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Softex reassume a gestão das operações do Start-Up Brasil

Criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC em novembro de 2012, o Start-Up Brasil agrega um conjunto de atores em favor de iniciativas empresariais de base tecnológica. O programa tem como objetivo apoiar soluções inovadoras em software, hardware e serviços de tecnologia da informação (TI) ou de serviços que se utilizem das TICs como parte da solução inovadora.

A nova fase do programa, lançada em Agosto deste ano, dispõe de R$ 9,7 milhões para apoiar 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica (startups) com até R$ 200 mil em bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos são do orçamento do MCTIC.

O programa é uma das principais iniciativas para impulsionar a economia brasileira e tem como base cinco pilares: desenvolvimento econômico e social, posicionamento internacional, inovação e empreendedorismo, produção científica, tecnológica e de inovação e competitividade.

“A Softex pretende nos próximos dois anos, em parcerias com a Secretaria de Política de Informática – SEPIN e outros atores do ecossistema, conduzir as operações do Start-Up Brasil a um espaço colaborativo para que todos os players do ecossistema nacional possam contribuir na evolução do programa e no mapeamento dos reais desafios do empreendedorismo nacional. O que marcará esta nova gestão será a interface com os demais programas de Governo Federal focados na competitividade nacional, nos quais a Softex atua diretamente, bem como a interação com ações regionais executadas pela Rede Softex por meio do seus 23 agentes regionais e parceiros estratégicos”, comenta o Vice-Presidente Executivo da Softex, Diônes Lima.

A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex trabalha desde 1996 com a missão de ampliar a inovação e a competitividade do setor brasileiro de software e serviços de tecnologia da informação, promovendo o desenvolvimento do país.

Ao reassumir a gestão operacional do Start-Up Brasil, a Softex agrega a oferta de programas complementares em diversas áreas, com destaque para inovação, inteligência e internacionalização de empresas de TICs.

O Start-Up Brasil está com inscrições abertas até 04 de outubro

Serão selecionados até 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica. Desde o lançamento, a iniciativa do governo federal já apoiou 183 startups com R$ 34,7 milhões em investimentos. As 50 startups selecionadas deverão se associar às aceleradoras qualificadas pelo Programa.

O Start-Up Brasil já executou dois ciclos de aceleração, de 2013 a 2015, quando apoiou 183 startups, distribuídas por quatro turmas e oriundas de 17 estados e 13 países. Até o momento, o MCTIC aportou R$ 34,7 milhões a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) de startups de tecnologia da informação (TI). A iniciativa alavancou aproximadamente R$ 103 milhões em investimentos privados e gerou mais de 1.200 empregos diretos.

Ao todo, 2.855 propostas se submeteram ao Programa. O apoio contemplou startups de diversos segmentos da economia, como educação, saúde, agronegócio, biotecnologia, varejo e logística. O Start-Up Brasil promoveu integração entre empreendedores de todo o território nacional, com destaque à presença de empresas e aceleradoras das regiões Norte e Nordeste, que, a partir do segundo ciclo, ganharam espaço no ecossistema empreendedor.

As startups também participam de uma série de eventos e atividades de capacitação e de aproximação com grandes companhias nacionais e internacionais, bem como com investidores; além de programas de acesso a mercado e compras públicas. Durante todo este processo as empresas são acompanhadas pelas aceleradoras e também pelos gestores do programa Start-Up Brasil.

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Programa Start-Up Brasil será relançado nos próximos dias, afirma secretário do MCTIC

Durante abertura do IT Forum Expo, que aconteceu em São Paulo, o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Maximiliano Martinhão concedeu entrevista ao site It Forum 365 onde listou pontos de atenção da pasta do Ministério e afirmou que o Programa Start-Up Brasil deverá ser relançado nos próximos dias, “O mais importante é gerar desenvolvimento econômico. Falar de regulamentação específica é colateral”, lembrou apontando que seu foco nos próximos dias é relançar o programa de startup do ministério, o Startup Brasil. (Fonte: http://www.itforum365.com.br/noticias/detalhe/121889/mctic-mira-politica-nacional-de-iot-e-fomento-ao-empreendedorismo-para-garantir-competitividade)

Lançado em novembro de 2012, o Start-Up Brasil realiza chamadas públicas para a seleção de empresas nascentes de base tecnológica. O programa apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 18 aceleradoras em oito estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.
Muito conhecimento foi acumulado ao longo dos quatro anos de realização do Programa, que deve ganhar ainda mais robustez a partir da incorporação da figura da mentoria técnica e do apoio adicional às startups de hardware.

