Archive maio 2016

Distribuidora de TI cria unidades de negócios e cresce 30% no primeiro trimestre de 2016

Para crescer no mercado de distribuição de produtos de Tecnologia da Informação (TI), que caiu oito pontos percentuais em 2015, de acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de TI (Abradisti), a Agis reformulou seu modelo de negócios a partir de janeiro deste ano e já comprova resultados significativos ao término do primeiro semestre: um aumento de 30% no faturamento em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita de sucesso foi trazer uma proposta de valor com a criação e divisão das atividades da empresa em quatro unidades de negócios (“BUs”, na sigla em inglês): Imagem e Automação, Impressão, Infraestrutura e PCs.

“Cada núcleo conta com equipe de especialistas altamente capacitados para entender as necessidades dos clientes, realizando um trabalho cada vez mais consultivo, além do comercial”, explica Camila Rabelo, diretora Comercial e de Marketing da Agis. “As BUs ficam responsáveis pela distribuição de ponta a ponta, da logística, implementação do projeto, formas de pagamento, até o relacionamento com os fabricantes”, completa. A empresa conta, ainda, com um canal de vendas especializado às revendas que atendem projetos a pequenas e médias empresas (PMEs). Segundo a executiva, a expectativa é que a Agis alcance um aumento total de 17% no ano.

Conheça as novas unidades de negócios da Agis:

Imagem e Automação – Atende clientes que buscam por soluções de LFD (display de grande formato), Digital Signage (gerenciamento de painéis eletrônicos), automação comercial e segurança eletrônica. A unidade cria um projeto de acordo com a necessidade e implementa as soluções integradas com equipamentos das fabricantes Elgin, Epson, LG e Samsung.

Impressão – Especializada em implementação de parques de impressão e outsourcing, a unidade oferece uma linha completa de impressoras e multifuncionais laser e cera, monocromáticas ou coloridas, com diversas características, especificações e aplicações para atender diferentes ambientes de trabalho e tarefas, das pequenas empresas às grandes cias, por meio de equipamentos de entrada e médio porte (A4 e A3) à impressão de grandes formatos (plotters). Trabalha com as fabricantes Xerox e HP, com time especializado em campo e escritório.

Infraestrutura – Equipe capacitada para dimensionar soluções de infraestrutura de acordo com a necessidade do cliente, oferecendo um portfólio de produtos e serviços que suprem todos os aspectos da infraestrutura de uma empresa, como servidores, armazenamento, redes com e sem fio, sistemas convergentes, switches, softwares, serviços e nuvem. Trabalha com as marcas Hewlett Packard, Huawei, Lenovo e APC.

PCs – Com um atendimento especializado, esta unidade de negócios presta um atendimento consultivo, indicando as soluções mais adequadas para cada tipo de projeto, incluindo notebooks e ultrabooks das principais marcas, desktops em diversos formatos, workstations de alto desempenho, softwares (Windows, pacotes Microsoft Office e antivírus) e componentes para pequenas, médias e grandes empresas.

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Pesquisa da FEBRABAN mostra que transações com mobile banking cresceram 138% em 2015

O uso dos canais digitais no setor bancário segue em consolidação no Brasil, com destaque para a forte expansão registrada no ano passado pelo mobile banking, que registrou 11,2 bilhões de transações bancárias, um crescimento de 138% em relação a 2014, quando 4,7 bilhões de operações foram feitas pelos clientes. Os dados são da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, divulgada hoje pela Federação Brasileira de Bancos.

Realizado pela Deloitte, o estudo contou com a participação de 17 bancos, que representam 93% dos ativos dessa indústria no País, e revela que o mobile banking é o segundo canal preferido pelos clientes para transações bancárias: sua participação no total das operações passou de 10%, em 2014, para 21% no ano passado. Em 2015, o Brasil já contabilizava 33 milhões de contas ativas com o recurso mobile, um crescimento significativo de 32% em relação ao ano anterior.

“O número de transações via mobile banking cresceu mais de 100 vezes desde 2011. É um avanço expressivo”, afirma Gustavo Fosse, diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN – naquele ano, foram registradas cerca de 100 milhões de operações por este canal.

De acordo com a pesquisa, as transações bancárias feitas por internet banking e mobile banking ultrapassaram mais da metade do total, atingindo 54%. O internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações no ano passado, com 33% do total – o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias. As contas com internet banking saltaram de 56 milhões, em 2014, para 62 milhões, em 2015, segundo o levantamento.

“O crescimento do uso de canais digitais tem sido impulsionado por alguns fatores. O primeiro deles está relacionado à indústria, já que os bancos têm funcionado como um importante indutor em inovações tecnológicas, preocupando-se cada vez mais em trazer comodidade aos seus clientes”, afirma Gustavo Fosse. “Outro fator diz respeito ao acesso à internet no Brasil, que cresceu nesse último ano e já está acessível para 56% da população“, complementa. “O uso de smartphones também tem alavancado esse aumento; se olharmos o cenário global, estamos acima da média mundial, que é de 37%.”.

Investimentos

O estudo trouxe ainda importantes dados sobre investimentos em tecnologia. Mesmo em um cenário econômico desafiador, os bancos brasileiros continuam investindo maciçamente em TI. Em relação às 10 maiores economias, o Brasil ocupa, com base na proporção do PIB (Produto Interno Bruto), o 7º lugar em gastos com tecnologia da informação no setor bancário, e é o país entre os BRICs que mais investe em TI proporcionalmente ao tamanho da economia.

De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, os investimentos e as despesas em TI somaram R$ 19,2 bilhões em 2015. Desse total, 44% foram destinados a software, 35% a hardware, e 20% a telecom. No Brasil, o setor bancário é responsável por 13% dos investimentos e despesas feitas em tecnologia da informação, mesmo percentual que a estatística mundial.

Pontos físicos

Apesar do franco crescimento dos canais digitais, os pontos físicos e outros canais de atendimento continuam desempenhando um papel importante no atendimento aos clientes bancários. Segundo o estudo, o total de transações realizadas em agências bancárias, POS (pontos de venda no comércio), ATM (autoatendimento) e correspondentes foi de 23,6 bilhões, o que representa 45% do total.

O estudo revelou também que, em 2015, o universo de agências físicas sofreu uma ligeira queda, também verificada, de forma mais acentuada, nos correspondentes bancários, PABs e PAEs. No caso das agências, o total registrado em 2015 foi de 22,9 mil, contra 23,1 mil no ano anterior. O total de PABs (postos de atendimento bancário) e PAEs (postos de atendimento eletrônico) registrado pela pesquisa foi de 45,5 mil, em 2015, ante 51 mil, em 2014. Já os correspondentes passaram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.

“Esses ajustes estão relacionados a três principais fatores: à conjuntura econômica vivida pelo País, que culminou no fechamento de uma série de estabelecimentos; à política de eficiência operacional de alguns bancos, que optaram em realizar uma revisão para solucionar sobreposições de pontos de atendimento existentes; e à própria diversificação dos canais de atendimento”, completa Fosse.

A pesquisa e metodologia adotada

Realizada há 24 anos pela FEBRABAN, em 2015, a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária foi desenvolvida, neste ano, pela primeira vez em parceria com a Deloitte. O estudo foi feito com a aplicação de questionário online junto às instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e também com pesquisas internacionais da Deloitte para ampliar e aprofundar a análise dos dados.

“Conseguimos reunir ­– por meio de dados informados pelas instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e de pesquisas da Deloitte – informações e análises que nos mostraram como o Brasil está posicionado mundialmente em relação à tecnologia bancária, evidenciando, mais uma vez, o perfil vanguardista que o país historicamente ocupa nos grandes movimentos de transformação do setor”, comenta Paschoal Pipolo Baptista, sócio da Deloitte e especialista na indústria de serviços financeiros.

