Archive março 2019

Unisys anuncia 2ª edição de Hackathon em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia

Com o tema “Making Smart Cities Safer”, estão abertas as inscrições para a segunda edição do Hackathon da Unisys, em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia. A edição 2019 do evento acontece em 23 de maio, durante a Semana Mauá de Inovação, Liderança e Empreendedorismo (SMILE), na unidade do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano do Sul (Grande São Paulo). O evento promete atrair mais de uma centena de participantes e abordará a segurança digital das cidades inteligentes.

Os interessados podem inscrever-se para a maratona tecnológica em equipes de três a cinco membros, pelo site do evento http://hackathonunisys.com.br, até 30 de abril. As premiações totalizam R$ 6 mil reais, dos quais R$ 3 mil são para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O primeiro colocado também terá a chance de apresentar o projeto vencedor ao board de executivos da Unisys e receberá mentoria da empresa nas áreas de cibersegurança e negócios por três meses.

“O principal objetivo de nosso Hackathon, em parceria com a Mauá, é fomentar inovações na área de segurança digital dos centros urbanos. A tecnologia tem desempenhado uma função cada vez mais importante para os cidadãos e governos, ajudando a solucionar os desafios da transformação digital, e a segurança cibernética tem papel fundamental nesse processo. O Hackathon é uma maneira de incentivarmos o surgimento de boas e novas ideias, que impactarão positivamente a vida das pessoas”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para a América Latina.

Para o professor Everson Denis, gestor dos Hackathons na SMILE, as maratonas tecnológicas são importantes, porque proporcionam troca de experiências entre os alunos e o público externo, ajudam a reforçar a integração das áreas de atuação da Mauá (Administração, Design e Engenharia) e estreitam o relacionamento com empresas e profissionais que atuam no mercado.

“Os participantes poderão ampliar seus conhecimentos, desenvolver a criatividade, trabalhar em equipe, tomar decisões, definir ações estratégicas, fazer networking, estimular o empreendedorismo, participar de um projeto real e colaborativo, além de deixar um legado para a sociedade”, afirma o professor Everson.

A competição é aberta a participantes de todo o Brasil com idade igual ou superior a 16 anos. É recomendável que os times sejam formados por integrantes com habilidades em áreas diferentes e complementares (como Engenharia, Tecnologia, Comunicação, Administração, Marketing, Design etc.) para as equipes reunirem tanto conhecimento técnico, quanto soft skills, a fim de estruturarem o projeto que será avaliado pela comissão julgadora, formada não apenas por executivos da Unisys e professores da Mauá, mas também por clientes e parceiros.

Na seleção dos candidatos, a equipe de jurados avaliará informações técnicas, inovação dos projetos, cumprimento dos prazos e habilidade das equipes, a partir do documento fornecido para avaliação antes da competição e durante as atividades desenvolvidas no dia da maratona. O anúncio dos participantes selecionados para a competição será feito no dia 10 de maio no site oficial do evento (http://hackathonunisys.com.br).

Ao se inscreverem, os candidatos terão de optar por um dos quatro temas-chave, no qual se basearão para desenvolver seus projetos. São eles:

1. Smart Networks – exercício utilizando a plataforma Stealth* da Unisys, para projetar soluções de proteção para um ambiente público conectado por redes inteligentes e/ou que contenham dispositivos IoT, para conter e isolar a ameaça e permitir a continuidade dos negócios;

2. Zero Trust – exercício para idealizar solução de gerenciamento de vulnerabilidades que possa alertar cidadãos, empresas e autoridades competentes sobre níveis de riscos e/ou ameaças proeminentes e, assim, contribuir para infraestruturas mais resilientes;

3. Safer Traffic – proposta que utilize dados públicos (estruturados e não estruturados) para fornecer informações e/ou análises que possibilitem o deslocamento mais fluido e seguro de pessoas em áreas urbanas;

4. Better Place – criação de uma solução que corrija ou aperfeiçoe um processo, serviço ou estrutura identificada no campus da Mauá, tendo como prioridade o tratamento da segurança lógica e física.

*Participantes que optarem pelo tema número 1 terão acesso a um treinamento disponibilizado gratuitamente pela Unisys sobre a plataforma Stealth™.

Hackathon Unisys e Mauá

Tema: “Making Smart Cities Safer”

Data: 23 de maio de 2019

Local: Instituto Mauá de Tecnologia – São Caetano do Sul (Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul – SP – Brasil)

Horário: 7h30 às 19h

Inscrições e informações: http://hackathonunisys.com.br

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Santander abre inscrições para a terceira edição do seu programa de aceleração de startups

O Santander Brasil abre hoje as inscrições para o Radar – Programa de Aceleração, que apoia empreendedores que buscam crescimento acelerado e desafiam o mercado financeiro com soluções inovadoras. O programa, que é realizado em parceria com a Endeavor, entra na terceira edição com uma série de mudanças.

As inscrições podem ser feitas no portal https://www.santander.com.br/hotsite/radar/ até o dia 05 de maio e são gratuitas. O Radar – Programa de Aceleração busca startups com perfil de scale-ups, com um moldeo de negócio escalável, um sólido portfólio de clientes, com vendas recorrentes e com dedicação integral dos seus sócios-fundadores.

Nesta edição, procuram-se soluções inovadoras em análise de dados, canais de relacionamento; eficiência em custos; e serviços para pequenas e médias empresas (PMEs). O programa também aceita inscrições de negócios que já tenham recebido aportes financeiros em nível Seed, Series A ou posteriores.

Durante cada período de aceleração serão oferecidos um diagnóstico do negócio (análise do estágio de maturidade dos principais desafios para o crescimento); capacitações individuais e coletivas com executivos do Santander e da Endeavor, além de uma rede de networking e conexões para geração de potenciais negócios.

Mais startups e dois batches por ano

O Radar – Programa de Aceleração terá algumas alterações a partir de 2019. Serão dois ciclos completos de seleção e aceleração (batches) por ano, e não apenas um. Outra mudança é a quantidade de startups que vão participar de cada batch: antes eram selecionadas cinco scale-ups e, agora, podem chegar a 10.

“Mais do que simplesmente entender essa nova dinâmica do mercado financeiro, temos que aprender com as startups. A ampliação desse relacionamento dissemina a cultura da inovação e gera novas oportunidades de negócios para todas as áreas de atuação do Santander. Queremos ser o banco dos empreendedores e o Radar Programa de Aceleração é mais um reforço do nosso posicionamento nesse ecossistema”, afirma Cássio Schmitt, diretor de Novos Negócios do Santander Brasil.

No primeiro batch do ano, as inscrições vão até o dia 05 de maio. No dia 08 de maio, os 18 finalistas que disputarão as vagas para as mentorias serão divulgados. Antes da etapa final, as scale-ups terão uma imersão com os mentores (sponsors) e uma apresentação (Pitch Day) para o Comitê Executivo do Santander Brasil e representantes da Endeavor. No dia 03 de junho, serão anunciadas as scale-ups selecionadas para participar da aceleração, que será realizada de 10 de junho a 13 de setembro.

Em setembro está prevista a abertura das inscrições para o segundo batch e, em dezembro, um Demo Day com a apresentação dos resultados dos dois batches de 2019.

“A terceira edição do Radar – Programa de Aceleração vem para consolidá-lo como uma das principais referências do mercado em scale-ups e desenvolvimento de negócios com grandes corporações, no caso o Santander Brasil. O engajamento empreendedor-empresa é uma das principais formas de inovação aberta para corporações e o Radar – Programa de Aceleração comprova isso pelos resultados de suas edições passadas, nas quais 80% das empresas aceleradas fizeram negócios com o Banco”, ressalta Luis Felipe Franco, head de Corporate Innovation na Endeavor Brasil.

