Tag tecnologia

Movimento Brasil Digital lança plataforma com mais de 1400 horas gratuitas de capacitação tecnológica

O Movimento Brasil Digital, união de empresas que buscam construir propostas que tragam tecnologia e inovação para o centro da estratégia do País, lança nesta quarta-feira (04) o programa Eu Capacito, que tem como objetivo formar uma legião de profissionais para a economia digital. Nesta fase inicial, são mais de 1400 horas de cursos online oferecidos por grandes empresas como: FIAP, Google, Microsoft, Oracle e Salesforce.

Com o “Eu Capacito”, o Movimento Brasil Digital pretende promover a capacitação profissional gratuita e ações educacionais da iniciativa privada, principalmente aquelas focadas em habilidades de tecnologia, sejam elas do ponto de vista conceitual, técnico (desenvolvimento) ou ferramental (manuseio para áreas de negócio), além de conhecimento em outras áreas consideradas importantes para o empreendedorismo.

Qualquer pessoa com acesso à internet pode se inscrever na plataforma. Os cursos são divididos em quatro trilhas:

Tech – Informações técnicas para desenvolver sites, apps e outras tecnologias. É possível aprender sobre tecnologias disruptivas, que devem ser o vetor de desenvolvimento econômico do Brasil nos próximos anos, como Inteligência Artificial, Cloud Computing, Analytics, além de diversas habilidades transversais, como linguagens de programação (Phyton, Java, FrontEnd, por exemplo), que são profissionais desejados por várias indústrias.

Fluência Digital – Para aprender ferramentas, conceitos e novidades do meio digital. Vai desde o básico e sempre necessário Office 365, até conceitos mercadológicos modernos, como marketing digital.

Soft Skills – Conhecimento para a vida no trabalho, na sociedade e no dia a dia. Como manter a produtividade no trabalho remoto, tornar-se um gestor de projetos ou apoiar a inclusão e diversidade estão entre algumas habilidades que podem ser desenvolvidas.

Empreendedorismo – Os cursos ensinam a dominar ferramentas digitais básicas para digitalizar negócios, conectando-os com os clientes no ambiente on-line em seu próprio site, nas redes sociais ou por meio de publicidade. Para quem já está há mais tempo no mercado, há curso sobre jornada do consumidor e até sobre expansão internacional.

Vitor Cavalcanti, diretor executivo do Movimento Brasil Digital, destaca que o “Eu Capacito” converge com a essência do grupo empresarial, que tem como um de seus pilares a preparação da sociedade para o futuro do trabalho, gerando ocupações qualificadas, garantindo, assim, a sustentação do crescimento econômico. “O mercado de tecnologia segue na contramão da crise econômica e continua com muitas vagas abertas, que acabam não sendo preenchidas por falta de profissionais qualificados. Os cursos podem ser a porta de entrada para a construção de uma carreira em um mercado em franca expansão. Só a implantação da infraestrutura do 5G deve gerar mais de 200 mil vagas nos próximos anos”, explica.

Para quem quer seguir o próprio negócio, Cavalcanti explica que a digitalização também é fundamental para o sucesso do negócio. “O Brasil ganhou mais de 1 milhão de microempreendedores individuais (MEIs) desde março*, o que mostra que a crise causada pela pandemia fez com que muita gente se reinventasse por meio da abertura de um negócio. Agora vem uma fase importante de consolidar esse empreendimento, por isso estudar e estar antenado às tendências digitais é importante para continuar crescendo”, explica.

A plataforma Eu Capacito é aberta à participação de empresas de todos os setores. A única exigência é que os cursos sejam de base tecnológica e tenham inscrições gratuitas.

Saiba mais sobre os cursos e inscrições do programa Eu Capacito: http://eucapacito.com.br/

Tags, , ,

A tecnologia como aliada na gestão de soft skills

Por Ilana Brancalhão

De acordo com a pesquisa Global Talent Trends 2019 divulgada pelo Linkedin, 92% dos entrevistados afirmaram que as soft skills, ou competências comportamentais, são tão ou mais importantes do que as hard skills, as conhecidas competências técnicas aprendidas na universidade ou em algum curso que a pessoa faça para agregar conhecimento à carreira. E mais, o levantamento aponta que 89% das pessoas ouvidas consideram que “contratações ruins” estejam relacionadas a candidatos que não desenvolvem as soft skills.

Dentre as soft skills mais requeridas pelas empresas estão: liderança, comunicação, gestão de conflito, ética no trabalho, pensamento crítico e trabalho em equipe. Todas elas estão atreladas a se ter um profissional que possa se desenvolver numa companhia e agregar valor ao seu trabalho, otimizando processos e aumentando a produtividade. Por exemplo, a comunicação é a base de todos os processos dentro de uma empresa. Já a ética de um colaborador indica que ele vai seguir o propósito da empresa, terá foco, organização e comprometimento com as metas.

