Archive julho 2013

Nove empresas do PR estão entre as melhores para trabalhar em TIC

Em uma parceria emtre o Instituto Great Place to Work e Computerworld, foram divulgadas, nesta semana, as 100 melhores empresas de TI e Comunicações para trabalhar no Brasil. Pelo quarto ano consecutivo, o Google ficou em 1º lugar. Nove empresas do Paraná estão entre as premiadas: GVT de Curitiba em 52º lugar; Cinq Technologies de Curitiba em 53º; Datacoper de Cascavel em 54º; DB1 de Maringá em 57º; Produtec de Maringá em 65º; HSBC Global Technology de Curitiba em 67º; EBS Sistemas de Curitiba em 75º; Pelissari Gestão e Tecnologia de Curitiba em 78º; e CISS de Dois Vizinhos em 93º . Veja lista completa do GPTW 2013 TI e Telecom.

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IBM oferece download gratuito de software de Big Data

A IBM Brasil oferecerá pelo período de um ano download gratuito do software Infosphere BigInsights da plataforma IBM para Big Data, alinhado à tecnologia Hadoop (que permite o processamento distribuído de grandes conjuntos de dados em cluster de servidores para uso geral) e aos recursos empresariais, incluindo visualização e exploração, análises avançadas, além de segurança e administração.

Esta plataforma de software foi a mesma utilizada no projeto Ei!, que analisou, durante a Copa das Confederações, os comentários postados no Twitter de milhões de torcedores da seleção brasileira. A ferramenta gerou estatísticas e gráficos que ilustraram o que o torcedor pensava da seleção brasileira e de seus jogadores.

O InfoSphere BigInsights Quick Start Edition,edição mais recente da família, pode ser baixado de maneira rápida e não há capacidade de dados ou limitação de tempo, o que permite a utilização nas análises de grandes volumes de dados, para diferentes objetivos e maneiras.

Os interessados podem fazer o download* na página do developerWorks, portal gratuito da IBM que concentra recursos técnicos para desenvolvedores, estudantes e profissionais de TI de todo o mundo – http://www.ibm.com/developerworks/br/

*A edição gratuita não inclui o serviço de suporte ao software, disponível somente na versão paga

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Governo estimula investimentos em startups

As startups, empresas especializadas na oferta de serviços e bens inovadores, ganharam mais apoio do governo brasileiro. Por meio de um acordo assinado com a organização sem fins lucrativos, Anjos do Brasil, que apoia o empreendedorismo inovador brasileiro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai buscar maneiras eficientes de auxiliar o desenvolvimento deste segmento empresarial.

De acordo com o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto, o acordo irá possibilitar criar novas políticas públicas para estimular o chamado ‘investimento anjo’, que se direciona às empresas startups. “Contamos com a atuação da Anjos do Brasil fornecendo informações sobre o setor e, principalmente, desenvolvendo juntos instrumentos de apoio a esse segmento. Esses instrumentos poderão ser projetos específicos, como contratação de estudos e capacitação ou ainda aperfeiçoando o marco regulatório vigente”, afirma o secretário.

Fujimoto ressaltou ainda que o acordo não traz somente benefícios para investidores anjos ou empreendedores. “Ele criará o desenvolvimento de políticas públicas mais reais, diretamente ligadas a esse universo e que ajudarão também no crescimento de um país mais próspero e que aposta nos seus talentos”, disse.

Para a Anjos do Brasil, esse acordo representa um passo importante para a consolidação do segmento. “É uma grande honra podermos cooperar com o MDIC para o fomento do investimento anjo e para o desenvolvimento do empreendedorismo brasileiro. Consideramos este acordo um passo muito importante para que sejam desenvolvidas políticas e ações de estímulo a esta prática fundamental para o financiamento de negócios inovadores” afirma Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil.
Sobre a Anjos do Brasil

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Cietec fecha parceria com entidade da área de software

Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia) e a Associação Brasileira de Software (ABES) celebraram convênio para incentivar as empresas de base tecnológica e startups da incubadora. As entidades darão suporte para o desenvolvimento e inovação de seus produtos e serviços.

Além do apoio para criação e manutenção das novas empresas dados pelo Cietec, a parceria com a ABES vai possibilitar acesso a suporte jurídico, consultoria para fomento e inovação, além de integração com os principais players do mercado. A instituição da área de software também passará a dar palestras a cada dois meses para o público do centro de inovação.
Para Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, a iniciativa ajudará as startups da incubadora a terem mais um diferencial comparando com o resto do mercado. “Sempre nos associamos a atores representativos dos setores de atuação dos nossos incubados, visando a melhorar a competitividade dos projetos”, explica o especialista.