Edições anteriores

Em 2017, estreia do Radar Santander, participaram da mentorias as scale-ups Pipefy, de gestão de processos e workflows para ganho de eficiência; Tempest, de solução de cyber segurança e combate a fraudes digitais; IDwall, de serviços de validação de documentos, verificação de identidade e background check; Moneto, de solução por aplicativo de recebimento, controle e cobrança para microempresário; e Docway, de base de médicos e pacientes para atendimento domiciliar.

No ano passado, receberam mentorias as scale-ups Aquarela, de plataforma de Data Analytics para predição de cenários; Arquivei, de gerenciamento e armazenamento automático de notas fiscais de forma automática; Escale, de marketing digital para aumento de performance em vendas; Sensedia, plataforma para design, segurança e gerenciamento de APIs; e Skore, de capacitação e gestão do conhecimento.

Somadas as duas edições anteriores, o programa recebeu mais de 500 inscrições e mais de 1 milhão de pessoas foram sensibilizadas via redes sociais.

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EMBRAPII leva empresas a Israel para buscar parceria em projetos de inovação

Israel será o próximo país visitado pela Presidência da República e a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) participará da missão oficial, estreitando relações entre os países para cooperações e parcerias nas áreas de ciência e tecnologia. A visita será realizada entre os dias 31 de março e 4 de abril.

O trabalho da EMBRAPII em Israel será feito em conjunto com a Apex (Agência de Promoção de Exportações). O objetivo é colocar empresários brasileiros em contato com empresas e startups israelenses para debater projetos de inovação conjuntamente, apresentar os centros de pesquisas e o ecossistema de Israel.

A iniciativa ocorre dentro do âmbito do acordo de cooperação entre EMBRAPII e a Autoridade de Inovação de Israel (IIA), que destinou 10 milhões de dólares a projetos inovadores realizados com empresas sediadas nos dois países. Além das empresas brasileiras, estarão presentes na delegação representantes de Unidades EMBRAPII (UE) onde os projetos serão desenvolvidos.

O acordo abriu chamada pública para propostas de projetos de inovação de novas tecnologias nas áreas de energia, IoT (Internet das Coisas), agricultura e ciências da vida, feitas, por ao menos, uma empresa de cada país. A viagem será uma importante oportunidade para que as conversas avancem e os contratos sejam assinados. Os empresários brasileiros irão arcar com os próprios custos da viagem.

“O encontro vai permitir que os empresários brasileiros possam interagir com os israelenses de forma a trocarem conhecimento e desenharem modelos de parceria. O acordo EMBRAPII – IIA é uma forma de investir na internacionalização das empresas brasileiras. Desnecessário mencionar a importância dessa colaboração científico-tecnológica dada a reconhecida qualificação do ecossistema israelense para a geração de inovações disruptivas, propiciando oportunidades relevantes às nossas UEs para compor parcerias com empresas brasileiras e israelenses que resultam em mútua alavancagem da competitividade industrial”, destaca Jorge Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII.

Israel é o país com maior concentração de empregados em P&D – 140 a cada 10 mil habitantes – e também o com a maior concentração de empregados em alta tecnologia – 1 a cada 10 trabalhadores atua com tecnologia de ponta. Também respondem pelo maior índice per capita de startups do mundo: uma a cada 400 pessoas. Com tanta inovação, o país, que conta com 350 centros de pesquisa e desenvolvimento de multinacionais, atraiu a atenção de grandes empresas estrangeiras.

Além da parceria com Israel, a EMBRAPII mantém acordos com os Institutos Fraunhofer, na Alemanha, para promover a capacitação de pesquisadores e profissionais em gestão e a troca de dados científicos, e também com a Innovate UK, agência de inovação no Reino Unido para projetos de desenvolvimento de tecnologias para smart cities e ambientes urbanos sustentáveis.

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Gigante brasileira de tecnologia investe em HRTech de vídeo recrutamento

A Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, acaba de receber aporte financeiro da BRQ Digital Solutions. A empresa, uma das gigantes da área de tecnologia no país, trabalha há 26 anos apaixonada por transformar negócios no setor.

Antes do investimento e da parceria, a marca é cliente da startup. A instituição faz uso da plataforma de vídeo e oferece vagas desde tecnologia a backoffice.

Para Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam, a atuação da BRQ vai além do investimento financeiro. A executiva destaca que o modo de atuação da nova parceira na transformação digital das empresas, unindo a paixão em transformar negócios, está alinhado com as crenças da Jobecam, que, segundo ela, vem alterando positivamente os processos de recrutamento nas organizações.

“A BRQ por meio do BRQ Labs já vem atuando em decisões estratégicas junto ao board da Jobecam, com o foco de melhorias contínuas na tecnologia para que a plataforma escale de forma sustentável e segura, principalmente por já ser reconhecida como a melhor plataforma de vídeo recrutamento do mercado brasileiro”, afirma a empresária.

Já para BRQ, uma das principais razões para o investimento é acreditar em um recrutamento mais assertivo e ágil. “Vimos na Jobecam uma oportunidade de aprimorar o recrutamento do século 21 e conectar de forma eficiente candidatos e contratantes”, destaca Antonio Pimentel, sócio diretor da empresa.

Além do novo aporte, a Jobecam acaba de ser selecionada para o programa de aceleração do Facebook com a Artemísia, na Estação Hack, primeiro centro para inovação criado pela rede social americana no mundo para impulsionar startups de impacto social.

“Parcerias como estas espelham o crescimento da Jobecam no mercado, onde tem se consolidado como referência e sustentado a ideia de um recrutamento mais humanizado dentro das corporações”, analisa Cammila Yochabell.

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Geração Z escolhe IBM como a empresa preferida para trabalhar

A IBM foi selecionada como a empresa mais cobiçada pelos jovens da Geração Z. É o que aponta o estudo global The Next Generation of Talent: Where Gen Z Wants to Work, feito recentemente pelo site de emprego Glassdoor, que traz algumas das tendências que estão surgindo entre a nova geração de jovens profissionais, incluindo onde eles estão mais interessados em trabalhar.

O Glassdoor define como Geração Z aqueles nascidos entre 1997 e 2012 e, apesar de a maior parte deles ainda não fazer parte do mercado de trabalho, os membros mais velhos desse grupo já chegaram à fase adulta. Segundo o levantamento, os principais critérios considerados pelos candidatos da Geração Z ao avaliarem uma empresa são “ambiente de trabalho” e “horários flexíveis”, duas características que fazem parte da cultura da IBM. Desde a sua fundação, a empresa segue consolidando ações que estimulam o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, com possibilidade de trabalho remoto e ajuste no horário tradicional.

“A IBM é uma empresa centenária e se reinventa continuamente. Por essa razão, jovens profissionais têm nos escolhido como um lugar para iniciar e construir uma carreira. Isso é um reconhecimento às iniciativas em prol da qualidade de vida e bem-estar de nossos colaboradores, desenhadas para fomentar um ambiente diverso e flexível”, afirma Christiane Berlinck, diretora de Recursos Humanos da IBM Brasil. “Alinhado a isso, acreditamos no potencial de nossos funcionários e oferecemos oportunidades de desenvolvimento, com iniciativas focadas no crescimento e aprendizado, independentemente da área em que atuam”.

No Brasil, a relação de confiança entre a companhia e seus colaboradores foi base para a criação de uma série de benefícios como a possibilidade de trabalho remoto, flexibilidade na carga horário, política no dress code, que oferece liberdade na escolha de vestimenta, bem como a iniciativa “Summer Time”, que permite aos colaboradores sair mais cedo às sextas-feiras durante o verão.

