Archive abril 2016

T-Systems Showcase será um dos destaques do SAPPHIRE 2016

A solução T-Systems Showcase, desenvolvida pela T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, será um dos destaques do SAPPHIRE 2016, maior evento global de negócios e tecnologia. Organizado pela SAP e pela ASUG (Associação de Usuários SAP), o evento será realizado entre os dias 17 e 19 de maio, em Orlando (EUA).

A T-Systems Showcase, uma solução completa de mobilidade e monitoramento de produção baseada em aplicativos SAP, foi apresentada ao mercado no último SAP Forum, realizado em São Paulo. A facilidade de uso e a efetividade da integração de diferentes soluções SAP, levou ao convite para que os desenvolvedores da solução a apresentassem no evento global.

Combinando mobilidade e processamento in-memory, a solução será oferecida como serviço a partir da nuvem da T-Systems. De acordo com Luis Fernando Tadei, responsável pela Unidade de Negócios SAP da T-Systems Brasil, a solução roda em tablets e smartphones equipados com os sistemas operacionais iOS e Android. “Nós combinamos as melhores características das soluções SAP HANA, SAP Fiori, SAP MII, IoT e do SAP ECC 6.0, tudo rodando em nossa nuvem”, explica.

Fernando Vidoi, gestor da área de inovações em SAP da T-Systems, explica que a solução de workflow é utilizada em toda a cadeia do processo de aprovação. Em seguida, o SAP MII faz todo o acompanhamento da produção, incluindo o gerenciamento das máquinas utilizadas no processo. “Conseguimos mostrar graficamente o funcionamento das máquinas, incluindo um mapa do que foi planejado e do que está sendo realizado”, afirma.

A interação com o usuário final é garantida pelo SAP Fiori, que torna o processo mais interativo e simples, reduzindo muito a necessidade de treinamento dos usuários. Por fim, a solução permite que todas as vendas sejam acompanhadas em tempo real por região, permitindo o planejamento de estoque, entrega dos produtos e o direcionamento de campanhas específicas de marketing de acordo com o resultado de cada região.

O SAP HANA também permite a realização de análises de mercado, sendo possível identificar o motivo que um determinado produto é mais aceito em uma região do que em outras. “Tudo isso na palma da mão dos tomadores de decisão da companhia, que poderão definir estratégias com dados obtidos em tempo real”, afirma Luis Fernando Tadei, Gerente da Unidade de Negócios SAP da T-Systems Brasil.

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Carro elétrico: empresa lança Renault Twizy no Canadá e vai implantar 8.000 novos pontos de recarga

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Nós próximos 18 meses, a AZRA investirá 40 milhões de dólares para instalar 2.000 novos terminais de recarga elétricos e lançar o Twizy, o primeiro veículo 100% elétrico da Renault no Canadá.

“A AZRA tem a missão de provocar mudanças, focada na diminuição das emissões de gazes de efeito estufa. Temos orgulho de investir na mobilidade elétrica porque este é o caminho para diminuir nossa pegada ecológica”, destacou o presidente e CEO da AZRA, Jean-François Carrière.

“Utilizando transportes movidos a eletricidade, melhoramos nosso meio ambiente e ao mesmo tempo aumentamos nossa prosperidade econômica. Por isso, fico feliz em anunciar hoje os investimentos feitos pela AZRA. O fato de a Renault ter escolhido uma empresa do Quebec para comercializar seu veículo elétrico no Canadá diz muito sobre nossa liderança no assunto”, declarou o ministro dos Transportes, Mobilidade Sustentável e Eletrificação dos Transportes,

A AZRA aproveitou a oportunidade para lançar o modelo Twizy da Renault em solo canadense. O evento contou com a presença de Guillaume Berthier, diretor comercial de veículos elétricos da Renault.

“O Grupo Renault tem orgulho de escolher uma empresa dinâmica e engajada como a AZRA para comercializar o Twizy no Canadá. O veículo elétrico e, principalmente o Twizy, permite que a Renault acelere seu desenvolvimento internacional, contribuindo com o desenvolvimento de novas formas de vender carros, como esta proposta combinada da AZRA, cujo modelo de negócio está focado principalmente no ambiente digital”, destacou Guillaume Berthier.

Concebido pela equipe da Renault Sport, o pequeno veículo urbano 100% elétrico é equipado com um cabo de recarga do tipo 1 e refletores laterais. Homologado desde 1º de março de 2016 pelo Ministério dos Transportes do Canadá, sua velocidade é limitada a 40 km/h, para satisfazer a regulamentação da categoria dos veículos de baixa velocidade.

O Twizy estará disponível para locação por um custo mensal de 99 dólares canadenses, incluindo os custos de licenciamento e seguro. A empresa Uni-Select foi escolhida para a manutenção e gestão da frota de veículos.

8.000 novos pontos de recarga

Para contribuir para a expansão da rede e a acessibilidade dos postos de recarga para os usuários canadenses, a AZRA vai instalar 2.000 terminais de recarga nos próximos 18 meses. Totalmente feitos de alumínio, os terminais terão carregadores com potência de 7 a 50 kW, podendo atender até quatro usuários, totalizando 8.000 novos pontos de recarga. Eles serão instalados gratuitamente em locais privados, graças a parcerias firmadas com proprietários de edifícios comerciais, shopping centers e outros.

A parceria AZRA-Renault permitirá que os usuários canadenses possam contar com uma rede elétrica abrangente e eficaz.

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Uso de tecnologias móveis para a oferta de informações e serviços ainda é um desafio para setor público brasileiro, aponta Cetic.br

Apenas 21% dos órgãos públicos federais e estaduais e 4% das prefeituras brasileiras ofereceram aplicativos para dispositivos móveis, revela a segunda edição da pesquisa TIC Governo Eletrônico, lançada nesta quinta-feira (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Realizada entre julho e outubro de 2015, a pesquisa TIC Governo Eletrônico 2015 investiga o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em dois perfis de organizações: órgãos públicos federais e estaduais de todos os poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) e também nas prefeituras (Executivo Municipal). Entre os aspectos analisados, estão a infraestrutura e ferramentas de gestão de TI nas organizações públicas, a presença na Internet por meio de websites e redes sociais, a disponibilização para a sociedade de serviços públicos, informações e mecanismos de interação on-line pelos órgãos pesquisados, entre outros indicadores.

