Archive julho 2018

Algar Telecom cria aplicativo para melhorar produtividade da força de vendas

Seguindo a estratégia de aprimorar a experiência dos clientes por meio da transformação digital, a Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, criou um aplicativo específico para a força de vendas do segmento corporativo da companhia. Quase 200 consultores, espalhados pelas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil, passaram a ter mais agilidade no lançamento das vendas, facilidade na criação de propostas comerciais e mais autonomia na negociação.

Implantado em março deste ano, a solução é integrada ao sistema de Customer Relationship Management (CRM) da empresa, que foi reformulado após ser traçada a jornada do cliente B2B. O aplicativo foi desenvolvido internamente utilizando o React, tecnologia de user interface (UI) que permite a criação de produtos web e mobile em uma linguagem única (JavaScript), sem perder o desempenho. A criação incluiu ainda entrevistas com os consultores, técnicas de user experience e envolveu cerca de 30 associados – como são chamados os colaboradores.

A facilidade na prospecção foi um dos maiores ganhos com a utilização do aplicativo até o momento. Além da consulta da base de clientes, status da venda e gestão de leads (clientes potenciais), o consultor consegue fazer o mapeamento da rede de determinada região. “Essas medições da rede permitem verificar a viabilidade de abordagem a novos clientes de forma instantânea, sem necessidade de voltar ao escritório”, explicou Melissa Kfouri, diretora de Aplicação e Serviços da Algar Telecom.

Segundo a executiva, o foco do projeto foi facilitar o trabalho do consultor para, consequentemente, levar mais satisfação aos clientes. “O processo de pré-vendas de qualquer produto, por exemplo, incluía o envolvimento dos especialistas da engenharia de clientes. Estabelecemos alguns critérios de negócio para que vendas de baixa complexidade não tenham que depender desse backoffice”, explicou.

O aplicativo começou a ser usado pelo segmento corporativo e, em breve, será adotado também pela força de vendas dos outros segmentos (micro e pequenas empresas e varejo).

Dandelin participa do Health Innovation Summit

A Dandelin, startup que conecta pacientes a médicos, facilitando o agendamento de consultas e socializando os custos reais entre todos os membros de sua comunidade, estará presente no Health Innovation Summit. O evento reunirá profissionais de inovação e tecnologia focado no ecossistema de saúde do Brasil e do mundo no dia 8 de agosto, das 9h às 17h30, em São Paulo.

O CEO da Dandelin, Felipe Burattini, participará de painéis de discussão que incluem experiências de startups emergentes de saúde e modelos inovadores de gestão e operacionalização, sempre com o intuito de encontrar soluções úteis e sustentáveis que mudem o sistema de saúde e gerem um novo modo de se relacionar com clientes e pacientes.

“Precisamos pensar em novas propostas para o defasado sistema de saúde brasileiro, por isso é muito importante que eventos como esse aconteçam”, destaca o CEO e fundador da Dandelin, que explica a proposta da startup: “Criamos a Dandelin com a missão de oferecer acesso simples, justo e humano aos serviços médicos. Nós queremos democratizar a saúde no Brasil “.

Com o app Dandelin, os usuários não pagam o preço da consulta, mas uma mensalidade variável, que é dividida igualitariamente entre todos os membros da comunidade e nunca ultrapassará R$ 100. Os usuários ficam livres para marcarem suas consultas médicas com rapidez, sem vínculos com empresas ou custos fixos.

Como são realizadas nos consultórios dos profissionais cadastrados, o paciente pode procurá-los por localização, especialidade, disponibilidade de agenda, sintomas ou pelo nome do médico desejado.

O aplicativo opera de maneira completamente transparente, permitindo que os usuários vejam os demonstrativos financeiros para entender como é composto o custo mensal de cada membro da comunidade.

Health Innovation Summit

Dia 8 de Agosto de 2018, das 9h às 17h30.

Ahoy Berlin – Av. Prof. Manuel José Chaves, 291 – Alto de Pinheiros, São Paulo.

Inscrições pelo site: http://bit.ly/2NDP7Bm.

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Como sobreviver profissionalmente na Era Digital?

