Archive abril 2014

Internet e mobile banking correspondem a 47% das transações bancárias no Brasil

Internet e mobile banking responderam por quase a metade das transações realizadas no ano passado (47%), ante 37% dos canais tradicionais (caixas eletrônicos, contact center e agências bancárias), segundo a mais recente edição da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, que traz dados consolidados de 2013. O estudo, realizado pela Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN em parceria com a Strategy& (anteriormente conhecida como Booz & Co), conta com a participação de 18 instituições bancárias que operam no Brasil e correspondem a 97% da rede de agências do país. Além disso, o estudo foi complementado por dados de outras associações e órgãos governamentais, inclusive internacionais, a fim de ampliar e aprofundar a análise das informações.

Os dados da pesquisa impressionam pelo ritmo da expansão dos canais digitais. Em 2009, a participação desses canais era de 31%, 16 pontos percentuais abaixo em relação a pesquisa de 2013. Parte importante dessa evolução se deve ao crescimento do mobile banking. O volume de transações nesse canal aumentou, em média, 270% ao ano entre 2009 e 2013, a maior taxa média anual entre todos os meios, subindo de 12 milhões para 2,3 bilhões nesse período. No mesmo intervalo, a participação dos smartphones no número total de operações subiu de praticamente zero para 6%. Somente nas transações sem movimentação financeira, como em aplicativos para consulta de saldo, a participação do mobile banking subiu de 4% para 10% entre 2012 e 2013.

“A popularização dos smartphones, a conveniência para o cliente e os investimentos dos bancos em segurança eletrônica mostram que o mobile só tende a ganhar importância”, diz Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da FEBRABAN.

A Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária estima que em até dez anos o Brasil poderá atingir níveis de penetração de smartphones semelhantes aos verificados em países desenvolvidos, ao redor de 80%. No fim de 2013, a parcela da população com celulares inteligentes foi estimada em 27%, evidenciando o espaço para o aumento da relevância do canal para fins bancários. Entre 2009 e 2013, o número de contas correntes com mobile banking registrou crescimento médio anual de 134%, atingindo 11,3% da base de contas do ano passado.

Internet banking e o papel das agências

O acesso aos serviços bancários pelo computador também segue em crescimento. O número de contas correntes acessadas pela Internet sobe vigorosamente desde 2009, a uma taxa média anual de 19%, alcançando a marca de 41,8 milhões em 2013 – o equivalente a 40% do total. O volume de transações via internet banking também avança a uma taxa anual de 23%, passando de 7,3 bilhões para 16,6 bilhões entre 2009 e 2013. A pesquisa estima que esse crescimento está diretamente ligado à maior difusão do acesso à Internet pelos brasileiros. Enquanto 31% da população do país era usuária da rede em 2007, esse número subiu para 52% em 2013.

Apesar do crescimento do Internet banking, as agências bancárias continuam com números expressivos. A média de transações mensais com movimentação por conta corrente é equivalente para agências e Internet banking (2,3 e 2,5 transações respectivamente). Se considerarmos somente as contas que usam internet, o número de transações com movimentação financeira sobe para 6,2 por mês. O número de contas correntes por agência também cresceu, de 4.148 em 2009 para 4.511 em 2013.

Mesmo com a consolidação das tecnologias de autoatendimento online, o número de agências e postos de atendimento bancário continua se expandindo, com crescimento anual médio de 3% entre 2009 e 2013. O aumento é impulsionado principalmente por áreas que oferecem maiores oportunidades de expansão da rede nos últimos anos, como Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Nessas regiões, as taxas médias anuais de crescimento são de 7%, 6% e 4%, respectivamente, maiores que a do Sul (3%) e a do Sudeste (2%).

Outra frente de investimento dos bancos em conveniência de atendimento foram os caixas eletrônicos. O número de ATMs (na sigla em inglês) tem mantido um crescimento médio anual de 2%, e a quantidade de transações por máquina também tem se elevado: passou de 47 mil em 2009 para 57 mil em 2013. Um dos motivos que a pesquisa destaca para o aumento de transações por caixa eletrônico é a maior presença de terminais considerados completos: aqueles que funcionam com pelo menos dois recursos, como saques e depósitos. Além disso, em 2013, a porção de aparelhos adaptados para pessoas com deficiência chegou a 90% do parque instalado.

Gastos totais

Em 2013, os bancos que operam no Brasil gastaram cerca de R$ 20,6 bilhões em tecnologia, entre despesas e investimentos – um ligeiro avanço em relação a 2012, quando o montante foi de R$ 20,1 bilhões. Trata-se de um volume equivalente a 17% dos gastos em TI no Brasil, o que torna o setor bancário o maior investidor em tecnologia dentre todas as indústrias no país.

Evolução da tecnologia no mercado financeiro

O uso de novas tecnologias e o crescimento da mobilidade nas transações comerciais serão alguns dos temas abordados pela edição deste ano do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – que tem como tema a “Estratégia Digital no mundo hiperconectado”.

O evento, que ocorre de 4 a 6 de Junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo, é o maior e melhor evento da América Latina tanto para o setor financeiro quanto para a área de Tecnologia. A programação desta edição inclui diversas palestras voltadas à tecnologia no mercado financeiro, abordando temas como cloud computing, big data, mobilidade e Internet das coisas. O grande destaque será a palestra sobre o futuro da tecnologia, ministrada por Steve Wozniak, cofundador da Apple.

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Blog da Microsoft Brasil: multitelas – para onde vai a atenção do usuário?

Por Patricia Garrido

Indicadores de mercado do IAB, e que trazem dados Nielsen Ibope, mostram que 68% das pessoas acessam Internet em computador de mesa, 44% em notebook e 11% em smartphone. Além disso, 96% das pessoas assistem à TV aberta. A pesquisa IAB sobre hábitos de mídia mostra que acessar a Internet enquanto assiste à TV é algo frequente para 61% dos brasileiros que estão online.

A Microsoft realizou uma pesquisa sobre o engajamento multitelas que mostra 82% das pessoas combinando diferentes telas para serem mais eficientes. Para 65%, esta é a única maneira de conseguir fazer tudo o que precisam no dia-a-dia. Esse estudo mapeou quatro diferentes tipos de comportamentos multitelas.

O primeiro chama-se “caçando conteúdo” e tem natureza multitarefa porque as atividades são simultâneas, mas não relacionadas. Por exemplo, acessar a previsão do tempo no smartphone enquanto assiste a um programa na TV. A atenção do usuário migra rapidamente de uma tela para outra. Assim, mensagens curtas e diretas podem ser mais efetivas neste momento do que convites para clique, por exemplo.

Outro comportamento é a “teia de investigação”, que acontece quando o conteúdo de uma das telas provoca curiosidade a ponto de motivar o uso de outra tela para pesquisar o assunto principal. Por exemplo, assistindo a um vídeo no desktop, o indivíduo usa o smartphone para descobrir onde o vídeo foi filmado ou o sobrenome do ator principal. As marcas promovem esse tipo de comportamento ao incentivar usuários a acessar seu conteúdo em diferentes canais de comunicação.