“O Cietec tem grande experiência no apoio à inovação, ao empreendedorismo e aos processos de incubação e pós-incubação de micro e pequenas empresas da área de tecnologia. Esse acordo aproxima as duas entidades para a identificação de projetos ligados à inovação tecnológica, incentivo aos novos empresários e para ajudar a criar condições dessas jovens empresas desenvolverem seus projetos”, comenta Jorge Sukarie, presidente da ABES.

A associação entre o Cietec e a ABES também isentará as jovens empresas do setor de software nascidas no centro de inovação de pagamentos de mensalidade por dois anos. O acesso aos eventos organizados pela entidade também será facilitado.
Com esse programa, ABES passa a apoiar a organização e gestão de novos projetos de incubadoras e de fomento a startups. As empresas em fase de incubação por organismos credenciados e aquelas classificadas como microempresas, com faturamento anual de até 360 mil reais, poderão filiar-se a ABES em condições especiais para participar das atividades associativas e receberem seus serviços e orientações especializadas para que ampliem suas chances de sucesso.

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LinkedIn lança Conteúdo Patrocinado

Na contínua missão de tornar os profissionais do mundo mais produtivos e bem sucedidos, o LinkedIn investiu nos últimos anos para tornar-se uma plataforma de conteúdo profissional. Os usuários do LinkedIn compartilham notícias de 1,5 milhão de fontes e consomem conteúdo de mais de 300 profissionais renomados que contribuem com o programa Influenciadores.

Com mais de 3 milhões de Páginas de Empresas no LinkedIn, companhias e instituições se destacaram como valorizadas fontes de conteúdo relevante. O Conteúdo Patrocinado permite a essas organizações construírem relacionamentos através da entrega de conteúdo na página inicial dos usuários, além de seus seguidores. O Conteúdo Patrocinado foi desenvolvido com uma abordagem moderada e metódica para criar uma experiência balanceada entre usuários e empresas.

Os profissionais de marketing estão cada vez mais promovendo conteúdo para informar, educar e inspirar seus atuais e potenciais clientes. Porém o conteúdo de alta qualidade produzido por eles – apresentações, artigos e vídeos – geralmente não alcançam pessoas suficientes e não geram o engajamento esperado. Com o Conteúdo Patrocinado, este material pode ficar acessível em um ambiente no qual seus clientes e potenciais clientes já estão consumindo conteúdo profissional relevante. É possível direcionar o Conteúdo Patrocinado para qualquer segmento da audiência do LinkedIn, baseada nos perfis profissionais de mais de 225 milhões de usuários.

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Conhecimento do perfil dos clientes ajuda bancos a otimizar o uso dos canais digitais

94% das transações do Bradesco já são feitas por meios eletrônicos. A afirmação foi feita pelo diretor de canais digitais do Bradesco, Luca Cavalcanti, durante o evento O Futuro da Atividade Bancária, realizado pela Serasa Experian e Acrefi – Associação Nacional das Instituições de Crédito, ontem (23), em São Paulo. Segundo o executivo, o número leva à necessidade de as instituições financeiras se relacionarem com seus clientes por essa via de acesso. Trata-se de um mercado competitivo, mas que traz grandes oportunidades de rentabilização para as organizações.

Para ser bem-sucedida, porém, esta rentabilização dependerá do conhecimento e da segmentação prévia do portfólio. Isso porque os novos canais digitais são uma excelente via de acesso para ofertas de produtos e serviços bancários. Mas o bom aproveitamento da internet, smartphones e redes sociais, entre outros meios, só acontecerá se as ofertas forem customizadas, considerando a tipologia de cada cliente.

O conhecimento também é importante para mitigar os efeitos negativos das condições ruins do mercado sobre os clientes. Essa foi uma das conclusões do consultor global da Serasa Experian, Luciano Scalise, em sua palestra Gestão de portfólios de crédito em cenários de incerteza. Segundo ele, as características do portfólio vão determinar quais fatores ou quais eventos econômicos geram risco para determinado grupo. A elevação da taxa de juros, por exemplo, afetará diretamente clientes desempregados, mas não prejudicará um segmento de aposentados ricos. Essa compreensão ajuda a estabelecer estratégias para ofertas assertivas caso a caso, considerando e antecipando os efeitos da economia sobre a carteira.

Este tipo de projeção torna-se importante porque, em sua palestra, Perspectivas para a economia brasileira em um cenário de juros globais mais altos, o chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch, David Beker, analisou o panorama econômico mundial e concluiu que a economia global crescerá a índices mais baixos. “Todos se perguntam por que o Brasil está crescendo tão pouco”, disse David. “Mas o mundo está crescendo menos.” Segundo ele, a China também está em desaceleração e a Europa permanecendo em situação complicada, com previsão de crescimento de 0,5%. Apenas os Estados Unidos começa a reagir, prevendo crescer entre 2,5 e 3%.

