Archive maio 2014

Estoque: o coração da logística

Por Victor Simas*

Com o vai e vem de nossas mercadorias, um fator é vital para o fluxo de produtos dentro da cadeia logística: o estoque. Nele, é armazenado tudo o que a empresa oferece em vendas e distribuição. A boa administração dessa etapa é extremamente importante para que não haja frustração da demanda, atrasos e erros nas entregas.

A qualidade e a eficiência da logística estão inteiramente ligadas ao estoque de uma empresa, já que esse setor absorve mais de 30% dos custos totais de uma operação. Ajustar as quantidades armazenadas está entre os processos de distribuição são fundamentais, também, para reduzir custos excessivos e não só facilitar os procedimentos na cadeia de entrega.

Muitos profissionais consideram o estoque como a parte mais burocrática do ciclo de escoamento dos produtos. Devemos salientar que essa etapa é tão importante quanto às outras, mas apresenta características determinantes para a conclusão do ciclo. Apesar de depender diretamente do nível de vendas de uma empresa, o estoque é um setor que demanda muita atenção, uma vez que seus custos têm impacto grande no resultado financeiro de uma companhia.

Para organizar um estoque de forma efetiva, deve-se mapear ações rotineiras dentro do sistema de administração local, como nível de determinado produto armazenado, “ressuprimento” de materiais, controle de compras e entregas, além da estrutura do ambiente físico. Passos como esses são fundamentais na organização do local de armazenamento. Dessa maneira, a eficiência gerada pela boa administração é o que destaca um estoque no mercado e gera ganhos nos resultados de uma organização.

Para isso, a gestão dos estoques não deve ser realizadas isoladamente. Um bom estoque nada mais é do que o reflexo de uma empresa organizada, que se preocupa com o armazenamento correto de seus produtos e com o nível de suprimentos oferecidos. Diversos fatores, como a larga produção de determinado produto, contribuem ativamente para definir a maneira como um estoque se encontra e também a eficiência no fluxo de produtos que ficam estocados ali. Resumidamente, podemos afirmar quer organizar e administrar o estoque de uma grande empresa demanda tempo e dedicação, mas é uma tarefa que efetivamente vai gerar resultados para o negócio.

*Victor Simas é presidente da Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição).

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Engajamento é a ferramenta de gestão mais importante para CEOs e profissionais de RH atualmente, aponta pesquisa

Diretores de Recursos Humanos e CEOs compartilham da mesma percepção para as empresas atingirem resultados positivos. É o que aponta pesquisa da Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, realizada com mais de 400 profissionais do setor e CEOs.

De acordo com os dados do levantamento, 30% dos profissionais de RH consultados consideram o engajamento a principal ferramenta de gestão para conseguir resultados positivos nas empresas. A mesma pergunta feita apenas para CEOs alcançou aderência de 41% dos entrevistados.

Já remuneração e talent management são lembrados por 21% e 20%, respectivamente, dos executivos de RH. Já para os CEOs, os mesmos fatores representam 24% e 23%.

Conforme a pesquisa, employer branding corresponde a 17% das melhores práticas de gestão para os executivos de RH, enquanto que para os CEOs apenas 6%. Já as ferramentas e ações de treinamento, para os profissionais de RH representaram 12% e para o alto escalão somente 6%.

“É fundamental para o RH participar efetivamente das decisões estratégicas desde a sua concepção, para um melhor planejamento do desenvolvimento organizacional e consequente desenvolvimento das equipes de alta performance. A área de Recursos Humanos ainda sofre com o não alinhamento e falta de informação, o que cria uma pressão exacerbada, que poderia ser evitada com um melhor fluxo de comunicação nas corporações. A pesquisa mostra que há uma leve evolução, mas que a proximidade entre RH´s e CEOs precisa aumentar.” – avalia Sérgio Sabino, Diretor de Marketing e Planejamento Comercial do Michael Page na América Latina.

Treinamento e gestão do conhecimento é o grande desafio do gestor de RH

Ainda de acordo com os dados da pesquisa, 22% dos gestores de recursos humanos consideram que treinamento e gestão do conhecimento é o grande desafio do setor. Já 20% e 19% dos consultados estão preocupados com retenção de talento e remuneração, respectivamente. 16% apontam transformação cultural e desenvolvimento de liderança como desafios de gestão. 13% acreditam em atração de talentos e 10% em assessment e coaching.