O terceiro é comportamento é a “Teia Social”, utilizar uma tela para enviar ou ler opiniões e comentários de outras pessoas sobre conteúdo que está sendo consumido em outra tela, neste caso, a principal. Por exemplo, enquanto assiste a um reality show na TV, a pessoa manda uma mensagem para um amigo sobre fato que aconteceu no programa.

O quarto comportamento é o “Quantum”, em que o usuário troca de telas em função do seu contexto específico ou preferência. Por exemplo, assiste à TV e vê chamada de uma peça em cartaz e usa o smartphone para conferir em qual é o teatro e o horário de sessões. Mais tarde, usa um tablet na compra dos ingressos online para poder escolher os assentos em uma tela maior. No Quantum, a mudança de tela também pode ocorrer por uma ineficiência da tela anterior e o risco é interromper o comportamento sem finalizar a atividade e perder este usuário.

As diferentes combinações de telas enriquecem o padrão de uso do online e contribuem para pensarmos sobre estratégia, objetivos de mídia e o futuro da publicidade.

Veja o conteúdo completo das pesquisas nos links a seguir:

Indicadores do mercado digital IAB: http://bit.ly/1dSBkid

Pesquisa Hábitos Mídia IAB: http://bit.ly/1ghLT1O

Pesquisa Microsoft: http://bit.ly/1gn7mCO

Patricia Garrido é Gerente de Pesquisa de Mercado & Analytics da Microsoft e membro do Comitê de Métricas do IAB Brasil.

– See more at: http://www.blogmicrosoftbrasil.com.br/multitelas-para-onde-vai-a-atencao-do-usuario/#sthash.SKRruUyU.dpuf

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Pesquisa aponta Android como líder no tráfego de publicidade móvel

Somente nos três primeiros meses deste ano, a indústria de publicidade móvel já mostrou sinais de grandes passos no tráfego de informações e nos padrões de monetização. Pela primeira vez, o Android se tornou a maior plataforma mundial dentro do setor, superando o sistema iOS, de acordo com estudo da Opera Mediaworks, chamado de State of Mobile Advertising (em português, ‘O Estado da Publicidade Móvel’).

De acordo com a pesquisa, o sistema operacional do Google investiu e trabalhou para tomar parte do mercado da Apple desde o final do ano passado – mercado em que tradicionalmente perdia para o iOS. Pela primeira vez com o maior tráfego (42,8% contra 38,2% do iOS), o Android está lentamente aumentando a monetização dos anúncios e é responsável por mais de 33% da receita, em comparação aos 26,7% no mesmo período de 2013.

Entre os fabricantes de dispositivos móveis, a Samsung foi a favorita no mercado Android. Ao todo, registrou mais de 60% dos usuários e foi seguida pela LG, Motorola, HTC e ZTE. Paralelamente, os dados levantados pela companhia mostraram que, no 4º trimestre de 2013, a Ásia (22,85%) deu um salto à frente da Europa (13,5%) e ocupou a segunda colocação como maior mercado de publicidade móvel, depois apenas dos Estados Unidos (com 23%).

Já no Reino Unido, o iOS ainda se mostrou líder deste mercado, capturando 55% das impressões de anúncios e um relevante número de 66,9% da receita. Em geral e com base nas solicitações enviadas à plataforma Opera Mediaworks, o dispositivo da Apple é a opção escolhida por 62.3% de usuários únicos, seguido pelo Android (18,6%) e pela BlackBerry (14%). A seguir demais pontos importantes do relatório[1]:

• Usuários de aparelhos móveis dão mais importância aos aplicativos do que a internet nos dispositivos. Os Apps são responsáveis por 72% das impressões nos anúncios, em contraste com o mercado global – já que aplicativos compreendem somente 31% da utilização total.

• Notícias, Informações e Esportes são as categorias mais populares. A audiência global da Opera Mediaworks prefere sites nas categorias: Social, Artes & Entretenimento e Música, Vídeo & Mídia.

• Anúncios “rich media” são os mais eficazes. As taxas de click-through (número de usuários que clicaram em um link específico) em anúncios rich media (que contém imagens ou vídeos e envolvem algum tipo de interação por parte do usuário) são quase o dobro dos banners regulares. Grande parte do sucesso é devido à popularidade das propagandas elaboradas em vídeo, sendo que 1 em cada 7 anúncios móveis – e 1 em cada 3 unidades de rich media – são vídeos. Globalmente, este número representa 1 em 40.

• As propagandas do Play Station 4 da Sony definiram uma barreira livre para chamar mais atenção do consumidor. Os dados mostram que uma vez que o consumidor se envolve com os blocos de anúncios de vídeo e em cada ação adicional – que é necessária para visualizar o anúncio – é diminuída as chances do usuário concluir o processo. Recentemente, a Sony rodou um exemplo de publicidade que direcionava os consumidores ao conteúdo mais atraente da marca.

• Anúncios para jogos e smartphones lideram o espaço publicitário. Os anunciantes para games valorizam as altas taxas de click-through e as campanhas para os dispositivos móveis, que resultam o maior número de impressões.

[1] Dados referentes ao mercado do Reino Unido, que podem ser aplicados em outras regiões do mundo.

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Caridadx: tecnologia a serviço do bem

O Caridadax é um site baseado no conceito de crowdfunding (financiamento coletivo) para apoio de causas sociais. A iniciativa é da empresa curitibana Visionnaire Informática ao investir em uma startup em parceria com um grupo de jovens empreendedores.
Saiba mais sobre o projeto em uma reportagem em vídeo do programa de tv Valor Agregado.

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Empresas de TI buscam soluções diferenciadas para a falta de mão de obra

É crítico o déficit de mão de obra na área de TI. A expansão acelerada do segmento – hoje, em 10% ao ano podendo chegar a 12% em 2015 – contrasta com a falta de profissionais capacitados, o que pode travar o setor no Brasil. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que, aproximadamente, 78,5 mil vagas de TI serão criadas em 2014, ao passo que apenas 33,6 mil pessoas serão formadas para ocupá-las. A estimativa é de que o número de vagas a serem preenchidas em 2015 chegue a 117 mil. Em 2020, apontam estimativas de especialistas em RH, haverá um déficit de mão de obra na ordem de mais de 400.000 profissionais de TI.

“Algumas empresas já estão terceirizando projetos de sistemas na Índia, pois a mão de obra qualificada custa um terço do valor pago no Brasil, considerando hora trabalhada, diz a CEO da HSD”, Susana Falchi. As empresas têm lançado mão de outras soluções, como terceirizar projetos, “importar” mão de obra, ou até mesmo criar uma universidade própria.

Uma das soluções encontradas pelas empresas de softwares foi promover treinamentos para capacitar e manter os funcionários. “Na era do conhecimento, os executivos entendem cada vez mais a necessidade do desenvolvimento contínuo e permanente das competências de seus colaboradores”, afirma Susana.

Apesar do crescimento do número de cursos voltados para TI e das inscrições, os dados são preocupantes. Um estudo da Brasscom mostra que mais de 80% dos alunos não conclui o curso. “O cenário é agravado pela rápida evolução tecnológica, pois existe uma caducidade das tecnologias entre dois e três anos”, afirma Susana. Ela defende a necessidade de educação continuada ou formação complementar anualmente. “Esse papel deveria ser realizado pelas empresas com apoio do governo, pois o segmento educacional não tem essa velocidade para adequação de conteúdos”, diz.

Qualificação in company
O impasse torna-se ainda maior, pois as empresas têm necessidades de tecnologias específicas e as universidades formam estudantes com visão abrangente, o que limita a atuação do profissional. Para fazer frente a essa dicotomia, a Audaces, empresa líder no mercado de vendas de CAD/CAM na América Latina que atua no desenvolvimento de softwares e máquinas para automação dos processos produtivos das confecções, criou a Universidade Audaces. “Buscamos desenvolver tecnicamente os profissionais da empresa e também levar conhecimento ao mercado em que atuamos”, conta Vera Lucia Brasil Nunes, diretora de Capital Intelectual da Audaces.

A Universidade Audaces atua na disseminação do conhecimento existente na empresa para todas as áreas, capacitando os colaboradores para atuação nas rotinas diárias e possibilitando o crescimento com o desenvolvimento de novas competências. “A inovação é estimulada a partir do momento que não limitamos o desenvolvimento ao seu cotidiano. Mentes abertas criam mais, inovam mais. Nesse processo de capacitação, são utilizados não só treinamentos presenciais, com equipe interna, instrutores Audaces ou ainda instituições externas, mas também EAD”, diz Vera. Em 2013, a empresa realizou mais de 20 mil horas de treinamentos EAD e mais de 40 mil horas de treinamento presencial ministradas a clientes e colaboradores, tanto internamente como em outras instituições.

Segundo Vera, a preocupação da Audaces vai além da capacitação dos seus colaboradores, pois a área de Capital Intelectual, que engloba além da Universidade, o RH e Desenvolvimento Organizacional, busca atrair, captar e reter profissionais alinhados aos valores e cultura da empresa para que todo o investimento na formação e desenvolvimento das pessoas reverta no crescimento da própria organização de forma sustentável.

Salários
Um dos sintomas típicos do déficit de profissionais qualificados é a distorção dos salários. Profissionais mais jovens e qualificados passam a receber salários equivalentes a posições sêniores, com mais tempo de atuação. “O crescimento da massa salarial nos últimos anos vem acompanhado pela queda de produtividade e da dificuldade de as empresas conseguirem mão de obra qualificada e reter talentos”, destaca Susana. Ela lembra que o salário médio pago para profissionais de nível técnico está em torno de R$ 3.000,00. Em linhas gerais, um Administrador de banco de dados, conhecido como DBA, ganha atualmente R$ 12.000,00.

Outra questão que interfere é a postura desses profissionais. Eles são jovens e preferem trabalhar por projeto, o que impacta na relação de trabalho. “É comum esses profissionais terem empresas abertas para emissão de nota fiscal, pois preferem o trabalho autônomo ao vínculo empregatício, cumprindo jornada de trabalho e limitando a participação em outros projetos”, diz Susana.

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Desafios do RH: uma perspectiva de negócio

A mais recente pesquisa da Affero LAB, em parceria com o IBOPE Inteligência, traz um panorama atual de como a área de RH é percebida no contexto organizacional

No estudo, mais de 600 executivos, com cargos de decisão em grandes empresas, apontaram suas perspectivas sobre o papel do RH e seu posicionamento nas questões estratégicas das organizações. Com uma amostra composta por 46,4% de profissionais de RH e 53,6% das demais áreas da organização, a proposta da pesquisa foi fazer uma análise comparativa e verificar como o RH é percebido por seus próprios profissionais e pelas outras áreas.

De acordo com Alexandre Santille, co-CEO da Affero Lab, concorrência, maior mobilidade e economia baseada no conhecimento, são algumas das mudanças que fazem com que os profissionais de RH sintam-se cada vez mais cobrados a se envolver, efetivamente, com os resultados de negócios. “Além das suas práticas tradicionais como recrutamento, seleção, benefícios, recompensas, o RH sofre pressão para atuar mais estrategicamente, agregando valor por meio do capital humano”, diz Santille.

Nesse cenário, saber o quanto a área de RH é envolvida nas questões estratégicas e o peso que a alta liderança realmente dá para a aprendizagem e desenvolvimento torna-se uma oportunidade de entender os desafios atuais desta área que ganha cada vez mais importância na arena dos negócios.

Destaques apontados pela pesquisa:

• Profissionais das demais áreas indicam “Lucratividade” (29,3%) e “Crescimento da organização” (28,1%) como as questões mais prioritárias, enquanto profissionais do RH apontam “Gestão de talentos” (25,9%) e “Redução de custos” (22,5%). Esses dados, de certa forma confirmam a percepção de que as demais áreas dão menor atenção à gestão de talentos do que o RH , priorizando desafios que estão mais diretamente ligados aos resultados de negócio.

• Há uma grande disparidade entre as áreas quanto à importância do “Desenvolvimento de lideranças”, que dispara entre os profissionais de RH (53,4%) em relação aos profissionais das outras áreas (26,6%). Isso pode estar relacionado, por um lado, ao entendimento habitual do RH, que vê a liderança como uma das principais responsáveis por engajar pessoas e estimular a performance. E por outro, à dificuldade das demais áreas em relacionar a qualidade da liderança aos níveis de turnover e aos níveis de excelência na performance da organização, por exemplo.

• Os dados demonstram como as áreas de negócios ainda não reconhecem o RH com um papel estratégico atuante. Apenas 29,7% dos profissionais das outras áreas têm a percepção de que o RH esteja envolvido nas decisões estratégicas. Curioso observar que a percepção do RH quanto à sua própria participação nas decisões estratégicas é muito superior (60,6%) do que observado pelas outras áreas.

• 73,0% dos profissionais de RH afirmam que T&D é algo muito importante para a organização contra apenas 56,1% de outras áreas. Esses dados mostram o grau de importância que o RH dá ao desenvolvimento do capital humano da organização, mas também revelam a defasagem em perceber essa importância estratégica entre os profissionais das áreas mais diretamente responsáveis pelos resultados de negócio.

•O RH está muito mais satisfeito (50,8%) com o próprio trabalho do que seus “clientes” das outras áreas (18,7%), que revelam grau de satisfação baixo quanto às iniciativas de T&D propostas pela área de RH. Um alerta para que o RH procure entender melhor a efetividade das intervenções de aprendizagem e desenvolvimento que implementa.

• Todos parecem concordar que os fatores que mais preocupam o CEO sejam “Custos” (34,9% RH e 25,8% outra áreas) e “Crescimento” (17,3% RH e 22,9% outras áreas) da organização. Curiosamente, apesar de toda discussão em torno da escassez de profissionais capacitados para enfrentar os desafios atuais no cenário de negócios, na percepção das outras áreas e do próprio RH “Talentos” aparece em penúltimo lugar como fator de maior preocupação para o CEO.

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RICMAIS Paraná: a aposta do grupo RIC de comunicação na convergência de mídias

No programa de tv Valor Agregado, entrevistei o gerente de conteúdo do grupo RIC sobre o portal RICMAIS Paraná. Luiz Andrioli falou sobre o trabalho que agrega os conteúdos de rádios, tvs e outras publicações em um grande portal.

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Inscrições gratuitas para rodada de negócios internacional da BITS 2014 até 30 de abril

A quarta edição da BITS – Business IT South America, versão Sul-Americana da CeBIT, que ocorre de 13 a 15 de maio, contará, novamente, com o BITS Business Matchmaking, rodada de negócios que promove o encontro entre empresas nacionais e internacionais trazendo novas oportunidades e estimulando parcerias na área de Tecnologia da Informação e da Comunicação. A Rodada acontece das 14h às 19h, no pavilhão de exposições.

O evento é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria – CNI, da FIERGS, através do seu Centro Internacional de Negócios – CIN-RS, em parceria com a Apex-Brasil e Sebrae-RS. Este ano o evento conta com um importante convênio internacional com o Enterprise Europe Network – EEN, maior rede de empresas da União Europeia.

A EEN conta com grupos setoriais que atuam na promoção de oportunidades e instituições que representam clientes demandando e ofertando negócios. Dentro deste escopo, a Leibniz Universität Hannover, a European-American Business Organization e a Agência para a Competitividade e Inovação I.P. são co-organizadores do evento, apoiando na prospecção de empresas da Alemanha, Estados Unidos e Portugal respectivamente.

“Esta aliança é um grande meio de divulgação de oportunidades de negócios, para captar empresas internacionais e promover as empresas brasileiras inscritas no evento”, destaca Kurt Ziegler, Coordenador do CIN-RS. O Business Matchmaking 2014 ainda terá maior espaço e comodidade no ambiente físico. A expectativa é contar com mais de 70 empresas de dez estados brasileiros e mais de 30 internacionais.

Em 2013, as rodadas da BITS reuniram 15 países e cerca de 100 empresas nacionais e internacionais. Ocorreram 323 reuniões, o que gerou uma expectativa de negócios de US$ 13 milhões de dólares.

As inscrições para as rodadas 2014 são gratuitas e podem ser feitas até 30 de abril no endereço: www.b2match.eu/bits2014

BITS une exposição com atividades paralelas

A BITS 2014 contará com pavilhão de exposição, com estandes de países como Portugal, Alemanha, Argentina e Índia. As BITS Global Conferences, congresso internacional oficial, traz os principais temas e tendências do mercado para atualização profissional. Este ano o foco é Datability e Inovação. Saiba mais em www.bitsouthamerica.com.br/programacao-global.php

O CIO Project aproxima executivos de grandes empresas compradoras de TIC das empresas expositoras. Teve sua primeira edição em 2013 e devido ao grande sucesso foi ampliado. Este ano terá a presença de mais de 40 CIOs.

Feira atrai eventos simultâneos de diferentes segmentos

Uma das marcadas da adaptação da BITS ao mercado sul-americano é realização de eventos simultâneos, que reúnem e movimentam diferentes públicos e setores da tecnologia, além de academia e governo. Veja os eventos que estão dentro da BITS este ano:

• IX Seminário de Telecomunicações – realizado pelo Conselho de Infraestrutura e o Grupo Temático de Telecomunicações – GT Tel, da FIERGS, vai reunir profissionais de tecnologia, indústria de equipamentos, prestadores de serviços, operadoras e clientes para debater as tendências do mercado e as soluções.

• Social Here#BITS – evento sobre o mundo digital para empresas abordando marketing, mídias sociais, novas tecnologias e empreendedorismo, de maneira dinâmica interativa, com painel sobre Startups.

• DASH GAMES – O primeiro evento internacional voltado exclusivamente para a indústria de jogos Latino-Americana propõe o compartilhamento de informações sobre produção e mercado.

Mais informações sobre os eventos simultâneos da BITS em www.bitsouthamerica.com.br/eventos.php

Sobre a BITS
A BITS – Business IT South America é promovida e organizada pela Hannover Fairs Sulamérica, empresa do grupo Deutsche Messe AG, em parceria com a FIERGS – Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. A Feira tem patrocínio Master do Sebrae e apoio da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Em 2013, a BITS contabilizou uma visitação com mais de 12 mil acessos de profissionais ligados ao setor de Tecnologia da Informação e Comunicação. A feira reuniu 206 empresas, de 20 países. Nas Global Conferences, foram mais de 700 participantes que assistiram a mais de 50 palestras nacionais e internacionais nos três dias de evento. As Rodadas geraram expectativa de US$ 13 milhões em negócios, reunindo 14 países.

Informações: www.bitsouthamerica.com.br

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Confira 7 dicas que podem melhorar sua vida pessoal e profissional com ferramentas de coaching

De acordo com Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, empresa especialista em Inteligência Emocional e que representa em solo brasileiro a primeira e maior organização de desenvolvimento da Inteligência Emocional, a Six Seconds, existem vários tipos de coaching tais como o executivo, de liderança, o life coaching (coaching de vida) & wellness coaching (coaching de bem-estar) e todos eles têm como objetivo elevar o grau de autoconsciência e autocontrole, trazer maior eficácia interpessoal e otimizar o desempenho de quem participa do treinamento.

Sobre o coaching no âmbito pessoal, Aldan explica que as ferramentas utilizadas podem ajudar no alcance das metas e trazer a autorrealização. “O coaching de vida tem como função tornar o dia a dia mais harmonioso, endereçando todos os domínios da nossa existência para melhorar como pessoa, a fim de eliminar a tensão e ansiedade. Com o treinamento também se pode aprender a distribuir metas para conciliar todos os pontos da vida”.

Confira abaixo sete dicas do CEO do Grupo Kronberg baseadas em ferramentas que são utilizadas no life coaching e aprenda como alcançar um grau de felicidade maior no dia a dia.

1 – Escolha um motivo e propósito de viver. Ter uma meta nobre, além das metas intermediárias de vida é fundamental para obter significado e propósito. Sem uma meta nobre, que funciona como uma bússola, a vida fica sem direção e acaba sendo conduzida como que por um piloto automático, apenas reativo aos eventos cotidianos.
Também é necessário definir metas específicas dentro da realidade vivenciada, para que seja possível ter um motivo que impulsionará o indivíduo a prosseguir mesmo nas horas mais desafiadoras. Essas metas também tem a função de ajudar a enfrentar os desafios de frente, com o objetivo de minimizá-los e viver melhor.

