Archive novembro 2014

As empresas brasileiras ainda não estão preparadas para o Bloco K, do Sped

O controle da produção e dos estoques já não era fácil, tanto que nem mesmo era cumprido à risca por muitas empresas, e vai ficar ainda mais difícil a partir de janeiro de 2016. Ele passará a ser informado diretamente nos registros do chamado Bloco K, que vai integrar o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) Fiscal. Com isso, o Fisco passará a controlar informações vitais da empresa, diretamente associadas ao ICMS e ao IPI. A obrigação não inclui as empresas enquadradas no Simples Nacional.

“O Bloco K será uma ferramenta muito importante para a fiscalização, pois obriga as empresas a prestarem, em meio digital, as informações que eram mantidas apenas no Livro de Controle de Produção e Estoque (Modelo 3), em meio físico”, explica Fábio da Silva Oliveira, supervisor da De Biasi Auditores Independentes. “Com isso, o Fisco fecha o ciclo de operações da empresa, podendo efetuar diversos cruzamentos com base na movimentação dos estoques e dados relacionados ao consumo específico padronizado, como quantidades e perdas normais do processo produtivo, e da substituição de insumos para todos os produtos fabricados”, complementa.
Devido à complexidade das informações a serem prestadas no Bloco K, bem como às dificuldades enfrentadas pelas empresas durante a implementação, o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) decidiu prorrogar a obrigatoriedade para janeiro de 2016. “Mesmo com a prorrogação do prazo, as empresas enquadradas no Bloco K precisam correr para dar conta de tudo o que o novo sistema de controle exige. Além de ter periodicidade mensal, a obrigatoriedade atinge cada um dos estabelecimentos da pessoa jurídica, que devem seguir as regras específicas de cada unidade da Federação”, alerta o especialista.

O objetivo desse controle é acabar com a emissão de notas fiscais com informações incorretas, como as subfaturadas ou espelhadas e as meia-notas, entre outras, assim como a manipulação dos estoques. “Eventuais diferenças apuradas com base na movimentação dos estoques informada no Bloco K poderão caracterizar sonegação fiscal. Então, é importante estar atento às exigências, bem como aos seus impactos nos processos operacionais, nos controles internos e procedimentos fiscais da empresa”, esclarece Fábio. E recomenda: “não basta apenas uma boa solução de tecnologia; em alguns casos será necessário rever a cultura da empresa em relação a alguns aspectos. Trabalhando com uma equipe multidisciplinar a empresa ameniza o risco de falhas e inconsistências”.

As empresas que já não atendiam à obrigação de manter o Livro de Controle de Produção e Estoque em meio físico terão maior dificuldade na criação dos controles necessários para atender o Bloco K e na sua elaboração. “Se até mesmo as indústrias de grande porte, que na maioria das vezes estão mais atentas ao compliance, poderão ter dificuldades para atender ao novo layout, as empresas menores que já descumpriam a regra terão um trabalho ainda maior”, explica Fábio.

No caso das empresas que não têm os controles necessários, o especialista da De Biasi reforça que será necessário criá-los do zero, e isso envolve desde o mapeamento do processo produtivo, das movimentações de estoque, das perdas ou quebras, movimentações existentes com terceiros, até os ajustes de inventário, compras, vendas e outras operações.

A multa pelo não fornecimento de informações relacionadas ao Bloco K ou sua entrega com dados incompletos pode chegar a 1% do valor do estoque total no período. Há, ainda, o risco de o Fisco encontrar inconsistências entre os estoques e a movimentação de compras e vendas das empresas e entender essas eventuais diferenças como sonegação. Neste caso, a multa pode chegar a 150% do valor do imposto devido.

“É preciso diagnosticar se os controles atuais são sistêmicos, consolidar os dados e realizar cruzamentos similares aos que serão feitos pelo Fisco. A De Biasi pode auxiliar as empresas em todo esse processo de consolidação, geração e validação das informações a serem prestadas no Bloco K. Nós efetuamos até mesmo um teste de consistência, o que chamamos de compliance digital preventivo”, conclui Fábio Oliveira.

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Positivo Informática expande suas operações para a África

A Positivo Informática, por meio de sua joint venture com o grupo argentino BGH, anuncia a expansão de suas operações para a África, cujo início foi marcado pela assinatura de contrato com o governo de Ruanda para produção e venda de computadores sob a marca Positivo BGH no mercado local. Inicialmente, o acordo prevê a contratação de um volume mínimo de 750 mil equipamentos, com cronograma de entrega distribuído ao longo de cinco anos. Pelo menos 50 mil laptops educacionais devem ser faturados até dezembro deste ano, com início das entregas previsto para o primeiro semestre de 2015.

