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Startup devolve dinheiro gasto em compras

Imagine que você chega em um posto de gasolina e pede para o frentista encher o tanque do seu carro. Já pensou que legal se parte do valor que foi pago retornar como Cashback, podendo usar em restaurantes, pizzarias, salão de beleza, e até solicitar um cartão pré-pago para utilizar?

Esta é a proposta da Connecty Pay, startup curitibana que chega ao mercado brasileiro com o objetivo de otimizar a relação das pessoas com o dinheiro, devolvendo parte do valor gasto nas compras online ou em lojas físicas através do sistema de Cashback. Além de oferecer promoções exclusivas, o aplicativo Connecty Pay é gratuito e está disponível para o usuário baixar nas plataformas iOs e Android.

A fintech paranaense atua na otimização e inovação do sistema financeiro, ampliando o poder de compra dos usuários e maximizando o controle de caixa das empresas que utilizam a POS Smart Connecty, a máquina de cartão própria da Connecty Pay.

“Em pouco mais de 7 meses de operação, a Connecty Pay já movimentou quase R$ 1 milhão em uma base de 100 mil usuários cadastrados. Com as vantagens que oferecemos eles retornam aos estabelecimentos credenciados e fazem novas compras. Nossa empresa criou uma relação de ganha-ganha entre lojistas e usuários: enquanto o lojista vê aumentar o movimento em seu estabelecimento, e consequentemente nas suas vendas, o usuário recebe, na hora, em Cashback, parte do dinheiro investido para gastar como bem entender”, explica Rafael Belon, CEO da Connecty Pay.

Para garantir a segurança dos dados dos usuários e de todas as transações financeiras, a empresa tem certificação PCI DSS (Payment Card Industry – Data Security Standard), indispensável para quem armazena, transmite ou processa informações sigilosas, estabelecendo rígidos padrões de segurança para os pagamentos online.

CASHBACK

Ao pé da letra, a palavra em inglês significa “dinheiro de volta”.

Em operação nos Estados Unidos desde o final dos anos 90, a proposta do sistema de Cashback está cada vez mais popular no Brasil, devolvendo aos clientes parte do dinheiro gasto na compra de produtos duráveis e não-duráveis.

Cashback não é um programa de fidelidade. Ao invés de juntar pontos e trocar por recompensas, o usuário acumula parte do dinheiro gasto nas suas compras do dia a dia e pode gastar o saldo como quiser.

Funciona assim: com a Connecty Pay, o usuário tem duas opções para ter parte do dinheiro de volta. A primeira é pagando nas máquinas de cartão disponíveis nas lojas conveniadas. A outra é pelo aplicativo gratuito da Connecty Pay, onde o cliente pode receber até 10% do valor gasto, além de participar de promoções exclusivas que garantem o retorno cumulativo de até 50% ou mais sobre o valor da aquisição.

A tecnologia da Connecty Pay é segura, certificada e oferece vantagens reais aos lojistas e aos usuários. “As ferramentas tecnológicas estão sendo cada vez mais utilizadas nas compras do varejo. Quando entram em nosso sistema, os usuários podem buscar pelos estabelecimentos usando a geolocalização, além de ter acesso a promoções e outros benefícios, oferecendo uma experiência de compra completa para o cliente e lojista”, afirma Rafael.

Com o objetivo de aumentar a percepção das pessoas quanto à importância da economia familiar, a empresa firmou parceria com instituições como a Rede, Visa, Banco Itaú, Sulamérica, Verifone, Shell e Petrobrás.

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HubSpot e AWS se unem para oferecer serviços focados em startups

A HubSpot, plataforma líder de CRM, marketing, vendas e atendimento ao cliente, e a Amazon Web Services (AWS) anunciam parceria para ajudar startups em todo o mundo a crescerem melhor. Juntas, as organizações passam a oferecer serviços e benefícios adicionais para os participantes dos programas das empresas voltados para startups: AWS Activate, HubSpot for Startups e Connect. Os programas têm como objetivo a oferta de recursos, treinamento e suporte para as empresas que estão iniciando no mercado e buscam ferramentas de qualidade e melhor custo-benefício.

Atualmente, a HubSpot já fornece aos membros do AWS Activate acesso ao software HubSpot for Startups, que inclui valores especiais no HubSpot Growth Suite, orientação executiva, conteúdo educacional adaptado para esse modelo de negócio e outras vantagens. Com a parceria, a AWS, focada em infraestrutura de serviços de computação em nuvem, passa a fornecer assinaturas e créditos para o programa AWS Activate para as startups participantes do programa Connect e HubSpot for Startups.

No programa Connect, a AWS passa a apoiar a iniciativa co-investindo para criar um ecossistema para os parceiros da HubSpot, com conteúdo adaptado aos desenvolvedores. Os integrantes do Connect também podem aproveitar os serviços da AWS e receber créditos que podem ser aplicados à sua conta.

Segundo Dharmesh Shah, CTO e co-fundador da HubSpot, a missão da empresa é ajudar milhões de organizações a crescerem e a parceria com a AWS ajuda a atender melhor à comunidade de startups nesse sentido. “Sou um defensor de startups desde que a HubSpot foi uma. Estamos orgulhosos de selecionar a AWS como nosso provedor de nuvem para executar nossas áreas de marketing, vendas e Service Hubs e esperamos expandir o uso de seus serviços para beneficiar empresas em crescimento”, explica.

Os interessados em participar do programa das empresas podem se inscrever diretamente no site da empresa:

https://www.hubspot.com/startups/partners/aws?_ga=2.180695655.1996923504.1545229320-926150863.1535028861

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Omiexperience abre primeiro lote de ingressos para festival de empreendedorismo

A Omiexperience, startup que fornece a mais completa plataforma de gestão em nuvem para pequenas e médias empresas, acaba de abrir as vendas do primeiro lote de ingressos para o We Are Omie, evento de empreendedorismo que no ano passado atraiu mais de 2800 pessoas. Os ingressos podem ser adquiridos no link www.eventbrite.com.br/WeAreOmie19.

O We Are Omie, que neste ano acontece no dia 8 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, é uma oportunidade única de networking e aprendizado prático para empreendedores e contadores brasileiros. O encontro traz cases de sucesso práticos e conteúdo relevante, além de análises e tendências da contabilidade e do empreendedorismo mundial com o objetivo de apontar caminhos para um futuro próspero e de permanente evolução.

Em 2018, o evento contou com palestra magna do economista Ricardo Amorim e palestras sobre a jornada do consumidor, da diretora LATAM da Winning By Design, Renata Centurion; sobre a importância de metodologia em vendas, de Gilberto Cunha Jr., Head da Omie Academy da Omiexperience; sobre construção de marca, do fundador da agência Fábrica e mentor da Endeavor Brasil Luiz Buono; e sobre inovação e resultados, ministrada por Kip Garland, o fundador da primeira consultoria de inovação da América Latina, a innovationSEED, entre outras.

