Tag Unisys

Instituições financeiras podem explorar sistemas bancários integrados para oferecer serviços digitais seguros, afirma Unisys a líderes do setor

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) participa da Fintech Americas 2019 para discutir as oportunidades que os sistemas bancários integrados podem oferecer ao setor de serviços financeiros. Entre elas, formas de integrar funções bancárias, de empréstimo e pagamento às aplicações de consumo mais populares. Ao eliminar obstáculos dos processos tradicionais por meio dessas medidas, as instituições serão capazes de proporcionar uma excelente experiência aos clientes e promover avanços na gestão de identidades, que podem garantir uma sólida postura de segurança em meio ao acelerado ritmo de transformação.

Maria Allen, vice-presidente e head global da Unisys para a área de Serviços Financeiros, apresenta um painel de discussão ao lado de David Estevez, CIO do Grupo Petersen, e Daniel Kennedy, vice-presidente do Scotiabank para bancos digitais, para discutir como a transformação digital das instituições financeiras está mudando a experiência e as expectativas dos clientes, e como avanços como o open banking têm aberto portas para a oferta de muitos serviços que bancos tradicionais não poderiam oferecer anteriormente. A discussão também aborda os riscos da segurança cibernética que as transformações podem trazer consigo e o importante papel de uma abordagem Zero Trust para garantir sucesso no futuro.

“O ritmo acelerado das mudanças no setor bancário está abalando a abordagem tradicional dos bancos em relação aos consumidores”, destaca Allen. “Os clientes de hoje contam com muitas opções, mas avanços como o sistema bancário integrado permitem que os serviços digitais sejam oferecidos em tempo real, quando e onde for preciso. Trata-se de eliminar os obstáculos dos processos bancários tradicionais – permitindo que pessoas realizem transações de qualquer dispositivo, a qualquer momento – para proporcionar uma melhor experiência”.

Entre outros temas, destaca-se também a necessidade de os bancos ficarem atentos aos riscos de cibersegurança que podem enfrentar ao adotar novas tecnologias (como inteligência artificial baseada em voz) e de tomarem medidas proativas para estabelecer uma abordagem de segurança, uma vez que as defesas dos perímetros já não são suficientes para reagir às ameaças de hoje.

“Zero Trust é um tema importante atualmente e, como muitos outros termos novos, pode significar coisas diferentes para diferentes empresas. Na Unisys, acreditamos que uma essa abordagem se baseia na ideia de que nenhum usuário ou dispositivo – dentro ou fora de redes privadas – deve ser confiável e de que as organizações devem dar o mínimo acesso possível mediante a identificação segura”, explica Allen. “É necessário contar com uma abordagem que usa ‘identidades confiáveis’, pois a interconectividade com parceiros, fornecedores e clientes exige a proteção de dados críticos nos vários pontos de acesso. Felizmente, avanços como autenticação biométrica multimodal, incluindo elementos como reconhecimento de voz e de íris e biometria comportamental, como velocidade de digitação, podem ser implantados para verificar a identidade do usuário nos diversos canais”.

Usando tecnologias de acesso baseadas em identidade, bancos e instituições financeiras podem implementar um modelo de segurança Zero Trust para combater riscos sistêmicos agregados a sistemas bancários integrados. Dessa forma, conexões com fornecedores e parceiros podem ser feitas com confiança e os benefícios do open banking podem ser concretizados.

A Unisys ajuda as instituições financeiras a alcançar níveis elevados de digitalização utilizando o Elevate™, plataforma de software completa e pacote de aplicações desenvolvidas para proporcionar experiências seguras aos clientes de bancos digitais. O Elevate conta com a segurança do Unisys Stealth®, que dispõe de recursos dynamic isolation™ para isolar rapidamente dispositivos ou usuários ao primeiro sinal de comprometimento. O Stealth™ reduz as superfícies de ataque por meio de microssegmentação baseada em identidade, permitindo que os bancos separem e escondam ativos críticos e estabeleçam canais codificados para comunicação segura de usuários, aplicações e sistemas.

Mais de 450 instituições financeiras em todo o mundo usam soluções da Unisys. Para obter mais informações sobre os recursos da Unisys para serviços financeiros, clique aqui.

Tags, ,

Unisys anuncia 2ª edição de Hackathon em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia

Com o tema “Making Smart Cities Safer”, estão abertas as inscrições para a segunda edição do Hackathon da Unisys, em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia. A edição 2019 do evento acontece em 23 de maio, durante a Semana Mauá de Inovação, Liderança e Empreendedorismo (SMILE), na unidade do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano do Sul (Grande São Paulo). O evento promete atrair mais de uma centena de participantes e abordará a segurança digital das cidades inteligentes.

Os interessados podem inscrever-se para a maratona tecnológica em equipes de três a cinco membros, pelo site do evento http://hackathonunisys.com.br, até 30 de abril. As premiações totalizam R$ 6 mil reais, dos quais R$ 3 mil são para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O primeiro colocado também terá a chance de apresentar o projeto vencedor ao board de executivos da Unisys e receberá mentoria da empresa nas áreas de cibersegurança e negócios por três meses.

“O principal objetivo de nosso Hackathon, em parceria com a Mauá, é fomentar inovações na área de segurança digital dos centros urbanos. A tecnologia tem desempenhado uma função cada vez mais importante para os cidadãos e governos, ajudando a solucionar os desafios da transformação digital, e a segurança cibernética tem papel fundamental nesse processo. O Hackathon é uma maneira de incentivarmos o surgimento de boas e novas ideias, que impactarão positivamente a vida das pessoas”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para a América Latina.

Para o professor Everson Denis, gestor dos Hackathons na SMILE, as maratonas tecnológicas são importantes, porque proporcionam troca de experiências entre os alunos e o público externo, ajudam a reforçar a integração das áreas de atuação da Mauá (Administração, Design e Engenharia) e estreitam o relacionamento com empresas e profissionais que atuam no mercado.

“Os participantes poderão ampliar seus conhecimentos, desenvolver a criatividade, trabalhar em equipe, tomar decisões, definir ações estratégicas, fazer networking, estimular o empreendedorismo, participar de um projeto real e colaborativo, além de deixar um legado para a sociedade”, afirma o professor Everson.

A competição é aberta a participantes de todo o Brasil com idade igual ou superior a 16 anos. É recomendável que os times sejam formados por integrantes com habilidades em áreas diferentes e complementares (como Engenharia, Tecnologia, Comunicação, Administração, Marketing, Design etc.) para as equipes reunirem tanto conhecimento técnico, quanto soft skills, a fim de estruturarem o projeto que será avaliado pela comissão julgadora, formada não apenas por executivos da Unisys e professores da Mauá, mas também por clientes e parceiros.

Na seleção dos candidatos, a equipe de jurados avaliará informações técnicas, inovação dos projetos, cumprimento dos prazos e habilidade das equipes, a partir do documento fornecido para avaliação antes da competição e durante as atividades desenvolvidas no dia da maratona. O anúncio dos participantes selecionados para a competição será feito no dia 10 de maio no site oficial do evento (http://hackathonunisys.com.br).

Ao se inscreverem, os candidatos terão de optar por um dos quatro temas-chave, no qual se basearão para desenvolver seus projetos. São eles:

1. Smart Networks – exercício utilizando a plataforma Stealth* da Unisys, para projetar soluções de proteção para um ambiente público conectado por redes inteligentes e/ou que contenham dispositivos IoT, para conter e isolar a ameaça e permitir a continuidade dos negócios;

2. Zero Trust – exercício para idealizar solução de gerenciamento de vulnerabilidades que possa alertar cidadãos, empresas e autoridades competentes sobre níveis de riscos e/ou ameaças proeminentes e, assim, contribuir para infraestruturas mais resilientes;

3. Safer Traffic – proposta que utilize dados públicos (estruturados e não estruturados) para fornecer informações e/ou análises que possibilitem o deslocamento mais fluido e seguro de pessoas em áreas urbanas;

4. Better Place – criação de uma solução que corrija ou aperfeiçoe um processo, serviço ou estrutura identificada no campus da Mauá, tendo como prioridade o tratamento da segurança lógica e física.

