Archive maio 2015

Securing Smart Cities: os maiores especialistas em segurança se reúnem para proporcionar mais segurança às cidades modernas

Está sendo lançada uma nova iniciativa global sem fins lucrativos, a Securing Smart Cities. Com o apoio de grandes pesquisadores, empresas e organizações da área de TI, como IOActive, Kaspersky Lab, Bastille e Cloud Security Alliance. O projeto tem como objetivo solucionar os desafios de cibersegurança enfrentados pelas cidades inteligentes por meio da colaboração e do compartilhamento de informações. O grupo atuará como um centro de comunicação entre empresas, governos, agências de notícia, organizações sem fins lucrativos e indivíduos do mundo inteiro envolvidos na criação, aprimoramento e promoção de tecnologias inteligentes e seguras para as cidades modernas.

O conceito das cidades inteligentes é bastante atual e há muitas organizações trabalhando em soluções para tornar as áreas urbanas mais eficientes em termos de consumo de energia, conforto, ecologia e segurança física. Infelizmente, poucas consideram a questão da segurança digital. Quanto mais organizações de TI participarem da criação das cidades inteligentes, maior será o risco potencial envolvido. Devido ao custo e à complexidade das cidades inteligentes, se a segurança não for tratada logo no início, será muito difícil lidar com esses problemas depois. No final, essas cidades acabariam ficando vulneráveis.

O objetivo da iniciativa Securing Smart Cities é evitar que isso aconteça, por exemplo:

• Informando urbanistas e fornecedores sobre a importância e as vantagens financeiras da adoção de práticas recomendadas de segurança;

• Colaborando com parceiros no compartilhamento de ideias e metodologias;

• Reforçando a importância e os benefícios da introdução da segurança logo no início do ciclo de desenvolvimento de um planejamento ou projeto;

• Promovendo parcerias entre cidades, fornecedores e a comunidade de segurança;

• Criando normas, diretrizes e recursos para ajudar a melhorar a cibersegurança em todas as áreas relacionadas às cidades inteligentes.

Os participantes da Securing Smart Cities acreditam que essa iniciativa ajudará a compartilhar conhecimento sobre a segurança digital das cidades modernas de forma eficiente e responsável. Ela será a conexão entre fornecedores de equipamentos de automação de infraestrutura e pesquisadores de segurança preparados para confirmar o funcionamento seguro desses produtos. Também reunirá a administração das cidades com a comunidade de segurança para trabalharem em conjunto na resolução dos novos problemas da cibersegurança.

“Não se pode resolver a segurança digital de uma cidade inteligente moderna sozinho. O conceito envolve tantas tecnologias diferentes, que se comunicam entre si de tantas maneiras, que a única forma de prever e eliminar todas as questões de segurança possíveis é com a colaboração de especialistas de todo o mundo. E esse é o objetivo do projeto Securing Smart Cities”, diz Cesar Cerrudo, CTO da IOActive e membro do conselho da iniciativa.

“As cidades inteligentes representam uma enorme oportunidade de crescimento, sustentabilidade e melhoria social. No entanto, os projetos não podem ser apenas inteligentes, também precisam ser seguros. A utilização de tecnologias integradas e o aproveitamento da “Internet das coisas” na infraestrutura das cidades gera um risco que deve ser considerado e monitorado para garantir a segurança da população. Vamos trabalhar junto aos urbanistas e às construtoras para conscientizá-los sobre ameaças virtuais e compartilhar informações sobre como atenua–las antes que afetem as pessoas”, declarou Chris Rouland, fundador e CEO da Bastille e membro do conselho da Securing Smart Cities.

“A Securing Smart Cities visa solucionar os problemas cibernéticos em cada etapa do desenvolvimento dessas cidades, do planejamento até a implementação efetiva das tecnologias inteligentes. Convidamos as administrações municipais, os fornecedores de equipamentos e software e os pesquisadores de segurança a participar dessa discussão”, diz Patrick Nielsen, principal pesquisador de segurança da Kaspersky Lab e membro do conselho da Securing Smart Cities.

Para obter mais informações e saber das novidades sobre as atividades da iniciativa, visite: http://securingsmartcities.org.

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Gartner anuncia crescimento de 5,3% no mercado mundial de software de segurança em 2014

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, informa que a receita mundial de software de segurança chegou a US$ 21,4 bilhões em 2014, registrando um aumento de 5,3% em comparação com os US$ 20,3 bilhões alcançados no ano anterior. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

O baixo crescimento em plataformas de proteção de terminais e o declínio em software de segurança do consumidor — mercados que, juntos, representam 39% do total — deslocaram o forte desempenho em áreas de alto crescimento, como Gerenciamento e Correlação de Eventos de Segurança (SIEM), Secure Web Gateway (SWG), Gestão e Administração de Identidade (IGA) e Prevenção de Perda de Dados (DLP).

“O crescimento geral do mercado aumentou ligeiramente (5,3%) em 2014, em comparação com 4,9% de 2013. Embora o segmento de SWG tenha apresentado um crescimento de apenas um dígito em 2014, implantações de SWG híbridas e baseadas em Nuvem estão se popularizando cada vez mais. Conforme o tráfego de dados corporativo das organizações fica mais exposto na internet, e se move para fora do controle das fronteiras tradicionais de segurança de rede, as tecnologias de SWG continuam como uma peça importante da estratégia geral de tecnologia de segurança para a maioria das organizações”, afirma Sid Deshpande, Analista-diretor de Pesquisas do Gartner.

Mais uma vez, a Symantec foi a principal fornecedora de software de segurança em termos de receita, embora a empresa tenha sofrido seu segundo ano consecutivo de queda, caindo 1,3%, para US$3,7 bilhões. Um decréscimo de 6,2% no segmento de software de segurança do consumidor (que corresponde a 53% da receita de software de segurança da Symantec) foi a principal causa do declínio no crescimento geral.

A receita de software de segurança da segunda colocada, a Intel (McAfee), cresceu 4,6% em 2014, atingindo US$1,8 milhão. Quedas de receita em dois dos principais mercados (software de segurança do consumidor e plataformas de proteção de terminais), que formam 75% da receita de software de segurança, fizeram o contraponto ao desempenho saudável em outros segmentos.
Em terceiro lugar, a receita de software de segurança da IBM cresceu 17% em 2014, chegando a US$1,5 bilhão. Seus produtos de software SIEM cresceram 21%, impulsionados pela forte adoção desta categoria de produtos por organizações e provedores de serviços de segurança gerenciados (MSSPs).

O mercado de DLP cresceu 15,8% em comparação ao ano anterior, atingindo US$643 milhões em 2014, principalmente por conta dos bons resultados da Symantec neste segmento, que responde por praticamente metade de todo o mercado. O desempenho estável dos principais fornecedores também contribuiu para esse crescimento marcante. Entretanto, para Ruggero Contu, Diretor de Pesquisas do Gartner, 2014 foi o último ano em que o mercado exibiu níveis de crescimento sólidos de dois dígitos, tendo em vista a expansão de soluções de DLP no canal (C-DLP) e “DLP lite”. “A maioria dos provedores já estabelecidos neste espaço está transformando o modo como fornecem capacidades compreensivas de DLP, e este período de transição provavelmente afetará o crescimento dos próximos anos”, afirma o Analista do Gartner.