O We Are Omie é dividido trilhas de conteúdo adaptadas aos diferentes públicos do evento. Na trilha Gestão Empresarial Transformadora, empreendedores de sucesso compartilham dicas para uma maior produtividade, menos burocracia, otimização de processos, análise e interpretação de dados e potencialização dos lucros. Já a trilha Marketing e Vendas de Resultado é focada em processos de marketing voltados para tornar uma marca referência no mercado de forma a potencializar seu crescimento exponencial. Por fim, a trilha A Empresa Contábil Perfeita traz insights para contadores e empreendedores contábeis com relação ao novo mundo da contabilidade, que inclui automação de processos, análise e interpretação de dados, consultoria contábil e gestão de crise.

Nesta edição, o We Are Omie oferece ainda um aplicativo que conecta empreendedores de áreas correlatas, o MatchBusiness, que otimiza o networking entre pessoas que podem de fato suprir as necessidades umas das outras.

Outra grande aposta do evento são as sessões de Speed Mentoring, ou mentoria rápida, com grandes mentores, que vão tratar as principais dores do empreendedorismo e da jornada de crescimento,em momentos de bate-papo, com dão orientações e dicas práticas e dicas.

O evento faz parte de uma série de iniciativas da Omiexperience, embaixadora da #culturadocrescimento, visando a ferramentalizar empresários e contadores, de forma a desenvolver o mercado do país como um todo, cumprindo assim seu propósito de levar prosperidade para o ecossistema de PMEs brasileiro.

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iClinic adquire a base da indiana Practo no Brasil e abre temporada 2019 de aquisições

A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, começa 2019 com aquisições. A empresa acaba de adquirir a base de clientes da empresa indiana Practo no Brasil, que oferece um software de gestão e agendamento online.

A aquisição faz parte de um forte processo de expansão da iClinic. Ano passado a empresa realizou o mesmo movimento com outras duas empresas, dentre elas a carteira de clientes da P2D Prontuário Universal, que possuía um sistema de prontuário eletrônico. Para este semestre, estão previstas mais duas aquisições. A iClinic estima que as cinco aquisições juntas devam somar mais de 6 mil clientes à base da companhia e acrescentar R$ 20 milhões de faturamento nos próximos dois anos.

De acordo com o fundador e CEO da iClinic, Felipe Lourenço, as aquisições são um meio de acelerar o crescimento da empresa. “O mercado ainda carece de soluções de ponta quando o assunto é tecnologia aplicada à gestão em saúde. Clínicas e consultórios ainda sofrem com problemas básicos da falta de digitalização como a grande ineficiência gerada pela dependência do papel, baixa presença online e dificuldades na gestão do negócio. A tecnologia já está disponível, o que precisamos é apresentá-la ao médico, colocá-la em seu campo de visão e deixar claro os benefícios para o exercício da medicina. As aquisições visam reforçar o nosso acelerado ritmo de expansão e tendem a acelerar essa aproximação”, explica.

Digitalização potencializa Telemedicina

Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou a realização de consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de atendimento à distância. Formado em Informática Médica e especialista em Gestão de Saúde, ambos pela USP, Lourenço vê a autorização com otimismo, mas pondera que o processo tem que ser implantado com responsabilidade e cautela.

“É curioso porque quando falamos em tecnologia aplicada à medicina, a barreira não é a viabilidade técnica, mas sim cultural e regulatória. Por isso esse posicionamento do CFM é importante. Agora se quisermos falar em saúde digital e Telemedicina em todo o seu pleno potencial, temos que começar da base. De maneira simples, o que quero dizer é que hoje temos um bocado de sistemas com tecnologias ultrapassadas em clínicas e consultórios, que na grande maioria das vezes não se conversam. Para se falar em saúde digital em grande escala, três etapas são essenciais: digitalização, padronização e conexão. E esse é o papel da iClinic nesse ecossistema”, finaliza.

Desde sua fundação, em 2012, a health tech já beneficiou mais de 18 milhões de pacientes por meio de 80 milhões de atendimentos.. Atualmente, sua solução é usada em mais de 930 cidades em cerca de vinte países, especialmente Brasil e Angola.

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Startup focada em saúde vence GIC 2018 e ganha aceleração e mentoria nos EUA

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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InstaCarro recebe aporte de R$ 17 milhões e completa mais de R$ 100 milhões em fundos de investimentos recebidos

O ano de 2018 foi de mudanças para a InstaCarro, startup que viabiliza negócios rápidos, seguros, transparentes e com os melhores preços de lojas e concessionárias para quem quer vender o carro. A empresa ganhou ainda mais fôlego e notoriedade no cenário brasileiro e anuncia planos de expansão arrojados. Com um novo aporte, dessa vez de R$ 17 milhões, provenientes dos fundos de investimentos FJ Labs, Lumia, Hummingbird e Rise, a companhia somou um total de mais de R$ 100 milhões já recebidos desde sua chegada no mercado brasileiro, no final de 2015.

O cenário é reflexo do modelo de negócios da InstaCarro, baseado na praticidade e muita facilidade na hora de compra e venda de um carro. Com o novo aporte, a empresa vai investir em expansão regional, chegando às cidades de Curitiba, Porto Alegre, ambas no modelo B2B, e Belo Horizonte, Santos, Ribeirão Preto, Campinas e interior, no modelo B2C.

Para a atuação regional, a companhia terá um Gestor Nacional para Varejo. “A escolha dessas regiões se deu por conta do potencial de crescimento que apresentam. Não descartamos a possibilidade de expandir ainda mais. A ideia é estar também no mercado Latino Americano, iniciando pela Argentina, nos próximos cinco anos”, explica Luca Cafici, CEO e Fundador da InstaCarro, que é argentino e conta sobre os planos internacionais também por conta de sua naturalidade e forte conhecimento desses mercados.

O aumento da rede de parceiros (canais para vistoria, inspeção e avaliação) também faz parte das iniciativas. Atualmente, na capital paulista são 10, mas o objetivo é chegar a 50 até o final do ano. Para isso, a InstaCarro anuncia a criação de um plano de canais para expandir de forma escalável.

Com uma cultura altamente enraizada em tecnologia, grande parte do investimento será feita na plataforma que faz a empresa girar de maneira ágil. “Aqui enxergamos a tecnologia como investimento e jamais um custo. Quanto maior a robustez, mais a empresa evolui e proporciona benefícios para os mercados B2B e B2C como um todo”, completa Cafici.