*Participantes que optarem pelo tema número 1 terão acesso a um treinamento disponibilizado gratuitamente pela Unisys sobre a plataforma Stealth™.

Hackathon Unisys e Mauá

Tema: “Making Smart Cities Safer”

Data: 23 de maio de 2019

Local: Instituto Mauá de Tecnologia – São Caetano do Sul (Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul – SP – Brasil)

Horário: 7h30 às 19h

Inscrições e informações: http://hackathonunisys.com.br

Tags, , , ,

Unisys é nomeada líder no Quadrante Mágico 2019 do Gartner para serviços gerenciados de ambiente de trabalho

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia que o Gartner posicionou a empresa no grupo de líderes em seu Quadrante Mágico 2019 para Serviços Gerenciados para Ambiente de Trabalho, América do Norte, classificando-a entre 21 prestadores de serviços nessa categoria.

O Gartner define serviços gerenciados para ambiente de trabalho (Managed Workplace Services – MWS) como um subconjunto do mercado de terceirização de TI, que inclui tanto o outsourcing tradicional para usuários finais, quanto novos serviços para o ambiente de trabalho digital, que consistem em suporte automatizado e integrado, priorizando a nuvem. O relatório do Gartner colocou a Unisys na posição mais alta do eixo capacidade de execução.

“Com o local de trabalho sendo a linha de frente da mudança digital e do engajamento dos funcionários, serviços inovadores nesse campo dão às organizações uma vantagem competitiva”, afirma o relatório do Gartner.

“Para nós, o reconhecimento do Gartner posicionando a Unisys como líder em serviços gerenciados para o ambiente de trabalho valida nossa abordagem digital com foco em segurança e automação voltada a elevar a produtividade e a satisfação dos colaboradores dos nossos clientes”, comenta Eric Hutto, vice-presidente sênior e presidente de Enterprise Solutions da Unisys. “Acreditamos que esse relatório ilustra como estamos atendendo às necessidades dos profissionais digitais de hoje para colaboração segura e capacidade de usar a automação e a inteligência artificial em benefício de uma força de trabalho mais eficiente”, completa.

O pacote da Unisys para serviços de ambiente de trabalho digital permite transformar plataformas de colaboração do usuário final, serviços e soluções de produtividade em um local de trabalho digital moderno, baseado na nuvem e com recursos de mobilidade, que promove a inovação e a produtividade dos profissionais, além de reduzir custos. O Unisys InteliServe™ converte o service desk tradicional em uma experiência inteligente e centrada no usuário.

“Nossos investimentos em serviços digitais para ambiente de trabalho complementam nossa já consolidada capacidade de execução, gerando valor para os negócios com inovação direcionada”, afirma Mickey Davis, vice-presidente global de serviços digitais para ambiente de trabalho da Unisys. “Nossos métodos de entrega consistentes associados aos nossos investimentos nos permitem não só levar novas tecnologias aos clientes, mas também usar essas inovações para melhorar a experiência dos clientes deles”.

O Quadrante Mágico 2019 para Serviços Gerenciados para Ambiente de Trabalho, América do Norte (publicado em 14 de janeiro de 2019 com autoria de Daniel Barros e Mark Ray) pode ser consultado aqui.

Tags, , ,

Unisys apresenta solução omnichannel e aplicação de biometria comportamental no Ciab FEBRABAN 2018

Entre os dias 12 e 14 de junho, a Unisys participa da 28ª edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – Ciab FEBRABAN 2018, em São Paulo. Durante o evento, a companhia apresentará duas soluções de destaques: o Elevate™, que consiste em uma plataforma omnichannel para bancos digitais; e o Stealth(identity)™, uma solução de segurança biométrica e autenticação, que faz parte do pacote integrado de software e serviços de segurança Unisys Stealth®.

O Unisys Elevate™ é uma solução disruptiva e integrada que pode ser personalizada de acordo com as regulamentações e condições de cada mercado, desempenhando a função de centro de integração de muitas funcionalidades e soluções, em uma única plataforma. Baseado na plataforma Retail Banking Delivery da Unisys, o produto incorpora um alto nível de segurança, com recursos integrados de biometria adaptável e análise de dados para identificar clientes, autenticar acesso e validar transações.

“Essas aplicações previnem fraudes e aprimoram a experiência dos clientes, além de cumprir requisitos regulatórios e reduzir significativamente os custos de certificações e normas de conformidade da indústria financeira”, afirma Luis Carlos Rego, vice-presidente e líder de serviços financeiros da Unisys para América Latina.

A funcionalidade omnichannel do Elevate potencializa a eficiência operacional e comercial dos bancos por proporcionar o atendimento em diversos canais, sejam tradicionais ou digitais, além de garantir a segurança das operações. Os recursos da plataforma permitem às instituições financeiras atrair uma nova geração de clientes digitais, melhorar o chamado time-to-market dos serviços digitais e transferir os custos para uma solução com modelo de pagamento por uso.

“Estudos da Unisys mostram que o custo médio global para adquirir e configurar uma conta de cliente em uma agência é de US$ 350. Configurar a mesma conta online de forma automatizada reduz este custo para US$ 140 e otimiza as operações”, comenta Luis Carlos Rego.

Já os produtos de segurança Stealth garantem proteção adaptável por meio do uso da tecnologia de microssegmentação em empresas, protegendo usuários, dados, aplicações e sistemas contra ameaças cibernéticas. Mediante a criação de comunidades seguras, usuários e dispositivos autorizados conectados à rede (seja no data center, em nuvem pública, ATMs, Internet das Coisas etc) são protegidos em segmentos criptografados criados pelo Stealth, camuflados contra invasores externos e protegidos contra as ameaças internas.

O Stealth(identity) permite a implementação de soluções de segurança biométrica e oferece gerenciamento de identidade com segurança e experiências positivas para o usuário. Uma arquitetura aberta permite a implementação de controles de acesso biométricos e autenticação multifatores em diversos dispositivos. Além disso, novos usuários são validados com inscrição verificada e é possível rastrear identidades para auditoria. A solução oferece recursos de análise detalhada para sistemas em diferentes setores, como o financeiro, e pode ser integrada à plataforma Elevate.

Durante o Ciab, a Unisys também participa do painel “Contas Digitais: O que Muda nos Negócios?”, no dia 14 de junho, às 14 horas, com palestra de Luciano Quintela, diretor de serviços financeiros da companhia. Além disso, no estande da empresa (#C31), os visitantes poderão conferir por meio de demos as inovações em biometria comportamental e novidades do Elevate.

A Unisys trabalha em conjunto com diversos clientes ao redor do mundo para oferecer soluções inovadoras para os negócios. Mais de 450 instituições financeiras em todo o mundo utilizam soluções e serviços da Unisys. Mais informações sobre as soluções da companhia para o setor financeiro estão disponíveis em: http://goo.gl/tuNqym

Ciab FEBRABAN 2018

Data: 12 a 14 de junho

Horário: das 10h às 19h

Local: Transamérica ExpoCenter (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – SP)

Estande da Unisys: #C31

Painel – “Contas Digitais: O que Muda nos Negócios?”