A IBM também é reconhecida por suas iniciativas para promover a diversidade e a inclusão no ambiente de trabalho, outro fator importante para a Geração Z, segundo levantamento realizado pela consultoria Ernst & Young. Um exemplo é a Mentoria Reversa, ação na qual representantes de grupos de afinidades da empresa, incluindo LGBT, pessoas com deficiências, negros e mulheres, realizam uma sessão de mentoria com gestores da empresa. Os colaboradores podem compartilhar suas experiências dentro e fora do ambiente organizacional, contribuindo assim para a sensibilização das lideranças para o tema.

O estudo na íntegra, em inglês, está disponível no link.

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do IBGC

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Conforme prevê o estatuto social, a escolha foi feita entre os próprios integrantes do conselho de administração, durante reunião do colegiado realizada na tarde de quinta-feira (28). O executivo substitui Ricardo Setubal, cujo mandato como conselheiro e presidente do conselho de administração se encerrou na mesma data.

Formado em economia e ciências contábeis e com cursos em Harvard, Darden e Singularity University, Henrique Luz possui vasta experiência como líder de empresas de auditoria. Atuou por 43 anos na PwC, dos quais 32 como sócio e 24 como vice-presidente e membro do Comitê Executivo de Liderança no Brasil. No IBGC, integra o conselho de administração desde março de 2017. É membro do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e conselheiro de entidades como MAM-SP, MAM-Rio, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e Fundação Dorina Nowill para Cegos, nesta última ocupando o posto de vice-presidente do conselho. Henrique Luz também é ex-presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef-SP) e da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).

Também chegaram ao fim os mandatos dos conselheiros Richard Blachet e Isabella Saboya – que a pedido próprio encontrava-se afastada de suas funções no IBGC desde janeiro. Para os três assentos, os associados ao instituto elegeram, em assembleia geral ordinária, os seguintes profissionais:

Iêda Aparecida Patrício Novais é conselheira de administração, conselheira consultiva e coordenadora do comitê de auditoria em organizações privadas, estatais, de economia mista e do terceiro setor. Formada em comunicações (USP) e com diversos cursos em negócios (FGV), é membro do Colegiado Independente Recursal (CIR) do Instituto.

Leonardo Wengrover tem histórico de nove anos de participação nas atividades do IBGC. Engenheiro, com formação internacional voltada a inovação e tecnologia, assumiu a coordenação geral do Capítulo Sul em 2015, expandindo a atuação regional que é uma das prioridades do Instituto. Possui grande experiência em empresas familiares e organizações com e sem fins lucrativos.

Carlos Eduardo Brandão tem participação em Conselhos de Administração de empresas como a Cemig, CEG e Progen e atuação como executivo sênior nas áreas de gestão de pessoas e administração de crises. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é doutor em História e Filosofia da Ciência- HCTE-UFRJ, tem MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-RJ (1993) e Mestrado em Planejamento Energético na COPPEUFRJ (1989). Foi membro do Conselho de Administração do IBGC (2010 – 2014) e do Instituto Ethos (2013 – 2016).

Renovação

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC, composto por nove pessoas, renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Ipea prevê crescimento de 2% no PIB e inflação de 3,85% em 2019

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu de 2,7% para 2% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto em 2019. Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 28, pelo Grupo de Conjuntura do Instituto, os primeiros indicadores do ano mostram que a recuperação da atividade econômica permanece lenta. As projeções para inflação foram reduzidas de 4,10% para 3,85%.

A análise aponta que, dada a limitação para a atuação das políticas fiscal e monetária, o estímulo de curto prazo à economia fica condicionado à melhora nas expectativas e à implementação de políticas de aumento de produtividade, como novas concessões na área de infraestrutura e a medidas na área de crédito.

A necessidade de redução de deficit fiscal primário faz com que o estímulo da economia tenha que vir, necessariamente, do setor privado. “Tendo como base um cenário em que a reforma da Previdência é aprovada com impacto fiscal relevante em meados de 2019, projetamos a aceleração do crescimento trimestral ao longo do ano, condição necessária para atingir o crescimento anual esperado de 2%”, afirma a Carta de Conjuntura.

O crescimento do PIB será liderado pelo bom desempenho da absorção doméstica, na avaliação dos pesquisadores. Embora não seja esperada uma melhora significativa dos indicadores de mercado de trabalho este ano, o consumo das famílias deverá crescer 2,6% esse ano. Com um ambiente econômico caracterizado por um mercado doméstico mais aquecido, e níveis de incerteza decrescentes, a recuperação dos indicadores de confiança dos empresários deverá se traduzir em mais investimentos ao longo do ano – a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos da indústria, deve fechar 2019 com expansão de 4,7%, mantida a baixa participação do setor da construção civil.

A previsão para o PIB agrícola permanece a mesma, em 0,4%, considerando as perspectivas de safra do ano. O PIB Industrial, estimado em 1,8%, reflete a lenta retomada dos índices mensais de atividade industrial. Para o PIB de serviços, a previsão é de crescimento de 2,2%. Em relação às exportações, o Ipea estima um crescimento de 4% para o ano.

Para 2020, a expectativa de crescimento do PIB, ainda condicionada à aprovação da reforma da Previdência, é de 3%. As projeções indicam ainda um aumento de 7,8% nos investimentos, graças ao amadurecimento do programa de concessões para infraestrutura. O avanço das medidas de liberalização e produtividade deve ter impacto positivo na economia, alavancando consumo e renda das famílias. A aceleração do consumo estará associada também à gradual redução nos índices de desemprego e ao amadurecimento das medidas de crédito.

A expectativa mais positiva de crescimento do PIB do ano que vem é compatível com a estimativa de manutenção da taxa básica de juros no atual nível, o mais baixo historicamente, devido ao comportamento do grau de ociosidade da economia brasileira. O Indicador Ipea de Hiato do Produto mostra que o PIB se encontra atualmente em 3,2% de seu nível potencial. Além disso, mesmo com a recuperação mais intensa, algum nível de ociosidade deve ser mantido até o fim de 2020.

O Grupo de Conjuntura também analisa o impacto da Previdência no espaço fiscal e os possíveis efeitos da reforma proposta pelo governo federal, em termos de economia para o país. Caso a reforma seja aprovada na íntegra pelo Congresso, a margem fiscal aumentará, em média, cerca de R$ 40 bilhões por ano em termos reais (já descontada a inflação) no período 2020-2023.

TOTVS contrata Eduardo Neubern para liderar lançamento de Fintech

Como parte da estratégia de expandir e fortalecer sua proposta de valor a mais de 30 mil clientes, a TOTVS – líder brasileira no desenvolvimento de softwares de gestão – divulga a contratação de Eduardo Neubern, como novo diretor-executivo responsável pelas iniciativas de fintech. Há mais de 15 anos no mercado financeiro, o executivo tem passagens pela Cielo, MasterCard, Bradesco, American Express e SAP, entre outras.

“Estamos nos estruturando para criar soluções inovadoras que combinem a tecnologia TOTVS com a de parceiros para simplificar, ampliar e baratear o acesso dos clientes ao crédito e a serviços financeiros em geral”, explica o diretor-executivo de Fintech. “Mais do que uma oportunidade de negócios, queremos democratizar o acesso a estes serviços para os clientes, impulsionando o crescimento da economia brasileira”, destaca Neubern.

A primeira iniciativa da companhia nesse sentido será a oferta para pequenos e médios varejistas das soluções de adquirência da Rede, voltadas à captura e ao processamento das transações de pagamento com cartão de crédito e débito.

