquando o CPF é solicitado na farmácia pelo caixa, o indivíduo será beneficiado com programa de descontos ou a coleta do CPF serve apenas para mascarar o compartilhamento dos dados com o plano de saúde? Desta forma, é sempre importante questionar para qual finalidade, por qual motivo a solicitação do CPF ou outro dado está sendo requerido.

  • Dados sensíveis: está relacionado com a intimidade do titular do dado, com suas preferências, com aquilo que de fato acredita, desta forma, a lei deixa bem clara a importância de somente utilizar esses dados com consentimento do titular e atendendo as bases legais. Portanto, por conta de sua sensibilidade natural, tem maior probabilidade de discriminação de uma pessoa por expor sua religião, orientação sexual, filiação partidária, orientação política, raça, tipo sanguíneo, dados de saúde, reconhecimento fácil/digital e histórico médico.
  • Dados anonimizados: dado relativo ao titular que não possa ser identificado. Nesse caso, considera-se a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no tratamento, perdendo a possibilidade da associação direta ou indireta a um indivíduo, impossibilitando desta forma o poder de aplicação à LGPD.

Exemplo: o salário do CEO de uma determinada empresa, pode variar entre R$ 70 mil a R$ 105 mil por mês. Compreende-se que não há como saber qual o nome do empresário e qual empresa este CEO trabalha. Já no segundo exemplo, um executivo da empresa tem salário mensal de R$ 87 mil, o nome da empresa não foi anonimizado, somente o nome do executivo. Contudo, através de uma busca mais criteriosa por executivos da alta direção da tal empresa, seria possível descobrir o executivo ou executivos com esse salário, ou salário próximo. Portanto, a anonimização é muito importante para descaracterizar o dado pessoal.

Dantas esclarece ainda que dados relacionados a pessoa jurídica, por mais sigilosos que possam ser, não são dados pessoais. São informações das organizações e estão fora do escopo da LGPD, a não ser que estejam vinculados a uma pessoa natural, identificada ou identificável.

Fintech Zoop abre 43 posições para trabalho remoto em todo o país

A Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, está com 43 posições abertas para diversos cargos e áreas, tais como Finanças, Compliance, Operações, RH e Vendas, incluindo Banco de Talentos para Mulheres em Tecnologia e para Pessoas com Deficiência (PCD). A maior parte das posições podem ser exercidas remotamente, por isso, aceitam candidatos de todo o Brasil e de fora do país também. De qualquer maneira, no início, todos os profissionais contratados trabalharão em regime home office devido à pandemia de Covid-19 – flexibilidade que será mantida mesmo após o término da pandemia.

“Estamos em franca expansão e montando um time diverso e repleto de talentos. Em apenas dois anos, passamos de 120 para 400 colaboradores e devemos ter mais 100 vagas abertas até março de 2022. Isso mostra como estamos empenhados em desenvolver o mercado e nossos profissionais. Também estamos buscando cumprir com nossa responsabilidade como empresa de sermos um retrato do mercado em que atuamos, com toda a diversidade que temos em nossa sociedade, para que isso não seja mais exceção e sim o normal do mundo corporativo brasileiro”, explica Renata Sigilião, VP de Gente e Cultura na Zoop.

A maioria das oportunidades é voltada à área de tecnologia, em funções como engenheiro de dados, desenvolvedor backend, desenvolvedor de sustentação e arquiteto cloud, entre outras. As vagas incluem benefícios como, vale-refeição, assistência médica e odontológica, auxílio home-office, auxílio bem-estar, convênio com academia, participação nos resultados, licença parental de seis meses para homens e mulheres, seguro de vida e flexibilidade de horários. Cada vaga possui seus requisitos específicos, que podem ser consultados no site: https://zoop.com.br/vagas/ .