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Dandelin participa do Health Innovation Summit

A Dandelin, startup que conecta pacientes a médicos, facilitando o agendamento de consultas e socializando os custos reais entre todos os membros de sua comunidade, estará presente no Health Innovation Summit. O evento reunirá profissionais de inovação e tecnologia focado no ecossistema de saúde do Brasil e do mundo no dia 8 de agosto, das 9h às 17h30, em São Paulo.

O CEO da Dandelin, Felipe Burattini, participará de painéis de discussão que incluem experiências de startups emergentes de saúde e modelos inovadores de gestão e operacionalização, sempre com o intuito de encontrar soluções úteis e sustentáveis que mudem o sistema de saúde e gerem um novo modo de se relacionar com clientes e pacientes.

“Precisamos pensar em novas propostas para o defasado sistema de saúde brasileiro, por isso é muito importante que eventos como esse aconteçam”, destaca o CEO e fundador da Dandelin, que explica a proposta da startup: “Criamos a Dandelin com a missão de oferecer acesso simples, justo e humano aos serviços médicos. Nós queremos democratizar a saúde no Brasil “.

Com o app Dandelin, os usuários não pagam o preço da consulta, mas uma mensalidade variável, que é dividida igualitariamente entre todos os membros da comunidade e nunca ultrapassará R$ 100. Os usuários ficam livres para marcarem suas consultas médicas com rapidez, sem vínculos com empresas ou custos fixos.

Como são realizadas nos consultórios dos profissionais cadastrados, o paciente pode procurá-los por localização, especialidade, disponibilidade de agenda, sintomas ou pelo nome do médico desejado.

O aplicativo opera de maneira completamente transparente, permitindo que os usuários vejam os demonstrativos financeiros para entender como é composto o custo mensal de cada membro da comunidade.

Health Innovation Summit

Dia 8 de Agosto de 2018, das 9h às 17h30.

Ahoy Berlin – Av. Prof. Manuel José Chaves, 291 – Alto de Pinheiros, São Paulo.

Inscrições pelo site: http://bit.ly/2NDP7Bm.

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CTI anuncia startup especializada em Data Science

Com o apoio da Tech Data, a CTI, canal parceiro da distribuidora há vários anos, anuncia o lançamento da startup Daisy Project, especializada em Data Science, ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados.

“Tudo começou com um trabalho que realizamos em conjunto com a Tech Data para o Boticário”, explica Francisco Loschiavo Neto, um dos diretores da CTI. “O Daisy Project está focado na oferta de soluções para negócios, envolvendo supply chain, planejamento de demanda e conceitos de inteligência artificial. Nossa oferta está voltada prioritariamente não para a área de TI, mas para projetos que tenham relação direta com ganhos financeiros”, detalha Loschiavo, apontando como alvos da startup as áreas de negócios, marketing e também financeira.

Com a proposta de solucionar problemas com elevado índice de complexidade, ofertando alto valor agregado, o Daisy Project nasce apostando no grande potencial da indústria de consumo no Brasil. Para se ter uma ideia, somente na área de produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) o país é atualmente o quatro maior mercado consumidor mundial.

“As técnicas tradicionais de previsão não conseguem atender o dinamismo presente no planejamento do mercado de produtos de consumo e de outros segmentos, o que abre uma ampla janela de oportunidades para a nova empresa”, resume Donald Neumann, chief data science officer (CDSO)da startup. Na visão do executivo, o Daisy Project tem a missão de incorporar Data Science ao processo decisório das empresas. “Já contamos com dez prospects e projetamos dobrar o tamanho da CTI apostando nessa tecnologia que entendemos ser o futuro da gestão das empresas”.

Para Carla Carvalho, diretora-executiva da Tech Data para o Brasil, “o Daisy Project é um exemplo da importância da estratégia colaborativa que adotamos com nossos parceiros comerciais, buscando sempre o desenvolvimento de soluções que resultem em ganhos reais para o cliente final”.

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Startup Kokar capta meio milhão de reais em sua segunda rodada via EqSeed

A startup capixaba do setor de automação residencial Kokar acaba de captar R$ 500 mil via EqSeed. Esta é a segunda rodada de captação que a startup conclui pela plataforma. Além disso, é a primeira das empresas investidas via EqSeed a realizar follow-on funding, isto é, uma nova captação em volume maior devido ao crescimento e aos novos objetivos da empresa. Para o investidor, o sucesso da rodada representa um aumento de 60% no valor do seu investimento inicial e elevação real da probabilidade de uma saída futura lucrativa, objetivo principal de quem investe em startups.

“O grande atrativo de se investir em startups é o potencial de longo prazo das empresas e a possiblidade de venda da participação no futuro, obtendo um grande lucro. Mas essas ‘saídas’ não acontecem do dia para noite e por isso, nos anos iniciais, startups focam muito em mostrar progresso para os seus investidores. Novas rodadas de investimento pela empresa demostram exatamente isso: progresso, prova de tração, uma valorização no papel que indica uma probabilidade aumentada de ganhos de capital a serem realizados no longo prazo. Em resumo, é o melhor cenário possível para o investidor”, afirma o sócio-fundador da EqSeed, Brian Begnoche.

O crescimento da Kokar se prova em números. Mesmo diante à maior recessão econômica da história, os índices da startup são significativos. Em 2016, enquanto o setor como um todo cresceu 30%, a Kokar cresceu 224%, quase oito vezes mais. Se considerado o período de 2015 a 2017, a expansão foi de 433%. Atualmente, os mais de 125 sistemas e 650 módulos da empresa estão instalados em 12 estados brasileiros e na Argentina. Tal desempenho fez com que a empresa fosse selecionada novamente no processo seletivo da plataforma.

“Estamos contentes com o desempenho da empresa e satisfeitos em apresentar estes resultados aos nossos investidores. Mais de 50% dos investidores da rodada inicial exerceram seu direito de preferência, investindo em nossa empresa nesse novo valuation para evitar qualquer diluição da sua participação original. Esse fato, junto aos 48 novos investidores que investiram nessa rodada, são sinais muito fortes da confiança do mercado em nosso produto e execução. Esse apelo contínuo junto a uma base qualificada de investidores nos estimula e é uma evidencia de que estamos no caminho certo”, avalia o CEO da Kokar, Renan Santana.

De acordo com o executivo, com essa nova captação, a meta é uma forte expansão. “Nosso objetivo é aumentar mais agressivamente nossa equipe de vendas e desenvolvimento, e explorar um novo mercado de autosserviço e vendas online. Vamos oferecer ainda produtos Plug-and-Play, fazendo algo semelhante com o que aconteceu no mercado de caixas de som com a tecnologia bluetooth, oferecendo um produto de alta tecnologia com um visual ‘clean’ e um bom preço para pequenos projetos de automação residencial, visando atrair entusiastas e fortalecendo ainda mais a nossa marca”, detalha.