Neubern ressalta, no entanto, que a estratégia da TOTVS vai muito além de meios de pagamento para o varejo. O objetivo é agregar às soluções de gestão empresarial líderes no Brasil serviços financeiros, oferecendo, por exemplo, produtos de crédito a setores tão diversos quanto Educação, Saúde, RH e Indústria. “Nossas iniciativas de fintech nascem com uma forte vantagem competitiva por termos proposta de valor e escala, além de tecnologia proprietária e uma força de vendas que conhece profundamente as necessidades de nossos clientes em vários setores de atuação, o que nos permite também beneficiar a economia como um todo. Esses diferenciais, somados às soluções de parceiros da indústria financeira, nos colocam em uma posição única no setor”, destaca Neubern.

Estratégia para acelerar soluções do iDEXO

Um dos pilares da área de fintech da TOTVS será utilizar o iDEXO – instituto criado pela companhia para fomentar o empreendedorismo e a inovação, ao conectar startups, empreendedores e desenvolvedores – para construir novas soluções financeiras.

O objetivo é alavancar parcerias com as mais de 40 startups que fazem parte do iDEXO para fortalecer a proposta de valor das iniciativas de fintech da TOTVS. “A partir das necessidades de nossos clientes vamos construir soluções customizadas combinando tecnologia TOTVS, serviços especializados das startups parceiras e produtos dos maiores players da indústria financeira”, informa o diretor-executivo de Fintech da TOTVS.

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UiPath, líder mundial em robotização de processos, chega ao Brasil

Boa parte da força de trabalho das empresas passa todo o horário de expediente envolvida em tarefas como ler e-mails, olhar e copiar informações de planilhas, acessar documentos no Word, acessar sistemas corporativos como ERP e CRM, criar relatórios, e funções parecidas. O acúmulo destas atividades repetitivas consome o profissional durante o período de trabalho e impede o envolvimento das pessoas em tarefas mais impactantes e projetos estratégicos, reduzindo o potencial de geração de valor dos colaboradores para suas contratantes. A resposta mais eficiente da tecnologia a este cenário é o conceito conhecido como RPA (Robotic Process Automation). A idéia consiste em colocar robôs de software para aprender e executar estas tarefas junto com os humanos, economizando milhões de horas e alavancando produtividade, eficiência e lucratividade a patamares nunca antes vistos. A empresa líder mundial desta revolução se chama UiPath e acaba de anunciar a instalação de uma unidade completa de negócios no Brasil.

Com uma evolução superior a 5.000% nos últimos dois anos, a companhia é reconhecida como a detentora do crescimento mais rápido da história da indústria de software. Conta com mais de dois mil funcionários globalmente e já ultrapassou o patamar de US$ 150 milhões por ano em receitas recorrentes, com um valor de mercado avaliado em aproximadamente US$ 3 bilhões.

Seu crescimento agressivo é impulsionado por investidores de peso do Vale do Silício como Google e fundos como Accel e Sequoia, que possuem histórico de importantes participações em ícones como Apple, Google, YouTube, ServiceNow, PayPal, Oracle, LinkedIn, DropBox e Whatsapp.

A companhia iniciou suas operações no Brasil no final de 2018 e atualmente conta com uma estrutura completa e equipe brasileira comandando as operações no território nacional. O escritório, que foi inaugurado oficialmente no início de março, fica na zona sul de São Paulo, e a empresa já ampliou a equipe atendendo localmente no Rio de Janeiro, Brasília e nos Estados da Região Sul.

O presidente da UiPath no Brasil, Paulo Pellon, explica que a empresa já conta com mais de 40 clientes no país incluindo marcas como Renault, Souza Cruz, Bosch, ThyssenKrupp, Essilor, Ball Corporation, entre outras. Segundo o executivo, com este desempenho, o Brasil já ocupa a segunda posição em importância estratégica para a empresa na Divisão Américas, ficando atrás somente dos EUA.

“A meta no Brasil é multiplicar por 20 o faturamento atual ainda em 2019. Para isso, é fundamental a instalação de um escritório no país”, diz.

Pellon ressalta que as movimentações iniciais em território nacional já foram suficientes para fazer com que o número de leads e oportunidades de negócios se multiplicassem por dez. “Alcançar este nível de interesse neste curto período confirma o potencial do mercado brasileiro e permite aumentar nossa segurança de que chegaremos onde imaginamos”, disse.

O escritório brasileiro da UiPath terá estrutura administrativa completa, desde de áreas como vendas e pré-vendas, até backoffice, recursos humanos e marketing, passando também por setores cruciais ao suporte dos clientes como a área de Customer Success.

“É uma área na qual temos pessoas altamente capacitadas que visam apoiar os clientes em suas jornadas de RPA. A empresa optou por fazer um investimento deste porte para ter no Brasil o mesmo nível de satisfação dos nossos clientes na Europa, EUA e outros continentes. Neste indicador nós trabalhamos com um patamar superior a 80%, que é o maior no mercado de RPA”, finaliza.

Volkswagen e Amazon Web Services desenvolverão Nuvem Industrial

A Volkswagen e a Amazon Web Services (AWS) desenvolverão juntas a Nuvem Industrial Volkswagen. As duas companhias anunciaram um acordo global multianual para desenvolver o projeto em conjunto. No futuro, a Nuvem Industrial Volkswagen combinará dados de todas as máquinas, fábricas e sistemas de todas as 122 instalações industriais do Grupo Volkswagen.

Isso apresentará novas possibilidades para a otimização dos processos de produção e permitirá consideráveis avanços na produtividade das fábricas. Dessa forma, a Nuvem Industrial Volkswagen criará os pré-requisitos para alcançar os objetivos de produtividade na produção.

No longo prazo, toda a cadeia global de fornecimento do Grupo Volkswagen, com mais de 30 mil instalações e mais de 1.500 fornecedores e empresas parceiras também poderá ser integrada. Ao alavancar a tecnologia e os serviços da Amazon Web Services, a Volkswagen está criando sua Nuvem Industrial como uma plataforma industrial aberta, que outros parceiros das áreas da indústria, logística e vendas poderão usar no futuro.

“Iremos continuar a fortalecer a produção como um fator chave de competitividade para o Grupo Volkswagen. Nossa colaboração estratégica com a Amazon Web Services será o alicerce”, afirmou Oliver Blume, presidente do Conselho Executivo da Porsche AG e membro do Conselho Diretor da Volkswagen Aktiengesellschaft responsável pela área de Produção.

“O Grupo Volkswagen, com seu conhecimento global da produção de automóveis, e a Amazon Web Services, com seu know-how tecnológico, complementam um ao outro extraordinariamente bem. Com nossa plataforma industrial global, queremos criar um ecossistema industrial crescente com transparência e eficiência, trazendo benefícios para todos os envolvidos”, complementa Blume.

“A nuvem industrial da Volkswagen, que vai reinventar seus processos de manufatura e logística, é mais um exemplo de como a Volkswagen continua a inovar e liderar”, declarou Andy Jassy, CEO da Amazon Web Services.

“A colaboração mútua da Volkswagen e AWS terá um profundo impacto na eficiência e qualidade da produção através de toda a cadeia global de suprimento da Volkswagen, à medida que o Grupo Volkswagen terá acesso à mais ampla e profunda nuvem com o máximo de funcionalidade, inovação, performance e segurança e a maior comunidade de parceiros e clientes de qualquer outra provedora de infraestrutura. Estamos estreitamente alinhados através dos negócios da Volkswagen para ajudá-los a reimaginar o futuro da fabricação de automóveis tirando vantagem de todos os benefícios que a nuvem pode proporcionar”, afirmou Jassy.