2 – Encare a vida como um caleidoscópio. O caleidoscópio é um cubo de metal formado por espelhos em sua parte interior, estes espelhos refletem uns aos outros. Se as pessoas estiverem em harmonia em todos os pontos da vida, um refletirá no outro em consonância.

3 – Zele pela vida íntima. Os relacionamentos pessoais alimentam diretamente o seu comportamento profissional, portanto, se algo não estiver indo bem com a família, amigos ou com a saúde, isso certamente refletirá no trabalho.

4 – Dê importância também para o lado espiritual. O ser humano costuma se questionar sobre os motivos de estar no mundo e refletir sobre a finitude da vida. Esta espiritualidade é necessária porque ajuda a encontrar o equilíbrio, que é essencial para ser mais feliz.

5 – Viva por felicidade além do dinheiro. O dinheiro paga as contas e compra objetos de desejo, porém não compra a felicidade. Para alcançá-la é preciso cultivá-la diariamente com pequenas ações que trazem prazer e sentido à vida. De acordo com um estudo da Universidade de Princeton, com aproximadamente 450 mil moradores dos EUA, dinheiro compra felicidade até certo ponto, pois o ser humano sente emoções no dia a dia e esses sentimentos afetam o bem-estar e a saúde.

6 – Equilíbrio é fundamental. Ter equilíbrio pode ser uma tarefa desafiadora, porém, é possível harmonizar e equilibrar os eventos cotidianos. Conciliar a família, o trabalho, a saúde e a espiritualidade é necessário para seguir na direção da paz interior e da felicidade.

7 – É preciso enfrentar as dificuldades. A busca para realização de sonhos deve acontecer apesar das dificuldades. Um sentimento que costuma impedir o ser humano de continuar é o medo. Essa sensação atrapalha e resulta na possível perda de oportunidades. Uma forma de navegar melhor nesse sentimento é encará-lo de frente, utilizando-o como aliado. Por exemplo, se uma pessoa tem medo de ir mal em uma prova, estudar irá ajudar a preparar-se mais e isso dará confiança para enfrentar o desafio.

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Prontuário eletrônico: as consequências da informatização das informações médicas

Por Alvaro de Carvalho Pinto Pupo e Mariana Sbaite Gonçalves

Um tema polêmico, porém com o intuito de facilitar as avaliações médicas, é a aplicação do prontuário eletrônico, que nada mais é do que a inclusão de todas as informações referentes à saúde de determinado paciente em um sistema informatizado, que pode ser integrado entre diversos médicos ou hospitais.

O prontuário eletrônico, da forma imaginada, não é apenas digitalização das informações de cada paciente contidas em documento físico. É o fim do documento físico e sua substituição por formulários e documentos eletrônicos. Trata-se de mais um passo na economia da quantidade de papel utilizada, conferindo facilidade e agilidade para o paciente e para o médico.
Esse prontuário já é uma realidade no Brasil.: foi implantado em 2002 e hoje depende, dentre outros requisitos, da implantação de certificação digital para que possa ser utilizado. Pensemos, a título de analogia, na atual certificação digital dos advogados e na informatização da Justiça brasileira.

Os requisitos para utilização do prontuário eletrônico são estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que, em parceria com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), estabeleceu o Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (S-RES). Este manual destaca a importância do sigilo das informações armazenadas e movimentadas; a necessidade de guarda desses dados e os benefícios esperados com a utilização dessa funcionalidade.

A praticidade, a organização, a flexibilidade de layout e a facilidade de gerenciamento dos dados do paciente são os principais pontos positivos na implementação deste tipo de prontuário. Porém, também existem riscos na utilização indiscriminada desse recurso. Uma possível quebra na confidencialidade dos dados aparece como um dos principais pontos negativos quando se pensa em substituir os arquivos físicos, mecanicamente protegidos, e em manter todas as informações em um sistema puramente eletrônico.

Para evitar o mau uso dessa tecnologia, o CFM e a SBIS estabeleceram um procedimento de auditoria e certificação para todos os estabelecimentos interessados em utilizar o prontuário eletrônico. A auditoria e os requisitos estabelecidos por esses órgãos buscam garantir justamente a segurança das informações e confiabilidade do sistema. Apenas aqueles que passarem pela auditoria e receberem o selo de aprovação estarão legalmente habilitados a migrar do sistema de prontuários físicos para o eletrônico. Aqueles sem a certificação não devem confiar nos sistemas eletrônicos como substitutos do prontuário físico, sob o risco de incorrer em alguma ilegalidade perante o CFM por não manter registros apropriados dos prontuários dos pacientes.

Modernidade de procedimentos, maior capacitação dos profissionais e investimento em hardware e software são de suma importância para que este tipo de sistema engrene dentro da área de saúde nacional. Ainda, para que o prontuário eletrônico seja funcional, deverão ocorrer mais investimentos na área de saúde para possibilitar que o sistema seja aprimorado, bem como para que as pessoas tenham fácil acesso à informática e às informações contidas no programa.

Sendo atendidos esses requisitos, os potenciais benefícios para o paciente, com informações que podem ser partilhadas entre médicos, um histórico único e sempre atualizado, poderão fazer com que as medidas preventivas e os tratamentos sejam mais ágeis e acertados.

A polêmica na aceitação do prontuário eletrônico permanece. E, antes de se informatizar todo o sistema de saúde com vista na praticidade pela busca de informações e na facilidade de consulta de dados, é preciso pensar também na possibilidade de causar uma exposição indesejada do paciente. Para evitar que a busca pelos benefícios apontados não acarrete na má utilização das informações coletadas, ou a violação destas por terceiros, é de suma importância a obediência às orientações normativas sobre o tema. Assim, para que os benefícios sejam alcançados, nesta área tão sensível para os indivíduos, é essencial que os itens apontados acima sejam observados.

