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iMoving, plataforma inédita de mudanças, chega ao Brasil

Com a proposta de tornar o processo de mudança de residência no Brasil mais fácil, rápido, barato e seguro para o consumidor e, ao mesmo tempo, gerar maior volume de negócios para as transportadoras e as seguradoras, o iMoving acaba de começar a operar no país. A plataforma altamente tecnológica foi lançada em 2011 nos Estados Unidos, onde chegou a intermediar a realização de 70 milhões de mudanças em 11 meses. Seu fundador, o brasileiro Roger Madeira, está investindo R$ 3 milhões no desenvolvimento da versão nacional para atender um mercado com 1,74 milhão de mudanças ao ano, de acordo com dados da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT).

Amparada por um servidor de Machine Learning com Inteligência Artificial e Big Data, a plataforma do iMoving é capaz de comparar milhares de orçamentos de mudanças com base em mais de 12 mil datapoints diferentes, gerando um relatório detalhado para clientes de empresas de mudanças, além de oferecer 2 aplicativos para o rastreamento em tempo real do caminhão, para que o cliente da transportadora sempre saiba onde estão seus bens.

As empresas de mudanças interessadas em receber clientes e participar do processo de seleção de orçamentos da plataforma podem se cadastrar no site, sem qualquer custo. E o cliente que desejar usar a plataforma web, pode acessar pelo site http://www.imoving.com.br. Para conseguir orçamentos de várias transportadoras e realizar uma pesquisa de mercado mais ampla do que pelo método tradicional, basta clicar em “receber orçamentos”. No ambiente, o usuário é orientado a responder perguntas que revelam a característica da mudança desejada e aguardar os orçamentos chegarem por e-mail.

A inovação consegue fornecer, por exemplo, de uma só vez e completamente de graça, até 250 orçamentos de mudança identificando as cinco melhores opções de acordo com as características da mudança de cada usuário. Para isso, ela combina o famoso machine learning com outras tecnologias como inteligência artificial, automação, computação cognitiva, predição de risco, big data e data mining. “Quando uma família decide contratar uma empresa de mudanças, segue o fluxo do processo tradicional de pesquisa na internet e contato telefônico, o que dificulta o levantamento de mais de 3 orçamentos de transportadoras. No fim, a família acaba fechando negócio sob condições desfavoráveis com empresas clandestinas ou desonestas, correndo sérios riscos de perder a mudança inteira ou parte dela”, diz Madeira.

Segundo ele, também existe, por parte das transportadoras, muita dificuldade em definir o custo do frete. “Para a empresa de mudanças, o processo tradicional de chegar ao preço final do serviço inclui a visita de um funcionário ao imóvel do cliente para avaliar o grau de dificuldade, a quantidade e volumetria dos itens a serem transportados. Apenas o deslocamento deste profissional já configura custo para a empresa, que fica no prejuízo caso o consumidor não contrate a empresa de mudanças”, diz.

De acordo com Roger Madeira, o iMoving elimina tal problema com o uso massivo da tecnologia desenvolvida pela plataforma. Respondendo o questionário para receber os orçamentos, o consumidor presta informações como o tamanho do imóvel, quantidade de cômodos e tamanho da família. Com isso, a plataforma de Machine Learning do iMoving compara o inventário da mudança, o grau de dificuldade, a distância e os tipos de itens com milhares de outras mudanças semelhantes, a fim de definir mais acertada e criteriosamente a quantidade de caixas, volumes necessários, melhores e mais seguras rotas, entre outras centenas de variáveis. “A partir destes dados, é possível atribuir um valor mais acertado ao serviço sem a necessidade da visita ao local. Mesmo assim, a empresa de mudanças pode alterar o valor, se assim desejar, para mais ou para menos”, segundo o CEO e fundador do iMoving.

O machine learning da plataforma realiza cálculos altamente complexos considerando cerca de 12.750 datapoints ou critérios, para predizer as cinco melhores opções de transportadoras para o cliente, com nome da empresa, valor da mudança, forma de pagamento, seguro, rota, reviews, opinião de usuários anteriores e inúmeros outros aspectos importantes.

Para a transportadora, o iMoving apresenta o comparativo de rotas com distâncias, predição de acidentes, gastos com combustível, pedágio, tempo de chegada e outros tipos de riscos envolvidos, além da precificação adequada para cada uma das possíveis rotas e de acordo ao grau de dificuldade da mudança. Já a seguradora recebe a predição de risco de acidentes, roubo de carga e sinistros para a apólice.

“Com o machine learning trabalhando a favor de todos os envolvidos, cliente, transportadora e seguradora, todo o processo fica muito mais simples, rápido, automatizado e inteligente. E isso é algo que realmente precisamos, por que o mercado brasileiro de transportes de mudanças tem problemas sérios que o iMoving vai ajudar a resolver em alguns anos”, afirma Madeira.