Amadurecimento

A Kokar é um forte exemplo do amadurecimento das startups selecionadas pela EqSeed. De 2016 para cá, a plataforma já concluiu 15 rodadas de investimento, com valores individuais entre R$250mil e R$600mil para startups na fase de seed capital, totalizando R$6 milhões investidos em empresas selecionadas. Este valor está crescendo rapidamente, especialmente após a publicação da regulamentação especifica do mercado em 2017 e aprovação da EqSeed pela CVM em janeiro deste ano.

“Atualmente, mais 5 das 15 empresas investidas via EqSeed estão em negociações avançadas para realizar suas rodadas de investimento follow-on, algumas por meio de nossa plataforma, como a Kokar, outras com novos investidores. Mas o movimento de expansão e de fortalecimento dessas empresas como ativo financeiro vem se mostrando notável”, pontua Begnoche.

Outro indicador do potencial das startups está no tamanho dos volumes captados. Recentemente, a EqSeed lançou suas primeiras rodadas de investimento Venture Capital via equity crowdfunding. A startup de eficiência energética GreenAnt está buscando R$1,6 milhão por meio da plataforma. Já a cervejaria 3Cariocas está captando R$2 milhões.

“Estamos seguindo o mesmo caminho dos mercados fora do Brasil, que depois dos primeiros anos de operações começaram a apresentar follow on funding, rodadas venture capital e ganhos no papel, como precursor para as saídas lucrativos que vem a partir de 4 ou 5 anos pós investimento. Diversificar a carteira via investimentos em startups é uma tendência mundial, e com cada vez mais exemplos de saídas lucrativas no mercado, não é difícil entender o porquê”, finaliza Begnoche.

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O que as fintechs de crédito têm a oferecer para o investidor brasileiro – Por Leonardo Rebitte

O mercado financeiro brasileiro ainda é considerado um dos mais tradicionais em relação aos produtos disponíveis: Poupança, Tesouro Direto, ações na Bolsa de Valores, títulos de crédito como LCIs e LCAs e empréstimos como os CDBs, fundos de renda fixa, previdência privada, entre outros, são apenas alguns exemplos.

E mesmo com tantas escolhas, o Banco Central registra que atualmente o Brasil possui mais de 21.700 agências bancárias em seus 5.588 munícipios, e por baixa movimentação ou falta de segurança, se movimentam para fechar agências e baixar custos. Em 2017, o IBGE registrou que 60 milhões de brasileiros maiores de idade eram desbancarizados e essa parcela chamou a atenção das fintechs, por oferecerem novos serviços sem vínculos com outras instituições financeiras.

Nesse cenário onde o modelo bancário está em constante retração, com diminuição de número de agências, redução de funcionários, entre outros pontos, as fintechs de crédito tonaram-se uma solução disruptiva em um sistema bancário que há muito tempo não inova suas práticas.

Com a chegada ao mercado brasileiro, essas fintechs possibilitaram que os pedidos e concessões de empréstimo se tornassem mais simples e descomplicadas, sem grande parte das burocracias exigidas no sistema bancário tradicional. No sistema de empréstimo peer to peer, por exemplo, permite que o investidor defina o valor que será emprestado, em quantas parcelas poderão ser pagas, dia ideal do pagamento e qual o valor da taxa de juros que será aplicado ao empréstimo.

Enquanto a poupança oferece rendimento de 4,9% a.a, a Selic de 7% a.a, o CDB de 9,34% a.a, em um prazo de 12 meses, o rendimento concedido em um empréstimo em uma fintech pode alcançar até 115%, 20 vezes mais que a poupança, de acordo com levantamento da Mutual

Além disso, essas empresas apostam na transparência e em um contato mais direto entre os tomadores e os investidores. Isso corrobora para que o investidor tenha mais controle e informações sobre os seus recursos, sem ficar preso a linguagem bancária ou as instruções de seu gerente.

Além de atrair novos clientes, as fintechs de crédito vêm há mais de 10 anos provando como movimentar a economia de modo saudável. A exemplo do que já acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde esse modelo de negócio tem contribuído para a movimentação do mercado financeiro. Por outro lado, a China também desponta como líder mundial nesse cenário, país onde grande parcela de seus habitantes não tem acesso aos bancos.

A segurança aumenta cada vez mais quando o assunto são transações por meio das fintechs. Com ferramentas que analisam os riscos para cada tipo de operação apoiadas em diversos tipos de informação, principalmente do SCR – Sistema de Informações de Crédito do Banco Central, onde são avaliadas centenas de critérios em um processo rigoroso que resulta em uma nota de crédito para cada solicitação, a população ganha mais um aliado na hora de pedir empréstimo.

Esse é apenas o início de uma nova prática, que irá se popularizar à medida que as fintechs fizerem parte da carteira de investimentos e se tornarem mais competitivas em seus mercados de atuação.

Leonardo Rebitte, CEO e sócio fundador da Mutual, plataforma de empréstimo entre pessoas.

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Startup torna logística 4.0 acessível a PMEs

Startups têm sido grandes aliadas das empresas para ganhar eficiência na logística – área responsável por boa parte dos gargalos na produção. De acordo com a consultoria ILOS, os custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB brasileiro e cerca de 8% da receita líquida das empresas. De pequenas companhias a gigantes, gestores apostam em novas soluções para aprimorar a área.

É o caso da LinkApi, que vem crescendo rapidamente – em menos de 1 ano já faturou mais de R$ 1 milhão – oferecendo uma solução inédita no Brasil e no mundo: uma ferramenta com baixo custo e de fácil implementação para integrar todos os sistemas de uma empresa – permitindo uma logística mais inteligente e econômica.

“Com a revolução da nuvem e softwares cada vez mais focados em uma funcionalidade, as empresas começaram a contratar cinco ou seus sistemas para resolver questões específicas. Mas logo perceberam um problema: é preciso integrar tudo isso para ter eficiência e melhorar a experiência de compra para seus clientes. Por exemplo, uma loja virtual precisa que tudo esteja alinhado: estoque, envio dos produtos, notas fiscais”, explica Thiago Lima, CEO do LinkApi.

Dor de cabeça das empresas

Integração entre sistemas, no entanto, costuma ser um trauma para programadores, pois há inúmeros tipos de linguagens e códigos. A startup inovou ao criar uma linguagem universal de comunicação com qualquer aplicação, de qualquer ecossistema, desde plataformas de e-commerce, CRM’s, ERP’s, sistemas de finanças e logística, com mais de 150 aplicações. Outra inovação é o modelo marketplace, denominado “Integration Store”, onde o cliente tem à disposição – em um ambiente único, como em uma loja de aplicativos – integrações diversas para suas necessidades e poderá escolher, de forma personalizada, o que deseja oferecer aos seus usuários.