Em 2015 foram entrevistadas 996 prefeituras e 620 órgãos públicos federais e estaduais. A amostra inicial de prefeituras foi ampliada em relação à primeira edição da pesquisa realizada em 2013 e os resultados foram divulgados por um número maior de faixas de porte populacional dos municípios e por todas as regiões do País. “Com isso, conseguimos aprofundar o entendimento sobre as desigualdades entre as prefeituras no acesso e uso de TIC, insumos fundamentais para a implementação de políticas públicas destinadas a minimizar as desigualdades entre as organizações públicas brasileiras e melhorar suas atividades, sobretudo, nas dimensões de qualidade e eficiência do serviço público”, avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Uso de dispositivos móveis

Dentre os recursos medidos pela pesquisa, o mais citado pelas prefeituras brasileiras foi a existência de website adaptado para dispositivos móveis (24%), seguido de transações e pagamentos (8%), envio de SMS para o cidadão (7%), recebimento de SMS enviado pelo cidadão (7%), aplicativos criados por empresas ou cidadãos a partir de dados disponibilizados pela prefeitura (6%) e aplicativos criados pela prefeitura (4%).

Metade dos órgãos públicos federais e 42% dos estaduais disponibilizaram websites adaptados para dispositivos móveis. Aplicativos criados pelo órgão público foram citados por 33% dos órgãos federais e 20% dos estaduais, sendo o Judiciário (39%) e o Legislativo (34%) os poderes que mais citaram esse tipo de iniciativa. Outros tópicos investigados pela pesquisa foram menos citados: aplicativos criados por empresas ou cidadãos a partir de dados disponibilizados pelo órgão público (19% dos federais e 11% dos estaduais) e envio de SMS para o cidadão (11% dos federais e 10% dos estaduais).

Os resultados indicam que o uso das tecnologias móveis para a oferta de serviços e informações à sociedade ainda é um desafio para o setor público, tendo em vista que quase metade dos brasileiros usavam a Internet pelo celular em 2014 de acordo com dados do CGI.br. “No Brasil, 81,5 milhões de pessoas utilizam a Internet pelo celular e 84% delas acessam a rede diariamente por estes dispositivos. Apesar disso, as organizações públicas no País ainda não oferecem muitos recursos para dispositivos móveis. A ampliação desse tipo de iniciativa pode facilitar o acesso a informações e serviços públicos pelos cidadãos”, considera Barbosa.

Websites e redes sociais

No que diz respeito à presença na Internet, a pesquisa TIC Governo Eletrônico 2015 mostra as disparidades por região do País. A proporção de prefeituras que possuem website é praticamente universalizada nas regiões Sul (99%), Centro-Oeste (98%) e Sudeste (92%), enquanto a proporção é menor na região Norte (78%) e Nordeste (76%). Por outro lado, o indicador que mede a presença das prefeituras nas redes sociais apresenta resultados menos discrepantes entre as regiões. A existência de perfil ou conta própria em redes sociais foi citada por 67% das prefeituras do Norte, 66% dos municípios do Nordeste, Sul e Centro-Oeste, e 64% do Sudeste.

Entre as esferas de governo, o Executivo (91%) apresentou o menor percentual de presença na Internet por meio de um website. A pesquisa mostra que 92% dos órgãos públicos federais e 74% dos estaduais possuem perfil ou conta própria em redes sociais. No Judiciário, 99% dos órgãos possuem website e 94% perfil em alguma rede social on-line.

Atividades nas redes sociais

As prefeituras declararam que atualizam ou postam frequentemente nas redes sociais nas quais possuem perfil ou conta própria – 84% postam todos os dias ou pelo menos uma vez por semana. Entre as atividades identificadas na pesquisa estão: postar notícias sobre a prefeitura (95%), divulgar serviços ou campanhas (90%), e responder a dúvidas e comentários dos cidadãos (77%).

Quanto à atualização de seus perfis ou contas, 86% dos órgãos públicos federais e estaduais postam em suas redes todos os dias ou pelo menos uma vez por semana. Sobre as principais atividades que desempenham nas redes sociais estão postar notícias sobre os órgãos públicos federais e estaduais (93%), divulgar serviços ou campanhas (90%), e responder a dúvidas e comentários dos cidadãos (82%).

Para acessar a TIC Governo Eletrônico 2015 na íntegra, assim como rever a primeira edição da pesquisa, visite http://cetic.br/pesquisa/governo-eletronico/.

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Oito dicas para melhorar a colaboração nas empresas – Por Marcos Reitano

Desconforto! É isto que gera a tal Tensão Criativa que nos fala Peter Senge. Quando a realidade é diferente daquilo que desejamos, e se realmente queremos transformá-la, ficamos tensionados para fazer algo diferente, para criar. O primeiro estágio para mudar é o desconforto.

Uma das realidades organizacionais que mais me impressiona é a quase absoluta falta de cooperação entre áreas, a falta da chamada colaboração cruzada. Invariavelmente as empresas mencionam, entre os aspectos da realidade que gostariam de transformar, o fato de que funcionam em silos, que há baixo foco na agenda institucional, que há muitos conflitos interdepartamentais e que individualismo, ego e competição entre as pessoas estão demasiadamente intensos.

A baixa colaboração cruzada decorre do modelo de gestão que focaliza a empresa principalmente na vertical. Metas e métricas são definidas e cobradas essencialmente no âmbito de gestão das áreas. A pressão por resultados acontece dentro das áreas. As consequências boas ou ruins são determinadas pelo que é feito e produzido nas áreas. Promoções são, na esmagadora maioria, no eixo vertical.

Posturas competitivas e individualistas são incentivadas por modelos de avaliação de desempenho com base em ranking. Modelos mentais profundamente arraigados do tipo “o mundo é dos mais fortes”, “cada um cuida do seu pedaço”, “faço a minha parte, faça a sua” ou “quem colabora muito não sabe dizer não”, são acolhidos sem muito questionamento.

É fácil entender porque as empresas querem (e precisam) mudar. Estes padrões de funcionamento não atendem aos desafios de dar respostas cada vez mais rápidas à questões cada vez mais complexas. A interdependência entre áreas e pessoas nunca foi tão necessária para que os processos essenciais da empresa, que ocorrem na horizontal, sejam bem realizados.

É necessário explorar mais a sabedoria coletiva, a pluralidade de perspectivas, o trabalho integrado e sinérgico entre as pessoas, a responsabilização pelo todo.

Um bom ponto de partida é reconhecer que as pessoas agem como agem não apenas por força de seu perfil, mas também em função de como percebem o ambiente. Para conseguir mudar é necessário não só agir no âmbito das pessoas, ajudando-as a desenvolver nova perspectiva sobre o trabalho, mas também e principalmente mexer nas variáveis do ambiente que determinam os comportamentos que devem ser modificados.

Nesse ponto reside a importância de fazer algo diferente, colocando o foco da gestão também no eixo horizontal. Algumas ideias para isso:

1- Antes de tudo, dar clareza do que se espera das pessoas, não só em resultados mas também em comportamentos. E isto precisa vir recheado de significado sobre a importância e os benefícios de mudar.

2- É necessário ter metas compartilhadas entre pessoas que trabalham em áreas diferentes, com peso relevante no processo de avaliação para que sejam priorizadas no dia a dia.

3- Metas compartilhadas devem representar resultados próximos ao nível de atuação das pessoas. Isto porque as pessoas precisam ver seu trabalho diretamente refletido nas metas compartilhadas, sem o que a responsabilidade e a responsabilização mútua ficam muito difusas.

