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Internet of Things (IoT) Business Creation Patent Strategy

TechIPm (http://www.techipm.com) has announced the addition of an IoT strategic patent development and monetization consulting service to its offerings.

Goldman Sachs defines the IoT as the third wave of internet revolution: By connecting billions of devices to the internet, the IoT can open up a host of new business opportunities and challenges. Even though the IoT is getting a huge attention recently the concept of interconnected billions of devices is not new and has been under development for over 10 years. Thus, there are a large number of related patented technologies that can be exploited for developing new products/services, and thus, new business for the emerging IoT market.

Many patent applications and newly issued patents can be further developed for creating new values by amending and creating claims and generating follow-on patents to encompass emerging technology and products/services trends, market demands, and strategic exploitation goals. TechIPm provides consulting for improving existing patents to obtain maximum ROI. TechIPm also provides consulting on developing new patents that can lead to new IoT product/service development exploiting the strategic patent preparation & prosecution, white space analysis, and scenario analysis.

A strategically packaged patent portfolio is the collection of patents that the integrated value propositions of each patent of the portfolio target specific value propositions that are provided by emerging new products/services. TechIPm develops the strategically packaged patent portfolio in alignment with a client’s specific IoT business interests (e.g., smart home automation). TechIPm’s methodology for developing the strategically packaged patent portfolio is based on a deep understating of the IoT technologies, extensive experiences in patent analysis and development, and insights into the emerging IoT market. The strategically packaged patent portfolio can be used for monetization through patent sale, patent licensing, commercialization, spin-off, patent banking, and patent-backed financing. TechIPm also can provide consulting on developing monetization program for exploiting the IoT strategically packaged patent portfolio.

For detailed information, please visit

http://www.slideshare.net/alexglee/best-practices-of-ip-patent-strategy-iot-internet-of-things-case-study

TechIPm, LLC is a research and consulting company specializing in emerging technology strategic patent R&D and monetization.

TechIPm, LLC consulted diverse industry players in the field of Telecom, electronics, IT, and computer.

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As melhores cidades do mundo para os estudantes

Embora o mundo ainda continue tentando assimilar os atentados ocorridos no último mês em Paris e em outras cidades, a capital francesa ocupa novamente a primeira posição do ranking QS de melhores cidades para os estudantes. Melbourne também assegurou seu segundo lugar e, em seguida, está Tóquio, em terceiro. Londres, no entanto, ficou atrás de Sydney e à frente de Cingapura, pois seu custo de vida evitou que atingisse uma posição melhor.

QS Melhores Cidades para Estudantes 2016

1. Paris
2. Melbourne
3. Tokyo
4. Sydney
5. Londres
6. Cingapura
7. Montreal
8. Hong Kong
9. Berlim
10. Seul

© QS Quacquarelli Symonds 2004-2015

www.TopUniversities.com

“Estou muito feliz em ver Paris na posição de melhor cidade para estudantes internacionais pelo quarto ano consecutivo. Depois dos terríveis ataques ocorridos duas semanas atrás, Paris está mais determinada do que nunca em defender seus valores de solidariedade, liberdade e criatividade. Não há escudo mais resistente do que este para usarmos contra a barbárie, já que o conhecimento baseia-se justamente no princípio de abertura aos outros: sapere aude!”, afirma Thierry Coulhon, Presidente da associação de universidades Paris Sciences et Lettres.

Reforçando tal sentimento, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, declarou: “Paris está orgulhosa de ser ranqueada como a melhor cidade do mundo para estudantes. Nossa juventude representa a nossa maior força e também a nossa maior esperança. Realizamos um plano ambicioso para fazer com que nossa juventude cresça, torne-se bem-sucedida e ábil a escolher e a construir o seu futuro. Continuaremos apoiando os estudantes, oferecendo-lhes oportunidades, em uma cidade aberta, dinâmica e criativa”.

Jacques Biot, presidente da École Polytechnique, também comentou a conquista: “A região de Paris tem muito a oferecer aos estudantes internacionais – história, artes, cultura – além de sua excelência acadêmica e científica. É um lugar único para aprender, descobrir, estudar, engajar e realizar trocas; um lugar onde diálogo, fraternidade e liberdade devem sempre prevalecer”.

Beneficiando-se das mensalidades baixas e de uma posição favorável no Índice Mercer de Custo de Vida, Paris abriga o segundo maior número de universidades reconhecidas mundialmente dentre as cidades consideradas: apenas Londres tem mais. Além disso, o forte reconhecimento que as universidades parisienses recebem dos empregadores explica porquê a cidade luz continua no topo do ranking.

Já os Estados Unidos são a nação com maior representação no ranking QS 2016, com onze cidades listadas. Boston (=13ª) e Nova Iorque (20ª) ficam entre as 20 melhores. Outras cidades incluem Chicago (30ª), Los Angeles (42ª) e Atlanta (58ª). Os Estados Unidos são seguidos pelo Reino Unido (oito cidades) e a Austrália (sete).

No ranking completo, vê-se uma série de novas cidades de nações normalmente não destacadas, como Oslo (60ª) e Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos (68ª). Para compor o ranking, a QS considerou 122 cidades que possuem ao menos 250,000 habitantes e duas ou mais universidades listadas no Ranking Mundial de Universidades QS.

O ranking QS de Melhores Cidades para Estudantes tem como intenção fornecer aos estudantes e pais uma comparação detalhada dos vários méritos das cidades mais requisitadas por estudantes internacionais. Ele se baseia em 14 critérios divididos em 5 categorias de peso igual, todos relevantes para estudantes internacionais. Para as futuras edições, a QS pretende expandir este número de critérios, proporcionando insights ainda mais detalhados do que estas cidades mundias podem oferecer aos alunos.

FONTE QS Quacquarelli Symonds

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Pesquisa do IDC estima Ecossistema da Salesforce em US$ 272 Bilhões

Estudo inédito conduzido pelo IDC mensura que o ecossistema da Salesforce produzirá 2,5 milhões de empregos e criará um impacto de US$ 272 bilhões na economia
até 2018

Principais Destaques do Estudo:

– Um milhão de empregos criados mundialmente até 2018 diretamente pelo ecossistema da Salesforce.

– Um milhão e meio de empregos criados indiretamente, por exemplo, através de cadeias de fornecimento relacionadas ao ecossistema da Salesforce.

– Até o final de 2018, os clientes da Salesforce gerarão US$ 272 bilhões de impacto na economia mundial.

– Os EUA se beneficiarão de mais de 50% dos ganhos financeiros globais, seguidos por Reino Unido e Japão.

– 60% dos empregos serão criados em mercados emergentes onde os custos de mão de obra são menores.

A Salesforce, (NYSE: CRM), líder mundial em plataforma de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), divulga uma nova pesquisa da consultoria IDC que analisa o impacto econômico da empresa, seus clientes e parceiros em economias locais nos Estados Unidos e ao redor do mundo. Os resultados mostram que a empresa ainda está nos estágios iniciais de uma sólida oportunidade econômica, guiada pela computação em nuvem.

Segue um resumo de seus principais pontos:

Por volta de 2018, a Salesforce e seu ecossistema de clientes e parceiros irão criar 1 milhão de empregos e gerar US$ 272 bilhões de impacto em Produto Interno Bruto (PIB) mundialmente.

– A computação em nuvem gera empregos ao permitir um aumento nas inovações de TI, as quais sustentam inovações de negócios e aumento de GDP nos mercados locais.

– Esses empregos irão levar a mais 1,5 milhão de empregos indiretos ou induzidos, uma vez que o faturamento proveniente dos clientes leva ao surgimento de novas posições nas cadeias de suprimentos e distribuição, e também porque os novos empregados gastam dinheiro na economia geral.

O ecossistema da Salesforce gera atualmente 2,8 vezes o faturamento da própria Salesforce, e espera-se que esse número aumente para 3,7 vezes

Os parceiros se beneficiam de cada dólar proveniente de cada venda de plataforma da Salesforce, uma vez que as empresas suplementam suas licenças da Salesforce com serviços profissionais de consultorias parceiras (como Accenture, Bluewolf e Deloitte) e aplicações para estender a funcionalidade principal construída pelos ISVs, como Apttus, FinancialForce.com e SteelBrick, no Salesforce App Cloud.

– Muitas empresas escolhem vários tipos de produtos add-on e serviços dos parceiros da Salesforce (apenas 7% disseram que não tinham nenhum, de acordo com a IDC).