Por Alvaro de Carvalho Pinto Pupo e Mariana Sbaite Gonçalves (Pinhão e Koiffman Advogados)

Sobre Pinhão e Koiffman Advogados

Há 12 anos no mercado, o Pinhão e Koiffman Advogados atua em diversas áreas do direito empresarial, desde a área tributária, trabalhista até direito internacional. Hoje, o escritório é referência em tecnologia da informação, telecomunicações e inovação, solucionando questões relacionadas à tecnologia para as mais variadas empresas do país e do exterior – tanto consolidadas, quanto start-ups. Com clientes como grandes operadoras de telefonia, uma das maiores de softwares do mundo, aceleradoras, start-ups e provedores de internet, uma das missões do Pinhão e Koiffman é colaborar para a formatação de melhores práticas de um mercado em constante evolução tecnológica. www.pk.adv.br

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Orçamento doméstico: 8 dicas para alcançar o equilíbrio financeiro em família

Wilson Muller, consultor do programa Vida Investe, da Fundação CESP, faz recomendações para melhorar a gestão dos gastos e o planejamento em conjunto

O consultor do Vida Investe, iniciativa da Fundação CESP (maior fundo de pensão patrocinado por empresas privadas do Brasil), Wilson Muller, preparou oito dicas para ajudar as famílias a alcançar o sucesso financeiro. O tema também será abordado em palestra promovida pelo programa, na próxima quarta-feira, 16 de abril, em Campinas (SP). Confira as recomendações do especialista:

1. Conversar sobre dinheiro
“É muito comum as pessoas não manterem o hábito de conversar sobre dinheiro e esse tabu precisa ser quebrado. É necessário que todos saibam como está o orçamento da família e se há dificuldades financeiras ou não. Se não há diálogo regular sobre o tema, fica mais difícil também planejar o futuro”, explica o consultor do Vida Investe.

2. Discutir grandes gastos
Wilson diz que não é aconselhável que um dos integrantes da família tome uma decisão que envolva grandes gastos, sem antes discuti-la com os demais e saber qual é o impacto da nova despesa no orçamento. “As decisões ganham qualidade quando são debatidas por duas ou mais pessoas”.

3. Controlar os gastos
Saber como e para onde o dinheiro vai todos os meses também é fundamental para alcançar o sucesso financeiro. “É por meio do controle do orçamento doméstico que a família tem a real dimensão de qual é a situação financeira, se é superavitária ou deficitária. Assim, fica mais fácil se organizar para liquidar eventuais dívidas e poupar”.

4. Planejar
O ideal, segundo o consultor do Vida Investe, é que a família converse para definir metas e objetivos conjuntos de curto, médio e longo prazo e traçar planejamentos, evitando, sempre que possível, financiar. “Quem pode pagar uma parcela maior para fazer uma viagem daqui a um ano, também pode poupar o mesmo valor para pagá-la à vista e fugir dos juros”.

5. Montar uma poupança
Manter o mesmo padrão de vida após a aposentadoria é um desafio, sobretudo, com o aumento das despesas relacionadas à saúde. “É importante que a família se programe para não ter surpresas no futuro. Planos de previdência e bens que geram renda, como imóveis, são algumas opções que podem ajudar a incrementar a renda”.

6. Ter poucas dívidas
Muitas vezes, as condições para financiar compras parecem atraentes, mas, afirma Wilson, o parcelamento nem sempre é a melhor opção no longo prazo. “O cálculo de juros não é uma conta simples e quase sempre a família acaba se perdendo. O ideal é manter apenas as dívidas essenciais, como o financiamento imobiliário, por exemplo”.

7. Prover educação financeira
De acordo com Wilson, mais do que oferecer uma educação acadêmica de qualidade, os pais devem ensinar os filhos a lidar com o dinheiro e a economizar desde cedo, para que eles não enfrentem problemas quando adultos. “Se a criança não souber lidar com dinheiro, ela pode ser um profissional com uma ótima formação, um excelente emprego, mas vai estar sempre endividado”, afirma.

8. Saber viver com menos do que ganha
“Uma família equilibrada é aquela que consegue se organizar para não comprometer toda a receita com os gastos do mês, mas que consegue poupar entre 15 e 20%, para que lá na frente, quando chegar a fase das aposentarias, o padrão de vida anterior seja mantido”

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SPED: Novo Coordenador Nacional quer tirar "pedras do sapato"

Um dos pontos altos do 2º Fórum SPED de Porto Alegre, realizado na capital gaúcha, foi a presença do novo coordenador nacional do Sistema Público de Escrituração Digital, Clóvis Belbute Peres.

O auditor fiscal da Receita Federal do Brasil fez seu primeiro pronunciamento público em seu novo cargo, que, na prática, representa a supervisão geral de um processo iniciado com a Nota Fiscal Eletrônica, em 2005, tendo hoje no eSocial seu subprojeto de maior repercussão, com foco nos campos trabalhista e previdenciário.

“Entusiasmante, não há outra palavra para definir o que certamente é um dos maiores projetos estruturantes já postos em prática em nosso país, na medida em que envolve a sociedade como um todo”, afirmou ele, ao resumir a extensão que percebe no SPED.

Para sustentar seu ponto de vista, o profissional, que é graduado em Física, Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Direito pela UFRGS, destacou o perfil colaborativo de um projeto que, apenas no âmbito da NF-e, se exprime em mais de 10 bilhões de documentos eletrônicos emitidos, estando atualmente rumo ao mapeamento completo de todos os trabalhadores brasileiros.

“Nós precisamos interagir cada vez mais em eventos como este de hoje, pois só assim descobriremos juntos eventuais pedras no sapato, ou seja, tudo aquilo que ainda possa ser melhorado num Sistema como este, que nasceu e está crescendo de forma colaborativa, acumulando resultados positivos que incluem a simplificação das obrigações acessórias e uma nítida melhoria no ambiente de negócios em nosso País”, acrescentou.

Por fim, o novo coordenador do SPED comparou o que se vê hoje em dia ao acontecido com o Imposto de Renda da Pessoa Física. “No início, pensava-se estar diante de algo muito complexo, repleto de instruções e programas , mas com o tempo o Brasil se tornou uma verdadeira referência neste campo. Com o SPED tende a acontecer o mesmo, mas para isso conto com o apoio e participação de todos vocês”, disse ele, a uma plateia composta por 300 pessoas, em sua maioria contadores e estudiosos das áreas fiscal, tributária e trabalhista.

O evento foi realizado pela empresa porto-alegrense Decision It, com o apoio institucional do SESCON-RS.

Entremeado por debates, o encontro teve dentre seus participantes o coordenador de sistemas da atividade fiscal da Receita Federal do Brasil, Daniel Belmiro Fontes; e o auditor fiscal do trabalho e coordenador do Projeto eSocial no Ministério do Trabalho e Emprego, José Alberto Maia.

Participaram ainda o coordenador do MBA em Contabilidade e Direito Tributário do Instituto de Pós-Graduação (IPOG), Edgar Madruga; o diretor de serviços da Decision IT e integrante dos Grupos de Trabalho de Empresas Piloto do SPED., Mauro Negruni; a sócia-diretora da TAF Consultoria Empresarial e coordenadora da Comissão do SPED da OAB/SP, professora Tânia Gurgel; o editor do blog SPED Brasil, Jorge Campos e o sócio e presidente do Conselho de Administração da NTW Franchising, Roberto Dias Duarte.