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O atendimento adequado em 13 passos

O atendimento é mais que um diferencial, é uma necessidade básica em qualquer negócio. Atender bem extrapola as premissas da boa educação, atender bem é ter sensibilidade, entendimento e técnica para transmitir ao cliente todas as informações necessárias que precisa saber.

Segundo uma pesquisa da empresa norte-americana US News And World Report, especializada em comportamento dos consumidores, aproximadamente 68% dos clientes não voltam ou não continuam a comprar determinado produto ou serviço pelo mal atendimento e pela má qualidade dos serviços prestados. A pergunta que fica é a seguinte: como está o atendimento em sua empresa? Seus funcionários são qualificados, motivados e treinados para atender os anseios dos seus clientes? O que os clientes falam de sua empresa?

Hoje, por mais que a empresa esteja extremamente estruturada e que a marca esteja adequadamente exposta, um desvio na reputação pode ser fatal. Assim, manter o nome sem reclamações ultrapassa investimentos na área de marketing.

O consumidor é implacável com os deslizes das empresas e dependendo da gravidade da situação, impactará diretamente nas vendas e até mesmo em uma desvalorização financeira de seus produtos e serviços. Para as pequenas e médias empresas a importância do atendimento se torna ainda mais relevante. A marca de uma pequena empresa não é tão divulgada como as das grandes corporações, assim, a repercussão de um atendimento inadequado pode ser desastrosa.

Para estas empresas, o bom atendimento é vital, pois são seus poucos clientes quem propiciam a sobrevivência de um negócio. O cliente deve sair satisfeito com o atendimento recebido, sendo necessário verificar quais os comportamentos, quais as necessidades e como supri-las.

Assim, os colaboradores das organizações devem atuar para encantar os clientes, obtendo um melhor retorno financeiro a todos. Superar as expectativas sempre, esse é o caminho! Lembrando que cliente insatisfeito conta para dez pessoas e as satisfeitas para apenas duas pessoas.

Veja algumas orientações sobre o tema:

1. Ser rápido e solícito com o cliente é uma necessidade para cativar o consumidor. O profissional deve ser treinado para atender a cada cliente como ‘o cliente dele’;

2. O colaborador deve conhecer a fundo todos os detalhes do produto ou serviço que está oferecendo ou que o cliente está pedindo;

3. É fundamental ter em mente que nunca é perda de tempo fazer demonstrações e prestar informações detalhadas;

4. É importante que se crie identificação, assim, deixe que o cliente conheça a sua empresa, fazendo com que se tenha entendimento do que se está oferecendo;

5. Ser verdadeiro é fundamental, tenha isso como preceito básico e exercite o perguntar mais do que falar;
6. Todo cliente tem seu tempo, se ele estiver com pressa, seja ágil, se for moroso, mantenha-se tolerante, paciente e calmo;

7. Só prometa prazos, horários e outros se realmente puder cumprir;

8. Seja ético, íntegro e sincero com todos os tipos de clientes e conquiste para sempre sua confiança;
9. Evite deixar o cliente esperando, se observar que irá demorar, pare por um instante o que está fazendo para dar um posicionamento pela demora;

10. Evite amadorismo e erros grosseiros de linguagem, isso vale tanto com atendimento pessoal como por telefone, busque reconhecer qual o estilo do cliente e adapte sua linguagem, se atente para nunca ser vulgar ou inconveniente;

11. Evite transferências desnecessárias, entenda o que a pessoa necessita e caso tenha que transferir para outro colaborador, seja assertivo;

12. Cuidado com os valores ou mesmo produtos que serão apresentados, se o cliente sentir que estão tentando enrolar ou tirar vantagem na negociação ficará muito mais difícil;

13. Sempre faça um follow-up, ligue para ver se estava tudo certo. Avalie o atendimento e a satisfação.

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Ministério de Ciência e Tecnologia lança edital para seleção de 100 startups

O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (Sepin/MCTI), Virgilio Almeida, e representantes do programa Start-Up Brasil lançaram nesta terça-feira (27), em São Paulo, o edital para a seleção de 100 startups, dividido em duas etapas.
A primeira contempla 50 startups, sendo 75% das vagas destinadas a empresas brasileiras e 25%, a empresas internacionais. As inscrições começam amanhã, com a publicação do edital, e terminam no dia 14 de julho. Podem ser feitas pelo site: www.startupbrasil.org.br.

A segunda fase também selecionará 50 startups, nos mesmos moldes, e o cronograma terá início no próximo semestre, em data a ser definida.