“A ferramenta pode ser usada por qualquer empresa que precisa integrar sistemas. Na área de logística, temos grandes cases – tanto companhias que melhoraram seu processo logístico, quanto empresas de logística que usam a ferramenta para se comunicar com o sistema de seu cliente”, explica Lima.

Logística 4.0 e Omnichannel

Inovações promovidas pelas startups, como a “loja de integrações”, aproximam PMEs de algo até então só possível para as gigantes, como a Logística 4.0, com processos conectados e eficientes, e omnichannel, com convergência dos pontos de venda. “Um dos primeiros passos para quem está aderindo ao omnichannel é ter atenção com as integrações entre seus canais. De nada adianta comprar no site, por exemplo, e ao chegar na loja não encontrar o pedido pronto. Com esta nova tecnologia, não é preciso investir bilhões para garantir que seus canais estejam integrados”, afirma Thiago.

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7 dicas para quem quer fundar uma startup

Dois em cada três jovens brasileiros desejam empreender, mas a maioria não sabe por onde começar, segundo uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro divulgada este ano. Pensando nisso, a Udacity estruturou um passo a passo simples sobre como escolher uma ideia, definir seu segmento de clientes, validar hipóteses, criar um produto mínimo viável, estruturar seu pitch e arrecadar fundos, além de montar a equipe ideal.

Confira as dicas de Renata Goldfarb, gerente de produtos responsável pelo curso Nanodegree Startup Founder da Udacity — conhecida como a Universidade do Vale do Silício:

1º passo: escolha uma ideia

Para definir seu ponto de partida, a ferramenta mais recomendada é o Canvas. Ele possui 9 componentes a serem respondidos ao longo do processo de criação da sua startup: proposta de valor, segmentos de mercado, canais, relacionamento com clientes, atividades-chave, recursos-chave, parcerias-chave, fontes de receita e estrutura de custos.

Nesse primeiro passo, comece pela proposta de valor: ela te ajudará a definir o foco do seu negócio, que deve ser disruptivo. Ela normalmente é construída em cima de uma frase inspiradora, que se inicia com um verbo e esclarece todo o objetivo do negócio.

Caso você ainda não possua uma ideia, é possível começar a pesquisar problemas existentes que você tem interesse em resolver. Também é importante saber qual é o tamanho do seu mercado, compreendendo qual será a demanda para a sua solução. Se o seu mercado total disponível não é de mais de R$ 1 bilhão, por exemplo, você provavelmente não terá uma ideia competitiva o suficiente para participar de rodadas de investimento.

2º passo: defina seu segmento de clientes

Em seguida, é preciso saber — da forma mais precisa possível — qual é o segmento de clientes em que você irá atuar. Para isso, é preciso criar a sua “persona”: um detalhamento minucioso de quem será o cliente típico que consumirá seu produto ou serviço, passando por informações como comportamento, características demográficas, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

Em adição a isso, também é preciso se atentar ao Job to be done. Segundo o professor de Harvard Clayton Christensen, quando alguém compra um produto, sua intenção é “realizar um trabalho específico”. Ou seja, o cliente tem uma necessidade a ser resolvida que, geralmente, está ancorada em características funcionais, emocionais, pessoais ou sociais.

3º passo: valide hipóteses

Esta é uma fase de pura pesquisa, na qual você precisará ouvir empaticamente o seu potencial cliente — no ambiente dele —, entendendo também se a operação será B2C ou B2B. O objetivo é encontrar o Product market fit, ou seja, a relação e conexão entre a sua ideia e o cliente.

Existem três perguntas a serem respondidas durante esta etapa: “quais as dores que o cliente sente?”; “quais os ganhos que minha proposta de valor gera para ele?”; e “quais as tarefas necessárias para que isso aconteça?”.

Após esse levantamento, pode ser que você perceba que a sua hipótese estava parcial ou totalmente incorreta. Mas não desanime: essa descoberta é essencial para que você retome o seu Canvas e adapte-o. Quanto antes você identificar isso, mais próximo você estará do que é uma startup, segundo Steve Blank: “Startup é uma organização temporária projetada para buscar por um modelo de negócios escalável e repetível, que atua num ambiente de extrema incerteza”.

4º passo: crie o MVP (produto mínimo viável)

Criar o seu primeiro MVP também deve estar entre as prioridades de quem deseja fundar uma startup. O seu produto mínimo viável, inclusive, pode ser algo bastante simples, de baixa fidelidade, ou até mesmo uma landing page do produto. Trata-se de um protótipo que será utilizado para validar as hipóteses definidas na etapa anterior — por isso, esses dois passos devem acontecer, preferencialmente, de forma simultânea.

Aqui já é, também, o momento ideal para definir modelo de receita e estrutura de custos, de modo que você comece a entender como vai ganhar dinheiro. Importante: você já pode começar a monetizar desde o primeiro dia com o seu MVP, comprovando que o negócio é viável.

Após essa fase de validação, pode existir a necessidade de pivotar sua ideia, isto é, mudar o seu modelo de negócios a fim de adaptá-lo à necessidade do seu cliente.

5º passo: estruture seu pitch

Pitch nada mais é do que uma apresentação curta, de 3 a 5 minutos, realizada com o objetivo de despertar o interesse de quem está te ouvindo. De forma sucinta, ela explica qual problema a sua startup está disposta a resolver, qual o seu diferencial na comparação com as demais ideias e como você vai ganhar dinheiro com isso.

Em competições, apresentações e eventos, existem dois tipos mais comuns: o pitch em si, apresentado de forma verbal, e o “pitch deck” — um material mais completo, enviado para o investidor entender sozinho tudo que contempla seu negócio. Entre os tópicos mais comuns, o empreendedor pode abordar temas como problema a solucionar, vantagens do produto ou serviço, entendimento do mercado, modelo de negócio, investimento necessário, teste com usuários, etc.

6º passo: arrecade fundos

Já ouviu falar em FFF (family, friends and fools)? Uma rede composta por familiares, amigos e pessoas que acreditam na sua ideia pode te ajudar durante o processo de levantamento de capital, especialmente enquanto ainda não há investidores-anjo interessados no seu negócio.

Essa é uma etapa importante para que você passe a ganhar tração, isto é, consiga alcançar as métricas estabelecidas para medir o sucesso da sua ideia (acessos ao site, geração de leads, vendas, etc.). Em resumo, o investimento no seu negócio em algum momento se tornará imprescindível para você continuar crescendo.