TI na produção será padronizada

Através do desenvolvimento da Nuvem Industrial Volkswagen, a fabricante de automóveis está lançando a base para a digitalização sem barreiras de sua produção e logística. A Tecnologia da Informação (TI) no nível de produção de maquinário, equipamentos e sistemas – no planejamento da produção e gerenciamento de estoques, por exemplo – deverá ser padronizada e ligada em rede através de todas as 122 plantas de produção do Grupo Volkswagen. Até agora, tem havido diferenças entre os sistemas individuais das fábricas.

O Grupo Volkswagen e a Amazon Web Services desenvolverão juntos a Nuvem Industrial Volkswagen.

A Volkswagen optou pelo portfólio de serviços da AWS, incluindo Internet das Coisas (IoT), análise do aprendizado de máquina e serviços computacionais, que foram desenvolvidos especialmente para o ambiente de produção e serão ampliados para atender às necessidades da indústria automotiva. A arquitetura será a nova Plataforma Digital de Produção (DPP) da Volkswagen no futuro.

Todas as fábricas do Grupo e empresas fora do Grupo irão basear suas arquiteturas de sistema nessa plataforma, que vai padronizar e simplificar a troca de dados entre sistemas e fábricas.

Otimização de processos

Com sua Nuvem Industrial, a Volkswagen pretende melhorar ainda mais a eficiência e flexibilidade da produção. A combinação de dados de todas as fábricas vai proporcionar novas possibilidades para a otimização dos processos. Isso inclui o controle mais eficiente do fluxo de materiais, a detecção precoce e eliminação de engarrafamentos no fornecimento e interrupções de processos e a operação otimizada do maquinário e equipamento em todas as fábricas.

Além disso, a plataforma baseada na nuvem, com sua permuta de dados simplificada, é um pré-requisito essencial para a Volkswagen poder distribuir rapidamente novas tecnologias e inovações a todas as suas várias instalações. Elas incluem robótica inteligente e funções de análise de dados para avaliar e checar processos de chão de fábrica entre as diversas instalações de produção.

Com a plataforma baseada em nuvem, novas aplicações, como na área de segurança de TI para sistemas de chão de fábrica poderão ser alocadas diretamente para todas as instalações ao redor do mundo. A Volkswagen irá alavancar as melhores práticas de inovação da AWS para tornar-se mais ágil de reagir mais rapidamente às tendências da indústria.

Plataforma Industrial aberta

A Volkswagen está criando a Nuvem Industrial como uma plataforma aberta. O objetivo é integrar outras companhias e construir uma rede de parceiros industriais com uma base de dados e informações que irá beneficiar todos os envolvidos. No longo prazo, a cadeia global de fornecimento do Grupo Volkswagen, com mais de 30 mil instalações e mais de 1.500 fornecedores e empresas parceiras também poderá ser integrada.

Também é possível que a plataforma em nuvem possa ser acessível de forma geral por outras fabricantes de carros. Isso irá criar um ecossistema industrial global em crescimento permanente. Negociações específicas com grandes empresas industriais interessadas em migrar para a Nuvem Industrial Volkswagen já estão em andamento.

Projeto será desenvolvido em vários centros de TI

Equipes especializadas da Volkswagen e da Amazon Web Services estão dando forma em conjunto à Nuvem Industrial Volkswagen. No médio prazo, cerca de 220 especialistas vão trabalhar no projeto. Eles estão baseados em vários centros de competência de TI da Volkswagen, assim como no Industrial Cloud Innovation Center, em Berlim, na Alemanha. Especialistas de Dresden, Munique e Wolfsburg também darão apoio adicional.

O trabalho deve começar imediatamente. As equipes já definiram 140 projetos de integração. Eles incluem, por exemplo, um sistema para acompanhamento da transferência de mercadorias no interior e fora da fábrica, como por caminhões (serviço de localização de veículos) e serviços para a análise da eficiência de sistemas dentro das fábricas (eficiência geral do equipamento, OEE).

O objetivo é colocar a Nuvem Industrial e os primeiros serviços concretos em operação no final de 2019.

Ticket oferece soluções que multiplicam os benefícios do trabalhador

Os trabalhadores que utilizam os cartões Ticket Alimentação e Ticket Restaurante contam com vantagens especiais para multiplicar seus benefícios. Isso porque, a Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, permite o pagamento móvel via aplicativo Samsung Pay, no qual o usuário ainda acumula pontos no programa Samsung Rewards, e dá descontos nas compras de produtos nas lojas físicas das redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco.

“Nossa missão é oferecer, diariamente, soluções que multipliquem os benefícios e facilitem o dia a dia de todos os nossos públicos. Além de sermos a primeira marca do setor a disponibilizar uma opção de pagamento móvel, que ainda pode acumular pontos e se transformar em produtos, temos uma parceria com rede de drogarias para descontos na compra de produtos. Isso mostra o nosso pioneirismo, com soluções dinâmicas e que atendem às necessidades de todos”, ressalta o Diretor-Geral da Ticket, Felipe Gomes.

Para acumular os pontos no Samsung Rewards, basta o usuário cadastrar seu cartão Ticket Restaurante e Ticket Alimentação no aplicativo Samsung Pay por meio de um aparelho compatível¹ da Samsung e, no momento do pagamento, liberar o uso via biometria ou PIN, aproximar o celular da máquina de cartão para validar a transação. Os dados são enviados por meio de transmissão magnética segura (MST, na sigla em inglês), que é um dos sistemas mais avançados para esse tipo de transação financeira e com tecnologia exclusiva da Samsung. Essa tecnologia permite o pagamento em praticamente todos os pontos de venda credenciados da Ticket, e não é necessário o uso de aparelhos ou recursos adicionais.

Nas redes da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, a Ticket oferece descontos na compra de medicamentos e produtos de perfumaria e higiene. Para obter o benefício, basta solicitar o desconto da Ticket e informar o CPF na hora do pagamento. Os descontos são para medicamentos genéricos e de marca tarjados, medicamentos de venda livre e isentos de prescrição, além de ofertas para produtos de perfumaria e higiene pessoal, mas só valem para compras em lojas físicas.

“Esta é mais uma forma de ampliar o acesso dos empregados a benefícios voltados à saúde, e também mais uma solução que a Ticket oferece para complementar as iniciativas do setor. Com os descontos, os medicamentos passam a ter preços mais acessíveis e, como não há limite de compras durante o mês, o trabalhador tem mais tranquilidade para cuidar da sua saúde”, explica o executivo.

O Ticket Alimentação e o Ticket Restaurante atendem ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), criado em 1976, que estimula a refeição saudável, proporcionando mais saúde, bem-estar e maior produtividade aos trabalhadores brasileiros. Segundo o livro que celebra os 40 anos do PAT, a produtividade dos trabalhadores é beneficiada pela melhoria na qualidade da alimentação, pois a deficiência de nutrientes impacta negativamente no desenvolvimento mental.

¹ O serviço é compatível com os smartphones: Galaxy S10, S10+ e S10e, Galaxy Note9, Galaxy S9, Galaxy S9+, Galaxy Note8, Galaxy S8, Galaxy S8+, Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S6 edge+, Galaxy A9, Galaxy A8, Galaxy A8+, Galaxy A5 (2016 e 2017), Galaxy A7 (2016 e 2017) e Galaxy Note 5.

IBGC lança guia de governança para startups e scale-ups

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) desenvolveu um guia para apoiar startups e scale-ups – empresas de rápido crescimento, com estrutura organizacional não-tradicional– na adoção de práticas de governança e gestão que contribuam para a sustentabilidade e para o sucesso do negócio.