A proposta da Positivo Informática e da BGH é levar à Ruanda o conceito do uso de tecnologia em sala de aula para alunos de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com o Ministério da Educação. Os computadores e tablets que compõem o acordo virão com conteúdo educacional pré-embarcado. “Estamos confiantes na execução e no sucesso desse projeto em Ruanda pelo know-how que acumulamos ao desenvolver projetos educacionais no Brasil, na Argentina e no Uruguai”, diz Norberto Maraschin Filho, vice-presidente de Mobilidade e Negócios Internacionais.

Segundo o executivo, a estreia no continente africano também está alinhada ao objetivo da Positivo Informática de ampliar a diversificação de seus negócios por meio da internacionalização de sua operação. Continuam no foco o desenvolvimento de novos clientes, projetos e mercados de atuação, acompanhando o amadurecimento do negócio. “Temos um histórico sólido e bem-sucedido da joint venture com a BGH no Uruguai e na Argentina, mercados nos quais a marca Positivo BGH têm mantido uma posição proeminente nos grandes projetos educacionais e no mercado de varejo. Vamos trabalhar para repetir esse modelo de sucesso na África também”, completa Norberto.
Os equipamentos serão produzidos em uma fábrica própria, com área total de 7.500m² em Kigali, capital de Ruanda, inicialmente com capacidade produtiva nominal mensal de 60 mil PCs e tablets.

Internacionalização da companhia

O processo de internacionalização da Positivo Informática começou em 2010, por meio de uma joint venture com a BGH, importante player do segmento de consumo da Argentina. Na época, foram adquiridos 50% do capital social da Informática Fueguina S.A. (IFSA). Desde então, são fabricados e comercializados desktops, notebooks e tablets para os mercados argentino e uruguaio sob a marca Positivo BGH.

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AVG alerta: evite golpes na "Black Friday"

A “Black Friday”, dia dedicado mundialmente a super descontos nas lojas e redes de varejo para queima de estoque, que acontece sempre um dia após a comemoração do “Dia de Ação de Graças” americano, está chegando. Este ano, as ofertas acontecerão no dia 28 de novembro e, apesar dos descontos tentadores, as compras podem ser uma grande cilada se não forem feitas de maneira segura.
Por este motivo, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 188 milhões de usuários, alerta: os descontos nos sites de varejo atraem não somente o consumidor, mas também cibercriminosos. Lojas virtuais e promoções falsas, além de spams com links maliciosos, são apenas alguns dos golpes que podem ser aplicados.
Com o intuito de ajudar o cliente a realizar boas compras sem nenhum problema, a AVG dá dicas para aproveitar as promoções com segurança:

1. Cuidado ao informar seus dados pessoais: Se você não estiver efetuando uma compra, não há motivos para que informe seu endereço, número de telefone e informações do cartão de crédito. Nunca disponibilize seus dados pessoais e bancários por e-mail ou clique em links que te direcionem a outro site para verificação de informações pessoais.

2. Não fique sem antivírus: Sempre instale softwares de segurança e os mantenha atualizados. Para realizar compras pela internet é imprescindível que seu computador, smartphone ou tablet esteja protegido por um antivírus.

3. Crie uma senha para cada conta: Crie sua própria senha e as mantenha atualizadas. Anote-as e guarde as informações em um local seguro.

4. Se possível tenha um cartão de crédito só para as compras online: Isso facilita na hora de rastrear e detectar transações e atividades suspeitas. Certifique-se que seu cartão tenha proteção contra roubo. Guarde os comprovantes de suas compras online.

5. Atenção às promoções recebidas por e-mail: Os spams com ofertas são uma das principais ferramentas dos golpistas. Os links disponibilizados no e-mail podem remeter à uma loja online falsa, para roubo de dados bancários e/ou instalação de software malicioso no computador.

6. Cuidado com links patrocinados: Os links patrocinados podem ocultar os mesmos riscos das promoções por spam, preste atenção e tenha cuidado.

7. Verifique a reputação do e-commerce: Faça uma pesquisa na internet ou com pessoas de confiança sobre a reputação da loja online que pretende comprar. Veja se o site tem certificado digital e conexão segura.

