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Via Varejo amplia soluções de Fullcommerce

A Via Varejo, empresa detentora das marcas Casas Bahia e Pontofrio, ampliará as soluções para lojistas interessados em terceirizar suas atividades comerciais no varejo online, conceito conhecido por “Fullcommerce”. Esse novo pacote de serviços será composto por módulos que poderão ser contratados de acordo com a necessidade de cada cliente que busca uma parceria com know-how para apoiar a operação em diferentes níveis.

“Com essa plataforma avançamos em um mercado extremamente promissor pela grande quantidade de lojistas que buscam qualificação profissional de suas operações no e-commerce. Ao oferecer todas as nossas fortalezas e conhecimento, os clientes terão a oportunidade de potencializar os resultados com mais precisão e assertividade, desde a elaboração do site até o atendimento ao consumidor”, explica Paulo Madureira, diretor de Marketplace, Soluções e Serviços da Via Varejo.

Ainda segundo o executivo, com a solução Fullcommerce, a empresa vai disponibilizar a opção dos varejistas adquirirem um espaço em um dos 26 centros de distribuição, onde os produtos serão armazenados. “Quando o pedido for feito na plataforma, realizaremos a entrega ao consumidor final, aproveitando toda nossa malha logística”, completa. A solução tornará viável também a oferta do serviço Retira Rápido para terceiros, ou seja, o cliente pode comprar do seller do marketplace e retirar em uma das lojas físicas da Casas Bahia ou Pontofrio.

O portfólio completo contará com soluções distribuídas entre Gestão (planejamento comercial, incluindo a gestão de vendas por canal e acompanhamento das necessidades do negócio); Plataforma (criação de loja própria e integração com marketplaces); SAC (atendimento ao cliente via chat, e-mail, telefone e, futuramente, via whatsapp); Logística (realização de transporte, entrega e reversa de produtos); Marketing (planejamento das campanhas, incluindo a parte de criação e gestão das mídias, CRM e Analytics) e Pagamento (análise de risco, oferecendo garantia de confiabilidade nas transações financeiras).

Todas as soluções adquiridas serão coordenadas por uma equipe especializada da Via Varejo, que estará em contato direto com o parceiro para alinhar as estratégias de negócios. A contratação de cada um dos serviços poderá ser feita via agendamento de visita comercial por meio do e-mail comercial.servicos@viavarejonegocios.com.br.

A Via Varejo tem atuação consolidada neste ramo de mercado desde 2008, quando apenas era possível contratar todas as soluções do pacote de serviços, terceirizando a operação do e-commerce de maneira integral e não apenas parte dela. Com a utilização da ampla estrutura de centros de distribuição da Via Varejo, que compõe a segunda maior malha logística do país. Atualmente, a unidade de negócios possui parceiros, ligados aos segmentos de material esportivo, informática, produtos digitais e conteúdo editorial.

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MundiPagg anuncia integração com Shopify e nova modalidade de checkout

Responsável pelas transações de 40% do varejo online brasileiro, a MundiPagg apresentou recentemente duas novidades para facilitar a conversão das lojas virtuais. Uma delas é o plugin de integração com a Shopify, plataforma de e-commerce na nuvem referência no mercado. A outra é o Checkout Lightbox, que permite que o cliente permaneça dentro do ambiente da loja virtual na hora de finalizar a compra.

A Shopify é uma plataforma de e-commerce na nuvem, na qual o lojista não precisa ter uma hospedagem para o site, além de não demandar a necessidade de criação de ambientes ou qualquer infraestrutura para utilizá-la. O plugin é disponibilizado gratuitamente para os assinantes dos dois serviços e tem fácil integração. Através dele, o e-commerce passa a aceitar cartões de crédito e boleto, em transações com diferentes adquirentes e bandeiras, com direito a configurações de parcelamento e suas taxas.