Bônus: monte a equipe ideal

Em linhas gerais, um empreendedor que atua de forma individual dificilmente consegue se virar sozinho: além da criação de uma startup ser um processo bastante demandante, há diversas habilidades técnicas e comportamentais que ele provavelmente não possui, mas pode complementar a partir de um ou mais sócios. Além disso, uma equipe composta por pessoas com perfis complementares é algo muito valorizado por investidores e aceleradoras.

Para garantir essa homogeneidade da equipe e encontrar profissionais realmente bons e engajados, é válido participar de meetups e eventos, conversar com empreendedores mais experientes e até mesmo montar uma rede de mentores que podem te ajudar nesse processo — ou seja, aumentar seu networking.

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10 vantagens do uso de chatbots no varejo

Cada vez mais presentes em todos os setores da economia, as inovações envolvendo inteligência artificial já são familiares para os consumidores, seja para auxiliar durante uma compra, sanar uma eventual dúvida sobre determinado produto ou receber atualizações no pós-venda. Uma pesquisa da consultoria PointSource mostra que, em 2017, 54% dos consumidores utilizaram aplicações envolvendo IA em algum momento da jornada de compra. A pesquisa também perguntou se o auxílio de um chatbot os faria comprar com mais frequência, e metade (49%) dos entrevistados respondeu que sim.

Outra pesquisa, divulgada pela Accenture, no Fórum Econômico Mundial deste ano, projeta que, entre 2018 e 2022, o faturamento do varejo no mundo cresça 41% em decorrência da adoção da Inteligência Artificial. Para os varejistas brasileiros que desejam seguir essa tendência já incorporada pelas principais empresas do varejo mundial, a Nama – startup brasileira que oferece uma plataforma de chatbots baseada em linguagem natural -, preparou uma lista com 10 vantagens da aplicação de chatbots no varejo.

1) Oferecer atendimento 24/7

Apenas varejistas gigantes conseguem atender seus clientes a qualquer hora do dia e em todos os dias da semana. Manter uma equipe tão numerosa de funcionários pesa no orçamento de qualquer empresa. Esse desafio pode ser solucionado com o uso de chatbots, que não descansam nunca e trabalham 24h por dia, 7 dias por semana.

2) Atender em todos os canais

Colocar em prática o conceito de omnichannel, descrito como o atendimento dos clientes em todos os canais disponíveis de maneira idêntica e complementar, talvez seja um dos maiores desafios do varejo. Um chatbot robusto é capaz de começar o atendimento via Facebook Messenger e continuá-lo no portal da empresa, sem prejuízo de informação. Chatbots funcionam no Facebook Messenger, Skype, Telegram, no portal da loja e no smartphone por meio de mensagens SMS. O consumidor pode estar em qualquer um desses canais ou em todos eles, e sua marca também estará lá.

3) Auxiliar na jornada de compra

Nos Estados Unidos, a Whole Foods colocou em funcionamento um chatbot que ajuda os consumidores a encontrarem os alimentos mais indicados para cada receita. Pelo Messenger do Facebook, o cliente insere uma palavra-chave ou um emoji de um alimento, e recebe como resposta uma dica culinária. A funcionalidade de reconhecer emojis também está disponível nos chatbots desenvolvidos pela Nama.

4) Fornecer respostas em tempo real

Chega de clientes estressados pelas músicas intermináveis que tocam durante a espera dos atendimentos via telemarketing. Os clientes estão ansiosos para uma resposta rápida. Um assistente virtual inteligente responde em segundos a demanda já com a solução ou seu encaminhamento.

5) Demonstrar empatia com diferentes perfis de público

Os avanços na compreensão e no processamento de linguagem natural tornaram esse fenômeno factível. Os chatbots que utilizam Deep Learning (conjunto de técnicas mais avançadas que o machine learning) conseguem entender a comunicação humana, mesmo com erros de português. Esse fenômeno possibilita que pessoas de diferentes classes sociais, idades e níveis educacionais sintam-se compreendidas pelo atendente virtual.

6) Abordar o consumidor de maneira proativa

Chatbots podem abordar os consumidores de maneira proativa a partir de condições pré-definidas. Um assistente virtual de uma farmácia ou de um supermercado, por exemplo, pode ter seu gatilho interativo configurado para, sempre que o clima estiver muito quente, indicar aos consumidores que estão na loja uma promoção de protetor solar.

7) Fidelizar seu cliente

Clientes mal atendidos migram para marcas concorrentes. Fornecer um atendimento cordial em tempo real, com detalhes técnicos e informações adicionais para aquele produto pesquisado deixará o cliente muito mais satisfeito com sua marca.

8) Melhorar os processos internos

O chatbot pode ser usado também de maneira interna pelo varejista, como forma de orientar funcionários e melhorar processos. O bot se integra com os sistemas de gestão, CRM e de estoque dos produtos, norteando, por exemplo, o abastecimento de acordo com a frequência que aquele produto vai sendo vendido.

9) Aprimorar a logística

Os chatbots podem servir para cancelar pedidos ou levantar informações sobre seu status, emitir números de protocolo ou segunda via de boleto/nota fiscal, rastrear produtos e calcular o tempo de entrega.

10) Fortalecer a marca no pós-venda

Há outros usos possíveis para os chatbots no setor varejista. Ele pode ser utilizado para fazer pesquisas de pós-venda para coletar insights sobre a experiência de compra e fornecer feedbacks detalhados sobre a maneira como o cliente enxerga a marca.

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Instabridge recebe US$ 3 milhões para expansão na Ásia

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões WiFi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, se mostrou bastante popular no Brasil e no México e recebeu um financiamento adicional de US$ 3 milhões para investir em sua expansão na Ásia, começando pela Índia.

A nova rodada é liderada pela Luminar Ventures (Magnus Bergman e Jacob Key), com a participação dos patrocinadores anteriores Balderton Capital, Draper Associates, Moor e Creandum. A empresa já havia levantado cerca de US$ 5 milhões.

Fundada no final de 2012 originalmente como uma forma de permitir o compartilhamento de WiFi com amigos no Facebook, a empresa sediada em Estocolmo transformou-se em uma comunidade mais ampla de compartilhamento de WiFi e encontrou força nos mercados em desenvolvimento, onde os dados de celular permanecem altos.

O Instabridge permite que você compartilhe os detalhes de qualquer ponto de WiFi público e forneça acesso aos pontos de internet compartilhados para todos os outros membros da comunidade. Isso permitiu criar um banco de dados crowdsourced de pontos de WiFi, além de uma lista de locais públicos conhecidos que têm acesso gratuito à internet, como McDonald’s ou Starbucks.