Os clientes relatam um rápido ROI de seus investimentos na nuvem, vindo principalmente do crescimento do faturamento e das inovações

– O tempo de retorno médio para um investimento em nuvem da Salesforce é de aproximadamente 13 meses, de acordo com dados do relatório.

– O modelo de Impacto Econômico IDC Salesforce mostra que em um período de quatro anos, o retorno pode ser de 4 a 5 vezes o investimento original do cliente.

– 60% dos clientes que usam computação em nuvem relatam que os maiores benefícios vêm do aumento da receita proveniente da adição de novos clientes, assim, como da melhora da taxa de retenção dos clientes.

O aspecto mais estimulante do relatório da IDC talvez seja que enquanto os gastos com a nuvem pública ultrapassaram US$ 50 bilhões no ano passado em todo o mundo, eles ainda representam menos de 3% dos gastos totais feitos em TI. De fato, a maior parte da TI tradicional (71%) ainda está ligada à manutenção de legacy systems e upgrades de rotina. Isso significa que há ainda um longo caminho a ser percorrido, que trará uma criação de empregos, impactos positivos sobre o PIB e sucesso do consumidor ainda maiores.

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Agilidade das startups dá vantagem na crise, afirma diretor durante abertura do Acelera Startup

Agência Indusnet Fiesp

Na abertura, nesta segunda-feira (16/11), da fase final do 7º Acelera Startup, concurso de empreendedorismo da Fiesp, Bruno Ghizoni, diretor do Comitê Acelera Fiesp (CAF), disse que “por incrível que pareça”, o momento no Brasil é bom para as startups. “Vocês são mais ágeis, pensam fora da caixa.” Lembrou que os finalistas da sétima edição do Acelera Startup foram escolhidos entre cerca de 5.000 empresas e “já são mais que vencedores”.

Participam 316 empreendedores que tiveram projetos ou startups selecionados na primeira fase de avaliação. São dois dias de um exclusivo processo de aceleração, com palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias. As categorias desta edição são Geral; Agronegócio; Educação; Saúde e Bem-estar.

Sylvio Gomide, diretor titular do CAF, fez um paralelo entre os atentados na França e a crise enfrentada pelo Brasil. No nosso caso, afirmou, parte da solução vem da educação e do trabalho. “O momento de reflexão é importante para nós”, disse. “Não podemos fingir que nada está acontecendo. A primeira resposta é educação, e a segunda é trabalho, a geração de renda, de emprego.”

Gomide explicou a importância da campanha “Não Vou Pagar o Pato”, com participação ativa da Fiesp, e pediu a participação do público.

Também elogiou a presença dos empreendedores no Acelera Startups. “É importante contar com a participação de todos vocês. Na última edição, 17 Estados participaram deste concurso.”

Os 12 mais bem avaliados (sendo oito operacionais e quatro pré-operacionais) chegarão como finalistas do evento, podendo apresentar seu negócio, no modelo de elevator pitch (até 3 minutos), à banca de investidores mais seleta do mercado. Dois deles serão os grandes vencedores, sendo um operacional e outro pré-operacional, independentemente da categoria. Pela primeira vez, serão premiados projetos e empresas inovadoras tanto em fase pré-operacional quanto operacional.

O público pôde participar das palestras sobre inovação, investimento e empreendedorismo, também transmitidas ao vivo pela Internet. Na terça-feira (17/11) poderá acompanhar as apresentações dos pitches (apresentações) dos finalistas aos investidores.

Ambiente empreendedor

A primeira palestra, sob o título Inovação – O case da Agência Africa, teve como moderadora Daniela Saad, diretora do CAF e da área comercial dos canais pagos da Band. Em sua apresentação, Sérgio Gordilho, sócio da agência Africa, ressaltou o ambiente favorável ao empreendedorismo na Fiesp, que estimula as startups. Na Bahia, há condição semelhante para a criatividade, disse, como explicação para a grande presença de publicitários e especialistas em marketing em seu Estado.

Gordilho disse que “crise é inovação. Isso é o ponto. Tire o esse, e crise vira crie”. Numa crise, explicou, é preciso olhar de forma diferente tudo que se faz. “Porque isso é inovação – tentar fazer melhor. É alterar a forma de fazer. O que é o bom da crise? Crise é um grande momento de inovar.”

O sócio da agência Africa deu também conselhos práticos sobre comunicação ao público. “Para saber a melhor mídia é preciso conhecer seu consumidor. A melhor mídia é onde ele está. Você sabe para quem sua empresa foi feita? Vivemos um mundo de oportunidade nas mídias, porque o brasileiro é conectado. Primeiro entenda seu consumidor – a partir daí fica fácil.”

Gordilho encerrou sua apresentação estimulando os empreendedores: “Trabalhem, foquem, cresçam”.

Investimentos

O primeiro painel do dia, O mercado faz o pitch aos empreendedores – O que existe para ajudar minha startup?. teve intensa participação do público. O moderador do painel, Bruno Ghizoni, explicou que a ideia das apresentações foi mostrar o outro lado para o empreendedor.

Leonardo Pereira, chefe do departamento de capital empreendedor do BNDES, classificou como “impressionante como o empreendedorismo se desenvolve no Brasil, e mais especificamente em São Paulo, e como o ecossistema favorece isso.”

O BNDES, explicou, tenta criar produtos para dinamizar o ecossistema de inovação. Citou como problema no Brasil a remuneração dos títulos do Governo. “Dão 14% a 15% ao ano, e os investidores querem mais do que isso” na hora de escolher empreendimentos. Além desse retorno, o empreendedor precisa ficar de olho nos concorrentes. “Investidor quer ver capacidade do gestor e quer ver resultados.”

Fernanda Bordin, gerente da área de inovação e negócios da Mercedes-Benz, disse que a empresa tem abertura para startups, mas os empreendedores têm que ir preparados – “é preciso convencer muitas pessoas pelo caminho”. Disse que o LinkedIn funciona como canal para apresentar a startup à Mercedes – “mas não aquele pedido padrão de ‘adicionar’”. É preciso pensar como se fosse um pitch de elevador, contar o que a empresa tem a oferecer.

Fábio Kiyan, coordenador de Estratégia Tecnológica da Embraer, disse que a empresa toma ações focadas em fortalecer ecossistema de inovação. Parte importante do que a Embraer vai precisar, explicou, virá de startups. “O Acelera é programa muito importante para a Embraer.” Eventos como ele ajudam a Embraer a identificar fornecedores e encontrar soluções para problemas de curto prazo.

Sérgio Risola, diretor-executivo do Centro de Inovação, Empreendimento e Tecnologia (Cietec), frisou o tamanho – “é o maior do Brasil” – e a qualidade do Acelera Startup. Sobre a incubadora em que trabalha, disse que procuro “tornar simples, segura e escalável a inovação”. Cietec ajuda a criar asas, mas voa junto.

Também participaram do painel Rodrigo Comazzetto, gestor regional de São Paulo do Fundo Criatec 2, Anderson Borille, coordenador da Divisão de Engenharia Mecânica do ITA, e Alexandre Barros, coordenador da Incubadora de Negócios do Cecompi. Borille e Barros destacaram o ambiente favorável à inovação no Vale do Paraíba, com a presença de indústria aeronáutica, aeroespacial e de defesa.

Labs

O segundo painel do Acelera, A nova onda do mercado: Labs – O que são? O que minha startup ganha com isso?, foi mediado por Marcos Moraes, diretor do CAF. José Cláudio Cyrineu Terra, diretor de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, lembrou que inovação precisa de uma visão diferente. Disse que o hospital quer impactar o ecossistema de inovação da saúde no Brasil. Para acelerar startups da área de saúde, ajuda em pontos como a área científica. “Sem ecossistema de inovação extremamente forte, nossos problemas na área de saúde não serão resolvidos”, afirmou. O hospital criou uma “garagem” para projetos, e contratou 15 engenheiros, de áreas como mecatrônica. Conseguiu montar portfólio de 30 projetos num ano.

Patrick Teyssonneyre, diretor de Inovação e Tecnologia da Braskem, alertou os participantes que o modelo de negócios tem sido a deficiência nos pitches (mais de 70) que acompanhou. “Precisa evoluir nisso”, afirmou. Célio Antunes, presidente da Impacta Tecnologia, citou projeto de plataforma de e-learning desenvolvida por seus alunos. Ele comprou 20% da empresa, e a solução virou comercial.

Sobre o Acelera

Uma boa ideia na cabeça e a chance de encontrar seu potencial investidor, no elevador, e convencê-lo em prazo recorde: esta é uma das propostas do dinâmico Concurso Acelera Startup. O Acelera Startup incentiva o empreendedorismo inovador e aproxima projetos e empresas de investidores.