Se uma empresa possui apenas profissionais excelentes nas hard skills isso não será suficiente para se ter sucesso em seu segmento de atuação. Para desenvolver qualquer competência comportamental, o líder ou gestor precisa primeiro realizar uma avaliação de todo o time. É um verdadeiro ciclo que contempla identificar, avaliar, desenvolver e avaliar novamente cada colaborador. Neste processo é importante um feedback constante e com periodicidade regular.

A boa notícia é que a tecnologia pode ser uma grande aliada na hora de desenvolver as soft skills. Já existem players no mercado que oferecem soluções com recursos que possibilitam analisar, mapear e até realizar avaliações de desempenho e educação corporativa. O uso do mapeamento das soft skills deve ser sempre conectado ao planejamento estratégico da empresa, para saber quais são necessárias para que a organização alcance seus objetivos.

Desta forma utilizar a tecnologia para apoiar as estratégias e mapeamento dos cargos dentro de uma organização, garantem uma assertividade na escolha de equipes e possibilita subsidiar gestores com indicadores para uma melhor tomada de decisão. Ferramentas de desempenho integradas ao plano da empresa geram indicadores – tanto para os gestores como para o departamento de Recursos Humanos -, feedbacks contínuos e plano de desenvolvimentos (PDI) com acompanhamento para o aprimoramento das soft skills, permitindo a ascensão de carreira, melhor adaptação das equipes e maior produtividade.

As organizações que decidem utilizar tecnologia para gestão de soft skills agregam ao seu RH uma comunicação simplificada e com direcionamento, uma gestão de seu capital intelectual e seus talentos, permitindo que o gestor acesse as informações de forma simples e rápida.

Quando relacionamos os benefícios de uma equipe com várias soft skills em aprimoramento temos: um time multidisciplinar, uma gestão de conflitos efetiva, comunicação sem ruído, profissionais que se desenvolvem para serem futuros líderes, maiores oportunidades de alcançar os resultados de forma rápida e produtiva devido a boa integração das equipes.

Sempre ressalto que uma companhia depende de seus colaboradores para alcançar suas metas de negócio. Sendo assim, o melhor caminho para estimular o engajamento, motivar e valorizar seus talentos é realizar uma gestão de carreira clara e transparente com todos. A partir do momento que a empresa passa a olhar os colaboradores como um diferencial competitivo, ela está pronta para usufruir das tecnologias voltadas ao público interno.

*Ilana Brancalhão é arquiteta de Soluções da Benner.

Tags, ,

Programa TechD abre chamada para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios

A Softex, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), anuncia a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas interessados em participar do Programa TechD de apoio a tecnologias emergentes focadas em quatro linhas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

Com recursos da ordem de R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas já consolidadas no mercado. A meta é apoiar no mínimo 30 projetos, dos quais 14 devem ser das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Já foram firmados 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados que proverão suporte tecnológico aos projetos selecionados e 36 empresas de grande e médio porte para teste das tecnologias que serão desenvolvidas neste contexto de inovação aberta.

Nessa chamada do TechD, startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas também deverão apresentar uma estratégia para ampliação de mercado nacional e internacionalização. O Programa visa proporcionar parcerias internacionais para aprimoramento da tecnologia e desenvolvimento de negócios fora do país.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado.

“Ao estimularmos negócios inovadores alinhados às novas tendências tecnológicas estamos colaborando simultaneamente para fortalecer o ecossistema de startups nacional e, também, o de inovação e pesquisa. Somente dessa maneira tornaremos o país menos dependente de tecnologias internacionais e mais competitivo no mercado global”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

O executivo destaca que o TechD aproveita a tendência de inovação aberta e a capilaridade da entidade para fomentar por todo o país o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado. “Queremos potencializar o uso das tecnologias para fomentar a transformação digital nas empresas que irão testá-las, trazendo potenciais clientes para empreendedores e pesquisadores, além de promover sua consolidação no mercado nacional e sua internacionalização. Os Centros de P&D têm papel fundamental no desenvolvimento tecnológico e se beneficiam dos novos negócios que o programa lhes proporcionará. Outro objetivo é transformar em negócio a pesquisa aplicada realizada pelas universidades. O TechD tem ainda a proposta de auxiliar as startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios participantes a se estabelecerem no mercado de forma mais consistente e escalável”, conclui.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A íntegra do edital para as startups, consórcios, empresas de TI e pesquisadores está disponível para consulta no endereço https://techd.softex.br/

Tags, , , , , , , ,

Thomson Reuters Brasil apresenta os vencedores de segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia no próximo dia 31, em São Paulo, os vencedores da segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech & Comextech, realizado com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e da Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) avaliou empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições foram abertas para iniciativas de todas as regiões do Brasil.