4- Identificar, reconhecer e dar destaque aos exemplos de postura colaborativa, que podem vir de grupos ou de indivíduos. Por outro lado, assegurar que os casos de comportamento contrário sejam coibidos.

5- Além de bom histórico de resultados, incluir a postura institucional, comportamento colaborativo e o protagonismo como pré-requisitos para promoções ao nível de liderança.

6- Dar mais espaço às avaliações cruzadas entre as áreas; não apenas avaliar as pessoas, mas também o trabalho realizado pelas áreas interconectas.

7- Proporcionar experiências práticas em áreas correlatas, favorecendo uma perspectiva mais abrangente e sistêmica do trabalho. Mecanismos como job rotation e equipes de projeto ampliam a visão sistêmica das pessoas.

8- Desafiar mais os processos de carreira, que privilegiam os movimentos verticais de ascensão profissional.

Os melhores caminhos para conseguir que pessoas e áreas passem a funcionar de forma mais sinérgica são próprios de cada organização. Mas o exemplo é tudo. Se a alta liderança não agir de acordo com o que espera, não terá força nem credibilidade para sustentar a mudança.

Marcos Reitano é sócio da Ockam Consulting.

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15% das compras online no Brasil já são realizadas por dispositivos móveis

O mais recente MPI – Índice Trimestral de Pagamentos Móveis da Adyen, empresa global de tecnologia de pagamentos, destaca o atual cenário deste mercado no Brasil e mostra que 15% das transações já são realizadas em dispositivos móveis – em sua maioria, smartphones. Em um país com mais de 200 milhões de habitantes, 61% da população adulta utiliza smartphones, segundo a Nielsen Ibope. E a previsão é que este número chegue a 57,8 milhões de usuários neste ano, de acordo com a Statista.

Os indicadores mostram que o volume de compras efetuadas por meio de dispositivos móveis cresce na medida em que o comércio eletrônico investe na otimização da experiência por este canal. Clientes da Adyen como Netshoes, Dafiti, Hering e Amaro tem registrado maior engajamento de seus consumidores em seus canais móveis de vendas.

“Ter uma estratégia móvel tornou-se crucial para as empresas de varejo. O mobile representa mais de 50% do tráfego para o nosso site e 30% de conversão. Diante deste cenário, investir em inovação em tecnologia de pagamento é fundamental”, declara Leonardo Dib, CFO da Netshoes.

Além disso, a tendência do consumidor em utilizar cada vez mais tecnologia mobile, disponibilizada por empresas como 99Taxis e EasyTaxi, evidencia um aumento na confiança dos brasileiros em comprar produtos por meio de seus aparelhos móveis.

“Disponibilizar tecnologias capazes de simplificar ao máximo a experiência de pagamento faz com que as empresas se tornem ainda mais preparadas para acelerar negócios por meio de seus canais mobile”, diz Jean Christian Mies, vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina.

Tendências de mobile commerce no Brasil from Adyen on Vimeo.

Mobile é o próximo passo para o setor de viagens

Pela primeira vez, o MPI focou na indústria de viagens, que registrou no primeiro trimestre de 2016 um total de 15,5% das transações dos e-commerces realizadas por aparelhos mobile. Quando comparado à média de 32% das transações globais, os resultados representam enormes oportunidades de crescimento para as empresas de viagens dispostas a investir na experiência do cliente por dispositivos móveis.

Além disso, o Índice considera que, em termos de Tíquete Médio de Transação, o iPad lidera entre os diferentes tipos de aparelhos, com mais de US$ 365 para serviços de hospedagem e US$ 325 para as companhias aéreas. Seguindo o iPad, estão os tablets com sistema operacional Android, que registraram US$ 290 e US$ 266, respectivamente.

A nova geração de serviços de hospedagem está liderando o setor mobile

De acordo com dados do MPI da Adyen, os serviços de hospedagem tiveram 17% das transações realizadas em dispositivos móveis. Muitas das empresas de serviços de hospedagem que mais crescem, como o HotelTonight, estão conquistando uma considerável fatia deste mercado com a possibilidade de realizar pagamentos in-app e experiência otimizada para navegadores móveis. Grandes players já estabelecidos, como redes de hotéis, deverão diferenciar os seus serviços com o fornecimento de uma experiência móvel sem atrito.

“Os dispositivos móveis são totalmente pessoais, sendo importante que as funções dos aplicativos das empresas respondam às necessidades do consumidor em tempo real”, comenta Sam Shank, CEO do HotelTonight.

Companhias aéreas podem ir mais longe com o mobile commerce

A pesquisa da Adyen mostra ainda que 13% das transações das companhias aéreas são feitas por meio de dispositivos móveis. Este número pode ser ainda maior quando as empresas investem em mobile. Como os passageiros estão acostumados a usar seus telefones para interagir com as companhias aéreas, ofertas de outros tipos de serviços, como check-in no smartphone e atendimento ao cliente em redes sociais, podem aumentar significativamente o volume de negócios. A Transavia, por exemplo, constatou que 20% das suas transações são mobile, 65% superior à média do setor.

“Estamos caminhando para um futuro onde muitos clientes fiéis da indústria de turismo organizarão toda a sua viagem por meio de ferramentas in-app, desde a reserva até o checkout, e os métodos de pagamento são um passo fundamental para essa experiência”, explica Roelant Prins, Chief Commerce Officer da Adyen. “Além de in-app, as empresas de viagens que também investem em experiências otimizadas para navegadores web já estão observando um aumento do volume de transações mobile de forma significativa”, finaliza o executivo.

Sobre o Índice de Pagamentos Móveis da Adyen

Desde junho de 2013, o Índice de Pagamentos Móveis da Adyen rastreia a rápida evolução da qualidade dos canais móveis de pagamento e oferece informações de tendências de pagamentos móveis para diferentes dispositivos e setores do mercado, em diferentes países e métodos de pagamento. O Índice de Pagamentos Móveis se baseia nos dados globais da Adyen de transação realizadas em navegadores e não rastreia pagamentos móveis em aplicativos.

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Prefeito do Centro Financeiro de Londres vem ao Brasil para promover elos econômicos

833324_1 Entre os dias 01 e 05 de maio, o Lord Mayor Jeffrey Mountevans, o chefe da City of London Corporation (que gerencia/controla o distrito financeiro de Londres), estará no Brasil liderando uma delegação de empresas britânicas para refoçar a cooperação bilateral entre o Reino Unido e o Brasil.

Sobre a visita ao país, Jeffrey Mountevans disse: “Brasil e Reino Unido têm uma parceria forte e colaborativa – nosso relacionamento comercial existe há mais de duzentos anos e temos trabalhado juntos tanto em momentos bons quanto naqueles que apresentam um maior desafio”.