Data: 14 de junho

Horário: 14h

Local: auditório F6

Palestrante: Luciano Quintela, diretor de serviços financeiros da Unisys

Mais informações: http://www.ciab.com.br/

Tags, , ,

Como a tecnologia pode auxiliar no combate ao crime organizado

Por Mauricio Cataneo

Durante 2017, mais de 3 toneladas de drogas foram apreendidas nas fronteiras de Mato Grosso com a Bolívia, segundo balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Além disso, no início do ano, tivemos uma grave crise no sistema prisional brasileiro, com diversas rebeliões em diversos Estados do país. As graves consequências deste cenário e a perplexidade com que fomos impactados nos fazem questionar o que poderia mitigar a situação de risco das prisões.

A crise no sistema penitenciário se dá por um conjunto de fatores e, dentre eles, o tráfico de drogas e de armas surge como um aspecto preocupante que motiva a guerra entre as facções e, por isso, merece especial atenção. De acordo com o Departamento Penitenciário do Ministério da Justiça (DEPEN), este primeiro foi o crime que mais levou indivíduos à prisão em 2014, 28% respondiam ou foram condenados por crime de tráfico de drogas, 25% por roubo, 13% por furto e 10% por homicídio.

A situação nos presídios reflete, entre muitos outros aspectos, a batalha de facções criminosas por rotas do mais lucrativo tráfico internacional. Existe uma luta pelo poder e pela atuação em regiões fronteiriças do Brasil para comandar o tráfico de drogas, armas e outros produtos de procedência ilegal, nos quais o Brasil é rota, seja de origem ou destino. Mesmo reclusos em penitenciárias, esses indivíduos agem neste comércio paralelo e a briga pelo controle é o estopim para o que temos visto atualmente nas cadeias de todo o país.

Conter o tráfico de armas e drogas via fronteiras com países como Colômbia, Bolívia e Peru é um desafio imenso para o Brasil, visto que temos nada menos que 16.8 mil quilômetros de fronteiras terrestres e 7.4 mil quilômetros de costa marítima para serem vigiados. Em termos comparativos, a fronteira que os Estados Unidos fazem com o México apresenta 3.1 mil quilômetros, ou seja, menos da metade da nossa.

Diante do desequilíbrio entre a vastidão do território, somado ao volume de pessoas e cargas que entram e saem diariamente do país, e frente aos recursos insuficientes de controle e segurança em fronteiras, a tecnologia surge como uma poderosa aliada para auxiliar no combate aos desafios do crime organizado. Investir em sistemas de segurança por vídeo-vigilância automatizada (conceito de Centros de Comando e Controle), biometria, análise avançada de dados (data analytics), inteligência artificial e outras tecnologias que permitem o cruzamento de informações de milhares de fontes em tempo real potencializa o processo de análise nas investigações e, sobretudo, em medidas de prevenção.

Seja nos aeroportos e nas fronteiras terrestres, a ágil verificação de identidades se torna um requerimento essencial para a segurança. A implementação de soluções de identificação por reconhecimento facial, de íris, padrões de veias das mãos e outros sinais biométricos, bem como de scanners para grandes cargas transportadas, por exemplo, agiliza o fluxo de pessoas, ao mesmo tempo em que monitora mercadorias suspeitas.

Temos participado de projetos em diversos países nos quais esse tipo de inteligência composta essencialmente por soluções de software, em geral hospedadas em nuvem e com baixo custo de implementação, permite o cruzamento de dados advindos de agências do governo, forças policiais, redes sociais e até de colaborações vindas da própria população. Por meio de um portal público, os cidadãos fornecem informações para autoridades, agências de aplicação da lei e segurança pública, com o acompanhamento das solicitações por meio de smartphones e outros dispositivos móveis. Os dados cruzados identificam vínculos que até então não eram visíveis, permitindo que as autoridades reajam antecipadamente e possam atuar de forma preventiva, impedindo assim a ocorrência de crimes e outras ameaças.

Observamos que os avanços tecnológicos estão moldando novas relações entre os órgãos de segurança e a sociedade como um todo para uma gestão mais eficiente das cidades, um conceito que chamamos de “Cidades Seguras” (Safe Cities). Novos modelos de gerenciamento e controle podem ocorrer de maneira colaborativa entre entidades de segurança, empresas e cidadãos, revolucionando a forma que conhecemos a segurança pública hoje.

Com tanta informação disponível, não podemos esquecer da segurança cibernética. Para proteger dados sensíveis trafegados na rede, a utilização de tecnologias baseadas em microssegmentação se apresenta como uma alternativa importante. Elas permitem a criação de pequenos segmentos dentro do ambiente operacional, nos quais apenas usuários autorizados têm acesso. Ou seja, é possível criar grupos de trabalho formado por membros de diferentes entidades que atuam no âmbito da segurança federal, estadual e municipal (Polícias Civil, Militar e Rodoviária, Polícia Federal, Receita Federal, Ministério Público, Secretarias de Segurança e Administração Penitenciária etc.) para que possam conduzir investigações com total sigilo das informações que trafegam na infraestrutura tecnológica.

Analisando o contexto da segurança pública no Brasil, sabemos que não existe uma fórmula pronta e imediata para a resolução das questões que foram evidenciadas na mais recente crise no sistema prisional brasileiro. O mais importante é mudar a abordagem, passando de uma postura de remediação para de prevenção. É evidente que um plano de longo prazo deve contemplar investimentos em várias frentes, mas sem dúvida a priorização de tecnologias de ponta é aquela que pode trazer benefícios já no curto prazo, com a melhor gestão do fluxo de detentos, controle sobre produtos ilegais que entram e saem do país via fronteiras e aplicação de inteligência em investigações policiais.

Mauricio Cataneo é CFO da Unisys para a América Latina

Tags, , , , , , ,

Unisys nomeia Peter Altabef como Presidente do Board de Diretores

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia que sua diretoria elegeu o Presidente e CEO Peter Altabef como Presidente do Board de Diretores e Nathaniel Davis como Diretor-Líder Independente. As duas nomeações entram em vigor no dia 26 de abril de 2018. Altabef também continuará atuando como Presidente e CEO da Unisys.

Paul Weaver, atual Presidente do Board, se aposentará em 26 de abril de 2018, já que completou a idade de aposentadoria obrigatória da diretoria de 72 anos. Weaver faz parte do Conselho desde 2010 e ocupa a função de presidente desde 2015. “Tenho orgulho de ter trabalhado na Unisys”, afirmou Weaver. “A empresa está em boas mãos e dou os parabéns a Peter e a Nate por suas novas nomeações.”

Altabef, 58, entrou para a Unisys em 2015 como Presidente/CEO e membro do Board. Antes de ingressar na Unisys, Altabef atuou como Presidente e CEO da MICROS Systems, Inc. até a aquisição da empresa pela Oracle. Ele foi CEO da Perot Systems Corporation e, quando a empresa foi adquirida pela Dell Inc., atuou como Presidente da Dell Services, unidade da Dell voltada para soluções de processos comerciais e serviços de tecnologia da informação.

“Agradeço a Paul por sua liderança e orientação durante todos esses anos”, declarou Altabef. “Paul atuou com louvor nos últimos sete anos e sentiremos falta de sua presença na diretoria e como presidente. Também gostaria de agradecer a Nate por assumir a importante função de Diretor-Líder Independente.”

Davis, 63, entrou para a diretoria em 2011 e atualmente ocupa a função de Presidente do Comitê de Nomeação e Governança Corporativa. Davis conta com ampla experiência no Board, o que inclui sua função atual de Presidente do Conselho da K12 e cargos de diretoria anteriores na XM Satellite, na XO Communications e na Charter Communications. “Estou ansioso para continuar meu trabalho com Peter e com os outros membros da nossa diretoria e também para atuar nesta nova função”, afirmou Davis.