Inserido no programa TI Maior, o Start-Up Brasil é uma iniciativa do MCTI em parceria com aceleradoras e visa apoiar empresas nascentes de base tecnológica (startups) que cumprem a função de revitalizar o mercado, elaborando produtos e serviços com viabilidade econômico-financeira.

Novidades

O edital apresenta algumas diferenças em relação ao lançado em 2013. Desta vez, podem se inscrever empresas com até quatro anos de constituição (emissão de CNPJ) – no edital anterior, o prazo era de três anos. Para facilitar a inscrição dos projetos, será fornecido um modelo de proposta que poderá ser preenchido online pelas interessadas.

O público-alvo também foi ampliado. “Pela primeira vez, empresas que adotam soluções inovadoras em hardware também terão a possibilidade de participar do Start-Up Brasil”, explicou o secretário do MCTI. “Até então, apenas as soluções em software eram contempladas”, disse Virgilio.

O edital traz modificações que irão ampliar a interação entre startups e aceleradoras. “Cada startup deverá indicar seis aceleradoras de interesse, entre 12 opções disponibilizadas”, informou o gerente de operações do Start-Up Brasil, Vitor Andrade. “Esse processo permitirá ao empreendedor avaliar se a aceleradora interessada em seu projeto tem o perfil desejado para alavancar o negócio”.

Empresas que já receberam investimentos de uma das aceleradoras que compõem a iniciativa não estão habilitadas a participar.

Brasileiros residentes fora do país há mais de três anos também podem apresentar seus projetos para avaliação, classificando-os como startup internacional, modalidade que terá direito a até 25% dos projetos selecionados. “Empresas estrangeiras não têm necessidade de apresentar o CNPJ para participar do programa”, explicou Rafael Moreira, diretor de Software e Serviços de TI do MCTI.

Cronograma

Após o encerramento das inscrições, em 14/7/14, os projetos serão avaliados por uma banca composta por representantes de universidades, pesquisadores, integrantes do MCTI e representantes do setor privado.

Com a divulgação dos resultados e o anúncio das startups selecionadas, começa a fase de relacionamento entre os empreendedores e as aceleradoras – momento em que a startup escolhe a aceleradora que será sua parceira no desenvolvimento do negócio.

Em seguida, inicia-se o processo de aceleração e liberação dos recursos. O programa Start-Up Brasil repassará até R$ 200 mil para cada startup desenvolver os projetos apresentados. Esse valor pode ser complementado pelas aceleradoras, sem intermediação do ministério.

Texto: Leonardo Aragão – Ascom do MCTI

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Tecnologia cobrada em dólar afeta desenvolvimento do setor de contact center

Com o desenvolvimento econômico do país nos últimos anos e a expansão do consumo, o setor de contact center tem se reinventado para agilizar ainda mais o atendimento ao consumidor. Prova disso, é a utilizaçã o de multicanais como chat, e-mail, redes sociais, telefone, dispositivos móveis, entre outros meios, o que exige das empresas um investimento grande em tecnologia de softwares e equipamentos.

Contudo, todo este processo, que deveria alavancar o crescimento do setor, é prejudicado pelo alto custo que se paga pela tecnologia atualmente. O que tem sido um dos principais fatores para a redução de rentabilidade das companhias do segmento nos últimos anos.

Por ser cotada em dólar, as renovações de licenças de softwares, por exemplo, custam em torno de 20% a mais do que deveriam, e impactam diretamente no empresário, que necessita investir tanto em treinamento para adaptação desta nova tecnologia como em equipamento para suportá-la. “A tecnologia custa caro e quem busca estar à frente no mercado tem de acompanhar este processo, pois os softwares se modernizam, demandam mudanças de arquitetura de hardwares, que obrigam a troca de maquinário, sendo necessário um profissional treinado para manuseá-las, o que encarece no custo a ser repassado para o contratante”, afirma Lucas Mancini, presidente do Sintelmark.

Para Andres Enrique Rueda Garcia, presidente da URANET, empresa do segmento, que investe em média de 7% a 10% da margem de seu negócio em tecnologia, o contratante deveria valorizar mais o aspecto tecnológico na hora do contrato. “A empresa que contrata os serviços de contact center deveria valorizar melhor esse investimento e, consequentemente, entender melhor os aspectos que giram em torno da composição de valores do serviço prestado pela contratada”, argumenta o executivo.