O programa é pioneiro no desenvolvimento do ecossistema empreendedor brasileiro e um dos responsáveis pelo estímulo à criação de um grupo forte de startups de porte global, tendo grande relevância frente a outros programas de aceleração existentes, pois além de caracterizar-se como uma parceria público- privada, proporcionou às 4 turmas aceleradas até o momento um pacote de benefícios robusto com direito a fomento de até R$200 mil em bolsas para pesquisa, desenvolvimento e inovação e um aporte de investimento da aceleradora para inserção no mercado, que varia entre R$ 20 e 150 mil por startup, além de acesso as melhores aceleradoras do país, visto para startups estrangeiras, hubs internacionais em São Francisco, Nova York e Singapura, acesso ao marcado e a benefícios de parceiros do programa e acesso a investidores através de Demo Days nacionais e internacionais.

O Start-Up Brasil é um programa do governo federal, criado pelo MCTIC e em Julho de 2014 passou a ter sua gestão operacional feita pela Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) que agregou ao programa sua expertise e a oferta de programas complementares em diversas áreas como: inovação, qualidade, inteligência do mercado e internacionalização.

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Apex-Brasil organiza semana de eventos no Vale do Silício

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) organiza, de 12 a 16 de setembro, a Brasil Week Silicon Valley, em São Francisco, Estados Unidos, com o objetivo de oferecer aos parceiros e investidores internacionais informações qualificadas sobre o ecossistema de capital empreendedor no Brasil, com suas peculiaridades, tendências e oportunidades.

Durante uma semana serão realizados quatro eventos onde o setor brasileiro de tecnologia será o destaque. O principal deles será o 3º Demo Day Apex-Brasil & Start-Up Brasil, no dia 12 de setembro, onde 11 startups brasileiras vão apresentar seus projetos a investidores norte-americanos. O encontro será realizado dentro do Tech Crunch Disrupt, conferência anual onde as startups de tecnologia lançam seus produtos e serviços a um público formado principalmente por investidores e pela mídia especializada.

Na semana anterior, as startups brasileiras – selecionadas pela Apex-Brasil e pelos programas Start-Up Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com gestão da Softex, e o Inovativa, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) – participam do Programa Catalyzer, uma missão de imersão no Vale do Silício. Na programação estão workshops com investidores, visitas a empresas da região, treinamento de apresentação de projetos e um curso de design thinking na Universidade da Califórnia em Berkeley.

A agenda da Brasil Week inclui ainda um evento de relacionamento com investidores em venture capital, aceleradoras, investidores-anjo e empresas brasileiras, realizado no dia 13 de setembro, em parceria com o fundo investidor RedPoint EVentures. No dia 14, a Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) organiza reuniões privadas entre gestores de recursos brasileiros e investidores estrangeiros (fundos de pensão, seguradoras e family offices), e no dia 15, realiza o 4º Seminário Venture Capital in Brazil, com o objetivo de conectar fundos de investimentos brasileiros de venture capital e investidores estrangeiros.

Para encerrar a programação da Brasil Week, a Apex-Brasil participa de painel na conferência Brazil in the 21st Century, organizada pela Associação Bay Brazil, que nas últimas quatro edições reuniu empresários, investidores, representantes do governo e líderes do setor privado para discutir ciência, tecnologia, empreendedorismo e papel do Brasil na economia global.