Com a MundiPagg, o cliente Shopify ganha outros recursos que aumentam a conversão, como o Checkout Personalizado, que é uma página pronta e otimizada para facilitar o pagamento, que pode ser configurada de acordo com a identidade da loja, com a logo e as cores do site. A segurança dos dados fica por conta da MundiPagg, que possui certificação PCI para garantir o tráfego de informações. Outras funcionalidades são a Retentativa, que recupera por meio de um processo invisível as cobranças que não foram autorizadas pela adquirente, além do boleto registrado e a conciliação.

Checkout Lightbox

Disponível para os clientes Mundipagg, a outra novidade é o Checkout Lightbox, que permite concluir a compra sem alterar a URL no navegador nem redirecionar o cliente, tornando o processo de finalização da compra mais intuito e confiável. Ou seja, ao clicar em fechar o carrinho, o consumidor não sai da página, e surge um pop-up lightbox para preenchimento dos dados de pagamento. O Checkout Lightbox possibilita ainda a customização através da configuração de cores e a inserção de logo, itens que deixam o pagamento alinhado com a identidade do restante da loja, deixando o cliente mais confortável para finalizar a compra.

“Trabalhamos continuamente para oferecer mais alternativas para os nossos clientes, com recursos e meios de pagamentos que ampliam a experiência de pagamento do consumidor e, consequentemente, a taxa de conversão dos lojistas”, afirma João Barcellos, CEO da MundiPagg.

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Braspag e Cielo apresentam primeira solução brasileira de IoT para compras no Fórum E-commerce Brasil 2016

A tecnologia, que permite realizar compras por meio de botão conectado, estará em demonstração durante todo o evento

A Cielo, empresa de tecnologia e serviços para o varejo, líder em pagamentos eletrônicos na América Latina, e a Braspag, empresa do grupo Cielo, fazem demonstração da primeira tecnologia brasileira de Internet of Things voltada para o comércio eletrônico durante o Fórum E-commerce Brasil 2016, principal evento do setor da América Latina e o terceiro maior evento de comércio eletrônico do mundo, de acordo com a Forrester Research, que acontece em 26 e 27 de julho, em São Paulo.

Lançada neste ano e ainda em fase de testes, a solução funciona como um botão conectado que permite realizar compras a partir de qualquer objeto com apenas um clique e sem sair de casa, incorporando o conceito de Internet das Coisas (IoT).

A tecnologia estará em demonstração durante todo o evento no estande da Braspag. A partir do segundo semestre, o botão conectado entra em piloto com cerca de 100 consumidores cariocas da Organomix, empresa distribuidora de produtos orgânicos. Até o final do ano, estará disponível para todo o mercado brasileiro, podendo ser disponibilizada por meio de botão físico ou aplicativo para smartphone.

Fórum E-commerce Brasil 2016

Quando: 26 e 27 de julho (terça e quarta)
Das 9h às 20h
Onde: Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Halls C e D – Santo Amaro, São Paulo – SP
Informações: www.ecommercebrasil.com.br/forum2016/

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Return Path promove consultas gratuitas de otimização de e-mail no Fórum E-commerce Brasil 2016

Provedora global de soluções de dados, a Return Path tem como uma de suas missões disseminar boas práticas no uso do e-mail marketing. Por essa razão, mais uma vez, a empresa irá promover gratuitamente Consultas de Otimização de E-mail durante o Fórum E-Commerce Brasil (https://www.ecommercebrasil.com.br/forum2016/). A edição de 2016 do tradicional evento acontece nos dias 26 e 27 de julho, no Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo/ SP – Pavilhões C e D).

“Por meio de dados extraídos nessas consultas munimos os profissionais de marketing de insights interessantes sobre como suas empresas podem melhorar o relacionamento com seus clientes. A ideia é que, com base no desempenho real de suas campanhas, esses profissionais possam entender quais são os melhores caminhos para o aumento da entregabilidade e do engajamento, dois pontos importantes para que as marcas se mantenham competitivas”, explica Rodrigo Mesquita, Diretor de Contas da Return Path, que estará presente no evento para conduzir algumas destas sessões. Em seu estande no Fórum E-Commerce Brasil, a empresa estará representada também por especialistas de todas as áreas para esclarecer dúvidas e apoiar profissionais de marketing em suas estratégias de e-mail.