Por Luiz E. Buccos, coordenador na Digital House

Um estudo realizado pela BSA The Software Alliance sobre a importância dos dados aponta: atualmente, 90% dos líderes empresariais citam dados como um dos recursos essenciais e como um diferenciador fundamental para os negócios, no mesmo nível de recursos básicos como terra, mão de obra e capital. Em um mercado de trabalho que se transforma constantemente, a capacidade de adaptação e até mesmo a antecipação de tendências vem se tornando cada vez mais um diferencial competitivo dentro das empresas. É então que surge um desafio que pode tirar o sono de muitos executivos: por onde começar? Como tomar uma atitude para se atualizar?

Primeiramente, é necessário criar uma mentalidade digital, desenvolvendo competências que acompanhem as necessidades do mercado e adquirindo uma nova linha de raciocínio. Isso gera uma rotina de busca constante por novidades, que torna mais fácil o processo de compreensão das ferramentas que surgem diariamente. Em uma sociedade baseada em dados, é importante ter em mente que a inteligência artificial já é corriqueira. Compreender que é algo que faz parte do dia a dia das pessoas é essencial. Então, o próximo passo é se perguntar: onde isso se encaixa na empresa em que trabalho?

É preciso entender que nem todas as tecnologias têm sua aplicação economicamente viável em qualquer negócio. Entretanto, atualmente todas as empresas têm implementada algum tipo de tecnologia, mesmo que não tenham se dado conta disso. Uma lavanderia, por exemplo, pode simplesmente lavar as roupas que recebe. Mas também pode criar uma base de informações sobre seus clientes (como marca, tamanho, estampa, cor, tipo de roupa que é lavada e com qual frequência), por meio da qual será capaz de oferecer um serviço customizado e muito mais eficiente. Profissionais de dados pensam muito além de lavar roupas, podem capturar informações e fazer parcerias com marcas que desejam atingir o público target da sua concorrência com mais assertividade.

Desse modo, com base no conhecimento das metodologias existentes, o próximo passo é a ação: como tirar um projeto do papel? É aqui que as empresas podem contar com parceiros e fornecedores. A implementação de mudanças no ambiente profissional é algo que demanda especialistas que têm experiência no assunto. Para mudanças efetivas, profissionais certeiros: com uma equipe qualificada e fornecedores atualizados no mercado, fica mais fácil compreender sua posição no jogo e como sua empresa pode se atualizar perante as concorrentes.

Por fim, o ponto crucial é estar ciente de que nunca se sabe de tudo: a qualificação constante e atualização dentro do mercado de trabalho não são apenas necessidades – se tornaram obrigações. A tarefa não é fácil e com toda essa transformação, o mundo do aprendizado não poderia ser diferente. Hoje é possível encontrar locais em que se aprende e se aplica novas ferramentas e metodologias de maneira prática e rápida. Esse conhecimento permite que executivos em busca de liderar a empresa nesse desenvolvimento digital consigam incorporar a mudança na essência do negócio, mantendo seu lugar no mercado.

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PIB brasileiro deve subir 1,2% em 2018, projeta Associação Comercial de SP

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve apresentar crescimento de 1,2% em 2018 na comparação com o ano passado, segundo projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “Esse número é baixo, não recupera as fortes quedas do PIB nos últimos anos”, comenta Marcel Solimeo, economista da ACSP. Em 2017, o PIB subiu 1%. Já em 2016 e 2015 registrou quedas de 3,5%, em ambos os anos.

Solimeo pondera que há espaço para o indicador crescer mais em 2018. “Se o ambiente político melhorar e se estabilizar, a projeção para o PIB pode ser maior”.

A mediana do último relatório Focus, divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central, prevê um crescimento do PIB de 1,5%. “A nossa projeção está dentro do que o mercado acredita que vai acontecer, embora nenhum dos dois números ? 1,5% ou 1,2% ? seja satisfatório”, reforça o economista.

A projeção foi elaborada pelo Instituto de Economia da ACSP com base em índices de confiança do empresariado, Índice Nacional de Confiança (INC) do consumidor da ACSP, taxa de juros (pessoa física e jurídica), níveis de crédito (pessoa física e jurídica) e massa salarial ampliada disponível.