O mercado de SIEM cresceu 11% em 2014, atingindo rendimento de US$1,6 bilhão. O intenso foco em detecção e resposta a ameaças, demonstrado por compradores de recursos de segurança, contribuiu para o resultado marcante deste segmento do mercado. Em complemento ao foco corporativo na compra de tecnologia SIEM no local, provedores de serviços de segurança gerenciados emergiram como um mercado crescente a ser atendido por fornecedores de SIEM. Empresas que inicialmente adotaram essas soluções, particularmente em mercados emergentes, também foram responsáveis diretas por esse crescimento.

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Sensores de alta performance ganham destaque no CIAB 2015

O Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB-Febraban) comemora 25 anos de muito sucesso na América Latina, trazendo sempre o que há de mais avançado nesse segmento. Mais de dois mil executivos do setor financeiro devem visitar o Transamérica Expo Center entre os dias 16 e 18 de junho e certamente poderão testar e comprovar a superioridade tecnológica dos sensores de impressão digital da Lumidigm, divisão de biometria da HID Global – líder em criação, gestão e utilização de identidades seguras.

De acordo com Phil Scarfo, vice-presidente comercial e de marketing da HID Global, os sensores de imagem multiespectral conseguem identificar rapidamente até mesmo a impressão digital de dedos que representam um desafio à biometria: molhados, machucados, oleosos, ressecados ou gastos. “Trata-se de uma tecnologia superior que emprega diversos comprimentos de ondas luminosas em conjunto com modernas técnicas de polarização para obter características singulares da impressão digital, tanto da superfície da pele quanto de uma subcamada que reproduz o mesmo padrão. A informação interna da impressão digital é bastante relevante. O padrão da estrutura dos capilares é um espelho da impressão digital. Sendo assim, a tecnologia de imagem multiespectral não apenas ‘observa’ a impressão digital externa, quanto interna. Por isso é tão eficiente no combate às tentativas de fraude”.

Com forte atuação no Brasil, país que considera dos mais avançados em termos de sistema financeiro, Scarfo revela que, entre 90 mil caixas eletrônicos que contam com sensores biométricos, pelo menos 60 mil adotaram a tecnologia de imagem multiespectral. Em atestado de capacidade técnica, por exemplo, o Itaú declarou que os sensores Lumidigm estão presentes em 22 mil postos de autoatendimento, realizando cerca de 100 milhões de transações bancárias por mês, com 98% de sucesso – taxa superior à apresentada pela concorrência. “Investir em sensores de impressão digital de alta performance representa um ganho sem precedentes para os bancos. Primeiramente, por ser uma importante barreira contra atos fraudulentos. Depois, porque assegura e agiliza os procedimentos do caixa eletrônico de tal forma, que permite aos profissionais do banco se dedicarem a tarefas mais estratégicas, sem perda de tempo”.

O executivo ainda comenta que um dos fatores que contribuem para esse sucesso dos sensores de imagem multiespectral é a especial atenção dada pela Lumidigm a uma característica que ainda persiste na América Latina: a necessidade de combater fraudes, desperdícios e abusos. “Hoje, em poucos segundos nossos sensores permitem identificar ‘quem’ está fazendo ‘o quê’ em determinado momento. Isso representa uma quebra de paradigma e uma tecnologia bastante alinhada com as necessidades dos bancos, que são altamente dependentes de autenticação forte. Neste caso, a impressão digital é a que mais se adapta às necessidades do mercado e ainda facilita a interoperabilidade entre instituições financeiras, órgãos do governo e entidades privadas”.

Scarfo chama atenção, por fim, a outra característica singular desses sensores, que é a possibilidade de oferecer aos usuários uma autenticação singular ou multifatorial. Ou seja: autenticação biométrica ou uma combinação da autenticação biométrica com algum outro tipo de identificação. “O fato de poder modificar e responder a novas vulnerabilidades e novas ameaças, atualizando o próprio nível de segurança, vem se provando um investimento de longo prazo. É justamente nesse ponto que a HID Global comprova a superioridade de suas soluções de identidade segura, com um vasto menu de opções à disposição dos executivos financeiros”.

Fonte: Phil Scarfo, vice-presidente comercial e de marketing da Lumidigm, divisão de biometria da HID Global. www.hidglobal.com.br/lumidigm

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CA Technologies adquire Rally Software

A CA Technologies (NASDAQ:CA) anuncia a assinatura de um acordo de entendimento definitivo para aquisição da Rally Software Development Corp. (NYSE: RALY), fornecedor líder de software e serviços de desenvolvimento Ágil, por US$ 19,50 por ações, totalizando US$ 480 milhões de investimento. A transação foi aprovada por unanimidade pelos Conselhos de Administração das duas companhias, e a expectativa é que o negócio seja concluído no segundo trimestre do ano fiscal 2016 da CA, ou seja, entre julho e setembro de 2015. Baseado na cidade de Boulder, no Colorado, nos Estados Unidos, a Rally tem cerca de 500 empregados em quatro continentes. A empresa fechou o ano fiscal de 2015 com vendas de US$ 88 milhões.

O modelo Ágil surgiu há 14 anos nos Estados Unidos, quando profissionais de TI lançaram o Manifesto Ágil, em que propunham regras para tornar o desenvolvimento de programas mais rápido e colaborativo. A metodologia estabelece a automatização no processo de criação de softwares, possibilitando a gestão contínua de processos, em vez do desenvolvimento separado por diferentes programadores.

“Os aplicativos estão mudando o mundo, rompendo com modelos de negócios estabelecidos e trazendo experiências completamente novas em áreas tão diversas quanto turismo e bancos. Para serem competitivas, as corporações precisam desenvolver softwares de alta qualidade de forma rápida e confiável”, diz o CEO global da CA Technologies, Mike Gregoire.

“A Rally é líder no fornecimento de soluções e serviços para desenvolvimento Ágil e tem ofertas que complementam e expandem o portfólio da CA nas áreas de DevOps e Management Cloud. Todo desenvolvedor sonha em criar um software realmente transformador que responda com rapidez a desafios de negócios”, diz Gregoire. “Ao unir forças com a Rally, a CA torna esse sonho possível para milhões de desenvolvedores pelo mundo e abre a possibilidade de um novo leque de experiências viabilizadas por softwares. Esse acordo possibilita velocidade e flexibilidade, para que possamos fazer as empresas verdadeiramente ágeis.”

Com usuários em mais de 135 países em variados setores da economia, a Rally trabalha com algumas das maiores e mais respeitadas marcas do mundo, incluindo 35 das companhias que integram o Fortune 100. Esses clientes contam com a premiada plataforma de desenvolvimento Ágil baseada em nuvem da Rally e com os consultores mais experientes no assunto do mercado.

