Archive setembro 2016

Equipe brasileira de robótica participa de campeonato latinoamericano

Em outubro, o Brasil se torna palco do XIV Concurso Latino-Americano de Robótica e XIII Competição Brasileira de Robótica. De 8 a 12 de outubro, diversas equipes do Brasil e de países da América Latina disputam para ver quem desenvolve os melhores robôs. Dentre os competidores, a NoBox Robotics, equipe da Universidade Federal do ABC, participa na categoria Very Small Size Soccer, na qual jogam futebol com três robôs.

Os robôs são controlados remotamente por um computador e não têm intervenção humana. Durante a partida, o computador processa a imagem de uma câmera de vídeo localizada acima do campo e, após esse processamento, os comandos são enviados aos robôs por rádio. Para esse tipo de competição são necessários equipamentos de tecnologia das mais avançadas que permitem melhor performance. Para isso, a equipe buscou apoio do KaBuM!, maior e-commerce de tecnologia do país, para conseguir o equipamento necessário e competir com grandes chances de destaque.

Os membros da NoBox Robotics contam que, fora do Brasil, é muito comum grandes empresas, como Google e Microsoft, apoiarem jovens desenvolvedores em campeonatos, mas no Brasil a realidade é bem diferente. “Aqui, contamos com os recursos dos próprios membros para conseguirmos os equipamentos para competir e há pouco incentivo das empresas”, explica Ivan Seidel, integrante da equipe.

Para mudar essa realidade, o KaBuM! está investindo na equipe, juntamente à fabricante AMD, para incentivar cada vez mais projetos brasileiros. Além do uniforme do time, a NoBox Robotics recebeu do e-commerce o equipamento necessário para competir.

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Mobile Analytcs: Fique de olho nesta tendência

Com o avanço tecnológico dos últimos tempos, o celular passou a ser o principal meio de acesso à internet. Só no Brasil, de acordo com dados do IBGE, tablets e celulares são usados por 80,5% dos brasileiros, enquanto o uso do computador registra a marca de 76,6%. Pensando nisso, para aproveitar o crescimento do mercado mobile, muitos empreendedores investem em aplicativos e sites móveis, além de procurar uma gestão específica e eficiente. Mas qual a utilidade de adotar uma ferramenta como o Mobile Analytcs?

”Essas ferramentas de análise permitem que o usuário gerencie informações de tudo o que é móvel (equipamentos, pessoas, etc.) e não móvel (dados empresariais, por exemplo), através de aplicações que rodam também em aparelhos móveis. Uma das aplicações de grande potencial permite saber quais anúncios de publicidade (ou links patrocinados) estão sendo mais vistos ou perdidos, de quais as áreas geográficas foram acessados, próximos a que tipo de estabelecimento comercial, por meio de tipo de aparelho e em que período do dia”, explica Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina – empresa especializada em soluções para Business Inteligence e Analitycs.

Segundo o especialista, com essa informação, o Mobile Analytcs avalia qual a melhor opção de captação está sendo mais efetiva, promove insights para saber o porquê do sucesso, permitindo assim replicar o modelo, descartando as que não obtêm resultados.

“Todos os dados ficam de forma simples e rápida na mão do usuário, mostrando todo desempenho dos produtos. Com isso, é possível entender e conduzir a empresa de forma personalizada, atendendo o que ela mais precisa no momento”, diz Pires. Desta forma, a ferramenta permite tomadas de decisões mais rápidas e inteligentes, sem a necessidade de filtrar uma imensidão de dados, tornando um uso fácil e sob medida para as especificidades de cada negócio.

“Em países como o Brasil, por exemplo, o Mobile Analytcs é essencial par assegurar a inteligência de negócios, em especial se considerarmos o volume cada vez mais elevado de acessos provenientes de celulares e tablets, e, portanto, a necessidade crescente de uma análise específica e aprofundada sobre os dados de acessos”, completa Allan.

Não à toa, o tema Mobile Analytics será um dos temas de destaque da 9ª edição do Fórum Mobile +, que acontece nos dias 4 e 5 de outubro no auditório WTC, em São Paulo. No primeiro dia de evento, às 11h30, Allan Pires realizará a palestra “Mobile Analytics – como colocar os indicadores na ponta dos dedos dos executivos de negócios”, em que abordará os diferenciais proporcionados por esta ferramenta de análise e como o usuário pode se valer da solução para garantir estratégias eficientes voltadas à inteligência de mercado.

FÓRUM MOBILE +

Data: 04 e 05 de outubro de 2016

Local: WTC Events Center – Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo – São Paulo

Palestra: “Mobile Analytics – como colocar os indicadores na ponta dos dedos dos executivos de negócios” – Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina

Data: 04 de outubro de 2016

Horário: 11h30

Para mais informações acesse: http://forummobile.com.br/

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Como a TI pode melhorar a confiança da indústria em meio à crise? – Por Lisandro Sciutto

O índice que mede a confiança do empresário brasileiro em relação ao desempenho da indústria já melhorou no último mês, segundo a CNI, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) chegou ao melhor patamar de confiança para o próximo semestre – confiança que não acontecia desde 2014. Isso mostra que por mais passageiras que as crises econômicas sejam, elas ainda têm o potencial de fazer as empresas olharem com atenção para o futuro.

Hoje, por meio do software, a barreira da conectividade foi quebrada permitindo que o setor tenha acesso a ferramentas modernas não apenas para conectividade com parceiros por meio do conhecido EDI (intercambio de dados eletrônico), mas também para gestão de redes globais de gestão suprimentos, em que a colaboração com fornecedores permite ter total visibilidade dos processos de despacho, aduanas, pagamentos, e embarque de cargas, assim como o controle dos fluxos de inventários. Com isso, os empresários conseguem aumentar eficiências em todos os níveis dentro de casa e quando a empresa participa do mercado global.

A indústria, que é amplamente afetada pela queda do consumo, precisa atuar de forma estratégica nos momentos desafiadores da economia e vislumbrar crescimentos futuros. Mas como fazer isso quando o setor não vai bem e os números estão abaixo do esperado?

