Archive janeiro 2017

Votorantim Metais divulga lista de startups finalistas do programa MINING LAB

A Votorantim Metais divulgou nesta terça-feira uma lista com 18 startups selecionadas para avançar no programa MINING LAB, a iniciativa de apoio a empreendedores lançada em outubro pela empresa. Entre as classificadas, há startups localizadas em cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As escolhidas se destacaram entre 115 participantes que apresentaram projetos nas áreas de energia renovável e nanotecnologia, aplicados à mineração. O número de inscritos superou as expectativas dos próprios organizadores. “Pela complexidade dos temas, nós imaginávamos um total de 50 startups inscritas”, diz Rodrigo Gomes, gerente de Tecnologia da Votorantim Metais.

A partir do dia 1º de fevereiro, representantes das startups passarão por uma imersão dentro da mineradora para entender os processos de produção e receber apoio técnico para elaborar a apresentação do projeto para a banca examinadora.

Os projetos classificados na primeira etapa são:

ENERGIAS RENOVÁVEIS

BCHEN (Itauna/MG)
Bioware (Campinas/SP)
Eduardo Biscolli Brandão (Videira/SC)
Mario Coelho (Santa Cruz do Sul/RS)
Naidion Motta Silvério (Itajubá/MG)
Oppus (Nova Lima/MG)
Paradigma (Carmo do Paranaíba/MG)
Tau Flow (Campinas/SP)
Tey Renováveis: Sorocaba/SP
Trigás (Caxias do Sul/RS)
Zeg Environmental (Água Branca/SP)

NANOTECNOLOGIA

Ecosoluções (Viçosa/MG)
Itatijuca Biotech (São Paulo/SP)
nChemi (São Carlos/SP)
Oppus (Nova Lima/MG)
Robson Rodrigues Amaro (Barão de Cocais/MG)
Tau Flow (Curitiba/PR)
WHPOS (Nova Lima/MG)

No dia 17 de fevereiro, a banca examinadora irá definir os vencedores. Até 10 projetos irão receber o apoio da empresa, acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall até o Demo Day em 1º de setembro.

Ao final do programa, a Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

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Ranking das Top 50 Tecnologias de Internet das Coisas (IoT) inclui solução da Vertiv

A Vertiv, anteriormente conhecida como Emerson Network Power, conquistou o reconhecimento dos experts da publicação especializada em canais CRN. A solução ICOM-S faz parte da lista CRN Top 50 aplicações para Internet of Things. A Vertiv tem liderado o desenvolvimento de tecnologias que habilitam a Internet das Coisas em Data Centers e em sites de Edge Computing. Isso é feito com o suporte do iCOM-S, um software que realiza a orquestração de diferentes equipamentos de um Data Center. Há casos em que o uso do iCOM-S promove até 50% de redução do consumo de energia e da emissão de CO2 dos Data Centers.

“Muitas de nossas soluções são compatíveis com aplicações IoT”, afirma Tiago Khouri, Diretor de Marketing e de Planejamento da Vertiv América Latina. “Além disso, nossa plataforma opera com protocolos de comunicação neutros, possibilitando a interconexão segura com equipamentos de diferentes provedores em uma arquitetura Best in Class”.

“O crescente mercado de Internet das Coisas tem um enorme potencial criativo, e a capacidade de melhorar diversos aspectos das nossa vidas”, afirma Robert Faletra, CEO da The Channel Company, a publishing house por trás da CRN. “O ranking CRN’s Internet of Things 50 celebra líderes de tecnologia que exploram este potencial de forma inovadora e consistente. Suas soluções transformarão a maneira como nós trabalhamos e vivemos.”

A lista Internet of Things 50 está disponível no URL: crn.com/iot50.

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Relatório da Cisco mostra que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados

De acordo com o Relatório Anual de Cibersegurança Cisco® 2017, mais de um terço das organizações que enfrentaram brechas de segurança em 2016 reportaram perdas substanciais de clientes, oportunidades e receita de mais de 20%. O relatório avaliou aproximadamente 3.000 diretores de segurança e líderes em operações de 13 países.

90% dessas organizações estão aprimorando tecnologias e processos de defesa contra ameaças após os ataques, separando funções de TI e segurança (38%), por meio do aumento de treinamentos de conscientização em segurança para seus funcionários (38%) e na implementação de técnicas para abrandar riscos (37%).