A aquisição da Rally é um marco na estratégia da CA para ajudar seus clientes a prosperarem na Economia dos Aplicativos, tendência global em que todos querem consumir, se comunicar e se relacionar por meio de apps. O software é onipresente nesse cenário, impulsionando cada parte dos negócios em todos os cantos do mundo.

O CEO da Rally, Tim Miller, acredita que a combinação ajudará os clientes das duas companhias a navegar em mercados em transformação, melhorar a performance e entregar valor mais rapidamente, enquanto os faz acelerar o ritmo da inovação e desenvolver vantagens competitivas por meio da tecnologia. “A CA e a Rally trabalham há mais de quatro anos juntas. Estamos animados em dar esse passo em nosso relacionamento, para entregar ainda mais valor aos clientes”, diz Miller.

Analistas de mercado de entidades como Forrester e IDC avaliam a metodologia Ágil como um poderoso modelo de desenvolvimento de software. De acordo com o estudo Forrester Forrsights Software Survey, 69% dos 560 tomadores de decisão entrevistados têm interesse, planeja implementar ou já implementou o método Ágil. 63% dos respondentes apontou ter a mesma disposição para adotar pacotes de desenvolvimento de software e manutenção.

O IDC aponta uma perspectiva de crescimento de softwares Ágil ALM. Em uma análise do mercado de gerenciamento de ciclo das aplicações Ágeis, a IDC identificou receitas de US$ 211,9 milhões em 2012, que devem crescer a uma taxa anual de 39%, atingindo US$ 1,1 bilhão em 2017.

Informações adicionais sobre a aquisição estão em ca.com/invest. Para a operação, a CA contou com o aconselhamento financeiro da Qatalyst Partners e legal da Wilson Sonsini Goodrich & Rosati. A Rally teve como conselheiro financeiro a Deutsche Bank Securities e legal a Cooley LLP.

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Gartner elege Genesys como líder no “Quadrante Mágico 2015 para Infraestrutura de Contact Centers”

A Genesys, líder mundial de soluções omnichannel para gestão da experiência do cliente e contact centers, acaba de ser posicionada como empresa líder no relatório global “Quadrante Mágico 2015 para Infraestrutura de Contact Centers”1 do Gartner, Inc. Este é o sétimo ano consecutivo em que a Genesys é selecionada como líder em infraestrutura de contact c enter e com a mais alta posição no quesito “visão integrada”.

Reconhecimento de Visão Integrada e Capacidade de Execução

O relatório anual do Gartner, Quadrante Mágico, avalia a visão de futuro e a capacidade de execução dos fornecedores de contact center. Com base nas análises independentes do Gartner, os fornecedores são encaixados em um dos quatro quadrantes: visionários, players de nicho, desafiadores ou líderes. O relatório “Quadrante Mágico 2015 para Infraestrutura de Contact Centers” pode ser acessado aqui.
A Gestão da Jornada Omnichannel da Genesys foi lançada durante a conferência Enterprise Connect 2015 em março. As novas melhorias omnichannel na plataforma de última geração Genesys Customer Experience oferecem novos recursos que incluem o contexto omnichannel (com voz), multimodalidade, orquestração e gestão do ciclo de vida da jor nada.

“Nós estamos estabelecendo um novo padrão de gestão omnichannel e educando o mercado sobre as necessidades de um sistema abrangente e centrado no engajamento do cliente como um ingrediente-chave para alcançar a melhor estratégia de experiência do cliente”, disse Paul Segre, Presidente e CEO da Genesys. “Estamos orgulhosos e animados por sermos reconhecidos pelo Gartner como um líder de mercado em seu relatório Quadrante Mágico pelo sétimo ano consecutivo. Isso é importante para nos diferenciar no país.”

1 Gartner, 18 de maio de 2015, relatório global Quadrante Mágico para Infraestrutura de Contact Centers

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Até onde a ‘Internet das Coisas’ pode chegar?

Por Henry Manzano*

view.aspxA tecnologia está, cada vez mais, presente na vida da população. Hoje em dia é impossível imaginar viver sem acesso à internet ou sem um smartphone. As novas gerações, como a chamada Z, desde pequenos já têm acesso a dispositivos eletrônicos conectados e estão mais dependentes da tecnologia nas atividades do dia-a-dia, seja para assistir conteúdos online, manter relações interpessoais ou realizar atividades cotidianas como ver as horas em um aparelho digital, deixando de lados os relógios analógicos.

E o que esperar para as próximas gerações com a ‘Internet das Coisas’ (IoT) ? Onde a vida se moldará em torno das tecnologias oferecidas. Estamos vivendo, atualmente, uma revolução tecnológica que conectará toda a nossa rotina à rede mundial de computadores.

Todos os dias, novas tecnologias e protótipos são pensados, desenvolvidos e testados. As empresas já se preparam para atender uma demanda futura onde qualquer inovação já precisa estar conectada à internet e com funções inteligentes e independentes do comando humano, são serviços que nascem para facilitar a vida.

Imagina sua casa, seu carro, seu smartphone e todos os seus dispositivos conectados. Isso já é realidade. Do seu celular você programa o destino de sua casa e no seu carro o GPS já apresenta o melhor caminho para fugir dos pontos de trânsito. Ao chegar próximo de casa é possível acender as luzes, por meio do seu smartphone. Para entrar em sua residência basta posicionar os olhos em frente a um leitor óptico ou, então, colocar a digital, não carregando mais chaves. Ligar TV ou rádio por meio de comando de voz e escolher a música ou programação que gostaria. Parece muito futurístico? Mas muitas delas já existem e outras inovações estão por vir.

A Internet das Coisas traz significado ao conceito de conectividade onipresente para empresas, governos e consumidores com gestão, monitoramento e análise. Do ponto de vista mercadológico, a ‘Internet das Coisas’ consiste em várias tecnologias interligadas e para que isso funcione as empresas precisam criar um ecossistema para viabilizar novos modelos de negócio.

As oportunidades de produtos inteligentes são infinitas: carros sem motorista (Driverless Car) usando GPS, pagamentos por aproximação (NFC) usando smartphone ou smartwatch, objetos inteligentes como lâmpadas, geladeiras, fornos e até escova de dentes que monitora escovação e fornece feedback sobre a pressão, ângulo, e duração da escovação. As tecnologias ajudarão até os médicos a coletar informações de pacientes remotamente e serem avisados sempre que houver um problema.

A ‘Internet das Coisas’ vem para revolucionar o mundo em que vivemos, fazendo com que tudo que esteja conectado se comunique um com o outro, seguindo o conceito dos Data Centers e Nuvens. Digitalizando, simplificando e facilitando todas as demandas dos consumidores que estão por vir. São tantas as possibilidades de aplicação que é impossível prever qual é o limite. Aliás, o céu é o limite!

* Henry Manzano é CEO para a América Latina da Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios.