O segredo está em alinhar a adoção de TI à estratégia dos negócios. Nesses momentos, é praticamente obrigatório que as empresas otimizem custos e ganhem eficiência a partir dos processos já existentes a fim de atender às demandas do mercado. Buscar ferramentas certas pode ajudar a melhorar os processos internos, identificar gargalos, e tornar a empresa estratégica ao focar em pilares como: planejamento corporativo, estratégia de sustentabilidade, processos enxutos e post-mortem com uso do software.

A disponibilidade de ERP’s modernos e soluções de EAM com foco na sustentabilidade de equipamentos industriais deixam as empresas bem amparadas nos momentos mais sombrios da economia. Atualmente, eficiência é um imperativo para o setor, e um dos problemas globais que a área enfrenta. Com essas soluções, as empresas conseguem olhar para os seus ativos e saber onde é possível economizar para investir nos momentos de bonança. Por isso, é preciso entender a tecnologia como estratégica para ajudar as empresas a terem processos enxutos (conceito de lean manufacturing) e a fazer a análise post-mortem de projetos existentes – o que permite à indústria enxergar elementos que tiveram ou não sucesso, antes de promover grandes mudanças.

Com suporte da TI em áreas administrativas e produtivas, também é possível ajustar a capacidade de produção de acordo com as demandas do mercado, para não fabricar produtos a mais e evitar o aumento dos custos com processos que podem ser planejados como a manutenção de uma máquina. O planejamento está diretamente associado à adoção de tecnologia, levando empresas do setor a otimizar processos para reduzir custos e aumentar a produtividade. E, vamos combinar: desperdícios, sucateamentos e horas de máquinas paradas são custosos para qualquer empresa – principalmente na crise. Por isso, o momento para as empresas olharem para os seus ativos, desenvolver uma estratégia de sustentabilidade e produção e fazer a análise post motern é agora quando a crise dá lugar para a reflexão e nos prepara para a próxima onda de consumo e expansão da economia. Neste momento um dos grandes pontos que o setor precisa resgatar é que a eficiência só acontecerá com tecnologia envolvida no processo.

Lisandro Sciutto, diretor de produtos da Infor LATAM

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Sandoz lança desafio para jovens empreendedores resolverem problemas globais de acesso à saúde

A Sandoz, divisão de medicamentos genéricos e biossimilares do Grupo Novartis, anuncia hoje o lançamento da Sandoz HACk – Healthcare Access Challenge – uma competição global que tem como objetivo engajar jovens a promoverem ideias e soluções inovadoras para ajudar a resolver problemas de acesso à saúde em todo o mundo.

“Pesquisa global da Sandoz sobre a percepção do acesso à saúde envolvendo 12 nações mostrou que os brasileiros estão entre os mais preocupados com o tema no próprio país. Desta forma, é necessário um esforço em conjunto de diferentes setores na busca de soluções colaborativas”, conta André Brázay, diretor geral da Sandoz Brasil. “Com esta iniciativa global da Sandoz, estamos buscando fomentar ideias criativas que consigam reimaginar o acesso aos cuidados com a saúde usando a tecnologia como uma forte aliada. Muitas vezes, pequenas ideias inovadoras podem impactar em grandes mudanças”, aponta.

Apesar dos avanços realizados na medicina moderna, mais de dois bilhões de pessoas no mundo não conseguem os medicamentos de que necessitam e mais de 400 milhões não têm acesso aos serviços básicos de saúde.

Além disso, a tecnologia móvel tem mudado radicalmente a forma como os cuidados são prestados e a influência destes dispositivos na área da saúde continuará a evoluir em todo o mundo. Pensando nisso, a Sandoz Hack lança o desafio e incentiva a atual geração de empresários e pensadores criativos para inscrever ideias que utilizam tecnologias móveis para ajudar a resolver os desafios de acesso aos cuidados de saúde em diferentes regiões.

Os esforços combinados dos setores público e privado, incluindo a indústria farmacêutica, organizações sem fins lucrativos e governos promoveram avanços significativos para enfrentar os desafios do acesso aos cuidados de saúde em todo o mundo. No entanto, estas iniciativas sistemáticas em grande escala precisam ser apoiadas pela sociedade, impulsionada por soluções inovadoras de pequena escala que podem fazer uma grande diferença. Foi com isso em mente que o Sandoz Hack foi lançado.

Como participar?

Se você tem uma grande ideia para criar um aplicativo, serviço móvel ou alguma outra tecnologia que possa ajudar pessoas que não têm acesso aos medicamentos, faça sua inscrição.

Sandoz HACk está aberto para inscrições de pessoas entre 18-35 anos de idade em todo o mundo até o dia 30 de novembro de 2016.

Inscrição – Pré-requisitos

Conhecimento avançado em Inglês

É preciso entrar na competição por meio da página do Facebook Sandoz Global postando um vídeo de 1-2 minutos ou um texto de 150-200 palavras com a sua ideia inovadora

Caso selecionado, é preciso ter disponibilidade para viajar para Londres, em março de 2017 (todas as despesas serão pagas)

Premiação

As ideias dos participantes serão escolhidas e desenvolvidas em parceria com a comunidade on-line antes de serem apresentadas a um comitê de juízes.

Por meio de um processo de avaliação, seis projetos finalistas serão publicados no OpenIDEO – uma comunidade global que reúne as principais organizações e indivíduos que trabalham em conjunto para prover soluções para os maiores desafios da saúde no mundo. A equipe do OpenIDEO irá ajudar os finalistas a construir, desenvolver e aperfeiçoar suas ideias para que estejam prontas para a próxima fase da competição.

Além disso, receberão orientações da equipe da Sandoz que também oferecerá um grupo de mentores especialistas nas áreas de marketing, comunicação, gestão de projetos, finanças e negócios para ajudar a consolidar a ideia.

Após essas etapas, os finalistas serão convidados a participar do WIRED Saúde 2017, em Londres, para apresentar os projetos. WIRED Saúde é um evento global que discute soluções inovadoras para o setor da saúde. Em sua quarta edição, esse evento contará com cerca de 300 médicos, executivos renomados da área de saúde, cientistas e investidores que têm interesse em explorar a evolução e o futuro do setor da saúde.