Em sua 10ª edição, o relatório global destaca desafios e oportunidades para os times de segurança se defenderem da incansável evolução do cibercrime e mudanças nas formas de ataque. Os executivos de segurança citam restrições orçamentárias, baixa compatibilidade de sistemas e falta de equipe especializada como as principais barreiras para avanços no posicionamento em segurança. Líderes também revelam que seus departamentos de segurança são espaços cada vez mais complexos com 65 das empresas usando de seis até mais de 50 produtos de segurança, aumentando potenciais lacunas na efetividade de segurança.

Para explorar essas lacunas, dados do relatório mostram que os cibercriminosos estão liderando o ressurgimento de vetores “clássicos” de ataques, como adware e spam de e-mail. Spams são responsáveis por quase dois terços (65%) das contas de e-mail, sendo de 8% a 10% maliciosos. O volume global de spam está aumentando, muitas vezes espalhados por botnets grandes.

Mensurar a efetividade das práticas de segurança frente a esses ataques é um dos fatores de maior dificuldade. A Cisco acompanha o progresso em redução do “tempo de detecção de invasão” (TTD), a janela de tempo entre uma invasão bem-sucedida e sua detecção. “Um tempo menor de detecção é crucial para restringir o espaço de operação dos invasores e minimizar os danos desse ataque”, explica Ghassan Dreibi, gerente de desenvolvimento de negócios de Segurança da Cisco América Latina. E completa: “Temos reduzido com sucesso o TTD, antes de 14 horas no início de 2016, para 6 horas em um semestre”. Esse número é baseado em telemetria obtida de produtos de segurança da Cisco implantados em todo o mundo.

O Custo para o Negócio de Ameaças Virtuais: Clientes Perdidos, Receita Perdida

O Relatório Anual de Cibersegurança 2017 revelou o potencial impacto financeiro dos ataques para os negócios, de pequenas a grandes empresas. Mais de 50% das organizações enfrentaram fiscalização pública após uma brecha de segurança. Sistemas de operações e financeiros foram os mais afetados, seguidos pela reputação da marca e fidelização dos clientes. Para as organizações que enfrentaram um ataque, os efeitos foram substanciais:

– 22% das empresas violadas perderam clientes – 40% delas perderam mais de 20% de sua base de clientes.

– 29% perderam receita, com 38% desse grupo perdendo mais de 20% de suas receitas.

– 23% das organizações invadidas perderam oportunidades de negócio, com 42% delas perdendo mais de 20%.

Operações de Hackers e os Novos Modelos de “Negócio”

Em 2016, hackear se tornou mais “corporativo”. Mudanças dinâmicas nos panoramas da tecnologia, liderados pela digitalização, estão criando oportunidades para cibercriminosos. Enquanto os invasores continuam a alavancar técnicas comprovadas com o tempo, eles também empregam novas abordagens que espelham estruturas de “gerenciamento médio” dos seus alvos corporativos.

– Novos métodos de ataque modelam a hierarquia corporativa: Algumas campanhas de malvertising empregaram agentes (ou “entradas”) que agem como gestores intermediários, mascarando atividades maliciosas. Adversários podem então agir com uma velocidade maior, mantendo o espaço operacional e evitar a detecção;

– Oportunidade e risco da nuvem: 27% das aplicações em nuvem realizadas por funcionários foram categorizados como de alto risco e criaram preocupações significativas com segurança;
Adwares antigos – softwares que fazem download de anúncios sem a permissão do usuário – continuam sendo canal de ataque, infectando 75% das organizações investigadas.

Proteja o Negócio, Mantenha Vigilância

O Relatório Anual de Cibersegurança 2017 reportou que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados e menos da metade dos alertas legítimos foram remediados. Defensores, apesar de confiantes em suas ferramentas, lutam contra os desafios de complexidade e mão de obra, deixando brechas de tempo e espaço para os invasores usarem em sua vantagem. A Cisco indica essas etapas para prevenir, detectar e suavizar ameaças e minimizar riscos:

– Segurança como prioridade do negócio: A liderança executiva deve ter o controle e evangelizar segurança e consolidar isso como uma prioridade;

– Mensurar disciplina operacional: Revisar práticas e controlar pontos de acesso para sistemas, aplicações, funções e dados de rede;

– Testar efetividade de segurança: Estabelecer métricas claras e usá-las para validar, além de melhorar práticas de segurança e,

– Adotar uma abordagem de defesa integrada: Ter integração e automação no topo da lista de critérios de avaliação para aumentar visibilidade, otimizar a interoperabilidade e reduzir o tempo de detecção e contenção dos ataques. Times de segurança poderão então focar no investimento e solução de ameaças reais.

