Archive fevereiro 2015

Mobile commerce ganha musculatura

Uma nova pesquisa do PayPal e da Ipsos* demonstra que o comércio via dispositivos móveis (o chamado mobile commerce) cresce perto de três vezes mais que a média de crescimento do e-commerce global tradicional. De 2013 a 2016, a média composta do crescimento do mobile commerce em de vários países está projetada em 42%, ante os 13% projetados para o e-commerce em geral. A pesquisa que investigou os hábitos de compras mobile de 17,5 mil consumidores em 22 países, incluindo o Brasil, também aponta alguns insights sobre o comportamento das compras mobile, barreiras e mercados em expansão.

“Estamos entrando no início do boom da era mobile,” afirmou Anuj Nayar, diretor sênior de Iniciativas Globais do PayPal. “No PayPal, em todo o mundo, vimos o crescimento do nosso mobile sair de menos de 1% do volume de pagamentos em 2010 para mais de 20% em 2014”.

“Isso também se reflete no Brasil, onde a média estimada de crescimento de 2013 a 2016 do mobile commerce é de 46%. O dado contrasta com a média de crescimento de compras no e-commerce de brasileiros no mesmo período prevista em 17%”, afirma Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina.

Um futuro brilhante para o m-commerce

Por enquanto, o mobile commerce é relativamente pequeno se olharmos para o percentual que ocupa frente ao total dos gastos globais em e-commerce. De acordo com a pesquisa, os smartphones respondem por 9% dos gastos online feitos por dispositivos móveis, enquanto os tablets são responsáveis por 5% das compras feitas online. Ambos são ultrapassados pelos laptops, desktops e notebooks, os quais cumulativamente somam 85% do que é gasto online.

Ainda que os valores gastos sejam baixos, a prevalência das compras feitas por dispositivos é significativa. Mas de um quarto (28%) dos consumidores online afirmaram ter comprado algo por meio de um smartphone nos últimos 12 meses e 20% informa que o fizeram via tablet. O surgimento do comércio em smartphones está sendo liderado por jovens adultos. A média global de 59% dos compradores de smartphones são pessoas que têm de 18 a 34 anos versus 44% do restante dos compradores online.

Já, no Brasil, a incidência de brasileiros que compraram online via dispositivos móveis é ligeiramente maior do que a média dos 22 países: 34% ante os 33% registrados pelo grupo de países que fizeram parte do estudo. E, entre os brasileiros, 61% dos que compram via mobile têm entre 18 e 34 anos; já, quando a amostra compreende todos os consumidores online brasileiros entrevistados, 54% estão na mesma faixa etária.

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone. Os consumidores dos Emirados atribuem 24% dos seus gastos online a compras feitas por meio de smartphones; consumidores chineses estão logo atrás, com 21%, enquanto os turcos ficam em terceiro lugar, com 19%. Os três grupos também lideram no que diz respeito à densidade das compras por smartphone. Na China, mais de dois terços (68%) dos consumidores online já usaram o smartphone para fazer uma compra nos últimos doze meses. Mais da metade (57% e 53% respectivamente) dos consumidores dos Emirados e da Turquia também o fizeram.

Os consumidores que usam smartphones optam por Apps

Ao redor do mundo, 64% dos adeptos do mobile commerce compraram por meio de um app (aplicativo de celular) enquanto 52% o fizeram por meio de um browser (navegador de internet). Entre aqueles que usaram as duas plataformas, os apps são preferidos tipicamente em função de sua rapidez e conveniência. Outros fatores que contribuem para o uso de apps, em cada país, incluem: “a confirmação instantânea do pagamento”, no México; “avisos para ofertas/descontos/cupons”, na China; e “registro dos recibos digitais”, em Israel.

No Brasil, 46% dos consumidores que usam smartphones e que já compraram na internet nos últimos doze meses usando tanto browser quanto aplicativos, preferem comprar via apps. Enquanto 36% ainda optam por browsers; 18% não têm preferência. Já, quando os brasileiros que detêm smartphones e tablets são perguntados sobre os benefícios do uso de aplicativos para realizar compras, 43% alegam que os aplicativos oferecem maior conveniência; 35% avaliam que os apps são um meio de pagamento rápido.

Pesquisa de produto hoje

Atualmente, a atividade mais citada pelos compradores de smartphones em todo o mundo é a busca por produtos: “a busca pela informação do produto dá-se no meu smartphone” (36% selecionaram), “uso o meu smartphone para ajudar a localizar informação sobre lojas e estabelecimentos” (27%), e “leio comentários e resenhas de consumidores em meu smartphone” (25%).

Contudo, quando o conjunto dos entrevistados nos 22 países foi indagado como gostaria de usar smartphones no futuro, as primeiras respostas foram relacionadas a funcionalidades nascentes, incluindo opções de pagamentos. 16% selecionaram “passar o meu smartphone pela caixa registradora para pagar (a exemplo do NFC)” e 15% citaram “fazer pedidos antecipados (por exemplo, comida ou um café) por meio de um app ou um browser no meu smartphone”.

No Brasil, a busca online por informação de produtos também é a principal atividade dos consumidores ao smartphone, sendo apontada por 38% (*) dos entrevistados que têm um smartphone, mas que ainda não utilizam o dispositivo para comprar online. Em segundo lugar, 30% dos brasileiros que detêm um smartphone fizeram buscas por estabelecimentos ou negócios e o mesmo tanto leram, nos últimos doze meses, as opiniões e referências de outros consumidores em seus smartphones.

Barreiras para o mobile commerce

A principal barreira para um crescimento maior do mobile commerce no mundo é o fato de que os consumidores ainda não se deram conta das vantagens de comprar por meio de seus dispositivos em uma escala maior.

Entre aqueles que não usam smartphones ainda para comprar, as principais barreiras citadas são: “prefiro comprar online a partir de outro dispositivo (laptop ou um desktop)” (39%), “a tela é muito pequena” (34%), e “prefiro acessar a internet por meio de outros equipamentos” (28%).

Aqueles que efetivamente compram via smartphones declaram motivos ligeiramente diferentes para não o fazer com maior regularidade: “a tela é muito pequena” (34%), “prefiro comprar online de outro dispositivo (laptop, desktop)” (27%), e “preocupo-me com a segurança online de compras feitas a partir de dispositivos móveis” (21%).

No Brasil, a principal barreira para a compra por meio de um smartphone – para quem não utiliza este dispositivo -, citado por 38% dos que têm um smartphone, mas que ainda não o utilizam para comprar online, é o fato de o consumidor ainda preferir outros equipamentos na compra online, a exemplo dos laptops e desktops. Já, no caso de quem já usou o seu smartphone nas compras nos últimos doze meses, o maior obstáculo citado por 31% dos casos, é o tamanho da tela.

“Com o advento de telefones celulares de baixo custo, telas maiores em celulares e melhorias na segurança dos dispositivos móveis, as barreiras do mobile commerce deverão decrescer”, acrescentou Nayar. “Essas melhorias, combinadas às opções de pagamento digital do estado da arte como o PayPal OneTouch ficará mais fácil, seguro e intuitivo para os clientes pagarem com seus telefones móveis.”

(*) A pedido do PayPal, o Ipsos entrevistou uma amostra representativa de 800 adultos no país (de um total de 17.519 em todo o mundo – com idade de 18 anos ou mais) que possuem e/ou usam um dispositivo habilitado para usar a internet* em cada um dos 22 países (Reino Unido, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, China e Austrália). As entrevistas foram conduzidas online entre 9 de setembro e 3 de novembro de 2014. No Brasil, os trabalhos de campo foram conduzidos entre 23 de setembro e 13 de outubro em uma amostra de 800 pessoas. Os dados tiveram o seu peso calculado para representar a incidência de compradores online em todos os países, e o perfil demográfico dos usuários de internet em sete países. (*) Computador desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, alguns outros tipos de telefones móveis: organizador eletrônico/PDA wireless com funções de voz e funcionalidades de dados/ games com consoles com conectividade à internet (a exemplo do Wii).

(**) Os números globais citados aqui são uma média global dos 22 países pesquisados; nesse caso não houve foi calculado o peso para representar o tamanho das respectivas populações.

Tags, , ,

Como ganhar dinheiro usando o WhatsApp

A velocidade de comunicação proporcionada pelas últimas tecnologias vem sendo utilizada, em especial nas redes sociais e aplicativos, como estratégia para melhorar os negócios. É o caso do WhatsApp, um aplicativo de bate-papo que já tem mais de 47 milhões de usuários no país e que, justamente por alcançar tanta gente, ganhou uma função para lá de lucrativa entre comerciantes e autônomos.

Márcio Ribeiro, professor de Marketing Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ressalta que o aplicativo, assim como outros, ultrapassou fronteiras das relações sociais, indo além do uso recreativo. “Uma empresa precisa estar atualizada, senão fica para trás. No cenário das novas tecnologias, abre-se espaço também para novos profissionais, qualificados por dominarem as redes sociais e aplicativos”, diz o especialista. Uma mão de obra relativamente barata para as empresas vira chance de grana extra para muitos autônomos.

A classe que mais vem ganhando com o uso do WhatsApp nos negócios, no entanto, são os comerciantes. A empresária Ana Paula Lima de Alcântara, dona da marca de roupas Manalí Store, é um exemplo de quem investe em novas tecnologias, em especial no WhatsApp, para aumentar as suas vendas. “São inúmeras as vantagens que o WhatsApp trouxe para mim. Como não possuo um site, ele serve como um canal direto entre os clientes e eu, além de facilitar possíveis desentendimentos e tirar dúvidas”, diz sobre o sucesso do aplicativo na função de aumentar as vendas. “Outra vantagem do WhatsApp é a multiplicação da mensagem. Você envia para milhares de pessoas e estas ainda podem compartilhar seu post com amigos, aumentando muito a visibilidade do seu anúncio”, defende Luiz Benjamim, CEO da SallApp, empresa especializada em maketing mobile.

Hoje vivemos em uma era em que se vendem mais tablets e smartphones do que computadores pessoais. No Brasil, só no segundo semestre de 2014, foram vendidos mais de 13 milhões de aparelhos! Segundo a consultoria de tecnologia IDC, em 2013 o país vendeu mais tablets do que notebooks e computadores de mesa. Nessa realidade tecnológica, ajustar uma ferramenta como o WhatsApp ao campo profissional faz todo o sentido. E aprender a adaptá-la ao seus negócios pode render uma boa grana!

5 passos para ganhar dinheiro usando o WhatsApp (Imagem 1)

1- Tenha sua agenda atualizada

A organização é a base do negócio. Não deixe números ‘soltos’ na sua lista de contatos. Salve o nome ou alguma descrição que faça você lembrar quem é aquele cliente. Uma das vantagens do WhatsApp é que ele possui um ícone que te mostra quais números têm o aplicativo em seu celular.

2- Faça contatos

É importante para o vendedor se colocar sempre à disposição do cliente. Mostrar-se atento aos pedidos e dúvidas do consumidor, sempre perguntando se ele precisa de algo. Outro ponto a ser destacado é a pontualidade nas respostas. Fique atento para não gerar impaciência aos clientes. Imponha horários de atendimento e seja o mais rápido e direto possível no retorno. Lembre-se também que o WhatsApp é uma rede de relacionamentos, ou seja, é preciso desenvolver uma relação com os usuários. “Antes de tudo se apresente, dê boas-vindas ao cliente e crie um relacionamento. Até porque, dessa forma, conhece melhor a pessoa, vê se ela responde às mensagens, se é de fato cliente em potencial. Só depois de criada uma relação mande seu produto ou fale de seu serviço de forma mais clara”, aconselha Luiz Benjamim, CEO da SallApp.

3- Ofereça seu serviço pelo aplicativo

O WhatsApp é um excelente meio de compartilhamento de fotos, vídeos, documentos e até localização. Use isso a seu favor. Nem sempre o cliente tem tempo de atender ligações ou responder e-mails. É uma forma de contato que acaba facilitando todo o processo de venda, afinal, ele vê seu produto assim que clica na mensagem no app. É importante, no entanto, não ser muito agressivo na hora de tentar vender seus produtos – e se lembrar que ninguém quer ficar lendo longos textos, excessivamente “marqueteiros”. “Recomendamos textos curtos, diretos e, claro, mais informais, já que o WhatsApp é uma plataforma informal”, aconselha Luiz Benjamim. E não se esqueça de fotos e vídeos. “Uma foto é vista em menos de um segundo, ou seja, você passa a imagem mais rapidamente. Vídeos também fazem sucesso, desde que curtos e atrativos”, complementa o especialista.

4- Use o WhatsApp em conjunto com outras redes

Sim, o WhatsApp é muito eficaz na tarefa de se comunicar com o cliente. Mas hoje em dia, são raros os casos de pessoas que possuem somente um meio de comunicação. Usá-lo em conjunto com outras redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, fará seu leque de vendas aumentar muito.

5- Faça o chamado “Follow up”

“Follow up” (pronuncia-se fólou ap) é um termo em inglês muito usado no ramo comercial. Significa, basicamente, fazer um acompanhamento da compra e, em especial, do consumidor. Ou seja, você vende o produto e depois de um certo tempo busca saber se o cliente está satisfeito com a compra. Esse passo é importante pois serve como retorno para saber como estão seus negócios, e também para estender laços comerciais. “Acompanhando os dados você conhece melhor cada cliente e sabe o que funciona com a pessoa, o que facilita a venda e o relacionamento”, finaliza Luiz Benjamim.

Tags, , ,

BlackBerry firma parceria com o Google para aprimorar a experiência do usuário e a segurança móvel

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB), empresa líder global em comunicações e mobilidade, anunciou hoje uma parceria com o Google que permitirá que o BES12™, uma solução de EMM multiplataforma da BlackBerry®, gerencie aparelhos equipados com Android for Work, solução do Google para separar dados e aplicativos pessoais e corporativos com segurança.

Com o apoio do BES12, o Android for Work cria um perfil seguro e dedicado para dados e aplicativos corporativos. A integração perfeita entre a solução BES12 e o Android OS permitirá a conteinerização no nível da plataforma. Essa combinação eliminará a necessidade de encapsular aplicativos e oferecerá fácil acesso ao Google Now e qualquer aplicativo para Android disponível no Google Play™ e permitido pelas políticas de TI da empresa.

O BES12 oferecerá às empresas a maneira mais segura e flexível de gerenciar o Android for Work. Smartphones e tablets com o Android for Work serão gerenciados naturalmente dentro do ambiente BES12, otimizando o gerenciamento de todas as plataformas de aparelhos e modelos de implementação, como BYOD e COBO, em um único centro de controle e de comando. O Android for Work poderá ser implementado com o BES12 de instalação local ou com a versão na nuvem e contará com a segurança móvel de excelência, arquitetura expansível e confiável infraestrutura de rede da BlackBerry.

“A BlackBerry trabalha em conjunto com o Google para oferecer aos clientes soluções que poderão ser implementadas com segurança nas principais plataformas móveis dentro de suas empresas”, afirma Billy Ho, Vice-presidente Executivo de Soluções de Valor Agregado e Produtos Empresariais da BlackBerry. “Juntos, o Android for Work e o BES12 oferecerão aos clientes uma nova opção para aprimorar sua segurança móvel e a produtividade de seus funcionários, além de tranquilidade por não precisarem abrir mão do controle sobre os dados corporativos, sacrificar a experiência do usuário ou aumentar a complexidade dos ambientes”.