Tags, , , , , , ,

Unisys anuncia Luis Carlos Rego como VP e Líder de Serviços Financeiros para América Latina

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia ao mercado a contratação de Luis Carlos Rego como Vice-presidente e Líder da Vertical de Serviços Financeiros para América Latina. Nesta função, ele será responsável por alavancar os negócios da companhia nesta vertical, que atualmente representa 23% das receitas globais com base nos resultados do terceiro trimestre fiscal. Luis está baseado em São Paulo e reporta-se a Eduardo Almeida, VP de Enterprise Solutions e Gerente Geral da Unisys para a América Latina.

A Unisys tem uma forte atuação no segmento financeiro na América Latina, com uma base sólida de clientes e um amplo portfólio de soluções que otimizam e protegem as operações dessas organizações, que vão desde plataformas omnichannel para bancos digitais, sistemas de core bancário, aplicações de crédito imobiliário, serviços gerenciados de segurança, além de todo o suporte e gestão de equipamentos e sistemas de back-office. No mundo, 600 instituições financeiras confiam nas soluções da Unisys, entre as quais estão mais da metade dos 50 maiores bancos globais.

O executivo tem mais de 23 anos de experiência nas indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações no Brasil e na América Latina. Em sua carreira, acumula passagem de destaque pela Cisco, onde exerceu funções de gerência e direção nos setores de vendas, marketing e inovação para toda a região. Atuou ainda em empresas de tecnologia e solucoes como StrataCom, AT&T, Telematics e CPM/Capgemini.

Luis é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Mackenzie, possui pós-graduação em Administração, com especialização em Finanças, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Especialização de Desenvolvimento Executivo pela Kellogg School of Management (Northwestern University).

Tags, , , , , , ,

73% dos brasileiros apoiam Documento Único de Identidade com uso de biometria

Dentre os mais de 1.000 participantes brasileiros da pesquisa Unisys Security Index, a maioria dos cidadãos do País acredita que a consolidação dos documentos pessoais como RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor em um registro único, além da adição de uma identificação biométrica será uma iniciativa eficaz para promover a segurança pessoal. Apenas 13% não concordam com a união destes documentos como medida de proteção e 14% ainda não têm certeza sobre a questão.

O Unisys Security Index é um índice de referência mundial sobre o tema segurança e considera as seguintes variáveis para sua construção: Segurança Pessoal, Segurança Pública, Segurança na Internet e Segurança Financeira, o que determina um indicador de cada país pesquisado e um global, em uma escala de 0 a 300, na qual 300 é a maior taxa de preocupação com o tema segurança e 0 a menor. No Brasil, o índice total apresentado foi de 189 pontos, enquanto que a média no mundo foi de 173 pontos.

A pesquisa Unisys Security Index, realizada em 13 países, questionou os mexicanos em relação ao mesmo tema, a qual apresentou um percentual muito semelhante ao do Brasil, já que três quartos dos entrevistados (75%) apoiaram a unificação das informações pessoais. Apenas 10% não concordam com a iniciativa e 15% não estão certos sobre o tema.

Entre os brasileiros, 78% dos homens e 69% das mulheres acreditam que a unificação do registro pessoal é uma medida fundamental para a proteção dos dados privado. O percentual se eleva nas faixas etárias mais altas, entre 45-54 anos (80%) e 55-65 anos (85%), principalmente quando comparado aos jovens (faixa etária de 18 a 24 anos), que apresentaram o menor índice, apenas 65% apoiam a unificação.

Diferente do Brasil, o apoio a esta iniciativa entre os jovens no México é o que apresenta o maior percentual, 79% dos entrevistados entre 18 e 24 anos concordam que a unificação dos dados pessoais promoveria maior proteção.

A aceitação também é elevada entre os brasileiros com alto grau de escolaridade, com 75% dos entrevistados com nível superior e pós-graduação sendo a favor da consolidação das informações pessoais.

Na camada da população brasileira de alta renda, o apoio à medida é de 80%, enquanto que o percentual entre a classe média e a baixa é igual, 72% dos entrevistados de cada grupo apoiam a iniciativa. No México, a aprovação é alta em todos os níveis socioeconômicos, sendo que a classe com renda mais baixa (77%) é a que se destaca no apoio à unificação dos documentos.

“A unificação dos registros públicos dos cidadãos no Brasil permitirá maior confiabilidade aos documentos, que atualmente não incluem dados de sinais biométricos, o que acaba dando margem para falsificações, atos ilícitos e criminosos. Além disso, a iniciativa vai auxiliar na desburocratização, contribuindo para modernizar os sistemas e evitar fraudes”, afirma Guilherme Artuso, SME Especialista na Vertical de Setor Público da Unisys para América Latina.

Tags, ,

Unisys anuncia Eduardo Almeida como VP e Gerente Geral para América Latina

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a contratação de Eduardo Almeida como Vice-presidente e Gerente Geral para a América Latina. Nesta função terá a responsabilidade de liderar e expandir os negócios da Unisys na região, que representa atualmente 10% das receitas globais da companhia. Eduardo está baseado em São Paulo e reporta-se diretamente a Eric Hutto, VP Sênior e Presidente Global de Enterprise Solutions.

O executivo traz mais de 20 anos de experiência na indústria de tecnologia, tendo atuado em ambientes multiculturais e também em projetos internacionais, em países como Brasil, México, Colômbia, Argentina, Chile, Peru, entre outros. Em sua carreira acumula passagem de destaque pela Cisco, onde atuou por 19 anos em funções executivas, tendo liderado áreas como vendas, marketing, serviços e canais para a região da América Latina. Eduardo também comandou por quase dois anos as operações da Extreme Networks no Brasil e Cone Sul. Mais recentemente, exerceu a função de diretor-geral de vendas da Genesys.

Graduado em Ciência da Computação pela Universidade Mackenzie e com Especialização em Marketing e Estratégia de Negócios pela FIA (Fundação Instituto de Administração), Eduardo possui ainda MBA em Gestão de Negócios pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

“Estamos orgulhosos de trazer o Eduardo para liderar nossa equipe da Unisys na América Latina enquanto nos esforçamos para alcançar o alto potencial de crescimento que a região oferece”, comenta Eric Hutto. “A carreira de Eduardo é marcada pelo seu sucesso e capacidade de desenvolver e liderar seus times, enquanto suas equipes podem concentrar-se intensamente no sucesso do cliente. Seu foco será na construção de relacionamentos de longo prazo com clientes e parceiros para alavancar o portfólio de produtos e soluções da Unisys. Eduardo e sua equipe ajudarão nossos clientes a alcançarem o resultado que mais almejam: sucesso em seus negócios através da transformação digital”, finaliza.

“Estou bastante entusiasmado em ingressar na Unisys, uma empresa cuja trajetória na região de quase 100 anos e os relacionamentos estratégicos desenvolvidos com clientes a posicionam de forma diferenciada no mercado de TI, no qual tecnologias de data analytics, cloud, serviços gerenciados e a proteção contra ameaças cibernéticas se fazem cada vez mais presentes e demandam relações estratégicas entre as organizações”, comenta Almeida. “Esse dinâmico cenário de mercado aliado a nosso conhecimento e propriedade intelectual nas mais diversas verticais de indústria reforçam minha convicção de que temos uma extraordinária oportunidade na América Latina em conduzir a companhia rumo a uma jornada de crescimento e expansão”.