Há duas semanas, a ACSP divulgou sua estimativa para o desempenho do varejo brasileiro, de alta de 3,6% no volume de vendas neste ano em relação a 2017.

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Aruba é reconhecida pelo Gartner como líder em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio

Pelo 13º ano consecutivo, a Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, é escolhida pelo Gartner como líder no Quadrante Mágico em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio.

“Acreditamos que a inclusão da HPE (Aruba) no Quadrante Mágico do Gartner é uma confirmação de que estamos no caminho certo. Nós nos sentimos honrados com esse reconhecimento”, diz Eduardo Gonçalvez, country manager da Aruba. “A filosofia ‘cliente em primeiro lugar’ nos permitiu criar uma visão e uma estratégia que promove o sucesso dos nossos clientes e sermos consistentemente líderes do mercado.

De acordo com o Gartner, a evolução dos requisitos corporativos para maior inteligência de camada de acesso e a automação continua desafiando os fornecedores de rede. Líderes de operações devem avaliar a infraestrutura de LAN com e sem fio com base em necessidades cada vez mais complexas de serviços e de gerenciamento de redes de acesso. O Gartner estima que até 2020, apenas 40% das equipes de operações de rede usarão a interface de linha de comando (CLI) como sua principal interface, abaixo dos 75% em 2018. A adoção de redes gerenciadas em nuvem por empresas de todos os tamanhos dobrará, passando de menos de 10% em 2018 para mais de 20% até o final do ano de 2023.

Embora a missão da Aruba seja permitir experiências memoráveis para seus clientes, a empresa também busca simplificar a vida do pessoal de TI, eliminando a complexidade das operações de rede nos ambientes móveis, de IoT e na nuvem cada vez mais imprevisíveis, onde os incidentes de cibersegurança atingiram um nível histórico, e que não podem ser resolvidos com as redes legadas. É por isso que a Aruba criou a Arquitetura Mobile First: para conectar com segurança dispositivos móveis, e agora a IoT também. Ela foi construída especificamente para a era digital, possibilitando a rápida inovação e transformação de redes para fornecer experiências incríveis e simplificar a vida do pessoal de TI. A Arquitetura Mobile First fornece uma experiência de rede segura, inteligente e ininterrupta em uma arquitetura única, aberta, definida por software, que cobre desde os ambientes de campus até as filiais, garantindo uma experiência de TI consistente em todas as localidades

“Seguimos comprometidos com o sucesso dos nossos clientes, ajudando a acelerar a transformação digital e a sua evolução de fornecedores de bens e serviços para empresas que proporcionam experiências incríveis aos seus usuários e clientes. É desta forma que nossos clientes geram vantagem competitiva, fortalecem a fidelidade e aumentam o engajamento e a retenção dos funcionários”, finaliza Gonçalves.

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, fornece soluções de rede de próxima geração para organizações de todos os tamanhos do mundo inteiro. A empresa provê soluções de TI e de cibersegurança que permitem às organizações atender à geração mais recente de usuários móveis conectados que fazem uso de aplicativos de negócios na nuvem para cada aspecto do trabalho e da vida pessoal.

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Como usar a tecnologia a favor do desenvolvimento de pessoas

Por Maíra Pimentel

O mundo mudou. O mercado de trabalho também, e muito. Se antes as empresas contavam com suas universidades corporativas para oferecer apenas treinamentos e capacitações técnicas aos seus funcionários, hoje já se sabe que quem não investir e desenvolver as chamadas soft skills em suas equipes perderá grande parte do seu potencial competitivo.

Com novas soluções e ferramentas digitais surgindo a todo momento, as competências essencialmente humanas, as famosas soft skills – que incluem desde empatia e criatividade até trabalho em equipe – tornaram-se indispensáveis para qualquer profissional e empresa. Um estudo das universidades norte-americanas de Boston, Harvard e Michigan, apontou que o desenvolvimento de habilidades como comunicação e capacidade de resolver problemas aumenta a produtividade e a retenção de talentos em 12%. Esse crescimento equivale a um retorno de investimento de mais de 250%.

Mas será que as empresas estão enxergando a importância de investir no desenvolvimento de competências não-técnicas de seus colaboradores?