Relatório Anual de Cibercegurança Cisco – 10 Anos de Dados e Perspectivas

Enquanto a tecnologia tem tornado os ataques mais prejudiciais e as defesas mais sofisticadas, a base da segurança se mantém tão importante quanto sempre foi.

– Em 2007, o Relatório Anual de Cibersegurança indicou que aplicações de web e negócios eram alvos, geralmente através de engenharia social, ou ameaças introduzidas por usuários. Em 2017, os hackers atacam aplicações baseadas em nuvem e o spam tem se intensificado;

– Há 10 anos ataques de malware estavam em crescimento, com o crime organizado lucrando com as invasões. Na economia informal de hoje, ladrões agora têm o cibercrime como um negócio, oferecendo opções de entrada com poucas barreiras para potenciais clientes. Hoje, os criminosos podem ser qualquer um, em qualquer lugar; Não precisam de um background de segurança e podem facilmente comprar kits de invasão prontos para uso;

– O relatório de 2007 monitorou 4.773 alertas de segurança, mapeando aproximadamente o nível nacional de vulnerabilidade de base de dados dos Estados Unidos. No relatório de 2017, o volume de alertas de vulnerabilidade cresceu 33%, registrando 6.380 alertas. Os especialistas da Cisco acreditam que esse crescimento foi motivado pelo aumento de conscientização em segurança, uma maior superfície de ataque de um adversário ativo;

– Em 2007, a Cisco alertou o ambiente corporativo a ter uma abordagem holística para segurança, integrando ferramentas, processos e educando as partes interessadas para protegerem seus ambientes. Os negócios procuraram nos vendedores uma resposta compreensiva, geralmente em vão, que ao invés disso, prescreveram soluções pontuais fragmentadas. Em 2017 os executivos de segurança estão revendo a complexidade de seus ambientes. “Estamos combatendo isso através de uma abordagem arquitetônica para a segurança, ajudando nossos clientes a tirarem mais dos investimentos em segurança já existentes, aumentando a capacidade e diminuindo a complexidade”, finaliza Ghassan Dreibi.

Sobre o Relatório

O Relatório Anual de Cibersegurança, agora em sua 10ª edição, examina a mais recente inteligência de risco acumulada pelos especialistas de segurança Cisco, oferecendo perspectivas da indústria que revelam tendências de segurança dos clientes.

O relatório de 2017 também evidencia descobertas fundamentais do terceiro estudo anual Cisco Security Capabilities Benchmark Study (SCBS), que analisa a percepção dos profissionais de segurança do cenário de suas organizações. Ele traz tendências geopolíticas, desenvolvimento global em localização de dados e a importância da cybersegurança como um tópico a ser debatido.

Para acessar o Relatório Anual de Cibersegurança: www.cisco.com/go/acr2017

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Startup aposta no Rio de Janeiro e amplia serviços em plano de expansão nacional

Há três anos no mercado brasileiro, a Loggi, plataforma digital para solicitação de entregas expressas, tem apostado no Rio de Janeiro em seu plano de expansão no país. A empresa, que também atua em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, chegou à capital fluminense há cerca de um ano e recentemente trouxe para a cidade sua vertical para o mercado de delivery de alimentos. Hoje, já são mais de 20.000 clientes e 16 mil entregas diárias somente para o setor corporativo.

Todos os mensageiros cadastrados pela Loggi são devidamente regularizados e estão equipados com smartphone, máquina de leitor de cartões e um baú exclusivo para garantir uma entrega mais ágil e eficiente. Entre as empresas que utilizam a plataforma no Rio, está o Mattos Filho, um dos principais escritórios de advocacia do país. “Optamos pelo serviço da Loggi pois achamos muito rápido. O motoboy que estiver mais próximo do pedido é quem atende e isso foi primordial para nós”, explica Luciana Pontual, coordenadora administrativa regional da Mattos Filho. “Além disso, tem um demonstrativo completo, que não é apenas um recibo de papel, é uma fatura única com atendimento quase imediato, evitando a burocracia desse tipo de serviço”.

Delivery rápido e eficiente

Inaugurado em meados de novembro na capital fluminense, o LoggiPresto integra o serviço de delivery com pagamento em um modelo inovador. Agora, restaurantes podem pedir um motoboy pelo site da Loggi de acordo com a demanda, sem a necessidade de gerir um time fixo de mensageiros e alugar máquinas de cartão, o que simplifica a operação e reduz custos. Em São Paulo desde abril do ano passado, a plataforma já conta com clientes de peso como Lanchonete da Cidade, Baccio di Latte e The Fifties.