Os três vencedores serão escolhidos no WIRED 2017 e serão premiados com 20 mil euros.

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IBPT realiza 20ª edição do Seminário Nacional de Excelência na Gestão Tributária

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação- IBPT realizará, nos dias 20 e 21 (quinta-feira e sexta-feira) de outubro, a 20ª edição do Seminário Nacional de Excelência na Gestão Tributária, que visa analisar e discutir significativas questões fiscais decorrentes do dia a dia operacional das empresas, assim como oferecer aos participantes uma rara oportunidade para compartilhar novas experiências técnicas no contexto do gerenciamento da tributação nas empresas industriais, mercantis e de prestações de serviços.

A coordenação técnica desse evento encontra-se desde a sua 1ª edição sob a responsabilidade do consultor de gestão tributária e professor Humberto Bonavides Borges que também é autor de várias obras, entre as quais cabe mencionar: Planejamento Tributário IPI, ICMS, ISS e IR, 14ª edição, Gerência de Impostos – IPI, ICMS, ISS e IR, 8ª edição, Auditoria de Tributos – IPI, ICMS, ISS, 5ª edição, lançada recentemente, e Manual de Procedimentos Tributários – IPI, ICMS e ISS, 3ª edição, editadas pelo GEN/Atlas.

Os palestrantes desse concorrido evento são: o Professor Humberto Bonavides Borges e o combativo advogado Gilberto Luiz do Amaral, sócio da Amaral, Yazbek Advogados, Presidente do Conselho Superior do IBPT, Coordenador de vários Pesquisas e Estudos realizados pelo IBPT e Coordenador de livros sobre relevantes questões fiscais.

Na ocasião, os palestrantes irão explorar o universo do compliance tributário, mediante a análise e discussão de casos práticos nos lineamentos do planejamento, coordenação e controle fiscal, que certamente permitirão aos participantes obterem novas perspectivas de como elaborar a estrutura e a forma de seus negócios empresariais, com o objetivo de alcançar consequências tributárias menos onerosas, bem como eliminar contingências na área de tributos.

Para o Presidente do Conselho Superior e Coordenador de Estudos do IBPT, Dr. Gilberto Luiz do Amaral, a iniciativa desse Seminário é permutar informações técnicas, gerar um debate com os demais colegas de profissão sobre temas tributários da atualidade e, sobretudo, analisar estruturas negociais que possibilitam legítimas economias de tributos.

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Payu inicia atuação no varejo físico brasileiro em parceria com global Payments

A PayU, empresa global de pagamentos online, acaba de anunciar o início de sua operação no varejo físico brasileiro, após fechar parceria com a Global Payments Brasil, líder mundial em tecnologia de pagamento eletrônico. O acordo firmado amplia os serviços da PayU para além do universo online, facilitando o recebimento de pagamentos em lojas off-line. A partir de agora, os clientes da empresa poderão utilizar máquinas de cartões, também conhecidas como POS.

“Estamos expandindo o nosso portfólio de soluções para oferecer aos nossos prospects e parceiros mais opções de serviços e vantagens competitivas que vão além do online. Muitos de nossos clientes também possuem operação off-line e esta parceria nos permitirá suprir essa necessidade do varejo físico com agilidade e segurança”, afirma Marcos Marins, CEO da PayU no Brasil.

“Importante ressaltar que esta é uma iniciativa que nos enche de orgulho, já que a parceria entre a PayU com a Global Payments é a primeira deste tipo no mercado de pagamentos brasileiro, o que é uma demonstração clara de pioneirismo e inovação das duas empresas”, acrescenta Marcos Marins.

De origem americana, a Global Payments vem trabalhando para se consolidar no mercado nacional. A atuação da empresa no País abrange tanto o varejo tradicional quanto o comércio eletrônico. Segundo a presidente da Global Payments Brasil, Marcia Mello, a união com a PayU é estratégica. “Tratam-se de duas empresas com experiências globais. Vimos nesta parceria uma oportunidade de ampliar a distribuição de nossos produtos devido à representatividade da PayU na região”, comenta.

A solução de pagamentos online da PayU conta com mais de 7 milhões de compradores ativos e 40 mil lojas virtuais credenciadas no Brasil, possibilitando que o usuário compre com mais conforto e rapidez e oferecendo diferentes formas de pagamento, que incluem as principais bandeiras de cartões de crédito do mercado. A PayU também disponibiliza o sistema antifraude Fcontrol integrado à sua plataforma gratuitamente.

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Terceira idade também está conectada a serviços de marketplace

Comodidade, conforto e conveniência por meio de ferramentas tecnológicas são características das gerações y e z, porém, não apenas delas. Cada vez mais, gerações anteriores e até mesmo a terceira idade têm utilizado da modernidade em seu dia-a-dia. Uma pesquisa feita pela Easy Carros, marketplace que conecta donos de carro a profissionais de serviços automotivos, mostra que pessoas com mais de 60 anos também são adeptas aos serviços oferecidos de forma online, seja por smartphone ou computador.

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Inclusive, um outro estudo realizado pelo Instituto Locomotiva, mostrou que 5,2 milhões de pessoas com mais de 60 anos já utilizam ativamente a web no país. De acordo com os números da pesquisa, em um período de oito anos, esse número teve um salto de 940%, ou 4,8 milhões de novos usuários.Há uma diferença entre os pedidos feitos pelos jovens de 18 a 22 e pessoas com mais de 61 anos. Os clientes da terceira idade preferem utilizar o desktop, sendo 58% dos acessos feitos pelo computador. Já os mais jovens, na maioria das vezes optam por realizar seus agendamentos de serviço via aplicativo. Para clientes entre 18 e 22 anos, 58% é feito por meio de smartphone, contra 22% via web.