No Brasil, o investimento anual em treinamentos e desenvolvimentos foi de R$ 788 por colaborador, em 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. Isso representa um crescimento de 21% em comparação ao ano anterior, porém o valor ainda está muito abaixo de outros países, como os Estados Unidos, onde as empresas investem US$ 1.252, em média, no desenvolvimento de cada funcionário. Com recursos enxutos na área de desenvolvimento, um dos principais desafios do mercado atual é entender por onde começar e como fazer a inserção do aprimoramento dessas habilidades, de forma escalável e com uma avaliação precisa de competências. E para isso, a tecnologia é de grande ajuda.

Escala, rapidez e precisão

No caso das habilidades técnicas, ou hard skills, cursos, especializações ou o diploma são bons indicadores da competência e o nível de conhecimento de uma pessoa sobre área ou um determinado assunto. Mas dificilmente conseguimos verificar o potencial criativo de um funcionário, por exemplo, em uma entrevista ou em uma conversa, porque as soft skills só podem ser avaliadas quando colocadas em prática.

É claro que, manualmente, é possível estabelecer patamares e metas para determinadas habilidades, e, a partir disso, comparar como o indivíduo estava no ponto inicial e no momento atual. Porém, além de ser um processo difícil de ser escalável, ele também fica limitado ao olhar de um único avaliador.

Já em uma plataforma digital esse monitoramento pode ser ampliado e calibrado. Ao incluir as informações dos profissionais participantes em um mesmo sistema, fica fácil acompanhar diferentes indicadores, e até mesmo integrar metas de equipe e pessoais à avaliação de competências, uma vez que certas experiências e vivências na rotina corporativa são oportunidades para verificar como o indivíduo está performando. Se manualmente, a avaliação fica à mercê do ponto de vista de uma única pessoa, com a tecnologia pode-se aplicar diferentes variáveis para enriquecer o resultado final, além de ser possível incluir etapas de feedback em momentos diversos ao longo do percurso de aprendizagem.

O diferencial ao usar a tecnologia, aliada a uma completa régua de proficiência e conteúdo de qualidade, é que a análise fica mais precisa, contribuindo diretamente para a tomada de decisão em relação ao desempenho da equipe ou de cada indivíduo. Com uma avaliação completa e assertiva da curva de desenvolvimento das habilidades, é possível ter o melhor cenário: colaboradores motivados e mais preparados para os novos desafios e a capacidade de demonstrar, com números e indicadores reais, os resultados alcançados frente ao investimento feito inicialmente.

Maíra Pimentel, cofundadora e diretora da Tamboro, startup de educação que oferece soluções on-line de desenvolvimento das habilidades do século 21.

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5 cuidados para a humanização nas empresas

Em um mundo onde a tecnologia abriu canais públicos de comunicação e conexão, os recursos humanos enfrentam um novo desafio. As pessoas procuram locais de trabalho mais humanizados, onde a abertura é o padrão para a comunicação, a voz do colaborador é ouvida e os integrantes de cada equipe se sentem especiais, significativos e conectados.

Home-office, mesa de bilhar, happy hours, levar o pet para o trabalho, reuniões de feedback e folga no dia do aniversário são alguns benefícios que chamam a atenção para quem está procurando um ambiente de trabalho mais humanizado.

“Embora concentrar-se nos aspectos humanos seja fundamental para que os colaboradores se sintam valorizados, as empresas precisam tomar cuidado para não pecar pela humanização por si só, perdendo o foco do resultado, que pode fazer com que a produtividade dos colaboradores caia, ou colocar em risco o limite entre o que é vida profissional e o que é vida pessoal. Esses dois aspectos devem ser integrados, mas não misturados. Assim, a humanização deixa de ser um aspecto positivo e pode causar problemas para a empresa e para os funcionários”, explica a especialista em desenvolvimento humano Susanne Andrade, autora do best-seller “O Segredo do Sucesso é Ser Humano”.

Confira alguns cuidados importantes na hora de humanizar a empresa:

Trabalho x integração da equipe

Algumas empresas costumam organizar “happy hours” após o expediente para promover a troca de ideias, descontrair, ou até mesmo estreitar os laços entre os colegas de trabalho. “Apesar de ser uma ótima ideia, essa é uma questão à qual o empregador deve se atentar, pois como se sabe, não são todas as pessoas que sabem separar momentos de descontração e trabalho”, comenta a especialista.

