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T-Systems Brasil participa de hackathon da Deutsche Telekom

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, participou no final de outubro de um hackathon organizado pela Deutsche Telekom. Entre os dias 24 e 25 de outubro, o evento reuniu profissionais de desenvolvimento de software do Brasil, Alemanha e Hungria com o objetivo de criar soluções de “digital workplace”.

De acordo com o head de Automação e Inovação em Cloud e Serviços Gerenciados de T-Systems Brasil, Elber Bernardino, o evento tinha como foco o desenvolvimento de soluções que tornassem a rotina de trabalho da companhia mais digital e, ao mesmo tempo, ampliasse a colaboração entre os funcionários. “O evento aconteceu, com o mesmo tema, nos três países, com integração entre todos os participantes”, explica.

Ao todo, cerca de 80 profissionais da companhia participaram do hackathon. No Brasil, foram cerca de 40 reunidos em São Paulo, vindos das unidades da T-Systems em Blumenau (SC), Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (capital) e Barueri (SP), além de profissionais locados na Volkswagen e na Daimler. Além destes, o evento contou com mais 30 profissionais em Bonn (Alemanha) e dez em Budapeste (Hungria). Os participantes foram escolhidos por sorteio, depois de se candidatarem na YAM, rede social interna da T-Systems.

No Brasil, o hackathon foi aberto pela presidente da companhia, Angelica Vitali, que destacou o evento como parte da iniciativa TransformAção, que vem trazendo inovação para a empresa em diversas áreas. “O hackathon é parte de nosso pilar de inovação e mostrou como os talentos que temos dentro de casa são fundamentais, não só para nossos clientes, para a nossa evolução”, afirma.

Bernardino explica que o evento durou 24 horas, divididas em dois dias. “Durante este período, mantivemos abertos os canais de videoconferência para que os participantes daqui e da Europa pudessem trocar informações”, explica. Ao todo, o evento resultou no desenvolvimento de quatro soluções voltadas a ampliação da colaboração interna e da digitalização do espaço de trabalho:

Inteligência Artificial – integração com Alexa, da Amazon, para agendamento de reunião e alocação de sala automatizada via comando de voz;

Microsoft PowerApps – aplicativo para os colaboradores consultarem projetos ativos, aplicarem candidaturas e, também, listar hobbies para melhor integração entre equipes;

RPA – aplicativo para automação do processo de reembolsos com integração automatizada com o Uber e uso da tecnologia OCR para leitura física de notas fiscais e comprovantes;

YAM – chat para interação entre colaboradores T-Systems durante leitura de Blogs, comunicados e notícias. Contém também um chatbot para resolver problemas automáticos para as ferramentas internas.

Bernardino explica que a YAM, rede social interna da T-Systems, será a plataforma onde serão implementadas as ideias vencedoras. “As soluções surgiram da colaboração entre equipes de diferentes países e vão ajudar a aumentar ainda mais essa colaboração. Essa é uma das formas de fazermos inovação dentro de casa”, afirma.

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T-Systems Brasil é destaque no SAP NOW

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, será uma das participantes do SAP NOW, evento que será realizado entre os dias 11 e 12 de setembro no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Em uma área de experiência de 48 metros quadrados, a companhia apresentará uma série de soluções baseadas na plataforma SAP e envolvendo o uso de tecnologias como IoT, Indústria 4.0 e Inteligência Artificial (IA).

Um exemplo de IA é a solução Robo-T, desenvolvida pelo time de sustentação de aplicativos da T-Systems Brasil. Criado há cerca de dois anos, o Robo-T é responsável pela automação do processo de atendimento a incidentes, contando com um banco de dados com informações úteis aos consultores do projeto. Hoje, a cada consulta, o Robo-T fornece aos consultores informações como os cinco incidentes mais parecidos com o pesquisado, quais as bases de informações semelhantes e demais informações que possam ajudá-lo a resolver o problema.

Na área de Indústria 4.0, quem visitar o estande da T-Systems poderá ver uma maquete industrial em funcionamento. Ali, haverá uma linha de produção demonstrativa conectada à plataforma de IoT Cloud of Things da companhia. Na simulação, parâmetros como produção, velocidade e disponibilidade da linha serão monitorados em tempo real e disponibilizados em dashboards na plataforma. A integração com o SAP permitirá realizar o apontamento da produção de maneira automática e em tempo real e até mesmo realizar aberturas de ordens de manutenção automaticamente.

Em outra simulação, os visitantes poderão ver o funcionamento de uma solução de manutenção utilizando tecnologias de realidade aumentada. Aqui será possível ver a integração entre a tecnologia HoloLens e os sistemas de gestão da SAP. Integração também é marca da solução de WMS (Warehouse Management System), desenvolvida em parceria com a Valid.

A solução automatiza e simplifica praticamente todos os processos de transporte dentro de um centro de distribuição, entregando maior controle no armazenamento, agilidade nos processos, otimização do espaço e redução substancial do risco de perda de mercadoria armazenada. Todas as informações geradas pela solução são consolidadas e apresentadas em um dashboard desenvolvido pela T-Systems Brasil, que se integra aos sistemas de gestão SAP.

Jogos e palestras

O estande da T-Systems contará também com uma área multicloud, criada com o objetivo de discutir quais os melhores tipos de nuvem para soluções SAP. Outra novidade do estande será a instalação de um jogo de amarelinha, adaptado para guiar os visitantes pelas principais perguntas que precisam ser feitas para que a empresa entenda qual o melhor caminho para aderir ao SAP S/4HANA: se por conversão ou uma nova implementação.

A T-Systems Brasil também estará presente na área de palestras, com destaque para a apresentação do caso de sucesso da Usina São João. Aos 75 anos, a empresa do setor sucroenergético está investindo para incrementar o uso de tecnologias e levar inovação aos seus processos de negócio. Fabrício Liani, especialista em TI da Usina São João, vai contar como a empresa mergulhou nessa jornada, passando pela infraestrutura e atualização do SAP ERP até a inovação tecnológica.

Também apresentarão palestras durante o evento o CTO da T-Systems Brasil, Leonardo Volkmar, que vai falar sobre o tema “Afinal, qual a melhor nuvem para o meu SAP?”; Javier Rivas, gerente de projetos AP, falando sobre “Do roadmap à execução, o uso do SAP Activate para garantir uma abordagem correta na jornada S/4HANA; e Javier Rivas e Cleber Suavi, consultor de integração de sistemas, falando sobre “Como o AMS da T-Systems, se aliado ao uso do SAP Activate, pode apoiar na jornada para o S/4HANA.