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Joinville recebe evento gratuito para desenvolvedores

Connect Dev acontece no dia 26 de maio com palestras de especialistas em TI

A Meus Pedidos, empresa de desenvolvimento de software para gestão de vendas para indústrias e representantes comerciais, realiza, na próxima terça-feira, dia 26 de maio, o Connect Dev, evento voltado para o aprimoramento profissional de programadores. A iniciativa faz parte do projeto Connect, que tem como objetivo oferecer conhecimento e crescimento para profissionais criativos, como desenvolvedores, designers e marketeiros.

A primeira edição do Connect trará três palestras para profissionais de tecnologia: Tiago Brandes, CEO da Meus Pedidos, abordará a importância da iniciativa pessoal para quem deseja crescer e evoluir na sua área, aproveitando todas as oportunidades dentro e fora da sala de aula. Já Elton Minetto, CEO da CodeRockr, explicará quais são os doze passos fundamentais para a criação e produção de um projeto de sucesso na área de Software as a Service (SaaS). Por fim, Caio Andrade, desenvolvedor na Meus Pedidos e fundador da Comunidade de Artesanato de Software de Joinville, mostrará porque programadores e outros profissionais de tecnologia estão no centro do desenvolvimento de sistemas e sites e como a criatividade é tão essencial no setor quanto o conhecimento técnico.

“A Meus Pedidos acredita que a evolução contínua está diretamente associada ao desenvolvimento de colaboradores de alta performance e que é nosso papel, como organização, auxiliar no aprimoramento de profissionais de criação e tecnologia na comunidade em que atuamos”, explica Paulo Bischof, gerente de desenvolvimento da empresa.

As inscrições podem ser feitas em https://www.sympla.com.br/connect-dev__34189

Sobre o Connect Dev

O Connect Dev será realizado dia 26 de maio, das 19h15 às 21h30, na Mitra Diocesana, localizada na Rua Jaguaruna, 147, Centro – Joinville-SC. Mais informações pelo telefone (47) 3432-3755 e na página do evento no Facebook. Entrada franca. Vagas limitadas. Apoio: Católica – SC. Parceiros: Unisociesc, Udesc e Univille.

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Business Process Outsourcing – Para que terceirizar?

Por André Santini Filho*

11117372_1087182804642115_2058757994_nBusiness Process Outsourcing (BPO) é o termo em inglês para terceirização de serviços ou um processo especifico para outra empresa especializada, buscando menores custos e maior disponibilidade.

O objeto a ser terceirizado pode tem vários enfoques, desde a matéria prima para produção de algum produto até mesmo todo o setor inteiro de uma empresa. Este processo é comumente usado nos setor de tecnologia da informação, por trazer maior know how, além de um barateamento dos custos com recursos humanos, infraestrutura física e outros processos.

A pergunta inicial deste texto é: para que? Para que terceirizar o setor de TI de uma empresa, se este já está formado e em funcionamento? Segundo Sidnei Bergaschi (apud KLEPPER;JONES,1998; LACITY; HIRSCHHEIM, 1993)¹ “fornecedores de TI podem operar com fator escala, já que possuem inúmeros outros clientes, que permitem a elas por exemplo comprar equipamentos e tecnologias mais eficientes por um menor custo, pois seu poder de negociação com fornecedores é maior do que clientes isolados, além de compartilhar o quadro de especialistas entre os diversos clientes”. “É importante lembrar que fornecedores possuem especialidades e seu foco nas atividades de TI é bem maiores, o que dentro de um BPO, faria uma diferença no durante o processo de implantação, start e a operação”. Um processo de BPO tem como principal objetivo, “organizar a casa” de forma rápida, mais barata e com SLA´s (service level agreement ou acordo de nível de serviço) pré-definidos, e por consequência liberando a equipe de TI da contratante a buscar novos valores para a organização e reduzir o número de turnover.

Segundo a IBM Research(2), empresas que possuem terceirização de seu setor de TI, possuem maior desempenho nas métricas de negócios, e apesar dos desafios iniciais da implantação e operação, a pesquisa mostrou que a redução de custos é quase imediata, enxugando orçamento e abrindo oportunidades para novos investimentos.
A opção de BPO é valida desde pequenas empresas a grandes multinacionais e é fundamental que a estratégia de negócio permita este processo. Para tanto, é importante a escolha de empresas que estejam alinhadas com o foco da contratante, e tenham experiência no processo. Dessa forma, o sucesso do BPO é garantido.

1. BERGAMASCHI, Sidnei. Modelo de gestão da terceirização de tecnologia da informação: um estudo exploratório – São Paulo, 2004.

2. IBM BRASIL – O Impacto da terceirização nos negócios: uma analise baseada em fatos. Ftp://public.dhe.ibm.com/la/documents/gts/commons/services/itservices/O-impacto-da-terceirizacao-nos-negocios.pdf.

*André Santini Filho é Key Account Manager na Qualityware Informática

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Gartner: despesa mundial com serviços de infraestrutura na Nuvem crescerá 32,8% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, informa que o mercado de infraestrutura de serviços na Nuvem (IaaS – Infrastructure as a Service) crescerá 32,8% em comparação com 2014 e que deverá haver concentração de players, uma vez que muitos prestadores de serviços estão mudando suas estratégias por não conseguirem ganhar força suficiente no mercado. Esse e outros dados serão apresentados durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Os gastos globais com IaaS devem chegar a US$ 16,5 bilhões em 2015, um aumento de 32,8% em comparação com 2014, de acordo com a última previsão do Gartner. Segundo Lydia Leong, Vice-Presidente do Gartner, o ecossistema de soluções de IaaS está se consolidando rapidamente em torno de um pequeno número de líderes de mercado. “Os clientes estão obtendo um grande valor fora do IaaS, mas o cenário competitivo está mudando. Poucos provedores possuem recursos financeiros para investir em ser amplamente competitivos no mercado de serviços Cloud (na Nuvem)”, afirma a analista do Gartner.

Dinâmica de competitividade acirrada

Segundo o Gartner, 2014 foi um ano de ajuste de contas para provedores de IaaS, e muitos acreditam que a estratégia atual está fracassando. Alguns pretendem lançar uma plataforma completamente nova de Nuvem como serviço, realizar alterações substanciais na plataforma atual ou mudanças para fornecer serviços gerenciados nas principais plataformas de IaaS. Muitos fornecedores indicam que pretendem interromper ou reduzir de forma significativa o investimento em suas ofertas de Nuvem como serviço, e outros pretendem eliminá-las ou substituí-las.

“Aconselhamos que os compradores sejam extremamente cautelosos ao selecionar provedores, que façam perguntas específicas e detalhadas sobre o serviço e busquem compromissos contratuais que não permitam que o provedor modifique substancialmente ou modifique a oferta sem aviso prévio de pelo menos 12 meses”, afirma a analista.

A fatia de mercado continua a diminuir, mesmo com o crescimento substancial. Apesar de 15 prestadores terem sido destacados no novo “Quadrante Mágico para Infraestrutura em Nuvem como um Serviço” mundial do Gartner, o setor é dominado por apenas alguns provedores globais, sobretudo a Amazon Web Services, a Microsoft Azure e o Google Compute Engine, cada vez mais presentes. Estes três fornecedores respondem pela maior parte do trabalho em execução em Nuvem pública IaaS em 2015.