Tags, , ,

Esqueça o risco, foque na resiliência – Por Leonardo Carissimi

Os distintos modelos de Gestão de Riscos têm como desafio lidar com uma realidade complexa, em constante transformação. Disso resulta que, apesar da evolução e amadurecimento desta disciplina, ela apresenta limitações. Sem nenhum demérito, este tipo de desafio pode ser visto em quaisquer outras áreas do conhecimento humano em que se tenta colocar em uma planilha um mundo complicado, que muito muda e pouco entendemos. Os economistas e sua dificuldade de prever as grandes transformações econômicas que o digam.

Os crescentes ataques cibernéticos bem-sucedidos são uma boa evidência de que algo não está funcionando, apesar de contínuos esforços em Gestão de Riscos e implementação de controles por ela tão diligentemente indicados. Mesmo o mais bem estruturado programa de segurança corporativa está exposto.

Uma digressão sobre possíveis causas a estas frequentes manchetes é o coração da Gestão de Riscos.

Se aceita amplamente que Risco = Impacto x Probabilidade, para um dado evento de segurança. Isso pode funcionar bem para eventos conhecidos, mas o que dizer dos desconhecidos?

Consideremos os chamados “Cisnes Negros”. O termo foi criado por Nassim Taleb, filósofo, matemático e investidor libanês, para denominar grandes acontecimentos que são inesperados e que trazem grandes consequências. Como, por definição, não podem ser previstos, também não cabem na Análise de Riscos.

Para o propósito deste artigo podemos agregar um segundo grupo de riscos aos Cisnes Negros: eventos conhecidos, mas com probabilidade de ocorrência negligenciável. O famoso risco residual. Afinal de contas, a lógica da fórmula acima aponta que podemos negligenciar eventos de alto impacto, se sua probabilidade for muito baixa, pois o risco geral pode ser baixo e aceitável. A fórmula dá um critério objetivo para alicerçar a difícil decisão de quais projetos entram e quais não no programa de segurança.

Tanto os Cisnes Negros, como o risco residual, resultam igualmente perigosos à sobrevivência das empresas. São eventos resultantes de ataques novos e avançados, que nunca foram previstos ou que até já foram pensados, mas para os quais a probabilidade de ocorrência foi considerada desprezível.

Então, como preparar-se para enfrentar o imprevisível ou improvável, de modo eficiente do ponto de vista de alocação de recursos?

Acreditamos que a resposta é complementar a Gestão de Riscos com uma “rede de proteção”, focada em assegurar a resiliência. Quando o pior acontecer, como detectar o evento e responder imediatamente? Como limitar os danos?

Isso requer uma combinação de capacidades de detecção, com inteligência preditiva e de ameaças, e resposta automática. Ferramentas de correlação de eventos turbinadas com inteligência de ameaças, machine learning e algoritmos de analytics compõem o elemento de detecção, e boas plataformas também apoiarão a orquestração da resposta.

A tecnologia de microssegmentação definida por software é uma medida chave na resposta automática, podendo reduzir a superfície de ataque ou mesmo colocar em quarentena o sistema comprometido. Ao isolar imediatamente um sistema comprometido do restante da rede, atua-se na limitação do impacto e no aumento da resiliência. Não importa a natureza do ataque, ele estará contido em um microssegmento definido em segundos para detê-lo e de lá não poderá sair. É como o típico (bom) cofre de banco dos filmes: ao soar o alarme, grades baixam do teto ao chão isolando diferentes partes do cofre e o criminoso fica preso em um desses “microssegmentos”.

O que acabamos de descrever é uma implementação prática e provada do conceito de Arquitetura de Segurança Adaptativa, apresentado pelo Gartner. Acreditamos tratar-se de um conceito-chave para a sobrevivência das empresas no mundo em constante transformação digital que vivemos. Se não podemos antecipar todos os eventos e os riscos, devemos nos preparar assumindo o pior, não importa que natureza de vulnerabilidade e ameaça enfrentaremos. Para isso é preciso ir além da Gestão de Riscos e assegurar a resiliência dos negócios.

Leonardo Carissimi é Diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina.

Tags, , ,

Unisys apresenta crescimento de 240% no uso do ambiente de nuvem da Microsoft Azure

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a premiação recebida da Microsoft por ser a Parceira de Inovação do Ano do Azure, a plataforma de Cloud Computing, pela segunda vez em três anos. O prêmio foi recebido durante a Microsoft Inspire Conference 2017 em Washington (EUA).

A premiação reconhece o crescimento de 240% no uso da nuvem Microsoft Azure, impulsionada pela Unisys, por meio da oferta de soluções digitais inovadoras para clientes nos setores do governo, serviços financeiros, saúde e ciências, mercados estratégicos para a Unisys.

“Ao impulsionando a transformação digital com a Azure, a Unisys demonstra todo o poder do nosso ambiente de nuvem voltada para novas comunidades de clientes, em todo o mundo”, afirma Bob Ellsworth, diretor do programa de Modernização Empresarial e Parceiros Azure de Alto Potencial da Microsoft.

“Esse conceituado prêmio certifica nosso sucesso em permitir que clientes utilizem a nuvem como um agente essencial de transformação digital, flexibilidade e agilidade nos negócios”, explica Paul Gleeson, VP de Serviços de Nuvem e Infraestrutura da Unisys. “A Azure fornece uma plataforma flexível e economicamente eficiente para soluções digitais de alto desempenho da Unisys, que atendem às demandas específicas dos clientes em nossos mercados e verticais estratégicas”, completa.

Clique aqui para obter mais informações sobre a parceria entre a Unisys e a Microsoft, além de acessar todas as ofertas da Unisys integradas com a nuvem Azure e outras tecnologias da Microsoft.

“Estamos muito satisfeitos com o reconhecimento da Microsoft, o que só reforça que a nossa estratégia de Cloud Services está em linha com a demanda do mercado. Nós estendemos a parceria global com a Microsoft e além disso, somos parceiros Cloud Service Provider para o Brasil e região desde 2015. Por meio desta parceria de sucesso é possível promover a colaboração em projetos de migração para a nuvem com foco em redução de custos e flexibilidade das capacidades de infraestrutura para os nossos clientes”, aponta Fábio Abatepaulo, Diretor de Serviços de Consultoria da Unisys para a América Latina.

Tags, , , ,

Unisys lança no Ciab FEBRABAN 2017 sua nova plataforma omnichannel para bancos digitais

Durante o Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – Ciab FEBRABAN, que ocorre entre os dias 6 e 8 de junho em São Paulo, a Unisys anuncia o lançamento no Brasil de sua mais nova solução para bancos digitais, o Elevate. A plataforma conta com um pacote de aplicações desenvolvidas para auxiliar as instituições financeiras a oferecer aos seus clientes experiências seguras e unificadas, em diversos canais, sobretudo os digitais.

Como resultado, os clientes poderão pagar suas contas, efetuar transferências, solicitar crédito e simular financiamentos em todos os momentos e lugares – independentemente do dispositivo utilizado, seja móvel, no desktop, ou mesmo nas agências bancárias. A solução pode ser adquirida como um serviço, a partir de uma nuvem pública ou privada, ou ainda como uma solução local.

A participação da companhia como patrocinadora do evento, referência para o mercado financeiro no Brasil, inclui uma mesa-redonda, no dia 06 de junho, às 17h15, sobre o tema “Modelos inovadores de segurança digital para os bancos”, ministrada por Mark Loucks, Diretor de Cyber Analytics e Cientista de Dados Sênior da Unisys.