O documento Governança Corporativa para Startups & Scale-Ups aborda as quatro fases de maturação de uma startup (ideação, validação, tração e escala) e sugere as prioridades e os passos a serem dados no campo da governança corporativa. O objetivo é estimular a adoção das melhores práticas desde a criação da empresa, até o momento em que ela ganha escala e deixa de ser uma startup, tornando-se uma scale-up.

Além de boas ideias, startups, assim como as demais empresas, precisam que seus fundadores tenham expectativas alinhadas, discutam sobre a capacidade financeira e perda suportável por cada sócio, definam como cada sócio irá contribuir para a sociedade, prevejam a proteção da propriedade intelectual gerada e dos segredos dos negócios e criem um acordo de fundadores (founders agreement), entre outras medidas que garantem a perenidade das empresas.

Para a superintendente de Vocalização e Influência do IBGC, Valeria Café, a adoção de boas práticas de governança pode representar o diferencial para reduzir o risco de insucesso, uma vez que a taxa de mortalidade das startups é alta. “A governança corporativa pode fazer a diferença para a evolução saudável e criação de valor para empresas de alto crescimento. As práticas contidas na publicação são acessíveis e devem ser implementadas de acordo com o estágio de maturidade do negócio”, ressalta.

Para Max Carlomagno, consultor nas áreas de estratégia, inovação e crescimento, e coordenador da publicação, o material contribui para que a governança corporativa seja levada em conta desde o primeiro momento, de criação da startup, até a sua transformação em referência para o mercado e para a sociedade. “A governança corporativa alavanca a geração de valor para a empresa, ajudando-a a caminhar mais longe, mais rápido e com menos risco”, completa.

A versão online da publicação é gratuita e está disponível no Portal do Conhecimento, plataforma desenvolvida pelo IBGC com o objetivo de ampliar a disseminação do conhecimento sobre governança corporativa e que se tornou um ponto de referência no assunto.

Link: http://conhecimento.ibgc.org.br/Paginas/Publicacao.aspx?PubId=24050

Transformação digital: o varejo do futuro

Por Danilo Nascimento

A transformação digital no varejo não é mais uma tendência, e sim uma necessidade do mercado. A mudança de comportamento dos consumidores, que cada vez mais encontram no smartphone um parceiro fiel para seus relacionamentos com marcas, produtos e serviços, o que muda, totalmente, a regra do jogo.

Empresas de todos os portes precisam integrar processos e soluções tecnológicas para aumentar sua eficiência operacional, trazer inovações e entregar experiências de consumo realmente relevantes. O fato é que o ambiente de varejo precisa evoluir, e tornar-se muito mais do que um lugar para comprar produtos. Os clientes passaram a demandar mais conveniência, opções de escolha, acesso facilitado, simplificação dos pontos de contato e, principalmente, personalização.

No momento em que o consumidor começa a esperar que as lojas entreguem o mesmo tipo de experiência que recebem em seu celular, isso passa a ser um desafio para o varejo. Além disso, a equipe de vendas que conhece de forma superficial os produtos não tem chance quando comparada ao Google, e a publicidade soa ainda mais artificial quando colocada a frente das opiniões pessoas.

É por isso que a transformação nesse setor significa repensar processos e criar um ambiente conectado que, ao utilizar a tecnologia de forma eficiente, faz com que o consumidor esteja realmente no centro dos negócios. Acompanhar seus movimentos (e, de preferência, antecipá-los) exige que as empresas sejam inovadoras, ágeis e inteligentes no uso de dados. Tentar fazer isso com base na cultura tradicional, analógica, é impossível. E, se as regras do varejo mudaram, é preciso se reinventar.

É importante entender que a transformação digital do varejo é, em primeiro lugar, uma transformação cultural. Mas isso só começa a acontecer a partir do momento que pessoas entendem os processos internos da corporação e a maneira de usar essas tecnologias. Para que isso aconteça, o varejo precisa mudar os seguintes pontos:

. Cultura interna: Os modelos de gestão, remuneração e engajamento dos colaboradores precisam ser repensados para essa nova era, e como isso vai refletir nos consumidores. Diante desse cenário, é preciso desenvolver as competências (conjunto de habilidades e tecnologias) necessárias para oferecer benefícios aos seus clientes e se diferenciar do mercado.

. Estruturas das empresas: Elas precisam ser mais leves, colaborativas, ágeis, flexíveis e com menos hierarquia e burocracia. Assim, o varejo vem evoluindo aos poucos, incorporando aspectos culturais da transformação digital, criando áreas que estimulam a inovação e, fazendo as alterações necessárias para a nova realidade do mercado.

. Modelo de negócios: O grande diferencial do varejo é sua proximidade com os clientes. A partir disso, é possível entender o comportamento do público e desenvolver soluções que façam sentido para eles. As empresas precisam colocar o cliente no centro do negócio.

. Invista em dados: Os dados ajudam nas tomadas de decisões e análises. O tempo da intuição ficou para trás, mas fazer essa mudança demanda novas habilidades e competências. O mercado é complexo demais para que o varejo determine preços, promoções, sortimento, volume de compras e expansão com base naquilo que uma ou algumas pessoas acreditam ser o ideal. Com frequência, decisões melhores poderiam ter sido adotadas caso houvessem mais dados disponíveis. Importante ter em mente que dados ganham de opiniões.

Diante desses pontos, podemos concluir que a transformação digital já é uma realidade no varejo, pois as marcas já entenderam essa necessidade. Mas, ainda há muitas lacunas a preencher. Portanto, continuemos sendo otimistas que em pouco tempo o setor vai ser totalmente baseado na análise de dados e serão entregue insights e análises ainda mais detalhadas.

Danilo Nascimento, sócio-diretor da Propz

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Reino Unido apresenta principais novidades de parceria estratégica em defesa e transferência de tecnologia na LAAD

Parcerias em defesa e segurança e transferência de tecnologia são os principais objetivos do Reino Unido na LAAD 2019, mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 2 a 5 de abril, no Riocentro.

Empresas britânicas que promovem equipamentos inovadores e capacitações nos setores de defesa e segurança veem na LAAD 2019 uma grande chance de firmar parcerias industriais com empresas brasileiras, além de oportunidades no setor marítimo, já que o Brasil procura investir em novas plataformas nos próximos anos. Os números do Reino Unido, de fato, impressionam: as exportações britânicas de defesa em 2017 atingiram de £9 bilhões, enquanto as exportações de segurança do Reino Unido, no mesmo ano, somaram £4.8 bilhões.

Segundo Mark Lancaster, Ministro das Forças Armadas, que lidera a equipe britânica nesta missão e vem ao Brasil na próxima semana para a feira, a relação estratégica com o Brasil é muito importante. “O tema da participação do Reino Unido é a amplitude e a profundidade da relação de defesa estratégica entre o Reino Unido e o Brasil. É construída sobre valiosas parcerias entre os dois países com interesses no futuro, forças armadas modernas e profissionais e indústrias de defesa ricas em tecnologia, refletidas no Acordo de Cooperação de Defesa.”, afirma.

Alexis Hammer Diretor Regional do Ministério do Comércio Internacional e da Organização de Defesa e Segurança do Reino Unido também vê na LAAD 2019 uma oportunidade importante para as empresas britânicas promoverem suas capacidades nos setores de defesa e segurança e identificarem oportunidades de joint ventures com empresas brasileiras. “A cooperação industrial é fator chave para o sucesso, por isso incentivamos empresas britânicas a colaborarem com iniciativas futuras e satisfatórias, ao passo que o Brasil moderniza suas forças armadas”, diz.