Para conferir a apresentação completa da pesquisa, acesse: www.febraban.org.br ou www.deloitte.com.br. O relatório completo será lançado por ocasião do CIAB FEBRABAN 2016, de 21 a 23 de junho (mais informações em www.ciab.org.br).

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Brasil cai pelo sexto ano consecutivo no ranking mundial de competitividade

Hong Kong tira os EUA do topo e padrão de declínio se mantém na América Latina

O Índice de Competitividade Mundial 2016 (World Competitiveness Yearbook – WCY), divulgado pelo International Institute for Management Development, IMD, e pela Fundação Dom Cabral, apontou a perda de espaço do Brasil no cenário competitivo internacional, com a queda de posições pelo sexto ano consecutivo. O país ocupa agora a 57ª colocação no ranking geral, descendo um degrau em relação a 2015. Neste ano, o Brasil está à frente apenas da Croácia, Ucrânia, Mongólia e Venezuela. O país soma um declínio de 19 posições em seis anos.

O estudo indicou ainda que o poder absoluto da economia dos EUA já não é mais suficiente e o país perdeu seu status como território mais competitivo. Hong Kong (China) desafiou o padrão de declínio da Ásia para deslocar os norte-americanos, pela primeira vez em três anos. A Suíça ficou com a segunda posição e os EUA aparecem em terceiro. Cingapura, Suécia, Dinamarca, Irlanda, Países Baixos, Noruega e Canadá completam a lista dos dez primeiros colocados.

Na América Latina, o Chile é o melhor classificado, em 36º, – queda de uma posição comparando com ano passado – enquanto todos os outros representantes da região estão entre os 20 últimos.

Este ano o Brasil obteve uma pontuação de 51.676 pontos no índice agregado de competitividade, o que indica a posição dos países com relação àquele considerado o mais competitivo. Isso significa que o país está 51.676 pontos atrás de Hong Kong, primeiro colocado. Em relação ao ano passado, o Brasil obteve uma melhora absoluta de 4.286 pontos, mas em comparação com a pontuação de 2010 – ano em que o Brasil ocupou sua melhor posição no ranking (38ª posição) – o país apresentou uma perda de 10%. “Esses dados revelam que a perda de competitividade apresentada em 2016 não é apenas relativa, mas absoluta se observamos no longo prazo. Porém, não trazem necessariamente algo inesperado, já que a situação econômica brasileira continua gerando entraves e alto grau de pessimismo entre os agentes econômicos. Para avançarmos em termos de competitividade é necessário olharmos com atenção para as gestões privadas e públicas”, afirma Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta e análise dos dados do ranking no Brasil.

O Professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD, observa os problemas da América Latina: “O setor público continua a ser um empecilho para essas economias. O padrão comum entre todos os países no top 20 é o seu foco na regulação ideal para negócios, infraestrutura física e intangível e instituições inclusivas. No presente momento nenhuma economia da América Latina chega perto de possuir essas qualidades como a medida necessária para fazer progressos significativos até a classificação”.

Apesar de o Brasil já ter dado esperanças promissoras para se desenvolver com destaque entre as economias latinas, sua performance caiu novamente. “O principal fator para o declínio do Brasil é o seu desempenho econômico. O fraco crescimento do PIB, aumento do desemprego em combinação com aumento dos riscos para os investidores têm grande impacto na economia”, disse Bris.

O prestigiado ranking de competitividade – World Competitiveness Yearbook (WCY) – publicado anualmente desde 1989 pela escola de negócios IMD é amplamente considerado como a análise mais importante deste tipo. O IMD avalia mais de 340 critérios derivados de quatro principais fatores: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura. As respostas de uma pesquisa em profundidade com mais de 5.400 executivos, que são convidados a avaliar a situação em seus próprios países, também são levadas em consideração.

A queda de uma posição do Brasil em relação ao ano passado é analisada a partir de quatro fatores, cada um divido em mais cinco subfatores. O resultado brasileiro nestes fatores e subfatores está apresentado na Figura 2 abaixo:

Caminhos

O estudo evidencia também que os programas sociais de redistribuição de renda, implementados com objetivo de estimular o motor da demanda interna, foram baseados no aumento real dos salários brasileiros. Como esses programas dependem da taxa de investimento no Brasil, assim como no produto corrente e em exportações, eles se tornaram insustentáveis no atual contexto de recessão, uma vez que o aumento dos salários reais gerou restrição do balanço de pagamentos. Segundo o levantamento, o salário aumentou mais do que os ganhos de produtividade do trabalho. Além disso, o crescimento interno da demanda gerou as pressões inflacionárias. “Os programas assistenciais são essenciais para o aquecimento da economia doméstica no país, além de proporcionarem oportunidades mais justas para os cidadãos. No entanto, com os atuais indicadores, os gastos públicos têm se tornado um problema para os próximos ano” pondera Arruda.

Arruda afirma ainda que o desempenho do Brasil é consequência de questões conjunturais e do esgotamento de um modelo de crescimento: “Ainda que se espere que ocorra a resolução de desafios de curto prazo, como déficit fiscal e controle da inflação, a economia brasileira precisa se reinventar para avançar em competitividade de forma robusta e significativa” complementa o professor.

O subfator produtividade e eficiência ficou em penúltimo no ranking, e mesmo com bons índices de investimentos absolutos, o Brasil vem perdendo espaço em relação aos outros países, já que houve perda de credibilidade dos agentes externos e internos na economia. É importante lembrar ainda que o descontrole da inflação fez com que o Brasil ficasse em penúltimo nesse indicador. “Para que os programas sociais sejam eficientes, é necessária uma melhora dos indicadores citados, cujo foco são os fatores estruturantes da economia e que demandam uma agenda de futuro. Se de um lado não há receita mágica para um novo modelo, do outro não há como fugir das questões básicas como qualidade da educação e promoção da inovação” finaliza Arruda.

Para mais informações, acesse o sumário executivo: goo.gl/i6fHte

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5 canais de vendas para seu e-commerce vender mais

A disputa por clientes entre as lojas virtuais é grande, assim como em lojas físicas. Em ambos os espaços é preciso utilizar estratégias que aumentem a divulgação e a rentabilidade. Para quem tem e-commerce uma das maneiras de atingir esses objetivos é por meio dos canais de vendas.

Além da venda direta realizada no e-commerce, onde o consumidor entra diretamente na loja virtual e escolhe o produto, há outros canais de vendas que podem ser explorados. O CEO e sócio da Trezo, Armando Leite Júnior, explica que é preciso levar em conta outros locais para anunciar os produtos e se tornar uma marca forte. “Muitas vezes o empresário ou empreendedor se apega a ideia da loja online própria e esquece que essa mesma loja pode ser vista de mais formas”, afirma.

Armando destaca cinco canais de vendas que são simples de usar, com um investimento acessível e retorno vantajoso. São eles: marketplace, comparadores de preço e recuperadores de carrinho, redes sociais e e-mail marketing. Abaixo, o CEO explica sobre cada canal.

Marketplace

O marketplace, de forma bem simples, é um portal que abriga diversas lojas virtuais. É um espaço para os vendedores exporem os produtos, como se fosse uma grande vitrine onde os clientes encontram produtos de diversos vendedores no mesmo catálogo com a vantagem de poder fechar a compra em um carrinho único.
Para se destacar na concorrência, a base de tudo é proporcionar uma boa experiência para o consumidor. Para isso, algumas ações são essências, além do preço competitivo, possibilidade de parcelamento e boas condições de frete. Entre elas estão: imagens de qualidade dos produtos, descrições ricas em detalhes e permitir fazer e visualizar avaliações, sejam elas positivas ou negativas, pois traz mais segurança aos consumidores.