“No começo, o grande diferencial foi o preço. Tínhamos um custo fixo muito alto para um entregador que não tinha a quantidade de entregas necessárias. Outro ponto muito positivo foi que os clientes pararam de nos ligar para saber aonde estava a entrega, pois já recebiam no celular uma posição de onde estava e quanto tempo vai demorar. Isso melhorou muito nossa rotina de trabalho”, afirma Mariana Racy, gerente administrativa da Torta & Cia.

Com LoggiPresto, o cliente final tem total controle do seu pedido com os alertas enviados pelo sistema: o primeiro quando o motoboy sai do restaurante, informando tempo de entrega e um link para rastrear o mensageiro em tempo real. Depois, quando o motoboy estiver a dois minutos de chegar, é enviada outra mensagem avisando que pode descer.

“Existe uma oportunidade enorme para o mercado de delivery crescer, mas para isso acontecer a operação logística precisa ser simplificada e otimizada, principalmente na gestão dos entregadores e pagamentos”, afirma Fabien Mendez, CEO da Loggi. “No caso dos restaurantes é comum que os clientes estejam um pouco ansiosos para receber o pedido, e o sistema da Loggi, oferecendo total transparência e rapidez, vai transformar ansiedade em encantamento. Já é possível perceber em São Paulo que a satisfação geral dos clientes melhora e, consequentemente, há mais fidelização”, explica.

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Relatório revela como as ONGs de todo o mundo usam a tecnologia on-line e a mídia social

A Public Interest Registry, a operadora sem fins lucrativos dos domínios .org, .ngo e .ong e a Nonprofit Tech for Good, revelaram hoje os resultados do “2017 Global NGO Online Technology Report (Relatório global sobre a tecnologia on-line das ONGs de 2017)”. O segundo relatório anual revela como as organizações não governamentais (ONGs) de todo o mundo usam a Internet, serviços de e-mail e comunicações móveis, ferramentas on-line de arrecadação de fundos e a mídia social.

O relatório detalha as principais descobertas a partir de uma pesquisa com participantes de 4.908 ONGs de 153 países da África, Ásia, Austrália e Oceania, Europa, América do Norte e América do Sul. Quando comparado com a pesquisa de 2016, o relatório praticamente dobrou o número de participantes. As descobertas do relatório incluem comparações regionais de como as ONGs usam a Internet para promover a conscientização e arrecadar fundos, bem como verificar se as ONGs encontram ferramentas específicas de comunicações on-line e móveis que sejam efetivas para suas estratégias de comunicação e arrecadação de fundos.

As importantes descobertas incluem globalmente:

– 92 por cento dos participantes têm um Web Site. Destes, 78 por cento são compatíveis com dispositivos móveis.

– Somente 38 por cento publicam regularmente em um blog.

– Mais de 68 por cento dos participantes da pesquisa mencionaram que suas organizações usam o domínio .org, comparado com 9,2 por cento que usam o domínio .com.

– O e-mail domina como forma preferida de comunicação com doadores, com 71 por cento dos participantes que enviam regularmente atualizações por e-mail, enquanto 15 por cento enviam regularmente mensagens de texto para os apoiadores.

– 67 por cento dos participantes aceitam doações feitas on-line.

– Enquanto 95 por cento concordam que a mídia social é efetiva para conscientização da marca on-line, somente 66 por cento dos participantes disseram que a liderança executiva apoia priorizar a mídia social em suas comunicações e estratégias de arrecadação de fundos on-line.

– O Facebook lidera como a plataforma de mídia social preferida com 92 por cento dos participantes tendo uma página dedicada, seguido pelo Twitter (72 por cento) e pelo YouTube (55 por cento).

“O Relatório sobre a tecnologia on-line das ONGs é inovador pois é o único projeto anual de pesquisa, dedicado ao estudo de como as ONGs usam a tecnologia on-line em uma escala global e revela as diferenças tecnológicas entre as regiões”, disse Heather Mansfield, fundadora da organização Nonprofit Tech for Good. “Na medida em que a infraestrutura da Internet continua melhorando globalmente, esperamos que os resultados futuros desta pesquisa demonstrem que as ONGs de todo o mundo estão se tornando mais igualmente capacitadas para usarem a Internet para inspirar a filantropia e criar mudanças sociais”.