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A burocracia brasileira é o paraíso dos empresários – Por Federico Vega

Quando a gigante multibilionária eBay chegou a China achou que iria se fixar rapidamente. Entretanto, Jack Ma, naquele momento fundador de uma pequena empresa chamada Alibaba, reuniu sua equipe e disse para eles: “O eBay está chegando e eles podem até ser um tubarão grande no oceano, mas nós somos um crocodilo no rio Yangtze, maior rio de toda Ásia. Quando o crocodilo luta contra o tubarão no oceano, ele vai perde facilmente, mas se lutarmos no rio, nós ganhamos”.

O Alibaba não só derrotou o eBay, mas se tornou maior, com um valor de mercado de US$ 220 bilhões, sete vezes que a empresa norte-americana, dominando não só a China, mas a maioria dos mercados onde o eBay costumava dominar.

A história de Alibaba é um exemplo a ser seguindo pelos empresários brasileiros. Jack Ma era um professor simples de uma escola chinesa e começou a companhia digital em um momento em que o país não tinha capital disponível para investimentos e nem uma cultura ligada à internet ou empreendedorismo. Ele muitas vezes cita “ninguém queria trabalhar para nós, as pessoas não conseguiam entender o que estávamos fazendo, por isso, vamos contratar quem entrar pela porta, não temos escolha e todos pensaram que estávamos loucos”.

Igual ao Brasil, a China possui números elevados em relação ao PIB, população e território, combinados com mercados extremamente burocráticos, complexos e altamente regulamentados, com uma falta generalizada de cultura de negócios em sua força de trabalho.

Em 2013, me lembro de ver os fundos de capital de risco no exterior saindo do país, tendo como base as premissas de que a burocracia e a complexidade do mercado matam o empreendedorismo. Escutei de muitos executivos brasileiros dizer que o Brasil é o pior lugar na terra para se iniciar um negócio, especialmente quando uma crise política e econômica estava iniciando. Ma pode ter pensado o mesmo sobre a China em 1999, provavelmente seria mais fácil comprar uma passagem para o Vale do Silício, onde milhares de empreendedores competiram para resolver problemas, só que em um ambiente de negócios favorável, onde milhares de investidores estavam dispostos a dar o apoia as ideias mais loucas.

Mas a filosofia de negócios de Ma era diferente, como qualquer outra pessoa bem-sucedida, ele focou em onde estavam as oportunidades e não perdia tempo reclamando sobre algo que ele não podia controlar. Ele idealizava uma forma em que pudesse conquistar os investimentos de capital para seu negócio, assim navegaria na complexidade do mercado como ninguém, não tendo nenhuma concorrência forte em um mercado de bilhões de dólares.

O Alibaba estaria incubado em um ambiente seguro, sem a necessidade de se preocupar com os competidores predatórios comer uma fatia de seu “território”. Os concorrentes domésticos com financiamento insuficiente morreriam rapidamente e os concorrentes estrangeiros teriam dificuldade em entender um ambiente tão complexo. Em outras palavras, o Alibaba era – naquele momento – um pequeno, mas fortíssimo crocodilo lutando no rio Yangtze, onde os tubarões não podiam lutar. Seu ambiente era grande o suficiente para alimentar esse único crocodilo e transformaria ele em um monstro, fazendo com que nenhum tubarão sonhasse em lutar.

Conheci Jack Ma em Davos, Suíça em 2015. Naquele dia, sua recomendação para começar uma empresa em um mercado emergente era perfeita. Ele dizia para não se queixar, e encontrar oportunidades onde todo mundo vê problemas, transformando esses problemas em sua vantagem. “A diferença que separa os empresários de sucesso dos demais é que eles nunca reclamam, sendo confiantes o suficiente para nunca desistir.”

Ou seja, se você estiver investindo em um mercado complexo, certifique-se de abordar um mercado massivamente grande e usar essas complexidades a seu favor, desta forma, você irá incubar um pequeno crocodilo que irá se tornar gigante, podendo assim ganhar dos outros tubarões no oceano aberto.

Federico Vega, CEO e Fundador da CargoX

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Startup cria plataforma que automatiza logística e reduz custo com frete

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O atual momento econômico do Brasil cria uma tendência natural de redução de custos nas empresas, fazendo com que muitas troquem de fornecedores, apliquem férias coletivas, demissões e, em alguns casos, encerrem suas atividades.

Algumas destas práticas podem ser evitadas com pequenas mudanças na gestão da empresa, de modo que otimizem seus gastos e seu tempo. O grande vilão, algumas vezes, é o frete que em alguns produtos corresponde a até 80% do preço de venda. São muitos os fatores que contribuem para este elevado custo; destaque para três: contato com poucas transportadoras, falta de investimento em logística, e demora entre encontrar uma transportadora e solicitar a coleta da carga.

Estes problemas podem ser solucionados com ferramentas gratuitas disponíveis na internet que permitem realizar cotações de preços a qualquer momento, consultar várias transportadoras em tempo real, solicitar as coletas e acompanhar todas as cargas até a entrega.