Instabridge planeja trilhar o mesmo caminho que seguiu na América do Sul para atingir a população indiana de mais de 1 bilhão de pessoas, das quais apenas 400 milhões atualmente têm acesso à internet. “Isto inclui a formação de uma equipe na Índia e a nova missão da empresa de expandir o acesso à Internet aos países em desenvolvimento, onde os serviços de internet permanecem relativamente caros e o acesso à internet é um dos meios comprovados de ‘reduzir a desigualdade de renda’”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Hoje o Instabridge possui 2,3 milhões de usuários ativos mensais e está crescendo a uma taxa de 50.000 novos usuários por dia. O banco de dados do aplicativo contempla atualmente 2 milhões de pontos WiFi. Hoje já são 1 milhão de pontos de WiFi do Brasil cadastrados no aplicativo: metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

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Metodologia brasileira é implementada em empresa suíça

A plataforma online de gestão estratégica para empresas, Honeycomb, tem como principal pilar criar uma gestão ágil e totalmente transparente. O seu objetivo é oferecer um contexto de tudo o que está sendo feito dentro da empresa e por quais caminhos ela seguirá, desta forma gerando um ambiente de trabalho autônomo. O resultado da implementação da Honeycomb é a formação de uma equipe mais engajada, alinhada e preparada para tomar melhores decisões.

Sua metodologia se divide em duas partes fundamentais e interligadas: Estratégia, Papéis e Responsabilidades. O primeiro passo é um momento mais estrutural, em que o time avalia e determina quais são os pilares e objetivos de cada área da empresa durante o trimestre e então, o que será feito para alcançá-los. As pessoas, então, candidatam-se para os objetivos que querem ser responsáveis. No momento de Papéis e Responsabilidades, os colaboradores definem as funções diárias devem ser feitas e também têm voz e autonomia para se candidatarem, declarando seu nível de motivação e de habilidade para cada papel.

Originalmente, a plataforma surgiu como uma ideia embrionária dentro da abeLLha, incubadora de negócios de impacto social e, após seu êxito, foi aberta ao público – maio de 2017. Hoje a Honeycomb já conta com 1.400 usuários cadastrados, de mais de 100 empresas.

Recentemente a Honeycomb foi contratada pela Swissnex San Francisco, uma empresa relacionada ao governo suíço que faz a conexão entre startups, artes e academia entre os dois países. Diante do mais novo desafio, Ana Julia Ghirello, fundadora e CEO da plataforma, detalha a experiência “O trabalho foi intenso e incrível. Toda a equipe já estava acostumada a entregar muito e já trabalhavam com muita autonomia. Os departamentos colaboram muito entre si e daí nosso desafio de criar mais transparência de tudo o que está acontecendo dentro da empresa.”

O trabalho feito em San Francisco faz parte dos planos de expansão do Honeycomb para América do Norte e Europa. “Até o final do ano, pretendemos ter mais implementações no exterior. O sucesso desta entrada inicial validou o valor que geramos: de ajudar organizações a terem uma gestão muito ágil, focada em resultados e com muita autonomia e transparência. Não são só as empresas brasileiras que encontram estes desafios”, comentou Ana Julia.

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Bossa Nova investe na Startup YetGo, líder do segmento de Mobilidade Urbana do Norte do Brasil

A famosa Startup de mobilidade urbana da região Norte do Brasil, a YetGo que foi lançada em 2016, acaba de receber uma rodada de investimento SEED da Bossa Nova Investimentos, a maior micro Venture Capital do Brasil em número de investimentos e empresa referência na América Latina.

Liderada pelos investidores Pierre Schurmann e João Kepler, a Bossa Nova investiu em uma participação proporcional a 15% da YetGo. “O aporte deste capital de uma Venture Capital como a Bossa Nova que é gerida por empreendedores que investem, é um grande marco na história de nossa empresa, pois valida nosso Product Market fit e nos abre portas para o mundo, nos colocando sobre os holofotes do mercado como um todo”, afirma Gervásio Moreno, CEO da YetGo.

A YetGo é lider de mercado no norte do Brasil: Pará, Amazonas e Amapá e no Nordeste opera no Ceará, Maranhão e Bahia. Com esse aporte, reforça sua participação regional e inicia seu plano de expansão com operações em alguns estados do sul e sudeste, dentre eles: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo.

“2018 é um ano de crescimento, estamos ultrapassando as fronteiras nacionais e iniciando as operações também em Santiago no Chile e, no próximo mês já preparando nossa entrada na Europa por meio de Portugal” comemora Morgado

“Hoje a YetGo consegue brigar pelo segundo lugar no número de chamadas no Brasil, e com este aporte irá consolidar suas operações atraindo mais serviços e negócios para a startup”, explica João Kepler. “Um dos modelos que serão adotados é atender todas as startup da rede Bossa além de empresas parceiras das startups, ou seja, um grande mercado se encontra a vista através dessa rodada de investimentos”, diz kepler.

No final de 2017, a YetGo alterou seu modelo de negócio para uma cobrança mensal fixa ao motorista, o que de maneira disruptiva gerou um grande impacto positivo no negócio. “Tivemos excelente aceitação por parte de motoristas, devido aos altos valores pagos no modelo de cobrança percentual dos concorrentes, o que nos possibilitou gerar um fluxo financeiro saudável aos nossos parceiros e também a prática de um preço justo para nossos usuários”, comemora Morgado.

Pierre Schurmann, manager partner da Bossa Nova, comenta que a Bossa Nova já investe em startups de mobilidade urbana e no setor autotech em startups como a Vai.Car, a CarGuru, a AutoMobi , a Insta Carro, a Payparking e também a Credere e agora o investimento na YetGo vai ampliar e consolidar a entrada da Bossa Nova neste segmento.

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Liga Ventures abre inscrições para terceiro ciclo de aceleração do programa Liga AutoTech

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de abrir as inscrições para o 3° ciclo de aceleração da Liga AutoTech (liga.ventures/autotech), programa de inovação aberta que vai prospectar, selecionar e acelerar startups em parceria com grandes empresas do setor auto. Para essa nova rodada de aceleração, o programa conta com a parceria das gigantes Webmotors e Mercedes-Benz.

De acordo com Rogério Tamassia, cofundador Liga Ventures, o programa é uma ótima oportunidade para grandes players investirem em inovação. “O foco da Liga AutoTech é oferecer inovações que podem transformar setores como transporte, logística mobilidade e indústria automobilística – essenciais para o crescimento do país”.

Programa de Aceleração Liga AutoTech

Após as inscrições, serão selecionadas entre 4 e 8 startups para o terceiro ciclo, em temas como gestão e serviços para frotas, varejo, pré e pós-vendas, logística, big data e analytics, telemetria, rastreamento e pagamentos móveis.