Existem casos em que funcionários encerram o expediente mais cedo para começar a organizar o “happy hour”, por exemplo, ou de pessoas que se excedem no entusiasmo ou na bebida. “Deve haver um cuidado para que a confraternização não atrapalhe as atividades da empresa, e não ultrapasse o limite do tolerável em um ambiente corporativo”, comenta Susanne.

Feedback da forma adequada

Embora dar feedback seja indispensável, algumas empresas ainda hoje pecam nesse quesito. “Muitas companhias ainda utilizam o feedback como sinônimo de avaliação de desempenho, como termômetro para categorizar os funcionários entre ‘promovido’ e ‘não promovido’. Essa visão é ultrapassada e um grande equívoco, pois o feedback vai muito além disso. Ele é uma importante ferramenta para manter a equipe motivada e promove o desenvolvimento de habilidades, além dos ajustes necessários na performance”.

Para a especialista, o feedback deve ser praticado sempre que possível. “Ele ajuda nas relações humanas, tanto pelo reconhecimento quanto pelo redirecionamento de comportamento e quanto mais utilizado, mais motivados ficam os profissionais”, explica ela.

Política de home office

As vantagens do home office são inegáveis e, por isso, cada vez mais profissionais têm procurado vagas que oferecem esse benefício ao menos uma vez na semana. “São diversos motivos que podem levar alguém a procurar funções que permitem trabalhar de casa uma ou mais vezes na semana: pais que acabaram de ter bebês, profissionais que moram distante da empresa e querem evitar trânsito, economia com combustível, flexibilidade no horário de almoço, não ter que se preocupar todos os dias com o visual, entre outras razões”.

Mas, infelizmente, nem todo profissional é produtivo atuando no ambiente doméstico. “Dar aquela olhada no que está passando na TV ou ter um desejo incontrolável de tirar uma soneca pós almoço, sem disciplina para suas entregas, são algumas das armadilhas para o profissional que atua em home office”, elenca Susanne.

Por isso, esse recurso tão desejado pelos colaboradores muitas vezes não funciona para todos. “É preciso avaliar muito bem o perfil daquele profissional, seu nível de comprometimento, e também se as funções que exerce são compatíveis com o trabalho de casa. Caso contrário, pode ser um ‘tiro no pé'”, diz a especialista.

Vida profissional x vida pessoal

Hoje é muito comum encontrar empresas que proporcionam espaços de lazer dentro da própria empresa, como mesas de pebolim ou bilhar, e até mesmo vídeo game, para que seus funcionários possam “desestressar” no horário do almoço ou após o expediente.

“Apesar de ser um meio de promover a integração, deve-se tomar cuidado com esse diferencial, pois é preciso ver até que ponto irá humanizar a empresa, para acabar não virando bagunça. Além disso, esse tipo de iniciativa pode incentivar os colaboradores a ficarem até muito tarde no escritório todos o dias, participando de atividades de lazer com os colegas. Isso pode ser prejudicial, pois manter um limite entre vida profissional e pessoal é necessário e saudável. É essencial o foco no equilíbrio”.

Escritórios “pet friendly”

Permitir que os colaboradores levem seus pets ao trabalho, ao menos uma vez ao mês, é uma tendência que teve início nos Estados Unidos e acabou vindo para o Brasil. Hoje já é possível encontrar alguns escritórios no país que permitem que o funcionário leve seu cão ao trabalho.

“Apesar de algumas pesquisas apontarem que ter um animal de estimação no ambiente de trabalho alivia o estresse e melhora a produtividade, também é preciso cautela, afinal, não há quem resista a um cãozinho fazendo graça e pedindo carinho, por isso o pet pode acabar distraindo os colaboradores, ou até mesmo incomodar pessoas que têm fobia de animais. Avaliar todo o contexto é essencial”, explica.

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Número de cadastros em programas de fidelidade ultrapassa os 115 milhões no primeiro tri

Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) apontam que o número de cadastros nos programas de fidelidade de seis de suas associadas (Dotz, Grupo LTM, Multiplus, Netpoints, Smiles e TudoAzul) chegou aos 115,3 milhões no fim do primeiro trimestre deste ano. Apenas nesse período, o setor ganhou 3,1 milhões de novas inscrições, o que representa um crescimento de 18,9% no comparativo o mesmo trimestre de 2017 (1T17).