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Startup Weekend Energy Tech traz o ecossistema de startups ao setor elétrico

Já pensou que a energia que você produz quando caminha pode ser rentável? O projeto vencedor da primeira edição Startup Weekend de energia elétrica na América Latina, ocorrido nos dias 22, 23 e 24 de março, em São Paulo, trouxe uma solução que une mobilidade e nanogeração de energia (para uso pessoal), a Green Box. No primeiro dia do evento foram realizados pitches (apresentações rápidas). As ideias mais votadas foram trabalhadas em uma maratona de 54 horas, onde os participantes receberam a mentoria de um time de especialistas de diversas áreas ao longo da jornada. No final, os projetos foram apresentados para um corpo de jurados do setor.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi uma das patrocinadoras com Schneider Electric, Paradigma, VMBears e Omega Energia, com o apoio do InovaBra, Celebrar.co, Advisor BPO, Clube de Negócios, Bella Notte, Alura, SOAP e Eureka. Com 83 participantes, muitos destacaram a importância de fomentar ações como esta ao setor elétrico. O criador da ideia da Green Box, o cientista da computação e arquiteto de soluções da CCEE Saulo Roncon, viu a sua ideia inicial se transformar e o time até conseguiu potenciais clientes durante o processo de criação. Roncon destaca que este tipo de evento traz inovação para a empresa pela mudança de mindset na forma de trabalhar de quem participa. Ainda destaca que ações como esta irão refletir no mercado de energia inteiro. “O apoio da CCEE é essencial e deveriam trazer mais edições sobre este tema”, acrescenta Roncon.

O engenheiro William Matsubara, gerente de tesouraria da CCEE, estava no time que ganhou em terceiro lugar com o projeto Clima Certo, aplicativo que ajuda as pessoas a saberem qual é o tamanho do ar-condicionado adequado ao espaço em que ele será instalado — trazendo eficiência energética. “A CCEE tem esta cultura de inovação. O Inova CCEE, que é o mote deste ano, é exatamente isto: focar em inovação e procurar um jeito melhor e mais fácil de fazer as coisas. Este evento mais que validou isto”, conclui Matsubara. Também foram vencedores o projeto Flashback (2º lugar) e Energy Chain (menção honrosa).

Networking foi um dos motivos da participante dessa maratona criativa, a engenheira mecânica Marina Galli, mestranda em Energia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), decidir se inscrever. Marina conta que a Startup Weekend fomenta ideias e o diferencial desta edição foi ter focado em energia elétrica, área de seu interesse para criar uma startup. O engenheiro de software da Siemens, David Gabriel de Souza Joaquim, foi ao evento como observador: “Infelizmente, existem poucas startups do setor e tem de ter mais empresas promovendo este tipo de evento”, diz Joaquim, que trabalha com transformador de potência e acredita que será interessante esta triagem de startups para trazer soluções às necessidades da área já existentes ou repassá-las para que tragam mais soluções.

Inovação como mantra da CCEE

O consumo total de eletricidade deve crescer cerca de 50% acima da economia brasileira até 2026, ano em que, estima-se, a eficiência energética irá representar 7% do consumo final energético do Brasil, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Para adotar uma visão de futuro com o objetivo de que o País não perca a transformação tecnológica que o setor elétrico viverá, é imprescindível investir em tecnologias disruptivas.

O gerente executivo de Arquitetura de Sistemas, Dario Almeida, que foi um dos jurados desta edição, destaca que a CCEE tem se aproximado das startups: “Inovar é um pilar de sustentação e desenvolvimento da CCEE”. Almeida reforça ainda que: “vamos levar este modelo de trabalho (construído durante o evento)nas nossas inovações”. Dos 83 participantes, 24 trabalham na CCEE. “É um marco para nós, como companhia, muitos deles estiveram entre os primeiros colocados. Dos que ganharam, têm grande potencial para continuar (com o projeto) seja em paralelo, seja com apoio da CCEE. O que fica como grande ganho é a metodologia, é a imersão, é o aprendizado, é esta experiência transformadora”, analisa um dos organizadores da edição de energia do Startup Weekend, Will Nascimento.

Para o executivo de Contabilização e Liquidação da CCEE, Ediléu Cardoso Júnior, o setor de energia elétrica está passando por uma transformação e precisa beber desta fonte das startups, pois precisa inovar para ser dinâmico ao crescer. Cardoso Júnior foi um dos mentores e acrescenta que também foram desenvolvidos projetos que focam em problemas do setor de comercialização, como um grupo que falava que o problema era o risco de contraparte, que é uma condição que está acontecendo hoje. “O mercado de energia é muito carente de inovação. Tentamos trazer esta dinâmica para o mercado. Acredito que conseguimos”, analisa o líder da organização da edição Startup Weekend Energy, o analista de sistemas, Gilberto Silveira Junior.

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Projetos de health tech podem se inscrever em programa gratuito do Sebrae-SP

Durante o Speed Mentoring, empreendedor terá ajuda para desenvolver e validar a ideia de negócio voltada para aplicação de tecnologia na saúde
Os empreendedores com ideias de negócios de health tech, ou seja, de tecnologias ligadas à saúde, podem se inscrever para participar do Programa Speed Mentoring do Sebrae-SP. O programa tem como objetivo ajudar no desenvolvimento e validações iniciais do projeto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de abril.

De acordo com a consultora do Sebrae-SP Elisabete Fernandes, o Speed Mentoring tem como foco potencializar uma ideia, um time ou um projeto que se encontra em fase inicial, ou seja, aquele que está apenas na ideia. “O programa vai ajudar o potencial empreendedor ou empreendedor a validar as hipóteses iniciais da sua ideia ou projeto de negócio”, destaca.

O programa começa no dia 7 de maio e segue até o dia 30, na Escola de Negócios Sebrae-SP, em São Paulo. A programação inclui workshops, rodadas de mentorias, bate papo com especialistas. Ao final do programa apresentam o pitch, uma apresentação rápida do projeto, para uma banca composta por convidados que atuam no mercado. Os encontros serão realizados nas terças e quintas de maio, com mais de 40 horas de atividades.

Todos os projetos serão avaliados e até 45 empreendedores serão escolhidos (podem participar duas pessoas por projeto). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: http://bit.ly/SMHealthtech2019.

Durante o ano, serão abertas inscrições para novas edições do Speed Mentoring voltadas para projetos de música, games, fintech, audiovisual, edutech e startup world.

Programa Speed Mentoring – Health Tech

Local: Escola de Negócios Sebrae-SP – Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/SMHealthtech2019
Prazo: 29 de abril

Programação

1ª semana – Desenvolvimento Empreendedor
7 de maio: Oficina Desafio fast food
9 de maio: Oficina Qual seu modelo de negócio + bate papo com especialista

2ª semana – Desenvolvimento da ideia
14 de maio: Oficina Minha ideia vai virar
16 de maio: Oficina Tripé do desenvolvimento

3ª semana – Validação
21 de maio: Desenvolvimento pelo cliente
23 de maio: Captação de recursos + Bate Papo Empreendedor + rodada de mentoria

4ª semana – Apresentação Modelo de negócios
28 de maio: Oficina de pitch 1
30 de maio: Oficina de pitch 2 + banca

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M-Commerce já responde por mais de 1/3 dos pedidos online, aponta Ebit | Nielsen

As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado nesta segunda-feira (25).

O m-commerce é um dos principais responsáveis pelo crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico no ano passado. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%, conforme o balanço divulgado em fevereiro pela Ebit | Nielsen. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio em torno de R$447, aumento de 3%.

“O m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”, afirma Ana Szasz, head da Ebit | Nielsen.
As categorias responsáveis pela expressiva alta de pedidos no m-commerce são Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).