Cerca de 50 investidores, com potencial de investimento de R$ 500 bilhões, formarão a maior banca do país. Trata-se da maior arena de aceleração do Brasil, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação, atraindo o maior número de empreendedores e de investidores para a geração de negócios. Somando as seis edições anteriores, o evento já gerou investimentos de mais de R$ 3 milhões.

Confira toda programação no site http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

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ParanáTIC 2015: ex-presidente do BC acredita em recuperação do Brasil em médio prazo. Empresários apostam em inovação para superar a crise

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Cerca de 500 empresários, executivos e estudantes do setor de Tecnologia da Informação, varejo e turismo se reuniram no ParanáTIC 2015 para garantir que a economia paranaense siga em expansão, mesmo em tempos de crise.
O principal evento de TI do sul do Brasil, realizado na cidade de Foz do Iguaçu, apresenta, em dois dias, cenários para o Brasil, oportunidades para internacionalização e integração entre empresas de base tecnológica e empreendedores que buscam ferramentas para aumento de vendas e melhoria de gestão.
Recentemente apontado em estudo do Governo do Paraná como estratégico para o estado, o setor de tecnologia contou com a presença de diversas autoridades e lideranças empresarias na abertura do ParanáTIC.
O presidente da Copel Telecom destacou a importância do desenvolvimento do setor para a economia estadual. Adir Hannouche também afirmou que “Tecnologia da Informação e Comunicações integram um mundo único. E a Copel Telecom conseguiu criar uma rede de infraestrutura em fibra óptica muito boa para atender os 399 municípios do estado com serviços voltados para pequenas e médias empresas, poder público e consumidores residenciais. É o primeiro estado 100% digital do Brasil, garantindo qualidade, segurança e confiança de nossos clientes”.
O prefeito de Foz do Iguaçu agradeceu a escolha da cidade como nova sede do ParanáTIC e adiantou que faz questão de continuar sediando o evento nas próximas edições. “Este setor é muito importante para o presente e o futuro na busca de soluções para o setor privado e estratégicas de inovação para o setor público”, ressaltou Reni Pereira.
Representando o governador Beto Richa, o presidente da Fomento Paraná apresentou o trabalho de agência na concessão de crédito a empresas de base tecnológica e adiantou novidades para o mercado. “Vamos lançar um fundo de capital semente, um fundo de inovação e, principalmente, um fundo de aval para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas”, detalhou Juraci Barbosa Sobrinho.
O diretor de operações do Sebrae Julio Cezar Agostini explicou porque o ParanáTIC 2015 integra TI com varejo e turismo e incentiva o movimento startup: “São segmentos que oportunizam o crescimento da economia. Todo o evento foi modelado para identificar oportunidades. E contar com a representatividade de 400 empresas participando dessa iniciativa é muito significativo”.
O presidente da Assespro-Paraná comemorou o novo status do ParanáTIC. “Estamos recebendo a visita de presidentes das outras regionais da Assespro e também da diretoria da entidade nacional para o lançamento do WCIT 2016 – Congresso Mundial de TI, que acontece, ano que vem, na capital do país”. Sandro Molés da Silva fez questão de valorizar o esforço dos empresários paranaenses que participam dos seis Arranjos Produtivos Locais do setor no estado.
O secretario estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior visitou o evento e recebeu convite oficial para participar do WCIT ao se encontrar com Jeovani Salomão, presidente da Assespro Nacional. João Carlos Gomes também confirmou a criação de uma governança do setor de TI no Paraná: “Em dezembro, devemos formalizar essa iniciativa com um decreto do governador Beto Richa com a participação do setor produtivo, coordenado pela Assespro, a academia e o governo do estado”.
Na palestra de abertura, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola mostrou como o Brasil chegou a uma situação de crise econômica e apontou perspectivas de melhora para um futuro próximo. “ Passei uma visão realista, mas sem perder de vista que o Brasil tem anticorpos para sair dessa crise e voltar a crescer em médio prazo”, confirmou o economista.
O primeiro dia do ParanáTIC ainda teve palestras com Donald Feinberg, do Gartner, sobre negócios digitais e modelos analíticos e a trajetória de sucesso do Hotel Urbano com João Ricardo Mendes, um dos fundadores da empresa que, atualmente, mais vende passagens aéreas e hospedagens pela internet no Brasil.
Os participantes do evento também puderam acompanhar as Trilhas de Inovação, Turismo e Internacionalização com especialistas como , Cláudio Navarro, Marta Poggi e Pedro Drummond.
Para completar, cinco equipes iniciaram o Hackathon. A maratona de programação tem demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social.
O ParanáTIC 2015 é realizado pela Assespro-Paraná em parceria com Sebrae e patrocínio master da Itaipu Binacional e apoio de dezenas de empresas e instituições. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

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Metas, ética e liderança: qual o segredo para um ambiente corporativo de sucesso? – Por Alexandre Nakandakari*

Há algumas semanas estourou um grande escândalo envolvendo a gigante alemã Volkswagen. Mais de 11 milhões de veículos da montadora, e de outras marcas pertencentes ao grupo como Audi, foram violados com um software que altera os resultados dos testes de emissão de poluentes. A fraude foi descoberta nos EUA e depois a montadora admitiu que o dispositivo foi instalado em veículos de outros mercados, como o Europeu. O fato derrubou o presidente executivo Martin Winterkorn que renunciou ao cargo e pediu demissão da Volkswagen.

Um pouco mais recente, engenheiros da montadora reconheceram sua responsabilidade no caso. Eles relataram ter instalado o software que engana o teste de contaminação e que era tecnicamente impossível produzir o motor EA 189, modelo utilizado nos 11 milhões de veículos fraudados, respeitando as leis de emissão de gases poluentes e as exigências de custo.

Esse caso me fez lembrar de uma frase que ouvi em um bate papo com Mario Kaphan, fundador da Vagas.com: “aqui não trabalhamos com metas, definimos o que podemos fazer melhor ainda do que já é feito; a pressão por metas cria a oportunidade para o ser humano escolher o caminho mais fácil e passar por cima de regras, leis, valores, moral e ética”.

O trabalho por metas surgiu por diversos motivos, entre eles aumentar a motivação dos profissionais, produzir mais e consequentemente lucrar mais também. Mas vejam a consequência disso para a Volkswagen: 6.5 bilhões de Euros foram destinados para aplacar os efeitos do escândalo. Esse valor é metade do lucro global previsto para o ano! Fora o dano praticamente irreversível e que quantia nenhuma paga ou consegue consertar: a imagem e credibilidade. Fato é que o ganho momentâneo foi por água abaixo. O presidente executivo já perdeu, a marca já perdeu (talvez até a indústria alemã sofra consequências também), funcionários foram suspensos (provavelmente alguns serão demitidos), a natureza perdeu, o ser humano perdeu…

O caso Volkswagen e suas consequências me faz pensar sobre como estão sendo conduzidas as políticas e equipes dentro das empresas. Falamos tanto de liderança sustentável, líder coach, aprimorar competências, decisões ecológicas/sistêmicas, clima organizacional, relações interpessoais, comunicação assertiva e inclusive espiritualidade entre tantos outros temas. Mas algo, ou um conjunto de fatores, as vezes falam mais alto que a ética e os valores.

John Maxwell cita em O Livro de Ouro da Liderança que nos momentos decisivos nós nos mostramos quem realmente somos. Nosso caráter é revelado para os outros e as vezes até para nós mesmos. E os momentos decisivos também determinam que tipo de pessoa/líder seremos daqui em diante. O ano de 2015 está acabando, talvez 2016 seja mais difícil ainda (para a Volkswagen é praticamente certo), e muitos momentos decisivos estão por vir. Será que surgirão mais casos como esse?

Espero que essa seja uma minoria, apesar do grande impacto que más ações feitas de forma correta geram, e que nosso trabalho em busca de desenvolver pessoas para que sejam produtivas e realizadas consiga se sobrepor a poucos indivíduos que foram levados para o lado negro da força…refiro-me ao vídeo (clique aqui) feito pelo Greenpeace contra a Volkswagen.

*Alexandre Nakandakari – É sócio da Questão de Coaching (www.questaodecoaching.com.br), com formação em Educação Física com especialização em Treinamento Desportivo, Practitioner PNL e analista de Assessment DISC.