SAP NOW

Data: dias 11 e 12 de setembro de 2019

Local: Transamérica Expo Center Norte

Área de experiência T-Systems Brasil: estande 1, Hall B

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T-Systems Brasil tem novo head de vendas

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma mudança organizacional em seu time de vendas. Marcio Gropillo acaba de assumir a gestão da área de vendas paras os segmentos não automotivos.

No novo cargo, o executivo será o responsável pelas áreas de Hunting, Farming, Solutions Sales e Business Operations da companhia e pela expansão dos negócios da T-Systems Brasil em contas locais. “O mercado brasileiro vive um momento de retomada de investimentos em soluções inovadoras e a T-Systems está muito bem posicionada para trabalhar como o melhor parceiro de TI das empresas brasileiras e multinacionais. Nossos diferenciais técnicos, reputação e solidez no mercado global serão alicerces importantes para o nosso crescimento nestes segmentos tão importantes”, afirma o executivo.

Gropillo tem mais de 27 anos de experiência no mercado de TI. Neste período, acumulou experiência nas áreas de vendas, delivery, gestão de grandes contas e unidades negócios, em diferentes setores econômicos. Não por acaso, acumulou conhecimento em integração de sistemas, outsourcing e processos de transformação digital, conhecimentos que ajudaram empresas a aprimorar a experiências de usuários, aumentando sua satisfação por meio de soluções multicanais.

“Ao trabalhar em empresas como IBM e Capgemini, nosso mais novo colaborador adquiriu dois fatores indispensáveis para os desafios que vai enfrentar aqui: expertise e senioridade”, afirma o presidente da T-Systems Brasil, Ideval Munhoz.

Formado em Ciências da Computação pela PUC-RJ, Marcio possui MBA em Gestão de Negócios pela mesma universidade e MBA em Gestão de Projetos pela George Washington University (EUA).

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T-Systems Brasil apresenta sua visão de cidade inteligente

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, foi um dos destaques do Smart City Business America 2018. A companhia participou em duas frentes: na área de exposição, apresentou as soluções de logística inteligente desenvolvidas em parceria com a Roambee; e, entre os palestrantes, contou com o head de Digital Transformation, Luis Fernando Tadei, falando sobre tecnologia para cidades inteligentes.

“Uma cidade se torna inteligente quando conta com um ecossistema suportado por soluções baseadas em Tecnologia da Informação que ajudam a digitalizar seus serviços públicos”, afirma Tadei. O executivo ressalta, no entanto, que a transformação digital não é um fim. Ao contrário, o objetivo final de uma cidade inteligente deve ser ampliar a qualidade de vida de seus cidadãos, atrair visitantes e suportar o desenvolvimento econômico.

“Para nós, significa que queremos ser o melhor parceiro das cidades que estão se movendo nesse processo, e é sobre isso que vamos falar em nossa palestra”, adianta. Tadei lembra que a T-Systems vem ajudando administrações municipais de vários países a endereçar e gerenciar pressões econômicas e ambientais, assim como as necessidades de transformação urbana que garantam crescimento e avanço tecnológico. “Com a qualidade de vida das pessoas em mente, temos trabalhado para garantir conectividade e soluções de TI que façam a diferença no dia-a-dia dessas cidades”, reforça.

Soluções

Exemplo disso são algumas das soluções que foram apresentadas pela T-Systems Brasil na área de exposições. Uma delas é a BeeBeacon, lançada recentemente em parceria com a Roambee. A solução é a primeira tecnologia de monitoramento móvel que combina as tecnologias BLE/Wi-Fi/GSM com os Beacons para fornecer visibilidade ao conteúdo do pacote e gerenciamento de ativos.

Trabalhando com a plataforma IoT Honeycomb (Colmeia) da Roambee e aplicativo móvel para smartphones, o novo BeeBeacon e o Bee, hardware que atua como ponto de acesso, fornecem inteligência em tempo real para empresas globais monitorarem condições físicas de mercadorias e seus ativos em locais fechados, abertos e em trânsito. A Roambee transforma a cadeia de suprimentos em um negócio completamente digitalizado com uma abordagem pay-as-you-go, que elimina investimentos iniciais pesados e habilita a utilização em grande escala.

O evento

O Smart City Business America 2018 ocorreu entre os dias 16 e 18 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reuniu os principais líderes dos setores público e privado, além de especialistas em soluções tecnológicas, planejamento, gestão pública, segurança, mobilidade, conectividade e sustentabilidade, criando um ambiente propositivo de negócios e de diálogo sobre o desenvolvimento das metrópoles.

Além disso, o evento contou com um espaço de 6000m2 para exposição e 200m2 na praça da tecnologia, além das áreas dos eventos paralelos. O Congresso teve mais de 50 painéis, nos quais profissionais, pesquisadores, empresários e representantes do poder público, nacionais e internacionais, apresentaram suas ideias e discutiram os principais pontos em torno das cidades inteligentes, de modo a criar o mercado de Smart Cities.

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Carros serão data centers sobre rodas

O diretor da divisão de TI da T-Systems, A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, François Fleutiaux, acredita que os carros estão se tornando data centers sobre rodas. Exatamente por isso, é hora do mercado de preparar para trabalhar com estes dados.

Não por acaso, muitos dos carros fabricados atualmente contam com mais de 100 sensores embarcados, capazes de monitorar permanentemente itens como velocidade, temperatura do motor e funcionamento dos freios, coletando para isso uma série de outras informações. Estes sensores fazem com que estes automóveis produzam cerca de 25 GB de dados por hora. Em se tratando de carros autônomos, a previsão é de que este volume salte para 3.600 GB por hora.