“Entendemos que a comunidade global das ONGs usam a Internet para impulsionar suas causas, entretanto a condição da infraestrutura de Internet de uma região pode afetar sua habilidade de comunicação e divulgação de sua missão para todo o mundo”, disse Brian Cute, CEO da organização Public Interest Registry. “O relatório nos permite identificar os desafios, pontos problemáticos e, por fim, as oportunidades para apoiar organizações on-line e dar-lhes uma base para se manterem conectadas”.

Para mais informações sobre as descobertas e a metodologia da pesquisa e para baixar o relatório completo e os gráficos, visite o endereço: http://www.techreport.ngo.

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Gartner anuncia calendário de conferências para o Brasil em 2017

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia as datas de seu calendário de conferências no Brasil em 2017. Estão marcadas três Summits para abril, junho e agosto sobre os respectivos temas Infraestrutura de TI, Operações & Data Center; Data & Analytics; e Segurança e Gestão de Riscos. Em outubro, teremos o Gartner Symposium/ITxpo, o maior e mais importante evento de TI do País. As conferências irão acontecer no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo (SP), com agendas direcionadas para profissionais e executivos de TI com poder decisão (CIO, CEO e CFO) que desejam conhecer tendências de tecnologia antes delas serem adotadas pelo mercado.

Os eventos do Gartner oferecem oportunidades de interação para desenvolvimento de negócios, networking e a possibilidade de agendamento de reuniões one-on-one com analistas altamente especializados para obter conselhos práticos sobre os desafios de cada companhia. Também há espaço para diálogo com provedores de serviços de TI e demonstração de produtos e soluções dos principais fornecedores do mercado.

Nos três Summits e no Simpósio, o público poderá assistir a apresentações de analistas do Gartner, acompanhar sessões sobre Quadrante Mágico e acessar pesquisas inéditas, além de participar de workshops, interagindo e trocando experiências. Também fazem parte da programação debates, sessões práticas e mesas-redondas sobre ideias inéditas para o segmento de Tecnologia da Informação.
A agenda completa está disponível no site http://www.gartner.com/events/calendar/ e os eventos deste ano estão confirmados para as seguintes datas:

– Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center – 25 e 26 de abril

– Gartner Data & Analytics Summit – 20 e 21 de junho

– Gartner Segurança e Gestão de Riscos – 8 e 9 de agosto

– Gartner Symposium/ITxpo – 23 a 26 de outubro

Com crescimento de 45%, Digital Commerce Group supera mercados de e-commerce e tecnologia

O comércio eletrônico é um dos segmentos mais saudáveis da economia brasileira, movimentando R$ 53,4 bilhões em 2016, ano marcado pela crise, com um crescimento equivalente a 11% em relação ao ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Já os dados do IDC em 2016 estimam uma alta de 2,6% no mercado de Tecnologia da Informação no país.

Se o ano foi positivo para ambos os setores, quem colheu mais frutos foi o Digital Commerce Group (DCG), fornecedor de tecnologia para lojas virtuais, que obteve um crescimento de 45% no ano. O grupo foi criado em 2016, em Porto Alegre, a partir de um aporte do Criatec 2 – fundo de investimentos em empresas de base tecnológica e perfil inovador – na EZ Commerce, uma das principais plataformas para e-commerce, que figura entre as PMEs que mais crescem no país, de acordo com ranking realizado pela Deloitte.

Consolidada no mercado e mais voltada atualmente para lojas de pequeno e médio portes, a EZ Commerce corresponde a 70% da receita do grupo, que conta ainda com outros dois produtos: a plataforma CORE, para grandes operações, com 20%, e a Octopus, para integração com marketplaces, com 10%. Ao todo, o DCG conquistou 180 contas, totalizando mais de 700 lojas virtuais atendidas, entre elas, GoBOX, Piccadilly e Victorinox.

“O avanço do setor impulsionou o crescimento do grupo também fisicamente, com a duplicação da equipe, que hoje conta com 100 funcionários, e inauguração de um escritório em São Paulo, já responsável por metade das nossas operações”, celebra Henrique Mengue, CEO do DCG.

Para 2017, o grupo espera seguir crescendo na casa dos 40%, especialmente com uma participação maior da Octopus, devido ao mercado promissor de marketplaces. De acordo com o CEO, a ideia é ampliar a atuação da ferramenta, integrando lojas físicas e a Indústria aos shopping centers virtuais. “Nossa busca sempre será em criar um ecossistema unificado de produtos e serviços para venda digital, oferendo ao varejista uma operação completa em todas as pontas com apenas um fornecedor”, acrescenta Mengue.