Além de anunciar a compatibilidade do BES12 com o Android for Work, a BlackBerry ampliou seus esforços multiplataforma com o suporte para Android por meio de serviços de valor agregado, incluindo o BBM™ Meetings, BBM Protected™, VPN Authentication by BlackBerry® e WorkLife by BlackBerry®.

Tags,

Líderes precisam manter equipes engajadas durante cenário de crise econômica

Por Azizeh Emleh*

Passamos por um momento econômico brasileiro onde as notícias não são animadoras. Por isso, é importante que os principais líderes deixem claro as prioridades e diretrizes de suas empresas, a fim de evitar que as equipe não priorizem somente os interesses internos da sua área. As equipes com foco na visão do todo, passam atuar como um time do que cada um atuando individualmente. Quando todos devem estar unidos, em torno de um alinhamento, o qual é realmente importante no momento de crise econômica. Talvez não seja o momento para desenvolver novos produtos, mas dar foco no que está ganhando para ter resultado no curto prazo. Ter cuidado com os dados dos clientes, para a empresa não aumentar a inadimplência, assim, as equipes de vendas, devem atuar em conjunto com a equipe financeira e de marketing. Não olhar só para sua área mas olhar o todo. O líder também deve dar feedbacks pontuais aos seus liderados, para resgatar qualquer desvio que comprometa o alcance dos objetivos principais. Com isso, quando ele vai negociar, deve deixar claro o momento atual ao colaborar, para ele entender o cenário. Não deixar claro só o resultado que deseja, mas o motivo também é importante explicar. O por que está pedindo isso, o por que dessa diretriz da empesa.

Geralmente os líderes na correria do dia a dia, divulgam as metas específicas, mas não falam a respeito do cenário. Em cenário como estamos vivendo e importante explicar ao colaborador os reais motivos, você ganha o comprometimento dele, já que o colaborador entende o por que porquê. Por que estão pedindo esse resultado de repente? Porque estão focando em outra área e não a minha? Com a explicação dos líderes e o entendimento das equipes, quem ganha é a empresa e os colaboradores que estão alinhados com o principal objetivo da companhia, finaliza Azizeh.

A seguir, confira dicas da consultora e coach Azizeh Emleh de como manter a equipe engajada em possíveis cenários de crise:

1.Adotar a gestão transparente, para manter a equipe informada sobre os rumos e resultados organizacionais;

2.Estreitar o elo com as áreas de interface, tanto para integrar os diferentes interesses quanto para fomentar a agilidade nas decisões entre as equipes;

3.Adotar critérios claros de resultado e conduta para fornecer feedback´s pontuais;

4.Ser acessível e praticar a escuta ativa, para sanar inquietações ou necessidades geradas em cenários de crise ou de incertezas;

5.Capacitar a equipe a gerenciar os próprios conflitos;

6.Desenvolver sucessores que também possam ser aproveitados em outras áreas da empresa;

7.Ter a ética como valor chave nas decisões e coerência entre o discurso e a prática;

Azizeh Emleh é consultora, coach e prof. universitária do INSPER.

Tags, , , , ,

Como se prevenir das mudanças na aposentadoria

Um novo debate sobre a aposentadoria teve início recentemente com o anúncio do ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, de que estão estudando formas de alterar o sistema previdenciário no país. Entre os pontos positivos e negativos das propostas apresentadas o que fica mais explícito é que: cada vez mais o brasileiro terá que ter educação financeira para poder usufruir de um período de vida saudável.

Para entender melhor, o que está sendo proposto, segundo o ministro, é o fim do fator previdenciário, até aí, tudo perfeito, pois esse é um dos fatores que levam as aposentadorias a terem consideráveis quedas.

Contudo, em contrapartida, o que se está oferecendo é uma fórmula para retardar as aposentadorias, isto é, que o trabalhador trabalhe mais e contribua mais para aposentar. O Governo defende a fórmula 85/95 como base de partida, na qual a soma da idade com o tempo de serviço deve dar 85 anos para mulheres e 95 para homens.

Acredito que essa fórmula possa ser interessante, pelo menos melhor do que o Fator Previdenciário vigente, mas, também trará maior dificuldade para se aposentar e mostra como é importante um planejamento que vá além do INSS sobre esse tema.

A aposentadoria pelo INSS possui grande importância, principalmente, para os trabalhadores menos abastados, pois estes, em sua grande maioria, não trabalharam preventivamente para o período de aposentadoria, o que faz com que esses ganhos sejam a única fonte de sobrevivência.

Porém, para alguém que realmente quer se planejar para uma aposentadoria sustentável, a questão vai muito além, sendo fundamental a educação financeira. A partir da qual se traçará uma estratégia na busca dos melhores investimentos. Assim, veja alguns passos para realizar um bom plano de aposentadoria.

• Descubra com qual padrão de vida você quer se aposentar. Aposentadoria segura não significa ser milionário, é preciso encontrar um porcentual da renda que possa poupar. Se você deixar para poupar apenas a sobra, não vai conseguir;

• Quanto mais cedo começar a poupar, mais agressiva pode ser a estratégia. Quem está na casa dos 20 anos pode formar uma reserva de emergência entre 6 e 12 meses de salário e, a partir daí, investir todo o resto do dinheiro nesse sonho. Sempre lembro que, guardando R$300,00 por mês, em 30 anos, pode se ter cerca de R$ 1 milhão;

• Divida os objetivos e sonhos em três grupos de acordo com os prazos que pretende realizá-los, que são de curto, médio e longo prazo, e invista o dinheiro de acordo com esses objetivos;

• Como a atratividade de cada tipo de investimento varia com o tempo, aconselho o poupador a rever a estratégia adotada a cada quatro ou seis meses. Além de eventuais mudanças na conjuntura econômica, também podem surgir boas oportunidades;

• Para não ter sustos, o poupador deve acumular um capital que renda o dobro do que ele precisa. Vamos supor que você ganha um salário de R$ 4 mil e terá uma aposentadoria pública de R$ 2 mil. Se sua aposentadoria complementar lhe pagar apenas R$ 2 mil por mês, um dia o dinheiro vai acabar. Mas, se os investimentos renderem R$ 4 mil, você saca metade e deixa a outra metade rendendo.
Assim, o dinheiro se recapitaliza e se preserva.

Enfim, o futuro do nosso sistema previdenciário não dá para saber, o certo é que ele terá que ser repensado, pois o modelo vigente se mostra insustentável para o futuro. O que temos claro é que o grande prejudicado com mudanças que ocorrerão serão os trabalhadores, que poderão ter que trabalhar mais, fazer redução dos ganhos ou mesmo ambos.

Assim, a alternativa nesse momento é já se precaver, buscando inserir a educação financeira no cotidiano, na busca de um planejamento que projete uma aposentadoria sustentável sem depender do governo.

Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira (Abefin), autor do best-seller Terapia Financeira e da primeira coleção completa de educação financeira para escolas, que já é adotada em mais de 1500 escolas em todo o Brasil.

Tags, , , , ,

CPqD aposta em solução própria para reduzir consumo de energia em 30% neste ano

Atingir 30% de redução no consumo per capita de energia elétrica em 2015. Essa é uma das metas na área de sustentabilidade estipuladas pelo CPqD neste ano – em que a crise no abastecimento de água e de energia continua sendo uma preocupação para empresas dos mais diversos setores em todo o país. Para alcançar essa meta, a organização conta com a ajuda de uma ferramenta poderosa, desenvolvida por sua equipe de especialistas e que também está disponível para outras empresas: a solução CPqD Gestão de Gastos de Energia Elétrica e Água.

Implantada no ano passado no Pólis de Tecnologia – parque tecnológico que abriga 18 empresas, além do próprio CPqD -, a solução é uma combinação de recursos que incluem ferramenta de software, metodologia e serviços profissionais especializados, concebidos com o objetivo de dar mais eficiência à gestão do uso de energia e de água nas corporações. “Essa combinação é muito importante, uma vez que o uso da ferramenta deve ser acompanhado da implantação de um processo de controle e gestão, que leva à eficiência no consumo de água e energia elétrica”, explica Alexandre Medeiros, responsável pelo produto no CPqD. “É essa gestão eficiente dos recursos que torna a empresa sustentável ao longo do tempo”, acrescenta.