A variedade de idade no uso de aplicativos é algo muito positivo, segundo Fernando Saddi, CEO da Easy Carros. “É importante que todos se beneficiem das facilidades da tecnologia e do uso de aplicativos que facilitam a vida. A Easy Carros tem como objetivo mudar a forma como as pessoas se relacionam com o carro e é ótimo que essa relação possa se estreitar também com as pessoas da terceira idade e não apenas com jovens”, afirma o executivo.

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São Paulo recebe novamente maior evento de datacenter da América Latina

DatacenterDynamics Converged será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, no Centro de Eventos Pro Magno

A DatacenterDynamics, organizadora global de eventos dirigidos ao mercado de datacenters, promove nos dias 8 e 9 de novembro a 8a edição do DatacenterDynamics Converged Brasil (DCD Converged Brasil), maior encontro do segmento na América Latina e que será realizado no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo (SP).

O evento reunirá mais de 90 especialistas, que serão responsáveis por mais de 50 conferências sobre o momento atual e perspectivas para o setor de datacenters no Brasil. Estudos apontam que o País é o maior mercado tecnológico da América Latina e, hoje, responde por 45% de todos os ativos de datacenter na região. Ainda de acordo com estimativas publicadas pela DCD Intelligence, departamento voltado para estudo de mercado da DatacenterDynamics, em 2016 o mercado brasileiro de datacenter movimentará 10 bilhões de dólares e demandará a construção de mais de 965 mil metros quadrados em estruturas para o armazenamento de dados.

Confirmando as previsões da DCD Intelligence, um estudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) destaca que o ciclo de crescimento do setor de TI insiste em contrariar a desaceleração econômica que o País atravessa. O mercado brasileiro de TI cresceu mais do que a média mundial em 2015: a previsão da Abes é que isto se repita este ano. Hoje, o Brasil ocupa o sexto posto no ranking mundial de investimentos em TI.

De acordo com o CEO da DatacenterDynamics para a América Latina, José Friebel, o DCD Converged Brasil 2016 terá novidades que consolidarão a importância do evento na região. “Estrearemos novas áreas temáticas e novos conceitos de networking. Tudo com um único objetivo: consolidar nosso evento como uma plataforma de networking por excelência para a indústria de datacenter brasileira”, afirma.

Mais de 1200 profissionais devem participar do DCD Converged, em um ambiente exclusivo para usuários finais e operadores de data center. “Outra novidade é que o programa de conferências terá como base o estudo ‘Big Discussions’, recentemente lançado pela DatacenterDynamics e que apresenta uma seleção dos temas mais importantes da indústria, que serão abordados durante o evento”, comenta Friebel.

O DCD Converged está inserido na Brasil Data Center Week (Semana de Data Center do Brasil). Pelo segundo ano consecutivo, os profissionais contarão com uma semana totalmente voltada para o setor, com diversas atividades informativas e de networking.

DCD Converged Brasil 2016

Quando: 8 e 9 de novembro

Onde: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)

Mais informações: http://www.dcdconverged.com/conferences/brasil-2016

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Brasil teria um ganho na economia de quase R$ 500 bilhões em 2025 com uso de ferramentas digitais para serviços financeiros

Dois bilhões de pessoas e 200 milhões de empresas em economias emergentes não têm acesso à poupança e ao crédito – e, mesmo aqueles com acesso, podem pagar caro por uma gama limitada de produtos. Este cenário, segundo novo estudo da consultoria McKinsey, pode ser revertido frente ao crescimento das tecnologias digitais voltadas aos serviços financeiros, que provocariam maior inclusão financeira, diminuição do custo das operações e consequente ganho de produtividade em toda economia.

A McKinsey estima que a digitalização dos serviços financeiros poderia aumentar em US$ 2,1 trilhões o volume de empréstimos concedidos a empresas e pessoas físicas nos países emergentes (Brasil, China, Etiópia, India, México, Nigéria e Paquistão) em 2025. As instituições financeiras, por sua vez, também seriam beneficiadas com uma economia de US$ 400 bilhões por ano em custos diretos.

No caso do Brasil, especificamente, a McKinsey calcula um ganho de US$ 152 bilhões (aproximadamente R$ 495 bilhões) na economia do país com as transações digitais no setor financeiro em 2025. Este montante estaria dividido em ganhos de produtividade, aumento em investimentos e em postos de trabalho. Somando os 7 países em desenvolvimento analisados pela McKinsey, o potencial de incremento na economia seria de US$ 3,7 trilhões.

A origem das estimativas de ganhos projetadas pela McKinsey para os países emergentes contemplam, além das aplicações digitais de serviços financeiros por parte dos bancos e das corretoras, os novos negócios resultantes de empresas baseadas no universo virtual: as fintechs.

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Delta e GOL promovem a inovação do turismo aéreo em Hackathon no Brasil

A Delta Air Lines (NYSE: DAL) e sua parceria brasileira, GOL Linhas Aéreas Inteligentes, estão patrocinando neste ano o Hackathon realizado pela Associação Brasileira de Agentes de Viagens (ABAV). A competição brasileira reúne jovens especializados em tecnologia para participarem de uma maratona de programação na qual irão desenvolver soluções destinadas para o setor de turismo. O evento desafia os grupos a criarem soluções digitais para aprimorar a experiência e a interatividade entre agentes de viagens e seus clientes.

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A competição será realizada entre os dias 28 e 30 de setembro durante a ABAV Expo Internacional de Turismo, a feira de turismo mais completa, tradicional e importante do Brasil, na qual a Delta e suas parceiras GOL, KLM e Air France patrocinam o espaço da Ilha Corporativa. Esta área busca atender à crescente demanda do setor de viagens de negócios, incentivando a troca de experiências com os gestores de viagens de empresas de diversos setores que estarão presentes no evento.

“A importância de nossa parceria é oferecer aos talentosos jovens uma experiência que é divertida, envolvente e que fornece a eles oportunidades para demonstrarem seus talentos, ” disse Luciano Macagno, diretor da Delta para o Brasil. “A Delta e a GOL são líderes da indústria na expansão da experiência do cliente por meio da utilização de tecnologia e inovação. Estamos muito empolgados para oferecer oportunidades para os jovens alcançarem o sucesso e caminharem em direção à realização de seus sonhos. ”

A Delta concederá aos vencedores do Hackathon cinco passagens para Orlando, Flórida, pois a companhia aérea possui um voo diário e direto para a cidade a partir do Brasil. A GOL oferecerá passagens domésticas para o segundo colocado. Os vencedores serão selecionados por uma comissão julgadora.