Ao todo, entre janeiro e março, foram emitidos 69,5 bilhões de pontos/milhas, tendo sido resgatados 59,8 bilhões. Em relação ao 1T17, o crescimento foi de 21,3% na emissão e 21,5% nos resgates. A conversão dos pontos (relação entre a quantidade acumulada e a resgatada) foi a maior desde abril de 2016, com 86% dos pontos/milhas resgatados.

A preferência dos participantes no momento do resgate continua sendo os bilhetes aéreos, representando 74,4% dos pontos/milhas utilizados no período. Os outros 25,6% foram usados na aquisição de produtos. Já em relação ao acúmulo de pontos/milhas, o cenário é bem diferente. Apenas 10,7% são originados na compra de passagens e os 89,3% restantes vêm dos setores de varejo, serviços e bancos, principalmente dos cartões de crédito.

Na avaliação do presidente da ABEMF, Roberto Chade, o início de 2018 foi positivo, com destaque também para o faturamento das empresas, que cresceu 11,2% no 1T18 frente ao 1T17, chegando a R$ 1,63 bilhão.

“Em momentos de baixo crescimento econômico e alguma instabilidade, como a que estamos enfrentando no Brasil, os programas de fidelidade são um importante aliado do consumidor, pois de fato aumentam seu poder de compra. E as empresas também ganham ao investir em fidelidade, uma vez que passam a conhecer melhor o perfil dos seus clientes e, dessa forma, conseguem oferecer ofertas relevantes e personalizadas, sendo mais eficazes em suas comunicações, além de usarem as alavancas de fidelidade para influenciar o comportamento dos consumidores, gerando mais fluxo e vendas. Essas iniciativas refletem de forma positiva nos resultados, como mostram os indicadores da associação”, afirma Chade.

Destinos mais resgatados

O ranking de destinos nacionais mais procurados pelos participantes de programas de fidelidade continua com São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília nas três primeiras posições. Entre as viagens internacionais, Orlando, Miami e Santiago são as preferidas. A novidade fica com Roma, em oitavo lugar, que não apareceu na lista do trimestre anterior.

App conecta compradores a viajantes e permite comprar no exterior sem sair de casa

Imagine poder comprar produtos importados sem sair de casa e com menos custo e burocracia do que nos modelos já disponíveis no mercado, como marketplaces e lojas virtuais. Isto já é possível graças ao compartilhamento de bagagens, que conecta pessoas que desejam produtos que não encontram no Brasil, a milhares de viajantes ao redor do mundo com espaço disponível na mala.

A ideia foi criada pelo Grabr – (http://grabr.io/pt) app disponível em mais de 120 países que conecta viajantes a compradores e possui mais de 500 mil usuários cadastrados em sua plataforma. “A startup foi criada em 2015 na Califórnia, com a ideia de atingir, principalmente, países com uma economia em desenvolvimento e que cobram muitos impostos para produtos importados. Utilizamos a tecnologia para romper barreiras e para que todos tenham acesso aos seus produtos favoritos em todos os lugares do mundo”, explica Michele Chahin, gerente de marketing da Grabr.

Como funciona para o comprador

Por meio do compartilhamento de bagagens é possível comprar produtos do mundo todo sem sair de casa, de forma rápida e segura. O comprador além de economizar, não precisa pagar altas taxas de frete nem esperar meses para receber o produto. A economia para os brasileiros costuma ser de 30% a 40%, em média, podendo chegar a 70% em épocas de campanhas promocionais, como a black friday. Segundo o Grabr, as mercadorias mais procuradas e que também geram mais economia para os compradores brasileiros são os eletrônicos e os produtos para bebês.

Para gerar um pedido na plataforma é necessário inserir alguns dados do produto como a descrição do item e link de onde ele pode ser comprado no país do exterior. Com isso, viajantes indo ou voltando para estas localidades podem trazer o produto, com uma taxa de recompensa, calculada pelo app, com base no preço do produto. O valor da comissão só é liberado para o viajante após a entrega ser efetuada, garantindo a segurança do acordo. Em caso de problemas com o pedido e entrega da compra, a startup reembolsa os valores pagos, garantindo a segurança das transações.