Para participar das Consultas de Otimização de E-mail, oferecidas gratuitamente pela Return Path, os visitantes do Fórum E-Commerce Brasil 2016 devem se cadastrar com antecedência (Link de cadastro: https://www.regonline.com/Register/Checkin.aspx?EventID=1847762). Com vagas limitadas, a análise dura cerca de 30 minutos e é baseada em relatório personalizado que considera a reputação da marca e métricas de desempenho do programa de e-mail, como percentual de entrega em caixa de entrada, leitura de mensagens e marcações de spam, não somente de suas próprias campanhas, como também as da concorrência. A Return Path avalia ainda potenciais riscos de fraude por e-mail ao verificar eventual ocorrência de phishing ou spoofing, além de orientar os profissionais participantes sobre como proteger suas marcas.

Fórum E-Commerce Brasil 2016

Datas – 26 e 27 de julho
Local – Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo/ SP – Pavilhões C e D)
Inscrição para as Consulta Gratuitas de Otimização de E-mail – https://www.regonline.com/Register/Checkin.aspx?EventID=1847762

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O varejo online e alguns de seus imperativos estratégicos – Por Daniel Domeneghetti

Mesmo com o contínuo crescimento do volume de internautas no Brasil, que somam 119 milhões de pessoas, as transações no comércio eletrônico deverão cair neste ano. Estudos apontam uma retração pela primeira vez em 12 anos, o qual deve registrar em 2016 um volume de R$ 62,4 bilhões, observando uma queda de 2,35% em relação ao ano passado Com isso, abre-se espaço para os empreendedores da era varejista digital criarem estratégias a fim de encantar o novo comprador, cada vez mais conectado e ciente do seu poder de compra.

Diferente do comércio físico, as vendas na internet tem a vantagem das empresas materializarem com mais facilidade e dinamismo soluções e táticas que visam o encantamento a longo prazo do e-consumidor, o que muitas vezes reverte em vendas. A transação eletrônica tem uma seara de informações em ações corriqueiras de uma operação online a seu favor. Seja uma pesquisa web de marketing focada em determinado produto, na forma de pagamento ou no e-commerce de nicho, o e-commerce é total beneficiário destas informações, pois a partir dessa ação é possível gerar oportunidades, assim como entender quais são os desafios diante da crise, além de ter a capacidade de remodelar a sua postura perante o público alvo.

Esta situação abre precedentes da loja virtual oferecer um modelo de compra mais personalizado e analítico, ajustado de acordo com a necessidade ou vontade do usuário. Bingo! Ponto para o comércio varejista online.

No Brasil, temos estas constatações, mas a realidade na prática é outra. A taxa de penetração do varejo digital não chega a roubar o montante do varejo tradicional. Historicamente, as transações eletrônicas representam 5% do varejo tradicional há 15 anos. As vantagens citadas acima não tiram a dependência do mercado virtual para o físico. O próprio cenário brasileiro revela que a maioria das lojas virtuais daqui é oriunda do comércio olho no olho, salvo as raras exceções da Netshoes e da Dafiti, que já nasceram com cerne digital.

Diante deste cenário pouco independente do mercado virtual de compra, a pergunta é: mas então como encontrar o ponto de equilíbrio entre o físico e o digital?

Pensando nisso, 3 dos importantes axiomas que condicionam o melhor do desempenho do varejista neste ambiente de forte crise econômica têm se sobressaído ultimamente, quando se trata da relação físico/digital:

1. Arquitetura corporativa deve ter foco no cliente

Tecnologias como o CRM, BI e Analytics vêm pagando o preço da arquitetura corporativa das empresas não serem orientadas ao Cliente no Brasil. De nada adianta mudar de dentro para fora, se não se conhece o “fora”. Conhecer o consumidor é a base de tudo. Por isso, para que a gestão da empresa possa tirar proveito das plataformas digitais, é necessário partir do pressuposto de que a experiência do consumidor final é o foco principal de qualquer iniciativa ou implementação. Isso quer dizer integrar ao comércio eletrônico um conjunto de serviços, conteúdos, comunicações, canais e novas tecnologias relevantes, a fim de que o relacionamento próximo, além da simples transação, se torne o foco da empresa.