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Agência Nacional de Saúde Suplementar promove Hackathon

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai promover uma maratona de programação – evento conhecido como Hackathon – a fim de desenvolver aplicativos para celulares e tablets para o setor de planos de saúde. A ideia é usar a tecnologia digital para criar soluções úteis e inovadoras, aumentando a transparência na divulgação das informações públicas do setor.

Poderão participar da maratona especialistas em informática, programadores, desenvolvedores e inventores em geral. Eles deverão criar aplicativos relacionados a temas previamente definidos pela ANS. Os quatro primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil. Os direitos de propriedade intelectual dos aplicativos vencedores serão cedidos exclusivamente à ANS.

“O Hackathon é uma iniciativa que tem sido bastante utilizada no mundo dos negócios para promover a cultura da inovação. Inspirados nessa ideia, vamos realizar o 1º Hackathon ANS como uma forma criativa de utilizar as redes de informação e os dispositivos móveis para contribuir para a inovação em saúde. O objetivo é aumentar a transparência da informação na saúde suplementar e desenvolver aplicativos que sejam úteis aos beneficiários de planos de saúde e ao setor como um todo”, explica a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira. “Além disso, o evento é uma forma e mobilizar a sociedade em busca de uma melhor compreensão e solução dos problemas relacionados aos planos de saúde”, completa a diretora.

Editais – Para realizar o evento, a ANS publicará dois editais de chamamento, um direcionado às organizações que desejem colaborar com a iniciativa, mediante a assinatura de um acordo de cooperação, e outro destinado aos profissionais que irão participar da maratona. Veja mais detalhes:

Organizações colaboradoras: O edital para habilitação de organizações da sociedade civil que quiserem colaborar para a organização e a realização do evento está disponível a partir desta terça-feira (27/09). Podem participar do processo seletivo as instituições que possuam todas as características definidas na Lei n° 13.019/14. Essas organizações terão até o dia 10/10 para enviar à ANS os documentos solicitados.

Confira aqui o edital

Profissionais participantes da maratona: O edital para inscrição dos profissionais interessados em participar da maratona será divulgado no dia 31/10. O documento também detalhará a data de realização do Hackathon e o regulamento geral do evento.

Sobre o Hackathon – O termo Hackathon é resultado da combinação das palavras “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona). Esse tipo de evento reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software para uma maratona de programação, cujo objetivo é desenvolver um software que atenda a um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis.

Nesses eventos, os participantes têm a oportunidade de concorrer a prêmios, conhecer outros profissionais da área, fazer networking, participar de um projeto colaborativo em um ambiente específico de programação.

Fonte: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/participacao-da-sociedade/3518-1-hackathon-ans#sthash.NeOEnLwN.dpuf

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Gustavo Chapchap assume gerência de marketing e vendas na JET e-business

A JET e-business, empresa pioneira de tecnologia que oferece soluções para negócios em comércio eletrônico, anuncia a contratação de Gustavo Chapchap, 34, para ocupar o cargo de Gerente de Marketing e Vendas da empresa.

Formado em Comunicação Social pela Universidade Anhembi Morumbi e com especialização em Gestão de Projetos na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Chapchap traz sua experiência acumulada nas áreas de comunicação e e-commerce para reforçar as estratégias comerciais da empresa, que recentemente reposicionou sua marca para o mercado e passou a focar suas ações em e-business.

“Já estava completamente envolvido no dia a dia da JET e-business, pois, através da BEST, prestamos um serviço de consultoria que ajudou a reformular o posicionamento da empresa”, explica Gustavo. “A partir de agora, com uma função fixa, tenho o desafio de consolidar todas as mudanças e trazer novos negócios para a JET seguir crescendo”, afirma.

O novo Gerente de Marketing e Vendas da JET prestou consultoria a diversas empresas de TI, varejo eletrônico e comunicação. Gustavo atuou também como Coordenador de Marketing da ABRADi-SP. Lá, redigiu o projeto que originou o Dia do Profissional Digital #404DigitalDay, além de colaborar com o projeto do Guia de e-Commerce ABRADi-SP, em parceria com o Sebrae-SP, e participar da organização da versão brasileira do Social Media Week #SMWSP, a versão brasileira do maior evento de mídias sociais do mundo, nas suas edições de 2014, 2015 e 2016.

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Tecnologia a favor da saúde na era da informação – Por Lasse Koivisto

Na área da saúde, a implementação de novas tecnologias é um dos maiores desafios. Entretanto, o futuro dos avanços médicos está na mão das possibilidades que a inovação pode trazer, unindo pesquisas e estudos a resultados palpáveis, rápidos e eficientes.

Dentre os desafios tecnológicos da medicina, podemos citar alguns, começando pela resistência dos médicos à utilização de sistemas para prontuários. Alguns profissionais não se adaptam a sistemas que deveriam ajudá-los em seu dia a dia e acabam por desperdiçar um valioso instrumento de pesquisa e análise de dados clínicos.

É fácil de entender a falta de adesão aos prontuários eletrônicos se percebermos que dificilmente são desenvolvidos de acordo com a necessidade médica, o que resulta em um sistema pouco prático e que mais atrapalha do que ajuda o profissional. Consequentemente, os dados não são inseridos ou são inseridos sem parametrização, ou seja, de uma maneira que servem apenas como registro, sem gerar uma base inteligente e integrada de informações.