Zoop Flex: programa atrai diversas gerações e talentos

Todas as 43 oportunidades fazem parte do Zoop Flex – um programa de contratação flexível criado em 2020 que possibilita que os profissionais optem por trabalhar presencialmente, de forma totalmente remota, ou no modelo híbrido, tendo total autonomia para decidir em que dias trabalhará na sede da empresa (somente após término da pandemia) ou remotamente.

“O programa de contratação flexível implementado na empresa traz o benefício de os colaboradores decidirem onde preferem morar, sem a necessidade de estarem perto dos nossos escritórios. Temos funcionários morando em 14 diferentes estados e, no que depender da Zoop, esse mapa continuará em expansão”, pontua Renata.

O grande diferencial do programa é que ele traz a flexibilização e os benefícios desse modelo de trabalho mesmo para os funcionários que não são contratados para o regime 100% remoto. Com o Zoop Flex, todos podem trabalhar remotamente quando e onde quiserem, sem necessidade de aprovação prévia com os gestores, apenas um aviso. Devido à iniciativa, todos os profissionais têm liberdade para se mudar para outras cidades ou passarem temporadas em outras regiões ou países, sendo verdadeiros nômades digitais.

70% dos profissionais afirmam que marca empregadora é um fator importante para aceitar uma vaga

A ideia de marca empregadora é cada vez mais importante no mercado de trabalho. Uma pesquisa realizada pelo InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos, revelou que 70% dos profissionais do mercado de trabalho levam em conta a reputação da marca empregadora das organizações para aceitar uma proposta de emprego. O levantamento revelou ainda que 76,2% dos entrevistados procuram por páginas de opinião pública e redes sociais sobre a empresa antes de tentar uma vaga.

“Atualmente, no mundo corporativo, muitas empresas disputam por visibilidade. Porém, não basta apenas aparecer, é preciso ser visto positivamente no universo empresarial”, afirma Ana Paula Prado, Country Manager do InfoJobs. Para a executiva, o papel do RH é entender como vai ser a jornada do candidato – antes mesmo de estar inserido na empresa – e depois se preocupar em como ele irá atuar ali dentro, caso venha a ser contratado.

Hoje em dia, mais do que oferecer oportunidades de emprego, as empresas precisam se preocupar com o que o candidato quer saber e o que o desperta o seu interesse. Para 43,2% dos entrevistados, plano de carreira é o que mais importa ao se candidatar a uma vaga; em segundo lugar, aparece salário e benefícios (32,6%). Em contrapartida, os motivos que mais fazem os candidatos desistirem de uma vaga são: divergência de informações (35,7%) e salário incompatível com o mercado de trabalho (31,4%).

Nesse cenário fica evidente a importância de um job description bem feito e transparente, para que o candidato entenda para qual vaga está se candidatando, inclusive, a faixa salarial da oportunidade. Não à toa, 87% dos profissionais preferem um anúncio de vaga completo, com todas as informações necessárias, contra 13% que preferem um anúncio mais direto, com outras informações durante o processo.

Outro ponto importante, e já conhecido pela maioria, é a ausência de feedback nas entrevistas. Apesar do comportamento ter mudado, algumas das reclamações continuam as mesmas e nunca é demais enfatizar que o que os profissionais menos gostam em processos seletivos é a falta de feedback durante o recrutamento (43,8%), seguido de um processo com muitas etapas (26,4%).

Por fim, os dados mostram que mais da metade dos profissionais acompanham as empresas que são premiadas e reconhecidas pela marca empregadora, e dentre as pessoas que acompanham, 98,3% dizem que esse tipo de reconhecimento gera desejo de trabalhar nessas empresas. Pensando justamente nisso, o Best WorkPlaces homenageia as 50 empresas mais bem avaliadas no InfoJobs Advisor, onde são encontradas mais de 9 milhões de avaliações espontâneas sobre as empresas. O prêmio é um reconhecimento para as empresas que são consideradas os melhores lugares para se trabalhar no Brasil.