Garcia destaca ainda que uma importante opção seria a valorização de empresas de tecnologia nacionais. “Atualmente, o setor depende, e muito, de tecnologia importada e, com a variação cambial nos últimos tempos do dólar, fica improvável manter os preços em reais. Creio que o melhor caminho é o reconhecimento das companhias nacionais de TI, como a solução IntergrALL, desenvolvida por empresa 100% brasileira e sem uma arquitetura atrelada a outras tecnologias importadas de alto custo”, analisa.

Renault apoia restauração do Teatro Guaíra em Curitiba

A Renault do Brasil, em parceria com o Governo do Estado do Paraná através da Secretaria de Cultura, anunciou hoje o seu apoio à restauração do mais tradicional teatro do Paraná e um dos mais importantes do Brasil: o Teatro Guaíra. Símbolo cultural da cidade de Curitiba, ele receberá investimentos de R$ 2,8 milhões da Renault para reforma de suas instalações. A expectativa é de que as obras sejam concluídas até dezembro deste ano.

“É um grande orgulho para todos nós, da Renault, participarmos da restauração do Teatro Guaíra, que além de ser um símbolo de Curitiba e do Paraná é reconhecido por sua relevante contribuição às artes e à cultura”, destacou Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil. Os recursos serão destinados à recuperação do auditório Bento Munhoz da Rocha Netto, mais conhecido como “Guairão”, que em dezembro próximo completará 40 anos, e à troca das cortinas do Auditório Salvador de Ferrante, o “Guairinha”.

Inaugurado no dia 12 de dezembro de 1974, o Guairão já foi palco de grandes nomes do teatro e da música brasileira e internacional, como Fernanda Montenegro, Paulo Autran, Roberto Carlos, Chico Buarque, entre tantos outros. Bailarinos famosos como Rudolf Nureyev e Margot Fonteyn, e maestros renomados como Zubin Mehta e Isaac Karabtchevsky, também já se apresentaram no Guairão. Além disso, é a casa do Balé Teatro Guaíra e da Orquestra Sinfônica do Paraná, que são reconhecidos internacionalmente pela qualidade dos seus trabalhos.

O Guairão ainda não havia passado por nenhuma reforma desde a sua inauguração. Os recursos agora disponibilizados serão aplicados especialmente no restauro das poltronas e na troca de toda a forração da sala e das cortinas. O Teatro Guaíra, mantido pelo Governo do Estado, é tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná desde 2003 e só em 2013 recebeu mais de trezentas mil pessoas em seus auditórios.

RENAULT NA CENA CULTURAL

Há 15 anos produzindo no País, a Renault é uma empresa paranaense e quer estar cada vez mais próxima da sociedade, desenvolvendo ações que promovam o seu desenvolvimento social e cultural. Além do apoio à restauração do Teatro Guaíra, a Renault participa também de outras importantes iniciativas nas áreas artísticas, culturais e esportivas do Paraná.

Neste ano, a Renault voltou a patrocinar, pelo segundo ano consecutivo, a realização do Festival de Teatro de Curitiba, um dos mais importantes do País. Também na capital paranaense, a Renault detém, desde 2012, os direitos de naming rights do Expo Renault Barigui, um centro de exposições instalado no principal parque da cidade, o Barigui.

No ano passado, através de parcerias com a Secretaria do Esporte do Estado, a Renault apoiou a reforma do Centro de Excelência em Ginástica do Paraná (Cegin), voltado à preparação de atletas da ginástica artística brasileira. Ainda em 2013, na cidade de Paranaguá, apoiou também a recuperação do prédio (um edifício histórico com quase 170 anos) e instalação da Biblioteca Mário Lobo, primeira sucursal da Biblioteca Pública do Paraná, cujo acervo soma 10 mil volumes.

A Renault também detém, desde 2012, os direitos de naming rights do Teatro Renault, principal sala de espetáculos musicais de São Paulo, de projeção internacional. Em cartaz com um dos espetáculos de maior sucesso na Brodway, o Rei Leão já levou aproximadamente 450 mil pessoas em mais de 300 apresentações desde sua estreia.

INSTITUTO RENAULT

O Instituto Renault, lançado em 2010, reforça a disposição da Renault em contribuir para a melhoria de vida dos brasileiros e a preservação da biodiversidade. Sua atuação está voltada a quatro eixos principais: Educação, Segurança no Trânsito, Desenvolvimento Social e Diversidade e Sustentabilidade Ambiental e Mobilidade. Em 2013, o Instituto realizou investimentos de R$ 8,6 milhões, em ações que impactaram mais de 160 mil pessoas.