Expansão das cargas de trabalho de IaaS

Em 2014, o crescimento absoluto das cargas de trabalho em Nuvem pública IaaS superou, pela primeira vez, o crescimento de cargas de trabalho no local (de qualquer tipo). A pesquisa “2015 CIO Survey”, do Gartner, indica que 83% dos CIOs consideram a Nuvem IaaS como uma opção de infraestrutura, e 10% estão utilizando a Nuvem pela primeira vez tendo IaaS como preferência de infraestrutura padrão.
As soluções de IaaS vem sendo usada em praticamente todos os casos em que podem ser hospedados servidores virtualizados baseados em x86. Os usos mais comuns são: ambientes de desenvolvimento e teste; computação de alto desempenho e processamento em lote; sites voltados para a Internet e aplicativos baseados na Web; e aplicativos de negócios internos sem missão crítica. Um número crescente de organizações também passou a executar aplicativos de negócios de missão crítica em IaaS.

“A Nuvem como serviço pode ser usada para executar a maioria das cargas de trabalho, embora nem todos os provedores possam executar bem todo tipo de carga de trabalho. IaaS não é uma mercadoria. Os fornecedores variam significativamente suas funcionalidades, desempenho, custo e termos de negócios. Embora na teoria a Nuvem como serviço tenha muito pouco lock-in, na realidade ela não é meramente uma questão de aluguel de hardware, mas todo um ecossistema de Data Center como serviço. Quanto mais você usa seus recursos de gerenciamento, maior valor receberá a partir da oferta – e maior será o vínculo que criará com essa oferta especial de serviço”, afirma a vice-presidente do Gartner.

Adote uma estratégia bimodal para a nuvem IaaS

De acordo com o Gartner, as organizações devem aprender a operar em dois modos essenciais, conhecidos como TI bimodal, pois elas não podem perder de vista a necessidade de manter as operações de TI, ao mesmo tempo em que buscam inovação digital.
Inicialmente, a maioria das empresas adota a nuvem IaaS para o Modo 2, projetos de TI ágeis que podem ser periféricos para as necessidades de TI da organização, mas que têm grande impacto comercial. Isso afeta o abastecimento: a adoção no Modo 2 é, muitas vezes, conduzida pela empresa, por gerentes de negócios que detêm o orçamento, necessitam de mais agilidade e têm prazos mais curtos do que as operações de TI são capazes de oferecer.

Com o tempo, conforme a empresa se torna mais adaptada ao uso de Nuvem IaaS, esta também será usada no Modo 1, assim como nos projetos de TI tradicionais, geralmente se espelhando na adoção do padrão de virtualização no Data Center da última década. Muitas empresas, especialmente no mercado de médio porte, acabarão migrando da execução de seus próprios Data Centers, a fim de contar principalmente com a infraestrutura em Nuvem.

A Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management oferece para as empresas um direcionamento estratégico associado com a implementação, a estruturação e o aperfeiçoamento de programas de BI – Business Intelligence e de Business Analytics, analisando tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/bi. Para se inscrever, contate o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: http://www.gartner.com/br/bi.

Anote em sua agenda

Evento: Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management
Data: 23 e 24 de junho de 2015 (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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Truecaller, APP para identificação de chamadas, alcança 1 milhão de usuários no Brasil

view.aspxCom mais de 2 bilhões de consultas por mês e 100 milhões de usuários no mundo, app conquista brasileiros com recursos como bloqueio de SPAMS telefônicos e a identificação de chamadas além da agenda do usuário

Parceria com Bemobi disponibilizará aplicativo em lojas premium das operadoras de celular

Com forte presença global, a sueca Truecaller, empresa líder em tecnologia de busca que está transformando a agenda de contatos para deixá-la mais inteligente e útil, caiu nas graças do brasileiro. O aplicativo, que abriu escritório no Brasil recentemente, alcançou a marca de 1 milhão de usuários no país. Com mais de 2 bilhões de consultas por mês e 100 milhões de usuários no mundo todo, o aplicativo permite identificar quem está chamando, mesmo que o número não esteja na lista de contatos, e auxilia a bloquear ligações indesejadas (SPAMS).

A empresa ingressa no mercado brasileiro já assinando uma parceria com a Bemobi, empresa de soluções mobile, o que irá acelerar sua rápida expansão no País com a disponibilização do aplicativo em lojas premium das principais operadoras de telefonia celular – Oi, Vivo, Claro e TIM. O acordo brasileiro segue diversas outras parcerias firmadas em vários mercados com empresas como Microsoft, Samsung e Airtel, a maior operadora de celular da Índia.

“Com uma base crescente de smartphones e uma forte atuação de spammers telefônicos no País o app da Truecaller certamente continuará crescer rapidamente no Brasil, já que ajuda a identificar chamadas indesejadas e ainda é uma ferramenta muito útil para incrementar a agenda”, comenta Hermano Cintra, VP de Novos Negócios para a América Latina da Truecaller.

Com mais de meio milhão de números marcados como “SPAM” somente no Brasil, o aplicativo protege contra ligações desconhecidas, trazendo maior poder ao consumidor, que pode decidir melhor quais chamadas quer atender.

“O Truecaller é um aplicativo que certamente terá crescente adesão entre os usuários brasileiros. Temos uma expectativa muito positiva para impulsionar os downloads através do Apps Club, que é nosso serviço de distribuição de apps em parceria com as principais operadoras do Brasil.” Afirma Pedro Ripper, CEO da Bemobi.

O download do aplicativo pode ser feito gratuitamente para diversos sistemas operacionais e smartphones, incluindo iOS, Android, Windows Phone, BlackBerry e Nokia.

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Startup brasileira aposta em sistema integrador de saúde

Novidade será anunciada durante o Wearable World Congress que acontece nos dias 19 e 20 de maio, em São Francisco (USA) e lançada oficialmente no Brasil no próximo dia 27

A 5ª edição do Wearable Wednesday que acontece no próximo dia 27, em São Paulo, vai marcar o lançamento oficial da plataforma SDK, que chega ao mercado pela Carenet Longevity. Trata-se de um sistema de integração de informações cujo objetivo é promover a troca de experiências entre profissionais do mercado de tecnologia para vestir, além de favorecer potenciais parcerias no segmento.

Com mais de 300 opções de dispositivos vestíveis para armazenamento de dados relacionados à saúde disponíveis no mercado, o número de vendas de wearables já ultrapassa o de tablets em todo mundo. O intenso volume de dados gerados pelos wearables dificulta a utilização dessas informações de forma adequada.

Sistemas como o SDK foram projetados justamente para facilitar a rotina do usuário. “O SDK vai unir as informações captadas por 16 gadgets inicialmente, em uma mesma plataforma, o que facilitará utilização para consumidores finais e para empresas interessadas em monitorar dados de diferentes plataformas” – comenta Immo Oliver Paul, especialista em saúde digital e sócio-fundador da Carenet.