“A reputação da marca está exatamente nesse contexto. Entenda que a atração vai desde o processo seletivo, benefícios descritos na vaga, plano de carreira e feedback. Isso sem falar nos comentários em páginas de opiniões, postagens nas redes sociais, prêmios de reconhecimento e visão de funcionários e ex-colaboradores. Por isso é imprescindível que as empresas entendam que a todo momento falam com pessoas, que são consumidoras da sua marca”, finaliza a executiva.

HypeFlame abre 200 novas vagas em tecnologia para trabalho remoto

A HypeFlame, empresa criada a partir de uma spin-off da área de tecnologia do Agibank, anuncia 200 vagas abertas para profissionais de todo o País. As oportunidades são para trabalho remoto em diversas frentes como cyber security, engenharia de dados e software, infraestrutura, UX (user experience), UI (user interface), entre outros.

Logo em dezembro de 2020, quando a empresa foi criada, foram anunciadas 100 vagas. Hoje, 200 das 600 pessoas que compõem a equipe, foram contratados em 2021, e a perspectiva é manter o ritmo de crescimento. “Estamos buscando profissionais curiosos e empreendedores para crescer conosco e trabalhar no desenvolvimento de soluções inovadoras, com foco no aprendizado e evolução contínua”, comenta Fernando Castro, CEO da HypeFlame.

Segundo Castro, um diferencial na empresa são os programas voltados ao desenvolvimento profissional, inclusive para aqueles que não têm experiência no setor. Nos últimos três meses, o HypeFlame Start, que oferece capacitação para iniciantes em tecnologia, selecionou 12 talentos no primeiro ciclo do programa para compor seu time.

Com gestão independente, a HypeFlame tem como objetivo fortalecer a operação de tecnologia do Agibank e prover toda a estrutura necessária para sustentar o plano estratégico de crescimento da instituição nos próximos anos, além de atender outras empresas do mercado.

As 200 vagas disponíveis podem ser acessadas pelo site https://jobs.kenoby.com/hypeflame .

10 razões para adotar boas práticas de governança em sua empresa

Com a sociedade e as empresas passando por transformações e buscando um mundo cada vez mais igualitário, justo e transparente, o termo “governança corporativa” começou a aparecer cada vez mais na mídia e no meio corporativo. Mas o que significa governança? Ela é o modo como uma organização é administrada. São regras que determinam quais assuntos são decididos e por quem. É o direcionamento sobre o que é decidido por acionistas, sócios, cooperados ou patrocinadores, pelo Conselho de Administração e o que fica a cargo da Diretoria.

A boa governança assegura que os interesses dos administradores estejam alinhados aos interesses de todos os envolvidos no negócio. Ela garante que os processos e a estratégia estão sendo seguidos corretamente e que ajustes e adequações no planejamento estratégico, por exemplo, sejam feitos de forma mais colaborativa entre o Conselho de Administração e a Diretoria.

Mas as empresas podem executar boas práticas de governança corporativa? Para ajudar o mercado com essa questão, a Atlas Governance listou 10 razões para que as organizações ponham em prática a execução desse processo:

01. Resiliência

Organizações que praticam a boa governança tendem a ser mais resilientes a crises, pois possuem credibilidade junto ao mercado e têm mecanismos de controle e gestão de riscos mais eficazes.

02. Rentabilidade

A boa governança impacta positivamente na rentabilidade do negócio, porque boa estratégia e boas decisões resultam neste efeito.

03. Redução de Custo

Contribui para a redução do custo de juros junto a bancos e a emissores de dívida (maior confiança do mercado = menor risco de crédito).

04. Redução de Riscos

Reduz os riscos organizacionais com a adoção da matriz e do mapeamento de riscos (acompanhamento e controle de riscos com o foco na mitigação).

05. Auditoria e Controles Internos

Melhora os processos de auditoria e controles internos, tornando-os mais eficazes e proporcionando mais segurança à organização.

06. Conflitos de Interesse

Reduz os conflitos de interesse entre acionistas/sócios e administradores.

