Archive março 2015

Você usa ITIL ou Cobit?

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Muita gente fala indiscriminadamente em governança de TI e gerenciamento de serviços de TI, ou em Cobit e ITIL, respectivamente, como se um e outro fossem equivalentes. Até parece que se pode escolher entre um e outro, ou que, se um estiver em prática, o outro também estará.

Já vi gente falando em governança de TI e depois citando que tem processos baseados na ITIL como se isto fosse governança. Não, não é.

É muito importante que se estabeleça o papel de cada uma destas ferramentas : o framework de governança de TI chamado Cobit, e a biblioteca de melhores práticas de gestão de serviços de TI chamada ITIL. Não vamos nem entrar na discussão de qual é a diferença entre framework e biblioteca de melhores práticas para não complicar o assunto. Só isto já seria uma grande diferença.

Talvez seja surpresa para muitos, mas é possível se adotar melhores práticas da ITIL sem ter um processo de governança de TI, assim como ter um processo de governança de TI, mas não se adotar as melhores práticas da ITIL. Sim ! Surpreso com isto ? Não fique.

A primeira coisa que deve ser destacada é que o Cobit foca em governar toda a TI. Ou quase toda. Não só governar os serviços de TI. Só isto já dá uma noção de que não poderiam ser a mesma coisa. Seria a mesma coisa do que dizermos que governar um país é a mesma coisa que governar uma cidade ! A escala é esta: do macro (Cobit) para o micro (ITIL).

Governar a TI inteira é muito mais do que gerenciar serviços. Quem governa a TI tem que se preocupar também com planejamento estratégico, com gerenciamento de projetos, com metodologias de desenvolvimento de sistemas, com gestão de recursos humanos e tantas outras coisas além da gestão dos serviços que serão entregues.

O que o Cobit faz é dizer que um dos tantos “objetivo da governança de TI” é implantar um processo de gestão de incidentes e service desk. E, para a aprender a fazer isto, ou, para descobrir as melhores práticas deste objetivo, podemos utilizar as recomendações da biblioteca ITIL. Mas, e como gerenciaremos os projetos ? Apliquem-se os princípios do PMBOK. E como desenvolveremos e manteremos aplicativos ? Aplique-se a RUP, e assim por diante.

Quem está envolvido com o todo (Cobit) terá facilidades em reconhecer o papel das partes (ITIL, PMBOK, RUP, etc). Porém, quem somente conhece ou atua numa das partes, seja ele um gerente de service desk, um gerente de projetos ou um gerente de sistemas, não terá, necessariamente, condições (ou até necessidade) de se envolver com o todo.

A visão top-down é dada pelo Cobit. A visão bottom-up é dada pela ITIL. Se você é um gerente de TI, talvez um curso de Cobit seja essencial (para sua visão estratégica) e um de ITIL seja recomendado (para conhecer como as coisas podem ser feitas no operacional quando forem relativas à oferta de serviços de TI). Já, se você é um gerente de service desk, um curso de ITIL seria essencial (para sua visão operacional) e um curso de Cobit, seria recomendado (para conhecer seu papel no todo e entender que nada em si é um fim. Tudo é um meio).

Diz o ditado que “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”. Eu diria mais (parafraseando Caetano Veloso) : “uma coisa pode levar a outra coisa, ou não !”

*Paulo Sérgio Cougo, director da Tree Tools Informática, é ITIL V3 Expert.

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Investimentos em data centers crescem 40% com a crise energética

Um levantamento da A2F (www.a2f.com.br), empresa de soluções críticas de TI, revela que a grave crise energética que o Brasil enfrenta está fomentando novas discussões sobre a eficiência energética dos data centers. No fechamento de 10 dos últimos 15 projetos realizados pela empresa, o principal critério para definição das soluções foi promover economia de energia. Em data centers, por exemplo, os gastos com eletricidade e resfriamento podem representar até 44% do custo total da estrutura.

Como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou aumentos que podem chegar a 39,5%, as empresas passam a se preocupar ainda mais em reduzir os gastos com energia elétrica. No setor de TI o assunto já é alvo de constantes discussões, pois à medida que o segmento atinge maturidade, a otimização dos recursos e a preocupação em reduzir custos se tornam prioridades. E nesse contexto, o consumo de energia é um importante indicador da eficiência do ciclo de vida de um hardware. Assim, cresce cada vez mais a demanda por equipamentos com selo e certificações que asseguram a sua eficiência energética.