Entre os maiores marketplaces estão a Americanas, Mercado Livre, Submarino, Walmart.com, entre outros.

Comparadores de preço

E se você pudesse visualizar e comparar o preço do produto procurado num mesmo local? É isso que os comparadores de preço fazem. São sites que pesquisam e mostram o preço do item desejado de diferentes lojas online. É bom para o dono do e-commerce, que tem a oportunidade de que seu produto seja visto junto com os da concorrência e aumenta as chances de conquistar mais clientes. E é bom para o consumidor, pois é rápido e prático.

Entre os comparadores de preço mais conhecidos estão Buscapé, Google Shopping, Zoom, Zura e Bondfaro.

Recuperadores de carrinho

Uma pesquisa apontou que em 2015, a média de abandono de carrinhos em lojas virtuais chegou a 83,73% no Brasil. As principais causas apontadas são as elevadas taxas de frete e o prazo para entrega dos produtos. Por isso, o assunto merece atenção.

Uma maneira de não perder a venda é recuperação do carrinho que foi abandonado. Se o cliente chegou a colocar o produto no carrinho quer dizer que ele tem sim interesse naquele item e pode voltar ao site. Sendo assim, é necessário lembrar o consumidor dos produtos que ele teve interesse e até mesmo oferecer alguma vantagem, como um desconto, para que de fato ele efetue a compra. Para isso, uma ferramenta de gestão para a recuperação do carrinho deve ser aplicada ao e-commerce.

Redes Sociais e Fóruns

Há muito tempo que as redes sociais fazem parte da rotina das pessoas no mundo todo e por isso são excelentes vitrines para ajudar a divulgar os produtos. É preciso levar em conta o tipo de produto para cada rede, pois elas atendem públicos diferentes.

As redes sociais possibilitam divulgar o produto e assim gerar mais conversões. Lembre-se de que são importantes boas fotos e descrições dos produtos, além de ficar atento e responder aos comentários. Entre as redes sociais mais usadas estão: Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn e Instagram.

Se o seu e-commerce não tem uma página no Facebook, por exemplo, aproveite para criar uma. Outra dica é participar de grupos, fóruns ou listas específicas. A segmentação do conteúdo de acordo com o público é importantíssima. Não ainda publicar sobre artigos para carros em um grupo que discute sobre saúde feminina. Ofereça informações e respostas de qualidade aos participantes e crie uma relação de confiança.

E-mail marketing

O e-mail marketing é um ótimo canal de comunicação e extremamente eficiente, mas, para isso, é preciso definir uma estratégia. Novamente a segmentação deve fazer parte da estratégia para atingir os resultados desejados. Lembre-se de oferecer conteúdos úteis, além dos produtos comercializados por sua loja online.

Vale lembrar que é sempre importante contar com o auxílio de profissionais especializados no segmento e que, preferencialmente, tenham alguma indicação. Algumas atividades, como as redes sociais são mais simples, porém outras exigem mais conhecimento e a orientação de um profissional é bem-vinda.

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Delegações estrangeiras garantem espaço no WCIT Brasil 2016

Taiwan, Bangladesh e Portugal já têm espaço definido no evento. Outros países negociam estandes para empresas de TIC

A possibilidade de negociação com empresas brasileiras de Tecnologia da Informação e Comunicação atrai investidores de diversos países para a 20ª edição do Congresso Mundial de TI – WCIT, que ocorrerá de 3 a 5 de outubro de 2016 em Brasília, Brasil. A oportunidade é inédita visto que será a primeira vez que o evento mais importante da Aliança Mundial de TI e Serviços (WITSA) será realizado na América do Sul.

Delegações de Taiwan, Bangladesh e Portugal estão confirmadas no Congresso. Juntas, as empresas estrangeiras reservaram 15 estandes para negociar com parceiros dos diversos países que estarão presentes, além e expor as novidades do mercado internacional.

Os organizadores do evento continuam em negociação com outras representações interessadas por meio de articulações com embaixadas, com as regionais da WITSA, com a Federação Ibero-Americana das Entidades de Tecnologia da Informação (ALETI) e com a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de TI (Assespro Nacional).

Representantes das embaixadas dos Estados Unidos, Armênia e Canadá estiveram presentes em evento prévio do WCIT, cujo objetivo foi estreitar laços entre parceiros, patrocinadores e participantes confirmados. A ocasião contou com a presença do presidente e do secretário-geral da WITSA, Santiago Gutierrez e James Poisant, respectivamente.

Durante a confraternização, os possíveis participantes puderam compreender a dinâmica do Congresso e as oportunidades oferecidas ao longo dos três dias de duração, desde a exposição de marcas e produtos às rodadas de negócios previamente agendadas.

Delegações da Austrália, Armênia, Canadá, Colômbia Malásia, Japão, Nigéria, México, Quênia, Emirados Árabes, Costa Rica, dentre outras também estão na lista de interessadas no WCIT Brasil 2016. As negociações seguem em ritmo acelerado, visto que 40% dos espaços disponíveis na exposição do evento foram reservados no período de dois meses.

Mais informações no site: www.wcit2016.com.br

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Spin Off de Goiânia projeta crescimento de R$ 3 milhões em 2016

Em 1998, os empreendedores goianos Adalberto e Helenir Queiroz receberam de um importante cliente a missão de desenvolver uma tecnologia que se adequasse às necessidades de negócio no tocante à gestão da qualidade. Os até então sócios-fundadores da Multidata focaram nas necessidades do cliente para garantir um produto inovador no mercado, o DocNix. A partir do lançamento do produto, começava a ser desenhada a Acttive.

Com tecnologia e desenvolvimento 100% nacionais, o software conquistou rapidamente o mercado graças às suas funcionalidades que possibilitam o aumento do controle, o alinhamento estratégico entre as áreas, a análise e o monitoramento de processos e o gerenciamento de ações internas.

A expansão das oportunidades de negócios deu à Acttive o status de uma empresa dentro de outra empresa. “Sabíamos logo no início que rapidamente a Acttive poderia alçar voo solo. Contudo, era ainda preciso amadurecer a estrutura e estabelecer um plano efetivo para uma transição sem traumas”, conta Cecília Queiroz, diretora financeira da empresa e filha dos fundadores.

Para assegurar um crescimento sustentável e garantir robustez à futura operação individual da unidade de negócios, os sócios buscaram formas de financiamento. Com um empréstimo bancário, a Acttive passou a consolidar o seu projeto pautado na inovação e desenvolvimento de novas funcionalidades agregadas ao DocNix para conquistar uma base de clientes própria – o primeiro avanço para a independência. Novos investimentos também foram feitos como a ampliação da equipe, abertura de um escritório em São Paulo e estratégia de parcerias com o objetivo de conquistar clientes nas regiões Sudeste e Sul do país.

Um passo por vez

Apesar das boas perspectivas, os empreendedores foram cautelosos e mantiveram como foco consolidar a Acttive e realizar um spin off. “Em 2011, ainda sob o comando do mesmo corpo diretivo da Multidata, a empresa conquistou a maturidade esperada para se tornar uma operação individual”, explica Cecília Queiroz.

Nessa direção, a sociedade conquistou o reforço do sócio Antonio Neto, investidor que chegou à empresa com a missão de capitanear o projeto de expansão. Em 2015, a Acttive completou o ciclo de desvinculação e os sócios fundadores optaram por vender sua participação no Grupo Multidata para se dedicar integralmente ao conselho diretivo da Acttive.