07. Imagem e Reputação

Melhora a imagem e a reputação da organização perante as suas partes interessadas (stakeholders), criando uma cultura de ética e integridade em total alinhamento com os seus valores organizacionais.

08. Longevidade

Prepara melhor a organização para os desafios de curto, médio e longo prazos (longevidade com melhores resultados).

09. Diversidade

Contribui para a criação de uma cultura mais inclusiva com valorização da diversidade, um tema muito em pauta atualmente.

10. Planejamento Sucessório

Possibilita o planejamento sucessório bem estruturado e melhor executado, alinhamento de interesses e a profissionalização da gestão, esta última no caso das empresas de controle familiar.

Solfácil recebe R$ 160 milhões e se consolida entre as maiores fintechs do Brasil

A Solfácil, primeira fintech solar do Brasil, anuncia nesta quarta, 23, o maior aporte de venture capital no setor de energia solar do Brasil: R$160 milhões em rodada Série B liderada pelo fundo de venture capital norte-americano QED Investors, com a participação da Valor Capital Group, que liderou a Série A. Com o montante, a fintech pretende investir em tecnologia para melhorar e expandir suas linhas de financiamentos, dobrar a rede de parceiros integradores de 5 mil para 10 mil, além de lançar uma linha solar para o agronegócio.

A fintech se junta a nomes como Nubank, Creditas, Loft, ou Quinto Andar, que já receberam investimentos da QED, gestora fundada por Nigel Morris, o fundador da Capital One, gigante norte-americana de cartões de crédito. “QED é um dos investidores mais fortes em fintechs do mundo, eles vão trazer muito know-how para consolidar a Solfácil como a marca líder em tecnologia e financiamento de energia solar distribuída no país”, vislumbra Fábio Carrara, CEO e fundador da Solfácil.

A rodada Série B vem como fruto de um histórico de crescimento acelerado e consistente da fintech. Nos últimos 12 meses, a empresa cresceu mais de 20 vezes, o que já coloca a Solfácil entre as três maiores fintechs de crédito do Brasil em volume de créditos concedidos.

Expectativas

O aporte vai acelerar o crescimento da empresa que atua em um dos setores mais promissores do Brasil, que será essencial na solução dos problemas de abastecimento energético e dependência crescente de termelétricas poluentes, geradores das famosas bandeiras vermelhas. “Apesar de 93% das pessoas desejarem instalar energia solar em suas casas, poucas têm poupança suficiente para fazer o investimento necessário. A Solfácil e sua linha de financiamento solucionam esse problema e o Brasil ainda tem muito espaço para crescimento, uma vez que apenas 0,6% das residências usam energia solar distribuída no Brasil, enquanto em outros países, como a Austrália, 25% das residências já dispõem de tal solução”, ressalta Fábio.

Com o investimento, a companhia vai continuar investindo em serviços que alavanquem as vendas de seus parceiros integradores solares e solidifiquem sua base gerencial para continuar crescendo no Brasil junto aos mais de 20 mil integradores solares, que serão protagonistas na retomada verde e na geração de milhares de empregos e disseminação dessa tecnologia por todos os telhados do Brasil, do norte ao sul do país.

Com mudanças previstas no produto de financiamento, a Solfácil espera atingir R$ 1 bilhão em financiamentos de projetos de energia solar em 2021, chegando a R$ 2,5 bilhões até 2022, impulsionada por seu avanço tecnológico assim como pelo crescimento do setor de energia solar distribuída, que já alcança 170% ao ao. Para tanto, além de aumentar o time dos atuais 215 para 460 colaboradores até dezembro de 2022, incluindo novos especialistas em marketing e vendas, criará produtos que auxiliem nas compras, vendas e pós-vendas dos seus parceiros integradores.