A novidade será anunciada por Immo Paul durante o Wearable World Congress, que acontece nos próximos dias 19 e 20 de maio, em São Francisco (USA). Pioneira, a Carenet Longevity é a única empresa brasileira a lançar um sistema integrador de informações sobre bem-estar e saúde. A plataforma brasileira é segunda no mundo. A primeira foi lançada pela Validic, com foco em heath care.

No forno

Prestes a apresentar ao mercado, o Carenet NuGGet, dispositivo vestível com tecnologia brasileira que contará com Bluetooth 4, design urbano e uma nova versão de APP que já vem com o SDK, Immo Paul, destaca o pioneirismo da empresa: “acreditamos ser extremamente necessário um integrador de dados de saúde, que permita aos usuários o compartilhamento de dados, com objetivo de ajudar a monitorar indicadores de saúde e bem-estar e estabelecer dados comparativos capazer de promover mudança de hábitos” – comenta o especialista.

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Salesforce é número 1 de CRM no relatório de market share mundial de CRM do Gartner

Com base na receita total de software com gastos em CRM em 2014, a Salesforce atingiu receita total, crescimento de receita e crescimento de market share maiores do que qualquer outro fornecedor top 10 de CRM

A Salesforce também obteve o maior market share na categoria de software de marketing, com base no gasto total com software em 2014

A Salesforce.com (NYSE: CRM), líder mundial em plataforma de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), anunciou hoje que foi nomeada o fornecedor número 1 de CRM pelo terceiro ano consecutivo no último relatório de market share mundial sobre essa solução publicado pelo Gartner Inc., intitulado “Análise de Market Share: Software de Gerenciamento de Relacionamento de Clientes, Mundial, 2014”1. Com base na receita de CRM de 2014, a Salesforce atingiu receita total, crescimento de receita e crescimento de market share maiores do que qualquer outro fornecedor de CRM top 10. A Salesforce também obteve a maioria de market share na categoria de software de marketing mundial, com base no gasto total de software em 20142.

“A Salesforce não é apenas a plataforma de CRM número 1 do mundo com base na receita. Nós continuamos a ser uma das empresas “top ten” de CRM de crescimento mais rápido do mundo”, afirma Keith Block, vice-presidente da Salesforce. “O ritmo com a qual nossos consumidores estão adotando nossa plataforma de gerenciamento de relacionamento de clientes não tem precedentes, enquanto mais e mais empresas buscam a Salesforce para transformar o modo como elas conectam seus consumidores usando as últimas inovações para a nuvem, mídias sociais, dispositivos móveis e data science”

A Customer Success Platform da Salesforce reúne aplicativos da nuvem para vendas, serviços, marketing, comunidades e, agora, analytics – todos na Plataforma Salesforce1. Ela fornece tanto um system-of-record quanto um system-of-engagement para empresas de todos os portes e áreas. As empresas podem aumentar as vendas mais rapidamente, oferecer serviços aos consumidores em qualquer lugar, criar jornadas do consumidor 1:1, engajar-se com os consumidores por meio de vibrantes comunidades, dispor de analytics para cara usuário corporativo e criar mais aplicativos para dispositivos móveis, tudo a partir de uma plataforma single trusted construída para o sucesso dos clientes.

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50% das empresas utilizam armazenamento em nuvem para reduzir custos, aponta KPMG

Estudo realizado pela KPMG Internacional revelou que quase 50% das empresas consultadas opta pela adesão à computação em nuvem principalmente pela diminuição de custos que a plataforma pode oferecer, isto porque a maioria acredita que essa ferramenta gera dinamismo entre as relações das diversas interfaces que envolvem o cenário dos negócios.

Essa é uma das conclusões do relatório “Alavancando os negócios com a Nuvem” (em inglês, Elevating Business in the Cloud), realizado a partir de entrevistas com cerca de 500 executivos globais, incluindo o Brasil, de diversos segmentos, que aponta que os empresários ao redor do mundo estão cada vez mais adeptos ao armazenamento de dados na nuvem.

Além disso, muitos dos respondentes acreditam que a nuvem é uma oportunidade para expressivos avanços e transformações nas organizações. Dentre as melhorias resultantes do uso da nuvem, 42% dos entrevistados acreditam que há melhoria em termos de flexibilidade e mobilidade para suas equipes de trabalho, e 37% vê uma melhoria no alinhamento e interação com clientes, fornecedores e parceiros comerciais.

“Outros importantes fatores afirmam a efetividade da plataforma no que diz respeito à flexibilidade e mobilidade em suas empresas, visto que 54% entendem que houve aumento na produtividade de seus funcionários e 48% afirmam ter maior satisfação e flexibilidade em suas atividades após o início da utilização da nuvem na rotina organizacional”, afirma o diretor de consultoria de risco da KPMG no Brasil, Rodrigo Gonzalez.

Se comparado aos resultados obtidos em 2012, as expectativas dos executivos modificaram-se notavelmente. Na edição passada, apenas 15% via o uso da computação em nuvem como facilitador, no entanto, no último levantamento essa perspectiva triplicou, demonstrando que de fato os colaboradores já enxergam a plataforma como uma forma de propiciar flexibilidade e mobilidade para suas tarefas.
“Paralelamente, o alinhamento e a autonomia nas relações entre os funcionários, clientes, fornecedores e outras partes relacionadas têm ganhado a atenção dentro das organizações. A nuvem, portanto, está sendo utilizada para transformar essas interações à medida que o surgimento de clientes com conhecimento prático do mundo digital exige que as organizações adotem novas abordagens e ferramentas para comunicação com os atuais e potenciais clientes”, ressalta Gonzalez.

Segurança da informação

Na contramão dos inúmeros benefícios gerados pelo uso da nuvem, 53% dos respondentes da pesquisa encaram a perda de dados e os riscos à privacidade como o desafio mais significativo na realização de negócios, e 50% preocupam-se com o risco de roubo de propriedade intelectual. Ainda que com alto percentual, os resultados da atual pesquisa demonstram que o empresariado sente-se menos inseguro que em 2012, quando 83% acreditavam em risco de perdas de dados e de baixa privacidade e 78% preocupavam-se com roubo de propriedade intelectual.
“A segurança continua sendo um desafio complexo a ser enfrentado, mas os que adotaram a nuvem consideram que estão mais bem preparados agora para tornar seus dados seguros, assim como gerenciar violações quando elas ocorrerem. Os dados que nós obtivemos mostram uma clara tendência de que os líderes globais ainda estão dispostos a aderir ao potencial transformador da nuvem”, completa o diretor da KPMG.

Sobre o estudo
A pesquisa coletou dados de um total de 539 respondentes do setor farmacêutico, de serviços financeiros, saúde e mídia. Todos os participantes eram diretores-financeiros, diretores-executivos ou diretores/líderes de TI nas respectivas empresas. Eram originários dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, China, Índia, Japão, França, Alemanha, Reino Unido e Brasil.