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Indústria automobilística precisa estar preparada para era móvel e conectada, aponta KPMG

Depois de décadas de sucesso com um modelo de negócios que permaneceu praticamente inalterado, a indústria automotiva está encarando a era móvel e conectada. Como consequência disso, várias tendências importantes terão uma influência significativa sobre o futuro da mobilidade e o padrão atual do setor automotivo sofrerá pressão de todos os lados.
Segundo o estudo “Operárias ou donas do jogo: A indústria automotiva está na encruzilhada de uma era altamente digitalizada”, realizado pela KPMG, as montadoras ainda buscam suas melhores alternativas para tirar proveito do fato de que, no futuro, o carro não será o único foco do negócio e que crescerá a importância de os dados do consumidor estarem conectados de maneira inovadora para gerar novos fluxos de receita para a indústria.

“Empresas como a Apple e o Google já estão mostrando o que a tecnologia e a inteligente utilização de informações cotidianas podem oferecer com inovações no dia a dia das pessoas, incluindo aquelas relacionadas ao automóvel. Sendo assim, as montadoras tradicionais lidam com enorme pressão temporal para adequar seu modelo de negócios para os próximos anos o mais rápido possível, de modo a fazer frente a esses concorrentes”, afirma o diretor de relacionamento da KPMG no Brasil para a indústria automotiva, Ricardo Bacellar.

Segundo a publicação, essa nova tendência levanta a questão sobre qual será o posicionamento ideal das montadoras no novo ecossistema que se anuncia. “Chegou a hora das empresas decidirem se permanecerão apenas como fornecedoras de veículos, deixando o caminho livre para novos entrantes concorrerem entre si pelos dados do cliente, o verdadeiro tesouro, ou se serão capazes de permanecer como protagonistas do jogo e expandir seu modelo de negócios para além da produção de automóveis, acompanhando seus clientes durante todo seu ciclo de vida e oferecendo-lhes produtos e serviços customizados”, analisa Bacellar.

Diante disso, a publicação aponta pelo menos quatro temas fundamentais para um posicionamento estratégico bem sucedido nos próximos anos: mudanças profundas no modelo de relacionamento com os clientes; conectividade e data analitics como plataforma para novos modelos de negócio; ciclos de inovação mais curtos e customização como armas de fidelização; e a Internet of Behaviour se sobrepõe à Internet of Things.

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Crise impulsiona projetos IoT no formato pay-as-you-grow

Para incentivar a criação de soluções disruptivas em época de crise financeira, Telit atualiza seu modelo de negócios, permitindo ao empreendedor pagar de acordo com o crescimento de seu projeto IoT no mercado. Novo portal e plataforma em nuvem serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015

O cenário econômico negativo impulsionou uma nova tendência de mercado: o pay-as-you-grow ou, no português, “pague conforme o seu crescimento”. Voltado para pequenos empreendedores, o modelo de negócios tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e pode ser encontrado no portfólio de serviços da líder global em Internet das Coisas – Telit. Recentemente atualizado, o portal IoT e plataforma em nuvem deviceWISE serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015, em São Paulo.

Para Ricardo Buranello, VP da Telit para a América Latina, a democratização da eletrônica e da TIC abriu espaço para os pequenos investidores interessados em inovar pagando pouco, trazendo ao mercado projetos disruptivos, com sólidas taxas de crescimento e voltadas para o consumo, automatização industrial, telemedicina, segurança e qualidade de vida urbana. “Mesmo com a recessão, a Internet das Coisas oferece grandes oportunidades de fomento à inovação, sendo o Brasil um país de grande potencial e que representa 70% do mercado latino americano de IoT”, afirma.

Na apresentação do portal e plataforma em nuvem, o executivo pretende trazer alternativas economicamente viáveis para o pequeno investidor, com foco em inovação. “Apresentaremos o nosso modelo de negócios, mostrando como a integração do portfólio de hardware, software e serviços da Telit estão moldando o universo de IoT e permitindo que as empresas inovem em velocidade recorde e com custos e riscos limitados”, diz Ricardo.

Mesmo que o empreendedor esteja apenas começando ou já operando milhares de dispositivos remotos globalmente, o portal IoT da Telit torna mais fácil a conexão de “objetos e aplicativos” ao integrar qualquer dispositivo, ativo de produção e sensores remotos a sistemas de aplicativos móveis e sistemas empresariais baseados na web por meio de qualquer rede sem fio.

Com a atualização do portfólio, as PMEs têm a chance de conectar qualquer dispositivo às necessidades do cliente, sejam frigoríferos, carros ou dispositivos médicos, com a finalidade de saber informações sobre manutenção do equipamento, temperatura, bateria, entre outros dados de interesse do consumidor. O modelo de negócios pay-as-you-grow é utilizado também por grandes players como McDonald’s, John Deere e Verizon Wireless. O Microchip Masters Brasil será realizado no dia 12 de novembro, no Immensità Espaço de Eventos, em São Paulo.

Serviço: Microchip Masters Brasil 2015
Data: 12 de novembro
Local: Immensità Espaço de Eventos, São Paulo
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, n. 392 – Jardim São Paulo

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A sociedade dos drones: eles vão mudar o mundo – Por Arie Halpern

Esqueça motoboys e entregadores. No futuro próximo, documentos, pequenas encomendas e pizzas serão transportados e entregues por pequenos veículos aéreos não tripulados, os drones.

Esqueça também os canteiros de obras tal como são hoje. Eles terão mudado de figura. Lembrarão uma colmeia, com um enxame de drones em volta. Em substituição aos trabalhadores humanos pendurados em andaimes, eles se encarregarão de assentar as peças da estrutura em construção, com precisão, num verdadeiro balé aéreo.

Por toda parte nos depararemos com drones em funções diversas: policiamento, inspeção de vias públicas e instalações, controle de tráfego, manutenção de instalações, limpeza, irrigação, dedetização e bisbilhotices, dos vizinhos e dos serviços de informação. Bombeiros serão auxiliados por drones em operações de resgate ou combate ao fogo. A imprensa será quase onipresente com suas câmeras voadoras. Nos parques, veremos drones inteligentes interagindo com humanos como o cão que corre atrás da bola e a traz de volta para o dono.

Talvez essa seja uma visão tímida da sociedade dos drones que vai se desenhando. Afinal, ela contempla apenas funções que esses veículos já são capazes de executar com maior ou menor desenvoltura. Mesmo essa projeção conservadora do que será o futuro, no entanto, nos indica que assistiremos a uma grande e disruptiva mudança em nossas vidas quando os drones estiverem sendo utilizados em grande escala.

Pode-se imaginar essa sociedade assistindo a um desenho animado dos Jetsons ou a alguns dos vídeos sobre experiências com drones. O registro da instalação Flight Assembled Architecture, realizada no FRAC Center de Orleans, próximo de Paris, é uma antevisão do futuro da construção. Na experiência, realizada por uma equipe de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology, drones levantam uma edificação de seis metros de altura. Matthias Kohler, um de seus idealizadores, garante que os drones vão mudar a cultura da construção e da arquitetura. O roboticista Raffaello D”Andrea, por sua vez, mostrou à plateia do TEDGlobal quadricópteros capazes de agir com base na experiência adquirida. Eles podem, por exemplo, se mover rapidamente equilibrando um copo d”água ou protagonizar a cena do parque descrita acima. (Os vídeos podem ser vistos em https://vimeo.com/69257453 e https://youtu.be/w2itwFJCgFQ.).

Flight Assembled Architecture from Gramazio Kohler Research on Vimeo.

No setor militar, até aqui o maior patrocinador dos drones, a nova tecnologia mudou a maneira de fazer a guerra. Há uma discussão muito séria em andamento, alimentada por vazamentos sobre a ação das Forças Armadas dos Estados Unidos a respeito de abusos na utilização de drones. Como sicários inumanos, eles são capazes de perseguir e alvejar um indivíduo onde quer que ele se esconda. Basta que o serviço de inteligência tenha conseguido rastrear os sinais de seu celular.

Transposta para o uso civil, a tecnologia dos drones tem um potencial disruptivo tão grande – especialmente na logística de transporte – que está obrigando as grandes empresas a repensar suas operações. Assim é com a alemã DHL, com a Amazon, com o Google, com o WalMart, com a Shell.

Todas estão em campo fazendo experimentos. A DHL obteve a primeira licença na Europa para utilizar drones em serviços de entrega, em caráter experimental. Faz seus ensaios na Alemanha com veículos não tripulados que cruzam 12 quilômetros, à velocidade de 18m/s para levar medicamentos aos habitantes da ilha de Juist. O Google faz entregas com drones no interior da Austrália, onde pode operar os equipamentos sem restrições. E a Amazon vem causando com a criação de um serviço que promete entregar produtos na casa do consumidor em 30 minutos.

Como toda inovação, as disrupturas na aplicação de drones vêm acompanhadas de conflitos e questões. A disputa pelo espaço aéreo, o incômodo causado pela convivência com os drones, a redução da privacidade, os riscos à segurança são algumas delas. Sobre todas, porém, está colocado o desafio de elevar a sociedade a um grau de desenvolvimento político e cultural que não transforme tecnologias tão poderosas em ameaças à vida e à liberdade dos humanos.

*Arie Halpern, economista, é diretor da israelense Gauzy Technologies.

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5 maneiras de diminuir o estresse da sua equipe de TI

Por Cláudio Santos*

Os membros do departamento de TI estão expostos a bastante estresse, por conta dos grandes esforços que têm que fazer para cumprir metas de implementação dos sistemas e prazos apertados. Essa situação pode gerar alguns prêmios e adicionais por horas extras de trabalho, mas muitas vezes causa cansaço ou descontentamento.

Há algumas maneiras que o gestor pode fazer para diminuir o estresse de sua equipe de TI. São elas:

Dimensionar bem os esforços

Às vezes, os prazos se tornam apertados demais porque as atividades a serem desenvolvidas não foram bem dimensionadas pelo pessoal que está à frente do grupo de TI. Os requisitos de trabalho e a infraestrutura mandatória para fazer o projeto esperado precisam ser muito bem pesquisados, registrados e analisados. Isso diminui as chances de alterações do projeto original e retrabalho no futuro.

Priorizar a organização e o gerenciamento de tarefas

Com um cronograma em mãos e um gerenciamento efetivo de tarefas, toda a equipe vai saber a quantidade de coisas a serem feitas a cada dia e as metas a cumprir, sem que os afazeres se acumulem ou fiquem perdidos. Quebre os projetos em pequenos pedaços e priorize as tarefas urgentes ou mais relevantes do dia, concentre-se em dar passos controláveis, em vez de vislumbrar o projeto todo ao mesmo tempo. Programar os dias com antecedência agiliza a produtividade do grupo e mantém o foco.

Melhorar a comunicação

Compartilhe informações com os colaboradores, a fim de reduzir as dúvidas e as incertezas dos projetos. Defina claramente o papel de cada um e as respectivas responsabilidades e dê feedbacks pontuais sempre que necessário. Construa uma comunicação amigável, educada e eficiente.

Eliminar as interrupções improdutivas

Não é incomum que certos atrasos ocorram por causa de tomadores de tempo, como e-mails, telefonemas e reuniões pouco objetivas. Há muitas coisas que conspiram para que a equipe fique distraída.

Aceite as interrupções inevitáveis, para que o ambiente de trabalho não fique mecanizado, mas estabeleça critérios pré-definidos para responder e-mails e chamadas, por exemplo. Crie rotinas com intervalos específicos para tais situações.

Incentivar os intervalos

O cérebro e o corpo humano precisam de pausas pra recompor as energias. Porém, essa pausa não precisa ser imensa: apenas cinco minutos podem trazer benefícios para aliviar o estresse de momento.

O uso de ferramentas adequadas também facilita para todos. Com Google Apps for Work, é possível gerenciar suas mensagens pelo Gmail de forma prática e fácil, organizar tarefas e reuniões com o Google Agenda e, para quando a equipe não está completa, o Hangouts é uma excelente opção de videoconferência. O Google oferece uma gama de ferramentas para facilitar o dia a dia das empresas.

*Cláudio Santos (claudio.santos@santodigital.com.br) é CEO da Santo Digital, maior revenda do Google Apps for Work para PMEs da América Latina

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Pesquisa da CGI revela as preferências dos consumidores para serviços bancários

A CGI (NYSE: GIB) (TSX: GIB.A), uma das maiores empresas de serviços de tecnologia da informação e processos de negócios do mundo, divulga os resultados de uma pesquisa recém realizada com mais de 1,4 mil clientes de serviços bancários, em sete países (Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido e Suécia). O estudo foi desenvolvido pela empresa para compreender melhor a opinião dos clientes sobre o futuro do setor bancário.

Os resultados revelam que os consumidores valorizam a segurança dos bancos para armazenar e movimentar dinheiro e informações financeiras. Porém, os participantes da pesquisa indicaram que gostariam de utilizar mais serviços de valor agregado, como a proteção de identidade e de dados, prêmios, aumento do patrimônio, personalização e gestão do dinheiro.

Além disso, os serviços online tornaram-se o canal de relacionamento preferencial, independentemente da idade, renda, localização ou tipo de banco. Outro ponto importante indicado pela pesquisa é a elevada expectativa por parte dos clientes que tem impulsionado a necessidade de acelerar a transformação digital nos bancos. Sem essa ação, as instituições financeiras podem ser forçadas a agir como “atacadistas” por seus próprios clientes, enquanto bancos mais dinâmicos e inovadores se beneficiarão da lealdade do consumidor e de novos fluxos de receita.

As principais constatações da pesquisa incluem:

Proteção: é o serviço mais desejado, uma vez que os consumidores estão mais conscientes quanto ao aumento de fraude na Internet; um em cada quatro consumidores pagaria por um seguro para ter mais proteção da sua identidade e dos seus dados;

• Recompensas: programas de recompensa estão em alta. 70% dos consumidores afirmam que eles são importantes, enquanto apenas 7% dizem que não são relevantes;

Aumento do patrimônio: um a cada três consumidores pagaria para obter serviços de aumento de patrimônio;

• Personalização: apenas 10% dos entrevistados acreditam que não é importante ser conhecido pela sua instituição financeira e quase um em cada cinco (19%) clientes está disposto a pagar para o seu banco conhecê-lo melhor;

Gestão do dinheiro: dinheiro em tempo real, liquidez e gestão de fluxos de caixa são atributos esperados por 65% dos consumidores em todos os países, juntamente com a visualização dos saldos, tudo em tempo real;

Dados do cliente: mais de 80% dos consumidores estão dispostos a fornecer seus dados aos bancos, desde que eles sejam utilizados para aprimorar serviços ou produtos;

Preferência de canal: a Internet é o canal de preferência dos consumidores, independente da idade, renda, localização ou tipo de banco. Apenas 10% dos consumidores não utilizam os serviços online, ou fazem isso somente em casos de necessidade;

Modelos de serviços bancários futuros: 37% dos entrevistados preveem um ambiente bancário digital, com todos os serviços realizados online, 36% acreditam que o celular será o principal canal e 30% creem que o reconhecimento de impressões digitais será uma alternativa muito utilizada;

• Abertura para novos entrantes: os consumidores são receptivos às novas tecnologias. Dos entrevistados, 57% afirmam que confiariam no PayPal para serviços de proteção e 46% dizem que confiam em sites de investimento online e ferramentas pessoais de gerenciamento financeiro para serviços de aumento de patrimônio e de gestão de caixa.

“O ritmo da ruptura digital no setor bancário está ganhando velocidade e estamos prestes a testemunhar momentos interessantes na comunidade financeira global. Os bancos digitais do futuro vão continuar construindo sua solidez sobre o alicerce dos negócios financeiros, pagamentos e proteção, mas, ao mesmo tempo, eles devem se transformar em prestadores de serviços plenos do bem-estar bancário. As instituições líderes estão focadas em oferecer uma experiência digital altamente conveniente, segura e confiável que irá diferenciá-las, não só dos concorrentes, mas também de novos entrantes no mercado. Elas também estão adotando o conceito de ´meu melhor amigo digital´ de setores como varejo e comunicação, e combinando-os com suporte via celular e pessoalmente, tudo isso para atender as expectativas dos consumidores hoje e no futuro”, afirma Penny Hembrow, Vice-Presidente e Líder Global de Serviços Financeiros da CGI.

A pesquisa foi realizada em parceria com a Research Now, uma das principais empresas de coleta de dados digitais do mundo. Para conhecer mais sobre os resultados, juntamente com a análise e as recomendações da CGI, acesse o link http://www.cgi.com/sites/default/files/brochures/financial-consumer-demands-for-tomorrows-digital-bank.pdf.

A CGI é uma empresa líder de TI reconhecida na indústria de serviços financeiros, com mais de 16 mil profissionais atuando no setor, com clientes em cinco continentes, incluindo 23 dos 25 maiores bancos das Américas e 21 das 25 maiores instituições financeiras da Europa.