“O QED vem estudando as tendências de financiamento em energia solar já faz um tempo e estamos muito felizes de anunciar nossa parceria com o Fábio e o time da Solfácil,” afirma Mike Packer, sócio da QED. “O mercado de energia solar só está começando a decolar globalmente e o Brasil é um mercado de muito potencial para crescimento. A Solfácil está perfeitamente posicionada para agregar valor para tanto os integradores como os consumidores finais, como fica evidenciado pelo seu forte crescimento recente e sua capacidade para escalar. É raro ver uma plataforma que cria uma situação ganha-ganha: neste caso entre integradores, consumidores finais e mercado de capitais. Estamos muito empolgados em sermos parceiros nessa jornada e ajudar a criar um gigante no setor de energia solar”, completa o investidor.

Posição consolidada


A Solfácil é a primeira fintech especializada em energia solar do Brasil. Ela oferece os prazos de financiamento mais longos do mercado (120 meses), períodos de carências (6 meses), e taxa de juros competitivas (CET em torno de 1,3%). Um sistema de geração distribuída de energia solar dá um retorno sobre o capital investido superior a 10 vezes o rendimento atual da poupança.

Nesse modelo, o consumidor final (residencial, PMEs ou produtor rural) tem economia imediata ao substituir grande parte da conta mensal de energia elétrica por uma prestação ainda menor – a parcela do financiamento chega a ser 30% inferior à conta de energia tradicional. Além da rodada de investimento para capitalizar a empresa, em 2021, a Solfácil também emitiu com sucesso o primeiro FIDC verde do Brasil de R$500 milhões no contexto de um mercado de capitais que busca cada vez mais ativos ESG.

Rodrigo Galvão assume novas responsabilidades na operação da Oracle América Latina

Com uma trajetória de mais de 18 anos na Oracle, Rodrigo Galvão é promovido para assumir a nova unidade de negócios, liderando toda a estratégia de transformação digital na América Latina. A empresa acredita que a tecnologia removeu as barreiras geográficas e, por isso, está exportando esse talento para apoiar e integrar a experiência dos clientes na região.

Após quatro anos na liderança da operação do Brasil, o executivo será responsável por uma nova linha de negócios orientada 100% ao cliente, criada para habilitar o desenvolvimento tecnológico com grande foco em indústria e cloud. Essa mudança reforça a estratégia client oriented que cada vez mais tem focado em táticas especializadas por indústria e voltadas às necessidades individuais de cada empresa, apoiando em sua jornada para nuvem.

“Estar à frente desta nova unidade para toda a América Latina é uma grande honra, e trabalharemos cada vez mais para trazer aos nossos clientes mais valor, mais conhecimento e atuar como mais do que consultores, reforçando nossa posição como parceiros de negócio”, comentou.

Galvão começou sua jornada na empresa como estagiário e vivenciou diversas áreas antes de assumir a presidência aos 35 anos. Nesses anos na liderança da Oracle Brasil, ele iniciou processos de transformações de negócios, cultural e organizacional a fim de valorizar e atrair talentos alinhados com o principal propósito da Oracle no país: transformar o mundo, empoderando as pessoas por meio da inovação. O executivo disseminou essas práticas para que tais estratégias se expandam para todas as áreas. Além disso, o executivo esteve à frente do fomento à área de inclusão da companhia que mostrou o quanto os talentos singulares podem trazer um resultado único e inovador aos produtos da empresa. Na nova posição, ele levará mais adiante os grandes resultados do Brasil, as melhores práticas e modelos de sucesso para os demais países da região.

Sua paixão pelo negócio reflete diretamente em sua atuação no empoderamento dos colaboradores, que resultou no aumento da satisfação dos clientes, produtividade, maior colaboração entre as áreas. Ele focou também no reforço dos programas voltados para os pilares de Inovação, Empreendedorismo, Educação, Social e Pessoas.