Uma estratégia para reduzir os gastos dos data centers com energia elétrica é virtualizar o ambiente, o que tem proporcionado crescimento notável da adesão ao modelo de data center definido por software. Outra ferramenta para gerar economia é investir em processadores de baixo consumo, que promovem mais poder de computação por kilowatt. Algumas das características das novas soluções são serem mais compactas e modulares. Esses benefícios contribuem para a redução do espaço físico, o que consequentemente, diminuí o consumo de energia. Outra importante medida para reduzir custos é avaliar as práticas da empresa e criar uma metodologia a ser seguida, assim como realizar uma auditoria energética.

“Algumas ações são essenciais para desenvolver uma visão holística do ambiente de TI e cortar gastos. O primeiro passo é criar um inventário dos seus sistemas atuais, mapear o seu consumo de energia e a localização dos equipamentos”, explica Juliana Ferreira, sócia-diretora executiva da A2F. “Outra importante medida é avaliar periodicamente o plano de negócio e de crescimento da empresa. Isso ajudará a prever necessidades futuras e criar ambientes flexíveis. Também vale consultar políticas governamentais ou de provedores de energia, pois é possível obter descontos ou incentivos econômicos se houver comprovação de eficiência energética”, complementa a executiva.
Além dessas medidas, outras ações simples podem reduzir significativamente o consumo de energia elétrica nos data centers. Confira as dicas da A2F:

• Bloqueie aberturas para cabos com o objetivo de impedir a saída de ar frio;

• Remova os bloqueios de cabos sob o piso que impeçam a circulação de ar;

• Desligue os servidores que estejam sem carga de trabalho;

• Desligue os aparelhos de ar-condicionado das salas de computadores em áreas que estejam refrigeradas em excesso;

• Organize o equipamento de TI em uma configuração que inclua uma ala quente e outra ala fria;

• Posicione o equipamento para que seja possível controlar o fluxo de ar entre as alas quente e fria. Essa medida impedirá que o ar quente circule novamente pelas entradas de resfriamento dos equipamentos de TI;

• Utilize opções complementares de resfriamento de baixo custo, como água ou outros refrigeradores;

• Aumente a eficiência de resfriamento dos racks utilizando um trocador de calor de porta traseira ou um sistema de racks embutidos para dissipar calor de sistemas de computação de alta densidade, antes que ele ingresse na sala novamente.

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TIVIT investe R$ 10 milhões para reforçar a área de segurança da informação

A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia, anuncia a criação da área de CIS (da sigla em inglês Corporate Information Security), com o objetivo de aprimorar o suporte às operações críticas de seus mais de três mil clientes.

“A TIVIT já é reconhecida pelo alto nível de segurança e excelência operacional nos serviços prestados, apoiando os objetivos de negócios dos clientes”, explica Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT. “A segurança está no DNA de todas as áreas da TIVIT, como um fator fundamental para as nossas operações. A nova área reafirma nosso comprometimento em garantir a continuidade e evolução dos serviços para os clientes”.

A área de CIS terá como principais desafios a adequação dos controles de segurança para as novas ofertas e a gestão dos sistemas de tecnologia críticos e especializados para proteger os ativos da TIVIT e também dos seus clientes. Tudo isso considerando as especificações de cada cliente, o que reforça a posição da TIVIT como referência em segurança para ambientes críticos de negócios.
Desde 2012, a TIVIT dispõe do Centro de Operações de Segurança (SOC), uma estrutura dedicada, que oferece gestão centralizada para prevenção, detecção, proteção, reportes e respostas às ameaças e incidentes de segurança com cobertura ininterrupta.
De acordo com um estudo global feito pela consultoria PWC¹ no ano passado, o cenário é otimista para o mercado de segurança: os orçamentos das empresas para segurança da informação cresceram 51% em relação a 2013. Regionalmente, as companhias brasileiras também estão mais preocupadas com novas tecnologias e 61% dos entrevistados tem sua estratégia de segurança alinhada às necessidades de negócios. Porém, ainda há um grande desafio em definir as melhores práticas, dificuldade em conduzir análises situacionais, o que continua a colocar as corporações em risco.

Certificações

Para garantir a segurança e excelência operacional para as operações de seus clientes, a TIVIT atua em conformidade com as melhores práticas mundiais de qualidade e níveis de serviços. Dentre uma série de certificações e normas conquistadas, desde 2005 a TIVIT conta com a ISO 27001, que garante a segurança em todo o ciclo de negócio, com a adoção de um conjunto de requisitos, processos e controles com o objetivo de mitigarem e gerirem adequadamente os riscos da organização, e a garantia da segurança física e lógica.