A democratização do e-commerce também pode ser notada pelo avanço para além do Centro-Sul, em especial no Norte (+22%) e, principalmente, no Nordeste (27%). O faturamento foi de R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, o que representa 13,2% do total geral.

“Ainda é pouco na comparação com o Sudeste, que concentra quase 60% das compras, mas houve um salto expressivo de 2,3 pontos percentuais em relação a 2017. O Nordeste tem uma demanda reprimida e, por consequência, muito espaço para crescer, especialmente para empresas de logística e operação, já que é a região do Brasil que registra a menor taxa de produtos entregues dentro do prazo (81%), abaixo da média nacional, que é de 86%”, explica.

CATEGORIAS

A categoria campeã em faturamento total em 2018 foi a de Eletrodomésticos, com 19,6% de importância no mercado, seguida de perto por Telefonia & Celulares, com 18,2% (contra 21,2% em 2017). Completam o top 5 Casa & Decoração, Informática e Eletrônicos.

Como o grande destaque do crescimento do mercado em 2018 foi o número absoluto de pedidos, é o ranking das categorias mais pedidas que chama a atenção. Liderando o pódio está a campeã Perfumaria, Cosméticos & Saúde, com 16,4% de participação em pedidos (4,4 pontos percentuais a mais de pedidos em relação à 2017), seguida de Moda & Acessórios, com 13,6%. As duas primeiras, principalmente, ajudam a explicar o crescimento menor no ticket médio de um ano para outro.

Completam o ranking das mais pedidas em 2018 Casa & Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas & Apostilas, com 7,5%, outra categoria com um ticket médio não muito alto.

FRETE GRÁTIS

A porcentagem de lojas que utilizaram frete grátis como estratégia apresentou leve variação durante o ano de 2018. Ao analisar os dez maiores players do mercado, esse aumento acontece em dois momentos: no segundo e no quarto trimestre do ano devido à greve dos caminhoneiros e período de Natal (que inclui Black Friday), respectivamente.

CROSS BORDER TRADE

As compras realizadas por brasileiros em e-commerces internacionais totalizaram US$ 2,1 bilhões em 2018, queda de 22,2%. Considerando a alta acumulada do dólar no ano, convertendo para o valor médio em reais, a queda foi um pouco menor, 10,9%. O número de pedidos caiu 6%, de 73,8 milhões para 69,4 milhões, e o tíquete médio baixou 17,2%, de US$36,79 para US$30,48. Entretanto, o número de consumidores que efetuaram pelo menos 1 compra cross border trade cresceu 3%, comparando com o ano anterior, para 23,1 milhões.

De acordo com Ana Szasz, o cenário de queda está ligado ao preço do dólar e o consequente aumento de preços. Em 2017, a cotação média do dólar no Brasil foi de R$3,19, já em 2018 saltou para R$3,65 (média), uma alta de 14,4%. “Vale pontuar também que, em agosto do ano passado, os Correios passaram a taxar os consumidores por compras internacionais com um valor fixo de R$15”, explica a head da Ebit | Nielsen.

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Impressão 3D: evento em São Paulo apresenta os novos desenvolvimentos do setor

O Brasil está crescendo a cada ano no setor de tecnologia, especialmente no mercado de impressão 3D. Os preços de impressoras se tornaram mais acessíveis e as pessoas, na busca por alternativas no mercado de trabalho, estão cada vez mais interessadas no desenvolvimento desse segmento. Com o objetivo de aproximar o público das principais novidades deste setor, será realizada nos dias 10 e 11 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a Inside 3D Printing Conference & Expo, a maior conferência e exibição de impressão em 3D na América do Sul.

O evento vai trazer o que há de mais moderno no mercado nacional e internacional, além de apresentar as diversas aplicações em áreas como medicina, arquitetura e construção, engenharia, automotivo, indústria aeroespacial, joalheria, brinquedos, agricultura, entre outros, evidenciando o desenvolvimento e a modernização de produtos para esses setores. Hoje, grande parte das impressões 3D servem para a elaboração de protótipos de testes e produções em massa para vários destes setores.

Na ocasião também será apresentada uma série de palestras com especialistas renomados no setor de impressão 3D. Durante o congresso, os visitantes assistirão a demonstrações das últimas novidades em impressoras, tecnologias e serviços, incluindo programas para projetistas, artistas e fabricantes.

Segundo Mônica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora da Inside 3D Printing no Brasil, com o desenvolvimento do segmento no país, torna-se fundamental oferecer ao público um espaço para que ele conheça, de perto, os equipamentos, converse, tire dúvidas com especialistas e saia de lá com uma ideia real do que pode ser implementado ou complementado em seu negócio. “A Inside 3D Printing se consolida a cada ano como o elo entre o mercado e o público de uma forma geral. Oferece conhecimento, estimula o desenvolvimento do setor, gera negócios e estimula o desenvolvimento da economia”, afirma a executiva.

Mercado em desenvolvimento – De acordo com a Consultoria Empresarial Americana Wohlers Associates, em 2017 a indústria de manufatura aditiva, composta por todos os produtos e serviços em todo o mundo, cresceu 21% para US $ 7,336 bilhões. O crescimento em 2017 se compara a um crescimento de 17,4% em 2016, quando a indústria atingiu US $ 6,063 bilhões e crescimento de 25,9% em 2015’. Na realidade este mercado tem crescido mundialmente a uma taxa média anual de 24,9% nos quatro anos (de 2013 a 2017). Além disso, estima-se que até 2027, 10% de tudo o que for produzido no mundo será impresso em 3D.

Temos, hoje, um cenário de grande evolução, em que a tecnologia da impressão 3D tem se destacado. A indústria aeroespacial, por exemplo, foi uma das primeiras a adotar a manufatura aditiva, por utilizar peças que suportem exposições a condições extremas. Na sua produção, são impostos os mais altos padrões de desempenho. Para atender esta demanda, a impressão 3D oferece ao mercado peças com designs complexos, com alta resistência e leveza, um dos fatores mais importantes na fabricação desses itens.

O setor automotivo é um dos que mais têm se utilizado dos atributos da tecnologia. Além de detalhes da carroceria, pequenos componentes presentes na parte mecânica e acabamentos dos veículos já é realidade. Já em áreas ligadas à saúde, como a médica, ortopédica ou odontológica, que estão em constante inovação, uma maneira de aumentar precisão de próteses e de reduzir custos cirúrgicos se dá é por meio da prototipagem. Além disso, médicos e profissionais da área já usam os materiais biocompatíveis da tecnologia para reproduzir em 3D réplicas de corações, vasos sanguíneos, rins, e outras partes do corpo humano.

Segundo Bene Padovani, consultor da Inside 3D Printing Conference & Expo, no último evento foi identificado uma crescente demanda de profissionais da área de Educação e da Saúde. Ele explica que professores e diretores, desde escolas básicas até universidades, estão buscando novidades no setor para incluir em seus currículos escolares e laboratórios. Além disso, médicos, diretores de hospitais e clínicas, bem como dentistas também procuravam alternativas de uso da tecnologia nas suas áreas de trabalho.

Desta forma, neste ano serão apresentadas duas novas salas de palestras. Uma direcionada para o setor industrial, com empresas mundiais compartilhando seus ‘case studies’, e outra com profissionais da área de educação, medicina e odontologia apresentando trabalhos já desenvolvidos em suas salas de aula e consultórios. “Serão dois dias de palestras com 24 profissionais de renome e no final de cada dia haverá uma mesa-redonda específica com participação da plateia.”, destaca Padovani.

INSIDE 3D PRINTING

Data: dias 10 e 11 de junho
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo: Rua Frei Caneca, 569.
Informações e inscrições pelo site:
http://inside3dprintingbrasil.com.br/

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