No estande da Unisys (#C53) os visitantes poderão conferir por meio de demos a jornada multicanal e as novas demandas do consumidor da era digital que são atendidas pelas funcionalidades e arquitetura da solução Elevate. Além disso, a Unisys apresentará suas novas ofertas para detecção e resposta a incidentes de segurança, dentro do conceito de Arquitetura de Segurança Adaptativa (Adaptive Security Architecture), que permite ir além das defesas do perímetro, pois consiste em múltiplas camadas e no uso de soluções de análise de comportamento do usuário.

Elevate – uma plataforma segura e omnichannel para bancos digitais

Os recursos presentes no Elevate permitirão às instituições financeiras atrairem uma nova geração de clientes acostumados a utilizar soluções digitais, ampliar a oferta de serviços por meio de múltiplos canais, melhorar o chamado time-to-market dos serviços digitais e transferir os custos para uma solução com modelo de pagamento por uso.

“A estratégia de promover a transformação digital contribui para que os bancos conheçam cada vez mais seus clientes e proporcionem a eles uma experiência que atenda e supere suas necessidades, bem como auxiliem as organizações a reduzir custos e a tornarem-se mais competitivas”, explica Eric Crabtree.

O Unisys Elevate é uma solução disruptiva e integrada que pode ser personalizada de acordo com as regulamentações e condições de cada mercado, desempenhando a função de centro de integração de muitas funcionalidades e soluções, em uma única plataforma.

“O desafio para muitos bancos e instituições financeiras atualmente é permanecer relevante e acompanhar o ritmo da demanda dos clientes em constante evolução. O mecanismo de análise do Elevate potencializa a eficiência operacional e comercial dos bancos por proporcionar o atendimento em diversos canais, sejam tradicionais ou digitais, além de garantir a segurança das operações”, afirma Carlos Ferrer, Vice-presidente para a Indústria Financeira e Líder de Enterprise Solutions da Unisys para a América Latina.

Baseado na plataforma Retail Banking Delivery da Unisys, o Elevate incorpora um alto nível de segurança, com recursos integrados de biometria adaptável e análise de dados para identificar clientes, autenticar acesso e validar transações. Essas aplicações previnem fraudes e aprimoram a experiência dos clientes, além de cumprir requisitos regulatórios e reduzir significativamente os custos de certificações e normas de conformidade da indústria financeira.

“Nossa ampla e reconhecida presença no País, por mais de 93 anos, faz com a Unisys seja um parceiro tecnológico relevante para muitos dos maiores bancos no Brasil, bem como, em toda a América Latina, provendo soluções de core bancário, administração de canais, depósito remoto de cheques, gestão de ATMs, suporte técnico remoto e de campo, gerenciamento de projetos de inovação, entre outros serviços prestados”, indica Jorge Gómez, Diretor da Indústria Financeira da Unisys para a América Latina.

A Unisys trabalha em conjunto com diversos clientes ao redor do mundo para oferecer soluções inovadoras para os negócios. Mais de 125 bancos em todo o mundo utilizam a plataforma da Unisys para bancos de varejo.

Ciab FEBRABAN 2017

Data: entre 06 e 08 de junho

Horário: das 10h às 18h30

Loca: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – 04795-901 – São Paulo – SP / Brasil

Mais informações: http://www.ciab.com.br/

Tags, , ,

7 lições do WannaCry – Por Leonardo Carissimi

6d4efd25eb7570a9b56b85b4208b0018

Nestes últimos dias, uma nova ameaça cibernética ganhou notoriedade, o WannaCry. Trata-se de um tipo de código malicioso classificado como ransomware, daqueles que “sequestram” dados de computadores para exigir um dinheiro em troca de devolver o acesso ao seu dono. Ou seja, uma vez infectada a máquina, ele encripta os arquivos e mostra uma tela na qual exige um resgate em dinheiro, tipicamente na moeda eletrônica bitcoins que, assim como o dinheiro vivo, não deixa rastros quando se movimenta e permite circulação de valores entre criminosos.

Interessante é que o WannaCry explora uma vulnerabilidade do sistema operacional Windows conhecida há pelo menos dois meses e que permite execução remota de um código através de uma vulnerabilidade no serviço SMB (Service Message Block).

O que o episódio nos traz de lições?

Crescimento das ameaças cibernéticas: as ameaças crescem em termos de magnitude e agressividade. Com a crescente conectividade, cada nova ameaça tem o potencial de infectar mais equipamentos.

O cibercrime está crescendo: essa nova ameaça também nos recorda que o cibercrime está crescendo, pois cada vez mais as ameaças tem motivação financeira. Elas se tornam mais perigosas, porque as organizações criminosas que as orquestram têm cada vez mais recursos. Podem desenvolver “armas” sofisticadas e agir globalmente com elas.

Impacto real nos negócios: tornaram-se comuns nos últimos dias notícias de empresas que foram contaminadas e tiveram que sujeitar-se a pagar pelo resgate. Outras decidiram por desligar computadores. Nos dois casos, torna-se claro o impacto em termos de custo (seja pelo pagamento pelo resgate ou, pior, pela perda de produtividade).

Prevenção é fundamental e começa com pequenas coisas: a vulnerabilidade é conhecida há pelo menos dois meses, quando a Microsoft publicou um boletim recomendando atualização dos sistemas Windows para corrigi-las. Um trabalho de Gerenciamento de Patchs, complementado de Gerenciamento de Vulnerabilidades, teria evitado a dor de cabeça. Realizar cópias de segurança frequentemente é outra prática bastante corriqueira que ajuda em situações de ransomware. São conceitos simples, mas que precisam ser realizados de forma consistente, com processo, ferramentas e pessoal treinado.

Microssegmentar a rede: a utilização de ferramentas para microssegmentação reduz o estrago. Ao isolar sistemas por microssegmentos, a movimentação lateral realizada pelo malware é contida e ele não contamina uma grande quantidade de equipamentos na rede. Opte pela microssegmentação por software, focando inicialmente em sistemas mais críticos. Isso vai permitir adoção rápida, sem impacto na arquitetura da rede e com custo reduzido. Em médio e longo prazo a técnica vai aumentar a segurança e permitir a simplificação da rede ao reduzir complexidade de firewalls internos e segmentação via VLANs.

Monitoração de Comportamento de Malware: a cada momento surgirão novas ameaças, as quais serão desconhecidas por ferramentas tradicionais de segurança que trabalham com assinaturas e padrões de malware conhecidos. A utilização de ferramentas de correção de eventos é controle necessário, mas não suficiente. Preparar-se para o malware novo requer um SOC (Centro de Operações de Segurança) mais inteligente, que identifique comportamentos anômalos mesmo quando for um ataque novo com assinatura desconhecida. No caso do WannaCry, a comunicação pela porta do SMB, o comportamento de movimentar-se lateralmente dentro da rede, e o endereço de seu “mestre” que tenta contatar, são indícios típicos de algo estranho está acontecendo e que permitiram um SOC inteligente detectar a nova ameaça a tempo.

Resposta a incidentes: Uma vez detectada a nova ameaça, requer-se pronta resposta. Respostas automáticas ou manuais poderiam bloquear tráfego suspeito e eliminar da rede equipamentos contaminados. A utilização de uma Arquitetura de Segurança Adaptativa é recomendada para responder de modo dinâmico, mudando a arquitetura de subredes à medida que contaminações são identificadas. Um exemplo é colocar em quarentena os equipamentos contaminados e evitar que os mesmos contaminem outros.

Leonardo Carissimi, Diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina.

Tags, , , ,

Unisys reforça estratégia de Data Analytics na América Latina

A Unisys intensifica sua atuação no mercado de análise avançada de dados (Advanced Data Analytics) com a meta de triplicar sua equipe de cientistas de dados na América Latina. No mundo já são mais de 300 profissionais com esse perfil, cuja principal função está em construir modelos prescritivos e preditivos que auxiliem os clientes a utilizar uma massa de dados para a tomada de melhores decisões de negócios.