Expansão à vista

Com projeção de crescimento extrapolando a marca dos 50%, a Acttive tem objetivos claros de se tornar o principal player do segmento de softwares para gestão da qualidade e de processos. Com o DNA da inovação, a empresa projeta expandir sua atuação de forma abrangente em todo o Brasil a partir da abertura de mais um escritório, no Mato Grosso, e do lançamento da nova interface e da versão mobile do DocNix. “Ajudamos as empresas a serem mais produtivas num momento em que cada centavo conta. É exatamente em anos de economia apertada que nossa oportunidade se amplia”, finaliza Cecília.

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ASIS Projetos lança programa de parceiros para todo o Brasil

Atualmente posicionada como a única empresa do mercado exclusivamente voltada para soluções SPED e com mais de 500 projetos desenvolvidos, a ASIS deu início ao seu Programa de Alianças e Revendas (PAR). A ASIS irá oferecer quatro soluções de seu portfólio a seus parceiros, tendo para cada desafio do cliente um tipo de ferramenta: o ASIS Auditor Digital, ferramenta que audita, aponta erros e inconsistências nos documentos SPED e também sugere soluções para os erros encontrados, o ASIS EDIT, ferramenta única no mercado que permite analistas, consultores e equipes tributárias/fiscais fazerem correções assertivas nos documentos fiscais e também a geração dos arquivos corrigidos, tudo isso online, o ASIS TAX, solução de atribuição de alíquotas e MVA-ST em lote, que busca automatizar e facilitar a análise dos tributos incidentes sobre as mercadorias e suas respectivas operações, considerando grandes volumes de mercadorias e o recém criado ASIS Advisor, software que permite uma consulta rápida dos impostos que incidem sobre os produtos por meio da chave NCM, sempre atualizado de acordo com a legislação Estadual e Federal vigente.

Os benefícios aos canais de vendas ASIS não estão só nos produtos oferecidos. O principal objetivo do programa é gerar negócios dentro de um ecossistema de canais e consequentemente a possibilidade de aumentar a rentabilidade, criando um “Upgrade” no portfólio dos parceiros. Dentro desse contexto, os parceiros terão acesso ao portal do programa, além de suporte técnico e comercial por meio de treinamentos, que irão garantir conhecimento técnico da ferramenta e das atualizações da legislação oficial, além de uma visão de mercado e técnicas de vendas. Outros pontos positivos do programa são: apoio de marketing, tanto no formato impresso quanto digital, acompanhamento de vendas via CRM, ações de e-mail marketing e eventos organizados pela empresa em conjunto com seus parceiros.

A meta inicial do projeto é captar aproximadamente 100 parceiros de negócios, aumentando a capilaridade da companhia a nível nacional em um curto espaço de tempo, além de atingir empresas que hoje precisam desse tipo de solução, mas que ainda não conhecem as possibilidades tecnológicas de mercado. Segundo William César Violato, gerente de canais e alianças da ASIS Projetos, “teremos três perfis de parceiros: representante, distribuidores e parceiro estratégico, com objetivos e metas adequadas a cada perfil. Nosso foco é oferecer uma oportunidade altamente rentável, mesmo a curto prazo” afirma o gestor. Em um primeiro momento, dentro de uma visão estratégica de negócios, a busca desses canais inicia-se pelo interior de São Paulo e nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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Magazine Luiza disponibiliza internet grátis em aeroportos brasileiros

O Magazine Luiza, um dos maiores varejistas do País, vai disponibilizar internet grátis nos principais aeroportos do Brasil: Porto Alegre, São Paulo/Congonhas, Rio de Janeiro/Santos Dumont, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Fortaleza e Campinas/Viracopos. A empresa vai ajudar os viajantes a ficarem mais conectados, navegando em uma internet de qualidade.

Além de tornar a comunicação mais fácil, a rede de varejo ainda vai oferecer descontos especiais para quem, enquanto estiver usando o wi-fi do Magazine Luiza, baixe o aplicativo da empresa. Navegando pela plataforma enquanto espera seu voo, o cliente vai encontrar produtos com preços exclusivos .

A ação vai de encontro com a estratégia da empresa, de passar de uma marca tradicional do varejo, com uma loja virtual, para se tornar em uma companhia digital, com pontos físicos e calor humano. “O propósito do magazine luiza é democratizar o uso da tecnologia, através de ações que facilitem o dia a dia, portanto disponibilizar Wi-Fi grátis nos aeroportos tangibiliza este propósito”, afirma Ilca Sierra, diretora de marketing do Magazine Luiza. “Além disso, vamos oferecer, através do nosso aplicativo a mais simples, rápida e fácil experiencia de compra.”

A área digital é cada vez mais importante para a empresa. O e-commerce do Magazine Luiza hoje responde por 22% das vendas da empresa e seu aplicativo móvel, lançado em setembro de 2015, já conta com dois milhões de downloads.

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ParkMe chega ao Brasil para revolucionar a forma de estacionar veículos

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Acompanhando a evolução tecnológica e seguindo o conceito de “cidades inteligentes”, chega ao mercado brasileiro a solução ParkMe. Com a proposta de facilitar a vida dos condutores, permite a localização, reserva e pagamento antecipado de estacionamentos por meio de uma plataforma online, o portal parkme.com, e também disponível para dispositivos móveis com os sistemas operacionais Android, iOS e Windows Phone.

A ParkMe é a maior plataforma do mundo neste segmento, com mais de 100 mil estabelecimentos cadastrados em 4.000 cidades, distribuídas em 64 países. No Brasil, a empresa já possui cerca de 6.000 estacionamentos cadastrados e a perspectiva é chegar em 20.000 estabelecimentos, até o fim de 2017, nas principais capitais do país. Atualmente, o serviço está disponível em São Paulo, e em estacionamentos adjacentes aos aeroportos de Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Campinas, Recife, entre outros.

“O objetivo é oferecer uma solução de ponta a ponta ao motorista, permitindo localizar, reservar e pagar por vagas. Tiramos uma preocupação do usuário, pois sabemos que não é fácil estacionar em diversos pontos da cidade, e com a solução conseguimos garantir um espaço para o veículo”, comenta Mário Coutinho, responsável pela ParkMe na América Latina. “Carros com sistemas de navegação inteligentes podem também fazer a busca, reserva e pagamento diretamente de seus painéis”, completa.

O uso é muito simples, basta localizar o estacionamento de preferência, escolher data e horário e, em seguida, fazer o pagamento por meio do cartão de crédito. Pronto! A vaga fica reservada para o motorista. Basta imprimir o comprovante ou apresenta-lo a partir de um smartphone no estacionamento. Quando o destino é para locais de grande movimentação como shows, eventos esportivos e aeroportos, a conveniência da plataforma torna-se ainda mais evidente.

Além da comodidade, outra grande vantagem de se reservar uma vaga por meio do ParkMe é o lado financeiro. É possível economizar até 50% dos valores cobrados nos dias de evento, quando a procura cresce muito e a demanda diminui. Em São Paulo, os estacionamentos mais procurados estão próximos a locais como Estádio Allianz Parque, Espaço das Américas, Ginásio do Ibirapuera, Estádio do Morumbi, Aeroporto de Guarulhos e Congonhas.

Já é possível garantir uma vaga com antecedência, em estacionamentos credenciados, para eventos que vão acontecer durante todo o ano de 2016, entre eles os shows de Aerosmith, Andrea Bocelli e Black Sabbath.