“O importante é agir com bom senso e cautela. Essa época do ano é uma grande oportunidade para cibercriminosos praticarem fraudes com cartões de crédito e débito e clonar identidades. Seguindo as dicas, é possível aproveitar as vantagens do e-commerce sem surpresas desagradáveis”, ressalta Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

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AES Eletropaulo escolhe tecnologia Cisco para projeto de Smart Grid mais inovador do país

A Cisco dá mais um passo em seu propósito de fomentar a inovação no Brasil ao fazer parte do projeto de Smart Grid mais inovador do país, que a AES Eletropaulo lançou na cidade de Barueri, na região metropolitana de São Paulo. O projeto de Pesquisa e Desenvolvimento da concessionária de R$ 75 milhões, financiados pela FINEP, prevê a instalação de 62 mil medidores inteligentes, dos quais 2 mil em comunidades de baixa renda, impactando diretamente 250 mil pessoas.

A tecnologia Smart Grid permitirá uma nova forma de gestão da rede elétrica com a automatização das operações, e planejamento de capacidade das redes de energia da AESEletropaulo, a partir de seu Centro de Operações da Distribuição.

A tecnologia permitirá que falhas ou interrupções na distribuição de energia sejam identificadas e corrigidas com mais agilidade. “Antes que o cliente ligue para a central de atendimento, a distribuidora já terá identificado o problema e enviado um SMS informando a previsão de restabelecimento do fornecimento de energia”, explica Maria Tereza Vellano, Diretora da AES Eletropaulo.

O cliente, por sua vez, poderá acompanhar o seu consumo diariamente, por meio da página da concessionária na internet, e com isso administrar melhor seus gastos. Numa segunda fase, o Smart Grid permitirá o pré-pagamento da fatura elétrica (como acontece com os celulares), microgeração em larga escala de energia renovável e a aplicação de tarifa diferenciada de acordo com o horário de consumo.

O módulo de comunicação co-desenvolvido pela Cisco é um componente essencial desses medidores inteligentes. A solução integra as tecnologias de radiofrequência – que transmite as informações por meio de rede sem fio (RF MESH 6LowPAN) – e PLC (Power Line Communication) – protocolo que utiliza o próprio cabo elétrico para transmissão de dados.

Ao usar essas duas tecnologias simultaneamente, a arquitetura Cisco tem como objetivo proporcionar a medição do consumo em tempo real e a constante atualização dos dados no sistema central. Além disso, este é o primeiro projeto com padrão aberto de comunicação desenvolvido por uma empresa de energia e que já contempla interoperabilidade com múltiplos fabricantes de medidores.

Para Rodrigo Dienstmann, presidente da Cisco do Brasil, esse projeto marca a maturidade da Cisco no setor de energia elétrica. “O desenvolvimento desta tecnologia inovadora em conjunto com a AES Eletropaulo e players da indústria local atesta nossa expertise em Smart Grid. Além disso, o projeto reforça nosso compromisso com a inovação no País e com o desenvolvimento de soluções com padrões abertos para atender as necessidades de nossos clientes”, afirma.

Smart Grid é uma das tecnologias-chave que estão sendo desenvolvidas no Centro de Inovação da Cisco, que foi inaugurado no Rio de Janeiro em agosto de 2013.

Barueri foi escolhida como cidade piloto, pois possui todas as características que refletem os grandes centros urbanos. Isso permitirá que no futuro o modelo de distribuição de energia utilizando o Smart Grid seja replicado em outras cidades.

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IT FORUM EXPO/ BLACK HAT discute fronteiras da segurança da informação

Especialistas em segurança da informação apontaram a fragilidade do Brasil em lidar com as novas exigências de Segurança da Informação em debate realizado no primeiro dia de evento do IT Forum Expo/ Black Hat, principal feira de Tecnologia da Informação da América Latina. Participaram do debate: Francesco Pollola, da Tracenet IT Solutions; Marco Carvalho, da CompTIA; Tiago Jesuino, da CEABS Serviços; e Alexandre Knoploch, da ASEGI (Associação Brasileira de Profissionais de Segurança da Informação e Defesa Cibernética).