A solução do CPqD vem ajudando diversas empresas a alcançar bons resultados em termos de redução no consumo de energia e de água. É indicada, principalmente, para grandes corporações que possuem muitas unidades consumidoras (prédios, filiais, agências, etc.) espalhadas por pontos diferentes da mesma cidade ou do país. O Bradesco, por exemplo, que utiliza essa solução desde 2008, conquistou o Prêmio e-Finance (da revista Executivos Financeiros) na categoria Sustentabilidade, graças aos resultados obtidos.

No caso do Pólis de Tecnologia, a solução do CPqD vem sendo usada na gestão de gastos de energia elétrica em 46 prédios – do próprio Centro e de outras empresas instaladas nesse parque tecnológico – e, também, na gestão do consumo de água em 37 prédios. “Colocamos medidores inteligentes nesses prédios, que fornecem informações sobre o consumo de cada um”, diz Medeiros. “Essas informações são inseridas na ferramenta de software, que permite visualizar de forma mais clara e online o desempenho de cada unidade consumidora, sua posição em relação às metas estabelecidas pela empresa e a economia obtida com ações de eficiência energética ou de redução no consumo da água.”

A sugestão dessas ações faz parte dos serviços profissionais oferecidos pela solução CPqD Gestão de Gastos de Energia Elétrica e Água. Esses serviços também incluem a avaliação e o controle de toda a gestão nessas áreas – inclusive negociações de contratos com as concessionárias de energia e de água -, apoio a ações de marketing e campanhas junto aos colaboradores e até serviços técnicos de avaliação do estado de degradação de bancos de baterias (utilizados para armazenar energia).

Tags, ,

Aplicativos: perfil dos appers brasileiros

A Fábrica de Aplicativos (antigo Universo mobi) alcançou a marca de 185 mil apps desenvolvidos em sua plataforma. Para comemorar o número atingido, a startup lançou recentemente um infográfico mostrando o perfil dos ‘appers’ (criadores de aplicativos), desenvolvido a partir de um estudo junto ao seus mais de 90 mil appers, definindo algumas características dos criadores de apps no Brasil.

O levantamento mostra que grande parte deles possui renda mensal familiar em torno dos R$ 3,5 mil, sendo que somente 7% informaram renda maior que R$ 10 mil. Dos pesquisados, 30% concluíram o Ensino Médio, enquanto que 23% não chegaram a completar esta etapa. Metade dos usuários tem entre 22 e 40 anos, sendo que a maioria, 26%, tem entre 23 e 30 anos. Os homens representam 70% dos usuários da plataforma.

Veja a notícia completa em http://startupi.com.br/2015/01/infografico-perfil-dos-appers-brasileiro/#sthash.mqQa0tLx.dpuf”>“>

Tags, ,

Saiba quem são os grandes profissionais de tecnologia do Brasil

Blogueira da PSafe analisa e comenta cenário de CEOs Brasileiros

O Brasil não é muito conhecido por incentivar o empreendedorismo. Muito pelo contrário. A quantidade de burocracias e impostos costumam dificultar e muito a vida dos empresários. Por isso mesmo, aqueles que conseguem se destacar em solo tupiniquim merecem reverência. Muitos começaram do nada, com uma simples ideia, e hoje ocupam cargos de importância ou são donos de grandes corporações.

Romero Rodrigues
Romero Rodrigues é fundador do Buscapé Company e membro do conselho da Fundação Endeavor. É também o CEO global de Comparação de Preços do grupo sul-africano Naspers, que comprou 91% de sua empresa em 2009 por US$ 342 milhões, o maior negócio da internet no Brasil depois do estouro da bolha pontocom.

Para muitos, é o brasileiro mais influente da internet, com 100 solicitações de amizade por dia no Facebook. O grupo que ele lidera conta atualmente com mais de mil funcionários.

Bel Pesce
Bel Pesce é fundadora da FazINOVA, escola de empreendedorismo e habilidades. Aos 26 anos, já escreveu três livros, foi considerada uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil”, pela Revista Época, eleita um dos “30 jovens mais promissores do Brasil”, pela Revista Forbes, e entrou na seleta lista dos “10 líderes brasileiros mais admirados pelos jovens”, da Cia. de Talentos.
Bel estudou no renomado Massachusetts Institute of Technology (MIT), trabalhou em grandes empresas, como Microsoft, Google e Deutsche Bank, e morou no Vale do Silício, onde respirou empreendedorismo, liderou equipes e fundou empresas. Ela se tornou um grande sucesso em 2012, com o lançamento de “A Menina do Vale”, que rapidamente se tornou um fenômeno de vendas.

Marco DeMello
O carioca Marco DeMello, de 44 anos, é CEO da PSafe Tecnologia e do Grupo Xangô. Começou a programar com 12 anos, fez segundo grau técnico no Instituto de Tecnologia ORT e se formou em Engenharia de Computação na PUC-Rio. Depois saiu do Brasil para fazer um curso de extensão no MIT (Cambridge) e Executive MBA na Wharton School of Business.

DeMello foi o pioneiro em comunicação via vídeo pela internet em 1996 nos Jogos Olímpicos de Atlanta, com a criação de um CODEC inovador que permitiu os fãs falarem via vídeo com os atletas na Vila Olímpica com conexão discada. Ele também trabalhou diretamente com Bill Gates durante os “anos embriônicos” da internet, e foi o responsável pela aquisição e escalonamento da Hotmail na Microsoft, no fim de 1996.

Além disso, Marco foi o arquiteto de segurança do Windows XP SP3 (Springboard), que se tornou a versão mais segura e mais instalada do OS até o lançamento do Windows 7. O executivo ainda inovou no mercado de mídia norte-americano com a plataforma Malibu.

No Brasil, fundou e escalonou a PSafe no Brasil, ajudando a torná-la a maior empresa de segurança online latino-americana, com o aplicativo brasileiro para Android de maior sucesso de todos os tempos, e com o maior número de usuários satisfeitos.

Diego Torres Martins
O jovem paulistano Diego Torres Martins, 30 anos, é dono da Acesso Digital e criou o chamado de “Google” interno para empresas. Ele reuniu scanners e softwares de digitalização de diferentes fornecedores, além de investir em um datacenter para armazenar arquivos eletrônicos.

Com isso, começou a oferecer o pacote combinado para empresas de diferentes ramos de atividade copiarem e indexarem todos os documentos. Está entre as 20 empresas pequenas e médias que mais crescem no Brasil e, ao mesmo tempo, em primeiro lugar na lista de 2013 das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil na categoria “Médio Porte – Nacionais”.

Marcel Fukayama
Dono da CDI Global, Marcel Fukayama foi eleito em 2014 pela revista “Forbes Brasil” um dos 30 brasileiros até 30 anos que está “reinventando o país e assumindo as rédeas do futuro”. Em 2001, o paulistano de 29 anos abriu uma das primeiras lan houses de São Paulo, para democratizar a internet, numa época em que o celular e o acesso residencial não eram tão comuns. Em 2003, criou o Aula Digital, primeiro programa de alfabetização que usava as lans e que, durante cinco anos, contemplou anualmente mais de 300 crianças de creches e escolas municipais de São Paulo. Até que, em 2008, conheceu Rodrigo Baggio, fundador do CDI (Comitê para Democratização da Internet), ONG que já beneficiou mais de 1,5 milhão de pessoas.

Marcel também foi selecionado pela Skoll Foundation entre 12 empreendedores sociais de destaque no mundo, com menos de 30 anos.