Na capital paulista, ele visitará a Investe São Paulo para conhecer mais sobre as oportunidades presentes no Estado e promovê-las em Londres. Também terá reuniões para discutir gestões de ativos e promover a expertise britânica nesta área. “O Reino Unido é o maior centro europeu de gestão de investimentos, gerenciando cerca de £2,2 trilhões (aproximadamente 12 trilhões de reais) em nome de clientes estrangeiros. É um destino extremamente atraente para fundos institucionais, bem como para famílias e indivíduos que procuram um ambiente de investimento seguro e estável”, disse Mountevans.

Ainda na cidade de São Paulo, ele presidirá discussões sobre Fintechs. “Temos uma oportunidade incrível para o Reino Unido e o Brasil trabalharem juntos – como Londres tem um fácil acesso a talentos mundiais e uma cultura de inovação e o Brasil tem um interesse cada vez maior nesta área, os dois países são parceiros naturais. O Reino Unido é considerado uma capital global na área de Fintech, só no ano passado gerou uma receita de £ 6,6 bilhões (cerca de 36 bilhões de reais) nesta área”, disse.

No Rio, ele visita a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência aberta, capitalização e resseguro, e em Belo Horizonte se reunirá com empresas para discutir o mercado de seguro e resseguro nas áreas de mineração, energia e agricultura. Ele também vai abordar as oportunidades em Minas Gerais para o setor de mineração nos mercados de capitais, e como resultado do Diálogo Econômico-Financeiro realizado em Londres em 2015, haverá também uma discussão para alinhar os próximos passos da força tarefa UK-Brazil na área de seguros.

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Startup do Porto Digital conecta usuários com informações sobre pets

Amantes de cachorros ganharam um aplicativo para Android que pretende reunir dados sobre animais e serviços relacionados a eles. O Cãopido é uma solução que incentiva a interação entre os donos, além de ter um sistema de recompensas para seus usuários. A empresa é uma das incubadas do Porto Digital, parque tecnológico do Recife, considerado um dos mais importantes habitats de inovação do Brasil.

A Cãopido foi criada pelo veterinário e empreendedor Aldo Ferreira, que inicialmente pensou em um app para facilitar o relacionamento entre cães para passear, reproduzir e brincar, mas na incubação ele percebeu que poderia expandir os serviços oferecidos. Além de promover o match entre os cães, o serviço também agrega busca de pet shops, clínicas e hospitais veterinários, utilizando geolocalização. Com o detalhamento das informações sobre o cachorro, é possível encontrar promoções e produtos específicos para raça, idade, sexo e tamanho do animal.

Para premiar os proprietários de cães mais assíduos no app, o Cãopido oferece uma moeda virtual a CoinPido. Cada atividade dentro do sistema permite uma pontuação, que pode ser trocada por descontos e brindes em estabelecimentos conveniados. As interações com outros usuários garantem maior distribuição dos prêmios, tanto que há intenção de que em uma próxima atualização seja inserido um chat.

Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, destaque que o Cãopido foi uma das startups finalistas do Inovativa Brasil, em 2015. “O programa permite que empresas inovadoras na área de TI participem de cursos e ciclos de aceleração. Sem dúvida isso impulsiona as atividades da empresa, que têm contato com mentores nacionais e internacionais”, completa.

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Gastos e investimentos em TI crescem menos em 2015 que nos anos anteriores, diz estudo da FGV/EAESP

As empresas estão investindo em Tecnologia da Informação nesse momento econômico pouco favorável para o País? Sim, estão, mas menos do que nos anos anteriores. Estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) mostra que as empresas aumentaram os gastos e investimentos em TI em 2015, mas num nível bem inferior aos dois anos anteriores. No ano passado, o crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O estudo aponta ainda que esses gastos e investimentos tiveram como foco a redução de custos e o aumento da produtividade.

Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2019, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade, em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016 – Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação: A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

Crise ou Recuperação em 2016 – Benefícios do uso de Tecnologia de Informação: A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o benefício buscado com uso de Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o foco do uso de Tecnologia de Informação vai se intensificar em redução de custo e aumento da produtividade. Se houver algum nível de recuperação, os benefícios de qualidade e inovação passam a ser buscados com o uso de Tecnologia de Informação.

Veja a íntegra do estudo.

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C4C: melhore o relacionamento com seus clientes

Qual empresa não quer ter mais informações sobre os seus clientes? Em busca de oportunidades de negócio, especialmente em um ano de crise, as organizações estão investindo em ferramentas que tragam mais conhecimento acerca dos clientes, a fim de estreitar a relação.

O SAP Cloud for Customers (C4C), solução de CRM da SAP, certamente é uma ferramenta que veio para ficar. Segundo o Diretor de Operações da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, Wilmar Lima, o C4C, além de criar um canal de relacionamento com o cliente, contribui para o aumento das vendas e gerenciamento da equipe, isso sem falar na agilidade e ganhos imediatos de informações para as empresas. “Por exemplo, ao invés de no final do dia o vendedor registrar os pedidos e oportunidades em um sistema ou repassar para uma central de vendas, ele consegue fazer tudo sozinho automaticamente pelo celular, tablet ou laptop”, diz.

A FH, parceira SAP desde 2007, além de realizar a venda da solução, também faz a sua implementação. A solução fica em nuvem, o que elimina os investimentos em hardware. “Essa é uma solução robusta e altamente funcional para a gestão de vendas, clientes, marketing e serviços. Companhias que possuem equipes de vendas têm procurado o C4C para que os dados das comercializações fiquem disponíveis em dispositivos móveis e em nuvem privada.”

Outras funcionalidades do SAP C4C reforçadas pelo Diretor de Operações da FH são: visão 360º do cliente, por meio do registro de todas as interações realizadas com a empresa (visitas, propostas, pedidos, solicitações de serviço, reclamações, e-mails, etc); gestão do funil de vendas; engajamento de clientes por meio das mídias sociais e campanhas de marketing direcionadas especialmente para o público-alvo (por e-mail, SMS, telefone); mobilidade, além de um serviço de atendimento multicanal que permite registro e categorização de chamados abertos por SMS, e-mail, telefone ou redes sociais.

“A solução permite a definição de territórios, gestão de visitas, definição de objetivos de vendas, possibilita a gestão completa do processo de conversão de leads em clientes e oportunidades em pedidos integrando ao ERP, além de um eficiente mecanismo de gestão de pesquisas que poderá ser utilizado para medir a satisfação dos clientes em relação aos produtos ou serviços prestados”, finaliza.

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Oracle Marketing Cloud chega ao mercado brasileiro

Plataforma da Oracle para profissionais de marketing concentra soluções para criar experiências relevantes, conectar dados dos clientes e otimizar interações on-line

A Oracle anuncia a chegada oficial do Oracle Marketing Cloud no Brasil, uma divisão totalmente voltada para ajudar CMOs em suas estratégias de Marketing digital ao oferecer tecnologia de Marketing de última geração. A plataforma dá mais competência estratégica ao marketing ao habilitar inteligência de dados com mais agilidade, segurança e confiabilidade. A Oracle Marketing Cloud integra as diferentes fontes de dados que os profissionais usam com insights e contextualização das informações. Além disso, a plataforma integra diferentes canais e gerencia toda a comunicação da empresa com seus clientes de forma eficiente.

“Os clientes esperam uma experiência sob medida e as empresas precisam entender o novo consumidor do mundo digital para não ficar por fora”, disse Andrea Ward, vice-presidente de marketing da Oracle Marketing Cloud, em passagem pelo Brasil para o lançamento. “O marketing moderno passa necessariamente pela capacidade de coletar e analisar os dados dos clientes para guiar a tomada de decisão e entregar experiências mais completas.”

Novos desafios – Com o mercado em mudança, os consumidores estão cada vez mais conectados e digitais, obtendo informações e dados em diversos canais e dispositivo, exigindo experiências diferenciadas e exclusivas. Por isso, os desafios dos profissionais de Marketing também estão aumentando. A plataforma de marketing digital da Oracle simplifica a vida do profissional de marketing fornecendo um lugar para conectar dados, orquestrar experiências e otimizar as interações para cada cliente de forma personalizada. Construído sobre uma plataforma aberta e na nuvem, a Oracle Marketing Cloud se conecta com centenas de aplicativos, dados e provedores de mídia que as marcas utilizam hoje.

As equipes de marketing que usam o Oracle Marketing Cloud não precisam escolher entre simplicidade e sofisticação. Com interface intuitiva para conexão de dados, orquestração das interações, criação de conteúdo e otimização de experiências, as equipes de marketing podem facilmente executar campanhas inovadoras guiadas por dados concretos sobre os clientes.

“Ao reduzir a complexidade do ecossistema digital para as suas equipes, os líderes de marketing podem se concentrar em transformar a experiência do cliente com a inovação, economizando tempo, dinheiro e recursos na integração”, adiciona Bernardo Brandão, diretor de Marketing de Oracle Marketing Cloud, Oracle América Latina.

Oracle Marketing Cloud orquestra bilhões de experiências de clientes em todo o mundo e oferece soluções para cada etapa do ciclo de vida do cliente fornecendo segurança e desempenho.

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Hilgo Gonçalves é o novo presidente da ACREFI

Hilgo Gonçalves, com mais de 40 anos de experiência no mercado financeiro (23 no Unibanco, 17 no HSBC e nove na Losango, sendo os últimos sete como CEO) assume, nesta quarta-feira (27/04), a presidência da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI).

Eleito pela diretoria, durante reunião na instituição, Hilgo Gonçalves sucede Érico Ferreira – presidente da OMNI Crédito, Financiamento e Investimento S/A, que esteve à frente da entidade nos últimos anos.

Durante sua carreira, Hilgo Gonçalves conquistou inúmeros prêmios. Uma das principais bandeiras, em sua nova gestão, será trabalhar a sustentabilidade do crédito como pilar fundamental de desenvolvimento. “Como entidade, temos o dever institucional de fomentar o crédito como ferramenta de desenvolvimento econômico. A partir do seu bom uso, por parte das empresas e do consumidor, construiremos valor para a sociedade. Vamos defender iniciativas de disseminação do conhecimento sobre a prática de utilização do crédito”, ressaltou Gonçalves.

A escolha do novo presidente também está voltada para uma ‘gestão profissional’, uma vez que ocupará o cargo como executivo e seu nome não está ligado ao quadro de nenhuma instituição financeira. “Vamos representar o setor, trabalhar uma agenda junto aos órgãos reguladores, e entidades, além de buscar o aumento de participação na ACREFI”, destacou o novo presidente.

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TransUnion apresenta nova visão sobre decisões na concessão de crédito com dados alternativos

A TransUnion (NYSE: TRU), líder global em soluções de risco e informações para empresas e consumidores, segue firme no investimento local para atender necessidades específicas de cada mercado em que atua. O uso de dados alternativos está no cerne de um novo momento para a empresa, em prática mundial.

Sua suíte de serviços permite o fornecimento de dados multidimensionais, inclusive com tendências e fontes de informação alternativas, e a identificação de padrões que antes não eram possíveis, preenchendo pontos cegos para contar às companhias uma história mais completa e fidedigna sobre os consumidores.

“Podemos afirmar que a TransUnion é capaz de entregar mais cobertura, com melhores decisões. Este é um dos nossos grandes diferenciais, pois possibilitamos aos nossos clientes insumos suficientes para a melhor tomada de decisão”, explica Juarez Zortea, presidente da TransUnion no Brasil.

Em uma avaliação sobre a carteira de clientes de um banco brasileiro, a TransUnion foi capaz de validar o perfil de 99% das pessoas. Se contasse apenas com os dados de bureaus de crédito, 12,2% dos potenciais clientes não poderiam ser avaliados, o que deixaria a instituição financeira sem apoio para tomada de decisões. Já com as soluções da marca, 10% desse mesmo público poderia ser requalificado como de baixo risco.

Para as companhias, a TransUnion permite a tomada de decisões mais bem fundamentadas e baseadas em um cenário mais completo, além de facilitar a concessão de crédito e serviços. Para os consumidores, permite a obtenção do crédito que eles merecem, pois dá às instituições financeiras uma visão mais ampla. Isso significa que mais consumidores, como estudantes e ingressos recentes à classe C, também são contemplados na análise e podem ter acesso a linhas de financiamento. Normalmente há escassez de informação de crédito sobre essa população. Já com esse novo cenário, uma gama inédita de produtos e serviços torna-se viável e incentiva o desenvolvimento econômico.

As soluções de dados alternativos da TransUnion também podem ser consideradas um meio eficaz para instituições que planejam atingir determinados públicos por meio de ações de marketing. Utilizando-se de pré-seleção (pre screening), é possível direcionar a comunicação para alcançar, de forma mais precisa, clientes interessados na utilização de seus produtos e serviços até com aprovação. Com isso, as empresas podem criar pacotes personalizados mais assertivos para atender necessidades específicas de cada faixa de público.

”A abordagem consultiva da TransUnion gera valor aos clientes, atendendo às suas necessidades mais específicas e ajudando-os a tomar decisões de risco de crédito com base em fontes fidedignas de informação, que seguem os mais altos padrões éticos. É possível dizer que as soluções da marca possuem plena capacidade analítica de dados e, por meio de fontes alternativas, balizam melhor as decisões”, diz Juarez Zortea.

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6 dicas para turbinar suas vendas online em tempos de crise – Por Gabriela Szprinc*

Se o comércio dito tradicional vive tempos conturbados, o eletrônico está em expansão. Segundo pesquisa da BigData Corp. encomendada pelo PayPal Brasil e publicada no final de março, o e-commerce cresceu mais de 21% no Brasil, entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016 – o País conta, atualmente, com mais de 550 mil sites que vendem algum tipo de item ao consumidor.