Para suprir a demanda do mercado de saúde e oferecer dados sólidos, a Prontmed surgiu em 1996, e desde então trabalha com um prontuário parametrizado que foi criado com base nas necessidades médicas. O sistema foi desenvolvido por especialidade, é clicável e permite a criação de protocolos inteligentes de exames e scores de risco. Além disso, segue o fluxo normal de um atendimento clínico, o que aumenta o contato visual entre médico e paciente e resulta na redução do tempo de preenchimento, que é feito de forma prática, para que o médico consiga inserir todas as informações coletadas durante a consulta. Apesar do setor ter progredido em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, 74% dos pacientes afirmaram precisar repetir a mesma informação para diversos profissionais de saúde, além de 60% dos entrevistados ter precisado repetir exames.

Além dos prontuários desenvolvidos por especialidade aumentarem a adesão do médico ao sistema e agilizarem processos, os dados parametrizados ultrapassam os limites de um simples registro. Desde sua fundação, a empresa contabiliza mais de 100 milhões de dados médicos parametrizados, coletados em mais de 1,5 milhão de atendimentos. Presente em sociedades médicas e hospitais, como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, a Prontmed já parametrizou dados que serviram de base para inúmeras pesquisas na instituição, essenciais para o desenvolvimento da saúde no Brasil.

Deste modo, a tecnologia desenvolvida para tratar os dados cria uma base gigantesca e inteligente, que pode conter a chave para a otimização de pesquisas e resultados na saúde brasileira, setor tão delicado e carente. Informações tratadas e parametrizadas podem mapear tendências, alimentar estudos e até mesmo prevenir epidemias. A conclusão que chegamos cada vez mais é de que a nova era médica passa fundamentalmente pela informação e a otimização do seu uso.

Lasse Koivisto: formado em ADM-FEA, trabalhou 3 anos no mercado financeiro brasileiro e está há 5 anos no mercado de saúde como sócio e CEO da Prontmed.

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Indicadores de demanda e condições de crédito ainda refletem dificuldades no mercado imobiliário

O Radar Abrainc-Fipe de julho mostra que as condições gerais do mercado imobiliário apresentaram pontuação média de 2,3 na escala entre 0 (menos favorável) a 10 (mais favorável), indicando um novo piso na série histórica desde janeiro de 2004.

O mês de julho foi marcado por uma ligeira melhora no ambiente macro, em específico o indicador de confiança, que teve aumento de 0,4. O ambiente setorial também deu sinais de melhora com os indicadores de lançamentos (+0,6) e de insumos (+0,1), o que compensou a queda no indicador de preço dos imóveis (-0,4). Em relação às dimensões de crédito imobiliário e de demanda, ambas mantiveram trajetória de queda em comparação ao mês anterior (-0,3).

No total, cinco dos doze indicadores do Radar encontram-se nos níveis mais baixos da série histórica, que são atividade, massa salarial, preço dos imóveis, emprego e condições de financiamento.

Em 2016, o panorama geral do mercado imobiliário permanece negativo, com queda de 0,7 pontos entre dezembro de 2015 e julho de 2016. Cenário que não difere do comparativo de 12 meses, uma vez que entre os meses de julho de 2015 e de 2016 observa-se uma queda em todas as dimensões avaliadas, com um recuo de 1,4 pontos na nota média geral.

Para Renato Ventura, vice-presidente executivo da Abrainc, o setor continua aguardando por melhorias na economia para retomar seu crescimento. “Vemos que alguns indicadores mostram leve avanço, como o de confiança, mas ainda há uma série de questões que impactam a economia brasileira e, consequentemente, o setor imobiliário”, afirma ele.

O executivo comenta ainda que o setor vem se ajustando há algum tempo. “Os lançamentos continuam seletivos, e esperamos que mais sinais positivos se somem ao aumento de confiança indicado”, destaca Ventura.

Vale lembrar: Na dimensão “Ambiente Macro”, por exemplo, há informações a respeito de variáveis e condições macroeconômicas da economia brasileira, que são Atividade, Confiança e Juros. Já no Crédito Imobiliário, a análise é coberta pelos indicadores Condições de Financiamento, Concessões Reais e Atratividade do Financiamento Imobiliário.

Em relação à Demanda, são interpretados dados de Emprego, Massa Salarial e Atratividade do Investimento Imobiliário. Por fim, a dimensão Ambiente Setorial mostra as análises de Insumos, Lançamentos e Preço dos Imóveis.

Metodologia do estudo

O Radar Abrainc-Fipe combina doze índices dos setores imobiliário e econômico em quatro dimensões: ambiente do setor, ambiente macroeconômico, demanda e crédito imobiliário, com dados desde janeiro de 2004.

Cada um dos indicadores possui uma metodologia própria de cálculo, desenvolvida para capturar a relação (interpretação) desejada entre a sua média e as condições enfrentadas pelo mercado ao longo do tempo. Dessa forma, são atribuídas médias de 0 a 10 para cada indicador, de modo que é possível apresentar todos os doze indicadores na mesma escala de pontuação.

Ao longo do tempo, as médias dos indicadores exibirão um comportamento correspondente à variação das condições do mercado imobiliário, assim o nível pode indicar se o cenário atual está: favorável e/ou estimula a atividade do setor; próximo à tendência histórica ou ao esperado para o momento; ou compromete e/ou desestimula o setor.

A divulgação do Radar Abrainc-Fipe é mensal e as fontes de coleta de dados são públicas. No glossário e na apresentação anexos do estudo, é possível acessar a metodologia completa para maior detalhamento sobre a elaboração de cada um dos indicadores. Acesse os materiais: www.abrainc.org.br ou www.fipe.org.br .

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Grupo PSA e a MKB investem na Communauto, um dos líderes do carsharing na América do Norte

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O Grupo PSA e o fundo de investimento de Montreal MacKinnon, Bennett & Co. (MKB) anunciaram ontem a sua entrada no capital da Communauto, que há 22 anos é uma das principais empresas na área de compartilhamento de veículos na América do Norte, com presença em 7 cidades do Canadá e em Paris.

O investimento foi conduzido de maneira conjunta pelo Grupo PSA e pela MKB, sociedade de investimento em capital privado, atuando no setor das energias renováveis e das cidades inteligentes. Com essa operação, a Communauto poderá acelerar o seu desenvolvimento internacional, consolidar sua posição de líder na América do Norte e implementar a sua estratégia de eletrificação.