Francesco Pollola defendeu a criação de incentivos tributários para que as empresas brasileiras invistam mais nesse setor. “A maioria delas são reativas nas questões de segurança dos seus dados”, diz. Para ele, muitas vezes, a falta de informação entre os executivos impede que as equipes de TI consigam convencê-los a adotar procedimentos caso envolvam custos altos. Outro problema detectado pelo especialista é a questão cultural, pois, de nada adianta uma empresa fazer investimentos em segurança da informação, se os próprios funcionários são negligentes quanto à proteção dos próprios sistemas.

Para Tiago, é difícil mensurar as consequências de um prejuízo causado, por exemplo, por um vazamento de informações, quando a tecnologia não está diretamente vinculada ao negócio em si. “Nessas situações, costumo aconselhar que a área de TI realize simulações para mostrar aos gestores da empresa o efeito prático de tais vulnerabilidades. Só desta maneira eles conseguirão perceber que os riscos podem comprometer os seus ganhos e, com isso, aprovar os projetos de segurança necessários”, afirma.

Alexandre mencionou que a falta de profissionais especializados em segurança da informação também impede que o Brasil se desenvolva mais nesse quesito. “No Brasil, não temos nenhum curso de graduação voltado exclusivamente à segurança cibernética”, lembrou.

Por fim, Marco acrescentou que a vulnerabilidade na segurança da informação pode ser encarada como uma oportunidade de negócio. “Uma rede de farmácias que mostrar aos seus clientes o cuidado tomado com os dados pessoais coletados por eles, certamente, ganhará a confiança e a fidelidade do seu público”, exemplifica. Ele também lembrou que o profissional de TI é um dos mais cobiçados atualmente. “Resta, agora, levar essa cultura para o restante da gestão nas empresas”, conclui.

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Ser e estar em Compliance

Por Regiane Azevedo*

O grande desafio das empresas no mundo moderno já não está apenas em existir, mas, principalmente, em se manter líder em seu segmento. Mas, como vencer a concorrência, se, na maioria das vezes, o que se produz são apenas commodities em um mercado extremamente complexo e globalizado?

Nesse contexto, surge o compliance. O termo tem origem no verbo inglês “to comply”, que significa cumprir, executar, agir de acordo com legislações vigentes, normas e regulamentos impostos. O compliance se propõe, cada vez mais, a ser uma vantagem competitiva para as organizações, uma vez que fortalece aspectos preventivos da gestão, atuando no cotidiano administrativo e na promoção da conformidade. Com destaque no mercado financeiro, a prática tem se estendido aos mais diversos segmentos públicos e privados, especialmente àqueles que estão sujeitos a fortes controles e regulamentações.

Dentro das organizações, o compliance é a estrutura que atende às demandas dos órgãos reguladores e contempla práticas relacionadas à governança corporativa e de gerenciamento de riscos. Também faz a gestão dos assuntos relacionados à ética e aos valores, busca o cumprimento de leis e de políticas internas e externas e apoia a implementação de novas metodologias. Além disso, é responsável por definir as melhores práticas visando transformar princípios em atitudes e, consequentemente, proteger a reputação e a imagem das instituições, assim como a sua sustentabilidade.

O compliance também tem forte papel no fortalecimento dos processos de negócio. Estes devem ser desenhados, aprimorados e conduzidos de tal maneira, que os riscos e as ameaças sejam identificados, mensurados, mitigados e monitorados estrategicamente por meio de controles internos.

No entanto, para garantir que a empresa esteja em conformidade com os seus processos, leis, políticas e procedimentos, é necessário que a alta administração faça parte da cultura organizacional, disseminando a importância e o comprometimento de todos os funcionários com os requisitos internos.

Segundo a Associação Brasileira de Bancos Internacionais (ABBI), existem duas definições para a função Compliance nas organizações: “Ser e Estar em compliance”. “Ser compliance” é conhecer as normas da organização, seguir os procedimentos recomendados, agir em conformidade aos seus processos e sentir o quanto a ética e a idoneidade são fundamentais em todas as nossas atitudes. “Estar em compliance” é estar em conformidade com as leis e regulamentos internos e externos.