Promessa Endeavor

Na visão dos executivos do DCG, o mercado de tecnologia para e-commerce deve demandar em 2017 por soluções mais maduras nos quesitos de mobilidade, interação em tempo real e B2B. Para enfrentar o desafio de entregar produtos competitivos para conquistar grandes resultados, o grupo apresentará nova identidade visual e colocará em prática os meses de mentorias recebidas de grandes empreendedores do país no programa “Promessas Endeavor 2016”, para o qual foi selecionada entre empresas do Rio Grande do Sul, e concluído em novembro último.

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Escola aposta em projeto inovador para alunos criarem aplicativos e robôs

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A paixão por games e aplicativos caiu no gosto de crianças e adolescentes. Pensando nisso, um projeto educacional envolvendo o ensino de programação, a criação de aplicativos, sites e até mesmo a confecção de robôs, foi implantado em São José dos Campos.

Com o mercado tecnológico crescente a Ctrl+Play, escola de programação e robótica, que possui unidades espalhadas em várias cidades do Brasil, instalou a primeira franquia da rede na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte. A unidade abriu as portas na segunda-feira (30).

A escola aposta em um projeto inovador para chamar a atenção de crianças e jovens entre 7 e 16 anos, oferecendo a eles a prática em laboratórios e para que se reinventem em cada experiência.

Segundo o responsável pela unidade em São José, Alison Bessa, a proposta é levar aos alunos uma plataforma educacional e propor entendimentos tecnológicos.

“Queremos que os alunos conheçam as lógicas de programação, pois ela ajudará a compreender e colaborar para as inovações digitais e vai estimular o raciocínio lógico e criatividade”, explica.

Estrutura

Com salas totalmente equipadas e computadores individuais, os alunos podem aprender de forma didática e fácil. Os professores usam algumas ferramentas criadas por insituições conhecidas como MIT (Massachussets Institute of Technology), Microsoft, Google, entre outras.

“São métodos interativos em que os estudantes vão aprender de forma divertida o conteúdo dos cursos”, destaca Alison Bessa.

Cursos

A unidade conta com ‘Code Kids’ voltado para crianças entre 7 e 9 anos. Os alunos do Code Kids entram em contato com ferramentas que estimulam o desenvolvimento da criatividade, do raciocínio lógico, inglês e muitas outras habilidades, criando jogos e robôs de uma maneira super divertida e didática.

No Curso Regular de Programação e Robótica, os alunos entre 10 e 16 anos aprendem sobre a criação de games, robótica, desenvolvimento de web, administração de servidores, entre outras atividades, utilizando ferramentas profissionais.

Há também cursos rápidos, como Minicraft, criação do próprio game e aplicativo, oficina de introdução à robótica, entre outros.

SERVIÇO

A Ctrl+Play de São José dos Campos fica localizada na avenida Barão do Rio Branco, 630, no Jardim Esplanada.

Outras informações podem ser obtidas pelo: www.ctrlplay.com.br/unidades/sao-jose-dos-campos-sp/

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Kickante é selecionada para a próxima fase do inovaBra

Em seu terceiro ano, o inovaBra, programa de inovação do Bradesco que busca novos modelos de negócios voltados ao setor financeiro, já virou referência entre as startups brasileiras. E a Kickante, maior plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo) e líder no Brasil, está entre as selecionadas para a próxima fase da iniciativa.

“Sabemos que ainda estamos no início do processo que deve ser bem competitivo, dada a qualidade de todas as empresas selecionadas, mas só o fato de termos passado pelo primeiro grande crivo de seleção já é uma honra para nós”, comemora Viviane Sedola, VP de Desenvolvimento e Co-fundadora da Kickante.

Segundo a executiva, essa não foi a única boa notícia a respeito do programa. Outras quatro empresas, que utilizaram a plataforma da Kickante para buscar financiamento coletivo para seus projetos, também foram selecionadas para o inovaBra:

• Easythings Tecnologia, desenvolvedora do Easyglic – Bracelete de detecção de estado hipoglicêmico para pacientes diabéticos;

• Laura Network, com a iniciativa do Robô Laura – tecnologia desenvolvida para detectar precocemente um possível caso de Sepse, ajudando médicos e enfermeiros a salvar muitas vidas;

• Nearbee, com o projeto Alfabee – uma plataforma geosocial que integra pessoas próximas, amigos, familiares e autoridades competentes;

• Vixsystem, com projeto Cão-Guia Robô – desenvolvido para gerar maior autonomia no deslocamento no dia a dia do deficiente visual.