Além disso, associada desde 2009, a empresa participa do PCI Security Standards Council, um fórum global aberto do setor financeiro e de meios de pagamento para contínuo desenvolvimento, aprimoramento, armazenamento, disseminação e implementação de padrões de segurança para a proteção de dados de contas.
Com atuação em sete países latino-americanos, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Panamá e Equador, a TIVIT aplica os mesmos padrões, políticas e processos de segurança em todas as suas operações nas regiões.

¹ Pesquisa Global de Segurança da Informação 2014 – PWC

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Ascenty destaca importância de soluções híbridas e de cloud em evento do Gartner

Soluções híbridas e cloud computing serão o principal destaque da participação da Ascenty na Conferência Gartner Data Center, Infraestrutura e Operações de TI, que será realizada nos dias 7 e 8 de abril, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo. A Ascenty é uma das patrocinadoras desse evento promovido pelo Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, que neste ano vai abordar o tema Infraestrutura, Operações e Data Center de Ponta: Estabelecendo novos níveis de inovação e produtividade.
Marcos Siqueira, gerente executivo de Serviços Gerenciados da Ascenty, fará uma das palestras da conferência, em que falará sobre Portal de soluções híbridas como aliado na redução de custos e gestão de TI.
Marcada para o dia 07/04, às 14 horas, a palestra abordará a demanda por flexibilidade, escalabilidade e eficiência na gestão dos recursos de TI que as necessidades de negócio das organizações estão tornando cada vez mais forte. “Ao mesmo tempo, é extremamente importante – e necessário – ter previsibilidade e alcançar a redução de custos”, afirma Siqueira. “É nesse cenário que um Portal de Soluções Híbridas, combinando cloud, hosting e colocation, pode representar uma contribuição valiosa para as organizações”, acrescenta.

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Healthcare é foco de novo escritório da Qualityware Informática no Rio de Janeiro

Denise Torres, executiva da Qualityware no Rio de Janeiro

Denise Torres, executiva da Qualityware no Rio de Janeiro

A Qualityware Informática abre novo escritório no Rio de janeiro de olho no mercado de soluções de tecnologia da informação para healthcare (hospitais, clinicas e centros médicos).

A entrada no mercado do Rio será feita em companhia da Teltec Solutions, parceira antiga da Qualityware, que fica responsável pelo fornecimento dos produtos e soluções deste segmento , enquanto a Qualityware será o agente de serviços.

Segundo Marcelo Piuma, Diretor de Marketing da Qualityware, o mercado de healthcare tem crescido muito e aumentado seu consumo de soluções, que visam melhorar o conforto do paciente e a performance dos hospitais, trazendo benefícios para todos. “Estar num hospital não é desejo de ninguém. Mas, se podemos trazer mais qualidade de vida para os pacientes e acompanhantes, com melhores indicadores de performance, velocidade no atendimento e informações que possam salvar vidas, estamos transformando tecnologia em algo concreto e ainda mais útil. Esse é nosso objetivo” afirma.

A unidade do Rio de Janeiro será comandada pela executiva Denise Torres (ex-Amil), que agrega o time com seu conhecimento do mercado de saúde local. É uma grande aquisição para nossa operação”, comenta Marcelo Piuma. “Em um estudo para a elaboração do Planejamento de Marketing até 2016,foi identificada a necessidade da expansão territorial doméstica e o Rio de Janeiro surgiu como uma praça primária”, completa.

Daniel Raizer Heller, Diretor de HealthCare da Teltec, acredita que hospitais e clínicas estão buscando soluções para garantir a segurança dos pacientes e melhorar a qualidade dos serviços de saúde. “As soluções que estamos trazendo para esse mercado colocarão nossos clientes na vanguarda tecnológica. É uma questão de tempo para que os pacientes exijam um melhor serviço nas unidades de saúde. Quem sair na frente terá uma grande vantagem competitiva”.

As metas da nova unidade são agressivas e o desafio do “time Rio” é conquistar R$ 10.000.000,00 até o final do ano de 2015.

O novo escritório fica na Praia de Botafogo, 501, Centro Empresarial Mourisco.