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

Os finalistas são a ODM (São Carlos/SP), Data Policy (Brasília/DF) e Vetor IT (São Paulo/SP), na categoria Fiscal; Intradebook (Florianópolis/SC) e LogComex (Curitiba/PR), na categoria Comércio Exterior; Simples Data (Santa Bárbara D’Oeste – Campinas/SP), BirminD Otimização Industrial (Sorocaba/SP) e Dattos (São Paulo/SP), na categoria Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, a gestão e a inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar a iniciativa para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos inovações viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Em sua primeira edição, em Campinas/SP, o Accelerator Day da Thomson Reuters apontou quatro projetos vencedores, formato que se repetirá. Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. As empresas escolhidas tiveram, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Importante citar que mesmos as startups que não fazem parte do grupo vencedor podem ser convidadas pela multinacional a colaborar com suas soluções em um futuro próximo.

A apresentação dos vencedores da segunda edição do programa acontece no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém-inaugurado, em São Paulo), na Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327 – 2º andar – Vila Olímpia, São Paulo – SP.

Tags, , , ,

O CEO e os novos tempos para RH e Marketing

Por Daniel Domeneghetti

A constatação da pesquisa “Novo Mundo, Novo RH”, realizada com 592 executivos e líderes da área de Recursos Humanos, de fevereiro a maio deste ano e que foi apresentado durante o HR Hub, evento realizado pela ProPay, aponta que 64% destes executivos, dentre outros desafios, indicam que a companhia precisa decidir claramente qual área é, de fato, a dona do cliente. Este achado traz à realidade o alerta de um antigo ponto mal resolvido estrategicamente nas empresas: a governança do cliente.

Mas porque clientes, como também consumidores e usuários, precisam de dono? Porque como ativos estratégicos de gestão, assim como para a área de talentos (RH), o caixa (Financeiro), os contratos (RH) e o parque tecnológico (TI), por exemplo, só há gerenciabilidade, eficiência e crescimento possíveis se há dono legitimamente responsável.

Imagine, por exemplo, quatro áreas distintas gerindo o caixa da empresa? Caos! É o que ocorre com o cliente, como ativo estratégico: Marketing, Vendas, Comercial, Atendimento ao Cliente, assim como nas rotinas de retenção, pós-venda, suporte e operações, todas são áreas que gerenciam parte da jornada e da vida de interação dos clientes com a empresa.

O problema se potencializa quando se entende que diferentes donos gerenciam necessariamente com diferentes regras, diretrizes, metas e indicadores, seja diferença de visão ou vocação, seja pelo imperativo funcional da área e pelo papel por ela desempenhado na relação com clientes, consumidores e usuários. Simplesmente não funciona, não encaixa. E o cliente, de único, vira múltiplo, resultando em uma experiência sofrível.

Neste artigo, à parte a questão central acima exposta – e que já foi tema de diferentes artigos e análises que fiz, foco, de maneira localizada, no impacto do distanciamento entre as áreas RH e Marketing (e demais áreas ligadas aos clientes, consumidores, usuários da companhia), contribuindo relevantemente para esta problematização.

É consenso que a área de Recursos Humanos deve trabalhar para que os colaboradores consigam performar e entregar a proposta de valor da empresa aos seus clientes, consumidores e usuários em todos os seus pontos de operação e interação, em especial na chamada última milha, onde a experiência de marca se materializa. Porém, não se fala em clientes, consumidores e usuários sem se pensar em áreas como Marketing, Comercial e Atendimento, por exemplo. E não se pode ignorar que os clientes, além de principal stakeholder da empresa, são também sua razão de existir e os financiadores diários de seu caixa e crescimento.

Assim, como cada vez mais o valor da empresa depende do sucesso da jornada de cada cliente, consumidor ou usuário com a empresa, o casamento seria perfeito se, por exemplo, o Marketing e o RH atuassem de maneira integrada em favor destes stakeholders e, por decorrência, de toda a empresa e de seus acionistas/investidores, mas, na prática, a realidade ainda é outra.

O RH e o Marketing precisam ter a ciência de que hoje o novo cliente tem cada vez mais força e está na posição fim do ciclo, enquanto o novo colaborador, que também é um ator de extrema importância na cadeia de valor da empresa, é o meio para o alcance deste cliente. Neste circuito, podemos observar que, em geral, as posições às vezes se misturam e há uma interseção entre cliente e colaborador, trazendo premissas iguais ao vestir múltiplos chapéus, exercendo, ao mesmo tempo, os papéis de consumidor, cidadão, acionista e colaborador.