A seguir, confira algumas dicas para alcançar a conformidade com as diretrizes do Compliance nas empresas:

• Manter um alto grau de conhecimento dos processos sob sua responsabilidade, buscando os resultados esperados, atribuindo-lhes a qualidade e a segurança indispensáveis;

• Zelar e estar atento ao cumprimento das normas e procedimentos: fazer o que é correto, sem desvios de processos, respeitando as políticas internas;

• Conhecer as regras internas e colocar em prática o que é permitido fazer ou não em termos de comportamento institucional;

• Preservar a imagem da empresa perante o mercado: usar os canais de comunicação oficiais da organização para denunciar situações de risco atrelado à reputação da instituição, que podem levar a impactos negativos à imagem, perda de rendimento e declínio da base de clientes;

• Disseminar a cultura do respeito às regras e normas internas da instituição, padrões éticos e de conduta moral para conscientização da importância do “Ser e Estar em compliance”.

Todos nós temos responsabilidade individual por compliance. Um programa com este objetivo pode não ser o suficiente para evitar crises. Mas, certamente, aprimorará os processos internos com a promoção da conformidade e uma gestão de resultados mais eficientes.

E então? Você É ou Está em compliance com a sua organização? Reflita!

Regiane Azevedo é Consultora de Processos da Trinus Consultoria Organizacional.

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GoPro anuncia início de fabricação no Brasil

A GoPro Inc. (NASDAQ:GPRO) passará a fabricar suas câmeras no Brasil. O modelo HERO3+ Black Edition estará disponível com preço sugerido de R$1699,00, mais acessível para o consumidor brasileiro, nas redes Fast Shop, Fnac, Ponto Frio, além de algumas lojas Wal-Mart e outros grandes varejistas nacionais.

A estratégia da marca é se aproximar do público brasileiro, que é apaixonado por tecnologia, adota as novidades mais rápido e é conectado em tendências, além de grandes engajadores em nossas redes sociais. “A fabricação local da GoPro nos permite oferecer aos nossos clientes por meio de nossos parceiros de varejo produtos a preços competitivos”, disse Drew Goldman, diretor de vendas da GoPro para a América Latina.

A HERO3+ é uma referência na tecnologia de captura de imagens. O dispositivo tem capacidade de definição de até 2.7K em 30 quadros por segundo, e uma taxa de 60 frames por segundo executados em 1080 pixels de definição, além de recursos como SuperView e Auto Low Light.

Com objetivo de ajudar os consumidores a registrar e dividir paixões sob uma perspectiva inovadora, um software de edição de vídeo para computadores, o GoPro Studio, e o aplicativo GoPro App para o compartilhamento instantâneo de fotos e vídeos via dispositivos móveis, acompanham a GoPro HERO3+ Black Edition. Além disso, os usuários GoPro podem acessar e participar de uma rede própria de conteúdo.

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Pesquisa da AVG: um em cada três adolescentes já se arrependeu de uma postagem nas redes sociais

A última pesquisa da série Digital Diaries realizada pela AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 182 milhões de usuários, descobriu que quase um terço dos adolescentes entre 11 e 16 anos (28%) já se arrependeu de alguma postagem on-line. A pesquisa também revelou que 32% já pediram a alguém para remover conteúdos on-line sobre eles, 61% porque não gostaram do conteúdo e 28% por considerarem o conteúdo muito pessoal.

A pesquisa global, que questionou quatro mil adolescentes sobre privacidade on-line, traçou um panorama de ‘luta por controle’. Embora 70% tenham afirmado ter realizado alterações em suas configurações de Facebook para dificultar o acesso a seu perfil e 71% terem dito que entendem o que é privacidade on-line, apenas 29% reconheceram que de fato conhecem todos os seus amigos no Facebook.

“Os jovens querem tirar o máximo das redes sociais ao compartilhar conteúdos, mas devem estar cientes de que nem tudo é o que parece ser on-line e que ameaças podem surgir. Se não agirmos agora para aconselharmos e educarmos essa juventude, principalmente no que diz respeito a contatos com estranhos, podemos estar diante de uma bomba-relógio, que é a questão da privacidade digital. Para essa geração, estar conectado é tão importante quanto comer. A Internet é por onde passam a maior parte de seu dia e é onde acontecem muitas de suas relações com outras pessoas. Se não conseguirmos educá-los para fazer o certo nas redes sociais, iremos falhar em fornecer a proteção que eles precisam para levar uma vida on-line segura”, explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil.

Nesta idade, os adolescentes ainda parecem confusos sobre o quanto é “demais” no compartilhamento on-line:

• Um quinto dos adolescentes falaria on-line com um amigo sobre coisas profundamente pessoais;
• 28% dos adolescentes já falaram com um amigo ou parente sobre compartilhar coisas demais na Internet;
• Dentre aqueles que afirmaram ter pedido para algum conteúdo on-line ser removido, 18% disseram que a postagem havia sido feito por sua mãe;
• 09% disseram sentir que compartilham coisas demais on-line;
• 14% já tiveram que retirar algum conteúdo postado a pedido de alguém.

“Todo mundo pensa que só porque os adolescentes de hoje cresceram com computadores portáteis e smartphones, eles têm uma compreensão inata de como se comportar e se manter seguro on-line. A realidade é que todos nós temos abraçado a Tecnologia sem fazer muitos questionamentos e o resultado é a erosão de nossa privacidade on-line,” diz Tony Anscombe, Evangelista de Segurança Sênior da AVG Technologies.

“De certa forma, os pais são tão culpados quanto os adolescentes. Eu já falei anteriormente sobre o conceito de ‘sharenting’, no qual os pais compartilham conteúdo sobre seus filhos on-line, criando uma ‘pegada digital’ sobre a qual eles não têm escolha ou controle depois. Como pai de um adolescente, acredito que precisamos ser responsáveis pelo impacto social que as novas tecnologias têm em nossos filhos e em nossa família – seja definindo um padrão seguro para nosso próprio comportamento on-line, seja e orientando os deles”.

A pesquisa também identificou que:

• Apenas 12% disseram possuir tranca em seus quartos. Por outro lado, a maioria (78%) possui senha em seus aparelhos- embora 70% tenha afirmado que seus pais sabem alguma ou todas as suas senhas de acesso;
• 38% estavam cientes de que um familiar tinha acessado seu dispositivo sem permissão;
• 18% disseram que alguém da sua família tinha encontrado informações privadas em seu dispositivo que eles não queriam que ninguém visse.

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TCS é reconhecida como líder em BPO no varejo

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em organizações de serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anuncia que foi reconhecida no “Winner’s Circle” (Círculo dos Vencedores), junto aos maiores provedores mundiais de serviços de BPO (terceirização de processos de negócios) no varejo pela empresa analista HfS Research em seu “Blueprint Report on Retail BPO Services,” de autoria da analista Reetika Joshi.

O HfS Blueprint identifica os principais diferenciadores dos provedores de serviços, que foram inseridos no “Winner’s Circle” por sua comprovada excelência em termos de execução e inovação. Do ponto de vista da execução, esses provedores desenvolvem sólidas relações com os clientes e fornecem soluções em cenários reais, além de demonstrar flexibilidade no atendimento das necessidades dos clientes. A inovação representa a principal visão dos provedores, com planos para investir em novos recursos e capacidade de explorar direcionadores externos de modo a agregar maior valor aos clientes.

O relatório destaca o amplo escopo da TCS em gestão de conteúdo digital, administração de promoções e otimização dos mecanismos de pesquisa, além da capacidade da empresa em contribuir para o crescimento dos varejistas e integrar seus empreendimentos de e-commerce às operações convencionais de varejo. O relatório cita também a capacidade da TCS em tecnologia, e-commerce, conhecimentos especializados do varejo e formação de opinião em seu ramo de atividade ao prestar serviços à sua vasta clientela varejista.
“Estamos orgulhosos em sermos reconhecidos no ‘Círculo de Vencedores’ da HfS e por ajudar os varejistas de todo o mundo a atingir seus objetivos comerciais e estratégicos de crescimento, agilidade e eficácia”, afirma Abid Ali Neemuchwala, Global Head of Business Process Services da TCS. “Nossos investimentos estratégicos na produção de conhecimento especializado, ofertas analíticas de varejo, impulsionadores tecnológicos e plataformas atribuem valor para os clientes em proporções globais”.

O setor de varejo passa por uma transformação tectônica conforme o cenário competitivo muda. E-commerce, expectativas do consumidor, comportamento, dados demográficos e psicográficos modificam-se com extrema rapidez. “Os varejistas buscam parceiros capazes de ajudá-los a reagir com rapidez a essas mudanças, e também a crescer enquanto administram seus custos. O nosso conhecimento do setor, a metodologia de simplificação FORE™ comprovada, os geradores TRAPEZE™ de soluções e o eficaz mecanismo de entrega via Global Network Delivery Model (GNDM™), possibilita aos principais varejistas de todo o mundo suprirem essas necessidades”, explica Henry Manzano, CEO da TCS para América Latina.