“Nós brasileiros somos apaixonados por carros, tecnologia e novidades que facilitam a vida. A ParkMe consegue reunir esses três elementos e tem a tendência de se popularizar muito rapidamente. Em breve escolher uma vaga de estacionamento vai ser como comprar ingresso para o cinema, se você deixar para última hora as melhores vagas já estarão reservadas ou, até mesmo, não haverá disponibilidade”, analisa Helder Azevedo, vice-presidente e diretor geral da INRIX para a América Latina.

Neste primeiro momento a ParkMe oferece opções de estacionamentos privados, porém em breve será possível reservar e pagar por locais públicos, inclusive em vagas de rua. As reservas no Brasil ainda são feitas exclusivamente pelo portal parkme.com. O aplicativo móvel deve permitir transações de cartões de crédito no país a partir do segundo semestre.

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Agile Banking é tema de webinar promovido pela GFT Brasil

Companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor financeiro ministra primeiro seminário on-line sobre tema que desafiará os serviços financeiros

Nos próximos cinco anos, consultores da indústria preveem que 35% das receitas dos bancos estarão ameaçadas por novos players na indústria. O aumento da quantidade de clientes que desejam serviços financeiros digitais, mais ágeis e conectados desafiará a infraestrutura tradicional das instituições financeiras, abrindo espaço para novos players no mercado. Estas empresas estão, cada vez mais, ganhando participação no mercado pela eficiência e agilidade nos serviços prestados.

Diante deste cenário, a GFT Brasil, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, ministrará no dia nove de junho de 2016, das 11h às 12h, seu primeiro Webinar, uma iniciativa que a cada mês irá abordar temas que têm desafiado o mercado e que são de grande interesse público.

Para o mês de junho, o tema escolhido será “Agile Banking: um novo jeito de moldar seu negócio”. O conteúdo programático do seminário on-line envolve os princípios do Agile Banking e como as soluções de transformação digital podem ajudar as instituições financeiras na melhoraria de seu posicionamento de forma competitiva, desbravando novos mercados, além de atrair e reter mais clientes.

O evento é gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições poderão ser realizadas pelo site www.gft.com/webinar ou através do telefone (11) 2176-3253 (com Andressa Oliveira).

Data: 9 de junho de 2016
Horário: Das 11h às 12h (horário de Brasília – Brasil)
Local: Em um computador com áudio e acesso a internet (os detalhes de conexão serão enviados aos participantes inscritos dois dias antes do evento).

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Parque Tecnológico de São José dos Campos se torna o maior do País

O Parque Tecnológico São José dos Campos e o Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi) se tornam nesta semana uma só organização. Com isso, o Vale do Paraíba passa a abrigar o maior complexo de inovação e empreendedorismo do País, com um total 304 empresas e seis instituições de ensino e pesquisa. Na união das duas instituições prevaleceu a denominação Parque Tecnológico São José dos Campos, cuja sede fica no km 138 da Via Dutra (SP-RJ) em uma área de 25 milhões de metros quadrados.

Inaugurado em 2009, o Parque foi o primeiro a ser credenciado no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos. Sua atividade é diversificada, constituída por diferentes ambientes e tem a participação de empresas de vários segmentos econômicos, como aeronáutico, espacial, TIC, saúde e automotivo, dentre outros. Conta também com unidades de seis instituições de ensino e pesquisa, como as universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de São Paulo (Unifesp) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

“Somos um ambiente diversificado, com uma forte sinergia de empresas entre si e de empresas com instituições de ciência e tecnologia”, resume Marco Antonio Raupp, diretor geral do Parque e ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (fevereiro 2012-março 2014). Ele dá ênfase também ao fato de a instituição ser financiada por recursos tanto privados como públicos. Desde sua criação, o Parque teve investimentos de R$ 1,9 bilhão.

Ambientes diversos

O Parque Tecnológico São José dos Campos é o único no mundo em que são realizadas atividades das três maiores fabricantes mundiais de aviões: Boeing, Airbus e Embraer. Isso se deve aosvários ambientes que compõem a instituição.

São três centros empresariais, onde estão60 empresas de pequeno, médio e grande porte. Todas elas realizam atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

P,D&I é o foco também dos cinco Centros de Desenvolvimento Tecnológico, dedicados a projetos em Saúde, TIC, Aeronáutica, Águas e Saneamento Ambiental, e Construção Civil. Cada Centro conta com uma empresa-âncora e várias empresas menores.

Os laboratórios do Parque são também utilizados pelas empresas em seus projetos de inovação. São três laboratórios: de Estruturas Leves; de Simulação de Sistemas Críticos; e de Desenvolvimento em Manufatura.

O Arranjo Produtivo Local de TIC reúne 66 empresas, desenvolvedoras de softwares, hardwares e serviços de TI, com foco principal em varejo, cidades inteligentes e indústria 4.0.

Já o Cluster Aeroespacial e de Defesa, encabeçado pela Embraer, reúne 116 empresas,distribuídas em seis Estados brasileiros. Elas atuam em consultoria, engenharia, serviços, indústria e manufatura, e defesa e segurança.

O Parque tem a sua própria incubadora de empresa e cuida de outras duas, externas, todas elas vinculadasao Programa Municipal de Incubadoras de São José dos Campos. No total, são 32 empresas incubadas.

Outras 30 empresas estão nas Galerias do Empreendedor, programa de natureza socioeconômica realizado em três bairros da periferia de São José dos Campos.

O Parque conta ainda com um Escritório de Negócios, cuja finalidade é colaborar com as empresas no seu desenvolvimento junto ao mercado. Os serviços são oferecidos também para empresas não vinculadas ao Parque Tecnológico.

Expansão

Estão sendo construídos mais um Centro Empresarial e dois laboratórios: um de Compatibilidade e Interferência Eletromagnética, e outro de Manufatura Digital e Prototipagem Virtual.

Paralelamente, o Parque se volta para a expansão imobiliária e a instalação de novos estabelecimentos de serviços para atender sua população de seis mil pessoas. Para isso, a administração está aberta a parcerias com empresas dos setores potencialmente interessados, como incorporadoras e construtoras imobiliárias, estabelecimentos bancários, restaurantes, lojas comerciais e prestadores de serviços diversos.

Parque Tecnológico São José dos Campos em números:

– R$ 1,9 bilhão em investimentos
– 25 milhões de m² é a área
– 6 mil pessoas diariamente
– 60 empresas residentes no Parque
– 6 instituições de ciência e tecnologia
– 116 empresas associadas ao APL Aeroespacial
– 66 empresas associadas ao APL TIC
– 32 empresas incubadas
– 30 microempresas as Galerias do Empreendedor
– 4 auditórios e 3 salas para locação para eventos
– 830 vagas de estacionamento de veículos

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Lições para o empresário sobreviver à crise política e econômica – Por Maurício Lima

Por Maurício Lima, sócio fundador da Invest Tech, gestora de fundos de investimentos focada em Venture Capital e Private Equity para o mercado de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC).

O cenário macroeconômico de 2016 é ainda mais crítico que o do ano passado, agravado por uma séria crise política e de legitimidade do atual governo, o que desestabiliza ainda mais o mercado e se reflete no humor de todo o empresariado brasileiro. Além de baixo crescimento, inflação em alta, aumento do desemprego e uma estrutura de governo com gastos administrativos elevadíssimos, com reflexo nas contas do país, soma-se a esses fatores a indefinição dos rumos políticos do país e as alternativas viáveis para que o Brasil saia do atual imbróglio institucional.