Por isso, toda e qualquer tática de relacionamento será fluida se o RH e o Marketing desenharem o processo de suporte à jornada do cliente. Um não vive sem o outro, ou seja, se retroalimentam, frente ao novo tempo de empoderamento sócio-corporativo.

Daniel Domeneghetti, especialista em Estratégia Corporativa, Top Management Consulting e Gestão de Ativos Intangíveis e CEO da DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em maximizar geração e proteção de valor real para as empresas.

Tags, , , , , ,

Bradesco é o banco mais inovador do mundo pelo Efma-Accenture DMI Award 2018

O Bradesco recebeu três troféus do Efma-Accenture Distribution & Marketing Innovation Award 2018, que reconhece projetos inovadores em marketing de bancos de varejo. O prêmio avaliou mais de 400 cases de inovações de 180 corporações financeiras de 59 países, sendo o Bradesco o único banco brasileiro mencionado.

Entre os troféus, está o primeiro lugar na principal categoria do prêmio, a de Global Innovator, que reconheceu o Bradesco como o banco mais inovador do mundo por conta de cases como o da criação da atendente virtual BIA, do projeto inovaBra (habitat e lab) e da Plataforma MEI.

A partir do case do Lollapalooza, em que o Banco firmou parceria com o festival para se conectar a clientes mais jovens, foi premiado com o primeiro lugar na categoria Digital Marketing & Communication. Além disso, ainda recebeu o terceiro lugar da categoria Workforce Experience pelo case de gerenciamento de prestadores de serviços externos em parceria com a startup Fieldcontrol.

De acordo com Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco, a instituição tem investido continuamente na capacidade de inovação. “Este ano foi um marco para o banco com o lançamento do inovaBra habitat, que faz parte da plataforma criada para promover a inovação a partir de um ecossistema de programas baseados em coinovação”, comenta. “O Bradesco tem um histórico de pioneirismo e vanguarda e esse reconhecimento é a coroação de um trabalho que vem sendo feito há anos para contribuir com a inovação no Brasil e no mundo”, completa o executivo.

Tags, , ,

A transformação digital mudou as relações de compra e venda

Por Diogo Lupinari

É fato que a revolução tecnológica favoreceu vários setores da economia que investiram pesado para melhoria de seus produtos e serviços. O comércio é um grande exemplo disso: basta olharmos para a Amazon, segunda empresa mais valiosa do mundo, que recentemente atingiu o incrível valor de mercado de U$ 1 trilhão.

Não é por acaso que cada vez mais as marcas do varejo físico tradicional se convencem de que é preciso investir em tecnologia para proporcionar uma experiência digital para seus clientes. De acordo com a última pesquisa anual da JDA/PwC, com mais de 350 varejistas globais, a transformação digital é prioridade nos investimentos do setor.

Em paralelo, uma nova geração de micro e pequenos empreendedores aproveita as facilidades que a tecnologia oferece para lançar o seu próprio negócio virtual ou conectar a sua loja física à internet, aproximando-se de um público que se espalha do norte ao sul do país.

Todo esse movimento de mercado se explica pelas inúmeras vantagens que a tecnologia proporciona para o comércio de bens e mercadorias.

Com a possibilidade de migrar sua loja para o ambiente digital e ainda colocar seus produtos nas vitrines dos marketplaces, o varejista ganhou novos canais de venda para atender o consumidor, entregando praticidade e preços atrativos.

Para vendedores que atuam num segmento de vendas muito específico, a inovação tecnológica fez nascer os chamados marketplaces de nicho, shoppings virtuais que atraem uma audiência qualificada e engajada na compra de produtos de uma mesma categoria.

A tecnologia no e-commerce ainda permitiu que a própria indústria se aproximasse do cliente final sem intermediários, ao possibilitar a venda direta para o consumidor. Dessa forma, as marcas se aproximam das pessoas e entendem quais são suas preferências e hábitos de consumo, o que impacta diretamente na confecção de novos produtos que circulam no mercado.

Mas talvez o maior impacto da transformação digital no setor se traduza na integração entre o mundo digital e o mundo físico, expressa no conceito de venda “omnichannel”. Por ele, o cliente compra pela internet e retira seu pedido numa loja física, que funciona como um centro de coleta e distribuição, com benefícios de frete grátis e menores prazos para recebimento do produto, por exemplo.

O omnichannel também permite que o cliente experimente o produto dentro da loja física e efetue a compra à distância para recebê-lo na sua própria casa. Nessa situação, a loja física funciona como um centro de experiências e demonstração de produtos, dispensando custos com estocagem na loja.