Essa parceria com o pioneiro do car sharing na América do Norte segue o plano estratégico do Grupo PSA “Push to Pass”. Ela atende a um duplo objetivo do Grupo: responder às diferentes expectativas dos clientes em termos de mobilidade, especialmente aquelas ligadas ao carsharing, e orientar-se para o mercado da América do Norte com uma oferta de serviços de mobilidade.

Brigitte Courtehoux, Diretora da Business Unit Serviços Conectados e Novas Mobilidades do Grupo PSA, afirmou: “A revolução da mobilidade, operada por mudanças da utilização e do modo de consumo dos nossos clientes, transforma o nosso ecossistema. Desde já, temos a capacidade de fornecer uma gama completa de serviços, assim como meios de mobilidade adaptados às necessidades de cada um. A estratégia da Communauto está no centro desta mudança de paradigma.”

Kenneth MacKinnon, presidente e chefe da diretoria da MacKinnon Bennett & Compagnie inc., declarou na ocasião: “O carsharing está se tornando um setor com um forte potencial. A equipe da Communauto, conduzida pelo seu experiente presidente Benoit Robert, já demonstrou a sua competência na vanguarda dessa revolução, com seu modelo de negócios único que oferece serviços de carsharing ponto a ponto ou livres, uma frota de veículos mista (elétrica, gasolina e híbrida) e uma intermodalidade com os transportes públicos. Esta oferta atraente vai melhorar significativamente a oferta de transporte urbano.”

Benoît Robert, presidente fundador da Communauto, acrescentou: “Esta aliança estratégica nos associa a um grande fabricante de automóveis mundial e a um importante ator financeiro do setor das energias renováveis e dos serviços de infraestrutura urbana. A combinação do nosso know-how, do capital e de uma base industrial nos dará, finalmente, as condições para realizar nossas ambições.”

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Uma em cada três PMEs brasileiras já começou o processo de adoção de serviços na nuvem

Os investimentos em TI pelas pequenas e médias empresas brasileiras deve saltar de US$ 48 bilhões em 2016 para US$ 63 bilhões até 2020, com as tecnologias baseadas em computação em nuvem e mobilidade crescendo de três a sete vezes mais rapidamente do que as tecnologias tradicionais on premise. Os dados são da pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada pela AMI Partners a pedido da Intel Brasil. O estudo mapeou tendências e perspectivas na migração para novas tecnologias em todo o universo brasileiro de pequenas e médias.

Segundo Fabio de Paula, diretor da Intel para o mercado corporativo, em momentos de turbulência econômica, como o que vivemos atualmente, o investimento em serviços de tecnologia que tornem a operação mais eficiente e ágil em curto e médio prazo é essencial para manter a empresa competitiva. Um forte indicador disto é que o fator preço como principal critério no momento da aquisição de serviços de TI caiu 18%, segundo o estudo. ”

Essa visão também é compartilhada por parte dos tomadores de decisão entrevistados: 48% das empresas médias e 30% das pequenas consideram como prioridade nos próximos 12 meses o investimento em tecnologia para a redução de custos e maior eficiência. Estes números superam aqueles que priorizam o corte de gastos (23% apontados pelas pequenas e 27% pelas médias) ou encerramento de operações e unidades de trabalho (12% pelas médias e 16% das pequenas), por exemplo. Em relação as que já adotaram serviços de tecnologia, quando perguntadas o motivo, 49% das pequenas empresas e 62% das médias responderam que a economia nos custos operacionais é um dos fatores que estão levando as PMEs e buscar novas tecnologias.

Cloud e Mobilidade são prioridades

A pesquisa também registrou que a adoção de soluções em Cloud Computing e Mobilidade devem crescer de 3 a 7 vezes mais rápida do que as soluções tradicionais, on premise. As áreas de investimento neste cenário incluem as DaaS (Data as a Service), IaaS (segurança, storage e servidores), PaaS (Plataform as a Service) e aplicações SaaS (Software as a Service). As preferências por estes modelos variam de 10% a 35% dos entrevistados, enquanto soluções on premise não passam dos 10%.

Os perfis de soluções procuradas variam de acordo com o tamanho e foco das empresas. A pesquisa identificou que as principais necessidades das médias empresas são virtualização de servidores, segurança e prevenção de dados. Já as pequenas demandam uma maior velocidade de conexão, marketing em social media e soluções em comunicação.

“Nossa estimativa é que o mercado de soluções em Cloud para pequenas e médias empresas em 2020 no Brasil alcance os U$ 6,6 bilhões, já que ainda há um grande terreno a ser conquistado”, afirmou Fabio de Paula. “Comparando com os EUA e Canadá, onde cerca de 30 a 40% das PMEs ainda não começou um processo de transição para a nuvem, no Brasil, esse número ainda está próximo dos 70% no País. Apenas 3% das PMEs nacionais foram plenamente transformadas pela nuvem, enquanto nos EUA esse número é de 14%. ”

Demais conclusões

As preocupações com a segurança no momento da adoção de soluções em nuvem também foram abordadas na pesquisa. Perguntadas sobre a preferência por serviços privados ou públicos de nuvem, as empresas médias citam a segurança como fator na escolha pela nuvem privada (36%), enquanto a maior parte das empresas pequenas (36%) não tem preferência. De modo geral, as médias se mostram mais resistentes do que as pequenas na migração para serviços de nuvem pública, justamente por uma preocupação maior com questões relativas à segurança da informação. “Ainda há um trabalho a ser feito pela indústria para desfazer mitos e inseguranças com relação à segurança da nuvem pública dentro do mercado de médias empresas. Para essas empresas, o modelo de nuvem híbrida tem se mostrado uma solução mais interessante”, comentou Fábio de Paula.

As soluções de segurança mais usadas atualmente pelas empresas são serviços de filtro de Web (13% em empresas pequenas e 25% em empresas médias) e anti-spams (13% e 29% respectivamente). Já quando perguntadas quais serviços de segurança pretendem adotar nos próximos 12 meses, a preferência das pequenas é por gerenciamento unificado de ameaças (sigla UTM em Inglês) com 19%, enquanto 25% das empresas médias pretendem adotar serviços de VPN.