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Aplicativo garante agilidade em promoção de Dia dos Namorados

As conhecidas promoções de Dia dos Namorados promovidas pelos shoppings agora contam com a tecnologia para acabar com as filas na hora de trocar as notas fiscais por cupons. Os clientes dos shoppings da Sonae Sierra Brasil podem baixar o aplicativo Chega de Fila e participar dos sorteios com poucos toques na tela do celular e ainda garantir cupons em dobro.

Utilizar o aplicativo é simples. Basta fazer o download na App Store ou na Google Play (disponível para smartphones com os sistemas operacionais iOS e Android, respectivamente), fotografar suas notas fiscais e preencher um rápido formulário com os dados pessoais. O cadastro das notas também pode ser feito pelo site www.chegadefilapromo.com.br. Para estimular ainda mais a participação pelo aplicativo e site, os shoppings darão cupons em dobro para os consumidores digitais! A novidade faz parte do projeto SSB Digital Experience, que tem o objetivo de levar experiências digitais aos shoppings.

A PROMOÇÃO
Realizar sonhos é o objetivo da promoção de Dia dos Namorados dos empreendimentos da Sonae Sierra Brasil, que acontece até 15/06. Intitulada Sonho Real, a campanha sorteia barras de ouro para os consumidores. Participam os quatro shoppings da capital paulista – Boavista, Campo Limpo, Penha e Plaza Sul –, além do Shopping Metrópole, em São Bernardo do Campo; o Franca Shopping, em Franca; o Tivoli Shopping, em Santa Bárbara d’Oeste; o Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, e o Manauara Shopping, em Manaus.

Já em Londrina, O Boulevard Londrina Shopping sorteia um automóvel RAV4 e 30 minigeladeiras retrôs. O Uberlândia Shopping premia com um carro Mini-Cooper e dois kits com TV e home-theather, e o Passeio das Águas Shopping, de Goiânia, com duas Pajeros.

Para participar, basta o cliente trocar seus cupons fiscais nos valores estipulados por cada empreendimento (entre R$ 250,00 e R$ 300,00).

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Para onde vai o seu dinheiro?

Por Dora Ramos*

Fim do mês é sempre um período complicado. As contas vão chegando, o dinheiro, sumindo e o desespero, batendo. Com o orçamento que não fecha, logo nos fazemos uma pergunta: para onde foi o dinheiro? Essa questão pode ser facilmente respondida pelos gastos mensais não elencados, extras ou até mesmo supérfluos, que não colocamos na ponta do lápis na hora do planejamento.

Aquele cafezinho no trabalho ou brinquedinho para seu cachorro ajuda muito a comprometer e até a provocar verdadeiros estragos em nosso orçamento. Quando contabilizadas, essas despesas acabam somando valores expressivos durante todo o ano sem que percebamos. Na compra de um carro, por exemplo, é muito comum as pessoas fazerem contas com base apenas nas parcelas e no seguro, e se esquecerem de impostos, combustível, lavagem, estacionamento, revisão, mecânico, entre outros. Certamente, esses compromissos inadiáveis são responsáveis por quase meio carro zero quilômetro a cada ano.

Outra paixão do brasileiro, os animais de estimação também devem ter os gastos calculados no orçamento, pois assim não se tornarão um peso em nosso bolso. Alimentação, banho temporário e atendimento veterinário estão cada vez mais caros e, embora sejam rotineiros, quase nunca entram nas contas mensais. Outro vilão da saúde financeira, sobretudo das mulheres, são os cuidados pessoais, como cabeleireiros, manicures e cosméticos.

Mas não são só carros, animais de estimação e cuidados com a beleza que “desviam” boa parte de nossos rendimentos mensais. Hábitos como o cafezinho do pré-expediente, o salgado da tarde ou mesmo a cervejinha do happy hour são menosprezados nas finanças pessoais, mas estão entre os principais gastos não controlados. Dificilmente o Vale-refeição é suficiente para cobrir essas despesas e, de R$ 5 em R$ 5, mais de um salário é destinado a isso todos os anos.

Para que não haja um susto no final do mês, é importante que se liste todas as despesas, desde o lanchinho da tarde até o conserto do carro. Fazer anotações semanalmente é uma boa alternativa para ser ter um relatório completo, que permite a mensuração do que poderia ter sido poupado e do que será corrigido nos próximos meses.
Esses pequenos gastos podem sair do controle e ser tão representativos quando uma prestação. Por isso, saber para onde cada parte do dinheiro vai é muito importante para a saúde financeira de qualquer pessoa. Evitar gastos supérfluos pode ser o ponto principal para a conquista de um sonho ou mesmo para que não se fique endividado. Por isso, fique atento, mantenha os gastos sob controle e não exagere nas despesas extras.