E não para por aí: a tecnologia segue impulsionando novas formas de interação entre marcas, varejistas e consumidores, que passam pela evolução de processos de distribuição e logística (com operações de cross-docking e drop shipping, por exemplo), lojas disponíveis dentro das redes sociais, chatbots que permitem que clientes interajam com atendentes virtuais inteligentes e ferramentas de recomendações automáticas de produtos, a partir da análise de perfil de compra e navegação nas lojas virtuais e nas mídias sociais.

Como se observa, as relações de comércio nunca mais serão como antes. Nesse contexto, vale a pena o varejista investir parte do seu orçamento em diferentes soluções e ficar de olho nas novidades que o mundo da tecnologia tem para oferecer. Quem permanecer apenas na loja física estará perdendo grandes oportunidades.

Diogo Lupinari, CEO e cofundador da Wevo

Tags, , , , , ,

A última tendência nem sempre é a melhor inovação para você

Por Mateus Baumer Azevedo

São Paulo, 16 de outubro de 2018 – Estar à frente em uma onda de inovação que deu certo é o que todos buscam. Quando se chega nessa posição, você acaba sendo reconhecido por ter: visão de futuro, disposição ao risco, capacidade de criar algo que não existe, persistência e, principalmente, receber o retorno financeiro por assumir tal risco.

A pessoa que lá no início de 2013 investiu 10 mil reais em Bitcoin, por exemplo, quando cada unidade custava 40 reais, teria comprado cerca de 250 moedas, que hoje valem aproximadamente 6 milhões de reais. O grande problema é que várias pessoas que perderam esse momento se apegam a “inovações” do mesmo tipo achando que terão o ganho do passado.

No caso das criptos, muita gente perdeu fortunas investindo nas moedas digitais paralelas, as altcoins, por esperarem o mesmo comportamento em um mercado previamente alterado. Esse exemplo ilustra bem o que normalmente ocorre.

Quando se fala em inovação na indústria vemos características bastante similares. Visitando algumas empresas de médio e grande portes, pude perceber que esse mesmo comportamento se repete. Situação similar está acontecendo agora com a recente abertura do WhatsApp, que permite bots plugarem-se à plataforma, por exemplo.

O aplicativo de mensagens parece ser a oportunidade perfeita para que aqueles que não foram pioneiros na implantação de bots consigam recuperar o tempo perdido. Nas conversas com os grupos de transformação digital dessas empresas, normalmente formados por profissionais de diversas áreas, o pedido geralmente é o mesmo: queremos criar um bot no WhatsApp e rápido, você faz? /e para ser rápido, queremos colocar apenas um pedaço do atendimento lá.

O que se precisa entender é que qualquer empresa ou até um programador solo pode fazer um bot integrado com a ferramenta, não é complexo. Você tem várias ferramentas gratuitas para criar bot e a documentação é aberta para a integração, bem simples e rápido. A pergunta que esses grupos deveriam fazer é: Abrir um canal no WhatsApp para atender apenas um pedaço da demanda pode gerar uma experiência ruim? O bot que vamos implementar é realmente capaz de atender essas demandas ou isso só vai gerar um custo extra e frustração para o usuário?

Criar um canal de diálogo com o consumidor sem estar preparado para atender novas demandas que provavelmente surgirão por meio dele tem tudo para ser um verdadeiro tiro no pé. Isso porque dificilmente o cliente elege mais de um canal para se relacionar com a empresa. Se ele se familiariza com um deles, a probabilidade de tentar resolver todas as suas demandas neste mesmo canal é muito grande.

Por isso, muito mais importante do que estar por dentro da nova onda, é contar com uma estrutura pronta para realizar um atendimento que não frustre o cliente e, consequentemente, não coloque em risco o relacionamento com ele. É melhor perder a onda em que todos surfam neste momento para desenvolver um projeto consistente e que de fato funcione.

Para quê investir em um novo canal se aqueles que você oferece ainda podem ser aperfeiçoados? Por que, em vez de dar um tiro no escuro, você não utiliza a experiência de outras empresas? Lembre-se de que muita gente errou e gastou muito nesse processo, aproveite o momento para pegar o que foi feito de bom e replicar de forma rápida, assertiva e com custo bem menor.

Além disso, inovar não é apenas aderir a novas tecnologias ou ser cada vez mais digital. A inovação está além disso, e pode ser até menos onerosa para a empresa. Um parceiro especializado poderá ter uma visão mais apurada para apresentar um diagnóstico preciso para o seu caso específico. Isso porque equipes internas multidisciplinares, muitas vezes, têm divergências e olhares direcionados para as áreas de cada um de seus integrantes, o que pode deixar de lado o foco principal do projeto.