Claudio Emanuel de Menezes
Claudio Emanuel de Menezes é líder no segmento de software para leasing. Sua empresa, a Disoft, foi fundada em 1984 com a proposta de ser uma empresa diferente, que compartilhasse motivação e socializasse resultados.

A Disoft conta com 120 funcionários. Pela sexta vez consecutiva está na lista das melhores empresas de TI para se trabalhar.

Fabio Coelho
Fabio Coelho é o presidente do Google no Brasil. Engenheiro civil capixaba, com MBA em marketing e planejamento estratégico, o empresário passou mais de 25 de seus 50 anos em posições gerenciais, em empresas como Gillette, Pepsico, Citibank e AT&T.
O executivo já foi alvo de muitas polêmicas no que diz respeito à liberdade na rede. Em 2012, foi detido pela Polícia Federal por se negar a tirar do YouTube vídeos que supostamente caluniavam um candidato a prefeito de Campo Grande. De lá para cá, Fabio tem se tornado uma espécie de porta-voz da tese de que ainda é possível navegar anonimamente na internet.

por Ana Clara Nogueira

Tags, , , , , , , , , , , , , , , ,

LinkedIn lança Lead Accelerator e expande portifólio de Soluções de Marketing

Novos produtos oferecem uma maneira mais rápida de alcançar, cultivar e converter leads de alta qualidade

Autor: Russel Glass

O processo de compra pode ser muito longo e complexo. Como profissional de marketing e líder de negócios com anos de experiência nessa área, entendo que alcançar, cultivar e converter profissionais, de maneira eficaz, tem se tornado cada vez mais difícil.

Por isso é uma honra anunciar hoje o novo portifólio de Soluções de Marketing do LinkedIn, com destaque para o LinkedIn Lead Accelerator.

Compradores visitam sites e consultam suas redes para pesquisar potenciais compras. De acordo com a Forrester Research, quase 90% do processo de decisão de compra acontece muito antes de um vendedor entrar na história. Um pouco dessa realidade:

– 95% dos visitantes de um site nunca informa um endereço de e-mail

– Dos 5% que informa, apenas 20% abre os e-mails de prospecção que recebe

– Resultado: a maioria dos profissionais de marketing converte menos de 1% de todos os leads possíveis.

Mas acreditamos que existe um caminho melhor.

Apresentando as novas Soluções de Marketing do LinkedIn

Hoje damos um passo estratégico em Soluções de Marketing, com o lançamento do portifólio expandido. Agora, com um conjunto completo de produtos, que acompanham o processo de compra de ponta a ponta, oferecemos a maneira mais eficiente para profissionais de marketing alcançarem, cultivarem e conquistarem clientes dentro e fora da plataforma do LinkedIn. Acreditamos que essa nova oferta ajudará a gerar leads de melhor qualidade, que por sua vez se transformarão em potenciais negócios para as equipes de vendas.

O LinkedIn Lead Accelerator é nosso principal produto para gerar e cultivar leads, conectando empresas com os profissionais certos, na hora certa, com o conteúdo certo. Este lançamento reflete a integração do produto Multi-Channel Nurturing, da Bizo, empresa adquirida pelo LinkedIn em agosto de 2014.

Também estendemos o alcance para além da plataforma LinkedIn com o LinkedIn Network Display, que permite às marcas a oportunidade de engajar com audiências profissionais dentro e fora da plataforma em mais de 2500 sites.

Nosso portifolio recém ampliado une produtos novos e existentes para criar um conjunto mais robusto de soluções integradas. Até hoje, produtos como as Atualizações Patrocinadas ou os Display ads do LinkedIn eram utilizados separadamente. Agora, profissionais de marketing podem utilizar todas as nossas ferramentas de Soluções de Marketing juntas, criando uma experiência customizada que melhore a relação entre profissionais de marketing e potenciais clientes e entregue resultados.

Como os profissionais de marketing estão utilizando o LinkedIn Lead Accelerator:

eCornell, Lenovo, Salesforce, Samsung e VMware estão entre os mais de 100 clientes que estão obtendo benefícios e resultados positivos através do LinkedIn Lead Accelerator. Por exemplo, com o LinkedIn Lead Accelerator, a eCornell dobrou as taxas de conversão da sua página de destino, enquanto a taxa de conversão de leads qualificados de marketing da Localytics aumentou em 50%. Além disso, o custo por lead da Lenovo diminuiu 60%.

O LinkedIn Lead Accelerator estará disponível a partir de hoje em vários mercados e será vendido por assinaturas trimestrais ou anuais. O produto está disponível em inglês no momento, mas será traduzido para outros idiomas em breve.

Construindo o caminho

Nosso objetivo é ser a plataforma mais eficiente para profissionais de marketing engajarem com clientes.

Como ex-CEO da Bizo, esse momento é especialmente gratificante para mim. Eu sabia que o casamento das soluções segmentadas de conteúdo do LinkedIn com os produtos analíticos e de geração de leads da Bizo resultaria em uma oportunidade poderosa para os profissionais de marketing. Esta visão está tomando forma.

Para saber mais sobre o LinkedIn Lead Accelerator ou nosso novo conjunto de produtos, acesse a página do produto: http://marketing.linkedin.com/blog/linkedin-launches-lead-accelerator-expands-marketing-solutions-portfolio/

Tags, , , , ,

Conheça as Vencedoras do Prêmio Mulheres Tech em Sampa

Cinco projetos foram escolhidos – entre mais de 60 inscritos – por um comitê formado por especialistas em empreendedorismo feminino

Os organizadores do Prêmio Mulheres Tech em Sampa, lançado no final do ano passado, durante o 3º Fórum Empreendedoras na FGV, em São Paulo, revelaram hoje as vencedoras da premiação, durante a Campus Party Brasil. Os cinco projetos ganhadores foram escolhidos entre mais de 60 iniciativas inscritas.

A premiação foi criada para incentivar a atuação de mulheres na área de tecnologia e foi realizada pela Rede Mulher Empreendedora (RME), Google For Entrepreneurs e Tech Sampa, política da Prefeitura de São Paulo de fomento a novas empresas de tecnologia.

Os cinco projetos receberam um total de 50 mil reais (R$ 50.000,00), sendo 10 mil para cada um. As iniciativas escolhidas têm o propósito de estimular o empreendedorismo feminino com foco em tecnologia e são coordenadas por mulheres. O objetivo é ampliar a participação de mulheres no ecossistema de startups da cidade por meio de iniciativas gratuitas ou de baixo custo realizadas durante o ano de 2015.

Os projetos ganhadores são:

TECHNOVATION – incentivo a jovens mulheres

Coordenado por Camila Achutti, esse projeto pretende inspirar meninas e mulheres em uma competic¸a~o de empreendedorismo e programac¸a~o. Times nas diviso~es de Ensino Fundamental II e Me´dio trabalharão na programac¸a~o e desenvolvimento da estrate´gia de nego´cios de um aplicativo que solucione um problema real.

RODADA HACKER – incentivo a jovens mulheres

Coordenado por Gabriela da Costa Aguiar Agustini, é uma oficina de programação especialmente desenhada para meninas e mulheres. Um encontro para quem quer imaginar e construir projetos incríveis e recriar as tecnologias da rede.

CANAL GIRLS IN TECH – networking/ melhor Comunicação

Coordenado por Loana Felix, o projeto consiste em criar um Canal Girls in Tech no YouTube (um Vlog), onde serão publicados semanalmente vídeos tutoriais sobre algum tópico previamente levantado e pesquisado dentro do Blog Girls in Tech, da página Girls in Tech no Facebook, e também com a colaboração de outros parceiros.

STARTUP IN SCHOOL – educação empreendedora

Jaciara Martins Fontes Cruz pretende desenvolver oficinas para estudantes do ensino fundamental e médio inspiradas no modelo de geração de business model CANVAS e hackathons, com metodologia adaptada para o público adolescente.