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Intelbras lança roteador que libera WI-FI com check-in no Facebook

A Intelbras, desenvolvedora de equipamentos e soluções tecnológicas de Segurança Eletrônica, Telecom e Redes, anuncia o lançamento do roteador HotSpot 300 wireless, em parceria com o Facebook. O equipamento permite que os estabelecimentos ofereçam acesso WI-FI a seus clientes por meio do check-in em sua página do Facebook. O HotSpot 300 é o primeiro roteador, em sua categoria, desenvolvido e fabricado no Brasil, na fábrica da Intelbras em São José, Santa Catarina.

Os estabelecimentos comerciais que testaram o roteador da Intelbras mais que dobraram os check-ins de suas páginas no Facebook, nos últimos quatro meses. Como exemplo o pub The Liffey Brew Pub, na grande Florianópolis, registrou 10 mil check-ins, depois de usar o produto, contra 7.086.O Bob´s Trajano, em Florianópolis, inaugurou sua página no Facebook ao mesmo tempo que implantou o equipamento, alcançando 4.200 check-ins. A Pizzaria Papparella, também em Florianópolis, passou de 2.583 check-ins para 4.200, no mesmo período, em sua página no Facebook.

O novo roteador da Intelbras oferece benefício tanto para os clientes dos estabelecimentos quanto seus proprietários. O diferencial para os clientes é a forma rápida de conseguir acesso à Internet fazendo check-in na página do estabelecimento no Facebook, sem a necessidade de senha.Para os proprietáriosde bares, cafeterias, restaurantes, pousadas, lojas, clínicas, academiase qualquer outro tipo de estabelecimento comercial, o novo roteador da Intelbras oferece conectividade, maximizando a presença de seus clientes no estabelecimento e potencializando o seu negócio em parceira com uma das maiores redes sociais do mundo. Além disso, o check-in que o cliente faz com o Facebook, aumenta o tráfego na fanpage do estabelecimento e ajuda a divulgá-lo na rede social, com aumento da visibilidade do local e atraindo novos seguidores no Facebook.

Outro diferencial do produto para o mercado brasileiro é possibilitar a conexão à Internet simultânea para até 60 dispositivos por equipamento, em uma abrangência de 300 metros.
“O acesso à rede por meio do check-in no Facebook permite que as pessoas naveguem rapidamente sem precisar pedir a senha a um funcionário, e sem digitar longas chaves ou preencher formulários com dados pessoais. Tudo funciona com poucos cliques no dispositivo, e atende uma demanda crítica: estar conectado em todos os momentos”, explica Artur Souza, diretor de Engenharia do Facebook.

“Com esse novo produto, a Intelbras atende à demanda do segmento de pequenos e médios estabelecimentos comerciais, que estavam à procura de um roteador WI-FI, que oferecesse qualidade e inovação a um ótimo custo benefício. A parceira com o Facebook completa a eficiência do produto e melhora a experiência do usuário, tornando-o ainda mais atrativo para clientes e proprietários. Esse mercado está em expansão e prevemos crescimento de até 15% no próximo ano”, afirma Amilcar Scheffer, diretor de Redes e Telecom da Intelbras.

Para o diretor de Redes e Telecom da empresa, a grande capilaridade da Intelbras é um fator que irá potencializar a comercialização do produto em todas as regiões do Brasil. “Nosso canal de Vendas – distribuidores e revendas autorizadas e especializadas em tecnologia, irão comercializar o HotSpot 300 em todo o território brasileiro. Estimamos que a aceitação do produto e o empenho de nossos parceiros contribuam para resultados positivos em vendas ainda esse ano”, acrescenta.
O novo roteador da Intelbras pode ser adquirido pelo cartão BNDES, tendo acesso a diversas facilidades/vantagens. Mais informações no site: www.cartaobndes.gov.br

The Liffey Brew Pub, Bob’s Florianópolis e Pizzaria Papparella usam HotSpot 300

O The Liffey Brew Pub, Bob´s Florianópolis e Pizzaria Papparella são alguns dos estabelecimentos comerciais, convidados a participar do teste do produto, antes do lançamento oficial. Seus proprietários puderam comprovar ao longo dos últimos quatro meses os benefícios em qualidade, segurança, rapidez e facilidades que o HotSpot 300, em parceria com o Facebook, oferecem aos clientes e aos estabelecimentos comerciais.

“Toda inovação é bem vinda e a parceria com a Intelbras para testar o HotSpot 300 foi um sucesso. Estávamos precisando de um produto como esse que ao mesmo tempo ofertasse benefícios para os clientes e também para nós, proprietários do comércio”, afirma Jorge Alexandrino Cardoso Costa, um dos três sócios do The Liffey Brew Pub. Amante de inovação tecnológica, Jorge Costa informa que, há muito, o principal canal de divulgação do seu negócio é o Facebook.

Promoções, novos cardápios, lançamentos de cervejas artesanais e a agenda musical da casa – em estilo irlandês ao som de Rock and Roll, são divulgadas nas páginas do site de relacionamento. Com a implementação do HotSpot 300 em seu pub, esse potencial de divulgação e marketing no Facebook multiplicou-se. “Percebemos que além do aumento de check-ins, as visualizações de nossa página e as curtidas também cresceram. Com isso ampliamos nossos seguidores e, consequentemente, temos um potencial de novos clientes e maior chance de fidelizar ainda mais os atuais. Tudo isso a partir da adoção do HotSpot 300, que além de oferecer acesso gratuito à Internet, o que atrai mais clientes, o fato de acessar a nossa página no Facebook, nos possibilita conhecer mais o perfil de nossos clientes e atendê-los ainda melhor”, afirma.

Para Célio Salles, franqueado Bob´s em Florianópolis, a questão da segurança foi o principal benefício que o roteador da Intelbras agregou ao seu negócio. “Para uso profissional, como em um estabelecimento comercial, não se pode arriscar e utilizar roteadores que não estejam de acordo com a legislação e que não ofereçam a máxima segurança. A vantagem de ter o equipamento da Intelbras em nossa casa é que podemos controlar o acesso dos usuários, sabemos quem está acessando nossa rede WI FI e assim oferecer com segurança o acesso livre aos clientes”, afirma o empresário.

Outra vantagem apontada por Salles é que o aparelho possibilita o balanceamento da banda, sem prejuízo para as atividades normais do negócio. “Sabemos o quanto é precioso manter nossa rede funcionando, sem interrupções, e o HotSpot permite que disponibilizemos uma parte da banda para o cliente, e a outra parte fica livre para nossas operações virtuais”, complementa. Segundo o empresário, ele acompanhou desde o início os testes do produto e assegura “que atende com a máxima eficiência, rapidez e segurança às necessidades do cliente e dos proprietários do comércio”.

A Pizzaria Papparella, tradicional em Florianópolis, é outro exemplo de sucesso da utilização do novo roteador Intelbras em parceria com o Facebook. Lucca Papparella também é outro entusiasta do produto. “Percebemos que a visualização de nossa página aumentou em pelo menos 80%, nos últimos meses, desde que instalamos o equipamento da Intelbras”, disse. “A performance do produto é ótima, rápida, e atende nossos clientes. Estamos muito contentes com esse serviço e sabemos que é um investimento imprescindível para todo e qualquer comércio que pretende atender bem seus clientes, aumentar sua fidelização e ampliar o número de frequentadores”, complementa.

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GUDay debaterá implementação de sistemas de gestão (ERP) em Porto Alegre

A SUCESU-RS e os Grupos de Usuários – GUs promovem no dia 4 de novembro o 2ᵒ GUDay de 2015, no CIEE-RS (Rua Dom Pedro II, 861), das 8h30min às 16h30min, em Porto Alegre. O evento é direcionado para profissionais da área de tecnologia e gestão interessados em processos de implementação de ERP nas empresas.

“As implementações de sistemas de gestão (ERP) são projetos de total transformação nas organizações, que podem ter sucesso e propiciar enorme retorno, ou tornarem-se um grande pesadelo se mal conduzidas”, destaca Guilherme Lessa, Vice-Presidente de GUs da SUCESU-RS.

Na programação do evento, cada grupo trará sua contribuição sobre como melhor conduzir este tipo de projeto, desde a decisão da implementação, passando pela seleção do software adequado, até a entrada do sistema em produção. A palestra de abertura do evento será com Luiz Gustavo Cabral, da Consultoria KPMG, com o tema “ERP ou não ERP”. O evento também contará com a apresentação de informações de mercado sobre implementações e estudos de caso.