“O Brasil é um celeiro de empresas nascentes inovadoras e vem atraindo a atenção dos investidores internacionais. Esse evento, realizado no Vale do Silício, um dos ecossistemas de TI mais vibrantes do mundo, nos permite apresentar o potencial de negócio de nossas startups. É também uma oportunidade para que elas possam compreender a importância de pensarem seus negócios de forma global para que possam ser bem-sucedidas em um mercado cada vez mais competitivo”, disse Maximiliano Martinhão, Secretário de Política de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

“O Vale do Silício é o maior ecossistema de inovação do mundo e possui uma grande concentração de recursos em Venture Capital”, comenta o presidente da Apex-Brasil, Embaixador Roberto Jaguaribe. Segundo ele, o relacionamento com investidores estrangeiros requer tempo para ser construído e a Apex-Brasil tem trabalhado nisso. “Pela primeira vez, a Agência organiza eventos que eram realizados em datas distintas em uma semana chamada Brasil Week para mostrar positivamente, e de forma coordenada, o Brasil como um destino de recursos que oferece de oportunidades inovadoras e de qualidade”, completa.

A segunda edição da Brasil Week será realizada em São Paulo, em outubro, e o ponto alto será o Corporate Venture in Brasil, que vai reunir grandes corporações globais e nacionais interessadas em se relacionar com startups, fundos e aceleradoras envolvidos no ambiente de inovação e atração de investimentos.

Mais detalhes em http://brasilweeksv.apexbrasil.com.br/

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Brasil Mais TI e Start-Up Brasil são destaques da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

A Softex, pelo segundo ano consecutivo, participa da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2015) apresentando os programas Brasil Mais TI, maior projeto de capacitação em Tecnologia da Informação gratuito do país, e pela primeira vez, o Start-Up Brasil, que visa selecionar e apoiar empresas nascentes de base tecnológica.

Promovido simultaneamente em diversas localidades do país pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o evento tem como proposta mobilizar a população, em especial as crianças e os jovens, em torno de temas e atividades ligadas às áreas de Ciência e Tecnologia.

Entre os dias 19 e 25 de outubro, em todos os períodos, a Softex promoverá em seu estande no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, uma série de iniciativas. Professores e alunos terão informações sobre os mais de 20 cursos de programação e as demais funcionalidades oferecidas pela plataforma Brasil Mais TI. Os alunos terão também a oportunidade de participar de dois diferentes cursos lúdicos e campeonatos: Imagine Cup da Microsoft, e Hora do Código da Fundação Lemann.

“A proposta do Brasil Mais TI é cativar o interesse dos jovens pela programação. Um levantamento realizado pela unidade de inteligência, estudos e pesquisas da Softex aponta para um déficit aproximado de 408 mil profissionais de TI em 2020. O programa tema proposta de despertar a vocação e assim estimular a entrada de novos profissionais em um setor considerado estratégico para o país”, destaca Ana Beatriz Pires, gestora do projeto na Softex.

Estimulando o espírito empreendedor – Quatro startups que integram o programa Start-Up Brasil se revezarão na apresentação de suas empresas inovadoras aos estudantes que visitarem o estande da Softex. O objetivo é estimular o espírito empreendedor dos jovens e mostrar que a abertura de um negócio próprio é uma opção possível para qualquer pessoa.

Nos dias 21 e 22, os alunos poderão conhecer o projeto de construção do ciclo-elétrico híbrido da baiana Guell, um veículo elétrico leve de duas rodas com um inovador desenho industrial e um conjunto eletroeletrônico de baixo custo, além dos projetos de simuladores de voo da Virtual Avionics, que trabalha atualmente no desenvolvimento de um novo sistema a ser empregado tanto para fins recreativos quanto para a formação de pilotos em escolas de aviação e empresas aéreas.

Já nos dias 23 e 24, o estande será ocupado por duas startups focadas em educação: a editora digital EvoBooks, que possui conteúdo interativo e atraente, e a Overdrive, criadora da plataforma de educação tecnológica Kubi que auxilia professores a ensinar robótica e programação através de desafios e vídeos curtos utilizando a linguagem da internet.