O crescente uso de dispositivos móveis e a ampla difusão da Internet das Coisas (IoT) alavancou a geração de informações. O Gartner prevê que 8,4 bilhões de dispositivos conectados estarão em uso em todo o mundo até o fim deste ano. Estes dados podem ser avaliados de forma cada vez mais qualitativa para que se transformem em insights e apoiem a tomada de decisão pelas empresas, além de auxiliar governos em questões críticas nos serviços oferecidos aos cidadãos.

Uma recente pesquisa do Gartner indicou que Business Intelligence/ Analytics é a principal prioridade entre os gastos de tecnologia por parte dos CIOs na América Latina. Já a IDC aponta que esse mercado atingirá a cifra de US$ 187 bilhões no mundo até 2019.

A Unisys oferece soluções de data analytics para diferentes setores econômicos, utilizando metodologias de mercado e modelos preditivos desenvolvidos por um grupo de cientistas de dados. Entre elas se destaca a plataforma de cyber analytics, que identifica anomalias na rede e antevê possíveis ameaças à segurança com base na utilização de algoritmos de machine learning, uma tecnologia de inteligência artificial que tem a capacidade de aprender por meio de padrões e regras pré-estabelecidas, sem a necessidade de que sejam pré-programadas.

Além disso, a iniciativa “Cidades Seguras” (ou Safe Cities, em inglês) fornece ferramentas e recursos que auxiliam a prevenir e combater crimes. Um importante componente do portfólio, a solução Digital Investigator, permite que as organizações investiguem informações além dos limites tecnológicos e de fronteiras geográficas. O sistema fornece os recursos necessários para capturar e analisar a crescente variação e complexidade do conjunto de dados, fundamentais para que os profissionais de agências de aplicação da lei possam basear-se para combater ações criminosas.

Destaca-se também o uso de beacons, pequenos sensores que permitem a captura de informações em tempo real, para análise da atividade em um fluxo de pessoas. Esta tecnologia pode realizar análises em diferentes localidades, desde aeroportos até supermercados, shoppings centers ou agências governamentais que prestam atendimento aos cidadãos.

As soluções de Data Analytics são amplas e suas aplicações são bastante variadas. A análise dos dados coletados por dispositivos conectados permite a criação de padrões preditivos com base nas preferências e no comportamento dos usuários. Mark Loucks, cientista de dados sênior da Unisys, indica que são inúmeras as possibilidades para as empresas aumentarem suas receitas e se prevenirem de cyber ataques com o uso de soluções de análise avançada de dados.

“Trabalhar com analytics traz uma mudança fundamental baseada na previsão orientada por dados, o que garante às empresas melhor desempenho e ganhos em competitividade. Apostamos na expertise global da Unisys e na utilização de múltiplas tecnologias para atender cada cliente em seu desafio específico de negócios, ajudando-o a identificar oportunidades e possíveis riscos”, explica Loucks.

Unisys reinforces Data Analytics strategy in Latin America from Unisys Corp on Vimeo.

Tags, ,

Ascenty apresenta case de terceirização do data center da Unisys na Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center 2017

Nos próximos dias 25 e 26 de abril, a Ascenty, empresa líder no mercado de data center brasileiro, participa do evento “Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center”, promovido pelo Gartner, com um stand e com a apresentação da palestra “Unisys migra seu data center para a Ascenty, reduz custos e aumenta capacidade” ministrada por Marcos Siqueira, Diretor de Serviços Gerenciados da Ascenty e Fábio Abatepaulo, Diretor de Serviços de Consultoria para América Latina da Unisys.

O projeto da Unisys é um case que resultou no aumento da capacidade na oferta de soluções em data center e Cloud Computing para o cliente e ainda, gerou uma redução de 40% nos custos totais e 30% nos custos de manutenção do data center da companhia. O modelo de parceria preservou também o controle operacional e a independência da Unisys na infraestrutura dedicada pela Ascenty.

“Desde o início da migração, todos os processos aconteceram de forma segura e eficaz, com um atendimento sempre focado e disponível 24×7. Estamos satisfeitos com a parceria e com o serviço oferecido, o que é confirmado pela satisfação de nossos clientes”, explica Fábio Abatepaulo, Diretor de Serviços de Consultoria para América Latina da Unisys. “A infraestrutura fornecida pela Ascenty nos permite oferecer soluções de alto desempenho, disponibilidade e segurança total aos nossos clientes”, afirma.

A terceirização de infraestrutura de data center é uma tendência global, que recentemente está ganhando mais força no Brasil. Segundo o Gartner, as estratégias para adoção de Cloud influenciarão mais de 50% dos negócios de terceirização de TI até 2020*.

“Temos uma forte política de excelência em atendimento na Ascenty e demos todo o suporte necessário para que a migração da Unisys acontecesse de forma eficiente, com total disponibilidade e segurança”, explica Marcos Siqueira, Diretor de Serviços Gerenciados da Ascenty. “A Unisys optou pela migração de toda a sua infraestrutura para o data center da Ascenty e teve como resultado a redução de custos e aumento da capacidade, com uma solução de alto desempenho e segurança”, completa.

O evento “Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center” tem como objetivo fomentar discussões sobre o mercado de TI, com ênfase nos processos de cloud computing, infraestrutura e data center. Este ano, a iniciativa será focada em transformação, uma nova exigência para as infraestruturas de TI, operações e data centers, que estimula o desenho de novas estratégias e investimentos, orientados aos resultados de negócios.

O Gartner é líder mundial em pesquisa e consultoria em TI, e trabalha com clientes para analisar e interpretar os negócios relacionados a este mercado. O instituto conta com quase 9 mil associados, incluindo 1.900 analistas de pesquisas e consultores operando em mais de 90 países**.

Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center

Dias 25 e 26 de abril de 2017

Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12559

Palestra Marcos Siqueira e Fábio Abatepaulo

Data: 26 de abril

Horário: 10h30 às 11h15

Tema: Unisys migra seu datacenter para a Ascenty, reduz custos e aumenta a capacidade

A terceirização de data center é uma tendência no mercado global, e no Brasil vem ganhando mais força. Isso porque, além de toda a garantia de segurança e redundância, o data center terceirizado pode apresentar uma redução expressiva nos custos operacionais da sua empresa. Venha conhecer um caso real da migração de toda a infraestrutura da Unisys para o data center da Ascenty, e entenda como a empresa conseguiu reduzir 30% dos custos e melhorar a satisfação dos seus clientes.

Tags, , , , ,

Unisys anuncia abertura de Centro de Excelência em Inteligência Artificial

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a abertura de um Centro de Excelência em Inteligência Artificial (COE – Unisys Artificial Intelligence Center of Excellence, em inglês), por meio do qual os usuários terão acesso gratuito a ferramentas on-line para auxilia-los a desenvolver recursos de análise avançada de dados (Advanced Data Analytics).

Com a abertura prevista para maio de 2017, o centro virtual disponibilizará aos inscritos o acesso gratuito a ferramentas, metodologias e melhores práticas na área de inteligência artificial, tais como:

Machine Learning – os usuários terão acesso a especialistas no assunto e a algoritmos de aprendizagem de máquina que vão auxilia-los a desenvolver modelos preditivos para atender necessidades específicas de seus setores. Por exemplo, bancos poderão utilizar as ferramentas para desenvolver modelos que ajudem a prever e prevenir fraudes em cartões de crédito. Já as cias aéreas poderão criar modelos para analisar fluxos de passageiros nos aeroportos ou melhorar as conexões de voo.