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Opera Software e Microsoft assinam acordo que estende a Opera Mobile Store para mais telefones da Nokia

A partir do primeiro trimestre de 2015, as pessoas que acessarem a Nokia Store dos dispositivos das séries 40, 60, Symbian, Asha e Nokia X serão automaticamente redirecionados para a Opera Mobile Store, na qual terão a oportunidade de se tornarem clientes da loja e ter acesso a dezenas de milhares de aplicativos para seus aparelhos.

A transição para a loja da Opera estará disponível para milhares de pessoas que usam os telefones clássicos da Nokia, para que continuem a ter uma fonte confiável de aplicativos, jogos e conteúdo. O processo de migração de clientes está previsto para ser concluído no primeiro semestre de 2015, momento em que a loja da Nokia será fechada.

“Continuaremos a vender e oferecer suporte aos dispositivos clássicos da Nokia, que permanecem populares em diversas partes do mundo”, disse Rich Bernardo, Vice-Presidente de Celulares da Microsoft. “Estamos muito satisfeitos em estabelecer a parceria com a Opera Software para continuar a proporcionar aos consumidores e desenvolvedores uma experiência de confiança na loja de aplicativos”.

“Quando os atuais usuários da Nokia Store forem migrados para a Opera Mobile Store, eles continuarão a receber os aplicativos mais recentes e interessantes para seus celulares”, diz Lars Boilesen, CEO da Opera Software. “A Opera Mobile Store se torna um player ainda mais significativo no mercado de lojas de aplicativos, e os usuários de telefone móvel da Nokia têm a oportunidade de utilizar uma loja de aplicativos de primeira classe para os próximos anos”.

A loja de aplicativos confiável em todo o mundo

Quando a transição dos consumidores for completada, a Opera será a terceira maior loja de aplicativos do mundo em termos de downloads.

Atualmente com cerca de 300 mil aplicativos e jogos disponíveis na loja, e milhões de downloads concluídos diariamente, a Opera Mobile Store possui um grande alcance para os desenvolvedores que desejam disponibilizar seus apps.

A loja da Opera suporta mais de 7500 dispositivos diferentes, desde feature phones até smartphones mais avançados. Ela é uma plataforma de confiança utilizada por mais de 40 mil desenvolvedores ao redor do mundo.

Os desenvolvedores que estão pensando em publicar seus aplicativos na Opera Mobile Store podem fazê-lo visitando o endereço apps.opera.com

O anuncio segue um contrato separado, anunciado em agosto de 2014, que determina a Opera como o navegador padrão dos celulares da marca Nokia, incluindo os aparelhos Series 30+, Series 40, Asha e Nokia X.

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Oodrive entra no mercado brasileiro com soluções inovadoras de compartilhamento de arquivos em Cloud

A Oodrive, líder no segmento europeu de soluções inovadoras em gerenciamento e compartilhamento seguro de arquivos, anuncia entrada no mercado brasileiro. A empresa chega para impulsionar o cenário brasileiro do Cloud com inovação, simplicidade e segurança para clientes que precisam trabalhar de forma colaborativa e dinâmica.

“Estar no Brasil representa uma continuidade na estratégia de expansão do Grupo Oodrive, que já fornece a solução para empresas multinacionais na America Latina. Apresentamos ao mercado as melhores e mais seguras soluções para empresas que necessitam agilizar o compartilhamento de informações entre seus funcionários, clientes ou fornecedores”, afirma o diretor geral da empresa no Brasil, Julian Herbert.

Utilizadas por mais de um milhão de pessoas, em mais de 14.500 empresas no mundo, as soluções em Cloud da Oodrive garantem maior eficiência na execução de trabalhos colaborativos, integrando todas as áreas e equipes envolvidas nos projetos. “Nas agências de publicidade, por exemplo, ajudamos nossos clientes a melhorar seu atendimento disponibilizando plataformas personalizadas por marca para centralizar, compartilhar e visualizar on-line todos os arquivos, mesmo aqueles mais pesados como fotos, vídeos e layouts de maneira bem mais rápida e com total segurança”, diz Herbert.
“Segundo os clientes no Brasil, nossas soluções são muito intuitivas e permitem o envio de arquivos com velocidade pelo menos cinco vezes maior do que outras soluções de compartilhamento disponíveis no mercado”, acrescenta Herbert.

Além disso, a Oodrive possui estrutura de atendimento e suporte locais, por meio de datacenters no Brasil, o que traz para o cliente uma redução de custo, evitando gastos com impostos por armazenamento de dados no exterior.