“É gratificante ver empresas tão inovadoras e que confiaram na Kickante para buscar apoio financeiro para seus projetos também participarem desta iniciativa. Seja pela ideia genial ou pelo empenho e persistência, esses projetos merecem sair do papel e ganhar o mundo todo para servirem de exemplo”, comenta Candice Pascoal, CEO e fundadora da Kickante.

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OLX marca presença na Campus Party 2017

Nesta sexta-feira, 3/02, às 17h15, a OLX estará presente, pela primeira vez, em um dos palcos de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, a Campus Party. Janet Baireva, diretora de produto da OLX e Bernardo Carneiro, Chief Techology Officer da empresa, apresentarão aos campuseiros a palestra intitulada “Conheça uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil: sim, a OLX!”. No evento – que celebrará 10 anos no Brasil -, os executivos vão abordar um pouco sobre o desenvolvimento de tecnologia 100% brasileira empregada pela líder do mercado de compra e venda online no País.

A empresa, que é patrocinadora da Campus Party, fará um quiz sobre informações/curiosidades da OLX e dos 10 anos do evento. Os participantes encontrarão dicas para responder esse quiz nas bancadas personalizadas da marca e poderão concorrer a um final de semana no Rio de Janeiro (passagem, hospedagem e acompanhante) com direito a uma visita ao novo escritório da OLX. A OLX também vai apadrinhar um dos 17 temas do “The big hackaton”, chancelado pela ONU, que acontecerá na Campus Party – serão 100 horas de hackaton para solucionar problemas da sociedade.

Uma informação importante para jovens talentos da tecnologia: os campuseiros poderão se inscrever em processos seletivos para as vagas disponíveis na empresa.

Serviço:

Campus Party 2017: 31/01 a 5/02

Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi – R. Prof. Milton Rodrigues, 13 – Santana, São Paulo – SP

Palestra OLX: Conheça uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil: sim, a OLX!

Data: 03/02 – sexta-feira

Horário: 17h15

Local: Palco Empreendedorismo

Informações: http://brasil.campus-party.org/

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App gratuito da Fiesp traz oportunidades de negócios com Sesi, Senai e Aeronáutica

A fim de promover e ampliar o campo de negócios para pequenas, médias e grandes empresas, o Departamento de Ação Regional da Fiesp (Depar) criou o sistema “Ponte de Negócios”. Com a nova plataforma, composta por site e aplicativo, companhias e profissionais autônomos têm acesso aos processos de licitação de compra do Sesi, Senai, Centro Logístico da Aeronáutica e demais parceiros.

As oportunidades estão concentradas nas áreas de obras, serviços, materiais e equipamentos, aluguéis e locações, setor médico e odontológico e setor bélico e de defesa. Além disso, os processos de compra publicados pelas entidades estão separados por lotes de diferentes quantidades, de modo a contemplar também os pequenos e médios fornecedores do Estado.

Na avaliação do diretor Depar, Sylvio de Barros, o objetivo da nova ferramenta é divulgar com transparência novas oportunidades de negócios para o maior leque de empresas possível, permitindo a multiplicação de parceiros e potenciais compradores. “A ideia é criar um novo mercado para a indústria”, explica.

Os interessados podem baixar gratuitamente o app, disponível na App Store, Google Play e Microsoft, basta realizar um cadastro com nome, CPF, e-mail e senha. O app envia semanalmente alertas personalizados sobre as novas oportunidades aos participantes. Mais informações no site da iniciativa: www.fiesp.com.br/pontedenegocios.

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Sophos divulga tendências de ciberataques em 2017

O ano de 2016 já tinha sido palco não só de um grande número, mas também de uma grande variedade de ciberataques, desde os DDoS de alto perfil que controlam as câmeras de segurança ligadas à internet, até à suposta invasão da rede de computadores liderada por hackers russos durante as eleições americanas. Vimos ainda um aumento dos cenários que envolvem violação de dados, em pequenas e grandes empresas, e perdas significativas no que diz respeito à informação pessoal.

A Sophos reuniu tendências de ciberataques atuais e emergentes que acredita serem as principais ameaças para o ano de 2017. Entre os mais preocupantes estão os ataques DDoS com equipamentos IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas) e os ataques contra estados e sociedades.