2. Busca on-line pode gerar mais vendas offline

Primeiramente é preciso saber as motivações e o perfil do consumidor para quem se pretende vender. Trata-se de um processo de inteligência que envolve, dentre outra, questões como geolocalização, analytics e user experience, além de inteligências etimológicas e contextuais. Nesta equação, entretanto, a inteligência de contexto é a mais fraca, já que significa a compreensão de que os parâmetros utilizados para determinada busca não são estanques, ou seja, existem em função de uma finalidade única e clara.

3. Digital acelera o físico

O marketing digital aumenta sensivelmente a capacidade de fazer vendas no mundo físico, mas a recíproca, no Brasil, não tem sido verdadeira, como no Japão, nos países Nórdicos e nos Estados Unidos, dentre outros. Enquanto nesses outros países o mundo físico ajuda a acelerar as vendas no mundo digital, como os quiosques que permitem fazer e fechar a compra virtual in loco em shopping centers, aqui no Brasil ainda se exige somente que o digital acelere o físico. Vale realçar, contudo, que não é de hoje que o varejo físico se beneficia do digital. E isso, em um mundo cross-canal e multiplataforma (incluindo aí obviamente as mobile, social e convergentes, mas não somente) é fundamental para o sucesso da marca, independente de seu ambiente principal de transação (se físico, digital ou ambos).

Tendo essas três premissas, dentre tantas outras, na cabeça e as executando da maneira mais aderente ao seu escopo de atuação, a balança do equilíbrio entre físico e digital tem tudo para pender para o lado virtual, mesmo que seja de médio a longo prazo.

Daniel Domeneghetti é especialista em estratégia corporativa e CEO do Grupo ECC, holding formada por empresas de consultoria, tecnologia, pesquisa e capacitação.

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E-bit/Buscapé aponta que comércio eletrônico brasileiro deve crescer 8% em 2016

A E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, lançou, nesta quarta-feira (24/02), a 33ª edição do relatório WebShoppers. A pesquisa traz um panorama completo do comércio eletrônico em 2015 e aponta as expectativas para 2016, além disso, também apresenta o resultado de estudos específicos sobre compras em sites estrangeiros (cross- border), omnichannel e a análise de preços do Índice FIPE/Buscapé.

De acordo com o relatório, apesar do cenário econômico desfavorável, no ano passado, o setor registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões. A previsão é de que, até o final do ano, o e- commerce nacional fature R$ 44,6 bilhões, o que representa um acréscimo nominal de 8%, em relação ao período anterior.

Dentro do cenário de crise econômica, com aumento de inflação, desemprego e incertezas ao longo de 2015, o e-commerce se mostrou uma excelente alternativa na busca de bons negócios para o consumidor, apresentando faturamento muito acima do registrado no varejo tradicional”, afirma o fundador da E-bit, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e vice-presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company, Pedro Guasti.

O ano de 2015 reservou resultados positivos para o setor. Entre os pontos fortes, o crescimento expressivo das vendas feitas por dispositivos móveis, que passaram a representar 12% do faturamento, na média do ano, e 14,3%, em dezembro. O número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra via Internet chegou a 39,1 milhões, volume 3% maior, se comparado a 2014. A quantidade de pedidos cresceu 3%, atingindo 106,2 milhões. Já o tíquete médio das compras ficou em R$ 388, valor 12% mais alto, se comparado ao ano anterior. Para 2016, estima-se que o tíquete médio das compras gire em torno de R$ 419, o que representa um crescimento de 8%, em relação ao ano passado.