Ou seja, a competição está se acirrando. E, para garantir que seu site vai se dar bem nesse mercado, é fundamental ir além do simples “oferecer produtos e serviços de qualidade”.
Para facilitar a vida de quem se aventura no mundo virtual (principalmente em tempos de crise, quando fica mais difícil convencer o internauta a clicar no botão de compra), aí vão seis dicas fáceis de se colocar em prática, que podem atrair a atenção dos consumidores e lhe ajudar a construir uma carteira de clientes fiéis.

1. Invista em segurança. De acordo com recente pesquisa Ipsos/PayPal sobre comércio cross-border, 36% dos internautas temem por seus dados pessoais e bancários quando compram online. E 51% afirmam que o quesito segurança pode levá-los a comprar em sites fora do País. Por isso, tenha em vista, desde já, o certificado SSL para seu site – além de segurança, ele significa melhor posicionamento em buscas no Google. Para se tornar um portal sólido, lembre-se de que é preciso proporcionar segurança durante todo o processo de compra.

2. Otimize o checkout. Segundo recente estudo do Baymard Institute, as taxas de abandono de carrinho no mundo virtual podem chegar até os 68% – dependendo dos percalços que o cliente enfrenta entre a escolha do produto e o clique final de compra. Para diminuir esse risco, existem maneiras fáceis de agilizar seu processo de checkout. Uma delas é reduzir etapas na hora da compra – quanto menos cliques, melhor. Outras? Oferecer múltiplas opções de pagamento e não obrigar seus clientes a preencherem cadastros exaustivos.

3. Torne seu site responsivo. Esta talvez a mais importante das dicas aqui listadas. O comércio via tablet e smartphone cresce a cada dia – de acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, cerca de 13% das compras online já são feitas via dispositivos móveis. Por isso, seu site tem de se adaptar a qualquer tela, do desktop ao celular. Isso aumentará muito suas chances de vender pela internet.

4. Atraia clientes com remarketing. Se alguma vez você já procurou produtos online e, mais tarde, viu propagandas daquele mesmo produto ou empresa em outro website, você já foi impactado por uma ação de remarketing. Existem vários tipos de remarketing à disposição no mercado. Então, invista nele, pois é uma forma fácil de reconquistar a atenção de clientes que demonstraram interesse em seu estabelecimento na web.

5. Internacionalize suas vendas. Mais e mais consumidores fazem compras em sites fora de seu próprio país. Por isso, descubra quais produtos brasileiros são mais vendidos para clientes externos e tente comercializar itens semelhantes para esses mercados em seu site. De acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, o principal mercado para e-commerces nacionais é o México, seguido pela Índia.

6. Ofereça frete grátis. De acordo com recente estudo do WebShoppers, por causa da crise, o número de lojas que oferecem frete grátis no Brasil diminuiu drasticamente entre 2015 e 2016. E deve diminuir ainda mais. Ou seja, pode ser uma boa hora para investir nesse quesito como parte de sua campanha de marketing. Segundo pesquisa Ipsos/PayPal, 56% dos internautas se sentem mais encorajados a comprar em sites estrangeiros se a entrega for gratuita. E 28% simplesmente abandonam o carrinho ao deparar com custos de frete inesperados, de acordo com estudo realizado pela VWO eCommerce Survey. Uma boa prática é incentivar o cliente por meio de cotas de compras (por exemplo, “frete grátis em compras acima de R$ 50”).

Em um mercado que cresce a cada estação, se tornar aliado de seus clientes – oferecendo-lhes praticidade, segurança, bons serviços e rapidez na hora de fechar negócio – é receita de boas vendas na internet.

(*) Gabriela Szprinc é head de Pequenas e Médias Empresas (SMB)
o PayPal Brasil

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Hannover Messe: Deutsche Telekom apresenta plataforma de IoT

A Deutsche Telekom está anunciando novas plataformas, parceiros e produtos durante a Hannover Messe. A maior e mais importante feira industrial do mundo abriu suas portas na última segunda-feira, 25. Em sua terceira participação no evento, a Deutsche Telekom demonstra como é simples iniciar um projeto de Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial. Como no Cebit, o slogan da companhia é: “Digitization. Simply. Make it happen.”

Para levar pequenas e médias empresas para a era da Internet Industrial, a Deutsche Telekom vai trabalhar com um mix formado por 80% de pacotes padronizados e 20% de soluções customizadas. “Nosso conhecimento em diversas áreas, da conectividade de redes a análise de dados, passando pela integração de sistemas, faz com a IoT seja um território familiar”, diz Anette Bronder, diretora da T-Systems e, há nove meses, a responsável pela Divisão Digital do grupo. “O mercado agora está começando a se interessar, com clientes realizando testes parta entender o que é possível. Projetos pilotos rapidamente se tornarão amostras de soluções para o setor industrial e, depois, em produtos padronizados. Só é preciso começar”.

Para ajudar os clientes a começarem rapidamente seus projetos de Internet Industrial, a Deutsche Telekom está apresentando o “Cloud of Things Starter Kit” na feira de Hannover. O kit contém software, sensores que reúnem dados e um SIM card para transmissão de dados e acesso à plataforma de cloud da DT para o processamento destes dados.

O kit pode ser utilizado, por exemplo, para monitorar a temperatura de uma máquina ou os movimentos de um equipamento de construção, tudo em tempo real. Os clientes podem facilmente utilizar e instalar o serviço, cuja estruturas de preço consiste basicamente de um valor base, acrescido de uma taxa por utilização.

Os clientes que quiserem ir além do simples monitoramento e quiserem controlar seus equipamentos remotamente, receberão da Deutesche Telekom o “Predictive Maintenance Kit” por um preço fixo. A oferta completa oferece suporte a automação de processos de manutenção, da análise de danos e desgaste da máquina até a conclusão de um pedido de serviço. A análise de dados também pode ressaltar pontos específicos, permitindo aos usuários prever danos potenciais antes que ocorram. De acordo com a companhia, a manutenção preditiva tem o potencial de reduzir os custos de manutenção em até 30%.

Para criar uma plataforma de IoT confiável, o grupo está reforçando o conceito de neutralidade de fabricantes, como fez com cloud computing, e formando parcerias com líderes de mercado como Microsoft, Cisco, Huawei e SAP. Destas parcerias surgirão novas ofertas, como a Predix, uma plataforma em nuvem para dados industriais e análise de dados criada pela GE Digital.

Com o conhecimento industrial da GE e as funcionalidades de conectividade, operação de TI e segurança da Deutsche Telekom, os dois parceiros poderão oferecer ao mercado uma solução one-stop para inovação digital em segmentos como manufatura, transportes, energia e saúde.