Diante de tantos desafios, fica a pergunta: como o empresário vai conseguir sobreviver a 2016? É certo que o caminho será tortuoso e o impulso para o sucesso não virá do ambiente externo. Assim, seguem algumas das lições mais valiosas que aprendemos investindo e trabalhando com empresários de muito sucesso em mais de 30 negócios ao longo dos anos:

Prepare-se para o pior: Trabalhe firme no dia a dia para superar a crise, mas considere em seu planejamento o pior cenário possível. Só assim você será capaz de fazer os ajustes necessários. Assim, você estará psicologicamente preparado para atravessar a crise.

Arrume a casa: É hora de olhar para dentro, pois é impossível prever quando se dará uma retomada macroeconômica. Não espere a crise passar para então organizar sua empresa. Reveja processos, mapeie indicadores financeiros e de desempenho, analise pontos de melhoria e o que é possível fazer para cortar gastos e estimular a produtividade. Lembre-se, se quer uma empresa sólida deverá contar com carteira pulverizada, receita recorrente e contratos de longo prazo.

Atenção redobrada com a satisfação do cliente: O momento é delicado e todos estão pressionados para reduzir custos. Seus concorrentes muitas vezes não fazem a conta e estão dispostos a fazer qualquer preço para gerar alguma receita. Não deixe que seu cliente ponha em dúvida o valor da sua oferta. Mostre-se mais do que nunca parceiro, renegocie contratos, aproxime-se de clientes estratégicos, personalize ao máximo seu atendimento. Os tempos pedem esforço redobrado com a satisfação dos clientes.

Disciplina e comprometimento: Parece básico, mas muitos negócios e empresários carecem dessas habilidades. A empresa tem um plano de negócios definido? Qual o faturamento que se pretende atingir no curto, médio e longo prazo? As metas são perseguidas e acompanhadas sistematicamente? Prove que sua empresa foi construída para durar, rentável para os sócios, os funcionários e o país.

Mais dinheiro é melhor que menos dinheiro: Outro ponto que parece básico, mas passar momentos de crise com a gestão financeira controlando cada recurso gerado é chave. O momento é difícil, mas há diversas oportunidades para atrair investidores e financiadores para o capital da empresa. Gestão, oportunidades de aquisição de concorrentes ou fusões estratégicas podem ser elementos geradores de interesse para novos sócios.

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Divórcio entre sócios é uma das causas de desestruturação de empresas no Brasil

O Brasil possui 18,8 milhões de empresas, sendo que 90% delas são compostas por integrantes de uma mesma família. Separar a vida profissional das relações familiares já não é uma tarefa fácil, imagine quando as duas coisas andam juntas. As separações e os divórcios vivenciados por sócios de empresas, além de terem se tornado bastante frequentes nos últimos anos, também já são considerados um dos grandes problemas enfrentados no ambiente empresarial. Segundo estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os divórcios, no país, aumentaram em cinco vezes desde a década de 1980.

Segundo a advogada Monique de Souza Pereira, sócia do escritório Souza Pereira Advogados, em Curitiba, a disputa judicial por bens ou pela direção dos negócios, no caso de uma separação, pode desestruturar financeiramente a empresa e engessar suas operações diárias, bem como desvalorizar seu valor de mercado e gerar descrédito perante terceiros.

“Isso se dá porque, no início da formação da sociedade empresarial com o cônjuge, não existe aquela preocupação especial em já elaborarem documentos societários bem alinhados, tais como contrato social, estatuto social e acordo de sócios prevendo soluções legais quando da ocorrência de algum tipo de problema”, explica.

Separação de bens – Não é apenas o divórcio do casal que traz problemas com a separação dos bens. Quando o cônjuge não participa da sociedade, mas foi casado no regime de comunhão universal ou parcial de bens, ele tem direito à metade das ações ou quotas sociais mediante partilha de bens ao fim de um divórcio.

“No caso de uma sociedade anônima, o cônjuge poderá participar da sociedade empresarial com suas ações adquiridas, passando a fazer parte da vida societária daquela companhia. Já em sociedades contratuais, como exemplo a sociedade limitada, a partilha das quotas não implicará na aceitação imediata desse ex-cônjuge como sócio da empresa, o que dependerá do que se encontra estipulado no contrato social”, afirma Pereira.

Desafio – Em uma empresa familiar é essencial que se tenha planejado, organizado e regulado assuntos relacionados não só ao patrimônio, como também à família e à gestão empresarial, pois apesar de serem temas independentes, acabam se sobrepondo e causando conflitos dentro da sociedade.

Para que a empresa e os sócios não sejam prejudicados, a advogada recomenda que o casal empreendedor tome alguns cuidados prévios que preservem o equilíbrio e evitem potenciais problemas em razão de separações e divórcios, em especial a desestabilização financeira da empresa.

“Há alguns instrumentos que ganham relevância no momento desse planejamento, como por exemplo, o pacto antenupcial, o contrato de convivência, o testamento, o acordo de sócios, o contrato social, entre outros que, se elaborados por profissional capacitado observando as peculiaridades da empresa, da família e do casal, tornam-se grandes aliados para a construção de um negócio perene e de sucesso”, comenta.

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Internet das Coisas é imperativa na indústria 4.0

A estimativa dos institutos de pesquisa é de que a partir de 2020, a Internet das Coisas será o maior mercado de dispositivos do planeta. São previstos, em todo o mundo, em torno de 200 bilhões de carros, aplicativos, maquinários e dispositivos realizando operações remotas, monitorando e fazendo a interação entre produtos conectados à internet.

Essa é a era da Indústria 4.0, que já começou em muitos segmentos, onde os gestores entendem que o importante é ser inovador com sustentabilidade (do planeta e dos negócios), para aumentar a qualidade dos serviços e produtos, ter maior eficiência, conveniência e menores custos de operação. Com o uso de IoT as aplicações são infinitas, porque é uma contribuição vital para empresas e indústrias criarem novos patamares de eficiência.

“Muitas indústrias acabam de entrar nessa nova era de conectividade, por meio de uma infraestrutura robusta, desenhada especificamente para ambientes hostis e pronta para a integração com os equipamentos e soluções de automação”, explica Renato Carneiro, Presidente da 2S Inovações Tecnológicas – uma das pioneiras em projetos IoT no Brasil.

De acordo com o Gartner, em 2020, os investimentos em infraestrutura de IoT serão de US$ 1,53 trilhão no mercado consumidor e US$ 1,47 trilhão no setor corporativo.

Na Indústria 4.0 o caminho é acelerar os ciclos de inovação e otimizar os processos do negócio de forma inteligente. Para ajudar empresas de todos os setores a manter o rumo nessa estrada, a Internet das Coisas tem o papel de condutor ao unir a tecnologia de sensores, conectividade, big data
e analytics.

Por outro lado, tanto na indústria como nas empresas em geral, há uma preocupação constante com a cibersegurança. “Em IoT, você tem que garantir que tudo que está conectado é mesmo real, o que é possível quando criamos uma camada adequada de segurança na solução”, resume Carneiro.

Segundo estimativa da Cisco, dependendo do setor, entre 40% e 50% dos processos manuais de manufatura, transporte, varejo, petróleo e gás, geração de energia e mineração podem ser automatizados com a IoT.

Dados da IDC indicam que manufatura é o 3º mercado que mais cresce em adoção de IoT e a movimentação vai passar dos US$ 42,2 bilhões (registrados em 2013) para US$ 98,8 bilhões em 2018. Um aumento anual de 18,6% – superior à média geral de IoT, estimada em 16,9%.