Fleutiaux explica que os dados não são gerados apenas com o veículo em movimento. “Eles são produzidos em toda a cadeia de valor, do design e desenvolvimento, produção, vendas e uso, até as revisões e manutenção”, diz, lembrando haver um consenso entre especialistas de que empresas com capacidade de coletar, integrar e analisar estes dados com inteligência estarão entre os vencedores da revolução digital. “Estas empresas serão capazes de melhorar a eficiência de uma série de processos e de abrir novas possibilidades de vendas com serviços inovadores”, prevê, citando três exemplos de serviços já realizados pela T-Systems neste novo mercado:

Manutenção preditiva em produção automotiva – de acordo com a IFR (International Federation of Robotics), 2,6 milhões de robôs estarão em uso até 2019, muitos deles já em operação. Um carro médio tem cerca de 6 mil pontos de solda. Se um único robô de soldagem tem uma parada inesperada, toda a linha é paralisada, causando prejuízos de cinco a seis dígitos para o fabricante. Há dados de medição e consumo de energia que permitem prever uma parada deste tipo com seis dias de antecedência, permitindo que a manutenção trabalhe de forma programada.

Seguro automotivo pago por uso do carro – poucas seguradoras utilizam tecnologia telemática para monitorar o comportamento dos motoristas, premiando hábitos de direção segura com taxas mais baixas. Uma caixa telemática, ou mesmo o smartphone, pode ser utilizado para gravar estes dados e envia-los para a companhia seguradora. Se o automóvel tiver um SIM card instalado, estes dados podem ser transferidos sem problemas. Seguradoras e fabricantes de automóveis já estão trabalhando para estabelecer um framework legal que permita o fornecimento de dados relevantes para as seguradoras.

Semáforos que reconhecem veículos de emergência – muitos semáforos já estão equipados com câmeras de monitoramento, permitindo sua otimização de acordo com o fluxo. A cidade de Milton Keynes, na Inglaterra, está equipando seus cerca de 2,5 mil semáforos com câmeras inteligentes capazes de reconhecer ambulâncias e mudar as fases para permitir sua passagem.
Lucratividade

Fleutiaux defende que o mercado precisa, para potencializar os dados produzidos por veículos, desenvolver mais conectividade, capacidade de storage e softwares inteligentes. De acordo com o Gartner, um em cada cinco veículos serão equipados com alguma forma de conexão sem fio até 2020, que devem totalizar cerca de 250 milhões de veículos globalmente.

Este desenvolvimento está sendo estimulado pela obrigatoriedade da instalação do sistema de chamadas de emergência eCall em todos os carros da União Europeia até o final de março deste ano, equipando cada um deles com um SIM card.

“Outra tecnologia, chamada NarrowBand IoT, está destinada para o gerenciamento de estacionamentos inteligentes e outras aplicações do tipo”, afirma. Trata-se de uma rede WAN que não apenas estende a vida dos sensores operados por bateria, como funciona em prédios e garagens subterrâneas, sinalizando vagas livres para os motoristas.

Os softwares também estão se tornando incrivelmente avançados, alguns inclusive com funcionalidades de aprendizado. “De acordo com a McKinsey, as soluções de inteligência artificial vão ampliar o ROI da indústria automotiva em 9% até 2025, com maior potencial de crescimento nas áreas de produção e compras”, revela Fleutiaux.

O executivo afirma que, neste momento, a criatividade torna-se o recurso mais importante, permitindo às empresas desenvolverem novos serviços, modelos de negócio e fontes de receita baseadas em dados veiculares. “Na verdade, pode ser o início de uma corrida do ouro moderna, porque no futuro será possível fazer mais dinheiro a partir dos dados veiculares do que da produção em si”, prevê.

Para comprovar sua previsão, o executivo lembra que a margem de lucro dos fabricantes de automóveis geralmente gira em torno de 10%. Por outro lado, a margem de empresas especializadas em processamento de dados, é de cerca de 30%. A questão é: quem vai abocanhar este lucro? Para o executivo, já há no mercado uma competição sobre o uso comercial de dados veiculares.

“Fabricantes, fornecedores e startups estão considerando as oportunidades e enfrentando a competição de empresas de outros segmentos, como a Apple e o Google, que já descobriram o potencial deste mercado e têm conhecimento e musculatura financeira para agita-lo. A luta pelos dados automotivos está apenas começando”, conclui.

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Desktop como serviço reduz custos em 50%

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, está reforçando sua oferta de DaaS (Desktop as a Service) para o mercado brasileiro. Já disponível no Brasil, o serviço de desktop virtual hospedado em nuvem promete reduções de 40% a 60% em infraestrutura de hardware.

O líder de operações de infraestrutura de TI da T-Systems Brasil, Guilherme Barreiro, explica que o serviço pode ser acessado por meio de computadores, tablets e celulares. “Isso significa que o usuário pode armazenar, transportar e acessar dados corporativos, exatamente como estão em máquina de origem, em qualquer aparelho com acesso à internet”, diz.

Além da facilidade de acesso, um dos maiores benefícios do DaaS é a redução de custos. A única condição para que ele seja utilizado é sua implementação e uma conexão Wi-Fi estável. Isso significa que o acesso pode ser feito por meio de qualquer computador, mesmo os mais antigos, uma vez que o poder computacional é configurado diretamente na nuvem e pode ser ajustado conforma a necessidade do cliente.

“Por exemplo, se um diretor financeiro precisa processar o fechamento contábil uma vez por mês, ele não precisa comprar uma máquina mais potente para isso. Basta pedir que as configurações do DaaS sejam reforçadas neste período, agilizando o processamento das informações”, compara.

Isso reduz a necessidade de investimentos em hardware e, também, os custos de manutenção, uma vez que eventuais problemas no DaaS podem ser solucionados remotamente. “Somente estes fatores representam uma economia que pode chegar a 60% dos valores gastos com hardware e manutenção”, informa Barreiro.

De acordo com o executivo, o serviço é indicado para profissionais em trânsito, ou que executem serviços em campo. “Muitas vezes estes profissionais prestam serviços em empresas que não permitem a entrada de máquinas de terceiros”, afirma, lembrando que o serviço garante mais autonomia a estes profissionais. Todavia, o DaaS permite com que o custos de TI da empresa sejam reduzidos exponencialmente já que o ciclo de vida de notebooks e desktops antigos podem ser expandidos já que toda a carga de poder computacional e disco necessários estarão na nuvem.

Além do desktop remoto, o serviço conta também com processos automáticos para atualização de backup, de dados e segurança, isso por meio de uma rotina com datas e horários previamente agendados. “É uma solução bastante eficaz, pensada para reduzir custos e facilitar a vida dos colaboradores de nossos clientes”, conclui.

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T-Systems Brasil tem nova head para o setor automotivo

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, acaba de anunciar sua nova head da indústria Automotiva. Desde o dia 22 de janeiro, a área está sob o comando de Flávia Spadafora Ferreira de Castro.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e forte conhecimento na área comercial, a executiva substitui Camilo Rubim, que deixou a companhia.

Flávia iniciou sua carreira em 1994 na KPMG e acumulou vasta experiência com passagens por empresas como IBM e Gartner. Sua última posição, antes de se unir ao time da T-Systems Brasil, foi de diretora regional do Gartner para São Paulo e São Paulo interior, onde liderou um time de vendas que cobriam os segmentos de indústria, manufatura, varejo, bens de consumo, construção e saúde.

“Contamos com esta experiência para gerenciar um time de profissionais seniores em vendas e serviços, focados em uma vertical extremamente importante para a T-Systems em nível global e local”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

“Nossa missão é entender o negócio e os desafios de tecnologia de nossos clientes, atuando com as áreas de TI para que seus objetivos sejam superados com sucesso. Com isso, a TI se torna um ativo estratégico para as empresas serem cada vez mais competitivas”, ressalta Flavia.

Casada e com dois filhos, Flavia é formada em Administração pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), com Pós-Graduação em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e MBA Executivo pela Business School São Paulo.

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O que muda na comunicação do RH com as novas gerações

Por André Vieira

Um dos maiores desafios que as áreas de RH vem enfrentando de alguns anos para cá diz respeito às formas de comunicação com seus funcionários e sua eficácia. Isso torna-se ainda mais crítico quando se fala do setor de Tecnologia da Informação, onde há a necessidade de se comunicar com públicos cuja média de idade, em grande parte das vezes, gira em torno dos 25 anos.

Mas não se trata apenas da idade. De fato, há uma nova geração ocupando o mercado de trabalho, mas isso sempre ocorreu sem que meios tradicionais de comunicação interna, com newsletters, comunicados e jornais murais, perdessem sua utilidade. O ponto é que esta nova geração chega ao mercado acompanhada de uma série de novas tecnologias, e hábitos criados por elas, que têm levado a uma forte mudança na forma como nos relacionamos.

O advento das redes sociais e da internet na palma da mão tem obrigado os profissionais de RH a desenvolver novos mecanismos que permitam tratar de assuntos corporativos com uma audiência que é bombardeada com informações a todo momento, o tempo todo. Não se pode mais apostar em longos comunicados, newsletters de várias páginas ou mesmo e-mails com mais do que alguns parágrafos.

Para este novo público, o ideal é produção de comunicados mais visuais e mais diretos, como malas diretas. Outra possibilidade é o uso de materiais impressos, o que às vezes pode gerar mais resultados.

Uma outra opção é dividir o público, personalizando a comunicação, o que deve ser feito com o envolvimento dos gerentes. Dependendo da importância do comunicado, ele deve ser feito primeiramente pelos gerentes, em reuniões realizadas com suas equipes, e depois formalizadas pela comunicação interna. A estratégia multiplica as chances de que a mensagem chegue ao seu destino.

A personalização da comunicação, aliás, tem se mostrado das formas mais eficientes de se atingir profissionais mais jovens. Usando nossa experiência como exemplo, na T-Systems, 30 dias após a admissão, todo profissional recebe uma ligação de um profissional da área de Recursos Humanos. É o momento em que checamos se ele tem qualquer dúvida sobre a empresa, benefícios etc.

Este tipo de ação reduz bastante a procura do setor para esclarecimentos e mostra a efetividade de um trabalho proativo e individualizado. Este é, na verdade, apenas um exemplo, mas o fato é que, cada vez mais, devemos deixar de lado as comunicações genéricas em favor de ações mais localizadas.

Uma pesquisa recente realizada pela MindMiners com jovens entre 18 e 36 anos apontou, por exemplo, que o WhatsApp é o veículo de comunicação mais utilizado por estes jovens. O Facebook, por seu lado, é a fonte de informação e veículo de conhecimento utilizado por 55% deles, e ao menos três horas por dia. Quando questionados sobre o uso diário das plataformas, 88% afirmaram usar o Facebook todos os dias, enquanto 80% utilizam o Google para pesquisas, 77% o Instagram, 61% o Youtube, 51,8% o Snapchat e 47,9% jornais online.

Ainda sobre a necessidade de materiais mais visuais e curtos, a mesma pesquisa apontou que 38% dos jovens desta faixa etária, ao clicar no link de uma matéria, fazem questão de ler o texto inteiro; e 5,7% confessam que só leem o título e o primeiro parágrafo. Outros 56% dizem que o nível de leitura depende da matéria. Os temas campeões de leitura do título e do primeiro parágrafo são: política, com 39,5%; economia, 38,4%; saúde, 29,7%; variedades/entretenimento, 29,2%; e ciência, 28,6%.

Estes números mostram porque temos que mudar e porque estamos aperfeiçoando o modo como nos comunicamos. É apernas o começo, mas estamos no caminho certo.

André Vieira é vice-presidente de Recursos Humanos da T-Systems Brasil

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T-Systems Brasil e FIAP anunciam parceria para o Innovation Challenge 2017

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma parceria com a FIAP, um dos centros de excelência em tecnologia mais respeitados do País. A ação vai alavancar a edição 2017 do Innovation Challenge, iniciativa que desafia os alunos da instituição a desenvolverem novas soluções para o mercado.

Com o objetivo de oferecer aos estudantes uma experiência diferenciada, o Innovation Challenge é, na prática, um programa de empreendedorismo e inovação. Os participantes formarão equipes e competirão em um desafio no qual deverão criar ideias e soluções e concorrer ao prêmio de melhor projeto de inovação do ano letivo.

Para a edição deste ano, a T-Systems apresentou o desafio Smart Factory aos cerca de 250 alunos do 1º ano dos cursos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Divididos em grupos de cinco pessoas, eles deverão desenvolver um software que simule um processo de produção industrial, desde a entrada do pedido até a chegada do produto ao estoque, passando pela escolha dos fornecedores e pela fabricação.

“Todo o processo terá que ser apresentado em um portal acessível por qualquer dispositivo. Eles deverão utilizar o conceito de mobilidade”, explica Luis Fernando Tadei, head de Digital Transformation da T-Systems Brasil. Ele lembra que os projetos serão avaliados seguindo os critérios de lógica, desenvolvimento e integração com ambientes SAP e não-SAP e que, para a apresentação do desafio, executivos da T-Systems realizaram quatro reuniões com os estudantes ao longo do mês de maio.

Eliminatórias

Apresentado o desafio, os alunos da FIAP poderão desenvolver seus projetos entre os meses de junho e outubro. Tadei e Fernando Vidoi, gerente de inovação da T-Systems Brasil, serão os responsáveis pelo acompanhamento do todo o processo de criação das soluções apresentadas. Parte desse processo envolve a realização de encontros mensais com os grupos, que receberão mentoria dos executivos. “O objetivo destes encontros é tirar dúvidas, trocar ideias e dar foco aos projetos”, explica Tadei.

Entre os dias 23 e 25 de outubro, serão eleitos os 10 melhores projetos e, no dia 26 de outubro, uma banca formada por gestores da T-Systems Brasil irá analisar os finalistas, anunciando os três melhores. Nesta fase, o grupo vencedor receberá bolsas de estágio para seus integrantes, válidas a partir do início de 2018. Já as equipes que ficarem em segundo e terceiro lugar ganharão camisetas e mochilas, respectivamente.

Para Rita de Cássia Rodrigues, coordenadora de graduação da FIAP, o Innovation Challenge é uma oportunidade de interação entre os alunos da instituição e o mercado. “De um lado, o desafio estimula a transferência de cultura entre os jovens e as empresas e, de outro, estas têm acesso a novos talentos”, afirma.

Ao final do processo, os três melhores projetos serão premiados no FIAP Next, festival de tecnologia realizado anualmente pela FIAP, e também serão submetidos a análise de investidores, onde poderão participar do Startup One, onde os projetos se transformam em startups. O grupo vencedor recebe bolsas de estudo, para um curso de empreendedorismo, no Babson College (EUA).

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T-Systems Brasil muda quadro executivo

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, concluiu duas importantes mudanças em seu quadro executivo. Luis Fernando Tadei acaba de assumir o cargo de head de Digital Transformation e Guilherme Barreiro, a função de head de Delivery de Serviços de ITO da companhia.

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Formado em Análise de Sistemas pela USF (Universidade São Francisco) e com MBA em gerenciamento de projetos pela Babson University (EUA), Luis Fernando Tadei está na T-Systems desde 2012. O executivo tem passagens por empresas como IBM, SAP e Continental.

“A área de transformação digital da T-Systems Brasil, além de olhar para novos modelos de negócios, vai utilizar toda a tecnologia disponível para levar o mais alto nível de inovação, com valor agregado, aos clientes”, explica Tadei, lembrando que, para isso, centros de inovação da companhia em todo o mundo, inclusive no Brasil, estão à disposição da equipe como fonte de informação, sinergia, produtos e tecnologias.

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Formado em Engenharia da Computação (Universidade São Judas) e Análise de Sistemas (IBTA), Guilherme Barreiro está na T-Systems desde 2009.O executivo já passou pelas áreas de serviços SAP, gerenciamento de operações e contas globais. Na nova função, Barreiro será o responsável por todas as iniciativas em nuvem da T-Systems.

“A T-Systems é uma das empresas pioneiras em ofertas em nuvem. Há mais de dez anos estamos consolidando nossas ofertas que hoje compõem um dos mais completos portfólios do mercado brasileiro”, afirma.

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T-Systems Brasil vai ampliar data center próprio em 2017

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, com destaque no Brasil em consultoria SAP, desenvolvimento e sustentação de sistemas/AMS, plataforma cloud privada e IoT, vai ampliar o seu data center localizado em Barueri (São Paulo) em 2017. O movimento, que vai contar com investimentos de R$ 20 milhões, tem o objetivo de manter os índices de crescimento da base de clientes cloud da companhia.

Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil, lembra que 2016 foi um ano de aprendizado e que, apesar da instabilidade, os resultados conquistados pela empresa foram positivos. “O primeiro trimestre foi de incertezas, mas depois do terceiro trimestre, o mercado corporativo começou efetivamente a enxergar um horizonte”, afirma. Com isso, muitos projetos foram reavaliados ou retomados, fazendo com que diversos contratos fossem concretizados no final do ano. “Isso não ocorreu no mesmo volume de 2015, mas o quarto trimestre foi o melhor do ano, além de trazer uma série de novos negócios que serão fechados este ano”, revela.

Munhoz ressalta que a grande maioria destes contratos sãodirecionados para a plataforma em nuvem da T-Systems, resultado dos investimentos feitos pela companhia ao longo dos últimos anos. “Outro grande movimento, e que também depende de nosso data center, é para a plataforma SAP que temos hoje, já com várias implementações concluídas”, afirma.

Data center

Para atender ao crescimento desta demanda, a T-Systems Brasil segue ampliando seu data center, o T-Center. Localizado em Barueri (SP), o data center conta hoje com 1.800 metros quadrados. Guilherme Barreiro, executivo responsável por Data Center e Cloud na T-Systems do Brasil e na região Américas, lembra que ele foi construído de forma modular. “Os primeiros 600 metros quadrados foram entregues em 2011 e as salas seguintes foram entregues de acordo com o crescimento da demanda”, diz, lembrando que os últimos 600 metros quadrados foram entregues em maio de 2016.

Para chegar ao status atual, o T-Center vem recebendo investimentos constantes. Foram R$ 50 milhões para sua criação, em 2011. “No ano passado foram investidos R$ 25 milhões em sua ampliação e, para este ano, estão previstos mais R$ 20 milhões”, revela Barreiro. Ao todo, o data center atende hoje mais de 50 clientes, todos empresas. Neste grupo, há clientes globais da companhia, como BAT, Shell e Thyssengroup e outros locais, como Qualicorp, Kroton, Líder Magazine, Casa&Vídeo e Grupo ABC.

O T-Center tem certificação tier III desde 2011 e conta com todas as suas camadas de segurança certificadas pela Kroll. “Além de todo o investimento na expansão, nos últimos dois anos investimos cerca de R$ 10 milhões na melhoria de itens como segurança e eficiência energética. Com tudo isso, nosso business plan para os próximos quatro anos já prevê a análise de futuras possibilidades de expansão”, revela Barreiro.

Posicionamento

A expansão é parte importante da estratégia da T-Systems Brasil, que vem se posicionando para ajudar seus clientes na chamada transformação digital. “Somos hoje fortes parceiros de nossos clientes em projetos onde se definem novas arquiteturas de sistemas e na implementação destas soluções”, lembra Munhoz. Para o presidente da T-Systems Brasil, o grande desafio enfrentado pelas empresas brasileiras hoje é definir quando e como utilizar a arquitetura cloud. “Nosso papel é trabalhar como efetivo integrador para ajuda-los lá na frente e por isso nos preparamos para sermos o fornecedor que vai integrar todas as suas áreas de negócios, porque esta transformação não envolve apenas uma área ou solução”, lembra.

Com este cenário, Munhoz acredita que, em 2017, a T-Systems deve superar as previsões de analistas, atingindo média de crescimento de dois dígitos no Brasil. “Isso em função de empresas que precisam buscar competitividade, revisar e otimizar processos e buscar o efetivo benefício da tecnologia em seus negócios apoiando nossos clientes na Transformação Digital”, conclui.

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T-Systems Brasil e Engine fecham acordo de dez anos

A Engine, provedora nacional de soluções de gestão empresarial em nuvem, acaba de fechar uma parceria de dez anos com a T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI. Pelo acordo, as soluções da companhia brasileira passam a ser hospedadas no data center da T-Systems.

Especializada na oferta de software como serviço, principalmente soluções SAP, a Engine conta com um modelo que envolve investimento inicial zero, com rápida implementação e revisão de processos de negócio de seus clientes. Consolidada no mercado há mais de 6 anos, a companhia buscava agregar modernidade e condições comerciais mais flexíveis à sua oferta.

De acordo com Fábio Barnes, diretor-executivo da Engine, “a T-Systems é um dos principais parceiros SAP e nos fez uma oferta tecnológica que unia segurança e estabilidade”. O executivo conta que diferenciais como modernidade e segurança foram primordiais para a migração de provedor.

“A oferta é muito mais moderna e viável que a de outros data centers”, diz o executivo. Barnes lembra que, ao longo dos anos, a Engine sempre esteve atenta aos provedores de ponta de data centers e que, por isso, a decisão foi muito bem suportada.

Para fazer a migração dos clientes da Engine para o data center da T-Systems as duas empresas desenvolveram um projeto de quatro meses para a criação da infraestrutura. Durante este período, uma série de testes foi realizada, anulando a ocorrência de falhas. Barnes explica que a mudança começou numa sexta-feira, às 20h e que, no domingo, no mesmo horário, todos os clientes da Engine estavam operando dentro do data center da T-Systems.

O executivo ressalta que a migração permitiu reduzir custos e trouxe mais segurança e estabilidade. “Com isso, nossa oferta ficou ainda mais completa. Agora conseguimos oferecer disaster recovery, por exemplo, sem grandes impactos financeiros”, diz.

Para Ronaldo da Matta, Diretor de Vendas da T-Systems, com a parceria, a companhia alemã será o único hosting provider das soluções oferecidas pela Engine no Brasil. “A parceria é de longo prazo porque acreditamos no crescimento dos modelos que simplificam e geram acessibilidade principalmente a clientes médios e pequenos de soluções completas. O potencial deste mercado, principalmente neste momento econômico e fiscal enfrentado pelo País, é enorme e com a T-Systems acreditamos que a Engine ganha ainda mais força e potencializa sua capacidade de crescimento”, diz.

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T-Systems Brasil leva o conceito de smart factory para o SAE Brasil 2016

A T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, levará o conceito de “smart factory” para o Congresso SAE Brasil, que será realizado entre os dias 25 e 27 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na 25ª edição do evento, a companhia vai apresentar seu portfólio completo de soluções para integração de processos industriais, desde a entrada de matérias primas até a integração de dispositivos móveis.

Esta edição do evento vai celebrar os 25 anos da entidade e terá como tema “A Engenharia Criando a Mobilidade do Futuro – Intermodalidade – Conectividade – Veículos e Sistemas Inteligentes”. A versão 2016 do Congresso será presidida por Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da empresa para a América Latina.

O Congresso SAE BRASIL traz para a comunidade da engenharia da mobilidade as últimas novidades tecnológicas do setor, constituindo-se em um ambiente ideal para os profissionais atualizarem seus conhecimentos, ampliarem suas redes de contatos e para as empresas, local propício para apresentarem seus produtos, projetarem sua imagem e alavancarem negócios.

Smart Factory

De acordo com Camilo Rubin, vice-presidente de Sales & Service Management da T-Systems Brasil, a chamada fábrica inteligente é resultado prático do conceito de indústria 4.0. “Com a digitalização dos processos, a produtividade das indústrias cresce de 2 a 3 vezes”, diz, lembrando que a digitalização já é realidade em todos os setores e que está na agenda de pessoas influentes, de CIOs a políticos. “Isso significa uma série de benefícios, mas também de novos desafios”, ressalta.

Para Rubin, a chamada fábrica inteligente é um elemento fundamental do conceito de Indústria 4.0, trabalhando para permitir que sistemas de produção e de logística sejam auto organizáveis. “É um modelo de fábrica que exige intervenção mínima com planejamento central e inteligência distribuída. A T-Systems está apresentando as tecnologias certas para permitir aos seus clientes implementarem o conceito”, diz. Algumas das soluções presentes na feira incluem:

– Controle de acesso;

– Soluções Mobilidade;

– Solução para controle de entrada e saída de materiais na planta;

– Acompanhamento e rastreamento da produção – Acesso instantâneo a todas as instalações de produção com Smart Factory – aceleração dos processos logísticos;

– Manutenção preditiva – Redução do tempo de inatividade com base em informações de status da máquina como parte da Smart Factory;

– MES como um facilitador para a Smart Factory – os sistemas principais trocam informações automaticamente e se auto gerenciam;

– Adaptação automática de ferramentas – Máquinas e ferramentas se adaptam automaticamente à próxima atividade;

– Integração de dispositivos móveis – Permite decisões rápidas relacionadas à produção e logística.

Cloud of Things

Outra solução a ser apresentada no Congresso SAE Brasil é a Cloud of Things, ou a Nuvem das Coisas. De acordo com Ricardo Michelan, head de Sales Automotive OEMs & Suppliers da T-Systems Brasil, trata-se de um serviço, hospedado na nuvem da companhia, que permite o monitoramento de qualquer equipamento que produza informações. “É basicamente para máquinas mas, não importa o equipamento, conseguimos analisar a informação gerada”, diz.

Estas informações são disponibilizadas aos clientes em dashboards, que podem ser acessados por executivos e tomadores de decisão via celular ou tablete. A solução já está implementada na Mercedes-Benz, na Alemanha, e agora a T-Systems deve expandi-la para outros segmentos que façam uso intensivo de máquinas.

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T-Systems Brasil unifica áreas de vendas

A T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar a unificação de suas três áreas de vendas no País. A partir de agora, as áreas antes conhecidas como Local Market, Global Accounts e Auto & MI, tornam-se Sales & Service Management.

Com a mudança, Camilo Rubim, que até aqui era vice-presidente da área de vendas para o setor automotivo, assume a vice-presidência de Sales & Service Management da T-Systems Brasil. De acordo com o presidente da companhia, Ideval Munhoz, o novo desenho atende à determinação estratégica da companhia, que segue mudando para atender à nova dinâmica do mercado. “Desejamos ao Camilo muito sucesso neste novo desafio”, afirma.

Há mais de 20 anos na T-Systems, Rubim construiu uma carreira de sucesso, tendo nos últimos anos se ocupado da gestão da área de vendas para o setor automotivo. Dentro da nova estrutura, o vice-presidente de Sales & Management Services contará ainda com Henrique Berger, head de Sales & Service Management para Local Market; e Irani Correa, head de Sales & Service para Global Accounts. Rubim continuará atendendo interinamente a área de Auto & MI.

“A unificação das áreas de vendas e serviços sob uma única gestão traz grandes desafios e ao mesmo tempo muitas oportunidades. Com o portfólio de serviços e soluções consistente que suporta este momento de transformação digital, um time de vendas mais consistente, suporte mais robusto e veloz, e nossos parceiros de negócios alinhados a nossa estratégia, devemos fortalecer ainda mais a nossa atuação do mercado, e proporcionar mais atenção e benefícios aos nossos clientes” comenta Rubim.

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Segurança e Internet das Coisas. Já pensou nisso? – Por Ideval Munhoz

Organizar a segurança industrial na era da Internet das Coisas (IoT) é uma tarefa bastante complexa, já que não existe uma única solução que atenda a todas as necessidades. A segurança total é tão irreal quanto o desejo de implementar medidas de segurança uma única vez e dar o problema por resolvido. A segurança continua sendo um alvo móvel e, por isso, as estratégias e medidas de segurança de TI precisam estar em constante desenvolvimento.

Mesmo reconhecendo que não exista uma solução que solucione todos os problemas – internos e externos – de uma só vez, há uma série de medidas eficazes surgindo, envolvendo criptografia e autenticação. Ao que parece, a segurança torna-se mais eficiente à medida em que combinamos uma série de metodologias, tecnologias e produtos.

Ao mesmo tempo, fabricantes de equipamentos, operadores de redes e provedores de software e serviços devem unir forças para o desenvolvimento de padrões comuns para o tráfego de dados na Internet das Coisas. Enquanto isso não acontece, seguem aqui alguns pontos que devemos ter em mente:

A maioria das empresas tem espaço para criar infraestruturas seguras de TI. Mas atualmente apenas uma em cada quatro tem uma estratégia própria de segurança revista e atualizada com regularidade. No início da era da Indústria 4.0 é imprescindível que se conte com uma estratégia que cubra tanto a tecnologia como a segurança operacional;

A implementação de qualquer estratégia de segurança deve ser baseada em uma análise de risco da infraestrutura e dos ativos da companhia. Essa análise vai determinar que riscos são aceitáveis e que metodologias, tecnologias e produtos a companhia deve implementar;

Segurança da Internet das Coisas deve ser preventiva e proativa, seguindo uma abordagem integrada de desenvolvimento de processos e produtos que garanta a proteção da planta e da infraestrutura de TI em igual medida. No desenvolvimento de software, a segurança de TI começa com a primeira linha de código. Também é aconselhável a aquisição de hardware e software certificados;

Uma arquitetura de segurança para a Indústria 4.0 deve ter em seu coração os princípios da abordagem de defesa em profundidade e contar com uma estrutura com vários estágios. Além disso, deve gerar visibilidade entre os funcionários, diretrizes para a segurança física de máquinas e instalações, um framework de segurança para a rede corporativa, protegendo computadores e equipamentos, e contar com regulamentos que vinculem autenticação de pessoas e máquinas.

Nas interfaces externas das redes industriais, os pontos de acesso e de entrega tornam-se cada vez mais alvos de hackers que, ao atacar a segurança de TI, dirigem seus ataques à segurança operacional, muitas vezes passando despercebidos. Para prevenis esse tipo de ataque, devem ser estabelecidas ou ampliadas as funcionalidades de prevenção, detecção e reação;

A criptografia do tráfego de dados, combinada com a autenticação de pessoas e máquinas, garante um alto nível de segurança. Por isso o desenvolvimento de organismos de certificação e de verificação de identidades ao longo da cadeira de valor é um pré-requisito fundamental para a colaboração nas redes industriais;

As aplicações de Indústria 4.0 trazem com elas novos desafios de armazenamento para as empresas. Sensores inteligentes geram um volume enorme de dados que devem ser processados por programas de análise (análise preditiva, data mining etc.). Em muitos casos, isso torna indispensável o envolvimento de fornecedores externos, que precisam estar conectados à rede por meio de interfaces seguras. Para lidar com os requisitos de armazenamento e segurança, são recomendáveis plataformas como a Cloud of Things, que também podem controlar as máquinas e automatizar processos;

Com seus processos automatizados, o conceito de Indústria 4.0 elimina a distinção entre produção e escritório para a TI. Para garantir a segurança, dos sensores às aplicações Office, é aconselhável reunir as responsabilidades pelos dois em um departamento que centralize o gerenciamento de segurança. Com a crescente fusão das redes corporativas com redes inteiras de criação de valor, cada uma com seus requisitos de segurança, torna-se mais importante coordenar medidas de segurança não apenas na empresa, mas também com parceiros e provedores de serviços;

A Indústria 4.0 inaugura a conexão entre empresas e criação de redes de valor. Para criar cooperação neste nível, é necessária a criação de normas comuns que possibilitem o desenvolvimento de uma arquitetura de referência que possa descreve-las e implementa-las.

Por Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil

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Inovação e segurança em uma só direção – Por Rodrigo Santos

Houve um tempo em que inovação e segurança eram temas distintos, tratados de formas diferentes por equipes diferentes dentro das empresas. De um lado, um time era responsável por inovar, por oferecer à empresa novas formas de se diferenciar no mercado, e isso poderia envolver ou não tecnologia. De outro, havia outro time, responsável por garantir a segurança dos processos e das informações da empresa, e isso também poderia envolver tecnologia, ou não.

Estamos em meio a segunda década do século XXI e estamos assistindo a uma mudança nesse paradigma. As ações de inovação caminham para uma proliferação cada vez maior da TI, tendo a mobilidade e a internet das coisas como plataformas do futuro e como vetores de novos desafios para a segurança.

Acha que não? Só o Brasil tem hoje 82 milhões de internautas com mais de dez anos de idade. Isso representa um contingente enorme de potenciais usuários de equipamentos móveis, aplicativos e de cloud computing. É possível imaginar os impactos que isso deve ter na segurança das empresas.

Quando falamos em corporações, não se discute mais a segurança física – aquela que podia utilizar a tecnologia, ou não – mas a segurança 360 graus, que deve ser uma premissa básica de toda a empresa. O ponto é que isso só se consegue com uma forte parceria entre todas as áreas, de negócios e de TI, o que exige ganhar sinergia em toda a cadeia colaborativa. Só assim será possível levar a segurança para todos os níveis da companhia.

Do lado da TI, além da aproximação com as áreas de negócio, um dos grandes focos da segurança daqui para frente serão os ambientes em nuvem. Se mal administrados, eles podem sim implicar em brechas de segurança da informação, trazendo riscos associados ao compartilhamento de recursos computacionais, sendo isso válido tanto para ambientes de nuvem privados quanto públicos.

Daí a necessidade de se realizar investimentos na proteção e manutenção de isolamento das informações entre clientes, em todas as camadas de infraestrutura, com especial atenção ao processamento e armazenamento de informações. Mais que isso, a forma de olhar a segurança em ambientes de data centers deve obrigatoriamente passar por segurança física, pessoas, plataformas e processos.

Em segurança física, são necessários perímetros bem definidos que delimitem o acesso às instalações, de forma a permitir somente acessos necessários e quando necessários. Todo os controles devem ser auditados regularmente e deve haver monitoração de todos os perímetros em tempo real.

Com relação a pessoas e processos, é preciso treinamentos, políticas e auditorias regulares que direcionem e controlem todas as ações de funcionários, políticas de acessos físicos e lógicos, controles de segurança etc. Cada funcionário deve contar com permissão lógica e física restrita apenas para a execução de suas atividades, e, em casos específicos, pode haver ainda dupla custódia no fornecimento dos acessos, que seriam concedidos de forma temporária e somente com autorização prévia e revogados após o término da execução. Sobre plataformas, as empresas devem contar com todos os elementos de segurança necessários para proteção lógica em todas as camadas.

Isso tudo é necessário porque, quando falamos em computação em nuvem, é preciso adotar padrões para sistemas operacionais, bancos de dados, redes e firewalls, entre outros elementos. Isso faz com que eventuais vulnerabilidades nestes sistemas tragam riscos. Daí a necessidade de contar com soluções que garantam a segurança em todas as camadas, para que estas vulnerabilidades sejam bloqueadas e não possam ser utilizadas para acessos indevidos.

Além disso, outras ameaças estão relacionadas a perda ou vazamento de informações. Este é um aspecto pouco explorado ainda pelos clientes, mas é fundamental a escolha de um provedor que tenha o devido foco não somente no tratamento das informações, mas que também tenha regras rígidas relacionadas a privacidade destas. Só assim processos e estrutura terão a segurança mínima necessária para que a empresa possa inovar e se diferenciar no mercado.

*Rodrigo Santos é head de Computing Services & Solutions (CSS) da T-Systems Brasil.

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T-Systems Showcase será um dos destaques do SAPPHIRE 2016

A solução T-Systems Showcase, desenvolvida pela T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, será um dos destaques do SAPPHIRE 2016, maior evento global de negócios e tecnologia. Organizado pela SAP e pela ASUG (Associação de Usuários SAP), o evento será realizado entre os dias 17 e 19 de maio, em Orlando (EUA).

A T-Systems Showcase, uma solução completa de mobilidade e monitoramento de produção baseada em aplicativos SAP, foi apresentada ao mercado no último SAP Forum, realizado em São Paulo. A facilidade de uso e a efetividade da integração de diferentes soluções SAP, levou ao convite para que os desenvolvedores da solução a apresentassem no evento global.

Combinando mobilidade e processamento in-memory, a solução será oferecida como serviço a partir da nuvem da T-Systems. De acordo com Luis Fernando Tadei, responsável pela Unidade de Negócios SAP da T-Systems Brasil, a solução roda em tablets e smartphones equipados com os sistemas operacionais iOS e Android. “Nós combinamos as melhores características das soluções SAP HANA, SAP Fiori, SAP MII, IoT e do SAP ECC 6.0, tudo rodando em nossa nuvem”, explica.

Fernando Vidoi, gestor da área de inovações em SAP da T-Systems, explica que a solução de workflow é utilizada em toda a cadeia do processo de aprovação. Em seguida, o SAP MII faz todo o acompanhamento da produção, incluindo o gerenciamento das máquinas utilizadas no processo. “Conseguimos mostrar graficamente o funcionamento das máquinas, incluindo um mapa do que foi planejado e do que está sendo realizado”, afirma.

A interação com o usuário final é garantida pelo SAP Fiori, que torna o processo mais interativo e simples, reduzindo muito a necessidade de treinamento dos usuários. Por fim, a solução permite que todas as vendas sejam acompanhadas em tempo real por região, permitindo o planejamento de estoque, entrega dos produtos e o direcionamento de campanhas específicas de marketing de acordo com o resultado de cada região.

O SAP HANA também permite a realização de análises de mercado, sendo possível identificar o motivo que um determinado produto é mais aceito em uma região do que em outras. “Tudo isso na palma da mão dos tomadores de decisão da companhia, que poderão definir estratégias com dados obtidos em tempo real”, afirma Luis Fernando Tadei, Gerente da Unidade de Negócios SAP da T-Systems Brasil.

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