“O crescimento no número de consumidores ativos foi menor se comparado a outros anos. Isso tem relação com a redução da participação da classe C nas compras online nesse período. Em contrapartida, o público de renda mais elevada comprou mais pela Internet. Essa é uma das explicações para o crescimento do tíquete médio. Outro fatores que justificam esse quadro são o aumento de 8,94% nos preços praticados, segundo o Índice FIPE/Buscapé, e a preferência dos consumidores por produtos recém-lançados e de alto valor agregado”, explica o diretor executivo da E-bit/Buscapé André Ricardo Dias.

Um ponto de destaque no ano passado foi a elevação no NPS (Net Promoter Score), que mensura a satisfação e a fidelizacão dos clientes no comércio eletrônico. No segundo semestre, o índice apresentou seu melhor resultado desde 2013, com 65% de satisfação. Isso aconteceu em virtude da diminuição no atraso das entregas e da melhoria dos serviços prestados pelas lojas. Mesmo a diminuição da oferta de frete grátis pelas lojas, durante o período, não interferiu nesse resultado. Em 2015, apenas 39% das compras (dezembro/2015) não tiveram cobrança de entrega.

Aumento de compras em sites internacionais

Em dezembro de 2015, a E-bit/Buscapé realizou nova pesquisa com os e-consumidores para estudar seus hábitos de compra em sites internacionais (cross-border). Mesmo com toda a incerteza da economia e o impacto da desvalorização do real, houve um crescimento expressivo de usuários brasileiros em sites estrangeiros, em relação aos dois anos anteriores. Se em 2014, a quantidade de compradores nesses sites chegou a 38%, em 2015, esse número avançou para 54%.

Foram 14,9 milhões de consumidores únicos que realizaram compras em sites fora do Brasil (como Aliexpress, Amazon e eBay, entre outros), tendo gasto no total US$ 2,02 bilhões, 18% a mais que em 2014. As categorias mais procuradas foram “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios” e “Informática”, respectivamente.

Integração dos canais on e off

A convergência de todos os canais utilizados pela empresa, com o objetivo de integrar as vendas entre as lojas físicas e a virtual, é o que se chama de omnichannel, uma conveniência ao consumidor no processo de atendimento. Em pesquisa realizada entre dezembro/2015 e janeiro/2016, a E-bit/Buscapé procurou entender as percepções de quem está presente nos diferentes meios, como a preferência em adquirir determinadas categorias de produto, no canal onde o comprador entende que existe maior conveniência.

O estudo revela que, no meio online, as categorias mais populares são “Viagens e Turismo”, “Eletrônicos” e “Assinatura de Revistas”. Isso acontece muito em virtude do alto valor agregado dos produtos, que faz com que os consumidores usem a Internet como ferramenta de pesquisa e busca pelo melhor preço. A preferência pelo varejo físico ocorre nas categorias “Petshop”,”Alimentos e Bebidas” e “Joalheria”, pelo fato de muitos produtos requererem a necessidade de visualização ou por causa da dificuldade na logística para produtos alimentícios perecíveis, por exemplo.

Entretanto, há categorias nas quais não há muita distinção entre canal digital ou tradicional É o caso de “Ingressos”, “Brinquedos e Games” e “Esporte e Lazer”, que já tem uma boa participação online, mas que, de acordo com os participantes da pesquisa, ainda carecem de investimentos com foco em melhorias, como redução dos prazos de entrega e maior facilidade para troca e devolução dos produtos.

Alta no Índice FIPE/Buscapé

No ano de 2015, a alta dos preços no varejo atingiu também o comércio eletrônico brasileiro. O Índice FIPE/Buscapé registrou valores 8,94% mais caros que o ano anterior. A alta da inflação ajudou a diminuir o poder de compra dos trabalhadores, principalmente os de menor renda. A classe C terminou o ano com 39% de participação nas compras (dezembro/2015), diferente dos 54% anteriores (novembro/2013).

O relatório WebShoppers tem o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da IAB, Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e do E-Commerce Brasil, na divulgação dos dados para o mercado.

O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir desta quinta-feira, 25 de fevereiro, no site www.ebit.com.br/webshoppers.

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