* Dora Ramos é especialista em Finanças Pessoas e Contabilidade, e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial

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Trade turístico curitibano define ações de curto prazo para a Copa do Mundo

Foto: Naideron Jr

Interesse e engajamento foram as características a se destacar no Encontro de Mantenedores do CCVB – Curitiba, Região e Litoral Convention & Visitors Bureau, realizado na última terça-feira (20) que debateu o tema “Copa do Mundo: agora, durante e depois”.

O trade turístico também é responsável pela imagem que o turista terá da cidade, portanto, os participantes discutiram uma série de ações de curto prazo que consistem no bem receber os visitantes e em como gerar bons negócios. “Precisamos motivar os profissionais do turismo e comunidade para atender bem o turista e incentivar que ele conheça e aproveite ao máximo a nossa cidade, e retorne para sua casa com a melhor percepção e inesquecíveis recordações”, comenta Tatiana Turra, diretora executiva do CCVB.

Os mantenedores tiveram novas ideias e através do network feito no evento, novas parcerias surgiram. Empresários e autoridades do turismo perceberam que é preciso trabalhar juntos com uma linguagem padronizada para fixação da marca Curitiba. Um exemplo é a parceria entre a CIT Mídia e o CCVB, que juntas, vão lançar terminais de atendimento ao turista, postos de informações online com as ferramentas necessárias para informar os turistas tanto nacionais quanto estrangeiros, localizados nos principais pontos da cidade. Outra ação em conjunto com entidades é a Campanha #eucurtocuritiba, uma campanha de marketing viral.

Além dos empresários, executivos e especialistas convidados para o debate “Copa do Mundo: agora, durante e depois”, Adonai Aires de Arruda Filho, diretor da BWT Operadora, Beto Madalosso, sócio diretor do Grupo Madalosso, Juan Andrade, gerente de Receitas dos Hotéis Deville e coordenador do grupo COMPSET e o professor José Manoel Gonçalves Gândara, especialista em Marketing e Gestão do Turismo e Doutor em Turismo e Desenvolvimento Sustentável, estiveram presentes Marcelo Woellner, presidente da Abrasel – PR, Roberto Bacovis, presidente da Abav – PR, Rodrigo Swinka da Paraná Turismo e Cristiane dos Santos do Instituto Municipal de Turismo.

“Ficou evidente a preocupação de todos com a imagem do destino. A comprovação disso foram e as sugestões e iniciativas colocadas para criarmos em conjunto uma agenda. Com isso consolidamos a Copa do Mundo como uma oportunidade de negócios e de crescimento”, afirma Dario Paixão, presidente da entidade.

Paixão apresentou também os resultados de 2013 e ações que estão em andamento, como o Planejamento Estratégico da Copa e o Festival de Inverno, que já possui data, de 01 de julho a 17 de agosto.

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Programa de lideranças da Algar Tech recebe prêmio ESARH

O case “Programa de Formação de Supervisores da Algar Tech” recebeu nesta semana, em Gramado (RS), o prêmio ESARH 2014. A empresa participou na modalidade Gestão de Pessoas – categoria pessoa jurídica.

O case da Algar Tech relata como melhorar o engajamento e a satisfação dos líderes da companhia, com o Programa de Desenvolvimento em que eles estavam envolvidos. A Algar Tech pertence ao grupo Algar que tem desde a sua origem uma preocupação com as pessoas, tendo inclusive desenvolvido uma filosofia que evoluiu para um modelo de gestão chamada de Empresa Rede. Esse modelo, que tem na sua base o comprometimento e a responsabilidade, é aplicado em todas as empresas que compõem o grupo Algar.

Coube a UniAlgar, universidade corporativa do Grupo, a estruturação do primeiro ciclo do programa iniciado em 2010 e, também, a condução da sua reestruturação. Optou-se por um processo de construção diferenciado que resultou em um Programa Inovador, com uma estrutura bastante flexível. Os participantes podem navegar nos módulos de acordo com suas necessidades. Cada um tem a sua trilha, ou seja, não é um programa engessado em que todos fazem os mesmos treinamentos. Isso fez com que ele tivesse grande aceitação, tanto por parte do público-alvo (supervisores), quanto de seu superior imediato.