“A tarefa agora e mover os serviços de digitalização dos laboratórios para a vida real”, afirma Bronder. Para a executiva, a complexidade da digitalização ainda assusta muitas empresas: de um lado, o número de fornecedores vem crescendo rapidamente, dificultando a tomada de decisões. De outro, a conexão de indústrias vai além da cadeia de valor de cada empresa, obrigando que, antes de mais nada, estas companhias construam relações de confiança entre si.

É aqui que a Deutsche Telekom afirma ter uma proposta única de valor. “Ninguém é capaz de implementar o conceito de Internet das Coisas por conta própria. É por isso que estamos investindo em um ecossistema de plataformas, parceiros e produtos que nos permita oferecer aos nossos clientes uma solução completa, fim a fim, de modo simples”, explica Bronder.

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Self-service sem sair da mesa – Por Allan Pires

Self-service, autosserviço ou autoatendimento é a prática de se obter um benefício de uma atividade sem a necessidade de um intermediário. Muito comum em países como Estados Unidos e Europa, no Brasil o autosserviço está crescendo e já pode ser visto em algumas lojas e supermercados, onde o cliente escolhe e paga pela compra, na hora que quiser, sem precisar da presença física de um funcionário da loja. Devido ao número limitado de funcionários, muitas vezes enfrentamos longas filas.

E qual o principal benefício? Acredito que seja a redução do tempo de espera e da execução para a atividade de pagamento. Outro bom exemplo de autoatendimento é a parceria entre a Shell e o Sem Parar. Quem ganha é o cliente, que pode abastecer em qualquer rede credenciada e pagar pelo serviço na próxima fatura, sem precisar interagir com ninguém.

Agora, estamos ampliando esse conceito para executivos. No mundo dos negócios, podemos fazer alusão ao conceito chamado Customer Self-Service (CSS), que funciona da mesma forma que um autoatendimento, mas dentro das corporações. O CSS é um facilitador, onde os usuários têm acesso imediato às informações e processos de negócios, sem a necessidade de ter uma equipe de TI especializada para a análise dos dados da empresa.

Os executivos podem aderir às plataformas de gerenciamento e análise dos processos e informações, ganhando inúmeros benefícios, dentre eles, agilidade e a não dependência na tomada de decisão. Estas novas ferramentas tecnológicas, que permitem o self-service, estão evoluindo em sua forma de interação e usabilidade, funcionalidade, regras de governança corporativa, segurança, replicação de casos de sucesso, conteúdo, etc.

Participando de diversas reuniões com executivos percebo que, por vezes, os participantes têm poucos dados nas mãos, ou quando possuem os dados eles normalmente já estão previamente trabalhados e estáticos, o que não permite a realização de novas análises oportunas perante novos questionamentos ou insights, dificultando ou retardando a tomada de decisão imediata. Entretanto, com plataformas self-service que permitem acesso e transformação dos dados, as decisões ficam fáceis e produtivas.

Um exemplo é a utilização do Self-Service BI, que são as conhecidas ferramentas de Business Intelligence, podendo ser manejadas oportunamente por um executivo ou profissional não especializado em TI. Com a plataforma, é possível descentralizar o processo de análise por meio de uma interface de fácil manuseio e até com ferramentas que sugerem automaticamente novas análises ou destacam resultados fora de padrão.

Dessa forma, com um simples clique o usuário também pode se beneficiar destas plataformas tecnológicas e também de um modelo self-service – sem precisar sair da mesa. Além disso, já está disponível no mercado soluções para automação de processos, desenvolvimento rápido de soluções mobile, pesquisas instantâneas, compartilhamento de informações, promoção de produtos, instrumentos de comunicação entre áreas e/ou clientes.

Os benefícios com a adoção de um modelo self-service são inúmeros, como disponibilidade 24/7, redução de custo na criação e manutenção das análises e processos, além do alto grau de confiabilidade. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão prontas para uso e disponíveis em Market Places Digitais.

Assim como a Apple Store, nestes Market Places os usuários, sejam eles profissionais de tecnologia ou fornecedores, disponibilizarão (com custo ou não) soluções para os mais variados nichos, atendendo pequenas ou grandes necessidades, de maneira que com um simples clique o usuário também possa se beneficiar destas ofertas. Alguns dos nossos clientes já criam Market Places corporativos, onde o que é desenvolvido por um executivo pode ser compartilhado com outros.

Então, assim como o self-service é bom para as ações pequenas dentro do dia a dia de uma pessoa física, por que não trazer esse modelo para as pessoas jurídicas? Esta inovação tecnológica pode transformar a forma como obtemos os dados e analisamos as informações dentro de uma empresa. Com o CSS podemos evitar filas e gargalos, seja no pagamento de uma compra no supermercado ou na tomada de decisão dentro de uma grande corporação.

*Allan Pires é CEO para a América Latina e Texas da multinacional dinamarquesa Targit, especializada em Business Intelligence

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Scania traz tecnologia mundial para o Brasil

A Scania inaugura nesta terça-feira (26), o laboratório que será responsável por desenvolver, testar e certificar motores. A nova área de pesquisa, que demandou investimento de R$ 40 milhões, é a primeira da empresa fora da Suécia. “Com essa iniciativa inserimos o Brasil no contexto da mais alta tecnologia do setor automotivo, refletindo, ao mesmo tempo, nosso compromisso com o País e com um sistema de transporte sustentável”, diz Per Olov Svedlund, presidente e CEO da Scania Latin America.

Composto por duas células, o laboratório está equipado para realizar testes que vão auxiliar a empresa a construir e homologar motores mais eficientes em termos de utilização de combustíveis alternativos, durabilidade de componentes e consumo eficiente.

“Com essa estrutura respondemos, por um lado, a uma demanda global em ascensão por testes de motores, impulsionada não apenas pela melhoria no rendimento, mas em busca de tecnologias mais sustentáveis. Por outro, reforçamos o posicionamento da Scania como empresa orientada pela inovação e pela engenharia, líder na utilização de combustíveis alternativos e no desenvolvimento de novos produtos”, explica Henrik Alfredsson, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da fabricante sueca para América Latina.

Trazer esse laboratório para o Brasil representa também, na prática, acelerar o processo de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias em conjunto com a matriz sueca da fabricante. “Trouxemos para São Bernardo o estado da arte em tecnologia. Contar com esse tipo de equipamento nos ajuda a acelerar as pesquisas, consequentemente o desenvolvimento de novas soluções em transporte, traduzidas em menor consumo de combustível e em efetiva contribuição para um sistema de transporte sustentável”, afirma Rogério Rezende, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da Scania Latin America.

O laboratório está equipado para realizar testes e monitoramento em até dois motores testados por vez, permitindo que a equipe de engenheiros tenha informações sobre desempenho dos componentes e de resultados gerados “em tempo real” a partir da queima do combustível e emissões de poluentes. As informações captadas a partir das análises podem servir como base para projetos de novos motores ou melhorias nos que já equipam os veículos da marca.