Os Grupos de Usuários da SUCESU-RS têm como objetivo reunir usuários e demais interessados nas diversas tecnologias e metodologias tratadas através da troca de experiências e conhecimentos técnicos. A entidade possui hoje 15 GUs em atividade em áreas como gestão de projetos, governança, infraestrutura, BI, mobilidade, teste de software, entre outros.

O evento conta com patrocínio de: Dynâmica (gigabyte); Fontoura Education (kilobyte); Reverso Comunicação Integrada (especial); e apoio institucional de Tecnopuc, Trino Polo, PMI, Assespro/RS, Seprorgs, SOFTSUL e CIEE-RS.

Veja programa completo
http://www.sucesurs.org.br/eventos/guday-2015-2o-edicao/programacao-do-evento

SERVIÇO
O que: 2ᵃ edição GUDay
Data: 4 de novembro (quarta-feira)
Local: CIEE-RS (Rua Dom Pedro II, 861) – Porto Alegre
Horário: 8h30min às 16h30min
Ingressos
Associado SUCESU-RS – gratuito
Estudante – R$ 15,00
Entidade apoiadora – R$ 30,00
Público em geral – R$ 50,00
As inscrições: www.sucesurs.org.br/eventos/guday-2015-2o-edicao/inscricao
Informações: (51) 3331.7244

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Gartner indica como criar uma Organização Dinâmica

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, alerta que, para aumentar os resultados comerciais na economia digital, é essencial que as empresas aproveitem o potencial e as habilidades das pessoas para mudar a cultura organizacional. Essas tendências serão apresentadas em detalhes durante o Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O simpósio reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

Ao alavancar tecnologias, capital humano e tendências, as empresas estimulam o envolvimento e a agilidade dos funcionários, criando valor para seus negócios e tornando-os ainda mais competitivos.
Segundo Susan Landry, Vice-Presidente de Gestão do Gartner, é necessário:

Ser uma organização dinâmica – Em uma organização dinâmica, o trabalho é menos previsível, e o ritmo de oportunidades e ameaças é acelerado. O sucesso requer criatividade, velocidade e colaboração intensa de toda a organização. Para conseguir um bom desempenho comercial, a liderança deve desencadear o potencial das pessoas, permitir a criatividade colaborativa e desenvolver uma equipe de trabalho entusiasmada e envolvida.

Criar e dar suporte a um local de trabalho digital vital – O local de trabalho digital é uma estratégia comercial para promover a eficiência e o envolvimento dos funcionários por meio de um ambiente de computação mais voltado ao consumidor. Existem muitas dimensões para uma ordem de TI: ela deve integrar o local de trabalho dentro da TI, desenvolver a TI como fornecedora mais ampla de serviços e contribuir para uma transformação estratégica em parceria com Recursos Humanos e os líderes comerciais.

O CIO deve mudar sua abordagem com relação à tecnologia para promover uma empresa digital de sucesso – O CIO precisa reimaginar a tecnologia e, o mais importante, reinventar as práticas culturais e comportamentais para tornar o seu negócio digital. É essencial explorar as práticas de design da experiência do usuário, buscar tecnologias emergentes (como máquinas inteligentes) e utilizar disciplinas de ciência social e comportamental.

A função da TI bimodal na criação de um local de trabalho digital – A economia digital exige que as empresas aproveitem situações de incertezas, mantendo o funcionamento do negócio e cumprindo novas metas de desempenho. Em um ambiente de trabalho digital, a TI não terá monopólio da tecnologia e precisará envolver tecnologias voltadas para negócios. A TI bimodal pode ajudar a garantir que as capacidades tradicionais de tecnologia sigam operando com integridade, além de possibilitar que a TI ofereça suporte e contribua com condições comerciais mais dinâmicas.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.
Há descontos para grupos e preços diferenciados nas inscrições para profissionais do setor público.

Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (011) 5632-3109 e 0800-7441440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Assespro convida para a edição 2015 do Censo do Setor de TI

O “Censo do Setor de TI 2015” tem uma novidade: a participação de Armênia, Bangladesh, Cuba, Egito, Eslovênia e Nigéria. Os países foram incluídos para ampliar seu alcance para além da América Latina. O mapeamento é realizado anualmente desde 2012 pela Federação das Associações de Empresas Brasileiras de Tecnologia da Infomação (Assespro Nacional) e pela Federação Iberoamericana de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação (ALETI).

Para esses novos países, questões específicas foram criadas, além do questionário em inglês e das questões aplicadas em todos os demais 19 países da América Latina.
“A expectativa para este ano é superar as quatro edições anteriores, tanto em número de empresas como de países participantes”, afirma Jeovani Salomão, presidente da Assespro Nacional. Os principais resultados devem ser divulgados até o final deste ano.

Como Participar

A participação das empresas já está em andamento, bastando acessar um destes links na Web para acessar o questionário em português:

http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2015-censo-aleti-do-setor-de-ti/

http://www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2015-censo-aleti-plus/

https://pt.surveymonkey.com/r/censo-ti-2015-portugues

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Gartner estima que gastos com segurança chegarão a 75 bilhões de dólares em 2015

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que os investimentos mundiais com segurança da informação chegarão a 75,4 bilhões de dólares em 2015, um aumento de 4,7% em relação a 2014. Esse incremento é impulsionado por iniciativas governamentais, mudanças na legislação e violações de dados com elevado nível de sofisticação. Segundo o Gartner, os testes de segurança, a terceirização de TI e o gerenciamento de identidade e de acesso representam as principais oportunidades de crescimento para os fornecedores de tecnologia.

Essas previsões serão apresentadas em detalhes durante o Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O simpósio reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

Segundo o Gartner, os gastos com plataformas de proteção de terminais e sistemas direcionados para a segurança do consumidor estão apresentando indícios de comoditização.

“O interesse em tecnologias de segurança é cada vez mais estimulado por elementos do negócio digital, particularmente Nuvem, computação móvel e Internet das Coisas, assim como pela sofisticação e pelo alto impacto de ataques direcionados”, afirma Elizabeth Kim, Analista de Pesquisas do Gartner, que acredita que esse foco esteja impulsionando o investimento em ofertas emergentes.

Para o Gartner, as tendências do mercado de segurança da informação são:

O aumento de preços levará organizações a abrirem mão da compra de produtos de segurança – Como a maioria dos produtos de segurança é criada nos Estados Unidos, a valorização do dólar deve desencadear mudanças significativas de preços na conversão das moedas locais para dólares norte-americanos. Na Europa, por exemplo, a maioria dos preços subiu em até 20%. A recuperação em 2016 se dará a partir de uma combinação de aquisições realizadas no mesmo ano e da estabilização das taxas de câmbio prevista.

O crescimento do mercado de Prevenção de Perda de Dados (DLP) de reconhecimento de conteúdo corporativo enfrentará retração de 4% a 5% até o final de 2019 – Os dados do Gartner mostram o desempenho estável dos principais fornecedores do segmento em 2014. Diante do aumento do canal DLP (Prevenção de Perda de Dados) e de soluções “DLP lite”, o mercado não deve apresentar forte crescimento na sua forma atual nos próximos anos.

Até o final de 2020, menos de 5% dos fornecedores de segurança de rede ganharão força no mercado de Plataformas de Proteção de Terminais (EPP) – As EPPs representam a expectativa das organizações terem o menor número possível de agentes em terminais. Agentes adicionais geram maior risco de interferência com aplicações e necessitam de soluções com alertas complementares, atualizações e implantações de produtos. Poucos fornecedores têm sucesso além das operações de terminais e rede, mas há muitos exemplos de fornecedores retirando-se de outros mercados.

Menos de 5% das organizações com mais de 500 funcionários comprarão soluções de Gerenciamento Unificado de Ameaças (UTM) até 2019 – As barreiras de proteção corporativas e soluções de Gerenciamento Unificado de Ameaças permanecem como produtos e mercados distintos e, apesar do preço mais baixo, a demanda por aparelhos de UTM continuará sendo restrita aos mercados de Pequenas e Médias Empresas (SMB). Os analistas do Gartner esperam que as empresas continuem usando predominantemente roteadores e links de Multiprotocol Label Switching (MPLS) para conectar suas filiais menores aos centros regionais.