Quando se analisa todo o trabalho que foi desenvolvido e a forma como foi conduzido o projeto é possível verificar grande evolução nos indicadores de presença, saindo de uma média inferior a 50%, para 98%. Também não foi por acaso que praticamente 90% dos participantes avaliaram os módulos de treinamento como excelente (e os outros 10% como bom). Enfim, a estrutura, formato e forma de condução fizeram com que, já no seu primeiro ano, fosse possível reverter de forma muito positiva os resultados de engajamento e de percepção de satisfação com relação ao Programa. Além disso, o Programa teve todas as suas expectativas iniciais cumpridas.

Em sua 5ª edição o Prêmio ESARH contempla cases nacionais e internacionais e tem o objetivo de reconhecer e incentivar as melhores práticas nas modalidades: Potencialização de Equipes, Gestão de Pessoas e Responsabilidade Social. Busca ainda, promover a pesquisa e a produção científica, bem como estimular e compartilhar a produção do conhecimento e o pensamento crítico sobre as práticas realizadas e mensuração de resultados.

Sobre o grupo Algar

A Algar é um grupo empreendedor fundado em 1929. No grupo, trabalham cerca de 25 mil associados servindo quase 2 milhões de clientes com soluções em TIC, Agro, Serviço e Turismo.

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Livro conta a trajetória da engenharia industrial no Brasil

Traçar um paralelo entre o desenvolvimento da economia brasileira e a evolução da engenharia industrial no País, essa é a missão do livro “ABEMI 50 anos”. Tendo como pano de fundo a trajetória da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI), a obra reúne ilustrações e imagens que vão desde cenários do século 19 até os grandes empreendimentos construídos no Brasil para mostrar as conquistas que contribuíram para a melhoria da infraestrutura nacional e os desafios enfrentados ao longo do processo.
Ao longo de suas 178 páginas o conteúdo está em português e inglês, e retrata diversos momentos históricos que tiveram grande impacto no desenvolvimento econômico e industrial do País, como o decreto assinado em 1785 por D. Maria I exigindo a extinção de qualquer atividade de manufatura no Brasil por ser contrária aos interesses da própria colônia. Anos depois, um alvará expedido por D. João revogaria a decisão e eliminaria um grande entrave para o início da industrialização nacional.

O apoio para o crescimento da indústria nos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, marcados por importantes empreendimentos como a inauguração da Companhia Hidrelétrica do São Francisco e a criação da Petrobras e por estímulos para potencialização dos setores de óleo e gás, energia e transporte, também está presente na obra. Nesses momentos, o desenvolvimento da engenharia industrial foi fundamental para que as grandes obras de infraestrutura se tornassem realidade. Exemplo disso foi a grande participação da ABEMI no programa offshore brasileiro, que possibilitou a descoberta do campo de Garoupa em 1974 e, três anos depois, o início da operação do campo de Enchova.

Na década de 90, foi fundadora de organização que criou o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp). Além de ter coordenado várias frentes de atuação, como o Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNPQ), no qual treinou aproximadamente 80 mil profissionais.

“Ao longo do tempo, a engenharia industrial enfrentou adversidades e em todos os momentos se mostrou resistente e capaz de se adaptar às mudanças” diz Antônio Müller, presidente da ABEMI.

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As sete dimensões na seleção de projetos

Por David Vicentin

Um dos momentos mais importantes para as organizações é o momento de identificação dos potenciais projetos que serão realizados nas ondas de melhoria contínua. Nesta fase, há uma grande expectativa de quais ideias serão transformadas em projeto e influenciarão positivamente nos lucros da organização.

A verdade é que cada organização, principalmente em função do estágio de maturidade em que se encontra, desenvolveu um método para identificar e priorizar os projetos. Algumas empresas com processos mais estruturados do que outras mas todas com um objetivo comum: Selecionar Projeto que tragam Resultados.

Ao longo de anos de consultoria identificamos 7 dimensões chaves que permitirão que as ideias se transformem em grandes resultados positivos. Hábito, Momento, Propósito, Importância, Trade-Off, Alcançável e Perseverança são as 7 dimensões que serão apresentadas a seguir e permitirão que o leitor as aplique em sua empresa e atinja grandes resultados.

HÁBITO

A identificação das oportunidades deve ser uma prática diária. As oportunidades de novos projetos aparecem em todos os momentos, sejam momentos de insatisfação ou de insight. Tenha em mente que mesmo pequenas oportunidades podem se transformar em grandes projetos e encantar os mais exigentes clientes. O Hábito de identificar as oportunidades para melhorias que otimizem os processos, reduzam custo, aumentem valor ou melhorem o relacionamento com o cliente permite criar uma grande lista de oportunidades que poderão se converter em grandes resultados.