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Lei aprovada no Congresso desburocratiza a instalação de antenas de celular e permite a melhoria da qualidade

Legislação nacional simplifica procedimentos e estabelece prazo máximo de 60 dias para a liberação de licenças para a instalação de antenas

A Lei das Antenas, aprovada nesta quarta-feira no Senado Federal, vai desburocratizar o processo de licenciamento de antenas de telefonia celular no Brasil, permitindo a melhoria da capacidade das redes e da qualidade dos sinais. A nova lei fixa um prazo máximo de 60 dias para a emissão das licenças e simplifica os procedimentos legais. A adequação dos critérios municipais às novas regras definidas pelo Congresso Nacional é um passo que agora se torna importante para permitir que os benefícios da nova legislação cheguem à população local e atendam à crescente demanda por serviços móveis, entre eles a banda larga pelo celular.

Além de fixar prazo para a liberação de licenças, que em muitos casos tem levado mais de um ano, a lei simplifica os procedimentos ao definir, por exemplo, que o pedido de instalação de antena seja endereçado a um órgão municipal, evitando que um mesmo requerimento tenha que ser apresentado a diferentes entidades. Eventuais pedidos de informação ou de alteração no projeto original só poderão ser solicitados uma única vez e o prazo de 60 dias também passa a valer de forma única e concomitante para todos os órgãos ou entidades que tenham que se manifestar sobre a licença.

De acordo com a nova Lei das Antenas, se no prazo de 60 dias não houver decisão do órgão competente sobre o pedido de licença, a prestadora fica autorizada a instalar a antena desde que em conformidade com a regulamentação a ser emitida pelo órgão regulador. A validade da licença passa a ser de, no mínimo, dez anos. Atualmente, em muitos municípios, a renovação é anual.
Outro grande avanço da nova legislação é dispensar o licenciamento para a instalação de antenas de pequeno porte em áreas urbanas, o que agiliza a expansão da cobertura. A lei também dispensa de licenciamento antenas com características técnicas equiparadas a instalações já feitas anteriormente.

A instalação de infraestrutura de telecomunicações também é estimulada na nova lei, que estabelece que não será exigido, em novos contratos, o pagamento pelo direito de passagem “em vias públicas, faixas de domínio e em outros bens públicos de uso comum do povo”, inclusive aqueles explorados em regime de concessão, como rodovias e ferrovias, por exemplo. Essa medida viabiliza a oferta de serviços de telecomunicações em localidades que hoje não dispõem de infraestrutura por serem pouco atrativas economicamente.

Fica estabelecido também que toda obra de interesse público deve comportar infraestrutura para telecomunicações. A lei incentiva ainda o compartilhamento de infraestrutura, prática que já vem sendo adotada pelas prestadoras sempre que possível.

A instalação de antenas, sob o aspecto da emissão de radiação não ionizante (RNI), já é regulada no País pela Lei 11.934/2009 e pela Anatel, que seguem os critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A nova lei reforça a regra de que antenas que atenderem a esses critérios nacionais de limite de exposição à radiação não ionizante não podem ser impedidas de serem instaladas por questões ligadas à exposição à RNI.

Pela lei aprovada hoje, os municípios com mais de 300 mil habitantes devem instituir uma comissão para contribuir com a implantação da Lei das Antenas em âmbito local. Essa implantação vai permitir o atendimento da crescente demanda por serviços móveis e principalmente dar o atendimento adequado à implantação do 4G, que demanda um número pelo menos três vezes maior de antenas que o 3G.
Do total de 197 milhões de acessos em banda larga no Brasil, 173 milhões são de banda larga móvel e, destes, 58 milhões foram ativados nos últimos 12 meses. Apesar das inúmeras barreiras, as prestadoras têm avançado na ampliação da infraestrutura. As redes de terceira geração estão instaladas em 3.909 municípios, onde moram 92% dos brasileiros. O 4G já chega a 147 cidades, que concentram 42% da população brasileira. Essa cobertura supera em muito a meta prevista para o 4G, de atendimento de 45 cidades com mais de 500 mil habitantes.

O SindiTelebrasil ressalta o empenho dos parlamentares em aprovar uma legislação moderna, profundamente debatida, e que permitirá ao País ter regras que estimulem a expansão dos serviços e o atendimento das demandas da população.