Computação Cognitiva – a ferramenta disponibilizará chatbots, ou assistentes inteligentes automatizados, capazes de manter diálogos para ajudar na resolução de problemas em áreas como service desk e serviços de suporte ao usuário final.

Cyber Analytics – O centro irá oferecer ferramentas inteligentes para prever ameaças de segurança cibernética, detectar anomalias no comportamento dos usuários, monitorar aplicações de negócios e identificar vulnerabilidades utilizando dados dos centros de operações de segurança (Security Operations Centers) e ferramentas de gestão de eventos e informações de segurança (Security Information and Event Management).

Analytics e Internet das Coisas (IoT) – o COE vai oferecer ainda ferramentas de software com reconhecimento de localização para auxiliar os usuários a explorar o imenso volume de dados gerados por dispositivos IoT. Por exemplo, análise de IoT utilizando sensores, beacons e aplicativos móveis para ajudar bancos ou varejistas a analisar dados de clientes.

“Dentro de poucos anos, a esmagadora maioria das organizações de grande e médio porte no mundo implantará aplicativos de análise ou recursos de análise avançada de dados como parte de uma plataforma para aprimorar a tomada de decisões de negócios”, afirma Dr. Rod Fontecilla, Vice-Presidente e Líder Global da Data Analytics da Unisys. “Queremos dar aos usuários a oportunidade de aprender como a inteligência artificial pode ajudar a desenvolver essa capacidade, garantindo acesso a ferramentas e especialização exclusiva da Unisys que irá auxiliá-los a permanecer competitivos no futuro”, conclui Fontecilla.

Para saber mais sobre as soluções da Unisys para análise avançada de dados, visite: www.unisys.com/advanced-data-analytics

Tags, ,

Unisys lança Programa de Trainee internacional para as áreas de Cloud Computing e Consultoria

A Unisys Brasil,em parceria com a Cia de Estágios, lança seu novo Programa de Trainee, o Eagles Trainee Program, com vagas para a operação da companhia em São Paulo. As oportunidades são direcionadas para graduados entre dezembro de 2015 e junho de 2017, nos cursos de Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Matemática, Estatística e outras áreas correlatas à Tecnologia da Informação.

As inscrições tiveram início no dia 03 de abril e podem ser feitas somente pelo site: www.ciadeestagios.com.br/unisys.O prazo final para registro dos candidatos vai até o dia 07 de maio.

“Estou muito entusiasmada em lançar esta iniciativa começando pelo Brasil, por tratar-se de um mercado no qual a Unisys está investindo nas áreas de Cloud Computing e Consultoria de TI para o crescimento e a diversificação de seus negócios”, explica Laura Lafayette, Diretora Sênior de Recursos Humanos da Unisys para América Latina.

“O Programa de Trainee é importante porque desenvolve e capacita os profissionais contratados para que possam trilhar uma trajetória de sucesso na indústria de tecnologia. Trata- se de uma oportunidade muito interessante para os candidatos, por prever uma experiência internacional que os concederá ainda mais bagagem para o início de suas carreiras”, completa Laura.

O processo de seleção será realizado em cinco etapas:

1- Inscrições online pelo site www.ciadeestagios.com.br/unisys

2- Testes online de inglês e raciocínio lógico;

3- Dinâmica de grupo;

4- Painel com o Board da Unisys

5- Entrevistas individuais com os finalistas.

Ao fim do processo seletivo, dois profissionais serão contratados pela Unisys Brasil. Os candidatos finalistas terão os currículos cadastrados no banco de talentos da empresa, para que possam participar de oportunidades futuras. Para mais informações, basta acessar o hotsite www.ciadeestagios.com.br/unisys.

Tags, , , ,

4 passos para promover a igualdade de gêneros no ambiente corporativo – Por Laura Lafayette

A luta das mulheres por direitos iguais aos dos homens no mercado de trabalho é um assunto recorrente dentro das organizações. O último relatório do Fórum Econômico Mundial apontou que a igualdade de gêneros perante salários só será possível em 2095. Além disso, a disparidade entre participação econômica e oportunidades para mulheres ainda gira em torno de 60%, quando comparada aos homens.

O longa-metragem Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures), que estreou recentemente nos cinemas do país, ilustra um pouco essa realidade, que se atenua quando observamos a presença feminina no mercado de tecnologia. O enredo aborda como uma equipe de cientistas da NASA formada por mulheres afro-americanas liderou uma das maiores operações tecnológicas da história americana, calculando precisamente a trajetória da nave Apollo 11 à lua.

Dentre tantos filmes que narram a corrida espacial, este foi o primeiro a trazer à tona essa importante faceta da história. Na época, era impossível imaginar que este fato pudesse ser atribuído a mulheres e, ainda hoje, existe um certo preconceito em relação à presença feminina em determinados cargos e funções de alta responsabilidade e poder de decisão.

Porém, é papel dos gestores identificar e conciliar os melhores atributos entre homens e mulheres em suas equipes a fim de obter os melhores resultados. A formação de times plurais estimula a troca de experiências e garante inclusive um maior desempenho financeiro. O estudo O Poder da Paridade, publicado em setembro de 2015 pelo McKinsey Global Institute, revela que zerar a desigualdade de gêneros em escala global poderia dobrar a contribuição das mulheres no PIB mundial até 2025, o que significa que US$ 28 trilhões seriam adicionados à economia do planeta.

Listei abaixo algumas reflexões sobre como avançarmos no sentido de reverter o cenário atual e garantir a formação de equipes com equidade de gênero sem comprometer a produtividade:

1- Análise

O primeiro passo é analisar os dados da empresa e atribuir uma métrica para verificar se as promoções internas abrangem homens e mulheres. Por exemplo, qual a proporção entre a quantidade de profissionais do sexo masculino e feminino que ingressaram na organização em comparação com aqueles que atingiram outros níveis hierárquicos? A promoção e efetivação de cargos incorporam ambos os sexos? Uma análise profunda vai auxiliar a traçar um panorama sobre a questão.

2- Debater o tema

Após identificar as oportunidades e características da organização, é interessante formar um grupo de gestores e funcionários para falar sobre diversidade, fomentar discussões pertinentes e deixar todos a par das possibilidades da equipe. Além de maior engajamento, a multiplicidade do projeto resulta no desenvolvimento de novas ideias e iniciativas para o ambiente de trabalho.

3- Políticas de RH

O passo seguinte é promover uma política de ações para revisar os processos de seleção, recrutamento e plano de carreira. Muitas vezes a escolha de um perfil masculino para um cargo de alta responsabilidade é uma atitude realizada de modo “automático”, formada por estereótipos pré-moldados em nossa mente. Por isso, é necessário que os departamentos de RH desenvolvam políticas igualitárias de oportunidades, como a avaliação de currículo às cegas, por exemplo, com foco maior nas habilidades técnicas.

4- Programa de incentivo à igualdade de gêneros

Seguindo as etapas anteriores, o último passo é montar um programa de incentivo destinado a todos os funcionários, pensando em ciclos de palestras e outras ações que gerem o desenvolvimento da equipe, independente de gênero. Nessas atividades é possível avaliar e destacar os diferenciais de cada integrante do time.

Notamos que empresas que possuem maior diversidade nas equipes, desde as funções operacionais até os cargos de liderança, alcançam melhores resultados. É preciso trabalhar com olhos atentos e mente aberta para analisar o ambiente de forma imparcial e sem sexismo. A integração de homens e mulheres no ambiente de trabalho é essencial para a geração de ideias inovadoras e a transformação das organizações, na constante busca por sólidos resultados de negócios.

Laura Lafayette, diretora sênior de Recursos Humanos da Unisys para América Latina.

Tags, , , ,