Variedade dos modelos de e-commerce é maior do que se imagina (e divulga) – Por Vinicius Andrade

O conceito de loja mudou. O espaço físico cheio de produtos ainda existe – e porque não dizer “resiste” – mas as lojas online são uma realidade cada vez maior para consumidores de diferentes perfis socioeconômicos. Se engana quem pensa que os comércios eletrônicos, chamados de e-commerces, são todos a mesma coisa. Com as tecnologias que se aprimoraram com o passar dos anos, é possível ter diversos modelos de e-commerce, cada um mais apropriado para o tipo de produto que se quer vender, qual cliente deseja atingir e outros fatores que diferenciam uma loja virtual de outras.

Classificado como um modelo já estabelecido e com uma abordagem mais “clássica”, o e-commerce tradicional não tem segredos. A exemplo de lojas como Netshoes e Submarino, são modelos que requerem um alto investimento e enfrentam uma concorrência massiva. O estoque também precisa ser uma preocupação constante, uma vez que as entregas requerem velocidade. No entanto, com a variedade de plataformas existentes no mercado, é possível se estabilizar com mais facilidade e recuperar o investimento, muitas vezes, com mais segurança.

Um modelo mais moderno e que pode ser uma aposta certa são os e-commerces on demand. Como exemplo temos a própria Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil. Não é necessário estoque, nem investimento em logística. O menor custo de investimento e a margem de lucro maior do que o modelo tradicional são outras vantagens desse formato. No entanto, há a necessidade de uma plataforma adequada que comporte o modelo on demand.

Em contrapartida e com a possibilidade de menor investimento em tecnologias, temos o modelo marketplace, aplicado em sites conhecidos como o Mercado Livre e o Enjoei. Atualmente, outras grandes redes de comércio online, como as já citadas Submarino, Netshoes e o gigante dos supermercados Walmart estão investindo mais nesse modelo. Com ele existe a possibilidade de anunciar seus produtos em sites distintos, o que aumenta a exposição da loja e as chances de vendas. Além disso, é um investimento menor para as operações logísticas como um todo. O modelo marketplace requer um controle maior das vendas efetuadas e uma negociação constante com os portais que os produtos serão anunciados. .

Com um nome um pouco mais complicado, mas muitas vantagens, o dropshipping possibilita um investimento menor e maior possibilidade de expansão. O famoso Alibaba, por exemplo, é um dropshipping que deu mais do que certo. A gama de produtos que é possível comercializar aumenta consideravelmente e o prazo de entrega é maior do que o normal. Para se organizar esse modelo, no entanto, é preciso um planejamento milimétrico.

Por fim, os tamanhos e funcionalidades das lojas virtuais podem variar, assim como o das lojas físicas. Basta pensarmos na quantidade de modelos de disposição de produtos, araras, arquitetura e vitrines que existem e adaptarmos para o mundo virtual. Os e-commerces podem não ter um piso, paredes ou vendedores, mas com certeza têm um potencial absurdo que, quando explorado, podem potencializar qualquer ideia.

Vinícius Andrade é CEO da Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil.

Mentores: por que são importantes para uma startup?

Por Vinicius Andrade

Se você é um empreendedor e está à frente de uma startup, provavelmente já ouviu falar sobre mentores. Mas será que você sabe o que é um mentor e qual a sua importância para as empresas?

Essas perguntas surgem quando fundadores de startups entendem que estão em um momento do negócio em que precisam de algum apoio estratégico para suas operações. O processo de mentoria é algo que está cada vez mais em evidência e, de forma simples, nos ajuda na tomada de decisões estratégicas, em nosso crescimento profissional e até mesmo para apontar caminhos que não tínhamos em mente.

Atualmente existem empresas que oferecem programas específicos de mentorias para startups. A SP Stars, por exemplo, já atendeu mais de 350 empresas, ultrapassando mil sessões realizadas. E o foco dessas ações é ajudar os empreendedores a alcançar objetivos, aprimorando suas capacidades e focando na conscientização de suas deficiências, para futuros aperfeiçoamentos.