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Nova websérie aborda mercado de trabalho e desafios profissionais

Robert Half lança vídeos sobre temas como remuneração e profissões mais demandadas

Devo ou não aceitar uma contraproposta? Em que área devo investir minha formação para ganhar um salário melhor? Por que um trabalho temporário pode ser um ótimo investimento? Pensando em dúvidas comuns que candidatos e recrutadores enfrentam em um mercado cada vez mais competitivo, a Robert Half lança a partir deste mês uma websérie que abordará os principais desafios de carreira do mundo corporativo. Com entrevistas de consultores especializados em cada área de atuação, os quatro primeiros vídeos serão sobre as tendências salariais para as áreas de Recursos Humanos, Jurídica e Engenharia, além de um panorama geral sobre o mercado de trabalho em 2014.

Todos os meses, novos vídeos abordarão temas relevantes do mercado de trabalho como dicas para o processo seletivo e estratégias de contratação eficientes, com foco educativo para candidatos e empresas. O objetivo principal é o de poder compartilhar, de forma mais dinâmica, a experiência que a Robert Half acumulou em mais de 60 anos de recrutamento especializado.

“Queremos ser reconhecidos como uma fonte de informações que faça a diferença para os públicos com os quais nos relacionamos”, afirma Alexandre Arima, gerente de Marketing para a América Latina da empresa. “O objetivo é falar a mesma língua dos profissionais. A websérie de carreira é uma grande novidade no mercado e, por ser uma ferramenta dinâmica, tem grande potencial de sucesso”, completa.

Websérie de carreira
www.roberthalf.com.br/videos-carreira

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Estudo sobre engajamento de funcionários revela tendências preocupantes

A Bain & Company, consultoria global de negócios, acaba de realizar um estudo em parceria com a Netsurvey para analisar o nível de engajamento de 200 mil funcionários de 40 empresas em 60 países. A consultoria encontrou algumas tendências preocupantes:

• O nível de engajamento cai quando o colaborador tem mais vivência dentro de uma empresa. Funcionários com conhecimentos mais profundos sobre a organização e mais experiência de mercado, tipicamente, são os menos engajados;
• Os níveis caem nas camadas mais baixas da organização, o que sugere que o time de executivos seniores geralmente subestima o descontentamento da linha de frente;
• Níveis de engajamento são menores em vendas e funções de prestação de serviço, ou seja, nas áreas que possuem mais interação com os consumidores e clientes.

Na pesquisa, a consultoria percebeu cinco pontos cruciais para que o engajamento dos funcionários se torne algo efetivo na organização:

– Gestores da linha de frente (e não a área de Recursos Humanos) devem liderar o tema: é difícil para os colaboradores se engajarem com uma empresa se eles não são fãs de seus superiores. A pesquisa mostra que 87% dos funcionários considerados como “promotores” (ou seja, que indicam a empresa na qual trabalham com uma visão positiva) também dão altas notas para os seus supervisores diretos. Uma comunicação clara com os gestores sobre a responsabilidade que eles têm em relação ao engajamento dos funcionários irá aumentar o senso de autonomia deles, premissa para que também estejam engajados. Gestores mais engajado e com maior senso de poder exercem influência direta no engajamento do seu time.

– Gestores precisam de treinamento para dialogar com suas equipes: trabalhar com uma equipe com o objetivo de aumentar o engajamento dos colaboradores não é uma expertise natural para todos os líderes. Ainda assim, muitas empresas promovem colaboradores com boa performance para posições de liderança, mas não fornecem treinamento adequado para ajudá-los a motivar a equipe. Treinar os gestores para que eles consigam gerar um diálogo efetivo com o time é de extrema relevância. A área de Recursos Humanos tem um papel importante na adequação do treinamento para cada setor da empresa e, também, na elaboração de check-ups com o objetivo de avaliar o desempenho dos gestores no quesito.

– Tudo gira em torno do cliente: funcionários que estão na linha de frente conhecem os clientes da empresa como ninguém. São eles que sabem o que encanta e o que incomoda os compradores dos produtos/serviços de uma organização. Líderes de engajamento devem, regularmente, ir atrás desse conhecimento perguntando aos funcionários o que a empresa poderia fazer para ter clientes cada vez mais satisfeitos. É importante, também, saber ouvir as respostas, ainda que sejam difíceis. O ato de solicitar essas ideias mostra aos colaboradores que a visão deles importa. No entanto, para aumentar o engajamento deles, é necessária a implantação de feedbacks para revisar o que foi discutido e comunicar o que foi feito.

– Táticas de engajamento são desenhadas para diferentes segmentos de funcionários: assim como as empresas dividem seus clientes em segmentos demográficos e comportamentais, grupos distintos de colaboradores respondem de maneira diferente às técnicas motivacionais. Idade, gênero, função e herança cultural constroem as atitudes dos funcionários. Por exemplo: de acordo com a Netsurvey, funcionários “millennial” (nascidos nas décadas de 1980 e 1990) têm baixo nível de lealdade, se comparados com o engajamento dos pais dessas gerações. Para os “millennials”, ter a oportunidade de desenvolvimento profissional é um dos principais pontos motivacionais. Isso difere dos “baby boomers”, para os quais o engajamento está correlacionado com a implementação de mudanças e ter um clima de trabalho aberto para expressarem ideias e opiniões.

– O que mais importa é o diálogo, não as métricas: para os gestores que lidam com informações, é tentador ficar obcecado por métricas de engajamento que são obtidas por benchmarking e rankings, por exemplo. O gerenciamento por meio de números pode funcionar por um breve período, mas é pouco provável que leve a melhorias sustentáveis. Enfatizar o diálogo no lugar das métricas demonstra que o time sênior realmente acredita nos benefícios do engajamento.

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Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos

Imóveis de 2 e 3 dormitórios foram destaques positivos em fevereiro, mês de variação negativa

O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou a venda de 981 unidades no segundo mês do ano, o que representou variação de –49,1% diante de fevereiro de 2013 (1.927 imóveis) e de –4,8% sobre as 1.030 unidades escoadas em janeiro. Em valores, as vendas atingiram R$ 485,4 milhões, com redução de 48,7% sobre o volume movimentado em fevereiro do ano passado, de R$ 945,9 milhões, atualizados pela variação do INCC (Índice Nacional da Construção Civil), da Fundação Getúlio Vargas.

De acordo com o departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, os segmentos de 2 e 3 dormitórios totalizaram 87,3% das vendas no mês. As unidades de 2 dormitórios participaram com pouco mais da metade do volume escoado (56,9% e 558 unidades).

Lançamentos Residenciais – Em fevereiro, os lançamentos residenciais somaram 940 unidades, com variação de –48,2% sobre mesmo mês de 2013 (1.816 imóveis) e de 127,6% sobre janeiro (413 unidades). O volume de lançamentos expresso em valores totalizou R$ 585,1 milhões.

De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), imóveis de 2 e 3 dormitórios predominaram na cidade de São Paulo e representaram 77,3% das unidades lançadas no segundo mês do ano.