Como funciona para o viajante

A plataforma permite que viajantes monetizem suas viagens por meio do programa de “recompensas”, ou seja, ao trazer produtos dentro do espaço livre de suas bagagens, o usuário recebe uma bonificação. É uma maneira segura de obter uma renda extra e ainda se conectar com pessoas do local que visitam. É responsabilidade do viajante realizar a compra no exterior – geralmente por meio de cartão de crédito – e depois fazer a entrega do pedido.

“O Brasil é um dos destinos que mais recompensam os viajantes, com uma média de ganhos em torno de US$ 500 por viagem. E, como incentivo, a cada dez itens transportados em uma única viagem, a Grabr ainda oferece um prêmio de US$ 100”, finaliza Michele.

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Carreira e life-changing: como um bootcamp pode ajudá-lo a entrar no mercado de TI

Por Mateus Félix

A vivência em uma escola de programação no modelo bootcamp traz inúmeros benefícios para os alunos. Desenvolver a habilidade de trabalhar em equipe, conectar-se com pessoas com diferentes trajetórias profissionais, enfrentar novos desafios, desenvolver competência para buscar soluções para problemas reais e aprender programação são apenas alguns desses benefícios. Bootcamps têm se tornado poderosos atalhos para quem busca alavancar a trajetória profissional, não apenas na área de TI, como também no desenvolvimento de produtos, ou mudar de carreira.

Neste modelo de curso, o lema é aprender fazendo. Além das aulas teóricas, há muitas atividades práticas voltadas para o desenvolvimento de projetos. A metodologia adotada prioriza a imersão, fator fundamental para um aprendizado mais eficiente, já que o contato com o conteúdo do programa será maior. Durante todo o curso, há mentoria dos professores para que os alunos tirem dúvidas e possam superar algum tipo de dificuldade. Além disso, neste modelo de ensino, os feedbacks diários são muito comuns, permitindo a correção e aperfeiçoamento das técnicas utilizadas na programação.

Como as habilidades e dificuldades dos alunos são bastante variáveis, o conteúdo do módulo é aberto, ou seja, há diferentes maneiras de resolver um único exercício. Isso é uma vantagem porque cada aluno pode abordar o projeto de modo personalizado, escolhendo a melhor forma de desenvolvimento, de acordo com o nível de complexidade em que se sentir mais confortável.

Atualmente existe uma carência de mão-de-obra especializada em algumas áreas tecnológicas que estão em expansão. Por meio de um bootcamp, em apenas dois meses, o participante se torna um profissional certificado e apto a preencher uma posição: uma formação profissional rápida, com valor correspondente ao conhecimento adquirido e boas perspectivas de recolocação no mercado. Essa tem sido a opção de muitos profissionais, especialmente de TI, que visam promoção e de pessoas que querem mudar de carreira, o famoso life-changing.

Em época de crise, por exemplo, muitos profissionais querem mudar de área, mas não sabem por onde começar ou têm receio de que o novo setor escolhido não tenha estabilidade ou oportunidades. É neste momento que o bootcamp pode ajudar. Estes cursos têm garantido alto índice de empregabilidade de seus alunos em, no máximo, três meses, e com média salarial muito atrativa.

Coding schools têm focado seus cursos para as profissões que atualmente estão em expressivo crescimento e já se tornaram tendências no mercado de trabalho. Mais do que programação, tem ensinado aos alunos uma nova metodologia que capacita e prepara os participantes para o postos de trabalho no setor tecnológico. Dois meses de bootcamp podem render uma carreira promissora e muita satisfação profissional.

Talvez essa seja uma nova era para o antigo “aprenda fazendo”.

Mateus Félix, formado em Web Development pela Ironhack Madri e atualmente é Teacher Assistant na Ironhack São Paulo. A Ironhack é uma escola de programação global com presença em oito países, que atua em modelo de bootcamp.