Durante quatro meses, as startups selecionadas passarão por um programa de aceleração com o objetivo de explorar oportunidades de negócios com as grandes empresas participantes, além de terem acesso a mentoria com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures. As startups participantes também poderão ampliar o networking com potenciais parceiros e investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Primeiro e segundo ciclo já apresentam bons resultados

No primeiro batch a Menu.vc – marketplace que conecta a indústria alimentícia ao mercado de restaurantes, bares, pizzarias, lanchonetes foi um dos destaques. Além de ser acelerada pela Liga Autotech, a startup já recebeu aporte de mais de R$ 1 milhão de um grupo de investidores do setor. O marketplace aceleradamente e está avaliado em mais de R$ 20 milhões. Atualmente, a plataforma conta com mais de 60 indústrias que atendem 3 mil comerciantes e a meta é atingir 10 mil estabelecimentos até o fim do ano.

Já no segundo ciclo o destaque foi para a Moobie – plataforma que permite aluguel de carros entre pessoas físicas. Lançada em março de 2017, a startup tem mais de 60 mil usuários e três mil carros cadastrados. Acelerada pela Liga AutoTech, a startup caminha para ser a principal plataforma car sharing do Brasil.

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Volanty aposta na curadoria para compra e venda de carros

Comprar e vender carros usados sempre foi uma tarefa difícil e a experiência do usuário, na maioria das vezes, não é satisfatória. Com foco nas oportunidades deste segmento, a Volanty chega como um marketplace moderno, que oferece uma maneira inovadora de comprar e vender automóveis. A proposta da empresa é conectar compradores e vendedores e viabilizar negociações seguras, eficientes e que agreguem valor para ambos os lados.

A Volanty resolve tanto o problema do vendedor quanto do comprador na transação de veículos seminovos em seu marketplace. Do lado do vendedor, a plataforma funciona da seguinte forma: o usuário entra no site para cadastrar o veículo e agenda, no dia de sua escolha, a inspeção inicial do carro em algum dos pontos físicos da plataforma (atualmente, há dois pontos localizados nos bairros de Botafogo e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro). A partir daí, a Volanty disponibiliza toda sua expertise com o mercado automotivo. Em aproximadamente 20 minutos, mecânicos especializados inspecionam o veículo, analisando tanto a parte mecânica quanto a estética. Caso o carro passe na inspeção, a segunda etapa traz uma sessão de fotos, durante a qual profissionais registram imagens de dentro e fora do veículo em um estúdio no mesmo local, com infraestrutura desenvolvida para isso. As duas etapas, juntas, duram cerca de 40 minutos e no mesmo dia o carro é anunciado no site, que distribui o conteúdo para as principais plataformas de classificados do Brasil. O proprietário continua dirigindo o carro enquanto a Volanty cuida de todas as etapas do processo, desde a criação dos anúncios até finalizar a transação.

“Entendemos o processo de compra e venda de seminovos como uma grande oportunidade no mercado brasileiro, por isso apostamos neste segmento. Nosso principal diferencial é o fato de que entregamos segurança e transparência nas negociações, algo infelizmente raro e imprescindível para os envolvidos”, afirma Maurício Feldman, sócio-fundador da Volanty. A monetização da startup baseia-se em comissões por vendas efetuadas, passando longe do que é aplicado atualmente por lojistas e concessionários: “Trabalhamos com a margem de 7%, ante os 25 a 30% cobrados pelo mercado tradicional, e entregamos um serviço completo, de forma que o proprietário não tenha dor de cabeça ou precise direcionar muito esforço à venda do carro”, afirma Feldman.

Do lado do comprador a experiência também é diferenciada. Além de oferecer garantia e opções de financiamento (atualmente são parceiros do Itaú, Bradesco e Santander) a startup trabalha somente com carros pré-selecionados e com procedência certificada, e preza pela transparência total, informando todos os detalhes do veículo antes das visitas. Comprador e vendedor nunca se encontram, e o preço do veículo é definido pela plataforma, garantido assim um valor justo para ambas as partes. “A Volanty é mais eficiente em termos de custos e menos intensiva em capital do que uma concessionária típica, uma vez que opera sem salas de exposição extravagantes e sem custos iniciais para a aquisição de estoques”, conta o executivo.

A ideia de criar a empresa surgiu em 2016, após os sócios Maurício Feldman e Antonio Avellar deixarem seus empregos na Viagogo (maior marketplace de ingressos do mundo) e McKinsey (maior consultoria estratégica do mundo) para apostar no mercado de compra e venda de veículos usados, no qual a tecnologia ainda é pouco aplicada. “Vimos que este mercado tinha dores de verdade a serem sanadas. Além disso, existe um problema muito claro e que atinge todo o público para o qual trabalhamos: ninguém gosta da experiência de comprar e vender carro usado, isso ainda é encarado como um problema a ser resolvido o mais rápido possível e que costuma dar muita dor de cabeça. Pode parecer storytelling, mas a ideia de uma plataforma que atendesse a esta demanda tão específica surgiu porque eu e o Antônio tivemos problemas para vender nossos carros em 2011, pouco antes de embarcarmos para nossos mestrados nos EUA. Por fim, eu acabei vendendo meu veículo por conta própria, ele vendeu direto para uma loja e, nos dois casos, a experiência não foi satisfatória. Eu tive problemas com o comprador e ele perdeu muito dinheiro. A semente foi plantada naquele momento”, explica o sócio-fundador.

Investimentos e mercado

A Canary, capitaneada por empreendedores brasileiros de renome (Peixe Urbano, Printi, M Square) e que conta com investidores como Mike Krieger, cofundador do Instagram, está por trás dos investimentos que possibilitaram o lançamento da Volanty no mercado brasileiro. Posicionando-se como um marketplace de compra e vendas de veículos seminovos, prepara-se para abrir até dez novas “garagens” para transação de veículos até o final de 2018 no Rio de Janeiro e São Paulo. “A visão da Volanty sobre o setor automotivo no Brasil é a melhor possível. Vemos problemas e estamos atuando forte nas oportunidades, com soluções que vêm para mudar tudo o que se entende sobre o processo de compra e venda de seminovos. Atualmente, 10 milhões de carros usados são negociados todos anos no Brasil, a preços médios de R$ 30 a 40 mil. Assim, estamos falando de um segmento com potencial de R$ 400 bilhões de reais por ano, que tende a crescer. Considerando este cenário, o objetivo da Volanty é crescer em uma velocidade altíssima simplesmente ao se apoiar em curadoria e usar tecnologia para trazer eficiência para um setor que não aposta nisso – ou, se aposta, poderia fazer isso melhor -, além de oferecer segurança para um mercado cujas negociações são, em muitos casos, táticas de fraude”, completa Feldman.

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