Os ataques DDoS IOT destrutivos vão aumentar. Em 2016, o malware Mirai conseguiu demonstrar o massivo potencial destrutivo dos ataques DDoS em um cenário com equipamentos IoT inseguros. Os ataques do Mirai exploraram apenas um número reduzido de equipamentos e vulnerabilidades, e utilizaram técnicas de identificação de senhas bastante básicas. No entanto, os cibercriminosos terão a vida ainda mais facilitada tendo em conta os inúmeros equipamentos IoT que existem com códigos desatualizados, baseados em sistemas operacionais com baixa manutenção e em aplicações com vulnerabilidades bastante conhecidas.

Mudança de ataques exploit para ataques sociais direcionados. Os cibercriminosos estão aprimorando suas técnicas contra a maior vulnerabilidade que existe: os humanos. Os ataques estão cada vez mais sofisticados e convincentes para enganar os usuários. Por exemplo, é bastante comum ver um e-mail direcionado, que aborda o destinatário pelo nome e menciona uma dívida pendente que o remetente pretende cobrar. Por medo ou curiosidade da dívida, o usuário se sente tentado a clicar no e-mail que o direciona para um link malicioso, iniciando o ataque. Esses ataques de phishing deixaram de ser facilmente reconhecidos pela presença de erros mais óbvios, como acontecia, e agora estão direcionados se passando por bancos e autoridades.

Exploração da infraestrutura antiga e insegura da internet. A maioria dos usuários da internet ainda confiam em protocolos antigos que se estabeleceram no início da internet. Por exemplo, ataques contra o protocolo BGP (Border Gateway Protocol) podem interromper, sequestrar ou desativar potencialmente grande parte da internet. O protocolo BGP é a espinha dorsal da internet, usada para rotear solicitações na internet. O ataque DDoS que ocorreu em outubro contra a Dyn, uma das principais empresas fornecedoras de serviços DNS do mundo, afetou o acesso à internet em diversas partes do mundo. Provedores e empresas de grande porte podem tentar responder a esses ataques, mas em caso de falhas terão de arcar com sérios danos se os hackers optarem por explorar as falhas mais profundas da internet.

O ransomware continua em evolução. À medida que mais usuários reconhecem os riscos do ataque ransomware por e-mail, os criminosos continuam explorando outros vetores. As novidades podem vir com um malware que reinfecta mais tarde, muito depois do resgate ser pago, ou também com ferramentas internas e de malware não executável para, dessa forma, evitar a detecção na proteção de endpoint, que foca nos arquivos executáveis. Alguns exemplos recentes têm solicitado primeiro o compartilhamento do arquivo infectado com duas pessoas antes de devolver o arquivo descriptografado. Os autores do ransomware também estão começando a utilizar técnicas diferentes da criptografia como, por exemplo, excluindo ou corrompendo cabeçalhos de arquivos. E, finalmente, com ransomware antigo ainda flutuando pela web, os usuários podem ser vítimas de ataques sem solução porque os locais de pagamento não existem mais.

Aumento de ataques de dispositivos IoT. Os usuários de dispositivos IoT podem não notar ou sequer se importar se o equipamento de monitoramento dos seus bebês está sendo utilizado para atacar um website. Contudo, uma vez que hackers tem o domínio de um dispositivo em uma rede privada, eles podem comprometer todos os outros equipamentos que estão conectados na mesma rede, como notebooks que podem conter uma série de dados pessoais. Em 2017, mais incidentes como esse serão frequentes, além de ataques por meio de câmeras e microfones para espionar residências.

Infraestrutura financeira com maior risco de ataque. O uso de phishing direcionado ou whaling (caça à baleia) continua a crescer. Esses ataques usam informação detalhada de executivos das empresas com o objetivo de enganar funcionários para comprometer contas e viabilizar o pagamento aos fraudadores. Para esse ano, são esperados esses ataques às infraestruturas financeiras, como o que ocorreu em fevereiro ao Swift – sistema global que bancos utilizam para realizar transações de milhões de dólares todos os dias – e que custou US$81 milhões ao Banco Central de Bangladesh.

Ataques contra órgãos dos Estados e contra a população. Os ataques tecnológicos se revelam cada vez mais políticos. Por exemplo, investigadores conseguiram demonstrar ataques que permitiram que um eleitor vote repetidamente, de forma fraudulenta, sem ser detectado. Mesmo que os Estados não realizem ataques desta natureza contra os sistemas eleitorais de seus adversários, a ideia de que estes ataques são possíveis é, por si só, uma arma verdadeiramente poderosa. A população, por sua vez, sofre com a desinformação e enfrenta sérios riscos como, no caso deste exemplo, ter o sistema de votação comprometido.

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