MULHERES 50+ em Rede – incentivo a mulheres mais maduras

O projeto da Tássia Monique Chiarelli será desenvolvido em formato de oficinas semanais e presenciais com o propósito de capacitar mulheres que já possuem um negócio de pequeno porte em assuntos ligados a área digital, a fim de aumentar o seu domínio no ambiente virtual, melhorar a visibilidade de seu negócio e gerar novas perspectivas de empreendedorismo digital.

Tags, , , , , , , , , , , , ,

Gartner diz que 40% das organizações esperam um impacto significativo, nos próximos três anos, com Internet das Coisas

De acordo com o Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, mais de 40% das organizações esperam que a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) transforme seus negócios ou ofereça novas oportunidades de receita e redução de custos em curto prazo, ao longo dos próximos três anos. O restante das empresas (60%) acredita que isso ocorrerá em longo prazo, ou seja, a partir de cinco anos. No entanto, os entrevistados disseram que as suas organizações não têm uma estratégia de negócios estabelecida nem liderança técnica direcionando esforços para as iniciativas em Internet das Coisas.

O levantamento, realizado em outubro de 2014, entre membros do painel de gestão do Gartner, foi composto por 463 líderes de TI e de negócios que tinham conhecimento da estratégia IoT das suas organizações.
“A pesquisa confirmou que a Internet das Coisas ainda é algo novo e ‘imaturo’ e que muitas organizações começaram a experimentar agora a novidade”, disse Nick Jones, Vice-Presidente e Analista do Gartner.

“Apenas uma pequena minoria tem implantado soluções em um ambiente de produção. No entanto, os custos decrescentes de networking e processamento indicam que há poucos inibidores econômicos para adicionar sensores e comunicações para produtos de baixo valor. O verdadeiro desafio da Internet das Coisas é menos a fabricação de produtos ‘inteligentes’ e mais a compreensão das oportunidades de negócios geradas por esses produtos e novos ecossistemas”.

Para conferir o conteúdo na íntegra da pesquisa, acesse: http://www.gartner.com/newsroom/id/2977018

Tags,

Plastrom Sensormatic anuncia novo diretor de grandes contas

A Plastrom Sensormatic, empresa do grupo Tyco anuncia a contratação de Marcelo Rehder Monteiro como diretor de Clientes Corporativos. Líder no fornecimento de tecnologias de prevenção de perdas e aumento de performance do varejo, a empresa tem entre seus principais clientes empresas como Americanas, Carrefour, GPA, Renner e Walmart.

Monteiro aposta em sua experiência de 20 anos em multinacionais dos segmentos de software, tecnologia e varejo para atender às expectativas da Plastrom Sensormatic. “O Varejo vive um momento de alta competitividade e a busca por uma melhor eficiência e produtividade é fundamental para seu crescimento. Temos as melhores soluções globais para apoiar nossos clientes neste ganho de performance”, afirma o executivo.

Formado em Engenharia Química pela Escola de Engenharia Mauá e com Especialização em Administração pela Fundação Vanzolini-USP, Monteiro foi vice-presidente comercial da TOTVS, vice-presidente de operações para a América Latina e country manager no Brasil da Swarovski Cristais.

Tags, ,

Paulistanos estão cada vez mais preocupados com o futuro da economia

A confiança do consumidor paulistano registrou queda de 14,5%, ao passar de 131,7 pontos em janeiro de 2014 para 112,7 pontos no mesmo período deste ano, segundo dados do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), pesquisa feita mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com o mês de dezembro de 2014, houve queda de 0,2%. Para a assessoria econômica da FecomercioSP, esses dados confirmam a perda da confiança do consumidor paulistano que ocorre desde o fim do ano de 2013.

Ainda na comparação mensal, os consumidores que ganham dez salários mínimos ou mais se apresentaram mais confortáveis com o cenário econômico – passando de 108,5 para 111,3 pontos (2,6%) -, do que aqueles que ganham menos de dez salários mínimos, de 115,1 para 113,3 pontos (-1,5%).

A pesquisa também mostrou que as mulheres estão mais confiantes do que os homens, com alta no índice de 1,2% ante a queda de 1,6%, respectivamente. Ao analisar por faixa etária, os que tem 35 anos ou mais estão mais satisfeitos do aqueles que possuem menos de 35 anos ( 2,8% contra -2%).

A pesquisa ICC é composta por mais dois índices: um deles mede a satisfação do consumidor com o momento econômico atual, o Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA); e o outro analisa a expectativa do consumidor quanto ao cenário futuro, Índice de Expectativa ao Consumidor (IEC).

O ICEA passou de 108,7 pontos em dezembro para 110,7 pontos em janeiro. Este aumento de 1,9% pode ser atribuído aos rendimentos do 13º salário, e também à expectativa do reajuste do mínimo vigente no mês. Já na comparação com janeiro de 2014, a queda foi de -15%. Já o IEC apontou que os consumidores ainda estão pouco confiantes em relação ao futuro da economia, principalmente por causa do baixo crescimento da renda em função de inflação elevada, crédito mais caro e anúncio de aumento de impostos. O índice caiu 1,5% ao passar de 115,8 para 114 pontos. Com relação a janeiro do ano passado, o recuo foi de -14,1%.

Metodologia
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde 1994. Os dados são coletados de aproximadamente 2,1 mil consumidores do município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta as condições econômicas atuais e as expectativas quanto à situação econômica futura.

Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para a formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

A metodologia do ICC foi desenvolvida com base no Consumer Confidence Index, índice norte-americano que surgiu em 1950 na Universidade de Michigan. No início da década de 1990, a equipe econômica da FecomercioSP adaptou a metodologia da pesquisa norte-americana à realidade brasileira. Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no País, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

Tags,

Site de compras chinês testa uso de drones para entregas

O site chinês de compras do Grupo Alibaba, Taobao Marketplace, e a Shanghai YTO Logística Express Co. começaram hoje testes usando drones para a realização de entrega em Pequim, Xangai e Guangzhou.

Veja mais no vídeo a seguir:

Tags, , , , , ,

Imposto de Renda começa em março – Saiba tudo sobre o tema

No dia 02 de março – terá início o período para entrega da DIRPF – Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda – Exercício 2015- Ano base 2014 e os já foram anunciados os dados para elaborar a declaração esse ano. Para o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, é interessante que as pessoas se preparem com antecedência para declarar, já procurando e separando os documentos necessários.

“Quanto mais preparado o contribuinte estiver melhor, já que os primeiros dias são os mais interessantes para o envio e isso por dois motivos: quem entrega o material com antecedência receberá sua restituição antes, além disso, em caso de problemas, o contribuinte terá tempo para resolvê-los, evitando a necessidade de realizar uma declaração retificadora, depois do prazo de entrega”, alerta.

Apesar da Receita não ter liberado o programa para entrega e as novidades para 2015, veja os principais pontos relacionados ao tema selecionados pelo diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos:

RASCUNHO É GRANDE NOVIDADE DESTE ANO

Desde o dia 03 de novembro, a Receita Federal disponibilizou um aplicativo para que o contribuinte já possa começar a elaborar um rascunho da declaração IRPF 2015. Com ele será possível inserir as informações tributárias que possuírem, para facilitarem a preenchimento do documento. Com isso, a partir de agora, quem declara o imposto de renda poderá preencher a declaração à medida que os fatos acontecerem.

“A novidade é bastante interessante, pois, quem gosta de se anteceder poderá já preencher a declaração com os lançamentos, simulando o preenchimento no programa gerador da declaração IRPF (PGD IRPF 2015), que será liberado para os contribuintes só em março de 2015. Lembrando que as informações do Rascunho IRPF poderão ser utilizadas para a declaração de 2015, com uma simples importação de dados”, explica o consultor de imposto de renda da Confirp Consultoria Contábil, Rodrigo Zaparoli de Melo.