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Big Data: deslumbramento X 'Grande Irmão'

Por Mariano Sumrell

Num mundo cada vez mais conectado e informatizado, é surpreendente a quantidade de dados digitais armazenados no mundo. Atualmente, estima-se a marca dos 1,8 zettabytes (1 zettabyte equivale 1 bilhão de gigabytes). O setor de tecnologia da informação prevê um crescimento anual de 40% e, desta forma, chegaremos aos 7,9 zettabytes de informações armazenadas digitalmente até 2015.

A maior parte desses dados é não-estruturado e sua análise não pode ser feita com as técnicas tradicionais de bancos de dados relacionais ou multidimensionais. E é disso que se trata o Big Data: a análise de uma quantidade massiva de dados, em geral, não-estruturados. Essa análise requer dezenas, centenas ou até mesmo milhares de servidores rodando softwares em paralelo.

O Big Data traz uma série de possibilidades que incluem melhoria nas previsões meteorológicas, previsão de terremotos, uso de fotos de satélite para fornecer informações de vagas de estacionamento livres em grandes cidades, prospecção de petróleo, aplicações de Business Intelligence, Google Dengue Trends (avaliação em tempo real da incidência de dengue baseado em busca de determinado termos de pesquisa no Google) e análise de comportamento e perfil de compra de consumidores.

O lançamento do Google Glass e outros wearable devices que surgirão no mercado traz ainda mais lenha para a fogueira do Big Data. O Google Glass, com sua câmera e mais treze sensores, vai gerar uma quantidade colossal de dados, além de possibilidades infindáveis de informações que pode oferecer ao usuário baseado em sua posição, movimento, hábitos e atividades anteriores.

Mas, junto com as inúmeras possibilidades empolgantes e desejáveis, o Big Data traz uma grande preocupação: a privacidade. Notícias sobre o programa de vigilância do governo americano, o PRISM; a enorme quantidade de informações dos indivíduos que empresas como o Google têm acesso (dados de navegação, agenda, contatos, e-mails, círculos de relacionamentos e muito mais) e o vazamento de informações marcadas como privadas nas principais redes sociais, principalmente o Facebook, são motivo de preocupação às pessoas sensibilizadas com a questão da privacidade.

O cenário está formado. As condições para a existência do “Grande Irmão” previsto por George Orwell na década de 40, no seu memorável “1984”, estão aí. O Big Data é inexorável. Resta saber se a sociedade saberá como coibir, ou se será possível coibir, as violações aos direitos individuais que podem advir do seu mau uso.

Mariano Sumrell é diretor de Marketing da AVG Brasil

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ICI e Hemepar celebram Termo de Cooperação Técnica

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, e o diretor geral do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), Paulo Roberto Hatschbach, assinaram nesta tarde Termo de Cooperação Técnica entre as duas instituições. A parceria prevê a utilização do aplicativo para dispositivos móveis Hemogram, desenvolvido pelo ICI, com o objetivo de promover e incentivar a doação de sangue, envolvendo população e organizações de saúde que mantém bancos de sangue.

O Hemepar fará o cadastro das solicitações de doação de sangue no aplicativo e divulgá-lo nos meios de comunicação, com a finalidade de manter os bancos abastecidos e sensibilizar permanentemente a população quanto à necessidade de doação.

Já o ICI, além de disponibilizar para utilização o Hemogram, deve hospedar e manter o banco de dados do mesmo, além de promover constante evolução tecnológica do aplicativo.

Para o diretor geral do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach, trata-se de uma ferramenta que “vai ajudar a salvar vidas”. O diretor e sua equipe comentaram que estão com plano de contingência em função da Jornada Mundial da Juventude, que acontece na semana que vem. “É habitual ter um plano em função de grandes eventos”, explicou a assistente social Nely Coimbra Moura. “Como há previsão de muitas pessoas em deslocamento, se acontecer algo que demande nosso serviço precisamos estar preparados.”

Hatschbach disse que a população brasileira é solidária, porém sempre é necessário lembrar as pessoas sobre a necessidade das doações. “Grandes eventos, fim de ano, início do inverno, férias são períodos em que as coletas diminuem muito, por isso contamos com apoio da mídia para lembrar os doadores”, relatou. “Acreditamos que o Hemogram nos dá a possibilidade de chegar mais próximo das pessoas, de maneira rápida, e com muita abrangência devido à integração com as redes sociais.”