Em 2018, 85% dos novos negócios para a funcionalidade de rede farão parte de um pacote com barreiras de proteção e plataformas de segurança de conteúdo – Nos últimos três anos, as organizações de vanguarda têm observado o ambiente avançado de ameaças, em que as ameaças surgem mais rápido do que os mecanismos tradicionais de bloqueio. Diversas violações de alto nível têm ampliado a percepção sobre a necessidade de detecção de software malicioso (malware). Fornecedores de plataformas de segurança introduziram sistemas de eliminação de programas indevidos menos onerosos, muitas vezes baseados em Nuvem, como extensões da ferramenta.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há descontos para grupos e preços diferenciados nas inscrições para profissionais do setor público. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Pulseira para monitorar idosos que vivem sozinhos vence prêmio para startups de saúde

Ao desenvolver uma plataforma capaz de monitorar a saúde dos idosos que vivem sozinhos, por meio de uma pulseira, a Icare conquistou o primeiro lugar no prêmio Desafio Pfizer, criado com o objetivo de valorizar jovens empresas de tecnologia focadas em produtos e soluções digitais inovadores em saúde. A segundo colocação ficou com a Epistemic, que concebeu um método não invasivo para detectar, com 25 minutos de antecedência, surtos epiléticos. As duas empresas terão a oportunidade de participar do Programa de Aceleração da Berrini Ventures, primeira aceleradora de startups em saúde da América Latina.

As primeiras colocadas também terão o direito de participar de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. O benefício será igualmente oferecido às empresas Clever Care e Accelerare – Doctor ID, classificadas em terceiro e quarto lugar, respectivamente. A Clever Care criou um sistema que realiza, de maneira remota, o controle, a gestão e a orientação de pacientes que necessitam de acompanhamento médico contínuo. Já a Accelerare – Doctor ID idealizou uma ferramenta online associada a um banco de profissionais médicos disponíveis para cobertura de vagas de plantões.

“A Pfizer realiza um intenso trabalho de pesquisa e desenvolvimento para criar tratamentos inovadores que melhorem a vida das pessoas. Com esse prêmio, a companhia pretende incentivar que as startups sigam esse mesmo caminho, o da inovação a serviço da sociedade”, afirma a gerente de Multi-channel da Pfizer, Andrea Mitelman.

Em sua primeira edição, o Desafio Pfizer recebeu 56 inscrições, das quais foram selecionados dez finalistas: Accelerare, Clever Care, Cybergia, Epistemic, iCare, MinsulinTech, Patient Box, Ravek, Senfio e TNH Digitall Health. Todas participaram do HIS – Hospital Innovation Show (his.events), realizado em São Paulo nos dias 28 e 29 de setembro. Elas expuseram seus trabalhos no Startup Lounge do HIS, um espaço mantido em parceria com a Amazon e a Berrini Ventures.

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Pensando em construir um data center na América Latina? Leve em consideração estes 10 pontos

Nossas vidas cada vez mais conectadas em tempo real e sob demanda exigem acesso confiável ao conteúdo e às informações hospedadas em data centers. O número cada vez maior de usuários de telefonia móvel na América Latina, a adoção rápida de tecnologias baseadas em nuvem, os aplicativos famintos por largura de banda e o streaming de vídeo afetam significativamente a infraestrutura de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) e, não é de se surpreender, também no acréscimo de novos data centers. Na região, dependendo da fonte, o número de novos data centers deverá crescer entre 10% e 16% ao longo dos próximos cinco anos.

Naturalmente, muitos desses data centers estarão agrupados em “clusters” em áreas metropolitanas, impulsionando a exigência de interconexões e serviços ópticos de alta capacidade. No entanto, dada a importância dos locais de backup e o fato de que a infraestrutura possa ser irregular de uma área para outra, outros podem ser construídos, como precaução, em locais menos óbvios.

É com certeza um fenômeno global. Na verdade, prevê-se que o mercado global de interconexão de data centers (DCI, na sigla em inglês) cresça em um CAGR (taxa composta de crescimento anual) de 10,5% ao longo dos próximos cinco anos, de acordo com o relatório “Oportunidades de Interconexão de Data Centers Ópticos, 2015”, da Ovum.

Dado o investimento significativo que será exigido para esse crescimento, segue lista com as 10 melhores considerações sobre novos data centers na América Latina:

1 – A proximidade de outros data centers: muitas vezes, os data centers estão localizados próximos uns dos outros, em “clusters”, de modo a facilitar as interconexões com operadoras de nuvem, instalações de compilação ou outras operadoras de TIC. Uma maior proximidade, como por exemplo dentro de um raio de cinco quilômetros, aumenta as necessidades gerais de largura de banda, aumentando a diversidade e a oportunidade de mercado.

2 – A conectividade com operadoras de nuvem: uma mudança fundamental para as empresas é a de transferir suas cargas de trabalho de TI para operadoras de nuvem como Amazon, Google ou Microsoft. Um data center que possua conectividade com essas operadoras de computação na nuvem (geralmente através de um ponto de interconexão) é mais valioso, uma vez que um tráfego maior passará através dele para a nuvem.

3 – O tamanho: os data centers podem variar de 100 mil a mais de 1 milhão de metros quadrados para acomodar servidores e unidades de armazenamento adicionais. Quanto maior o tamanho do data center, maiores serão as necessidades de banda de interconexão e maior será a sua dependência da infraestrutura de rede. Considerando os custos financeiros e de espaço físico, a localização (se você conseguir obtê-la), poderá ser um dos fatores mais desafiadores.

4 – As opções de conectividade: A utilização de várias operadoras de rede ajuda a garantir a resiliência. Isso não é nenhuma novidade, mas é provavelmente mais fácil dizer do que fazer isso na América Latina. O aumento da concorrência está alimentando a diversificação de opções de conectividade, mas ainda existe uma série de desafios para o fornecimento de conectividade de alta capacidade confiável e de bom custo-benefício fora dos locais tradicionais de rede.

5 – O nível: os data centers são classificados de 1 a 4, onde quanto maior o nível, maior a resiliência e a qualidade das instalações ambientais. Alguns setores, como a área financeira e o governo, exigem esses requisitos mais elevados e são mais propensos a pagar por serviços de resiliência superior (tais como restauração de falhas múltiplas na grade). Na América Latina, dada a natureza das nossas redes e infraestruturas, não existem muitos data centers nos níveis mais elevados. Já o potencial de negócios para novos data centers de Nível 3 e Nível 4 é enorme, uma vez que as empresas que investem na construção de novos data centers focarão em alta confiabilidade para se diferenciarem. De acordo com a International Computer Room Experts Association (ICREA) o mercado de data centers na América Latina crescerá 30% em 2015.

6 – Os locais de backup: o data center está localizado a mais de 50 quilômetros de distância de um grande centro populacional? Está em uma rede elétrica diferente ou menos suscetível a desastres naturais? Isto o tornaria atraente como um local de backup. Dado o tamanho alastrado de muitas das maiores cidades da nossa região, será um desafio mitigar riscos e garantir níveis-alvo de confiabilidade.

7 – A interconexão internacional: a localização do data center permite acesso a vários cabos submarinos e instalações de satélite? Isso pode aumentar as oportunidades de monetização ligadas a interconexões internacionais. Esses locais são bastante conhecidos em nossa região: o Rio de Janeiro ou o NAP das Américas, em Miami.

8 – O custo de espaço físico: o custo imobiliário em muitos lugares se tornou proibitivo à medida em que crescem a quantidade de equipamentos e as necessidades de espaço. Por este motivo, alguns data centers mais recentes estão sendo construídos em locais mais suburbanos e rurais para conter os custos, mas essas distâncias maiores necessitam de conexões mais longas.

9 – O custo de energia: estamos começando a ver novos data centers sendo localizados em áreas mais rurais, a fim de reduzir o custo da energia. Dentro dessa mesma abordagem, ter acesso a energia renovável (hidrelétrica, solar) é outro fator que os torna atraentes, à medida em que a eficiência energética se torna uma consideração essencial para as empresas e para os provedores de conteúdo.

10 – O potencial de expansão futura: mais uma vez, o espaço físico é um fator chave. Isso porque as empresas não devem apenas considerar o espaço do data center atual, mas também a necessidade potencial de um crescimento futuro.

Certamente existem diversos outros itens a considerar, da necessidade de resiliência e OPEX (como o custo de espaço físico e de energia/refrigeração) até a conectividade (nuvem, data centers internacionais e metropolitanos). Todos estes são cruciais, mas é importante encontrar o equilíbrio certo – muitos deles dependem das necessidades do usuário final e da oportunidade de crescimento futuro. No geral, a infraestrutura precisará evoluir para garantir que as oportunidades de receita sejam maximizadas.

Hector Silva, diretor de tecnologia e vendas estratégicas da Ciena na América Latina

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