Tendo isso em vista, o primeiro passo deve ser definir um objetivo claro. Geralmente a digitalização é buscada para: melhorar a UX, reduzir custo e tornar o atendimento escalável, para depois criar os KPIs que vão direcionar o projeto. Por fim, deve ser feita a escolha da solução baseada em testes reais e nas metas visadas e os objetivos definidos. Essa escolha é determinante para o sucesso do projeto e dificilmente será feita de forma correta se realizada a partir apenas da junção de desejos dos seus times.

Independentemente de como pretende investir para melhorar o seu atendimento, tenha em mente que é preciso olhar para sua empresa e respeitar suas particularidades e, principalmente, o relacionamento que já construiu com os clientes ao longo de sua trajetória. Somente essa análise permitirá que o próximo passo a ser dado seja certeiro, sem arriscar o que já foi conquistado até aqui.

Mateus Baumer, Sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas

Tags, , , ,

GFT contrata Fernanda Rodrigues como nova diretora de RH

A GFT, empresa referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, fortalece o seu time de RH com a nova diretora Fernanda Rodrigues. A profissional, com mais de dez anos de experiência consolidada no mercado de TI e mais de 20 anos na área de RH, será responsável pelos segmentos de Talent Aquisition, Talent Management e HR Operations tanto para Brasil quanto Costa Rica.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Fernanda Rodrigues, fará com que as áreas de negócio e RH ampliem os seus canais de diálogo, criando entregas estratégicas e eficientes em todas áreas de atuação. “A Fernanda conta com uma sólida experiência na área de RH e no mercado de TI. Estamos muito felizes em contar com a expertise da profissional para trazer novos talentos com experiência em tecnologias exponenciais e manter a nossa equipe motivada”, analisa o executivo.

A nova diretora conta com passagem pelas empresas Stefanini, Cognizant, DTS e Ecolab, onde foi responsável pela área de RH para toda a América Latina. “Chego com o desafio de atuar em um mercado dinâmico, com um público que busca e vibra por novidades. Em um ambiente competitivo como é o mercado de TI, precisamos fazer com que a GFT seja uma empresa cada vez mais desejada pelas pessoas que trabalham na área”, afirma Fernanda.

A profissional também ajudará no desenvolvimento de novos projetos e na estruturação dos que já estão em andamento. Também terá um diálogo constante com a Comunicação e integração para alinhamento com o RH Global da empresa alemã, pensando em novas iniciativas e soluções sob a perspectiva de scale learning e do futuro do trabalho.

Tags, , ,

Fomento à Pesquisa & Desenvolvimento: um cenário que desafia o próximo governo

Por Feliciano Aldazabal

Os programas existentes no marco legal brasileiro para fomentar os projetos de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) são variados: desde incentivos fiscais federais no âmbito global e setorial – tais como Lei do Bem, Lei de Informática, Rota 2030, entre outros -, até incentivos municipais ou mecanismos de financiamento público diversos, tanto federais quanto estaduais. Nos últimos dois anos de governo, vários desses mecanismos foram alvo de questionamento, por motivos distintos.

Dentro desta dinâmica, destaca-se a iniciativa do Presidente Michel Temer em março de 2017 relacionada ao incentivo de maior alcance existente: a Lei do Bem. Várias entidades de classe foram desafiadas a analisar o atual marco da Lei do Bem, de modo a apresentar propostas de aprimoramento dessa legislação para amplificar seu impacto na sociedade brasileira. Tal movimento foi recebido com grande entusiasmo por todos os tipos de entidades envolvidas -ministérios, associações, confederações, empresas ou institutos, entre outras -, iniciando intensas tarefas para atender a oportunidade apresentada. Todas chegaram a um consenso dos principais motivos da falta do impacto esperado do incentivo, havendo unanimidade em uma deles: a necessidade de ter um resultado fiscal positivo a cada ano para usufruir do incentivo. Infelizmente, tais iniciativas foram paralisadas na Casa Civil e não houve nenhuma iniciativa política posterior para auxiliar na aceleração deste tema capital.

Ainda durante esse período, e para esse mesmo incentivo, foi organizado em dezembro de 2016 um evento pela CAPES, MCTIC, MDIC e CNI, entre outros, com o intuito de regulamentar em um dos artigos existente na Lei do Bem em que estavam depositadas grandes expectativas para a cooperação público-privada em projetos de P&D: o artigo 19A. O artigo permite que as empresas que tenham gasto em parcerias com ICT (Institutos de Ciência e Tecnologia) tenham direito a um incentivo adicional, que pode chegar a reduzir o valor gasto com a ICT até 85%. Apesar da ótima iniciativa trazida em Lei, a burocracia posterior e a falta de alinhamento na regulamentação fez com que esse incentivo não tenha uma aplicação real. Tal regulamentação adicional ainda não definida é considerada pelas empresas desnecessária, sendo que a própria Lei do Bem já prevê “burocracia” suficiente para o uso do incentivo que, além, atenderia perfeitamente ao escopo alvo deste artigo.