Segundo Elvira Folda, da divisão de Gestão da Qualidade do Hemepar, “os jovens estão distantes da doação”. “Esse aplicativo vai nos aproximar da geração Y, que está sempre conectada e apressada. Podemos tentar conscientizar essa população”, disse.

O aplicativo

Criado para mobilizar a comunidade a se tornar doadora voluntária de sangue, o Hemogram permite que os usuários visualizem e façam pedidos de doação, além de cadastrar seu perfil e tipo sanguíneo. O objetivo do ICI é estimular a solidariedade e aumentar a oferta de sangue para confortar pacientes que buscam doadores. Assim, a população compartilha a causa com amigos e dissemina a prática de doação.

Para utilizar o Hemogram, basta ter cadastro no Passaporte Curitiba (www.passaportecuritiba.org.br) e baixar o software no tablet ou celular, pelo link: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.org.curitiba.ici.hemogram. No momento, o aplicativo está disponível para download apenas para o sistema operacional Android.

Equipes

Participaram da reunião para assinatura do Termo de Cooperação Técnica o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, e o diretor geral do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach. Eles foram acompanhados pelo chefe de gabinete do Instituto, Carlos Hideo Hossaka, e os seguintes representantes do Hemepar: Katia Grilo, divisão de Pesquisa Científica; Nely Coimbra Moura, assistente social; Elvira Folda, divisão de Gestão da Qualidade; e Jonatas Nunes, suporte de informática.

Assistiram também à celebração do Termo a equipe de desenvolvimento do Hemogram, composta pelo coordenador Julio Cesar de Brito, Frederico Augusto de Camargo, Caio Cascaes, Rodolpho Luiz Reis Vieira, João Guilherme Costa Guimarães, Felipe Zaramella Saad e Bruna Lopes. O desenvolvimento do aplicativo contou também com a participação de Stephan Rodrigues Garcia, que não pode comparecer ao evento.

Fonte: ICI

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Pesquisa mostra cenário da inovação no PR

O Sistema Fiep acredita que a inovação é fundamental para as indústrias na busca por produtividade, ampliação do mercado e melhores resultados. Por isso, através do Senai Centro Internacional de Inovação e dos Observatórios Sesi/Senai/IEL, foi produzida a pesquisa “Bússola de Inovação”, da qual participaram 1.240 empresas, representantes de 27 setores industriais. Por meio do projeto, considerado pioneiro no Brasil, pelo detalhamento e abrangência, foi possível conhecer como está a inovação em todo o Estado.

Realizada em cooperação com pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a pesquisa que conta com o apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) mapeou indústrias em aproximadamente 46% dos municípios paranaenses. Como resultado da primeira etapa, foram gerados 22 relatórios técnicos setoriais – como Vestuário e Acessórios, Construção Civil, Metalurgia e Alimentos. A pesquisa completa é um retrato regional da inovação no Paraná e fornece informações para novos estudos sobre o tema, além de dados para a oferta de produtos e serviços alinhados às necessidades de cada setor da indústria paranaense, e subsídios para a elaboração de políticas públicas.

Ao todo, foram três anos para chegar às 22 publicações, que foram entregues aos sindicatos de cada setor durante as comemorações da Semana da Indústria de 2013. Já a segunda etapa da pesquisa contemplará a análise dos dados levantados e uma avaliação do caráter inovador das indústrias do Estado. Segundo a gerente dos Observatórios, Marília de Souza, a principal contribuição das publicações é criar um referencial para que cada setor industrial situe-se em relação ao processo de inovação. “A Bússola permite vislumbrar a inovação sob a ótica setorial, permitindo que as empresas identifiquem seus pontos fortes e, principalmente, aqueles que precisam de melhorias, através de orientação e sensibilização sobre ferramentas e práticas de gestão que permitem o incremento da competitividade”, explica.

Além de ter acesso aos resultados descritivos de cada setor, os participantes da pesquisa receberam um diagnóstico personalizado sobre como está o processo de inovação da empresa, gerado com base nas respostas. Assim, segundo a gerente, cada empresa e setor podem apropriar-se de sua respectiva publicação para nortear suas ações em inovação. “Ao observar a situação atual de suas indústrias e de seus setores industriais, em relação às diferentes variáveis da inovação, os empresários poderão mais facilmente identificar oportunidades de negócios”, finaliza Marília.

Coleta-Aprendizagem

A coleta de dados para a Bússola da Inovação foi feita através de um processo de “coleta-aprendizagem”, que aliou pesquisa a uma proposta de sensibilização dos respondentes sobre inovação. Assim, durante o preenchimento do questionário, o respondente também pôde ampliar e atualizar seus conhecimentos sobre o tema de maneira didática.