Boa Prática: A boa prática é manter os registros de todas as oportunidades que surgem. Pequenas e grandes ideias podem ser registradas em bancos de dados ou formulários, eletrônicos ou de papel, para que possam ser utilizadas no momento de priorização de ideias.

MOMENTO

A seleção das oportunidades está intimamente associada ao momento em que a organização está. Se for um momento de prosperidade, as ideias serão focadas em crescimento e expansão. Por outro lado se o momento é de crise e austeridade as ideias estarão focadas em contenção, redução e otimização de recursos.

Boa prática: Selecione ideias que foquem tanto na expansão quanto na otimização de recursos. Use checklists para garantir que as ideias contemplem todas as oportunidades da organização.

PROPÓSITO

O propósito escolhido também influencia na geração e seleção das ideias. Se o foco é resolver problemas, os projetos focarão em reclamações e não conformidades previamente identificadas. Por outro lado se os projetos estiverem focados em melhoria organizacional as ideias focarão em estrutura, mudanças no processo e conceitos de novos negócios.

Boa Prática: Possua processos estruturados que permitam identificar as necessidades dos clientes, processos e negócio e classifique as ideias em seus grupos correspondentes, garantindo um equilíbrio entre as iniciativas.

IMPORTÂNCIA

O sentimento de importância é um dos sentimentos mais valiosos que as organizações podem desejar. Ele não pode ser comprado nem imposto, mas pode ser conquistado diariamente. Quando as pessoas se sentem importantes e parte do processo, elas se apropriam da ideia e se empenham para transformar o objetivo em realidade. Permita que as pessoas envolvidas se sintam parte da ideia desde seu nascimento, desenvolvimento, implementação e monitoramento.

Boa prática: Envolva as pessoas de outras áreas e permita que elas contribuam com a sua ideia. Faça a ideia evoluir do “minha ideia” para “nossa ideia” e consequentemente “nosso projeto”.

TRADE-OFF

A realização de projetos está condicionada também à relação entre “o que se ganha, e o que se perde” denominada trade-off. É muito importante conhecer esta relação no momento de seleção de projetos e para isto devemos saber claramente quais são os benefícios e o esforço necessário para alcançar o resultado. Escolher fazer um projeto pode significar ganhar mais qualidade nos produtos e serviços e consequentemente maior vendas em detrimento de algum investimento de tempo para realizar os projetos.

Boa Prática: No momento de priorização, reúna um time multifuncional para quantificar o esforço e impacto. Transforme estas informações em unidades comparáveis como tempo e valores financeiros para facilitar a tomada de decisão.

ALCANÇÁVEL

Todos os projetos precisam de recursos para que sejam realizados. Os recursos podem ser algumas vezes adquiridos e outras vezes estão disponíveis dentro da organização. Podem ser recursos financeiros, físicos ou humanos para que transformem a ideia em realidade. Entretanto não é incomum ver situações de escassez ou restrição de recursos para se investir na ideia. O projeto precisa ser alcançável, ou seja, é fundamental começar o projeto com a visibilidade de que há recursos para desenvolvê-lo e que o grupo acredita ser possível. Caso contrário este projeto tente ao fracasso e não avançará.

Boa Prática: É muito importante que os grupos envolvidos pensem em diferentes possibilidades e estratégias para conduzir o projeto. Criar cenários e realizar o projeto em fases auxiliará muito no processo de dimensionamento de recursos necessários e permitirá conduzir o projeto.

PERSEVERANÇA

Perseverança, vontade e paixão são alguns dos sentimentos que fazem os grupos de projetos seguir em frente. Sabemos que há projetos de diferentes complexidades e que poderão exigir alguma competência ainda em desenvolvimento da equipe mas a perseverança é o elemento que vai fazê-los vencer e superar as barreiras para alcançarem os resultados.

Boa Prática: Celebrar conquistas, compartilhar os projetos realizados e formar novos grupos a partir destas pessoas, criará uma organização positiva e equipes focadas no resultado.

David Vicentin – Gerente de Excelência de Negócios do Setec Consulting Group. Mestrando em Finanças e Economia pela Fudação Getúlio Vargas, Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e Master em PNL pela SBPNL. Atua há 10 anos como Master Black Belt, liderando Projetos de Excelência Operacional com foco em aumento de valor, redução de custos, aumento da qualidade e produtividade em diversos países da América do Norte, América Latina, Europa e Ásia.

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