O aplicativo da Receita Federal pode ser instalado nos microcomputadores ou nos dispositivos móveis, como smartphone e tablets por meio do novo APP IRPF. “Essa novidade reforça o que sempre informamos aos nossos clientes, de que a declaração não deve ser feita apenas quando abre o período de entrega, mas sim durante todo ano, já possibilitando que se tenha uma prévia de qual melhor tipo de declaração a ser enviada e dos dados a serem inseridos”, explica Zaparoli.

QUEM ESTÁ OBRIGADO A DECLARAR

a) Está obrigado a declarar em 2015 quem recebeu rendimentos tributáveis (no ano de 2014) cuja soma foi superior a R$ R$ 26.816,55

b) Na atividade rural, está “obrigado a declarar” quem obteve receita bruta em valor superior a R$ 134.082,75 (em 2014);

c) Está obrigado a declarar quem recebeu rendimento isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00;

d) Está obrigado a declarar quem teve, em 31/12/2014, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.

PRINCIPAIS CRUZAMENTOS COM PESSOA FÍSICA

1. DIRF [empresas, instituições financeiras e corretoras de valores] 2. DMOF [instituições financeiras] 3. DECRED [administradora de cartões de débito e créditos] 4. DOI [cartório de registro de imóveis] 5. DIMOB [imobiliárias e empresas locadoras de imóveis] 6. DMED [hospitais, clinicas, plano de saúde e seguro saúde]

PRINCIPAIS ERROS

1. Lançar valores na ficha de rendimentos tributáveis diferentes daqueles relacionados nos informes de rendimento [Rendimento tributável, Imposto Retido, etc];

2. Lançar valores de rendimentos tributados exclusivamente na fonte na ficha de rendimentos tributados;
3. Não preencher a ficha de ganhos de capital no caso de alienações de bens e direitos;

4. Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte operou em bolsa de valores;

5. Não relacionar nas fichas de rendimentos tributáveis, não tributáveis e exclusivos na fonte de dependentes de sua declaração;

6. Não relacionar nas fichas de bens e direitos, dívidas e ônus, ganho de capital, renda variável valores referente a dependentes de sua declaração;

7. Não relacionar valores de alugueis recebidos de pessoa física na ficha de recebimento de pessoa física;
8. Não abater comissões e despesas relacionadas a alugueis recebidos na ficha de rendimentos recebidos de pessoas físicas;

PRINCIPAIS DOCUMENTOS PARA DIRPF 2015 ANO BASE 2014

1. RENDAS

a. INFORMES DE RENDIMENTOS de Instituições Financeiras inclusive corretora de valores;
b. INFORMES DE RENDIMENTOS de Salários, Pró Labore, Distribuição de Lucros, Aposentadoria, Pensão, etc;
c. INFORMES DE RENDIMENTOS de Aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas;
d. Informações e documentos de OUTRAS RENDAS PERCEBIDAS no exercício, tais como rendimento de Pensão Alimentícia, Doações, Heranças recebida no ano, dentre outras;
e. Resumo mensal do Livro caixa com memória de cálculo do CARNE LEÃO;
f. DARFs de CARNE LEÃO;

2. BENS E DIREITOS

a. Documentos comprobatórios de COMPRA E VENDA de bens e direitos;

3. DÍVIDAS E ONUS

a. Informações e documentos de DIVIDA E ONUS contraídas e/ou pagas no período;

4. RENDA VARIÁVEL

a. Controle de COMPRA E VENDA DE AÇÕES, inclusive com a apuração mensal de imposto
b. DARFs de Renda Variável;
Nota: Indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável

5. INFORMAÇÕES GERAIS

a. Dados da CONTA BANCÁRIA para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;
b. Nome, CPF, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento;
c. Endereço atualizado;
d. Cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue;
e. Atividade profissional exercida atualmente

6. PAGAMENTOS E DOAÇÕES EFETUADAS

a. Recibos de Pagamentos ou Informe de Rendimento de PLANO OU SEGURO SAÚDE (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente)
b. DESPESAS MÉDICAS e Odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente);
c. Comprovantes de DESPESAS COM EDUCAÇÃO (com CNPJ da empresa emissora com a indicação do aluno);
d. Comprovante de pagamento de PREVIDÊNCIA SOCIAL e PRIVADA (com CNPJ da empresa emissora);
e. Recibos de DOAÇÕES efetuadas;
f. GPS (ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico;
g. Comprovantes oficiais de pagamento a Candidato político ou Partido Politico.

Nota: Quando se tratar de declaração conjunta com dependentes (esposa, filhos, etc.) também é necessário a apresentação da relação acima referente a eles;

Fonte: Confirp Contabilidade

Tags, , , , ,

Fibra óptica: unidade fabril da Sterlite Conduspar é inaugurada no Paraná

Foto: Murilo Ribas

Nesta terça, 3, foi inaugurada em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, a primeira unidade fabril de cabos ópticos da Sterlite Conduspar, que contou com a presença do Secretário Nacional de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão. Durante a solenidade, o vice-presidente e diretor Global da Sterlite Technologies, Rajiv Nayyar, ressaltou a importância da joint venture para a Índia e para a América Latina. “Esse empreendimento é um marco para a expansão global da Sterlite”, disse.

Na solenidade foi assinado um memorando de entendimento para dobrar a capacidade de produção da indústria em apenas dois anos. “Estamos assinando esse documento que amplia nossa produção fabril de um para dois milhões de quilômetros de fibras ópticas por ano”, afirmou Nayyar. “Isto deverá ser uma realidade até 2017.”

O secretário nacional das Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, destacou a importância da nova fábrica. “A joint venture chega em um bom momento no país, pois o mercado de fibras ópticas está aquecido. Não temos dúvidas de que será um sucesso!”, analisou. O secretario reafirmou compromisso do governo com investimentos em banda larga e tecnologia. “Investiremos mais de R$ 8,5 bilhões nesse segmento. Já contamos com 719 projetos aprovados para colocação de banda larga em todo o território nacional”, garantiu.

O diretor executivo da Conduspar, André Abage, destacou o desafio de entrar no mercado de cabos de fibras ópticas. “Em 2013 tivemos o prazer e a alegria de sermos escolhidos pela Sterlite, que pesquisou diversas empresas de nosso setor. Também já estamos com uma expansão bem acelerada e com novos projetos para 2015 e 2016”, frisou.

O diretor comercial da Sterlite Conduspar para a América Latina, Rudney Amirati estima que até 2018 o mercado de fibras ópticas no Brasil terá uma demanda de cerca de 70% a mais do que ocorre hoje, ou seja, aproximadamente 9 milhões de quilômetros. “Estamos otimistas com o crescimento do mercado”, disse.
As atividades da empresa iniciaram em novembro de 2014 e 15% do total de sua produção está sendo direcionada para a América Latina. “No último mês de janeiro, exportamos para a Argentina e a partir desse mês de fevereiro forneceremos cabos ópticos para Costa Rica”, acrescentou André Abage.

Parceria e investimentos

A parceria industrial iniciou com o investimento de mais de R$ 30 milhões e é esperado, no primeiro ano de operação, o faturamento de R$ 80 milhões. “Queremos, em cinco anos, estar entre as três maiores empresas de cabos ópticos da América Latina”, assegura Amirati.

A aproximação entre as duas empresas se deu pela necessidade de crescimento de negócios. A Sterlite, um dos líderes mundiais em fibra óptica, precisava entrar como fabricante na América Latina, e a Conduspar, empresa genuinamente brasileira e de grande solidez, oferecia as condições estratégicas para essa ampliação. A fibra óptica é fornecida pela Sterlite, na Índia, e é “cabeada” no Brasil e distribuída na América Latina. “Observamos que o mercado não está sendo atendido de maneira igualitária. Existe uma grande demanda que precisa ser atendida e esse é o nosso foco”, ressalta o diretor comercial.