Alexandre Maioral é o novo presidente da Oracle Brasil

A partir de junho de 2021, Alexandre Maioral assume a presidência da Oracle Brasil, reportando-se a Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle América Latina. Após uma jornada em posições de liderança nas principais linhas de negócio da empresa e dois anos atuando como vice-presidente sênior de Aplicativos, o executivo será responsável pelas estratégias da operação brasileira da companhia, dando continuidade ao legado de seu antecessor, Rodrigo Galvão, que nos últimos 4 anos trabalhou fortemente a cultura da empresa para a nova realidade de transformação nos negócios de clientes. Rodrigo Galvão, por sua vez, assume a posição de vice-presidente sênior para Tech Cloud na América Latina, um reconhecimento pelos seus mais 18 anos de trabalho.

Sob a gestão de Maioral no Brasil, a Oracle dará continuidade à sua estratégia de liderança no mercado de cloud, destacando a presença da empresa no mercado com uma abordagem consultiva e profundamente integrada às necessidades dos clientes. O executivo fez parte do comitê que liderou a transformação cultural na subsidiária e sua gestão como presidente terá grande foco em traduzir as grandes inovações e tendências para a realidade do mercado, integrando simplicidade e dinamismo. Para as comunidades internas da Oracle, seu principal objetivo está na formação continuada de uma liderança criativa, gestão bottom up e ter profissionais que saibam se adaptar para dar conta das mudanças exponenciais que impactam as empresas atualmente.

A mudança na liderança das operações da Oracle no Brasil é parte de uma reestruturação da empresa em toda a região. De acordo com Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle América Latina, “nosso papel é ser uma ponte entre o cliente e a tecnologia, promovendo serviços para cada demanda. Por isso, precisamos nos adequar para que o compromisso em manter o cliente como foco seja feito com excelência”.

Há quase dez anos atuando na Oracle Brasil, Maioral iniciou sua carreira como gerente executivo da companhia e passou pelas áreas de Contas Estratégicas, Serviços de Experiência do Cliente, Tecnologia e Inovação. Durante sua experiência na Oracle, ele atuou na linha de frente dos processos de consolidação da área de Aplicativos na operação brasileira.

Em um país de dimensões continentais como o Brasil, Maioral acredita que a tecnologia da Oracle deve contemplar a conectividade para chegar a todos os cantos e gerar oportunidades. Ele comenta que ela também precisa ser segura, garantir performance e previsibilidade de custo em moeda nacional para que as empresas possam desempenhar seu papel além da receita.

O executivo é formado em Engenharia Industrial Elétrica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Finanças verdes e agenda ASG nos bancos são destaques no segundo dia do CIAB FEBRABAN 2021

Nesta quarta-feira (23), segundo dia do CIAB FEBRABAN 2021, especialistas das áreas de sustentabilidade do setor financeiro vão traçar o panorama da economia verde no país durante o maior congresso de tecnologia do setor financeiro da América Latina. O painel de abertura acontece das 9h às 10h, com o economista Mark Carney, Vice Chair da Brookfield Asset Management e head de ESG e Investimentos de Impacto, que vai falar sobre o papel do capital privado na corrida pelo carbono neutro.

Carney detalhará seu trabalho como enviado especial da ONU para Ação Climática e Finanças e vai falar também sobre sua atuação com foco no desenvolvimento de produtos que combinam resultados sociais e ambientais positivos para investidores, entre outros temas. A moderação será feita por João Marcello Dantas, CFO do BTG Pactual.

A agenda ASG e as finanças sustentáveis estarão em debate durante diversos painéis que vão ocorrer na quarta-feira no congresso.

O papel do setor financeiro na inovação para o desenvolvimento sustentável, a adoção de melhores práticas ambientais, sociais e de governança e o crescimento com impacto positivo a partir de estratégias de diversidade, inclusão e educação são alguns dos assuntos que estão na pauta dos especialistas.

Durante à tarde desta quarta-feira (dia 23), a expansão das fintechs e do e-commerce entram em pauta, no painel que vai debater como as empresas do varejo se reinventaram, viram as vendas digitais crescer e como podem sair fortalecidas da pandemia.