Acumulado – A comercialização de imóveis acumulada no primeiro bimestre somou 2.011 unidades na cidade de São Paulo, com recuo de 27,5% em relação igual período de 2013 (2.775 unidades). O VGV (Valor Global de Vendas) do bimestre foi de R$ 971,2 milhões, com variação de –30,0% sobre o mesmo período do ano passado, de R$ 1,39 bilhão atualizado pelo INCC. No primeiro bimestre, as vendas superaram os lançamentos em 48,6%, ou seja, em 658 unidades.

O volume de vendas apurado nos dois primeiros meses deste ano são os mais baixos desde 2004. Comportamento semelhante ocorreu com os lançamentos, que foram os menores registrados desde 2006, na comparação entre os primeiros bimestres de cada ano. “Parte deste resultado pode ser atribuída às incertezas dos empreendedores em relação aos rumos da economia. Ademais, certamente refletiu no mercado o encarecimento de terrenos em função da incidência da exigência de contrapartidas e outorgas, além dos debates acerca da apresentação do novo Plano Diretor Estratégico”, afirma o vice-presidente do Secovi-SP, Emílio Kallas.

Para o presidente do Sindicato, Claudio Bernardes, ainda é cedo para se falar em mudança de tendências. “A insegurança dos diversos setores diante da negativa percepção econômica do País, somada aos efeitos do período de sazonalidade baixa do mercado de imóveis novos, tradicional em início de ano, podem ter influenciado os resultados. Mas as nossas projeções de estabilidade para este ano, preservadas as condições macroeconômicas atuais, estão mantidas”, conclui.

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Catho apresenta novo posicionamento B2C em campanha em vídeo

A garra e a determinação das pessoas na busca por melhores oportunidades profissionais inspiram o novo posicionamento do site líder de empregos no país: “Catho. Para quem busca mais”. Com campanha criada pela Wunderman, o novo conceito será apresentado em filme com veiculação nacional.

“Para chegarmos nesse posicionamento, a Wunderman e a Touch Branding realizaram uma série de pesquisas entre nossos usuários e assinantes. Com esse novo movimento de comunicação, queremos reforçar aos nossos candidatos que, mais do que uma vaga, aqui eles encontram um suporte para toda a carreira”, afirma Claus Vieira, CEO da Catho. Atualmente, a Catho contabiliza 6,6 milhões de currículos e mais de 300 mil vagas disponíveis, além de 800 contratações diárias.

Segundo Luiz Telles, diretor de grupo de contas da Wunderman, a agência vem desenvolvendo uma visão mais estratégica para a Catho, que contempla consistência e alinhamento entre as mídias on e off-line. “Essa campanha representa uma evolução no trabalho elaborado para alcançar os objetivos da marca”, completa.

No filme “Dia de Glória”, embalado pela música “Eye of the Tiger” – sucesso da banda americana Survivor e trilha dos filmes sobre o boxeador Rocky Balboa –, o personagem principal das cenas é “Pedro, um lutador”. Por meio da Catho e com o apoio da família, conquista um emprego novo, depois de viver algumas experiências rumo à entrevista; no final, após alcançar a “vitória”, o personagem sobe no topo de uma escadaria para comemorar. Assista ao filme completo aqui: http://youtu.be/h5FeVHLgmqs .A campanha ganhará desdobramentos em digital e nas redes sociais da marca.

“Traçamos um paralelo entre o profissional e um lutador de sucesso porque é isso o que de fato ele é: alguém que batalha por uma oportunidade, encara esse desafio como forma de alcançar uma vida melhor e conquista”, completa Paulo Sanna, vice-presidente de Criação da Wunderman.

A criação do filme é de Paulo Sanna, Adriano Abdalla, João Paulo Martins e Paulo Vasconcellos. A produtora é a Academia de Filmes.

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Evite problemas na compra de imóveis na planta

Com o mercado imobiliário em alta, também são numerosos os casos de problemas nas transações de compra e venda de imóveis ainda na planta. Para que o consumidor não enfrente complicações na realização do sonho do imóvel próprio é importante seguir orientações de especialistas.

De acordo com o professor da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e advogado especializado em direito imobiliário, Pedro Marini Neto, entre os problemas que podem ocorrer na compra de imóveis na planta estão: a não realização do empreendimento, que pode não sair do chão; o custo final pode superar o inicialmente estimado; a construtora pode deixar o empreendimento; o apartamento futuro pode ser utilizado para pagar os pedreiros ou o banco; o apartamento pode ser desvalorizado; o valor do condomínio pode ficar muito alto.

De acordo com o advogado, uma das principais medidas para evitar problemas é conferir se o empreendimento e o vendedor estão em situação regular. “É preciso verificar se quem está vendendo é realmente dono. Se for pessoa jurídica, a análise também deve recair sobre a pessoa dos sócios, principalmente se a data de constituição for recente, bem como proprietários anteriores até pelo menos dez anos. A existência de antecedentes negativos indicam a probabilidade grande de problemas futuros”, explica. O especialista destaca que também é necessário averiguar se o empreendimento está regularizado na prefeitura, no registro de imóveis, na Cetesb e se o memorial descritivo confere com o projeto aprovado (unidades, vagas de garagens, quadro de áreas, etc).

Em relação ao contrato, o professor da FDSBC indica que é preciso sempre ficar atento aos seguintes pontos: prazo de entrega e garantia; itens do projeto (elétrica, hidráulica, metais, armários, revestimentos); termo inicial de despesas propter rem (condomínio e IPTU); responsabilidade e custeio da instituição do condomínio e obras finais de decoração; existência de parcelas intermediárias; exigência para o momento da entrega das chaves; garantias exigidas para o pagamento pós-chaves, entre outros.

“Antes de tudo contrate um bom advogado especializado na área. Caso envolva o financiamento bancário, um matemático financeiro com conhecimento em tabela price e outras modalidades de cálculo de juros será útil”, declara o professor sobre a decisão de comprar um imóvel.

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Honda apresenta novo Fit em tour virtual

Com a ajuda da tecnologia, a Honda Automóveis lança o Novo Honda Fit 2015 na rede de concessionárias antes mesmo da sua chegada ao mercado.

A estratégia inédita entra no ar no próximo sábado (5) e convida consumidores de todo o Brasil para uma experiência de realidade aumentada. Na prática, quem for a qualquer concessionária da montadora poderá conferir os detalhes do automóvel simplesmente direcionando a câmera de um tablet para um “tapete interativo”, com a mesma medida do novo Fit 2015, instalado no chão das lojas.

Criado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi, o Tour Virtual revela em primeira mão detalhes do interior e exterior (volta de 360º) do veículo e ainda dá direito a participar do sorteio de dois novos Honda Fit 2015 por meio da Promoção Tour Premiado (assinada pela Netza).

Ao final da experiência, os usuários poderão ainda navegar em um catálogo eletrônico com todas as versões e características do novo modelo. A ação será complementada por posts no Facebook com detalhes do carro e um hotsite exclusivo www.honda.com.br/novohondafit, que revelará gradativamente as informações desse lançamento.

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