Até a indústria da sucata precisa de IoT. Por exemplo, na classificação da sucata os objetos são avaliados presencialmente por profissionais qualificados, que os filtram conforme o tipo e qualidade. Esse processo, manual tem alto custo e pode ser aprimorado com a avaliação remota, a partir de um centro de controle que concentra os trabalhadores experientes, enquanto colaboradores de menor senioridade vão à planta com uma câmera, que registra e envia imagens à central em tempo real. Esse tipo de solução reduz o custo e também os riscos.

Ao colocar as pessoas na classificação da sucata, a preocupação não é só com a possibilidade de falha, mas também de fraude. Há casos em que a empresa contratada para transportar os objetos faz acordo com o colaborador para benefício das duas partes, como mentir valor ou tipo de material.

“Esse projeto ganhou nova fase por meio de IoT: uma camada de inteligência e analytics permite que a imagem captada pelas câmeras seja classificada automaticamente. No começo, os profissionais instruem o banco de dados, validando e checando as inserções, até, após um ano, o sistema fazer avaliações de forma autônoma”, afirma Mirella Damaso Vieira, IoT Business Development Manager da 2S Inovações Tecnológicas.

Carneiro ressalta que, com a estratégia adequada, a Internet das Coisas é uma grande aliada em ambientes hostis, comum na indústria. “Um local de trabalho perigoso também torna a manutenção da infraestrutura mais complexa. Para resolver isso, sistemas inteligentes de IoT podem conectar equipamentos com M2M (machine-to-machine) e fazer com que a rede monitore constantemente a situação física, como temperatura, avarias e de performance de cada elemento. Isso possibilita a manutenção preditiva, garantindo otimização da vida útil de cada item”.

Em relação aos custos, IoT representa pouco comparado aos robôs ou máquinas. “Considerando o caso da implementação de 400 câmeras em uma fábrica, por exemplo, mesmo incluindo switch de rede e storage, o valor fica em 0,1% do custo total dos equipamentos de automação”, detalha Mirella.

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82% dos grandes varejistas já utilizam tecnologia para fidelizar clientes nas lojas físicas

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que garantem visibilidade em tempo real sobre ativos das organizações, pessoas e transações, divulgou hoje os resultados de sua mais recente pesquisa sobre o comportamento do consumidor conectado na América Latina. Os dados mostram que a região continua buscando na tecnologia soluções que criem experiências de compra diferenciadas e capaz de gerar fidelização.

A pesquisa entrevistou tanto profissionais de TI quanto de marketing em empresas de varejo que atuam na região. O objetivo da pesquisa era identificar como o varejo está usando a tecnologia para atender às crescentes expectativas dos clientes. Segundo a pesquisa, 82% dos varejistas pesquisados na América Latina oferecem conectividade aos clientes dentro da loja por meio de aplicativos de fidelização, mas apenas 46% fazem um uso inteligente dos dados para melhorar a experiência do cliente, aumentar os níveis de satisfação com o atendimento e realizar o monitoramento dos pontos de venda.

Na contramão, 18% dos varejistas pesquisados se conectam aos clientes e a seus smartphones oferecendo conexão Wi-Fi gratuita. Os varejistas também ainda estão se adaptando à nova realidade digital: cerca de 80% dos varejistas ainda enviam catálogos impressos; no entanto, 50% pretendem enviar ofertas personalizadas para os dispositivos dos clientes que estão na loja em um futuro próximo.

Os varejistas brasileiros são os mais entusiastas da região, já que a maioria planeja oferecer algum tipo de tecnologia em suas lojas em um futuro próximo, como scanners de mãos ou quiosques de autoatendimento.

“O setor de varejo está evoluindo bastante, e isso também é realidade no Brasil. Hoje, os clientes estão mais exigentes e esperam uma melhor experiência dentro das lojas. Mesmo os clientes mais fiéis às marcas podem eventualmente buscar um concorrente, caso vivencie uma experiência que não seja a ideal”, explica Vanderlei Ferreira, country manager da Zebra Technologies no Brasil.

Segundo estudo, 62% dos varejistas usam informações obtidas de sistemas de fidelidade, cartões de crédito e de débito para identificar produtos adquiridos e 59% para descobrir dados demográficos dos consumidores que frequentam suas lojas.

“O mercado passa por mudanças e são várias as opções de varejo disponíveis, tanto em nível regional quanto mundial. Por esses motivos, oferecer uma excelente experiência nas lojas ajudará a atrair e fidelizar mais clientes” explica Ferreira. “Essas novas estratégias envolvem velocidade e eficiência, personalização da experiência de compra e um nível mais elevado de serviços dentro da loja para garantir que os clientes possam comprar os itens que desejam que os serviços e soluções da Zebra podem ajudar a alcançar” completa o executivo.

A IDG Connect, a pedido da Zebra, realizou o estudo “O consumidor conectado na América Latina: como os varejistas latino-americanos podem aprimorar a experiência dos clientes dentro das lojas”. Profissionais de TI e marketing em empresas de varejo foram entrevistados no Chile, Brasil, México e Colômbia para identificar como eles estão usando a tecnologia para atender às crescentes expectativas dos clientes. A maioria dos varejistas entrevistados empregava entre 500 e 5.000 pessoas em suas operações e oferecem algum nível de conectividade aos clientes dentro de suas lojas.

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Congresso Cards aborda a tendência multicanal no Brasil

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O cliente conhece o produto na loja, compra pela internet, e vice-versa. O consumidor de hoje é multicanal, ou seja, compra em diversos canais no momento que for mais conveniente e prático para ele.

O futuro do omnichannel e a sua importância para o mercado varejista nos próximos anos será um dos temas abordados pelo Congresso Cards, que acontece de 15 a 17 de junho, paralelamente à Cards Payment & Identification 2016, no Expo Center Norte em São Paulo.

De acordo com o Prof. Doutor das matérias de E-Commerce, Redes Sociais e Comportamento do Consumidor On-line da ESPM, Alexandre Cavalcanti Marquesi, não existe uma fórmula mágica. “A iniciativa deve ser uma opção simplificada e que caiba no bolso da empresa. Usar aplicativos e redes sociais como Whatsapp e Facebook são métodos rápidos e baratos. Já projetos maiores dependem de especialistas”, explica o professor.

Os números relacionados a esse tipo de estratégia chamam a atenção: mais de 17 bilhões de brasileiros realizaram pelo menos uma compra on-line no primeiro semestre de 2015; clientes multicanal gastam 82% mais que os clientes de lojas intencionais.

Em 2016, o e-commerce nacional deve crescer 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O ano deve registrar 190,9 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um ticket médio de R$ 298.

As compras via aparelhos portáteis devem representar 30% do total de pedidos, ante 20% em 2015, o que torna o mobile ainda mais importante para os varejistas brasileiros. A participação das PMEs na receita geral também deve aumentar, atingindo a marca de 22,1% este ano.

“As facilidades oferecidas pelos varejistas virtuais, como promoções e preços baixos, seguem como atrativos para os consumidores, projetando um crescimento que nem mesmo a crise econômica no Brasil deve impedir”, ressalta o presidente da ABComm, Mauricio Salvador.

Congresso Cards

Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme

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Compras governamentais: como participar deste universo? – Por Daniela Triñanes

Está no pensamento de muitos empreendedores que vender para o governo, seja na esfera federal, estadual ou municipal, não é vantajoso e tampouco seguro. Entretanto, é preciso sair do achismo de que “o governo não pagará à minha empresa; vamos arcar com um calote”, instaurado por antigos casos, enquanto não existia uma lei de amparo aos credores, e ainda pela falta de gestão e conhecimento do mercado de compras governamentais.