O evento será encerrado com um painel sobre a concessão de crédito e a relevância social das instituições financeiras no período de crise de saúde, que despertou a sociedade para a importância de ações sociais e de filantropia. As concessões de crédito do setor bancário ultrapassaram os R﹩ 4,5 trilhões durante a pandemia.

Na quinta-feira (dia 24), um dos destaques do CIAB será a apresentação da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2021 , realizada em parceria com a Deloitte, com informações sobre o avanço dos canais digitais e o volume de investimentos dos bancos no último ano e como se traduzem em conveniência e segurança ao cliente.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto , vai encerrar o CIAB FEBRABAN 2021, na sexta-feira (dia 25), ao abordar os próximos passos das iniciativas e estratégias de digitalização e modernização do sistema financeiro nacional. Entre os destaques de sua palestra estão Agenda BC#, e inovações, como o sistema de pagamento instantâneo Pix, e a implementação do open banking.

A plataforma digital do CIAB FEBRABAN 2021 também tem estandes virtuais com as principais novidades de grandes empresas e marcas parceiras.

Primeiro dia

No primeiro dia de evento (dia 22), o presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney, destacou o papel dos bancos na pandemia, na retomada sustentada da economia e a intenção de que o congresso simbolize, antes de tudo, a renovação das expectativas de um futuro melhor: “Todos nós queremos viver”.

“O setor bancário foi líder em doações na pandemia. Quase 30% de tudo que foi doado veio dos bancos: um montante de R$ 1,8 bilhão. Doamos quase 400 milhões de reais para produção e fabricação de vacinas, a nossa esperança de vida”, afirmou Isaac Sidney.

O executivo ressaltou ainda a concessão de R$ 4,5 trilhões de crédito entre março de 2020 a março de 2021, durante sua apresentação, que pode ser assistida aqui na íntegra.

Após a abertura do evento, os presidentes de seis dos maiores bancos do país – Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Santander e BTG Pactual – fizeram um balanço sobre os compromissos sociais e as ações voltadas para a agenda ASG , que ganhou relevância durante a crise causada pela pandemia.

CIAB FEBRABAN 2021

De 22 a 25 de junho, das 9h às 18h

Inscrições: gratuitas, clique aqui

Juros baixos para crédito imobiliário aumentam a procura por imóveis na planta em 2021

Seguindo um conceito dinamarquês da casa que abraça, o Denmark foi decorado para um público que preza para qualidade de vida e bem-estar em família
Foto Roger Engelmann

Incorporadoras apostam no encantamento do cliente com ferramentas digitais e imóveis decorados

Com o isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus, as pessoas passaram a dar ainda mais valor para as suas casas, com isso a intenção de compra de imóveis vem crescendo desde o segundo semestre de 2020. Segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e do Grupo Zap, a proporção de pessoas que declarou intenção de adquirir um imóvel nos próximos três meses passou de 43% no 2º trimestre para 48% no 3º trimestre de 2020. Além disso, com a taxa Selic baixa (mesmo com leve aumento nos últimos dias) e a menor taxa de juros para financiamentos imobiliários do mercado as pessoas têm preferido investir seu dinheiro em imóveis, e a procura por apartamentos na planta aumentou em 2021.

Depois da pandemia notou-se uma busca maior por cômodos extra para home office, varandas, integração com a natureza, cozinhas amplas e facilidades digitais, como automação por comando de voz. Para comprovar a presença destes diferenciais, os apartamentos decorados são uma ferramenta de marketing imobiliário fundamental e garantem uma conexão emocional entre o comprador e o imóvel.

Com o isolamento social, imposto pela pandemia, as incorporadoras e imobiliárias precisaram utilizar ferramentas digitais para materializar o sonho dos clientes por meio de tours em vídeo pelos apartamentos decorados ou desenvolvimento de tours digitais pelos projetos em 3D, por exemplo.

Com mais de 15 empreendimentos em diferentes fases, a GT Building, incorporadora curitibana, utiliza o comportamento do consumidor para desenvolver projetos que vem encantando os compradores. “Realizamos pesquisas constantes para entender o que as pessoas estão buscando e entregar soluções para melhorar o dia a dia de nossos moradores”, revela João Thomé, diretor da GT Building.