Quanto aos incentivos setoriais, alguns como a Lei de Informática ou Inovar Auto sofreram questionamentos por parte da OMC (Organização Mundial do Comércio), demandando uma revisão no formato de aproveitamento e de funcionamento desses. Por exemplo, o Inovar Auto já evoluiu a outra versão denominada Rota 2030, trazendo algumas alterações (com os seus pontos a favor e contra), mas que foi tramitada via Medida Provisória. Assim, fica a dúvida se, com a chegada da nova gestão, tal MP será favorável no novo governo ou até mesmo se será levada para votação.

A exposição de todos esses fatos traz às empresas e outros agentes envolvidos as reflexões a seguir: será que o próximo governo dará continuidade a essas iniciativas? Teremos um governo que entenda a importância das ações de incentivo para melhorar a competitividade das empresas e dará a devida atenção a elas? Ou simplesmente as deixarão “sumir” com o propósito de atender a arrecadação de caixa em curto prazo ao invés de pensar em longo prazo? Em meu ponto de vista, espero que o próximo governante, seja quem for, dê continuidade a tais ações, na ambição de gerar um tecido empresarial no Brasil altamente competitivo em nível mundial, pois é reconhecida a relevância demonstrada em diversos estudos, tanto nacionais como externos, das políticas públicas de fomento à inovação como impulsoras dos investimentos nesse campo que, por sua vez, é o principal motivo de melhoria da competitividade nas empresas.

Feliciano Aldazabal, Gerente de Produtos e Serviços da F. Iniciativas, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

Tags, , , , ,

Corporate Venture in Brasil chega à quarta edição apostando em tecnologia

Passaram-se três anos desde que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) deu seu primeiro passo para aquecer o cenário de investimento corporativo no Brasil. Provocada pelo mercado, a Agência mergulhou no ecossistema empreendedor e estruturou o Corporate Venture in Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2015. O esforço valeu a pena: até hoje, o evento contribuiu para o aporte de mais de US$ 175 milhões em investimentos no país. A quarta edição do Corporate Venture in Brasil acontece nos dias 02 e 03 de outubro no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e a expectativa é exibir ao mercado as oportunidades no setor de Energia e em Construtech, Agritech, HealthTech (respectivamente, tecnologias em construção civil, mineração e mercado imobiliário; tecnologias para a agricultura; e tecnologias para saúde).

A quarta edição do Corporate Venture in Brasil já tem mais de 600 inscritos, de diversas nacionalidades, número que supera os 525 inscritos da edição de 2017. Desde sua primeira edição, em 2015, mais de 1000 pessoas participaram do evento, e centenas de reuniões privadas foram facilitadas pela Apex-Brasil e pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital). “Esse crescimento constante do interesse nas oportunidades de investimento, mesmo durante a crise recente no país, demonstra que o ecossistema brasileiro de investimento corporativo inspira confiança nos investidores e grandes empresas internacionais e nacionais”, destaca a diretora da Negócios da Apex-Brasil, Márcia Nejaim.

No campo da construção civil, mercado imobiliário e mineração, englobados pelo termo Construtech, a janela de oportunidade para inovação tecnológica é bastante ampla. O setor representa cerca de 22% do PIB do país e vivenciou o surgimento inicial de startups focadas em processos, como a compra e aquisição de materiais de construção, equipamentos e a necessidade de gerenciamento eficiente de projetos em geral, que anteriormente dependia da tecnologia “papel e caneta”. Atualmente, no entanto, muitas startups estão navegando a onda de modelagem de informação de construção (BIM), a tecnologia que permite o projeto cross-design e uma abordagem holística e digital para projeto e execução, muito superior ao CAD. O campo de Construtech também está aquecido em realidade virtual e aumentada, no qual startups estão trazendo o modelo 3D do edifício para o canteiro de obras.

“Podemos também ver a ascensão em aplicações de Internet de coisas e wearables que podem melhorar consideravelmente a gestão da mão-de-obra e segurança, bem como a produtividade alavancadas pelo uso de analytics de pessoas, grandes dados e algoritmos preditivos”, destaca o Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Ricardo Santana. Já no campo de tecnologia para o Agronegócio, fica evidente uma nova dinâmica. No centro desse cenário estão as startups, com características difíceis de replicar em grandes organizações (velocidade, energia/engajamento do time, propensão ao risco e cultura de inovação) e conectadas com todos os atores do ecossistema de inovação do país: produtores, cooperativas, revendas, investidores, academia, corporações entre outros. O aquecimento deste mercado pode ser ilustrado pela aquisição, em março deste ano, da Strider pela Syngenta, por exemplo, mas também se nota um forte movimento em busca da co-criação de valor em toda a cadeia.