Um dos grandes diferenciais dos serviços da Oodrive é a diversidade da família de produtos, que se adaptam tanto para construtores, arquitetos, advogados, bancos, agências de comunicação, indústrias e órgãos públicos.

A chegada da Oodrive traz uma nova perspectiva para o mercado brasileiro de compartilhamento de dados corporativos. Com total facilidade no uso, atende as necessidades de mobilidade e colaboração dos usuários. “Hoje, o acesso de dados em tempo real é uma necessidade para todos os funcionários. Por isso, possuímos também uma aplicação mobile que permite acessar, visualizar e compartilhar os arquivos em qualquer lugar, on-line ou off-line, com a garantia de proteção dos dados confidenciais”, conclui o diretor da Oodrive.

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Gartner posiciona a Informatica como líder no Quadrante Mágico 2014 para Gerenciamento de Dados Mestres de Soluções de Dados de Clientes

A Informatica Corporation (Nasdaq: INFA), fornecedora independente número um do mundo de software de integração de dados, anunciou hoje que a Gartner, Inc., líder em pesquisa e consultoria de TI, posicionou a companhia como líder no Quadrante Mágico 2014 de Gerenciamento de Dados Mestres de Soluções de Dados de Clientes em outubro, com base em sua capacidade de execução e sua visão estratégica.

O posicionamento da Informatica movimentou-se para cima e para a direita no que diz respeito a estes dois indicadores e foi colocada mais à direita em relação ao eixo abrangência da visão. O relatório completo, publicado em 30 de outubro, incluindo o gráfico do quadrante, está disponível no endereço: http://www.informatica.com/us/magic-quadrant-MDMhttp://www.informatica.com/us/magic-quadrant-MDM

Bill O’Kane e Saul Judah, diretores de pesquisa da Gartner, escreveram no relatório que: “empresas de todos os tamanhos e de muitos setores estão se esforçando para manter em toda a organização uma única versão consistente, compartilhável e precisa dos dados dos clientes – uma exigência que está crescendo em importância. Com o crescente foco na digitalização das empresas, a gestão de seus dados mestres fundamentais também está se tornando cada vez mais importante. A capacidade de atingir e manter uma única e semanticamente consistente versão dos dados mestres de seus clientes é fundamental para as organizações centradas no cliente.”

De acordo com o relatório da Gartner, “em relação à criação e gestão de dados mestres de clientes, muitas organizações e fornecedores pensaram inicialmente que os sistemas CRM, ERP ou outros aplicativos do setor poderiam resolver o problema dos dados mestres inconsistentes espalhados pelos vários sistemas das empresas; no entanto, esses sistemas não foram concebidos para essa tarefa e, muitas vezes, existem diversos sistemas CRM ou ERP dentro de uma empresa. Muitas organizações já investiram na criação de um novo sistema central para gerenciar seus dados mestres de clientes, tendo a maioria (cerca de 80%) adquirido pacotes MDM de soluções de dados do cliente, ao invés de gerar essas capacidades eles mesmos”.
O relatório Gartner observou que o mercado de MDM de soluções de dados de clientes continua crescendo a um ritmo significativo. “O Gartner estima que o segmento de mercado de MDM de soluções de dados de clientes cresceu e chegou a um montante de US$ 586 milhões em 2013, um aumento de 12,2% em relação a 2012.”

O MDM da Informatica utiliza uma abordagem flexível para atender às exigências empresariais singulares dos clientes. Esta comprovada abordagem MDM multidomínio melhora as operações e permite que os usuários corporativos possam contar com os dados comerciais críticos consolidados e confiáveis, tais como clientes, produtos, parceiros de canal, fornecedores e as relações entre eles.

“Acreditamos que o contínuo posicionamento da Informatica como líder no Quadrante Mágico da Gartner reafirma a forte motivação e a visão ousada do nosso produto MDM e sua aceitação entre os nossos clientes”, disse Dennis Moore, Vice-presidente sênior de Gerenciamento de dados mestres da Informatica. “Continuamos investindo substancialmente em nosso produto MDM multidomínio e em sua inovação fundamentalmente baseada na plataforma Intelligent Data da Informatica. Isto demonstra o compromisso da Informatica com o sucesso de nossos clientes, com uma completa solução de MDM que é flexível, rápida de implementar e focada no usuário corporativo.”

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