Em relação às aplicações voltadas para a administração dos negócios, as soluções de gestão de documentos são as mais utilizadas tanto nas pequenas quanto nas médias empresas (23%). As médias também já estão adotando soluções de business intelligence (23%) e CRM (17%). Quanto às adoções futuras, 28% das pequenas visam adquirir soluções voltadas especificamente para sua área de atuação, enquanto 21% das médias enxergam serviços de CRM como o próximo passo.

Quando perguntadas sobre a adoção de softwares de comunicação e colaboração, 59% das pequenas empresas usam aplicações para a gestão de redes sociais e marketing digital. Entre as empresas de porte médio, o número é ainda maior, chegando a 71%. Nos próximos 12 meses, 30% das pequenas pretendem adotar serviços de edição compartilhada de documentos, enquanto 40% das médias pretendem utilizar servidores VoIP.

Sobre a pesquisa

A pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada no primeiro semestre de 2016, entrevistou 251 tomadores de decisão em pequenas e médias empresas que atuam em setores como agronegócio, finanças, manufatura, serviços, varejo, educação, saúde, turismo e entretenimento. A pesquisa não considerou ONGs e órgãos governamentais e nem empresas que não possuem um endereço comercial (home office/home business). A margem de erro é de 5%.

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Startup leva conceito de Uber aos cinemas

A inovação do aplicativo Uber é um exemplo de tecnologia de produtos ou serviços que utilizam uma estratégia de mudanças radicais e inovações tecnológicas que altera formatos e modelos existentes no mercado.

Utilizando conceitos `disruptivos´, empresas aproveitam oportunidades para trazer mais rapidez e facilidade na vida cotidiana das pessoas com maior qualidade e menor preço, criando experiências de fato significativas e impactantes. O PrimePass surgiu exatamente assim. Um aplicativo que funciona como um passaporte digital mensal que leva os amantes de cinema, mais vezes às sessões e filmes.

O serviço, próximo a expandir-se em outros países como Argentina, México e Estados Unidos promete se tornar tendência nos cinemas brasileiros. Por meio da assinatura de pacotes de serviços, o PrimePass garante ao usuário passe livre em mais de 2.200 salas de cinema no País, com a possibilidade de assistir a um filme a cada 24 horas, sem restrição de dia, horário ou gênero. Os pacotes vão desde os tradicionais filmes em 2D até filmes em 3D nas salas convencionais ou nos pacotes que contemplam as salas especiais, VIP e Imax (que contam com atendimento especial, poltronas super espaçosas, telas maiores com resoluções melhores e som com maior realismo).

Por meio de um aplicativo com download gratuito é possível ter um guia completo dos cinemas com filmes nacionais, internacionais em cartaz ou próximos a estrear. Navegando neste app a pessoa terá acesso aos trailers inéditos, sinopses, duração, roteiro e avaliação da crítica. É possível pagar um valor fixo e ir durante um mês em 95% dos cinemas do país, incluindo grandes redes.

De acordo com Ricardo Cury, Diretor de Marketing e Digital do Primepass no Brasil, o serviço cobre centenas de cidades brasileiras e está disponível em mais de 430 cinemas. Segundo o executivo, já estará economizando aquele que for 3 vezes ou mais no cinema no período de 1 mês. A economia para o usuário pode chegar a 80%.

Para garantir a sessão, a pessoa precisa escolher o cinema, filme e horário da sessão pelo aplicativo, logo após é só ativar o seu cartão PrimePass. Pronto, o espectador, que precisa estar no mínimo a 100 metros do cinema, poderá retirar diretamente no autoatendimento ou bilheteria seu ingresso sem pagar nada a mais por isso.

O cartão PrimePass que funciona como um vip card para a entrada no cinema, é intransferível e só pode ser utilizado uma vez para cada filme.

Cury explica que o serviço de geolocalização do aplicativo também serve para buscar filmes e cinemas mais próximos do usuário. “Se o assinante estiver no centro da cidade, por exemplo, e não souber onde fica o cinema mais próximo, é só ativar o GPS do aplicativo e vamos informar o endereço mais perto da unidade que está exibindo o filme que ele quer ver”, explica.

Para o lançamento oficial, o PrimePass está com uma promoção. Pelo valor de R$ 59,00 por mês os assinantes podem assistir a um filme por dia, de segunda a quarta-feira. Por R$ 79,00 podem escolher seus filmes preferidos e assisti-los todos os dias da semana e no final de semana também. Se optarem por salas especiais como VIP e IMAX, o app também tem esta opção mensal com custos adicionais.

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Cinco anos sem Steve Jobs

unnamed No dia 5 de outubro de 2011, o mundo perdeu o empresário e criador da Apple, Steve Jobs, aos 56 anos. Dono da maior empresa de capital aberto e do estúdio de animação Pixar, Jobs foi um dos grandes defensores da popularização da tecnologia ao lutar para que computadores e gadgets fossem fáceis de serem manuseados por qualquer pessoa. Para relembrar os principais feitos do executivo, a Richmond – selo editorial de idiomas do Grupo Santillana – sugere a leitura de Steve Jobs and the story of Apple, biografia em inglês, escrita por Fiona Beddall.

Na obra, voltada a estudantes de nível intermediário no idioma, os leitores tem a oportunidade de conhecer de perto a trajetória de Jobs como um bem sucedido empreendedor até a sua luta contra o câncer. Além de terem conhecimento do processo de criação e desenvolvimento da Apple e também de particularidades de Jobs que gostava de saber e dar palpite em tudo que estava relacionado aos seus produtos inovadores e de belos designs.

O título faz parte da coleção Media Readers da Richmond, que conta com mais de 30 obras baseadas em livros, celebridades e seriados. Acompanham CDs de áudio com a narração do texto, além de serem recheados de imagens e trazerem exercícios de compreensão que podem ser utilizados como leituras complementares para os estudos da língua inglesa.

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