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MercadoLivre anuncia nova investida em startup de tecnologia brasileira a partir do MercadoLibre Commerce Fund

A empresa ThirdLevel, de desenvolvimento de software, é a nova beneficiada pelo programa de aportes financeiros em startups

O MercadoLivre, companhia de tecnologia líder em comércio eletrônico na América Latina, anuncia mais um aporte de seu fundo MercadoLibre Commerce Fund – fundo de US$ 10 milhões criado em 2013 para financiar startups que melhor utilizem o potencial da plataforma tecnológica do MercadoLivre. A beneficiada é a ThirdLevel, empresa que desenvolve módulos e plugins para plataformas de lojas virtuais e outros sistemas de gestão para vendedores.

Criada há pouco menos de três anos, a ThirdLevel passou por um processo de seleção entre dezenas de outras startups. É a 12ª empresa a receber parte do valor do fundo, após 4 empresas brasileiras e 7 argentinas. O potencial da empresa está mais do que comprovado: no seu curto tempo de existência, já atende centenas de clientes no Brasil e opera também no México, Argentina e Chile.

“A ThirdLevel tem o perfil das empresas que buscamos: uma aplicação com grande potencial de negócios, no estágio inicial de operação e com jovens talentos da tecnologia à frente”, afirma Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre Brasil.

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Pesquisa da Symantec aponta que 20% dos aplicativos utilizados para controlar aparelhos de IoT colocam a privacidade do usuários em risco

O mercado da Internet das Coisas (IoT) ganha cada vez mais adeptos. De acordo com a previsão do Gartner, 2,9 bilhões de dispositivos estarão conectados em casas inteligentes em 2015. Esse crescimento é observado de perto pela Symantec que, em uma pesquisa, revela que 20% dos aplicativos utilizados para controlar esses aparelhos de IoT não possuem criptografia de dados e que nenhuma das ferramentas analisadas possui autenticação mútua entre o cliente e o servidor, o que gera grandes riscos aos usuários.

“Os aparelhos de Internet das Coisas facilitam muito a vida dos usuários e trazem vários benefícios”, afirma André Carraretto, especialista de Segurança da Informação da Symantec. “Porém, se não houver cuidado, eles podem permitir o acesso a dados pessoais, o que pode significar dar a um criminoso a sua localização, seus hábitos e até mesmo as chaves de sua casa”, completa o executivo.

Outros pontos críticos da pesquisa demonstram que:

• Um teste em 15 interfaces mostrou 10 vulnerabilidades web. Muitas delas poderiam até permitir a um invasor desbloquear remotamente a casa do usuário;
• Atualizações de firmware não assinadas também podem permitir a invasores descobrir senhas e assumir o controle de outros dispositivos;
• Muitos serviços de IoT não possuem medidas para proteger as contas dos usuários contra ataques de força bruta;
• Muitas das plataformas de nuvem da Internet das Coisas contêm vulnerabilidades em aplicativos web comuns, facilmente exploradas;

“Os atacantes que conseguirem acesso à rede residencial invadindo, por exemplo, uma conexão wi-fi com criptografia fraca, têm mais vetores de ataque à disposição. E, apesar de ainda não termos observado nenhum ataque contra esses dispositivos, é importante estarmos atentos, já que a tendência é que cada vez mais tenhamos casas automatizadas”, comenta Carraretto.

Para ajudar o usuário a se proteger, a Symantec oferece as seguintes recomendações:

• Utilize senhas fortes e exclusivas para contas de dispositivos e redes de Wi-Fi
• Altere as senhas padrão
• Desative ou proteja o acesso remoto a dispositivos de IoT quando não for necessário
• Use conexões com fio ao invés de sem fio quando possível
• Seja cauteloso ao comprar dispositivos de IoT usados, já que podem ter sido adulterados
• Instale atualizações dos aparelhos, quando disponibilizadas

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Oracle Social Cloud é compatível com Instagram e Weibo

Para ajudar as organizações a alcançar, segmentar e envolver clientes globais de forma eficiente nos canais da mídia social, a Oracle anunciou que sua plataforma de Social Relationship Management (SRM) no Oracle Social Cloud agora é compatível com Instagram e Weibo. Graças aos novos recursos, a Oracle ajudará as empresas a proporcionar a melhor experiência possível ao cliente, acrescentando duas das plataformas de crescimento mais rápido na mídia social ao crescente grupo de redes sociais aceitas no Oracle Social Cloud.

O cenário da mídia social está em contínua expansão e torna-se mais fragmentado a cada dia. Um recente estudo realizado pela Pew Research revelou que o número de adultos que usam dois ou mais canais sociais aumentou de 42% em 2013 para 52% em 2014. Neste ambiente fragmentado, as organizações nunca tiveram tanta dificuldade para obter uma visão clara do cliente e gerenciar as interações em todos os canais da mídia social de maneira eficiente.