No momento em que vender mais é essencial nas empresas, uma startup lança a plataforma Frete Rápido que conecta empresas e transportadoras de todo Brasil, automatizando o setor logístico das empresas de forma gratuita. A redução de custo obtida nestes casos pode ser repassada ao preço de venda, proporcionando um aumento significativo nos negócios e dando força para a empresa suportar este período de crise.

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CargoX testa drones para monitoramento de cargas

A CargoX – primeira transportadora do Brasil impulsionada por tecnologia e inovação, que opera conectada a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos testa uma proposta pioneira para o mercado de logística. Chamado de SafetyTruck, o projeto propõe utilizar drones para o monitoramento de cargasque saem de São Paulo.

A iniciativa ainda está em fase de desenvolvimento, mas uma das principais funcionalidades de segurança é o botão de pânico, que aciona o drone em situações de emergência, como as tentativas de assalto. Nesses casos o equipamento acompanha o veículo por cerca de cinco horas e envia as imagens captadas direto para a transportadora iniciar à recuperação da carga e do caminhão. Além disso, o recurso conta com um item de reconhecimento de paradas não programadas para identificar rotas fora do itinerário.

Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas &Logística (NTC&Logística), os altos índices de roubo de cargas no Brasil geram um prejuízo anual de R$ 2 bilhões e, para inibir este tipo de incidente, a CargoX pretende estar na vanguarda do uso de drones para inibir furtos de carregamentos. “Queremos antecipar o futuro de segurança do setor rodoviário com o uso dessas tecnologias de última geração, que permitem monitorar e localizar o motorista em tempo real, para que tomemos providências se houver algum imprevisto no trajeto”, afirma Federico Vega, CEO da CargoX.

De acordo com o executivo, a companhia está focada 100% em tecnologia e empenhada em melhorar o transporte rodoviário no Brasil nos próximos anos com a iniciativa dos drones, dentreoutros projetos. “Com o SafetyTruck e outras ações que estamos criando, nosso intuito é projetar o futuro para a logística do país e melhorar as condições nas estradas”, explica Vega.

A CargoX, (http://www.cargox.com.br), é a primeira transportadora do Brasil sem frota própria, baseada em tecnologia e inovação, operando conectada em tempo real, por meio de um aplicativo próprio, a uma rede de mais de 100 mil motoristas autônomos. Lançada oficialmente em março deste ano e considerada como a “Uber dos caminhões”, a empresa é pautada pelas diretrizes agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço, além de responsabilidade pelas cargas transportadas. A CargoX começou a ser estruturada em meados de 2015 por Federico Vega, CEO da companhia. Atualmente, atende todas as regiões do país e com crescimento médio de 57% ao mês espera faturar no primeiro ano de atuação cerca de R$ 50 milhões.

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OpenTech customiza seu software para gestão de transportadoras

Mudança na forma de comercialização do ERP OpenTrucker permite ao cliente escolher entre as versões Standard e Advanced

Com foco constante em melhoria contínua, a OpenTech decidiu inovar em um de seus mais tradicionais produtos: o OpenTrucker. Criado para auxiliar as transportadoras no controle total dos negócios, o Sistema de Gestão Empresarial (ERP) OpenTrucker pode agora ser adquirido em duas versões: Standard e Advanced. Com a mudança, a empresa atenderá de forma customizada os pequenos, médios e grandes transportadores, com ganhos em assertividade, produtividade e rentabilidade.

Além de satisfazer as necessidades específicas de cada cliente, o novo formato de comercialização do OpenTrucker facilita a negociação e agiliza a implementação da ferramenta. De acordo com o gerente comercial de Software, Henrique Saragoça, a criação de duas versões distintas trouxe mais simplicidade ao processo comercial. “Tornamos a aquisição mais dinâmica, encurtando o ciclo de venda e deixando o produto mais acessível ao cliente, já que é possível escolher a versão que mais se adequa aos negócios”, explica.

Com módulos para a gestão comercial, operacional, financeira e de frota, o OpenTrucker atende tanto aos grandes e médios transportadores, que têm sua contabilidade dentro do ERP (versão Advanced), quanto aos pequenos, que controlam as variáveis operacionais, financeiras e de frota, mas não fazem sua contabilidade internamente (versão Standard). “Neste caso, podemos integrar o OpenTrucker ao sistema utilizado pela empresa de contabilidade que presta o serviço, fazendo a transferência de dados sem problemas”, informa Henrique.

Disponibilizando o OpenTrucker em duas versões, a OpenTech oferece aos clientes de pequeno porte a oportunidade de contar com uma ferramenta robusta para o controle de rotinas e processos, semelhante à utilizada por grandes transportadores, mas adequada às necessidades e ao tamanho da empresa. Desta forma, continua o gerente comercial da OpenTech, o custo de aquisição fica acessível e o projeto de implantação é dimensionado conforme as expectativas do cliente.

Outra vantagem é a possibilidade de migrar da versão Standard para a Advanced a qualquer tempo, sem impactos nos dados do sistema. “À medida que os negócios vão crescendo, o cliente pode ampliar também as funcionalidades da ferramenta”, comenta Henrique.

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