Como materializar os sonhos dos futuros moradores?

A designer, Claudia Machado e a arquiteta Elaine Zanon, da Aquitetare, são as responsáveis pelos decorados do Denmark e Maison Alto da Glória, na central de vendas da GT Building, em Curitiba. Claudia explica que tudo começa com uma reunião de briefing sobre o empreendimento.

“Nessa reunião entendemos o público alvo e conceito de marketing do empreendimento, quanto mais embasado esse conceito, melhor será o projeto do decorado. Buscamos inspiração em detalhes como estilo de vida, peculiaridade de situações momentâneas da vida cotidiana, entre outras ferramentas para contarmos uma história com a decoração do empreendimento. Também é fundamental uma conexão entre fornecedores como arquitetura, interiores, marketing e paisagismo, coordenada pela incorporadora para um projeto bem-sucedido”, explica a designer.

O processo de concepção do decorado tem início com uma pesquisa avançada, com base nos dados do briefing, por meio de materiais, imagens conceito, mobiliário e cores, para o desenho de croquis e perspectivas do projeto. “Todo esse trabalho tem como objetivo conquistar o cliente por meio de uma conexão emocional, fazendo com que ele se sinta bem e em casa em nosso projeto. Quando conversamos com as pessoas que entram no apartamento e sentem exatamente o que propomos no projeto, atingimos um encantamento fundamental para a venda”, conclui Claudia.

Atualmente a Central de Vendas da GT Building conta com 4 apartamentos decorados para os empreendimentos Denmark, Bosco Centrale, Maison Alto da Glória e Casa Milano. Segundo dados dos corretores da incorporadora 1 em cada 7 visitantes do decorado fecha negócio depois de criar uma conexão afetiva com o espaço.

Foco no público-alvo

Para obter uma conexão afetiva com as pessoas é preciso oferecer aquilo que elas buscam no seu dia a dia. Por isso o conhecimento do público-alvo de cada empreendimento é fundamental no processo de elaboração de um projeto de apartamento decorado.

“O público do Maison tem uma característica muito interessante porque ele tem dois perfis: casais jovens, por ser um apartamento compacto com um quarto para criança, que também pode virar um home office para casais sem filhos, ou casais maduros, que já moraram em casas grandes com filhos, mas agora querem um imóvel menor e mais prático para esse novo momento de vida”, conta Claudia.

Por isso o apartamento decorado do Maison Alto da Glória segue uma decoração clássica, que ao contrário do que muitos possam pensar, é um estilo muito procurado por jovens de 28 a 36 anos. “Isso é uma característica marcante do público curitibano, que gosta do que é eterno e não sai de moda. Por isso usamos uma base branca com elementos de decoração contemporâneos e soluções de praticidade, como uma porta de correr que “esconde” a área da churrasqueira que fica totalmente integrada com a sala de jantar”, revela.

O Denmark, por outro lado, segue um conceito dinamarquês de decoração, o hygge, e oferece aos moradores uma casa que abraça, de olho em um público mais familiar. Com uma cozinha acolhedora e integrada com a sala de estar e jantar, o projeto sugere a união familiar e proporciona ao visitante uma sensação de pertencimento, fazendo com que ele se imagine abrindo uma garrafa de vinho e sentando perto da lareira para finalizar um dia de trabalho, por exemplo.

“Esse projeto foi realizado antes da pandemia, mas faz todo o sentido para o momento atual, no qual fomos obrigados a estar mais em casa. O aconchego familiar é celebrado por meio de detalhes de decoração como o piso de madeira dinamarquês, gravuras e um sistema de automação que permite o controle de ar-condicionado, iluminação, abertura e fechamento de persianas e interface com aparelhos digitais por comendo de voz, ou programação via smartphones ou tablets”, finaliza Claudia.