O Start-Up Brasil é uma iniciativa do MCTI com gestão operacional da Softex e realizado em parceria com aceleradoras. Atualmente, apoia 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 17 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.

Confira a programação completa da SNCT 2015 acessando http://semanact.mcti.gov.br/

Fonte: Softex

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Startups podem ter mais investimentos com mudança no Supersimples

Seminário da Softex no Rio Info 2015 debateu projeto que incentiva o investidor-anjo a aplicar recursos em novos empreendedores

O Projeto de Lei que amplia os limites para o enquadramento no Supersimples abre uma nova janela para startups brasileiras. Um dos dispositivos incluídos no PLC, aprovado na Câmara e que tramita no Senado, institucionaliza a figura de investidor-anjo, que poderá colocar recursos em novos empreendimentos sem ter que se tornar sócio.

Esse dispositivo permite tanto pessoas físicas quanto empresas atuarem como investidor sem que haja vínculos administrativos com a nova empresa. O investidor-anjo não terá direito a voto ou gerência. Por outro lado, não responderá por qualquer tipo de dívida – tributária ou financeira – caso a nova microempresa fracasse.

“Grandes ideias precisam estar acompanhadas do mínimo de capital para serem iniciadas e disputar nesta selva que é o mercado. O Projeto permite a quem investe capital nessas grandes ideias não ficar contaminado com a eventual falta de êxito da empresa. É uma forma inovadora e moderna de promover o desenvolvimento econômico, que vai beneficiar as startups”, comenta o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), um dos parlamentares que trabalharam pela aprovação do texto na Câmara.

O deputado foi mediador na Mesa Redonda sobre o Programa Start-Up Brasil do Seminário Competitividade Global das Empresas Brasileiras de TI, promovido pela Softex no âmbito do Rio Info 2015.

Autor da emenda parlamentar ao Orçamento que garantiu ao estado do Rio de Janeiro o montante de R$ 400 mil para financiamento de projetos de Tecnologia da Informação e Comunicação, Leite defende também o financiamento coletivo, feito por meio de sites na internet, como outro novo caminho para dar suporte às startups. O parlamentar propõem incentivos fiscais para quem participar de financiamentos coletivos. “Quem aposta em crowdfunding tem que ter algum tipo de incentivo fiscal porque está contribuindo para o desenvolvimento econômico”, argumenta Leite. Projeto de Lei de autoria do deputado ainda em discussão na Casa propõe a dedução de 10% no imposto de renda do valor investido por apoiadores. Em caso de projetos sociais, o benefício chegaria a 50% do valor.

O presidente da Softex, Ruben Delgado, que coordenou o evento, destacou que o programa Start-Up Brasil é uma demonstração do potencial que os novos negócios passam pela mudança cultural. “A nossa cultura é a cultura do pertencimento. Hoje não existe mais ‘o meu empreendimento’ ou ‘o meu governo’. Os novos empreendedores não têm medo de compartilhar ideias e isso é que faz a startup algo revolucionário”, comenta. “Esse movimento que se faz agora com as startups não é de um governo, é de um estado. Os números do Start-Up Brasil mostram que aquilo que se semeia hoje trará bons frutos rapidamente”, diz Delgado.

Segundo José Henrique Dieguez, coordenador geral de Serviços e Programas de Computadores, da Secretaria de Política de Informática do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o sucesso do programa se devem, em grande parte, ao rigor com que os projetos inscritos são selecionados. “O filtro para aceitação dos projetos é extremamente rigoroso”, diz, apontando que apenas 6,5% dos projetos inscritos são aprovados pelo Start-Up Brasil. “Esse é o conceito do programa. O processo de aprovação é difícil, mas a entrega é satisfatória”, acrescenta. Em quatro chamadas, foram feitas 2855 inscrições. Desse total, 183 projetos foram apoiados e atualmente são acompanhados de perto pelo programa.

Ver resultados do Programa em: http://startupbrasil.org.br/demo-day-start-up-brasil-e-venture-forum-reunem-20-startups-de-destaque-e-apresentam-numeros-de-crescimento/?lang=pt

Fonte: Start-Up Brasil

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