“A Scania sempre foca suas atividades de desenvolvimento em soluções que tenham baixo impacto no meio ambiente”, afirma Per-Olov Svedlund. “Esse investimento traz mais tecnologia para nossa planta, reafirma a qualidade de nossos produtos e incrementa a capacitação de nossos engenheiros.”

O laboratório está preparado para testar qualquer tipo de motor a combustão, incluindo os propulsores Scania V8 e o novo modelo Euro 6, que ainda não tem legislação vigente na América Latina, mas a Scania começará a exportar partir do segundo semestre deste ano para mercados da Europa.

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Apenas uma em cinco empresas está preparada para gerenciar identidades com segurança

Uma pesquisa realizada pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e RSA, divisão de segurança da EMC (NYSE:EMC), revelou que, à medida que as organizações buscam capitalizar as oportunidades digitais por meio do rápido desenvolvimento e da hospedagem de novos serviços online, frequentemente investem pouco em medidas de segurança cibernética. Assim, criam grandes riscos, principalmente em relação ao acesso do usuário.

“Identity Crisis: How to Balance Digital Transformation and User Security?”, uma pesquisa realizada com mais de 800 executivos do alto escalão de empresas dos Estados Unidos, Alemanha e França, mostra que 62% deles acredita ser muito importante ou essencial que suas organizações possibilitem ou estendam o acesso dos clientes aos serviços digitais de forma segura, mas que apenas 26% possuem a tecnologia para isso. No entanto, os resultados deixaram claro que as empresas sabem que precisam fazer mais para melhorar a experiência do usuário, sendo que 85% delas reconhecem a necessidade de métodos de identificação e autenticação mais flexíveis e adaptáveis, inclusive do login em redes sociais.

“As empresas estão adotando a nuvem para tirar proveito da sua eficiência e produtividade. Porém, em muitos casos, a segurança está sendo deixada de lado, de forma não intencional. Conciliar a necessidade do rápido desenvolvimento com a segurança absoluta de uma solução comprovada de gestão da identidade e do acesso (IAM, na sigla em inglês), que atenda ao propósito e seja duradoura, tem sido uma luta”, comenta o vice-presidente de engenharia e gestão de produtos da RSA, Jim Ducharme.

Foi constatado que as empresas estão buscando eliminar essa lacuna e melhorar as práticas existentes. Com o aumento das violações notórias e extremamente danosas ocorridas no ambiente online, o investimento em IAM tem aumentado. Quase sete em dez empresas (68%) registraram um aumento em seus orçamentos voltados à IAM, sendo que 28% observaram um ‘grande’ acréscimo.

A pesquisa também revelou uma mudança na forma como IAM é vista e implementada, impulsionada por tecnologias maduras e emergentes e pela demanda antecipada do consumidor. Os resultados sugerem que conceder permissão para que os usuários tragam sua própria identidade, fazendo o login com as credenciais usadas nas mídias sociais, é visto como o objetivo final da maioria das empresas, desde que isso possa ser implementado de forma segura. O mais interessante é que, aparentemente, essa ambição está sendo abalada pela incerteza quanto à privacidade dos dados, regulamentos de segurança e transparência sobre onde os serviços são hospedados.

O relatório destaca que:

· A autenticação adaptativa¹ foi criada para definir o futuro do acesso a dispositivos e serviços pelos usuários. 84% das empresas consideram que a capacidade de empregar esse tipo de autenticação e oferecer acesso por meio de um número cada vez maior de métodos e dispositivos, como em redes sociais, é uma prioridade alta ou muito alta;

· Para a maioria das empresas (85%), é importante ou muito importante incluir novos serviços baseados nas tecnologias de nuvem – que devem crescer cada vez mais – de forma rápida e eficiente, desde que essas tecnologias contem com o suporte da gestão de identidade e acesso;

· Para as empresas dos Estados Unidos e da Europa é muito importante saber onde os serviços de segurança estão hospedados, sendo que 90% dos respondentes preferem (ou exigem) que os centros de dados que forneçam serviços de gestão da identidade estejam localizados em sua região ou país.

“Ficou óbvio que o login feito no sistema de uma empresa, usando um nome de usuário e senha específicos, está com os dias contados. Eles desejam poder se logar de qualquer lugar e de diversas formas, inclusive com seus perfis de mídias sociais e contas de e-mail”, diz o diretor operacional global de segurança cibernética do Grupo Capgemini, Mike Turner. “As identidades online deixam de ser propriedade das empresas e passam para serviços de segurança mais seguros e flexíveis, mantidos pelo usuário e atendendo à necessidade de gestão do acesso. Apesar de ser bastante positivo observar o aumento do reconhecimento e investimento da diretoria, ainda há uma lacuna considerável entre a tarefa que se tem em mãos e a capacidade de muitas empresas. A dimensão desse desafio de segurança não pode ser subestimada”.

Os resultados do relatório “Identity Crisis: How to Balance Digital Transformation and User Security?” são baseados em uma pesquisa com 831 tomadores de decisão do alto escalão de várias empresas, principalmente do departamento de TI e de outras áreas, como Vendas, Marketing, Recursos Humanos e Financeiro. Realizada pela KuppingerCole, em nome da RSA e da Capgemini, a pesquisa reuniu participantes dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, representando organizações com mais de 500 identidades gerenciadas, tanto de funcionários quanto de clientes. Um terço das empresas cobertas possui entre 5 mil e 50 mil identidades gerenciadas, 40% administram mais de 50 mil e 7% administram mais de 1 milhão de usuários.
Para mais informações sobre a pesquisa, os resultados e a solução ‘Identity as a Service’ (IDaaS), da Capgemini, acesse www.capgemini.com/identitysurvey.

App do YouTube está de cara nova

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A partir de hoje, ao abrir o aplicativo do YouTube no seu iPhone ou Android você verá uma página inicial completamente modificada, com um formato simples e intuitivo, que convida a descobrir mais e aproveitar melhor a experiência em dispositivos móveis.

Dessa forma, sempre que entrar no aplicativo do YouTube de seu smartphone ou tablet você será recebido com vídeos dos canais que mais gosta. Todo o conteúdo que você adora estará à mão logo na página inicial.

Imagens em alta resolução facilitam a identificação de vídeos que você quer ver; um ícone destaca as novidades do criador em cada vídeo

Mais do que uma simples reformulação, nós incluímos no novo design recomendações personalizadas que facilitam a descoberta de novos vídeos. Esse novo sistema é baseado na tecnologia “Deep Neural Network”, que encontra padrões automaticamente e melhora o desempenho de acordo com o uso contínuo da ferramenta. Todos os dias, recomendamos milhões de vídeos diferentes na página inicial, bilhões de vezes, em 76 línguas.

Uma das melhorias mais significativas está em como o sistema sugere vídeos recentes de criadores que você ama. Pessoas que usam o novo sistema passam mais tempo assistindo conteúdo novo de suas inscrições.

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