Com as novas features, o Oracle Social Cloud passou a oferecer compatibilidade com funções analíticas e de envolvimento para o Instagram e com recursos analíticos, de envolvimento e publicação ao Weibo. A inclusão do Instagram ajuda as organizações a usar uma das redes sociais de mais rápido crescimento no mundo a fim de envolver a cobiçada categoria de jovens adultos. A importância das imagens na mídia social elevou a popularidade do Instagram, com mais da metade dos internautas jovens adultos (entre 18 e 29 anos) utilizando a plataforma atualmente. A Weibo é uma rede social muito popular, usada por mais de 175,7 milhões de consumidores chineses e 800.000 empresas, conectando pessoas com foco na comunicação, informação, envolvimento e comércio.

“Estamos empolgados com o nosso relacionamento com a Oracle porque, como consequência, a base global de clientes da Oracle vai entender melhor e interagir com a tremenda base de clientes chineses da Weibo,” disse Bryan Cheng, diretor geral da Divisão de Plataformas e Produtos Empresariais da Weibo. “A Weibo se empenha em fornecer uma plataforma social onde consumidores, empresas e celebridades possam se conectar e interagir melhor em um animado ambiente on-line.”

“Com o surgimento de novas plataformas sociais, a capacidade de monitorar, envolver e obter valiosos insights sobre os clientes em um único hub de gerenciamento é crucial para melhorar o desempenho dos negócios sociais,” disse Meg Bear, vice-presidente de grupo, Oracle Social Cloud. “A capacidade de monitorar um número maior de plataformas em mais idiomas, usando avançados recursos de listening (escuta) e sentiment analysis (análises de emoções) e a possibilidade de interagir em tempo real e manter conversas contextualizadas permite que as organizações desenvolvam relacionamentos sociais centrados no cliente em escala global e melhorem significativamente a experiência do cliente”.

A inclusão do Instagram e do Weibo reforça ainda mais o compromisso do Oracle Social Cloud de fornecer aos clientes globais avançadas tecnologias e recursos empresariais na mídia social, inclusive nos sites e redes sociais em âmbito regional. O Oracle Social Cloud faz parte do Oracle Customer Experience Cloud, que também inclui Oracle Marketing Cloud, Oracle Sales Cloud, Oracle Service Cloud, Oracle Configure, Price and Quote Cloud e Oracle Commerce Cloud.

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Small cells na América Latina, ótima notícia paras as redes móveis da região

Por Hector Silva*

Quando o setor de comunicações desembarcou em Barcelona para o Mobile World Congress 2015, as atenções estavam, sem dúvida, voltadas para os smartphones, aplicativos e tablets mais recentes, mas eu particularmente, estava pensando nas montanhas de dados que precisarão de backhaul na rede wireless em função dessas tecnologias.

A adoção do smartphone aumentou a passos largos na América Latina, com mais de 150 milhões de conexões e atualmente com previsão de quadruplicarem até 2020, e com taxas de adoção de smartphone de quase 45% em alguns países, de acordo com Latin Link. A região também tem quatro megacidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Cidade do México e Buenos Aires (áreas metropolitanas com populações totais de mais de 10 milhões), para as quais a demanda de redes móveis tem sido especialmente desafiadora.

Apesar de o backhaul para a rede móvel não gerar a mesma empolgação que outros assuntos, já que opera nos bastidores, ele é essencial para a experiência do usuário. Com os latino-americanos consumindo quantidades cada vez maiores de conteúdo de vídeo (a Netflix anunciou recentemente o marco de cinco milhões de usuários apenas nessa região) e com novas licenças sendo concedidas para utilizar o espectro e novos participantes entrando no mercado (recentemente a AT&T comprou no México os provedores de wireless Nextel e Iusacell), as expectativas dos usuários crescem rapidamente. Isso significa que parte da rede que transmite conteúdo entre estações rádio base e os data centers se tornou um foco ainda mais importante. Simplificando: redes de backhaul são vitais, pois basicamente ditam a qualidade da experiência, servindo como ponte entre os usuários finais móveis e seu conteúdo.