Clientes BB já podem enviar recursos para o exterior via mobile

Clientes pessoa física do Banco do Brasil já podem enviar recursos para o exterior via App BB. A solução permite o envio de até quatro remessas em um período de 30 dias, cada uma de valor até USD 3 mil ou o equivalente em outras moedas. O recurso permite remessas via Swift e convênio Western Union – sendo que neste último o envio é permitido somente em dólar dos EUA com a finalidade de manutenção de residentes e de estudantes.

A novidade traz uma série de vantagens para o cliente como agilidade no envio de remessa para o exterior, transação com fluxo simples, débito direto na conta corrente e atendimento totalmente digital. O serviço já estava disponível para os clientes na internet desde 2015, e agora, migra também para o App.

O produto vem complementar as soluções de câmbio para mobile do BB. Em fevereiro deste ano, o BB disponibilizou a compra de dólar pelo App, dois meses depois expandiu o serviço, ofertando também a compra do Euro, de forma pioneira entre os Bancos.

“O BB tem trabalhado constantemente para oferecer aos clientes as melhores soluções em negócios internacionais. Nosso objetivo é continuar inovando para proporcionar a melhor experiência e facilidades para o cliente BB”, avalia Thompson Cesar, gerente geral da Unidade de Comércio Exterior do Banco do Brasil.

As transferências financeiras para o exterior impactam nos limites diários e mensais de transferências por meio dos canais de autoatendimento, que podem ser personalizados pelo cliente.

Como funciona

Para emissão e recebimento de ordens de pagamento do exterior pelo celular, após acessar a área logada no App, basta acessar a opção Câmbio no menu e depois Ordens de Pagamento.

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Encontro Data Driven Day, do Grupo Havas, chega à São Paulo

Evento realizado pela Data Business Intelligence, consultoria do grupo, acontece simultaneamente em seis países e traz ao Brasil palestras de executivos de grandes empresas, como Adobe, Expedia VR e IBM

No dia 08 de agosto acontece a primeira edição do Data Driven Day. O evento, realizado pela Data Business Intelligence (DBI), empresa de consultoria do Grupo Havas especializada em Big Data Analytics, será apresentado simultaneamente em seis países, contemplando cidades como Bogotá, Buenos Aires, Ciudad de México, Lima, Miami e São Paulo.

A iniciativa, que acontecerá na ESPM, na Vila Mariana, marca a entrada da DBI no Brasil e visa fomentar a cultura “data-driven”, estimulando os presentes a refletirem sobre como as empresas podem aproveitar dados e tecnologia, aumentar a competitividade e otimizar seus negócios. Para isso, contará com a presença de executivos de grandes empresas e startups, que vão discutir a respeito de dados, tecnologia e marketing. Entre os convidados palestrantes estão Carolina Piber (vice-presidente Brasil de marketing da Expedia VR), Claudia Muchaluat (Chief Digital Officer para a América Latina da IBM) e Fernando Teixeira (Head of Practice, Advertising Experiente profissional de marketing digital da Adobe).

“Apenas 1 em cada 10 empresas da América Latina está conseguindo passar da informação à ação. O problema não é técnico, mas cultural. A maioria das empresas que conhecemos hoje – mesmo as mais tecnológicas – começou em uma época em que a informação era escassa. Não é incomum ver empresas que não têm uma mentalidade voltada para os dados”, comenta Juan Damia, CEO da DBI Latin America.

Unindo três importantes pilares, o Data Driven Day marca a oportunidade de atualização e aprimoramento do conhecimento sobre os desafios da indústria dos dados e sua implementação no campo dos negócios. Especialmente idealizado para um público formado por C-Levels, vice-presidentes e diretores de todos os segmentos de mercado, o evento tem como objetivo promover discussões de alto nível, networking e aprendizado a respeito do tema.

Responsável pela iniciativa, a DBI tem sede em Paris e mais de 20 escritórios ao redor do mundo. A empresa fornece soluções digitais de ponta e práticas recomendadas para empresas dos mais diversos segmentos. No Brasil, pretende atender tanto os clientes locais quanto os internacionais. Em seu portfólio global estão atualmente clientes como Mercado Livre, Telefónica, Fox, DirectV, L’oreal, Santander e UNICEF, entre outros.

Para mais informações acesse: http://datadrivenday.com/sao-paulo/

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