Para o prefeito de São José dos Pinhais, Luiz Carlos Setim, presente à inauguração, a nova indústria trará destaque para a cidade. “A presença da Sterlite Conduspar trará, além de mais empregos e tecnologia, uma maior visibilidade internacional para São José dos Pinhais”, declarou Setim. “Essa parceria, Conduspar Sterlite, já nasce com o que cada uma das empresas tem de melhor, por isso está, certamente, fadada ao sucesso.”

Tags, , , ,

Sebrae e Campus Party apontam 200 startups promissoras para 2015

O Sebrae e a Campus Party identificaram, a partir de um universo de mais de 600 startups de todo o país e nas mais diferentes áreas de atuação, 200 empresas com grande potencial para conquistar o mercado em 2015. A seleção adotou como critério o nível de desenvolvimento do modelo de negócio, a qualificação da equipe, a qualidade dos produtos e serviços e o volume de potenciais consumidores. Essas empresas serão as grandes atrações da edição 2015 da Startup & Makers Camp, que acontece durante a Campus Party de 4 a 7 de fevereiro, em São Paulo.

Os melhores negócios que prometem acontecer em 2015 representam as cinco regiões brasileiras e envolvem o trabalho de mais de 900 pessoas, entre funcionários e sócios. “A maior concentração dessas startups está em São Paulo, com quase metade das selecionadas, Rio de Janeiro (9%) e Minas Gerais (8,5%). Elas criaram inovações nos mais diversos segmentos, principalmente nas áreas de varejo e e-commerce, educação, comunicação e mídia, TIC e Telecom, finanças e entretenimento”, informa o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Além da oportunidade de contatos, os empreendedores terão acesso à orientação de consultores e 48 horas de palestras e workshops promovidos pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Startups.

O Startup & Makers, que é realizada pela terceira vez no Brasil, tem o objetivo de apoiar os empreendedores que estão começando ou em fase de consolidação, oferecendo a oportunidade de interação, conhecimento, exposição na mídia e contato com outras empresas e investidores. Além disso, este ano, o espaço será integrado com a Arena para que esses empresários encontrem parceiros e colaboradores entre os oito mil campuseiros e possam participar de todo o conteúdo da Campus Party.

As startups também contarão com um espaço físico para apresentar seu negócio para possíveis clientes e visitantes. A proposta é que empresários, campuseiros, aceleradoras, investidores, entusiastas e visitantes se unam para compartilhar conhecimento e experiências, desenvolvendo assim os negócios inovadores. Durante o evento, as empresas ganharão prêmios e a possibilidade de demonstrar seus produtos e serviços para aceleradoras, fundos de investimentos e investidores anjo.

Startups Selecionadas

Desde que participou do Startup & Makers Camp, no ano passado, a Let´s Park, que desenvolveu um aplicativo colaborativo para encontrar estacionamentos, passou por uma transformação radical. De uma empresa em estágio embrionário, que ainda procurava validar seus projetos, a Let`s Park já soma 2,5 mil estacionamentos cadastrados apenas na capital paulista e fechou parceiras com gigantes como a montadora Ford. De quebra, ainda atraiu o interesse da aceleradora Triple Seven que, além do aporte de capital, também está participando ativamente do desenvolvimento da startup.

Letícia Passelli, diretora de Marketing e uma das sócias da empresa, conta que a ideia de desenvolver o aplicativo surgiu em 2013, após ter gasto um alto valor em um estacionamento na capital paulista e, pouco depois de tirar o carro do local, descobrir outro ao lado que cobrava um preço bem mais acessível. Com um mapa baseado em Google Maps, o usuário pode checar onde há um lugar próximo em que ele possa parar o carro. Ao clicar no ícone do estacionamento, podem ser acessadas informações como se o local é coberto, se tem seguro, tabela de preços, descontos, etc. O próprio usuário pode cadastrar um estabelecimento, de preferência fornecendo informações básicas como preços e horários. “A maioria dos estacionamentos cadastrados é de São Paulo, mas já há estabelecimentos em todos os estados brasileiros e até de outros países, como Japão, EUA, Canadá, Reino Unido e Austrália”, conta Letícia, de 24 anos.

A Campus Party será o grande teste para a Networkr, uma rede social de networking desenvolvida para ajudar os profissionais a conhecer pessoas relevantes em eventos, e que está em fase de desenvolvimento. “Quando soubemos que fomos escolhidos para participar do Startup Makers & Camp decidimos acelerar o processo de desenvolvimento para poder apresentar e utilizar o sistema no evento” conta um dos sócios da Networkr, Márcio Nóbrega, de 35 anos.

Em novembro último, Nóbrega deixou seu emprego em uma grande empresa para se dedicar integralmente à modelagem do novo negócio que, segundo ele, não tem paralelo no Brasil. A ideia de desenvolver o negócio veio da própria insatisfação de Nóbrega e de seu sócio Daniel Bonato de participarem de grandes eventos corporativos em que o que network ficou muito abaixo das expectativas. “Por falta de informação, tivemos dificuldade em conhecer profissionais de áreas que nos interessavam. Procuramos desenvolver uma ferramenta para ajudar as pessoas a estabelecerem contato e, claro, gerar negócios”, explica o empreendedor, que mora em Bauru, no interior paulista.

Sócio de uma agência de publicidade, o paulistano Tiago Mateus, de 29 anos, percebeu que era cada vez maior o número de empresas interessadas em contratar celebridades para participar de campanhas com foco nas redes sociais. A partir dessa demanda, ele resolveu criar em novembro passado a Inflr, um serviço que permite ao usuário usar a sua “influência” nas redes sociais para ganhar dinheiro ou produtos de empresas interessadas em divulgar suas ações. No caso de campanhas com celebridades propriamente ditas, o trabalho da Infr é feito diretamente com as agências e empresas e com os assessores dos famosos.

Mesmo com pouco tempo de mercado, o jovem empreendedor já contabiliza 1.800 cadastrados no site da Inflr, muitos dos quais conquistados por um trabalho realizado por ele mesmo nas redes, como em perfis do Instagram. O empreendedor lembra que há muita gente nas redes sociais com muito mais popularidade do que artistas de TV. “O conceito de celebridade nas redes sociais é totalmente diferente. Existem perfis de gente conhecida somente na internet que somam milhares de seguidores”, acrescenta. Mateus já está conversando com alguns investidores interessados em realizar aportes na empresa. A startup foi selecionada como iniciante e, para ele, a participação no Startup & Makers Camp também pode ser uma oportunidade de atrair o capital necessário para desenvolver novos projetos.

Tags, , ,

Data centers da Ascenty recebem certificações internacionais

O novo data center da Ascenty em Jundiaí, inaugurado em meados do ano passado, acaba de receber duas certificações internacionais importantes: ISAE 3402, padrão adotado na Europa, e SSAE 16 tipo II, utilizado nos Estados Unidos. Evolução da antiga SAS 70, as duas certificações são concedidas a empresas que comprovam, por meio de um processo de auditoria externa, que seus processos são eficientes, eficazes e estão de acordo com os padrões internacionais de segurança e qualidade de infraestrutura.

Conduzido pela Ascenty em conjunto com a empresa de auditoria independente Ernst&Young, o projeto contemplou os processos e controles de manutenção em infraestrutura, políticas e controles de acesso e segurança física. Além do data center de Jundiaí, a validação da adequação (compliance) do ambiente foi realizada também no data center da Ascenty em Campinas – que, no mesmo processo, obteve as recertificações ISAE 3402 e SSAE 16 tipo II, conquistadas no ano passado.

Para os clientes da Ascenty, essas validações representam a comprovação de que seus ambientes de TI estão seguros e possuem um nível de atendimento de qualidade, de acordo com padrões reconhecidos internacionalmente – o que é fundamental para atender aos requisitos de suas auditorias independentes. “Essa é mais uma prova do empenho da Ascenty em oferecer segurança e qualidade de entrega dos serviços para seus clientes”, afirma Fábio Trimarco, gerente de Governança de TI da empresa.

Tags,