Primeiramente, é preciso saber que toda compra governamental é protegida pela Lei de Responsabilidade Fiscal. É esta que garante mais controle em contas públicas e age com rigor para que nenhum governo contraia empréstimos ou dívidas fora de seu alcance. A Lei, criada em maio de 2000, dita a obrigação de que todas as finanças governamentais sejam detalhadamente apresentadas para o Tribunal de Contas da União, do Estado e dos Municípios.

Além disso, há diversos mecanismos que contribuem para um maior índice de resultados positivos ao se vender por meio de concorrência pública. A adoção de um software de obtenção, gestão e inteligência de mercado, que amplie a visão sobre os interesses de empresas e também estude o comportamento de compra do governo e últimos preços praticados, pode ser o principal passo rumo às vitórias em licitações públicas.

Segurança em vender para o governo

A garantia de venda e desenvolvimento interno, por exemplo, estão entre os principais prós para quem entra no mundo das compras públicas. O governo pode pedir ampliação de prazo e até atrasar, mas não dará calote nos produtos ou serviços fornecidos por sua empresa, fique tranquilo.

Outro ponto positivo para quem está amparado por dados exatos e informações que ampliem sua visão neste mercado é que a história e o medo de margens espremidas e preços mais baixos não são verdadeiras. Com uma solução inteligente, é possível praticar preços mais justos e competitivos, mas sem reduzir drasticamente a rentabilidade.

Para concorrer com propriedade e hipóteses de vencer, basta estruturar bem sua empresa – pequena, média ou grande –, deixar toda a documentação em ordem e iniciar o acompanhamento das ofertas de compras públicas. Segundo o Ministério do Planejamento, somente as pequenas e médias empresas movimentaram no primeiro semestre de 2015 mais de R$ 10 bilhões.

Sem dúvidas, sua empresa pode estar entre esse montante, ainda mais que, no início de 2016, entrou em vigor um decreto do Governo Federal que determina exclusividade às pequenas e médias em compras públicas de até R$ 80 mil, em todas as esferas.

Documentação sempre em dia

Inicialmente, é necessário entender que processos para compras públicas geralmente funcionam por licitação. Trata-se do método usado por qualquer entidade que use o dinheiro arrecadado em impostos ou taxas para contratar serviços e adquirir qualquer produto. Tudo é amparado por lei.

Quatro documentos são os mais importantes para começar a participar dos pregões: habilitação jurídica, qualificação técnica, qualificação econômico-financeira e regularidade fiscal.

A habilitação jurídica verifica a legalidade da empresa, o ramo de atividade e a situação dos sócios. Já a qualificação técnica é o que comprova que sua empresa tem capacidade de fornecer o produto ou serviço negociado. Para atestar que a saúde financeira de sua empresa é capaz de fornecer o que propõe, é solicitada a qualificação econômico-financeira. Por fim, e de extrema importância, está a regularidade fiscal.

Regularidade fiscal

Trata-se da reunião de documentos de cadastramento e certidões que comprovam que tudo em sua empresa está dentro da lei. Esta parte toda é atestada pela apresentação de cartão do CNPJ, regularidade com a Fazenda em todas as esferas, certidões que comprovem estar quite com INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Para obtê-los, basta comprovar que impostos e encargos sociais estão pagos. Só tome cuidado para não perder o prazo. É melhor providenciar a documentação assim que souber da licitação para não correr o risco de não dar tempo de estes serem analisados.

Cuidados essenciais

A documentação foi providenciada e tudo está mais do que certo com a contabilidade de sua empresa? Então é hora de prestar atenção em alguns detalhes antes mesmo de se empolgar a participar de algum processo de compra governamental.

Desta forma, para a fase de competição, leia com atenção o instrumento ou contrato, analise as condições para a competição por meio da habilitação do edital, nunca reduza o preço ao patamar que impeça a execução do trabalho, esteja atento e acompanhe todos os passos da licitação.

Minha empresa ganhou a licitação! E agora?

Sua empresa tem motivos de sobra para comemorar: ganhou a licitação e fornecerá seu produto ou serviço a um órgão governamental. Nesta fase é importante atentar aos prazos do contrato e cumpri-los à risca. Todos os pedidos e formas de entrega devem estar protocolados. Além disso, saiba que sua empresa terá que ter capital de giro para arcar com o prometido.

É fundamental que este processo seja feito antes do início da prestação de serviço ou fornecimento de produto. Sua empresa deve começar com tudo em ordem, assim, problemas e preocupações podem ser evitados em compras governamentais. Reveja os prazos sempre que preciso e analise como o órgão paga a seus fornecedores.

Pode até demorar, mas qualquer órgão público também tem que cumprir rigorosíssimas normas, regidas por leis, prazos de pagamento, bem como valores acertados no empenho. Então, boa sorte!

*Daniela Triñanes é diretora da IBIZ Tecnologia, co-criadora do IBIZ Licita, serviço pioneiro e único em obtenção, gestão e análise de dados para empresas que participam de processos de compras públicas e governamentais.

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Entenda o que é coworking e quais seus benefícios

Um novo modelo de trabalho que vem se destacando entre os profissionais brasileiros, principalmente nas grandes capitais, é o coworking, ou escritório compartilhado, este é um formato que possibilita o compartilhamento de espaços e recursos de escritórios entre as pessoas, reduzindo muito os gastos operacionais.

Segundo Diogo Sales, Sócio Diretor da Gowork (www.gowork.com.br), empresa líder no segmento, essa opção se estabeleceu no mercado pela sua acessibilidade e praticidade. “Hoje existem empresas como a nossa, que possibilitam essa estrutura de forma muito simples, assim, para um empreendedor ou empresa que precisa de um espaço diferenciado para trabalho, um coworking é o ideal”.

Como funciona

Hoje existem várias ofertas por esse tipo de serviço, existindo até os gratuitos, mas o grande destaque fica para os espaços locados, pois neles as pessoas podem contar com toda uma infraestrutura profissional de um escritório de alto padrão. Podendo até mesmo utilizar o coworking como endereço fiscal da empresa ou de uma filiar.

São diversas as facilidades, tais como:

– Não precisa se preocupar com locação de imóvel e todas dificuldades relacionadas;

– Moveis e outros utensílios de escritórios já fazer parte do pacote dos principais coworkings;

– Se estabelece como uma alternativa ao isolamento do modelo home office, que se mostra por vezes improdutivo;

– Opções de encontrar localizações privilegiadas que proporcionam potencialização de novos negócios.

Outro ponto importante é que esses espaços não se limitam apenas para pequenos negócios. “Hoje existe a possibilidade de empresas de qualquer porte locarem esses espaços e utilizarem os benefícios, para quem precisa de apenas uma estação existem espaços coletivos, mas para quem quer espaços maiores e personalizados, a partir de quatro unidade já podemos fornecer e não existindo limites. Já fizemos diversos projetos especiais para empresas de grande porte”, explica o diretor da Gowork.

Custos reduzidos

Boa parte dos gastos de uma empresa se encontra nos processos administrativos, são os custos com telefonia, luz, água, manutenção, limpeza, dentre outros que quando se coloca na ponta do lápis se mostram muito expressivos. Isso, sem contar, com o aluguel. Ao locar um espaço de coworking, existe a possibilidade de unificar todos esses gastos em um só, muito abaixo do que seria em outra situação.

“O grande diferencial é que a divisão só proporciona benefícios para quem se utiliza desse modelo de trabalho, pois os gastos chegam a ficar até 40% menores do que em uma locação individual de escritório, isso sem contar com o tempo que se ganha por não ter que se preocupar com essas questões que não fazer parte do escopo do negócio”, conta Diogo Sales. Enfim, para empresas modernas que necessitam de espaços para crescer, um coworking é mais que uma opção, é um diferencial.

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