Temos que destacar que as decisões que serão tomadas a partir das mentorias são muito importantes para a empresa. Por isso é preciso que o mentor e a startup tenham um mindset semelhante, caso contrário as decisões tomadas não serão as mais assertivas.

Eu já passei por alguns processos durante minha vida empreendedora, e posso dizer que aprendi com eles é que não adianta nada ter alguém conhecido do mercado, mas que não entende do seu ramo de negócio. Durante nossas experiências passamos por muitos mentores que estavam mais preocupados em “aparecer” do que efetivamente dar dicas para o nosso crescimento.

O que percebi também é que muitos profissionais que atuam como mentores não se preocupavam nem em entender o modelo de negócio que tínhamos e já o criticavam, falando que não tinha fit com o mercado e que nossa ideia não iria ter sucesso. Mas, quando paramos para analisar, notamos que na verdade o que não tinha fit era o mentor com nossos propósitos.

O que precisamos entender, quando buscamos essa ajuda profissional, é que ninguém vai conseguir dar dicas sobre o negócio e ajudar efetivamente qualquer empresa com conversas de 15 minutos. É necessário que tenha um entendimento do mercado, da empresa e do público que se pretende atingir. Se você procura por um mentor para ajudar, busque alguém que esteja realmente disposto a gastar o tempo em conversas mais profundas, que sejam sobre conteúdos relevantes e ajudem na tomada de decisões importantes.

Vinícius Andrade é CEO da Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil.

O que podemos esperar do On Demand Commerce? – Por Vinícius Andrade

Sabemos que o principal objetivo de um e-commerce é vender cada vez mais, certo? Se você é uma pessoa que deseja empreender no mundo online, precisa se atentar a uma série de serviços que demandam tempo e conhecimento, para deixar seu negócio robusto e atrativo. Dessa forma, você já sai na frente dos outros empreendedores que têm medo de arriscar e apostar no novo e se livra da possibilidade de cair no mais do mesmo em um mercado que é tão competitivo.

Se você quiser começar uma empresa online, mas que seja diferenciado, você vai gostar de conhecer a mais nova aposta do setor, o On Demand Commerce. Similar ao drop shopping, o e-commerce sob demanda possibilita com que as pessoas vendam produtos personalizados exclusivos mesmo sem ter o produto em estoque, com um diferencial de vender produtos criados por você mesmo. Quem já pensou em abrir qualquer loja virtual reparou que há sempre algum problema com fornecedor, logística ou baixa qualidade dos produtos. Resumindo, situações que acarretam em perdas financeiras, dificuldades na operação e até mesmo prosperidade do empreendedor.

O que percebo é que com o surgimento de novas plataformas capazes de dar evasão na produção e também na organização do negócio, esse mercado está mudando e quebrando paradigmas. No mundo todo o On Demand Commerce ganhou muita força, pois tirou o peso de quem quer começar um negócio online. Digo isso pois por meio dele é possível terceirizar toda a comercialização de produtos, abordando desde a gestão da plataforma de venda, tecnologia da informação, fulfilment e atendimento ao cliente.

Perceba que com essa evolução e amadurecimento, os empreendedores conseguem manter o foco em seu core business, que nada mais é que divulgar e vender o produto, deixando para um especialista a gestão da operação com todos os riscos do negócio. Esse modelo está se tornando cada vez mais popular no comércio eletrônico brasileiro, pois proporciona ao lojista uma forma dinâmica e completa de gerenciar seus negócios.

Outro diferencial do conceito é a remuneração que varia de acordo com os resultados. No modelo que usamos, por exemplo, os ganhos dos empreendedores são definidos de acordo com cada produto criado, e é isso que torna o negócio verdadeiramente atrativo. Afinal, quanto mais produtos os usuários vendem, o retorno financeiro será maior para todos. Deixo aqui uma pergunta final – Por que não apostar nesse setor e ajudar a democratizar de verdade o e-commerce?

Vinícius Andrade, CEO da Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil.