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Cadeia de Valor Responsável: o que pode mudar com o advento da Covid-19?

Por Taísa Cecília de Lima Caires

Não é de hoje que se discute a incorporação de boas práticas de sustentabilidade na gestão da cadeia de valor. Após a Rio92, muitos temas foram discutidos e já tivemos diversas ações que impactaram positivamente esse tema como, por exemplo, a assinatura do Protocolo de Kyoto. Vale ressaltar ainda a proposta do conceito de Tripple Botton Line (Tripé de Sustentabilidade: pessoas, planeta e lucro), liderada por John Elkington, como uma tentativa de aplicação no ambiente empresarial, além, é claro, a criação do Pacto Global pelas Nações Unidas. Dentre essas citações, destaco dois referenciais importantes para as discussões empresariais:

A primeira é a publicação da ONU Pacto Global “Sustentabilidade da cadeia de suprimentos” que, em 2015, já reforçava a existência de externalidades ambientais e sociais ao longo do ciclo de vida de um produto e ainda salientava que é por meio de ações de sustentabilidade na cadeia de valor que “as empresas protegem a viabilidade a longo prazo de seus negócios e garantem uma licença social para operar“.

Uma segunda citação que merece destaque é a publicação da ISO 20400. Realizada em 2017, a publicação apresenta diretrizes para o estabelecimento de programas de compras sustentáveis de forma que as empresas compreendam este processo como algo muito mais complexo do que um relacionamento comercial pautado no tripé: preço, prazo e qualidade. Isso tudo salientando que a estratégia de negócios na cadeia deve gerar benefícios não só para a organização, mas também para a sociedade e ainda minimizar danos ambientais.

Mesmo com esses avanços, ações para incorporar a sustentabilidade na estratégia dos negócios e estabelecer relacionamentos na cadeia de valor de forma sustentável ainda caminhavam timidamente com algumas iniciativas setoriais e individuais muito focadas em auditorias e avaliações de seus fornecedores e pouca ação para apoio em seu desenvolvimento. Essa situação pode mudar um pouco com o advento da Covid-19 e o isolamento social. Com isso, fica a pergunta: quais os desafios das empresas a partir de agora para que este relacionamento suba de patamar?

Por diversos anos consecutivos, o risco de interrupção das cadeias de valor esteve entre os três riscos mais significativos no mundo segundo o Barômetro do Risco , pesquisa realizada anualmente pela Allianz para estabelecer os principais riscos aos negócios,. Até então, a interrupção era cogitada por conta de algum desastre natural ou falência de elos importantes da cadeia. A pandemia evidencia o quão interconectados estão os negócios globais e trouxe à tona um risco não previsto até então: uma paralisação global. Possivelmente, este deve entrar no hall dos riscos aos negócios mais relevantes nos próximos anos.

Além disso, este período de isolamento social explicita vulnerabilidades nas cadeias de valor que antes não estavam sob holofotes como, por exemplo: a dependência por comodities, produtos e/ou serviços no mercado externo, as externalidades sociais e ambientais, o impacto causado pela redução ou interrupção da produção em alguns setores afeta além dos elos diretos de uma cadeia e, por fim, temos hoje consumidores mais engajados, que demandam produtos que entreguem mais que sua função.

Se por um lado, temos desafios grandiosos para uma mudança de mentalidade na gestão de cadeias de valor, por outro temos vários exemplos de grandes empresas, que de forma muito ágil, se adaptaram e promoveram inovações para apoiar a cadeia. Exemplos estes que vão desde a antecipação de pagamentos e treinamentos à criação de fundos de crédito com taxas mais atrativas do que as bancárias para apoiar pequenos fornecedores e desenvolvimento de plataformas colaborativas de e-commerce para inclusão de pequenas empresas.

Um outro aspecto positivo deste momento que estamos passando foi o despertar da sociedade para o espírito de urgência. Empresas de todos os portes e setores se uniram e fomentaram muitas ações, como, por exemplo, produção e doação de álcool gel, conserto de equipamentos médicos, produção e distribuição de máscaras, apoio a pesquisas e doações aos mais vulneráveis (para citar apenas alguma delas). Este esforço veio como uma ação para tentar minimizar os impactos deste problema de saúde na vida de todos, gerando valor para a sociedade, mas será que este espírito de colaboração permanecerá após a pandemia?

Para que estas mudanças aconteçam de fato, é preciso, mais do que nunca, ter resiliência, mas não com a perspectiva de que tudo volte a ser como era antes, e sim com um olhar de resiliência transformadora, que sai de um papel de expectador para protagonista de ações duradoras e consistentes.

Embora acredite que este é um caminho sem volta, será que um maior número de empresas passará a ter tal compreensão, de que a sustentabilidade, enquanto estratégia, é condição para sua perenidade dos negócios? Espero que um maior número de empresas desperte para as oportunidades e se antecipem aos novos desafios que este cenário nos apresenta. E você o que pensa a respeito?

Taísa Cecília de Lima Caires, coordenadora de Sustentabilidade Aplicada da Fundação Espaço ECO, criada e mantida pela BASF.

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Consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis no e-commerce de moda

Uma nova pesquisa conduzida pela Smurfit Kappa, líder global de embalagens, revela que os consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis ​​das marcas antes de realizarem compras online de moda. Esta pesquisa foi conduzida em quatro países europeus e apontou que 41% deste público se tornou mais consciente ecologicamente ao realizar as últimas compras desde o início da pandemia.

A pesquisa conduzida na Alemanha, Irlanda, Holanda e Reino Unido revelou também que quase metade dos consumidores compram itens de moda online uma vez por mês ou mais, refletindo uma popularidade crescente entre os compradores do sexo feminino (44%) e do masculino (43%).

Os consumidores estão agindo

Os consumidores estão fazendo escolhas conscientes quando se trata de compras de moda online, indicando que tomaram medidas nos últimos seis meses para garantirem que suas aquisições sejam o mais ecologicamente consciente possível.

A pesquisa demonstrou que:

• 23% dos consumidores de moda pesquisaram uma marca online para avaliar seu nível de sustentabilidade;

• 35% deles afirmou que não faria uma compra online de uma empresa de moda se descobrisse que sua embalagem não era ecológica

• 23% dos entrevistados recompraram de uma marca de moda com base em suas credenciais de sustentabilidade

Segundo Arco Berkenbosch, VP de Inovação e Desenvolvimento da Smurfit Kappa: “Os consumidores desejam que as marcas de moda online ajam com responsabilidade e considerem os impactos sociais e ambientais de seus negócios. As marcas de moda, inclusive todas as marcas, precisam se adaptar às demandas dos consumidores sobre sustentabilidade ou correm o risco de perderem os clientes. “Vale destacar ainda que nos quatro mercados pesquisados, o sentimento do consumidor e o foco na sustentabilidade são consistentes, destacando seu anseio de que as marcas devem continuar a priorizar e se comprometerem a melhorar suas práticas de sustentabilidade, mesmo durante a atual crise econômica.”


1. Consumidores de moda online são definidos como entrevistados que compraram itens de moda online uma vez por mês ou mais. Os consumidores gerais referem-se à amostra representativa natural pesquisada de cada mercado.Os consumidores estão ávidos para aprenderem mais

No entanto, os compradores de moda online estão enfrentando obstáculos quando se trata de fazer uma escolha sustentável. A pesquisa constatou a falta de informações acessíveis (34%), a falta de opções sustentáveis ​​(32%) e o custo (30%) como as principais barreiras para que ele atue de forma mais sustentável ao fazer compras online. Mais da metade dos entrevistados (57%) disseram que gostariam de ouvir mais sobre os esforços dos varejistas de moda online para serem sustentáveis ​​nas embalagens. Isso destaca o nível de influência da sustentabilidade no comportamento de compra dos consumidores e como os esforços das marcas podem ampliar ou corroer sua base de clientes.

Os consumidores estão pensando de forma mais ampla sobre a sustentabilidade de suas compras, incluindo a embalagem. Já as marcas devem repensar a sustentabilidade de suas embalagens se quiserem atender essas mudanças nas expectativas de seus consumidores.

Embalagem sustentável é uma consideração fundamental

A pesquisa descobriu que os consumidores de moda eram mais propensos a avaliarem a sustentabilidade das embalagens como um impacto positivo na impressão de sua compra em relação às técnicas tradicionais de marketing.

A maioria dos entrevistados afirmou que o uso eficiente de materiais (62%), a utilização de materiais sustentáveis ​​ (61%) e avaliar as credenciais de sustentabilidade de uma marca (56%) contribuem para uma impressão positiva de sua compra online assim que recebem a embalagem. Dois terços dos consumidores (66%) acreditam que os varejistas de moda online são responsáveis ​​por garantirem que suas embalagens sejam sustentáveis.

e-Commerce Fashion Portfólio

Em resposta ao crescimento contínuo do e-commerce e as expectativas do consumidor, a Smurfit Kappa expandiu sua gama de embalagens sustentáveis ​​projetadas para o mercado de varejo eletrônico de moda.

Com mecanismos de design inovadores que permitem fácil abertura e selagem nas devoluções, o e-Commerce Fashion Portfólio oferece uma ampla gama de soluções de embalagem flexíveis e com design diferenciado para produtos de todos os formatos e tamanhos. Ele são monomateriais e facilmente recicláveis ​​e biodegradáveis. Totalmente desenvolvido em papel, este portfolio oferece uma alternativa responsável às marcas à medida que a conscientização do consumidor e as preocupações com o desperdício de embalagens continuam crescendo.

“Os resultados apontam que a embalagem pode ter uma grande influência sobre os clientes e suas decisões de compra, tanto na oportunidade de fidelidade à marca para empresas que priorizam a sustentabilidade quanto as consequências potenciais para as companhias que não o fazem”, afirma Berkenbosch.

“Estamos trabalhando com nossos clientes de moda online para desenvolvermos soluções inovadoras de embalagens sustentáveis, ​​que se adequem ao formato de cada item, que protejam o produto durante o transporte, mas também se conectem com o consumidor quando ele chegar. Se quisermos reduzir o nível de resíduos de embalagens que não são sustentáveis, todos nós, incluindo as marcas, os consumidores e os fornecedores de embalagens, temos que trabalhar juntos para ter um impacto real”, conclui Berkenbosch.

Varejo Online de Moda no Brasil

Com a pandemia do Covid-19, o e-commerce no Brasil atingiu altos patamares assim como no mundo inteiro. Como as lojas físicas que estavam fechadas durante este período, o Varejo Online de moda não ficou atrás.

De acordo com um estudo realizado pela Conversion, consultoria de performance&SEO, que analisou o tráfego de mais de 200 maiores sites do Brasil, em 15 categorias, o setor de Moda e Acessórios obteve um crescimento de 65,52% durante a pandemia (jul – fev/ 2020).

“Todos os dados obtidos com a pesquisa e-Commerce Fashion Portfólio que realizamos demonstram que os consumidores estão cada vez mais conscientes ao optarem não apenas por produtos e serviços que sejam eticamente sustentáveis, mas também estão preocupados com toda cadeia de produção, inclusive as embalagens”, afirma Manual Alcalá, CEO da Smurfirt Kappa.

“No Brasil, tivemos um incremento do 1º para o 2º trimestre, de 148%, impulsionado, principalmente, pelos clientes dos segmentos de varejo e bebidas e agora estamos também conduzindo projetos para empresas do segmento de moda, que também tiveram um crescimento expressivo neste período e estão acelerando a venda por canais digitais de forma a transmitir uma experiência que o consumidor teria na loja física na sua casa por meio da embalagem”, complementa.

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Como as questões ambientais, sociais e de governança irão moldar o seu futuro?

Por Mariana Faria

O investimento em ESG (Environmental, Social and Governance) é um requisito imperativo tanto para a atualidade quanto para o futuro. Essa é a conclusão apontada pela publicação “Fifth global institutional investor survey – How will ESG performance shape your future?”, lançada pela EY em julho deste ano, que traz as quatro principais razões para esta visão: a maior aposta nas questões ambientais, sociais e de governança, por parte dos investidores; a desconexão entre o desempenho de ESG e a necessidade de dados concretos e padronizados; o uso destas informações para determinar o valor de um negócio; e o futuro da performance em ESG com base em transparência e credibilidade.

No entanto, para atuar nestas questões, é necessário que as empresas tenham a adequada visão, gestão e o reporte de riscos de ESG aos quais estão expostas. É de suma importância que as companhias tenham ciência das ameaças associadas a estas questões, assim como seus investidores, e que consigam entender as possíveis crises às quais estarão sujeitas caso não consigam realizar uma gestão adequada dos riscos relacionados.

De acordo com o Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial, os riscos referentes ao meio ambiente assumiram, pela primeira vez, as cinco primeiras posições do ranking no quesito probabilidade, além de serem listados como primeiro, terceiro e quarto lugares no quesito impacto. Vale ressaltar que a falha nas ações para as mudanças climáticas assumiu as posições 1 e 2 para impacto e probabilidade, respectivamente.

Outra importante razão que resulta neste olhar voltado para ESG é o fato de que 200 das maiores empresas do mundo já estimaram que as mudanças climáticas podem custar quase US$ 1 trilhão a elas, no caso de uma inércia em relação à questão. Além disso, reconhecem que há oportunidades significativas para o negócio, ao se adotar as estratégias corretas. Tanto essas companhias quanto os bancos centrais veem as mudanças climáticas como um risco sistêmico para o mercado de capitais global e reconhecem que não fazer nenhuma ação não é uma opção.

No momento, mais de 40 bancos já estão examinando como as mudanças climáticas podem ser integradas em seus aspectos econômicos e financeiros. De acordo com o Banco da Inglaterra, por exemplo, empresas de indústrias com base em matrizes não renováveis podem ir à falência se não entenderem o risco de seus modelos de negócio se tornarem obsoletos, à medida que os investimentos seguem para alternativas de emissão líquida zero de carbono. A comunidade de investidores também está respondendo aos riscos climáticos, com o lançamento da Net-Zero Asset Owner Alliance, convocada pela ONU.

Para endereçar estes riscos é necessário trabalhar nas seguintes frentes:

• Melhorar a conexão entre dados financeiros e não financeiros, já que investidores consideram que há um abismo entre eles;

• Construir uma abordagem mais robusta para os riscos de ESG, como o TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), visto por investidores como uma abordagem valiosa para divulgação dos riscos;

• Adquirir maior disciplina nos processos e controles dos relatórios não financeiros, baseando-se em métricas específicas valorizadas pelos investidores, dentro da lógica de análise, visando gerar credibilidade e confiança.

Diante deste cenário, é primordial que governos e empresas identifiquem e priorizem os riscos das questões ambientais, sociais e de governança, desenvolvendo métricas e estratégias para gerenciá-los. Isso se tornará essencial não só para redução das emissões, mas também para desenvolver estratégias de adaptação coerentes, incluindo infraestrutura à prova de clima, preenchendo a lacuna de proteção do seguro e aumentando financiamentos de adaptação público e privado.

Mariana Faria, Gerente Sênior de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas, EY

Fontes:

Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial.
Fifth global institutional investor survey – How will ESG performance shape your future?

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Accelerate2030 é lançado simultaneamente em 16 países para apoiar negócios de impacto

A terceira edição do Accelerate2030 está com inscrições abertas. O programa tem o objetivo de identificar e alavancar o impacto de negócios inteligentes, inovadores e sustentáveis, já colocados em prática, que contribuam para o alcance de ao menos um dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e possam ser aplicados em escala global. A iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Impact Hub foi lançada na última semana em 16 países, incluindo o Brasil, e está com inscrições abertas até 30 de abril pelo site brasil.accelerate2030.net.

Os projetos já apoiados pelo programa já beneficiaram cerca de 890 mil usuários finais, aumentando as receitas dos negócios em 26,7%, em média. Em cada edição, o projeto investe U$ 659 mil – cerca de R$ 2,5 milhões – nos empreendedores selecionados e garante acesso a um programa de aceleração que inclui treinamentos, desenvolvimento de um plano para escala global, fomento a conexões estratégicas e suporte especializado. No Brasil, a expectativa é de que 30 negócios sejam escolhidos.

O Accelerate2030 é composto por duas etapas, uma nacional e outra internacional. Na primeira, os selecionados serão capacitados, terão práticas de mensuração de impacto aprimoradas, elaborarão plano de escala global e terão suporte e contato com especialistas, investidores, mentores e parceiros ao redor do mundo, de acordo com as necessidades de cada negócio. A fase internacional tem início com uma imersão em Genebra, na Suíça, quando os finalistas dos 16 países passarão por diversas rodadas de negócio e serão destaque em eventos globais voltados aos ODS. Após essa imersão, receberão suporte por mais nove meses de organizações internacionais.

Nesta edição do Accelerate2030, a submissão de iniciativas que contribuam com a conservação e com o uso sustentável de recursos marinhos (ODS 14) ou que ajudem a proteger, recuperar e promover o uso sustentável de ecossistemas terrestres (ODS 15) está sendo estimulada pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. “Com quase três décadas de atuação em ações de conservação da natureza, já trabalhamos e apoiamos diversos modelos de iniciativas. Os benefícios oferecidos pela natureza são essenciais para o bem-estar social e para o desenvolvimento econômico. Acreditamos que negócios de impacto em conservação da natureza são importantes aliados dos esforços públicos e filantrópicos com essa finalidade e precisamos de bons modelos que sirvam de exemplo para novas iniciativas”, afirma o coordenador de Negócios e Biodiversidade, Guilherme Karam.

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Transformação digital permitirá à Vivo reduzir em 70% o volume de papel até 2021

A transformação digital protagonizada pela Vivo nos processos internos e serviços voltados aos clientes traz impacto positivo também para o meio ambiente e para sociedade. Somente neste primeiro semestre, a empresa reverteu 7,8 milhões de contratos assinados digitalmente em 2017 no plantio de 24 mil mudas, distribuídas em uma área de 9,6 hectares, o equivalente a dez campos de futebol. A ação, feita às margens do reservatório de Promissão, em São Paulo, resultou na compensação de quatro mil toneladas de CO2, que corresponde a 2,9% das emissões geradas pela empresa no período. Realizada em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, a iniciativa é parte do projeto Paper Less, ou empresa sem papel, que deverá reduzir em 70% o volume de impressões de documentos pela companhia até 2021. Atualmente, o volume médio de impressões da empresa é de aproximadamente 4,4 milhões de folhas ao mês, o que deve ser reduzido para a 1,3 milhões de páginas em apenas três anos.

Para atingir sua meta, a Vivo trabalha em um projeto de reprografia, que prevê a redução máxima de impressões e fotocópias e a digitalização de contratos também junto a fornecedores e clientes B2B.

O projeto piloto, realizado pela área de Patrimônio da empresa, prevê que 1 milhão de contratos/mês sejam assinados digitalmente, o que equivale a 240 milhões de folhas economizadas em um ano. Na repografia, que engloba impressão e cópias de documentos, são impressos aproximadamente 50 milhões de páginas/ano. A redução prevista com a digitalização destes documentos chega a 75%. Entre as iniciativas que permitirão estas mudanças, está a capacitação e conscientização das equipes internas, mudanças em sistemas da empresa e implantação de novas frentes de digitalização. “A Vivo atua em diferentes as frentes para promover a digitalização, tanto internamente como nos pontos de contato do cliente com a empresa.

Com o projeto Paper less, ampliamos nossa atuação sustentável à medida que geramos impacto positivo para a sociedade”, afirma Caio Silveira Guimarães, diretor de Patrimônio da Vivo.

“A parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica no projeto “Florestas do Futuro” nos trouxe esta possibilidade de transformar parte da digitalização dos processos na recuperação das matas ciliares e espécies nativas e de contribuirmos de forma direta para a preservação do meio ambiente”, revela a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas.

Consumo consciente

A iniciativa Venda Sustentável, que permite aos clientes assinarem seus contratos virtualmente, por meio de tablets e recebe-los por e-mail ou acessá-los via site ou aplicativo, também está entre as diferentes iniciativas da Vivo para estimular o consumo consciente e dar aos clientes a opção pelo consumo sustentável. A transformação digital permitiu à companhia ampliar o uso e a eficiência dos atendimentos via app Meu Vivo e aumentar a adoção de faturas digitais pelos clientes para 83% no serviço móvel e 140% no fixo, em 2017. No último ano, foram enviadas pela Vivo 131 milhões de faturas no formato digital.

Em todas as lojas e revendas da operadora também é possível ao cliente participar do programa Recicle com a Vivo, que garante a coleta e destinação adequada de equipamentos, como celulares, carregadores e baterias. Desde que foi implantado, em 2006, o projeto já recolheu 4,8 milhões de itens, garantindo a destinação de 100 toneladas de resíduos. Em 2017, foram recolhidos 122 mil itens, o equivalente a 8,1 toneladas de equipamentos. A empresa também trouxe para o Brasil o selo Eco Rating que classifica com uma nota de 0 a 5 o impacto ambiental dos smartphones, considerando mais de 100 critérios socioambientais. A avaliação, desenvolvida pela ONG Forum for The Future, do Reino Unido, permite aos clientes uma decisão de compra mais sustentável.

Telefônica Sustentável

A Vivo, marca da Telefônica no Brasil, adota um modelo de negócios sustentável, com impacto positivo para a sociedade. Sua capacidade de gerar valor socioambiental está na natureza do negócio, que oferece conexão de qualidade em todo o País. Dessa forma, a empresa leva desenvolvimento aos lugares mais remotos, conectando pessoas no mundo digital. Ao mesmo tempo em que oferece produtos e serviços inovadores, estimula o consumo responsável, reduz o impacto das suas operações e atua pautada em sólidas práticas de governança corporativa.

A empresa é a única operadora de telecomunicações do Brasil a compor por três anos consecutivos o ranking Emerging Market 70 Ranking, da Vigeo Eiris, que aponta as 70 companhias com atuação em mercados emergentes, selecionadas pelo bom desempenho em Sustentabilidade e Governança. A companhia também está presente pelo quinto ano consecutivo no ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (BM&FBovespa), que reúne as companhias com as melhores práticas de Sustentabilidade e Governança.

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Salesforce investe US$ 50 milhões para incentivar empresas a gerarem mudanças sociais positivas

A Salesforce, líder global em CRM, acaba de lançar o Fundo de Impacto da Salesforce Ventures (grupo de investimentos corporativos da empresa). O novo fundo vai acelerar o crescimento de empresas que usam tecnologia Salesforce para enfrentar desafios relacionados ao desenvolvimento da força de trabalho, igualdade, sustentabilidade e setor social.

Fundo de Impacto da Salesforce vai impulsionar empresas e gerar mudanças positivas

A Salesforce acredita que as empresas podem ser plataformas poderosas para mudanças e está comprometida com os interesses de clientes, parceiros, funcionários, investidores, comunidades e, também, com o meio ambiente. “Na Salesforce, o compromisso de fazer o bem é parte do nosso modelo de negócios desde que criamos o pioneiro modelo 1/1/1. Com o Fundo de Impacto da Salesforce, apoiamos uma nova geração de startups focadas em mudanças sociais positivas”, finaliza Suzanne DiBianca, vice-presidente executiva de relações corporativas e Chief Philantropy Officer da Salesforce.

A Salesforce Ventures encontra-se em uma excelente posição para catalisar o crescimento de organizações cujos produtos e soluções beneficiam a sociedade em quatro áreas principais:

●Desenvolvimento da força de trabalho: empresas que possibilitam acesso igualitário à educação para preparar alunos e a força de trabalho para os empregos do futuro.

●Igualdade: empresas que desenvolvem ferramentas para promover oportunidades iguais e empoderamento econômico a mulheres e outras minorias.

●Sustentabilidade: empresas que criam melhor acesso a energia limpa, aumentam a eficiência de recursos e aprimoram o desempenho da cadeia de fornecimento.

●Setor social: empresas que ampliam o impacto de organizações não governamentais e sem fins lucrativos por meio da tecnologia, aumentando a eficiência e a transparência.

O Fundo de Impacto da Salesforce se baseia em investimentos anteriores de empresas que geraram mudanças sociais positivas, e se alinha com o estatuto da Salesforce Ventures de investir estrategicamente em organizações que usam a Salesforce Platform, entregando recursos exclusivos para seus clientes.

Entre as primeiras beneficiadas do fundo estão:

●Angaza: plataforma líder em SaaS (Software-as-a-Service, software como serviço) que permite a fabricantes e distribuidores desenvolver produtos com energia limpa de forma econômica para um bilhão de clientes sem acesso à rede de distribuição.

●Ellevest: plataforma de investimento desenvolvida para mulheres que querem acabar com a diferença entre os sexos nos investimentos.

●Hustle: plataforma peer-to-peer de mensagens de texto que permite a ONGs, instituições educacionais e grupos de interesse se conectarem com doadores e eleitores em escala.

●Viridis Learning: plataforma SaaS para capital humano que usa aprendizagem automática e lógica analítica preditiva para facilitar a descoberta da carreira, criando trajetórias profissionais e alinhando o ensino às necessidades da força de trabalho atual.

A Salesforce Ventures está entre os principais grupos de capital de risco do mundo

A Salesforce Ventures, grupo de investimento corporativo da Salesforce, investe na última geração de tecnologia corporativa para ampliar o alcance da Plataforma Inteligente de Sucesso do Cliente da Salesforce e conectar as empresas aos seus usuários de forma inovadora. Focada no desenvolvimento do principal ecossistema de computação em nuvem, ela é a investidora mais ativa da lista Forbes Cloud 100. Ela também está entre as quatro investidoras de capital de risco mais ativas da CBInsights há quatro anos.

As empresas do portfólio recebem financiamento e acesso ao maior ecossistema de nuvem do mundo, além da orientação dos executivos e profissionais inovadores da Salesforce. Com a Salesforce Ventures, as empresas do portfólio têm acesso à experiência da Salesforce com filantropia corporativa. Elas podem se juntar à Pledge 1% e agregar a prática de retribuir aos seus modelos de negócios. A Salesforce Ventures já investiu em mais de 250 startups de nuvem corporativa em 14 países desde 2009.

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SONDA entra no Índice de Sustentabilidade Dow Jones 2017

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, foi incluída pela primeira vez no Dow Jones Sustainability Index (DJSI) Chile, um índice que inclui empresas com os mais altos padrões de responsabilidade social, ambiental e governança corporativa para a comunidade financeira.

Globalmente, apenas 20 empresas do setor de Tecnologia da Informação, incluindo serviços e software de internet, conseguiram fazer parte de um dos Índices de Sustentabilidade Dow Jones. Entre as empresas listadas estão IBM, Accenture, Fujitsu, Capgemini, Atos, TCS, Visa e Teradata. A SONDA é a única empresa chilena no setor e a segunda na América Latina que se tornou parte desses índices reconhecidos.

As pontuações obtidas pela SONDA nas categorias Customer Relationship Management, IT Security & System Availability e Codes of Business Conduct tiveram destaque e estão bem acima da média e perto dos líderes da indústria nesses aspectos.

As boas práticas sustentáveis em governança corporativa, aspectos sociais e cuidados ambientais estão se tornando cada vez mais populares entre investidores que buscam segmentar empresas realmente preocupadas com o desenvolvimento sustentável de seus negócios e atividades.

A este respeito, o presidente da SONDA, Mario Pavón, declarou a satisfação de ter a companhia reconhecida no Índice de Sustentabilidade Dow Jones como uma empresa líder em sustentabilidade. “Na SONDA acreditamos que a empresa não só deve buscar rentabilidade, mas também contribuir com a sociedade, gerar riqueza e agregar valor para todos, oferecendo um serviço útil e significativo”, finaliza Pavón.

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Equinix fará a maior implantação de células de combustível para o setor de data center

A Equinix, Inc. (Nasdaq: EQIX), companhia global de interconexão e data center, anunciou a assinatura de um contrato de compra de energia (Power Purchase Agreement – PPA) de 15 anos de duração, junto a subsidiária Southern Company, no qual células de combustível da Bloom Energy serão instaladas em doze data centers International Business ExchangeTM (IBX®) nos Estados Unidos. O projeto fornecerá mais de 37 megawatts de energia, com uma instalação em fases que terá início no final de 2017 e seguirá até 2019.

O novo projeto instalará células de combustível em sete data centers IBX da Equinix no Vale do Silício (SV1, SV2, SV3, SV4, SV5, SV6, SV10), três na região de Nova York (NY2, NY4, NY5) e dois na região de Los Angeles (LA3, LA4). Ele se baseiam no programa piloto do data center IBX SV5 da Equinix no Vale do Silício, que iniciou em 2015. Esse investimento é um marco importante no programa de sustentabilidade corporativa da Equinix, que tem como objetivo causar um impacto positivo nos funcionários da empresa, nas comunidades nas quais opera e no meio ambiente.

“Na medida em que os data centers da Equinix, e a interconexão que eles facilitam, tornam-se cada vez mais críticos à infraestrutura do nosso mundo digital, essa expansão de células de combustível é um passo em direção a diminuir o impacto da economia digital no planeta. Este investimento permite que possamos servir nossos clientes com os mais altos níveis de desempenho, ao mesmo tempo em que auxiliamos seus esforços de manter sua cadeia de abastecimento limpa e eficiente”, comenta o presidente da Equinix para as Américas, Karl Strohmeyer.

Além do significativo impacto na sustentabilidade, o projeto fornece energia altamente confiável, 24h por dia, perfeitamente combinada com os requisitos operacionais do data center.

Produção de energia limpa

Com a célula de combustível existente no IBX SV5, e as instalações existentes de célula de combustível em dois IBXs obtidos da Verizon nesse ano (LA7 e NY13), o novo projeto irá trazer à Equinix um total de mais de 40 megawatts de energia fornecida a partir de 15 locais.

Uma vez instalado e em operação, o projeto de célula de combustível da Equinix irá operar com eficiência de líder mundial, fornecendo energia que é 20-45% mais limpa que o serviço equivalente fornecido de geração por gás natural. Durante o tempo de vida do projeto, 660.000 toneladas de emissões de carbono serão evitadas e 87 bilhões de galões de água serão economizados em comparação aos projetos gerados por gás natural ou carvão mineral.

As células de combustível da Bloom Energy utilizam tecnologia proprietária de óxido sólido para gerar eletricidade por meio de um processo eletroquímico limpo, utilizando ar como combustível e resultando apenas em água e uma pequena porção de dióxido de carbono como subprodutos. SOx (óxidos de enxofre), NOx (óxidos de nitrogênio) e emissões de outras partículas formadoras de poluição atmosférica nocivas são virtualmente eliminadas com o uso das células de combustível Bloom Energy.

“Não há maior reconhecimento e validação da nossa plataforma de energia que ter os nossos clientes atuais continuamente expandindo suas instalações de Servidores Bloom Energy. Hoje, a Equinix está fazendo isso de forma grandiosa”, celebra o fundador, presidente e CEO da Bloom Energy, KR Sridhar.

O projeto é financiado pela Southern Company e reflete uma parceria estratégica entre a Bloom Energy e a companhia para apoiar soluções de células de combustível on-site.

“A nossa parceria estratégica com a Bloom Energy foi estabelecida para entregar grande valor aos clientes ao fornecer soluções inovadoras de energia diretamente no estabelecimento do cliente. Esse projeto com a Equinix demonstra ainda que essa abordagem está atendendo às demandas de energia inteligente das principais companhias atuais”, diz o presidente e CEO da Southern Company, Tom Fanning.

Esse projeto irá aliviar o estresse do dia a dia dos provedores de serviços locais, ajudando novas gerações de serviços e fornecendo eletricidade diretamente onde é necessário.

Sustentabilidade

A Equinix recentemente liberou seu segundo Relatório de Sustentabilidade Corporativa anual, que inclui uma revisão do progresso em direção ao objetivo de longo prazo da Equinix de utilizar energia 100% limpa e renovável, assim como o progresso rumo ao outro objetivo da Equinix, de desenvolver uma empresa responsável e sustentável. Desde 2016, a Equinix atingiu 56% de cobertura mundial de energia renovável.

Além dessas iniciativas de células de combustível, a Equinix também está engajada em Acordos de Compra de Energia para energia eólica do Oklahoma e Texas, fornecendo um total de 225 megawatts de capacidade.

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Incubadora abeLLha potencializa o trabalho de novas startups voltadas para resolver problemas socioambientais

Com o objetivo de auxiliar novas startups a potencializarem suas atividades, a incubadora abeLLha, tornou-se referência para empreendedores que estão no começo da jornada, com sua metodologia especializada em alavancar negócios em estágio inicial. Voltada para gerar novas oportunidades para a melhoria da sociedade, a empresa apoia projetos voltados para educação, inclusão de minorias, aumento de renda, saneamento básico, saúde, mobilidade e meio ambiente, baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas) que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030.

A incubadora auxilia no desenvolvimento e soluções de problemas reais de microempresas que tenham fortes modelos de negócio, além de ser a solução para quem busca aprimoramento. Por meio de acompanhamento contínuo e acesso a rede de mentores profissionais com vasta experiência de mercado, a abeLLha possui duas vertentes: incubação para empreendedores, por meio de acompanhamento quinzenal com foco em construir e evoluir no detalhe da estratégia, planejamento financeiro, produto, operações, vendas, marketing e comunicação; e projetos voltados para inovação interna em empresas, onde é aplicada a metodologia de incubação para escalar ideias e inovações que precisam ser maturadas até se acoplarem ao core bussiness e gerarem impacto direto no negócio.

Além disso, a abeLLha possui ferramentas próprias que dão suporte no desenvolvimento desses negócios. O GoodPeople, aplicativo que conecta pessoas que possuam talentos complementares, para que empreendedores consigam encontrar pessoas para auxiliá-los em seus projetos e a plataforma Honeycomb, de gestão estratégica que cria um ambiente transparente e focado em resultados, sem esquecer das pessoas.

O processo de seleção da incubadora se baseia primeiramente na ideia inicial de valor que a startup agrega para resolver problemas na sociedade, no possível impacto de crescimento e escalabilidade e, principalmente, no foco e valores da equipe. “Queremos encontrar projetos que gerem impacto em grande escala e resolvam algum problema recorrente na sociedade. Entendemos que cada um pode ser determinante na mudança que deseja ver no mundo e que podemos fazer o bem e lucrar com isso também”, explica Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha.

Fundada em janeiro de 2016, a abeLLha já incubou mais de 20 projetos. 13% das empresas criaram tração inicial de mercado e caminham para modelos de negócio sustentáveis, fazendo a diferença na vida de milhares de brasileiros. O processo de seleção para 2018 começa no dia 4 de setembro e vai até 16 de outubro.

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Novo programa da Alphaville Urbanismo selecionará startups para parcerias comerciais

O período de inscrições para as startups interessadas em participar do Alpha Inova, organizado pela Alphaville Urbanismo, em parceria com a Innoscience e a Startse, vai até o dia 14 de agosto. Podem se inscrever startups que possuam MVP estruturado e que atuem nos segmentos de Construção e Sustentabilidade, Relacionamento e Atendimento, Processos Internos, Crédito e Cobrança, Marketing e Vendas, além de Comunidade e Serviços.

O Alpha Inova é um projeto inovador no mercado imobiliário brasileiro, onde a maior urbanizadora do país selecionará startups com projetos nos seis segmentos para conectarem-se com suas áreas de negócios e testarem as suas soluções, podendo gerar parcerias comerciais. No dia 1º de setembro aproximadamente 15 startups selecionadas poderão se apresentar em formato de pitch no Alpha Inova Day, para executivos, líderes e colaboradores da Alphaville Urbanismo em São Paulo.

Após a divulgação das selecionadas, ocorre a Semana da Conexão, entre os dias 11 e 14 setembro, quando as startups entenderão os desafios enfrentados no dia a dia dos negócios. No dia 15, elas apresentarão as propostas de projeto piloto, que serão selecionadas pelos líderes da Alphaville Urbanismo para execução a partir de outubro. O programa termina no dia 18 de dezembro, resultando na seleção de startups para se tornarem fornecedoras ou parceiras da Alphaville Urbanismo.

Os interessados podem realizar suas inscrições gratuitamente no site http://alphainova.com/

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Atos: jornada em direção à sustentabilidade

A Atos, líder global em transformação digital, acaba de publicar, pelo terceiro ano consecutivo, seu Relatório Integrado de Responsabilidade Corporativa, em conformidade com as recomendações da Global Reporting Initiative (GRI) e da International Integrated Reporting Framework (IR), entidades de referência para relatórios de sustentabilidade de empresas em todo o mundo.

Desde 2014, a Atos vem cumprindo com sucesso o Serviço de Indexação de Conteúdo da GRI, na abrangente categoria G4. Esse compromisso contínuo demonstra o desempenho de nível internacional da Atos em responsabilidade corporativa e confirma a Atos como uma parceira de negócios confiável e um empregador responsável.

Nesse relatório integrado, a Atos descreve como sua Fábrica de Transformação Digital impulsiona a digitalização de seus clientes e é um modelo de criação de valor para todas as partes envolvidas.

Esta é a essência do novo plano estratégico da Atos, o Ambition 2019: ajudar todos os clientes a se orientarem em direção à transformação digital, proporcionando, ao mesmo tempo, segurança aprimorada, maior poder computacional, transformação das aplicações e colaboração mais eficaz, mantendo, ainda, a disciplina financeira e o desempenho sustentável.

“A sustentabilidade é parte integrante de uma jornada de transformação digital bem-sucedida que crie valor constante para nossos clientes e partes envolvidas e garanta um crescimento sustentável. Tenho orgulho do grande progresso que fizemos na Responsabilidade Corporativa”, comentou Thierry Breton, presidente e CEO da Atos.

“Em 2016, o Índice Dow Jones de Sustentabilidade colocou a Atos no nível Ouro, como empresa mais sustentável do segmento de serviços de TI, tanto no Índice Mundial quanto no Europeu. Nós reduzimos em 50% nossa intensidade de carbono desde 2012, o que levou o CDP a nos classificar como os melhores da categoria em redução de emissões de carbono. Todos esses resultados foram apresentados em nosso Relatório Integrado de Responsabilidade Corporativa 2016, que foi mais uma vez classificado no nível mais alto da opção abrangente G4 pela GRI”, acrescentou Breton.

Compromissos

O Relatório de Responsabilidade Corporativa 2016 e o Documento de Registro estão disponíveis para download em um microssite especial.

A Atos aborda quatro desafios como prioridade:

– Pessoas: Ser um empregador responsável;

– Negócios e Inovação: Gerar valor para os clientes por meio de soluções sustentáveis e inovadoras;

– Ética e Cadeia de Suprimentos: Ser um ator ético e honesto dentro do campo de influência da Atos;

– Meio Ambiente: Administrar sua pegada ecológica corporativa.

Principais destaques de 2016:

– Março: A Atos recebeu, da Crowe Horwath Global Risk Consulting, do IFACI e do escritório de advocacia Dechert, o Prêmio de melhor Monitoramento de Riscos em 2016;

– Abril: O Relatório Integrado de Responsabilidade Corporativa 2015 da Atos recebeu o mais alto nível de reconhecimento de transparência e exaustividade (Categoria Abrangente G4 da GRI);

– Maio: A Atos recebeu status Ouro da EcoVadis por seu desempenho no desenvolvimento sustentável;

– Setembro: A Atos foi reconhecida como tendo o melhor desempenho no segmento de serviços de TI pelo Índice Dow Jones de Sustentabilidade no Mundo (2016 DJSI World) e na Europa (2016 DJSI Europe) (No. 1 em nível Ouro);

– Outubro: A Atos realizou sua reunião anual de Stakeholders Globais em Paris, com uma sessão especial sobre TI Cognitiva na qual foram exploradas suas aplicações e questões éticas;

– Outubro: O Carbon Disclosure Project classificou a Atos como líder mundial, incluindo-a em sua lista “A” do Clima em 2016;

– Outubro: A Atos concordou, em 2016, em constituir uma parceria com a ENS (Ecole Normale Supérieure) Paris-Saclay e a CEA (Comissão de Energias Alternativas e Energia Atômica da França) para criar uma cátedra digital;

– Novembro: A Atos apresentou seu plano Ambition 2019 à comunidade financeira em seu Dia do Investidor, incluindo componentes de responsabilidade corporativa;

– Dezembro: A publicação Journey 2020 explora as tecnologias emergentes e em evolução que moldarão o setor até 2020

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Fundação Amazonas Sustentável e SAP incubam microempreendedores de comunidades ribeirinhas

unnamed (1) Em visita ao Brasil, o CEO global da SAP, Bill McDermott, anuncia um incentivo de R$ 100 mil para a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), organização brasileira não governamental e sem fins lucrativos que, desde 2007, trabalha para promover o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a qualidade de vida de comunidades da bacia amazônica. O valor será destinado à Incubadora de Negócios Sustentáveis da Fundação, criada para promover ações de consultoria especializadas no aperfeiçoamento da gestão dos pequenos empreendedores da região.

A nova contribuição da SAP baseia-se numa parceria bem-sucedida com a FAS, que inclui a doação de software e suporte tecnológico SAP Business One para a Unidade de Processamento de Produtos Florestais que a entidade opera na comunidade Bauana, na floresta amazônica. A solução de software da SAP é utilizada por jovens empreendedores dessa área remota para melhor gerenciar a coleta, processamento, produção e distribuição de produtos à base de plantas e sementes (óleo e polpa de frutas) para as indústrias de cosméticos e alimentos no Brasil.

“Proteger os recursos florestais da bacia amazônica com uma atividade sustentável que também promova o desenvolvimento econômico e social das comunidades nessa região sensível tem implicações de longo alcance – tão vitais quanto a qualidade do ar que todos respiramos. A FAS está produzindo um grande impacto, não só local como mundial”, disse Bill McDermott. “A SAP fica extremamente satisfeita em colaborar com a FAS, o que nos permite dar continuidade à nossa missão de ajudar o mundo a funcionar melhor e a melhorar a vida das pessoas”, acrescentou.

A SAP tem uma parceria com a FAS há mais de dois anos. Além de fornecer a solução SAP Business One para gerenciar a colheita e processamento sustentável de sementes e frutas usadas nas indústrias de cosméticos e bebidas no Brasil, a empresa também doou a solução SAP BusinessObjects Lumira à FAS. Com esse painel em tempo real, a organização sem fins lucrativos tem a capacidade de tomar decisões oportunas, mais eficientes e precisas, ao implantar recursos para apoiar seus projetos, e proporcionar aos stakeholders uma maior visibilidade em suas operações. Além de economizar tempo e dinheiro, é possível ajudar a salvaguardar vidas humanas, preservando ainda recursos naturais valiosos.

“O apoio contínuo da SAP, incluindo esta contribuição financeira para a Incubadora de Projetos Sustentáveis, é fundamental para manter as iniciativas de empreendedores ribeirinhos nas comunidades das reservas de desenvolvimento sustentável”, diz Virgilio Viana, superintendente geral da FAS. “Nossa organização trabalha com 581comunidades na floresta amazônica, e tem um impacto em mais de 40 mil vidas. Com a ajuda de parceiros como a SAP, podemos ajudar microempreendedores que mantêm, por exemplo, pousadas e lojas de artesanato em comunidades ribeirinhas, a desenvolver uma gestão sustentável, da administração financeira ao desenvolvimento do mercado “, destaca.

Além da consultoria de planos de negócios, a Incubadora de Empresas Sustentáveis apoia a gestão financeira dos empreendedores e desenvolve novos meios potenciais de acesso ao mercado. Já estão sendo incubadas a Fábrica de Cacau na Comunidade do Verdum (RDS do Madeira); a Casa de Farinha na Comunidade São Felix (RDS do Juma); a Empresa de Base Comunitária do Bauana (RDS Uacari) e a Pousada Garrido, na Comunidade Tumbira (RDS Rio Negro).

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