“O cenário de investimentos também está evoluindo no agronegócio. Grandes cooperativas estão atentas às oportunidades. É o caso da Coplacana, que anunciou recentemente investimento em duas startups, e ainda o primeiro equity crowdfunding para uma startup de Agritech”, complementa Santana. Além disso, merece menção o envovimento da Raízen, com o The Pulse, em Piracicaba (SP) e os investimentos da Monsanto Growth Partners, junto com Microsoft e Qualccomm, em empresas de Agtritech.

Outra aposta, para o Corporate Venture deste ano são as tecnologias em saúde, conhecidas como Healtechs. Para compreender a inovação no Brasil e promover a efetividade de parcerias internacionais neste setor, Apex-Brasil, Fundação Biominas e Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) realizaram, no primeiro semestre de 2018, um mapeamento de soluções inovadoras no país. A pesquisa mapeou 1066 organizações (incluindo projetos de pesquisa, startups e empresas) em 20 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Destas, as startups eram o tipo de organização mais recorrente (45%), seguida por empresas (30%), e somente então projetos de pesquisa (25%). Em relação à concentração geográfica das organizações, observou-se que a região sudeste brasileira reúne o maior número de iniciativas, em torno de 71%. O resto é distribuído em todo o Sul (16%), Nordeste (8%), Midwest (5%) e norte (1%) regiões.

“Além da busca ativa por organizações, identificamos um total de 354 soluções para o setor, relacionando o potencial das tecnologias, negócios e para internacionalização. Especificamente, quanto ao estágio de maturidade das organizações, cerca de 59% estão na prototipagem suas ideias e projetos e 43,5% dos entrevistados têm algum tipo de atividade internacional. Há uma possibilidade e uma vontade por essas organizações de explorar as atividades internacionais para garantir a sua presença em novos mercados”, ressalta Santana. Em razão de todas as oportunidades mapeadas, nos diversos setores prioritários, a agenda do Corporate Venture deste ano inclui também espaço para que cerca de 20 startups apresentem suas soluções e oportunidades de investimento, além das dezenas de reuniões entre investidores, empreendedores, aceleradoras e grandes empresas investidoras.

Corporate Venture in Brasil

DATA: 02 e 03 de outubro

HORA: 9h – 18h

LOCAL: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1123, São Paulo)

Tags, , , , , , , , ,

Oracle renova operação do Sul com mudança para o Tecnopuc

A Oracle do Brasil anuncia que, a partir de 1º de outubro, o escritório local da empresa passa a operar em uma nova estrutura localizada dentro do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) no Rio Grande do Sul.

A Oracle estará no segundo andar do Condomínio de Empresas Inovapucrs, espaço sem paredes e próximo a estudantes e pesquisadores ligados à tecnologia e inovação. A intenção é aproximar a Oracle de outras empresas do setor, principalmente startups, estimulando o intercâmbio constante de conhecimento e interação no maior polo de criação tecnológica do Sul do País.

A criação do espaço, além de modernizar o ambiente de trabalho dos colaboradores e aprimorar o atendimento aos clientes da empresa, incentiva a inovação com a aproximação da Oracle com estudantes, pesquisadores e especialistas por meio da troca experiências e conhecimento.

Participaram da inauguração do escritório Rodrigo Galvão, presidente da empresa, o reitor da PUCRS, Ir. Evilázio Teixeira, o Superintendente de Inovação e Desenvolvimento da Universidade, Jorge Audy, o diretor do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki, e autoridades locais.

“Temos como missão habilitar a transformação do mundo por meio da nossa tecnologia e dos nossos clientes. Hoje isso é possível com o investimento e a participação ativa da empresa nos ecossistemas de educação, empreendedorismo e inovação. O Tecnopuc representa tudo isso em um só lugar e, por esse motivo, estamos aqui. Essa é a cara da Oracle”, destaca Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

Para Jorge Audy, a presença da Oracle no Tecnopuc qualifica ainda mais o ecossistema de inovação do Parque, ampliando as possibilidades de sinergia com os demais parceiros instalados no local e os parceiros no âmbito da Aliança da Inovação de Porto Alegre.

Rafael Prikladnicki acrescenta que a Oracle representa o trabalho contínuo de desenvolvimento do ambiente, com empresas de todos os tamanhos. “É uma multinacional que chega para valorizar ainda mais nossos 15 anos de atuação em prol do empreendedorismo e da inovação, e que vai gerar inúmeras oportunidades para nossos alunos e para todo o nosso ecossistema de forma ampla”, projeta o diretor do Parque.

Tags, , , ,