Para ter acesso ao estudo na íntegra acesse: http://www.kpmginfo.com/EnablingBusinessInTheCloud/downloads/7397-CloudSurvey-Rev1-5-15.pdf

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E-book propõe dicas para maximizar a produtividade da área de TI

Os problemas comuns à área de TI geralmente são resolvidos com a melhora da gestão. Partindo dessa premissa, o ebook “Dicas Para Sua Equipe De TI Produzir Mais”, escrito por Antonio Carlos Soares, CEO e co-fundador do Runrun.it, oferece soluções que ajudam a exterminar o que acaba com o sono do gerente de TI: os grandes vilões das áreas de desenvolvimento que estouram o prazo e o orçamento.

Especialista em produtividade, Antonio Carlos Soares usou sua própria experiência à frente do Runrun.it, software de gestão de tarefas, tempo e desempenho, para dar dicas para analistas, gerentes, POs e CTOs. “O grande desafio das áreas de TI são as constantes mudanças de escopo e de priorização e a tendência a ignorar que os recursos envolvidos também executam outras tarefas corriqueiras, como propostas, correção de bugs e reuniões. A pior consequência disso é o prazo estourar, levando o orçamento junto. Há outras variantes que podem agravar esse quadro: turnover, tarefas piratas sendo requisitadas sem o gestor saber, erros não previstos e etapas mal planejadas”, afirma o autor.

O e-book promove a discussão sobre essas questões e mostra como esses e outros problemas podem ser resolvidos com o Runrun.it. O download pode ser feito gratuitamente pelo link http://promo.runrun.it/dicas-equipe-de-ti-produzir-mais

Sobre o Runrun.it: Software brasileiro de gestão de tarefas, tempo e desempenho, usado em 107 países por mais de 100 mil empresas, como Netshoes, Honda, NET, TIM, Amil, Embratel, Banco Votorantim S/A, FIESP, Saraiva, Infoglobo, FastShop, entre outras de diversos segmentos. Lançado comercialmente em maio de 2013, o Runrun.it auxilia gestores a aumentar a produtividade de suas equipes. À frente da empresa está o CEO Antonio Carlos Soares (AC Soares), que trabalha na gestão de organizações de alto crescimento há 20 anos.

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Gartner revela que tecnologia é prioridade para CEOs

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, revela que a maioria dos CEOs espera condições positivas para os negócios e as inovações tecnológicas aceleradas em 2015. Segundo a pesquisa “CEO Survey 2015”, o crescimento ainda é prioridade máxima e as mudanças relacionadas à tecnologia são vistas como a principal ferramenta para atingir esta meta este ano e em 2016. Esse e outros dados serão apresentados durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Todos os anos, pedimos aos CEOs uma lista com suas cinco prioridades para os negócios. Neste ano, o crescimento foi, mais uma vez, citado como a principal preocupação”, diz Mark Raskino, Vice-Presidente e Associado do Gartner. “Contudo, as menções explícitas ao crescimento foram inferiores ao ano passado. Atribuímos este declínio não a um menor interesse em crescimento, mas ao interesse crescente no mecanismo que irá propiciá-lo.”

A pesquisa do Gartner foi realizada com 400 líderes de negócios de organizações globais durante três meses. A maioria das empresas participantes do levantamento possui receita anual igual ou superior a 1 bilhão de dólares. Os resultados indicam condições positivas para os negócios, embora não espetaculares, num cenário no qual a estabilidade é fundamental para garantir investimentos estratégicos.

“A segunda categoria mais importante entre as prioridades para os negócios em 2015 e 2016 está relacionada à tecnologia. Essa é a posição mais alta já alcançada por este item na pesquisa, desde 1999, e acreditamos plenamente que os CEOs estejam mais concentrados do nunca nesta área”, diz o analista do Gartner. “Quando examinamos o contexto das respostas, o interesse dos CEOs em tecnologia se torna óbvio. Mais da metade das respostas está relacionada a questões tecnológicas de receitas e crescimento, tais como a multiplicidade de canais, o e-commerce e o comércio móvel.”

Os tópicos referentes ao consumidor permanecem no plano principal para a maioria dos entrevistados. Sobre investimentos em tecnologia nos próximos cinco anos, 37% dos líderes de negócios classificaram a gestão participativa dos consumidores como uma capacidade de liderança proporcionada pela tecnologia, seguida por digital marketing (32%) e business analytics (28%).

Os negócios baseados em Nuvem também alcançaram alto reconhecimento, uma vez que os CEOs perceberam que este é o local onde as novas plataformas industriais de ruptura e controle são criadas. No entanto, a revelação da pesquisa deste ano foi a ascensão meteórica da Internet das Coisas, tecnologia que apareceu muito pouco nos anos anteriores.

Com o digital começando a alterar fundamentalmente a natureza da indústria, os CEOs também estão mais preocupados com segurança e riscos. Segundo a pesquisa, 77% dos líderes concordam que “o mundo digital está criando novos tipos e níveis de risco para os negócios”, e 65% percebem que “os investimentos em práticas de gestão de riscos não estão acompanhando os novos e mais altos níveis de risco”.

“Embora esta tenha sido uma conclusão parcial, também verificamos uma forte evidência da crescente preocupação em outras respostas”, diz Raskino. “Os CEOs estão certos em se preocupar. Na medida em que os produtos e serviços tornam-se digitais, eles acrescentam muito mais utilidade ao consumidor, mas também atribuem um poder muito maior para forças que poderiam usurpar o controle digital. Os CEOs e CIOs deveriam colaborar para mobilizar a equipe de executivos quanto aos riscos cibernéticos”, afirma o analista do Gartner.

Anote em sua agenda

Evento: Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management
Data: 23 e 24 de junho de 2015 (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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Tendências de uso de aplicativos móveis no Brasil

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Com mais de 190 milhões de usuários de celulares e contando com quase 40 milhões de smartphones ativos no Brasil, o país consolida-se como a quinta potência no uso de aparelhos móveis e, com isso, número de aplicativos baixados também é superior a outros países.

No mercado mundial de smartphones, o Brasil encerrou 2014 com o quinto maior volume de vendas, registrando 38,8 milhões de unidades ativas, de acordo com eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo o mercado digital. A China, que lidera o ranking, mantém 436,1 milhões de unidades, seguido de longe pelos EUA (com 143,9 milhões), Índia (76 milhões), Japão (40,5 milhões) e Rússia (35,8 milhões). A pesquisa também aponta 2 bilhões de usuários de smartphones em 2016.

Outro estudo, esse desenvolvido pela CA Technologies, com 1,450 empresas líderes em seus respectivos setores, em 13 países, entre eles Brasil, indica que as organizações que estão inseridas na Economia dos Aplicativos, por meio do desenvolvimento de novas estratégias baseadas em conceitos modernos de TI, como o DevOps (desenvolvimento de TI orientado à operação de negócios), Gerenciamento de Nuvem e Mobilidade, por exemplo, estão obtendo resultados significativamente melhores de negócio do que as companhias que ainda não se adaptaram a este novo paradigma de mercado, ao criar ou terceirizar a criação de aplicativos móveis.