Como resultado, operadores móveis estão buscando soluções que atendam às expectativas de seus clientes e também os ajudem a continuar lucrativos. Além da transição em andamento para velocidades 4G, operadores de redes móveis (MNOs) estão cada vez mais se voltando para as small cells para aumentar a velocidade de acesso de redes wireless e melhorar a cobertura em locais mau atendidos por torres de macrocélulas devido à distância e/ou obstruções entre o usuário e a torre, resultando em cobertura insatisfatória, menores velocidades de acesso e uma qualidade de experiência (QoE) reduzida para os usuários. Os principais locais para implantação de small cells incluem estádios, shoppings, prédios comerciais e outras áreas em que clientes estejam cercados por prédios que interferem na transmissão de sinal, chamadas de pontos cegos, bem como áreas rurais afastadas. Em cidades tais como São Paulo, Cidade do México, Rio de Janeiro e Buenos Aires, abarrotadas de prédios comerciais altos, as small cells podem fazer uma grande diferença na cobertura e no desempenho, representando um poderoso diferencial competitivo para os operadores.

Um desafio a ser encarado pelas MNOs é garantir que o tráfego gerado pela small cells terá backhaul para a macrocélula ou diretamente para o Central de Comutação de Telefonia Móvel (MTSO). Dependendo da viabilidade econômica, o backhaul por fibra é a melhor escolha devido a sua escalabilidade, segurança, custo-benefício e por ser uma tecnologia de rede bem conhecida. Porém, em alguns lugares, a fibra pode ser difícil ou impossível de implantar, o que significa que outras soluções de backhaul, tais como micro-ondas e milímetro-ondas, podem ser utilizadas. Já que os MNOs estão cada vez mais locando seus serviços de backhaul de operadores de rede fixa, devem ter a capacidade de transportar o tráfego do usuário dá interfaces aéreas (antena + rádio) até os data centers, desta forma quando a velocidade de acesso do dispositivo móvel aumenta, a parte do backhaul da rede fim a fim deve aumentar também para que não se torne o ofensor de performance. Resumindo, os usuários de soluções móveis da América Latina estão usando cada vez mais a rede para acessar mais aplicativos, principalmente conteúdo de vídeo. Ao usar small cells para aumentar as velocidades de acesso a esse conteúdo por sua rede móvel, operadores melhorarão a QoE do usuário final, resultando em um diferencial competitivo significativo.

Hector Silva é CTO da Ciena

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AMD anuncia LiquidVR: tecnologia avançada para realidade virtual

A AMD, fornecedora de processadores e placas gráficas, anunciou uma iniciativa para oferecer a melhor experiência de realidade virtual para desenvolvedores e usuários. A primeira solução resultante dessa ação é a LiquidVR™, um pacote de tecnologias inovadoras voltadas a oferecer uma experiência sem igual para conteúdos de realidade virtual desenvolvidos para hardware AMD.

A LiquidVR aumenta o conforto para rodar aplicações ao aumentar a performance e a compatibilidade plug-and-play com headsets desenvolvidos para realidade virtual. O SDK transforma diversas tecnologias disponíveis ao ajudar a resolver os obstáculos de conteúdo, conforto e compatibilidade que, juntos, permitem à indústria dar um passo maior em direção jogos, aplicativos e experiências em realidade virtual.

Na realidade virtual, o conceito de “presença” é descrito como a percepção de estar presente fisicamente em um ambiente simulado, de maneira que o usuário de sinta totalmente imerso. O obstáculo crucial nesse trabalho é a latência do movimento, o tempo entre o usuário mover sua cabeça e quando seus olhos veem uma imagem atualizada refletindo a nova posição. Minimizar o atraso é crítico para alcançar tanto presença quanto o conforto, dois elementos principais em um bom ambiente de realidade virtual.

Reduzir a latência envolve todo o ecossistema de processamento, da GPU às aplicações, passando pela tecnologia do monitor presente no headset. Os subsistemas de hardware e software para as placas gráficas AMD representam a maior parte do avanço para reduzir a latência e, com a LiquidVR, a empresa resolve o desafio de trazer suavidade e respostas mais ágeis para os desenvolvedores e criadores de conteúdo.

“Com esse anúncio damos um importante passo para o avanço da realidade virtual. A AMD LiquidVR vem colaborar para que o ecossistema desenvolva soluções que ofereçam uma experiência excepcional para os usuários”, afirma Roberto Brandão, Diretor-Geral da AMD Brasil e Diretor de Canais da AMD América do Sul.