Os relatórios setoriais estão disponíveis no site http://www.bussoladainovacao.org.br

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Paraná vai ter primeiro Instituto Senai de Inovação do Brasil

O Paraná será o primeiro estado brasileiro a inaugurar um Instituto Senai de Inovação (ISI). O foco do Instituto no Paraná será em Eletroquímica e deverá atender a uma demanda do setor industrial, por soluções que fortaleçam a competitividade e a produtividade, sobretudo para os segmentos petroquímico, mineral, metalmecânico, de energia e da construção civil. Até 2015, serão inaugurados 23 ISIs em todo o Brasil, divididos em oito temas ligados à indústria, como produção, materiais e componentes, engenharia de superfícies e fotônica, microeletrônica, tecnologias de informação e comunicação, tecnologias construtivas, energia e defesa. Os ISIs estão sendo estruturados a partir de parcerias estratégicas com o Massachusetts Institute Technology (MIT) e Instituto Fraunhofer, da Alemanha.

O Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica começa a funcionar oficialmente em Curitiba no dia 16 de setembro de 2013, durante a realização do 1º Seminário Internacional de Inovação Industrial em Eletroquímica – S3IE . O Instituto terá 300 metros quadrados de laboratórios, com infraestrutura e equipamentos equivalentes aos Centros de P&D mais avançados internacionalmente. As primeiras instalações situadas na sede da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) do Jardim Botânico, em Curitiba, somam investimentos de R$ 8 milhões – incluindo nesta soma a contratação e capacitação de equipe especializada, além de aquisição de equipamentos. A unidade paranaense do ISI vai desenvolver linhas de trabalho nas áreas de criação de sensores, baterias, nanotecnologia, revestimentos e novos materiais para melhores performance e resistência à corrosão de equipamentos e superfícies.

Até 2015, a infraestrutura do ISI no Paraná deverá ser ampliada, com um novo edifício de 10 mil metros quadrados, também na sede da Fiep, orçado em mais de R$ 50 milhões. Com as duas sedes, o ISI terá 2 mil metros quadrados de laboratórios para atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) e 7,5 mil metros quadrados para a gestão da inovação e à incubação e aceleração de novos empreendimentos inovadores industriais.

Para o gerente executivo do Senai Centro Internacional de Inovação, Filipe Cassapo, responsável pela implementação desta iniciativa no Paraná, as indústrias brasileiras poderão estabelecer uma relação inédita de parceria com o Instituto de Inovação em Eletroquímica, que deverá fortalecer a competitividade e a produtividade de todo o setor nacional, por meio de atividades de pesquisa aplicada e inovação. “A inauguração do ISI será um divisor de águas, porque terá papel decisivo na pesquisa aplicada à prática, transferindo conhecimento, tecnologia e infraestrutura de ponta para o ambiente industrial, visando gerar produtividade, competitividade, lucratividade e sustentabilidade”, avalia Cassapo.

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Conferência traz principais profissionais do Crowdsourcing

Conferência Internacional de Crowdsourcing 2013, evento especializado em co-criação e divulgação do conceito de economia colaborativa, realiza, nos dias 23 e 24 de julho, em São Paulo, na sede da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), sua terceira edição. O encontro terá a presença dos principais nomes do crowdsourcing no mundo.

O evento conta com a participação de profissionais de grandes empresas, como IBM Brasil, Red Bull, TOTVS, Mutopo, Victors & Spoils e Lego. Entre os destaques: Don Tapscott, uma das maiores autoridades mundiais em inovação, mídia e impacto econômico e social da tecnologia, John Winsor, Fundador da Victors & Spoils, primeira agência de publicidade no mundo construída pelos moldes do crowdsourcing. François Pétavy, CEO da Eyeka, startup francesa de sucesso que trabalha com co-criação e plataforma de crowdsourcing para as marcas ao redor do mundo, e muitos outros.

A programação completa do evento está no site da CCS13.
Serviço
Evento: CCS13
Data: 23 e 24 de julho de 2013
Local: Sede FECOMERCIO/SP
Horário: das 08:30 às 17:30
Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP

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Serviço de tecnologia analisa e antecipa soluções para a cidade de Curitiba

Em uma entreivsta ao programa de tv Valor Agregado, Eduardo Zifchak, Gerente de Sistemas e Novas Tecnologias do Instituto Curitiba de Informática. ele fala sobre o S3i – Serviço Integrado de Inteligência da Informação. Esse serviço analisa e antecipa soluções para a cidade de Curitiba.

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