Neste estudo, a CA Technologies mostra que, no mundo, 50% das empresas entrevistadas afirmaram que já percebem o impacto da Economia dos Aplicativos em suas respectivas indústrias. Como resultado desse panorama, 25% destas organizações também disseram que estão aumentando os seus investimentos para se adaptarem à nova realidade. No Brasil, 37% das companhias entrevistadas disseram que sentem de forma significativa os efeitos da Economia dos Aplicativos, entre elas, 28% responderam que estão aumentando os investimentos para se adaptarem ao novo contexto.

Outra pesquisa, mais recente, realizada pela revista Meio & Mensagem mostra que os dados de mobilidade superam expectativas e o setor se torna um dos mais rentáveis. A pesquisa mostra também que 84% dos consumidores usam até 10 apps diariamente, sendo social medias os mais usados. Atualmente, estão disponíveis 1,3 milhões de aplicativos na Google Play, sendo que entre os 20 mais baixados estão três bancos e, claro, o aplicativo da PSafe, que configura entre os mais baixados desde início do ano passado. Isso mostra que os usuários estão mais dispostos a aceitar as novas tecnologias e mover valores pelos gadgets, já que 67% já fizeram alguma transação de e-commerce por celular. A expectativa é de que até 2018 seja movimentado US$28,4 bilhões por este comércio.
Em uma pesquisa realizada pela PSafe, que conta com mais de 30 milhões de downloads do aplicativo PSafe Total Android, mostra os apps mais baixados na loja de aplicativos seguros Total Apps:

Destaques
1. Dieta & Saúde – Emagrecer
2. Caça-Palavras
3. OLX – Classificados Grátis
4. Bom Negócio – Classificados Grátis
5. Mercado Livre

Games
1. Meu Malvado favorito
2. Pou
3. Meu Tom Falante
4. Street Skater 3D
5. Caça-Palavras

APPs
1. ZapZap
2. Whatsapp Messenger
3. Me diga a operadora
4. Rdio Music
5. PicsArt – Photo Studio

E as funções mais utilizadas pelos usuários do PSafe Total Android são: Cofre 21% / Antifurto 15% / Verificação 7% / Total APPs 7% e Limpeza 6%

Entretanto, é muito importante lembrar que o uso dos aplicativos móveis pode ser uma porta de entrada para vírus e malwares, como alerta a PSafe. Dessa maneira, é recomendado sempre usar um antivírus. O PSafe Total Apps, por exemplo, ainda pode servir de cofre para todos os apps que o usuário desejar proteger, assim como otimiza o celular. Além de ser gratuito, aplicativo ainda conta com função antifurto.

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ParanáTIC 2015 ganha projeção internacional e confirma Foz do Iguaçu como sede do principal evento paranaense de tecnologia

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Nos dias 12 e 13 de novembro, a cidade paranaense de Foz do Iguaçu sedia o ParanáTIC 2015. O principal evento estadual de Tecnologia da Informação e Comunicações vai acontecer no Hotel Mabu e tem como grande novidade a presença de delegações de vários estados brasileiros e países da América Latina. A ideia é aproveitar o apelo turístico da cidade, que tem nas Cataratas do Iguaçu uma das 7 Maravilhas da Natureza, para reunir lideranças nacionais e internacionais do setor de TIC e posicionar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

A Assespro Nacional, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC, que conta com seis Arranjos Produtivos Locais apoiados pela Assespro-Paraná e pelo Sebrae. A participação internacional no ParanáTIC vai ser garantida pela ALETI, Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação, que conta com 21 associações empresariais em 19 países.

Promovido em uma parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de TIC, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

A programação do evento será composta por palestras Magnas e palestras temáticas paralelas, apresentações de projetos, exposições e encontros com startups. Já estão confirmados como patrocinadores Itaipu Binacional, Copel Telecom, Compagas, Sanepar, GCI, BRDE, SETI, e Fomento Paraná entre outros.

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Salesforce e Sage anunciam parceria estratégica global

A Sage [LON:SGE] e a Salesforce [NYSE:CRM] anunciaram hoje que criaram uma parceria estratégia, juntando as soluções de contabilidade e folha de pagamento para pequenas empresas número 1 do mundo com a solução de CRM e plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo. Com essa parceria, a Sage construiu uma nova solução chamada Sage Life na plataforma Salesforce1, a solução de plataforma como serviço (PaaS) corporativa número 1 do mundo, a qual permite à pequenas empresas operar completamente na nuvem.

Atualmente, o pequeno negócio típico tem entre quarto e oito sistemas de software para gerir a empresa1, criando complexidade e dificultando sua capacidade de obter uma visão única das informações dos consumidores, funcionários e fornecedores. Otimizado para os dispositivos móveis e as mídias sociais, o Sage Life irá permitir ás pequenas empresas conectar os dados de seus consumidores, contabilidade e folha de pagamento, e dados financeiros, em um sistema, acessível de qualquer dispositivo em qualquer lugar.

O Sage Life é totalmente customizável, baseado na nuvem e pode ser usado em qualquer dispositivo móvel, de smartphones a smart watches, e de tablets a desktops. Com seu centro de controle de dispositivos móveis, os empregados têm acesso a dados em tempo real, e podem reagir como uma equipe. Tendo o networking social como seu núcleo, o Sage Life permite interconexões contínuas entre colegas, consumidores, parceiros, fornecedores e outros stakeholders.

“Junto com a Salesforce, a Sage está moldando o futuro dos pequenos negócios. Os softwares para pequenos negócios não têm mais que representar diferentes sistemas ou camadas de complexidade – eles serão simples, colaborativos e irão operar em tempo real. Com o Sage Life, nós estamos oferecendo inovação baseada em nuvem e em mídias sociais e dispositivos móveis, gerada por contabilidade em tempo real. Agora, gerir um pequeno negócio pode ser tão fácil como atualizar seu status do Facebook”, afirma Stephen Kelly, CEO da Sage.

“Eu estou entusiasmado em relação à oportunidade que essa parceria cria para nossos consumidores”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Juntas, a Sage e a Salesforce estão permitindo às empresas de crescimento rápido gerir seus negócios na plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo”.

A plataforma Salesforce1, a Plataforma como Serviço número 1 do mundo para empresas, fornece as capacidades que as empresas e os desenvolvedores precisam para construir grandes aplicativos que são instantaneamente conectados por mídias sociais e dispositivos móveis. Nossos clientes construíram mais de 4 milhões de aplicativos na plataforma Salesforce1. Mais de 2 milhões de desenvolvedores estão criando aplicativos na plataforma Salesforce1, e o Salesforce AppExchange hospeda 2.700 aplicativos corporativos que se integram com a Salesforce. Aplicativos do AppExchange foram instalados mais de 3 milhões de vezes em todo o mundo.

A Sage está empenhada em apoiar as pequenas empresas em todo o mundo, bem como as comunidades que ela serve. Como parte da parceria, a Sage, uma empresa já líder em filantropia empresarial, também se juntou ao Pledge 1%, um movimento filantrópico baseado no modelo 1-1-1 da Salesforce.

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