Os recursos presentes na versão 1.0 do SDK do LiquidVR incluem:

• Async Shaders para movimento de cabeça suave, habilitando o acelerador de hardware Time Warp. Esta última, uma tecnologia que usa informação atualizada da posição da cabeça do usuário depois de um frame ter sido renderizado e então reflete a imagem para o novo ponto, antes de mandá-la para o headset. Minimizando efetivamente a latência entre o movimento da cabeça e o que aparece na tela

• Compatibilidade Multi-GPU para renderização avançada, uma tecnologia que permite que múltiplos processadores gráficos trabalhem juntos para melhorar a taxa do frame rate. Cada placa gráfica renderiza o ponto de vista de um olho e, então, compõe os resultados em uma única imagem estéreo em 3D. Com essa tecnologia, configurações multi-GPU se tornam ideais para realidades virtuais com alta taxa de frames, fornecendo altos frame rates para uma experiência mais suave.

• Temporizador para leitura de movimento de cabeça em tempo real, um mecanismo de programação que ajuda na leitura de informações enviadas do dispositivo que fica na cabeça do usuário para a GPU o mais rápido possível, praticamente eliminando a necessidade de qualquer sobreposição de API e reduzindo a latência;

• Conexão direta ao display anexando intuitivamente os headsets de VR, para fornecer realidade virtual plug-and-play a partir das placas gráficas AMD Radeon, para conectar o fone de ouvido VRl, permitindo que recursos como a inicialização direta para o display ou o uso de estruturas estendidas de display dentro do Windows.

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Piores ideias do mundo serão transformadas em ótimos negócios no Startup Crazy

Há uma curiosidade imensa sobre o que são e como montar startups. O Brasil já conta com diversos especialistas no assunto e cada um possui um ensinamento diferente de como entrar neste universo. Pensando em estimular o empreendedorismo de Startups e ensinar um pouco mais sobre o assunto, de uma maneira muito peculiar e divertida, duas referências no assunto do Brasil promoverão um evento online gratuito chamado Startup Crazy no próximo dia 30, segunda-feira, a partir das 20h.

Bruno Perin e Flavio Estevam, farão um hangout (bate-papo ao vivo via Google), em que o público postará no chat da transmissão as piores ideias possíveis e os dois terão o desafio de transformá-las em Startups, mostrando como estão fazendo isso, porque e quais seriam os primeiros passos, tudo ao vivo. Valerá de tudo: desde o clichê vender pente para careca até esmalte para elefante, criação de serviço de procurar agulha no palheiro, entre outras ideias absurdas em um primeiro olhar como vendas de um “manual de corrupção”. Quanto mais bizarra a ideia, melhor.

O objetivo, segundo Perin, é mostrar na prática como é o pensamento de um empreendedor. “Esse mindset de encontrar oportunidades e transformar até ideias ‘ruins’ em negócios é um excelente exercício para quem quer entrar nesse mundo. Quem sabe não sai algo rentável dessa conversa? Podemos negociar os royalties” brinca Bruno. Já Estevam defende que fazer isso, de uma maneira divertida, pode ser uma nova forma de despertar mais o empreendedorismo nas pessoas e dar coragem para o público confiar mais em suas ideias.

Os dois planejam fazer pelo menos três edições iniciais. A primeira será no próximo dia 30 de março, segunda-feira, às 20h e as demais em abril e maio deste ano, respectivamente. Eles esperam ver o quanto o público pode ajudar na elaboração deste formato. De acordo com Flávio “vamos fazer como uma Startup, ir testando, aprendendo e aprimorando”. Já na opinião de Perin, “o Startup Crazy será uma forma engraçada e nova das pessoas aprenderem mais sobre o universo das Startups e se conectarem com este mundo empolgante”.

As pessoas poderão garantir uma das vagas do evento ao realizar inscrição pelo site www.startupcrazy.com.br . Outras novidades também poderão ser acompanhadas pelos perfis pessoais dos organizadores Bruno Marques da Rocha Perin ( https://www.facebook.com/brunoperinII ) e
Flavio Estevam ( https://www.facebook.com/flavio.estevam.90 ). As novidades também podem ser vistas pelo grupo no Facebook “Mundo Empreendedor” ( https://www.facebook.com/groups/mundoempreendedor/ ).

SERVIÇO:

EVENTO: Startup Crazy – Transforme as piores ideias em ótimos negócios
QUANDO: 30 de março de 2015, segunda-feira, às 20h
ONDE: Evento online, com transmissão via Hangout (bate-papo com vídeo do Google)
VALOR: gratuído, sem limite de vagas.
INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES: www.startupcrazy.com.br

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